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Posts para categoria ‘Podas’

poda

Poda
Uma prática que deve ser evitada é a poda frequente das árvores. Elas só necessitam de poda em três situações:
*Quando a muda é jovem, a fim de direcionar seu crescimento, denominada “poda de formação”;
*Quando apresenta ramos secos ou doentes (com fungos e plantas parasitas, por exemplo), chamada “poda de limpeza”;
*Quando coloca a segurança de pessoas ou imóveis em risco, a fim de se prevenir acidentes, que é a “poda de segurança”.
Mas, atenção: Não se esqueçam de que qualquer tipo de poda deve ser autorizada pela Prefeitura!

O munícipe não pode efetuar poda sem autorização, sob as penas da lei. Somente estão autorizados a efetuar podas em árvores urbanas:
* Prefeitura: podas de formação, limpeza e segurança, com reposição;
* Corpo de bombeiros: poda de segurança, em situação de emergência;
* Concessionária de energia elétrica: poda de segurança, a fim de desobstruir os fios da rede elétrica.

Corte
Assim como para a poda, o corte de árvores não é autorizado ao munícipio, que, ao constatar árvores com problemas, deve procurar a Prefeitura. A autorização para corte será possível apenas se:
* Apresentar risco iminente de queda;
* Seu estado fitossanitário estiver muito comprometido;
* Representar dano ao patrimônio público ou privado ou obstáculo ao acesso de veículos;
* Tiver comportamento de espécie invasora;
* Para a realização de obras.

Como manter suas árvores saudáveis.
Para garantir a sobrevivência e o bom desenvolvimento de sua árvore e também para evitar queda de galhos ou da própria árvore, uma série de cuidados devem ser tomados, tais como:
* Irrigação freqüente e abundante da muda (no mínimo em dias alternados) e, quando estiver crescida, na época seca;
* Condução da muda, para que cresça com bom direcionamento e não dobre ou caia. Pode-se conduzir a muda por meio de estacas de madeira ou outro material e realizando-se podas de formação, quando necessário;
* Adubação: pode ser feita com adubo químico, que se encontra à venda em diferentes proporções dos três principais elementos (N-P-K), ou com adubo orgânico, como húmus de minhoca ou esterco curtido. A adubação anual é desejável, pelo menos na fase de crescimento da árvore.
* Cuidados fitossanitários: eliminação de pragas (geralmente insetos), parasitas (como erva-de-passarinho) ou doenças (geralmente fungos) por meio de substâncias apropriadas, adquiridas em lojas especializadas;
* Ampliação do canteiro: é necessário caso se verifique que a árvore está prestes a ser “estrangulada” pela calçada ao redor.

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hortênsia

As hortênsias são plantas muito comuns em jardins e sacadas, já que suas flores são grandes e vistosas, e podem ser de diferentes cores de uma ampla faixa cromática. É muito fácil plantar hortênsia em casa, os cuidados que esta planta requer também não são exagerados. Ainda assim, deveremos realizar ao menos uma poda durante o ano para que a planta cresça forte e saudável.

Uma das principais coisas que devemos levar em conta é quando fazer a poda de hortênsias, já que em muitas ocasiões são cometidos erros graves quanto à época correta para o fazer. A poda de uma hortênsia deverá ser feita no final do verão, e não no inverno ou primavera como muitas vezes se faz equivocadamente.

A hortênsia é uma planta que precisa de grande quantidade de água, por isso é fundamental podar aqueles ramos que já não florescem e também as flores, da época anterior para que os nutrientes se repartam melhor nas partes fortes e vitais da planta.

Também deveremos retirar parte dos brotos (2 ou 3 em cada 5 brotes), aqueles ramos novos que só têm um broto no final, por isso só produzirão uma flor. Caso contrário, estes absorverão a energia da planta e as flores não crescerão vigorosamente.

Será importante esvaziar o centro da planta, onde costuma acumular a madeira velha, evitando que os ramos se entrecruzem. Desta forma, os novos ramos poderão crescer melhor e as flores serão bem maiores e bonitas.

Cabe destacar que os ramos doentes ou torcidos poderão ser cortados em qualquer momento do ano.

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podas

Trabalhar com as plantas é realmente enriquecedor e relaxante. Dentro de casa ou num jardim, é muito bom vê-las crescendo, respondendo aos estímulos, se multiplicando. As plantas dão leveza e charme ao ambiente, além de trazer vida e múltiplas cores.

Cuidar das plantas é extremamente importante. São elas que nos dão de comer de forma natural e saudável e são elas também que nos ajudam a respirar melhor. Assim, não apenas pela estética, mas principalmente pela nossa saúde, precisamos cuidar muito bem das plantas.

E, para cuidar delas de forma correta, é preciso seguir algumas regras básicas que, se você não tem experiência, com a prática vão sendo incorporadas com o tempo. Aqui o assunto é poda de árvore. Esse procedimento, como todos os outros no que se refere às plantas, necessita de alguns conhecimentos e cuidados especiais. Fique de olho nas dicas e aprenda a podar uma árvore frutífera.

* Antes de começar a trabalhar com plantas, é preciso conhecer bem as suas especificidades, como a poda, que é uma parte importante na sua formação. A poda de uma árvore possui quatro objetivos básicos:
- Dar à árvore uma forma adequada ao meio urbano durante o seu desenvolvimento – a chamada poda de formação.
- Eliminar ramos mortos, danificados ou com pragas – é conhecida como poda de limpeza.
- Remover partes da árvore que ofereçam riscos à segurança das pessoas – chamada de poda de emergência.
- Remover partes da árvore que podem causar danos sérios às edificações ou aos equipamentos urbanos – conhecida como poda de adequação.

* A poda de formação substitui os mecanismos naturais que impedem o crescimento da árvore pelas laterais, além disso tem o objetivo de conferir a ela ereção e à copa a altura suficientemente adequada para que o passeio público não seja atrapalhado.

* A poda de limpeza evita que a queda de ramos mortos possa prejudicar as pessoas que transitam pela rua onde está a árvore, além disso impede o uso de agrotóxicos no meio urbano e evita que os ramos danificados atrapalhem a evolução saudável das árvores.

* A poda de emergência, apesar de traumática – tanto para a árvore (mutilação) quanto para o espaço urbano (mudança na paisagem), é necessária para garantir a integridade física dos transeuntes.

* A poda de adequação soluciona e ameniza conflitos entre os equipamentos urbanos e a arborização. Quando uma espécie é inadequadamente plantada, surgem esses conflitos. A poda de adequação restaura a harmonia entre as plantas e a rua.

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azaléas

A poda dos arbustos consiste em suprimir certas partes que tem por objectivo de favorecer a sua vegetação e a sua floração.
Embora a poda de formação já é geralmente começada pelo viveirista é bom de continuar durante pelo menos os 2 ou 3 primeiros anos segundo a plantação, em função da espécie, da velocidade de crescimento e da forma procurada.

Poda de formação
O primeiro ano após a plantação, de novembro a março, pode os ramos de cerca da metade para provocar ramificações.

O segundo ano, de fevereiro a março, reequilibre a forma do arbusto se for preciso. Pode os ramos muito vigorosos mais curtos que os mais fracos. Reduza o conjunto da ramada pelo menos de um terço, suprime os galhos demasiados fracos ao pé do arbusto.

O terceiro ano se o arbusto apresentar uma assimetria ou for ainda demasiado fraco renova a operação.

Poda de manutenção
Os anos seguintes, preserva a forma natural do arbusto. Suprime os ramos mortos, elimine de seguida os ramos duplicados (os que se cruzam e encontram-se em concorrência por outros que têm a mesma direção).
Para uma boa floração, os arbustos com flores precisam de uma poda anual, pelo menos para tirar as flores murchas. Se a floração for primaveril espere o fim da floração para podar, senão vai eliminar futuras flores. Se a floração for estival pode no fim do inverno e sempre antes do inicio da vegetação.

Cuidado, porque certos arbustos toleram muito mal a poda. Como por exemplo, a azaléa, a camélia, a laranjeira do México, o ciste, o rododendro.

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A Poda Certa

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A poda das árvores e arbustos serve para podar e também para dar forma. É necessário saber como fazer para deixar sua árvore ainda mais bonita.

A primeira precisa ser feita o ano todo e nada mais é do que retirar folhas secas e pontos que não estão se desenvolvendo. O mesmo vale para as flores: quando elas murcham ou morrem, devem ser imediatamente removidas. Esse procedimento impede que a planta fique fraca. Já a poda de formação e fortificação deve ser feita sempre depois das floradas, de preferência no outono, que é a estação do descanso das plantas. Nessa época, a poda, além de não prejudicar o crescimento, ajuda a desenvolver o tronco principal. Não hesite em cortar os novos brotos.

Um lembrete: ferramentas de jardinagem devem ser usados unicamente no jardim, pois sempre estarão com vestígios de inseticidas. Depois de usá-los, lave-os e guarde tudo em uma caixa separada.

Algumas espécies de plantas necessitam uma vez ao ano de poda para rejuvenescer e controlar o seu tamanho. Mas para que isso ocorra é necessário algumas dicas de como podar plantas.

Algumas pessoas recorrem aos profissionais em jardinagens e paisagismo para executar a tarefa, mas outras pessoas preferem fazê-los sozinhas. Se você se encontra no grupo que prefere fazer o trabalho de manutenção do seu jardim sozinho, algumas dicas importantes devem ser observadas para que o resultado seja satisfatório.

Primeira dica: Como podar as plantas
- Faça a poda com tesouras de poda, cortadores e até em alguns casos, uma serra;
- Todas as ferramentas devem ser de boa qualidade;
- As lâminas devem estar bem afiadas, e o cabo resistente;
- Opte por ferramentas que a lâmina possa ser re-afiada;

Segunda dica: Para controlar a altura:
- A poda da vela, ou de brotos, é especialmente praticada para manter os pinheiros-de-montanha pequenos para o uso próximo da casa, ajuda os pinheiros fracos, ramificados a encher para formar um cone mais sólido e substancial;
- Poda para renovação de floração de arbustos através da remoção de um terço dos troncos uma vez a cada ano, mantêm os arbustos jovens;
- Os arbustos cobertos de vegetação ou fracos, devem ser cortados pela base, para que ele comece a brotar forte e saudável;
- A maioria das plantas frutíferas precisam ser podadas, enquanto eles estão adormecidos

Terceira dica: Período ideal de podas
- No início da primavera é o ideal para fazer podas, algumas flores serão sacrificadas na primeira floração;
- Se preferir aguarde até o final da floração para então fazer a poda.

Dia-de-Chuva

Jaqueira

Há quatro tipos principais de poda: Poda de formação, poda de Limpeza, Poda verde e Poda de frutificação. As três primeiras são indicadas para todas as frutíferas; a poda de Frutificação é indicada para algumas frutíferas, como o pessegueiro, Figueira, Kiwi e Videira.

Material necessário
Em qualquer das podas utiliza-se serrote, tesoura de poda pequena e tesourão para cortar galhos mais grossos, todas as ferramentas devem estar bem afiadas para facilitar o trabalho. Devemos ter cuidado com os galhos podados, estes devem ser retirados para fora do pomar e queimados logo em seguida para evitar o surgimento de doenças ou pragas.

Poda de formação
É chamada de formação porque é feita quando a muda está ganhando corpo, serve para orientar o crescimento da planta e também estaremos desde cedo, fazendo com que os ramos sejam bem distribuídos de forma a garantir que mais tarde a planta receba toda a luz e ventilação de que vai precisar para o seu pleno desenvolvimento.

Quase sempre as mudas compradas nos Viveiros já vêm bem-formadas, com 3 ou 4 ramos saindo de posições diferentes do tronco, constituindo o que é chamado de copa ou copada.

As frutíferas de clima temperado são geralmente podadas nos três primeiros anos e conduzidas para crescer em forma de vaso ou taça. No primeiro inverno de sua vida a árvore se limita aos ramos básicos; do  primeiro para o segundo ano deixa-se brotar apenas mais três ramos novos sempre de posições diferentes e para fora, assim no  segundo ano a árvore apresentará seis ramos; no terceiro ano, deveremos ter doze ramos que serão o darão a forma definitiva da árvore. Deve-se ficar atento para o surgimento de brotos ladrões e do excesso de brotos novos que ocorrem logo após a poda e que devem ser eliminados. Os doze ramos da copa podem ser tutorados para que sejam conduzidos de forma mais aberta, com isso será facilitado os tratos culturais e as futuras colheitas, porque as árvores ficarão mais baixas.

Poda de limpeza
Este tipo de poda serve para todas as frutíferas e deve ser feita durante toda a vida destas. O objetivo é revigorar a árvore antes de cada safra. Recém plantada a árvore devemos eliminar os brotos que surgem logo abaixo da copa e do ponto de enxertia, esses brotos são ladrões e se alimentam da seiva da planta enfraquecendo-a. Quando temos uma planta mais velha, com três, quatro ou mais anos, devemos também eliminar todo e qualquer galho seco, mal-formado ou doente que a planta apresentar. Também no interior da copa  surgem ramos ladrões que crescem verticalmente e devem ser eliminados. Outro problema é com ramos que se aproximam demais do solo sendo uma porta de entrada para pragas e doenças sendo os mesmos erradicados da mesma forma ( o ideal é manter distância de 30-40 cm entre o solo e os ramos da planta).

Poda verde
Deve ser realizada após o terceiro ano de vida, quando a planta está bem viçosa, no auge do crescimento. Se a folhagem for muito densa a ponto de comprometer a ventilação e a penetração de luz na árvore a safra será prejudicada. A poda verde é um raleio de folhas, excesso de ramos e brotações com poucos ou nenhum fruto.

Poda de frutificação
É utilizada somente nas fruteiras de clima temperado, é realizada quando as plantas estão em repouso, serve para eliminar ramos antigos, que deram frutos no ano anterior, permitindo que os ramos novos carreguem a safra com mais força e vigor.

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Algumas plantas que necessitam de podas mais elaboradas para obter boas produções:

pessegueiro

Pessegueiro
Os pessegueiros somente frutificam nos ramos novos, formados na última estação de crescimento ou nas pontas de ramos que já frutificaram. A poda de frutificação fazemos quando a planta está em repouso vegetativo, eliminando os ramos que já produziram, os ramos vegetativos (que não irão produzir) e desbastando o excesso de ramos floríferos. Um sistema que dá bons resultados é o de eliminar, no inverno, os ramos que já produziram e floresceram, podando-os bem rente ao tronco. Esse mesmo sistema se aplica às nectarineiras.

figueira

Figueira
É uma árvore muito sensível a doenças como a ferrugem das folhas e a broca da figueira. Devido a esse fator  aliado ao figo só frutificar em ramos novos, adota-se uma poda drástica depois da colheita de cada safra. De julho a agosto todos os ramos velhos devem ser podados até o tronco. Devemos deixar apenas duas ou no máximo três gemas de onde brotarão os ramos novos.

Fruta-kiwi

Kiwi
O kiwi apresenta uma vegetação muito densa e vigorosa, devendo ser feita no inverno a eliminação dos brotos ladrões e a limitação dos braços frutíferos. Mantenha em cada braço de seis a oito borbulhas. recomenda-se um desbaste no período vegetativo para reduzir um pouco a folhagem. Cuidar para que os ramos não cheguem muito próximos do chão.

uva

Videira
Para as videiras são indispensáveis dois tipos de poda: a poda de inverno e a poda verde. A poda de inverno é feita durante o período vegetativo da videira, para decidir sobre o momento mais adequado, exige-se um olho bem tarimbado. É quando as gemas dos ramos que serão podados se mostrarem inchadas ou quando através do corte da ponta do ramo a videira começa a “chorar”. Usa-se como prática, podar as videiras durante a fase da lua minguante de agosto, porque neste período a seiva da planta se concentra nas raízes, não ocorrendo o perigo de a planta “chorar” demais, enfraquecendo-se.

Quem não fizer a poda de inverno se arrisca a ver brotarem todas as gemas da planta, formando um número excessivo de ramos que vão carregar até três cachos, como resultado teremos ramos e frutos de mau aspecto. A poda de inverno disciplina o  crescimento, criando um equilíbrio na planta, com produção de qualidade.

A poda de inverno pode ser curta, longa ou mista. A poda curta é indicada para as variedades Niágara (de mesa) é uma poda que preserva apenas uma ou duas gemas, cada ramo brotado da gema produzirá de um a três cachos. A poda longa é praticada nas culturas de uva Itália e Rubi. Ela preserva um ramo mais longo com um limite de doze gemas conforme o vigor da planta, faz-se isso porque a Itália só produz cachos a partir da terceira gema. A poda mista mantém alguns ramos curtos e outros longos. Pode ser utilizada com sucesso em todas as variedades de mesa. O critério da poda é do produtor que irá estabelecer quais os ramos que devem permanecer curtos ou longos para uma produção equilibrada.

Em qualquer caso deve-se pincelar as gemas um ou dois dias após a poda com calciocianamida ou cianamida nitrogenada para estimular uma brotação mais uniforme das gemas.

A poda verde inclui todas as operações realizadas durante o período vegetativo da videira, desde a brotação até a colheita, para que a planta produza melhor. Na desbrota deixe apenas dois brotos onde houver aglomerados deles, também elimina-se os brotos do tronco da videira até a altura do arame da espaldeira.

Após, eliminar os ramos que nascem nas axilas das folhas conhecidos por ramos netos. Devemos cortar a extremidade dos ramos herbáceos do ano, que devem ficar, no máximo, com seis folhas após o último cacho, isso favorecerá e estimulará o desenvolvimento dos frutos. Os cachos não podem ficar encobertos por folhas que impeçam a passagem do ar e da luz ou que dificultem a nossa visão sobre o cacho. Finalmente promova o desbaste, quando as bagas estiverem ainda pequenas eliminando os grãos que se apresentem defeituosos permitindo cachos de muito mais qualidade.

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A roseira, para ficar florida, deve ser podada uma única vez ao ano. O certo é fazer a poda durante o Inverno e no fim da lua minguante.

Para fazer a poda, o ideal é usar luvas e uma boa tesoura, com corte firme, que não masque. Se isto ocorrer, a planta pode ficar com lascas e a parte do corte, estragada.

Mesmo que a roseira esteja com flores, não podemos ter pena.
Para estimular a floração, a poda não pode ser feita só no “olhômetro”. Há um lugar certo para cortar. Devemos levar em conta o corte do ano anterior.

Depois da poda, é preciso adubar a terra. Não use nada químico, só orgânico. São três produtos, todos vendidos em casas de jardinagem. Composto orgânico ou humus de minhoca, farinha de ossos e torta de mamona.

Espalhe o composto orgânico. A quantidade recomendada é de 5 a 10 kg para cada metro quadrado. Depois, coloque a farinha de ossos – 200g – e torta de mamona, na mesma quantidade.
É preciso afofar a terra delicadamente, numa profundidade de 5 a 10 centímetros, para que as bactérias que vivem no solo comecem a fazer sua parte. Elas transformam o adubo em nutriente para planta.

Depois, a terra precisa ser protegida com uma cobertura vegetal. Pode-se usar grama verde, cana, bagaço, arroz ou café.
Essa adubação precisa ser repetida mais duas vezes: antes da temporada das chuvas, até 15 de dezembro, e depois deste período, a partir de 15 de março.

Na primeira adubação, a rosa vai precisar de bastante água, apesar dela não gostar muito disso. Nesse período, o ideal é que a rega aconteça duas vezes por semana. Quando surgirem as flores, uma vez por semana é suficiente. Em 60 dias vão surgir os primeiros botões de rosa.

Assim que terminar a primeira floração, é preciso fazer uma poda de limpeza, cortando de duas a três folhas abaixo do botão.
Se isso não for feito, a flor não brotará e o crescimento, irá parar. Uma muda bem formada chega a dar até 200 botões de rosa: na primeira florada 18, na segunda, 40, na terceira, 60, e depois 80 e 160.

No Brasil existem pouquíssimas espécies de rosa nativas porque é uma flor que gosta de países de clima frio e com as estações do ano bem definidas.
Diz a história que elas vieram com os primeiros jesuítas portugueses. Há mais de dois séculos, o homem promove o cruzamento entre as espécies.

Hoje existem cerca de 35 mil tipos de rosa, efeito da mistura de 126 espécies nativas.
A rosa já foi símbolo de poder entre os nobres. Nos palácios e castelos havia sempre um roseiral.

As rosas podem parecer delicadas e trabalhosas, mas nos recompensam dando flores o ano inteiro e nos encantando com sua beleza.

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Geralmente, nos meses mais frios do ano, e quando as roseiras se encontram num estado “dormente”, devem ser podadas de forma a permitir que a planta se desenvolva com a sua força dirigida a um crescimento correto e que a ajude a produzir flores de qualidade.
A maioria das plantas precisam ser podadas, mas no caso das roseiras, a poda torna-se muito importante para o correto desenvolvimento das mesmas. Em termos gerais, a época da poda da roseira será no início da estação de crescimento, a Primavera.
No entanto, e se a sua zona for muito fria e com muito vento, é aconselhável também podar no Outono, para que as roseiras não sofram danos fortes durante o Inverno.

Normalmente a primeira poda deverá ser feita um ano após ter sido plantada – a dita poda de formação, que vai orientar a estrutura da roseira.
Após esta primeira modelagem da planta, deverá ser feita a limpeza anual da roseira onde a poda vai eliminar os ramos danificados, quebrados, ou com pragas que, se deixados permanecer, enfraqueceriam a planta, retirando força aos ramos saudáveis que têm o potencial de dar flores com mais qualidade.

Deve-se no entanto ter atenção à altura em que a poda da roseira é feita. É aconselhável aproveitar a época quando a temperatura estiver bem baixa em torno de no máximo 10ºC, dado o estado de dormência da planta. A fase da Lua deverá ser minguante pois, embora não esteja provado, diz-se que é mais favorável para as plantas fazer a poda nesta fase lunar.

A poda das roseiras vai sempre depender da espécie em questão (será diferente se se tratar de um arbusto ou de uma trepadeira) e terá duas funções: modelar e revitalizar a planta.
Poda Baixa: Faça primeiro uma limpeza da roseira, retirando os ramos secos, fracos e mal formados. De seguida corte todas os ramos, deixando-os a uma altura de 20 a 25 cm (a partir do ponto de enxerto). Corte sempre em diagonal aproximadamente 1cm acima da gema mais próxima. Isto ajudará o brotamento. Ideal para rosas-rasteiras, rosas “Santa Teresinha” ou miniaturas.

Poda Alta: Faça uma limpeza à planta da mesma forma que na poda baixa e corte os ramos a uma altura de 80 cm a 1 m. As hastes mais fortes podem ficar um pouco mais longas, mas procure que a roseira fique a uma altura adequada ao lugar onde está situada. Este tipo de poda é dirigida à roseiras em arbusto e trepadeiras, embora não precise de ser tão drástico no último caso.

Poda Parcial: Faça a mesma limpeza como nos casos anteriores e em seguida pode as hastes para um terço do seu comprimento total. Esta poda é mais adequada a roseiras silvestres e trepadeiras cujas hastes alcancem 3 metros de comprimento ou mais. É muito importante que deixe as hastes presas ao tutor de modo a que haja um brotamento das gemas.
É sempre importante fertilizar uma planta depois da poda, para permitir que se alimente de forma a alcançar o seu potencial nas condições em que se encontra.

Corte Correto
Deve podar as hastes sempre na diagonal e a poucos milímetros da gema mais próxima. Nas imagens poderá ver o corte correto (e os incorretos), que deve ser aplicado para permitir que a planta cresça com mais força, que no fundo é a função da poda.

Nota: Se quiser que a roseira dê frutos (algumas roseiras premeiam o seu jardim com frutos de várias cores) atrase a poda de Outono. A poda correta varia de espécie para espécie, tendo sido aqui dadas as regras gerais. Consulte o local onde comprou a sua roseira para informações mais específicas

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A poda de Arbustos é uma prática muito importante e necessária por motivos estéticos (forma, volume e altura) e pela fitossanidade (melhora o vigor da planta, além de controle de pragas e doenças).
Com a poda garantimos crescimento homogêneo e equilibrado, que regulará a qualidade e quantidade de flores e frutos dos arbustos.

Tipos de poda
* Poda de formação
: tem o objetivo de orientar o desenvolvimento dos ramos primários. Muitos não adotam esta modalidade de poda, deixando a planta crescer livremente por anos. No entanto, se não for feita, dificilmente a conformação poderá ser mudada posteriormente.

* Poda de limpeza:
deve ser feita freqüentemente em todos os arbustos, de menor o maior porte, nas mais diferentes épocas, tendo os seguintes objetivos:
- Eliminar ramos e folhas secas ou com pragas e doenças;
- Retirar ramos ladrões ou que não têm brotos;
- Ramos cruzados, mal situados ou que sobressaiam muito do arbusto por excesso de vigor, prejudicando a forma do arbusto;
- Remoção de flores e frutos passados, pois consomem energia dos arbustos, além de afetarem a estética;
- Correção da assimetria do arbusto, quando a copa está desequilibrada em termos de volume. Nas azaléias, alguns ramos se sobressaem depois do florescimento, devendo-se então rebaixá-los antes do inverno;
- Em arbustos com folhas variegadas (por exemplo, evônimo e hibisco variegado), surgem alguns brotos com folhas completamente verdes, que devem ser eliminados;
- Arbustos muito densos podem ter algumas partes prejudicadas por falta de luz e acabam envelhecendo antes do tempo.

* Poda de renovação:
recomendada para recuperação de arbustos com folhas e ramos muito velhos ou com seu interior sem folhas, muito altos e delgados. A renovação com podas drásticas para que rebrotem com força e se regenerem é recomendável para espécies com capacidade de rebrote mais rápido. No caso de coníferas (cipreste, tuias, etc.) é muito problemática porque rebrotam lentamente. Algumas espécies, como a tumbérgia arbustiva, têm boa recuperação à poda drástica.

* Topiaria:
tipo de poda artística que consiste em dar formas geométricas (bolas, cones, cubos, cilindros, etc.) ou de fantasia (animais, pessoas, etc.). Deve ser feita com mais freqüência na definição da forma, para que o arbusto emita muitos brotos e fique bem compacto. Posteriormente, as podas são menos freqüentes, só para manter a forma.

Época de poda
Em espécies floríferas, a poda deve ser feita imediatamente após a floração. Não podar camélia, por exemplo, quando estiver com botões.
Obs.: Para cortes maiores de 5 cm, é interessante aplicar uma pasta selante à base de cobre, nas regiões de corte. Isto evita a entrada de patógenos e acelera a cicatrização.

Adubação:
O fornecimento de nutrientes pode ser via orgânica ou química. Uma aplicação equilibrada de NPK serve para a maioria dos casos. Recomendam-se duas aplicações ao ano (30 a 40 Gr/arbusto), sendo a primeira aplicação no inicio da primavera e outra no fim do verão.

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