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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

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Trepadeira semi-lenhosa, vigorosa, que ocorre naturalmente em quase todo o território brasileiro, encontrada com muita frequência dispersa em campos, revestindo barrancos, margens de estradas e cercas em pastagens.

Pertence à família Bignoniaceae e seu nome popular faz jus ao constante uso na decoração das festividades de São João, de norte a sul do país.

Possui flores amarelas ou laranjas, tubulares e dispostas em inflorescências que se formam a partir do ápice do ramo. São muito vistosas, aparecendo nos meses de inverno, quando destaca-se do restante da vegetação.

Pode atingir mais de 6 m de altura e cresce especialmente em terrenos aberto, de pastos ou de mata em formação, onde, trepando sobre as árvores pioneiras, dá um belo espetáculo quando florida. As folhas são sagitadas (em formato de ponta de lança) e formam-se em pequenas ramificações, com duas ou três folhas e gavinhas nas pontas.

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Acostumada a terrenos de grande insolação, a flor-de-são-joão é pouco exigente quanto a umidade e fertilidade do solo. Com efeito, prefere solos bem drenados e a pleno sol, com intervalos espaçados entre as irrigações.

Daí também ser planta recomendada para o paisagismo, em virtude de sua pouca exigência quanto ao intervalo das irrigações. A reprodução se dá por sementes e, com mais dificuldade, por estaquia.

Pouco exigente quanto ao solo e à irrigação, a flor-de-são-joão é uma planta ideal para o cultivo como trepadeira, seja adornando colunas ou sobre caramanchões, sobre muros ou até mesmo como cerca viva.

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O bambu-da-sorte é uma planta doméstica fácil de cuidar e que cresce bem em condições de luz escassa e indireta. Essa planta, que na verdade não é um bambu, mas um tipo de lírio d’água tropical vindo da África e dizem que ela atrai sorte e felicidade para os moradores do local onde ela cresce.

Por isso, o bambu é uma das plantas que mais aceitação está tendo na decoração dos lares com linhas minimalistas, já que dá um toque zen e moderno.

Se você tem uma bambu-da-sorte em casa e não sabe o que deve fazer para cuidar dela, algumas dicas simples serão dadas para essa planta que requer poucos cuidados e manutenção.

Em primeiro lugar, ao comprar o seu bambu, procure uma planta com folhas verdes e brilhantes. Se as folhas ou os caules estiverem amarelados ou amarronzados, a planta não está saudável. 

Decida se quer cultivá-la na terra ou de maneira hidropônica. É mais fácil e um pouco mais higiênico cultivá-la na água e com pedras, embora ela também cresça na terra. De qualquer modo, é você quem decide e isso provavelmente será determinado pelo tipo de pote ou vaso que você tem disponível.

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Se quiser seguir o caminho das pedras, o recipiente deve ter pedras ou contas de vidro no fundo, para estabilizá-lo. O bambu da sorte precisa de pelo menos 3 a 8 cm de água para sobreviver.

Se quiser cultivá-lo no solo, uma terra para plantio rica e com boa drenagem é a melhor opção. Ela precisa ficar úmida, mas não encharcada o tempo todo.

Utilize um fertilizante orgânico quando necessário; os sais e as altas concentrações de fósforo nos fertilizantes sintéticos causam apodrecimento. Além disso, você pode garantir a boa drenagem do solo colocando algumas pedrinhas no fundo do vaso.

Use o vaso certo. Coloque o bambu da sorte em um vaso alto de vidro ou em um pote de cerâmica, não use tigelas rasas, ou então o deixe no recipiente em que veio.

Um pote transparente é ótimo, se você quiser cultivar a planta de maneira hidropônica com algumas pedras decorativas. Utilize um vaso de barro comum, se quiser cultivá-la na terra.

Lembre que a planta precisa estar estabilizada quando atingir a altura máxima. O vaso deve ter pelo menos 30 cm de altura. Uma planta mantida no vaso pode chegar até um metro de altura. Se ela for plantada no chão, pode alcançar a altura de 1,5 m.

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Vai usar terra? Encha o vaso quase até a boca com uma terra rica e certifique-se de que tenha boa drenagem.

Escolha o local certo. O bambu da sorte se dá melhor com a luz do sol brilhante e filtrada; imagine a luz que passa através da copa das árvores em uma floresta. A luz solar direta chamusca as folhas. Quanto à temperatura, mantenha-o longe do ar condicionado e do ventilador. Essa planta prefere a temperatura ambiente entre 15 e 35º.

Se quiser controlar a curvatura da planta, use uma caixa com três lados, ou seja, uma caixa com um dos lados cortados. A planta vai se dobrar em direção à luz e, conforme ela for fazendo isso, mude o lado que é atingido pelo sol, para que ela siga a luminosidade.

Siga estes passos fáceis e observe como cresce saudavelmente sua planta.

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A trepadeira-mexicana, também é conhecida como Flama-do-méxico e Jalisco, é uma planta da família Asteraceae e tem origem, como o nome próprio nome já diz, no México – América do Norte.

É uma trepadeira muito graciosa, medindo de 2 a 3 m de altura e de rápido crescimento. As flores são ligeiramente grandes, e pode ser entre amarelo e vermelho, ou qualquer outro tom entre essas duas.

Enquanto houver calor, esta flor floresce, mas quanto mais calor houver, mais flores estarão abertas, mas é mais abundante na primavera. É adequada para cobrir rapidamente suportes, como cercas, muros, treliças e esconder objetos no jardim, como entulhos por exemplo.

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Se plantada junto à árvores ou palmeiras, estas lhe servirão de suporte criando um belíssimo efeito também.

Sendo de porte pequeno, a torna adequada mesmo para pequenos jardins. Atrai muitas borboletas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares no início.

É uma planta que não tolera o frio ou às geadas. Deve ser podada semestralmente e sua multiplicação é facilmente feita por sementes, estaquia ou mergulhia.

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A Flor-de-cera (Hoya carnosa) é uma planta perene de fácil cultivo. Pertencente à família das Asclepiadáceas, é uma trepadeira originária da Ásia, Austrália e Oceania,  que durante o verão produz flores duráveis, com um perfume levemente adocicado. Trata-se de uma trepadeira, de crescimento lento e de ciclo de vida perene.

O maior atrativo desta planta está justamente nas flores que inspiram seu nome popular: elas realmente apresentam uma aparência cerosa, como se fossem feitas de porcelana. Elas se apresentam em pequenos buquês pendentes tipo inflorescências. As flores são em forma de pequenas estrelas, com textura cerosa, nas cores brancas e rosadas, que ocorrem na primavera.

É uma planta de clima tropical, subtropical e equatorial, e deve ser cultivada à meia sombra, pois não tolera o sol das horas mais quentes do dia.

É uma planta que necessita ser tutorada, já que se trata de uma trepadeira.

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Cultivo
Geralmente a multiplicação é feita pelo método da estaquia de galhos, que deverão ser cortados no final do inverno, quando a planta estará saindo do período do inverno.

As estacas deverão ter aproximadamente 20 cm de comprimento, e enterrada até a sua metade nos vasos ou balainhos que deverão ser colocados em locais semi sombreados e o substrato ligeiramente umedecido.

Obs.: As mudas também poderão ser obtidas também pelo método de alporquia.

Depois de formada a muda, uma boa dica é plantá-la para que cresça sobre uma treliça ou caramanchão interno e até num vaso grande equipado com um anel de arame, onde a trepadeira possa apoiar-se. Plante-a num solo preparado com a seguinte mistura:
2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia.

Necessita de meia sombra, o sol forte queima suas folhas.
Tutores, fios de arame e treliças são necessárias para suportar seus ramos, podendo ser cultivada em solo de canteiro junto a muros ou mesmo em vasos.

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Prepare o solo com uma mistura rica em matéria orgânica, como composto de folhas e húmus de minhoca, colocando na cova de plantio o adubo granulado formulação NPK 10-10-10.
No fundo da cova não esqueça de colocar areia para garantir boa drenagem.
A adubação de cobertura poderá ser feita uma vez por ano, no inverno, antes que inicie sua florada.

As regas deverão ser regulares no verão e quase suspensas no inverno.
Locais protegidos de ventos e do frio são os melhores para cultivo, pois a flor-de-cera não tolera temperaturas muito baixas.

Para fazer a propagação da espécie, utilize ramos com folhas, pois as gemas têm capacidade de enraizamento fácil.
Por vezes ao tocar as folhas no solo estes enraízam. Aproveite a ocasião para fazer as mudas, mas aguarde a planta não estar com flores, evitando um stress muito grande.

Luminosidade e temperatura:
A planta precisa de muita luminosidade, mas não tolera sol direto. O sol da manhã é tolerável. Trata-se de uma planta de clima mais para o quente, sendo que a temperatura ideal gira em torno de 20 a 25ºC.

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Regas:
No período da primavera e verão a flor-de-cera necessita de regas regulares, mas no outono e inverno o ideal é reduzir bastante a frequência, deixando secar a superfície do substrato entre uma rega e outra. As folhas carnosas armazenam água e fazem uma “reserva”.

Adubação:
A flor-de-cera não é muito exigente em adubações. Para estimular a floração e a saúde da planta, é recomendável fertilizá-la com um produto rico em potássio a cada 20 dias durante a primavera e na época de floração.

A flor-de-cera poderá também ser cultivada no solo do jardim, desde que se obedeça às condições acima: solo, luminosidade e umidade.

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Como evitar e tratar problemas:
Providencie um local com mais umidade no ambiente.

As folhas secas e com manchas: indicam ambiente muito seco. Como medida de emergência, recomenda-se pulverizar toda a planta com água.

As manchas escuras nas folhas: geralmente são indícios de que a planta recebeu muita luz solar direta. Em alguns casos, as manchas indicam ataques de fungos.

Queda de brotos e botões: Podem ocorrer quando a planta recebe corrente de ar frio; por ter sido trocada de lugar, alterando suas condições de luminosidade, temperatura e umidade ou por calor excessivo.

Quando a planta não floresce: Pode ser por luminosidade insuficiente; pode estar faltando algum nutriente para a planta; a umidade do ambiente pode estar muito baixa ou a planta necessita ser replantada por estar muito grande.

Folhas amarelas com pontos pretos:
- Pode ser excesso de regas. A solução é cortar as partes danificadas e reduzir as regas até que a planta esteja recuperada;
- Excesso de sol. Mude a planta de lugar;
- Substrato pobre em nutrientes, especialmente nitrogênio. Forneça uma boa adubação para a planta.

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A alamanda-roxa é uma espécie bastante versátil, se diferindo das demais espécies de sua própria família. Por isso, algumas pessoas preferem conhecer os seus nomes populares, a fim de poder diferenciar uma variante da outra.

A planta possui muitos nomes conhecidos pela população, tais como: Alamanda-cheirosa, Alamanda-rosa, Orelia ou Rosa-do-campo. Está inserida dentro da família  Apocynaceae, além de ser uma das trepadeiras mais amadas do Brasil.

Clima Para Cultivo
Diferente de muitas da sua espécie, a alamanda-roxa pode ser facilmente cultivada em meio ao clima Mediterrâneo, presente em alguns continentes especiais. Mesmo assim, como uma boa e velha trepadeira que se presa, ela também adora os climas subtropical e tropical e por isso, se tornou uma das favoritas nos jardins amplos do Brasil.

É por este motivo que ela é uma das poucas cultivadas em diversos estados brasileiros, devido a sua alta adaptabilidade as variações climáticas decorrente de tanta tropicalidade.

Por causa de seu ciclo de vida perene, a espécie procura se desenvolver melhor em locais quentes, onde o sol incide bastante, sem estar com muita sombra por perto. Por isso, o clima subtropical e o tropical são os favoritos da planta.

Os primeiros vestígios da alamanda-roxa forma encontrados em alguns países da América do Sul, especialmente em território brasileiro. Por isso, ela já é considerada uma das espécies de trepadeiras mais brasileiras que existem.

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Altura
Como muitas plantas incluídas dentro da sua família e categoria, a espécie pode atingir uma altura média de 3 m, podendo ultrapassar esta medida. Basta cultivá-la de forma correta para que ela possa crescer de forma saudável.

Descrição
A alamanda-roxa é uma planta muito bem inserida no grupo das rústicas. Além disso, ela apresenta uma ramagem muito volumosa com uma coloração bastante curiosa. Os grandes ramos são um pouco arroxeados, dando um toque bastante ornamental para a espécie. As folhas costumam ter formato oval, coriáceas, verdes e extremamente brilhantes como muitas de suas variantes.

Flores
O mais impressionante na espécie são as suas flores de porte médio com pétalas macias e tom bastante fosco. Ela pode possuir diversas cores de acordo com as variações da espécie, mas no geral, a planta possui flores com cores mais envelhecidas, puxando para os tons de marrons, quase sendo cobre.

As cores mais comuns da espécie incluem o rosa, o roxo, o amarelo e o creme. A floração geralmente se estende por todo o ano quando a trepadeira é bem cultivada, obedecendo todas as regras de plantio. Mesmo assim, é nos meses mais quentes que a espécie consegue ficar repleta de flores bem coloridas e brilhantes.

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Uso no paisagismo
É no paisagismo que este tipo de trepadeira encontrou o seu lugar, já que permite diversas formas de ornamentação nos jardins. Elas podem formas grandes bordaduras e enfeitar canteiros, bem como formar maciços e renques bem definidos. Além disso, a planta pode ser amplamente usada de forma isolada ou em grupos, sempre podendo ser mesclada com flores e outras espécies diferentes.

Quando está sendo bem acompanhada em cima de seus suportes, ela pode formar grandes arranjos como uma boa e velha trepadeira que é. Por isso, esta é a forma com que a alamanda-roxa é mais utilizada nos jardins. Desta maneira, a planta pode encobrir arcos, treliças e caramanchões, desde que estes não sejam suportes muito frágeis, não aguentando o peso da sua vasta folhagem.

Cuidados
Assim como diversas variantes e muitas das suas plantas-irmãos, a Alamanda-roxa também possui as terríveis saponinas em sua composição, especialmente presentes em toda a sua folhagem. A ingestão das saponinas pode causar uma porção de sintomas como enjoos e dores intestinais. Por isso, é preciso manter a trepadeira longe do alcance de crianças pequenas e animais domésticos.

Quanto às pragas, é preciso estar sempre de olho em ácaros e pulgões que atingem com muita facilidade as folhas novas da espécie, mesmo que elas contenham uma grande quantidade de saponinas.

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Formas de Cultivo
Para cultivar a planta de forma correta, algumas passos devem ser seguidos. As trepadeiras costumam ter o ciclo de vida perene, preferindo o calor ao frio, não tolerando as geadas. Além disso, o solo para plantio deve ser preparado previamente com muito adubo e matéria orgânica.

O solo para as mudas devem ser bem drenado, para evitar o encharcamento das raízes, até porque as regas para a espécie se desenvolve bem devem ser constantes, excetuando-se os períodos em que há muita chuva.

O crescimento da planta é bem moderado, facilitando o monitoramento correto do seu crescimento. Evite planta-las sobre cercas e outros suportes muito fracos, já que a planta pode se tornar bem grande e cheia de volume.

Para ajudar no desenvolvimento das mudas, já que podem crescer mais saudáveis em solo bem fértil, a adubação inicial deve ser feita pelo menos de dois em dois meses. Além disso, a temperatura ideal de cultivo está entre 15 a 30ºC, tolerando até 7ºC de variação climática.

Multiplicação
A trepadeira costuma ter diversas formas de multiplicação. No caso na Alamanda-roxa, só existem duas formas de propagação da espécie: Através das estacas, com galhos cortados em 45º, molhados em hormônio de crescimento e plantados em substratos, mantendo-os úmidos sem encharcar, ou por sementes.

As mudas se desenvolvem melhor na primavera e verão. Como o seu crescimento é moderado e está longe de ser rápido, ela não é uma planta considerada invasiva.

Apesar de linda, decorativa a alamanda é uma planta tóxica, sendo necessários cuidados em relação a animais e crianças.

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Ipomoea tuberosa

A Rosa-de-madeira é uma trepadeira muito exótica e com um diferencial na sua floração. Pertence a família Convolvulaceae, nativa das regiões tropicais das Américas, África e Ásia, perene, muito vigorosa, de crescimento rápido. As folhas da planta são divididas de cinco a sete lobos estreitos.

Suas flores amarelas são grandes, campanulada  na base, com sépalas ligadas e homogêneas. Quando as flores caem, se formam frutos envolvidos em cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornam de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira em forma de rosa, decorativa e muito usada em artesanato. Surgem no verão-outono.

Devido ao seu crescimento rápido e agressivo, o ideal é que a planta fique a uma distância de no mínimo 7 m de outras plantas e construções, para não sufocar as plantas ou destruir telhados.

Apropriada para caramanchões e pérgolas altas, com no mínimo 2,5 m de altura. O ideal é plantar 2 mudas com uma distância de 3 m uma da outra, para que haja polinização cruzada e boa frutificação. Começa a produzir com 2 anos após o plantio.

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Cultivada a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica, drenado e mantido úmido.

Deve ser adubada anualmente com esterco de boi bem curtido ou torta de mamona e farinha de osso, distribuído a 30 cm do tronco.

Fazer poda de condução no primeiro ano de plantio, deixando de 2 a 3 galhos e ir conduzindo com arame até a altura da pérgula. Após 4 a 5 anos fazer uma poda drástica, deixando somente os ramos principais.

Multiplica-se por sementes. As sementes são angulosas e conservam o poder germinativo por até 2 anos se forem guardadas secas e limpas em embalagens escuras.

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Usar saquinhos individuais com cerca de 30 cm de profundidade, em solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado. Colocar a semente com o biquinho para cima, a pleno sol com regas suaves diariamente. A germinação deverá ocorrer de 15 a 30 dias. Quando atingir cerca de 40 cm já poderá ser plantada em local definitivo.

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 (Stictocardia macalusoi)

A ipoméia-africana (Stictocardia macalusoi) é uma trepadeira bastante vigorosa e de crescimento muito rápido, da família Convolvulaceae.

Sua floração é um espetáculo a parte, florescendo praticamente o ano todo e suas flores em formato de sinos apresentam uma combinação de cores fantástica com as bordas em rosa-vivo seguido de amarelo.

As corolas são alaranjadas e apresentam estrias vermelhas e simétricas.  Suas folhas são grandes e cordiformes de coloração verde-escuro.

Devido ao seu crescimento extremamente rápido é bastante interessante para revestir cercas longas, muros, pérgolas, caramanchões grandes ou usadas em situações onde se necessite cobrir rapidamente espaços de visual indesejável como, por exemplo: barrancos, tocos, etc.

Essa trepadeira é uma espécie tipicamente tropical e o seu cultivo não é indicado para regiões de clima temperado com ocorrência de geadas.

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Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, em climas tropical e subtropical sem ocorrência de geadas.

Pode ser plantada em vários tipos de solos, inclusive os mais arenosos.

Aprecia solo mantido  úmido, mas não encharcado, regar no caso de ausência de chuvas, dia sim dia não, principalmente até a planta se estabelecer.

Uma poda se faz necessária para controle de crescimento, deixando no tamanho desejado, corte as pontas dos ramos.

Seu crescimento é bastante vigoroso, em menos de 1 ano após o plantio já ocupa o espaço desejado. Irá ter um bom desenvolvimento em solo solto, rico em matéria orgânica, com boa drenagem.

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Por ocasião do plantio misturar bem na terra retirada esterco animal muito bem curtido ou composto orgânico, após 3 meses aplique NPK 10-10-10 ao redor do caule, nunca junto a ele, incorpore levemente e régua em seguida.

Para quem deseja cobrir rapidamente pérgolas, caramanchões, cercas e barrancos é uma excelente opção.  Sua multiplicação é feita por estaquia e por sementes. A planta é sujeita a ataque de lagartas e gafanhotos.

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Trata-se de uma planta trepadeira pertencente à família Bignoniaceae, nativa do Brasil. É uma planta perene, lenhosa vigorosa, podendo chegar a 11 m de altura. Tronco de até 15 cm de diâmetro.

Inflorescência com várias flores tubulares róseas. As flores do cipó-rosa formam-se em grande quantidade nas extremidades dos ramos, no final do inverno e começo da primavera. Existe também uma variação dessa espécie com flores totalmente brancas a Cuspidaria convoluta “Alba”.

Antes que suas folhas brotem totalmente no finalzinho do inverno, o cipó-rosa solta uma florada impressionante com cachos de flores róseas com tonalidade clara que praticamente cobrem toda a planta num verdadeiro espetáculo.

O cipó-rosa, deverá ser conduzido por amarrilhos logo após o plantio, para direcionar seu crescimento que é muito vigoroso. Usado em coroamento de muros, cercas, pérgulas e caramanchões.

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A trepadeira é de clima tropical e pode ser cultivada em todo o país. Deve ser plantada a pleno sol e tolera temperaturas frias.

É uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados, mas recomenda-se fazer podas de contenção e limpeza, removendo galhos secos e doentes, no fim da primavera ou no começo do verão, após a florada.

Embora não seja obrigatório, seria altamente recomendado fazer adubações anuais com esterco de gado bem curtido e farinha de osso ou adubo químico, com predominância do P (Fósforo) da fórmula.

Multiplica-se por semente, alporquia e estaquia. Para vê-la florir mais depressa, adquira mudas produzidas por estaquia.

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Clematis são plantas com flores incríveis que podem ser cultivadas no jardim de sua casa. Muitas vezes é carinhosamente chamada como  “Rainha dos escaladores”. A altura média dessas plantas é de 3,50 m e a sua largura pode variar de 3 a 4 m. A planta é nativa da América do Norte, Ásia e Europa e pertence à família Ranunculaceae.

O tempo de floração para esta planta em meados do verão. Ela cresce bem em condições de clima temperado. Exige solo rico e fértil para o seu crescimento e sobrevivência. Os requisitos de luz de clematis são diferentes para cada espécie de plantas. Idealmente, deve ser plantada durante a primavera em um solo úmido e bem drenado.

Os cuidados com a Clematis
Clematis devem ser plantadas em uma área onde elas podem ficar 6 horas de sol todos os dias. No entanto, durante a parte mais quente do dia, ela deve permanecer na sombra. Após o plantio, que vai demorar alguns anos antes de suas raízes estiverem devidamente estabelecidas no solo, ela começa a florescer. Durante esta fase, a planta é extremamente frágil e precisa de muito cuidado.

As principais etapas dos cuidados da planta de clematis são  seguintes:
Proteção de raiz
Você tem que garantir que as raízes não se incomodem em quaisquer circunstâncias. Enquanto trabalha na área ao redor da planta  os cuidados são essenciais para que sua raiz não sofra qualquer tipo de dano. Mesmo muita luz solar pode causar danos às raízes. Por todas estas razões, o solo acima da raiz deve ser coberto com palha pesada, lascas de madeira casca e rocha plana, com uma espessura cerca de 2 a 3 cm.

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Instalação de Treliças
Uma treliça ou cerca tem de ser instalada para fornecer apoio adequado para a escalada da planta. Caso contrário, os pecíolos irão crescer e rastejar sobre a terra o que não será bom. Incline a planta para a treliça  uma vez que os pecíolos da folha começam a crescer, eles vão agarrar-se ao apoio e vão continuar a subir por conta própria. A altura mínima da parte de treliça deve ser  5 m.

Rega
Rega regular é muito importante no primeiro e segundo ano após o plantio. Durante este tempo, deve ser regada uma vez em cada dois dias, ou durante a noite ou de manhã. Isto irá manter o solo em condições de umidade e garantir o bom crescimento da planta. Nos meses de inverno, a planta entra em estado de dormência e recebe umidade suficiente, não precisando assim, de muita água nesta época. Uma vez que a raiz tenha sido estabelecida sua base, você tem que regar as plantas quando há extrema secura ou seca como condição.

Fertilizante
Fertilizantes necessitam de ser adicionados ao solo, duas vezes, durante o seu ciclo vegetativo. O NPK 5-10-10 é adequado para estas plantas. Você também pode adubar com farinha de ossos e adubo para o solo em torno das raízes, que podem fornecer a planta com nutrientes orgânicos. Estes nutrientes facilitarão na prestação de uma base forte para a planta.

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Poda
Após a conclusão de um ano de plantar a clematis, deve ser podada a uma altura de 12 cm na parte inicial da mola. Isto é feito para melhorar a saúde das plantas e promover a floração. Poda é a remoção de partes mortas e infectadas da planta. A partir do segundo ano, você deve podar as plantas logo após a floração. Para algumas espécies, a época de poda ideal é a primavera, antes dos brotos começam a aparecer nas videiras.

Quando as plantas de clematis começam a ficar carregadas de flores, o visual realmente é muito atraente. Então, você vai perceber que tanto esforço para o cuidado da planta vale a pena.

Não é necessário que você tenha estas plantas apenas ao ar livre. Como, geralmente, não fica infestado por pragas e doenças você pode plantá-las em vasos e mantê-las próximo a uma janela ensolarada, dentro de sua casa.

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A clematis é uma planta trepadeira pertencente à família Ranunculaceae e sua origem é da América do Norte, Ásia e Europa.

Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes de Clematis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.

Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas (planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, e produz deslumbrantes flores azuis, roxas, pink, rosas, amarelas e brancas por todo o verão e outono.

Certos cultivares podem crescer a até 6 m de altura e viver por mais de 80 anos. A floração estende-se pelos meses quentes.

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Presta-se para o plantio ao longo de cercas e muros ou apoiada sobre treliças, árvores e outros suportes. Exige adubações anuais e podas para estimular o adensamento da planta. Apesar de delicada no início, após seu estabelecimento (cerca de 1 ano), torna-se mais rústica e resistente às pragas e doenças.

As clematis necessitam de sol direto sobre suas flores e sombra fresca sobre as raízes para poderem se desenvolver. O solo para plantio deve ser fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É uma planta delicada e exigente, não tolera secas nem encharcamento. Também não suporta o calor excessivo e aprecia o frio, devendo ser cultivada em clima temperado, subtropical ou tropical de altitude. Multiplica-se por estaquia, mergulhia e alporquia.

Mas vamos aos passos para aprender como plantar e cuidar delas e assim ter belas clematis.

Preparando para Plantar
1 – As flores de clematis vêm em uma enorme variedade de formas e cores, desde flores pink com 15 cm de envergadura passando por sininhos pendentes azuis até flores brancas estreladas. Sua popularidade cresceu nos últimos anos, por isso várias floriculturas oferecem dúzias de variedades para escolher.

2 – Ao decidir qual cultivar comprar, leve em conta a cor, forma, potenciais necessidades de lado e sol. As clematis geralmente levam vários anos para florescer, então procure por uma planta em um vaso que já tenha de um a dois anos de idade. Veja os cultivares mais comuns de clematis:

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* Nelly Moser: Tem flores pink, grandes e é um dos tipos mais comuns de clematis. É forte e fácil de pegar.

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* Ernest Markham: Tem deslumbrantes flores magentas e cresce vigorosamente sobre treliças e caramanchões.

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* Niobe: Tem flores vermelhas e é uma escolha acessível para cultivar em vasos, já que não fica muito grande.

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* Princess Diana: Tem flores rosa pálido em forma de sino e se dá particularmente bem em climas muito quentes.

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* Jackmanii: Tem flores de um roxo profundo e cresce vigorosamente, uma das favoritas e amplamente disponível.

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* Venosa Violacea: Produz flores azul-violeta em abundância.

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* Apple Blossom: Tem pequenas flores brancas; cresce como uma planta perene.

3 – As clematis existem em uma incrível variedade de formas e tamanhos, mas elas têm necessidades similares no que se refere a sol e temperatura. Elas são plantas fortes que requerem pelo menos 6 horas de sol direto por dias.
* Algumas variedades de clematis crescerão em sombra parcial, mas não alcançarão sua potencia total a menos que recebam sol direto 6 horas por dia.

4 – Procure um local com vegetação rasteira perene e herbácea de cobertura de solo para sombrear as raízes das clematis, mas permita que ela cresçam em sol direto cerca de 7,5 a 10 cm para fora do solo.

5 – As clematis necessitam de raízes frescas e sol direto sobre as vinhas e flores. Se você não puder encontrar um local com herbáceas para cobrir o solo, você pode plantá-las mais tarde ou usar cobertura vegetal para manter as raízes frescas.
* Você também pode plantar as clematis perto da base de um arbusto ou de uma árvore.

6 – O local não deve ser tão seco ao ponto de não reter umidade, mas deve drenar bem o bastante para que não fique água parada em volta das raízes das clematis. Para testar se o solo em uma área drena bem, cave um buraco e encha-o com água.

7 – Se a água drenar imediatamente, o solo é arenoso. Se a água se mantém no buraco, o solo tem muita argila e não drena rápido o bastante. Se a água infiltrar-se lentamente, mas continuamente, no solo ele é perfeito para a clematis.

8 – A clematis prefere o solo neutro ou mais alcalino que ácido. Se fizer um teste e determinar que o pH é um pouco ácido demais, suavize o solo misturando calcário ou cinza de madeira.

9 – Cave um buraco que seja vários centímetros mais fundo do que o vaso onde está a clematis, assim ao plantá-la o solo chega até o primeiro conjunto de folhas. Antes de plantar clematis, corrija o solo colocando composto ou fertilizante orgânico granulado. Isso assegurará que a planta tenha nutriente o bastante para se firmar nos primeiros meses depois do plantio.
* Se estiver trabalhando com um solo que tende a ser muito argiloso (lento para drenar), cave o buraco alguns centímetros mais fundos do que normalmente faria. Se seu solo for arenoso (rápido para drenar), um buraco levemente raso será melhor para as raízes das plantas, assim elas estão bem perto da superfície para receber bastante água.

10 – Muito gentilmente, remova a clematis do vaso em que veio, tomando cuidado para não rasgar ou quebras as raízes ou rebentos frágeis. Coloque o torrão de raiz no buraco e aperte o solo em volta da base do caule. O solo deve chegar até o primeiro conjunto de folhas; se não for o caso, levante o torrão de raiz e cave o buraco um pouco mais fundo. Deixe a estaca no lugar assim a clematis jovem tem algo para se apoiar para crescer no primeiro ano.

11 – Coloque 10 cm de palha ou outro tipo de cobertura vegetal em volta da base para manter as raízes frescas. Você também pode plantar ou encorajar o crescimento de vegetação rasteira perene, cujas folhas farão sombras sobre as raízes da clematis por todo o verão.

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Cuidando da Clematis
Dê à clematis grandes quantidades de água sempre que o solo pareça seco. Para testar se o solo está seco, enfie seu dedo no solo, depois tire. Se você não encontrar solo úmido, é hora de regar a clematis.
* No entanto, não regue a clematis com frequência demais, desde que as raízes estejam sombreadas, a rega tende a permanecer por um período muito longo de tempo antes de evaporar.
* Regue pela manhã, ao invés de a noite, assim a água tem tempo para secar e ser absorvida antes que a noite caia.

As clematis não crescerão a menos que elas tenham uma estrutura vertical para escalar. Durante o primeiro ano, o suporte da própria planta será suficiente, mas depois disso você precisará fornecer um suporte grande, como uma treliça ou caramanchão, para encorajá-la a crescer mais.
* As clematis crescem ao enrola suas gavinhas em volta de suportes finos como barbante, linha de pesca, galhos finos ou telas. Assegure-se de que o suporte que você forneceu não é largo demais para que as gavinhas se enrolem. Ele deve ter menos que 1,3 centímetros de diâmetro.
* Se você tem uma treliça ou caramanchão com pedaços largos de madeira, cubra-o com uma tela ou prenda algumas linhas de pesca para fornecer um suporte fino o bastante para que a clematis se enrole.
* Como a clematis cresce bastante e alcança toda a volta do suporte, você pode ajudá-la a ficar no lugar ao “imobilizá-la”: amarrando-a levemente à estrutura com linha de pesca.

A cada 4 ou 6 semanas, nutra as clematis com um fertilizantes 10-10-10 ou com composto espalhando-o em volta da base da planta. As clematis requerem bastante nutrientes para crescerem fortes e produzir muitas flores.

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Podando as Clematis
Embora as clematis não tendam a ser afetadas por pestes, elas podem pegar uma doença fúngica que pode fazer a planta inteira ficar escura e morrer. Se você vir um galho morto ou murcho nas clematis, use uma tesoura de poda limpa para cortá-lo na base. Desinfete a tesoura em uma solução de alvejante entre cada corte assim você não espalha a doença para outras partes da planta.

Como o florescimentos fica menos abundante em galhos com mais de 4 anos, você pode cortar os galhos mais velhos para encorajar os mais novos a crescer. Espere para podar depois da primeira florada da estação, então use uma tesoura de poda limpa para remover os galhos pela base.

As clematis se dão bem com uma poda anual para encorajar os novos brotos. No entanto, cultivares diferentes requerem poda em momentos diferentes do ano.

É importante saber exatamente quando podar sua planta especificamente, pois você pode danificar a planta se podá-la na época errada do ano.
* Plantas que florescem em galhos antigos, ou seja, as flores aparecem nos galhos do ano anterior, não requerem poda exceto para diminuir um pouco seu tamanho e mantê-las controladas. Depois que florescerem, corte até a altura de um par de brotos saudáveis.

* Plantas que florescem primeiro em galhos antigos e novamente nos galhos novos, ou seja, as flores aparecem nos galhos mais antigos e nos mais novos, essas precisam ser podadas para remover brotos fracos. Pode-as no começo da primavera, antes que floresçam, para remover galhos mais fracos, depois pode novamente depois que florescerem para melhorar sua forma.

* Plantas que florescem em galhos novos, ou seja, as flores aparecem somente nos galhos novos, devem ser cortadas 30 cm no começo da primavera.

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Dicas
Ao fazer sua compra, escolha uma planta que esteja desenvolvida e forte. Se possível, compre uma planta que tenha tido pelo menos 2 anos de crescimento. A planta geralmente leva alguns anos para mostrar todo o potencial. Quanto mais velha a sua planta, menos tempo terá que esperar para ver sua beleza.

Importante saber
Assegure-se de que você pode dar à sua clematis o espaço que necessite para crescer. Pense em buscar uma variedade menor se você não tem o espaço que as variedades maiores precisam para se desenvolver. Versões menores podem viver alegremente em vasos e jardins menores se tiverem uma treliça para suporte.

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