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  • Archive for the ‘Podas’ category

    A poda de Arbustos é uma prática muito importante e necessária por motivos estéticos (forma, volume e altura) e pela fitossanidade (melhora o vigor da planta, além de controle de pragas e doenças).
    Com a poda garantimos crescimento homogêneo e equilibrado, que regulará a qualidade e quantidade de flores e frutos dos arbustos.

    Tipos de poda
    * Poda de formação
    : tem o objetivo de orientar o desenvolvimento dos ramos primários. Muitos não adotam esta modalidade de poda, deixando a planta crescer livremente por anos. No entanto, se não for feita, dificilmente a conformação poderá ser mudada posteriormente.

    * Poda de limpeza:
    deve ser feita freqüentemente em todos os arbustos, de menor o maior porte, nas mais diferentes épocas, tendo os seguintes objetivos:
    - Eliminar ramos e folhas secas ou com pragas e doenças;
    - Retirar ramos ladrões ou que não têm brotos;
    - Ramos cruzados, mal situados ou que sobressaiam muito do arbusto por excesso de vigor, prejudicando a forma do arbusto;
    - Remoção de flores e frutos passados, pois consomem energia dos arbustos, além de afetarem a estética;
    - Correção da assimetria do arbusto, quando a copa está desequilibrada em termos de volume. Nas azaléias, alguns ramos se sobressaem depois do florescimento, devendo-se então rebaixá-los antes do inverno;
    - Em arbustos com folhas variegadas (por exemplo, evônimo e hibisco variegado), surgem alguns brotos com folhas completamente verdes, que devem ser eliminados;
    - Arbustos muito densos podem ter algumas partes prejudicadas por falta de luz e acabam envelhecendo antes do tempo.

    * Poda de renovação:
    recomendada para recuperação de arbustos com folhas e ramos muito velhos ou com seu interior sem folhas, muito altos e delgados. A renovação com podas drásticas para que rebrotem com força e se regenerem é recomendável para espécies com capacidade de rebrote mais rápido. No caso de coníferas (cipreste, tuias, etc.) é muito problemática porque rebrotam lentamente. Algumas espécies, como a tumbérgia arbustiva, têm boa recuperação à poda drástica.

    * Topiaria:
    tipo de poda artística que consiste em dar formas geométricas (bolas, cones, cubos, cilindros, etc.) ou de fantasia (animais, pessoas, etc.). Deve ser feita com mais freqüência na definição da forma, para que o arbusto emita muitos brotos e fique bem compacto. Posteriormente, as podas são menos freqüentes, só para manter a forma.

    Época de poda
    Em espécies floríferas, a poda deve ser feita imediatamente após a floração. Não podar camélia, por exemplo, quando estiver com botões.
    Obs.: Para cortes maiores de 5 cm, é interessante aplicar uma pasta selante à base de cobre, nas regiões de corte. Isto evita a entrada de patógenos e acelera a cicatrização.

    Adubação:
    O fornecimento de nutrientes pode ser via orgânica ou química. Uma aplicação equilibrada de NPK serve para a maioria dos casos. Recomendam-se duas aplicações ao ano (30 a 40 Gr/arbusto), sendo a primeira aplicação no inicio da primavera e outra no fim do verão.

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    Podar as árvores do jardim para que elas cresçam frondosas, não fiquem presas na rede elétrica, não interfiram na circulação nem destruam telhados exige técnicas apropriadas. E há uma época adequada para não afetar o crescimento. A poda de árvores nas calçadas e em outros espaços públicos é responsabilidade da administração pública, não dos moradores, que podem ser multados se decidirem cortá-las sem autorização. Saiba quais são as recomendações para podar as árvores do seu jardim.

    Saiba qual a espécie de árvore que você pretende podar. Cada espécie tem um ciclo de vida e uma função específica. Identifique se é uma árvore ornamental ou frutífera

    Defina o tipo de poda de que a árvore precisa.
    - Poda de formação
    É realizada quando a árvore é jovem para a copa atingir cerca de dois metros de altura.
    Mantenha os três galhos mais fortes e eqüidistantes que partem do tronco principal e retire os restantes.
    Imagine que a árvore deve ficar como uma mão que sustenta uma bandeja na ponta dos dedos.

    - Poda sanitária: é uma tarefa de manutenção.
    Extraia todo material vegetal morto ou danificado, como galhos secos, podres, quebrados ou mal desenvolvidos, raízes deformadas, etc.
    Lembre-se de que a estrutura principal da árvore será composta pelos três galhos escolhidos anteriormente. Você deve conservar apenas os galhos que crescerem deles na direção exterior da árvore. Isso favorecerá a entrada de ar e sol, necessários para a fotossíntese.

    - Poda incentivadora da floração e frutificação
    É quando a árvore já tiver com forma (de mão sustentando uma bandeja), selecione as gemas (olhos) que você acha que terão uma boa floração.
    Retire os brotos ou vergônteas menos fortes. Assim, toda a produção da planta se concentrará nas gemas escolhidas, aumentando o tamanho das flores ou dos frutos.

    Muitas árvores devem ser podadas no final do inverno, antes da brotação.
    Nesta época, a árvore tem suas reservas de alimentos altas, o que é essencial para gerar um sistema de defesa. Mas o melhor é se informar sobre qual é o período ideal de poda para cada tipo de árvore.

    Não se deve podar mais de 30% do volume total da copa da árvore de uma vez.
    Uma poda exagerada pode prejudicar a árvore e fazer com que ela morra. Tudo o que for feito na copa pode interferir nas raízes e vice-versa.

    Escolha as ferramentas adequadas para os diferentes tipos de corte.
    Você precisará de tesouras de mão, tesouras de maior alcance para galhos mais altos, serrotes, serrotes em arco e motosserra.

    Suas ferramentas precisam estar bem afiadas e limpas, para evitar que uma planta doente contagie a outra.

    Tome todas as medidas preventivas para evitar acidentes.
    Use arnês, luvas, capacete protetor com óculos, cordas resistentes, escada, andaimes ou cestas hidráulicas.

    Atenção: Antes de fazer uma poda, informe-se sobre as normas da sua cidade. Para árvores de grande porte, o melhor é contratar um serviço especializado, com experiência, ferramentas e estrutura adequadas.

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    Existem quatro tipos principais de poda: poda de formação, poda de limpeza, poda verde e poda de frutificação. As três primeiras são indicadas para todas as frutíferas; a poda de frutificação é indicada para algumas frutíferas, como o pessegueiro, figueira, kiwi e videira.

    Material necessário
    Em qualquer das podas utiliza-se serrote, tesoura de poda pequena e tesourão para cortar galhos mais grossos, todas as ferramentas devem estar bem afiadas para facilitar o trabalho. Devemos ter cuidado com os galhos podados, estes devem ser retirados para fora do pomar e queimados logo em seguida para evitar o surgimento de doenças ou pragas.

    Poda de formação
    É chamada de formação porque é feita quando a muda está ganhando corpo, serve para orientar o crescimento da planta e também estaremos desde cedo, fazendo com que os ramos sejam bem distribuídos de forma a garantir que mais tarde a planta receba toda a luz e ventilação de que vai precisar para o seu pleno desenvolvimento.

    Quase sempre as mudas compradas nos viveiros já vêm bem-formadas, com 3 ou 4 ramos saindo de posições diferentes do tronco, constituindo o que é chamado de copa ou copada.

    As frutíferas de clima temperado são geralmente podadas nos três primeiros anos e conduzidas para crescer em forma de vaso ou taça. No primeiro inverno de sua vida a árvore se limita aos ramos básicos; do  primeiro para o segundo ano deixa-se brotar apenas mais três ramos novos sempre de posições diferentes e para fora, assim no  segundo ano a árvore apresentará seis ramos; no terceiro ano, deveremos ter doze ramos, são os que darão a forma definitiva da árvore. Devemos ficar atentos para o surgimento de brotos ladrões e do excesso de brotos novos que ocorrem logo após a poda e que devem ser eliminados.

    Os doze ramos da copa podem ser tutorados para que sejam conduzidos de forma mais aberta, com isso será facilitado os tratos culturais e as futuras colheitas, porque as árvores ficarão mais baixas.

    Poda de limpeza
    Este tipo de poda serve para todas as frutíferas e deve ser feita durante toda a vida destas. O objetivo é revigorar a árvore antes de cada safra. Recém plantada a árvore, devemos eliminar os brotos que surgem logo abaixo da copa e do ponto de enxertia, esses brotos são ladrões e se alimentam da seiva da planta enfraquecendo-a. Quando temos uma planta mais velha, com três, quatro ou mais anos, devemos também eliminar todo e qualquer galho seco, mal-formado ou doente que a planta apresentar. Também no interior da copa  surgem ramos ladrões que crescem verticalmente e devem ser eliminados.

    Outro problema é com ramos que se aproximam demais do solo sendo uma porta de entrada para pragas e doenças sendo os mesmos erradicados da mesma forma ( o ideal é manter distância de 30-40 cm entre o solo e os ramos da planta).

    Poda verde
    Deve ser realizada após o terceiro ano de vida, quando a planta está bem viçosa, no auge do crescimento. Se a folhagem for muito densa a ponto de comprometer a ventilação e a penetração de luz na árvore a safra será prejudicada. A poda verde é um raleio de folhas, excesso de ramos e brotações com pouco ou nenhum fruto.

    Poda de frutificação
    É utilizada somente nas fruteiras de clima temperado, é realizada quando as plantas estão em repouso, serve para eliminar ramos antigos, que deram frutos no ano anterior, permitindo que os ramos novos carreguem a safra com mais força e vigor. A seguir vamos falar de algumas plantas que necessitam de podas mais elaboradas para obter boas produções:

    Pessegueiro
    Os pessegueiros somente frutificam nos ramos novos, formados na última estação de crescimento ou nas pontas de ramos que já frutificaram. A poda de frutificação se faz quando a planta está em repouso vegetativo, eliminando os ramos que já produziram, os ramos vegetativos (que não irão produzir) e desbastando o excesso de ramos floríferos. Um sistema que dá bons resultados é o de eliminar, no inverno, os ramos que já produziram e floresceram, podando-os bem rente ao tronco. Esse mesmo sistema se aplica às nectarineiras.

    Figueira
    É uma árvore muito sensível a doenças como a ferrugem das folhas e a broca da figueira. Devido a esse fator  aliado ao figo só frutificar em ramos novos, adota-se uma poda drástica depois da colheita de cada safra. De julho a agosto todos os ramos velhos devem ser podados até o tronco. Devemos deixar apenas duas ou no máximo três gemas de onde brotarão os ramos novos.

    Kiwi
    O kiwi apresenta uma vegetação muito densa e vigorosa, devendo ser feita no inverno a eliminação dos brotos ladrões e a limitação dos braços frutíferos. Mantenha em cada braço de seis a oito borbulhas. Recomenda-se um desbaste no período vegetativo para reduzir um pouco a folhagem. Cuidar para que os ramos não cheguem muito próximos do chão.

    Videira
    Para as videiras são indispensáveis dois tipos de poda: a poda de inverno e a poda verde. A poda de inverno é feita durante o período vegetativo da videira, para decidir sobre o momento mais adequado, exige-se um olho bem experiente. É quando as gemas dos ramos que serão podados se mostrarem inchadas ou quando através do corte da ponta do ramo a videira começa a “chorar”. Usa-se como prática, podar as videiras durante a fase da lua minguante de agosto, porque neste período a seiva da planta se concentra nas raízes, não ocorrendo o perigo de a planta “chorar” demais, enfraquecendo-se.

    Quem não fizer a poda de inverno se arrisca a ver brotarem todas as gemas da planta, formando um número excessivo de ramos que vão carregar até três cachos, como resultado teremos ramos e frutos de mau aspecto. A poda de inverno disciplina o  crescimento, criando um equilíbrio na planta, com produção de qualidade.

    A poda de inverno pode ser curta, longa ou mista. A poda curta é indicada para as variedades Niágara (de mesa) é uma poda que preserva apenas uma ou duas gemas, cada ramo brotado da gema produzirá de um a três cachos. A poda longa é praticada nas culturas de uva Itália e Rubi. Ela preserva um ramo mais longo com um limite de doze gemas conforme o vigor da planta, faz-se isso porque a Itália só produz cachos a partir da terceira gema. A poda mista mantém alguns ramos curtos e outros longos. Pode ser utilizada com sucesso em todas as variedades de mesa. O critério da poda é do produtor que irá estabelecer quais os ramos que devem permanecer curtos ou longos para uma produção equilibrada.

    Em qualquer caso deve-se pincelar as gemas um ou dois dias após a poda com calciocianamida ou cianamida nitrogenada para estimular uma brotação mais uniforme das gemas.

    A poda verde inclui todas as operações realizadas durante o período vegetativo da videira, desde a brotação até a colheita, para que a planta produza melhor. Na desbrota deixe apenas dois brotos onde houver aglomerados deles, também se elimina os brotos do tronco da videira até a altura do arame da espaldeira.

    Após, eliminar os ramos que nascem nas axilas das folhas conhecidos por ramos netos. Devemos cortar a extremidade dos ramos herbáceos do ano, que devem ficar, no máximo, com seis folhas após o último cacho, isso favorecerá e estimulará o desenvolvimento dos frutos. Os cachos não podem ficar encobertos por folhas que impeçam a passagem do ar e da luz ou que dificultem a nossa visão sobre o cacho. Finalmente promova o desbaste, quando as bagas estiverem ainda pequenas eliminando os grãos que se apresentem defeituosos permitindo cachos de muito mais qualidade.

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    Quando o verão esta acabando e o outono chega é á hora de podar as árvores, mas é preciso saber a melhor maneira de fazer isso para não causar danos á saúde da planta. É muito importante que sejam procurados os órgãos responsáveis pelo plantio de árvores em vias públicas. É através destes órgãos que as pessoas podem procurar informações sobre o melhor tipo de árvore ou flor a ser plantada em cada terreno ou região para que seu desenvolvimento seja saudável. As plantas também são selecionadas conforme seu habitat natural e o clima a que melhor se adaptam. Cada região requer um tipo de planta que possa crescer e se desenvolver de maneira saudável. Quando uma arvore está muito grande precisa ser podada e é aconselhável que essa poda seja feita por um técnico conhecedor do assunto.

    Tipos de poda
    Existem vários tipos de poda de árvores, que vai do mais simples ao mais radical e esse tipo de poda vai depender do tipo de planta também. Quando uma árvore é plantada é necessário fazer um planejamento para que isso seja feito no local adequado ao seu crescimento, senão ela pode trazer sérios problemas ao meio ambiente. As árvores podem ser podadas de várias maneiras, como por exemplo, tirando só as pontinhas dos galhos para que se desenvolva mais cheias, tirando alguns galhos abrindo mais espaço entre os que ficam para proporcionar mais entrada de sol, ou fazer uma poda radical para evitar que os galhos cresçam demasiadamente e levem a árvore ao tombamento podendo causar sérios danos não só ao meio ambiente, mas as pessoas.

    Árvores frutíferas
    As árvores frutíferas não devem ser podadas, pois dependendo da poda elas podem não produzir mais frutos, existem algumas espécies que podem ser podadas levemente, como a macieira, pois a poda auxilia no desenvolvimento do fruto para que cresça com mais força e fique maior e mais saboroso. Muitas espécies de árvores dão frutos, mas cada uma em sua região, pois algumas não gostam de frio e outras não se adaptam ao calor e a seca. Quando uma árvore frutífera for podada de maneira incorreta ela para de produzir frutos, dependendo do caso pode acontecer dela custar á voltar a dar frutos ou nunca mais produzir. Cuidar de uma árvore requer paciência e sabedoria.

    Procurar pessoas responsáveis
    Quando a poda é feita pela pessoa certa que entenda do assunto ela é garantia de um bom trabalho e de que a árvore vai permanecer mais saudável e o seu tempo de vida vai ser muito maior. Podar árvores é ciência, é como um médico que cuida de seus pacientes com carinho e dedicação, afinal a natureza agradece e retribui o carinho e dedicação com que ela é cuidada.

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    roseira arbusto

    A melhor época para se podar roseiras é no frio, é hora de arrumar o jardim, podar as roseiras e deixá-lo descansar enquanto a Primavera não chega. No Inverno, a maioria das pessoas fica um pouquinho mais preguiçosa, com as plantas funciona da mesma forma.

    Tanto nós quanto elas, precisamos de um tempo para resguardo. Esse período de dormência tem sua função. Na época de temperaturas mais baixas, elas se preservam para que, na estação seguinte, possam florescer em abundância. Além disso, é um descanso merecido pelo trabalho árduo das estações anteriores, especialmente a Primavera e Verão.

    Por isso, poucas espécies estarão floridas exceto as típicas de clima mais frio como o amor-perfeito (viola tricolor), azaléias (rhododendron simsii) e, em especial as rosas (rosa x grandiflora), que estão na época ideal para receberem as chamadas podas de Inverno. Na verdade você pode fazer o “corte” já a partir de meados de Junho começo de Julho. Em regiões muito frias como o sul do Brasil e Campos do Jordão, em SP, é ideal podar após 15 de Agosto.

    A rosa é uma planta que suporta bem baixas temperaturas e só vai sofrer prejuizos se for exposta a temperaturas inferiores à -2ºc. Além de reduzir o tamanho para que a planta poupe esforços, as podas irão servir como limpeza e manutenção da roseira. O principal é que haverá um forte estímulo para a floração, já que no Brasil não há um Inverno tão rigoroso. Por isso aproveite esse período em que a roseira está “descansando” para prepará-la e receber a Primavera em grande estilo.

    Faça a poda anual na lua minguante, pois a seiva bruta da planta não sobe ao caule, dessa forma, não há perda de nutrientes.

    Para podar e efetuar todo trabalho em sua roseira com segurança, você vai precisar de alicate, serrote pequeno, gancho, regador, humus de minhoca, farinha de ossos, fertilizante NPK 10-10-10 e um par de luvas para se proteger dos espinhos. Primeiro com o alicate, corte os galhos menores rentes à gema principal. Os galhos mais velhos, como são mais grossos, devem ser cortados com o serrotinho. Essa é a parte de limpeza da planta. Aproveite para retirar todos os galhos com folhas secas.

    Procure cortar os ramos na diagonal, isso evita que a água da chuva fique acumulada na região cortada e assim apodreça a ponteira. Feito isso, o próximo passo é a poda drástica propriamente dita. Dos galhos que foram cortados, conte três gemas (são pequenos olhos dispostos no caule da planta, de onde nascem os novos brotos).

    Corte 1 cm acima da terceira gema. Nos locais que não foram cortados, conte cinco gemas e corte de 1 a 1,5cm acima. Repita o procedimento até que fique um pequenino arbusto com 50 ou 60 cm de altura. Esse corte serve para deixar os galhos na mesma altura. Depois do corte o alimento, a planta precisa de nutrientes para darem aquele “empurrãozinho” que irá proporcionar o correto crescimento.

    Para começar, tire a cobertura morta que por ventura já exista, para que a roseira receba tudo novo. Na sequência, espalhe humus de minhoca ou composto orgânico sobre a terra. Utilize entre 10 e 15 kg do material para cada metro quadrado e complete com o NPK 10-10-10 com 50g por metro quadrado. Depois incorpore tudo no solo com o gancho, lembrando que não é preciso escarrifar muito fundo, cerca de 5 a 10cm já são suficientes e vão evitar que o adubo entre em contato direto com as raízes e queime a planta. Despeje a grama seca, em uma camada de 3 a 5cm de espessura. Com o tempo, irá se compactar e diminuirá a altura. Por fim regue a roseira, essa primeira rega após a poda deve ser abundante para que ela absorva bem o que recebeu.

    Nos 30 dias seguintes, intercale a rega, dia sim dia não, a não ser que chova. Em 50 dias, a roseira já terá se desenvolvido e estará pronta para uma nova florada. Para completar o sucesso da “empreitada”, a roseira deve estar em local ventilado, com solo bem arejado e mais seco.

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    Se sua espécie for uma trepadeira, o procedimento da poda é o mesmo. A única diferença é que terá de cortar a ponta do galho, em cerca de 50cm, para interromper o crescimento dos brotos nas pontas e incentivar o surgimento dos brotos laterais, de onde sairão novas flores. Além disso, é preciso arquear o galho no sentido do suporte (pode ser uma treliça, pérgola, muro, parede, quiosque, etc.) para que essa ponta não se desenvolva. A região onde o ramo fica arqueado vai receber mais ação dos hormônios da planta e por isso forçará a florada nas laterais. Após 45 dias, já será possível conferir novas e lindas rosas.

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    Algumas espécies de plantas necessitam uma vez ao ano de poda para rejuvenescer e controlar o seu tamanho. Mas para que isso ocorra é necessário algumas dicas de como podar plantas.

    Algumas pessoas recorrem aos profissionais em jardinagens e paisagismo para executar a tarefa, mas outras pessoas preferem fazê-los sozinhas. Se você se encontra no grupo que prefere fazer o trabalho de manutenção do seu jardim sozinho, algumas dicas importantes devem ser observadas para que o resultado seja satisfatório.

    Primeira dica – A poda
    - Faça a poda com tesouras de poda, cortadores e até em alguns casos, uma serra;
    - Todas as ferramentas devem ser de boa qualidade;
    - As lâminas devem estar bem afiadas, e o cabo resistente;
    - Opte por ferramentas que a lâmina possa ser reafiada;

    Segunda dica – Como controlar a altura
    - A poda da vela, ou de brotos, é especialmente praticada para manter os pinheiros-de-montanha pequenos para o uso próximo da casa, ajuda os pinheiros fracos, ramificados a encher para formar um cone mais sólido e substancial;
    - Poda para renovação de floração de arbustos através da removação de um terço dos troncos uma vez a cada ano, mantêm os arbustos jovens;
    - Os arbustos cobertos de vegetação ou fracos, devem ser cortados pela base, para que ele começe a brotar forte e saudável;
    - A maioria das plantas frutíferas precisam ser podadas, enquanto eles estão adormecidos

    Terceira dica – Período ideal de podas
    - No início da primavera é o ideal para fazer podas, algumas flores serão sacrificadas na primeira floração;
    - Se preferir aguarde até o final da floração para então fazer a poda.

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    hortências macrophylla

    Poda das hortênsias macrophylla
    A hortênsia macrophylla floresce na madeira do ano precedente, será, portanto preciso assegurar-se quando podar a não suprimir os novos rebentos.

    Quando? A poda será mais fácil na retomada da vegetação, quando as primeiras folhas aparecem.

    Limpe a sua hortênsia: Elimine em primeiro lugar as flores murchas do verão passado podando acima do último rebento levado pelo ramo. O que vai evitar suprimir eventuais rebentos florais. Suprima também a madeira morta, estragada ou demasiada fraca, que não vai dar flores.

    Faça entrar a luz: Tire o centro cortando rente ao solo os ramos os mais velhos (os mais espessos), suprimindo os ramos que se cruzam, e aqueles que fazem concorrência.

    Dicas:
    Deixe as flores murchas até à poda no início do próximo ano, isso permitirá a proteção dos talos contra as doenças e o frio. Pode cada ano as suas hortênsias adultas de maneira a que sua vegetação seja renovada regularmente. Terá assim magníficas hortênsias bem compactas e floridas durante muitos anos.

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    Poda das hortênsias paniculata e arborescens
    As hortênsias paniculata e arborescens florescem na madeira do ano, será portanto preciso assegurar-se a estimular a produção de nova madeira.

    Quando? A poda pode fazer-se a partir do fim do verão, quando as flores estão todas murchas. Nas regiões com invernos rigorosos, é preferível esperar a retomada da vegetação.

    Limpe a sua hortênsia: Elimine as flores murchas, e suprime a madeira morta, estragada ou demasiada fraca.

    Faça entrar a luz: Pode podar os rebentos do ano muito severamente a alguns olhos ou rebentos dos talos principais. Vamos evitar no entanto de podar a velha madeira de mais de dois anos porque não vai fazer novos rebentos. No entanto, liberte se necessário o coração da sua hortênsia para lhe trazer mais luz.

    Algumas dicas: Uma hortênsia podada de maneira muito curto cada ano terá um porte compacto com uma forte densidade de flores, se quiser um porte com mais arbustos, suprime só as flores marchas.

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    Poda da Hortência petiolaris
    Esta hortênsia trepadora tem um crescimento bastante lento os primeiros anos, basta só suprimir as flores murchas e a madeira morta ou estragada.

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    Este arbusto que floresce de Julho a Agosto é formado em tufo com silvados em 2 anos ou num talo de 3 a 4 anos. Segundo a sua forma pode atingir uma altura de 3 a 8 m.

    Poda de formação
    O primeiro ano após a plantação pode cada ramo para obter uma ramificação. O segundo ano faça a mesma poda, suprimindo se for necessário os ramos demasiado fracos e a madeira morta.

    Poda de manutenção
    Os anos seguintes na Primavera pode curto os ramos do ano precedente pode uma dezena de centímetros da sua base. Areje o centro podando os ramos demasiado fracos que impedem a luz de penetrar no arbusto.

    Poda de formação
    Após a plantação, no primeiro ano, ajude com um pau o ramo o mais central verticalmente e suprime os outros (ou pode os que são demasiados curtos). Durante a vegetação reduza de 10 cm a poda dos ramos laterais. Estes ramos ajudam o tronco a formar-se mas uma vez que o talo será bastante forte vamos suprimí-los.

    Poda de manutenção
    Os anos seguintes na Primavera pode curto os ramos do ano precedente, pode uns 10 cm da sua base. Areje o centro podando os ramos demasiado fracos que impedem a luz de penetrar no arbusto.

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    Podar a raiz é intervenção corriqueira na arte bonsai. Nenhuma planta pode ficar em um recipiente indefinidamente sem algum tipo de trabalho de raiz.

    Porque podar as raízes?
    As plantas estão constantemente em busca de água e material rico em nutrientes para suas raízes crescerem. No chão isso não é problema, as raízes podem viajar muitos metros do caule em busca de água e nutrientes, já em um recipiente a situação é totalmente diferente, as raízes tendem a “colonizar” uma área ou recipiente, ou seja, eles saturam o recipiente de raízes.

    Em alguns casos, elas chegam a empurrar a planta para cima da borda do vaso, pelo grande volume de novas raízes. Quando isso acontece, é considerada o limite da raiz.

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    Ao cuidar de um jardim uma técnica de grande importância para manter as plantas saudáveis e com a aparência desejada é a poda. Isso se dá pelo fato que a maioria das plantas crescem de forma desregrada, o que gera algumas das situações a seguir:
    * Alguma ramificação muito grande suga boa parte dos nutrientes da planta, que fica enfraquecida.
    * Galhos com folhas que não tomam sol ficam ressecados e amarelados, se a planta cresce de forma a ocultar os galhos internos ou da base, esses se tornam feios. Em caso de cercas vivas elas ficam com a base “pelada”.
    * A planta se torna muito grande para o ambiente onde está sendo cultivada.
    * A planta não tem como se desfazer de um galho doente, que pode vir a contaminar os outros. Também galhos secos e mortos ficam pendurados atrapalhando a planta caso não são removidos por alguém.

    Com o intuito de evitar esses problemas, desde a Grécia antiga o ser humano vem estudando a melhor forma de podar as plantas, as melhores épocas e quais plantas necessitam de mais poda.

    Todo esse estudo levou as podas a serem divididas em categorias com técnicas diferentes estudadas para cada tipo de planta, eis os tipos de podas mais comuns:
    * Podas de Formação: Toda poda com o intuito de modelar a forma da árvore, geralmente é dividido em várias subcategorias dependendo da cultura, como poda de levantamento, poda de rebaixamento, poda lateral, poda de equilíbrio, etc. Consiste na remoção de bulbos de locais onde não se queira que nasçam ramificações ou a corta de galhos desproporcionais.

    * Podas de Floração ou Frutificação: Algumas plantas criadas com o objetivo de produzir frutos ou flores necessitam de um tipo de poda específica para otimizar sua produtividade, fazendo com que a árvore gaste menos tempo na “entre safra” e menos energia produzindo galhos inúteis comercialmente ou esteticamente. Além de melhorar a quantidade de flores e frutos uma poda adequada melhora também a sua qualidade.

    * Podas de Renovação: Podem ser subdivididas em podas de limpeza, rejuvenescimento, contra pragas, etc. É o conjunto de podas com o objetivo de remover galhos ruins ou doentes, dando uma aparência mais jovem a planta e evitando que doenças se espalhem.

    * Podas de Raízes: É algo incomum em geral, aplicado apenas em casos onde as raízes estão se tornando um problema (quebrando calçada ou algo assim) ou quando se pretende manter a planta propositalmente sem nutrientes, como no caso da criação de bonsais.

    Observa-se que algumas espécies não toleram as podas e outras apenas as toleram na época apropriada, por isso é importante conhecer as características particulares de cada planta e trabalhar com elas no momento correto.

    Em geral as plantas devem ser podadas em sua época de menor metabolismo, que geralmente ocorre no inverno, após a planta ter parado de dar flores ou frutos, isso pois durante as épocas que a planta está florescendo ela gasta uma grande quantidade de energia com as flores e não queremos drenar essa energia para a cicatrização da poda. Também, por via de regra, só deve-se fazer podas de formação ou de raízes em plantas sadias para que tenham forças para se cicatrizarem ou corremos o risco de matá-la.

    Outro ponto importante de se observar antes de começar uma poda é a qualidade dos instrumentos. Uma poda realizada com tesouras/serras/decotadeiras com corte ruim, além de mais difícil de ser realizada, deixa as feridas da árvore amaçadas ou então muito irregulares, dificultando assim o processo de cicatrização, que gastará mais energia e provavelmente resultará em alguma cicatriz.

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