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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

Congea tomentosa10
Também conhecida popularmente por côngea essa planta que está entre as espécies da família das Verbenaceae, tem a sua origem no continente asiático, mais precisamente da Birmânia, Índia, Malásia e Tailândia.

É uma trepadeira típica da primavera e muito comum entre as plantas dessa categoria. Ela pode também ser utilizada como arbusto em caso de você desejar criar caminhos ou tapetes de plantas que deixam a frente da sua residência muito mais bonita e florida.

Se cultivada sob as condições de luminosidade, solo e umidade correta ela pode crescer até 6 m de altura. Apresenta seu ciclo de vida perene, o que significa que é uma planta que floresce o ano todo. Inclusive o florescimento dessa planta é conhecido no mundo inteiro pelo seu poder decorativo.

As folhas da congéia são elíptica um pouco ovaladas e apresentam-se em uma cor verde clara e com algumas nervuras bem marcadas o que se tornou uma característica forte dessa planta.

As flores, mesmo sendo de uma planta com ciclo de vida perene, elas só aparecem no final do inverno e no início da primavera. Elas são brancas, bem pequenas e discretas e tem um tempo de duração bem longa. A cor muda de acordo com o tempo variando do rosa para o roxo e na sua fase final ficam na cor cinza e esse processo vai durar algumas semanas para acontecer.

Congea_tomentosa
A congéia é tipicamente uma planta tropical, mas ela se adapta facilmente em qualquer tipo de clima. Cultivada sob o sol pleno, em um solo fértil e estando enriquecido com matéria orgânica própria, você precisará apenas irrigar corretamente e com uma periodicidade correta.

Sua multiplicação pode ser feita por estaquias ou por sementes. Existe um terceiro método, chamado alporquia, mas esse método só pode ser feito após o seu florescimento.

Cultivo
Por ser uma trepadeira, a congéia vai se adaptar sempre muito bem em regiões onde o clima é maior e não reagirá muito bem ao clima frio. Se residir em países onde o clima tradicional é temperado, é importante que a planta seja protegida durante o inverno. Essa proteção deve ser feita em estufas onde se pode simular a temperatura ideal para a planta.

Para plantar a congéia não será encontrada nenhuma dificuldade. Primeiramente deve-se escolher o lugar e isso deve ser bem analisado, pois a planta precisa de um espaçamento sempre de pelo menos 1 m entre uma rama e outra. Isso é necessário porque ela se espalha bastante e se for planta muito junta, faltará espaço para a flor se desenvolver bem. O ideal é que seja escolhido um lugar de pleno sol para que a congéia receba bem os raios solares durante o dia todo.

Escolhido o lugar ideal, é necessário fazer a cova em um tamanho que caiba uma mão fechada. Nessa cova, deve ser colocada com muito cuidado a muda da congéia e preenchido o buraco  com terra rica em composto orgânico. É importante sempre lembrar de que é indicado fixar bem a muda na terra para que ela cresça bem e sem nenhuma deformidade.

Congea tomentosa1
Depois que as primeiras folhas começarem e dominar o jardim, é importante que se faça uma poda para que o crescimento da congéia seja mais perfeito ainda. Essa poda além de ajudar a planta crescer igualmente, ela ainda vai fortalecer os galhos que crescerão depois dessa primeira poda. O ideal é cortar pelo menos 20 cm da ponta da planta para realizar esse procedimento certo.

Na primeira fase da planta, é importante se faça a rega todos os dias, pois ela vai precisar de solo muito úmido. Quando as raízes se soltarem da terra e das mudas, a planta já pode ser distribuída como preferir e começar a ornamentar o jardim.

Como já foi mencionado, este tipo de planta floresce no inverno e início da primavera com suas pequeninas flores brancas e discretas, circundadas por brácteas em forma de uma hélice, que mudam de cor gradativamente à medida que o tempo vai passando.

Do rosa para o roxo, depois para o cinza. As flores são tão densas que mal se pode ver a sua folhagem. A planta gosta de clima tropical e sol pleno, mas se encaixa bem em jardins, compondo cercas, muros e grades, servindo de suporte em caramanchões, pérgolas e pórticos, ou ainda como uma linda cerca.

margaridas em movimento

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As plantas da espécie das trepadeiras são muito utilizadas por paisagistas e decoradores para dar um toque de beleza e natural aos jardins a alguns tipos de ambiente devido as suas características ornamentais, pois essas plantas apresentam naturalmente uma grande beleza e praticidade de cultivo, o que as tornam quase que essenciais para serem usadas com fins paisagísticos em jardins.

Assim, também acontece com a planta trepadeira chamada Estefânia, conhecida de forma popular por sino de catedral (devido ao formato de suas flores).

A Estefânia é uma espécie de planta pertencente a família das Polemoniaceae (família de plantas angiospérmicas – plantas com flor).

A Estefânia é uma planta oriunda do México e é popularmente conhecida como Cobéia, Sino-de-catedral e Sino-de-convento. Ela é uma planta tipicamente de clima tropical, porém se adapta com facilidade a outros tipos de clima.

Trata-se de uma espécie de trepadeira tropical e de textura semi-lenhosa, que apresenta um crescimento rápido, vigoroso e forte, possuindo um ciclo de vida perene (são plantas que possui ciclos de vida longos, permitindo que a planta sobreviva por mais de dois anos).

Cobaea scandens-1
A Estefânia é um tipo de trepadeira que apresenta um caule muito ramificado, e o seu caule pode medir algo em torno de 1,0 (um) a 3,0 (três) m de comprimento.

A planta apresenta uma folhagem longa e um crescimento escandente (planta que cresce emitindo os seus novos brotos para cima, de forma que possa subir por arvores, etc. em direção à luz).

Apresenta gavinhas (estrutura com função de agarrar ramos, folhas, galhos que sirvam de apoio para a planta que se encontra em crescimento) na base de suas folhas, e através delas a Estefânia consegue se sustentar. As suas folhas apresentam uma coloração verde escura, e são formadas por até seis extremidades em forma de penas alternadas de forma bem harmônica na planta.

Entre as folhas da surgem os frutos, em formato de cápsula, no entanto não são comestíveis e trazem um grande numero de sementes que facilmente se propagam, sendo uma das formas de reprodução da planta.

As sementes possuem um tamanho grande e são aladas (sementes que facilmente se espalham com o auxilio do vento), e se propagam de maneira tão fácil e rápida (levam de 04 a 14 dias para germinarem).

Cobaea scandens white
A Estefânia é considerada como uma planta invasiva ou invasora (planta considerada indesejada por atrapalhar o cultivo de outras espécies de plantas).

Possui um cálice vasto e espaçoso, de coloração esverdeada, aberto em quatro e estriado e a corola possui um formato de sino, que aparece inicialmente com a coloração esverdeada e aos poucos vai ficando com a coloração roxa, verde arroxeada, cremosa, branca e púrpura de acordo com o tempo de vida útil da planta.

Por ter flores em formato de sino, são conhecidas como sino de catedral e sino de convento, normalmente florescem no verão e na primavera e levam em média 120 dias para o florescimento.

Cultivo da Estefânia
essa é uma planta que pode ser cultivada sob o sol pleno quando ela for plantada em locais com temperaturas mais amenas e frias (frio sub tropical), ou quando plantada em locais que apresentem o clima mais quente ela será cultivada à meia sombra.

Precisa ser cultivada em um solo que seja fértil e apresente uma boa condição de drenagem. É interessante que o solo seja enriquecido com a utilização de material orgânico, como o esterco (pode ser bovino ou de aves), e fazendo a cada dois meses um reforço na adubagem. Além disso, a Estefânia precisa ser regada regularmente.

Devido ser uma planta de características de clima tropical, ela não suporta clima extremamente frios ou geadas.

Devido às suas características a Estefânia pode precisar de um suporte para que o seu crescimento aconteça de forma normal. Ela é uma planta que possui um grande valor ornamental para ser cultivada em jardins, no entanto, também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que sejam devidamente sustentadas e podadas, servindo como ornamentação em uma treliça ou parede.

Devido a sua força, beleza e vigor, a Estefânia também pode ser usada de forma que cobertura para caramanchões, cercas, grades, pergolados e inclusive arvores de grande porte.

CobaeaScandens10
A Estefânia se propaga basicamente de 03 (três) maneiras:
1 – Através das sementes que caem dos frutos e se propagam com extrema facilidade;

2 – Por estaquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas, que se baseia em plantar estacas (feitas de caules e raízes com folhas) que são postos em locais úmidos para que se desenvolvam novas plantas;

3 – Por alporquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas que se baseia em incentivar o crescimento de raízes secundárias em um ramo, caule ou raiz da planta. Normalmente essas raízes secundárias ficam envoltas em um saco plástico, e após o crescimento dessas raízes, elas são destacadas e plantadas em outro local para que assim surja uma nova planta.

Utilização no paisagismo
A Estefânia é uma planta muito usada com efeitos paisagísticos devido a sua grande beleza e características ornamentais. Como ela é uma planta vigorosa e forte, ela é indicada para fazer a cobertura de estruturas fortes e grandes, como exemplo: muros, pérgolas, caramanchões e árvores.

Apesar de poder ser cultivada em vasos e treliças, a Estefânia é uma planta forte e vigorosa, e acaba ficando desproporcional para essas estruturas mais delicadas. Por isso, é necessário que seja feita uma ramagem, para que a planta cresça com o direcionamento desejado e fique bem fixada ao suporte que a pessoa deseje.

Além de ser uma planta muito bela, as flores da Estefânia possuem um saboroso aroma almiscarado, o que atrai abelhas e borboletas para próxima de si, o que dá um ar mais belo a planta.

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A trombeta-chinesa é uma planta de origem asiática, mas que pode ser lindamente cultivada em outros lugares também. Por ser uma planta bonita e suas flores chamarem muito a atenção, é muito solicitada por decoradores e paisagistas, principalmente para crescimento vertical.

Vale a pena ter algumas trombetas-chinesas na mureta ou no portão da sua casa, para deixá-lo ainda mais charmoso.

Ela é uma planta trepadeira que está entre as espécies da família Bignoniaceae. Como as características de sua região de origem conta muito para o seu crescimento, a trombeta-chinesa prefere locais onde a temperatura possui características de clima continental, mediterrâneo, subtropical, temperado e tropical.

Com esse tipo de clima ela pode ser cultivada a meia sombra ou o sol pleno. A partir dessas condições climáticas, o seu crescimento atingirá a sua totalidade de altura que é de 9 m no máximo e 6 metros no mínimo. Essa planta é muito vigorosa e por ser perene, ou seja, com florescimento durante todo o ano, é muito procurada para decoração.

Devido à estrutura do seu caule e de suas raízes, essa planta é favorecida para o seu crescimento vertical, o que dificilmente acontece com flores. As folhas são grandes e apresentam-se com nove folíolos glabros com as pontas serrilhadas.

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Suas flores também são grandes e apresentam-se apenas com uma coloração, sendo um laranja-avermelhado. A trombeta-chinesa também apresentam frutos classificados como cápsulas, mas sem grande importância para a planta.

A trombeta-chinesa é muito utilizada na cobertura de árvores secas, colunas de casas, grades, cercas, portões, arcos, ou qualquer outro detalhe do tipo. Por ser uma planta bem rústica, não exige cuidados muito especiais e caracteriza-se também por ser uma planta de fácil cultivo. O fato de ser uma planta rústica faz também com que ela seja muito resistente às doenças, mas ainda assim é bom termos cuidados sobre isso.

Como cultivar a trombeta-chinesa
A floração da trombeta-chinesa acontece geralmente no verão e no outono e seu cultivo deve ser sempre baseado nisso. Por exemplo, as podas devem ser feitas preferencialmente no final do inverno para ajudar os ramos na florescência.

O solo deve estar muito drenado, fertilizado e enriquecido de material orgânico e as regas devem ser constantes para a sua planta. Por ser uma planta rústica, a trombeta-chinesa consegue tolerar muito bem as geadas e o frio desde que este último seja moderado, mas as baixas temperaturas podem causar a perda de parte de suas folhas e essa perda consequentemente vai reduzir a sua floração. Sua multiplicação pode ser feita por através de estaquias e sementes.

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Como plantar
É necessário ter a noção direta sobre como plantar a trombeta-chinesa para que ela se desenvolva perfeitamente.

Essas plantas desenvolvem-se melhor em solos mais arenosos ou um pouco argilosos e levemente alcalinos. Confira o passo a passo mais abaixo.

Passo 1: Faça uma cova para o plantio da trombeta-chinesa no tamanho suficiente para caber completamente o torrão ou as sementes.
Passo 2: Coloque aproximadamente 500 gramas de adubo de ave do tipo bem composto para cada 100 gramas de farinha-de-ossos para partes de composto orgânico ou húmus de minhoca suficiente para adubar bem a cova. Misture esses três ingredientes muito bem antes de colocar na terra.
Passo 3: Coloque o torrão ou as sementes e preencha a cova bem com a mistura que foi mencionado acima.
Passo 4: Para direcionar bem a trombeta-chinesa para a cerca ou para o muro, o ideal é que seja usado tutores simples.

Agora que sua trombeta chinesa está devidamente plantada, basta apenas manter as regas regulares para que ela cresça bem. O ideal é que nos primeiros dias seja regada todos os dias e só suspenda se acaso chover. Não deixe a areia seca, mas também não encharque muito o local plantado.

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Nota:
Na reprodução através das sementes, será necessário realizar um processo chamado estratificação, que é como se se a semente fosse enganada, para que ela germine mais rápido. No caso da trombeta-chinesa, o tempo ideal de estratificação é de apenas 2 meses. Para fazer a estratificação corretamente, é preciso colocar uma camada de sementes lado a lado cuidadosamente, entre duas camadas de areia de construção muito bem lavadas e secas ao sol. Essa mistura deve ser guardada em um pote totalmente fechado e livre de luminosidade e deixada na geladeira pelo tempo indicado acima.

Como o tempo de plantio ideal para as trombetas chinesas é no inverno, é indicado que seja bem programado esse processo para retirar exatamente no período certo. Depois dos dois meses, retire a mistura e replante em um substrato e casca de arroz carbonizada ou se não tiver, em areia mesmo, deixando as suas sementes totalmente cobertas. Cubra com plástico transparente para que a umidade da planta seja mantida.

Quando atingirem aproximadamente 10 cm de altura, elas devem ser transplantadas para potes ou sacos plásticos adubado com um substrato misto de húmus de minhoca ou então com composto orgânico e adubo de aves do tipo bem decomposto. Deixe longe do sol até atingir 30 cm de altura. A partir desse tamanho até atingir o sol, pode receber um pouco de luz.

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Vamos encontrar todo tipo de planta na natureza e por mais que ela seja estranha, sempre vai ser amada por um determinado grupo. Existem aquelas pessoas que gostam mais de flores, de árvores frutíferas, de ervas, aquelas que só cultivam plantas com alguma função medicinal, entre outras diretrizes.

Há também aquelas que amam as trepadeiras, essas plantas que nascem de uma forma bem diferente das outras e que ajudam a deixar qualquer ambiente muito mais bonito.

Como sabendo que mesmo não sendo o maior destaque de uma planta, a maioria consegue brotar flores, separamos um grupo de trepadeiras floridas que podem ser cultivadas a vontade em seu jardim e deixar seus muros ou tutores ainda mais encantadores.

Mais abaixo existem alguns detalhes de uma forma geral sobre as trepadeiras floridas, como cultivá-las  e dicas importantes para tê-las em seu jardim.

O que são plantas trepadeiras?
Pela lógica a resposta será que trepadeiras são plantas que nascem sobre muros, treliças ou qualquer outro tipo de armação que conduza a um crescimento na vertical. Acontece que algumas plantas quando são bem tutoradas também consegue esse feito e não dessa espécie então toda trepadeira cresce na vertical, mas nem toda planta que você vai encontrar em muros, por exemplo, são trepadeiras.

Trepadeira colorida
As verdadeiras trepadeiras são plantas arbustivas e que devido a sua origem e condições da espécie precisam de suporte para alcançar mais luz do sol. É por isso que elas trepam-se sobre as mais variadas superfícies e se não existir um tutor correto, se tornam extremamente invasivas.

Existem diversas técnicas que as plantas trepadeiras utilizam para usarem as estruturas de apoio e essas técnicas acabaram por separarem as plantas em grupos.  Para entendermos melhor cada técnica e classificação desta, vamos tratá-las separadamente.

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Trepadeiras de raízes adventícias
Pode-se dizer que estas trepadeiras são as mais populares porque são aquelas que encontramos como revestimento de muros. As raízes desse tipo de trepadeira nascem a partir dos caules e com isso fixam-se mais facilmente no seu suporte. Com essa forma de raíz elas também absorvem mais água e os nutrientes que precisam para se manterem bonitas. Alguns exemplos de trepadeiras de raízes adventícias são: Hera, Unha de gato e Falsa vinha.

trombeta-chinesa
Trepadeiras com gavinhas
Esse tipo também recebe o nome de trepadeiras sarmentosas. Essas plantas podem ser compostas de floras ou de ramos que são modificados de um jeito que eles se agarram no suporte onde vão crescer e dessa forma se fixam nele.
Alguns exemplos de trepadeiras com gavinhas são: Maracujá, Amor-agarradinnho, Kiwi, Madressilva, Glicínia, Ervilha-de-cheiro e Clematites.

Trepadeiras com pequenas ventosas
Como o nome já indica, essa forma de cultivo faz com que a planta se fixe no suporte através de um sistema de pequenas ventosas que são formados nos caules das plantas. Esse sistema natural permite que a trepadeira aparente esteja colada ao suporte que lhe carrega. Um exemplo de trepadeira de pequenas ventosas é a Vinha-virgem.

Trepadeira de espinhos e acúleos
O nome dessa categoria também já diz muito sobre a planta. Essa espécie de trepadeira possui pequenos prolongamentos com pontas que podemos considerar como espinhos. Estes “espinhos” ficam por todo o caule da planta sendo também a forma como elas se fixam ao suporte. Eles também fazem o papel de proteção da espécie. Um conhecido tipo de trepadeira com espinho são as Roseiras.

Roseiras volúveis
São aquelas trepadeiras que se enrolam em seu suporte durante a fase de crescimento. Não existe limite para que isso aconteça e elas conseguem suporte até em um simples fio de nylon, mas são preferencialmente cultivadas em colunas.

Alguns exemplos de trepadeiras volúveis são: a Tumbérgia-azul, a Madressilva e a Sapatinho-de-judia.

roseira arbustiva
Arbustos conduzidos como trepadeiras
No primeiro tópico do texto foi falado sobre as plantas floridas que podem ser tutoradas como trepadeiras. Para que você faça esse processo em seu jardim, é necessário que a flor tenha caules bem lenhosos e muito compridos para buscar apoio no suporte.

Alguns exemplos de flores que podem ser usadas nesse caso são: a Tecoma, a Tumbérgia, a Alamanda e a Rincospermum.

Poda de trepadeiras floridas
Claro que para ter um jardim bonito você precisa realizar algumas podas com frequência. Dependendo a trepadeira que você escolher, a quantidade de podas pode ser bem pouca e você vai precisar apenas realizar pequenos aparos para tutorar o crescimento da sua planta. Qualquer trepadeira florida deve ser podada sempre antes da floração para que elas suportem o peso de suas flores e também para que a poda estimule o aparecimento de mais botões na época certa.

Cultivo de trepadeiras floridas
Se a sua trepadeira for cultivada a partir do solo, observe bem se ele está com condições adequadas para receber a espécie. O solo deve ter uma boa capacidade de drenagem, deve ser fertilizado antes da plantação e periodicamente após esse processo e ter uma estrutura solta. Este último detalhe pode ser obtido descompactando-o e acrescentando sempre doses extras de matéria orgânica, pois esse composto ajuda a melhorar a estrutura do seu solo. O adubo também deve ser acrescido nesse processo e isso deve ser feito todos os anos sempre no início da primavera e do verão.

maracujazeiro
Uma dica muito importante sobre o cultivo de qualquer trepadeira, é que ela deve ficar em locais com uma quantidade considerável de vento. Quando eles sopram com mais frequência, faz com que a planta se acomode ainda mais no suporte e fiquem mais agarradas a eles.

Evite apenas ventanias muito fortes para não danificar a sua planta.

Se o cultivo das suas trepadeiras floridas for feita em muros, é indispensável que você sempre deixe um espaço para que a raiz da planta se desenvolva. Isso deve ser atentado principalmente em arbustos sob tutoramento. A distância entre 30 e 40 cm é a ideal para qualquer trepadeira florida.

Todas as espécies que citamos aqui no texto como exemplo, são trepadeiras que dão lindas flores e com condições individuais de cultivo. Agora é só escolher aquela que mais se adapta ao seu ambiente e começar a cultivar hoje mesmo.

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Pandorea jasminoides1

A Pandorea jasminoides está entre as espécies que pertencem a família das Bignoniaceae. Originalmente essa planta vem do continente Oceania, sendo a sua maior incidência do mundo na Austrália. Categorizada como uma planta trepadeira, essa espécie possui características suficientes para se desejar ter um exemplar em seu jardim.

Ela também pode ser encontrada em diversas outras partes do mundo, sendo que devido essa variação de locais, a trepadeira-de-arco pode receber outros nomes populares como Pandora.

Quando bem cultivada, a planta pode chegar até 4 m de altura. Possui um ciclo de vida perene, o que significa que terá folhas, flores e frutos nascendo durante o ano inteiro, pois  a planta leva um tempo maior para completar o ciclo final de brotação que pode durar até 2 anos inteiros, sendo mais abundante em meses onde o clima é mais quente.

É uma espécie muito utilizada em cobertura de arcos, portões, cercas, treliças e pérgolas. Quando bem tutorada, dá um ar todo especial à planta e deixam o ambiente ainda mais bonito. Só não são muito indicadas por não reagirem muito bem ao vendo que vai acabar danificando as suas flores.

Essa planta possui uma estrutura semi lenhosa e com ramos bem longos. Suas folhas são sempre compostas e se apresentam divididas em 7 folíolos na cor verde bem escura e com uma estrutura coriácea, o que significa que as folhas se assemelham muito ao couro. Elas são fáceis de quebrar justamente por terem essa última característica citada.

Pandorea jasminoides alba

As flores da planta aparecem sempre em cachos, são bem grandes e possuem um formato tubular. Elas exalam um perfume muito gostoso, o que faz com que o ambiente onde elas são cultivadas fique bem agradável.

Quanto à sua coloração, as flores  podem ser brancas ou rosadas. Na parte onde podemos chamar de garganta da flor, elas são sempre mais escuras, sendo a maioria rosa escuro. Existe ainda uma espécie de trepadeira de arco chamada de Alba, onde sua coloração é completamente branca.

Os frutos da trepadeira de arco não ganham tanto destaque na planta, mas aparecem sempre após um período certo de brotação. Eles têm formato elíptico e numerosas sementes em seu interior que ficam de forma alada (soltas) no fruto.

Cultivo
Devido a sua região de origem, o melhor clima para se cultivar a trepadeira de arco é o subtropical e o tropical, mas para quem não mora em regiões com esses climas, não precisa ficar chateado, pois poderá sim ter um exemplar, bastando apenas que forneça essas condições para a planta.

Pandorea jasminoides variegata

Elas devem ser cultivadas a sol pleno, o solo deve ser muito fértil e rico em matérias orgânicas, as regas mantidas sempre de forma regular para que sua trepadeira de arco cresça bem. Ela possui um crescimento bem moderado, o que é considerado incomum para trepadeiras que costumeiramente crescem bem rápido e tomam o ambiente todo.

A multiplicação da planta é feita através das sementes retiradas de seus frutos ou então por estacas.

Toda planta precisa de fertilizantes para crescer melhor e mais resistente. Cada espécie exige uma dosagem e um tipo diferente e no caso da trepadeira -de-arco, o indicado é  usar cerca de 20 a 30 litros de esterco do tipo bem curtido ou então o NPK com fórmula 04-14-08. No caso desse último a quantidade ideal é de 10 colheres de sopa. A aplicação deve ser feita sempre na terra e esta tem que ser bem misturada para surtir o efeito necessário na sua planta.

Após 12 meses da primeira aplicação, refaça o processo para renovar os nutrientes do solo. A partir daí, de 3 em 3 meses deve-se reaplicar o fertilizante começando com 3 colheres de sopa do produto e aumentar de acordo com que a sua trepadeira de arco for crescendo. Evite colocar o fertilizante junto ao caule, sempre aplique ao redor dele e com uma certa distância.

Pandorea jasminoides3

Como podar
Toda trepadeira precisa ser podada de vez em quando para que ela cresça bem direcionada e principalmente, para que não fiquem aqueles ramos soltos e sem desenvoltura, mais parecendo folhas presas do que uma planta em si. No caso da trepadeira –de-arco ela não vai exigir tantas podas, mas de vez em quando é bom realizar esse processo para que você mantenha a sua planta no tamanho que deseja.

Esse é um processo muito simples e deve ser feito sempre no início de cada primavera. Você vai precisar apenas de uma tesoura de poda afiada e bem esterilizada deixar a sua trepadeira de arco sempre linda.

Quando for podar a sua planta, faça-a sempre na época de seu florescimento e corte ou aperte todas as flores que estão mortas, afinal elas não terão mais utilidade para a sua planta. Como toda trepadeira ela precisa de fixadores para tutorar o crescimento, na hora da poda é indicado retirar esses fixadores para cortar a planta corretamente.

Evite remover mais de um terço da planta, principalmente na primeira poda. Após terminar esse recorte, retire todo o resto da planta que ficou no chão e jogue fora ou transforme em adubo, mas nunca deixe ali na terra.

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A Mucuna de flores vermelhas é conhecida mundialmente como Jade-vermelha ou Flama-da-floresta.

Pertencente à imensa família das leguminosas o gênero Mucuna reúne aproximadamente uma centena de espécies entre arbustos e trepadeiras com ramos geralmente de consistência mole e de crescimento rápido. Ocorrem principalmente em regiões tropicais e subtropicais nos dois hemisférios.

Esta trepadeira é originária de Papua, Nova Guiné, é de crescimento bastante vigoroso, com produzem flores grandes, vistosas, de coloração vermelho-escarlate, brilhantes e reunidas em enormes cachos pendentes de beleza sem igual.

Seu efeito decorativo é realçado quando plantada em caramanchões de estrutura bem forte ou pérgolas que suportem o vigor da planta e para que as flores sejam ostentadas de forma pendente, formadas na primavera.

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Mesmo sem flores é bastante ornamental, pois a folhagem é densa, vistosa além de produzir sombra agradável é atrativa para borboletas.

É uma trepadeira volúvel da família Fabaceae, perene, de crescimento rápido e vigoroso, podendo chegar a 20 m de comprimento, muito ramificada, com caule espesso e torcido, ficando lenhoso à medida que envelhece.

As raízes deverão ficar na sombra. Folhagem densa com folhas trifoliadas, alternas, com folíolos elítico a ovalados, de coloração verde brilhante e nervuras bem definidas.

Embora seja confundida com a trepadeira-jade (Strongylodon macrobotrys) não pertencem ao mesmo gênero, mas apenas têm em comum a mesma família.

Logo após a florada, produzem vagens, que são cobertas por pelos, que em contato com a pele provocam irritação, o conhecido pó de mico.

Podas de contenção e limpeza são recomendáveis no Inverno. É uma trepadeira de regiões tropicais e subtropicais, plantada a sol pleno ou meia sombra.

Prefere clima quente e úmido, não tolera frio intenso e geadas. O solo deve ser fértil, rico em matéria orgânica, úmido, bem drenado e regado a intervalos regulares.

Para garantir maiores floradas, fazer adubações anuais com esterco de gado bem curtido e farinha de osso ou adubo químico NPK 4-14-8.

Sua multiplicação é feita por semente, estaquia de brotos, mergulhia e alporque.

Importante
Logo após a muda ter sido plantada é aconselhável fazer um sombreamento parcial da planta. Uma boa maneira de se fazer este sombreamento é fincar algumas folhas de palmeiras verticalmente ao lado da muda, após as raízes se estabelecerem ao solo o sombreamento deve ser retirado, pois a planta necessita de sol.

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A viuvinha, também conhecida popularmente como Capela-de-viúva e Touca-de-viúva, é uma trepadeira nativa da América do Sul – Brasil.

Trata-se de um arbusto escandente pertencente à família Verbenaceae, semi-lenhosa, de 3 a 5 m de altura, com ramos reclinados. Folhas ásperas, coriáceas (aspecto de couro), decíduas (perdem as folhas) durante a floração e de margens serreadas.

A espécie é perene, de sol pleno, tolerante ao frio, apresenta necessidade de tutoramento firme, para sua formação, pois tem galhos rígidos e florescimento terminal altamente ornamental do tipo espigada com numerosas flores, que atraem polinizadores.

As flores, que se formam em inflorescências em grandes cachos na cor azul arroxeadas, são pequenas e delicadas com formato de estrelas. A floração se dá no final do inverno e início da primavera.

A trepadeira também apresenta uma variedade de flores brancas, no mesmo formato e com as mesmas características.

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Pode ser plantada tanto na terra quanto em vaso desde que tenha contato direto com o sol. Seu substrato preferido é constituído por terra e composto orgânico (ou húmus de minhoca) adicionados em partes iguais – cuide apenas para que o solo seja mantido sempre úmido, nunca encharcado, o que atrai doenças causadas por fungos e bactérias.

A viuvinha é sensível a podas, mas tolerante a geadas e a mudanças bruscas de temperatura, tornando-se uma espécie bastante comum nos jardins ao Sul do país. A floração ocorre entre setembro e outubro, sendo muito visitada por abelhas e borboletas, seus polinizadores naturais.

Em projetos de paisagismo a viuvinha é excelente para ser cultivada em Jardim no estilo contemporâneo; Jardim no estilo tropical; Jardim no estilo clássico e pórticos.

Há inúmeras formas de introduzir a viuvinha na decoração, para a composição com harmonia no ambiente, tais como: Cobertura de estruturas, como pérgolas ou caramanchão; forração de cercas; planta palustre próximo a lagos, piscinas, espelho d’água e junto à taludes e grandes pedras.

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Dicas para cultivo saudável da Viuvinha
* Regue a planta a cada 10 dias, pois a viuvinha apresenta grande resistência a falta d’água;
* Cultive-a sob sol pleno ou meia sombra e em solo fértil e bem drenado, enriquecida com composto orgânico e areia;
* Realize mudas através de sementes, estacas ou alporquia;
* Faça a poda de contenção da planta se houver necessidade, após a floração;
* Adube a planta com fertilizante mineral, NPK 04-10-08;
* Mantenha o solo sempre úmido, misturando grama seca ou palha de arroz á terra;
* Conheça os pontos cardeais de seu jardim, desta forma irá cultivar suas plantas no local mais indicado para cada uma delas.

Sua multiplicação se dá normalmente por estacas (difícil enraizamento), que se desenvolvem mais rápido do que as sementes, que levam de 30-60 dias para germinar. As sementes da viuvinha, deverão ficar na superfície da terra e apenas aperte-as para que fiquem fixas. Pode-se encontrar com facilidade, mudinhas sob a copa da trepadeira.

Seguindo a estas dicas de cultivo a sua viuvinha ficará livre de pragas e doenças, e se manterá com a aparência exuberante, acrescentando vida, na decoração do ambiente.

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A roseira-trepadeira é uma família de roseiras híbridas, desenvolvidas especialmente, para cumprir com essa função, contendo flores mais bonitas e ainda galhos com maior flexibilidade.

Essa planta é como se fosse um arbusto escandente, já que não possui sustentação que permita fixar num suporte, para que a mesma tenha a aparência de trepadeira, é necessário que seja amarrada.

Pertence à família Rosaceae e tem o Japão e parte da região asiática como país de origem.

É uma planta perene e seu porte é ligeiramente grande, chegando a medir até 6 m de altura.

Quase sempre as flores dessa roseira apresentam um suave perfume, alcançando um tamanho piramidal, com diversas cores, dentre elas: amarela, branca, rosa e vermelha, despontando quase todo o ano, especialmente durante a primavera.

A planta apresenta um fino caule, flexível e longo e, para se desenvolver precisa de bastante luminosidade solar.

Todas as roseiras preferem bastante umidade, entretanto, sem deixar que o solo fique encharcado. É importante que se regue entre duas e três vezes por semana, especialmente entre os meses mais quentes do ano e somente uma vez nos meses mãos frios. A preferência do clima para essa roseira é frio e ameno e podas devem ser feitas de formas anuais, leves e proporcionando a renovação.

A roseira-trepadeira gosta bastante de se desenvolver num solo areno-argiloso, que possua grande parte de matéria orgânica e ainda uma drenagem adequada, podendo suportar tranquilamente os ventos. Apesar disso é uma roseira bastante delicada, que pede um pouco mais de cuidado que outros tipos de plantas.

Rosa Trepadeira

O melhor tipo de fertilização feita para essas roseiras é o uso de NPK, com a fórmula 06-12-06, colocando o produto em volta do caule, mas não diretamente nele.

O plantio da roseira-trepadeira é perfeito para serem colocadas em muros, paredes, cercas, pórticos, e pilares, entretanto, é necessário que se faça a amarração adequada.

A forma de se plantar a roseira é através de estaquia de galhos, especialmente durante o verão e a primavera.

Qualquer pessoa que esteja habituada a lidar com roseiras sabe que a roseira trepadeira é bem mais resistente que as outras, tendo um perfeito desenvolvimento, se estiver num ambiente adequado. Elas resistem melhor ao ataque das pragas e precisam de quase nenhum monitoramento durante a fase de crescimento.

Além de regar normalmente, fazer uma pequena poda e acrescentar os fertilizantes corretos, os únicos trabalhos que se tem com essa planta, o que mais se fazer é sentar e apreciar a beleza e o perfume das flores durante a época de verão e primavera. Esse tipo de roseira é bastante escolhido por aquelas pessoas que não têm grande experiência no cultivo, pois não requer uma criteriosa manutenção e cuidados, mas ainda assim é dotada de grande beleza.

Materiais utilizados no cultivo
* 01 Vaso com tamanho aproximado de 40 cm de diâmetro;
* 01 Pacote de Cascalho para ser depositado no fundo do vaso;
* 01 Pacote de terra da o envasamento;
* 01 Muda de Roseira trepadeira;
* 01 Pacote de cobertura vegetal, mas não solta, em pedaços;
* 01 Pacote de Fertilizante com numeração 10-54-10;
* 01 Tesoura própria para se fazer a poda da roseira.

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Procedimentos
* A primeira coisa a se fazer é por no vaso uma camada que possua aproximadamente 05 cm de cascalho, para que o mesmo cubra o fundo do recipiente. Até a metade do vaso, cubra com a terra de envasamento;

* Retire a roseira trepadeira do saco que a envolve e faça a separação cuidados da raiz principal e das raízes exteriores, para fazer com as mesmas cresçam com maior facilidade no solo;

* Force um buraco no meio do vaso e no lugar disponha a roseira, de forma que fique na mesma profundidade que estava no saco de muda.
Cubra toda a volta com o restante da terra de envasamento e reforce ao redor da base da roseira usando a força das mãos;

* Depois que tiver plantado a muda, ponha água na nova roseira. Logo depois, coloque uma leve camada de cobertura vegetal de aproximadamente 2,5 cm sobre a terra de envasamento, mas tomando cuidado para que ela não chegue muito perto do caule da roseira. Deixe o vaso num lugar que bata sol direto durante mais ou menos seis horas e regularmente;

* Durante a época do crescimento é importante que se mantenha roseira podada, fazendo a remoção das flores mais velhas. Esse procedimento irá contribuir para um novo florescimento da roseira em toda sua fase de renovação;

* É importante que a rega seja feita todos os dias, para que a terra seja mantida úmida e envasada o suficiente;

* Faça a fertilização da roseira sempre depois do surgimento das primeiras flores. Faça a mistura da água com o fertilizante, de acordo com as instruções trazidas na embalagem, tudo adequado com o diâmetro do vaso.
Ponha a mistura ao redor da base da roseira, tomando cuidado para não colocar na folhagem. Faça essa fertilização ao menos uma vez durante o mês quando estiver em crescimento;

* Durante o período do inverno, ponha o vaso com a roseira num ambiente fechado, como uma garagem para que o mesmo seja protegido do frio. Essas roseiras que são cultivadas em vasos não se adaptam bem ao inverno, pois os vasos não protegem adequadamente as raízes das mais severas temperaturas;

* Caso queira proporcionar uma maior proteção à planta, deixe-a enrolada num serapilheira quando ficar em ambiente fechado;

* Sempre faça a poda da roseira entre o fim do inverno e o início da primavera, período em que a mesma se encontra em estado dormente. Remova aproximadamente um terço da planta, retirando os tocos até chegar ao broto. Remova pouco acima do broto e trace um corte voltado para o lado de fora, fazendo um ângulo com 45º.

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A cebola-trepadeira é uma das mais exóticas que você já viu, trata-se de uma cebola literalmente, que pode ser cultivada em forma de flor, em vasos suspensos, arandelas e vasos em forma de bacia.

À primeira vista esta bela espécie não deixa de ser estranha, mas bem colocada em local estratégico torna-se a principal atração do seu jardim.

Trata-se de uma suculenta pertencente à família das Hyacinthceae conhecida popularmente como cebola-trepadeira, cebola-do-mar ou cebola-escalada, que possui ramos finos e longos, que podem atingir até 2 m de comprimento intensamente cobertos por folhas lineares que caem no inverno, mas que chama a atenção principalmente por seu bulbo, que pode atingir até 25 cm de diâmetro, que cresce semi enterrada em camadas brancas e carnudas e que ganha coloração verde claro quando exposta sob o solo.

É uma espécie bulbosa típica de clima subtropical, mas que se adaptou bem ao nosso clima tropical, mas que possui bem poucas sementes, o que interfere no seu crescimento populacional.

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Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou a meia sombra dependendo da região onde você mora, se for em região de calor excessivo, o melhor é expô-la apenas durante o sol da manhã, não tolera bem o frio e deve ser mantida acima de 10° C.

O solo deve ser arenoso, composto com uma parte de terra vegetal, duas partes de areia e uma parte de composto orgânico, regado quando estiver muito seco, mas não tolera encharcamento. A espécie se reproduz por sementes e às vezes pela casca.

A sua origem é da África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Zâmbia e Tanzânia e tem se adaptado bem ao Brasil, tornando assim uma ótima opção de cultivo de planta exótica.

Esta cebola trata-se de planta ornamental e não pode ser consumida por ser considerada tóxica para animais e pessoas, provocando graves alterações cardíacas se ingerida. Para mantê-la sempre saudável a melhor opção de adubagem é a aplicação de torta de mamona ou aplicação de adubo NPK rico em N, desta forma esta bela espécie pode viver até 100 anos.

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A planta cebola pode ser facilmente conduzida na forma de topiaria. Suas flores não tem muito valor ornamental e bem pouco se sabe sobre sua polinização.

Na África do Sul está ameaçada de extinção devido ao uso desenfreado na medicina caseira no tratamento de várias doenças de pele, nos olhos, problemas de bexiga, na esterilidade e também para provocar o aborto. Lá acredita-se que possuir a planta consigo garante coragem e invencibilidade na vida e que ela abre as portas para um grande amor.

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Trepadeira da família Combretaceae, também conhecida como Escova-de-macaco-alaranjada, Escovinha, Flor-de-fogo, Limpa-garrafa-laranja, Bugio, Escovinha-raspadeira e Escovinha-flor-de-fogo.

É nativa da América do Norte – México, América Central, América do Sul – Venezuela, Brasil, Equador, Peru, entre outros países.

Trata-se de uma trepadeira exuberante e tropical, que surpreende a todos com sua floração decorativa. É uma planta lenhosa, ramificada e de porte médio, alcançando 6 m de largura e 3 m de altura. As folhas perenes, de cor bronzeada quando jovens e verde quando maduras.

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Suas flores são do tipo espiga, com aspecto de escova, devido à disposição densa de suas numerosas flores, com longos estames. Elas desabrocham inicialmente com a cor amarelo-esverdeada e à medida que amadurecem, adquirem uma tonalidade laranja intensa. Os frutos são secos, do tipo sâmara, avermelhados e decorativos também.

Esta bela liana é bastante versátil no paisagismo, podendo cobrir vários tipos de suportes, como caramanchões, pérgolas, cercas, pórticos e grades.

Além disso, é excelente para o coroamento de muros e formação de cercas vivas. Com podas e tutoramento, também pode ser conduzida como um arbusto ou arvoreta, ainda que esteja plantada em vaso.

Mesmo quando não está em flor, encanta pela folhagem que é bastante ornamental. Suas flores ainda são muito atrativas para beija-flores e outros passarinhos nectarívoros.

A floração acontece no verão e deve deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

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Apesar de tropical, a escova-de-macaco é capaz de tolerar o frio subtropical e geadas, desde que estas não sejam muito intensas.

Adubações anuais intensas. Adubações anuais devem ser feitas na primavera e verão, isso estimula florações abundantes.

Pode também ser cultivada dentro de casa em um vaso, e também é uma ótima opção para jardins de inverno.

Multiplica-se por sementes e por estaquia.

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