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coroa-de-frde

Espécie típica da caatinga do Nordeste brasileiro, esse cacto é resistente a solos áridos e arenosos. O cacto coroa-de-frade é pequeno e arredondado, tem um aspecto interessante.

As flores formam-se na parte de superior da planta, sob o tronco verde, e são levemente róseas. Normalmente aparecem no verão. São formadas no chapéu vermelho e cilíndrico sobre o tronco verde.

Possui espinhos pontiagudos nas bordas dos gomos que formam o tronco. É uma planta pouco exigente quanto ao solo e à umidade.

Os frutos, quando caem, deixam um buraco, que depois fecha naturalmente. São consumidos por alguns animais, caso dos lagartos.

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Também é adequando para vasos como planta isolada ou em composição com outras cactáceas e suculentas em terrário ou diretamente no jardim. Deve ser cultivado a pleno sol, em substrato composto de areia e terra de jardim.

Essa espécie é mais sensível ao frio. Sua polinização acontece através de sementes diminutas, já que não emite brotações.

As regas ficam por conta das chuvas que, caso estejam em excesso, podemos protegê-lo até o tempo melhorar. Sua multiplicação é feita por sementes.

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orquídeas Quando cultivadas junto aos caules de árvores, as Orquidaceaes devem ser fixadas com fibra de coco e amarradas no tronco com barbante.

Não tem como não gostar de orquídeas. Com suas cores e seu design simples, elas fazem a alegria das casas e dos jardins pelo mundo afora. As diversas espécies encantam e os mais diferentes modos de cultivá-las também não são nenhum bicho de sete cabeças.

Nós podemos reservar um cantinho da nossa estufa ou do nosso quintal para elas e colocá-las em um vasinho para que elas cresçam a luz do sol!

Mas, tem gente que já não aguenta mais ter vasos espalhados por todos os cantos do jardim. Eles dão trabalho e podem acumular água de drenagem parada, ambiente apto para o desenvolvimento do mosquito da dengue. Se você quer arranjar um jeito diferente de plantar as suas orquídeas, procure informações sobre planta-las em árvores.

Orquídeas: Quem não as quer?
Essas espécies de flores têm perfume característico e podem ser cultivadas de forma bem fácil. Elas só necessitam de muita adubação nas épocas apropriadas e muita luz. Elas curtem bastante os raios solares. Por isso, muitas vezes, é aconselhável colocá-las em estufas para que elas possam sobreviver por muito mais tempo.

Também é preciso saber qual a época de floração das orquídeas, já que é nesse período que elas exalam seu perfume característico. Dessa forma, é sempre bom poder cultivá-las em árvores, onde a luz solar tem maior incidência e elas vivem em perfeita tranquilidade.

Atenção: As orquídeas híbridas só se dão bem em estufas ou cantos reservados com muito sol. Talvez, elas não se desenvolvam muito bem em árvores.

Orquídeas: Fáceis de cuidar
Abaixo, a lista de algumas das orquídeas mais fáceis de cuidar e que também alegram o seu jardim com grande beleza. Lembrando que todas elas podem ser plantadas em árvores.
oncidium

* Chuva-de-Ouro (Oncidium – Ela é amarelinha e floresce em grandes cachos no final da primavera. Para deixá-las bem presas no alto e com boa incidência de luz solar, coloque-as em ramos de árvores ou palmeiras. Regue o jardim sempre e não se esqueça de umedecer sempre as raízes das árvores com orquídeas dessa espécie.

Dendrobium_fimbriatum

* Dendróbios (Dendrobium fimbratium) – Elas tem um tom tao amarelo que podem ofuscar um pouco da sua visão. Porém, esse gênero possui flores de diversas cores para vocês escolher. Se quer uma árvore bem grande bonita cheia de cores, escolha o olho-de-boneca (tipo Dendrobium nobile).

Cattleya intermédia

* Cattleya intermédia – Elas se  adaptam bem a grandes árvores, palmeiras e plantas xerófilas.

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* Laelia tenebrosa –  Pode ser cultivada em árvores e também em vasos. Ela se dá bem em ramos na árvore do jardim e para ornamentar o espaço na época do Natal. Isso tudo porque a espécie floresce em dezembro na época da maior festa do mundo.

Brassia-verrucosa

* Brassia (Brassia verrucosa) – É uma planta exótica e que não pode faltar m nenhuma árvore do seu jardim.

Dicas para manter as orquídeas em árvores
Abaixo, vamos aprender a cultivar as orquídeas em determinadas árvores e qual o jeito ideal para mantê-las lindas e saudáveis no alto de suas árvores. Confira.
1-Tipos de caule
Troncos rugosos e ásperos são sempre uma ótima opção para as orquídeas ficarem presas no alto das árvores. Algumas das mais indicadas são: árvores frutíferas e árvores cítricas como a laranjeira, o limoeiro e a mexeriqueira.

Todas essas espécies possuem as famosas nervuras que facilitam a fixação das raízes da orquídea de uma forma extremamente eficaz.

Os troncos das árvores para este fim não podem soltar as cascas em determinadas épocas do ano. Portanto, tenha muita atenção! Alguns pinheiros possuem um tipo de resina na casca e as orquídeas não conseguem se desenvolver direito.

2. Iluminação
Como todos sabem, as orquídeas adoram luz. Porém, algumas preferem a sombra e se desenvolvem até melhor em locais mais escurinhos. Segundo alguns especialistas na área, a importância de cultivar as orquídeas em árvores está justamente nesta etapa.

A condição de iluminação mais recomendada é a de 50 a 70% de sombra, que é obtida ao cultivar as orquídeas sob árvores, telados ou ripados.

fixas

Procure por árvores mais frondosas se o caso da sua orquídea for gostar de sombra. As orquídeas conhecidas como as meia sombra são: Miltonia, Oncidium, que foi mencionado acima, e Phalaenopsis.

Para as orquídeas que amam a luz do sol, temos as árvores de copas menores que facilitam a entrada dos raios solares. As que têm menos volume de folhas também facilitam o acesso da luz.

As espécies que apreciam maior luminosidade são: Cattleya, Dendrobium, Laelia, Vanda, Catasetum e Cyrtopodium. Algumas delas nós até já foi mencionado acima e são super práticas de se plantar.

3. Umidade
A umidade do orvalho e a água da chuva vão ser os principais agentes que irão umedecer as suas orquídeas enquanto elas estiverem no alto das árvores.

Porém, em dias quentes e secos que não contam com a ajuda dessas águas naturais, será preciso regar as árvores e umedecer os caules e as raízes. As orquídeas não suportam viver longos períodos sem água.

orquídea

4. Nutrindo
As cascas das árvores costumam fornecer os nutrientes necessários para a sobrevivência das orquídeas. As casas absorvem poeira, fezes de animais, folhas em decomposição e outros nutrientes necessários para a sua sobrevivência.

Mesmo assim, para as orquídeas se desenvolverem melhor, é preciso adubar as árvores de 15 em 15 dias com adubo químico.

Captando somente os nutrientes da natureza, talvez a sua árvore floresça menos e ainda dê flores muito menores, o que já não fica tão bonito assim. É sempre bom complementar a adubação.

5. Outros cuidados
* Nas primeiras semanas de cultivo, não deixe de regar bem a sua plantinha usando uma mangueira ou um regador mesmo.

* Quando a orquídea estiver “abraçando” a árvore, o adubo químico poderá ser suspenso para que o uso do orgânico comece a ser utilizado. Isso significa que a sua orquídea já vai estar enraizada e bem fixada à árvore.

orquídeas1

* Depois de alguns meses, não é preciso se preocupar tanto, já que elas grudam nos troncos das árvores de forma natural. Antes disso, elas vão precisar de alguns suportes como barbante, juta, corda de sisal e outras coisas que possam amarrá-las bem. Isso tudo deverá ser feito no inicio da fixação.

folhas3

planta p-meiasombra

A luz solar é um dos fatores responsáveis pelo bom desenvolvimento das plantas. É graças a ela que os vegetais realizam a fotossíntese. E cada espécie tem necessidade de um tipo de exposição para a sua sobrevivência.

Assim, quem quiser ter um jardim saudável ou uma casa cheia de plantas bem cuidadas, deve conhecer o tipo de exposição solar que cada espécie exige.

Saiba mais sobre iluminação para jardim e para plantas domésticas a seguir:

cactos


Luz i
ntensa e direta
O exemplo mais conhecido de plantas que precisam de luz solar direta e forte são os cactos – uma espécie de planta bastante famosa por se adaptar bem a climas secos, até mesmo ao do deserto.

Outras plantas que necessitam de luz direta e intensa são a Amarílis, a boca-de-leão, a escovinha e a dália, sendo consideradas flores do sol. Esses tipos de planta possuem flores e folhas macias e devem receber raios solares por, no mínimo, seis horas ao dia. Outras plantas que também precisam de sol pleno por, pelo menos, seis horas diárias são as ervas frutíferas.

flor-de-maio-vermelha

Luz média
Flor-de-maio, begônia, maria-sem-vergonha, beijos-de-frade, campainha e lírio são espécies que precisam de exposição solar média.  Esse tipo de exposição solar é conhecido como “meia sombra” e se caracteriza pela intensidade luminosa.

No entanto os raios do sol não incidem diretamente sobre a planta. As plantas de meia sombra precisam receber luz durante parte do dia – cerca de três horas – e, no restante, ficar à sombra, ou seja, sem ter o sol diretamente em suas folhas.

chifre-de-veado

Luz fraca e indireta
O antúrio, o chifre-de-veado e a fitônia são plantas que estão aptas a aproveitar o pouco de luz que recebem. Assim sendo, não há necessidade de maior exposição solar. Elas se adaptam bem aos ambientes com menor claridade. Aspargo, violeta-africana e a árvore da felicidade também são exemplos de plantas que vivem bem com esse tipo de iluminação.

Avenca _ 03

Sombra
As samambaias, renda portuguesa e avencas são algumas das opções que sobrevivem à sombra. Elas são ideias para se ter dentro de casa, pois não precisam de luz intensa ou exposição constante à luz solar. Mas é preciso entender que sombra não é a inexistência total de luz, pois, em um ambiente de escuridão, nenhuma planta irá crescer ou florescer.

Desse modo, é importante contar com um nível adequado de iluminação. As plantas que vivem bem na sombra possuem características comuns, como folhagem abundante, dura e brilhosa.

sol entre nuvens

Adubo

Os cuidados com as plantas do jardim vão muito mais além do que somente colocar as sementes na terra e regar um dia sim e um dia não. Quem é realmente comprometido em fazer um belo jardim ou mesmo ter plantas bonitas, mesmo que sejam em vasos dentro do apartamento, sabe que o adubo é uma etapa importante do processo.

Porém, há também que se ressaltar que o adubo pode ser uma etapa um tanto controversa do processo de plantio, isso porque é difícil saber logo de cara quando e como usá-lo.

O que são adubos?
Os adubos que também podem ser chamados de fertilizantes são compostos químicos que tem por objetivo suprir as deficiências de substâncias que os vegetais possuem. Os vegetais têm como uma das principais características a capacidade de sintetizar o próprio alimento, o chamado Autotrofismo.

Porém, podem existir casos em que eles não conseguem suprir todas as necessidades e se mostra necessário contar com a ajuda dos adubos. Vale dizer que os adubos podem ser compostos orgânicos ou inorgânicos e sua principal utilidade é repor nutrientes que são essenciais para o desenvolvimento do vegetal.

humusdeminhoca

De que são feitos os adubos?
Quando analisamos as necessidades dos vegetais percebemos que eles precisam de determinadas substâncias em maior ou menos grau. Aquelas substâncias que representam uma necessidade menor para os vegetais são chamadas de micronutrientes como, por exemplo, zinco, boro, cobalto, molibdênio, manganês e ferro.

Já aquelas substâncias que representam uma necessidade maior para os vegetais são os chamados macronutrientes e podemos citar entre esses o potássio, hidrogênio, nitrogênio, fósforo, oxigênio, enxofre, carbono, cálcio e magnésio.

O carbono, o oxigênio e o hidrogênio são abundantes na atmosfera e por isso mesmo facilmente captados pelas plantas. Dessa forma quase não são encontrados em fertilizantes uma vez que não fazem falta para os vegetais. Porém, os macronutrientes (mesmo que abundantes na natureza) são mais difíceis de assimilar pelas plantas. Por isso mesmo eles estão presentes em quase todos os tipos de adubos.

Dentre os principais elementos fornecidos através de adubos podemos citar nitrogênio, o fósforo e o potássio. Se você observar as embalagens de adubo vendidas em lojas especializadas e até mesmo no supermercado se dará conta que em grande parte desses produtos esses três elementos estão na composição. Dessa forma o que encontramos é uma variação de nitrogênio, o fósforo e potássio nos adubos.

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Para que serve o Nitrogênio, o Fósforo e o Potássio?
Cada um desses três elementos principais da composição dos adubos tem uma função diferente e muito importante para o crescimento saudável das plantas.

Confira abaixo:
Nitrogênio
– Atua ajudando na formação de proteínas que são muito importantes para a formação de estruturas como o caule e as raízes;

Fósforo – Ajuda a acelerar o crescimento e o amadurecimento dos frutos;

Potássio – Ajuda na defesa contra doenças e também no pleno desenvolvimento das sementes.

Como e quando usar adubos?
Como bem pudemos perceber enveredando pelo universo da composição e importância dos adubos existe necessidades da planta que precisam ser atendidas com a ajuda dessas substâncias.

Porém, não é em qualquer momento da vida da planta e nem mesmo qualquer adubo que farão bem.

Pensando nisso listei abaixo três situações em que o adubo se mostra muito importante, o crescimento, a floração e a manutenção da planta. Esses são os três momentos principais da vida de uma planta em que ela necessitará da ajuda de bons adubos.

Saiba que a adubação é muito importante para a vida de uma planta, porém, quando o adubo é utilizado de forma incorreta ou no momento errado da vida do vegetal pode ter consequências desastrosas e impossíveis de serem remediadas. Daí vem a importância de saber como fazer a adubação corretamente.

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O adubo para o crescimento
Como já esclarecido acima os adubos são feitos quase que todos da combinação NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio). Cada um dos elementos possui uma função e quando estamos falando sobre o crescimento estamos falando numa concentração maior de Nitrogênio que ajuda as raízes e o caule a se desenvolverem.

Depois de colocar as sementes na terra é necessário cuidar para que a rega seja feita de acordo com as necessidades de água da espécie em questão e também observar a necessidade de complementar as possibilidades de crescimento dessa planta com uma boa dose de adubo.

O adubo ideal para esse momento em que se deseja estimular o crescimento de caule e raízes é aquele que possui uma maior concentração de Nitrogênio. Nas embalagens dos adubos é possível ver a sua composição listada em números, por exemplo, NPK – 30 -10 -10. Cada número representa a sua quantidade em relação a sua respectiva letra.

Esse tipo de adubo com mais Nitrogênio é próprio para ser usado em plantas e mudas juvenis, porém, também pode ser usado em vegetais adultos que estão encontrando dificuldades de crescimento. O início do período chuvoso é um bom momento para esse tipo de adubo.

O adubo e a floração
O Fósforo tem como principal função auxiliar no crescimento e fortalecimento da floração das plantas. Os adubos com maior concentração de Fósforo são imprescindíveis para que a planta apresente uma floração mais intensa por haste. Também é muito importante para ajudar a manter as flores por mais tempo sem contar que ajuda a evitar a desidratação das plantas.

O período mais indicado para utilizar adubos com maior concentração de fósforo é uns dois meses antes de as plantas começarem a florir assim você estará fornecendo o substrato necessário para estimular a planta.

adubo-1

O adubo e a manutenção
A função do Potássio é oferecer um equilíbrio entre os compostos permitindo que a planta se desenvolva de forma mais saudável e menos confusa.

Vale dizer que durante os períodos de manutenção (aqueles que não são de crescimento e nem de floração) é interessante utilizar um fertilizante equilibrado, ou seja, NPK 10 – 10 – 10. Dessa forma todas as funções serão cumpridas e as suas plantas serão muito mais saudáveis.

chuva no rio