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Posts para categoria ‘Plantas e Flores Exóticas’

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A Amorphophallus titanum é uma planta bastante rara e muito conhecida pelas pessoas como flor-cadáver ou jarro-titã. Seu odor forte é comparado ao cheiro de uma carne que esteja no seu processo de putrefação.

Tal flor é considerada como uma das mais raras e “fedidas” de todo mundo e, mesmo assim, atrai uma legião de turistas que querem, a todo custo, registrarem a sua florada, que dura somente três dias.

Começa sua vida como um pequeno tubérculo, então solta uma única coluna afilada que cresce furiosamente, até 16,6 cm por dia.

Quando desabrocha, a inflorescência chega a atingir 3 m de altura e pode pesar até 75 quilogramas. Sua floração exala um forte odor que atrai insetos.

A sua raridade se dá por conta do tempo que a mesma leva para atingir a floração, que leva o tempo de dez anos entre uma floração até a outra.

A sua raridade também se deve ao fato da grande dificuldade em cultivar tal planta, por conta de sua pouca aptidão em locais não adequados. Ou seja, para cultivar a flor artificialmente, as condições são muito peculiares, o que dificulta e muito o cultivo dela em cativeiro, por exemplo.

Amorphophallus titanum

É uma planta tuberosa e com o seu poderoso e nauseante odor, atrai insetos. É comum, ao visitar a planta, perceber vários e vários tipos de inseto ao seu redor. O nome Isso porque a planta é originária de Sumatra, uma pequena ilha localizada na Indonésia, no Oceano Índico.

A planta, que demora muito para florescer, tem uma expectativa de vida considerada alta: pode viver até os 40 anos. No entanto, sua floração ocorre, no máximo, por três vezes.

Apesar das condições bastante inóspitas a qual a flor cadáver floresce, em vários locais do mundo, existem mudas da planta, que, de alguma forma, conseguiram se adaptar ao clima característico das regiões em que se encontram.

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A Ilha de Sumatra
A planta citada anteriormente tem uma localização comum: a ilha de Sumatra, como já é de conhecimento. Ela é considerada a sexta maior ilha de todo o planeta, e também é chamada por “Samatra”. Ela possui 50 milhões de habitantes – quase a população da cidade de São Paulo multiplicada três vezes. Era conhecida, antigamente, por abrigar em seu território grandes jazidas auríferas, que estavam localizadas, principalmente, nas montanhas da ilha.

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A Tacca integrifolia, também conhecida como planta-morcego ou flor morcego branco, é distribuído por todo o sudeste da Ásia, mas pode ser observado em outras partes do mundo onde é popular entre os conservatórios e horticultores amadores. Seus peculiar “bigodes” são realmente bractéolas filiformes, ou pequenas brácteas (folhas modificadas) que surgem na axila mesmo como as flores.

As flores incomuns de Tacca fazer uma pergunta por que tal uma estrutura elaborada floral pode ter evoluído. Muitas vezes, as estimativas podem ser feitas, bem como Darwin previu que a orquídea Angraecum sesquipedale teria um polinizador com uma tromba longa o suficiente para atingir o seu nectário. A posterior descoberta de seu polinizador, em 1903, o falcão traça Xanthopan morgani praedicta, provou Darwin direito.

Quanto Tacca, alguns têm sugerido a “síndrome do engano” como uma razão para a evolução das flores elaboradas. A semelhança de Tacca à matéria orgânica em decomposição é citado como prova de que ele está tentando atrair moscas (sapromyiophily) para facilitar a polinização cruzada. Alguns traços associados sapromyiophily incluem flores escuras e brácteas, apêndices filiformes, os mecanismos de aprisionamento ea ausência de néctar – todos os traços que são possuídos por Tacca espécies (Tacca integrifolia também é relatado para ter um cheiro de mofo). No entanto, um estudo descobriu que as espécies Tacca são principalmente de auto-fertilização e não têm grande necessidade de polinizadores.

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Plantas exóticas são fascinantes e dão requinte para todos os lugares. Elas ficam muito bem em escritórios, salas de reunião, clínicas ou mesmo em apartamentos. Porém nem todas podem ser colocadas em lugares fechados ou mesmo expostas a temperaturas artificiais ocasionadas por ar-condicionado, por exemplo. Veja essas sugestões:

Aralia – essa é uma planta pouco conhecida, mas extremamente bela. Ideal para ficar próxima às janelas. Sua adubação deve ser feita uma vez por mês. Detalhe; gosta de muita água.

Dracena – mais conhecida como Pau d?água, sobrevive em vasos cheios de água. Essa planta depende de adubação intensa e de preferência diluída em água.

Ficus – a variação de tipos e forma é grande. Ela não gosta de muita água e adubação deve ser feita com regularidade, mas não em abundância. Dica, para manter esta planta saudável e bonita limpe suas folhas. O acúmulo de poeira pode prejudicá-la.

Filodendro e Jibóia – indicada para ambientes com pouco espaço, por ser uma trepadeira. Ela se adapta bem em cantos, paredes, armários ou pendurada em qualquer lugar. Adora água, borrife todos os dias, nas folhas e raízes.

Palmeira Ráfia – sua principal característica é a resistência.  Às vezes suas folhas têm a tendência de amarelar, isso mostra que a planta precisa de mais adubo. Nesse caso, retire as folhas doentes e fertilize a ráfia.

Palmeira Areca – pertence ao grupo das plantas que gostam de água e luz. Deixe-as perto da janela e regue sempre que possível.

Yuca ou Iuca – bem adaptável. Vai bem em todos os tipos de locais desde escritórios fechados até espaços abertos. Essa espécie costuma juntar grande quantidade de pó, assim limpe-a constantemente.

Zamioculca – o seu maior atributo é a beleza. Ela não é tão resistente como as anteriores. Sua adubação deve ser feita mensalmente. Cuidado, ela é sensível ao acumulo de água e poeira. Tais fatores podem levá-la a morte.

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Planta exótica é aquela dada como proveniente de fora da flora original local. Ou seja, uma planta exótica, não é autóctone do ambiente nativo. Também diz-se que uma planta exótica é estrangeira, não é indígena.
Em muitos lugares do mundo as plantas exóticas causam desequilíbrios no ecossistema local e são consideradas como espécies invasoras. Em casos extremos, chegam a provocar a extinção de espécies animais e vegetais nativos da região aonde estas prosperam

Muitas plantas exóticas foram introduzidas em novos territórios. Inicialmente como plantas ornamentais, para controle de erosão, alimentação, ou exploração florestal. Se uma exótica se tornará uma espécie nativa é raramente entendido no começo. Assim, muitas plantas ornamentais não nativas são comercializadas durante anos até que repentinamente se naturalizaram e tornam-se espécies invasoras.

Muitas espécies introduzidas requerem contínua intervenção humana para sobreviver no novo ambiente. Outras podem tornar-se selvagens, mas não competir seriamente com as nativas.

Espécies exóticas podem trazer uma forma de extinção de plantas nativas por hibridação e “intogressão”, quer através da introdução intencional por seres humanos ou através da modificação do habitat, quando se colocam em contato com as indígenas, especialmente aquelas antes regionalmente isoladas. Estes fenômenos podem ser particularmente prejudiciais para a espécie rara que contata exóticas mais numerosas, cruza com elas e tem, todo o seu raro genoma, geneticamente inundado na criação de híbridos. Portanto, conduzindo todo o estoque de raça autóctone à completa extinção.
Ainda que algum grau de transmissão genética possa ser um normal, processo evolutivo e construtivo, já a hibridação com ou sem introgressão pode, contudo, ameaçar a existência de uma espécie rara.

Agravando esta questão, está o fato de que a dimensão deste problema nem sempre é evidente a partir de aspectos morfológicos (aparência externa da espécie).

Outro elemento é a pura competição entre espécies. Existem muitos casos graves como o da alga Caulerpa antes mencionado. Ou, por exemplo, algumas espécies de trepadeiras exóticas que simplesmente proliferam em demasia e debilitam a flora nativa crescendo excessivamente, sombreando e/ou estrangulando o seu hospedeiro até a morte.

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