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Posts para categoria ‘Pragas e Doenças’

ferrugem

Partes Afetadas: Folhas, caules, flores e colmos.
Sintomas: Lesões de coloração amarela a vermelha e em alguns casos branca, de formato arredondado a oblongo. Presença de esporos pulverulentos semelhantes à ferrugem

Muitas espécies de plantas são atacadas pela doença mais conhecida como ferrugem, mas embora o nome seja o mesmo, muitas vezes o agente causador da ferrugem não é o mesmo em se tratando de plantas distintas. Por exemplo, a ferrugem branca do crisântemo é causada pelo fungo Puccinia horiana e a ferrugem das orquídeas pelo Sphenospora kevorkianii. Entre as grandes culturas alimentícias destaca-se a ferrugem-do-colmo do trigo, causada por Puccinia graminis,  entretanto existem outras espécies de fungos que causam ferrugens em café, roseira, milho, capim-limão, pessegueiro, goiabeira, macieira e jabuticabeira, entre tantos outros.

As ferrugens são assim denominadas devido à lesão com massa de esporos pulverulenta de coloração amarela a avermelhada. Os esporos são estruturas de dispersão dos fungos, semelhantes às sementes das plantas. Seu tamanho é diminuto e cada lesão pode conter milhões de esporos sendo que, para haver nova infecção, basta que um único esporo germine em condições ideais de temperatura e umidade. No entanto a viabilidade germinativa dos esporos é restrita e nem todos os produzidos acabam por gerar novas infecções. O principal mecanismo de dispersão dos esporos é o vento, que pode carregá-los por milhares de quilômetros.

As ferrugens se beneficiam geralmente de climas amenos, com temperaturas moderadas e alta precipitação. Observa-se maiores incidências em anos chuvosos e propensos a formação de orvalho sobre as folhas. Estes fatores se relacionam com a necessidade de haver molhamento das folhas para que o esporo germine. Por isso, irrigação mal manejada pode favorecer aparecimento de ferrugem, o ideal é irrigar o solo ou substrato e evitar molhar em demasia as folhas, principalmente se há histórico da doença no local.

Os danos causados às plantas são irreparáveis partindo do ponto de que os tecidos vegetais afetados não têm capacidade regenerativa. Em ornamentais o ideal é destruir as plantas atacadas para evitar que outras plantas sejam afetadas. Em grandes culturas, o uso de fungicidas pode minimizar o impacto negativo sobre a produção que é o objetivo dos cultivos. Infelizmente, não existem produtos fungicidas curativos, apenas preventivos, por isso as doenças são um sério problema.

Existe uma receita de fungicida caseiro fácil de preparar e muito utilizada na agricultura, trata-se da Calda Bordalesa, que consiste na mistura de sulfato de cobre, cal hidratada ou cal virgem e água. Esta calda tem eficácia comprovada sobre muitas espécies de fungos e bactérias em muitas plantas, sejam ornamentais, frutíferas, produtoras de grãos ou hortaliças.

As aplicações devem ser feitas preventivamente, como a Calda Bordalesa age por contato, após alguns dias ou após uma chuva de média intensidade, deve ser feita nova aplicação. Não aplicar diretamente sobre todas as plantas, deve-se testar em poucas folhas e averiguar se não há toxidez, pode diluir ou concentrar a calda caso necessário.

Vale ressaltar que a sanidade das plantas deve sempre ser averiguada no momento da compra, muitas doenças são transmitidas via substrato contaminado ou plantas doentes. Portanto, muito cuidado na hora de comprar, certamente este é o melhor método de prevenção não só da ferrugem, mas de outras doenças.

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Para situações de emergência, saiba quais as principais doenças que podem afetar as plantas do seu jardim e a melhor forma de curá-las.

Infiltram-se no seu jardim sob os mais variados disfarces, confundindo muitas vezes o próprio jardineiro que nem sempre consegue distinguir os sintomas das principais doenças que afetam as plantas: as bactérias, os fungos e os vírus. Este trio ataca plantas com e sem flores, mas diferem num aspecto – um fungo sobrevive perfeitamente no solo, enquanto uma bactéria ou vírus necessita de uma planta hospedeira para subsistir.

As causas
Fungos
Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungos – organismos minúsculos (apenas visíveis debaixo de um microscópio!) que produzem enormes quantidades de esporos (células que se separam e se dividem, sem fecundação, para formarem novas células), que são rapidamente propagados graças ao vento, à água, aos insetos ou aos animais. Existem mais de 10 mil tipos de fungos que, se não conseguem penetrar a cutícula e a epiderme (as barreiras mais fortes de uma planta), atacam as zonas mais sensíveis – os rebentos ou as áreas já danificadas por insetos. Uma planta infectada pode libertar até 100 milhões de esporos, uma quantidade difícil de combater, na medida em que rapidamente degrade as células das plantas, produzindo, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo. Os fungos são ainda difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável, à espera das condições climatéricas perfeitas para voltarem a contaminar.

Vírus
Menores do que as bactérias, os vírus apenas conseguem reproduzir-se a partir das células da própria planta. Infiltram-se nas plantas a partir das folhas ou do pé, normalmente por zonas já feridas por insetos, mas precisam de um meio de transporte, que pode ser um inseto, o pólen ou algumas sementes infectadas. Uma vez infiltrado, o(s) vírus, sendo que as plantas podem ser atacadas por mais do que um vírus em simultâneo, movimenta-se através dos vasos vasculares, provocando doenças que contaminam o organismo da planta.

Bactérias
As doenças provocadas em plantas por bactérias são as menos frequentes, por uma simples razão – para crescerem e se multiplicarem as bactérias necessitam de água e de calor. Assim sendo, estão mais dependentes de climas quentes e úmidos para contaminarem as plantas. Transportadas pela água, insetos ou animais, as bactérias infiltram-se através de uma flor ou um corte numa folha ou no pé, podendo causar desde danos puramente superficiais, à murchidão ou mesmo a sua morte.

Deficiências Nutritivas
Por vezes, a doença de uma planta não se deve às bactérias, aos fungos e aos vírus, mas sim a uma alimentação pobre. Se apresentar folhas pálidas ou vasos vasculares amarelados, pode ser um sinal que está a sofrer de deficiências nutritivas. Neste caso, o remédio chama-se “um bom fertilizante”, adequado à planta em questão.

Os sintomas
-
Uma planta doente apresenta várias alterações ao nível do seu metabolismo, da cor, dos diferentes órgãos e anatomia, para além de poder passar a produzir substâncias anormais.
- Alguns sinais de alerta são: míldio (um pó branco); bolores cinzentos ou pretos; bolhas cor de ferrugem; pintas pretas; leveduras e o aparecimento de cogumelos, entre outros.

As curas
Com as plantas a requererem “atenção médica”, é claro que o instinto diz-lhe para ir a correr buscar o seu fiel amigo o “pesticida”. No entanto, e porque se trata de um produto com químicos extremamente potentes, que infelizmente ao fazer bem a uma coisa polui o ambiente, o melhor é estudar todas as outras opções possíveis. Aqui vai uma ajuda:
- Existem “sintomas” que, parecendo muito graves e estranhas, podem ser puramente passageiros, desaparecendo dentro de poucos dias ou quando o tempo melhorar. Esteja atento.

- Por vezes, basta remover as flores, os rebentos, as folhas e/ou os pés infectados para eliminar o problema. Não aproveite esses restos para compostagem, desfaça-se deles imediatamente.

- Em último recurso, recorra ao pesticida adequado, optando por uma solução pouco tóxica. Siga as instruções à risca e lembre-se que não vai resolver a situação ao borrifar o conteúdo de um recipiente inteiro sobre uma pobre doente planta – pode sim, acabar por intensificar o seu problema com a morte da planta, de plantas vizinhas e até do solo!

- A prevenção é fundamental para um jardim que respira saúde. Quer saber o que fazer? Comece com um solo saudável, isto porque terra com saúde produz plantas com saúde e plantas saudáveis conseguem resistir mais facilmente às doenças. Um solo de qualidade deve ser limoso e enriquecido com fertilizante e técnicas de compostagem.

- Mantenha o seu jardim livre de ervas daninhas e de detritos de plantas, que são elementos propícios para o desenvolvimento de todo o tipo de doenças.

- As doenças são muitas vezes transmitidas de planta em planta devido aos utensílios de jardim mal lavados. Assegure que todas as suas ferramentas estejam devidamente desinfetadas (especialmente quando utilizadas para cortar ou eliminar folhas e outras partes doentes), bastando para isso uma mistura de água e lixívia.

- Durante o processo de rega, tenha cuidado para não salpicar a folhagem das plantas. Ao respingar do solo para as folhas, está a colocá-las em risco de contrair uma doença. Se possível, deve regar de manhã cedo, assim as plantas têm tempo de secar antes do pico do sol que poderá queimar gravemente plantas muito molhadas. Por outro lado, quanto mais tempo as folhas estiverem molhadas, mais probabilidades têm de ser atacadas por bactérias, fungos e vírus.

- É igualmente importante permitir uma boa circulação de ar entre todas as plantas. Para além de secarem mais rapidamente, as brisas podem facilmente levar as doenças para longe antes de estas terem tempo de se “agarrarem” a uma planta.

- Se verificar que, ano após ano, os mesmos sintomas e doenças continuam a devastar o seu jardim, seria melhor começar a pensar em introduzir novas variedades de plantas e flores.

- Quando comprar novas plantas, inspecione-as muito bem antes de as levar para casa ou opte pelas variedades que se auto-proclamam e que são, de fato, plantas resistentes às doenças.

- Por último, quando em dúvida consulte um especialista ou adquira um guia sobre as diferentes doenças bacterianas, virais e fungais, bem como os seus respectivos tratamentos, para o auxiliar em situações menos saudáveis!

- No fundo, mais vale prevenir do que remediar… para um jardim resplandecente.

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Ácaros são a ruína dos produtores de bonsai e produtores de plantas ornamentais em geral. Há várias abordagens, prevenção, tratamento e mudanças ambientais, se você escolhe uma abordagem orgânica ou química, deve achar este artigo útil, mas tenha em mente os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP):
- Monitorar suas plantas regularmente;
- Prática de prevenção através da criação de um ambiente não favorável à pragas;
- Assim que você encontrar sinais de uma infestação, utilizar o menor grau de toxicidade do tratamento;
- Utilizar controles químicos mais tóxicos somente se necessário e justificado.

Primeiro, verifique se você tem ácaros, ácaro vermelho são visíveis ao olho humano e devem ser facilmente visíveis com uma lente de mão, eles se parecem com pequenas aranhas vermelhas.

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Ácaro vermelho
Se você olhar com cuidado também deve ser capaz de ver os ovos que se parecem com pérolas microscópicas, eles fazem uma teia visível que fica na parte inferior da folha, e não no topo, sempre olhe na parte inferior da folha, que normalmente é onde você vai encontrá-los, as plantas infestadas podem apresentar manchas amarelas e vermelhas nas folhas inferiores.

Se você não tem uma lente (mas deveria), use um pedaço de papel branco brilhante sob luz solar direta, ou uma lâmpada forte, sacuda as folhas sobre o papel e preste atenção para partículas muito pequenas correndo para chegar ao outro lado. Os ácaros são programados para ir sempre ao lado de baixo da folha.

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Ácaro branco
Maiores danos serão visíveis nas folhas inferiores, mais antigas, ao contrário de pulgões, ácaros não estão interessados em um novo crescimento suculento, vai entender…

Ácaros por si só não são agressivos, eles praticamente ficam na mesma folha suas vidas inteiras, são levados por penas de aves, cães, pêlos e roupas, são geralmente pior na seca, em condições de poeira, embora o de duas manchas prospere na umidade.

Ciclo de vida de um ácaro
Os ácaros têm suas espécies favoritas, e aprendendo quais de suas plantas os ácaros preferem, você pode usá-las como plantas indicadoras, você pode também isolar as plantas preferidas para o tratamento, se necessário.

Plantas com pêlos na face inferior das folhas parecem ser as favoritas, embora não necessariamente, dentre as favoritas que tenho encontrado são buxus, juniperos, malus, rosáceas… mas há muitas outras espécies que são suscetíveis. As plantas cultivadas dentro de casa são especialmente vulneráveis.

Os ácaros geralmente começam a tornar-se um problema no final da primavera e atingem um pico no final do verão ou apenas no calor do pico da temporada, eles são definitivamente bichos de clima quente.

Em tempo frio eles se movem e se multiplicam muito mais lentamente, no verão o seu ciclo de vida é de cerca de sete a dez dias, ou seja, filhotes são ovos depois de uma semana ou duas, qualquer tratamento deve levar isso em conta. Não basta matar os adultos, tratamentos repetidos são sempre necessários para matar os ácaros emergentes, deve-se fazer o tratamento de acaricida em três semanas seguidas, uma aplicação por semana, é claro.
No inverno, eles começam a se mover para fora das árvores e arbustos, passando o longo do inverno nas gramíneas.

Como prevenir
Ácaros, como pulgões são facilmente retirados da folha, pelo menos antes que eles tenham uma chance de começar a fazer morada. A pulverização de uma semana seguida de água pode retardá-la quando ela começa, no entanto, você deve ser capaz de pulverizar a parte inferior das folhas, pulverizando apenas a superfície superior vai fazer pouco ou nada, concentre sua atenção nas partes baixas da planta, como dito anteriormente, eles não serão encontrado nas partes superiores e suculentas da planta.

A pulverização mais importante é na parte inferior da folha

A introdução de predadores geralmente são na primavera e com o tempo os ácaros começam a aparecer e construir sua população. É muito melhor detê-los nesta época do que tratar uma grande infestação, até porque acaricidas são muito caros, por isso também é um procedimento custo-benefício.

Tratamento
Se você encontrar mais de um ácaro ocasional, e a maioria das folhas inferiores ter de  dois ou mais ácaros, provavelmente você está em apuros. Comece com níveis mais baixos de controle, primeiro tente o jateamento com um spray de água, faça isso a cada dois ou três dias, se a população continua a crescer, use um sabonete inseticida projetado para os ácaros (que deve estar na etiqueta), ou introduza acaricidas.

Muitas plantas são seriamente prejudicadas por esses sabonetes, incluindo a maioria dos áceres, por isso se atente para qual planta usar tal tratamento. Pulverize este então, talvez uma folha ou duas que você não vai se importar de perder e esperar três ou quatro dias para ver se há algum dano, os sabões trabalham por contato, então deve haver uma cobertura completa.

Sabonetes não matam os ovos, assim que deve ser repetida a cada 5-7 dias, pelo menos três tratamentos serão necessários

Uma vez que a contagem de ácaros atinge cerca de 40 por folha, a população vai realmente explodir e ácaros começarão a mover-se para outras folhas e plantas.No pior dos casos, eles vão para outras espécies que normalmente são resistentes. O tratamento com acaricida será crucial, porém mais caro e numa rotina mais tóxica.

Se você tiver ácaros de duas manchas, seu trabalho é ainda mais difícil, estes ácaros são muito difíceis de controlar e são mais resistentes à maioria dos acaricidas, nem insista com inseticidas típicos contra eles, não irão surtir efeito algum, soluções mais diluídas do que o recomendado não irão funcionar e promover a resistência.

É importante enfatizar que a pulverização de pesticidas para os ácaros não é a resposta, é uma solução a curto prazo, se você está querendo ganhar o controle de um problema persistente, você terá que trazer o seu ambiente de volta ao equilíbrio, o que significa a pulverização terá que parar.

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atividade na natureza. Elas causam vários estragos nas plantas, além de favorecer o surgimento de doenças, principalmente fúngicas. As pragas geralmente se tornam um problema mais sério quando há um desequilíbrio ecológico no sistema onde a planta está inserida. Outras situações que podem favorecer o seu surgimento são desequilíbrios térmicos, excesso ou escassez de água e insolação inadequada. O assunto é vastíssimo e aqui não daria para falar profundamente sobre isso. O que preparamos foi um guia rápido para facilitar o reconhecimento das principais pragas e sugerimos algumas dicas naturais de controle:

pulgao

Pulgões: Podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demais a planta e até transmitir doenças perigosas. Os pulgões costumam atacar, principalmente, as plantas de hastes e folhas macias. Podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios são a primavera, o verão e o início do outono. Precisam ser controlados logo que notados, pois multiplicam-se com rapidez.

Dicas:
* As joaninhas são suas predadoras naturais;
* Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas e isso pode ser feito semanalmente;
* Aplique Calda de Fumo ou Emulsão de Óleo.

Calda de Fumo
Como Fazer
10 cm de fumo de rolo
50 g de sabão de coco ou neutro
1 litro de água
Pique o fumo e o sabão em pedaços, junte a água e misture bem. Deixe curtir por cerca de 24 horas. Coe e pulverize as plantas atacadas.

Emulsão de óleo
Como Fazer
2 litros de água
1 kg de sabão comum (em pedra ou líquido)
8 litros de óleo mineral
Pique o sabão (se for em pedra), misture com o óleo e a água e leve ao fogo, mexendo sempre, até que levante fervura. A mistura vai adquirir a consistência de uma pasta. Guarde em um pote bem tampado e na hora da aplicação, dissolva cerca de 50g pasta em água morna e dilua tudo em 3 litros de água.

cochonilhas

Cochonilhas: São insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso. Dá para perceber sua presença quando as folhas apresentam uma crosta com consistência de cera. Algumas cochonilhas apresentam uma espécie de carapaça dura, que impede a ação de inseticidas em spray. Neste caso, produtos à base de óleo costumam dar melhores resultados, pois formam uma “capa” sobre a carapaça, impedindo a respiração do inseto. A calda de fumo costuma dar bons resultados também.

Dicas:
* As joaninhas também são suas predadoras naturais, além de certos tipos de vespas;
* A Calda de Fumo ou a Emulsão de Óleo são os métodos naturais mais eficientes para combatê-las;
*Deve-se evitar o controle químico mas, quando necessário em casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.

mosca-branca

Moscas-brancas: São insetos pequenos e, como diz o nome, de coloração branca. Não é difícil a notar a sua presença – ao esbarrar numa planta infestada por moscas brancas, dá para ver uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos. Costumam localizar-se na parte inferior das folhas, onde liberam um líquido pegajoso que deixa a folhagem viscosa e favorece o ataque de fungos. Alimentam-se da seiva da planta. As larvas deste inseto, praticamente imperceptíveis, também alojam-se na parte inferior das folhas e, em pouco tempo, causam grande infestação.

Dica:
* É difícil eliminá-las, por isso muitas vezes é preciso aplicar inseticidas específicos para plantas.
* Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes – como tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp.), hortelã (Mentha), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens) – costuma dar bons resultados.

lesma
Lesmas e caracóis: Normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.

Dicas:
* Besouros e passarinhos são seus predadores naturais;
* Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas, feitas com “isca de cerveja” para atraí-los. Faça assim: tire a tampa de uma lata de azeite e enterre-a deixando a abertura no nível do solo. Coloque dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratados pelo sal.

lagartas
Lagartas: Costumam atacar mais as plantas de jardim mas, em alguns casos, também podem danificar as plantas de interior. Fáceis de serem reconhecidas, as lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de “teia” para proteger-se. Todas as plantas que apresentam folhas macias estão sujeitas ao seu ataque. As chamadas “taturanas” são lagartas com pêlos e algumas espécies podem queimar a pele de quem as toca.

Dicas:
* Caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma, lembrando que é importante usar uma proteção para a que a lagarta não toque na pele;
* A Calda de Angico ajuda a afastar as lagartas e não prejudica a planta;
* O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas
Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais;

Calda de Angico
Ingredientes
2 kg de folhas de angico maceradas
20 l de água

Modo de fazer.
Junte às folhas a água;
Deixa essas folhas de molho por 10 dias. E na hora de aplicar misture o extrato de angico com um pouco de calda de fumo. Para preparar a calda de fumo ele junta meio quilo de folha em 5 litros de água e também deixa de molho por 10 dias. Depois coloca um quilo de açúcar para que o extrato se fixe às folhas. Mistura meio litro de calda de fumo para 16 litros de calda de angico. Prefira aplicar a mistura na época da florada entre 5 e 6 horas da manhã. Aplique de 5 em 5 dias.
A calda de angico que por ventura tenha sobrado deve ser guardada em garrafas de plástico bem vedadas. Assim, pode durar até três meses.
Não use essa calda em hortaliças porque deixa um gosto muito forte nas folhas.

Precisamos lembrar que sem as lagartas, não teríamos as borboletas. Ao eliminá-las completamente, estamos nos privando da beleza e da graça desses belos seres alados. Mais uma vez, o equilíbrio é a chave.

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Ácaros: O tipo de ácaro mais comum é conhecido como ácaro-vermelho (veja foto), tem a aparência de uma aranha de cor avermelhada. Ataca flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem. O ataque de ácaros diminui o ritmo de crescimento, favorece a má formação de brotos e, em caso de grande infestação, pode matar a planta. Ambientes quentes e secos favorecem o desenvolvimento dessa praga. Apesar de quase “invisíveis” a olho nu, sua presença é denunciada pelo aparecimento de uma teia fina.

Dicas:
* Costuma atacar mais as plantas envasadas do que as que estão em canteiros;
* Uma boa dica é borrifar a planta com água, regularmente, já que este inseto não gosta de umidade. Casos mais severos exigem que as partes bem atacadas sejam retiradas;
* A Calda de Fumo ajuda a controlar o ataque.

percevejos

Percevejos: São mais conhecidos como “marias-fedidas”, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.

Dicas:
* Vespas são suas predadoras naturais;
* Devem ser removidos manualmente, um a um;
* Se o controle manual não surtir efeito, a Calda de Fumo pode funcionar como um repelente natural.

tatuzinhos

Tatuzinhos: Muito comuns nos jardins com umidade excessiva, são também conhecidos como “tatus-bolinha”, pois se enrolam como uma bolinha quando são tocados. Vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, além de transmitir doenças às plantas.

Dicas:

* Evitar a umidade excessiva em vasos e canteiros;
* Devem ser retirados manualmente e eliminados um a um

nematoides

Nematóides: São “parentes” das lombrigas e atacam pelo solo. As plantas afetadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas. Num ataque intenso, provocam a morte do sistema radicular e, conseqüentemente, da planta. Algumas plantas dão sinais em sua parte aérea, mostrando sintomas do ataque de nematóides: as dálias, por exemplo, podem apresentar áreas mortas, de coloração marrom, nas folhas mais velhas.

Dica:

* O melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada;
* Se o controle ficar difícil, é indicado eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.

formigas

Formigas: As cortadeiras são as que mais causam estragos. Elas cortam as folhas para levá-las ao formigueiro, onde servem de nutrição para os fungos, os verdadeiros alimentos das formigas.

Dicas:
* Um bom método natural para espantar as formigas e espalhar sementes de gergelim em torno dos canteiros. Além disso, o gergelim colocado sobre o formigueiro, intoxica o tal fungo e ajuda a eliminar o “ninho” das formigas;
* Em ataques maciços, recomenda-se o uso de iscas formicidas, à venda em casas especializadas em produtos para jardinagem. As formigas carregam a isca fatal para o formigueiro.

Plantas repelentes
Algumas plantas ajudam a manter as pragas afastadas dos canteiros.

Alguns exemplos:
Tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp.), hortelã (Mentha), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens).

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Folhinha com ferrugem

Mofo-cinzento: Doença causada por um fungo que tem preferência pelas flores e botões. Costuma ocorrer em épocas de chuvas prolongadas e muita umidade. Pode-se prevenir o problema com a aplicação de fungicidas.

Mofo-branco: É o famoso oídio, que não escolhe época para atacar. Os botões e as folhas são os alvos preferidos. A prevenção pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado com enxofre solúvel.

Mancha-preta: Ataca as folhas, amarelando-as e derrubando-as. Costuma atacar mais quando há mudanças bruscas de temperatura. Também pode ser prevenida com fungicidas.

Míldio: Surge com mais freqüência nos períodos quentes, quando há excesso de chuvas. É uma doença devastadora, capaz de destruir brotos novos e folhas e, se não for controlada, mata mesmo a planta. Qualquer suspeita de ocorrência deve ser rapidamente combatida com produtos específicos existentes nas casas especializadas em produtos agropecuários.

Galhas : folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”. Controle: Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.

Oídio: A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente. Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros: Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta. Controle: Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose: Toda a folhagem pode tornar-se amarela. Controle: Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

Ferrugem: Manchas semelhantes à ferrugem nas folhas acusam a presença de fungos. Controle: Aplique Calda Bordalesa.

Folhas secas e com manchas: Indica ambiente muito seco. Como medida de emergência, recomenda-se pulverizar toda a planta com água. Providencie um local com mais umidade no ambiente.

Manchas escuras nas folhas: Geralmente são indícios de que a planta recebeu muita luz solar direta. Em alguns casos, as manchas indicam ataque de fungos.

Queda de brotos e botões: Podem ocorrer quando a planta recebe corrente de ar frio; por ter sido trocada de lugar, alterando suas condições de luminosidade, temperatura e umidade ou por calor excessivo.

A planta não floresce: Por luminosidades insuficiente; pode estar faltando algum nutriente para a planta; a umidade do ambiente pode estar muito baixa ou a planta necessita ser replantada por estar muito grande.

Folhas amarelas com pontos pretos: Pode ser excesso de regas. A solução é cortar as partes danificadas e reduzir as regas até que a planta esteja recuperada; Excesso de sol direto. Mude a planta de lugar; Substrato pobre em nutrientes, especialmente nitrogênio. Forneça uma boas adubação para a planta.

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rosas amarelas

A beleza das rosas tem pelo menos dois inimigos certos: insetos e fungos. Para enfrentá-los, é preciso observar certos detalhes:

* Observe sempre as roseiras: Fazendo inspeções periódicas, é possível identificar qualquer problema ainda no início e tratar logo de combatê-lo;

* Previna-se: Remediar é bem mais difícil. Fazendo aplicações periódicas de produtos preventivos (contra fungos, principalmente), os riscos dos ataques serem mais severos ficam reduzidos;

* Garanta sempre uma boa alimentação: A nutrição é fator fundamental para o bom desenvolvimento das roseiras e sua saúde. Uma fertilização orgânica, feita periodicamente, fornece à planta boas quantidade de macro e micronutrientes, tornando-as mais resistentes aos ataques de insetos e doenças.

* Mantenha o “exército natural” de defesa: A natureza é sábia e, juntamente com as pragas, criou também seus inimigos. As joaninhas são excelentes predadoras dos pulgões, os pássaros combatem as lagartas, hortelã plantada nos canteiros espanta as formigas…;

* Use e abuse dos métodos naturais: Quanto menos produtos químicos forem utilizados, melhor. Assim, você estará mantendo o equilíbrio natural e prevenindo contra problemas que surgem com o abuso de química. Se os ataques forem muito intensos, procure a orientação de um técnico especializado, antes de aplicar defensivos.

Os Vilões
Pulgões:
São os mais comuns. Sugadores, causam deformações nas partes atacadas, principalmente brotos novos e botões. Combata-os, de maneira mais natural, com calda de fumo.

Ácaros: São quase invisíveis a olho nú e se localizam, em colônias, na parte inferior das folhas, causando grandes prejuízos. A aplicação de enxofre solúvel pode servir como prevenção.

Trips: Pequenos insetos voadores que deformam as flores, logo no início da brotação. Em grandes ataques, podem destruir completamente a planta, por essa razão, necessitam de um controle químico, sob orientação.

Formigas-cortadeiras: Fazem mais estragos nas folhas e brotos. Iscas formicidas costumam ser bem eficazes.

Besouros: A variedade é grande, mas as vaquinhas são as que mais destroem as flores. Também precisam de combate químico, quando o ataque for grande.

Mofo-cinzento: Doença causada por um fungo que tem preferência pelas flores e botões. Costuma ocorrer em épocas de chuvas prolongadas e muita umidade. Pode-se prevenir o problema com a aplicação de fungidas.

Mofo-branco: É o famoso oídio, que não escolhe época para atacar. Os botões e as folhas são os alvos preferidos. A prevenção pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado com enxofre solúvel.

Mancha-preta: Ataca as folhas, amarelando-as e derrubando-as. Costuma atacar mais quando há mudanças bruscas de temperatura. Também pode ser prevenida com fungicidas.

Míldio: Surge com mais freqüência nos períodos quentes, quando há excesso de chuvas. É uma doença devastadora, capaz de destruir brotos novos e folhas e, se não for controlada, mata mesmo a planta. Qualquer suspeita de ocorrência deve ser rapidamente combatida com produtos específicos existentes nas casas especializadas em produtos agropecuários.

Lembre-se: Todo e qualquer produto químico deve apenas ser aplicado segundo a recomendação do fabricante e só deve ser adquirido após consulta com um técnico especializado, que poderá fazer a prescrição do receituário agronômico.

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samambaia

Uma das principais pragas da samambaia é o pulgão que é facilmente eliminado com inseticidas naturais como o Combat, deve ser aplicado uma vez por semana durante o período de um mês para que esta praga seja totalmente eliminada.

Já uma das principais doenças que prejudicam a samambaia é um fungo chamado Cercospora, popularmente conhecido como ferrugem, este é controlado com o uso de produtos a base de sulfato de cobre. Pode-se ainda utilizar carvão em pó no local afetado, pois é um ótimo fungicida natural.

Ela também sofre muito com o ataque de Lagartas e deve ser controlado retirando-as manualmente ou utilizando um produto chamado Dimipel que faz um controle biológico destas lagartas.

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Os principais problemas de pragas e fungos que os nossos bonsais apresentão e os remédios para combater essas pragas.

Pragas e Fungos que atacam as plantas:
• Pulgão – Pequeno inseto de coloração variada que ataca de preferência brotações novas, face dorsal das folhas, caules novos e tenros, produzindo substâncias açucaradas, ele são escravos das formigas. Os pulgões, Metopolophium dirhodum, Schizaphis graminum, Sitobion avenae e Rhopalosiphum padi (Hem., Aphididae), causam danos diretos pela sucção da seiva da planta, o que pode reduzir a quantidade de seiva do galho com isso seu aprodecimento e também o não nascimento por causa da sucção de flores e botões de flores, o tamanho do grão, o peso de grãos e o poder germinativo das sementes. Além desses danos, os pulgões podem ser vetores de viroses, principalmente do Vírus do Nanismo Amarelo.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água, colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

• Cochonilha/Cachoquilas/Diaspis – Insetos pequenos, com coloração variada, apresen-tando-se com ou sem carapaça. Atacam de preferência a face dorsal das folhas, axilas das folhas e ramos. As partes atacadas ficam retorcidas, prejudicando o desenvolvimento da planta.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água, colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

• Ácaro – Invisível a olho nu. Seu ataque é notado pela presença de teias. Ataca a face dorsal das folhas, brotações novas, flores e frutos, que se tornam retorcidos e amarelados.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água. Caso não tenha sucesso vamos usar uma medida mais forte – Dimy misturado com fumo, deixar em meio litro de água uma saco (a caixa que vem tem 4 sacos), depois de 2 horas fazer a coagem, e colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

• Mosca branca – Elas se multiplicam nas folhas se alimentando da seiva.Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água. Caso não tenha sucesso vamos usar uma medida mais forte – Dimy misturado com fumo, deixar em meio litro de água uma saco (a caixa que vem tem 4 sacos), depois de 2 horas fazer a coagem e colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

• Vaquinha – Inseto de cor verde com listras amarelas ou de cor branca ou amarela com as lista de cor preta. Comem as folhas prejudicando o crescimento da planta. O inseto adulto, ao se alimentar das folhas, pode produzir sérios danos, principalmente às plantas nas fases de sementeira ou recém-transplantadas para o campo.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com Dimy – uma tampa de dimy para 800ml de água.

• Lesma e Tatuzinho – Possuem o corpo mole e, por onde passam, deixam rastro brilhante. Durante o dia são encontrados debaixo de tábuas, tijolos, latas e outros entulhos deixados na horta.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com Dimy – uma tampa para 800ml de água.

• Largatas – Autographa gamma, Heliothis armigera, Spodoptera exígua e Spodoptera littorali.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com Dimy – uma tampa para 800ml de água.

• Gusanos blancos – Ele em larva e adulto – Eles comem as plantas todas, além de fazer muitos ovos na terra para procriação de novos seres.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com Dimy – uma tampa para 800ml de água ou deixar uma saco de fumo durante 2 horas e fazer a coagem e colocar num pulverizador e pulverizar a planta toda.

• Thysanoptera – Ele é muito conhecido como Tripes ou lacerdinhas, atacam muito as folhas dos fícus, fazendo com que elas venha a enrolar/dobrar, assim ali os lacerdinhas se multiplicam e danificando todas as folhas.

Como combater: A melhor maneira para combater seria inseticida que se compra em supermercado (SBP casa & jardim), aplicar nas folhas todas e depois de 10 minutos retirar as folhas que estão fechadas e depois de 1 mês fazer nova aplicação e sempre fazer o controle para ele não voltar.

• fungos – Os principais fungos que atacam as plantas são Liquem bioindicador, eles fazem o processo de fermentação para que a mata tenha uma matéria orgânica para adubar as raízes das plantas, e se encontram sempre em lugares sem poluição. Caso não for feito o combate logo os galhos vão cai e até a perda da planta toda (ela fica debilitada totalmente).
Como combater: Fazer a raspagem do fungo com um bombril ou uma escova de dente velha, e fazer a mistura de 05gm de sulfato de cobre (composição – Cobre – Cu 20% e natureza física farelado) + 30ml de silicone líquida + 10 gotas de álcool ou 05gm de sulfato de cobre (composição – Cobre – Cu 20% e natureza física farelado) + 20ml de água + 1 colher de sobremesa de detergente.

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bonsai de azaléias
O Bonsai é tão susceptível a pragas e doenças como as plantas de jardins, de rua ou florestas. Mas como o bonsai é muito menor, levamos vantagem, pois as pragas serão de fácil controle.
As más condições devido ao excesso de água nas regas, falta de luminosidade ou ventilação adequada,  além de outros fatores  podem trazer problemas. Estes problemas em sua grande maioria não caracterizam perigo de vida para o bonsai se forem logo tratados. O mais sensato é ficarmos sempre atentos, e quando algo estranho acontecer procurar uma solução rapidamente.

Pragas
Entendemos como pragas todos os insetos que são prejudiciais às plantas, tanto na parte orgânica do bonsai como em sua estética. Quase todas as pragas podem ser eliminadas com o uso de inseticidas para plantas ornamentais, que são facilmente encontrados em lojas de jardinagem ou mesmo em supermercados.

Doenças
Em sua grande maioria as doenças nas plantas são ocasionadas por fungos, que são organismos microscópicos que provocam sérias debilitações nas árvores podendo até causar sua morte. Podem acontecer em todas as partes do bonsai: Raízes, Tronco Galhos e/ou Folhas, normalmente se fixando  em apenas uma dessas partes.
A constatação de fungo de folhas pode ser feita visualmente através do aparecimento de manchas ou de deposito sobre as mesmas de um pó branco. Existem muitos tipos de fungos. Podemos adotar como providência inicial a retirada das folhas afetadas, a rega moderada e direcionada na terra evitando-se molhar as folhas e o isolamento da planta. Posteriormente deve-se procurar um especialista para a identificação precisa do tipo de fungo e do defensivo adequado. Os fungos de tronco ou galhos podem provocar rapidamente seu apodrecimento. Sua identificação é feita pela aparência da madeira escurecida,  além de feridas. Os Fungos de Raízes já são mais complicados de se identificar. Normalmente ocasionam perda da coloração das folhas e sua posterior secagem. Devido ao fato de os fungos, na sua grande maioria, apreciarem calor e umidade, a providência inicial é, sem dúvida, a moderação na rega e a procura de um especialista que poderá nos indicar um fungicida especifico.
Alem de fungos, outras enfermidades embora com muito menor freqüência,  provocadas por vírus e bactérias podem ocorrer, sendo de difícil diagnostico por amadores.

Dicas para o combate a pragas e doenças e o uso de defensivos
1A aplicação de defensivos deve ser feita no final da tarde quando a temperatura estiver amena e sempre a sombra;
2 – Inspecionar constantemente os bonsai é a melhor forma de se prevenir quanto a surpresas;
3 – Com Jato de esguicho forte, segurando firme no tronco, podemos retirar pulgões dos bonsai e deixar suas folhas sempre limpas;
4 – Para infestações de cochonilhas acrescente uma colher de sopa de detergente na solução de inseticida (1litro);
5 – Antes de aplicar qualquer defensivo regar os bonsai e esperar até que suas folhas sequem;
6 – Não deixe de inspecionar bem as raízes quando for transplantar os bonsai. Se o cheiro for agradável não deve haver problemas.

A Comunicação entre o Cultivador e sua Planta
Um dos maiores prazeres daqueles amam a natureza é contemplá-la bela e saudável. Também é muito agradável quando adubamos uma árvore e ela responde ao tratamento que lhe dispensamos. A melhor maneira de nos comunicarmos com nossas plantas é conhecendo suas necessidades e sabendo como elas reagem aos tratamentos empregados. Procuramos aqui descrever maneiras simples de como as plantas se comunicam conosco, através de sua aparência e reações, e o que podemos fazer para ajudá-las.

Como podemos nos comunicar com os bonsai?
Sintomas –
Estou crescendo somente de um lado.
Causas –
Provavelmente o sol esta batendo somente de um lado do bonsai.
Providências –
Virar o bonsai pelo menos uma vez por semana para que ele possa tomar sol em toda sua volta.

Sintomas – Algumas das folhas estão secas ou amareladas.
Causas – As vezes os vegetais trocam naturalmente suas folhas.
Providências –
Retirar as folhas velhas ou muito amarelas.

Sintomas – Alguns dos galhos estão fracos comparados com outros.
Causas – A árvore esta dando prioridade de crescimentos.
Providências – Podar constantemente os galhos fracos para que ramifiquem e se avolumem.

Sintomas – As folhas estão sujas,
Causas –
A poeira e a poluição estão se depositando nas folhas.
Providências –
Lave seu bonsai com jato de água forte. Alem de limpar você poderá até eliminar alguns insertos nocivos.

Sintomas – As pontas das folhas escurecem e depois de um tempo caem.
Causas –
Pouca água na rega.
Providências – Melhorar a qualidade da rega tomando cuidado para molhar toda a terra do vaso. Aumentar a freqüência das regas.

Sintomas –
Não consegue produzir flores ou muito poucas.
Causas – Excesso de Nitrogênio na adubação.
Providências – Adube com menos freqüência. Quando o fizer escolha adubos com pouca concentração de nitrogênio. Adubar menos durante o inverno.

Sintomas –
Alguns galhos estão crescendo de forma exagerada e as folhas ficam claras e grandes.
Causas – Iluminação deficiente e excesso de nitrogênio,
Providências
- Colocar em local onde a incidência de luz solar se faça diretamente sobre as folhas por um período maior.

Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram-se e murcham.
Causas –
Excesso de calor.
Providências –
Mude o local por um mais ventilado e fresco.

Sintomas – Sobre as folhas existe um pó branco, parecido com sal.
Causas – Acumulo de cálcio e sais, da água da rega, sobre as folhas.
Providências –
Limpar as folhas com pano ou algodão embebido em um pouco de óleo vegetal.

Sintomas – As estão saindo pelos buracos de drenagem.
Causas –
Vaso pequeno.
Providências –
Periodicamente é necessário trocar a terra dos bonsai e podar as raízes. Faça isto no período e na freqüência correta.

Sintomas – As folhas estão furadas, raspadas e com rastros líquidos.
Causas –
Ataque de lesmas.
Providências –
Retire e mate as lesmas durante a noite. Faça uma armadilha com um copo de cerveja perto do vaso. Elas irão beber e se afogar.

Sintomas – As folhas estão com manchas coloridas pequenas. Elas murcham e morrem depois de um tempo.
Causas – Ataque de Fungos.
Providências –
Destrua as folhas infectadas e não molhe as folhas nas regas. Diminua a freqüência das regas e coloque a planta em local bem arejado.

Sintomas – As folhas estão dobrando e minhas flores estão feias. Não estou crescendo.
Causas – Ataque de ácaros.
Providências –
Lavar a parte aérea do bonsai com água morna ( Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

Sintomas – Está ficando feio, as folhas apresentam manchas brancas que posteriormente ficam amarelas. Teias de aranha estão entre os galhos.
Causas –
Ataques de ácaros vermelhos ou verdes.
Providência –
Lavar a parte aérea do bonsai com água morna ( Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

Sintomas - Minhas folhas estão com um liquido pegajoso.
Causas - Este liquido é excremento de insetos. Sinal de infestação.
Providências - Lave a parte aérea do Bonsai com água morna e detergente. enxágüe com água morna. Pulverizar com inseticida.

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1- Algumas se transmitem por contágio, que pode ocorrer quando se introduz uma planta contaminada na coleção, ou por meio de instrumentos, como tesouras e canivetes (por isso, desinfete-os bem após usa-los em cada planta).

2- A não observância de fatores como luminosidade, umidade, temperatura e ventilação também pode provocar a infestação em seu orquidário.

3- O excesso de umidade propicia a ocorrência de lesmas e caramujos. Proteja a planta envolvendo sua base com um chumaço de algodão. Mas se esta já estiver contaminada, destrua-os com iscas especiais à venda no comércio.

4- As cochonilhas e os pulgões aparecem geralmente em função da desidratação das plantas. As cochonilhas são muito resistentes à ação dos inseticidas comuns porque, uma vez fixadas à planta, se revestem com uma carapaça cerosa. Uma forma de combate-las é a limpeza cuidadosa com uma escova de dentes macia embebida em caldo de fumo-de-rolo. Os pulgões estragam os botões, as folhas e os brotos bem novos.

5- Outras pragas que atacam as folhas são: os tripes (insetinhos de 0,5 mm com quatro asas), que surgem quando o ar é quente e seco; a aranha vermelha (de 0,5 mm), e a larva mineira (besouro de 2 mm de comprimento), que perfura verdadeiros túneis nas folhas de orquídeas.

6- A vespa dos brotos é uma espécie de larva que se instala no interior dos brotos, deformando-os. Neste caso, corte o broto e destrua a larva.

7- Há três tipos de doenças causadas por vírus, que atingem a planta internamente: a) a bexiga que forma máculas em baixo-relevo no interior das folhas, sem alterar-lhes a cor; b) estrias, manchas ou máculas irregulares nas flores, que enfraquecem a planta até mata-la; c) máculas amarelas irregulares ou manchas pretas com áreas amarelas ao redor, provocadas por um vírus conhecido como “mosaico”. Essas doenças se transmitem por contagio. Em qualquer dos casos, corte a parte atingida.

8- As doenças causadas por bactérias ou fungos manifestam-se quando há excesso de sombreamento. Algumas fazem surgir manchas, tipo queimadura, nas folhas; outras, como a podridão negra, destroem bulbos inteiros tornando-os moles e cheios de líquido pútrido; a podridão parda ataca os rizomas e a base dos bulbos, destruindo a planta gradativamente. O melhor remédio para isso é o corte das partes afetadas.

9- Se a sua planta apresenta pontinhos brancos imóveis como se fossem “casquinhas”, está definhando e você não sabe explicar o motivo, comece a desconfiar: ela pode ter sido atacada por cochonilhas. “São insetos que sugam continuamente a seiva da planta”. Dependendo da variedade pode atacar brotos, pseudobulbos e folhas. Pertencem à ordem de insetos denominada Homoptera e são “parentes” das cigarrinhas e pulgões.

Observe também se há presença de formigas na planta. Como as cochonilhas se alimentam da seiva, as formigas procuram a secreção açucarada eliminada. “Parte dessa solução açucarada cai sobre as folhas e um fungo negro, conhecido como fumagina, cresce sobre ela e reduz a área de fotossíntese da planta”. A formação deste “pó” preto é mais um indício de que há o ataque de insetos sugadores. Em troca da substancia açucarada, as formigas protegem as cochonilhas, por isso causam um dano indireto. É preciso eliminar as cochonilhas para acabar com o problema e não adianta exterminar só as formigas.

As cochonilhas causam clorose e podem transmitir doenças às orquídeas.

10- A Hemileia causa grandes estragos nas folhas das Oncidiuns, Miltonias e outras orquídeas. Produz manchas oleosas e amareladas, cobertas na página inferior por um verdadeiro feltro amarelo, lembrando a “Ferrugem” de outras plantas e composta pelos concidióforos do fungo responsável. Combate: pulverizações com solbar a 5% ou lisofórmio a 1% ou outro produto que sirva à finalidade. Aparece mais freqüentemente nas plantas expostas diretamente aos raios de sol.

“Todas as plantas doentes devem ser afastadas das sãs e tratadas de acordo com s regras”.

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