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  • Archive for the ‘Sem categoria’ category

    hortinha
    Há muito tempo, havia um conceito denominante de que as hortaliças não se harmonizavam com projetos paisagísticos, eram estranhas em relação ao conceito de paisagismo.
    A regra era: Hortaliças restritas às áreas de horta, frutíferas eram em pomares, havendo exceções de algumas, e em jardins tinham seu canto pré estabelecidos. Ambas eram plantadas separadamente.

    Hoje, há mudança deste conceito, novas técnicas cada dia mais são implantadas, trazendo harmonização entre varias espécies.
    Hortaliças no paisagismo, antes o conceito era idéias de loucos, hoje cada dia mais natural, Sim, é possível fazer as escolhas corretas para uma perfeita sintonia entre a composição de plantas ornamentais e algumas espécies de hortaliças tanto como ervas aromáticas e flores comestíveis.

    Varias espécies podem ser usadas tal como: Canola (Brassica Napus L.).

    Leguminosa suculenta de porte médio,folhas verdes escuras e largas .
    Flores exuberantes de cor amarela parda é considerada o ouro dos campos, formando paisagem que deslumbra a todos que presenciam uma plantação de seu cultivo. Valor de cultivo significante, excelente paladar, muito plantada em regiões do Sul do Brasil, Centro Oeste e Sudeste do Brasil.

    Coentro (Cariandrum Sativum) É uma planta glabra,da Família Apiaceae, flores rosas e alvas, pequenas e aromáticas,usadas como temperos ou condimentos.

    Amor Perfeito .(viola tricolor).É uma flor bienal, ou seja, produz duas vezes ao ano. Planta rasteira, no máximo 18cm em media, flores lindas e deslumbrantes, prefere solos ácidos ou neutros, planta de sombra parcial e meia sombra.
    Floresce de abril a setembro; Hermafrodita e auto fértil, sua maior polinizadora são as abelhas, fitoterapêutica, condimentada, usada no tratamento de epilepsia, asma,doenças da pele e eczemas .
    Tem efeitos expectorantes e diuréticos, usada nos tratamentos de reumatismo e artrite .
    Planta comestível usada em saladas em alguns dos melhores restaurantes.
    DE grande requinte em uso paisagístic,o fazendo belas composições com cores variadas.

    Alface vermelha (Ézika)seu paladar é ótimo e excelente para saúde, diurética e com princípios ativos diversos e benéficos
    Seu uso em paisagismo é espetacular, trabalhando em harmonia com as seguintes plantas: Maranta(Maranta L.) gênero botânico da Família marantaceae, algumas variedades também pode ser feita em composição tal como Marata arumpliraceae, maranta leuconeura, entre outras variedades como
    Pleomelle variegattum, Dracena-confeti(Dracaenna godseffina).

    Tudo pode ser criado resultando em contrastes incríveis seguindo simples regrinhas.

    Plantas de grande porte sempre ao fundo , alguma a frente caso haja necessidade, conforme projeto especifico e com o estudo da área a ser implantada , plantas médias ao meio e pequenas e rasteiras sempre a frente .
    Tudo se faz tudo se cria, tudo se transforma Não tenha medo de arriscar.
    Quem não sonha em ter um belo jardim a seu dispor e ainda mais tirar o proveito máximo do que o mesmo lhe proporciona?
    Alem de uma bela paisagem também lhe proporciona, quando necessário, o alimento.
    Nos dias contemporâneos, com cada vez menos espaços, porque não conciliar beleza com o sustento proveniente da mesma?

    vento

    A
    Absorção -
    Fixação de uma substância, geralmente líquida ou gasosa, no interior da massa de outra substância, em geral sólida, e resultante de um conjunto complexo de fenômenos de capilaridade, atrações eletrostáticas, reações químicas etc. Função pela qual as células dos seres vivos fazem penetrar em seu meio interno, em uma parte da célula ou em espaços intercelulares, as substâncias que lhes são necessárias.
    Ácaro – Denominação dada aos aracnídeos microscópicos da ordem Acarinos; que se desenvolvem nos mais diversos meios. Atacam folhas, frutos e ramos de diversas plantas, principalmente quando há aumento da umidade do ar.
    Aciculada –
    Folha em forma de agulha.
    Ácido – Diz-se do solo ou solução que possui pH inferior a 7.0. Esta condição pode prejudicar a absorção dos nutrientes pelas plantas.
    Aclimatar – Fazer com que uma planta se adapte, a condições ambientais diferentes do local e clima de onde ela se originou. Ex: adaptar os bulbos de tulipas, procedentes da Holanda, ao clima brasileiro, para que floresçam satisfatoriamente.
    Aclorofilada – Vegetal desprovido de clorofila, portanto sem coloração verde.
    Acre – Antiga unidade de superfície utilizada na medição de terrenos, ainda hoje usada na Inglaterra e nos Estados Unidos, e que equivale a 4,047 m2.
    Acúleo – Estrutura rígida e pontiaguda de origem epidérmica, ligada ao córtex da planta. Difere do espinho por ser mas superficial que este, além de destacar-se com facilidade dos ramos. Sua função é proteger a planta contra os herbívoros. Ex: As roseiras têm acúleos ao invés de espinhos.
    Acuminada – Folha que tem a ponta longa e afilada.
    Adubação verde – É uma pratica utilizada para a fertilização do solo que consiste no cultivo de determinada planta, normalmente uma leguminosa, gramínea, crucífera e outras com a finalidade de proteger e melhorar o solo. Após determinado período é cortada e deixada sobre o solo ou a ele incorporada ainda verde e não decomposta, promovendo assim o seu enriquecimento com matéria orgânica e nutrientes, principalmente o nitrogênio.
    Adubo – Sinônimo de fertilizante. Material de origem vegetal, animal ou mineral, capaz de melhorar a fertilidade do solo ou substrato, quando misturado a este ou irrigado sobre sua superfície. O adubo pode ser natural ou artificial. Ex. Farinha de ossos, torta de mamona, salitre do chile, NPK.
    Aerênquima – Parênquima vegetal que apresenta grandes espaços para o armazenamento ou passagem do ar. Tem a função de auxiliar na capacidade de flutuação de muitas plantas aquáticas.
    Aeróbico – Organismo que depende do oxigênio para seu crescimento e sobrevivência.
    Afídeos – Família de pequenos insetos homópteros, parasitas de vegetais, como o pulgão-da-roseira, o pulgão-da-laranjeira.
    Agrícola – Referente ou relativo ao conjunto de operações que transformam o solo natural para produção de vegetais úteis ao homem.
    Agrobiologia – Ramo da ciência que utiliza os conhecimentos da biologia nas suas relações com a agricultura.
    Agronomia – É um campo multidisciplinar que inclui sub-áreas aplicadas das ciências naturais (biológicas), exatas, sociais e econômicas que visam melhorar a prática e aumentar a compreensão da agricultura visando uma otimização para o bem da humanidade.
    Agrotóxico – Denominação genérica dada aos produtos e/ou agentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna com a finalidade de preservá-las da ação seres vivos considerados nocivos.
    Aiveca – Peça que sustenta parte de um arado que serve para afastar a terra e alargar o sulco destinado ao plantio.
    Alabardina – Ver hastada.
    Albinismo – Anomalia congênita das plantas, caracterizada pela ausência ou diminuição do pigmento clorofila.
    Alburno – É a parte periférica e jovem do lenho das árvores, que com o passar do tempo morre e se torna o cerne. As células vivas do alburno constituem o xilema e tem a função de conduzir a água e os nutrientes (seiva bruta) das raízes até as folhas. O alburno apresenta coloração clara, enquanto que o cerne é de coloração mais escura.
    Alcalino – Diz-se do solo ou solução que possui pH superior a 7.0.
    Aléia – Caminho traçado para passagem de pedestres ou transporte de produtos, normalmente efetuado em parques e jardins.
    Alelopatia – Influência de uma planta no desenvolvimento de outra planta ou insetos, geralmente pela secreção de substâncias tóxicas pela raiz ou pela folhas. Interferência causada pela liberação de substâncias químicas produzidas por organismos, vegetais ou animais, e que afetam os outros organismos da comunidade.
    Alga – Organismo vegetal clorofilado, uni ou multicelular, microscópio ou macroscópico, que vivem em água doce ou salgada e que se fixa em rochas ou se agrupa, formando plâncton e capaz de realizar fotossíntese. Exerce papel fundamental na cadeia alimentar dos meios aquáticos.
    Alóctone – Espécie originária de outro local ou ecossistema. Espécie presente em uma determinada área geográfica da qual não é originária. Sinônimo: Exótica.
    Alomônio – Substância exalada ou extraída de plantas que apresenta efeito benéfico nos emissores ou produtores e efeitos negativos para os receptores.
    Alporquia – Método de propagação de plantas em que induz-se o crescimento de raízes em pontos selecionadas da planta mãe, como ramos ou folhas, de forma que a separação da nova muda seja realizada apenas após seu enraizamento.
    Alqueire – Unidade de medida de área equivalente a 4,84 hectares (alqueire mineiro) ou 2,42 hectares (alqueire paulista).
    Alternada – Disposição alternada das folhas ou dos folíolos em folhas compostas. Uma folha ou folíolo por nó.
    Aluvião – Depósito, normalmente em planícies, de material orgânico e inorgânico, trazidos pelas águas pluviais e fluviais.
    Alvião – instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, semelhante a uma picareta, com um dos lados em forma de ponteiro e o outro em forma de cavadeira ligeiramente afiada utilizado para destocar os terrenos, semelhante a uma chibanca, com um lado para cavar a terra e o outro para cortar as raízes e o tronco das árvores.
    Amarrio – Forma ou modo de ligar, atar ou prender por meio de cordões ou fitas.
    Ambiente – Conjunto de todas as condições físico-químicas externas que cercam e influenciam um indivíduo e afetam seu crescimento e desenvolvimento. Tudo aquilo que faz parte do meio em que um ser vivo existe.
    Amêndoa – Qualquer tipo de semente contida dentro de um caroço.
    Amentilho – Inflorescência em forma de espiga densa, geralmente pendente e de flores unissexuadas e aclamídeas, reduzidas e reunidas em pequenos grupos ao longo do eixo.
    Amido – Carboidrato insolúvel que constitui a substância mais importante de reserva e nutrição das células das plantas. Geralmente é apresentado em forma de um pó branco ou esbranquiçado, extraído de sementes, bulbos e tubérculos, e quando industrializado normalmente não tem odor nem gosto.
    Anabiose – Suspensão das funções vitais de qualquer organismo vegetal as quais ficam paralisadas, por motivos de ressecamento ou congelamento.
    Anaeróbico – Organismo que vive independente da presença de oxigênio.
    Ancinho – Instrumento agrícola, feito de metal, madeira ou plástico resistente, de cabo longo, dotado de uma travessa dentada e destinado a juntar palha, folhas secas, retirada de pequenos torrões, pedras etc., muito utilizado em pequenas áreas para aeração do solo e no manejo de viveiros e pequenas hortas.
    Androceu – É o conjunto dos estames, órgãos reprodutores masculinos de uma flor, com a função de produzir grãos de pólen.
    Anemófila – Tipo de polinização realizada pelo vento.
    Angiospermas – São parte do grupo das plantas com flores (Fanerógamas), agrupadas na Divisão Magnoliophyta do grupo das Espermatófitas. As principais características das Angiospermas incluem óvulos e grãos de pólen encerrados em folhas modificadas inteiramente fechadas sobre eles, respectivamente o carpelo e a antera. “Angio” significa proteção, e “sperma” significa semente. Desta forma, as Angiospermas são aquelas plantas cujas sementes estão protegidas, encerradas em um fruto pelo menos até o momento da sua maturação. As Angiospermas dividem-se em duas grandes classes monocotiledôneas e dicotiledôneas.
    Antera – É a parte superior do estame, com formato globuloso. Contém os microsporângios que produzem os esporos haplóides, denominados grãos de pólen (os gametas masculinos de uma planta com flor).
    Antese – Abertura dos botões florais em flores. Momento em que a flor se abre.
    Antracnose – Designação geral das moléstias das plantas superiores causadas por vários fungos da ordem das melanconiales. A antracnose gera nas folhas manchas escuras, deprimidas e, muitas vezes, aureoladas, que acabam por úlceras. Ataca, com grande freqüência, plantas cultivadas importantes, dando consideráveis prejuízos. Sinônimo: Varôla.
    Anual – Grupo de plantas que naturalmente ou por seleção, têm apenas um ciclo vegetativo e este têm a duração de até um ano.
    Aquênio – É um tipo de fruto normalmente seco, provido de dois carpelos, indeiscente, portando normalmente uma semente. Ex. Caju.
    Aração – Prática agrícola que consiste em revolver a camada superficial do solo com um implemento chamado arado.
    Arado – Implemento agrícola que corta, eleva e inverte o solo para melhorar a aeração e a infiltração de água que pode ser do tipo aiveca, fixo ou reversível e composto de disco ou grades.
    Arbusto – É todo vegetal do grupo das angiospermas dicotiledôneas lenhosas, que se ramifica desde junto ao solo e tem menor porte (abaixo de 6 metros) em relação às árvores.
    Areia – É um material de origem mineral finamente dividido em grânulos, composta basicamente de dióxido de silício, com 0,063 a 2 mm. Forma-se à superfície da Terra pela fragmentação das rochas por erosão, por ação do vento ou da água. Através de processos de sedimentação pode ser transformada em arenito.
    Argila – A argila é uma família de minerais filossilicáticos hidratados, aluminosos de baixa cristalinidade e diminutas dimensões (partículas menores do que 1/256 mm ou 4 µm de diâmetro), como a caolinita, montmorilonita, illitas, etc. A argila se origina da desagregação de rochas que comumente contém feldspato, por ataque químico ou fisico, que produz a fragmentação em partículas muito pequenas.
    Aristada – Folha com a ponta em forma de espinho.
    Arranquio – Ato ou efeito de retirar uma planta do solo.
    Árvore – É uma planta permanentemente lenhosa de grande porte que atinja altura mínima de 6 m na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores.
    Auto-polinização – Tipo de polinização que ocorre quando uma flor recebe seu próprio pólen.
    Autóctone – Espécie originária de determinado local ou ecossistema. Espécie biológica ou nativa de um determinado lugar e só encontrada ali. Espécie que ocorre naturalmente na região. Sinônimo: Nativa.
    Autótrofo – Organismo que, a partir de compostos inorgânicos, fabrica seu próprio alimento mediante fotossíntese ou quimiossíntese. As plantas verdes, as algas, alguns protistas e algumas bactérias.
    Áxilo – Diz-se de planta que não produz madeira.

    B
    Baga –
    Fruto do tipo carnoso que só libera as sementes quando é aberto ou apodrece. Ex. Tomate.
    Bagaço – Resíduo de frutos, caules, folhas ou sementes depois de extraído o suco ou outras substâncias.
    Baganha –
    Película que recobre a semente.
    Bago –
    Cada fruto do cacho de uvas. Fruto ou grão que lembre a uva.
    Bainha – É a parte da folha das plantas vasculares em que esta se prende ao caule. Em muitas monocotiledôneas, como as gramíneas (capim), a bainha envolve não só o caule, mas as folhas mais jovens.
    Baiyodo – Composto orgânico utilizado pela agricultura natural resultado da fermentação da mistura de terra virgem enriquecida com microorganismos e farelo de arroz.
    Bandeja –
    Tabuleiro de várias formas e feitios, feito de madeira, papelão, isopor, plástico, metal ou outro material, utilizado em viveiros e hortos para plantação de sementes para germinação ou de pequenas mudas.
    Básico – Ver alcalino.
    Biodegradável –
    Substância capaz de ser decomposta por organismos vivos.
    Biofertilizante –
    Fertilizante líquido obtido pela decomposição de matéria orgânica como estercos ou restos de vegetais. Tem grande quantidade de microorganismos vivos e nutrientes como proteínas, enzimas, vitaminas, antibióticos naturais, macro e micronutrientes e defensivos naturais. Substância natural utilizada para aumentar ou restabelecer a fertilidade dos solos composta de material orgânico fermentado, decomposto ou em decomposição. Material orgânico dissolvido em água que passou por processo de fermentação.
    Bipinulada – O mesmo que bipinada. Folhas pinuladas com folíolos também pinulados.
    Bosque – Pequena floresta. Ecossistema caracterizado por uma cobertura vegetal mais ou menos densa, onde predominam árvores e arbustos.
    Botânica –
    É o estudo científico da vida das plantas, fungos e algas. Como um campo da biologia, é também muitas vezes referenciado como a Ciência das Plantas ou Biologia Vegetal. A Botânica abrange uma miríade de disciplinas científicas que estudam crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução da vida das plantas.
    Bráctea –
    É uma estrutura foliácea associada às inflorescências das Angiospermas. Têm origem foliar e sua função original é de proteger a inflorescência ou as flores em desenvolvimento. Muitas no entanto exercem função atrativa para os polinizadores, através de sua forma e cores vivas, assemelhando-se as pétalas e sépalas das flores.
    Brejo – Terreno plano, encharcado encontrado normalmente em cabeceiras de rios ou nascentes e em zonas de transbordamento de rios ou lagos.
    Broca –
    Denominação genérica dada a qualquer inseto que perfure plantas ou grãos, abrindo galerias internas.
    Brocado –
    Corte da vegetação rasteira de uma área, normalmente feito de forma manual com foice ou roçadeira.
    Broto –
    Ver gema.
    Bulbo –
    É um tipo de órgão vegetal de algumas plantas perenes que inclui uma parte correspondente ao caule, geralmente de forma discoidal, da qual partem raízes e folhas modificadas escamiformes que servem como órgão de armazenamento de nutrientes que servirão a planta durante a época desfavorável, em que perdem a parte aérea, perdendo, portanto, a capacidade de realizar a fotossíntese.

    C
    Caduca -
    Ver decídua.
    Calagem – Técnica de manejo do solo que consiste em aplicar cal, ou seja, óxido ou hidróxido de cálcio no solo com o objetivo de corrigir as deficiências químicas, biológicas e físicas decorrente da acidez.
    Calcário – É uma rocha sedimentar que contém minerais com quantidades acima de 30% de carbonato de cálcio (calcário calcítico). Quando o mineral predominante é a dolomita, a rocha calcária é denominada calcário dolomítico. O calcário é utilizado para corrigir o pH dos solos ácidos. Também é fonte de cálcio e magnésio para as plantas.
    Calda bordalesa – Protetor líquido de plantas, feito à base de água, sulfato de cobre e cal virgem, indicada para o combate ou controle de insetos, bactérias e fungos.
    Calda sulfocálcica – Protetor líquido de plantas, resultado do preparo a quente da mistura de água, cal virgem e enxofre indicada para o combate ou controle de insetos, ácaros e fungos.
    Calda viçosa – Fertilizante líquido de plantas, resultado da mistura de água, cal virgem e micro e macronutrientes.
    Cálice – É o conjunto de todas as sépalas de uma flor, sendo, portanto, o verticilo mais externo das flores e fazendo parte das suas estruturas estéreis. O cálice pode se apresentar dialissépalo (quando as sépalas são livres entre si) ou gamossépalo (quando estas são unidas entre si em maior ou menor grau).
    Calo – Processo de cicatrização ou fechamento de uma lesão ou ferida aberta por corte ou ruptura de um galho ou ramo durante a poda. Endurecimento do tecido que recobre um organismo vegetal (casca), em virtude de um atrito contínuo.
    Camalhão – Porção de terra de lavoura entre dois regos.
    Campânula – Tipo de conformação de copa de árvore, quando esta apresenta dimensões semelhantes de largura e altura.
    Canal – Curso de água natural ou artificial que serve de ligação entre dois corpos de água com maior capacidade.
    Cantarofilia – Tipo de polinização realizada com auxílio de besouros.
    Canteiro – Porção de terreno delimitado cultivado de plantas, sobretudo de flores ou hortaliças.
    Capítulo – É a designação dada a uma inflorescência caracterizada por ter as flores inseridas num receptáculo discóide ou arredondado protegido por brácteas.
    Cápsula – É um tipo de fruto seco e deiscente, composto por mais de um carpelo. Alguns frutos do tipo cápsula, como o quiabo e frutos de alguns hibiscos, são comestíveis antes da sua maturação.
    Caramanchão – Construção ligeira, espécie de pavilhão feito com um conjunto de estacas ou mourões coberto por ripas, canas ou aramados, na qual cresce a rama de espécies trepadeiras muito utilizado na condução de videiras, em hortas e jardins.
    Cariopse – É um tipo de fruto com uma semente presa ao pericarpo em toda a extensão. É típico das gramíneas. Pode ser nua ou vestida. Cariopse nua: frutos que possuem somente germe, endosperma e membrana da semente.
    Carnosa – Folhas espessas, acumuladoras de líquidos. Comuns a suculentas.
    Caroço – Núcleo, lenhoso e muito duro, dos frutos de tipo drupa, que ocorre, por exemplo, na manga, na ameixa, no pêssego etc. Semente de vários frutos, como, por exemplo, a do algodão e a da uva, caracterizada pela dureza do envoltório.
    Carpoteca – Coleção de frutos, preservados em geral para fins científicos.
    Cartácea – Folha com consistência de papel.
    Caruncho – Designação genérica dada aos insetos coleópteros que perfuram sobretudo madeira e cereais, e cuja maioria é xilófaga. Incluem-se no grupo os bostriquídeos, os bruquídeos, os curculionídeos, os anobiídeos e outros.
    Caruru – Designação comum a várias plantas alimentares da família das amarantáceas, cujas folhas, verdes, são saborosas e nutritivas, e por isso muito usadas na culinária.
    Casca – Parte do vegetal constituída normalmente por tecidos fibrosos e células reforçadas que fica por fora do cilindro do lenho, dividida em casca interna (viva) e casca externa (morta).
    Caule – Parte da planta, normalmente aérea, compreendida entre a raiz e os ramos.
    Cavaco – Designação genérica dada às sobras e aparas de serrarias, compreendendo pedaços e pontas de madeira maciça bem como outras sobras e aparas provenientes das operações de processamento.
    Cavadeira – Instrumento agrícola composto de uma ou duas lâminas de ferro ou aço e que tem cabo na extremidade usada para abertura de pequenas cova para plantio de mudas ou colocação de mourões.
    Celulose – Composto orgânico hidrocarbonado, que constitui a parte sólida dos vegetais e principalmente das paredes das células e das fibras. Molécula de cadeia longa formada de subunidades de glicose. É a substância obtida pela dissolução e desidratação do principal componente da parede da célula vegetal, mediante processos mecânicos e químicos, e destinada a servir de matéria-prima para a indústria de papel, papelão e similares.
    Cepo – Parte do tronco da árvore que fica preso ao solo depois do abate e que não regenera.
    Cerca-viva – São fileiras de plantas, normalmente arbustos, que tem como finalidade delimitar uma área, sendo por este motivo dispostas ao longo das divisas ou extremidades de residências e terrenos. Sinônimo: Sebe.
    Cerne – É a parte central e mais resistente do lenho. Constituído de células mortas que tem a função de sustentar o tronco da árvore. Sua coloração é mais escura que o alburno.
    Cespitosa – Diz da planta que cresce formando tufo ou touceira.
    Chibanca – Instrumento agrícola de metal, ferro ou aço, semelhante a uma picareta, com um dos lados em forma de ponteiro e o outro em forma de cavadeira com fio utilizado para destocar os terrenos, semelhante a um alvião, com um lado para cavar a terra e o outro para cortar as raízes e o tronco das árvores.
    Ciátio – É um tipo de inflorescência em que as flores são unissexuais e dispostas em conjuntos protegidos por brácteas. A flor feminina encontra-se no centro, e as masculinas ao redor.
    Cipó – Denominação genérica dada a espécies vegetais que apresentam hastes delgadas e flexível e que servem para atar, amarrar e/ou ligar as espécies vegetais permitindo movimentação da biota.
    Cladódio – É um tipo de modificação do caule, típica de plantas xerófilas, de clima árido ou semi-árido. Os cladódios são formados por ramos de caule modificados, com presença de clorofila e grande quantidade de água armazenada internamente.
    Clareira – Área desprovida de vegetação dentro de uma mata ou coberto florestal.
    Clima – Conjunto das características meteorológicas que prevalecem em determinada região. Conjunto de condições meteorológicas (temperatura, pressão e ventos, umidade e chuvas) características do estado médio da atmosfera em um ponto da superfície terrestre.
    Clorofila – É o grupo de pigmentos fotossintéticos presente nos cloroplastos das plantas. Ela é capaz de canalizar a energia da luz solar em energia química através do processo de fotossíntese. Neste processo a energia absorvida pela clorofila transforma dióxido de carbono e água em carboidratos e oxigênio. É a clorofila que confere a cor verde às plantas.
    Clorose – Doença que ataca os vegetais, tendo como sintoma principal a coloração amarelada das partes normalmente verdes e cuja causa mais importante é a carência de elementos nutritivos indispensáveis, em geral o ferro.
    Cobridor de sulcos – Máquina agrícola que promove a cobertura do sulco após o plantio ou a colocação de substâncias corretivas.
    Cochonilha – Inseto que secreta cera ou laca e ataca a parte aérea ou subterrânea das plantas através da sucção da seiva e deposição de substância viscosa e adocicada que atraem formigas.
    Cogumelo – Denominação genérica dada aos fungos que se caracterizam por apresentar estrutura desenvolvida e carnosa, sejam eles próprios ou impróprios para o consumo humano.
    Coifa – É o órgão em forma de cone encontrado no fim da raiz e que tem como função proteger o caliptrogênio, ou seja, o meristema apical da raiz.
    Coleóptero – Ordem de artrópodes, insetos com aparelho bucal mastigador, élitros e asas posteriores membranosas. Holometabólicos, larvas campodeiformes ou escarabeiformes, as quais, juntamente com os adultos, constituem sérias pragas dos vegetais.
    Colheitadeira – Máquina agrícola destinada a retirar os produtos do local onde foram plantados.
    Colmo – É um tipo de caule em que nós e entrenós são bem visíveis, eles podem ser ocos (Ex. bambu) ou cheios (Ex. cana-de-açúcar).
    Composta – Denominação para inflorescências que combinam mais de um tipo de conformação.
    Compostagem – Atividade de elaboração de composto que consiste na fermentação de uma mistura de restos orgânicos vegetais e animais e minerais, com finalidade de se obter um produto homogêneo, rico em húmus e microorganismo e quando incorporada ao solo melhora sua estrutura e fertilização.
    Composto – Fertilizante formado pela mistura, fermentada ou não, de minerais e matéria orgânica; é uma das formas mais comuns de reciclagem de resíduos.
    Condimento – Substância aromática, geralmente de origem vegetal, usada para realçar o sabor dos alimentos.
    Conectivo – É uma pequena estrutura do estame de uma flor que liga a antera ao filete.
    Conífera – Diz das árvores que se desenvolvem em forma de cone e são perenes, têm folhas em forma de agulha e fornecem geralmente madeira macia e de fibras longas como os pinheiros.
    Controle biológico – é a utilização de inimigos naturais para reduzir, eliminar ou controlar a população de um organismo considerado prejudicial à cultura principal podendo ser feito com a introdução direta deste organismo ou pela aplicação de produtos feitos com bactérias, fungos, vírus etc.
    Controle químico – É a utilização de produtos químicos ou petroquímicos para reduzir, eliminar ou controlar a população de um organismo considerado prejudicial à cultura principal.
    Copa – Parte superior da árvore ou de outra planta lenhosa, formada pelo conjunto da ramificação e da respectiva folhagem também chamada de dossel.
    Cordiforme – Folha em formato de coração, com a haste inserida na fenda.
    Coriácea – Denominação botânica para folhas de plantas com textura de couro, brilhantes e maleáveis.
    Corimbo – Tipo de inflorescência em que as flores são pediceladas e dispostas à moda de um racemo, porém seus pedicelos são de alturas diferentes, fazendo com que todas as flores estejam na mesma altura.
    Cormo – Eixo longitudinal das plantas superiores, constituído pela raiz e pelo caule.
    Coroamento – É a retirada da vegetação do entorno de uma planta para diminuir a competição por nutrientes e luz.
    Corola – É o conjunto de pétalas da flor. Geralmente é colorida, sendo a parte mais vistosa da flor.
    Cova – Abertura de um buraco feita no solo com o objetivo de plantar uma muda ou para colocação de sementes.
    Crassa – Ver carnosa.
    Crucífera – Família de plantas superiores, quase todas herbáceas, com flores racemosas, providas de quatro sépalas e pétalas, e quatro estames, dispostos dois a dois, sendo os internos mais longos. Ovário súpero, bilocular; o fruto é uma síliqua. Existem cerca de 3.000 espécies, próprias dos países temperados e frios, muitas delas comestíveis, como a couve e o repolho, e outras ornamentais.
    Cruzamento – Reprodução entre plantas de variedades diferentes ou espécies não pertencentes ao mesmo gênero.
    Cuneiforme – Folha em formato de cunha, com a base estreita.

    D
    Decepa – Corte severo realizado em uma árvore, normalmente utilizada para estimular a formação de brotos na parte superior do tronco.
    Decídua – Denominação botânica para plantas que perdem as folhas em determinada época do ano. Normalmente durante a estação mais fria e seca. Sinônimo: Caduca, caducifolia, deciduifolia.
    Decote – Corte de toda parte superior da copa, dos brotos ou rebentos das touças de uma árvore ou arbusto, ficando praticamente só o tronco.
    Defensivo agrícola – Substância de origem biológica, química ou física, simples ou compostas, que tem a finalidade de proteger uma cultura contra o ataque de qualquer tipo de vida animal ou vegetal ou de outro agente nocivo às plantas e/ou seus produtos.
    Déficit hídrico –
    Quantidade de água que falta para satisfazer as necessidades de uma população vegetal. Diferença para menos entre as necessidades de água de uma população vegetal e a quantidade que lhe é oferecida.
    Deiscentes –
    Frutos que se abrem espontaneamente após a maturação, liberando as sementes. São normalmente secos. Ex. Feijão.
    Deltóide –
    Folha em formato triangular.
    Dendrologia –
    Estudo da identificação e classificação sistemática das árvores.
    Dendrometria – Parte da silvicultura que estuda a forma, dimensão e idade das árvores e povoamentos florestais.
    Derriça – Utilizada na colheita de vários grãos e frutos que consiste em processos mecânicos de derrubar os grãos ou frutos no chão e posteriormente apanhá-los e transportá-los para outro local para efetuar algum processamento.
    Desbaste –
    Cortes culturais e de intervenção, onde se selecionam as plantas que serão removidas e as que permanecerão, de modo que o povoamento atinja as características desejadas.
    Desbrota –
    É a poda, normalmente feita de forma manual, na qual se retiram os brotos inúteis e os laterais em excesso, deixando apenas os melhores e mais bem distribuídos, permitindo assim, melhor conduzir seu crescimento e não sobrecarregar a planta.
    Desfolhação Quedas das folhas das árvores em determinados períodos, motivadas por uma situação climática adversa ou pela aplicação de um produto químico ou orgânico (desfolhante).
    Despontar –
    Remoção da bicada ou ponta de uma árvore vivas. Separar o tronco da copa de uma árvore.
    Desrama –
    Operação que consiste na libertação artificial ou natural de ramos mortos ou de ramos que recebem pouca luz em árvores vivas.
    Destoca –
    Remoção dos restos de tocos de árvores cortada anteriormente.
    Detritívora –
    Característica de animais, bactérias, fungos e plantas minúsculas, capazes de transformar palhas e outros materiais em matéria orgânica.
    Dicásio – Tipo de inflorescência em que a raque subdivide-se em duas partes uma ou mais vezes, portando as flores nas extremidades.
    Digitiforme – Folha com lobos em forma de dedos.
    Dióica – Denominação para plantas que apresentam flores de um único sexo, ou seja, os sexos se encontram separados em indivíduos diferentes, ocorrendo exemplares machos e exemplares fêmeas. Ex.: Kiwizeiro.
    Dispersão –
    Faculdade que têm os seres vivos de se propagarem pela biosfera, aumentando seu domínio e facilitando a cada espécie proliferar e encontrar novos meios onde possa viver de acordo com suas adaptações.
    Dormência –
    Estado de latência ou repouso que as sementes possuem depois de atingirem a sua maturidade fisiológica, no qual suas funções vitais se encontram virtualmente paralisadas. Suspensão temporária do crescimento de uma planta ou de uma de suas partes. Contribui para perpetuação da espécie através da adaptação de indivíduos ou uma de suas partes durante um período de tempo, resistindo a condições adversas do ambiente, passando ao estado de vida latente, para retornar à vida ativa logo que estas condições se modifiquem.
    Dossel –
    Ver copa.
    Drenagem –
    Processo de eliminação do excesso de água ou umidade do solo através de poros, canais ou dutos tornando-o apto para o cultivo ou outros fins.
    Drupa –
    Drupa é um tipo de fruto carnoso, com apenas uma semente. Ex. Pêssego.
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    Você sabia que as Orquídeas tem uns orifícios, semelhante aos nossos poros que se chamam “Estômatos”?

    Eles são responsáveis pelas trocas de umidade e de nutrientes, eles ficam em sua grande maioria na parte traseira das folhas, é por eles e pelas raízes que nossas queridas Orquídeas absorvem a adubação que você fornecerá.

    O grande e importante detalhe é que estes estômatos ficam fechados durante o dia e somente se abrem de noite, isso para que durante o dia as plantas não desidratem. Portanto, adubar durante o dia é desperdício de tempo e de dinheiro, claro que *pelas raízes os nutrientes também serão absorvidos, mas para que a planta receba os nutrientes em sua plenitude sempre aplique seus fertilizantes ou na parte da manhã, lá pelas 6h ou 7h ou pela tardezinha, a partir das 17h. E cuidado com dias muito gelados, nesses dias prefira aplicar seus produtos de manhã, pois no frio, se as plantas ficarem muito molhadas pela noite, podem surgirem fungos.

    * Nota sobre absorção pelas raízes. Existem grupos de nutrientes que são móveis pelas plantas, ou seja, se aplicar nas raízes os mesmos serão transportados por toda a estrutura da planta de acordo com sua necessidade. Porém existem também os nutrientes imóveis como, por exemplo, o Cálcio (Indispensável para a estrutura das plantas), se a aplicação for somente nas raízes, as folhas terão deficiência e problemas podem ocorrer com o tempo.

    Orquídeas terrestres são asquelas que vivem no solo como plantas comuns. Geralmente, estas orquídeas possuem dois tubérculos subterrâneos.
    Crescem no solo, vivendo nas matas, cuja terra é rica em material de folhas decompostas. Possuem raízes pilosas e grossas. Em relação às orquídeas epífitas, as terrestres estão em pouca quantidade e a sua grande maioria estão em outros países.

    Veja alguns exemplos de orquídeas terrestres:

    Arundina
    Arundina graminifolia
    Espécie terrestre de porte alto, com caules eretos e delgados de até 2,5m de altura. Folhas de 20 cm de comprimento, escapos florais que surgem no ápice dos caules, com duas ou três flores, que se abrem uma após a outra.
    As flores duram poucos dias e florescem o ano todo, podendo ser cultivada em pleno sol.
    Podem propagar brotos aéreos, que saem das extremidade dos pseudobulbos,
    Procede da Indonésia, Java, Malásia, Tailândia e Nepal.
    Conhecida como orquídea bambu

    Phaius tankervilleae
    Phaius Tankervilleae
    Espécie terrestre popularmente conhecida como capuz de freira. É do gênero das maiores orquídeas oriundas de solos alagados, a margem de pântanos nas áreas tropicais da Austrália, Nova Guiné, Indonésia, Japão, Malásia, Índia, China até Madagascar e África Ocidental.
    Possui cerca de vinte espécies.
    No seu escapo floral pode apresentar de 5 a 10 flores odoríferas com labelo em forma de trombeta. Cada pseudobulbo apresenta de 3 a 4 folhas de 60 a 90 cm de comprimento e as hastes florais podem atingir 1,2 m de altura.

    Corymborchis flava
    Corymborchis flava
    Espécie terrestre semelhante a uma palmeira, suas folhas laterais são largas e plissadas. As flores surgem nas axilas das bainhas foliares, portam de 3 a 5 flores. Possuem pétalas e sépalas amarelas, labelo trilobado branco e raízes fortes.
    Vegetam nas matas ciliares. É encontrado no Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul e Paraguai.

    Sobralia liliastrum
    Sobralia liliastrum
    Espécie terrestre originária da América Central onde formam bastante touceiras, são espécies de tamanho grande e similares às cattleyas. Seus troncos atingem 1 metro de altura e são pouco folhadas. As flores abrem uma após a outra, são branco leitosa e labelo amarelo com 10 cm de diâmetro.
    Floresce no verão, deve ser cultivada a pleno sol,
    Deve-se plantar em buracos profundos para que suas raízes tenham espaços,
    Não se deve regar durante o inverno,
    A Sobralia liliastrum já foi encontrada na Chapada da Diamantina-Ba e em Pernambuco, em locais serranos e sua área de disseminação é bem ampla em outras regiões do País. Por sorte não é uma planta muito coletada por não ter apelo comercial, talvez por não ser facilmente encontrada, vai sobreviver nos parques estaduais e federais com certa facilidade. Gosta de locais altos e de solo pedregoso.

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    Podridão negra

    Podridão Negra Bacteriana – causada por um ou mais espécies de bactérias do gênero Erwinia. Não é muito freqüente no Brasil. É extremamente letal, causando surgimento de manchas negras, com aspecto aquoso e cheiro repulsivo. É de desenvolvimento rápido, tomando conta da planta em poucas semanas, levando-a à morte. Muitas vezes provoca um colapso da estrutura das folhas, ficando totalmente amolecidas e murchas.

    Podridão Negra – causado por dois tipos de fungos que vivem no solo (Pythium ultimun e Phytophtora cactorum), é a doença fúngica mais conhecida no Brasil. Caracteriza-se por manchas escuras, geralmente nos rizomas e pseudobulbos, de consistência mole, e que crescem até provocar a morte da planta.

    Muitas vezes inicia o ataque pela junção das folhas com pseudobulbos, derrubando a folha ainda verde. Nos coletivos, é a principal causa de morte, chegando a liquidar todas as plantas do vaso em poucos dias. Embora o controle seja difícil na planta já contaminada, pode separá-la das demais, cortar as partes atacadas, polvilhando um anticéptico em pó ou canela em pó. e pulverizando a planta com um fungicida sistêmico a cada 30 dias por 3 meses. Pulverizar também as plantas que estavam próximas da planta atacada.

    A podridão negra é uma doença que no meio orquidófilo tem gerado muita polemica e consequentemente pesquisa para se conseguir a cura.

    Nas pesquisas foi observado que esta doença se manifesta em duas ocasiões: primeiro, quando a umidade do ar está muito elevada e as plantas estão completamente expostas à chuva e em segundo lugar, as plantas são bastante regadas no horário matinal e estão em local não ventilado o que faz com que a umidade se mantenha por muito tempo. Quando isto acontece o calor emitido pelos raios solares aquecem a planta que ao atingir uma temperatura em torno de 28º C propiciam um ambiente ideal para a eclosão de fungos (as estufas são locais ideais para esta condição).

    Para combater
    1º – Mantenha suas plantas arejadas e longe de umidades excessivas.
    2º – Procure sempre regá-las à noite (quando a planta absorve melhor) ou muito cedo da manhã (entre 05 e 07 h do dia).
    3º – Só aplique adubos, hormônios e defensivos agrícolas durante a noite (são melhor aproveitados) e no máximo na proporção indicada pelo fabricante, nunca para mais nem uma gota ou grama. Se possível divida a quantidade pelo período recomendado e aplique diariamente dando no mínimo um intervalo de descanso para nova aplicação do dobro de dias que foi aplicado.
    4º – Se a doença aparecer na folha, corte-a imediatamente junto ao pseudobulbo (utilizando para isto um bisturi novo que pode ser adquirido na farmácia ou uma tesoura de poda devidamente esterilizada em uma solução de 70% de álcool e30% de água) e queime a folha cortada.
    5º – Se a doença aparecer no Pseudobulbo ou rizoma, deixe o coração de lado e proceda a incineração da planta, pois nesta condição não há salvação.
    6º – Acostume-se: a só utilizar para corte material esterilizado, a evitar que a água da rega que derrama da planta de cima caia diretamente na planta que esteja logo abaixo, a manter as plantas em local arejado ou de temperatura amena.

    Recomendações: Use Pó de canela, Cicatrene etc. apenas para evitar a entrada de novos fungos ou bactérias nos locais de corte, pois os mesmos são apenas agentes preventivos e cicatrizantes, não servindo como remédio para cura de nenhuma doença.

    chuvas

    ficus benjamina leaves

    Apesar da beleza de suas folhas verdes brilhantes e da sombra proveniente de sua copa frondosa, o Fícus benjamina é perigoso quando plantado em calçadas e junto a muros.

    Ela tem um crescimento muito rápido e suas raízes irão procurar água e nutrientes, com se tivessem sempre uma intensa sede e fome. Se encontrarem um cano pelo caminho, ótimo: servirá de fonte. Não contentes com a água ali absorvida, continuarão a procurar, penetrando cada vez mais na terra.

    Enquanto isso seu tronco, galhos e copa aumentam proporcionalmente. Neste momento ela estará oferecendo uma generosa sombra, densa, felicidade para o dono da casa e os motoristas que ali param. Sua sombra será disputada. No jardim a sua volta, a grama morre devido à intensa sombra. Algumas plantas começam a definhar. A competição com as raízes do fícus é impossível.

    Mais algum tempo e a calçada começa a rachar, o asfalto da rua levanta. As raízes começam, visivelmente, a mostrar sua força. Se elas encontrarem um muro ou parede pela frente elas não hesitarão em quebrá-lo para continuarem sua frenética busca por alimento e água.

    Quando começa a poda, descobre-se que as raízes já estavam sob os alicerces da casa, a um passo de provocar rachaduras nas paredes e comprometer a construção.

    O Ficus benjamina, pertence à família das moráceas, a mesma da amora, figo, fruta-pão. Árvore nativa do sul e do sudeste da Ásia e alcança mais de 30 m de altura e 40 m de diâmetro. É a árvore oficial de Bangkok, Tailândia. Neste país há uma região onde existem centenárias árvores de fícus. Percebe-se a dominância da espécie, pois nada mais cresce mais na área, abafada por sua impenetrável sombra e suas raízes que preenchem completamente o subsolo.

    Seu uso como árvore é indicado para parques e fazendas. Se quiser ter um em casa, mantenha-o em vaso. Segundo pesquisas da NASA, o fícus mantido dentro de casa filtra as toxinas do ar. Nas cercas-vivas, o mais seguro é manter um afastamento de 10 m de tubulações e construções, pois, mesmo podado, suas raízes crescem muito.

    Em muitas cidades, por causa da destruição que a árvore causa, o plantio do fícus está proibido.

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    cattlabicolor

    É uma espécie de hábito epífita, mas também pode ser encontrada na forma terrestre vegetando sobre detritos de folhas e pedaços de madeira caídos de árvores nas florestas de galeria, geralmente próximas a rios ou brejos. Em algumas regiões também pode ser encontrada na forma rupícola, vegetando sobre rochas.

    Vegeta em regiões de cerrado, sempre entre os 500 e 1.200 metros acima do nível do mar, mas mesmo vegetando regiões de cerrado, não tolera luz solar direta, buscando sempre locais um pouco mais protegidos da incidência direta do sol e sempre com bastante ventilação.

    Pode ser encontrada dispersa pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.

    Alguns orquidófilos fazem severas diferenciações da Cattleya bicolor de acordo com o estado que é encontrada, porém trata-se de uma mesma espécie independente das suas características morfológicas.

    No estado de São Paulo, mais precisamente no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira e no Rio de Janeiro, na Serra do Mar, ela foi denominada Cattleya bicolor var. bicolor. As flores das plantas dessa região são bem menores que as de outros estados, de colorido verde até bronze-avermelhado, suas pétalas, sépalas e principalmente o labelo bem mais estreitos, em sua maioria não produzindo flores de boa forma.

    Já as plantas encontradas no estado de Minas Gerais, em algumas cidades como Pará de Minas, Itabira e outras mais, são chamadas de Cattleya bicolor var. minasgeraisensis. Sempre com flores de ótima forma, de tamanho bem maior que as encontradas em São Paulo e Rio de Janeiro, e de colorido com bastante variação. Nesse hábitat foram encontradas a maioria das variedades dentre dessa espécie.

    Pode ser encontrada também no estado de Goiás, pegando as divisas com os estados de Minas Gerais e Distrito Federal, e são chamadas Cattleya bicolor var. brasiliensis. Também possuem muito boa forma  e colorido muito intenso.

    Planta
    O aspecto vegetativo é bem típico, mas tem variações de acordo com a região natural da planta. Mas no geral é planta possui rizoma forte, que emite raízes grossas e flexuosas, pseudobulbos fusiformes, cilíndricos e sulcados, eretos ou arqueados, lembram a cana-de-açúcar e algumas plantas de determinadas regiões como as de Minas Gerais, que podem ultrapassar um metro e meio de altura.

    Pseudobulbos encimados por duas ou três folhas elíptico-lanceoladas, coriáceas, rígidas, com mais ou menos 15 centímetros de comprimento, por 8 centímetros de largura e de colorido sempre verde bem escuro.

    Flor
    Tem como início de sua floração o final do mês de dezembro, atingindo seu ápice no início do mês de fevereiro.

    A inflorescência surge em espata simples no meio das folhas, com hastes florais podendo atingir até 30 centímetros de altura e  podendo portar até 15 flores de mais ou menos 10 centímetros de diâmetro.

    Uma particularidade que a diferencia de qualquer outra das Cattleyas bifoliadas,  é a falta dos lóbulos laterais, que deixa assim, toda coluna exposta. O lóbulo frontal em forma de leque ou pá e com bastante substância, apresenta uma canaleta que sai por baixo da coluna e que se prolonga até o meio do labelo, sendo outra característica bem marcante dessa espécie.

    Abaixo algumas das variedades da Cattleya bicolor:
    - Alba: pétalas e sépalas completamente verdes e sem qualquer mácula, com labelo totalmente branco-puro.
    Albescens: pétalas e sépalas de colorido verde, com pouquíssimas ou mesmo sem qualquer mácula, e labelo com leve ou quase imperceptível sopro rosado.
    Coerulea: pétalas e sépalas podendo ir do verde-amarelado ao verde-bronzeado, com ou sem máculas na tonalidade lilás-azulado, e labelo com colorido lilás-azulado.
    Measureiana: pétalas e sépalas de colorido típico, podendo ir do verde-bronzeado ao marrom bem escuro, e labelo totalmente branco-puro.
    Semi-alba: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde, sem qualquer tipo de mácula e labelo com colorido lilás de intensidade variável.
    Suave: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde-bronzeado e labelo com colorido róseo bem pálido.
    Típica: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-bronzeado ao marrom bem intenso (chocolate), com ou sem máculas de intensidade e quantidade variável e labelo lilás bem intenso.

    Cultivo
    Planta muito exigente no tocante a umidade e aeração de suas raízes, o que torna seu cultivo um pouco mais complicado como a maioria das Cattleyas bifoliadas.

    Desenvolve-se muito bem em vasos de barro ou cestinhos de madeira, desde que preenchidos com fibra de xaxim lavada ou mesmo cubos de xaxim, de modo que as raízes fiquem sempre bem aeradas.

    A Cattleya bicolor não é muito tolerante com relação ao excesso de divisões, principalmente quando em plantas pequenas.

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    Darlingtonia

    Uma planta é carnívora, atrai, captura, mata, digere animais (invertebrados e ocasionalmente pequenos vertebrados) e absorve seus nutrientes. Existem muitas plantas que possuem algumas dessas habilidades, mas não todas.
    Por exemplo, flores atraem polinizadores (insetos, pássaros e outros animais), algumas plantas (orquídeas e lírios aquáticos) capturam insetos polinizadores para assegurar a transferência do pólen. Todas as plantas absorvem nutrientes seja pela raiz ou pelas folhas e todas são capazes de se “movimentar”, umas menos e outras mais, como é o caso da Mimosa pudica que recolhe suas folhas ao ser tocada para evitar que estas sejam devoradas por animais herbívoros.

    Apesar disso, mesmo que algumas plantas sejam capazes de realizar algumas dessas funções, elas não realizam todas juntas.
    Em primeiro lugar, é preciso dizer que elas não são monstros de casas mal-assombradas, nem devoradoras de exploradores inocentes perdidos em florestas tropicais africanas.
    Pelo contrário, na maioria são plantas pequenas e delicadas que capturam pequenos insetos ou animais aquáticos microscópicos.

    A sua beleza exótica engana muitas pessoas, levando-as a crer que suas folhas, altamente especializadas, são flores - mais ainda, nem se apercebem de que elas são carnívoras. Portanto, a menos que você tenha o tamanho de um inseto, elas lhe são perfeitamente inofensivas.

    Para que uma planta possa ser considerada carnívora, é preciso que ela tenha a capacidade de:
    - atrair,
    - prender,
    - digerir formas de vida animais.

    Recentemente descobriu-se que algumas plantas são e não são totalmente carnívoras.

    Existem muitas plantas que apresentam algumas destas características, mas não todas considerando umas carnívoras e outras não.

    A Darlingtonia e Heliamphora não produzem enzimas para digerir suas presas, ficando na dependência da ação de bactérias e fungos, que é lenta, para absorver os nutrientes. Mas suas folhas altamente especializadas, ascídios na verdade, não deixam dúvidas que são plantas carnívoras.

    As bromélias Brocchinia e a Catopsis são consideradas carnívoras basicamente por parecer que capturam muito mais insetos que outras bromélias. Na verdade, todas as bromélias capturam e matam muitos invertebrados por acidente.

    A Roridula e Byblis, que embora capturem grande quantidade de insetos com suas folhas colantes, parece que não produzem enzimas para digeri-los. Mesmo assim, a absorção dos nutrientes ocorre a partir dos excrementos de outros insetos, que se alimentam das presas, mas nunca ficam presos nas folhas. Trata-se de uma relação de comensalismo entre estas carnívoras e os insetos imunes às armadilhas.

    A Ibicella e a Proboscidea, que possuem glândulas colantes, capturam muitas presas, não produzem enzimas digestivas, e não escondem os insetos que se alimentam das presas e defecam nas folhas.
    Fica meio difícil definir ao certo se são carnívoras, porque as glândulas colantes estão presentes em uma infinidade de plantas acredita-se que tenham o propósito de defesa.
    Por exemplo, o Plumbago possui essas glândulas na face exterior de suas sépalas, o que supostamente impede que formigas e outros insetos roubem o néctar e pólen das flores, deixando-os para os verdadeiros polinizadores (insetos voadores).
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    malva-cheirosa
    Malva alivia o mal-estar e ainda perfuma pratos doces

    Para médicos e dentistas, essa planta é boa aliada contra dor de garganta e gengivite; já entre os gourmets, uma variação da malva, a do tipo cheirosa, dá um toque dos deuses nas sobremesas.

    Cheirosa e silvestre. Esses são os dois sobrenomes da malva e, por meio deles, se reconhecem a origem e o uso mais indicado da espécie. A malva silvestre (Malva sylvestris), da família das malváceas, é a que tem despertado maior interesse nos pesquisadores.

    Estudos feitos no Brasil e no exterior comprovam o poder bactericida, anti-inflamatório, antifúngico e antioxidante dessa planta originária da Europa.
    Tais propriedades se devem ao fato de a espécie apresentar em sua composição mucilagens, taninos e óleos essenciais que interferem no crescimento das bactérias. Não por acaso, muitos dentistas recomendam bochechos com chás ou tinturas diluídas em água de malva silvestre como coadjuvantes no combate de gengivites e estomatites. E até para a limpeza bucal de quem usa aparelho ortodôntico.
    O efeito cicatrizante da planta ainda pode auxiliar no tratamento de problemas de pele. Para isso, a malva pode ser usada em forma de compressa com a infusão das folhas ou em cremes manipulados. Nos centros de saúde da rede municipal de Campinas, esse uso tópico teve excelente resultado na cicatrização, assim como as compressas com calêndula e babosa,

    Mas não confunda a malva silvestre com a malva-cheirosa, nome popular da espécie Pelargonium. Essa última planta é nativa da África, pertence à família dos gerânios e, embora sem propriedades medicinais, é a preferida dos chefs de cozinha. Com as folhas dessa planta, pode-se aromatizar bolos, caldas e tortas doces com perfumes que lembram rosa, limão, canela, pinho ou cravo, de acordo com a variedade usada.

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    plantas

    Nos anos 70 foi lançado um projeto pela NASA (Agência Espacial Americana),  cujo objetivo era identificar plantas que pudessem ajudar a despoluir ou limpar o ar de espaços fechados.

    Sabe-se que a (má) qualidade do ar pode efetivamente provocar sintomas como alergias, dores de cabeça, irritações das vias respiratórias, tonturas e fadiga geral. Sintomas estes que desaparecem quando se sai do espaço confinado, com pouco ou nenhuma renovação de ar.

    Esta situação é gerada pelos ocupantes do espaço e pode ter origem em agentes biológicos (bactérias, fungos, algas), químicos (monóxido de carbono, ozônio, solventes, fumo de tabaco) e também em agentes inertes respiráveis como algumas fibras naturais, poeiras, microfibras de amianto e lã de vidro, entre outros exemplos..

    O Engº Ambiental Bill Wolverton, no seu livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” diz que parte da solução está disponível na natureza, em plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

    Um estudo recente, da Universidade da Pensilvânia, (USA) confirma que determinadas plantas eliminam melhor determinados poluentes.

    Plantas verdes e flores possuem elevada capacidade de reter, filtrar e eliminar agentes nocivos. Além disso, as raízes e as bactérias do solo ajudam na eliminação de vapores tóxicos.

    Para uma boa filtragem do ar não é preciso encher a casa de plantas, uma planta “limpa” o ar de cada 10 m2. Para combater o fumo do tabaco opte pelas dracenas ou clorofitos. Contra químicas de detergente opte pelos antúrios. Há plantas mais indicadas para purificar o ar de um determinado tipo de elementos.

    Não se esqueça que a planta também é um ser vivo e que, para que o seu filtro funcione corretamente deverá receber todos os cuidados a que tem direito: uma boa drenagem da água de rega e limpeza regular do pó acumulado nas folhas, são essenciais.

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