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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

clematis

A clematis é uma planta trepadeira pertencente à família Ranunculaceae e sua origem é da América do Norte, Ásia e Europa.

Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes de Clematis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.

Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas (planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, e produz deslumbrantes flores azuis, roxas, pink, rosas, amarelas e brancas por todo o verão e outono.

Certos cultivares podem crescer a até 6 m de altura e viver por mais de 80 anos. A floração estende-se pelos meses quentes.

clematis1

Presta-se para o plantio ao longo de cercas e muros ou apoiada sobre treliças, árvores e outros suportes. Exige adubações anuais e podas para estimular o adensamento da planta. Apesar de delicada no início, após seu estabelecimento (cerca de 1 ano), torna-se mais rústica e resistente às pragas e doenças.

As clematis necessitam de sol direto sobre suas flores e sombra fresca sobre as raízes para poderem se desenvolver. O solo para plantio deve ser fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É uma planta delicada e exigente, não tolera secas nem encharcamento. Também não suporta o calor excessivo e aprecia o frio, devendo ser cultivada em clima temperado, subtropical ou tropical de altitude. Multiplica-se por estaquia, mergulhia e alporquia.

Mas vamos aos passos para aprender como plantar e cuidar delas e assim ter belas clematis.

Preparando para Plantar
1 – As flores de clematis vêm em uma enorme variedade de formas e cores, desde flores pink com 15 cm de envergadura passando por sininhos pendentes azuis até flores brancas estreladas. Sua popularidade cresceu nos últimos anos, por isso várias floriculturas oferecem dúzias de variedades para escolher.

2 – Ao decidir qual cultivar comprar, leve em conta a cor, forma, potenciais necessidades de lado e sol. As clematis geralmente levam vários anos para florescer, então procure por uma planta em um vaso que já tenha de um a dois anos de idade. Veja os cultivares mais comuns de clematis:

Nelly Moser

* Nelly Moser: Tem flores pink, grandes e é um dos tipos mais comuns de clematis. É forte e fácil de pegar.

Clematis-Ernest-Markham_

* Ernest Markham: Tem deslumbrantes flores magentas e cresce vigorosamente sobre treliças e caramanchões.

clematis_niobe

* Niobe: Tem flores vermelhas e é uma escolha acessível para cultivar em vasos, já que não fica muito grande.

ClematisPrincessDiana

* Princess Diana: Tem flores rosa pálido em forma de sino e se dá particularmente bem em climas muito quentes.

jackmaniipurpurea

* Jackmanii: Tem flores de um roxo profundo e cresce vigorosamente, uma das favoritas e amplamente disponível.

Clematis 'Venosa Violacea'

* Venosa Violacea: Produz flores azul-violeta em abundância.

Clematite_Apple_Blossom

* Apple Blossom: Tem pequenas flores brancas; cresce como uma planta perene.

3 – As clematis existem em uma incrível variedade de formas e tamanhos, mas elas têm necessidades similares no que se refere a sol e temperatura. Elas são plantas fortes que requerem pelo menos 6 horas de sol direto por dias.
* Algumas variedades de clematis crescerão em sombra parcial, mas não alcançarão sua potencia total a menos que recebam sol direto 6 horas por dia.

4 – Procure um local com vegetação rasteira perene e herbácea de cobertura de solo para sombrear as raízes das clematis, mas permita que ela cresçam em sol direto cerca de 7,5 a 10 cm para fora do solo.

5 – As clematis necessitam de raízes frescas e sol direto sobre as vinhas e flores. Se você não puder encontrar um local com herbáceas para cobrir o solo, você pode plantá-las mais tarde ou usar cobertura vegetal para manter as raízes frescas.
* Você também pode plantar as clematis perto da base de um arbusto ou de uma árvore.

6 – O local não deve ser tão seco ao ponto de não reter umidade, mas deve drenar bem o bastante para que não fique água parada em volta das raízes das clematis. Para testar se o solo em uma área drena bem, cave um buraco e encha-o com água.

7 – Se a água drenar imediatamente, o solo é arenoso. Se a água se mantém no buraco, o solo tem muita argila e não drena rápido o bastante. Se a água infiltrar-se lentamente, mas continuamente, no solo ele é perfeito para a clematis.

8 – A clematis prefere o solo neutro ou mais alcalino que ácido. Se fizer um teste e determinar que o pH é um pouco ácido demais, suavize o solo misturando calcário ou cinza de madeira.

9 – Cave um buraco que seja vários centímetros mais fundo do que o vaso onde está a clematis, assim ao plantá-la o solo chega até o primeiro conjunto de folhas. Antes de plantar clematis, corrija o solo colocando composto ou fertilizante orgânico granulado. Isso assegurará que a planta tenha nutriente o bastante para se firmar nos primeiros meses depois do plantio.
* Se estiver trabalhando com um solo que tende a ser muito argiloso (lento para drenar), cave o buraco alguns centímetros mais fundos do que normalmente faria. Se seu solo for arenoso (rápido para drenar), um buraco levemente raso será melhor para as raízes das plantas, assim elas estão bem perto da superfície para receber bastante água.

10 – Muito gentilmente, remova a clematis do vaso em que veio, tomando cuidado para não rasgar ou quebras as raízes ou rebentos frágeis. Coloque o torrão de raiz no buraco e aperte o solo em volta da base do caule. O solo deve chegar até o primeiro conjunto de folhas; se não for o caso, levante o torrão de raiz e cave o buraco um pouco mais fundo. Deixe a estaca no lugar assim a clematis jovem tem algo para se apoiar para crescer no primeiro ano.

11 – Coloque 10 cm de palha ou outro tipo de cobertura vegetal em volta da base para manter as raízes frescas. Você também pode plantar ou encorajar o crescimento de vegetação rasteira perene, cujas folhas farão sombras sobre as raízes da clematis por todo o verão.

Clematis_vitalba

Cuidando da Clematis
Dê à clematis grandes quantidades de água sempre que o solo pareça seco. Para testar se o solo está seco, enfie seu dedo no solo, depois tire. Se você não encontrar solo úmido, é hora de regar a clematis.
* No entanto, não regue a clematis com frequência demais, desde que as raízes estejam sombreadas, a rega tende a permanecer por um período muito longo de tempo antes de evaporar.
* Regue pela manhã, ao invés de a noite, assim a água tem tempo para secar e ser absorvida antes que a noite caia.

As clematis não crescerão a menos que elas tenham uma estrutura vertical para escalar. Durante o primeiro ano, o suporte da própria planta será suficiente, mas depois disso você precisará fornecer um suporte grande, como uma treliça ou caramanchão, para encorajá-la a crescer mais.
* As clematis crescem ao enrola suas gavinhas em volta de suportes finos como barbante, linha de pesca, galhos finos ou telas. Assegure-se de que o suporte que você forneceu não é largo demais para que as gavinhas se enrolem. Ele deve ter menos que 1,3 centímetros de diâmetro.
* Se você tem uma treliça ou caramanchão com pedaços largos de madeira, cubra-o com uma tela ou prenda algumas linhas de pesca para fornecer um suporte fino o bastante para que a clematis se enrole.
* Como a clematis cresce bastante e alcança toda a volta do suporte, você pode ajudá-la a ficar no lugar ao “imobilizá-la”: amarrando-a levemente à estrutura com linha de pesca.

A cada 4 ou 6 semanas, nutra as clematis com um fertilizantes 10-10-10 ou com composto espalhando-o em volta da base da planta. As clematis requerem bastante nutrientes para crescerem fortes e produzir muitas flores.

clematis2

Podando as Clematis
Embora as clematis não tendam a ser afetadas por pestes, elas podem pegar uma doença fúngica que pode fazer a planta inteira ficar escura e morrer. Se você vir um galho morto ou murcho nas clematis, use uma tesoura de poda limpa para cortá-lo na base. Desinfete a tesoura em uma solução de alvejante entre cada corte assim você não espalha a doença para outras partes da planta.

Como o florescimentos fica menos abundante em galhos com mais de 4 anos, você pode cortar os galhos mais velhos para encorajar os mais novos a crescer. Espere para podar depois da primeira florada da estação, então use uma tesoura de poda limpa para remover os galhos pela base.

As clematis se dão bem com uma poda anual para encorajar os novos brotos. No entanto, cultivares diferentes requerem poda em momentos diferentes do ano.

É importante saber exatamente quando podar sua planta especificamente, pois você pode danificar a planta se podá-la na época errada do ano.
* Plantas que florescem em galhos antigos, ou seja, as flores aparecem nos galhos do ano anterior, não requerem poda exceto para diminuir um pouco seu tamanho e mantê-las controladas. Depois que florescerem, corte até a altura de um par de brotos saudáveis.

* Plantas que florescem primeiro em galhos antigos e novamente nos galhos novos, ou seja, as flores aparecem nos galhos mais antigos e nos mais novos, essas precisam ser podadas para remover brotos fracos. Pode-as no começo da primavera, antes que floresçam, para remover galhos mais fracos, depois pode novamente depois que florescerem para melhorar sua forma.

* Plantas que florescem em galhos novos, ou seja, as flores aparecem somente nos galhos novos, devem ser cortadas 30 cm no começo da primavera.

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Dicas
Ao fazer sua compra, escolha uma planta que esteja desenvolvida e forte. Se possível, compre uma planta que tenha tido pelo menos 2 anos de crescimento. A planta geralmente leva alguns anos para mostrar todo o potencial. Quanto mais velha a sua planta, menos tempo terá que esperar para ver sua beleza.

Importante saber
Assegure-se de que você pode dar à sua clematis o espaço que necessite para crescer. Pense em buscar uma variedade menor se você não tem o espaço que as variedades maiores precisam para se desenvolver. Versões menores podem viver alegremente em vasos e jardins menores se tiverem uma treliça para suporte.

Dia-de-Chuva

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O clerodendro-vermelho é uma trepadeira com flores delicadas, românticas e ao mesmo tempo imponentes, ideais para decorações externas. A planta pode ser conhecida popularmente como Clerodendro-trepador ou Clerodendro e pertence à família Verbenaceae, o que lhe confere o formato de trepadeira, inflorescências terminais com flores ovais e longas, com textura semi-lenhosa, com cálices e flores vermelhas.

A planta foi descoberta no continente asiático, o que faz com que ela se adapte com maior facilidade às regiões que possuem os climas Subtropical, Tropical ou Equatorial, pois ela necessita de luminosidade plena, além de calor moderado para se desenvolver.

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O clerodendro-vermelho é considerado uma planta de flores de ciclo de vida perene, ou seja, elas se mantém vivas durante todo o ano. Porém, a floração tende a ser mais intensa entre o inverno e a primavera. O calor instiga a intensidade do desenvolvimento das flores. Ao crescer, a planta atinge entre 2 e 3 m de altura, precisando de bastante espaço.

Cuidados com o cultivo do Clorodendro-vermelho
Antes de qualquer, tem-se que saber que o clerodendro-vermelho precisa ser plantado em um jardim externo, pois são flores de grande porte e devem ter espaço para se expandir. O local para o plantio deve ficar exposto à luminosidade, recebendo a incidência dos raios solares, pelo menos, 2 horas por dia, além de oferecer um solo fértil e bem drenável.

Clerodendrum splendens

O ideal é que o clerodendro-vermelho seja plantado próximo à cercas, muros ou treliças, uma vez que a planta cresce em formato de trepadeira. Para obter flores mais bonitas, recomenda-se enriquecer a terra com matéria orgânica.

Além disso, as irrigações devem ser feitas, pelo menos, uma vez por semana, mas em quantidade moderada para não encharcar o solo, o que poderia comprometer a saúde da planta.

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A bouganvíllea, conhecida popularmente como Primavera, é uma planta tropical pertencente à família Nyctaginaceae, nativa da América do Sul, que fica cheia de flores coloridas quase o ano inteiro, se for plantada no clima certo.

Ela é uma trepadeira parecida com um arbusto que escala paredes e treliças, florescendo todos os anos, se não for exposta a temperaturas muito frias.

Veja os passos a seguir para aprender como plantar e cuidar da bouganvíllea.

Decida se quer plantar no chão ou no vaso
A bouganvíllea prospera em lugares quentes e relativamente secos. Se você mora em uma região mais fria, é melhor plantar em um vaso e levar a planta para dentro de casa no inverno.

A planta se dá melhor quando a temperatura noturna não fica abaixo de 16°C e a diurna não ultrapassa 38°C.
* Em invernos muito frios, a bouganvíllea pode ser colocada para hibernar no porão ou em outro local com pouca luminosidade.

Encontre um local ensolarado no jardim
A bouganvíllea adora a luz e cresce melhor quando fica posicionada para receber sol total, em espaços abertos e virada para Norte (no hemisfério sul) – se você mora no hemisfério norte, plante-a virada para o Sul. Ela precisa de pelo menos cinco horas de sol total todos os dias para sobreviver

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Escolha um lugar com solo rico e bem drenado
É uma planta que não se dá bem em solos que retenham muita água, então garanta uma boa drenagem. Ela precisa de um solo rico e ligeiramente ácido, com pH entre 5,5 e 6,0.
* Acrescente cal ao solo, para aumentar o pH, ou enxofre, para diminuir o pH, conforme a necessidade.

* Se for plantá-la no vaso, escolha uma mistura de solo com o nível adequado de pH.

Plantando a bouganvíllea
Cave um buraco tão profundo quanto o torrão de raiz da planta. Coloque um fertilizante rico em fosfato no buraco, para promover o crescimento das raízes e ajudar as flores a abrirem.

Pegue a bouganvíllea e coloque o torrão no buraco. Pressione levemente o solo em torno da base da planta.
* Se quiser que a bouganvíllea escale uma treliça ou uma parede, certifique-se de plantá-la perto de tal estrutura. À medida que for crescendo, você terá que “treiná-la” para escalar a estrutura, enrolando-a gentilmente na base.

* Se for plantá-la em um vaso, certifique-se de escolher um que tenha muitos furos de drenagem, pois a bouganvíllea odeia ficar com os “pés” molhados.

Regue moderadamente
A bouganvíllea enfraquece com o excesso de água, ficando sem nenhuma flor e apenas com folhas. Por outro lado, deixar que o solo resseque faz com que a planta fique estressada. Encontre um meio termo – regue o suficiente para manter o solo úmido, mas não tanto para deixar a planta encharcada.

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Fertilize regularmente
Alimente a planta com um fertilizante rico em fosfato a cada poucos meses, para manter as flores exuberantes. Fertilizar com muita frequência faz com que a planta cresça vigorosamente, então, se achar que ela está ficando grande demais, reduza o fertilizante.
* Certifique-se de fertilizar pelo menos uma vez ao ano, no início da primavera, para ajudar o crescimento da planta nessa estação.

Coloque a bouganvíllea dentro de casa no inverno
Se você mora em um clima que fica frio no inverno, e plantou-a em um vaso, leve-a para dentro. Se ela for deixada do lado de fora, não sobreviverá às intempéries.

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Essa planta cresce prolificamente e precisa ser bem podada, para forçar o florescimento e manter um formato bonito. Após o término da floração, corte-a em alguns centímetros. Isso promove o crescimento saudável na primavera.
* Use luvas quando for podar a bouganvíllea. Algumas pessoas ficam com uma irritação cutânea parecida com a causada pela hera-venenosa quando a podam.

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Treine a bouganvíllea
Essa planta precisa de apoio para cobrir paredes, cercas ou outras áreas. Se você quer que ela cresça em determinado local vertical, pode pendurar fileiras de arame ou barbante na superfície que pretende cobrir. Enfie os galhos da planta por trás desses suportes de orientação a intervalos regulares. Tome conta do crescimento e ajuste conforme a necessidade, até a bouganvíllea começar a cobrir a parede ou outra superfície.

Dicas
*
Evite regar em excesso a bouganvíllea, pois isso enfraquece as flores e, no pior dos casos, causa o apodrecimento das raízes e a morte da planta.

* No geral, a bouganvíllea não sofre com pragas. Vermes, pulgões e mariposas talvez causem problemas.

Avisos
*
Use luvas e proteja os braços quando for podá-la.

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A Clemátis, é um gênero de plantas trepadeiras com flores maravilhosas e com um suave perfume natural.

É originária da Europa, Ásia e América do Norte. Existe grande diversidade de espécies, são cerca de 290 espécies diferentes de clemátis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.

Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas (planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, nas mais diversas cores e tons em dégradée, além de estames longos, como um tufo no centro das flores.

A floração estende-se pelos meses quentes. Algumas espécies são arbustivas, enquanto outra são plantas herbáceas perenes.

As espécies temperadas frias são caducas, mas muitas das espécies de clima mais quente mantêm a folha o ano todo.

Pode ser utilizada ao longo de muros cercas e vedações dando um lindo e encantador visual quando florescem.

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Podem ser também plantadas para crescer através de outras plantas, nomeadamente arbustos e árvores.

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Os tons degrades dão-lhe um charme muito especial.  É necessário que a planta seja fertilizada de forma anual para que continue a crescer de forma saudável.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente, não suporta secas nem encharcamento do terreno.

Não aceita bem as temperaturas em excesso, frio ou calor. Embora sendo uma planta do Hemisfério Norte adapta-se ao clima temperado.

Presta-se para o plantio ao longo de cercas e muros ou apoiada sobre treliças, árvores e outros suportes.

Exige adubações anuais e podas para estimular o adensamento da planta. Sua folhagem bonita e as flores espetaculares e perfumadas garantem o sucesso da Clemátis nos projetos paisagísticos.

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Apesar de delicada no início, após seu estabelecimento (cerca de 1 ano), torna-se mais rústica e resistente às pragas e doenças.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

A planta é delicada e exigente e não tolera secas nem encharcamento. Também não suporta o calor excessivo e aprecia o frio, devendo ser cultivada em clima temperado, subtropical ou tropical de altitude.

Sua multiplicação é feita através de estaquia, mergulhia e alporquia.

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A Dipladênia é uma planta trepadeira pertencente à família Apocynaceae, muito apreciada pelas suas flores, formas e cores, nas regiões de clima quente e moderado, onde se dá muito bem.

Quando na sua melhor forma, produz uma quantidade enorme de flores muito vistosas que nascem em conjuntos a partir de um pequeno pé, contrastando com o fundo verde escuro das folhas e com a forma de um trompete, com um “pescoço” branco e amarelo, podendo atingir um diâmetro de 10 cm.

A Mandevilla, que também é conhecida por Dipladênia, produz constantemente flores abundantes a partir do momento em que a temperatura começa a subir, podendo nas regiões com invernos moderados e quando abrigada, florescer em menor quantidade durante todo o ano.

A partir de um ou mais troncos principais – dependendo de como terá sido podada na estação anterior – nascem raminhos que se vão desenvolvendo e que se agarram uns aos outros ou mesmo a qualquer suporte que exista por perto, podendo atingir uma altura de 2 ou 3 m.

As suas bonitas folhas de cor verde escura brilhante, podem chegar a ter 20 cm de comprimento e 8 a 10 cm de largura, contrastam com o colorido abundante das flores, proporcionando uma bela trepadeira para colocar contra uma parede, num alpendre ou num pátio ensolarado.

As flores da Mandevilla podem ser cor de rosa, vermelhas, brancas ou amarelas, variando de tamanho consoante o híbrido em questão.

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Origem
É nativa do sudeste do Brasil, mas hoje em dia é cultivada em qualquer região do mundo desde que o clima seja quente ou moderado. Podem ser encontradas em viveiros de plantas, apresentando-se em vasos de tamanho variado, uma vez que mesmo muito jovem esta planta pode dar flor o que a torna muito atraente comercialmente.

Cultivo
Planta que resiste bem à brisa salgada do mar, podendo por essa razão ser plantada perto da praia desde que exista uma linha de dunas ou qualquer outro elemento a protegê-la. Se ao longo do verão beneficiar de uma aplicação regular de fertilizante líquido rico em fósforo, proporcionará constantes e abundantes vagas de novas flores.

Convém ir retirando as folhas amarelas e as flores que vão envelhecendo, para estimular folhas novas e floração. Também se pode cortar o topo dos raminhos se se pretender um arbusto mais encorpado ao invés de uma trepadeira alta. Cuidado com o látex porque pode ser irritante para certas peles.

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Luminosidade
Gosta de ficar ao sol durante a maior parte do dia, embora por vezes este queime a cor da flor que se apresenta desbotada, sobretudo se for vermelha. Suporta alguma sombra se o calor for excessivo a meio do dia.

Umidade
Necessita de umidade constante mas não gosta de um solo muito encharcado. Por esta razão a mistura onde é plantada deve permitir drenar bem a água da rega, que pode ser frequente desde que não em muita quantidade de cada vez. Pode-se deixar secar a superfície um pouco, pois tolera alguma secura, mas prefere ser regada com regularidade se o sol que apanha é direto e por mais de 5 horas diárias.

Resistência
Resiste bem nas regiões quentes (zonas 9-11) e pode morrer quando exposta a muito frio e geada, mas eventualmente ressurge na primavera no mesmo local.

Pragas e doenças
Quando as condições de cultivo não são as ideais – má composição do solo, pouca água ou insuficiente alimento – podem apanhar pulgão ou cochonilha. Uma boa mangueirada seguida de aspersão de todas as folhas e caules com água e sabão (sabão neutro) ajudará a ver-se livre destes visitantes indesejados.

Caso não resulte adquira um produto adequado e siga as instruções na embalagem. Mas esta será sempre uma solução química e pouco amiga do ambiente, caso pretenda ser mais favorável a um ambiente são, evite em primeiro lugar que estas pragas se iniciem retirando com um pequeno algodão os pequenos pulgões e a cochonilha.

Propagação
Pode ser multiplicada por estacas com uns 20 cm, cortadas dos troncos mais lenhosos durante o verão  e aplicando hormônios enraizadores na extremidade cortada. Mais uma vez se aconselha cuidado com o líquido que verte quando cortada, pois em algumas pessoas provoca irritação na pele.

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Uso da Mandevilla
A planta pode ser utilizada com muito sucesso em alpendres ou pátios, além de poder ser plantada diretamente no jardim, também suporta ser plantada em vasos grandes com boa mistura de terra de jardim (comum), areia e um material orgânico rico (estrume de galinha ou de cavalo, bem curado).

É uma ótima escolha para um local que necessite de uma trepadeira que cresça depressa, embora não se deva esperar uma cortina espessa que proteja totalmente a visão do exterior, porque o seu crescimento, embora rápido, não é muito denso. Sua altura fica cerca de 2 a 3 m e é muito agradável de se ver quando florida.

Como não suporta o frio intenso, pode ser trazida para dentro de casa e com boa luminosidade ou colocada numa varanda abrigada, onde crescerá menos intensamente durante o inverno, perdendo também algumas folhas,

Não dará flor no tempo frio, mas logo que o tempo melhore pode voltar a ser colocada ao sol e voltará a florir como no verão anterior. Basta aparar alguns tronquinhos que possam ter secado ou pareçam mortos e cuidar de melhorar o solo com um bom fertilizante e água.

Características
A beleza desta planta que envolve as belas flores coloridas e também as suas folhas brilhantes verde escuro, justificam por si só o interesse de muitos jardineiros na sua cultura. Como cresce muito depressa ajuda a disfarçar algum aspecto menos atraente que se queira esconder no jardim ou na varanda.

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A tumbérgia-azul é uma planta trepadeira bastante rústica e ornamental. Pertence à família Acanthacea.

Possui flores de coloração azul, cujo tom é bem próximo ao lilás que surgem durante todo o ano, porém mais costumeiramente na primavera e no verão. As flores são grandes, campanuladas e solitárias. Há a inflorescência de poucas flores, brancas ou azuladas cujo centro é amarelo.

As folhas têm aspecto verde, oval, de bordas dentadas e irregulares. A planta tem boa velocidade de crescimento, além de ser opção para cobrir pérgolas, arcos e caramanchões. Também se adapta a muros, grades e cercas. As flores são atrativas às abelhas mamangavas.

É necessário cultivá-la sob pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, precisando de regas regulares. As adubações periódicas que contenham farinha de ossos estimulam uma intensa floração. Suporta bem o frio subtropical e se multiplica por estaquia.

Tem origem na Índia e sua altura varia de 4,7 a 6 m. Também é chamada popularmente de Azulzinha.

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Como cultivar
Essa é uma planta que necessita essencialmente de sol, mas também locais com sombra, desde que pelo menos no horário da manhã ela pegue sol, também precisa de solo fértil e bem drenado. Na cova de plantio coloque adubo de origem animal de curral, bem decomposto já, umas 500 gramas devem bastar, caso seja de galinheiro, use metade do conteúdo.

Você também pode acrescentar 100 gramas de farinha-de-ossos e areia, misturando sempre com o composto orgânico feito de folhas. Use um tutor feito com sarrafos ou então conduza os ramos para um muro ou uma cerca, ou até mesmo pérgula, para ajudar o crescimento.

A rega não deve ser esquecida nunca, na hora do plantio e depois por mais ou menos uns 10 dias, sempre para garantir água para a muda. Depois espaçar para a rega normal do jardim.  Sempre haverá a necessidade  de controle de seu tamanho, então em época em que sua planta estiver sem flores, realize a poda do arbusto, deixando sempre pelo menos 6 gemas apicais em cada ramo. E após a poda, deve-se adubar a muda com adubo animal curtido e composto orgânico e sempre regar bem.

Thumbergia
Uso no paisagismo e na decoração
A tumbérgia é uma excelente planta para cobertura de pérgolas e caramanchões, mas em cercas vivas e muros elas ficam melhor ainda, derrubando-se em longos ramos floridos. Também pode ser consorciada com outra planta que pertence ao mesmo gênero, mas com outra coloração, isto é, você pode misturar as cores azuis e brancas, criando um belo efeito ornamental.

Reprodução
Esse tipo de trepadeira pode ser reproduzido bem facilmente através de sementes na primavera, e colocadas sobre um substrato do tipo leve, casca de arroz carbonizada ou uma mistura de areia e terra comum de canteiro, bem peneiradas.

Pode-se aproveitar para colocar em uma sementeira de produção ou em um recipiente grande em forma de cultivo comum. Semear e depois cobrir com terra seca peneirada ou areia, e regando logo em seguida.

Cubra com um plástico para manter a umidade e até que a germinação aconteça, e retire o plástico. O plástico aqui nesse caso serve para acelerar o processo de germinação, transformando o vaso em uma mini estufa, que abafa o ambiente e deixa-o mais quente e úmido, propício para a maioria das espécies que as sementes precisam pra brotar.

O local vira uma estufa com essa cobertura plástica. E quanto apresentar cerca de 6 folhinhas pode ser feito o transplante para um sacos com substrato feito de compostos orgânicos e adubo animal, com areia (tudo em partes iguais).

Não se esqueça de colocar o tutor antes de colocar a muda. Poderá ser apenas uma pequena estava de bambu, pois a planta ainda é pequena. Manter em estufa até a planta atingir 0,50 ou 1 m.

A tumbérgia-azul
Propagação
A propagação dessa planta pode ser feita através de estacas jovens na primavera, contando-as de 15 a 25 cm das pontas dos ramos ainda novos e colocando-os em substratos iguais ao da sementeira. Regue todos os dias até que o enraizamento aconteça. O uso de enraizadores pode garantir uma percentagem maior de indivíduos na produção.

Prepare um substrato com adubo animal e composto orgânico de folhas ou húmus de minhoca mais areia, em partes iguais, em seguida preencha os sacos de plantio, e coloque a muda e preencha com mais substrato, regando a seguir.

Depois vá repetindo o processo de rega todos os dias por pelo menos 10 dias para manter a sobrevivência da muda.

Mantenha o cultivo em local protegido e com 50% de sombra até a sua comercialização. Sendo preciso use tutores como escada ou tripé para que a muda seja conduzida já para formar sua forma de trepadeira, assim ela fica com ótima aparência para venda.

Thunbergia_laurifolia
Cuidados
Antes do plantio esse tipo de trepadeira, deve ser adubado pelo solo com fertilizante orgânico para que ela mantenha um crescimento regular. A cada 3 meses adicione também um pouco de adubo químico de NPK equilibrado e antes do inicio da primavera reforce a dose com o adubo orgânico e fertilizante de fósforo, essa é uma planta que floresce o ano inteiro, porém se destaca mais na época primaveril, logo é bom que ela esteja bem nutrida para que aproveitemos seu ápice.

Adicione também um pouco de areia grossa no solo para facilitar a drenagem e assim evitar que ele fique muito encharcado em épocas de chuva intensa.

A rega deve ser feita de modo a manter o solo sempre úmido, nunca encharcado. Com um fornecimento bom de água essa planta não terá problema mesmo nos climas mais quentes. Mesmo sendo uma planta tropical, ela não terá problemas com o sol e pode ser criada sem proteção alguma, apenas garanta que ela não fique ressecado com que lhe falte água.

Durante todo o seu crescimento no inicio da planta pode ser necessário ajudá-la a enroscar-se ao que você deseja que ela permaneça como trepadeira, nesse caso você pode ajudá-la com barbantes e outras cordas para amarrá-las em várias partes do local onde ela permanecerá crescendo ao longo do tempo.

Porém durante algum tempo, quando ela já estiver mais agarrada, a sua guia deve ser retirada, para que não atrapalhe o seu desenvolvimento e a prenda a ramos mais baixos. Assim ela seguirá crescendo sobre a mesma sozinha.

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Ipomeia-rubra

Também conhecida popularmente como Glória-da-manhã e Trepadeira-cardeal, a Ipoméia-rubra pertence à família Convolvulaceae. É uma planta originária da Indonésia, mas devido as suas condições de cultivo, podem ser encontradas em diversas regiões ao redor do mundo. Isso acontece principalmente em regiões que apresentam as características climáticas padrão da espécie que é o clima subtropical, equatorial e tropical.

Trata-se de uma trepadeira semi-lenhosa e volúvel, de crescimento moderado. Ela apresenta folhas perenes, palmadas, com cinco a sete folíolos verde-escuros e brilhantes. Os botões florais se assemelham a pequenos frutos. As flores são grandes, em forma de funil e de textura cerosa.

Na forma típica são de cor vermelho-bordô, mas ocorrem variedades de flores brancas-rosadas, roxas e rosas-arroxeadas, mais raras em cultivo. Elas têm estames longos com anteras de cor creme. As flores da ipoméia-rubra são muito atrativas para os beija-flores, abelhas e borboletas.

Ipomoea horsfalliae pink

É uma trepadeira tropical vigorosa, própria para revestir grades, treliças, cercas ou pérgolas. Apesar de delicada no seu primeiro ano, após seu pleno estabelecimento, ela se torna bastante resistente. Também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte adequado. Apesar de apreciar o calor, esta trepadeira pode ser plantada em ambientes protegidos, como interiores e estufas, nos países de clima temperado a frio. A floração se estende da primavera ao outono.

Quando essa planta é cultivada corretamente, pode crescer até 9 m dependendo da sua variedade. Ela possui um ciclo de vida perene, o que significa que ela leva mais tempo para completar o seu ciclo de brotação e com isso, folhas, flores e frutos aparecem o ano inteiro na sua planta. Mais alguns tópicos abaixo, vamos ensinar como você pode proceder para cultivar bem sua trepadeira cardeal.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Tolerante a podas drásticas.

A ipoméia-rubra é uma planta bastante rústica e de baixa manutenção. As podas devem ser realizadas após o florescimento, para controlar o crescimento e estimular a próxima floração. Multiplica-se por estaquia ou alporquia dos ramos e por sementes.

Esta trepadeira possui uma estrutura semi lenhosa e bem volúvel, o que faz com que seu crescimento seja um pouco moderado. As folhas dessa planta são perenes, como indicamos mais acima e por isso passam o ano todo crescendo pelos galhos.

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As flores são bem grandes e possuem uma forma semelhante a um funil, mas com uma textura bem cerosa.

Saber cultivar uma espécie de planta é muito importante se for desejado ter um exemplar em seu jardim. Muitas pessoas não se preocupam com o fato e plantas não terem apenas a rega como necessidade e acabam não sabendo por que uma tipo ou outro não viveu muito. Cada espécie precisa de uma atenção especial e esta deve acontecer desde a sua plantação, até o último galho da planta morrer.

Esta espécie em particular, pode ser cultivada tanto em vasos como diretamente no solo e esta decisão deve ser tomada sempre com muita atenção, levando em conta que nem todas as terras de um jardim são próprias para o desenvolvimento de uma espécie. Então nesse caso faz-se necessário o cultivo no vaso porque você compra a quantidade e o tipo de terra de jardinagem perfeita.

A trepadeira prefere ambientes com mais calor, mas isso não impede que você as mantenha em um ambiente que tenha o clima mais temperado e frio. Se você souber manter bem a sua planta, no período que vai da primavera ao outono, as primeiras flores começam a aparecer.

Preferencialmente, o cultivo dessa espécie vegetal deve ser feito em ambientes com meia sombra ou sob o sol pleno, o solo deve ser totalmente fértil e possuir uma capacidade de drenagem muito boa. A planta gosta de terra regada, mas não responde muito bem à solos encharcados ou com umidade muito forte e por muito tempo. O solo também deve estar temporariamente enriquecido com matéria orgânica.

A multiplicação da espécie é feita por estaquia, processo de alporquia dos ramos e por sementes.

Ipomoea horsfalliae

Poda
Realizar uma poda de tempos em tempos nas plantas é algo importante porque faz com que a sua planta cresça corretamente e mais bonita. No caso das trepadeiras as podas jamais devem ser dispensadas porque o tutoramento dessa planta é o que faz ela não se tornar invasiva ou crescer errado.

Para podar corretamente a sua ipoméia-rubra, basta prender todas as pontas da planta de forma que ela fique com a aparência mais cheia e também  mais curta, pois isso vai fazer com que ela cresça em menor velocidade.

Após esse procedimento você vai retirando as flores à medida que elas vão murchando para estimular o crescimento de flores novas. Já as folhas, você vai arrancar aquelas sem cor ou que estejam estragadas e mortas.

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Essência de flores
Encontramos essências de flores para os mais variados tipos de uso. No mercado popular vamos ter perfumes, desinfetantes, cheirinhos para armários e tudo o que você puder imaginar que precise dar um toque mais delicado e cheiroso a um ambiente. Apesar de não ser uma flor que naturalmente tem seu aroma muito conhecido, a flor da ipomeia-rubra é muito utilizada na produção de essências florais.

O seu uso mais comum é da flor roxa, que quando extraída a sua essência, é utilizada no sistema floral de Minas, sendo comercializada pelo nome de Ipomea, em referência ao seu nome científico. Já no sistema floral do nordeste, ela é produzida pelo nome de Água-azul que é uma mesclagem do aroma da flor rosa e azul da planta. O sistema floral da Califórnia também usa essa planta para produzir essência e ela é conhecida pelo nome de Morning glory, que tem como tradução algo do tipo “Glória-do-amanhecer”.

Pragas e doenças
Nenhuma planta está livre de ser infectada com alguma praga ou doença, principalmente quando não tem os cuidados que precisa. A atenção que você dispensa na hora de podar, regar e fertilizar a ipomeia-rubra é exatamente o que vai deixá-la mais resistente à esse tipo de mal.

Caso perceba que ela está perdendo as flores com muita frequência ou que estas apresentam algum tipo de mancha, busque um pesticida natural em qualquer loja de jardinagem para combater o problema o mais rápido possível.

Essas plantas são bastante rústicas e crescem facilmente, até mesmo em terrenos baldios, sem muitos cuidados.

São trepadeiras que exibem flores com coloração principalmente roxa, podendo apresentar outras cores também. Devem ser cultivadas em pleno sol, mas podem suportar o frio também.

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Rosa de Madeira – Ipomoea tuberosa

Trepadeira do tipo cipó, nativa das regiões tropicais das Américas, África e Ásia, perene, muito vigorosa, de crescimento rápido. Folhas divididas em cinco a sete lobos estreitos.

É o maior gênero botânico da família Convolvulaceae, com mais de 500 espécies. As espécies de Ipomoea são pequenas árvores, lianas, plantas arbustivas ou herbáceas, anuais ou perenes, que ocorrem nas regiões tropicais e sub-tropicais.

A rosa-de-madeira é uma trepadeira muito exótica e com um diferencial na sua floração. É uma planta perene e muito vigorosa,  e os frutos quando secos são cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira,daí a origem do nome popular.

Suas flores são amarelas, grandes, campanulada (como sino) na base, com sépalas ligadas e homogêneas. Quando as flores caem, se formam frutos envolvidos em cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira em forma de rosa, decorativa e muito usada em artesanato. Surgem no verão-outono. Pode ser usada em pérgolas, muros, cercas ou grades.

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As sementes são angulosas e conservam o poder germinativo por até 2 anos se forem guardadas secas e limpas em embalagens escuras.

Devido ao seu crescimento rápido e agressivo, o ideal é que a rosa-trepadeira fique a uma distância de no mínimo 7 m de outras plantas e construções, para não sufocar as plantas ou destruir telhados.

Apropriada para carramanchões e pérgolas altas, com no mínimo 2,5 m de altura. Plantar 2 mudas com uma distância de 3 m uma da outra, para que haja polinização cruzada e boa frutificação. Começa a produzir com 2 anos após o plantio.

Clima tropical
Cultivada a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica, drenado e mantido úmido.

Sua multiplicação se faz através de sementes. Usar saquinhos individuais com cerca de 30 cm de profundidade, em solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado.

Colocar a semente com o biquinho para cima, a pleno sol com regas suaves diariamente. A germinação deverá ocorrer de 15 a 30 dias. Quando atingir cerca de 40 cm já poderá ser plantada em local definitivo.

Deve ser adubada anualmente com esterco de boi bem curtido ou torta de mamona e farinha de ossos, distribuído a 30 cm do tronco.

Podas de condução devem ser feitas no primeiro ano de plantio, deixando de 2 a 3 galhos e ir conduzindo com arame até a altura da pérgola. Após 4 a 5 anos fazer uma poda drástica, deixando somente os ramos principais.

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Espécie de planta da família Bignoniaceae com origem do continente Oceania, sendo a sua maior incidência do mundo na Austrália. É categorizada como uma planta trepadeira.

A trepadeira-de-arco, quando bem cultivada, ela pode chegar até 4 m de altura e possui um ciclo de vida perene, o que significa que durante todo o ano ela terá folhas, flores e frutos nascendo, pois  a planta leva um tempo maior para completar o ciclo final de brotação que pode durar até 2 anos inteiros, sendo no caso da trepadeira-de-arco mais abundante em meses onde o clima é mais quente.

Essa planta é encontrada facilmente como cobertura de arcos, portões, cercas, treliças e pérgolas. Quando bem tutoradas, dão um ar todo especial à planta e deixam o ambiente ainda mais bonito. Para quem mora em regiões litorâneas, elas não são muito indicadas por não reagirem muito bem ao vento que vai acabar danificando as suas flores.

A trepadeira-de-arco possui uma estrutura semi-lenhosa e com ramos bem longos. Suas folhas são sempre compostas e se apresentam divididas em 7 folíolos na cor verde bem escura e com uma estrutura coriácea, o que significa que as folhas se assemelham muito ao couro. Elas são fáceis de quebrar justamente por terem essa última característica citada.

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As flores da planta aparecem sempre em cachos, são bem grandes e possuem um formato tubular. Elas exalam um perfume muito gostoso, o que faz com que o ambiente onde elas são cultivadas fique bem agradável. Quanto à sua coloração, as flores podem ser brancas ou rosadas. Na parte onde podemos chamar de garganta da flor, elas são sempre mais escuras, sendo a maioria rosa escuro. Existe ainda uma espécie de trepadeira de arco chamada de Alba, onde sua coloração é completamente branca.

Os frutos da trepadeira de arco não ganham tanto destaque na planta, mas aparecem sempre após um período certo de brotação. Eles têm formato elíptico e numerosas sementes em seu interior que ficam de forma alada (soltas) no fruto.

Cultivo da trepadeira-de-arco
Devido a sua região de origem, o melhor clima para se cultivar a trepadeira de arco é o subtropical e o tropical, mas se estes não forem os climas em que residem não precisa se preocupar porque poderão ter o seu exemplar bastando apenas que forneça essas condições para a planta.

Elas devem ser cultivadas a sol pleno, o solo deve ser muito fértil e rico em matérias orgânicas, as regas mantidas sempre de forma regular para que sua trepadeira de arco cresça bem. Ela possui um crescimento bem moderado, o que é considerado incomum para trepadeiras que costumeiramente crescem bem rápido e tomam o ambiente todo.

A multiplicação da planta é feita através das sementes retiradas de seus frutos ou então por estacas.

Fertilização da planta
Toda planta precisa de fertilizantes para crescer melhor e mais resistente. Cada espécie exige uma dosagem e um tipo diferente e no caso da trepadeira-de-arco, deverá ser utilizado cerca de 20 a 30 litros de esterco do tipo bem curtido ou então o NPK na formulação 04-14-08. No caso desse último a quantidade ideal é de 10 colheres de sopa. A aplicação deve ser feita sempre na terra e esta tem que ser bem misturada para surtir o efeito necessário na sua planta.

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Após 12 meses da primeira aplicação, refaça o processo para renovar os nutrientes do solo. A partir daí, de 3 em 3 meses o fertilizante deverá ser reaplicado de começando com 3 colheres de sopa do produto e aumentar de acordo com que a planta for crescendo. Evite colocar o fertilizante junto ao caule, sempre aplique ao redor dele e com uma certa distância.

Como podar
Toda trepadeira precisa ser podada com o tempo para que ela cresça bem direcionada e principalmente, para que não fiquem aqueles ramos soltos e sem desenvoltura, mais parecendo folhas presas do que uma planta em si. No caso da trepadeira-de-arco ela não vai exigir tantas podas, mas de vez em quando é bom realizar esse processo para que manter a planta no tamanho que desejar.

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Esse é um processo muito simples e deve ser feito sempre no início de cada primavera. É necessário apenas de uma tesoura de poda afiada e bem esterilizada para deixar a trepadeira-de-arco sempre linda.

Quando for podar a planta, faça sempre na época de seu florescimento e corte ou aperte todas as flores que estão mortas, afinal elas não terão mais utilidade para a planta. Como toda trepadeira ela precisa de fixadores para tutorar o crescimento, na hora da poda é indicado retirar esses fixadores para cortar a planta corretamente.

Evite remover mais de um terço da planta, principalmente na primeira poda. Após terminar esse recorte, retire todo o resto da planta que ficou no chão e jogue fora ou transforme em adubo, mas nunca deixe ali na terra.

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A rosa-trepadeira (Rosa hybrid) pertence à família das Rosaceas, são rosas híbridas, desenvolvidas especialmente cumprir com essa função, contendo flores mais bonitas e ainda galhos com maior flexibilidade.

Trata-se de um arbusto escandente, já que não possui sustentação que permita fixar num suporte, para que a mesma tenha a aparência de trepadeira, é necessário que seja amarrada. É uma planta perene e é originária do Japão e parte da região asiática.

Seu porte é ligeiramente grande, chegando a medir até 6 m de altura.

Quase sempre as flores dessa roseira apresentam um suave perfume, alcançando um tamanho piramidal, com diversas cores, dentre elas: amarela, branca, rosa e vermelha, despontando quase todo o ano, especialmente durante a primavera. Ela apresenta um fino caule, flexível e longo e para se desenvolver precisa de bastante luminosidade solar.

A rosa-trepadeira aprecia o clima frio e ameno e preferem bastante umidade, entretanto, sem deixar que o solo fique encharcado. É importante que se regue entre duas e três vezes por semana, especialmente entre os meses mais quentes do ano e somente uma vez nos meses nãos frios.

Podas leves, anuais, devem ser feitas para proporcionar a renovação de galhos.

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Devem ser cultivadas num solo areno-argiloso, que possua grande parte de matéria orgânica e ainda uma drenagem adequada, podendo suportar tranquilamente os ventos. Apesar disso é uma roseira bastante delicada, que pede um pouco mais de cuidado que outros tipos de plantas.

O melhor tipo de fertilização feita para essas roseiras é o uso de NPK na formulação 06-12-06, colocando o produto em volta do caule, mas não diretamente nele.

O plantio delas é perfeito para serem colocadas em muros, paredes, cercas, pórticos, e pilares, entretanto é necessário que se faça a amarração adequada.

A forma de se plantar a roseira é através de estaquia de galhos, especialmente durante o verão e a primavera.

É uma planta que se comprada nas floriculturas tem o valor muito alto, porém se forem compradas nas cidades produtoras, como Holambra – SP, cada muda ensacada sai em média R$ 3,00.

Qualquer um que esteja habituado a lidar com roseiras sabe que a roseira-trepadeira é bem mais resistente que as outras, tendo um perfeito desenvolvimento, se estiver num ambiente adequado. Elas resistem melhor ao ataque das pragas e precisam de quase nenhum monitoramento durante a fase de crescimento.

Além de regar normalmente, fazer uma pequena poda e acrescentar os fertilizantes corretos, os únicos trabalhos que se tem com essa planta, o que mais se fazer é sentar e apreciar a beleza e o perfume das flores durante a época de verão e primavera.

Esse tipo de roseira é bastante escolhido por aquelas pessoas que não têm grande experiência no cultivo, pois não requer uma criteriosa manutenção e cuidados, mas ainda assim é dotada de grande beleza.

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Materiais usados no cultivo da rosa-trepadeira envasada:
* 01 Vaso com tamanho aproximado de 40 cm de diâmetro;
* 01 Pacote de Cascalho para ser depositado no fundo do vaso;
* 01 Pacote de terra da o envasamento;
* 01 Muda de Roseira trepadeira;
* 01 Pacote de cobertura vegetal, mas não solta, em pedaços;
* 01 Pacote de Fertilizante com numeração 10-54-10;
* 01 Tesoura própria para se fazer a poda da roseira.

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Como proceder:
* A primeira coisa a se fazer é por no vaso uma camada que possua aproximadamente 05 centímetros de cascalho, para que o mesmo cubra o fundo do recipiente. Até a metade do vaso, cubra com a terra de envasamento;

* Retire a roseira trepadeira do saco que a envolve e faça a separação cuidados da raiz principal e das raízes exteriores, para fazer com as mesmas cresçam com maior facilidade no solo;

* Force um buraco no meio do vaso e no lugar disponha a roseira, de forma que fique na mesma profundidade que estava no saco de muda. Cubra toda a volta com o restante da terra de envasamento e reforce ao redor da base da roseira usando a força das mãos;

* Depois que tiver plantado a muda, ponha água na nova roseira. Logo depois, coloque uma leve camada de cobertura vegetal de aproximadamente 2,5 centímetros sobre a terra de envasamento, mas tomando cuidado para que ela não chegue muito perto do caule da roseira. Deixe o vaso num lugar que bata sol direto durante mais ou menos seis horas e regularmente;

* Durante a época do crescimento é importante que se mantenha roseira podada, fazendo a remoção das flores mais velhas. Esse procedimento irá contribuir para um novo florescimento da roseira em toda sua fase de renovação;

* É importante que a rega seja feita todos os dias, para que a terra seja mantida úmida e envasada o suficiente;

* Faça a fertilização da roseira sempre depois do surgimento das primeiras flores. Faça a mistura da água com o fertilizante, de acordo com as instruções trazidas na embalagem, tudo adequado com o diâmetro do vaso. Ponha a mistura ao redor da base da roseira, tomando cuidado para não colocar na folhagem. Faça essa fertilização ao menos uma vez durante o mês quando estiver em crescimento;

* Durante o período do inverno, ponha o vaso com a roseira num ambiente fechado, como uma garagem para que o mesmo seja protegido do frio. Essas roseiras que são cultivadas em vasos não se adaptam bem ao inverno, pois os vasos não protegem adequadamente as raízes das mais severas temperaturas;

* Caso queira proporcionar uma maior proteção à planta, deixe-a enrolada num serapilheira (camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição) quando ficar em ambiente fechado;

Sempre faça a poda da roseira entre o fim do inverno e o início da primavera, período em que a mesma se encontra em estado dormente. Remova aproximadamente um terço da planta, retirando os tocos até chegar ao broto. Remova pouco acima do broto e trace um corte voltado para o lado de fora, fazendo um ângulo com 45ºC.

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