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Posts para categoria ‘Plantas aquáticas’

flor-de-lotus-planta-aquatica

A variedade de plantas na natureza é praticamente incontável. Encontramos plantas de todas as formas, cores, reprodução e para facilitar as pesquisas e estudos para aprofundamento e conhecimento da espécie, biólogos e cientistas resolveram dividir todas essas espécies de seres em categorias.

Claro que isso acontece com praticamente tudo na vida, sabemos que existem os animais domésticos, selvagens, aquáticos, etc. Isso é comum para melhor identificarmos as espécies e automaticamente associarmos à qual tipo de ser estamos tratando.

Com as plantas acontece o mesmo e as categorias que estas estão divididas são quase as mesmas de todos os seres vivos. Saberemos agora sobre plantas que vivem, nascem ou se reproduzem na água. Sabemos muito bem que todas as plantas precisam de água para sobreviver e florescerem, porém algumas só se reproduzem e nascem mesmo em rios, mares ou até simples aquários que temos em casa.

Sombrinha-Chinesa

O que são flores aquáticas
Esse tipo de planta é chamado por pesquisadores e biólogos como Macrófitas aquáticas, devido os seus tamanhos, já que a maioria das plantas aquática é grande.

Macrófita = Macro – grande – Fita – planta

A maioria dessas plantas não são originalmente aquáticas porém as espécies se evoluem e desenvolvem-se em ambientes aquáticos e passam a sobreviver apenas em rios, lados, mares ou qualquer local com espaço e condições suficiente para isso. Como a maioria é originada de vegetais terrestres, a maioria das flores aquáticas apresentam características desse tipo também.

Eichhornia-Crassipes

Importância das flores aquáticas
Esse tipo de planta é uma das que apresentam maior importância para o funcionamento perfeito do ecossistema ao qual elas desenvolvem-se. Isso acontece porque, como falamos mais acima, elas tem características muito semelhantes aos vegetais terrestres e acaba tornando-se uma ligação entre o sistema aquático e o terrestre o qual essas plantas se desenvolvem.

Elas são produtores primários na cadeia alimentar representando o papel base em ambientes aquáticos, pois são alimentos de peixes ou qualquer outro organismo aquático como aves e animais.

Liberam ainda sedimentos com componentes de nutrientes importantes para os locais que são usados como habitat, assim como retém os sedimentos impróprios para as águas. Ajudam no controle da luz principalmente para espécies que não sobrevivem sob a ação direta de raios solares. São excelentes abrigos de peixes recém-nascidos e alguns pequenos animais marinhos, entre diversas outras funções.

Saiba quais são
Tipos de flores aquáticas
Abaixo segue alguns tipos de flores aquáticas para que possam conhecer melhor tanto as principais características como algumas curiosidades.

Ninféia

Ninfeia
Ou cientificamente chamada de Nymphaea, pertence a família das Nymphaeaceae e apresentam-se em diversos tipos de flores aquáticas que se reproduzem praticamente durante todo o ano apesar de sumirem um pouco no inverno e serem mais abundantes durante a primavera.

São totalmente flutuantes e uma das suas principais característica é seu agradável aroma. Geralmente elas se apresentam em quatro sépalas verdes e suas pétalas variam de acordo com as cores da espécie podendo ser encontradas em azul, amarela, verde, branca e tons de vermelho podendo variar entre o rosa e roxo. Um ótimo exemplo conhecido desse tipo de flor é o Lótus.

Salvinia-Auriculata 1

Salvinia
A Salvinia auriculata é uma das plantas aquáticas mais populares e se reproduzem facilmente em qualquer ambiente com um pouco mais de umidade. São popularmente conhecidas como mururé-carrapatinho e orelha-de-onça. É uma planta totalmente flutuante e pertence à família das Salviniaceae originárias nos Estados Unidos, Cuba e Paraguai e hoje, em grande abundância em toda a extensão do Pantanal.

É uma planta muito usada em aquário e em fontes de forma decorativa por causa da sua cor viva e seu formato bem particular da espécie. São pequenas, mas bem graciosas chegando a no máximo 2 cm e meio de tamanho.

murere -Eichhornia crassipes

Aguapé
A Eichornia crassipes, nome científico da aguapé possui alguns nomes bem populares como baronesa, orelha-de-jegue, jacinto-d’água e Miriru. São plantas com cerca de 95% de sua formação composta de água com raízes longas que podem chegar a 1 m de comprimento situando-se embaixo das águas por onde essas flores flutuam, a parte que fica acima da água também pode alcançar essa altura e constitui as folhas e flores do vegetal.

Apesar de serem flores flutuantes, elas precisam de um local para firmarem-se principalmente as suas raízes, então geralmente encontramos essa planta presas em obstáculos, fixas ao solo onde elas se desenvolveram, elas podem até florescerem em locais considerados secos, porém as suas raízes só crescem a partir de águas, mesmo que sejam rasas.  São plantas originalmente da América do Sul e do Norte e florescem geralmente no verão ou em climas quente e úmido.

alface-de-água

Alfaces d´água
É uma das flores aquáticas mais rústicas e não exigem tantos cuidados. Cientificamente chamada de Pistia stratiotes e também conhecida como erva-de-santa-luzia o alface-d’água faz parte da família das Araceae e recebeu esse nome por ser bem parecido com uma folha alface mesmo.

Você vai encontrar muito essas plantas em aquários, fontes e lagos trabalhados, quando se tem espelhos d’água em casa geralmente são as mais abundantes também por serem fácil de florescerem.  Essa planta é muito requisitada por paisagistas devido a sua cor verde clara bem composta e natural além das folhas terem um aspecto um pouco aveludado dando um certo requinte na decoração.

Você vai encontrar a alface-d’água principalmente na América do Norte, América Central e América do Sul ou em outros locais com clima mais equatorial, subtropical e tropical. Elas são totalmente flutuantes não precisando de fixação alguma e sua fertilização deve acontece por meio da água com matérias orgânicas.

Esses são alguns bons exemplos de flores aquáticas que você pode preparar e cultivar em casa tranquilamente, pois não são plantas que necessitam de um cuidado muito extremo. Com aquários ou espelhos d’água construídos em sua casa, você pode manter um lindo jardim de flores aquáticas sem muitas preocupações.

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Nymphaea_lotus

A Flor-de-lótus é uma espécie vegetal nativa do continente asiático (das regiões que envolvem países como Japão, Filipinas e Índia), e é popularmente conhecida pelos nomes de: Lótus-do-egito, Lótus-egípcio, Lótus-da-índia e Lótus-sagrado. Essa planta também é chamada como a Flor-de-buda.

Curiosidades sobre a flor-de-lótus
* A Flor de Lótus é uma espécie vegetal que é repleta de simbolismo na área da espiritualidade.
* Os povos orientais possuem a crença que a Flor-de-lótus é um sinal de espiritualidade, pois eles acreditam que a planta só desabrocha na Terra, após ter ocorrido o nascimento da mesma no âmbito espiritual.
* Para os indianos, a Flor-de-lótus está associada a figura do líder espiritual Buda, por isso a planta possui o nome popular de Flor-de-buda.
* A Flor-de-lótus representa a pureza, pois segundo os orientais, essa espécie vegetal  surge limpa e pura, do centro das águas cheias de lama.
* A Flor-de-lótus é uma espécie vegetal que nasce normalmente em locais úmidos e alagados, inclusive na lama.
* A Flor-de-lótus pertence a família botânica das Ninfeáceas, e essa espécie vegetal se destaca por ser exótica, rara e para diversas culturas é uma planta sagrada.

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As características da Flor-de-lótus
A Flor-de-lótus é uma espécie vegetal de pequeno porte, que atinge uma altura média de 50 cm acima do nível da água onde a planta é cultivada. Sua principal característica é que o caule e a raiz dessa espécie vegetal ficam embaixo d’água, enquanto as flores ficam flutuando. As folhas se destacam por conseguirem se auto limparem, isto é, elas possuem a capacidade de repelir a poeira e os micro-organismos sozinhas. As folhas apresentam formato circular, sendo bastante similar a pétalas.

As flores chegam a tem 25 cm de diâmetro, e são solitárias. Geralmente essa planta floresce na época da primavera, e a flor fica aberta durante 2 dias, para depois a flor perder todas as pétalas, permitindo que o fruto da planta fique exposto e à mostra. A flor exala um perfume muito agradável e suave, e pode ser utilizada na confecção de arranjos de flores. O desabrochar geralmente acontece nos meses de dezembro e janeiro, trazendo grande beleza aos locais onde a planta é cultivada.

As flores da flor-de-lótus geralmente são de cores branca, rosa e brancas com a borda em tons de rosa. O fruto é meramente decorativo, e quando se encontra maduro, ele apresenta em suas cavidades, sementes que são comestíveis. É uma planta que necessita estar exposta ao sol durante o maior período do dia, sendo bastante sensível ao frio e à geadas.

Quando a planta consegue se desenvolver e crescer, é bastante rústica e praticamente não dá nenhum trabalho para quem cultiva. Apesar de serem plantas muito bonitas, devido as suas características, a Flor de Lótus não é utilizada para fins ornamentais. Uma curiosidade sobre a Flor de Lótus é o fato das pétalas de suas flores não caírem, ficando apenas secas, se caracterizando como um caso raro na natureza.

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A germinação da Flor-de-lótus
As sementes da Flor-de-lótus precisam ser plantadas em local úmido (na lama), pois elas não conseguem crescer quando são cultivadas em um solo que seja seco. Para que a semente da Flor de Lótus se desenvolva é necessário que a água penetre no caroço, por isso não basta apenas colocar a semente e esperar, é necessário que antes de colocar a semente na terra úmida ou na lama seja feito um buraco nessa semente de forma que a água consiga penetrar.

Colocando a semente furada na terra úmida ou na lama, ela irá brotar em um período de 4 a 5 dias, se tornando uma pequenina flor-de-lótus. A partir do momento em que a semente brota, a planta cresce com muita velocidade. A condição de solo ideal para a semente brotar e germinar é que ela seja plantada em solo fértil junto a uma mistura que contem terra vegetal e húmus de minhoca, terra grossa e água.

Cultivo
Para realizar o plantio e o cultivo da flor-de-lótus é necessário que sejam criadas condições similares as que são achadas no meio ambiente natural, isto é, deve ser cultivada em um lugar (por exemplo: um pote) que tenha terra ao fundo e água na parte de cima. Em ambientes residenciais é necessário que sejam tomados cuidados para que a água não se torne um local propicio para a proliferação de insetos, como por exemplo, o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela.

Por isso, essa espécie vegetal é facilmente cultivada em lagos, tanques e em espelhos de água que tenham grande exposição ao sol. Caso nesses locais possam vir a existir peixes, é indicado que seja evitada a ocorrência de adubações em grandes quantidades. Caso seja observada a necessidade da planta em obter uma maior quantidade de nutrientes, faz-se apenas uma adubação de grau leve.

Depois que a semente brota e consegue germinar, a Flor de Lótus não exige maiores cuidados da parte de quem a cultiva. Pelo fato da flor-de-lótus se caracterizar como uma espécie vegetal aquática, ela não exige regas, pois a flor já vive em constante contato com a água.

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A multiplicação da Flor-de-lótus
A espécie vegetal que se multiplica de 2 maneiras: pela dispersão de suas sementes e pela divisão dos rizomas (tubérculos). A multiplicação por dispersão das sementes é uma das formas mais simples de reprodução das espécies vegetais, no entanto, no caso da flor-de-lótus, para que a semente brote e germine, é necessário que elas sejam furadas param que a água penetre na semente.

Caso a semente seja colocada na terra úmida ou na lama diretamente, sem ter sido furada, ela poderá levar muitos anos ou mesmo não consiga brotar e germinar uma nova espécie. A multiplicação por divisão dos rizomas é similar às demais espécies vegetais. Bastando que a pessoa separe os rizomas (espécies de caules subterrâneos) de maneira adequada e coloca-los em locais apropriados para o cultivo. Inclusive os rizomas da flor-de-lótus podem ser utilizados na elaboração de saborosos pratos culinários.

folhas

Nymphaea Caerulea

A ninféia-azul é uma planta pertencente à família das Nymphaeaceae. Essa família agrupa 75 espécies, sendo elas: plantas aquáticas, perenes (plantas que possuem ciclos de vida longos), rizomatosas (são plantas que emitem raízes com gemas-rizomas, dos quais podem brotar novas plantas) e que possuem folha e flores flutuantes.

A planta pertence à divisão das plantas angiospérmicas, isto é, faz parte dos grupos que possuem flores, e esta por sua vez é uma das principais características da ninféia-azul, pois são flores muito bonitas.

Também é conhecida pelos seguintes nomes: lírio-d’água; adargas-de-rio; boleira-branca; figos-de-rio; golfão-branco e nenúfar-azul.

A ninféia-azul é um vegetal que teve a sua origem no continente africano, mais precisamente na África do Sul.

É conhecida a bastante tempo no continente africano, pois os egípcios antigos já a conheciam pelo nome de loto-azul e também por loto-egípcio ou por lírio-sagrado-do-nilo (rio egípcio bastante conhecido).

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Atualmente, existem varias espécies de ninféias, sendo que algumas delas sofreram mutações genéticas, com as plantas da espécie que estão espalhadas por diversos locais deste planeta.

A ninféia-azul é um tipo de planta herbácea que possui o caule macio e normalmente apresentam crescimento rasteiro, tem por característica ser uma planta aquática e apresentar um ciclo de vida perene (no reino vegetal, planta que possuem ciclos de vida superiores a dois anos, são consideradas perenes, isto é, possuem um ciclo de vida longo).

A ninféia-azul é uma planta de pequeno porte, e atinge uma altura que vai de 10 cm a 30 cm. O tamanho médio da planta é de 15 cm. A ninféia-azul apresenta um diâmetro médio de 80 cm.

A ninféia-azul possui uma bela folhagem, flutuante e que apresenta um tamanho considerado grande. As folhas possuem a cor verde, são lisas e muito brilhantes.

Elas possuem um formato meio que arredondado, com um corte na base. As bordas das folhas da ninféia-azul são irregulares e são um pouco onduladas. Outra característica das folhas da ninféia-azul é que as mesmas são ligeiramente enroladas.

Possuem persistência caduca, isto é, são folhas que caem da planta. Esse processo de queda das folhas ocorre normalmente no inverno e em épocas de maior frio.

Nymphaea Caerulea456

As flores da ninféia-azul normalmente começam a surgir na primavera e continuam surgindo até o período do verão. Possuem uma cor azul e apresentam em seu centro estames (são os órgãos masculinos das plantas que produzem flores) de coloração amarela.

Elas apresentam um belíssimo aspecto, sendo bastante bonitas e vistosas e normalmente ficam solitárias. As flores dessa planta costumam ficar abertas pelo período de uma semana.

De uma maneira geral, nas regiões mais frias, quando chega o inverno, as folhas e flores da ninféia-azul tendem a desaparecer, e a planta volta a brotar e florescer quando chega a primavera.

A ninféia-azul é uma planta que produz frutos que apresentam sementes viáveis, e essas sementes podem ser utilizadas para a reprodução da espécie.

Cultivo
A ninféia-azul é um tipo de planta que aprecia regiões que possuem um clima tropical, por isso normalmente é cultivada em locais que sejam quentes, por isso ela deve ser cultivada a sol pleno, no entanto, ela é uma planta que se adapta a regiões com clima equatorial, temperado e subtropical com facilidade.

Cuidado para não confundir a meia sombra, com locais que sejam de sombra plena, pois quando cultivadas sob sombra constante, a ninféia-azul tende a não crescer e florescer. Na meia sombra, a planta já não floresce normalmente, crescendo de forma tímida e modesta.

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Além disso, apesar da planta gosta do clima quente, ela pode ser cultivada em locais que possuam o clima mais ameno, pois ela consegue tolerar um pouco de frio.

A ninféia-azul por ser uma planta aquática, deve ser cultivada em locais que apresentem lodo ou espelho d’ água para que floresça e cresça vigorosa.

É interessante que seja verificado o Ph da água em que a ninféia-azul está sendo cultivada, pois ela não tolera águas alcalinas. O ideal é que a água apresente um Ph neutro.

A ninféia-azul é uma planta que possui um nível médio de manutenção. Tanto que não é necessário realizar podas na plantal, bastando que sejam retirados os excessos da planta caso ela ultrapasse a área que tenha sido delimitada para o seu cultivo ser realizado.

A ninféia-azul pode ser cultivada em diversos locais como tanques, vasos (ideal que fiquem submersos), lagos ornamental e espelhos d’água. Caso o plantio seja feito em vasos, é interessante que fique submerso ou direto no lodo.

A ninféia-azul se caracteriza por viver em locais com pouca profundidade de água. É uma planta que precisa de substrato fértil e devido a esse fato pode ser realizada a fertilização artificial do local de cultivo da espécie, podendo ser utilizado como fertilizantes os do tipo NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), precisando apenas que seja tomado o devido cuidado de verificar se no local de cultivo exista  peixes.

Caso isso ocorra, evite realizar adubações mais pesadas, pois os produtos utilizados na fertilização tem a capacidade de matar os peixes.

Devido a sua grande beleza, a sua forma e as suas flores, a ninféia-azul pode ser utilizada com fins ornamentais nos locais em que forem cultivadas.

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Multiplicação e propagação da ninféia-azul
A propagação pode ocorrer de duas formas: pela divisão dos tubérculos e pela germinação de sementes. A pessoa que cultiva a ninféia-azul pode realizar a propagação em qualquer época do ano, independente do período.

A propagação por germinação das sementes ocorre de forma espontânea, pois as sementes caem na agua e germinam naturalmente no seu habitat.

A propagação pela divisão dos tubérculos é um método de reprodução assexuada que ocorre através do corte de pequenas partes com raízes e ramos para que esses pequenos tubérculos sejam plantados em outro local e tenham condições de gerar uma nova planta.

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CyperusGiganteus

A planta Papiro pertence à família Ciperceae e sua origem e da África e difundidíssima nas baixas água paludosas da Palestina, Síria África Tropical e Meridional, porém cresce muito florescente no alto Nilo. É uma planta aquática grande, robusta e sem folhas pode crescer a uma altura de 4 a 5 m. Ela forma um agrupado de caules verdes e triangulares que crescem de rizomas espessos e duros. Os caules são rígidos e triangulares e têm uma medula branca por dentro. Esta medula é a fonte do papel.

O papiro foi uma das plantas mais importantes do Egito Antigo e era usado como papel, tecido, alimento e fragrância. Os passos abaixo ensinam como cultivar e cuidar da planta papiro.

Como cuidar da planta Papiro
Saiba que o papiro é considerado um capim e prefere ambientes úmidos e quentes, como jardins aquáticos e pântanos. É possível plantar papiro com sementes ou mudas. Na maioria das regiões, o papiro é uma planta perene ou semi-perene.

Eles geralmente são plantados pelos rizomas em solos úmidos e férteis, dentro de vasos, e depois submersos em um ambiente aquático. Os papiros também podem ser plantados diretamente em solo lamacento a um metro de profundidade para firmar os caules pesados.

Pense na região em que pretende plantar papiros. Em regiões frias, a utilização de húmus protege as raízes, mas a folhagem morre no inverno.

papiro

O seu plantio deverá ser em um local ensolarado, de preferência, perto de lagoas, para que se forme e participe do paisagismo do local. Também podem ser plantados em vasos, recipientes no interior de sua casa. Esse lugar em que você vai colocar não pode ter buracos, se caso tiver, certifique-se que há alguma bandeja em baixo para que não se espalhe a água que desce do vaso ou recipiente;

O papiro precisa de alto nível de umidade para que possa prosperar e assim, ficar viçoso e super bonito. Se você deixá-lo em recipientes, troque a água regularmente, de preferência, todos os dias;

Também necessitam de semi sombra e precisam de um solo rico em terra de jardim e uma parte de arena. Uma poda deve ser feita no fim do inverno;

A planta cresce rápido, procure colocar em um local espaçoso para que possa se espalhar.

Uma vez ao mês utilize fertilizante líquido equilibrado. Use o fertilizante quando for regar para evitar queimaduras. Não precisa cuidar das pragas e insetos que poderão atacá-la, pois, eles não a atraem de forma alguma.

Corte a planta no outono quando os caules começarem a amarelar. Retire as raízes da planta e remova o excesso de solo. Se estiver em um jardim aquático, retire o vaso da água e deixe-o drenar. Depois, remova a planta do vaso e corte as raízes. Corte os rizomas descoloridos ou danificados.

Propague o papiro com sementes ou mudas. Você pode dividir os rizomas em grupos de dois a três. Replante cada parte e cultive-as como plantas separadas.

Mantenha as plantas protegidas do clima frio. Elas não sobrevivem à geada e devem ser colocadas em interiores no inverno. Forneça luz artificial se não tiver muito sol nesta época dentro de casa.

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Dicas
*
É possível podar para remover caules quebrados.
* Papiros crescem bem em qualquer vaso. É possível plantá-los em qualquer recipiente grande.
* Papiros crescem muito rápido quando são plantados na primavera.
* A folhagem do papiro não é afetada por muitas pragas, com exceção do fungo chamado ferrugem (Pucciniales), que amarela o caule e a folhagem. Nas regiões certas e com luz e condições boas de umidade, o papiro cresce com facilidade.

Importante relembrar
* As sementes de papiro não germinam com tanta facilidade e podem levar um mês ou mais para brotar.
* A planta deve ser mantida úmida.
* Elas não sobrevivem a invernos com temperaturas congelantes. Portanto, devem ser levadas para interiores durante este período e ter iluminação artificial, já que a exposição ao sol não é possível.

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