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Posts para categoria ‘Plantas rasteiras’

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A trapoeraba é planta herbácea florífera originária da América Central, América do Norte e América do Sul, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. Pertence `família Commelinaceae.

A planta apresenta folhas lanceoladas ou lineares, verdes, macias e de margens arroxeadas, onduladas e com cílios brancos. As hastes são eretas a ascendentes, com cerca de 40 cm de altura e facilmente enraizam quando os nós tocam o solo.

Commelina

As flores são axilares e apresentam duas pétalas azuis, grandes e vistosas e uma terceira pequena, branca e discreta. A floração ocorre na primavera e no verão.

É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras também. Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica, mantido úmido.

Por ter grande capacidade de adaptação e multiplicação, por estaquia e por sementes, a trapoeraba pode se tornar uma planta invasiva.

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Plectranthus verticillatus

As espécies da Plectranthus são nativas da África e da Austrália. Elas são chamadas de hera sueca porque foi na Suécia que foram inicialmente cultivadas como planta de interior. No entanto é uma planta encantadora e muito popular.

A maioria delas caracteriza-se pelos caules mole, rastejadores, de crescimento muito rápido. Possui folhas arredondadas, levemente carnudas e bordas onduladas. São fáceis de cultivar, mesmo na água, e ficam especialmente bonitas em vasos suspensos.

Plectranthus coleoides marginatus

Apresentam até 1 m de comprimento com folhinhas de 3 cm de diâmetro. Quando plantada em vaso a Plectranthus coleoides marginatus chega a 30 cm de altura, ela tem folhas cobertas de penugem com bordas creme.

Plectranthus oertendahlii

A Plectranthus oertendahlii possui folhas de cor verde bronzeado, marcadas por veios quase prateados. Os pecíolos e a pagina inferior das folhas maduras são purpúreos.

Plectranthus oertendahlii variegatus

A Plectranthus oertendahlii variegatus é uma variedade que cujas folhas são verde escuras com grandes manchas brancas.

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A Plectranthus purpuratus apresenta folhas cobertas por uma penugem aveludada e com a pagina inferior púrpura.

Sua ramagem é densa e prostrada. As inflorescências terminais reúnem flores brancas e pequenas de pouca importância ornamental.

De acordo com as suas características são indicadas para vasos e jardineiras, como planta pendente além de servir também como forração, sempre à meia-sombra.

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As ervas-sueca, são plantas rústicas, ficam bem sob luz do sol indireta ou filtrada por cortinas. Devem ser cultivadas em terra de jardim misturada à terra vegetal e um pouco de areia.

Requer regas regulares e tolera o frio do inverno. Mantenha o solo ligeiramente úmido o tempo todo.

Fertilize a cada 2 meses, com um adubo comum para plantas domesticas, diluindo apenas a metade da dose mínima indicada na embalagem.

Para que cresça viçosa, corte alguns caules em qualquer época. Sua multiplicação pode ser feita por divisão da ramagem enraizada.

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Dorotheanthus bellidiformis

O Dorotheanthus bellidiformis, também conhecido no Brasil como ficóide ou tapete-mágico, é uma planta florífera da família Aizoaceae nativa da Península do Cabo na África do Sul.

É uma espécie anual com hábito rasteiro, atingindo apenas 20 cm de altura, e com folhas suculentas, que armazenam água para períodos de seca. São muito cultivadas pelas suas flores extremamente coloridas, com cores iridescentes e aparência de margarida.

As flores aparecem em grande quantidade entre os meses da primavera e verão, e por ser anual a planta acaba morrendo no inverno. Produzem muitas sementes durante o período e é bem comum que surjam novas plantas ao redor das plantas adultas.

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Diz-se que essas folhas são comestíveis e podem substituir o espinafre em receitas. Floresce na primavera e verão, despontando numerosas inflorescências, solitárias, do tipo capítulo, semelhantes à margaridas. Elas se fecham sob condições adversas, como chuvas, à noite e em dias nublados, abrindo apenas sob o sol.

As cores vivas e brilhantes, em degradeé da borda para o centro das inflorescências, dá um efeito verdadeiramente luminoso.  Os frutos que se formam em seguida apresentam cinco válvulas, que se abrem liberando as sementes assim que amadurecem e secam.

Há muitas variedades de ficóide, com flores de cores diversas, como amarelo, vermelho, roxo, rosa, branco, etc, mas é mais fácil encontrá-la em misturas de híbridos coloridos.

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Uma plantinha que se encaixa em qualquer espaço, muito versátil e fácil de cultivar. Ideal para compor longos maciços de flores, ou como forração mesmo, sob o sol.

Encaixa-se perfeitamente em vãos de escada, de muros ou em jardins pedregosos, crescendo entre as fendas. Em vasos e jardineiras, podemos criar lindos efeitos de cascata, com flores se derramando além da borda.

Para um efeito ainda mais especial podemos misturar as sementes de ficóide com as de onze-horas, na formação de maciços e forrações. O efeito resultante é simplesmente estonteante. Também é bastante atrativa para borboletas.

Dorotheanthus_bellidiformis

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo drenável, fértil e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente. É tolerante à solos pobres, arenosos e pedregosos, além de curtos períodos de estiagem, mas não resiste ao encharcamento. Adapta-se ao solo salino de regiões litorâneas.

Sua multiplicação é feita por sementes, postas a germinar em solo mantido úmido, coberto com uma fina camada de composto.

Dorotheanthus-bellidiformis

Germina em uma a duas semanas. Transplante as mudas quando elas tiverem cerca de 10 cm de altura ou cerca de cinco semanas após a germinação. Não demore a transplantar, pois essa espécie se ressente bastante quando suas raízes são perturbadas.

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Viola tricolor, popularmente conhecida como amor-perfeito e erva-trindade, é uma flor bienal selvagem eurasiática. É uma pequena planta rasteira que atinge no máximo 15 cm de altura, com flores de cerca de 1,5 cm de diâmetro.

Cresce nos prados e nas fazendas abandonadas, principalmente em solos ácidos ou neutros. É geralmente encontrada onde há sombra parcial.

Floresce de abril a setembro. As flores da viola tricolor ou amores perfeitos podem ser roxas, azuis, amarelas ou brancas. É hermafrodita e autofértil, polinizada pelas abelhas.

O amor-perfeito é uma planta que dura dois anos no canteiro ou vaso. Rasteira, de 15 cm de altura, é ideal para jardineiras e vasos rasos.

É uma flor fácil de se manter e que dará uma vivacidade toda especial à sua varanda e jardim. Esta é uma planta perene, quando no seu habitat natural porém, no nosso país, após o ciclo de germinação, crescimento e floração, de um ano, é comum ela ser replantada.

É habitualmente uma planta perfeita para bordaduras de canteiros, em parques urbanos.

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Para plantar amor-perfeito
Você pode comprar a muda já florida e distribuir pelos seus vasos e jardineiras ou, se preferir, comprar as sementes e semear.

1° passo
É necessário um vaso, não muito profundo pois essa planta tem raízes superficiais (20 cm é suficiente). Faça a camada de drenagem inferior do vaso e complete com uma mistura de terra adubada, orgânica, areia média, metade a metade.

2° passo
Semeie as sementes diretamente no vaso, sobre a terra, espalhadas, e cubra com 2 mm de terra solta. Mantenha a terra do vaso umedecida. As sementes deverão brotar no prazo de uns 10 a 15 dias.

3° passo
Se preferir, faça a germinação em uma caixa de germinação, com os quadradinhos separados, e transplante suas mudinhas, para o local definitivo, quando estas alcançarem os 6 cm de altura.

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4º passo
O amor-perfeito gosta de terra fértil, com luz solar abundante, no mínimo por quatro horas ao dia. É planta de clima quente mas, sofre se o frio é mais intenso ou se há geadas.

5° passo
Regar amor-perfeito é obra para sempre que a terra estiver seca. O ideal é manter a terra úmida, sem encharcamento. Regue no início da manhã, ou final da tarde, fora do sol.

Época boa para o amor-perfeito florir
Nas regiões mais frias do Brasil o amor-perfeito vai florir do outono até a primavera e, nas regiões mais quentes e úmidas, somente durante o inverno.

A melhor época para semear é do final do verão ao começo do inverno. As temperaturas acima de 30ºC inibem a germinação das sementes.

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