Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

Jacquemontia pentanthos

Trepadeira semi-lenhosa originária da América Central, América do Norte, Estados Unidos e México.

O vistoso florescimento se estende por todo ano, porém com mais intensidade no inverno e após as chuvas. Suas flores são em forma de sino, azuis e delicadas, despontando em cachos nas axilas foliares. Elas se abrem pela manhã e permanecem abertas durante todo o dia, fechando-se à noite.

Trepadeira ideal para cobrir treliças, cercas de alambrado, e outras estruturas leves nas quais possa se enrolar e subir.

No auge de sua floração, é possível ver mais de cem flores abertas em um só dia, com efeito espetacular. Seu crescimento é rápido, controlado e ela é muito rústica. Apesar disso, não é muito grande e nem muito longeva, de forma que seu uso não é indicado para grandes suportes.

Também é interessante seu cultivo em vasos e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte adequado para trepar. Desta forma, ficam perfeitas para entradas de casas e adornando pátios e varandas ensolaradas.

Seu cultivo deve ser sempre sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Tolera curtos períodos de estiagem, após o pleno estabelecimento, mas não resiste ao encharcamento prolongado. Pode ser cultivada em regiões litorâneas, pois é tolerante  à maresia e salinidade dessas regições.

Sua beleza se perde com o passar do tempo, necessitando o plantio de uma nova muda. Sua multiplicação é feita por estaquia dos ramos.

18

IMG_9918

Trepadeira herbácea, suculenta e epífita, originária da Ásia. Como o próprio nome diz, ela tem as folhas em forma de coração, por este motivo essa flor-de-cera é conhecida e cultivada no mundo todo. Os ramos produzem raízes aéreas, que em seu habitat, são responsáveis por absorver nutrientes da matéria orgânica acumulada nas forquilhas das árvores. As folhas são brilhantes e de cor verde clara.

Hoya kerrii 001

Ocorre ainda uma forma variegada, com as margens das folhas de cor branco-creme. Como outras flores-de-cera, sua inflorescência é do tipo pendente e muito durável.

Floresce no verão, apresentando numerosas flores cerosas, pequenas e com perfume suave. As flores são uma sobreposição de duas estrelas. A maior, na base é a corola, enquanto a menor, no ápice é a corona.

A corola é branca e a corona é vermelha. Em vasos deve-se deixá-la crescer livremente como trepadeira, replantando em um vaso maior e oferecendo-lhe algum suporte, como treliças, grades, cercas, etc. Inicialmente o crescimento da planta-coração é bastante lento e em fases.

Depois que ela cresce um pouco e apresenta uma dezena de folhas, seu crescimento vai tornando-se gradativamente mais rápido e intermitente. Pode demorar anos para florescer pela primeira vez. É ideal para pátios, varandas e interiores bem iluminados.

Hoya-kerrii-conozca-la-planta-del-corazón

Seu cultivo deve ser sob meia sombra ou luz difusa, em solo bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A planta não tolera encharcamento, apodrecendo rapidamente as raízes. Aprecia o calor tropical e as regas devem ser reduzidas no inverno. Aprecia fertilização orgânica leve na primavera e verão.

O sol direto provoca queimaduras nas folhas. Não tem problema nenhum se plantada em vasos apertados e sua multiplicação é facilmente feita por estaquia de ramos ou folhas, postas a enraizar em substrato humoso e drenável, mantido úmido.

240x320_030

Cipo de Sino

São plantas que têm o caule longo, flexível, e não se sustenta verticalmente, a não ser que apoiadas em suportes ou tutores.

A maior parte da raiz é superficial, logo, a cova deverá ser maior em largura do que em profundidade.

O plantio desses vegetais é adequado para formar uma cortina vegetal, dar encanto e beleza ais jardins residenciais e públicos, subir em árvores e muros revestidos com pedras naturais, etc.

Existem quatro tipos de trepadeiras: sarmentosas, volúveis, cipós e arbustos escandentes.

Sarmentosas – são as que apresentam órgãos de fixação natural. Geralmente não sobem em árvores de tronco liso.

Volúveis – apresentam caules que se enrolam nos tutores, ou suportes, em movimentos espirais. Quando atingem o teto da pérgola, treliça, etc., como não têm mais para onde subir, ficam com seus ramos pendentes. Contudo, há dois movimentos para a direita ou para a esquerda.

Cipós ou lianas - possuem caules rijos, sem fixadores e não se enrolam nos tutores. Crescem em busca da luz e até se encurvam com o próprio peso.
Encostando-se num ponto firme, formando um arco, surge o broto, que repete o processo. Exemplo: Sete-léguas, Trombeteira-da-china, papo-de-peru.

Arbustos escandentes - podem formar um arbusto se deixada crescer livremente. Já plantada junto a cerca, muro ou pérgola onde possa apoiar seus longos galhos, adquire a forma de trepadeira.
Exemplos: roseira trepadeira, viuvinha, glicínia, alamanda, etc.

Plantio
O ideal é abrir uma cova de 1m, depois fechá-la, deixando uma coveta com o diâmetro do recipiente (saquinho) que deve ser retirado no plantio, esse procedimento deixa o solo mais solto e facilita o desenvolvimento da raiz, evitando que se enovele; em seguida faz-se a calagem e a adubação. A calagem é efetuada para equilibrar o pH do solo.

Poda
Poda de conformação: retirada dos ramos inúteis, durante o crescimento
Poda de limpeza: devem ser retirados os galhos secos e folhas mortas
Poda de crescimento: provoca o crescimento em certas direções
Época da poda: deve ser feita no inverno, ou após a floração, frutificação.

Tipos de trepadeiras
Floridas: Flor-de-são-joão, flor-de-cera; amor-agarradinho, jasmim.
Perfumadas: Ipoméia branca; rosa-trepadeira; glicínia; madressilva.
De folhagem: Guanimbé, monstera.
Medicinal: Guaco, jaborandi.

Tutores
São apoios que direcionam a trepadeira. Devem se adequadas ao hábito da planta. Geralmente é uma haste de madeira que se coloca ao seu lado, para servi-lhe de sustentação.

Caramanchões
Os caramanchões são as maiores e mais caras estruturas para as trepadeiras. De madeira maciça, metal ou concreto, os caramanchões são feitos para durar. Por isso suas colunas devem ser chumbadas ao terreno com concreto, protegendo-se assim sua estrutura dos tombamentos e da umidade.
A altura dos caramanchões deve ser de no mínimo 2,5 m, para que as pessoas mais altas possam usufruir do espaço com conforto. Podem ser revestidos com trepadeiras de flores pendentes por terem uma estrutura mais alta, tais como sapatinho-de-judia, jade, etc.

Pergolados
São suportes mais leves que caramanchões e podem ocupar espaços menores. As pérgolas são formadas por uma ou duas séries de colunas paralelas. Elas podem ser de madeira, metal, concreto ou bambú e servem para proteger e criar espaços de lazer e interação com a natureza. Podem ser colocadas em varandas, garagens, jardins internos, sobre bancos ou simplesmente para proteger outras plantas, como um pequeno orquidário, por exemplo.

Cercas ou alambrados
Normalmente são bem feinhas quando solitárias, mas com trepadeiras, elas podem ser transformar em floridas cercas-vivas. Mesmo as cerquinhas de madeira, mais simpáticas, ficam graciosas com trepadeiras delicadas. Para este tipo de suporte, as trepadeiras mais indicadas são as floríferas, de crescimento rápido, principalmente as volúveis e com gavinhas.
As cercas e portões com trepadeiras, podem ser muito úteis, escondendo estruturas feias, e protegendo a residência da poluição, seja ela provocada pelo pó ou pelo som. Além disso, elas resguardam a casa e o jardim de olhares curiosos, garantindo a privacidade dos moradores.

Coroamento de muros
Com uma trepadeira bem conduzida, os muros podem ganhar graciosidade e beleza, pois os contornos naturais e curvilíneos da planta suavizam as linhas rígidas da construção. Além disso, o muro sempre ganha pelos menos alguns centímetros em altura, favorecendo desta forma a privacidade e a proteção contra a poluição.
Neste caso podem ser usadas tanto trepadeiras volúveis e sarmentosas como arbustos escandentes. Só o manejo e o tutoramento serão diferentes. As trepadeiras necessitarão de suportes que as levem até o topo dos muros, indicando o caminho. Estes suportes podem ser fixos ou temporários, disso vai depender a espécie escolhida e suas características. Trepadeiras lenhosas que engrossam o caule com o passar dos anos, dispensarão os tutores depois de bem estabelecidas.
Este tipo de utilização deve atentar para o bem estar dos pedestres também. Galhos espinhosos e compridos, pendendo sobre o caminho, podem ferir as pessoas e render sérios incomodos. Melhor cuidar para que a trepadeira traga somente alegrias e flores, com amarrações e podas periódicas.

Arcos
São suportes simples, leves, geralmente metálicos ou plásticos e que remetem a um jardim romântico. Eles são suportes ideais às trepadeiras que necessitam ter seus ramos arqueados para florescer em abundância, como as roseiras trepadeiras.
Eles possuem a vantagem e a facilidade de se encaixar em diversos espaços. Um jardim pequeno, pode usufruir de um cantinho agradável com um arquinho sobre um banco ou uma cadeira de balanço. Portões pequenos ou grandes, transformam-se em pórticos quando emoldurados por arcos. A sensação que se tem é que estamos deixando o mundo lá fora e adentrando um mundo mágico, como um jardim secreto.

Treliças
As treliças são suportes charmosas e práticas as treliças podem ser feitas de vários tamanhos. Podem ser de madeira, metal, bambú ou plástico. Sua forma básica é feita pelo cruzamento ou entrelaçamento de ripas em “X”. Com uma ampla gama de modelos prontos ou feitos sob medida, elas se encaixam em diversas utilizações e estilos de jardim. Sua integração com o ambiente vai depender da habilidade do paisagista em combinar os materiais e acabamentos com os diferentes tipos de arquitetura e estilo.
A união de treliças com outras estruturas também pode ser harmoniosa. Assim pode-se ter um caramanchão ou pérgola com paredes treliçadas, ou até mesmo cercas treliçadas, tudo para oferecer suportes mais charmosos e apropriados para a ascensão das trepadeiras.

janel9

flores-de-cera

Planta perene, de folhas rígidas e coriáceas, carnosas e glabras, caule tortuoso com raízes que se prendem a suporte ou outras plantas, sendo considerada um cipó de tamanho médio. É uma planta originária da Ásia, Austrália, Oceania

É cultivada pela beleza de suas flores, pequenas, estreladas com pecíolo cor-de-rosa claro, parecendo açucaradas e que se prendem a estruturas cilíndricas que florescem todos os anos.
Seu florescimento vai da primavera até o outono.

Necessita de meia sombra, o sol forte queima suas folhas. Tutores, fios de arame, treliças são necessárias para suportar seus ramos, podendo ser cultivada em solo de canteiro junto a muros ou mesmo em vasos.

Preparar o solo com uma mistura rica em material orgânica, como composto de folhas e húmus de minhoca, colocando na cova de plantio o adubo granulado formulação NPK 10-10-10.
No fundo da cova não esquecer de colocar areia para garantir boa drenagem.
A adubação de cobertura poderá ser feita uma vez por ano, no inverno,antes que inicie sua florada.

As regas deverão ser regulares no verão e quase suspensas no inverno.
Locais protegidos de ventos e do frio são os melhores para cultivo, pois a flor-de-cera não tolera temperaturas muito baixas.

Para fazer a propagação da espécie, utilizar ramos com folhas pois as gemas têm capacidade de enraizamento fácil.
Por vezes ao tocar as folhas no solo estes enraizam, aproveitar a ocasião para fazer as mudas, mas aguarde a planta não estar com flores , evitando um stress muito grande.

Seu cultivo em pérgolas e arcos é muito interessante, porém não conseguirá sozinha preencher uma pérgola, necessitando de muitas mudas.

O melhor modo de colocá-la num projeto de ajardinamento é um poste da pérgula, enrolar a planta ao redor de uma luminária no jardim(desde que não fique com sol da tarde forte nas folhas), colocar num vaso com treliça de bambu.

A consorciação com outras plantas não costuma dar muito certo, pois ela é um cipó, uma liana que vai se enrolando nas outras plantas perto.
Se permitir ela irá se enrolar nas grades de ferro e formar uma rede, quando desejar pintar a grade verá que sua benevolência com ela é prejuizo seu.

Mas é uma bela trepadeira, exótica, que atrai olhares quando está florida e para pequenos espaços nos jardins, para jardins de sacada faz belo efeito.

por do sol

Heras

Hera
Hera (Araliaceae) é uma planta conhecida popularmente como trepadeira e geralmente é usada para revestir paredes, muros ou árvores.

É chamada de trepadeira devido ao fato de se agarrar à diversas superfícies para crescer e se sustentar. Por isso é utilizada como planta ornamental e em cercas vivas.

Embora muitas pessoas as vejam como verdadeiras pragas, a verdade é que estas lindas plantas não são de todo parasitas, uma vez que embora se possam apoiar em outras plantas ou troncos de árvores, elas não usam a seiva como alimento. No entanto é preciso tomar cuidado ao usar esta planta, pois o contato com a seiva pode provocar dermatite alérgica e provocar incômodo. Também os seus frutos e folhas não devem ser consumidos, visto que também são tóxicos para pessoas e alguns animais.

As folhas dessas plantas é de coloração verde escura e brilhantes, e suas flores são hermafroditas e pequeninas, possuindo coloração amarelo-esverdeada. O período de floração ocorre entre setembro e outubro. Locais úmidos são preferidos pela hera.

Estas plantas não são parasitas, pois embora se apóiem no tronco de árvores, elas não usam a seiva como alimento ou seja, só se apóiam na árvore e não a parasitam. Os frutos dessas plantas aparecem na primavera e são tóxicos.

As folhas da hera possuem propriedades medicinais quando usadas em infusões, sendo usada no combate de bronquite, pois possui efeito broncodilatador e expectorante.

Como acontece com outro tipo de plantas, também a hera necessita de alguns cuidados essenciais para se manter sempre bonita e vistosa. Destaco os seguintes:
- Luz – A hera é uma planta que não necessita de muita luz para crescer. Contudo, também não deve ficar em lugares demasiado escuros da casa. Coloque estas plantas, de preferência, em zonas da casa com alguma iluminação e que não seja direta, pois esta branqueia as suas folhas.

- Temperatura – A temperatura ideal para mantê-las encontra-se entre os 12ºC e os 20ºC. É fundamental que esteja num ambiente com bastante umidade e sem correntes de ar.

- Regas – A hera não suporta solos encharcados, por isso a rega deve ser efetuada com alguma prudência. Não há necessidade de muita água. Tente regar a cada dois dias no verão e no inverno uma vez por dia. É também importante que o solo tenha boa drenagem.

- Adubação – Durante os primeiros 3-4 meses após o plantio da hera deve-se evitar qualquer tipo de adubação. Na primavera e no verão, pode-se adubar a planta a cada 15 dias, aproximadamente, com adubo líquido.

Embora existam vários tipos de heras algumas características são partilhadas por todas.

Os tipos mais comuns de heras são: a hera estrela, a variegata e a hera verde. Conheça um pouco mais de cada uma abaixo:

Hera-estrela

Hera estrela
Possui folhas menores do que a média e com formato mais recortado. Seu crescimento é menos vigoroso do que das outras variedades, possuindo raízes bonitas que também tem efeito ornamental.

Suas folhas são persistentes, brilhantes e de coloração verde-escura. É uma das mais delicadas e por isso é muito usada para decorar jardins e cestas suspensas.

Seu cultivo deve ser realizado em sol pleno ou meia sombra, e o solo do cultivo deve ser fértil. Esta planta resiste à geadas e aprecia o frio, mas não resiste a solos encharcados. O plantio é feito com estacas ou sementes.

Hera-variegata
Hera Variegata
Esta hera tem origem híbrida, e atinge até 1,5 metro de altura e 1,8 de comprimento.

Pode ser cultivada em todos os tipos de solo e tolera bem a poluição, sendo por isso bastante usada em grandes centros urbanos para a decoração de jardins, cercas vivas e outros fins ornamentais.

Sua cor é verde-acinzentada e se adapta melhor à sombra, sendo que a melhor forma de multiplicação é através de estacas.

Como suporta também o frio e a poluição, e pode ser plantada em todos os tipos de solo esta planta é bastante apreciada devido à facilidade de manutenção que apresenta. Precisa de pouco cuidado, poucas regas e se adapta bem tanto à regiões internas quanto externas.

Hera-verde
Hera verde
Esta variedade deve ser cultivada sob sol pleno ou no máximo meia-sombra, em solo drenado e fértil e adubado com matéria orgânica.

Esta planta aprecia a umidade e o frio, mas a rega não deve ser exagerada pois esta hera não tolera solos encharcados.

Também proporciona um lindo efeito estético e não exige grandes cuidados, sendo uma planta prática e que proporciona um lindo efeito em muros, árvores e cestas.

janela

Trepadeiraa-de-arco

Família: Bignoniaceae Categoria: Trepadeiras
Origem: Austrália, Oceania

Trepadeira perene, semi-lenhosa cuja altura pode chegar até 3 m e deve ser cultivada a sol pleno.

Seus ramos longos e folhas compostas de coloração verde-escura e textura coriácea.

As flores surgem em cachos, são grandes, tubulares, perfumadas e podem ser brancas ou róseas, com a garganta rósea em uma tonalidade mais escura. Ocorre ainda uma forma ‘Alba’, de flores totalmente brancas.

Os frutos e contém numerosas sementes aladas. É comumente utilizada para cobrir arcos, pérgolas, portões, cercas e treliças, conferindo um ar romântico à paisagem.

Não é muito apropriada ao litoral, pois é prejudicada pelo vento, que danifica suas flores. A floração pode se estender por todo o ano, mas é mais abundante nos meses quentes.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil, e rico em matéria orgânica e com regas regulares. Seu crescimento é moderado. Tolera a meia-sombra e aprecia o frio subtropical.
Multiplicação por sementes e estacas.

janel8

jardicentro_fertilizante_liquido_geranios_comp

Algumas flores são mais procuradas do que as outras, até porque, existem diversas espécies que florescem durante todo o ano, já outras é preciso esperar alguns meses para contemplar sua beleza.

O gerânio é uma das plantas mais utilizadas no paisagismo em geral, suas flores de beleza diferenciada com formato de pequenos buquês e sua folhagem recortada, fazem com que ela seja amplamente usada nas decorações de ambientes e até mesmo de casamentos e outros eventos.

Da família da geraniaceae, os gerânios são originários da África do Sul é considerado um tipo de planta perene. Eles fazem parte de um grupo hortícola de arbustos cuja textura é semi-herbacea, além disso, possuem inúmeras variedades entre elas o Pelargonium inquinans.

Em geral os gerânios possuem um aroma forte e bem característico proveniente de suas folhas, já que suas flores são mais simples. Os gerânios de cheiro são o do tipo Pelargonium graveolens.

A maioria das flores das espécies de gerânios surge no final da primavera e no inicio do verão, com isso podemos dizer que sua florescência é anual.

Existem gerânios de varias cores, eles alcançam até 90 cm de altura quando cultivados em solo fértil e com os devidos cuidados.

Recomenda-se cultivar os gerânios em locais arejados, a meia sombra. Toda planta necessita de luz solar, mas a exposição direta por horas seguidas pode causar danos a sua planta, tenha cuidado principalmente no verão.

Quem deseja cultivar um gerânio dentro de caso a melhor espécie para interiores é o Pelargonium Grandiflorum. Já quem possui um jardim ou canteiro com espaço devem ter cuidado com as condições climáticas favoráveis e desfavoráveis par ao gerânio. Essa espécie não suporta baixas temperaturas.

Se optar pelo cultivo da espécie em vasos, é preciso uma boa base orgânica, terra rica, pequenas quantidades de substrato e boa drenagem.

As regas devem ser regulares, principalmente no verão quando o solo seca mais rápido.

Se possível retire sempre as flores já mortas, folhas doentes ou secas. Esses pequenos detalhes irão contribuir muito para a saúde da sua planta.

janel50

Photinia

As plantas ornamentais exigem muitos cuidados para se manterem saudáveis e atraentes na paisagem. Fertilização regular, poda, rega, cobertura morta e controle de pragas são todos parte de um bom programa de gestão da paisagem.

Algumas plantas, como flores anuais, rosas, Photinia de pontas vermelhas são mais exigentes do que outros. Flores anuais e rosas devem ser mantidos com nutrientes e água em todos os momentos, podadas e preparadas rotineiramente, e monitorizadas regularmente para as pragas se elas estão floridas abundantemente. As Photinias de pontas vermelhas são muito suscetíveis a doenças foliares e exigem mais cuidados.

Por outro lado, as plantas como as gramíneas ornamentais, azevinhos e zimbros, quando devidamente plantadas em um bom local, requerem poucos cuidados, uma vez estabelecida são consideradas plantas de baixa manutenção.

Cuidar de plantas ornamentais é mais difícil quando eles não estão bem adequadas para o local selecionado ou quando são indevidamente plantadas. Azaléias, por exemplo, preferem um solo úmido, bem drenado e sombra do sol no meio da tarde. Quando plantada em solos mal drenados ou em pleno sol sem o benefício da irrigação, ficam suscetíveis ao ataque de insetos e doenças, e requerem mais cuidados.

Hoje, o conceito de baixa manutenção de paisagens é mais popular do que nunca. A ideia de colocar menos esforço na paisagem, sem sacrificar a qualidade e beleza é muito atraente para os proprietários e clientes que adoram o paisagismo. Através da aplicação de menores quantidades de água, fertilizantes e pesticidas para a paisagem, você não só ajuda o meio ambiente, mas também economizar tempo e dinheiro. Novos conceitos de baixa manutenção de paisagismo, como Xeriscaping (água-eficiente paisagismo) e manejo integrado de pragas (controle de pragas por meio do uso de inseticidas seletivos), estão provando que é possível ter uma bela paisagem enquanto economizamos tempo, esforço e dinheiro.

Comece por identificar as áreas da paisagem que necessitam de quantidades diferentes de atendimento. A área plantada recentemente, por exemplo, geralmente precisa de mais atenção do que uma área bem estabelecida. A área de alta visibilidade da paisagem é geralmente onde encontramos um crescimento ótimo é desejável em todos os momentos, enquanto que numa zona isolada, exige menos manutenção. Uma vez que este “zoneamento” é feito e os diferentes níveis de cuidados com as plantas são estabelecidos, a manutenção da paisagem torna-se muito mais eficiente e eficaz.

janela 321

lagrimas-de-cristo-1

Família: Angiospermae – Família Lamiaceae
Originária da África. Antes considerada da Família Verbenaceae, com os estudos de filogenia os pesquisadores colocaram o gênero nesta outra família.

Planta trepadeira semi-lenhosa perenifólia ou de folhas caducas em regiões de Invernos rigorosos, tipo cipó, de caules verde-escuros e flexíveis que se enrolam em suportes e outras plantas próximas.

Pode atingir mais de 3,0 m de comprimento no ramo principal. As flores são reunidas em grandes cachos nas pontas dos ramos. Floresce praticamente o ano todo, mas principalmente na Primavera até o final do Verão.

Necessita de sol, mas seu cultivo em locais onde somente há sol pela manhã não impedirá seu florescimento.

Deve ser cultivada em solo fértil com material orgânico, levemente ácido, deverá receber na cova de plantio adubação de composto orgânico animal e vegetal, farinha de ossos misturados e adubo granulado NPK 10-10-10, colocando areia no fundo para garantir uma drenagem. Não esquecer de regar o fundo da cova antes nem depois de plantada.

As adubações de reposição poderão ser feitas anualmente no Inverno, com a retirada da camada superficial do solo do canteiro ou vaso e a adição de composto de folhas e adubo granulado, regando o substrato a seguir.

A mesma recomendação de umedecer o solo do vaso um dia antes é válida, pois facilita a tarefa de retirada do solo e a chegada dos nutrientes dissolvidos na água de rega que percolarão no solo até às raízes.

Esta trepadeira é do tipo invasora e necessitará ser controlada por podas, feitas no Inverno, retirando-se os ramos secos e os que ultrapassaram o limite desejado, bem como os que se enrolam em outras plantas. A Primavera é a melhor época de fazer a propagação de mudas, retirando-se ramos terminais ainda sem flores e colocando em areia com ou sem enraizadores.

Também pode ser utilizada a técnica da alporquia, na mesma época do ano, quando a planta estará em desenvolvimento. As regas devem ser regulares, mas é uma planta que tolera bem a seca e terrenos salinos, podendo ser cultivada no litoral.

flores se abrindo

Buganvílea

A Buganvília é uma trepadeira, cujas flores no Verão atraem a atenção de quem passa onde quer que se encontre. A mais comum é a de cor roxa, mas podem facilmente encontrar-se outras cores em qualquer viveiro.

Dos troncos, protegidos por fortes espinhos, ramificam todos os anos novos rebentos que crescem vigorosamente e para os lados de forma desordenada. Estas plantas podem também ser “domesticadas” em forma de arbusto, desde que se proceda ao corte das pontas nos rebentos novos à medida que eles crescem, podendo atingir facilmente cerca de 6 a 9 m de altura.

As folhas possuem uma cor verde escura. As flores verdadeira são os pequenos tubos amarelos e brancos que se encontram envolvidos em três brácteas fundidas ou folhas modificadas, parecidas com papel, e que são as verdadeiras responsáveis pelo seu aspecto colorido.

Originária do Brasil, tornou-se uma espécie popular e ornamental em quase todo o mundo, especialmente nos climas quentes da América do Norte e do Sul, na Europa e no sudoeste asiático. Se desenvolve sem grandes exigências ou cuidados. Em alguns casos, pelo seu porte e vigor, algumas podas regulares fariam dos espécimes existentes e quase selvagens magníficos exemplares de decoração paisagística.

Gosta de solos ricos e organicamente ricos mas bem drenados, tolerando embora condições mais adversas. Deve ser fertilizada ligeiramente apenas três vezes ao ano. Tolera o ar do mar, desde que seja protegida para não receber diretamente o sal. Um dos seus pontos críticos são as raízes, muito delicadas e facilmente atingidas quando se transplanta ou movimenta a planta. Quando cultivada em vaso, prefere ter as raízes apertadas.

É muito importante que esta planta tenha pelo menos 4 a 6 horas diárias de sol na estação quente para poder florir. No Inverno perde as folhas e mantém-se em descanso, preparando-se para a época de floração seguinte.

A rega é semanal e moderada. Se deixar de florir, deve parar-se a rega e permitir que o solo seque ligeiramente à superfície, ou mesmo um pouco mais, para forçar o aparecimento da flor. Tolera pequenos períodos de seca. Dentro de casa desenvolve-se em forma de arbusto à temperatura ambiente desde que sujeita a podas regulares. Mas precisa de muita luz.

Quanto mais fertilizante, mais folhas e menos flores. Cuidado portanto com a dose, que deve ser a mínima necessária, assim como a rega subsequente. O fertilizante mais adequado é o universal 10-10-10 (N-P-K) líquido, para efeitos mais imediatos e no máximo duas vezes ao ano.

Propaga-se com facilidade, por estaca, durante os meses de Verão. Procede-se ao corte dos ramos mais tenros obtendo-se estacas com 7,5 a 15 cm, retiram-se as folhas até meio e insere-se o corte num fertilizante com hormonas. Coloca-se a estaca fertilizada num vaso pequeno com uma mistura de solo e terra para plantas e areia, em partes iguais. Umedece-se sem exageros. A areia pode ser substituída por perlite ou vermiculite. Cobre-se o vaso com um saco de plástico transparente para manter a umidade e mantém-se num local luminoso mas não excessivamente quente, para poder criar o efeito de estufa. Logo que comecem a surgir novas folhas, transplanta-se com cuidado para o local definitivo. Atenção às raízes, espere que a terra seque um pouco para transplantar e não mexa no torrão em volta das raízes, que são o “calcanhar de Aquiles” das Buganvílias.

Enfim, a Buganvília é famosa pelas suas cores variadas que vão desde o roxo, à cor de vinho, laranja, branco, salmão e por outros tons mais raros e cuja cultura é menos fácil. É uma planta popular, exuberante e de crescimento rápido. Tem um preço acessível, pode ser multiplicada por propagação e não requer grandes cuidados.

árvore