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Posts para categoria ‘Plantas rasteiras’

Oxalis_versicolor

O trevo-listrado é uma planta bulbosa e florífera, que chama a atenção por suas curiosas listras no verso das flores.

Pertence à família Oxalidaceae e sua origem é da África. É também conhecida popularmente como azedinha-listrada.

Suas folhas são trifoliadas, como nos trevos, porém com folíolos lineares e delicados. As flores são brancas, em forma de funil e com cinco pétalas. Seu aspecto listrado se dá pois apenas um lado de cada pétala é margeado por uma listra vermelha no verso.

No início da manhã é possível observar a beleza da planta em todo o esplendor, pois as flores em botão evidenciam as listras em espiral.

oxalisversicolor

Quando o sol já predomina, as flores abrem-se completamente, de forma que elas aparentam ser apenas brancas. O florescimento ocorre no final do inverno e pode perdurar até o verão.

No jardim o trevo-listrado é ideal para formar pequenos “montinhos” vistosos em jardins rochosos. Também pode ser utilizada como bordadura ou na composição de jardins campestres.

Como suas listras são vistas somente quando as flores ainda estão fechadas, ou quando são vistas por baixo, é interessante plantá-las em jardineiras suspensas ou cestas, de forma que fiquem na altura dos olhos.

Oxalis-versicolor-1

Outro uso interessante é a combinação com outros tipos de trevinhos do gênero Oxalis, formando uma pequena coleção, preferencialmente em vasos rasos, largos e elevados.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia sombra, num solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É uma planta que não tolera encharcamentos, que facilmente provocam o apodrecimento do bulbo.

Não é uma planta resistente ao frio ou geadas fortes, mas rebrota na primavera se o bulbo não for congelado. Sua multiplicação é feita por divisão dos bulbilhos formandos entorno do bulbo principal.

descanso_1

madrepérola

A madrepérola é uma planta suculenta com folhagem compacta e ornamental muito aproveitada na decoração de interiores, como planta envasada. É uma planta fácil de ser propagada, assim, torna-se muito fácil de cultivar. Pertence à família Urticaceae e origina-se das Américas Central e Sul.

A graça desta planta está justamente nas suas folhas, que são opostas, acolchoadas e mais ou menos pilosas, o que lhe confere uma atraente textura. Seu caule é bastante frágil, suculento e também piloso, ele pode ser ereto e até mesmo escandente, de acordo com a cultivar.

As inflorescências não tem importância ornamental e são raras nas plantas cultivadas em interiores, mas em condições adequadas, surgem na primavera, de cor rósea, esverdeada ou creme.

Moon Valley

As cores variam de acordo com a cultivar, e na forma típica apresenta folhas marrons, com listras prateadas ou acobreadas. Uma forma bastante frequente desta espécie é a “Moon Valley”. Nesta planta, as folhas são verdes, muito pilosas, com as áreas próximas às nervuras arroxeadas e margens denteadas, como é possível ver na foto.

As formas compactas da madrepérola podem ser utilizada em maciços ou canteiros sombreados, como sob a copa das árvores, ou ao longo de muretas. É importante, no entanto, resguardá-la de locais de pisoteio, visto que ela se quebra com facilidade.

Já as formas com caules escandentes, com comportamento trepador, são mais frequentes em vasos. Ela é bastante versátil e rústica, com crescimento rápido, tornando-se assim uma alternativa interessante para reduzir o custo de implantação de jardins. O uso da madrepérola não se limita a forração ou como planta de vaso.

Pilea involucrata_PP

A madrepérola também é excelente na composição de jardim vertical, jardim de inverno e até mesmo terrário, desde que lhe seja fornecido ambiente adequado.

Seu cultivo deve ser feito sob meia sombra ou luz filtrada, em substrato rico em matéria orgânica, drenável e irrigado com frequência. Para manter a forma compacta, deve-se podar os ramos muito altos.

Da mesma forma, durante o crescimento das novas plantas, é interessante proceder ao beliscamento, ou seja, remover os brotos terminais para que o adensamento da planta seja estimulado.

piléia involucrata

Aprecia o calor e a umidade tropicais e não tolera encharcamento ou frio intenso. Em regiões de clima temperado, convém trazê-la para estufas ou para o interior, afim de protegê-las do frio.

Plantas antigas tendem a perder as folhas basais, ficando com um aspecto feio. Aproveite este momento para replantar a propagar a espécie. Sua multiplicação é facilmente feita por estacas dos ramos, postos a enraizar em substrato mantido úmido em qualquer época do ano.

raio de sol

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A trapoeraba é planta herbácea florífera originária da América Central, América do Norte e América do Sul, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. Pertence `família Commelinaceae.

A planta apresenta folhas lanceoladas ou lineares, verdes, macias e de margens arroxeadas, onduladas e com cílios brancos. As hastes são eretas a ascendentes, com cerca de 40 cm de altura e facilmente enraizam quando os nós tocam o solo.

Commelina

As flores são axilares e apresentam duas pétalas azuis, grandes e vistosas e uma terceira pequena, branca e discreta. A floração ocorre na primavera e no verão.

É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras também. Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica, mantido úmido.

Por ter grande capacidade de adaptação e multiplicação, por estaquia e por sementes, a trapoeraba pode se tornar uma planta invasiva.

entardecernolago

Plectranthus verticillatus

As espécies da Plectranthus são nativas da África e da Austrália. Elas são chamadas de hera sueca porque foi na Suécia que foram inicialmente cultivadas como planta de interior. No entanto é uma planta encantadora e muito popular.

A maioria delas caracteriza-se pelos caules mole, rastejadores, de crescimento muito rápido. Possui folhas arredondadas, levemente carnudas e bordas onduladas. São fáceis de cultivar, mesmo na água, e ficam especialmente bonitas em vasos suspensos.

Plectranthus coleoides marginatus

Apresentam até 1 m de comprimento com folhinhas de 3 cm de diâmetro. Quando plantada em vaso a Plectranthus coleoides marginatus chega a 30 cm de altura, ela tem folhas cobertas de penugem com bordas creme.

Plectranthus oertendahlii

A Plectranthus oertendahlii possui folhas de cor verde bronzeado, marcadas por veios quase prateados. Os pecíolos e a pagina inferior das folhas maduras são purpúreos.

Plectranthus oertendahlii variegatus

A Plectranthus oertendahlii variegatus é uma variedade que cujas folhas são verde escuras com grandes manchas brancas.

plectranthus_purpuratus

A Plectranthus purpuratus apresenta folhas cobertas por uma penugem aveludada e com a pagina inferior púrpura.

Sua ramagem é densa e prostrada. As inflorescências terminais reúnem flores brancas e pequenas de pouca importância ornamental.

De acordo com as suas características são indicadas para vasos e jardineiras, como planta pendente além de servir também como forração, sempre à meia-sombra.

Plectranthus_fruticans0

As ervas-sueca, são plantas rústicas, ficam bem sob luz do sol indireta ou filtrada por cortinas. Devem ser cultivadas em terra de jardim misturada à terra vegetal e um pouco de areia.

Requer regas regulares e tolera o frio do inverno. Mantenha o solo ligeiramente úmido o tempo todo.

Fertilize a cada 2 meses, com um adubo comum para plantas domesticas, diluindo apenas a metade da dose mínima indicada na embalagem.

Para que cresça viçosa, corte alguns caules em qualquer época. Sua multiplicação pode ser feita por divisão da ramagem enraizada.

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