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Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

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A Aeranthes arachnites é uma orquídea de pequeno porte nativa das Ilhas Mascarenhas, no Oceano Índico. Também conhecida como Dendrobium arachnites Thouars 1822 ou The Spider Aeranthes (A Aeranthes Aranha).

É uma planta epífita (que se desenvolve sobre outras plantas sem lhes prejudicar). A seguir trazemos algumas dicas sobre o cultivo da Aeranthes arachnites, tipo do solo, quantidade de luz e água. Será que é tóxica para cães e gatos?

A Spider Aeranthes tem esse nome devido a sua semelhança com uma aranha. Possui caule curto, folhas verde-claro bilobadas de forma irregular. Suas flores são amarelas esverdeadas, pendentes (20 cm de comprimento) e perfumadas.

As flores aparecem uma de cada vez e na mesma haste, inclusive em anos que virão, por isso não corte-a, a não ser que seque.

Ela prefere temperaturas entre 29 e 30°C no verão e a noite de 22 a 23°C. Gosta da luz normal do dia, não pode ser luz direta, tem que ser luz filtrada ou difusa (sombra).

Deixe em local com boa ventilação de ar. Lembre-se que ela costuma ficar escondida em cima de árvores na floresta.

Pode ser cultivada em vaso raso e que seja bem drenado. Utilize mix de plantio que seja bem drenável, com perlita e turfa de esfagno (turfa de sphagnum).

Aeranthes arachnites

Dicas para cuidar da orquídea Aeranthes arachnites
Deve ser replantada quando o vaso ficar pequeno demais para a planta ou se o substrato começar a ficar ruim. Passe para um vaso um número maior.

A orquídea Aeranthes arachnites pode ser propagada por keikis, que são mudas aéreas de orquídeas que aparecem na haste floral.

Quando estes brotos estão com o sistema radicular desenvolvido, podem ser separadas da planta mãe e plantadas em um vaso com musgo esfagno. Também pode ser propagada por semeadura.

É recomendado o uso de fertilizante NPK 20-20-20 para orquídeas, diluído, quando ela está na fase do crescimento.

Aeranthes arachnites

Rega e umidade
A rega deve ser feita regularmente, deixe o substrato secar entre uma rega e outra. Regue para que fique úmida mas nunca encharcada! Senão apodrece a raiz. Reduza a rega no inverno, pois o solo demora a secar e ela entra em período de descanso.

Gosta de bastante umidade, entre 75 e 80%, mas aguenta superior a 65% da primavera ao início do verão.

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O gravatá-de-brinco, também conhecido como lágrimas-de-rainha, é uma bromélia nativa da América do Sul. É uma planta bastante resistente que possui flores coloridas e muito fácil de cultivar.

Como cuidar do Gravatá-de-brinco
Esta espécie de Bromélia também vive em árvores e até no chão da floresta, gosta de ambientes bastante úmidos e absorve a umidade e nutrientes por suas flores e folhas e não pela raiz.

Para plantar dentro de casa você precisa colocar em vaso com substrato próprio para bromélias ou orquídeas. Ela pode atingir 45 cm de altura.

A propagação pode ser feita removendo um broto da planta-mãe usando uma lâmina e plantando ela no vaso, corte um pedaço que tenha um terço do tamanho da planta-mãe. Em algumas semanas ela irá enraizar no vaso. Normalmente têm três anos de vida.

Prefere temperaturas mais quentes, no verão entre 18 e 27°C e no inverno entre 16 e 24°C, não gosta de temperaturas frias demais.

Além disso, no verão deixe-a em local meia-sombra, nas outras estações pode deixar em local com bastante luz mas indireta. Não deixe contato direto com a luz do sol, pois pode destruir as flores.

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Conforme ela cresce poderá ser necessário o replantio para um vaso maior, com pelo menos, 15 cm maior.

Como regar o Gravatá-de-brinco
A rega no verão deve ser feita todos os dias para manter o solo da gravatá-de-brinco úmido, mas não deixe encharcar! Os “copos” da planta que estiverem para cima, podem ser enchidos com água e deixados em repouso, pois elas vivem assim nas florestas.

Mas atenção! Durante o outono, inverno e quando estiver mais frio na primavera, você deve usar um borrifador para borrifar a água na planta algumas vezes na semana mas não todos os dias, e regue apenas para manter o solo um pouco úmido, para que não fique completamente seco.

Quem quiser poderá utilizar fertilizante líquido diluído em água de 15 em 15 dias no verão, borrife junto da água quando for regar. Nas outras estações faça apenas uma vez por mês.

Problemas que podem ocorrer ao cuidar de Gravatá-de-brinco
Se as folhas estiverem marrom pode ser devido ao ar muito seco de onde você mora. Aumente a quantidade de vezes que borrifa água nas folhas e flores para aumentar a umidade.

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Se a planta não estiver florescendo existem duas dicas. Uma é colocar sal de fruta dissolvido no copo da planta para incentivar a produção de clorofila. A outra é embalar a planta dentro de um saco com uma fatia de maçã ou uma maçã inteira.

A maçã vai liberar gás etileno que ajuda a formar as flores. Deixe a gravatá-de-brinco dentro do saco por 10 dias e depois tire. As flores deverão aparecer depois de um mês ou dois.

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Obter sucesso no plantio e cuidado de orquídeas é uma coisa que exige muita dedicação e paciência. Até porque, há espécies, como as Cattleyas, por exemplo, que dão flor somente uma vez por ano e podem sofrer interrupção de ciclo se houver falta de cuidado durante o plantio.

Características como a quantia de luz solar que chega até a planta, adubo e rega deve ter um controle eficiente e rígido, sempre tendo em mente o que será melhor para cada espécie.

Quem não conhece orquídeas não sabe, mas elas não ficam o tempo todo floridas. Aliás, possuem um grande período com apenas folhas e nada de flores. O importante é que ela apresente um aspecto que seja saudável, entretanto, se faz tempo que ela não floresce é necessário que sejam feitas algumas análises até descobrir qual é o seu problema.

Porque as Orquídeas não florescem?
Isso vai ocorrer de acordo com a espécie. Se a planta pertencer ao grupo das monopodiais (Vanillas, Vandas e Phalaenopsis), que somente dão flor somente uma vez por ano, o problema pode estar relacionado à iluminação.

Citadas espécies precisam de grande incidência de luz para poder dar flor. Entretanto outros aspectos precisam também ser levados em conta.

Tome cuidado para que as plantas fiquem bem protegidas de corrente de vento e passem pela melhor forma de rega. Esta precisa acontecer, mais ou menos, uma vez durante a semana e, se o clima for quente, é necessário molhar ainda as folhas.

As orquídeas somente dão flor se estiverem saudáveis. Plantas com alto índice de estresse, murchas, ou com problemas de nutrição raramente passarão a florescer da forma adequada.

Para obter uma floração boa, as orquídeas precisam gastar uma quantidade maior de energia, que se acumula durante todo o ano nas raízes, folhas e pseudobulbos. Se essas partes não estiverem com a saúde em dia, a planta procurará evitar a floração para se poupar do desgaste. Uma intensa floração num planta estressada pode ocasionar a morte da mesma.

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Saiba o que fazer para que a planta volte a florescer
Iluminação adequada
As orquídeas necessitam de bastante luz indireta. Nesse quesito os países tropicais levam vantagem, já que o sol é farto nestes lugares.

Caso sua orquídea esteja sendo mantida num ambiente interno, é preciso mantê-la o mais perto possível de uma janela, optando sempre pelo sol da manhã. Melhor é que a orquídea receba grande incidência de luz indireta.

Se quiser deixar sua orquídea no jardim, faça com que ela fica embaixo de uma árvore, ou ainda num lugar onde bate pouco sol diretamente, mas seja bastante iluminado.

Adubação
Para que as orquídeas cresçam com saúde e possuam condições de florescer adequadamente, é necessário adubá-las. Os adubos podem ser orgânicos, minerais ou químicos, ou mistos. Em se tratando de adubos minerais, como o tipo NPK, opte por usar dissolvendo-os diretamente em água, fazendo a aplicação no substrato de 15 em 15 dias.

Já os adubos orgânicos, tal qual a farinha de osso, a torta de mamona, e o Bokashi são também bastante recomendados, e mais seguros.

Adubos misturados ou mistos são facilmente encontrados em lojas próprias, e devem ser aplicados de acordo com as instruções da embalagem. Entretanto, tenha cautela, já que o exagero de adubo mata muito mais do que a falta do mesmo.

As orquídeas assimilam mais o adubo quando o mesmo é posto diretamente nas raízes, apesar de variar bastante conforme o tipo de produto. Há adubos orgânicos que atuam mais positivamente quando deixados numa parte do vaso, enquanto aqueles químicos precisam ser diluídos em água e passados em toda a orquídea.

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Deixe duas orquídeas fora de casa
Várias orquídeas necessitam de uma alternância na temperatura para melhorar o florescimento. Quando elas são colocadas em um ambiente fechado, essa alteração pode não ser satisfatória, ocasionando num bloqueio do desenvolvimento das flores.

Caso isso não seja possível, é melhor deixar a orquídea perto de uma janela entreaberta, assim o ar mais fresco entrará durante a madrugada.

Tome cuidado com a rega
As regas exageradas são uma das grandes causas de problemas na planta. Ainda que a planta tenha origem em regiões tropicais, em sua grande parte, as orquídeas costumam não gostar de água demais. Excesso de água costuma sufocar as raízes e acarretar apodrecimento das mesmas.

Se a planta tiver raízes ruins, não haverá um florescimento bom. Para entender qual a hora certa para regar não existe método melhor que colocar o dedo diretamente no substrato, a mais ou menos dois centímetros de profundidade e perceber: se tiver umidade, não faça a rega, e apenas o faça quando estiver seco o substrato.

Doenças e pragas
Caso as plantas sejam cultivadas de uma maneira adequada, elas ficarão mais resistentes a doenças e pragas. Se não tiver exagero de umidade, por exemplo, os fungos não se propagarão com facilidade. De qualquer forma, previna-se. Um dos maiores inimigos das orquídeas são as pragas chamadas de cochonilhas.

Esses organismos sorvem a seiva da planta e chegam até mesmo a matá-la se não forem dizimados. Quem tem poucas plantas pode removê-los um a um, antes que possam tomar conta de todas elas. Já no caso de uma grande coleção, haverá a necessidade de se usar defensivos.

Prefira aqueles que carregam as fórmulas naturais, já que os produtos químicos industrializados tendem a ser mais prejudiciais às orquídeas quanto para aqueles que cuidam delas. É melhor consultar alguém que possua experiência com defensivos naturais.

Faça a anotação do nome da sua orquídea numa plaquinha. Também é legal lhe atribuir um código (alfanumérico ou numérico, de acordo com o gosto), para ajudar na identificação no caso de uma coleção de grande ou médio porte.

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Um grande desafio dos amantes de orquídeas é memorizar o nome ou espécie de suas plantas, ainda mais que quase todos estão em Latim ou coisa parecida, quase nunca elas apresentam nomes comuns ou populares. Entretanto isto se torna um maravilhoso exercício de memória.

Além disso, desenvolva o hábito de fazer a anotação da floração de cada uma das plantas. Caso ela não torne a florescer no mesmo período, no ano seguinte, pode ser um sinal de que algo está errado: a planta pode estar apresentando algum tipo de problema. Examine, então, as condições de luminosidade, irrigação, e ventilação.

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bromélia

No que concerne a habitat, as bromélias, costumam ser bastante específicas de maneira que têm preferência por regiões litorâneas ou montanhosas.

Podem ser terrestres, rupícolas (que se desenvolvem sobre pedras) ou epífitas (que utilizam outra planta como suporte para que possam obter luz e ventilação, mas sem comportamento parasita).

Uma das características mais predominantes das bromélias é o fato de que se mostram bastantes flexíveis no que diz respeito à adaptabilidade.

Podem crescer saudáveis tanto em ambientes com muita luminosidade como naqueles mais obscuros. Também resistem bem em regiões de temperaturas demasiadamente elevadas e quando cultivadas em solos pobres em nutrientes.

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Gêneros de Bromélias para cultivo
Por uma questão prática, devido a grande quantidade de espécies existentes, as bromélias foram divididas em grupos chamados de gêneros.

Existem mais de 50 grupos sendo que o critério para essa divisão diz respeito às exigências de cultivo e de nutrição que essas plantas fazem. Os gêneros apresentam necessidades de luz, substrato e regas distintos.

Consideram-se como os grupos mais comuns para cultivo: Nidularium, Aechmea, Dickia, Vriesea, Cryptanthus, Billbergia, Guzmania, Tillandsia e Neoregelia.

De maneira geral as bromélias podem ser cultivadas em vasos, porém, também é possível manter essas plantas sobre xaxins ou troncos. Plantas que pertencem ao grupo Tillandsias e cujas folhas apresentam tonalidade acinzentada não têm boa adaptação em vasos de maneira que preferem troncos.

Trata-se de uma planta versátil no que diz respeito a tipos de solo em que se adapta, podem ser drenados, não compactados e até mesmo um pouco ácidos.

Dicas práticas para plantar Bromélias
A seguir algumas dicas para realizar o plantio assertivo das bromélias.
*  Não se deve enterra demasiadamente as bromélias, a base das suas folhas deverá ficar acima do solo.

*  Cuidado ao usar um vaso muito grande, pois isso pode fazer com que haja umidade m excesso nas raízes.

* A planta deverá ser bem fixada, pois se ficar fazendo um movimento como que balançando poderá ter alguns danos no desenvolvimento de novas raízes. Se perceber que é necessário você poderá estaquear a planta até que suas raízes estejam devidamente desenvolvidas.

*  Para garantir uma boa drenagem é essencial que o vaso seja furado nas laterais ou no fundo. Acrescente ainda uma camada de pedregulhos ou cacos de telha.

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Regando suas Bromélias
Essas plantas gostam de ter suas raízes úmidas, mas é fundamental ter moderação, a dica é concentrar a rega somente nas folhas. Quando a temperatura estiver elevada é interessante borrifar água nas folhas, mas jamais na luz direta do sol.

As plantas que possuem folhas macias preferem ambientes mais úmidos do que aquele ideal para plantas de folhas rígidas.

Luminosidade
Boa parte das bromélias dá preferência para ambientes em que a luz é difusa. As espécies que tem folhas rígidas, que são espinhentas e estreitas costumam preferir mais luz inclusive sol pleno. Já as plantas que possuem folhas macias e de tonalidade verde tendem a gostar de ambientes de menor luminosidade.

As bromélias com tom avermelhado tendem a ficar desbotadas quando são mantidas em ambientes com menos luminosidade. Um indicativo de que as bromélias estão submetidas a pouca luminosidade é o escurecimento das suas folhas. Por outro lado se há luz em excesso as folhas tendem a ficar amareladas ou com manchas brancas (um tipo de queimadura).

Atenção a pragas e doenças
Bromélias embora sejam plantas com muita resistência não estão livres de serem atacadas por pragas, doenças e fungos assim como outras plantas. A questão mais relevante é o fato de que essas plantas tendem a ser muito sensíveis a ação de fungicidas e inseticidas uma vez que absorvem os agentes desses produtos em seu metabolismo.

Se o problema é o ataque de pulgões e cochonilhas a dica é diluir fumo em água e usar uma escova de dentes para remover as pragas.

O combate aos fungos pode ser feito a partir do uso de fungicidas elaborados a partir de sabão de coco previamente dissolvido em água, aplique com uma esponja. Jamais se deve usar fungicidas com base de cobre, pois esse ingrediente pode matar as bromélias.

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Floração das Bromélias
Ao longo de suas vidas, as bromélias, florescem apenas uma vez e após ter ocorrido a floração normalmente é desenvolvida uma brotação lateral que tem como função substituir a planta original que irá morrer. A maturidade e florescimento das bromélias acontecem em idades diferentes que podem ser desde meses até dezenas de anos.

Tem casos em que uma planta pode não florescer devido a falta de luz ou outro fator e em outros casos uma planta adulta pode florescer somente por passar por uma mudança ambiental brusca.

Os cientistas acreditam que as bromélias surgiram durante o período Cretáceo. Elas conseguiram se manter ao longo dos séculos por sua capacidade de adaptação e seus atrativos para animais dispersores (são plantas que produzem néctar e possuem flores bem coloridas) que ajudaram a propagar as espécies.

A formação da cadeia montanhosa dos Andes e da Floresta Amazônica foram preponderantes o fortalecimento das espécies de bromélias.

Nem todas as bromélias são epífitas, os estudiosos acreditam que esse comportamento se desenvolveu somente em algumas espécies do gênero que em algum momento da escala evolutiva se viram em locais com condições climáticas e geológicas bastantes restritas.

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Bromélias no vaso
Essas plantas são bastante apreciadas por seu aspecto ornamental, porém, além de sua beleza há algumas espécies que são reconhecidas como fonte de extração de compostos farmacológicos como, por exemplo, a Bromelia antiacantha conhecida popularmente como Caraguatá do Campo que é usada como base para a produção de xaropes para gripe, é encontrada no cerrado brasileiro.

Bromelia antiacantha

Também há algumas espécies que são produzidas com o objetivo de produzirem frutos como é o caso da Ananas comosus que dá origem ao abacaxi e a Bromelia karatas que é usada para a produção de fibras.

Ananas comosus

Bromelia karatas

As bromélias são mais do que espécies de plantas bonitas, elas podem dar origem a uma série de produtos e insumos.

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