Nutrientes - PlantaSonya - O seu blog sobre cultivo de plantas e flores
Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Nutrientes’

folhas amareladas

A clorose é sintoma comum de planta doente – as folhas ficam amareladas – mas, cada tipo de amarelado tem um motivo.

Aprenda aqui como entender porque suas plantas ficaram amarelas e dê a elas o que precisam para resolver o problema. Pode ser que falte ou haja excesso de água, faltem de nutrientes fundamentais, seja por ataques de bichos (pragas como pulgões, cochonilhas, lagartas) ou doenças bacterianas e virais.

Ocorre clorose acontece quando há pouca clorofila nas folhas da planta, ou esta se degradou. E a deficiência de clorofila ocorre quanto a fotossíntese, por algum motivo, é deficiente. Isso significa doença para a planta, pois a fotossíntese é, nada mais, nada menos, que o jeito que a planta tem de transformar alimento em energia.

Então, se a planta está doente, não conseguindo se alimentar bem nem obtendo energia, ela irá morrer se você não resolver o problema.

falta de nutrientes

As deficiências mais comuns e a forma de resolvê-las
1) Deficiência de nutrientes
As plantas precisam de 13 minerais essenciais e, se estes não estão disponíveis no solo, elas padecerão a não ser que você os ofereça. Os principais são N – nitrogênio, P – fósforo e K – potássio, que você oferece com a introdução de composto orgânico bem curtido ou em produtos líquidos ou granulados, existentes no mercado.

Seguem em importância o Ca – cálcio, Mg – magnésio e S – enxofre, também existentes no composto orgânico e na cal para calagem (se faz 3 meses antes do plantio).

Os outros elementos são necessários em pequenas quantidades – B – boro, Cu – cobre, Fe – ferro, Cl- cloro, Mn – manganês, Mo – molibdénio e Z – zinco – que podem estar em aparas de relva, folhas de árvore e outras matérias orgânicas, portanto, no composto bem curtido.

Faça uma análise de solos para detectar a falta ou, se não puder fazer, adube seu solo de forma mais completa e observe.

Dê uma conferida no infográfico para determinar que tipo de clorose é que está ocorrendo com suas plantas.

atacada por doenças bacterianas

2) Insetos, fungos e doenças bacterianas ou virais
As manchas são localizadas em algumas folhas ou partes da planta, as folhas podem ter pequenos furinhos, ou estarem carcomidas nas bordas, ou só nos veios, ou você pode encontrar manchas pelos caules, ou embaixo das folhas, ou ajuntamento de bichinhos, colônias, ou manchas escuras oleosas, por exemplo.

Há uma infinidade de sintomas visuais para as doenças fitossanitárias mas, você poderá ter bons resultados com algumas ações práticas, mesmo que não saiba qual doença é.

Use repelentes orgânicos, troque a terra do vaso, adube melhor, faça rotação de culturas e mantenha a terra com umidade controlada (o excesso de umidade ou a falta de luz podem aumentar a quantidade de fungos e outros patógenos), arranque as folhas estragadas, não deixe qualquer resto vegetal doente no vaso ou no pé da planta.

E caso toda a planta esteja doente, jogue tudo fora, terra e restos, bem longe. Dependendo da causa, do patógeno, é viável jogar os restos na sua composteira orgânica.

irrigação

3) Irrigação e insolação
As plantas precisam de quantidades diferenciadas de luz e água, respeite as idiossincrasias de cada espécie e cuide para que sempre ocorra uma boa drenagem em seus vasos e jardim. Então, experimente mudar o vaso de lugar – se está na sombra, leve-o para o sol, se está ao vento, ponha-o em lugar mais protegido.

Observe a terra dos vasos, se está socada, troque e melhore a drenagem do fundo, com pedrisco, areia, e ponha bolinhas de argila ou lascas de madeira, na superfície, para preservas a umidade.

casinhanolago

nutientes

Macronutrientes e micronutrientes são importantes para o desenvolvimento das plantas

Os nutrientes que as plantas necessitam em maior quantidade são chamados de macronutrientes: nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S). Os micronutrientes, também importantes, mas necessários em muito menor quantidade, são: manganês (Mn), zinco (Zn), cobre (Cu), ferro (Fe), molibdênio (Mo), boro (B) e cloro (Cl).

Agregados nos adubos, o nitrogênio, o fósforo e o potássio são chamados de NPK. Conforme as necessidades fisiológicas das culturas, há formulações específicas. Deste modo, existe o NPK 4-14-8, que fornece 4% de nitrogênio, 14% de fósforo e 8% de potássio; ou o 10-10-10, que fornece 10% de nitrogênio, 10% de fósforo e 10% de potássio; entre outras.

Os adubos podem ser químicos e orgânicos. Os químicos apresentam em sua formulação uma exata proporção dos elementos fornecidos e têm como característica principal a rápida oferta dos nutrientes para a planta. Os adubos orgânicos, comumente chamados de esterco, apresentam quantidades variáveis de elementos químicos. Aqui, mais devagar, tornam-se disponíveis para as plantas.

Do nitrogênio nenhuma planta prescinde. Sua carência manifesta-se, inicialmente, em tons amarelados nas folhas e crescimento reduzido. Gramados dependem e muito deste nutriente.

O fósforo atua na multiplicação celular. Influi na floração, formação e maturação dos frutos. O sintoma de sua deficiência aparece nas folhas mais velhas: ficam com coloração verde azulado. São recomendadas maiores doses de fósforo para plantas ornamentais com sua generosa floração.

nutrientes para as plantas

Não menos importante para a vida e o crescimento das plantas, o potássio é responsável pelo equilíbrio hídrico. Na sua escassez, reduz-se o crescimento, especialmente, das plantas frutíferas.

Pesquisas feitas na Universidade da Califórnia, afirmam que as plantas não só sentem estresses e agressões sofridas por predadores como também se lembram das agressões. E, além disso, são capazes de perceber e interpretar estímulos elétricos e químicos. Algumas delas até se comunicariam com as vizinhas, alertando-as da chegada de predadores.

Talvez por isto é que se diga que conversar com as plantas fazem-nas crescerem mais bonitas. Apesar das recentes descobertas sobre as plantas, parece ainda não haver estudos capazes de afirmar o quanto elas tiram proveito de cuidados próximos, de uma conversa e de uma música.

nutri.

Isso, contudo, não nos impede de “ouví-las”. Por meio de suas folhas, frutos e caules, são vários os sinais que emitem, indicando suas necessidades nutricionais. Ao se perceber quais são esses sinais, há chances de entender o que elas estão a pedir. Não deixa de ser uma forma de comunicação.

Para que se tenham plantas bonitas, com flores e farto em frutos, que se saiba do momento climático próprio para a adubação e em qual estágio fisiológico ela se encontra. E qual é o adubo certo para cada momento. Neste caso, não devemos esperar que ela mesma nos diga.

folhas

Cactos
As plantas são seres vivos como nós e para viverem saudáveis necessitam de alimentos que são a água e os nutrientes fornecidos através do solo. O solo não é apenas depósito de substâncias alimentícias e indispensável ponto de fixação para a maior parte das plantas. Funciona quase como um organismo vivo.

Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se um meio simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na alimentação, ou seja, adubação. É necessário, porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, só que a planta não manifesta os sinais de fome (manifestação visível na planta da deficiência nutricional).

Como identificar os sintomas de fome e/ou excesso:
1 –
Plantas fracas; folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas; folhas menores devido ao menor número de células; amarelamento e posterior queda das folhas traseiras.
Elemento deficiente: Nitrogênio (N)

2 – Plantas pouco desenvolvidas; folhas cor verde azulado; às vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, à princípio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas; atraso no florescimento; número reduzido de flores.
Elemento deficiente: Fósforo (P)

3 – Clorose e depois necrose (cor de ferrugem ou marrom quase negro) das margens e pontas das folhas, inicialmente nas folhas mais velhas; deficiência de ferro induzida (obs.: excesso de K induz à deficiência de Mg).
Elemento deficiente: Potássio (K)

4 – Deformação nas folhas novas, resultado do crescimento não uniforme da folha e às vezes com um gancho na ponta (a ponta da folha deixa de crescer); raízes pouco desenvolvidas; manchas pardo-amarelas entre as nervuras que às vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem; morte das gemas em desenvolvimento; manchas necróticas internervais; cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa.
Elemento deficiente: Cálcio (Ca)

5 – Clorose das folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas; clorose internerval (só as nervuras ficam verdes, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento); encurvamento das margens das folhas; desfolhamento.
Elemento deficiente: Magnésio (Mg)

6 – As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo); necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento; enrolamento das margens das folhas; internódios curtos.
Elemento deficiente: Enxofre (S)

7 – Folhas pequenas com clorose internerval ou sem clorose, podendo apresentar deformações; folhas mais grossas que o normal e quebradiças, com nervuras suberificadas e salientes, às vezes com tons vermelhos ou roxos; morte do meristema apical da gema em desenvolvimento; raízes com pontas engrossadas e depois necróticas e ramificadas; pode ocorrer ausência de florescimento (obs.: excesso de boro pode ocasionar a queima das margens das folhas, onde há acúmulo desse nutriente.
Elemento deficiente: Boro (Bo)

8 – Folhas estreitas e quebradiças; folhas verde escuras inicialmente que tornam-se cloróticas nas pontas e margens. O excesso de cobre induz à deficiência de Fe; folhas com manchas aquosas, que se tornam necróticas; morte precoce das folhas; diminuição no crescimento; cessação do crescimento radicular e radículas enegrecidas.
Elemento deficiente: Cobre (Cu)

9 – As folhas mais novas mostram-se amareladas (clorose) e as nervuras apresentam-se com a cor verde escura o qual corresponde à distribuição do Fe no tecido. Obs.: o excesso de Fe causa manchas necróticas nas folhas.
Elemento deficiente: Ferro (Fe)

10 – As folhas mais novas mostram-se amareladas; as nervuras e uma estreita faixa de tecido ao longo delas permanecem verdes, ficando com aspecto de serem nervuras mais grossas; manchas pequenas e necróticas nas folhas; formas anormais das folhas. Obs.: excesso de Mn, a princípio, induz à deficiência de Fe.
Elemento deficiente: Manganês (Mn)

11 – Clorose malhada geral, manchas amarelo-esverdeadas ou laranja brilhantes em folhas mais velhas e depois necrose (manchas relacionadas à distribuição do Mo); ausência de florescimento.
Elemento deficiente: Molibdênio (Mo)

12 – Folhas novas pequenas, estreitas e alongadas; encurtamento dos internódios; folhas com manchas amareladas e retorcidas. (Obs.: excesso de zinco induz à carência de Fe).
Elemento deficiente: Zinco (Zn)

13 – Excesso do elemento químico causa uma diminuição no crescimento das raízes; raízes engrossadas e pouco ramificadas.
Elemento deficiente: Alumínio (Al)

rosas balançando

amor-perfeito-1

Nitrogênio
O Nitrogênio é o macro elemento iônico que mais interesse tem na adubação foliar. Ele representa de 2 a 6 % de matéria seca das plantas. O nitrogênio é considerado alimento de massa, isto é, o elemento químico que as plantas geralmente necessitam em maior quantidade principalmente na fase ativa de crescimento; é um estimulante e fonte de vigor.Uma dose correta de nitrogênio aumenta o crescimento, com a produção de muitas folhas grossas que apresentam cor verde escura, pela abundância de clorofila. Essa boa vegetação aumenta a atividade assimiladora. O nitrogênio, que pode ser considerado uma das bases químicas da vida, faz parte integrante das proteínas, dos seus amino-ácidos e albuminóides, da clorofila, das enzimas, sendo também responsável pela formação das defesas vegetais contra as pragas e pela formação dos anticorpos, assunto ainda bastante controverso.

Em certas circunstâncias, quantidades excessivas de nitrogênio podem prologar o período de crescimento, produzindo uma vegetação luxuriante, retardando a maturidade, tornando os tecidos moles, sem resistências às pragas e doenças, especialmente quando o suprimento dos demais elementos não é adequado.
A sua falta produz vegetação fraca, órgão vegetativos reduzidos, folhas de coloração verde amarelada, etc.
O nitrogênio pode ser absorvido na forma nítrica (NO3), amoniacal (HN4) e orgânica. Como exemplo: o nitrato de cálcio, o sulfato de amônio e a uréia. A ação do nitrogênio é fundamental à vida do vegetal, sua falta paralisa o crescimento e as plantas apresentam uma tendência de florir e frutificar, numa tentativa de sobrevivência, dando flores e frutos pequenos e se tornando raquíticas com folhas descoradas ou verde-azuladas.

As três formas de nitrogênio, que os adubos foliares de boa qualidade oferecem, têm por base o fato das plantas, nas duas diversas fases de crescimento, preferirem uma a outra forma. As plantas jovens parecem absorver especialmente o nitrogênio nítrico.
O nitrogênio tem grande mobilidade; quando as raízes são incapazes de absorver as quantidade exigidas de nitrogênio, os compostos nitrogenados das partes velhas são autolizados e transportados para as regiões novas de crescimento. O mesmo ocorre quando a planta começa um novo crescimento e tira os compostos nitrogenados das folhas mais velhas para gantir o crescimento. Daí não ser recomendado, para o embelezamento das plantas, cortar as folhas amareladas e sim deixá-las cair naturalmente.
Na prática, os adubos foliares apresentam o nitrogênio nítrico na forma de nitrato de potássio; o nitrogênio amoniacal, como fosfato de amônio e o nitrogênio orgânico, como uréia, que pela ação dos microorganismos se transforma em nitrato.

Fósforo
É outro macro elemento aniônico básico da vida vegetal, agindo associado ao nitrogênio, e sendo ao contrário deste, que prolonga a vegetação, o grande fator de precocidade e qualidade, sendo absorvido na forma de fosfato. Representa menos de 1% na matéria seca.
Sua atividade principal está relacionada com a floração, a frutificação, o desenvolvimento das raízes e a maturação dos órgãos vegetativos. Está presente no ácido nucléico e nos fosfolipídios.
Além de suas atividades básicas, o fósforo coordena a respiração, a divisão celular, a formação das proteínas e do amido. O composto tri-fosfato de adenosina é o principal armazenador de energia, que será mais tarde transferida para os processos orgânicos.

É facilmente redistribuído de um órgão para o outro, indo das folhas velhas para as novas, para os frutos e sementes.
As plantas bem supridas de fósforo são altamente resistentes às doenças.
Sua falta ou deficiência, que pode ser expressa por uma cor avermelhada das folhas, resulta num crescimento lento com sérios prejuízos para a floração, a frutificação e a formação de raízes, o que inibe o crescimento vegetal. Os adubos foliares trazem o fósforo como fosfatos de amônio e de potássio, que também são fontes de nitrogênio amoniacal e de potássio.”

Potássio
Curioso papel representa este macro elemento catiônico na vida vegetal. Apesar de não entrar nos constituintes químicos dos vegetais, sua presença na seiva é indispensável, especialmente para a adubação nitrogenada, para a formação dos hidratos de carbono e sua translocação, regulando a atividade dos outros nutrientes. Ativa as enzimas e promove o crescimento dos tecidos meristemáticos. Pouco se sabe sobre sua ação, que parece ser catalítica. As doses de nitrogênio e potássio tem estreita relação e para boa utilização pelas plantas devem ser variadas simultaneamente.
Quando o teor de potássio aumenta na seiva, há uma economia de água nos tecidos, pois esse elemento, regulando o fechamento dos estômatos, diminui a transpiração, garantindo maior resistência à secura e às geadas, aumentando a resistência às doenças.
Como o fósforo, também favorece a formação das raízes, a formação do amido e o amadurecimento dos frutos. Torna os tecidos mais rígidos e menos quebradiços.

Alterações no amadurecimento dos frutos, folhas amareladas e ressecadas, diminuindo a fotossíntese e reduzindo os hidratos de carbono, podem indicar falta deste elemento.
Esse macro elemento que as plantas necessitam em quantidades elevadas é absorvido na forma de potássio iônico e, quando no interior das plantas, é facilmente translocável, acumulando-se especialmente nas partes novas.
Nos adubos foliares o potássio entra na forma de nitrato de potássio e de fosfato de potássio, que também são fontes de nitrogênio nítrico e de fosfato respectivamente.

Cálcio
Apesar de não ter seu papel fisiológico bem esclarecido, ele é indispensável a todas as plantas superiores. Por exemplo, sabe-se que as raízes necessitam dele para crescer; o conteúdo protéico aumenta na razão direta do aumento deste elemento.
Elemento básico no equilíbrio ácido-básico dos vegetais. A alteração desse equilíbrio prejudica ou diminui enormemente o crescimento, além de alterar a forma dos tecidos vegetais, diminuindo a formação das raízes e parando a floração e frutificação.

Enxofre
Elemento químico que corre paralelamente ao nitrogênio, entrando na composição das proteínas, sendo também ativador de certas enzimas. Sua carência produz alteração semelhante à do nitrogênio.

Ferro
Indispensável à formação da clorofila. Sua deficiência produz folhas cloróticas (amareladas) total ou parcialmente.

Sódio
Ação semelhante ao potássio, não podendo entretanto substituí-lo. Algumas plantas, como o coco da bahia, tem preferência pelo sódio; para outros é prejudicial. Sua falta se traduz pelo murchar rápido das plantas em épocas secas.

Magnésio
É parte integrante da molécula da clorofila e só isto basta para mostrar sua importância. Além disso, tem papel importante no metabolismo do fósforo, na atividade de certas enzimas, etc.
É básico na composição da clorofila, sendo seu único mineral. Sua falta provoca tons vermelho-alaranjandos nas folhas.

Microelementos
Estão para as plantas assim como as vitaminas estão para os animais. Se bem que seu papel não esteja bem definido, sua falta produz carências graves, como se pode ver na relação a seguir.

Manganês
Como o ferro, favorece a formação de clorofila, embora não entre na sua fórmula. Clorose entre as nervuras das folhas e nas suas margens indicam sua deficiência.

Boro
Como as vitaminas para os animais, é exigido em quantidades mínimas. Escurecimento dos brotos são alguns dos sintomas de sua falta.

Cobre
Em quantidades mínimas, é indispensável às plantas; em excesso é muito tóxico. Em falta, muito rara por sinal, pode produzir amarelamento das folhas, com extremidades esbranquiçadas.

Zinco
Em quantidades mínimas evita diversas doenças, sendo também ativador de enzimas. É também essencial na síntese do triptofano e do ácido indol-acético.

Cobalto
É um catalisador

Iodo
Fala-se na importância desse elemento para a floração da orquídea Laelia lobata.

1.5