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  • Archive for the ‘Plantas aquáticas’ category

    Salvinia
    Plantas flutuantes
    Podem recobrir toda a superfície da água e necessitam de sol pleno:

    Aguapé e Baronesa (Eichhornia crassipes e Eichhornia azurea)
    Servem tanto para limpeza da água quanto para ornamentação; as flores são em tons lilases ou azuis e lembram as orquídeas, mas não resistem ao corte para colocar em vasos.

    alface-d1água
    Alface-d’água ou Erva-de-Santa-Luzia (Pistia stratiotes)
    Essa espécie surgiu na América tropical e é caracterizada pelas flores pequenas e folhas verde-claras de textura aveludada em forma de roseta; pode ser usada em aquários e alguns peixes a utilizam como alimento.

    Nymphaea-rubra
    Ninféia ou Nenúfar (Nymphaea)
    Corresponde a várias espécies com flores amarelas, purpúreas, azuladas ou brancas, nativas da África, Ásia, Europa e até mesmo do Brasil.

    mururê
    Murerê ou Rainha-dos-lagos (Pontederia rotundifolia)
    Oriunda dos trópicos da América, tem flores pequenas, rosadas a lilases, reunidas em inflorescências alongadas.

    Salvinia
    Salvínia, Marrequinha e Erva-de-sapo (Salvinia spp)
    Plantas de beleza delicada, dotadas de folhas ovais, pequenas e aveludadas; parentes da samambaia, não produzem flores, têm capacidade despoluidora; a espécie Salvinia auriculata é encontrada em grande quantidade no pantanal brasileiro, onde é conhecida como orelha-de-onça.

    Hydrocotyleverticellata
    Hidrocótile  (Hydrocotyle leucocephala)
    Apresenta crescimento rápido e se reproduz por estacas; as flores são brancas e pequenas, pouco vistosas, mas as folhas são arredondadas e flutuantes.

    vitoria_regia
    Vitória-régia (Victoria regia)
    Nativa da Amazônia, essa planta é ornamental, mas ainda não foi “domesticada”; como é sensível ao frio, não é uma boa opção para a região sudeste e sul; as folhas são grandes e as flores perfumadas, variando do brando ao rosa.

    Plantas palustres e Plantas marginais
    Desenvolvem-se em locais encharcados, próximos a lagos e tanques. Vivem em locais rasos, mas com as raízes e parte do caule com folhas submersos, ambiente propício para abrigar rãs, insetos e outros animais aquáticos. Várias espécies palustres são também marginas, como cavalinha, copo-de-leite e filodendro.

    Cavalinha
    Cavalinha (Equisetum giganteum)
    Planta nativa do Brasil que gosta de brejos e locais úmidos e cresce na beira de lagos; as folhas parecem escamas pequenas e não produzem flores, pois são Pteridófitas (samambaias).

    Zantedeschia aethiopica
    Zantedeschia aethiopica

    Erva proveniente de lugares úmidos da África, possui flores pequenas e amarelas envolvidas por uma folha ou creme em forma de cone; ornamentais, são resistentes ao corte para enfeitar vasos.

    philodendron
    Filodendro e Imbé (Philodendron)
    Há diversas espécies nativas do Brasil; as folhas grandes e recortadas são ornamentais, apesar da pouca atratividade das flores que, em geral, têm forma de copo, com cores esverdeadas ou amareladas.

    Plantas Submersas
    Crescem embaixo d’água:

    cabomba_caroliniana
    Cabomba caroliniana
    Nativa do continente americano, é fácil de se multiplicar; é utilizada sobretudo por criadores de peixes, pois o seu volume abriga alevinos, apesar de ser facilmente ameaçada por algas e caramujos; as flores são discretas e as folhas se destacam em aquários.

    Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)

    Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)
    Tem enraizamento no lodo existente no fundo dos lagos com até dois metros de profundidade, ou nas margens, de onde os ramos avançam para a água; crescem bem em aquários; as folhas são delicadas e lineares.

    Microsorum pteropus

    Microsório (Microsorum pteropus)
    Trata-se de um tipo de samambaia, cujas folhas são estreitas e alongadas; crescem dentro da água em tufos sobre troncos e até pedras.

    Utricularia (utriculária)

    Utricularia (utriculária)
    Delicada erva que vive submersa; há diversas espécies cultivadas e algumas são originárias do Brasil; as flores brancas, amarelas purpúreas ou azuladas crescem fora da água e, geralmente, são pequenas, mas numerosas

    flor de lotus

    flor-de-lotusFlor de Lótus
    As flores formadas no verão são vistosas e perfumadas

    Há uma grande diversidade de plantas aquáticas que podem ser manejadas em lagos. Várias delas apresentam benefícios ao meio ambiente. Enquanto algumas são ideais para manter a água limpa, outras, por exemplo, servem para deixar o lago mais bonito. Há ainda espécies que reúnem as duas finalidades.

    Na hora de decidir pelo tipo de planta, a combinação de espécies com funções diferentes é uma boa opção de escolha. Isso porque, se uma delas não se adaptar ou for danificada ou destruída por algum predador, outra continuará viva no lago. Além disso, é bom contar com plantas que desabrocham em épocas distintas. Assim, as chances de manter o local florido a maior parte do ano aumentam bastante.

    As plantas de superfície das espécies Eichhornia (como aguapé ou baronesa), Pistia (alface d’água) e Salvinia (marrequinha) são alternativas para “filtrar a água”, como também as submersas Cabomba caroliniana e Myriophyllum aquaticum. A limpeza da água ocorre a partir do processo natural do desenvolvimento dessas plantas. É que, para crescer, elas necessitam retirar os nutrientes presentes no meio aquático, o que elimina a sujeira do ambiente.

    A espécie Eichhornia, inclusive, pode ser utilizada em áreas que recebem materiais e resíduos jogados pelo esgoto, até mesmo metais pesados. Porém, é importante ressaltar que a planta pode virar uma praga, caso não receba regularmente cuidados necessários. Se a água possuir nutrientes em abundância, a taxa de reprodução será elevada e toda a superfície do lago será tomada pela vegetação.

    Periodicamente faça a manutenção necessária
    -
    Com as próprias mãos, retire o excesso de ramos e as espécies não-desejadas, como plantas invasoras, principalmente gramas;
    - Limpe a margem do lado, retire lixo se houver e deixe apenas as espécies que estão sendo utilizadas.

    flor-de-lótus
    As espécies flutuantes, quando encontram condições favoráveis, formam uma grande população, recobrindo toda a superfície da água, podendo causar danos em tubinas, dificultando a utilização de barcos, alem de impedir a entrada de luz, levando à morte espécies de plantas submersas, além dos peixes. Também poderá abrigar moluscos transmissores de doenças ou larvas de mosquitos. Por isso, recomenda-se a retirada freqüente de alguns ramos, de modo a evitar a proliferação descontrolada da planta. Diversas espécies de salvínia (Salvinia auriculata, Salvinia biloba, Salvinia herzogii e Salvinia molesta) e de Pistia (alface-d’água – Pistia stratiotes) também são plantas ornamentais. Para embelezar o lago com flores, ainda pode ser cultivado nas margens o copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica).

    A cavalinha-gigante (Equisetum giganteum) vai bem na beira de lagos. Outras plantas ornamentais recomendadas para colorir e dar mais vida à área abandonada são: flor de lótus (Nelumbo nucifera); ninféia (Nymphaea alba, Nymphaea caerulea e Nymphaea rubra); e a própria aguapé, das espécies Eichhornia azurea e Eichhornia crassipes. Contudo, essas plantas são difíceis de ser encontradas no varejo, mas, em geral, casas de aquário têm espécies disponíveis para venda. Entretanto, vale lembrar que, antes de fazer qualquer alteração na vegetação do lago e em seu entorno, é necessário assegurar que não haja por perto plantas nativas, que são protegidas por lei ambiental.

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    Lótus

    flor de lotus

    O Lótus é uma planta que nasce em ambientes alagados (aquática) e até mesmo na lama. É uma planta da família das Ninfáceas. Seus caules e raízes ficam submersos enquanto suas flores flutuam sobre as águas, sua temperatura é em torno de 35 graus e suas folhas são autolimpantes, isto é, repelem sozinhas os microorganismos e a poeira. É uma planta exótica, rara e sagrada para muitas culturas.

    A espécie Nymphaea lotus se apresenta com grandes folhas circulares (parecem pétalas) e flores solitárias que podem chegar a 25 cm de diâmetro. A flor floresce na primavera e fica aberta somente dois dias, quando perde as pétalas, deixando o fruto à mostra. O fruto é decorativo e, quando maduro, guarda em suas cavidades sementes comestíveis. A flor exala um perfume suave e é ótima para ser usada em ikebanas e arranjos florais. Para se desenvolver, requer sol pleno a maior parte do dia, sendo muito sensível a geadas. Quando cresce, é muito rústica, quase não dá trabalho.

    Germinação:
    As sementes de lótus têm que ser plantadas na lama, elas não crescem bem no solo seco.Há um truque para plantar essas sementes. Se apenas plantar as sementes na lama, ela não irá brotar, mesmo se você esperar semanas. Mas ela não irá morrer também. Há sementes com mais de mil anos que quando foram plantadas propriamente cresceram plantas de Lótus.

    A semente não brota se você apenas colocá-la na lama porque ela precisa de ajuda. A semente da Lótus é um caroço com uma pele muito dura a cobrindo. De forma a brotar, a água precisa penetrar na semente de lótus através da pele dura, você precisa fazer um pequeno buraco na semente de forma que a água possa entrar. Você pode furar a pele exterior a cortando com uma faca, um alicate de unhas, uma lixa ou mesmo esfregando-a contra uma pedra. Isto dará à água a chance de penetrar na semente. Agora se você colocá-la na água ou na lama, em cerca de quatro ou cinco dias a pequena semente brotará e se tornará uma minúscula planta de lótus. O ideal é plantá-la em solo fértil, mistura de terra vegetal, húmus de minhoca e terra grossa e água.

    Cultivo:
    Para se plantar em casa, deve-se procurar criar condições semelhantes às encontradas na natureza, ou seja, plantar num pote ou tanque com terra no fundo e água na parte superior, mas há que se tomar cuidado para que a água em repouso não se torne lugar propício para o depósito de ovos de insetos, sobretudo os transmissores de doenças como dengue, febre amarela, etc. Multiplica-se por rizomas e entouceira bastante, de modo que é bom prever ambiente com dimensões razoáveis.

    A Lótus Azul pode também ser plantada em vasos por sementes ou por divisão de rizomas. Ela necessita de podas apenas dos ramos secos, doentes ou mal formados, mas exige adubação pelo menos uma vez por ano, que deve ser feita com torta de mamona, esterco bem curtido ou humus de minhoca.
    Pode ser cultivada em lagos, tanques e espelhos de água, sempre a pleno sol. Se a água contiver peixes, evite adubações pesadas, fazendo apenas uma fertilização leve caso seja muito necessário. Tolerante ao frio.
    Multiplica-se pela divisão dos tubérculos e por sementes.

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    As plantas para lagos, quanto aos tipos, podem ser divididas em flutuantes, submersas, submersas com folhas emersas, marginais e anfíbias.
    Todas elas contribuem bastante para que a água do lago não se torne muito esverdeada.

    Tal contribuição se dá por meio da absorção dos nutrientes que serviriam às micro-algas em suspensão, responsáveis pela água verde e também pela sombra que minimiza os efeitos do excesso de incidência solar.

    Flutuantes:
    Assim como o nome já sugere, são as plantas que ficam na superfície do lago. Entre elas, encontramos os aguapés, alfaces-d’água, marrequinhas, lentilhas e muitas outras.
    Necessitam de sol pleno e servem para sombra parcial da superfície quando a incidência do sol é muito grande. Prestam-se também para a desova de kinguios e carpas.

    O aguapé e a alface-d’água não se dão bem em água com alta reserva alcalina, ou seja, em lagos de alvenaria sem vedação.

    São ótimas para despoluir a água e retirar nutrientes que serviriam para as micro-algas verdes, no entanto, como são alimento para as carpas, devem ficar separadas desses peixes para evitar transtornos como entupimentos dos filtros.

    Submersas:
    Mais utilizadas em aquários do que em lagos, as submersas como a elódea, a valisnéria e a cabomba não são facilmente visíveis quando se observa o lago, razão pela qual, não se costuma introduzi-las.

    No entanto elas são muito importantes para oxigenação da água do lago, mantendo algas e microrganismo nocivos afastados.

    Submersas com folhas emersas:
    Esse tipo de planta necessita de sol pleno e aceita sombra, contudo, não costumam florescer nessas condições. Também é necessária uma profundidade razoável, considerando que seria plantada em um vaso grande e teria ainda que restar uma coluna d’água de no mínimo 20 a 30cm acima do vaso.

    Um exemplo é a ninféia que, quando mantida em aquários, fica com as folhas submersas. São muito ornamentais, mas precisam de água neutra e substrato fértil.
    Proporcionam muita sombra sem o inconveniente das raízes serem comidas e espalhadas, mas suas folhas têm curta duração.

    Um detalhe que deve ser observado com as ninféias é que as do tipo tropical (caerulea), por serem menores, desenvolvem-se muito bem quando plantadas entre 20 e 30 cm de profundidade. Já as de clima temperado (rubra) necessitam de uma profundidade entre 30 e 50 cm (além da altura do vaso).

    Palustres e marginais:
    As plantas marginais preferem locais rasos e oferecem excelente abrigo para a vida silvestre. Já as plantas palustres são características de locais encharcados.

    No entanto elas confundem-se pois muitas plantas palustres podem comportar-se como marginais, invadindo os lagos em suas áreas marginais. Desenvolvem-se a sol-pleno ou sombra parcial.

    As mais comuns são o papirus-gigante papirus-anão, sombrinha-chinesa, cavalinha, junco, taboa, lírio-do-brejo, copo-de-leite, etc.
    São óptimas plantas para o filtro de plantas e devem, preferencialmente, ser plantadas em vasos para ter a manutenção facilitada e controle sobre o seu crescimento.

    Sobre o substrato, deve-se colocar pedras para evitar que os peixes o revirem. É conveniente ainda que seja replantada cada primavera.

    Anfíbias:
    Preferem sombra e meia-sombra, evitando a luz solar direta e desenvolvem-se em solo rico e encharcado, mas aceitam imersão parcial ou até total por longos períodos de tempo.
    São geralmente utilizadas em aquários. Além de muitas outras, estão: anúbias, eleocáris, lírio-da-paz, musgo-de-java, samambaia-d’água e singônia.

    flor de lotus

    planta aquática

    Quais plantas aquáticas podem deixar o local mais bonito? Existem espécies que ajudam a manter a água limpa?

    Há uma grande diversidade de plantas aquáticas que podem ser manejadas em lagos. Várias delas apresentam benefícios ao meio ambiente. Enquanto algumas são ideais para manter a água limpa, outras, por exemplo, servem para deixar o lago mais bonito. Há ainda espécies que reúnem as duas finalidades.

    Na hora de decidir pelo tipo de planta, a combinação de espécies com funções diferentes é uma boa opção de escolha. Isso porque, se uma delas não se adaptar ou for danificada ou destruída por algum predador, outra continuará viva no lago. Além disso, é bom contar com plantas que desabrocham em épocas distintas. Assim, as chances de manter o local florido a maior parte do ano aumentam bastante.

    As plantas de superfície das espécies Eichhornia (como aguapé ou baronesa), Pistia (alface d’água) e Salvinia (marrequinha) são alternativas para “filtrar a água”, como também as submersas Cabomba caroliniana e Myriophyllum aquaticum. A limpeza da água ocorre a partir do processo natural do desenvolvimento dessas plantas. É que, para crescer, elas necessitam retirar os nutrientes presentes no meio aquático, o que elimina a sujeira do ambiente.

    A espécie Eichhornia, inclusive, pode ser utilizada em áreas que recebem materiais e resíduos jogados pelo esgoto, até mesmo metais pesados. Porém, é importante ressaltar que a planta pode virar uma praga, caso não receba regularmente cuidados necessários. Se a água possuir nutrientes em abundância, a taxa de reprodução será elevada e toda a superfície do lago será tomada pela vegetação.

    Periodicamente, faça a manutenção necessária
    Com as próprias mãos, retire o excesso de ramos e as espécies não-desejadas, como plantas invasoras, principalmente gramas
    Limpe a margem do lago, retire lixo se houver e deixe apenas as espécies que estão sendo cultivadas.

    As espécies flutuantes, quando encontram condições favoráveis, formam uma grande população, recobrindo toda a superfície da água, podendo causar danos em tubinas, dificultando a utilização de barcos, alem de impedir a entrada de luz, levando à morte espécies de plantas submersas, além dos peixes. Também poderá abrigar moluscos transmissores de doenças ou larvas de mosquitos. Por isso, recomenda-se a retirada freqüente de alguns ramos, de modo a evitar a proliferação descontrolada da planta. Diversas espécies de salvínia (Salvinia auriculata, Salvinia biloba, Salvinia herzogii e Salvinia molesta) e de Pistia (alface-d’água – Pistia stratiotes) também são plantas ornamentais. Para embelezar o lago com flores, ainda pode ser cultivado nas margens o copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica).

    A cavalinha-gigante (Equisetum giganteum) vai bem na beira de lagos. Outras plantas ornamentais recomendadas para colorir e dar mais vida à área abandonada são: flor de lótus (Nelumbo nucifera); ninféia (Nymphaea alba, Nymphaea caerulea e Nymphaea rubra); e a própria aguapé, das espécies Eichhornia azurea e Eichhornia crassipes. Contudo, essas plantas são difíceis de ser encontradas no varejo, mas, em geral, casas de aquário têm espécies disponíveis para venda. Entretanto, vale lembrar que, antes de fazer qualquer alteração na vegetação do lago e em seu entorno, é necessário assegurar que não haja por perto plantas nativas, que são protegidas por lei ambiental.

    De acordo com a lei federal nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, do Código Florestal, são consideradas de preservação permanente áreas “ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d’água naturais ou artificiais”.

    Saiba mais sobre as espécies aquáticas

    Plantas flutuantes - Podem recobrir toda a superfície da água e necessitam de sol pleno:
    Aguapé e Baronesa (Eichhornia crassipes e Eichhornia azurea)

    Servem tanto para limpeza da água quanto para ornamentação; as flores são em tons lilases ou azuis e lembram as orquídeas, mas não resistem ao corte para colocar em vasos

    Alface d’pagua ou Erva-de-Santa-Luzia (Pistia stratiotes)
    Essa espécie surgiu na América tropical e é caracterizada pelas flores pequenas e folhas verdes-claras de textura aveludada em forma de roseta; pode ser usada em aquários e alguns peixes a utilizam como alimento

    Ninféia ou Nenúfar (Nymphaea)
    Corresponde a várias espécies com flores amarelas, purpúreas, azuladas ou brancas, nativas da África, Ásia, Europa e até mesmo do Brasil

    Mururê ou Rainha-dos-Lagos (Pontederia rotundifolia)
    Oriunda dos trópicos da América, tem flores pequenas, rosadas a lilases, reunidas em inflorescências alongadas

    Salvínia, Marrequinha e Erva-de-sapo  (Salvinia spp)
    Plantas de beleza delicada, dotadas de folhas ovais, pequenas e aveludadas; parentes da samambaia, não produzem flores, têm capacidade despoluidora; a espécie Salvinia auriculata é encontrada em grande quantidade no pantanal brasileiro, onde é conhecida como orelha-de-onça

    Hidrocótile (Hydrocotyle leucocephala)
    Apresenta crescimento rápido e se reproduz por estacas; as flores são brancas e pequenas, pouco vistosas, mas as folhas são arredondadas e flutuantes

    Vitória-régia (Victoria regia)
    Nativa da Amazônia, essa planta é ornamental, mas ainda não foi “domesticada”; como é sensível ao frio, não é uma boa opção para a região sudeste e sul; as folhas são grandes e as flores perfumadas, variando do brando ao rosa.

    Plantas palustresDesenvolvem-se em locais encharcados, próximos a lagos e tanques
    Cavalinha (Equisetum giganteum)

    Planta nativa do Brasil que gosta de brejos e locais úmidos e cresce na beira de lagos; as folhas parecem escamas pequenas e não produzem flores, pois são Pteridófitas (samambaias)

    Zeantedeschia aethioca
    Erva proveniente de lugares úmidos da África, possui flores pequenas e amarelas envolvidas por uma folha ou creme em forma de cone; ornamentais, são resistentes ao corte para enfeitar vasos

    Filodendro e Imbé (Philodendron)
    Há diversas espécies nativas do Brasil; as folhas grandes e recortadas são ornamentais, apesar da pouca atratividade das flores que, em geral, têm forma de copo, com cores esverdeadas ou amareladas.

    Plantas marginais – Vivem em locais rasos, mas com as raízes e parte do caule com folhas submersos, ambiente propício para abrigar rãs, insetos e outros animais aquáticos. Várias espécies palustres são também marginas como cavalinha, copo-de-leite e filodendro.

    Submersas - Crescem embaixo d’água:
    Cabomba caroliniana

    Nativa do continente americano, é fácil de se multiplicar; é utilizada sobretudo por criadores de peixes, pois o seu volume abriga alevinos, apesar de ser facilmente ameaçada por algas e caramujos; as flores são discretas e as folhas se destacam em aquários

    Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)
    Tem enraizamento no lodo existente no fundo dos lagos com até dois metros de profundidade, ou nas margens, de onde os ramos avançam para a água; crescem bem em aquários; as folhas são delicadas e lineares

    Microsório (Microsorum pteropus)
    Trata-se de um tipo de samambaia, cujas folhas são estreitas e alongadas; crescem dentro da água em tufos sobre troncos e até pedras.

    Utricularia (utriculária)
    Delicada erva que vive submersa; há diversas espécies cultivadas e algumas são originárias do Brasil; as flores brancas, amarelas purpúreas ou azuladas crescem fora da água e, geralmente, são pequenas, mas numerosa.

    peixinho

    Salvinia SP
    Nome Científico: Salvinia sp
    Nome Popular: Marrequinha, Salvínia
    Família: Salviniaceae
    Origem: América, Ásia e Europa
    Ciclo de Vida: Perene

    A marrequinha é uma planta aquática flutuante muito utilizada em aquarismo.

    Sua beleza delicada é mais ressaltada quando vegeta sobre laguinhos e fontes pequenas. Multiplica-se muito rapidamente e por este motivo também é considerada daninha, sendo que o seu controle pode ser muito difícil, dependendo da extensão da lâmina de água.

    Suas folhas são ovais, pilosas e sulcadas. Despoluidora, cresce em ambientes aquáticos bem contaminados.

    Plantas de beleza delicada, dotadas de folhas ovais, pequenas e aveludadas; parentes da samambaia, não produzem flores, têm capacidade despoluidora; a espécie Salvinia auriculata é encontrada em grande quantidade no pantanal brasileiro, onde é conhecida como orelha-de-onça.

    pássaro marrom

    planta aquática

    Um dos componentes mais interessantes do paisagismo, a água pode ocupar as mais diferentes formas e dar espaços a várias efeitos estéticos e funcionais. Associada com plantas, ela produz efeitos que, proporcionam um atrativo ao jardim.

    As plantas aquáticas tem várias funções , dentre estas, as de ornamentar e diminuir o brilho da água parada em grandes extensões.

    Dependendo do tamanho do espaço, podem ser usadas vários tipos de aquáticas na mesma composição. Este tipo de plantas são cultivadas em água corrente, limpa, poluída e em locais com sol ou sombra, são plantas facilmente adaptáveis.

    Existem vários tipo de plantas aquáticas, destes grupos, as mais usadas em jardins são:
    - Flutuantes: são aquelas que não possuem qualquer fixação ao solo. Estão sempre na superfície das águas e preferem locais calmos. O agape, planta da América tropical, é um exemplar desta espécie.

    - Emergentes:
    não fixam suas raízes ao solo, suas folhas e caules , a principio submersos, emergem e ficam em contato com a atmosfera. A floração é aérea.
    Exemplo: Lírio-d’água.

    - Submersas:
    se fixam sempre no solo, são muito usadas em aquários.
    Exemplos: Cabomba, Valisnéria.

    - Palustres: crescem em lugares pantanosos, geralmente locais alagados.
    Exemplo: papiro -do -egito, linga.

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    Eichhornia crassipes
    Nome Popular: Aguapé, rainha-dos-lagos, jacinto-d’água

    Planta aquática e flutuante o aguapé é muito ornamental. No entanto em algumas situações de superpopulação ela pode se tornar um problema em lagos. De folhas redondas, grandes e brilhantes o aguapé se multiplica rapidamente e acabam se tornando invasivas. Seu ciclo de vida é perene.

    Como é uma planta flutuante, facilmente se desloca com as correntes de água e com o próprio vento, chegando a formar densos e intermináveis tapetes, que tapam completamente a superfície da água, prejudicando, assim, todo o normal ecossistema aquático, uma vez que se dá uma alteração das características físico-químicas das águas, devido à impossibilidade de a luz solar penetrar uma massa tão compacta de folhagem.
    A sua reprodução se faz tanto por semente, como por rizomas ou pequenos fragmentos e o seu crescimento é extremamente rápido. Sobrevive, até, em terra se houver alguma água disponível.

    É considerada uma das piores espécies invasoras em todo o mundo, sendo, por tal motivo, proibido o seu comércio como planta ornamental.

    No paisagismo, o aguapé é utilizado para povoar lagos e espelhos d’água, favorecendo a vida aquática, principalmente os peixes. Deve ser cultivada a pleno sol em água com pH corrigido e naturalmente adubada. Não é necessário enterrar já que a planta é flutuante. Todo cuidado é pouco com fertilizantes e outros agroquímicos que podem envenenar os peixes. Não tolera geadas e multiplica-se por divisão da planta.

    Sua inflorescência composta de belas flores azuis arroxeadas se assemelha a do jacinto.

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    Eichhornia paniculata Nome Científico: Eichhornia paniculata

    Nome Popular: Rainha-dos-lagos, mureré, jacinto-d’água, aguapé

    Origem: América do Sul Esta espécie de planta destaca-se por apresentar flores pequena e delicadas, dispostas em longas inflorescências do tipo panícula.

    É uma planta herbácea florífera, aquática e anual, habitante natural de margens de rios e lagos do norte e nordeste do Brasil. Seu caule e suas raízes ficam fixas no lodo, mas é possível que se desprendam no caso de ocorrerem cheias.

    Desta forma elas se tornam flutuantes até que possam encontrar fixação novamente. Suas folhas são verdes, brilhantes, e surgem dispostas em roseta basal ou em pecíolos emergentes.

    As inflorescências são longas, aparecendo acima da folhagem, e podem conter mais de cem flores arroxeadas e hermafroditas.

    A floração ocorre na primavera e verão. Deve ser cultivada sob sol pleno, nas margens de tanques, lagos ou córregos, plantadas diretamente no solo ou em vasos preparados, fertilizados com abundante matéria orgânica.

    Também pode ser cultivada em terrenos baixos, encharcados, como várzeas.

    Não tolera o clima frio, ou correntes de água muito fortes, que podem desenterrar as plantas.

    É considerada invasiva, devido à facilidade de propagação, sendo proibido seu cultivo em alguns lugares, como no estado da Florida nos Estados Unidos.

    Multiplica-se por sementes e por divisão das touceiras. margarida-vermelha

    Eichhornia_azurea

    Nome Popular: Eichhornia azurea
    Nome Cientifico: Eichhornia azurea
    Familia: Pontederiaceae (Pontederiáceas)
    Origem: América do Sul
    Iluminação: 1 W/L
    pH: 6,0 a 7,8
    Temperatura: 18 a 27ºC
    Tamanho: Grande
    Reprodução: Por estaca
    Crescimento: Médio

    É uma planta pr aquários, grande, com 60-70 cm de altura e folhas de até 20 cm de comprimento (quase 40 cm de diâmetro), mas em aquários não costuma alcançar todo este porte.

    Pode ser usada solitária em destaque, mas fica melhor de disposta em pequenos arranjos de 3-5 mudas.

    Necessita de substrato enriquecido e iluminação intensa, não suportando sombreamento por outras plantas.

    A propagação é fácil, após a poda basta replantar a estaca superior, o caule rizomiforme inferior restante logo se encherá de novos brotos.

    O segredo é solo rico e muita luz!

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