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  • Archive for the ‘Orquídeas e Bromélias’ category

    Cattleya_guttata
    Normalmente as orquídeas florescem uma vez ao ano. Na época de floração pode-se colocar pequenas estacas para manter as flores em posição mais vistosa, evitando que toquem o solo e venham a apodrecer. Levando-as para dentro de um recinto fechado, como por exemplo para dentro de casa, elas em geral permanecem floridas por mais tempo.
    Uma boa atitude para monitorar a saúde de suas orquídeas é anotar a data em que esta floresceu, pois a ausência de floração neste perído pode indicar que há algo de errado com a planta.
    Orquídeas diferentes florescem em épocas diferentes. Portanto, quando possuímos diversas variedades podemos ter flores o ano todo.

    No Verão temos floração das espécies:
    C.  grânulos
    C. bicolor
    C. guttata

    No Outono temos:
    C. violácea
    C. luteola
    L. perrinii
    C. bowringiana

    Na Primavera temos:
    C. warneri
    L. purpurata
    C. gaskeliana

    Alguns tipos de orquídeas, se bem tratadas podem florescer até 4 vezes por ano.

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    phaleanopsis1

    Logo após a floração da sua Phalaenopsis, quando as flores murcham e secam por completo e são manualmente removidas, é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato.

    Mas se você fizer a poda da haste floral na altura do mesmo terceiro nó e colocar uma colher média de canela em pó em toda superfície do vaso, isto vai estimular o nascimento de uma nova planta que brotará na haste, na altura deste nó.

    Com o resto da haste que sobrar você faz o procedimento para obter mudas com a haste floral.

    Em alguns meses, logo que a planta estiver com quatro folhas de cerca de quatro centímetros cada e emanando duas ou três raízes de até 3 cm, faça o corte da nova muda pela haste, um pouco abaixo e replante a nova muda em outro vaso menor. Lembre-se de que as plantas jovens precisam de maior umidade, por isso, fique atento a rega até que as plantas se desenvolvam.

    Com a haste floral
    Material:

    - Hastes florais
    - Bandeja com tampa
    - Esfagno
    - 1 comprimido de Vitamina B. (compra-se  em farmácia)
    - Adubo de Crescimento (Maior proporção de Nitrogénio) o mais usa é peters
    - Água Sanitária
    - Água mineral
    - Bandeja (Garrafa pet, tesoura, fita adesiva).

    Modo de Fazer:
    1 – Após a floração da phalaenopsis, corte a haste floral em pequenos toquinhos deixando uma gema de crescimento em cada um deles. Essa gema fica exatamente no nó de cada trecho da haste.

    2 – Deixe as hastes em local seco por uns dois ou três dias para cicatrizar o local do corte.

    3 – Com a unha, retire delicadamente a capinha que recobre a gema.

    4 – Com uma solução de água sanitária (10%) e água mineral, esterilize o esfagno e a bandeja, deixando-os de molho por cinco minutos. Depois enxágüe bem em água corrente.

    5 – Dissolva o comprimido de Vitamina B e um pouco de adubo peters de crescimento em 750ml de água fervida e esprema sobre o esfagno levemente. Depois coloque uma camada de dois centímetros de musgo e disponha os toquinhos da haste com a gema voltada para cima.

    6 – Tape a bandeja deixando-a em um local fresco com 50% de iluminação. Pode ser dentro do orquidário.

    7 – Espere que as mudinhas desenvolvam as raízes suficientes para serem transferidas para um vaso definitivo.

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    Bifrenaria_harrisoniae

    A Bifrenaria harrisoniae é uma espécie de orquídea muito exótica e robusta, com pseudobulbos de cerca de 9,0 cm de comprimento. Os pseudobulbos, com cerca de 9,0 cm de comprimento, possuem coloração variando do marrom-esverdeado até o amarelo, quando a planta está em pleno sol. Suas folhas são elípticas e plissadas, de cor verde escuro e podem chegar a 25 cm de altura e 12 cm de largura.
    As flores são grandes e cerosas, com cerca de 7 cm. Duram entre 15 e 20 dias quando protegidas, são perfumadas e com grande variação em cores. A haste floral de plantas bem formadas possui duas a três flores.
    Se encontra no seu estado natural, nas regiões costeiras do Brasil, em zonas de baixa altitude. Deste modo, deve cultivar-se em ambientes temperados, com regas frequentes no Verão e redução quase total das regas durante o Inverno.

    É bastante resistente ao sol e condições climáticas rigorosas nas regiões onde ocorre.  È uma espécie muito decorativas.
    Pode ser considerada uma espécie de fácil cultivo tem, apesar de tudo, algumas particularidades: estranha o reenvasamento e ou as mudanças de local/ambiente, demorando a voltar a florir.
    Pode ser plantada em vasos rasos de barro, com brita grossa. Um pouco de casca de Pinus (pedaços de cerca de 2 cm) pode ser misturada à brita na proporção de 2:1 (duas partes de brita para uma parte de casca). Opcionalmente, pequenos pedaços de carvão podem ser adicionados à mistura brita/Pinus.

    Evitar uso de vasos plásticos e também de vasos grandes em relação à planta. Cestos de madeira ou “cachepots” também são excelentes, pois proporcionam alta aeração e secagem rápida.
    Essa plantas também pode ser cultivada diretamente em casca de madeira inclinada (exemplo: casca de peroba) ou ainda em cerne rugoso de madeira.
    Deve ser cultivada em regiões de clima intermediário ou frio. A planta gosta de muita luz (acima do padrão para Cattleya) e muita aeração.

    O risco de ataque de fungos é alto caso a planta não tenha substrato bem drenado e arejado, alem de boa ventilação e luminosidade no orquidário.  Nestas condições as folhas são facilmente manchadas por fungos ou pode ainda ocorrer apodrecimento de pseudobulbos e raízes.

    As regas e a adubação devem ser intensificadas no período do Verão e reduzidas no Inverno.
    Utilizar adubo de boa qualidade e solúvel em água, com aplicação semanal ou quinzenal. Substrato e planta devem ser molhados.

    No plantio em brita, a adubação química regular pode ser complementada com a adição periódica de um pouco de adubo orgânico (exemplo: torta de mamona) rente à borda do vaso. Neste caso recomendamos a utilização somente no período de crescimento da planta.  A ausência de decomposição da brita permite a utilização de adubos orgânicos com menor possibilidade de ataques de fungos.

    Para quem cultiva sob cobertura plástica, é importante uma rega abundante para “lavagem” do substrato a cada 15 dias, e cuja função é a remoção de excesso dos sais da adubação química.
    Infelizmente no Brasil não há muitas plantas em cultivo devido principalmente a exigência de clima mais ameno.

    cachoei

    catleyas

    As indicações abaixo se referem ao hemisferio sul, ou seja:
    Verão: 21/12 a 20/03
    Outono: 21/03 a 20/06
    Inverno: 21/06 a 20/09
    Primavera: 21/09 a 20/12

    Devido às mudanças climáticas que a terra vem sofrendo, as plantas podem apresentar uma floração antecipada ou mesmo atrasada em relação à época prevista.
    Devemos também estar atentos ao fato de que, quando uma planta é transferida de um hemisfério para outro, pode levar anos para se adaptar ao novo ambiente e durante este período pode florescer fora de época ou mesmo não florescer. É também comum uma antecipação ou um atraso de 15 dias em relação à estação ou ao mês previsto.
    Algumas espécies podem florescer em qualquer época do ano e ter seu pico de floração em determinado mês ou estação (Bollea violacea, Dendrobium victoria-reginae). Neste caso, estas espécies podem também figurar neste período de floração mais intensa.
    Outras podem florir em qualquer época, mas não quer dizer que florescem ininterruptamente durante o ano todo.

    Algumas podem florescer durante o ano todo como Arundina, Epidendrum ibaguense; outras podem florescer em qualquer período, mas apenas uma vez como Broughtonia sanguinea e híbridos de Cattleya), alguns hìbridos da Blc Goldenzelle e Blc Chunyeah têm florido duas vezes ao ano; duas vezes como Epidendrum, Maxillaria, Oncidium flexuosum ou até três vezes no ano, como Vandaceous.

    Naturalmente, o sucesso desta floração vai depender muito das condições de cultivo, pois é preciso que o clima seja favorável, com uma adubação adequada.
    Além disto, hoje em dia, os grandes produtores possuem mecanismos que lhes possibilitam de fazer uma orquídea florir, completamente fora de época com a alteração da luminosidade e da temperatura dentro das estufas. Por esta razão, encontramos híbridos de Phalaenopsis e Dendrobium (sobretudo nobile) florindo em qualquer época do ano.

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    Na foto nota-se o resultado do uso excessivo de fertilizante, ou seja, danos à planta, que nesse caso é a queima das folhas.

    O excesso de adubos químicos é bastante perigoso, pois pode gerar excesso de sais no substrato, causando as chamadas “queimaduras” nas plantas.
    Por esse motivo, adubos orgânicos podem ser mais seguros aos iniciantes. Caso encontre à venda misturas de adubos minerais especialmente formulados para orquídeas, pode utilizá-las sem medo, desde que na quantidade estipulada na embalagem.

    Para evitar o acúmulo de sais no substrato, recomenda-se “lavar” o substrato, passando-se uma grande quantidade de água pelo mesmo cerca de uma vez por mês, retirando o excesso de sais.
    Se forem utilizar adubos químicos, utilize adubos solúveis em água. Evite ao máximo aplicar adubos minerais granulados diretamente no substrato, pois há grande risco de gerar queimaduras nas raízes. Os adubos solúveis são aplicados na junto à rega, dissolvidos na água. Aplique de preferência no fim da tarde.

    Adubos químicos podem ser aplicados a cada 15 dias, nas quantidades estabelecidas nas embalagens. Nunca aplique mais do que o recomendado, pois isso poderá levar a planta à morte.

    Adubos orgânicos fornecem nutrientes de forma parcelada e lenta, não podendo ser dissolvidos na água. A planta só absorverá os nutrientes quando a matéria orgânica se decompuser e liberar os nutrientes na forma mineral para as raízes da planta. Sendo assim, ele fornecerá os nutrientes por mais tempo que os adubos minerais.

    Apesar de mais seguros, devemos evitar também o excesso de adubos orgânicos, pois sua decomposição gera ácidos, que podem quando em excesso prejudicam a raiz da planta. Entretanto, o uso exclusivo de adubos orgânicos praticamente elimina a possibilidade de salinização do substrato.

    Importante!!!
    Seguir as recomendações do rótulo é fundamental!
    Não deixe de adubar, não tenha receio, toda orquídea precisa de nutrientes que são fornecidos em adubos, mas siga sempre a recomendação de cada fabricante.

    Minha dica para quem tem dúvidas é:
    Faça a medida de adubo indicada, mas dobre a quantidade de água indicada para a diluição. Desta forma pode-se aplicar uma vez na semana, ao invés de a cada 15 dias.
    Ou seja, se o indicado é adubação quinzenal feita com uma colher de sobremesa de adubo para 1 litro de água, você deverá usar 1 colher de sobremesa para 2 litros de água, e aplicar 1 vez por semana.

    Orquídea gosta de regularidade. Não adianta adubar hoje, daqui a quinze dias, depois que passarem 30 dias você lembrar de adubar novamente.
    Se for optar por semanal, aplique toda a semana.
    Se for optar por quinzenal, conte no calendário e siga o intervalo.

    Ela precisa de um pouquinho de adubo sempre e não muito adubo de vez ou outra.

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    Dendróbio olho-de-boneca

    Dentre as mais de 25 mil espécies de orquídeas existentes no mundo – oriundas da natureza ou fruto dos inúmeros hibridismos feitos ao redor do globo – , existem algumas que são mais apreciadas tanto por sua beleza quanto pela facilidade de cultivo. Um bom exemplo é o dendróbio olho-de-boneca, ou dendróbio-falenopsis (Dendrobium phalaenopsis), híbrido entre duas espécies distintas porém epífitas.

    O dendróbio olho-de-boneca possui pseudobulbos parecidos com o gênero Dendrobium e flores semelhantes ao gênero Phalaenopsis. Ambos vêm da Ásia e Austrália e o híbrido deles é bem sucedido entre os criadores de orquídeas amadores e profissionais.

    As flores do dendróbio olho-de-boneca nascem ao longo dos pseudobulbos, que se assemelham à cana-de-açúcar, formando pequenos maciços nos pequenos talos. Os tons variam entre o branco e o róseo e suas diversas matizes e a duração média de cada flor é de 30 dias.

    Esta orquídea aprecia muita luz, mas por ter origem epífita é capaz de florescer em ambientes pouco iluminados, o que não significa que quem cuida do dendróbio olho-de-boneca deve deixá-lo eternamente na escuridão de uma sala. O dendróbio deve ser mantido sob temperaturas tropicais, inclusive à noite, onde tolera sem danos temperaturas até 15º C. Muita atenção à rega desta orquídea: durante a floração a água deve ser dada em boa quantidade, quando a terra estiver seca e sem encharcá-la – as flores costumam abrir entre o fim da Primavera e o início do Verão.
    Após o fim da floração a quantidade de água deve ser diminuída, limitando-se a borrifos parcimoniosos até que os novos brotos nasçam.
    Para que as delicadas raízes epífitas não sofram, os substratos ideais são os tradicionais entre os “orquidófilos”: carvão vegetal, fibta de coco e cascas de árvores como o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia). Para alimentar o dendróbio olho-de-boneca, adube durante o crescimento com NPK 10-10-10 um vez por semana durante três semanas pelo menos.

    No início da Primavera, reforce a quantidade de fósforo para floradas mais intensas – o traço recomendado é o 4-14-8.
    O dendróbio tem um ciclo de vida perene e nos presenteará com sua beleza por anos. Por isso recomenda-se o replantio da orquídea a cada dois ou três anos, principalmente por conta do crescimento rizomatoso e da decomposição natural do substrato

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    A Aechmea

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    A Aechmea é uma das bromélias mais comercializada, e é normalmente vendida em vasos. Suas folhas são rígidas, com estrias verticais, espinhos nas bordas e apresenta escamas esbranquiçadas, principalmente quando a planta é jovem. A inflorescência, muito durável, também é rígida, formada por brácteas cor-de-rosa, cheias de espinhos nas bordas, e flores roxas delicadas.
    Seus frutos são pequenos e arredondados. A floração ocorre quando a planta está madura e recebeu iluminação e nutrientes suficientes. Após a floração a planta emite brotações laterais e morre. É uma planta muita indicada para decorações de interiores durante a floração, após este período deve ser levada ao jardim para locais semi-sombreados, frescos e úmidos.
    Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de côco, areia, entre outros materiais, sempre à meia-sombra, irrigadas regularmente. Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe. Profissionalmente pode ser multiplicada por sementes e meristema.

    A Aechmea é um dos maiores gêneros da família das bromeliáceas. Grande parte tem hábitos de plantas epífitas – vivem em árvores, sem serem parasitas. Originária das florestas úmidas da América do Sul, a planta possui grandes folhas dispostas em forma de roseta e consistência resistente. Cada folha constitui uma espécie de calha que capta e conduz a água para um copo central. Esse reservatório precisa estar sempre cheio, se possível, com água de chuva. As plantas adultas lançam um longo pendão florido, uma única vez, e morrem. Antes disso, porém, produzem vários rebentos, garantindo a reprodução da espécie.

    Primavera e verão
    Seu plantio deve ser feito no final da Primavera, em uma mistura de composto orgânico e um pouco de areia, firmando-a bem. Coloque-a onde possa receber bastante luz, sem sol direto e a uma temperatura acima de 15°C. Mantenha-a sempre úmida, mas tome cuidado para não encharcar a terra. Periodicamente, troque a água do reservatório para que não fique estagnada. Empregue adubo líquido – diluído em água – na camada de terra, a cada quinze dias.

    Outono e inverno
    A Aechmea necessita de umidade mesmo no Inverno. Por volta de Agosto, em geral, a flor começa a murchar. Corte-a com cuidado, bem na base. Você logo notará o aparecimento dos rebentos ao redor do corpo da planta. Eles crescem rapidamente, ao mesmo tempo que a planta-mãe começa a murchar e morre. Assim que os brotos estejam bem encorpados, corte a planta-mãe logo acima da camada de terra e jogue-a fora. Os filhotes podem ficar no vaso ou ser replantados. Dentro de doze a dezoito meses, florescerão.

    Propagação por sementes
    As sementes de bromélia devem germinar em uma mistura de duas partes de composto orgânico e uma de areia. Mantenha a sementeira coberta com plástico transparente, a uma temperatura de 20 a 26°C, em local sombreado. Umedeça a mistura constantemente. Quando as mudas estiverem fortes, plante-as em vasos individuais. Nascidas de sementes, as plantas levarão cerca de cinco anos para florir. Os rebentos podem ser transplantados em qualquer época do ano, desde que você utilize um composto orgânico de boa qualidade.

    Problemas e Soluções
    O ar seco descolore as folhas. No calor, mantenha a umidade da planta, colocando-a sobre um prato com seixos e água. Nos dias mais quentes, pulverize água nas folhas, além de regar a planta. As correntes de ar e o tempo muito frio (menos de 13°C) também danificam as folhas. Transfira a planta para um local com temperatura mais elevada e ela sobreviverá.

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    bromélia

    As bromélias são plantas típicas de florestas tropicais. A família das bromeliáceas tem mais de 2.800 espécies e flores de cores variadas, como vermelho, rosa, laranja, amarelo e branco.

    Para cultivá-las em vasos, siga estes passos.
    - Nunca toque nas flores de uma bromélia, porque elas são muito sensíveis. Para transportar uma bromélia, acomode-a em uma posição firme e proteja as laterais até acima do fim da planta.

    - Retire o envoltório usado para proteger a planta, tomando cuidado para não dobrar as folhas.

    - Este tipo de planta precisa de uma temperatura ambiente entre 16º C e 24º C.

    - Coloque o vaso em um lugar bem luminoso, mas onde não bata sol.

    - Regue a bromélia pelo menos uma vez por semana. Jogue a água no copo das folhas e um pouco na terra do vaso.

    - Após a floração, você notará o surgimento de pequenos brotos junto à base da planta. Deixe que eles cresçam até alcançarem a metade do tamanho da planta mãe.

    - Quando tiverem raiz, separe as bromélias novas e passe-as para outro vaso. Utilize húmus como substrato para elas.

    As bromélias podem florescer em qualquer época do ano. Não é necessário usar fertilizante para cultivá-las.

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    As raízes das orquídeas são bem estranhas e às vezes podem perturbar um amante de plantas.
    Com umas formas que mais fazem lembrar umas pernas de aranha e de uma cor esverdeada quando geralmente as raízes das plantas são brancas (sem cor), e com a mania de saírem dos vasos.

    Não podemos esquecer que as orquídeas são na grande maioria epífitas, vivem nas árvores. É portanto, natural que as raízes saem dos vasos, para realizarem a sua função principal. Servem de depósitos de nutrientes e água e ajudam as plantas a reterem e acumularem de material nutritivo que se deposita em suas bases.
    Em alguns casos são também órgãos clorofilados capazes de realizarem fotossíntese durante os períodos em que as plantas perdem as folhas. Variam em espessura, de muito finas a extremamente grossas. A estrutura das raízes diferencia-se muito entre as orquídeas, conforme a maneira e local onde crescem.

    É até muito bom sinal quando vemos a nossa orquídea desenvolver raízes fora dos vasos, indica que se encontra de boa saúde.

    As espécies epífitas geralmente apresentam robustas raízes, cilíndricas enquanto aéreas, as quais assumem formato achatado após aderirem ao substrato. Em regra são recobertas por espessa superfície esponjosa e porosa denominada velame, tecido altamente especializado na absorção de água ou umidade do ar.

    As espécies terrestres normalmente encontram-se espessadas em pequenas ou grandes estruturas parecidas com tubérculos de esféricos a longamente cilíndricos que servem de reserva de nutrientes e água e substituem os pseudobulbos presentes nas espécies epífitas. Ocasionalmente estes tubérculos separam-se da planta principal originando novas plantas.

    A durabilidade das raízes varia em função dos fatores ambientais e geralmente é inferior à duração dos caules. Novas raízes costumam brotar durante ou no final do período de crescimento vegetativo da planta

    Apesar de geralmente não ser a fonte principal de nutrientes das orquídeas, estas geralmente valem-se da associação com um fungo chamado Micorriza que se aloja nas células exteriores do velame de suas raízes e excreta diversos nutrientes então diretamente absorvidos por suas raízes.

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    rodiguisia lanceolata
    Origem:
    América do Sul
    Características: Planta que gosta de suas raízes aéreas, cultivo relativamente fácil, evitando o frio, pois é uma planta nativa do Norte, chega a ter até 3 hastes florais em único bulbo.
    Clima: Subtropical – Com um mês no mínimo e no máximo oito em que a média térmica é inferior a 20°C.
    Habitat: É uma planta epífita, vive sobre árvores, se cultivam muito bem em vasos.
    Luminosidade: 50% sombreamento
    Planta/Tamanho: até 20 cm.
    Flor/Tamanho: até 2 cm.
    Floração: Indeterminado
    Cor: Vermelho
    Haste Floral: Cacho, Multifloral
    Perfume: Não
    Duração da floração: Até 20 dias.
    Substrato: Fibra de coco, Sphagnum, Substrato Misto (Fibra de coco, pínus e carvão)
    Umidade/Regas: Relativa – Plantas com necessidades de maior umidade ambiente e substrato levemente úmido.
    Cultivo: Pouca experiência
    Podem ser cultivadas em vasos de barro, Caixatas de madeira, Cascas de peroba ou placa de madeira, Pote de plástico.

    O gênero Rodriguezia compreende cerca de 40 espécies distribuídas por toda a América tropical. Caracteriza-se por pseudobulbos uni ou bifoliados. A inflorescência sai da axila das folhas brácteas idênticas àquelas do ápice do pseudobulbo, formando uma bainha em “V” na sua base. Todas as espécies são epífitas vegetando em árvores de galhos finos ou cipós nas florestas úmidas e ambientes sombreados, do nível do mar até 1.500 m de altitude.

    Como dicas de cultivo geral das espécies, adaptam-se bem em árvores com galhos finos como laranjeiras e pés de goiaba (aplicável também para a orquídea Ionopsis utricularioides).
    No cultivo doméstico, sugere-se telado de sombreamento 70%, regas abundantes durante períodos secos, plantando-as preferencialmente em galhos de cafeeiro ou placas de madeira cortadas mais estreitas dispostas em vasos de garrafa pet, sabugos de milho ou mesmo em caixetas de madeira, guarnecidas com pedaços de coco seco desalinizado. A espécie Rodriguezia lanceolata Ruiz e & Pavón é encontrada no Panamá, Venezuela e Bolívia, alcançando o Brasil e Guianas.

    Existe controvérsia entre estudiosos botânicos sobre sua similaridade com a Rodriguezia secunda, onde seriam sinônimas ou espécies diferentes. Pseudobulbos ovóides comprimidos, apresentam profusão de raízes finas e compridas, com uma folha flexível medindo de 10 a 25 cm , estreita e lanceolada. Inflorescência brotando com um ou mais cachos para cada pseudobulbo com brácteas idênticas a folha principal, arqueados variando de 10 a 30 cm de comprimento e bonitas flores sequenciadas com média de 2,5cm de diâmetro, da cor rosa ao vermelho , mais carregado para o vermelho, base do labelo com pequena mácula branca e/ou amarelada. Conforme o ângulo de observação suas flores parecem translúcidas, brilhantes. Sua floração pode ocorrer em diferentes épocas e mais de uma vez ao ano – acentuando-se na primavera; diminuir as regas nesse período. Observados esses princípios básicos; propiciando boa ventilação e luminosidade indireta à planta, é considerada de fácil cultivo.

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