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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

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A Dipladênia é uma planta trepadeira pertencente à família Apocynaceae, muito apreciada pelas suas flores, formas e cores, nas regiões de clima quente e moderado, onde se dá muito bem.

Quando na sua melhor forma, produz uma quantidade enorme de flores muito vistosas que nascem em conjuntos a partir de um pequeno pé, contrastando com o fundo verde escuro das folhas e com a forma de um trompete, com um “pescoço” branco e amarelo, podendo atingir um diâmetro de 10 cm.

A Mandevilla, que também é conhecida por Dipladênia, produz constantemente flores abundantes a partir do momento em que a temperatura começa a subir, podendo nas regiões com invernos moderados e quando abrigada, florescer em menor quantidade durante todo o ano.

A partir de um ou mais troncos principais – dependendo de como terá sido podada na estação anterior – nascem raminhos que se vão desenvolvendo e que se agarram uns aos outros ou mesmo a qualquer suporte que exista por perto, podendo atingir uma altura de 2 ou 3 m.

As suas bonitas folhas de cor verde escura brilhante, podem chegar a ter 20 cm de comprimento e 8 a 10 cm de largura, contrastam com o colorido abundante das flores, proporcionando uma bela trepadeira para colocar contra uma parede, num alpendre ou num pátio ensolarado.

As flores da Mandevilla podem ser cor de rosa, vermelhas, brancas ou amarelas, variando de tamanho consoante o híbrido em questão.

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Origem
É nativa do sudeste do Brasil, mas hoje em dia é cultivada em qualquer região do mundo desde que o clima seja quente ou moderado. Podem ser encontradas em viveiros de plantas, apresentando-se em vasos de tamanho variado, uma vez que mesmo muito jovem esta planta pode dar flor o que a torna muito atraente comercialmente.

Cultivo
Planta que resiste bem à brisa salgada do mar, podendo por essa razão ser plantada perto da praia desde que exista uma linha de dunas ou qualquer outro elemento a protegê-la. Se ao longo do verão beneficiar de uma aplicação regular de fertilizante líquido rico em fósforo, proporcionará constantes e abundantes vagas de novas flores.

Convém ir retirando as folhas amarelas e as flores que vão envelhecendo, para estimular folhas novas e floração. Também se pode cortar o topo dos raminhos se se pretender um arbusto mais encorpado ao invés de uma trepadeira alta. Cuidado com o látex porque pode ser irritante para certas peles.

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Luminosidade
Gosta de ficar ao sol durante a maior parte do dia, embora por vezes este queime a cor da flor que se apresenta desbotada, sobretudo se for vermelha. Suporta alguma sombra se o calor for excessivo a meio do dia.

Umidade
Necessita de umidade constante mas não gosta de um solo muito encharcado. Por esta razão a mistura onde é plantada deve permitir drenar bem a água da rega, que pode ser frequente desde que não em muita quantidade de cada vez. Pode-se deixar secar a superfície um pouco, pois tolera alguma secura, mas prefere ser regada com regularidade se o sol que apanha é direto e por mais de 5 horas diárias.

Resistência
Resiste bem nas regiões quentes (zonas 9-11) e pode morrer quando exposta a muito frio e geada, mas eventualmente ressurge na primavera no mesmo local.

Pragas e doenças
Quando as condições de cultivo não são as ideais – má composição do solo, pouca água ou insuficiente alimento – podem apanhar pulgão ou cochonilha. Uma boa mangueirada seguida de aspersão de todas as folhas e caules com água e sabão (sabão neutro) ajudará a ver-se livre destes visitantes indesejados.

Caso não resulte adquira um produto adequado e siga as instruções na embalagem. Mas esta será sempre uma solução química e pouco amiga do ambiente, caso pretenda ser mais favorável a um ambiente são, evite em primeiro lugar que estas pragas se iniciem retirando com um pequeno algodão os pequenos pulgões e a cochonilha.

Propagação
Pode ser multiplicada por estacas com uns 20 cm, cortadas dos troncos mais lenhosos durante o verão  e aplicando hormônios enraizadores na extremidade cortada. Mais uma vez se aconselha cuidado com o líquido que verte quando cortada, pois em algumas pessoas provoca irritação na pele.

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Uso da Mandevilla
A planta pode ser utilizada com muito sucesso em alpendres ou pátios, além de poder ser plantada diretamente no jardim, também suporta ser plantada em vasos grandes com boa mistura de terra de jardim (comum), areia e um material orgânico rico (estrume de galinha ou de cavalo, bem curado).

É uma ótima escolha para um local que necessite de uma trepadeira que cresça depressa, embora não se deva esperar uma cortina espessa que proteja totalmente a visão do exterior, porque o seu crescimento, embora rápido, não é muito denso. Sua altura fica cerca de 2 a 3 m e é muito agradável de se ver quando florida.

Como não suporta o frio intenso, pode ser trazida para dentro de casa e com boa luminosidade ou colocada numa varanda abrigada, onde crescerá menos intensamente durante o inverno, perdendo também algumas folhas,

Não dará flor no tempo frio, mas logo que o tempo melhore pode voltar a ser colocada ao sol e voltará a florir como no verão anterior. Basta aparar alguns tronquinhos que possam ter secado ou pareçam mortos e cuidar de melhorar o solo com um bom fertilizante e água.

Características
A beleza desta planta que envolve as belas flores coloridas e também as suas folhas brilhantes verde escuro, justificam por si só o interesse de muitos jardineiros na sua cultura. Como cresce muito depressa ajuda a disfarçar algum aspecto menos atraente que se queira esconder no jardim ou na varanda.

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A tumbérgia-azul é uma planta trepadeira bastante rústica e ornamental. Pertence à família Acanthacea.

Possui flores de coloração azul, cujo tom é bem próximo ao lilás que surgem durante todo o ano, porém mais costumeiramente na primavera e no verão. As flores são grandes, campanuladas e solitárias. Há a inflorescência de poucas flores, brancas ou azuladas cujo centro é amarelo.

As folhas têm aspecto verde, oval, de bordas dentadas e irregulares. A planta tem boa velocidade de crescimento, além de ser opção para cobrir pérgolas, arcos e caramanchões. Também se adapta a muros, grades e cercas. As flores são atrativas às abelhas mamangavas.

É necessário cultivá-la sob pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, precisando de regas regulares. As adubações periódicas que contenham farinha de ossos estimulam uma intensa floração. Suporta bem o frio subtropical e se multiplica por estaquia.

Tem origem na Índia e sua altura varia de 4,7 a 6 m. Também é chamada popularmente de Azulzinha.

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Como cultivar
Essa é uma planta que necessita essencialmente de sol, mas também locais com sombra, desde que pelo menos no horário da manhã ela pegue sol, também precisa de solo fértil e bem drenado. Na cova de plantio coloque adubo de origem animal de curral, bem decomposto já, umas 500 gramas devem bastar, caso seja de galinheiro, use metade do conteúdo.

Você também pode acrescentar 100 gramas de farinha-de-ossos e areia, misturando sempre com o composto orgânico feito de folhas. Use um tutor feito com sarrafos ou então conduza os ramos para um muro ou uma cerca, ou até mesmo pérgula, para ajudar o crescimento.

A rega não deve ser esquecida nunca, na hora do plantio e depois por mais ou menos uns 10 dias, sempre para garantir água para a muda. Depois espaçar para a rega normal do jardim.  Sempre haverá a necessidade  de controle de seu tamanho, então em época em que sua planta estiver sem flores, realize a poda do arbusto, deixando sempre pelo menos 6 gemas apicais em cada ramo. E após a poda, deve-se adubar a muda com adubo animal curtido e composto orgânico e sempre regar bem.

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Uso no paisagismo e na decoração
A tumbérgia é uma excelente planta para cobertura de pérgolas e caramanchões, mas em cercas vivas e muros elas ficam melhor ainda, derrubando-se em longos ramos floridos. Também pode ser consorciada com outra planta que pertence ao mesmo gênero, mas com outra coloração, isto é, você pode misturar as cores azuis e brancas, criando um belo efeito ornamental.

Reprodução
Esse tipo de trepadeira pode ser reproduzido bem facilmente através de sementes na primavera, e colocadas sobre um substrato do tipo leve, casca de arroz carbonizada ou uma mistura de areia e terra comum de canteiro, bem peneiradas.

Pode-se aproveitar para colocar em uma sementeira de produção ou em um recipiente grande em forma de cultivo comum. Semear e depois cobrir com terra seca peneirada ou areia, e regando logo em seguida.

Cubra com um plástico para manter a umidade e até que a germinação aconteça, e retire o plástico. O plástico aqui nesse caso serve para acelerar o processo de germinação, transformando o vaso em uma mini estufa, que abafa o ambiente e deixa-o mais quente e úmido, propício para a maioria das espécies que as sementes precisam pra brotar.

O local vira uma estufa com essa cobertura plástica. E quanto apresentar cerca de 6 folhinhas pode ser feito o transplante para um sacos com substrato feito de compostos orgânicos e adubo animal, com areia (tudo em partes iguais).

Não se esqueça de colocar o tutor antes de colocar a muda. Poderá ser apenas uma pequena estava de bambu, pois a planta ainda é pequena. Manter em estufa até a planta atingir 0,50 ou 1 m.

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Propagação
A propagação dessa planta pode ser feita através de estacas jovens na primavera, contando-as de 15 a 25 cm das pontas dos ramos ainda novos e colocando-os em substratos iguais ao da sementeira. Regue todos os dias até que o enraizamento aconteça. O uso de enraizadores pode garantir uma percentagem maior de indivíduos na produção.

Prepare um substrato com adubo animal e composto orgânico de folhas ou húmus de minhoca mais areia, em partes iguais, em seguida preencha os sacos de plantio, e coloque a muda e preencha com mais substrato, regando a seguir.

Depois vá repetindo o processo de rega todos os dias por pelo menos 10 dias para manter a sobrevivência da muda.

Mantenha o cultivo em local protegido e com 50% de sombra até a sua comercialização. Sendo preciso use tutores como escada ou tripé para que a muda seja conduzida já para formar sua forma de trepadeira, assim ela fica com ótima aparência para venda.

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Cuidados
Antes do plantio esse tipo de trepadeira, deve ser adubado pelo solo com fertilizante orgânico para que ela mantenha um crescimento regular. A cada 3 meses adicione também um pouco de adubo químico de NPK equilibrado e antes do inicio da primavera reforce a dose com o adubo orgânico e fertilizante de fósforo, essa é uma planta que floresce o ano inteiro, porém se destaca mais na época primaveril, logo é bom que ela esteja bem nutrida para que aproveitemos seu ápice.

Adicione também um pouco de areia grossa no solo para facilitar a drenagem e assim evitar que ele fique muito encharcado em épocas de chuva intensa.

A rega deve ser feita de modo a manter o solo sempre úmido, nunca encharcado. Com um fornecimento bom de água essa planta não terá problema mesmo nos climas mais quentes. Mesmo sendo uma planta tropical, ela não terá problemas com o sol e pode ser criada sem proteção alguma, apenas garanta que ela não fique ressecado com que lhe falte água.

Durante todo o seu crescimento no inicio da planta pode ser necessário ajudá-la a enroscar-se ao que você deseja que ela permaneça como trepadeira, nesse caso você pode ajudá-la com barbantes e outras cordas para amarrá-las em várias partes do local onde ela permanecerá crescendo ao longo do tempo.

Porém durante algum tempo, quando ela já estiver mais agarrada, a sua guia deve ser retirada, para que não atrapalhe o seu desenvolvimento e a prenda a ramos mais baixos. Assim ela seguirá crescendo sobre a mesma sozinha.

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Ipomeia-rubra

Também conhecida popularmente como Glória-da-manhã e Trepadeira-cardeal, a Ipoméia-rubra pertence à família Convolvulaceae. É uma planta originária da Indonésia, mas devido as suas condições de cultivo, podem ser encontradas em diversas regiões ao redor do mundo. Isso acontece principalmente em regiões que apresentam as características climáticas padrão da espécie que é o clima subtropical, equatorial e tropical.

Trata-se de uma trepadeira semi-lenhosa e volúvel, de crescimento moderado. Ela apresenta folhas perenes, palmadas, com cinco a sete folíolos verde-escuros e brilhantes. Os botões florais se assemelham a pequenos frutos. As flores são grandes, em forma de funil e de textura cerosa.

Na forma típica são de cor vermelho-bordô, mas ocorrem variedades de flores brancas-rosadas, roxas e rosas-arroxeadas, mais raras em cultivo. Elas têm estames longos com anteras de cor creme. As flores da ipoméia-rubra são muito atrativas para os beija-flores, abelhas e borboletas.

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É uma trepadeira tropical vigorosa, própria para revestir grades, treliças, cercas ou pérgolas. Apesar de delicada no seu primeiro ano, após seu pleno estabelecimento, ela se torna bastante resistente. Também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte adequado. Apesar de apreciar o calor, esta trepadeira pode ser plantada em ambientes protegidos, como interiores e estufas, nos países de clima temperado a frio. A floração se estende da primavera ao outono.

Quando essa planta é cultivada corretamente, pode crescer até 9 m dependendo da sua variedade. Ela possui um ciclo de vida perene, o que significa que ela leva mais tempo para completar o seu ciclo de brotação e com isso, folhas, flores e frutos aparecem o ano inteiro na sua planta. Mais alguns tópicos abaixo, vamos ensinar como você pode proceder para cultivar bem sua trepadeira cardeal.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Tolerante a podas drásticas.

A ipoméia-rubra é uma planta bastante rústica e de baixa manutenção. As podas devem ser realizadas após o florescimento, para controlar o crescimento e estimular a próxima floração. Multiplica-se por estaquia ou alporquia dos ramos e por sementes.

Esta trepadeira possui uma estrutura semi lenhosa e bem volúvel, o que faz com que seu crescimento seja um pouco moderado. As folhas dessa planta são perenes, como indicamos mais acima e por isso passam o ano todo crescendo pelos galhos.

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As flores são bem grandes e possuem uma forma semelhante a um funil, mas com uma textura bem cerosa.

Saber cultivar uma espécie de planta é muito importante se for desejado ter um exemplar em seu jardim. Muitas pessoas não se preocupam com o fato e plantas não terem apenas a rega como necessidade e acabam não sabendo por que uma tipo ou outro não viveu muito. Cada espécie precisa de uma atenção especial e esta deve acontecer desde a sua plantação, até o último galho da planta morrer.

Esta espécie em particular, pode ser cultivada tanto em vasos como diretamente no solo e esta decisão deve ser tomada sempre com muita atenção, levando em conta que nem todas as terras de um jardim são próprias para o desenvolvimento de uma espécie. Então nesse caso faz-se necessário o cultivo no vaso porque você compra a quantidade e o tipo de terra de jardinagem perfeita.

A trepadeira prefere ambientes com mais calor, mas isso não impede que você as mantenha em um ambiente que tenha o clima mais temperado e frio. Se você souber manter bem a sua planta, no período que vai da primavera ao outono, as primeiras flores começam a aparecer.

Preferencialmente, o cultivo dessa espécie vegetal deve ser feito em ambientes com meia sombra ou sob o sol pleno, o solo deve ser totalmente fértil e possuir uma capacidade de drenagem muito boa. A planta gosta de terra regada, mas não responde muito bem à solos encharcados ou com umidade muito forte e por muito tempo. O solo também deve estar temporariamente enriquecido com matéria orgânica.

A multiplicação da espécie é feita por estaquia, processo de alporquia dos ramos e por sementes.

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Poda
Realizar uma poda de tempos em tempos nas plantas é algo importante porque faz com que a sua planta cresça corretamente e mais bonita. No caso das trepadeiras as podas jamais devem ser dispensadas porque o tutoramento dessa planta é o que faz ela não se tornar invasiva ou crescer errado.

Para podar corretamente a sua ipoméia-rubra, basta prender todas as pontas da planta de forma que ela fique com a aparência mais cheia e também  mais curta, pois isso vai fazer com que ela cresça em menor velocidade.

Após esse procedimento você vai retirando as flores à medida que elas vão murchando para estimular o crescimento de flores novas. Já as folhas, você vai arrancar aquelas sem cor ou que estejam estragadas e mortas.

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Essência de flores
Encontramos essências de flores para os mais variados tipos de uso. No mercado popular vamos ter perfumes, desinfetantes, cheirinhos para armários e tudo o que você puder imaginar que precise dar um toque mais delicado e cheiroso a um ambiente. Apesar de não ser uma flor que naturalmente tem seu aroma muito conhecido, a flor da ipomeia-rubra é muito utilizada na produção de essências florais.

O seu uso mais comum é da flor roxa, que quando extraída a sua essência, é utilizada no sistema floral de Minas, sendo comercializada pelo nome de Ipomea, em referência ao seu nome científico. Já no sistema floral do nordeste, ela é produzida pelo nome de Água-azul que é uma mesclagem do aroma da flor rosa e azul da planta. O sistema floral da Califórnia também usa essa planta para produzir essência e ela é conhecida pelo nome de Morning glory, que tem como tradução algo do tipo “Glória-do-amanhecer”.

Pragas e doenças
Nenhuma planta está livre de ser infectada com alguma praga ou doença, principalmente quando não tem os cuidados que precisa. A atenção que você dispensa na hora de podar, regar e fertilizar a ipomeia-rubra é exatamente o que vai deixá-la mais resistente à esse tipo de mal.

Caso perceba que ela está perdendo as flores com muita frequência ou que estas apresentam algum tipo de mancha, busque um pesticida natural em qualquer loja de jardinagem para combater o problema o mais rápido possível.

Essas plantas são bastante rústicas e crescem facilmente, até mesmo em terrenos baldios, sem muitos cuidados.

São trepadeiras que exibem flores com coloração principalmente roxa, podendo apresentar outras cores também. Devem ser cultivadas em pleno sol, mas podem suportar o frio também.

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Rosa de Madeira – Ipomoea tuberosa

Trepadeira do tipo cipó, nativa das regiões tropicais das Américas, África e Ásia, perene, muito vigorosa, de crescimento rápido. Folhas divididas em cinco a sete lobos estreitos.

É o maior gênero botânico da família Convolvulaceae, com mais de 500 espécies. As espécies de Ipomoea são pequenas árvores, lianas, plantas arbustivas ou herbáceas, anuais ou perenes, que ocorrem nas regiões tropicais e sub-tropicais.

A rosa-de-madeira é uma trepadeira muito exótica e com um diferencial na sua floração. É uma planta perene e muito vigorosa,  e os frutos quando secos são cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira,daí a origem do nome popular.

Suas flores são amarelas, grandes, campanulada (como sino) na base, com sépalas ligadas e homogêneas. Quando as flores caem, se formam frutos envolvidos em cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira em forma de rosa, decorativa e muito usada em artesanato. Surgem no verão-outono. Pode ser usada em pérgolas, muros, cercas ou grades.

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As sementes são angulosas e conservam o poder germinativo por até 2 anos se forem guardadas secas e limpas em embalagens escuras.

Devido ao seu crescimento rápido e agressivo, o ideal é que a rosa-trepadeira fique a uma distância de no mínimo 7 m de outras plantas e construções, para não sufocar as plantas ou destruir telhados.

Apropriada para carramanchões e pérgolas altas, com no mínimo 2,5 m de altura. Plantar 2 mudas com uma distância de 3 m uma da outra, para que haja polinização cruzada e boa frutificação. Começa a produzir com 2 anos após o plantio.

Clima tropical
Cultivada a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica, drenado e mantido úmido.

Sua multiplicação se faz através de sementes. Usar saquinhos individuais com cerca de 30 cm de profundidade, em solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado.

Colocar a semente com o biquinho para cima, a pleno sol com regas suaves diariamente. A germinação deverá ocorrer de 15 a 30 dias. Quando atingir cerca de 40 cm já poderá ser plantada em local definitivo.

Deve ser adubada anualmente com esterco de boi bem curtido ou torta de mamona e farinha de ossos, distribuído a 30 cm do tronco.

Podas de condução devem ser feitas no primeiro ano de plantio, deixando de 2 a 3 galhos e ir conduzindo com arame até a altura da pérgola. Após 4 a 5 anos fazer uma poda drástica, deixando somente os ramos principais.

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Espécie de planta da família Bignoniaceae com origem do continente Oceania, sendo a sua maior incidência do mundo na Austrália. É categorizada como uma planta trepadeira.

A trepadeira-de-arco, quando bem cultivada, ela pode chegar até 4 m de altura e possui um ciclo de vida perene, o que significa que durante todo o ano ela terá folhas, flores e frutos nascendo, pois  a planta leva um tempo maior para completar o ciclo final de brotação que pode durar até 2 anos inteiros, sendo no caso da trepadeira-de-arco mais abundante em meses onde o clima é mais quente.

Essa planta é encontrada facilmente como cobertura de arcos, portões, cercas, treliças e pérgolas. Quando bem tutoradas, dão um ar todo especial à planta e deixam o ambiente ainda mais bonito. Para quem mora em regiões litorâneas, elas não são muito indicadas por não reagirem muito bem ao vento que vai acabar danificando as suas flores.

A trepadeira-de-arco possui uma estrutura semi-lenhosa e com ramos bem longos. Suas folhas são sempre compostas e se apresentam divididas em 7 folíolos na cor verde bem escura e com uma estrutura coriácea, o que significa que as folhas se assemelham muito ao couro. Elas são fáceis de quebrar justamente por terem essa última característica citada.

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As flores da planta aparecem sempre em cachos, são bem grandes e possuem um formato tubular. Elas exalam um perfume muito gostoso, o que faz com que o ambiente onde elas são cultivadas fique bem agradável. Quanto à sua coloração, as flores podem ser brancas ou rosadas. Na parte onde podemos chamar de garganta da flor, elas são sempre mais escuras, sendo a maioria rosa escuro. Existe ainda uma espécie de trepadeira de arco chamada de Alba, onde sua coloração é completamente branca.

Os frutos da trepadeira de arco não ganham tanto destaque na planta, mas aparecem sempre após um período certo de brotação. Eles têm formato elíptico e numerosas sementes em seu interior que ficam de forma alada (soltas) no fruto.

Cultivo da trepadeira-de-arco
Devido a sua região de origem, o melhor clima para se cultivar a trepadeira de arco é o subtropical e o tropical, mas se estes não forem os climas em que residem não precisa se preocupar porque poderão ter o seu exemplar bastando apenas que forneça essas condições para a planta.

Elas devem ser cultivadas a sol pleno, o solo deve ser muito fértil e rico em matérias orgânicas, as regas mantidas sempre de forma regular para que sua trepadeira de arco cresça bem. Ela possui um crescimento bem moderado, o que é considerado incomum para trepadeiras que costumeiramente crescem bem rápido e tomam o ambiente todo.

A multiplicação da planta é feita através das sementes retiradas de seus frutos ou então por estacas.

Fertilização da planta
Toda planta precisa de fertilizantes para crescer melhor e mais resistente. Cada espécie exige uma dosagem e um tipo diferente e no caso da trepadeira-de-arco, deverá ser utilizado cerca de 20 a 30 litros de esterco do tipo bem curtido ou então o NPK na formulação 04-14-08. No caso desse último a quantidade ideal é de 10 colheres de sopa. A aplicação deve ser feita sempre na terra e esta tem que ser bem misturada para surtir o efeito necessário na sua planta.

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Após 12 meses da primeira aplicação, refaça o processo para renovar os nutrientes do solo. A partir daí, de 3 em 3 meses o fertilizante deverá ser reaplicado de começando com 3 colheres de sopa do produto e aumentar de acordo com que a planta for crescendo. Evite colocar o fertilizante junto ao caule, sempre aplique ao redor dele e com uma certa distância.

Como podar
Toda trepadeira precisa ser podada com o tempo para que ela cresça bem direcionada e principalmente, para que não fiquem aqueles ramos soltos e sem desenvoltura, mais parecendo folhas presas do que uma planta em si. No caso da trepadeira-de-arco ela não vai exigir tantas podas, mas de vez em quando é bom realizar esse processo para que manter a planta no tamanho que desejar.

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Esse é um processo muito simples e deve ser feito sempre no início de cada primavera. É necessário apenas de uma tesoura de poda afiada e bem esterilizada para deixar a trepadeira-de-arco sempre linda.

Quando for podar a planta, faça sempre na época de seu florescimento e corte ou aperte todas as flores que estão mortas, afinal elas não terão mais utilidade para a planta. Como toda trepadeira ela precisa de fixadores para tutorar o crescimento, na hora da poda é indicado retirar esses fixadores para cortar a planta corretamente.

Evite remover mais de um terço da planta, principalmente na primeira poda. Após terminar esse recorte, retire todo o resto da planta que ficou no chão e jogue fora ou transforme em adubo, mas nunca deixe ali na terra.

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A rosa-trepadeira (Rosa hybrid) pertence à família das Rosaceas, são rosas híbridas, desenvolvidas especialmente cumprir com essa função, contendo flores mais bonitas e ainda galhos com maior flexibilidade.

Trata-se de um arbusto escandente, já que não possui sustentação que permita fixar num suporte, para que a mesma tenha a aparência de trepadeira, é necessário que seja amarrada. É uma planta perene e é originária do Japão e parte da região asiática.

Seu porte é ligeiramente grande, chegando a medir até 6 m de altura.

Quase sempre as flores dessa roseira apresentam um suave perfume, alcançando um tamanho piramidal, com diversas cores, dentre elas: amarela, branca, rosa e vermelha, despontando quase todo o ano, especialmente durante a primavera. Ela apresenta um fino caule, flexível e longo e para se desenvolver precisa de bastante luminosidade solar.

A rosa-trepadeira aprecia o clima frio e ameno e preferem bastante umidade, entretanto, sem deixar que o solo fique encharcado. É importante que se regue entre duas e três vezes por semana, especialmente entre os meses mais quentes do ano e somente uma vez nos meses nãos frios.

Podas leves, anuais, devem ser feitas para proporcionar a renovação de galhos.

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Devem ser cultivadas num solo areno-argiloso, que possua grande parte de matéria orgânica e ainda uma drenagem adequada, podendo suportar tranquilamente os ventos. Apesar disso é uma roseira bastante delicada, que pede um pouco mais de cuidado que outros tipos de plantas.

O melhor tipo de fertilização feita para essas roseiras é o uso de NPK na formulação 06-12-06, colocando o produto em volta do caule, mas não diretamente nele.

O plantio delas é perfeito para serem colocadas em muros, paredes, cercas, pórticos, e pilares, entretanto é necessário que se faça a amarração adequada.

A forma de se plantar a roseira é através de estaquia de galhos, especialmente durante o verão e a primavera.

É uma planta que se comprada nas floriculturas tem o valor muito alto, porém se forem compradas nas cidades produtoras, como Holambra – SP, cada muda ensacada sai em média R$ 3,00.

Qualquer um que esteja habituado a lidar com roseiras sabe que a roseira-trepadeira é bem mais resistente que as outras, tendo um perfeito desenvolvimento, se estiver num ambiente adequado. Elas resistem melhor ao ataque das pragas e precisam de quase nenhum monitoramento durante a fase de crescimento.

Além de regar normalmente, fazer uma pequena poda e acrescentar os fertilizantes corretos, os únicos trabalhos que se tem com essa planta, o que mais se fazer é sentar e apreciar a beleza e o perfume das flores durante a época de verão e primavera.

Esse tipo de roseira é bastante escolhido por aquelas pessoas que não têm grande experiência no cultivo, pois não requer uma criteriosa manutenção e cuidados, mas ainda assim é dotada de grande beleza.

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Materiais usados no cultivo da rosa-trepadeira envasada:
* 01 Vaso com tamanho aproximado de 40 cm de diâmetro;
* 01 Pacote de Cascalho para ser depositado no fundo do vaso;
* 01 Pacote de terra da o envasamento;
* 01 Muda de Roseira trepadeira;
* 01 Pacote de cobertura vegetal, mas não solta, em pedaços;
* 01 Pacote de Fertilizante com numeração 10-54-10;
* 01 Tesoura própria para se fazer a poda da roseira.

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Como proceder:
* A primeira coisa a se fazer é por no vaso uma camada que possua aproximadamente 05 centímetros de cascalho, para que o mesmo cubra o fundo do recipiente. Até a metade do vaso, cubra com a terra de envasamento;

* Retire a roseira trepadeira do saco que a envolve e faça a separação cuidados da raiz principal e das raízes exteriores, para fazer com as mesmas cresçam com maior facilidade no solo;

* Force um buraco no meio do vaso e no lugar disponha a roseira, de forma que fique na mesma profundidade que estava no saco de muda. Cubra toda a volta com o restante da terra de envasamento e reforce ao redor da base da roseira usando a força das mãos;

* Depois que tiver plantado a muda, ponha água na nova roseira. Logo depois, coloque uma leve camada de cobertura vegetal de aproximadamente 2,5 centímetros sobre a terra de envasamento, mas tomando cuidado para que ela não chegue muito perto do caule da roseira. Deixe o vaso num lugar que bata sol direto durante mais ou menos seis horas e regularmente;

* Durante a época do crescimento é importante que se mantenha roseira podada, fazendo a remoção das flores mais velhas. Esse procedimento irá contribuir para um novo florescimento da roseira em toda sua fase de renovação;

* É importante que a rega seja feita todos os dias, para que a terra seja mantida úmida e envasada o suficiente;

* Faça a fertilização da roseira sempre depois do surgimento das primeiras flores. Faça a mistura da água com o fertilizante, de acordo com as instruções trazidas na embalagem, tudo adequado com o diâmetro do vaso. Ponha a mistura ao redor da base da roseira, tomando cuidado para não colocar na folhagem. Faça essa fertilização ao menos uma vez durante o mês quando estiver em crescimento;

* Durante o período do inverno, ponha o vaso com a roseira num ambiente fechado, como uma garagem para que o mesmo seja protegido do frio. Essas roseiras que são cultivadas em vasos não se adaptam bem ao inverno, pois os vasos não protegem adequadamente as raízes das mais severas temperaturas;

* Caso queira proporcionar uma maior proteção à planta, deixe-a enrolada num serapilheira (camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição) quando ficar em ambiente fechado;

Sempre faça a poda da roseira entre o fim do inverno e o início da primavera, período em que a mesma se encontra em estado dormente. Remova aproximadamente um terço da planta, retirando os tocos até chegar ao broto. Remova pouco acima do broto e trace um corte voltado para o lado de fora, fazendo um ângulo com 45ºC.

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Também conhecida popularmente por côngea essa planta que está entre as espécies da família das Verbenaceae, tem a sua origem no continente asiático, mais precisamente da Birmânia, Índia, Malásia e Tailândia.

É uma trepadeira típica da primavera e muito comum entre as plantas dessa categoria. Ela pode também ser utilizada como arbusto em caso de você desejar criar caminhos ou tapetes de plantas que deixam a frente da sua residência muito mais bonita e florida.

Se cultivada sob as condições de luminosidade, solo e umidade correta ela pode crescer até 6 m de altura. Apresenta seu ciclo de vida perene, o que significa que é uma planta que floresce o ano todo. Inclusive o florescimento dessa planta é conhecido no mundo inteiro pelo seu poder decorativo.

As folhas da congéia são elíptica um pouco ovaladas e apresentam-se em uma cor verde clara e com algumas nervuras bem marcadas o que se tornou uma característica forte dessa planta.

As flores, mesmo sendo de uma planta com ciclo de vida perene, elas só aparecem no final do inverno e no início da primavera. Elas são brancas, bem pequenas e discretas e tem um tempo de duração bem longa. A cor muda de acordo com o tempo variando do rosa para o roxo e na sua fase final ficam na cor cinza e esse processo vai durar algumas semanas para acontecer.

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A congéia é tipicamente uma planta tropical, mas ela se adapta facilmente em qualquer tipo de clima. Cultivada sob o sol pleno, em um solo fértil e estando enriquecido com matéria orgânica própria, você precisará apenas irrigar corretamente e com uma periodicidade correta.

Sua multiplicação pode ser feita por estaquias ou por sementes. Existe um terceiro método, chamado alporquia, mas esse método só pode ser feito após o seu florescimento.

Cultivo
Por ser uma trepadeira, a congéia vai se adaptar sempre muito bem em regiões onde o clima é maior e não reagirá muito bem ao clima frio. Se residir em países onde o clima tradicional é temperado, é importante que a planta seja protegida durante o inverno. Essa proteção deve ser feita em estufas onde se pode simular a temperatura ideal para a planta.

Para plantar a congéia não será encontrada nenhuma dificuldade. Primeiramente deve-se escolher o lugar e isso deve ser bem analisado, pois a planta precisa de um espaçamento sempre de pelo menos 1 m entre uma rama e outra. Isso é necessário porque ela se espalha bastante e se for planta muito junta, faltará espaço para a flor se desenvolver bem. O ideal é que seja escolhido um lugar de pleno sol para que a congéia receba bem os raios solares durante o dia todo.

Escolhido o lugar ideal, é necessário fazer a cova em um tamanho que caiba uma mão fechada. Nessa cova, deve ser colocada com muito cuidado a muda da congéia e preenchido o buraco  com terra rica em composto orgânico. É importante sempre lembrar de que é indicado fixar bem a muda na terra para que ela cresça bem e sem nenhuma deformidade.

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Depois que as primeiras folhas começarem e dominar o jardim, é importante que se faça uma poda para que o crescimento da congéia seja mais perfeito ainda. Essa poda além de ajudar a planta crescer igualmente, ela ainda vai fortalecer os galhos que crescerão depois dessa primeira poda. O ideal é cortar pelo menos 20 cm da ponta da planta para realizar esse procedimento certo.

Na primeira fase da planta, é importante se faça a rega todos os dias, pois ela vai precisar de solo muito úmido. Quando as raízes se soltarem da terra e das mudas, a planta já pode ser distribuída como preferir e começar a ornamentar o jardim.

Como já foi mencionado, este tipo de planta floresce no inverno e início da primavera com suas pequeninas flores brancas e discretas, circundadas por brácteas em forma de uma hélice, que mudam de cor gradativamente à medida que o tempo vai passando.

Do rosa para o roxo, depois para o cinza. As flores são tão densas que mal se pode ver a sua folhagem. A planta gosta de clima tropical e sol pleno, mas se encaixa bem em jardins, compondo cercas, muros e grades, servindo de suporte em caramanchões, pérgolas e pórticos, ou ainda como uma linda cerca.

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As plantas da espécie das trepadeiras são muito utilizadas por paisagistas e decoradores para dar um toque de beleza e natural aos jardins a alguns tipos de ambiente devido as suas características ornamentais, pois essas plantas apresentam naturalmente uma grande beleza e praticidade de cultivo, o que as tornam quase que essenciais para serem usadas com fins paisagísticos em jardins.

Assim, também acontece com a planta trepadeira chamada Estefânia, conhecida de forma popular por sino de catedral (devido ao formato de suas flores).

A Estefânia é uma espécie de planta pertencente a família das Polemoniaceae (família de plantas angiospérmicas – plantas com flor).

A Estefânia é uma planta oriunda do México e é popularmente conhecida como Cobéia, Sino-de-catedral e Sino-de-convento. Ela é uma planta tipicamente de clima tropical, porém se adapta com facilidade a outros tipos de clima.

Trata-se de uma espécie de trepadeira tropical e de textura semi-lenhosa, que apresenta um crescimento rápido, vigoroso e forte, possuindo um ciclo de vida perene (são plantas que possui ciclos de vida longos, permitindo que a planta sobreviva por mais de dois anos).

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A Estefânia é um tipo de trepadeira que apresenta um caule muito ramificado, e o seu caule pode medir algo em torno de 1,0 (um) a 3,0 (três) m de comprimento.

A planta apresenta uma folhagem longa e um crescimento escandente (planta que cresce emitindo os seus novos brotos para cima, de forma que possa subir por arvores, etc. em direção à luz).

Apresenta gavinhas (estrutura com função de agarrar ramos, folhas, galhos que sirvam de apoio para a planta que se encontra em crescimento) na base de suas folhas, e através delas a Estefânia consegue se sustentar. As suas folhas apresentam uma coloração verde escura, e são formadas por até seis extremidades em forma de penas alternadas de forma bem harmônica na planta.

Entre as folhas da surgem os frutos, em formato de cápsula, no entanto não são comestíveis e trazem um grande numero de sementes que facilmente se propagam, sendo uma das formas de reprodução da planta.

As sementes possuem um tamanho grande e são aladas (sementes que facilmente se espalham com o auxilio do vento), e se propagam de maneira tão fácil e rápida (levam de 04 a 14 dias para germinarem).

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A Estefânia é considerada como uma planta invasiva ou invasora (planta considerada indesejada por atrapalhar o cultivo de outras espécies de plantas).

Possui um cálice vasto e espaçoso, de coloração esverdeada, aberto em quatro e estriado e a corola possui um formato de sino, que aparece inicialmente com a coloração esverdeada e aos poucos vai ficando com a coloração roxa, verde arroxeada, cremosa, branca e púrpura de acordo com o tempo de vida útil da planta.

Por ter flores em formato de sino, são conhecidas como sino de catedral e sino de convento, normalmente florescem no verão e na primavera e levam em média 120 dias para o florescimento.

Cultivo da Estefânia
essa é uma planta que pode ser cultivada sob o sol pleno quando ela for plantada em locais com temperaturas mais amenas e frias (frio sub tropical), ou quando plantada em locais que apresentem o clima mais quente ela será cultivada à meia sombra.

Precisa ser cultivada em um solo que seja fértil e apresente uma boa condição de drenagem. É interessante que o solo seja enriquecido com a utilização de material orgânico, como o esterco (pode ser bovino ou de aves), e fazendo a cada dois meses um reforço na adubagem. Além disso, a Estefânia precisa ser regada regularmente.

Devido ser uma planta de características de clima tropical, ela não suporta clima extremamente frios ou geadas.

Devido às suas características a Estefânia pode precisar de um suporte para que o seu crescimento aconteça de forma normal. Ela é uma planta que possui um grande valor ornamental para ser cultivada em jardins, no entanto, também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que sejam devidamente sustentadas e podadas, servindo como ornamentação em uma treliça ou parede.

Devido a sua força, beleza e vigor, a Estefânia também pode ser usada de forma que cobertura para caramanchões, cercas, grades, pergolados e inclusive arvores de grande porte.

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A Estefânia se propaga basicamente de 03 (três) maneiras:
1 – Através das sementes que caem dos frutos e se propagam com extrema facilidade;

2 – Por estaquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas, que se baseia em plantar estacas (feitas de caules e raízes com folhas) que são postos em locais úmidos para que se desenvolvam novas plantas;

3 – Por alporquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas que se baseia em incentivar o crescimento de raízes secundárias em um ramo, caule ou raiz da planta. Normalmente essas raízes secundárias ficam envoltas em um saco plástico, e após o crescimento dessas raízes, elas são destacadas e plantadas em outro local para que assim surja uma nova planta.

Utilização no paisagismo
A Estefânia é uma planta muito usada com efeitos paisagísticos devido a sua grande beleza e características ornamentais. Como ela é uma planta vigorosa e forte, ela é indicada para fazer a cobertura de estruturas fortes e grandes, como exemplo: muros, pérgolas, caramanchões e árvores.

Apesar de poder ser cultivada em vasos e treliças, a Estefânia é uma planta forte e vigorosa, e acaba ficando desproporcional para essas estruturas mais delicadas. Por isso, é necessário que seja feita uma ramagem, para que a planta cresça com o direcionamento desejado e fique bem fixada ao suporte que a pessoa deseje.

Além de ser uma planta muito bela, as flores da Estefânia possuem um saboroso aroma almiscarado, o que atrai abelhas e borboletas para próxima de si, o que dá um ar mais belo a planta.

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A trombeta-chinesa é uma planta de origem asiática, mas que pode ser lindamente cultivada em outros lugares também. Por ser uma planta bonita e suas flores chamarem muito a atenção, é muito solicitada por decoradores e paisagistas, principalmente para crescimento vertical.

Vale a pena ter algumas trombetas-chinesas na mureta ou no portão da sua casa, para deixá-lo ainda mais charmoso.

Ela é uma planta trepadeira que está entre as espécies da família Bignoniaceae. Como as características de sua região de origem conta muito para o seu crescimento, a trombeta-chinesa prefere locais onde a temperatura possui características de clima continental, mediterrâneo, subtropical, temperado e tropical.

Com esse tipo de clima ela pode ser cultivada a meia sombra ou o sol pleno. A partir dessas condições climáticas, o seu crescimento atingirá a sua totalidade de altura que é de 9 m no máximo e 6 metros no mínimo. Essa planta é muito vigorosa e por ser perene, ou seja, com florescimento durante todo o ano, é muito procurada para decoração.

Devido à estrutura do seu caule e de suas raízes, essa planta é favorecida para o seu crescimento vertical, o que dificilmente acontece com flores. As folhas são grandes e apresentam-se com nove folíolos glabros com as pontas serrilhadas.

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Suas flores também são grandes e apresentam-se apenas com uma coloração, sendo um laranja-avermelhado. A trombeta-chinesa também apresentam frutos classificados como cápsulas, mas sem grande importância para a planta.

A trombeta-chinesa é muito utilizada na cobertura de árvores secas, colunas de casas, grades, cercas, portões, arcos, ou qualquer outro detalhe do tipo. Por ser uma planta bem rústica, não exige cuidados muito especiais e caracteriza-se também por ser uma planta de fácil cultivo. O fato de ser uma planta rústica faz também com que ela seja muito resistente às doenças, mas ainda assim é bom termos cuidados sobre isso.

Como cultivar a trombeta-chinesa
A floração da trombeta-chinesa acontece geralmente no verão e no outono e seu cultivo deve ser sempre baseado nisso. Por exemplo, as podas devem ser feitas preferencialmente no final do inverno para ajudar os ramos na florescência.

O solo deve estar muito drenado, fertilizado e enriquecido de material orgânico e as regas devem ser constantes para a sua planta. Por ser uma planta rústica, a trombeta-chinesa consegue tolerar muito bem as geadas e o frio desde que este último seja moderado, mas as baixas temperaturas podem causar a perda de parte de suas folhas e essa perda consequentemente vai reduzir a sua floração. Sua multiplicação pode ser feita por através de estaquias e sementes.

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Como plantar
É necessário ter a noção direta sobre como plantar a trombeta-chinesa para que ela se desenvolva perfeitamente.

Essas plantas desenvolvem-se melhor em solos mais arenosos ou um pouco argilosos e levemente alcalinos. Confira o passo a passo mais abaixo.

Passo 1: Faça uma cova para o plantio da trombeta-chinesa no tamanho suficiente para caber completamente o torrão ou as sementes.
Passo 2: Coloque aproximadamente 500 gramas de adubo de ave do tipo bem composto para cada 100 gramas de farinha-de-ossos para partes de composto orgânico ou húmus de minhoca suficiente para adubar bem a cova. Misture esses três ingredientes muito bem antes de colocar na terra.
Passo 3: Coloque o torrão ou as sementes e preencha a cova bem com a mistura que foi mencionado acima.
Passo 4: Para direcionar bem a trombeta-chinesa para a cerca ou para o muro, o ideal é que seja usado tutores simples.

Agora que sua trombeta chinesa está devidamente plantada, basta apenas manter as regas regulares para que ela cresça bem. O ideal é que nos primeiros dias seja regada todos os dias e só suspenda se acaso chover. Não deixe a areia seca, mas também não encharque muito o local plantado.

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Nota:
Na reprodução através das sementes, será necessário realizar um processo chamado estratificação, que é como se se a semente fosse enganada, para que ela germine mais rápido. No caso da trombeta-chinesa, o tempo ideal de estratificação é de apenas 2 meses. Para fazer a estratificação corretamente, é preciso colocar uma camada de sementes lado a lado cuidadosamente, entre duas camadas de areia de construção muito bem lavadas e secas ao sol. Essa mistura deve ser guardada em um pote totalmente fechado e livre de luminosidade e deixada na geladeira pelo tempo indicado acima.

Como o tempo de plantio ideal para as trombetas chinesas é no inverno, é indicado que seja bem programado esse processo para retirar exatamente no período certo. Depois dos dois meses, retire a mistura e replante em um substrato e casca de arroz carbonizada ou se não tiver, em areia mesmo, deixando as suas sementes totalmente cobertas. Cubra com plástico transparente para que a umidade da planta seja mantida.

Quando atingirem aproximadamente 10 cm de altura, elas devem ser transplantadas para potes ou sacos plásticos adubado com um substrato misto de húmus de minhoca ou então com composto orgânico e adubo de aves do tipo bem decomposto. Deixe longe do sol até atingir 30 cm de altura. A partir desse tamanho até atingir o sol, pode receber um pouco de luz.

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Vamos encontrar todo tipo de planta na natureza e por mais que ela seja estranha, sempre vai ser amada por um determinado grupo. Existem aquelas pessoas que gostam mais de flores, de árvores frutíferas, de ervas, aquelas que só cultivam plantas com alguma função medicinal, entre outras diretrizes.

Há também aquelas que amam as trepadeiras, essas plantas que nascem de uma forma bem diferente das outras e que ajudam a deixar qualquer ambiente muito mais bonito.

Como sabendo que mesmo não sendo o maior destaque de uma planta, a maioria consegue brotar flores, separamos um grupo de trepadeiras floridas que podem ser cultivadas a vontade em seu jardim e deixar seus muros ou tutores ainda mais encantadores.

Mais abaixo existem alguns detalhes de uma forma geral sobre as trepadeiras floridas, como cultivá-las  e dicas importantes para tê-las em seu jardim.

O que são plantas trepadeiras?
Pela lógica a resposta será que trepadeiras são plantas que nascem sobre muros, treliças ou qualquer outro tipo de armação que conduza a um crescimento na vertical. Acontece que algumas plantas quando são bem tutoradas também consegue esse feito e não dessa espécie então toda trepadeira cresce na vertical, mas nem toda planta que você vai encontrar em muros, por exemplo, são trepadeiras.

Trepadeira colorida
As verdadeiras trepadeiras são plantas arbustivas e que devido a sua origem e condições da espécie precisam de suporte para alcançar mais luz do sol. É por isso que elas trepam-se sobre as mais variadas superfícies e se não existir um tutor correto, se tornam extremamente invasivas.

Existem diversas técnicas que as plantas trepadeiras utilizam para usarem as estruturas de apoio e essas técnicas acabaram por separarem as plantas em grupos.  Para entendermos melhor cada técnica e classificação desta, vamos tratá-las separadamente.

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Trepadeiras de raízes adventícias
Pode-se dizer que estas trepadeiras são as mais populares porque são aquelas que encontramos como revestimento de muros. As raízes desse tipo de trepadeira nascem a partir dos caules e com isso fixam-se mais facilmente no seu suporte. Com essa forma de raíz elas também absorvem mais água e os nutrientes que precisam para se manterem bonitas. Alguns exemplos de trepadeiras de raízes adventícias são: Hera, Unha de gato e Falsa vinha.

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Trepadeiras com gavinhas
Esse tipo também recebe o nome de trepadeiras sarmentosas. Essas plantas podem ser compostas de floras ou de ramos que são modificados de um jeito que eles se agarram no suporte onde vão crescer e dessa forma se fixam nele.
Alguns exemplos de trepadeiras com gavinhas são: Maracujá, Amor-agarradinnho, Kiwi, Madressilva, Glicínia, Ervilha-de-cheiro e Clematites.

Trepadeiras com pequenas ventosas
Como o nome já indica, essa forma de cultivo faz com que a planta se fixe no suporte através de um sistema de pequenas ventosas que são formados nos caules das plantas. Esse sistema natural permite que a trepadeira aparente esteja colada ao suporte que lhe carrega. Um exemplo de trepadeira de pequenas ventosas é a Vinha-virgem.

Trepadeira de espinhos e acúleos
O nome dessa categoria também já diz muito sobre a planta. Essa espécie de trepadeira possui pequenos prolongamentos com pontas que podemos considerar como espinhos. Estes “espinhos” ficam por todo o caule da planta sendo também a forma como elas se fixam ao suporte. Eles também fazem o papel de proteção da espécie. Um conhecido tipo de trepadeira com espinho são as Roseiras.

Roseiras volúveis
São aquelas trepadeiras que se enrolam em seu suporte durante a fase de crescimento. Não existe limite para que isso aconteça e elas conseguem suporte até em um simples fio de nylon, mas são preferencialmente cultivadas em colunas.

Alguns exemplos de trepadeiras volúveis são: a Tumbérgia-azul, a Madressilva e a Sapatinho-de-judia.

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Arbustos conduzidos como trepadeiras
No primeiro tópico do texto foi falado sobre as plantas floridas que podem ser tutoradas como trepadeiras. Para que você faça esse processo em seu jardim, é necessário que a flor tenha caules bem lenhosos e muito compridos para buscar apoio no suporte.

Alguns exemplos de flores que podem ser usadas nesse caso são: a Tecoma, a Tumbérgia, a Alamanda e a Rincospermum.

Poda de trepadeiras floridas
Claro que para ter um jardim bonito você precisa realizar algumas podas com frequência. Dependendo a trepadeira que você escolher, a quantidade de podas pode ser bem pouca e você vai precisar apenas realizar pequenos aparos para tutorar o crescimento da sua planta. Qualquer trepadeira florida deve ser podada sempre antes da floração para que elas suportem o peso de suas flores e também para que a poda estimule o aparecimento de mais botões na época certa.

Cultivo de trepadeiras floridas
Se a sua trepadeira for cultivada a partir do solo, observe bem se ele está com condições adequadas para receber a espécie. O solo deve ter uma boa capacidade de drenagem, deve ser fertilizado antes da plantação e periodicamente após esse processo e ter uma estrutura solta. Este último detalhe pode ser obtido descompactando-o e acrescentando sempre doses extras de matéria orgânica, pois esse composto ajuda a melhorar a estrutura do seu solo. O adubo também deve ser acrescido nesse processo e isso deve ser feito todos os anos sempre no início da primavera e do verão.

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Uma dica muito importante sobre o cultivo de qualquer trepadeira, é que ela deve ficar em locais com uma quantidade considerável de vento. Quando eles sopram com mais frequência, faz com que a planta se acomode ainda mais no suporte e fiquem mais agarradas a eles.

Evite apenas ventanias muito fortes para não danificar a sua planta.

Se o cultivo das suas trepadeiras floridas for feita em muros, é indispensável que você sempre deixe um espaço para que a raiz da planta se desenvolva. Isso deve ser atentado principalmente em arbustos sob tutoramento. A distância entre 30 e 40 cm é a ideal para qualquer trepadeira florida.

Todas as espécies que citamos aqui no texto como exemplo, são trepadeiras que dão lindas flores e com condições individuais de cultivo. Agora é só escolher aquela que mais se adapta ao seu ambiente e começar a cultivar hoje mesmo.

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