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  • Archive for the ‘Vegetação e Solos’ category

    jard.

    Aprenda como deve criar uma boa terra para o jardim e saiba retirar o máximo rendimento das suas plantações.

    A importância de uma boa terra
    Para ter uma boa terra de cultivo, é fundamental que exista uma gestão eficiente de todos os recursos. Sempre que for realizada uma colheita de frutos, vegetais ou flores, o solo de um jardim deve ser fertilizado e adubado corretamente para ficar o mais bem preparado possível para uma intervenção futura. As modificações orgânicas que são realizadas na terra como, por exemplo, a aplicação de adubo de composto ou de raízes, tem inúmeras vantagens: permitem o rejuvenescimento de um solo pobre, a drenagem de água em excesso, o umedecimento das raízes e a retenção de nutrientes até que as raízes precisem deles. Antes das plantações da primavera, saiba que é necessário enriquecer o solo do seu jardim para que as plantas, flores e vegetais cresçam de uma forma robusta e saudável. Tenha em consideração que o local onde ficam as árvores e arbustos nativos não precisa ser alterado, a não ser que o solo seja de areia ou de barro pesado.

    Criando uma boa terra
    Uma boa terra é aquela que apresenta uma mistura de compostagem de aparas de grama, folhas, bocados de madeira resultantes da poda das árvores e terra simples. Para criar uma terra perfeita, deve utilizar uma pá de jardinagem e misturar uma camada de 5 a 10 cm de mistura de

    Num jardim, a preparação de um canteiro é uma tarefa de manutenção obrigatória e antes de serem cultivadas determinadas plantas, a terra deve ser cuidadosamente verificada, como nos exemplos seguintes:

    Plantas ácidas: como os rododendros. Ao realizar o cultivo de plantas ácidas, deve conhecer os níveis de pH do solo. Existem kits específicos que mostram esses resultados e estão à venda nas lojas de jardins especializadas. Se o pH do seu solo nativo for superior a 6, é necessário utilizar musgo de turfa para a terra ficar o mais fértil possível.

    Flores anuais e canteiros de vegetais: Por vezes, na plantação de flores ou de vegetais, é necessário colocar uma estaca que os auxilie a crescer. Ao fazê-lo, as flores e os vegetais terão todas as condições para se desenvolverem de uma forma saudável e consistente.

    Amoras, framboesas e morangos: A terra destes canteiros de frutos deve ser reforçada ou renovada antes das respectivas plantações começarem. Este é um procedimento que deve ser efetuado com regularidade (pelo menos a cada dois anos) para que existam sempre frutos de qualidade no seu jardim.

    Os gramados: Um gramado tem muitas dificuldades em lidar com um solo pesado e arenoso. Como tal, a terra de um gramado precisa estar o mais fertilizada possível para que o seu tapete verde esteja sempre em perfeitas condições de utilização e apresentação.

    Quantidade ideal de terá para o jardim e plantas
    A terra ideal para ser utilizada num jardim e no cultivo de plantas é a terra adubada, isto é, a terra simples com uma mistura de compostagem. Esta pode ser preparada por qualquer jardineiro ou então pode ser adquirida num viveiro ou loja de jardins especializada. Contudo, para saber qual a quantidade de terra mais apropriada para o seu jardim e plantas, terá de saber quais as medidas do seu terreno. Dos vários tamanhos existentes, destacam-se as seguintes:
    Jardim de 30 m:
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 0,50 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 0,76 m;
    -  Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 0,95 m.
    Jardim de 75 m
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 1,26 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 1,77 m;
    - Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 2,47 m

    Jardim de 150 m
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 2,47 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 3,29 m;
    - Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 4,93 m.

    Passaro na janela de Primavera

    floresta africana

    As florestas tropicais são um dos habitats mais ricos e diversificados do mundo. Localizam-se tanto em latitudes temperadas como em latitudes tropicais. As florestas tropicais próximas ao Equador terrestre são as que contêm o maior número de espécies animais e vegetais, incluindo as florestas sempre verdes, as semi decíduas (que perdem parte das folhas), as de altitude nas altas montanhas e as das matas ciliares, que crescem ao longo das margens dos rios.

    As florestas sempre verdes são as equatoriais, próximas a linha do Equador, com registro de temperaturas muito elevadas. Recebem grande abundância de chuvas e as estações do ano não variam muito. As florestas semi decíduas, mais distantes do Equador, têm temperaturas mais amenas e menor quantidade de chuva, desenvolvendo-se em estações mais definidas, produzindo por isso um tipo diferente de floresta, com menos plantas e animais que as equatoriais.

    Algumas pessoas se referem às florestas tropicais como selvas. Associam-nas à vegetação densa coberta por capim alto, arbustos e árvores, trepadeiras subindo nas árvores, impenetrabilidade e repleta de animais barulhentos e perigosos. Na floresta, há uma luta constante pela luz, o que resulta em plantas esguias que se alongam para em direção ao céu, a fim de colocarem suas copas acima das outras.

    Na verdade, as florestas tropicais possuem camadas de vegetações definidas por copas de altas árvores, que alcançam de 30 a 60 metros e formam o dossel (camada frondosa). Abaixo destas, sobre o chão da floresta são um dos habitats mais ricos e diversificados do mundo. Localizam-se tanto em latitudes temperadas como em latitudes tropicais. As florestas tropicais próximas ao Equador terrestre são as que contêm o maior número de espécies animais e vegetais, incluindo as florestas sempre verdes, as semi decíduas (que perdem parte das folhas), as de altitude nas altas montanhas e as das matas ciliares, que crescem ao longo das margens dos rios. As florestas sempre verdes são as equatoriais, próximas a linha do Equador, com registro de temperaturas muito elevadas. Recebem grande abundância de chuvas e as estações do ano não variam muito.

    As florestas semi decíduas, mais distantes do Equador, têm temperaturas mais amenas e menor quantidade de chuva, desenvolvendo-se em estações mais definidas, produzindo por isso um tipo diferente de floresta, com menos plantas e animais que as equatoriais. Algumas pessoas se referem às florestas tropicais como selvas. Associam-nas à vegetação densa coberta por capim alto, arbustos e árvores, trepadeiras subindo nas árvores, impenetrabilidade e repleta de animais barulhentos e perigosos. Na floresta, há uma luta constante pela luz, o que resulta em plantas esguias que se alongam para em direção ao céu, a fim de colocarem suas copas acima das outras. Na verdade, elas possuem camadas de vegetações definidas por copas de altas árvores, que alcançam de 30 a 60 m e formam o dossel (camada frondosa). até mesmo no Alasca, grãos de pólen de plantas nativas das florestas tropicais.

    Elas foram um dos mais antigos ou primitivos habitats naturais do mundo. Há apenas alguns milhares de anos, 14% da superfície terrestre era coberta por florestas de um ou outro tipo. Nos últimos 200 anos, mais da metade dessa área foi convertida em pastos, terra cultivada ou se tornaram estéreis. Atualmente, a floresta tropical só é encontrada na América Central e do Sul, na África Central, na Ilha de Madagascar situada no Oceano Índico e no Sudeste Asiático. As florestas da Ásia se estendem da Índia à Malásia, das Filipinas ao Norte da Austrália, porém as maiores áreas de florestas hoje existentes, estão na América Central e do Sul. A bacia do rio Amazonas e de seus afluentes possui mais de metade das florestas tropicais que ainda restam no mundo. A floresta Amazônica representava a maior área incólume de floresta tropical do planeta, com enorme riqueza de vida vegetal e animal. Atualmente com a devastação existente, teme-se pela sua sobrevivência.

    Uma floresta tropical é “uma floresta sobre uma floresta”, onde cada camada constitui um habitat específico para os animais e plantas que nela vivem.

    Todos os elementos – clima, solo, fauna e flora – estão estreitamente relacionados, sendo difícil considerar um e excluir outro. Todos constituem uma rede equilibrada e se qualquer um deles for excluído, será suficiente para desarranjar o ecossistema.

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    coníferas

    Os bosques de coníferas e as angiospermas que surgiram na era paleozóica datam de mais de 230 e 100 milhões de anos, respectivamente. Desde então, as árvores foram povoando a superfície do nosso planeta e têm servido de abrigo a numerosas comunidades de animais e plantas em todas as latitudes.

    Uma árvore isolada é por si só um complexo ecossistema, que abriga muitas espécies de invertebrados, insetos, aracnídeos e miriápodes, bem como de vertebrados, aves, répteis e mamíferos, que encontram nela seu alimento, seja em forma de folha, brotos ou frutos.

    Sobre seu córtex crescem fungos, liquens e plantas parasitas e epífitas, como as bromélias, que utilizam a árvore como suporte para alcançar a altura onde a luz é abundante. Entre as raízes encontram-se larvas de insetos, minhocas que vivem no subsolo, ácaros e roedores. Ou seja, a árvore hospeda uma infinidade de seres vivos.

    Nas regiões frias, as coníferas mantêm os roedores e as aves; Nas savanas da África, constituem parte fundamental da dieta dos herbívoros ruminantes (que se alimentam de folhas e brotos dos ramos); Nas florestas, contribuem para formar um ambiente caracterizado pela umidade, onde proliferam plantas e animais;

    Nas zonas temperadas, a árvore é uma das maiores fontes de riqueza. Nas regiões próximas ao círculo polar ártico predominam os bosques de coníferas: abetos, pinheiros e bordos cobrem extensas áreas do Canadá, Escandinávia, Sibéria e norte da Europa. Espécies importantes são o Pinheiro-Branco (Pinus strobus), o Pinheiro-Bravo (Pinus sylvestris) e o Abeto-Balsâmico-do-Canadá (Abies balsamea).

    Mais ao sul, estende-se o bosque temperado, no qual predominam as árvores de folhas caducas, como o Bordo do Canadá (Acer saccharum), a Faia (Fagus sylvatica), o Castanheiro (Castanea sativa), o Olmeiro do gênero Ulmus, a Aveleira (Corylus avellana), os Carvalhos do gênero Quercus e muitos outros. Na zona temperada da Austrália abundam os bosques de eucaliptos, que servem de refúgio a marsupiais e aves.

    Nas regiões próximas à linha do equador e nas situadas ao norte e ao sul de ambos os trópicos, estendem-se respectivamente as savanas e os cerrados, onde as massas arbóreas se reduzem e desaparecem para dar lugar aos pastos. Nas savanas africanas se erguem, rodeadas de girafas e elefantes, as Acácias.

    Sem dúvida, porém, é nas selvas tropicais que as árvores atingem o máximo em densidade, variedade e exuberância. Algumas das representantes mais notáveis são na América do Sul, a Seringueira (Hevea brasiliensis), da qual se obtém a borracha, a Samaúma (Ceiba sumauma) e os Ipês, do gênero Tecoma.

    Árvores e Flores
    Todas as árvores produzem flores, ainda que em muitos casos sejam de dimensões insignificantes e se apresentam desprovidas dos elementos vistosos que outras plantas exibem. Certos grupos comuns na zona temperada, como as coníferas, têm os órgãos reprodutores (estame e pistilo) descobertos, razão por que recebem o nome de gimnospermas.

    Outras árvores, como os Choupos, carecem de pétalas, embora sejam angiospermas. Há também árvores com flores grandes e vistosas, como a Magnólia, a Espatódia, o Flamboyant e o Abricó-de-Macaco. Este último emite flores que brotam do próprio tronco.

    Nos casos em que a polinização se efetua pelo vento (anemogamia), os elementos reprodutores não são providos das atraentes corolas que adornam as outras espécies. As flores vistosas são indício de que a polinização se realiza com ajuda dos insetos, atraídos pela cor ou aroma dessas flores.

    Em espécies como as palmeiras, os sexos são separados: existem árvores masculinas, que possuem flores apenas desse sexo, e árvores femininas. O mesmo ocorre com os salgueiros, os mamoeiros e os choupos.

    Árvores e Folhas
    Um grande número de árvores perde as folhas com a chegada da estação fria, razão por que são chamadas árvores de folhas caducas. Este mecanismo é necessário à sobrevivência das árvores nas regiões temperadas, onde, no inverno, os vegetais recebem menos luz e boa parte da água normalmente acessível às raízes congela e torna-se escassa no solo.

    A menor disponibilidade de luz e água faz com que a árvore mantenha apenas a atividade fotossintética indispensável e economize o esforço de conservar as folhas e captar a água que por elas evapora. Algumas árvores de folhas caducas mais conhecidas são o álamo (ou choupo), o castanheiro, o carvalho e o plátano.

    As árvores que conservam suas folhas durante todo o ano são chamadas de folhas perenes, e entre estas se encontra a maior parte das coníferas, como os pinheiros, os abetos, os cedros, os ciprestes, as sequóias e os zimbros.

    Em todos esses casos, as espécies se acham perfeitamente adaptadas ao frio e às condições de escassez de água: suas folhas possuem formas especiais para evitar a perda de água (como as folhas em forma de agulha dos pinheiros e dos abetos). A maior parte das árvores de clima tropical ou subtropical tem folhas perenes.

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    A Natureza

    árvores

    São inúmeros os aspectos importantes da presença das plantas em nossa vida, mas entre os principais podemos destacar:
    1. Que nossa convivência com áreas verdes, nos proporciona paz e harmonia.

    2. Que as plantas deixam os espaços mais bonitos e agradáveis.

    3. Que elas têm o poder de reduzir a poluição do ar, funcionando como filtros que retém a poeira suspensa no ar e impedindo que a mesma entre em nosso organismo e ainda fazendo a fotossíntese transformando o gás carbônico em oxigênio.

    4. Que as plantas além de controlar a erosão com suas raízes, ainda protegem o solo.

    5. Que as plantas são indispensáveis para o controle da poluição dos cursos de água, pois agem como filtro para o lixo e outros poluentes.

    6. Que as plantas nos dão saúde já que são utilizadas na produção de remédios, naturais ou sintetizados.

    7. Que as plantas também ajudam a controlar a poluição sonora, funcionando como filtro para nossos ouvidos.

    8. Que as plantas ajudam no controle de enchentes, pois tornam a terra permeável, permitindo que a água desça e não fique acumulada sobre a superfície.

    9. As plantas ainda ajudam a reabastecer o lençol freático com a água que desceu das áreas permeáveis, garantindo assim um maior abastecimento.

    10. Que as plantas contribuem para o aumento da biodiversidade, pois além de fornecem abrigo ainda são fonte de alimento para a maioria dos animais.

    11. Que as plantas direta ou indiretamente contribuem para nossa alimentação.

    12. Que as plantas contribuem no desenvolvimento sustentável, muitas pessoas trabalham na produção, transporte, comércio, criação e execução de projetos de jardins. Essa é uma das áreas que mais cresce no Brasil atualmente.

    13. Que as plantas participam da economia, pois produzem madeira, celulose, resina, látex, perfumes, corantes, dentre outros.

    14. Que as plantas servem de proteção nas estradas, diminuindo acidentes.

    15. Que as plantas diminuem e conduzem ventos, agindo como uma barreira natural.

    16. Que as plantas amenizam temperaturas, não só por produzir sombra, mas também por aumentar a umidade relativa do ar.

    17. Que as plantas escondem ou realçam detalhes de construções, tornando os ambientes mais agradáveis.

    18. Além de tudo isso o contato com plantas nos acalmam e ajuda a combater o estresse diário. Por esses e outros motivos que as plantas se fazem tão presentes em nosso cotidiano.

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    terra

    A Primavera permite um bom desenvolvimento das plantas, portanto deve já começar a pensar em alimentar a terra da sua planta, para que as mesmas se possam alimentar devidamente. As necessidades das suas plantas obrigam a um nutriente certo e específico. Portanto, aprenda a ler os sinais de deficiência das plantas e dê-lhes o nutriente, indicado para elas.

    As plantas também têm problemas de saúde, tal como os humanos. Aprender a ler-lhes o seu interior é importante, para que se possa tomar as devidas atitudes, nutrindo-as e fertilizando-as. Saiba por isso, qual a escolha acertada.

    Quando as folhas apresentam um ar muito pálido, com um crescimento e aspecto negativo, deverá nutri-las com azoto. Este problema surge principalmente, com as plantas de têm um crescimento da folhagem, mas todas as restantes são afetadas. Em especial, as que não suportam solos alcalinos, poderão apresentar-se com manchas amarelas ou castanhas, entre as nervuras das folhas ou ao redor das orlas. Utilize magnésio, para fortalecê-las.

    A raíz da planta pode ter um fraco desenvolvimento ou mesmo estabilizar, o que origina um crescimento da planta muito debilitado. Aquelas que necessitam de uma atenção especial, para que esta situação não aconteça, são as plantas e bolbos que foram plantados muito brevemente. A situação em causa, pode ser controlada e retificada com fosfato.

    O Inverno desgasta as plantas e a geada produz um efeito muito negativo, especialmente naquelas que vão produzir frutos ou flores. A potassa é um bom método, para solucionar o problema. Mas, para toda e qualquer planta, o ferro é indispensável, pois é ele o componente mais importante da clorofila. Quando detectar o amarelecimento das plantas, saiba que elas estão necessitadas de ferro.

    Os fertilizantes para as plantas, são sempre produtores de um bom efeito. Pode escolher um líquido ou solúvel, cujo método de preparação implica apenas a sua diluição em água. Ao usar um regador de ralo fino, a maior parte do fertilizante será exatamente absorvido pelas folhas.

    Um dos fertilizantes mais completo é o granulado, contendo uma dose muito vasta de nutrientes. Mas, a superalimentação é também um risco. Estou falando de grandes superfícies, que obrigam a uma rega posterior. Atenção, nunca o faça à luz do sol.

    As típicas pastilhas ou pauzinhos são outro dos fertilizantes, é uma sugestão. Devem ser colocados na terra, logo após a plantação, mas nunca em contato direto com as raízes. Neste caso, a rega dos mesmos é fundamental.

    Se gosta de plantas e aprecia a sua presença, fique sabendo o que pode fazer para que as mesmas, cresçam saudáveis e sem qualquer problema. Tal como qualquer outra coisa na vida, também elas precisam de tratamento e revitalização, nem que seja de vez em quando.

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    pampas-gaúchoTípica paisagem dos campos (pampas gaúchos)

    Os Campos caracterizam-se pela presença de uma vegetação rasteira (gramíneas) e pequenos arbustos distantes uns dos outros. Podemos encontrar
    esta formação vegetal em várias regiões do Brasil (sul do Mato Grosso do Sul, nordeste do Paraná, sul de Minas Gerais e norte do Maranhão), porém é no sul do Rio Grande do Sul, região conhecida como Pampas Gaúchos, que encontramos em maior extensão.

    Características principais dos Campos:
    - vegetação formada por gramíneas e arbustos e árvores de pequeno porte.
    - não dependem de grande quantidade de chuvas.
    - sua extensão atingem os territórios da Argentina e Paraguai.

    Os campos da região sul do Brasil são denominados de pampas, termo indígena que significa região plana, abrangendo o Estado do Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Argentina.

    O clima nos campos sulinos é caracterizado com altas temperaturas no verão, chegando a 35ºC, e o inverno é marcado com geadas e neve em algumas regiões, marcando temperaturas negativas. A precipitação anual se situa em torno de 1.200 mm, com chuvas concentradas nos meses de inverno. O clima é frio e úmido.

    A vegetação predominante é de gramíneas, leguminosas e compostas, compondo uma paisagem homogênea (Figura 2). As gramíneas mais freqüentes são dos gêneros Andropogon, Aristida, Paspalum, Panicum e Eragrotis. Entre as árvores de maior porte, que são fornecedoras de madeira, temos o louro-pardo, o cedro, a cabreúva, a grápia, a guajuvira, a caroba, a canafístula, a bracatinga, a unha-de-gato, o pau-de-leite, a canjerana, o guatambu, a timbaúva, o angico-vermelho, entre outras espécies características como a palmeira-anã (Diplothemium campestre). Os campos sulinos possuem uma diversidade de mais de 515 espécies. Já os terrenos planos das planícies e planaltos gaúchos e as coxilhas, de relevo suave-ondulado, são colonizados por espécies pioneiras campestres que formam uma vegetação tipo savana aberta (Ambientebrasil, 2007).

    Caracterizam-se pela presença de uma vegetação rasteira (gramíneas) e pequenos arbustos, distantes uns dos outros.

    Esse tipo de vegetação é encontrado em dois lugares distintos. Os campos de terra firme (savanas de gramíneas baixas) são característicos do norte da Amazônia, Roraima, Pará e ilhas do Bananal e de Marajó, enquanto os campos limpos (estepes úmidas) são típicos da região sul, dando origem aos famosos “Pampas Gaúchos”.

    O campo limpo é destituído de árvores, bastante uniforme e com arbustos espalhados e dispersos. Já nos campos de terra firme as árvores, baixas e espaçadas, se integram totalmente à paisagem. Em ambos os casos o solo é revestido de gramíneas, subarbustos e ervas. Entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, os campos formados por gramíneas e leguminosas nativas se estendem como um tapete verde por mais de 200.000 km², tornando-se mais densas e ricas nas encostas. Nessa região, com muita mata entremeada, as chuvas distribuem-se regularmente pelo ano todo e as baixas temperaturas reduzem os níveis de evaporação. Tais condições climáticas acabam favorecendo ao crescimento de árvores. Isso não ocorre nos campos das áreas do Norte do país.

    Devido à riqueza do solo, as áreas cultivadas do Sul se expandiram rapidamente sem um sistema adequado de preparo, resultando em erosão e outros problemas que se agravam progressivamente. Os campos são amplamente utilizados para a produção de arroz, milho, trigo e soja, às vezes em associação com a criação de gado. A desatenção com o solo, entretanto, leva à desertificação, registrada em diferentes áreas do Rio Grande do Sul.

    Repetindo o mesmo erro dos agricultores, o pastoreiro está provocando a degradação do solo.  Na época de estiagem, quando as pastagens secam, o mesmo número de animais (gado e ovelhsa) continua a disputar áreas menores. Com o pasto quase desnudo, cresce a pressão sobre o solo que se abre em veios. Quando as chuvas recomeçam, as águas correm por essas depressões dando início ao processo de erosão. O fogo utilizado para eliminar restos de pastagens secas, torna o solo ainda mais frágil.

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    pinheiro marítimoPinheiro marítimo, bom indicador de um terreno ácido.

    Cuidado com as plantas que exigem um solo ácido ou alcalino
    A acidez de um solo constitui, com a sua textura, este é um fator essencial para as plantas que têm exigências específicas na matéria. Uma terra alcalina se caracteriza geralmente pelo seu teor em calcário. Uma terra ácida defina-se pela ausência total de calcário. Uma planta que exige um solo ácido sofrerá em terra calcária. Ao contrário, uma planta de terra calcária vai sofrerá em solo ácido. É portanto, importante conhecer a acidez da sua terra.

    Para isso, vários métodos podem ser utilizados. Primeiro, utilize seu sentido da observação, certas plantas que crescem de maneira espontânea traem uma terra ácida, como os Juncos, as Digitalis, as Giestas, e as urzes naturalmente, dado que “a terra de urze” é um terriço ácido. Pelo contrário, as plantas de terra calcária, como o Carvalho pubescente, o Cítiso, o Bordô campestre, as Íris, o Rosmaninho, etc., sugerem que o solo dos arredores seja rico em calcário.

    Estas informações são úteis porque onde estes vegetais crescem de maneira espontânea, não terá dificuldade normalmente em fazer crescer as formas cultivadas. Relativize, no entanto, estas indicações, porque a natureza do solo pode variar sobre uma curta distância. Para mais segurança, efetua uma medida mais precisa.

    Uma escala de medida
    A acidez mede-se através do pH (para “potencial Hidrogênio”). É sempre compreendido entre 1 (acidez extrema) e 14 (alcalinidade total), um valor de 7 é considerado como neutro (nem ácido, nem alcalino). No jardim, o pH situa-se entre 5 (terra muito ácida) e 9 (terra muito calcária). O pH exato não pode ser adivinhado e deverá munir-se de um kit especial, graças ao qual poderá estimá-lo. Seu emprego é muito simples e informativo.

    Assim, para valores compreendidos entre 6 e 7, a terra é ligeiramente ácida. É mais favorável aos vegetais de terra de urze, mas poderá cultivar numerosas plantas. Um pH mais fraco indica uma terra muito ácida: os legumes vão crescer mal, certos arbustos arriscam não se darem bem, como a Árvore Judée, as Lavandas, os Cistes. Em contrapartida as Camélias, os Bordos do Japão, as Hortênsias, apreciarão estes solos.

    Os solos alcalinos
    Além de um pH de 7, uma terra é alcalina (diz-se também “básica”, porque rica em “bases”, a outra denominação das matérias alcalinas). Conterá portanto, uma parte importante de calcário, sobretudo se o pH for compreendido entre 8 e 9. Manter Rododendros e Andrômedas por exemplo será difícil. Os vegetais mais sensíveis ao excesso de calcário, como as Roseiras e as Hortênsias, arriscam-se a amarelar devido ao clorose férrica, um mal frequente em terra calcária. Única solução: fornecer-lhes um tratamento anticlorose (em rega) uma vez que os sintomas aparecem. Uma adubação regular de composto maduro ao pé das plantas vai evitar este problema. Numerosas plantas prosperam em solo calcário sem a qualquer preocupação: os Pinhos, as Figueiras, os Buxos, os Cotonéasters, etc.

    A natureza não é assim tão mal feita, numerosas plantas permanecem indiferentes à acidez do solo, e vêm tanto em terra ácida que calcária. Como por exemplo: os Agapantos, as Clematites, as Heras cultivadas, as Macieiras, o Lilás, etc. E se quiser alterar o pH da sua terra, é possível. Acrescente enxofre em pó ou sulfato de ferro para acidificá-la. Incorpore pelo contrário cal apagada ou dolomita para reforçar o seu caráter alcalino.

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    O sol é um poderoso absorvedor de umidade. Logo, quando ele não incide num local, a tendência natural é um excesso de umidade. Daí é necessário, nos jardins à sombra, recorrermos a alguns truques para permitir uma maior drenagem da água.

    Uma providência muito acertada é cavar, no meio ou na parte mais baixa do jardim, uma profunda vala em declive. Uma vala de, digamos, 90 cm a 1 m de profundidade. Forra-se o fundo da vala com uma camada de pedrisco (pedra britada ou similar), instala-se sobre ele uma linha de tubos de cerâmica, ou plástico próprio para drenagem (perfurado), cobre-se à tubulação com pedrisco e, finalmente, completa-se o nível com a camada de terra do jardim.

    O princípio de funcionamento é similar àquele de se colocar pedregulhos ou cacos de cerâmica no fundo de um vaso. No caso, o tubo seria o furo do vaso, que precisa, obviamente, ser instalado de tal modo a permitir o escoamento do excesso de água para fora da área que se pretende drenar.

    A textura do solo ajuda muito
    Existem terras, e terras ideais para um jardim à sombra. Para estes, a melhor é aquela bem permeável, onde o excesso de água escorre rapidamente para o subsolo. Ideal mesmo, seria aquela velha receita de solo para vasos: terra, areia de construção e esterco bem curtido, em partes iguais. Mas, na impossibilidade de ser preciso nas dosagens, misture à terra do canteiro bastante areia e, esterco animal bem curtido ou composto orgânico. Esta adição contribuirá muito para melhorar a textura da terra tornando-a mais permeável.

    Luminosidade é importante
    Sombra não é sinônimo de escuro. Quando se fala em jardim à sombra, está se falando em um local onde o sol não incide diretamente, ou onde só bate umas poucas horas por dia. Não em um local escuro. Assim, deve-se procurar ao máximo preservar a luminosidade natural.

    Às vezes, basta desbastar um pouco uma árvore de copa muito densa, ou uma trepadeira, para se conseguir o dobro de luminosidade. Outras, pintar as paredes próximas em tons claros. Enfim, o importante é você observar o seu jardim em particular, e procurar imaginar os recursos possíveis para dar a ele um pouco mais de luminosidade natural.

    Ajuda do Oriente
    Os orientais descobriram há séculos, que o jardim não é um reino exclusivo das plantas. Eles como ninguém, tiram proveito de elementos não vegetais, sobretudo pedras e água para criar belíssimos efeitos paisagísticos. Com isso, conseguem transformar o que era uma simples área verde num verdadeiro jardim, sinônimo de tranquilidade e beleza.

    Faça como eles. Pedras, água corrente, esculturas e vasos combinados com umas poucas plantas podem ser a melhor solução para áreas realmente difíceis.

    Agora que você já tem as bases para o planejamento, deixe as idéias fluírem e crie, você mesmo, seu jardim encantado. Mas cuidado com a manutenção.

    Como manter este belo jardim
    Na verdade, os cuidados com um jardim à sombra devem ser redobrados. Num país tropical como o nosso, não podemos esquecer que, se o clima quente e úmido torna o verde mais verde, contribui também para a proliferação de uma infinidade de fungos e bactérias. Portanto, é melhor tomar algumas precauções para evitar que o desenvolvimento das plantas seja prejudicado. Algumas delas:

    Mantenha a área sempre bem arejada

    Evite o encharcamento por excesso de regas.
    Revolva aterra freqüentemente (o ideal é uma vez por semana), para facilitar a aeração do solo.
    Fique de olho nas pragas e doenças.

    Sintomas de problemas futuros
    Não é nenhum bicho de sete cabeças a identificação dos micro-organismos, fungos e bactérias prejudiciais às plantas. Basicamente, o primeiro sintoma é a alteração da cor das folhas.

    O oídio, por exemplo, caracteriza-se por deixar manchas brancas semelhantes ao mofo. Já a ferrugem, apresenta manchas amarelas e em relevo, enquanto o que a altenáría produz grandes manchas amarelas e pretas. Mas existe uma outra doença, a podridão, cujo sintoma é o surgimento de mofo no colo, e muitas vezes nos ramos da planta. Esta, se não for combatida a tempo, provoca o apodrecimento dos tecidos e a conseqüente morte do vegetal.

    Para combater estes micro-organismos, o melhor é:
    Eliminar a parte afetada da planta, pulverizar a planta com fungicidas à base de cobre, tipo calda bordalesa. Ou se puder, opte pelos naturais, como o óleo de Nim.
    Fazer pulverizações preventivas nas plantas vizinhas, com dosagem um pouco mais fraca.

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    Um dos ecossistemas mais ricos do Brasil, o Pantanal, estende-se pelos territórios do Mato-Grosso (região sul), Mato-Grosso do Sul (noroeste), Paraguai (norte) e Bolívia (leste). Ao todo são aproximadamente 228 mil quilômetros quadrados. Em função de sua importância e diversidade ecológica, o Pantanal é considerado pela UNESCO como um Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.

    Aspectos Geográficos
    O Pantanal é formado por uma planície e está situado na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai. Recebe uma grande influência do Rio Paraguai e seus afluentes, que alagam a região formando extensas áreas alagadiças (pântanos) e favorecendo a existência de uma rica biodiversidade. A época de chuvas e cheias dos rios ocorre durante os meses de novembro a abril.

    O clima do Pantanal é úmido (alto índice pluviométrico), quente no verão e seco e frio na época do inverno.

    Flora do Pantanal

    O Pantanal possui uma extensa variedade de árvores, plantas, ervas e outros tipos de vegetação. Nesta região, podemos encontrar espécies da Amazônia, do Cerrado e do Charco Boliviano.

    Nas planícies (região que alaga na época das cheias) encontramos uma vegetação de gramíneas. Nas regiões intermediárias, desenvolvem-se pequenos arbustos e vegetação rasteira. Já nas regiões mais altas, podemos encontrar árvores de grande porte.

    As principais árvores do Pantanal são: aroeira, ipê, figueira, palmeira e angico.

    Vegetação
    O pantanal possui uma vegetação rica e variada, que inclui a fauna típica de outros biomas brasileiros, como o cerrado, a caatinga e a região amazônica. A camada de lodo nutritivo que fica no solo após as inundações permite o desenvolvimento de uma rica flora. Em áreas em que as inundações dominam, mas que ficam secas durante o inverno, ocorrem vegetações como a palmeira carandá e o paratudal.

    Durante a seca, os campos são cobertos predominantemente por gramíneas e vegetação de cerrado. Essa vegetação também está presente nos pontos mais elevados, onde não ocorre inundação. Nos pontos ainda mais altos, como os picos dos morros, há vegetação semelhante à da caatinga, com barrigudas, gravatás e mandacarus. Ainda há a ocorrência de vitória-régia, planta típica da Amazônia. Entre as poucas espécies endêmicas está o carandá, semelhante à carnaúba.

    A vegetação aquática é fundamental para a vida pantaneira: imensas áreas são cobertas por batume, plantas flutuantes como o aguapé e a salvínia. Essas plantas são carregadas pelas águas dos rios e juntas formam verdadeiras ilhas verdes, que na região recebem o nome de camalotes. Há ainda no Pantanal áreas com mata densa e sombria. Em torno das margens mais elevadas dos rios ocorre a palmeira acuri, que forma uma floresta de galerias com outras árvores, como o pau-de-novato, a embaúba, o genipapo e as figueiras.

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    Experiente ou não, há uma etapa essencial a não falhar em jardinagem: o trabalho do solo. Vai ser necessário qualquer que seja a plantação encarada, e deste depende em grande parte o sucesso da plantação. Não é preciso equipar-se de material importante, uma enxada ou uma pá serão suficiente se decidir plantar alguns arbustos. Em contrapartida, no caso de muitas plantações (sebe…), ferramentas mais pesadas e mais práticas serão mais adaptadas. Pense em alugar em vez de comprar, isso é muitas vezes bem mais econômico.

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    Quando for plantar uma árvore grande, lembre de que suas raízes vão precisar de um lugar adequado. Por isso, facilite a tarefa escolhendo o local e trabalhando o solo logo no início.

    Objetivos
    Seja qual for a árvore ou o arbusto que plantar, o seu desenvolvimento é estreitamente ligado ao das suas raízes. É graças às suas raízes que alimenta-se, e portanto o seu crescimento e o seu rigor vão depender diretamente do seu desenvolvimento raciniano.

    O melhor desenvolvimento raciniano obtém-se num meio fresco e arejado. Assim uma raiz colocada ao ar livre num clima saturado em água vai desenvolver-se perfeitamente. Ao contrário, uma raiz mergulhada na água enfraquecerá por falta de ar. É portanto, importante favorecer este equilíbrio ar/água, essencial ao desenvolvimento raciniano, pelo trabalho do solo.

    Todos os conselhos sobre o trabalho do solo e a plantação vão ser guiados por este princípio.

    Na prática
    Pouco importa as ferramentas utilizadas, pá, trado, arado, é necessário virar o seu solo para arejá-lo.

    A quantidade de terra a remexer não deve ser descuidada. Para jovens plantas em torrão ou com as raízes nuas, vamos tentar trabalhar o solo sobre uma amplitude de 40 cm e 40 com de profundidade. Para plantas mais idosos e portanto, torrões mais importantes, a quantidade de terra trabalhada será evidentemente superior, e será proporcional à poda do torrão.

    Cuidado, se o seu terreno deixar aparecer zonas mal drenadas: re-perfile, ponha um dreno ou plante nestas zonas espécies que é possível plantar.

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    É necessário aplicar adubo?
    O terrico (terriço é um adubo natural criado a partir da ação de bactérias, fungos e vermes sobre o lixo orgânico da sua casa (restos de comida, plantas secas, etc.) é naturalmente ácido, e convirá a todos os tipos de plantas, à exceção das plantas trufeiras).

    Um terrico de qualidade compõe-se de turfas, de elementos que drenam como a casca de resinoso e de elementos nutritivos como o estrume. O fato de misturar terrico ao seu solo vai arejar e favorecer o enraizamento e o crescimento das suas árvores ou arbustos.

    Sobretudo se o seu solo for argiloso, arenoso, ou muito compacto.

    Se tiver a possibilidade de ter estrume, ou se tiver muitos desperdícios de tosquia, isso é também eficaz. Enterre ligeiramente e deixe descansar vários meses antes da plantação.

    Em contrapartida, nunca acrescente areia no seu solo, porque a areia vai asfixiar demasiado o meio.

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