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  • Archive for the ‘Vegetação e Solos’ category

    solos

    A qualidade da mistura tem uma importância decisiva para o desenvolvimento das plantas ornamentais. Assim, alguns insucessos no cultivo em vasos ficam a dever-se a condições insuficientes do solo. Quando a qualidade do solo é má, as reações negativas sucedem-se. Muitas vezes, apenas através do reenvasamento se consegue salvar uma planta.

    Cada substrato deve apresentar determinadas qualidades sem as quais as raízes das plantas não são capazes de desempenhar a sua tarefa de assimilar água e substâncias nutritivas. Uma boa mistura para as plantas deve ser rica em substâncias nutritivas, arejada e quente, bem como bastante porosa e permeável, para que as raízes possam receber oxigênio, por outro lado, o substrato deve também armazenar a água para que esta e as substâncias nutritivas não atinjam as raízes demasiado rápido.

    As misturas à base de terra e as misturas à base de trufa são misturas que contêm terra e adubo, que se pode retirar do próprio jardim, especialmente desenvolvido para misturas para plantas. Não apresentam inconvenientes a nível de higiene e possuem uma qualidade constante. A mistura à base de terra é composta por 60 a 80% de turfa branca e 20 a 40% de barro do subsolo e de argila, bem como de cal e suplementos de substâncias nutritivas.

    Devido aos perigos da formação de lodo causada pela dissolução da turfa, cada vez mais se adicionam produtos de casca. Existem dois tipos de misturas à base de terra: a versão mais adubada, adequada a maioria das plantas ornamentais e a mistura com menor adição de adubo, para o cultivo de plantas jovens (mistura de cultivo) e para plantas sensíveis aos sais, como por exemplo, as bromeliáceas ou as palmeiras. Com características igualmente boas, existe o substrato de turfa para cultivo; de fato, este substrato armazena muita água. A combinação de mistura para plantas com este último tipo de substrato dá também bons resultados. Existe também uma variedade de substrato com menor quantidade de adição de adubo e outra variedade com maior quantidade de adição de adubo. Poderá aconselhar-se durante a compra.

    Hoje em dia, a seleção de recipientes para as plantas é impressionante em todas as dimensões, cada planta encontra facilmente o vaso apropriado.
    A qualidade de mistura dentro do vaso altera-se com o passar do tempo. As substâncias nutritivas são absorvidas, a rega e adubações frequentes levam à “irritação” do solo. É chegada o momento de renovar a mistura, preferencialmente na primavera. A única época em que as plantas não devem ser reenvasadas é no período de repouso vegetativo invernal, em que, aparentemente, o crescimento é interrompido. Neste estado, não deve haver qualquer perturbação. Naturalmente, também não se reenvasam plantas quando estas se encontram em plena inflorescência.

    Deve-se colocar mistura fresca uma vez por ano, no caso das plantas ornamentais médias, e em cada dois ou três anos, no caso de plantas grandes. Uma planta precisa ser reenvasada, quando a superfície superior do substrato está cheia de musgo e possui crostas ou então quando as raízes começam a estender-se para fora dos orifícios. Nessa altura, deve-se colocar num recipiente mais espaçoso para o seu emaranhado de raízes.

    Conheça que tipo de solo é o seu
    ·  Solos mais escuros são geralmente mais férteis, retém mais água mas sofrem mais com doenças e compactação.

    ·  Solos mais claros são geralmente mais ácidos.

    ·  Poça com água mais turva pode indicar solo mais ácido.

    ·  Plantas como samambaia, tiririca, sapé, carrapicho-de-carneiro e capim-rabo-de-burro podem indicar solos mais ácidos.

    ·  Solo com pouca variedade de plantas e principalmente do tipo capim ou grama espontânea indicam solo menos fértil;

    ·  Solo com plantas de folha larga, maior diversidade de planta e espécies com raízes mais flexíveis indicam solo mais fértil.

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    crisântemos

    O desenvolvimento das plantas depende diretamente dos nutrientes presentes no solo e da capacidade de absorvê-los. Aprenda a manter um bom equilíbrio de minerais para ter plantas saudáveis.

    1 – Renove regularmente o material orgânico do solo para garantir que o substrato continue rico em nutrientes;

    2 – Mantenha o terreno sempre nivelado para impedir que a água da rega (ou da chuva) cause erosão no substrato, arrastando os nutrientes;

    3 – No caso dos terrenos inclinados, crie sulcos perpendiculares à inclinação, semelhantes ao antigo sistema de terraceamento;

    4 – Controle o pH (potencial hídrico) do solo, porque se este for inadequado influirá na solubilidade dos nutrientes e impedirá as plantas de absorvê-los;

    5 – Evite o excesso de um determinado nutriente porque isso impedirá a planta a absorver outros tipos de nutriente;

    6 – Antes de começar um cultivo, retire uma amostra do solo e mande para uma análise de laboratório. Assim você comprovará se o terreno conta com os nutrientes essenciais.

    A rotação de culturas favorece o equilíbrio dos nutrientes necessários para um solo saudável.

    ursinho

    brotação
    É a terra que nutre e fixa a maior parte das espécies vegetais. Por isso, precisa de especial atenção e de todos os mimos que podemos dar a ela.

    Quem gosta de plantas precisa saber “sujar” as mãos com terra, pelo menos de vez em quando. Pode-se tocar o substrato para sentir a textura, a umidade, a temperatura, a granulação ou só colher uma amostra para análise laboratorial, mas uma coisa é certa suas condições devem ser um ponto constante de observação, já que estar atento às condições ao substrato com que se trabalha é requisito básico para o sucesso do quer que se deseje plantar.

    Obviamente, em casos anormais, certos diagnósticos só podem ser dados após a consulta a um profissional, mas, pensando na situação corriqueira de um jardim de quintal e na manutenção dos vasos de casa, não é preciso ser nenhum expert em agronomia ou biologia para obter algumsa informações importantes sobre o solo. Basta prestar um pouco de atenção em alguns critérios importantes.

    Textura
    Terra lisa, úmida e viscosa indica presença de argila, com tendência a empedrar, compactar e rachar se não for cuidada. Pode ser rica em minerais, como ferro e alumínio.

    Terra seca, fofa e leve é mais arenosa, arejada e permeável, mas apresenta tendência a estar misturada com cascalho ou partículas maiores, podendo apresentar mais dificuldade para reter os nutrientes.

    cor1

    Cor
    Escura
    – indica presença de matéria orgânica e boa fertilidade. Também pode ser indício de que o pH é mais ácido e de que o ambiente tem boa oferta de magnésio

    Vermelha - normalmente, quer dizer que a terra está rica em ferro. Muitas pessoas acreditam que toda terra vermelha é argilosa, mas nem sempre isso é verdade – assim como pode haver argila em solos de outras tonalidades.

    Clara – sinaliza para o meio alcalino, e requer cuidados redobrados com pragas e doenças.

    Amarelada – esbranquiçada ou bege clara indicam presença forte de areia e cascalhos.

    Irrigação
    Quando surgem pequenas poças ao molhar, provavelmente, é indício de que tem bastante argila em sua composição e há grande chance de o pH ser ligeiramente ácido.

    Drenagem
    Quando a água escoar rapidamente, isto significa que o solo tem grande capacidade  de drenagem e/ou é mais arenoso. Também  pode ser indício da presença de minhocas e outras espécies benéficas da microfauna ou, ainda, de muita pedra e cascalho.

    Infiltração
    Ao reter muita água sobre a superficie, o solo está sinalizando que há algum problema de infiltração ou o solo é compactado.

    Superfície barrenta
    Se o solo fica barrento ao receber água, porém sem poças, ele tem composição mista, nem muito argiloso e nem arenoso demais, eventualmente composto por silte.

    De forma geral, o pH natural do solo no Brasil é levemente ácido, e essa condição costuma ser benéfica para boa parte das principais plantas de jardim que são cultivadas no país. Mas, como tudo na vida, o excesso desequilibra o bom funcionamento de qualquer sistema. Diante da suspeita de que há alguma descompensação séria na terra, submeta o material a análise em laboratórios de institutos agronômicos ou universidades. Com base nos resultados. Você terá condições de saber qual a melhor forma de corrigir ou equilibrar a terra.
    Com base nas informações, algumas ações simples e naturais podem ser adotadas para equilibrar ou corrigir o que for preciso. Confira.

    Excesso de argila
    Misture bem um pouco de húmus à primeira camada de terra e aplique esterco curtido com certa regularidade, sempre seguido de uma camada bem fina de serragem ou palha. Além disso, dê preferência para garfos, tridentes e ferramentas mais serrilhadas ou perfurantes na hora de revolver o solo, evitando pás e enxadas.

    Muita areia
    Realize um trabalho constante de adubação com húmus. Tente plantar, pelo menos, algumas espécies de porte médio e grande, para evitar que as partículas da terra sejam carregadas para longe, assim como plantas com raízes de crescimento rápido.

    pH muito básico
    Agregações de composto orgânico e bastante rega costumam dar conta do recado. Também se pode recorrer a cascas e agulhas de pinus.

    pH ácido demais
    Basta acrescentar cinza de madeira ou pó de rochas, ostras, lagostas e conchas moídas.

    por do sol

    solo

    Solo é a base para fixar, sustentar e nutrir as plantas de um jardim, portanto quanto melhor estiver seu preparo como limpeza, retirada de lixo, entulhos, controle de plantas indesejáveis e uma correta adubação. Mais belo e exuberante se mostrarão as plantas por um longo período. Lembre-se num jardim muitas coisas podem ser refeitas ou modificadas, porém, se o solo não estiver devidamente preparado no momento da implantação como melhorias de suas propriedades físicas e químicas, os custos para resolver os problemas aumentam consideravelmente. E os transtornos gerados são inúmeros. Portanto é de extrema importância conhecer o solo em que se está trabalhando para obter como resultado um jardim com plantas bem nutridas e saudáveis.

    Planta perene
    Têm seu ciclo de vida perene, indefinido e, uma vez plantadas, só precisam de tratos culturais como podas, regas e adubações. A vantagem das plantas perenes é que permanecem por vários anos, florescendo, algumas, muitas vezes ao ano.

    Planta Anual
    São aquelas que completam seu ciclo de vida em um ano precisando, após isso, serem replantadas com todo preparo adequado do terreno. Esse tipo de planta ornamental é semeada em determinadas épocas e uma vez terminada a floração devem ser arrancadas, pois não terão mais duração.

    Classificação das Plantas Quanto ao Ciclo de Vida
    Esta classificação importa principalmente na manutenção do jardim. Na fase de implantação não influi tanto, mas a manutenção se torna mais cara ou mais barata conforme a escolha das plantas. Quanto ao ciclo de vida, classificam-se as plantas em anuais, bianuais e perenes.

    Manutenção de Cobertura
    Uma vez ao ano convém cobrir a superfície do gramado com uma leve camada de terra, com o objetivo de nivelar o terreno e revigorar a grama. Utiliza-se para isso terra das camadas profundas do solo, situadas a, pelo menos, 50 cm abaixo da superfície do mesmo, como forma de se prevenir contra a proliferação de ervas daninha.

    Como Melhorar a Drenagem em Vasos
    Tratando-se de vasos, deve-se criar uma camada para drenagem no fundo dos mesmos, constituída por brita, argila expandida, cacos de vasos de barro ou outros materiais apropriados e devidamente esterilizados. Para facilitar o escoamento do excesso de água, e ao mesmo tempo impedir que a terra escorra pelo fundo do vaso, é preciso também colocar sobre a camada de drenagem, um pedaço de manta geotêxtil (manta de bidim), antes de colocar a terra.

    Regas em Períodos de Estiagem
    O jardim em épocas secas do ano deve ser regado, diariamente, uma só vez nos dias frescos e duas vezes nos dias quentes. Em geral, basta fornecer água suficiente para que o solo fique úmido, sem encharcá-lo. Deve-se evitar a rega a pleno sol, preferindo-se sempre realizá-la às primeiras horas da manhã ou ao final da tarde.

    Manutenção e Fertilidade
    Um método natural do controle de pragas e doenças nos jardins é a manutenção permanente da adubação do solo. Com essa providência, as plantas estarão sempre bem nutridas, o que lhes assegura uma estrutura celular vigorosa, resistente às infecções e infestações. Portanto convém estar sempre alerta para o fato de que as plantas mal nutridas tendem a ser mais susceptíveis ao ataque de pragas e doenças.

    Drenagem em Canteiros
    Os canteiros devem ficar mais altos, em relação ao nível do terreno, cerca de vinte centímetros. Isso contribui para a drenagem da água, evitando também a erosão e perda de solo, que são provocadas naturalmente pela chuva.

    Rega adequada
    A rega diária das plantas, com a ausência de chuvas, fazendo com que a água lave suavemente as folhas e os ramos, é um bom procedimento preventivo para o controle de pragas, tais como as cochonilhas e os pulgões.

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    Mata Ciliar

    mata-ciliar

    Mata ciliar é a vegetação que ocorre nas margens dos rios, fontes de água, córregos, nascentes e correlatos. Ela é considerada pelo Código Florestal “área de proteção permanente”.

    Não há uma única “mata ciliar” (o nome se origina da aparência da mata a um “cílio” que protege o curso d’água dos obstáculos que podem levar ao assoreamento); cada ecossistema específico tem uma fauna ribeirinha própria com nomes diversos, que são escolhidos de acordo com critérios regionais ou espécies predominantes. Há matas ciliares de Norte a Sul do país e cada região tem espécies de plantas endêmicas.

    Cedro rosaCedro-rosa (Cedrela fissilis)

    Matas ciliares tem espécies que predominam com maior frequência, de acordo com a região geográfica, o clima e o relevo, como a canela-preta (Nectandra megapotamica), os diversos tipos de figueiras (Ficus), o leiteiro-graúdo ou pau-de-leite (Sapium glandulatum) e o cedro-rosa (Cedrela fissilis), entre outras.

    A importância ambiental da mata ciliar é enorme. As espécies de plantas desenvolvem uma teia radicular que reforça as margens e ribanceiras, evitando a erosão que pode assorear a vertente d’água; a mata ciliar é um filtro natural do ecossistema aquático, absorvendo nutrientes para toda a vida presente e evitando a perda deles, além de impedir o escoamento de rochas que provocam o assoreamento; mantém a temperatura em níveis adequados graças às áreas sombreadas pelas copas das árvores, que impedem a incidência direta dos raios solares; além de prover alimentos e ambiente saudável aos peixes e outros animais típicos deste tipo de vegetação.

    Cachoeira-

    Conhecer o potencial hídrico (pH) do solo é muito útil na hora de escolher o que cultivar. Veja essa técnica simples e caseira para medir o pH da terra. Você vai precisar de:
    1 repolho roxo e vários recipientes

    Como preparar
    - Coloque várias folhas de repolho para ferver até a verdura liberar seus pigmentos e formar um caldo.
    - Deixe esfriar, peneire o caldo em um recipiente transparente e reserve.
    - Pegue uma mostra representativa do solo. Para isso, use uma pá de ponta. Coloque em um copo uma parte da terra que você retirou.
    - Coloque a mostra de solo em um recipiente e misture com duas medidas de água destilada.
    - Misture até homogeneizar e deixe repousar durante duas ou três horas.
    - Quando tiver passado um tempo e você notar que a solução decantou, passe o líquido para outro recipiente.
    - Acrescente o caldo de repolho e misture delicadamente.
    - Se a mistura ficar vermelha, o solo é ácido. Se ficar verde, ele é alcalino.

    Esta técnica caseira não indica o valor exato do pH, mas é uma boa aproximação. Para determinar o pH exato, siga essa técnica do passo 3 ao 6 e, depois, coloque uma fita indicadora de pH, que você pode comprar em farmácias ou pet shops.

    janel14

    jard.

    Aprenda como deve criar uma boa terra para o jardim e saiba retirar o máximo rendimento das suas plantações.

    A importância de uma boa terra
    Para ter uma boa terra de cultivo, é fundamental que exista uma gestão eficiente de todos os recursos. Sempre que for realizada uma colheita de frutos, vegetais ou flores, o solo de um jardim deve ser fertilizado e adubado corretamente para ficar o mais bem preparado possível para uma intervenção futura. As modificações orgânicas que são realizadas na terra como, por exemplo, a aplicação de adubo de composto ou de raízes, tem inúmeras vantagens: permitem o rejuvenescimento de um solo pobre, a drenagem de água em excesso, o umedecimento das raízes e a retenção de nutrientes até que as raízes precisem deles. Antes das plantações da primavera, saiba que é necessário enriquecer o solo do seu jardim para que as plantas, flores e vegetais cresçam de uma forma robusta e saudável. Tenha em consideração que o local onde ficam as árvores e arbustos nativos não precisa ser alterado, a não ser que o solo seja de areia ou de barro pesado.

    Criando uma boa terra
    Uma boa terra é aquela que apresenta uma mistura de compostagem de aparas de grama, folhas, bocados de madeira resultantes da poda das árvores e terra simples. Para criar uma terra perfeita, deve utilizar uma pá de jardinagem e misturar uma camada de 5 a 10 cm de mistura de

    Num jardim, a preparação de um canteiro é uma tarefa de manutenção obrigatória e antes de serem cultivadas determinadas plantas, a terra deve ser cuidadosamente verificada, como nos exemplos seguintes:

    Plantas ácidas: como os rododendros. Ao realizar o cultivo de plantas ácidas, deve conhecer os níveis de pH do solo. Existem kits específicos que mostram esses resultados e estão à venda nas lojas de jardins especializadas. Se o pH do seu solo nativo for superior a 6, é necessário utilizar musgo de turfa para a terra ficar o mais fértil possível.

    Flores anuais e canteiros de vegetais: Por vezes, na plantação de flores ou de vegetais, é necessário colocar uma estaca que os auxilie a crescer. Ao fazê-lo, as flores e os vegetais terão todas as condições para se desenvolverem de uma forma saudável e consistente.

    Amoras, framboesas e morangos: A terra destes canteiros de frutos deve ser reforçada ou renovada antes das respectivas plantações começarem. Este é um procedimento que deve ser efetuado com regularidade (pelo menos a cada dois anos) para que existam sempre frutos de qualidade no seu jardim.

    Os gramados: Um gramado tem muitas dificuldades em lidar com um solo pesado e arenoso. Como tal, a terra de um gramado precisa estar o mais fertilizada possível para que o seu tapete verde esteja sempre em perfeitas condições de utilização e apresentação.

    Quantidade ideal de terá para o jardim e plantas
    A terra ideal para ser utilizada num jardim e no cultivo de plantas é a terra adubada, isto é, a terra simples com uma mistura de compostagem. Esta pode ser preparada por qualquer jardineiro ou então pode ser adquirida num viveiro ou loja de jardins especializada. Contudo, para saber qual a quantidade de terra mais apropriada para o seu jardim e plantas, terá de saber quais as medidas do seu terreno. Dos vários tamanhos existentes, destacam-se as seguintes:
    Jardim de 30 m:
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 0,50 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 0,76 m;
    -  Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 0,95 m.
    Jardim de 75 m
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 1,26 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 1,77 m;
    - Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 2,47 m

    Jardim de 150 m
    - Uma camada de terra misturada de 5 cm requer um terreno com 2,47 m;
    - Uma camada de terra misturada de 7,62 cm precisa de cobrir um terreno que tenha 3,29 m;
    - Uma camada de terra mistura de 10,16 cm abrange 4,93 m.

    Passaro na janela de Primavera

    floresta africana

    As florestas tropicais são um dos habitats mais ricos e diversificados do mundo. Localizam-se tanto em latitudes temperadas como em latitudes tropicais. As florestas tropicais próximas ao Equador terrestre são as que contêm o maior número de espécies animais e vegetais, incluindo as florestas sempre verdes, as semi decíduas (que perdem parte das folhas), as de altitude nas altas montanhas e as das matas ciliares, que crescem ao longo das margens dos rios.

    As florestas sempre verdes são as equatoriais, próximas a linha do Equador, com registro de temperaturas muito elevadas. Recebem grande abundância de chuvas e as estações do ano não variam muito. As florestas semi decíduas, mais distantes do Equador, têm temperaturas mais amenas e menor quantidade de chuva, desenvolvendo-se em estações mais definidas, produzindo por isso um tipo diferente de floresta, com menos plantas e animais que as equatoriais.

    Algumas pessoas se referem às florestas tropicais como selvas. Associam-nas à vegetação densa coberta por capim alto, arbustos e árvores, trepadeiras subindo nas árvores, impenetrabilidade e repleta de animais barulhentos e perigosos. Na floresta, há uma luta constante pela luz, o que resulta em plantas esguias que se alongam para em direção ao céu, a fim de colocarem suas copas acima das outras.

    Na verdade, as florestas tropicais possuem camadas de vegetações definidas por copas de altas árvores, que alcançam de 30 a 60 metros e formam o dossel (camada frondosa). Abaixo destas, sobre o chão da floresta são um dos habitats mais ricos e diversificados do mundo. Localizam-se tanto em latitudes temperadas como em latitudes tropicais. As florestas tropicais próximas ao Equador terrestre são as que contêm o maior número de espécies animais e vegetais, incluindo as florestas sempre verdes, as semi decíduas (que perdem parte das folhas), as de altitude nas altas montanhas e as das matas ciliares, que crescem ao longo das margens dos rios. As florestas sempre verdes são as equatoriais, próximas a linha do Equador, com registro de temperaturas muito elevadas. Recebem grande abundância de chuvas e as estações do ano não variam muito.

    As florestas semi decíduas, mais distantes do Equador, têm temperaturas mais amenas e menor quantidade de chuva, desenvolvendo-se em estações mais definidas, produzindo por isso um tipo diferente de floresta, com menos plantas e animais que as equatoriais. Algumas pessoas se referem às florestas tropicais como selvas. Associam-nas à vegetação densa coberta por capim alto, arbustos e árvores, trepadeiras subindo nas árvores, impenetrabilidade e repleta de animais barulhentos e perigosos. Na floresta, há uma luta constante pela luz, o que resulta em plantas esguias que se alongam para em direção ao céu, a fim de colocarem suas copas acima das outras. Na verdade, elas possuem camadas de vegetações definidas por copas de altas árvores, que alcançam de 30 a 60 m e formam o dossel (camada frondosa). até mesmo no Alasca, grãos de pólen de plantas nativas das florestas tropicais.

    Elas foram um dos mais antigos ou primitivos habitats naturais do mundo. Há apenas alguns milhares de anos, 14% da superfície terrestre era coberta por florestas de um ou outro tipo. Nos últimos 200 anos, mais da metade dessa área foi convertida em pastos, terra cultivada ou se tornaram estéreis. Atualmente, a floresta tropical só é encontrada na América Central e do Sul, na África Central, na Ilha de Madagascar situada no Oceano Índico e no Sudeste Asiático. As florestas da Ásia se estendem da Índia à Malásia, das Filipinas ao Norte da Austrália, porém as maiores áreas de florestas hoje existentes, estão na América Central e do Sul. A bacia do rio Amazonas e de seus afluentes possui mais de metade das florestas tropicais que ainda restam no mundo. A floresta Amazônica representava a maior área incólume de floresta tropical do planeta, com enorme riqueza de vida vegetal e animal. Atualmente com a devastação existente, teme-se pela sua sobrevivência.

    Uma floresta tropical é “uma floresta sobre uma floresta”, onde cada camada constitui um habitat específico para os animais e plantas que nela vivem.

    Todos os elementos – clima, solo, fauna e flora – estão estreitamente relacionados, sendo difícil considerar um e excluir outro. Todos constituem uma rede equilibrada e se qualquer um deles for excluído, será suficiente para desarranjar o ecossistema.

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    coníferas

    Os bosques de coníferas e as angiospermas que surgiram na era paleozóica datam de mais de 230 e 100 milhões de anos, respectivamente. Desde então, as árvores foram povoando a superfície do nosso planeta e têm servido de abrigo a numerosas comunidades de animais e plantas em todas as latitudes.

    Uma árvore isolada é por si só um complexo ecossistema, que abriga muitas espécies de invertebrados, insetos, aracnídeos e miriápodes, bem como de vertebrados, aves, répteis e mamíferos, que encontram nela seu alimento, seja em forma de folha, brotos ou frutos.

    Sobre seu córtex crescem fungos, liquens e plantas parasitas e epífitas, como as bromélias, que utilizam a árvore como suporte para alcançar a altura onde a luz é abundante. Entre as raízes encontram-se larvas de insetos, minhocas que vivem no subsolo, ácaros e roedores. Ou seja, a árvore hospeda uma infinidade de seres vivos.

    Nas regiões frias, as coníferas mantêm os roedores e as aves; Nas savanas da África, constituem parte fundamental da dieta dos herbívoros ruminantes (que se alimentam de folhas e brotos dos ramos); Nas florestas, contribuem para formar um ambiente caracterizado pela umidade, onde proliferam plantas e animais;

    Nas zonas temperadas, a árvore é uma das maiores fontes de riqueza. Nas regiões próximas ao círculo polar ártico predominam os bosques de coníferas: abetos, pinheiros e bordos cobrem extensas áreas do Canadá, Escandinávia, Sibéria e norte da Europa. Espécies importantes são o Pinheiro-Branco (Pinus strobus), o Pinheiro-Bravo (Pinus sylvestris) e o Abeto-Balsâmico-do-Canadá (Abies balsamea).

    Mais ao sul, estende-se o bosque temperado, no qual predominam as árvores de folhas caducas, como o Bordo do Canadá (Acer saccharum), a Faia (Fagus sylvatica), o Castanheiro (Castanea sativa), o Olmeiro do gênero Ulmus, a Aveleira (Corylus avellana), os Carvalhos do gênero Quercus e muitos outros. Na zona temperada da Austrália abundam os bosques de eucaliptos, que servem de refúgio a marsupiais e aves.

    Nas regiões próximas à linha do equador e nas situadas ao norte e ao sul de ambos os trópicos, estendem-se respectivamente as savanas e os cerrados, onde as massas arbóreas se reduzem e desaparecem para dar lugar aos pastos. Nas savanas africanas se erguem, rodeadas de girafas e elefantes, as Acácias.

    Sem dúvida, porém, é nas selvas tropicais que as árvores atingem o máximo em densidade, variedade e exuberância. Algumas das representantes mais notáveis são na América do Sul, a Seringueira (Hevea brasiliensis), da qual se obtém a borracha, a Samaúma (Ceiba sumauma) e os Ipês, do gênero Tecoma.

    Árvores e Flores
    Todas as árvores produzem flores, ainda que em muitos casos sejam de dimensões insignificantes e se apresentam desprovidas dos elementos vistosos que outras plantas exibem. Certos grupos comuns na zona temperada, como as coníferas, têm os órgãos reprodutores (estame e pistilo) descobertos, razão por que recebem o nome de gimnospermas.

    Outras árvores, como os Choupos, carecem de pétalas, embora sejam angiospermas. Há também árvores com flores grandes e vistosas, como a Magnólia, a Espatódia, o Flamboyant e o Abricó-de-Macaco. Este último emite flores que brotam do próprio tronco.

    Nos casos em que a polinização se efetua pelo vento (anemogamia), os elementos reprodutores não são providos das atraentes corolas que adornam as outras espécies. As flores vistosas são indício de que a polinização se realiza com ajuda dos insetos, atraídos pela cor ou aroma dessas flores.

    Em espécies como as palmeiras, os sexos são separados: existem árvores masculinas, que possuem flores apenas desse sexo, e árvores femininas. O mesmo ocorre com os salgueiros, os mamoeiros e os choupos.

    Árvores e Folhas
    Um grande número de árvores perde as folhas com a chegada da estação fria, razão por que são chamadas árvores de folhas caducas. Este mecanismo é necessário à sobrevivência das árvores nas regiões temperadas, onde, no inverno, os vegetais recebem menos luz e boa parte da água normalmente acessível às raízes congela e torna-se escassa no solo.

    A menor disponibilidade de luz e água faz com que a árvore mantenha apenas a atividade fotossintética indispensável e economize o esforço de conservar as folhas e captar a água que por elas evapora. Algumas árvores de folhas caducas mais conhecidas são o álamo (ou choupo), o castanheiro, o carvalho e o plátano.

    As árvores que conservam suas folhas durante todo o ano são chamadas de folhas perenes, e entre estas se encontra a maior parte das coníferas, como os pinheiros, os abetos, os cedros, os ciprestes, as sequóias e os zimbros.

    Em todos esses casos, as espécies se acham perfeitamente adaptadas ao frio e às condições de escassez de água: suas folhas possuem formas especiais para evitar a perda de água (como as folhas em forma de agulha dos pinheiros e dos abetos). A maior parte das árvores de clima tropical ou subtropical tem folhas perenes.

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    A Natureza

    árvores

    São inúmeros os aspectos importantes da presença das plantas em nossa vida, mas entre os principais podemos destacar:
    1. Que nossa convivência com áreas verdes, nos proporciona paz e harmonia.

    2. Que as plantas deixam os espaços mais bonitos e agradáveis.

    3. Que elas têm o poder de reduzir a poluição do ar, funcionando como filtros que retém a poeira suspensa no ar e impedindo que a mesma entre em nosso organismo e ainda fazendo a fotossíntese transformando o gás carbônico em oxigênio.

    4. Que as plantas além de controlar a erosão com suas raízes, ainda protegem o solo.

    5. Que as plantas são indispensáveis para o controle da poluição dos cursos de água, pois agem como filtro para o lixo e outros poluentes.

    6. Que as plantas nos dão saúde já que são utilizadas na produção de remédios, naturais ou sintetizados.

    7. Que as plantas também ajudam a controlar a poluição sonora, funcionando como filtro para nossos ouvidos.

    8. Que as plantas ajudam no controle de enchentes, pois tornam a terra permeável, permitindo que a água desça e não fique acumulada sobre a superfície.

    9. As plantas ainda ajudam a reabastecer o lençol freático com a água que desceu das áreas permeáveis, garantindo assim um maior abastecimento.

    10. Que as plantas contribuem para o aumento da biodiversidade, pois além de fornecem abrigo ainda são fonte de alimento para a maioria dos animais.

    11. Que as plantas direta ou indiretamente contribuem para nossa alimentação.

    12. Que as plantas contribuem no desenvolvimento sustentável, muitas pessoas trabalham na produção, transporte, comércio, criação e execução de projetos de jardins. Essa é uma das áreas que mais cresce no Brasil atualmente.

    13. Que as plantas participam da economia, pois produzem madeira, celulose, resina, látex, perfumes, corantes, dentre outros.

    14. Que as plantas servem de proteção nas estradas, diminuindo acidentes.

    15. Que as plantas diminuem e conduzem ventos, agindo como uma barreira natural.

    16. Que as plantas amenizam temperaturas, não só por produzir sombra, mas também por aumentar a umidade relativa do ar.

    17. Que as plantas escondem ou realçam detalhes de construções, tornando os ambientes mais agradáveis.

    18. Além de tudo isso o contato com plantas nos acalmam e ajuda a combater o estresse diário. Por esses e outros motivos que as plantas se fazem tão presentes em nosso cotidiano.

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