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Posts para categoria ‘Tóxicas e Venenosas’

Echeveria elegans
Muitas suculentas podem ser multiplicadas por estaquia de folhas, como Crassulas e Echeverias. Se a folha destacar com facilidade do caule, é provável que este método de propagação terá bons resultados. Esta é a maneira mais rápida e fácil de obter filhotes de rosetas.

Escolha folhas maduras e saudáveis. Destaque-as com cuidado na junção com o caule e deixe-as em repouso por um ou dois dias.

Você pode aguardar até que apareçam raízes e pequenas folhas no local de junção da folha com o caule para então plantá-la. Aguarde que  apareçam as raízes e pequenas folhas no local de junção da folha com o caule para então plantá-la. Aguarde que as raízes estejam firmes e as novas folhas bem desenvolvidas antes de remover a folha-mãe.

Outra maneira de induzir o aparecimento da muda é colocar as folhas (com o local de junção para baixo) em um vaso com terra e umedecer o solo ocasionalmente.

Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos. Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo.

Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.

Você pode estimular o aparecimento de raízes aplicando hormônio de enraizamento no local do corte e então plantar o galho, ou aguardar o surgimento natural de raízes em alguns dias.

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Algumas das plantas ornamentais que temos em nossos em vasos ou jardins podem esconder perigo por trás de sua beleza. Elas são chamadas ” plantas tóxicas ” pois apresentam princípios ativos capazes de causarem graves intoxicações quando ingeridas ou irritações cutâneas quando tocadas.

Geralmente, a intoxicação por plantas acontece por desconhecimento do potencial tóxico da espécie. Apresento aqui neta matéria algumas das espécies ornamentais tóxicas mais comuns em quintais, jardins e vasos. Mas antes, atenção para estas orientações: – Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças e dos animais domésticos.
- Procure identificar se possui plantas venenosas em sua casa e arredores, buscando informações como nome e características.
- Oriente as crianças para não colocar plantas na boca e nunca utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).
- Não utilize remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação especializada.
- Evite comer folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.
- Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex, pois elas podem provocar irritação na pele e principalmente nos olhos. Evite deixar os galhos em qualquer local onde possam atrair crianças ou animais. Quando estiver mexendo com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.
- Cuidados especiais também devem tomados com os animais domésticos. Animais filhotes e adultos muito ativos têm uma grande curiosidade por objetos novos no meio em que vivem e notam logo quando há um vaso diferente em casa ou uma planta estranha no jardim. Não é raro o animal lamber, morder, mastigar e engolir aquilo que lhe despertou a curiosidade. Animais privados de água podem, por exemplo, procurar plantas regadas ou molhadas de chuva recentemente e ingerir suas partes. Há casos de cães e gatos que ficam sozinhos confinados por períodos longos que acabam se distraindo com as plantas e acabam por ingerí-las.
- Em caso de acidente, guarde a planta para identificação e procure imediatamente orientação médica.

Caladium

Caladium
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio
Família: Aráceas.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contacto podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.

comigo-ninguém-pode

Comigo-ninguém-pode
Família: Araceae.
Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.
Nome popular: aninga-do-Pará.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contacto podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contacto com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio, saponinas.

copo-de-leite

Copo-de-leite
Família: Araceae.
Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular: copo-de-leite.
Parte tóxica: todas as partes da planta
Sintomatologia: a ingestão e o contacto podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contacto com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.

Taioba-brava

Taioba-brava
Família: Araceae
Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.
Nome popular: cocó, taió, tajá.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contacto podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contacto com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.

Saia Branca

Saia-branca

Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão pode provocar boca seca, pele seca, taquicardia, dilatação das pupilas, rubor da face, estado de agitação, alucinação, hipertermia; nos casos mais graves pode levar a morte.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).

flor-bico-papagaio

Bico-de-papagaio
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contacto com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.

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Coroa-de-cristo
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contacto com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.

aveloz

Avelós
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio acivo: látex irritante.

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Oleandro
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Nerium oleander L.
Nome popular: louro rosa.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão ou o contacto com o látex podem causar dor em queimação na boca, salivação, náuseas, vômito intensos, cólicas abdominais, diarreia, tonturas e distúrbios cardíacos que podem levar a morte.
Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos

ricino

Ricino
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato, mamona.
Parte tóxica: sementes.
Sintomas: a ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito.
Princípio ativo: toxalbumina (ricina).

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Euphorbia pulcherrima 3

Para os adultos, saber se uma planta é tóxica ou não torna-se apenas uma questão de curiosidade. Entretanto, para as crianças pequenas e animais de estimação, a eventual ingestão desse tipo de planta pode ter consequências bastante sérias. Para garantir a tranquilidade de sua casa, mostra-se mais seguro não cultivar qualquer tipo de plantas perigosas, em particular se você tiver crianças que mexem em tudo e animais fuçadores. Se já houver um desses exemplares por perto, coloque-o fora do alcance, em uma prateleira alta.

O hábito de ingerir pequenos frutos não-venenosos, de plantas de interior, faz as crianças pensarem que todos são comestíveis. Se elas tiverem oportunidade, tentarão provar qualquer fruto que apareça em suas plantas. Algumas pimenteiras produzem belos frutos alongados ou redondos, muito convidativos aos olhos infantis. Se já estiverem maduros causarão irritarão nas mucosas da boca e do estômago. Além disso, a criança pode, inadvertidamente, passar a mão suja de pimenta nos olhos, irritando-os.

Seivas danosas
A maioria das plantas perigosas apresenta seiva tóxica, que permeia todo o exemplar. Se você apresentar um arranhão ou qualquer outra machucadura leve nas mãos, tome muito cuidado no momento de manipular um desses exemplares, em especial quando estiver propagando. Se una pequena quantidade de seiva penetrar pela abertura da pele, seu ferimento leve talvez se transforme numa irritação consideravelmente grave, com inchaço que pode durar vários dias, produzindo coceira ou dor.

Mesmo a hera comum não se revela uma planta inofensiva. Suas folhas causam um desagradável efeito purgativo, se consumidas em pequenas doses; grandes quantidades provocam uma super excitação, dificuldades respiratórias e até coma. Os frutos possuem uma ação ainda mais perigosa, mas dificilmente são encontrados em exemplares mantidos dentro de casa.

Não é à toa que o comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia) recebeu esse nome popular. Suas belas folhas manchadas de verde e branco contém uma seiva extremamente perigosa. Qualquer parte da planta, se ingerida, pode provocar um inchaço (edema) na língua, boca e garganta, e a vítima passa a ter muita dificuldade para comer, beber e até falar. Os efeitos causam bastante dor e duram alguns dias, antes que o inchaço desapareça por completo.

O bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima), espécie popular por suas brácteas escarlates, colore-se no fim do outono e no inverno. Como todas as plantas do mesmo gênero, apresenta uma seiva leitosa nas folhas e caules, cujos efeitos revelam-se nocivos quando em contato com a pele, podendo provocar irritações, manchas e bolhas. Ingerida, a seiva causa problemas no aparelho digestivo, como o vômito, gastrenterites e até delírios.

A seiva de tinhorão (Caladium) também produz os mesmos efeitos, por isso tenha cautela ao manusear a planta porque o líquido poderá penetrar pela corrente sanguínea, por qualquer corte pequeno, e causar desconforto.

Os exemplares floríferos raramente têm reputação perigosa, como ocorre com a hortênsia (Hydrangea), que produz uma espécie utilizada pelos orientais como um saboroso chá. Entretanto, se os botões florais dessa planta forem ingeridos, provocação distúrbios como náuseas, diarréia e gastrenterites.

Uma questão de dose
Grande parte das plantas consideradas perigosas apresentam princípios ativos nocivos em virtude da quantidade inadequada da dose ingerida. A medicina natural emprega muitos desses espécimes para curar diversos males, só que indica com clareza a posologia.

A aloe ou babosa (Aloe vera), por exemplo, torna-se um ótimo medicamento indicado para combater a prisão de ventre, em doses fracas. O aumento da dosagem provoca irritação da vesícula biliar e até nefrite.

Assim, qualquer planta poderá apresentar riscos à saúde das crianças e dos pequenos animais domésticos. Para o adulto, a proporção entre a superfície do corpo e a quantidade ingerida faz os efeitos se diluírem. Mas, essa mesma proporção, para uma criança e para um filhote, pode ter consequências graves.

Soluções
O primeiro pensamento que costuma ocorrer a quem tem criança pequena talvez seja o de não cultivar esse ou aquele tipo de planta. Mas, em maior ou menor grau, qualquer planta pode ser encarada como tóxica.

Você deve retirar as plantas do alcance dos bebês e de crianças muito pequenas, fazendo o mesmo se tiver um filhote de cachorro. Coloque-as em lugares altos ou pendure-as em vasos suspensos.

No entanto, se você suspeitar de uma possível intoxicação chame imediatamente o médico. Se não puder contatá-lo, não corra riscos e leve a criança ou o filhote para o hospital mais próximo.

Procure ter também uma folha da planta para que o médico possa saber exatamente o que fazer. Lembre-se de que saber o nome científico do exemplar ajuda muito. Se o médico não conhecer a planta obterá indicações de sua toxicidade pelo nome científico do gênero e da família botânica. Assim torna-se mais fácil diagnosticar com rapidez.

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Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contacto com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais.
A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar , já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso.

Plantas Venenosas (Nome popular e científico)
Alamanda – (alamanda cathartica L); Alecrim-de-Campinas – (Holocalyx balansae); Antúrio – (Anthurium ssp); Aroeira – (Lithaea brasiliesn March); Arrebenta-boi – (Isotoma longiflora); Arruda – (Ruta graveolens); Avelós – (Euphorbia tirucalli); Azaléa – (Rhododendron spp); Açucena – (Hippeastrum hybridum ); Bambu-boto – (Bambusa vulgaris); Banana-de-macaco – (Philodendron bipinnat); Bartimão – (Stryphnodendron adstringens); Bico-de-papagaio – (Euphorbia pulcherrina); Buchinha – (Luffa operculata); Cambará – (Lantana camara L.); Chapéu-de-Nopoleão – (Thevetia peruviana); Charuto-do-rei – (Nicotiana glauca Graham); Cicuta – (Conium maculatum L.); Comigo-ninguém-pode – (Dieffenbachia picta); Copo-de-leite – (Zantedeschia aethiopíca); Coroa Imperial – (Haemantgus katharinae Baker); Coroa-de-cristo –(Euphorbia Milii); Corticeira – (Erythrina crista-galli L.); Costela-de-adão – (Monstera deliciosa); Cróton – (Codiaeum variegatum); Dama-da-noite – (Cestrum nocturnum); Dedaleira – (Digitalis purpúrea L.); Erva-moura – (Solanum nigrum); Espada-de-são-jorge – (Sansevieria trifasciata); Espirradeira – (Nerium oleander L.); Esporinha – (Delphinium ssp); Estramônio – (Datura stramonium L.); Flor-de-coral – (Jatropha multifida L.); Giesta – (Cytisus scoparius); Gloriosa – (Gloriosa superba); Hera – (Picus pumila); Hortênsia – (Hydeangea macrophylla); Ipoméia – (Ipomaea carnea); Jasmim=manga – (Plumeria rubra); Leiteiro-vermelho – (Euphorbia cotinifolia); Louro-americano – (Kalmia latifólia); Louro-cereja – (Prumus laurocerasus L.); Lírio – (Mellia azedarach L.); Madressilva – (Lonicera periclymenum); Mamona – (Ricinus communis); Mandioca-brava – (Manihot utilíssima Pohl); Maniçoba – (Manihot glaziovii Muell. Arg); Narciso – (Nascissus pseudonarcissus); Saia-branca – (Datura suaveolens L.); Saia-roxa – (Dtura metel); Samambaia – (Pteridium aquilinum (L.) Kuhn); Taioba-brava – (Colocasia antiquorum); Tinhorã0 – (Caladium bicolor Vent); Trevo – (Oxalis sp); Trevo-branco – (Trifolium repens L.); Urtiga – (Fleurya aestunas L.); Vinca-maior – (Vinca maior); Violeta – (Viola odorata).

Ação dos componentes tóxicos das plantas
Por definição uma planta medicinal é aquela que contém um ou mais princípios ativos, que nada são do que componentes químicos que dão às plantas medicinais, atividade terapêutica.. O interessante é que esses princípios ativos distribuem-se por diferentes órgãos das plantas e de forma desigual., em função da especialização das células. Essa distribuição, em algumas espécies de plantas, podem ocorrer em todas as partes da planta, como um todo., ai é que a planta se torna tóxica. Em outros casos , apenas uma parte as planta é tóxica e a outra não, isso quer dizer, que cada parte da planta produz substancias diferentes, uma com princípios tóxicos e a outra medicinal.

Os principais princípios ativos conhecidos como responsáveis pelos efeitos adversos causados pelas plantas são: alcalóides, glicosídeos, resinas, fitotoxinas, minerais, oxalatos e azeites essenciais.
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