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  • Archive for the ‘Sem categoria’ category

    cattlabicolor

    É uma espécie de hábito epífita, mas também pode ser encontrada na forma terrestre vegetando sobre detritos de folhas e pedaços de madeira caídos de árvores nas florestas de galeria, geralmente próximas a rios ou brejos. Em algumas regiões também pode ser encontrada na forma rupícola, vegetando sobre rochas.

    Vegeta em regiões de cerrado, sempre entre os 500 e 1.200 metros acima do nível do mar, mas mesmo vegetando regiões de cerrado, não tolera luz solar direta, buscando sempre locais um pouco mais protegidos da incidência direta do sol e sempre com bastante ventilação.

    Pode ser encontrada dispersa pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.

    Alguns orquidófilos fazem severas diferenciações da Cattleya bicolor de acordo com o estado que é encontrada, porém trata-se de uma mesma espécie independente das suas características morfológicas.

    No estado de São Paulo, mais precisamente no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira e no Rio de Janeiro, na Serra do Mar, ela foi denominada Cattleya bicolor var. bicolor. As flores das plantas dessa região são bem menores que as de outros estados, de colorido verde até bronze-avermelhado, suas pétalas, sépalas e principalmente o labelo bem mais estreitos, em sua maioria não produzindo flores de boa forma.

    Já as plantas encontradas no estado de Minas Gerais, em algumas cidades como Pará de Minas, Itabira e outras mais, são chamadas de Cattleya bicolor var. minasgeraisensis. Sempre com flores de ótima forma, de tamanho bem maior que as encontradas em São Paulo e Rio de Janeiro, e de colorido com bastante variação. Nesse hábitat foram encontradas a maioria das variedades dentre dessa espécie.

    Pode ser encontrada também no estado de Goiás, pegando as divisas com os estados de Minas Gerais e Distrito Federal, e são chamadas Cattleya bicolor var. brasiliensis. Também possuem muito boa forma  e colorido muito intenso.

    Planta
    O aspecto vegetativo é bem típico, mas tem variações de acordo com a região natural da planta. Mas no geral é planta possui rizoma forte, que emite raízes grossas e flexuosas, pseudobulbos fusiformes, cilíndricos e sulcados, eretos ou arqueados, lembram a cana-de-açúcar e algumas plantas de determinadas regiões como as de Minas Gerais, que podem ultrapassar um metro e meio de altura.

    Pseudobulbos encimados por duas ou três folhas elíptico-lanceoladas, coriáceas, rígidas, com mais ou menos 15 centímetros de comprimento, por 8 centímetros de largura e de colorido sempre verde bem escuro.

    Flor
    Tem como início de sua floração o final do mês de dezembro, atingindo seu ápice no início do mês de fevereiro.

    A inflorescência surge em espata simples no meio das folhas, com hastes florais podendo atingir até 30 centímetros de altura e  podendo portar até 15 flores de mais ou menos 10 centímetros de diâmetro.

    Uma particularidade que a diferencia de qualquer outra das Cattleyas bifoliadas,  é a falta dos lóbulos laterais, que deixa assim, toda coluna exposta. O lóbulo frontal em forma de leque ou pá e com bastante substância, apresenta uma canaleta que sai por baixo da coluna e que se prolonga até o meio do labelo, sendo outra característica bem marcante dessa espécie.

    Abaixo algumas das variedades da Cattleya bicolor:
    - Alba: pétalas e sépalas completamente verdes e sem qualquer mácula, com labelo totalmente branco-puro.
    Albescens: pétalas e sépalas de colorido verde, com pouquíssimas ou mesmo sem qualquer mácula, e labelo com leve ou quase imperceptível sopro rosado.
    Coerulea: pétalas e sépalas podendo ir do verde-amarelado ao verde-bronzeado, com ou sem máculas na tonalidade lilás-azulado, e labelo com colorido lilás-azulado.
    Measureiana: pétalas e sépalas de colorido típico, podendo ir do verde-bronzeado ao marrom bem escuro, e labelo totalmente branco-puro.
    Semi-alba: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde, sem qualquer tipo de mácula e labelo com colorido lilás de intensidade variável.
    Suave: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde-bronzeado e labelo com colorido róseo bem pálido.
    Típica: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-bronzeado ao marrom bem intenso (chocolate), com ou sem máculas de intensidade e quantidade variável e labelo lilás bem intenso.

    Cultivo
    Planta muito exigente no tocante a umidade e aeração de suas raízes, o que torna seu cultivo um pouco mais complicado como a maioria das Cattleyas bifoliadas.

    Desenvolve-se muito bem em vasos de barro ou cestinhos de madeira, desde que preenchidos com fibra de xaxim lavada ou mesmo cubos de xaxim, de modo que as raízes fiquem sempre bem aeradas.

    A Cattleya bicolor não é muito tolerante com relação ao excesso de divisões, principalmente quando em plantas pequenas.

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    Darlingtonia

    Uma planta é carnívora, atrai, captura, mata, digere animais (invertebrados e ocasionalmente pequenos vertebrados) e absorve seus nutrientes. Existem muitas plantas que possuem algumas dessas habilidades, mas não todas.
    Por exemplo, flores atraem polinizadores (insetos, pássaros e outros animais), algumas plantas (orquídeas e lírios aquáticos) capturam insetos polinizadores para assegurar a transferência do pólen. Todas as plantas absorvem nutrientes seja pela raiz ou pelas folhas e todas são capazes de se “movimentar”, umas menos e outras mais, como é o caso da Mimosa pudica que recolhe suas folhas ao ser tocada para evitar que estas sejam devoradas por animais herbívoros.

    Apesar disso, mesmo que algumas plantas sejam capazes de realizar algumas dessas funções, elas não realizam todas juntas.
    Em primeiro lugar, é preciso dizer que elas não são monstros de casas mal-assombradas, nem devoradoras de exploradores inocentes perdidos em florestas tropicais africanas.
    Pelo contrário, na maioria são plantas pequenas e delicadas que capturam pequenos insetos ou animais aquáticos microscópicos.

    A sua beleza exótica engana muitas pessoas, levando-as a crer que suas folhas, altamente especializadas, são flores - mais ainda, nem se apercebem de que elas são carnívoras. Portanto, a menos que você tenha o tamanho de um inseto, elas lhe são perfeitamente inofensivas.

    Para que uma planta possa ser considerada carnívora, é preciso que ela tenha a capacidade de:
    - atrair,
    - prender,
    - digerir formas de vida animais.

    Recentemente descobriu-se que algumas plantas são e não são totalmente carnívoras.

    Existem muitas plantas que apresentam algumas destas características, mas não todas considerando umas carnívoras e outras não.

    A Darlingtonia e Heliamphora não produzem enzimas para digerir suas presas, ficando na dependência da ação de bactérias e fungos, que é lenta, para absorver os nutrientes. Mas suas folhas altamente especializadas, ascídios na verdade, não deixam dúvidas que são plantas carnívoras.

    As bromélias Brocchinia e a Catopsis são consideradas carnívoras basicamente por parecer que capturam muito mais insetos que outras bromélias. Na verdade, todas as bromélias capturam e matam muitos invertebrados por acidente.

    A Roridula e Byblis, que embora capturem grande quantidade de insetos com suas folhas colantes, parece que não produzem enzimas para digeri-los. Mesmo assim, a absorção dos nutrientes ocorre a partir dos excrementos de outros insetos, que se alimentam das presas, mas nunca ficam presos nas folhas. Trata-se de uma relação de comensalismo entre estas carnívoras e os insetos imunes às armadilhas.

    A Ibicella e a Proboscidea, que possuem glândulas colantes, capturam muitas presas, não produzem enzimas digestivas, e não escondem os insetos que se alimentam das presas e defecam nas folhas.
    Fica meio difícil definir ao certo se são carnívoras, porque as glândulas colantes estão presentes em uma infinidade de plantas acredita-se que tenham o propósito de defesa.
    Por exemplo, o Plumbago possui essas glândulas na face exterior de suas sépalas, o que supostamente impede que formigas e outros insetos roubem o néctar e pólen das flores, deixando-os para os verdadeiros polinizadores (insetos voadores).
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    malva-cheirosa
    Malva alivia o mal-estar e ainda perfuma pratos doces

    Para médicos e dentistas, essa planta é boa aliada contra dor de garganta e gengivite; já entre os gourmets, uma variação da malva, a do tipo cheirosa, dá um toque dos deuses nas sobremesas.

    Cheirosa e silvestre. Esses são os dois sobrenomes da malva e, por meio deles, se reconhecem a origem e o uso mais indicado da espécie. A malva silvestre (Malva sylvestris), da família das malváceas, é a que tem despertado maior interesse nos pesquisadores.

    Estudos feitos no Brasil e no exterior comprovam o poder bactericida, anti-inflamatório, antifúngico e antioxidante dessa planta originária da Europa.
    Tais propriedades se devem ao fato de a espécie apresentar em sua composição mucilagens, taninos e óleos essenciais que interferem no crescimento das bactérias. Não por acaso, muitos dentistas recomendam bochechos com chás ou tinturas diluídas em água de malva silvestre como coadjuvantes no combate de gengivites e estomatites. E até para a limpeza bucal de quem usa aparelho ortodôntico.
    O efeito cicatrizante da planta ainda pode auxiliar no tratamento de problemas de pele. Para isso, a malva pode ser usada em forma de compressa com a infusão das folhas ou em cremes manipulados. Nos centros de saúde da rede municipal de Campinas, esse uso tópico teve excelente resultado na cicatrização, assim como as compressas com calêndula e babosa,

    Mas não confunda a malva silvestre com a malva-cheirosa, nome popular da espécie Pelargonium. Essa última planta é nativa da África, pertence à família dos gerânios e, embora sem propriedades medicinais, é a preferida dos chefs de cozinha. Com as folhas dessa planta, pode-se aromatizar bolos, caldas e tortas doces com perfumes que lembram rosa, limão, canela, pinho ou cravo, de acordo com a variedade usada.

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    plantas

    Nos anos 70 foi lançado um projeto pela NASA (Agência Espacial Americana),  cujo objetivo era identificar plantas que pudessem ajudar a despoluir ou limpar o ar de espaços fechados.

    Sabe-se que a (má) qualidade do ar pode efetivamente provocar sintomas como alergias, dores de cabeça, irritações das vias respiratórias, tonturas e fadiga geral. Sintomas estes que desaparecem quando se sai do espaço confinado, com pouco ou nenhuma renovação de ar.

    Esta situação é gerada pelos ocupantes do espaço e pode ter origem em agentes biológicos (bactérias, fungos, algas), químicos (monóxido de carbono, ozônio, solventes, fumo de tabaco) e também em agentes inertes respiráveis como algumas fibras naturais, poeiras, microfibras de amianto e lã de vidro, entre outros exemplos..

    O Engº Ambiental Bill Wolverton, no seu livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” diz que parte da solução está disponível na natureza, em plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

    Um estudo recente, da Universidade da Pensilvânia, (USA) confirma que determinadas plantas eliminam melhor determinados poluentes.

    Plantas verdes e flores possuem elevada capacidade de reter, filtrar e eliminar agentes nocivos. Além disso, as raízes e as bactérias do solo ajudam na eliminação de vapores tóxicos.

    Para uma boa filtragem do ar não é preciso encher a casa de plantas, uma planta “limpa” o ar de cada 10 m2. Para combater o fumo do tabaco opte pelas dracenas ou clorofitos. Contra químicas de detergente opte pelos antúrios. Há plantas mais indicadas para purificar o ar de um determinado tipo de elementos.

    Não se esqueça que a planta também é um ser vivo e que, para que o seu filtro funcione corretamente deverá receber todos os cuidados a que tem direito: uma boa drenagem da água de rega e limpeza regular do pó acumulado nas folhas, são essenciais.

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    Achimenes

    A pequena achimenes nasce espontaneamente no México e em várias regiões da América do Sul. Possui viçosas folhas brilhantes, suavizadas por delicadas flores tubulares, que desabrocham durante todo o verão, e cujas tonalidades vão desde branca e amarela, até rosada, vermelha, azul e púrpura. Cada flor dura apenas alguns dias, mas é logo substituída por outra, numa sucessão que se estende de dezembro a março ou abril.

    Os ramos longos de várias espécies arqueiam sob o peso das flores. Desse modo, essas plantas destacam-se como peças decorativas quando colocadas em vasos suspensos, perto de janelas ou em outros locais onde haja bastante luz. A planta gosta de receber regas com água amornada, nos meses de setembro, outubro e novembro, pois dessa maneira tem estimulado seu crescimento vegetativo, que ocorre durante a primavera. Existem muitas variedades híbridas de achimenes obtidas através de cruzamentos de espécies diferentes, todas floríferas.

    É uma bela e volumosa florífera para plantarmos em grandes cestas suspensas e floreiras. Também é uma planta excelente para cultivar em varandas, visto que aprecia o sol da manhã ou da tardinha, não tolerando apenas o sol forte do meio-dia. Adapta-se a uma variedade de climas, desde o equatorial até o subtropical, resistindo a períodos de frio.
    Deve ser cultivada sob meia-sombra, em substrato arenoso, fértil e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

    A flor mágica se desenvolve a partir de um rizoma (caule subterrâneo que cresce quase sempre em sentido horizontal, a pouca profundidade no solo) de tonalidade rosa ou branca, de onde nasce um único caule. Por isso, a fim de conseguir uma touceira bem formada, será necessário plantar vários rizomas no mesmo vaso.  Nos meses de inverno, a flor mágica seca e os rizomas não têm atividade, recomeçando o ciclo vegetativo apenas na primavera. Entretanto, exigem calor e umidade constantes para reviver.

    A florada acontece do início de dezembro até meados de março, quando a planta seca e, aparentemente, morre, entrando em total hibernação até se iniciar o próximo período vegetativo e aparecerem os primeiros brotos.

    Achimenes grandiflora, a espécie mais alta (até 60 em), produz caules arqueados, ótimos para vasos suspensos. Possui folhas denteadas e rubescentes, em tons avermelhados no verso. As flores, vermelho-purpúreas, atingem até 5 cm de diâmetro e nascem de dezembro a abril.

    A. longiflora é a mais adequada para vasos pendentes. Cresce uns 30 cm, produzindo folhas pequenas, ovais e cobertas de penugem. As flores azul-violáceas formam tubos longos e delgados. A variedade ‘Alba’ apresenta grandes flores brancas, com gargantas amarelas pintadas de púrpura.
    Na variedade ‘Major’ as folhas são brilhantes e as flores, grandes, colorem-se de azul-violáceo com belíssimas gargantas amarelo-douradas.

    A. candida é baixa, com caule marrom-avermelhado e folhas denteadas e rijas. As pequenas flores apresentam o formato de um funil levemente arqueado e nas tonalidades branca e amarela, com uma garganta matizada de púrpura; a parte externa das pétalas geralmente é amarelo-ouro. É uma espécie de crescimento bastante rápido.

    A. skinneri
    é outra espécie para vasos suspensos, só que seus ramos são menos cheios. Os ramos produzem bulbinhos que, eventualmente, são plantados como os rizomas. Com folhas verde-bronzeadas, apresenta flores de cor púrpura (de tonalidade pálida ou média), com gargantas amarelas.

    Primavera e verão
    Utilize um composto orgânico adequado e plante os rizomas no fim de agosto ou em setembro, a 2,5 cm de profundidade. Coloque de seis a oito rizomas para obter um vaso cheio e compacto. Regue-os com água morna, para umedecer o composto. Depois disso, mantenha o vaso úmido, regando-o normalmente durante os meses de dezembro a março. Não o deixe secar, mas não o encharque demais.

    No início da germinação, evite que a planta sofra temperaturas inferiores a 15°C. O Achimenes precisa de boa luminosidade, mas não de sol direto. Se a temperatura subir muito, borrife água em volta do vaso, mas nunca deixe que caiam gotas sobre as folhas e flores. Adube com um bom fertilizante a cada duas semanas, logo que a florada começar; continue a fazê-lo até a chegada do outono.

    Para obter plantas encorpadas, faça uma poda manual, utilizando o polegar e o indicador para cortar 2,5 cm da ponta dos caules ainda novos. Cada planta crescerá formando dois caules, o que resultará em um vaso bem cheio. Caules muito compridos podem ser estaqueados com varetas de bambu ou ripas de madeira.

    Outono e inverno
    No outono reduza as regas assim que as flores forem rareando até que entre em dormência, quando perde a folhagem.  Quando as folhas começarem a murchar – o que acontece com incrível rapidez – corte os caules bem rente à terra e pare de regar completamente, até o início da próxima primavera.
    Durante o repouso vegetativo, Deixe os rizomas no vaso ou retire-os com cuidado, limpe-os e guarde em areia seca.
    Na primavera, então, replante os rizomas em terra nova.

    Propagação
    No fim do verão, cada rizoma já produziu de três a seis “filhotes”. Plante todos juntos, para formar um vaso encorpado, ou separe-os de modo que se desenvolvam como mudas independentes.

    Para fazer sementeiras, utilize composto orgânico misturado a um pouco de areia. Em setembro, semeie e mantenha o conjunto a uma temperatura entre 21 e 27°C, até a germinação total. Você também pode fazer mudas de estacas utilizando caules que não floresceram, enraizando-os na mesma mistura empregada para a sementeiro. Mantenha as estacas em ambiente quente e úmido, cobrindo o conjunto com um plástico transparente e folgado.

    Problemas e Soluções
    A achimenes constitui uma planta ideal para quem está se iniciando em jardinagem porque raramente é afetado por algum problema – os poucos que apresenta quase sempre resultam de um manuseio inadequado.

    Um exemplar fenecido pode ter recebido regas demais, o que resulta na morte da planta.
    A planta também pode ressentir-se com a falta de água, tendo os rizomas a tal ponto desidratados que não consigam mais brotar. Regue-a abundantemente.
    Quando os botões florais não desabrocham e escurecem, é provável que a planta tenha permanecido num local de temperatura muito alta e diretamente ensolarado.

    Cuidados
    Adquira os rizomas de achimenes no inverno. Escolha os que tenham aparência rija e fresca, separando cerca de seis, para formar um vaso bem encorpado. Peça orientação ao vendedor a respeito das espécies híbridas.
    É menos dispendioso comprar rizomas do que um vaso formado. E, além disso, ganha-se o prazer de observar todo o desenvolvimento da planta, desde o plantio.

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    Piracanta001
    Cultivar bonsai vai muito além da simples poda e educação dos ramos, é uma arte bastante completa, com várias variantes, uma delas é a cerâmica. Os vasos de cerâmica utilizados para o plantio do bonsai são, em muitos casos, uma obra de arte à parte, a escolha do vaso é fundamental para a boa apresentação e composição do seu bonsai, é preciso ter paciência, analisar a estrutura do vaso, a estrutura da planta, para só então escolher o vaso ideal, que vai sobressaltar, ainda mais, os detalhes do seu bonsai.

    O ideal é que o vaso, ou bandeja, esteja em harmonia com a sua planta, lembrando sempre que, como toda arte, o bonsai deve sempre agradar o autor da obra. Abaixo,

    Regras que devem ser pensadas antes de colocar o seu bonsai em um vaso.
    1. Veja a proporção do vaso e da árvore. Na maioria dos casos o vaso deve ter em torno de 2/3 da altura da árvore;

    2. Se a altura da árvore é menor que sua largura, a profundidade do vaso deve ter aproximadamente 2/3 da medida da base da planta. A largura do vaso nunca deve ser a mesma da planta, deve ser um pouco menor;

    3. A profundidade do vaso deve ser proporcional ao tronco da árvore, exceto em árvores no formato de cascata ou de múltiplos troncos;

    4. A lateral do vaso deve ser um pouco menor que a largura das ramificações primárias laterais;

    5. A forma do vaso deve estar relacionada ao estilo do bonsai. As árvores de tronco ereto ficam melhores em vasos retangulares. E devem ser plantadas optando por um lado do vaso e nunca no centro, exceto em vasos redondos;

    6. As árvores de troncos curvados ou de linhas curvas suaves, ficam melhores em vasos ovalados, redondos ou de quinas arredondadas. Devem ser plantadas no centro do vaso;

    7. Uma árvore com aspecto mais velho e de tronco áspero deve ser plantada em um vaso de aspecto similar, para manter a sensação da idade da planta.

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    azaleia

    Com a chegada da primavera e a proximidade do final de ano fazem os brasileiros dar mais importância para a ornamentação da casa, o que inclui a melhoria de jardins e o cultivo de plantas, sejam em vasos ou xaxins.

    Com variedades de preços e de espécies –que exigem diferentes cuidados– é importante ficar atento para as necessidades específicas de cada planta para que o jardim fique vistoso, colorido e a casa com apresentação mais agradável.

    O brasileiro, sempre que se aproxima a primavera e o final de ano, quer fazer uma reforma geral na casa para deixá-la mais bonita. Depois que passam esses períodos, a procura pelas plantas diminui e elas acabam esquecidas até a mesma época do próximo ano.

    Para manter a beleza durante todo o ano, aí vão as dicas:
    É importante ficar atento aos cuidados que cada planta exige, como a questão do calor, da luminosidade, da adubação e da quantidade de água”, alerta o engenheiro.

    Um dos aspectos principais para o desenvolvimento das plantas é a incidência de raios solares suportados. Umas são mais sensíveis e precisam ficar em ambientes mais reservados. Outras não se importam em receber diretamente esses mesmos raios e dispensam proteções.

    As espécies mais comuns, que podem ser plantadas em locais com grande incidência solar são as azaléias, cheflera, mussaenda, ixora, fênix e araca. Essas plantas podem custar entre R$ 3 e R$ 20, dependendo do estabelecimento e da região onde são comercializadas.

    São plantas rústicas que não precisam de cuidados muito específicos. Elas precisam de água pelo menos três vezes por semana. Devem ser protegidas daqueles matos que costumam cercar as plantas e nelas podem ser colocados estercos e adubos químico. Essas plantas são costumeiramente mais procuradas por causa da facilidade de cultivo, já que não são muito exigentes.

    Ao contrário das primeiras, outras plantas necessitam de maiores cuidados. Elas preferem ambientes mais escuros (o que não significa ausência total de luminosidade) e não precisam receber água constantemente (uma vez por semana, no máximo).

    Já que estão em um ambiente menos seco, três vezes por ano é aconselhável usar adubo químico.

    Jardim fica florido o ano todo
    Plantar diferentes espécies é fundamental para conseguir deixar o jardim florido durante o ano inteiro, diz especialista

    Ter um jardim florido durante todo o ano só é possível se forem plantadas espécies diferentes, que se adaptem às quatro estações do ano.

    Veja alguns exemplos de plantas e o quanto de sol cada uma se adapta melhor, segundo especialistas.

    Primavera
    Jasmim (sol pleno), alpínia (meia sombra), crino rosa (sol pleno), boca-de-leão (sol pleno) e hortênsia (sol pleno e meia sombra).

    Verão
    Lírio-do-brejo (sol pleno), girassol (sol pleno), ixora (sol pleno), pentas (sol pleno) e alpínia (sol pleno).

    Outono
    Tabaco ornamental (meia sombra), abélia (sol pleno), azaléia (sol pleno), camélia (sol pleno) e cosmos-amarelo (sol pleno).

    Inverno
    Clerodendro (sol pleno), viuvinha (sol pleno) e azulzinha (sol pleno).

    Compra exige alguns cuidados

    Ao comprar uma planta em vaso, certifique se a terra ou xaxim está devidamente molhada ou úmida. Faça essa checagem diariamente, regando a terra sempre que necessário e evitando molhar flores e folhas.

    Após regar a terra, deixe-a escorrer para eliminar o excesso de água, evitando que as raízes fiquem diretamente submersas e acabem por apodrecer.

    Nunca coloque a planta diretamente sob o sol durante grande período de tempo, na maioria das vezes as plantas necessitam de luz direta ou indireta, porém sempre por um curto espaço de tempo e de preferência no inicio da manhã ou pelo final da tarde quando os raios solares estão mais fracos.

    Não deixe a planta recebendo correntes de ar. A necessidade de um ambiente fresco não significa que a planta deva ficar de frente a ar condicionado ou ventiladores.

    Verifique com um jardineiro ou atendente de floricultura os cuidados específicos que cada espécie precisa em particular.

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    citronela

    Nome Científico: Cymbopogon winterianus
    Nome Popular: Citronela, capim-citronela, citronela-do-ceilão (C. nardus), cidró-do-Paraguai, citronela-de-java (C. winterianus
    Família: Poaceae
    Ciclo de Vida: Perene

    A citronela é bastante conhecida pelos seus efeitos repelentes, principalmente contra mosquitos e borrachudos. Ela forma uma touceira densa, suas folhas são longas, com bordas cortantes e de coloração verde clara, idêntica ao capim-limão (Cymbopogon citratus). Difere deste apenas pelo aroma, que é suave, com perfume de limão, ao contrário da citronela que é bastante forte, talvez até um pouco enjoativo. Ela contém grandes quantidades de óleo essencial Citronelal, responsável por suas utilizações repelentes.

    Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim como em canteiros adubados ou como bordadura em áreas grandes. Apresenta efeitos alelopáticos positivos quando plantada em conjunto com outras plantas, repelindo pragas e desta forma protegendo as companheiras. A essência de citronela é utilizada em perfumes, velas, incensos, repelentes, aromaterapia, desinfetantes e armazenagem de alimentos.

    O uso do óleo essencial diretamente sobre a pele pode provocar irritações. O bagaço de citronela pode ser utilizado na alimentação animal. Diz-se também que repele gatos de hortas e canteiros.

    Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica para uma boa produção. Seu crescimento é bastante rápido, o que pode requerer um desbaste periódico. Utilize sempre luvas ao trabalhar com a citronela, pois as bordas das folhas produzem cortes superficiais na pele.

    Tipicamente tropical, não tolera frio intenso ou geadas. Multiplica-se facilmente pela divisão das touceiras.

    Medicinal
    Indicações
    : Repelente de insetos, aromaterapia em casos de nervosismo, ansiedade, agitação.
    Propriedades: Calmante, bactericida, carminativa.

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    flor-de-outubro
    Nome Científico: Ruipsalidopsis rosea
    Nome popular: flor-de-outubro
    Origem: Brsil
    Porte: de 50 cm a 60 cm de altura
    Flores: vermelhas, brilhantes e terminais. Formadas em setembro
    Solo: rico em matéria orgânica e permeável
    Cultivo: em vasos e jardins
    Clima: tropical
    Luminosidade: meia-sombra
    Irrigação: no Inverno, uma vez por semana e no Verão, duas vezes. Evite encharcamento. Regue somente depois que o solo estiver seco
    Dificuldade de cultivo: nenhuma
    Multiplicação: por sementes e estaquia
    Curiosidades: trata-se de um cacto bastante ornamental, que se adapta bem dentro de casa. O caule crece arqueando-se. Quanto mais sol, mais abundante será a floração.

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    lagrimas de bebe

    Nome Científico: Soleirolia Soleirolii
    Nome Popular: Lágrimas de Bebê,  Barba de Moisés
    Família: Urticaceae
    Origem: Mediterrâneo
    Ciclo de Vida: Perene

    Esta suculenta também tem sido chamada de Musgo da Irlanda, no entanto não é um musgo, nem deve ser confundida com a Sagina Subulata ou Chondrus Crispus, que também são conhecidos como musgo irlandês. Ela é uma delicada suculenta de forração com folhas verdes ou amarelas brilhantes com grande número de pequenas flores. Ela cresce rente ao chão em esteiras e é por vezes utilizada na ornamentação de jardins ao lado de samambaias.

    Esta espécie é nativa do norte da região mediterrânica, mais especificamente em torno da Itália e ilhas vizinhas, mas foi introduzida e cultivada em todo mundo como planta ornamental. Ela pode ser cultivada em ambientes fechados como uma planta de casa pode ser utilizada em habitats de  anfíbios. Quando cultivada em vasos suspensos  dá um grande efeito pendente.  Em regiões mais frias, ela entra em hibernação e ressurge vigorosa quando a temperatura aumenta.  O seu florescimento se dá no final do verão e no início da primavera. Suas flores são hermafroditas, minúsculas e de tonalidade branco rosadas.

    Suas folhas são o atrativo especial da planta, conferindo quando plantada ao chão um exuberante tapete verde de textura uniforme. Ela deve ser utilizada em forrações de canteiros,  jardineiras e naqueles lugares onde a grama normalmente não se desenvolve. Necessita de muita luminosidade em ambiente de meia sombra. O solo ou substrato onde será cultivada deverá ser rico em matéria orgânica, poroso e bem drenado. As regas devem ser feitas em dias alternados sem encharcar.

    Uma curiosidade à parte da Soleirolia, diz respeito às suas minúsculas flores: quando maduras e secas, no menor toque, elas explodem, soltando um pozinho branco como acontece com a Pilea Microphylla–“brilhantina”, da mesma família.

    Nas regas, percebe-se muito bem esse fenômeno. Na verdade são os grãos de pólen saindo do androceu, ou seja: do órgão sexual masculino. O Gineceu (a parte feminina) fica por localizada na parte mais baixa e rosada da flor.  Ela está sendo relançada como planta pendente em vaso.

    estações do ano