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Azaleia

Um toque de cor é sempre muito bem vindo em nossos lares e escritórios. Uma dica é apostar nas mudas de plantas. Porém, é importante saber que para cultivar as suas mudas é necessário mais do que simplesmente colocar terra num vasinho de cerâmica.

Provavelmente, você já teve decepções percebendo que alguns vasos acabaram rachando com o passar do tempo. Rachaduras representam apenas uma parte dos problemas que podem surgir da falta de conhecimentos de como plantar as mudas.

Pensando nisso deixo algumas dicas especiais para que as suas mudas fiquem mais bonitas e durem por muito mais tempo. Deixe a cor entrar na sua vida por meio de lindas plantas.

Sem estresse
O principal problema que os jardineiros de primeira viagem enfrentam é a rachadura dos vasos de cerâmica que comportam as plantas.

Quando as raízes começam a brotar para fora da terra e os vasos passam a ficar rachados é sinal de que a planta não tem espaço suficiente para se desenvolver. Saiba que como você as plantas também necessitam de espaço e quando se sentem sufocadas pela falta dele acabam apresentando diversos problemas.

Uma forma simples de saber se esse problema de sufoco está acabando com a vida das suas plantas é observar a superfície do solo, ou seja, a terra do vasinho.

Quando essa terra está coberta de raízes e ramos é o sinal de alerta para que se façam novas mudas. Isso é absolutamente necessário para evitar que a planta matriz fique sufocada e não tenha como se desenvolver. Pegue novos vasos e aproveite para multiplicar o colorido pela casa ou pelo escritório.

samambaia amazonas

Sem data marcada
Uma das coisas que costuma confundir um pouco esses jardineiros de primeira viagem é o fato de que as mudas não têm um dia e uma hora marcada para serem replantadas em outros vasos.

Então saiba que não existe um período específico para que se faça o transporte de mudas. Um conselho muito importante é que antes de começar a poda em si você verifique se os seus instrumentos de corte como tesouras de poda, estiletes entre outros estão limpos.

Quando utilizamos instrumentos não limpos estamos expondo as plantas a possibilidade de contaminação de fungos.

O sucesso no plantio
Cuidar bem das mudas logo depois do plantio é o que definirá se elas irão crescer e se desenvolver com saúde.

O êxito no plantio pode ser garantido já através das primeiras regas. A dica é ferver a água e deixá-la esfriando antes de utilizá-la na planta, pois essa água que vem a sua torneira da companhia de abastecimento contém cloro.

Quando fervemos a água o cloro evapora e assim as suas mudas não passam por nenhum tipo de ação de substâncias químicas. Após fazer o corte das mudas você deve colocá-las em seus novos vasos.

O passo seguinte é o melhor de todos, pois consiste em observar as flores surgirem e enfeitarem mais a sua vida.

mudas

Mudas de Azaleia
Proteção em pequenas estufas para fazer o plantio das mudas de azaleia é necessário que você siga os passos a seguir.

Passo 1
Para começar o seu plantio de mudas é necessário cortar alguns ramos da azaleia matriz. Faça isso usando um estilete ou tesoura de poda, verifique se os instrumentos estão bem limpos.

Em relação ao ramo escolhido é necessário que não seja nem muito pequenino e nem muito forte, prefira os galhos médios. Se houver algum botão nesse galho você deverá removê-lo com uma tesoura.

Passo 2
Observe também as folhas, elas devem ser retiradas da parte de baixo do seu ramo, pois não deverão ser enterradas. Porém, não remova todas as folhas do galho, deixe pelo menos três ou quatro camadas de folhas na parte que ficará para fora da terra.

Passo 3
O substrato que receberá a sua muda de azaleia deve ser feito de uma mistura de uma parte de areia e três partes de terra. Esse substrato pode ser colocado tanto em vasos pequenos como em saquinho plásticos que sejam adequados para o recebimento de mudas.

Depois de colocar o substrato no local faça um buraco bem no meio da terra e coloque lá a muda que você acabou de retirar da azaleia matriz.

Passo 4
Para garantir o bom desenvolvimento das suas mudas de azaleia é necessário criar uma estufa improvisada para protegê-la. Essa estufa pode ser feita com a parte de cima de garrafas PET.

Encaixe essa parte superior em cima da muda e enterre de leve na terra. Isso é necessário para acelerar o desenvolvimento das raízes da sua muda de forma que funcione como um tipo de estufa.

Porém, é importante permitir que haja a troca de ar nessa estufa improvisada, isso significa levantar a garrafa a cada dois dias.

As regas devem ser feitas em menor quantidade, cerca de duas a três vezes por semana. Jogue a água no substrato e nunca nas folhas. Em cerca de 90 dias as suas mudas de azaleia estarão fortes e crescidas.

samambaia-americana

Mudas de Samambaias
Se você prefere samambaias siga os passos abaixo.

Passo 1
Para saber que está no momento certo de retirar as mudas de samambaias é necessário olhar com atenção a base dessa planta. Quando a planta fica cheia de raízes e não tem uma grande quantidade de terra aparente significa que chegou o momento de fazer o corte dos galhos para as mudas.

Porém, cortar os galhos da samambaia requer mais trabalho do que quando estamos tratando de azaléias. Por isso você deverá retirar a touceira do vaso ou xaxim e com atenção e cuidado planejar o corte das mudas. Saiba que cada parte que você extrair deve ter pelo menos três brotos ou galhos.

Passo 2
Use um instrumento de corte afiado para cortar as suas mudas, cuidado para não se cortar. Fique atento também para preservar a touceira principal. Logo depois de terminar de cortar os galhos recoloque a touceira no seu vaso ou no seu xaxim.

Passo 3
Essas mudas deverão ser colocadas em cachepôs de fibras de coco ou então em vasos de barro.

Uma dica essencial é que esse recipiente deve estar sempre úmido para que as plantas possam se sentir como nos seus ambientes de origem que são florestas tropicais. Também é possível misturar algumas cascas de árvores e pedriscos para melhorar o desenvolvimento da planta.

Passo 4
As mudas deverão ser colocadas a meia sombra e de preferência sem contato com o vento ou com o frio. Mais ou menos em 90 dias as suas mudas de samambaia estarão fortes e dando origem a novos brotos. Evite usar adubo durante os primeiros dois meses de cultivo.

floresta magica

sapatinho

Para as paphiopedilums, o replantio ocorre em média a cada 2 anos. Mas caso ela ainda seja bem jovem, o replantio pode ser feito a cada ano.

Ele ocorre por três motivos:
* Substratos velhos
* Planta muito grande
* Multiplicação da planta

Com o tempo, os substratos vão se decompondo e perdendo a sua eficiência. Você perceberá isso quando eles começarem a ficar muito encharcados ou não drenar mais água.

Já no caso do tamanho, apenas verifique se sua planta não está desajeitada em seu vaso. Não se esqueça que o replantio deve ser feito após a floração, assim a orquídea não vai gastar tanta energia.

Obs: os passos abaixo também se aplicam caso você queira aprender como plantar a sua sapatinho.
* Escolha um novo vaso para sua paphiopedilum. Ao escolher o novo vaso, de preferência escolha um de plástico, com espaço para elas crescerem mais 1 ou 2 anos.
* Escolha o local em que seu vaso ficará. Busque locais que te ajudem com as condições de cultivo dessa planta. Assim não será necessário movê-la lugar.

Quando a planta se acostuma a um local, ela fica mais saudável se permanecer lá. Após verificar e arrumar todos esses requisitos está na hora de aprender a plantar e a replantar sua orquídea tamanquinho.

Paphiopedilum - peruvian

Temperatura ideal
A paphiopedilum é uma orquídea que é muito resistente com temperaturas. Ela consegue aguentar por um pequeno período de tempo temperaturas extremas para as orquídeas (5ºC até 35ºC). Mas tome cuidado, essas temperaturas provavelmente vão atrapalhar sua floração e seu crescimento.

O ideal é que durante o dia elas estejam expostas a temperaturas de 18ºC até 24ºC. E durante a noite 13ºC a 16ºC. Essa queda de temperatura a noite é essencial para que ela desenvolva uma ótima floração e além disso, estimula o crescimento.

Se onde você vive, as temperaturas são maiores que as normais, aumente a umidade ou a ventilação do ambiente.

Paphiopedilum maudiae

Iluminação
A paphiopedilum gosta muito de um local bem iluminado. Pois na natureza, ela vive em locais com uma ótima iluminação. Uma ótima iluminação, além de contribuir para a saúde de sua orquídea, ela também vai estimular a sua floração.

Mas cuidado, não é porque a paphiopedilum gosta de um local bem iluminado que ela deve receber muito sol ou luz solar direta.

O recomendado é que se coloque ela em um local onde bata bastante sol, mas que ele não seja direto. O sol direto pode queimar as folhas de sua orquídea.

Verifique a cor da folha de sua orquídea.
* Se ela estiver com um verde muito escuro, então ela está precisando de luz.
* Mas caso ela esteja com um tom mais amarelado, está recebendo muita luz. O ideal é um verde médio.

Orquidea Paphiopedilum villosum

Umidade correta
Como já dito anteriormente, a umidade pode ajudar a sua planta a aguentar temperaturas maiores. Mas qual é a umidade ideal para as orquídeas paphiopedilum?

Isso pode variar um pouco de espécie para espécie sendo que a média gosta de 40 a 60% de umidade. Caso você esteja em um local onde é necessário aumentar a umidade de sua planta.

Existe um truque para aumentá-la facilmente, basta deixar uma bandeja rasa com algumas pedras, cheia de água perto de suas orquídeas. Mas nunca deixe-as embaixo do pote da orquídea paphiopedilum, isso pode apodrecer as raízes dela.

Nomes populares da paphiopedilum
O gênero paphiopedilum é um dos que mais possuem nomes populares, que ganharam ao longo do tempo.
* Sapatinho
* Sapatinho de vênus
* Tamanquinho
* Sapatinho de boneca
* Sapatinho de princesa
* Sapatinho de anjo

vento

Cattleya Chocoensis

Assim como os adubos, os substratos podem ser orgânicos e inorgânicos. A escolha do substrato correto é essencial para que sua orquídea se desenvolva corretamente.

Eu diria que o fator mais importante é escolher um substrato que evite ao máximo a acumulação de água.

Com o substrato errado o excesso de umidade resultante da rega acaba se acumulando em bolsos na mistura e contribuirá para a rápida decomposição do meio. Isto resultará no apodrecimento das raízes, no murchar do bulbo, e nas folhas ficarem amarelas.

Dica aos cultivadores iniciantes
Às vezes, estes sintomas podem ser interpretados como falta de água e o produtor pode recorrer a rega excessiva, que, então, completará o dano às raízes e acabará por matar a planta.

O meio de cultura para as orquídeas é uma combinação de fibras orgânicas e materiais inorgânicos, normalmente um meio de mistura pronta, que é conveniente e fácil de usar. Você encontra este tipo de substrato em qualquer boa loja de jardinagem, se possível pergunte ao vendedor para que lhe aconselhe de forma específica par ao tipo de orquídea que você cultiva.

Carvão-isopor-e-pinus

Tipos de materiais
Os materiais para as misturas vem em graus finos, médios e grossos. Estes materiais são orgânicos, inorgânicos, ou uma combinação de ambos.

1.  Opções orgânicas são
* Casca de Pinheiro – Fácil de encontrar, barato e muito lento  para apodrecer, embora a principio seja difícil de segurar água.
* Casca de Sequoia – Mantém a água melhor do que o primeiro e se decompõe gradualmente.
* Cascas de Coco – Está entre as primeiras fibras a serem usadas para orquídeas a preços razoáveis, leve, prende a água muito bem, mas se decompõem mais rapidamente.
* Musgo Esfagno - Produz um bom equilíbrio de retenção de água e ar, mas é difícil de ser encontrado.
* Fibra  de  Coco - Drena bem e se  decompõe lentamente, mas atualmente proibido.

2.  Opções inorgânicas são
* Carvão - Lento para se decompor e absorve as substâncias tóxicas.
* Rocha-de-lava – Boa drenagem e não quebra. Ela pode ser pesada.
* Alifor –  Pequenos pedaços de barro que dão drenagem moderada. Não se decompõem.
* Vermiculite – Mantém a água e também aumenta a exposição ao ar.
* Pearlita –  Absorve  água,  resistente  a  decomposição,  extremamente leve.
* Turface – Usado para substituir perlita. Pesado e caro.

Atenção com o tipo de vaso
Como dissemos anteriormente, o tipo de vaso também influencia bastante na capacidade da orquídea se liberar da água em excesso (ou manter a água quando necessário).

O tamanho do vaso é ditado pelo tamanho da planta, evite vasos grandes demais mas lembre-se de deixar uma certa folga para proporcionar arejamento pra as raízes das orquídeas. (não pressione as raízes contra as paredes do vaso).

orquídea

Vaso de plástico para orquídea
Um vaso de plástico de peso leve com drenagem nem sempre é adequado para ambientes externos já que pode ser deslocado pelo vento. Os vasos de polietileno claros permitem que mais luz chegue a raízes.

terracota

Vaso de terracota para orquídea
É mais pesado e, portanto, mais estável do que o vaso de plástico. Ele tem um furo de drenagem na parte inferior mas alguns possuem furos de  drenagem nas  laterais. Vasos de barro evitam que o meio fique encharcado.

cesta para orquidea

Cesta para orquídea
Uma cesta é adequada  para orquídeas com flores pendentes, ou com raízes que se alastram. A cesta pode ser feita  de arame, de plástico, de malha, madeira ou cerâmica. Além disso, a cesta permite que o ar circule em torno do composto e das raízes.

Estas são apenas algumas dicas na escolha dos vasos e do substrato, espero você tenha gostado.

raio de sol

Flor-Feijão-Borboleta-12

A flor feijão-borboleta tem sido procurada por muitas pessoas por ser comestível.  Ela é conhecida aqui no Brasil como Cunhã, mas é proveniente da Ásia e lá, eles a usam para pintar várias coisas, visto que a flor possui um azul bem forte e seu pigmento serve para corar.

Ela é uma planta leguminosa, ou seja, faz parte da mesma família que a vagem, a ervilha e o feijão, dai vem seu nome de feijão-borboleta por apresentar feijõezinhos de aspecto em borboleta; outros nomes que a dão: Palheteira, Ismênia e ervilha-borboleta.

O feijão-borboleta é também caracterizado como uma trepadeira, cresce se adaptando e utilizando um substrato próximo como apoio para se u desenvolvimento. Suas sementes vingam rápido e a planta também pode ser cultivada em vasos pois se adapta muito bem.

Clitoria ternatea L.

Como já dito, o feijão-borboleta vem da família das leguminosas, então, utilizam-na muito para fixar o nitrogênio na terra, ou seja, para locais onde há a depleção de nutrientes e é necessário dar a terra sua riqueza para nutrir outros vegetais, as leguminosas fazem esse papel devolvendo o nitrogênio à terra e isso o feijão-borboleta faz.

O planta pode chegar até 4m de comprimento e por isso suas folhas e vagens são muito utilizadas. Diz-se que o feijão-borboleta tem várias propriedades. Utilizam suas vagens para comer, suas flores para embelezar e também na culinária. Como suas flores são muito azuis, são utilizadas como corantes naturais de chás, comidas, temperos e líquidos em geral.

Acredita-se que possui propriedades terapêuticas também, apesar de corar a água de azul, seu sabor é neutro e acredita-se que seja um protetor do fígado, ansiolítico, propriedades antidiabéticas e para curar doenças de pele e várias outras coisas.

Aqui vão mais algumas informações resumidas sobre a planta: Ela é bastante rústica e trepadeira perene, se adapta a vários ambientes, sendo de fácil manuseio e plantio. Se você deseja uma planta bonita e gosta do azul, esta é a planta para você e ainda pode comer suas flores.

Clitoria ternatea L. branca

Para fertilizá-la não é necessário esforço, ela não é exigente quanto a isso, mas é claro que um composto orgânico pode a ajudar a se desenvolver e deixar as floradas mais vivas e fortes.

Quanto a seu chá, pode-se associar outras coisas, como erva-doce, anis-estrelado ou até manjericão-anis. Também há relatos de pessoas que colocam gotas de limão no chá, dando um gosto muito bom, apesar de o ácido do limão alterar as propriedades químicas da água e a coloração mudar, pois a substancia presente, antocianina é reagente ao pH ácido e reage, deixando o ambiente rosado.

Para fazer o chá basta ferver a água, desligar o fogo e colocar as flores feijão-borboleta, tampar e esperar de 10 à 15 minutos. Dá para servir quente ou gelado.

clitoria

Outra propriedade para o uso medicinal também são suas raízes, diz-se que possuem propriedades emenagogas, ou seja, promovem o ato da menstruação. No Brasil há 8 espécies endêmicas de Clitoria.

Temos a C. cearensis huber que é endêmica da Caatinga; C. irwinii Fantz, endêmica do cerrado; C. mucronulata Benth, endêmica da Amazônia; C. selloi Benth, endêmica da Mata Atlântica; C. snethlageae Ducke, também endêmica da Amazônia; C. stipularis Benth, endêmica da Amazônica e Caatinga e por ultimo C. tunuhiensis Fantz, endêmica da Amazônica e Caatinga

lago