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  • Archive for the ‘Trepadeiras e Ornamentais’ category

    flor pente-de-macaco

    Família: Bignoniaceae
    Nomes Populares: Pente-de-macaco, cipó-pente-de-macaco

    Trepadeira lenhosa que chega a formar tronco (cipó) com 5 a 10 cm de diâmetro. Pode ser mantida sob a forma de arbusto através de podas. Suas folhas são opostas e compostas trifolioladas, sendo que muitos casos o terceiro folíolo ocorre na forma de uma gavinha. Os folíolos são ovados, glabros, com cerca de 15 cm de comprimento por 8 a 10 cm de largura.

    As flores tubulosas de cor branco-amarelada, com cerca de 5 a 7 cm de comprimento. Floresce principalmente na primavera e no verão. Os frutos são secos e deiscentes, com a parte externa coberta por espinhos grossos, o que lhe confere a denominação pente-de-macaco. Os frutos em geral amadurecem no final do verão. As sementes são aladas.

    É uma planta de ocorrência natural em diversas regiões do Brasil, bastante encontrada no Cerrado.

    Heliófita comum em clareiras e bordas de floresta formando, junto com outras lianas, redes de proteção à comunidade florestal. Em geral os indivíduos antigos se alastram pela copa das árvores.

    Ocorrência Natural
    Existem registros em diversas regiões do Brasil, mas é efetivamente comum de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre na região planáltica, dentro das Florestas Ombrófila Mista e Estacional Semidecidual.

    Usos
    Se bem conduzida pode ser usada como planta ornamental, valorizando suas flores e folhas exuberantes. Pode também cumprir função importante na restauração vegetal de taludes íngremes, formando redes de retenção de umidade e matéria orgânica. Por fim, seus frutos são utilizados na confecção de artefatos artesanais como colares e móbiles.

    Aspectos de Cultivo
    A germinação ocorre poucos dias após a semeadura, sendo a taxa germinativa relativamente elevada.

    fonte

    Abaixo as principais características dos diferentes tipos de trepadeiras.

    flor-maracujá

    Antigonon leptopus.- Amor-agarradinho.
    Trepadeiras com gavinhas

    Também conhecidas como sarmentosas, elas apresentam estruturas, que podem ser folhas ou ramos modificados, capazes de se enrolar no suporte, permitindo assim a fixação e ascendência da planta.
    Ex: Maracujá, Amor-agarradinnho

    Tumbergia azul

    madressilva

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    Trepadeiras volúveis – Seus caules e ramos jovens são capazes de se enrolar na estrutura, durante o crescimento da planta. Fixando-se em suportes mais estreitos, como fios de nylon ou arame, e até mesmo colunas.
    Ex: Tumbérgia-azul, Madressilva, Sapatinho-de-judia

    unha-de-gato

    falsa-vinha
    Trepadeiras de raízes adventícias
    Raízes Adventícias – Ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e grudam no suporte, com muita aderência.
    Ex: Unha-de-gato, Falsa-vinha

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    Trepadeiras anuais

    Nesta lista estão incluídas trepadeiras de textura herbácea ou semi-herbácea, de crescimento rápido e vigoroso, excelentes para cobrir rapidamente suportes leves e pequenos, como algumas treliças. Acabam perdendo a beleza e o vigor com o tempo, exigindo o replantio.
    * Amarelinha
    * Boa-noite
    * Bucha
    * Capuchinha
    * Ervilha-de-cheiro
    * Esqueleto
    * Glória-da-manhã
    * Gloriosa
    * Ipoméia
    * Teta-de-vaca
    * Trepadeira-mexicana

    Trepadeiras perenes
    São plantas de textura semi-lenhosa ou lenhosa, adequadas para cobrir com muita longevidade estruturas maiores, como pérgulas, caramanchões ou pórticos. Seu crescimento pode ser um pouco lento, mas o cuidado dispensado é normalmente recompensado com belas floradas e sombras fresquinhas.
    * Alamanda
    * Amarelinha
    * Amor-agarradinho
    * Aspargo-samambaia
    * Baunilha
    * Boa-noite
    * Buquê-de-noiva
    * Caracala
    * Chapéu-chinês
    * Cipó-de-são-joão
    * Cipó-uva
    * Clemátis
    * Clerodendro-vermelho
    * Congéia
    * Corações-emaranhados
    * Costela-de-adão
    * Dama-da-noite
    * Dipladênia
    * Escova-de-macaco
    * Fita-de-moça
    * Flor-de-cera
    * Flor-de-são-miguel
    * Glicínia
    * Glória-da-manhã# Guaco
    * Hera
    * Hera-americana
    * Hera-da-algéria
    * Hera-japonesa
    * Ipoméia-rubra
    * Jasmim-amarelo
    * Jasmim-árabe
    * Jasmim-asa-de-anjo
    * Jasmim-da-índia
    * Jasmim-de-madagascar
    * Jasmim-dos-poetas
    * Jibóia
    * Jibóia-prateada
    * Kiwi
    * Lágrima-de-cristo
    * Madressilva
    * Maracujá
    * Mussaenda-vermelha
    * Papo-de-peru
    * Primavera
    * Rainha-da-noite
    * Sapatinho-de-judia
    * Sete-léguas
    * Sininho
    * Trepadeira-de-arco
    * Trepadeira-elefante
    * Trepadeira-jade
    * Trepadeira-mexicana# Trombeta-chinesa
    * Tumbérgia-azul
    * Unha-de-gato
    * Uva

    Elas são as plantas mais versáteis em qualquer jardim. Parecem capazes de se moldar às nossas idéias criativas. As trepadeiras são assim, acrescentam charme e romantismo a diversos projetos. Integram ou separam os espaços no jardim com naturalidade ímpar, seja na forma de cercas, caminhos com arcos, caramanchões ou simples e delicadas treliças.
    Apesar de tão úteis, é importante conhecer um pouco cada tipo de trepadeira e o modo com que se fixam. Assim podemos adequá-las melhor ao uso e ao tipo de suporte.

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    Amor-agarradinho (Antigonon leptopu)Trepadeiras

    As plantas trepadeiras (ou lianas) e as epífitas são consideradas por alguns estudiosos, exemplos menos prejudiciais de parasitismo. Algumas se utilizam das plantas como escadas para poderem alcançar a luz num meio dominado por árvores de grande porte.

    As lianas, tal como ocorre com o feijão e a glicínia, ascendem sobre outras plantas enrodilhando o caule em torno de qualquer suporte adequado, subindo mais e mais a cada volta executada. Já o pepino, a ervilha e o maracujá, diferentemente das anteriores, utilizam-se de gavinhas (caules modificados ou hastes de folhas),  enrolando-se em torno de qualquer apoio. Enroscando-se sobre si mesma, a gavinha vai subindo, soltando novas gavinhas; e assim sobe sem parar.

    Algumas lianas sobem com o auxílio de espinhos, que prendem em tudo que lhes sirva de suporte. As roseiras trepadeiras são exemplos desse comportamento.

    Na Malásia, cresce a palmeira-cipó, um tipo de palmeira trepadeira que, com seus caules flexíveis e espinhos na extensão de suas folhas, pode até causar ferimentos nas pessoas.

    O termo epífita vem do grego epi = sobre algo, em cima de algo e fíton = todo e qualquer vegetal.

    Orquídeas MiltôniasEpífitas

    As epífitas crescem se apoiando sobre galhos e troncos das árvores, sendo por esta razão freqüentemente confundidas com plantas parasitas ou ainda como plantas aéreas. Porém, elas utilizam-nas apenas como suporte e apoio para ficar acima do chão da mata, onde a luz que chega é pouca e a chance de sobreviver é bem menor.

    A maioria das epífitas é encontrada nas regiões tropicais úmidas, aonde chegam por sementes que são devoradas por pássaros e depositadas, quando não digeridas, nos galhos das árvores.

    Algumas têm esporos levíssimos que são levados pelo vento, como é o caso dos fetos Asplenium nidus ou o Platycerium (chifre-de-veado). Outra epífita muito bem sucedida nas regiões tropicais e semitropicais das Américas, é a Tillandsia usneoides (barba-de-velho), que cobre mais árvores que qualquer outra epífita. Ao contrário das outras, esta planta não possui raízes, não armazena água e não coleta húmus. Seus caules e folhas são recobertos de pêlos que protegem suas células, por onde é aspirada a água da chuva.

    Além das citadas, outras epífitas como alguns cactos, algumas samambaias, bromélias, musgos, orquídeas, antúrios e begônias, fazem uso da poeira, detritos de sais minerais e outros fragmentos trazidos pelas chuvas que escorrem dos galhos das árvores.

    As epífitas enfrentam muitos problemas para sobreviverem nas florestas sombreadas. Sem ligação com o solo, se esforçam para obter nutrientes e para um melhor aproveitamento de qualquer gota de água ou partícula de humo. Adaptando-se a todas as situações, muitas são suculentas, com reservatórios internos de água. Algumas têm pseudobulbos, outras possuem folhas grossas que armazenam água, e há as que possuem reservatórios externos como as bromélias.

    O antúrio epífito é capaz de desenvolver raízes que podem descer numa extensão de 18m, a fim de buscar água em algum riacho.

    As defesas que as plantas criaram são variadas: pêlos que ardem e queimam, espinhos, leite venenoso, pêlos que prendem insetos. Existe uma na África do Sul que se confunde com as pedras.

    Como sócias ou parasitas, as plantas de um modo geral, dependem umas das outras, de outros organismos vivos, vegetais ou animais para sobreviver.

    Cabe a nós, seres pensantes, estudar e preservar todo esse surpreendente mundo, do qual também fazemos parte, para que as condições naturais de equilíbrio possam ser mantidas. Afinal, o que seria deste planeta sem todo esse vasto mundo vegetal?

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    Planta Ornamental é toda planta cultivada por sua beleza. São muito usadas na arquitetura de interiores e no paisagismo de espaços externos. Há indícios que desde os primórdios da humanidade, algumas espécies como o lírio branco (Lilium candidum) eram cultivados para esse fim (o lírio branco, especificamente, foi registrado em pinturas da civilização minóica, sendo este o registro mais antigo do cultivo desta espécie).

    As espécies ornamentais foram selecionadas pelos humanos a partir de caracteres visualmente atraentes, como flores e inflorescências vistosas, coloridas e perfumadas, folhagem de cores e texturas distintas, formato do caule, ou por seu aspecto geral. Ao longo do tempo, os homens perceberam que poderiam aprimorar qualidades desejáveis em uma planta a partir de cruzamentos entre indivíduos particularmente bem dotados. Assim começaram a surgir novas variedades, com novas cores, flores maiores e mais duráveis, mais resistência ao clima ou a predadores. As rosas, cultivadas há milênios no Oriente Médio, já não se apresentam mais em seu estado original, mas a imensa variedade de formas e híbridos obtidos ao longo de todos esses anos de cultivo são sintomáticos da capacidade humana de transformar a natureza para atender suas necessidades.

    A descoberta da América em 1492 trouxe ao Velho Mundo uma nova fonte de plantas ornamentais completamente diferentes das que se cultivava havia milênios. Bromélias, orquídeas, aráceas e  muitas outras foram prontamente levadas à Europa e se tornaram extremamente populares. As expedições ao Sudeste Asiático a partir do século  XVI revelaram aos europeus outra grande fonte de espécies desconhecidas e exóticas, que até hoje concorrem com as espécies americanas em popularidade nas estufas e jardins tropicais.

    A demanda por plantas ornamentais americanas abriu brecha para a coleta indiscriminada e o tráfico de plantas, que, quando não extinguiu, reduziu drasticamente as populações naturais de tais espécies. Algumas, por outro lado, adaptaram-se perfeitamente aos novos ambientes em que foram introduzidas e tornaram-se plantas daninhas.

    Apesar da coleta ilegal ser ainda praticada, as plantas ornamentais são hoje cultivadas em fazendas, e movimentam um mercado bilionário no mundo inteiro, cuja demanda só faz crescer. Algumas cidades brasileiras, como Holambra e Suzano, vêem na produção de plantas ornamentais uma de suas principais atividades econômicas.

    Algumas exemplos dessas plantas são bromélias-de-sol e agaves e palmeiras de interiores.

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    Passiflora_edulis

    Nome comercial: Maracujá-mirim, flor-da-paixão, maracujazeiro
    Nome botânico: Passiflora edulis
    Espécie: Ornamental
    Categoria: Sementes de plantas ornamentais
    Família: Passifloraceae

    Espécie originária da América Tropical, Ásia e Austrália, cultivada em todo território brasileiro, porem se adapta melhor nas região quentes ao norte do Brasil. É uma planta trepadeira, de crescimento vigoroso e continuo; com sistema radicular pouco profundo, caule trepador, folhas lobadas e verdes com gavinhas (órgãos de sustentação). Em algumas espécies, as folhas são arredondadas e em outras são partidas, com bordos serrilhados. As flores são grandes, vistosas, de diversas cores de acordo com a espécie e a variedade.

    A floração ocorre no verão. Os frutos são arredondados, e com numerosas sementes achatadas envoltas pela polpa gelatinosa e saborosa. O gênero Passiflora compreende cerca de 400 espécies, sendo que entre estas, 2 espécies são as mais importantes na produção de frutos: o P. edulis e o P. alata. Os frutos tem ampla utilização culinária, prestando-se para o consumo in natura e para o preparo de sucos, geléias, sobremesas e molhos para carnes.

    Frutifica o ano inteiro nas região ao norte do Brasil e ao Sul é predominante nos meses de junho até outubro, contendo em um kg de sementes aproximadamente 40.000 unidades. A germinação ocorre em 2-4 semanas, dependendo do substratos ou mistura de propagação adotado.

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    A Saritéia é uma planta trepadeira, muito decorativa e sua utilização em paisagismo se dá para revestimentos de cercas, grades, alambrados e pergolados. É também indicada para cobrir grandes espaços abertos.

    Com folhagem muito vigorosa, a saritéia tem flores na cor rosa. Na primavera e verão a floração mantêm-se mais exuberante. Quando estão plantadas em regiões mais quentes podem continuar com seu florescimento o ano todo. Não é indicada sua utilização em regiões de clima frio, pois não tolera baixas temperaturas.

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    Originária da Colômbia, a Saritéia é uma planta rústica, não apresenta dificuldades para seu manuseio nem tem necessidade de muitos cuidados no seu cultivo. É indicada para plantio em solo que apresente boa drenagem e a pleno sol. Ela não se desenvolve em locais com sombra.

    Quando a planta estiver adulta e se for plantada em um local amplo, produz um grande efeito visual ornamental em função do seu crescimento vigoroso. Sua multiplicação pode ser feita através de estacas, que se enraízam com facilidade, se colocadas no final do inverno e início da primavera.

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    vaso_heras

    Existem plantas ornamentais adequadas para cada ambiente do lar. Portanto é de suma importância para o bom desenvolvimento das plantas que os vasos sejam colocados no ambiente mais propício às mudas neles plantadas.

    As principais características de identificação ambiental para as plantas ornamentais são: luminosidade, umidade relativa do ar, temperatura e movimentação do ar.

    A quantidade de luz varia de planta para planta, de acordo com sua espécie e origem natural. De um modo geral o mínimo de 70% de luz ambiente é aceitável para grande parte das mudas próprias de ambientes internos, tais como: peperômias, maranthas, calatheas, samambaias, avencas, phytonias etc. Para maior segurança deve-se observar a luminosidade existente no ambiente de onde se originam as mudas, ao adquiri-las.

    Geralmente os ambientes do lar auxiliam a manutenção de uma umidade relativa do ar favorável para as plantas. Exceção deve ser feita aos ambientes dotados de ar condicionado, pois estes reduzem consideravelmente a umidade relativa do ar, causando a desidratação nos tecidos das mudas de plantas ornamentais.

    Os níveis de temperatura nem sempre estão sob o nosso controle, porém podemos perfeitamente recolher determinadas plantas e colocá-las em lugares mais aquecidos, durante a estação de frio mais rigoroso, bem como podemos manter os ambientes onde elas estão, mais arejados durante os dias mais quentes do verão. O uso de ventiladores e aquecedores dever ser evitado, pois estes causarão prejuízo maior às plantas, do que o auxílio pretendido.

    As correntes de vento deverão ser evitadas para a maioria das espécies de plantas ornamentais de interior, pois lhes são extremamente prejudiciais. Quando por motivo de força maior, for necessário colocar um vaso com plantas ornamentais em local de grande movimentação de ar, as espécies mais indicadas ao as Sansevierias cactáceas e suculentas, por serem mais resistentes.

    Atualmente existem à venda no mercado lâmpadas especiais, apropriadas para a iluminação de plantas ornamentais em ambientes internos. Só é aconselhado o seu uso em locais onde seja totalmente impossível obter a luz natural, pois seu custo é bastante elevado, e seus efeitos nem sempre são os esperados.

    Quando houver impossibilidade de se manter vasos com plantas ornamentais em determinados ambientes nos quais, porém, elas sejam completamente imprescindíveis ou reuniões sociais, pode-se remover os vasos de seus locais costumeiros, colocando-os onde se fizerem necessário. Entretanto essas mudanças de ambientes deverá ser temporária e, nunca superior a 48 horas, para que não haja risco excessivo para as mudas. Ao recolocá-las em seus locais originais, deve-se manter o mesmo posicionamento anterior em relação à luz do ambiente.

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    suzana-dos-olhos-negros

    Nome científico: Thumbergia alata
    Luminosidade: sol pleno ou meia-sombra em local bem iluminado
    Clima: tropical e subtropical de baixa altitude
    Substrato: não é exigente
    Regas: a cada três dias
    Reprodução: por sementes
    Dica: a trepadeira adora o clima de regiões litorâneas onde cresce e floresce mais.

    A trepadeira Suzana-dos-olhos-negros fica muito bonita quando cultivada em vasos suspensos. Alguns dos seus ramos – de até 3 m de comprimento – pendem e outros crescem se enrolando no suporte do vaso. Tal característica destaca a delicadeza de suas folhas verde-claras e de sua florada intensa, que ocorre durante a Primavera e o Verão.

    As flores da espécie são amarelo-ouro com o miolo amarronzado justificando seu nome popular, muito ornamentais, porém há variedades de flores de coloração branca, rósea, vermelha, creme e laranja e uma variedade de flores completamente amarela.

    É originária da África e se adapta mesmo em solo pobre e clima seco. Apesar de ser perene, pode ser utilizada como anual. É rústica e apresenta caule volúvel de crescimento rápido.
    Suas folhas são pecioladas sagitadas, com alguns recortes pouco profundos. No paisagismo, é bastante utilizada para cobrir rapidamente cercas, treliças e pergolados, assim como esconder estruturas e objetos indesejados. Devido ao potencial invasivo é considerada planta daninha em determinadas situações.

    Deve ser cultivada a pleno sol e não é muito exigente quanto ao solo, devendo ser fertilizada com fontes de fósforo e potássio para uma intensa floração. Tolera a salinidade e não tolera geadas. Não necessita tutoramento. Multiplica-se por sementes.

    joaninhas

    cissus

    Nome Popular: Cipó-uva, Uva-do-mato, Uva-selvagem, Anil-trepador, Uva-brava, Cisso, Cissus
    Família: Vitaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: América do Sul

    O Cipó-uva é uma trepadeira perene, de textura semi-herbácea, própria para a decoração de ambientes internos. Apresenta caule ramificado, com ramos delgados, de cor castanha, recobertos de pelos e dotados de gavinhas para fixação. As folhas são compostas, com três folíolos de formato rômbico e margens denteadas. Algumas variedades possuem margens quase inteiras enquanto outras têm margens profundamente denteadas, praticamente lobadas. Quando jovens, os folíolos são claros, revestidas de tricomas e à medida que amadurecem adquirem uma cor verde-escura e brilhante.

    Planta excelente para crescer em locais semi-sombreados e até mesmo em interiores. O cipó-uva é uma planta excelente para crescer em locais semi-sombreados e até mesmo em interiores. Não obstante o crescimento moderado, ela é rústica e sua folhagem muito exuberante, tornando-a uma opção interessante para pendurar na sala, em cestas suspensas ou mesmo em jardineiras. Há duas principais formas de conduzi-la: como trepadeira, oferecendo-lhe suporte para que se fixe com suas gavinhas, ou como planta pendente, plantada em vasos ou cestas suspensas. Seja qual for o modo escolhido, vale à pena plantá-la, pois é uma espécie muito ornamental.

    Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz abundante difusa, em substrato bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta típica de clima subtropical, viceja melhor em locais de verão não muito quentes e aprecia o frio invernal para hibernar. Não tolerante a geadas. As fertilizações bimestrais durante o crescimento vegetativo estimulam o desenvolvimento de uma folhagem brilhante e saudável. Multiplica-se por estacas postas a enraizar em local protegido, no período da primavera.

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