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Posts para categoria ‘Plantas rasteiras’

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Viola tricolor, popularmente conhecida como amor-perfeito e erva-trindade, é uma flor bienal selvagem eurasiática. É uma pequena planta rasteira que atinge no máximo 15 cm de altura, com flores de cerca de 1,5 cm de diâmetro.

Cresce nos prados e nas fazendas abandonadas, principalmente em solos ácidos ou neutros. É geralmente encontrada onde há sombra parcial.

Floresce de abril a setembro. As flores da viola tricolor ou amores perfeitos podem ser roxas, azuis, amarelas ou brancas. É hermafrodita e autofértil, polinizada pelas abelhas.

O amor-perfeito é uma planta que dura dois anos no canteiro ou vaso. Rasteira, de 15 cm de altura, é ideal para jardineiras e vasos rasos.

É uma flor fácil de se manter e que dará uma vivacidade toda especial à sua varanda e jardim. Esta é uma planta perene, quando no seu habitat natural porém, no nosso país, após o ciclo de germinação, crescimento e floração, de um ano, é comum ela ser replantada.

É habitualmente uma planta perfeita para bordaduras de canteiros, em parques urbanos.

Viola_tricolor amarela

Para plantar amor-perfeito
Você pode comprar a muda já florida e distribuir pelos seus vasos e jardineiras ou, se preferir, comprar as sementes e semear.

1° passo
É necessário um vaso, não muito profundo pois essa planta tem raízes superficiais (20 cm é suficiente). Faça a camada de drenagem inferior do vaso e complete com uma mistura de terra adubada, orgânica, areia média, metade a metade.

2° passo
Semeie as sementes diretamente no vaso, sobre a terra, espalhadas, e cubra com 2 mm de terra solta. Mantenha a terra do vaso umedecida. As sementes deverão brotar no prazo de uns 10 a 15 dias.

3° passo
Se preferir, faça a germinação em uma caixa de germinação, com os quadradinhos separados, e transplante suas mudinhas, para o local definitivo, quando estas alcançarem os 6 cm de altura.

viola odorata laranja_3

4º passo
O amor-perfeito gosta de terra fértil, com luz solar abundante, no mínimo por quatro horas ao dia. É planta de clima quente mas, sofre se o frio é mais intenso ou se há geadas.

5° passo
Regar amor-perfeito é obra para sempre que a terra estiver seca. O ideal é manter a terra úmida, sem encharcamento. Regue no início da manhã, ou final da tarde, fora do sol.

Época boa para o amor-perfeito florir
Nas regiões mais frias do Brasil o amor-perfeito vai florir do outono até a primavera e, nas regiões mais quentes e úmidas, somente durante o inverno.

A melhor época para semear é do final do verão ao começo do inverno. As temperaturas acima de 30ºC inibem a germinação das sementes.

janela azul

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A swainsona formosa ou ervilha-do-deserto é uma planta Australiana do gênero Swainsona, famosa por suas distintas flores vermelho-sangue, cada uma com um centro preto.

É uma das melhores flores silvestres da Austrália. É nativa das áridas regiões do centro e do noroeste daquele país, e se estende por todos os estados do continente australiano, com exceção de Victória.

A ervilha-do-deserto é um membro da família Fabaceae, tem folhas pinadas verdes acinzentadas, as quais estão dispostas em espiral sobre o eixo principal da planta, e em duas fileiras opostas em hastes laterais.

As flores são tão diferentes de seus parentes que ela é quase irreconhecível como um membro da família das ervilhas.

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Elas têm cerca de 9 cm de comprimento e crescem em aglomerados de cerca de uma dúzia em hastes verticais (pedúnculos) que brotam a cada 10-15 cm ao longo das hastes prostatas, o que pode ser de até 2 m de comprimento. São lindas e surpreendentes.

O fruto é uma vagem com cerca de 5 cm de comprimento. A maioria das plantas são de crescimento baixo ou prostrado.

É uma excelente planta para bordaduras em vasos e jardins rochosos. Trata-se de uma planta bastante rara e com um certo grau de dificuldade para o cultivo, mas vale a pena ver o resultado.

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Também conhecida popularmente violeta-vermelha, asa-da-barata e epícia,  a planta-tapete pertence à família Gesneriaceae e origina-se da América do Sul – Brasil, Colômbia e Venezuela.

Trata-se de uma espécie herbácea, rastejante e estolonífera, nativa de florestas tropicais da América do Sul e difundida entre jardineiros e colecionadores de todo o mundo, por seu fácil cultivo, bela folhagem e floração.

Ela pertence à mesma família da violeta-africana. Apresenta ramagem prostrada, formando moitas arredondadas e atinge cerca de 15 cm de altura, embora os ramos possam se estender por 50 cm e subir sobre suportes.

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É uma planta compacta, tendendo a crescer mais em largura do que em altura. E adequada para áreas de sombra com alguma umidade, o que a torna ideal para preencher espaços vazios sob plantas mais altas.

Se dá bem nos climas Tropical, Subtropical. Não tolera geadas. Deverá ser plantada em locais que receba o sol até às 10 horas da manhã.

Cultivada em solo fértil, rico em matéria orgânica, enriquecido com farinha de osso, bem drenável e irrigado periodicamente, mantida úmida mas não encharcada.

Fazer adubações semestrais com NPK 04.14.08 ou aproximado.

A Episcia cupreata deve ser renovada periodicamente pois com a idade as folhas diminuem de qualidade.

As folhas são ovaladas, suculentas, recobertas por uma fina penugem, que lhes confere uma textura interessante. Elas podem ser verde-escuras a acobreadas, com nervuras verde-claras, muitas vezes com um belo reflexo metálico, de acordo com a variedade.

As flores surgem no verão e são tubulares, de cor vermelha vibrante, com o centro amarelo, na espécie típica. Há numerosas cultivares e híbridos produzidos, principalmente com Episcia reptans.

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Elas são encantadoras, com folhagens de cores e padrões diversos, além de flores róseas, brancas, amarelas ou liláses.

No paisagismo, a planta-tapete tem lugar como forração, principalmente em clima tropical e em local semi-sombreado e protegido dos ventos. Apesar do hábito trepador, tende a ser conduzida mais como uma espécie rasteira ou pendente, pelo pequeno porte.

Ela cria um belo tapete de folhagem e textura atrativos, pontuado com suas flores vermelhas. No entanto é mais frequente seu cultivo como planta de interior, em belos vasos de cerâmica, adornando diferentes espaços, desde que seja em local bem iluminado, seja por luz natural ou lâmpadas artificiais.

É excelente também em jardineiras, terrários e cestas suspensas, assim como em jardins verticais semi-sombreados, em varandas, pátios, jardins de inverno e sacadas, protegidos dos ventos.

Multiplica-se por separação da ramagem já enraizada nos nós.

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A lágrimas-de-bebe é uma planta herbácea, ramificada e rasteira, de folhagem ornamental pertencente à família Urticaceae e nativa Mediterrâneo e Itália, mas foi introduzida e cultivada praticamente em todo mundo, perene, suculenta, de crescimento rápido, com altura de até 10 centímetros e muito ornamental.

Cresce de forma horizontal, ao invés de vertical, cobrindo o solo com um denso tapete verde. Suas folhas são minúsculas, abundantes, ovais, verdes brilhantes lustrosas, com 5 mm de diâmetro. Há cultivares da planta com diferentes tons de verde, com destaque para a ‘Variegata’, com folhas variegadas de branco, e a ‘Aurea’, de um tom verde-limão.

As flores brancas e diminutas surgem no verão e início da primavera, com pouca importância ornamental.

É uma planta rastejante, delicada, muito ramificada e compacta, tendendo a crescer mais em largura do que em altura. Sua atração principal são as folhas, quando plantadas em canteiros formam um tapete verde.

Usada como forração em locais sombreados, em torno de tronco de árvores, suaviza as áreas em torno de lagoas, pedras e samambaias; também em vasos e jardineiras como planta pendente.

Aprecia o clima tropical, subtropical, temperado e mediterrâneo. Em regiões mais frias a planta entra em hibernação durante o inverno, mas retorna à medida que a temperatura esquenta.

A lágrimas-de-bebê cresce melhor em ambientes com muita luminosidade, porém, sem luz solar direta, o sol queima suas folhas frágeis.

lágrimas-de-bebê

O uso mais comum da lágrimas-de-bebê é como folhagem, em vasos, adornando interiores, com seu formato arredondado. No paisagismo ela é bastante utilizada como forração, em locais sombreados, onde a grama não se desenvolve pela falta de luz e excesso de umidade.

Procure não utilizá-la em áreas de circulação pois não resiste ao pisoteio. Sua textura é fina e de grande interesse, e muitos dizem que lembra cabelos cacheados, formando um contraste com o gramado ou outras forrações.

É excelente como bordadura ou como pano de fundo para outras espécies, em canteiros, vasos ou jardineiras, com destaque para as cestas pendentes, onde a folhagem da planta pende como uma cascata verde.

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Seu cultivo deve ser sob luz indireta em solo fértil, drenável, rico em matéria orgânica, bem drenado e mantido úmido, mas não encharcado.

No inverno poucas regas e suplementar as regas no verão com pulverizações sobre as folhas. Não tolera incidência direta do sol, principalmente nas horas mais quentes do dia, o que fatalmente queimaria suas delicadas folhas. Em muitos locais é considerada uma erva daninha.

Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem, que já possuem pequenas raízes no caule.

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