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Posts para categoria ‘Nutrientes’

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Nitrogênio
O Nitrogênio é o macro elemento iônico que mais interesse tem na adubação foliar. Ele representa de 2 a 6 % de matéria seca das plantas. O nitrogênio é considerado alimento de massa, isto é, o elemento químico que as plantas geralmente necessitam em maior quantidade principalmente na fase ativa de crescimento; é um estimulante e fonte de vigor.Uma dose correta de nitrogênio aumenta o crescimento, com a produção de muitas folhas grossas que apresentam cor verde escura, pela abundância de clorofila. Essa boa vegetação aumenta a atividade assimiladora. O nitrogênio, que pode ser considerado uma das bases químicas da vida, faz parte integrante das proteínas, dos seus amino-ácidos e albuminóides, da clorofila, das enzimas, sendo também responsável pela formação das defesas vegetais contra as pragas e pela formação dos anticorpos, assunto ainda bastante controverso.

Em certas circunstâncias, quantidades excessivas de nitrogênio podem prologar o período de crescimento, produzindo uma vegetação luxuriante, retardando a maturidade, tornando os tecidos moles, sem resistências às pragas e doenças, especialmente quando o suprimento dos demais elementos não é adequado.
A sua falta produz vegetação fraca, órgão vegetativos reduzidos, folhas de coloração verde amarelada, etc.
O nitrogênio pode ser absorvido na forma nítrica (NO3), amoniacal (HN4) e orgânica. Como exemplo: o nitrato de cálcio, o sulfato de amônio e a uréia. A ação do nitrogênio é fundamental à vida do vegetal, sua falta paralisa o crescimento e as plantas apresentam uma tendência de florir e frutificar, numa tentativa de sobrevivência, dando flores e frutos pequenos e se tornando raquíticas com folhas descoradas ou verde-azuladas.

As três formas de nitrogênio, que os adubos foliares de boa qualidade oferecem, têm por base o fato das plantas, nas duas diversas fases de crescimento, preferirem uma a outra forma. As plantas jovens parecem absorver especialmente o nitrogênio nítrico.
O nitrogênio tem grande mobilidade; quando as raízes são incapazes de absorver as quantidade exigidas de nitrogênio, os compostos nitrogenados das partes velhas são autolizados e transportados para as regiões novas de crescimento. O mesmo ocorre quando a planta começa um novo crescimento e tira os compostos nitrogenados das folhas mais velhas para gantir o crescimento. Daí não ser recomendado, para o embelezamento das plantas, cortar as folhas amareladas e sim deixá-las cair naturalmente.
Na prática, os adubos foliares apresentam o nitrogênio nítrico na forma de nitrato de potássio; o nitrogênio amoniacal, como fosfato de amônio e o nitrogênio orgânico, como uréia, que pela ação dos microorganismos se transforma em nitrato.

Fósforo
É outro macro elemento aniônico básico da vida vegetal, agindo associado ao nitrogênio, e sendo ao contrário deste, que prolonga a vegetação, o grande fator de precocidade e qualidade, sendo absorvido na forma de fosfato. Representa menos de 1% na matéria seca.
Sua atividade principal está relacionada com a floração, a frutificação, o desenvolvimento das raízes e a maturação dos órgãos vegetativos. Está presente no ácido nucléico e nos fosfolipídios.
Além de suas atividades básicas, o fósforo coordena a respiração, a divisão celular, a formação das proteínas e do amido. O composto tri-fosfato de adenosina é o principal armazenador de energia, que será mais tarde transferida para os processos orgânicos.

É facilmente redistribuído de um órgão para o outro, indo das folhas velhas para as novas, para os frutos e sementes.
As plantas bem supridas de fósforo são altamente resistentes às doenças.
Sua falta ou deficiência, que pode ser expressa por uma cor avermelhada das folhas, resulta num crescimento lento com sérios prejuízos para a floração, a frutificação e a formação de raízes, o que inibe o crescimento vegetal. Os adubos foliares trazem o fósforo como fosfatos de amônio e de potássio, que também são fontes de nitrogênio amoniacal e de potássio.”

Potássio
Curioso papel representa este macro elemento catiônico na vida vegetal. Apesar de não entrar nos constituintes químicos dos vegetais, sua presença na seiva é indispensável, especialmente para a adubação nitrogenada, para a formação dos hidratos de carbono e sua translocação, regulando a atividade dos outros nutrientes. Ativa as enzimas e promove o crescimento dos tecidos meristemáticos. Pouco se sabe sobre sua ação, que parece ser catalítica. As doses de nitrogênio e potássio tem estreita relação e para boa utilização pelas plantas devem ser variadas simultaneamente.
Quando o teor de potássio aumenta na seiva, há uma economia de água nos tecidos, pois esse elemento, regulando o fechamento dos estômatos, diminui a transpiração, garantindo maior resistência à secura e às geadas, aumentando a resistência às doenças.
Como o fósforo, também favorece a formação das raízes, a formação do amido e o amadurecimento dos frutos. Torna os tecidos mais rígidos e menos quebradiços.

Alterações no amadurecimento dos frutos, folhas amareladas e ressecadas, diminuindo a fotossíntese e reduzindo os hidratos de carbono, podem indicar falta deste elemento.
Esse macro elemento que as plantas necessitam em quantidades elevadas é absorvido na forma de potássio iônico e, quando no interior das plantas, é facilmente translocável, acumulando-se especialmente nas partes novas.
Nos adubos foliares o potássio entra na forma de nitrato de potássio e de fosfato de potássio, que também são fontes de nitrogênio nítrico e de fosfato respectivamente.

Cálcio
Apesar de não ter seu papel fisiológico bem esclarecido, ele é indispensável a todas as plantas superiores. Por exemplo, sabe-se que as raízes necessitam dele para crescer; o conteúdo protéico aumenta na razão direta do aumento deste elemento.
Elemento básico no equilíbrio ácido-básico dos vegetais. A alteração desse equilíbrio prejudica ou diminui enormemente o crescimento, além de alterar a forma dos tecidos vegetais, diminuindo a formação das raízes e parando a floração e frutificação.

Enxofre
Elemento químico que corre paralelamente ao nitrogênio, entrando na composição das proteínas, sendo também ativador de certas enzimas. Sua carência produz alteração semelhante à do nitrogênio.

Ferro
Indispensável à formação da clorofila. Sua deficiência produz folhas cloróticas (amareladas) total ou parcialmente.

Sódio
Ação semelhante ao potássio, não podendo entretanto substituí-lo. Algumas plantas, como o coco da bahia, tem preferência pelo sódio; para outros é prejudicial. Sua falta se traduz pelo murchar rápido das plantas em épocas secas.

Magnésio
É parte integrante da molécula da clorofila e só isto basta para mostrar sua importância. Além disso, tem papel importante no metabolismo do fósforo, na atividade de certas enzimas, etc.
É básico na composição da clorofila, sendo seu único mineral. Sua falta provoca tons vermelho-alaranjandos nas folhas.

Microelementos
Estão para as plantas assim como as vitaminas estão para os animais. Se bem que seu papel não esteja bem definido, sua falta produz carências graves, como se pode ver na relação a seguir.

Manganês
Como o ferro, favorece a formação de clorofila, embora não entre na sua fórmula. Clorose entre as nervuras das folhas e nas suas margens indicam sua deficiência.

Boro
Como as vitaminas para os animais, é exigido em quantidades mínimas. Escurecimento dos brotos são alguns dos sintomas de sua falta.

Cobre
Em quantidades mínimas, é indispensável às plantas; em excesso é muito tóxico. Em falta, muito rara por sinal, pode produzir amarelamento das folhas, com extremidades esbranquiçadas.

Zinco
Em quantidades mínimas evita diversas doenças, sendo também ativador de enzimas. É também essencial na síntese do triptofano e do ácido indol-acético.

Cobalto
É um catalisador

Iodo
Fala-se na importância desse elemento para a floração da orquídea Laelia lobata.

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Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se as vezes um meio grosseiro, mas simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na adubação. É necessário, porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, só que a planta não manifesta os sinais de fome (manifestação visível na planta da deficiência nutricional).

Chave para identificar os sintomas de fome e/ou excesso:

a) Plantas fracas – folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas, dormência de gemas laterais, folhas menores devido ao menor numero de células, amarelamento e posterior queda das traseiras – Elemento deficiente – Nitrogênio (N)

b) Plantas pouco desenvolvida – folhas de cor verde azulada, as vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, a principio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas, gemas laterais dormentes, atraso na florescimento, numero reduzido de flores – Elemento deficiente – Fósforo (P)

c) Clorose e depois necrose (cor de ferrugem ou marrom quase negro) nas margens e pontas das folhas, inicialmente nas folhas mais velhas, deficiência de ferro induzida (OBS: excesso de K induz a deficiência de Mg) – Elemento deficiente – Potássio (K).

d) Deformação nas folhas novas, resultado do crescimento não uniforme da folha e as vezes com um gancho na ponta (a ponta da folha deixa de crescer); raízes pouco desenvolvidas, manchas pardo-amarelas entre as nervuras que as vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem, morte das gemas em desenvolvimento, dormência das gemas laterais, manchas necróticas internervais, cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa – Elemento deficiente – Cálcio (Ca).

e) Clorose nas folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas, clorose internerval (só as nervuras ficam verde, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento), encurvamento das margens das folhas, desfolhamento – Elemento deficiente – Magnésio (Mg)

f) As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo), necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento, enrolamento nas margens das folhas; internódios curtos (OBS: excesso de S pode ocasionar clorose internerval) – Elemento deficiente – Enxofre (S)

g) Folhas pequenas com clorose internerval ou sem clorose, podendo apresentar deformações; folhas mais grossas que o normal e quebradiças, com nervuras suberificadas (?) (cortiça) e salientes, as vezes com tons vermelhos ou roxos; morte do meristema apical da gema em desenvolvimento, raízes com pontas engrossadas e depois necróticas e ramificadas; pode ocorrer ausência de florescimento (OBS: excesso de boro pode ocasionar a queima das margens das folhas, onde há acumulo desse nutriente – Elemento deficiente – Boro (Bo)

h) Diminuição das folhas (primeiro sintoma); clorose, bronzeamento, necrose, raízes curtas e não ramificadas (OBS: excesso de cloro (Cl) causa a necrose das pontas e margens) amarelamento prematuro e queda das folhas – Elemento deficiente Cloro (Cl).

i) Folhas estreitas e quebradiças; folhas verdes escuras inicialmente que se tornam cloróticas nas pontas e margens. O excesso de cobre induz a deficiência de Fé; folhas com manchas aquosas que tornam-se necróticas; morte precoce das folhas; diminuição no crescimento; cessação do crescimento radicular e radículas enegrecidas – Elemento deficiente – Cobre (Cu)

j) As folhas mais novas mostram-se amareladas (clorose) e as nervuras apresentam-se com a cor verde escura o qual corresponde a distribuição do Fe no tecido. (OBS: o excesso de Fe causa manchas necróticas nas folhas) – Elemento deficiente: Ferro (Fé)

k) As folhas mais novas mostram-se amareladas, as nervuras e uma estreita faixa de tecido ao longo delas permanecem verdes, ficando com aspecto de serem nervuras mais grossas; manchas pequenas e necróticas nas folhas; formas anormais das folhas. (OBS: excesso de Mn, a principio induz a deficiência de Fé) Elemento deficiente – Manganês (Mn).

l) Clorose malhada geral, manchas amarelo-esverdeadas ou laranja brilhante em folhas mais velhas e depois necrose (manchas relacionadas a distribuição do Mo); ausência de florescimento – Elemento deficiente – Molibdênio (Mo)

m) Folhas novas pequenas, estreitas e alongadas; encurtamento dos internódios; folhas com manchas amareladas e retorcidas. (OBS: excesso de zinco induz a carência de Fé) – Elemento deficiente – Zinco (Zn)

n) Excesso do elemento químico causa uma diminuição no crescimento das raízes; raízes engrossadas e pouco ramificadas – Elemento deficiente – Alumínio (Al).

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farinha de ossosA farinha de ossos é um fertilizantes natural rico em fósforo, cálcio e nitrogênio, elementos essenciais ao crescimento, floração e frutificação das plantas. É um adubo orgânico muito seguro, não queima as plantas. Além disso é um forte estimulante da floração e frutificação.

A farinha de ossos é o principal fertilizante orgânico fonte de fósforo, elemento absorvido pelas raízes das plantas e determinante para o aumento da produtividade de hortas, árvores, arbustos, trepadeiras e gramados. A concentração de fósforo no produto está em torno de 27%.

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Leptotes bicolor

Veja como as orquídeas mantêm-se sadias nos habitats e como podem, com facilidade, adaptar-se às mudanças de substratos.

Exemplo 1 – Uma touceira de Oncidium varicosum, que normalmente é uma planta epífita, foi deixada sobre a pedra e aí se desenvolveu, adaptando-se ao novo substrato (rupícola).
Nota-se que as raízes, formando uma rede aderente à pedra, que tem como função absorver a umidade e nutrientes. Vemos aí um dos mais perfeitos laboratórios de transformações bioquímicas em que os aparelhos utilizados são os fungos, bactérias e insetos e os reagentes químicos são os detritos orgânicos (folhas, gravetos, poeiras, etc) e água proveniente do orvalho da madrugada, da umidade ambiente e eventualmente das chuvas, tendo como catalisador das reações, a luminosidade e o calor do sol.

Exemplo 2 – No topo de um pinheiro, um ponto estratégico para distribuição das sementes pelo vento, vemos a pleno sol, uma bela,chuva-de-ouro – Oncidium varicosum, que tem suas flores polinizadas por beija-flor e borboletas. O desenvolvimento destas plantas em árvores (epífitas) é o mais normal de ser encontrado nos habitats nativos. É realmente impressionante nestas plantas, a resistência às longas estiagens que temos tido nos últimos anos.

Exemplo 3 – Em um galho com uma planta adulta e muitas pequenas mudas desenvolvendo-se após germinação das sementes.
Observamos também o acúmulo de detritos no meio dos pseudobulbos e raízes. Muita matéria-prima para reserva de umidade e ser transformada em nutrientes que serão transformados desde as raízes até as folhas (pelos vasos internos) e, aí vamos ter as reações físico-químicas (fotossíntese) pela ação do calor e luminosidade do sol. Os nutrientes absorvidos pelas folhas e também os transformados pela fotossíntese, em especial os sais minerais, farão agora um caminho inverso, dirigindo-se para a planta toda. Todo este transporte é feito pela água absorvida.

Exemplo 4 - Uma orquídea nativa em varias regiões do país e que gosta muito de alojar-se em troncos de coqueiros e palmeiras – Catasetum fimbriatum. É uma planta de grande porte e que requer muito nutriente para seu ciclo de desenvolvimento anual. Em um tronco de coqueiro que não tem galhos laterais é difícil entender como poderia acumular detritos orgânicos apenas com raízes que lhe permitem a fixação ao tronco. Mas a natureza é própria em recursos. Parte das raízes garante a fixação da planta ao tronco e em grande quantidade, outras crescem para cima, formando um ninho para reter detritos que caem do coqueiro ou que são levados pelo ar. E a planta vive aí muito bem nutrida e o melhor: sem pragas ou doenças, comprovando que em plantas bem nutridas, não ocorre ataque de patógenos.

Exemplo 5 - Se percorrermos outras regiões podemos encontrar uma planta que normalmente é epífita passando para rupícola. Com facilidade, esta mudança ocorre na natureza e, assim também, as orquídeas terrestres podem passar a epífitas. E as alterações funcionais destas plantas são muito pequenas.
Uma orquídea Cytopodium no meio de troncos de arbusto e com as raízes na terra. Esta planta pode ser também epífita e com grande desenvolvimento. É comum encontrá-las também em pedras (rupícolas), vegetando a pleno sol. É difícil imaginá-la vivendo em regiões de cerrado com um sol escaldante, e altas temperaturas típicas destas regiões. Temos relatos de que resiste ao fogo de queimadas em cerrados. Veja mais »

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Nitrogênio (N)
Atua diretamente em todas as fases do crescimento, floração e frutificação. Fonte de vigor porque é responsável pela síntese de proteínas. É estimulante e intimamente ligado ás defesas vegetais contra pragas e doenças.

Fósforo (P)
É o macronutriente que atua diretamente na formação de energia e em todas as fases do desenvolvimento vegetal.

Potássio (K)
Favorece a formação das raízes, o amadurecimento dos frutos, ajuda a absorção da água e demais nutrientes. Fortalece os diversos tecidos das plantas, tornado-os mais vigorosos e resistentes.

Cálcio (Ca)
Contribui para o fortalecimento de todos os órgãos das plantas, principalmente raízes e folhas. Na sua falta as plantas não absorvem nitratos. Aumenta as defesas contra doenças.

Magnésio (Mg)
É parte integrante da molécula da clorofila, e por isso está diretamente ligado ao metabolismo energético das plantas. É responsável pela formação dos diversos pigmentos que caracterizam as flores e os frutos.

Enxofre (S)
De ação semelhante ao nitrogênio e o fósforo, é ativador de diversas enzimas relacionadas com o metabolismo energético.

Cloro (Cl)
Está ligado ao metabolismo da água e a transpiração das plantas, além de participar da fotossíntese.

Ferro (Fe)
Essencial ao metabolismo energético, atua na fixação do nitrogênio e desenvolvimento do tronco e raízes.

Boro (B)
Atua no desenvolvimento das folhas e dos brotos. Contribui para a maior força e resistência de todos os tecidos vegetais.

Zinco (Zn)
Essencial para a biossíntese dos hormônios necessários ao desenvolvimento, floração e frutificação. É ativador de diversas enzimas relacionadas com os mecanismos de defesa vegetal.

Manganês (Mn)
É importante para a formação da clorofila e participa do metabolismo energético respiratório.

Molibdênio (Mo)
É o micronutriente menos abundante nos solos. Está diretamente ligado ao metabolismo do nitrogênio, e portanto ao desenvolvimento global do vegetal, principalmente a floração e a frutificação.

Cobre (Cu)
Contribui para a formação de pigmentos e substâncias que defendem as plantas contra a ação de fungos e outros parasitas.

Cobalto (Co)
É importante ativador de enzimas ligadas a biossíntese dos lipídios (gorduras) relacionados com os metabolismos energético e de defesa das plantas.

Obs. As plantas só obsorvem o que é líquido e o que é necessário, utilizando o sistema de osmose. Cuidado com os excesso na adubação, pois pode ser fatal. Utilizar sempre uma adubação constante do que uma única adubação em excesso.

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É normal as plantas de interior ficarem murchas. Por isso, é importante identificar os sintomas a tempo para acrescentar os nutrientes de que ela precisa.
Veja essas dicas para tratá-las adequadamente.

- Observe diariamente as plantas que você tem dentro de casa para identificar a tempo sintomas como folhas amareladas e queda de folhas novas e saudáveis;

- Antes de usar qualquer nutriente, verifique se as condições de umidade, temperatura, ventilação e luz são as adequadas;

- Se o substrato estiver claro e com um aspecto envelhecido, substitua-o por terra preta misturada com terriço. Cuidado para não danificar as raízes neste processo;

- Outra maneira de proporcionar os nutrientes que faltam ao solo é aplicar um fertilizante quimicamente balanceado. A embalagem deve indicar que ele contém nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) e, em menor proporção, micronutrientes como ferro (Fe), cobre (Cu) e enxofre (S);

- Se você escolher um fertilizante líquido, aplique junto com a água quando for regar a planta. Mas cuidado para não molhar as folhas, pois o produto pode queimá-las;

- Os fertilizantes também são vendidos granulados ou em bastões que devem ser misturados à terra. Quando você regar a planta, o produto será dissolvido e absorvido pelas raízes;

- Os fertilizantes também estão disponíveis no mercado em cápsulas. Esta apresentação permite que o produto seja liberado em doses de acordo com as necessidades da planta.

Você pode conseguir fertilizantes de vários tipos em lojas especializadas em jardinagem e botânica.
Para usar o fertilizante, proteja as suas mãos e lave-as bem depois de utilizá-lo.

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plantas

As plantas são seres vivos como nós e para viverem saudáveis necessitam de alimentos que são a água e os nutrientes fornecidos através do solo.O solo não é apenas depósito de substâncias alimentícias e indispensável ponto de fixação para a maior parte das plantas. Funciona quase como um organismo vivo. O solo vive, e vive intensamente reagindo na presença dos adubos e dos tratos culturais, podendo melhorar ou piorar suas condições em relação às plantas. O solo é uma espécie de laboratório, onde se preparam as substâncias destinadas às plantas. É a cozinha dos vegetais. Os melhores agricultores são, justamente, os que melhor sabem trabalhar com o solo, de modo a lhe aumentar a produção de substâncias alimentícias, permitindo a existência de plantas mais belas, mais produtivas, mas lucrativas.

Os nutrientes são elementos químicos podem ser classificados em duas categorias:

*Macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo, Potássio,Cálcio, Magnésio e Enxofre;
* Micronutrientes: Boro, Cloro, Molibdênio, Cobre, Ferro, Zinco e Manganês.

A denominação de macronutrientes é devida, pois as plantas absorvem em maior quantidade, mas vale lembrar que todos os nutrientes são essencias ao excelente desenvolvimento das plantas, sendo assim, é muito importante o equilíbrio desses.

Para que um solo atenda às necessidades nutricionais de uma planta, é necessário que se efetue uma “radiografia” dele, a análise do solo, que irá informar quais os niveis dos nutrientes disponíveis e a exata recomendação dos mesmos para se ter uma planta esbelta e saudável. Tanto o excesso como a falta de alimento são prejudiciais às plantas e às pessoas, por isso, é muito importante sempre contar com a ajuda do médico das plantas, o engenheiro agrônomo.

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O desenvolvimento das plantas depende diretamente dos nutrientes presentes no solo e da capacidade de absorvê-los. Aprenda a manter um bom equilíbrio de minerais para ter plantas saudáveis.

* Renove regularmente o material orgânico do solo para garantir que o substrato continue rico em nutrientes.
* Mantenha o terreno sempre nivelado para impedir que a água da rega (ou da chuva) cause erosão no substrato, arrastando os nutrientes.
* No caso dos terrenos inclinados, crie sulcos perpendiculares à inclinação, semelhantes ao antigo sistema de terraceamento.
* Controle o pH (potencial hídrico) do solo, porque se este for inadequado influirá na solubilidade dos nutrientes e impedirá as plantas de absorvê-los.
* Evite o excesso de um determinado nutriente porque isso impedirá a planta a absorver outros tipos de nutriente.
* Antes de começar um cultivo, retire uma amostra do solo e mande para uma análise de laboratório. Assim você comprovará se o terreno conta com os nutrientes essenciais.

A rotação de culturas favorece o equilíbrio dos nutrientes necessários para um solo saudável.

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Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).

O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.

O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.

Para se aproveitar bem o cálcio da casca dos ovos:

1 – Lave-as bem e deixe secar, se possível ao sol.
2 – Quando houver o suficiente, de cascas limpas e secas bater no liquidificador até formar um pó.

Use esse pó, junto com o material que vai formar a mistura de terra e húmus para as plantas. Sugere-se uma colher de chá para um vaso pequeno. Também espalhe pelo jardim, abaixo da copa da árvores. Se tiver uma uma composteira também utilize o pó da casca.

Assim evitamos mais lixo e melhoramos a saúde das plantas.

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Você já deve ter ouvido falar sobre adubos NPK, ou seja, adubos à base de Nitrogênio (N), Potássio (K) e Fósforo (P), mas talvez você não conheça a função de cada um destes elementos no desenvolvimento da planta.

Basicamente podemos classificar da seguinte maneira:
Potássio - Bom para os frutos
Nitrogênio - Bom para as folhas
Fósforo - Bom para as flores

O Fósforo é encontrado em maior quantidade na Farinha-de-ossos, 24%.
Em vasos e floreiras você deverá fazer uma mistura de duas partes de húmus para uma parte de farinha de ossos.
Preencha a superfície do vaso com este composto e regue abundantemente. Se seu vaso já contém bastante terra você poderá transferir a planta para um vaso maior ou então retirar a parte mais superficial da terra, com cuidado para não ferir as raízes da planta.
Em jardins e canteiros você pode espalhar a farinha de ossos por toda a superfície e regar, o que é bastante aconselhável quando você tem plantas circundadas por gramado, entretanto considere a possibilidade de aplicar a mistura (farinha-de-ossos e húmus) à base da planta; será mais trabalhoso, entretanto você terá resultados em um prazo menor.

Este procedimento garantirá floradas abundantes e deve ser repetido a cada seis meses ou um ano, dependendo da espécie e da fase em que a planta se encontra.

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