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Posts para categoria ‘Jardins e Manutenção’

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Plantas e Luz
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O local ideal para plantas dentro de casa é em uma distância menor que dois metros da fonte de luz. Mas atenção. Se a planta estiver perto da janela, nada de fechar a cortina.
* Cuidado também com o ar condicionado. As plantas não devem ficar muito próximas a ele pois o efeito do vento pode ressecar e até queimar as folhas.

Plantas e Apartamentos
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O mais importante que se deve observar ao cultivar uma planta em apartamento é o ato de regar. Você tem que pensar que a planta depende apenas de você para se desenvolver.
* A pessoa encarregada de cuidar da planta dentro de um apartamento não deve regá-la demais nem de menos. Ao contrário do que muita gente pensa, a planta murcha não é apenas o resultado de falta de água, mas também de excesso. Lembre-se que dentro do apartamento, sem sol, a terra demora mais tempo para secar.
* A planta que fica dentro do apartamento precisa de muito cuidado pois tem um ar mais restrito e não tem sol.
Espécies recomendadas: Dracena arbórea, Pleomele e Palmeira Ráfis

Plantas e piscina
* Plantas e piscina são uma combinação maravilhosa quando o ambiente é bem planejado.
* Muitos fatores devem ser levados em conta na hora de escolher a espécie. Não use plantas que derrubem muitas folhas, como o bambuzinho, e também plantas com folhas miúdas. Além da sujeira, corre-se o risco de entupir o filtro da piscina.
* As plantas ideais para este local são aquelas de folhas grandes e que caem em pouca quantidade
* Na hora de escolher uma planta, leve em conta o ambiente tropical e de lazer que uma piscina proporciona.
* Evite também plantar grama muito próxima à borda da piscina. Você verá que, ao aparar a grama, a sujeira na piscina será muito grande. Nestes locais, opte por canteiros com folhagens.
Espécies recomendadas: Palmeiras, Helicônia, Ravenala e Ave do Paraíso.

Plantas e o clima da Região do Centro Oeste
* Nosso clima é muito quente, tem um inverno muito seco e uma estação de chuvas muito forte. As plantas daqui devem agüentar todas estas características, principalmente a baixa umidade do ar. * Uma planta que não suporta estas características, por exemplo, é a hortênsia. Ela pode até florescer, mas nunca vai ficar tão bonita como nas regiões de clima frio.
* Nossa região precisa de uma planta mais adaptada para nossas características.
Espécies recomendadas: Palmeira, Agave, alguns tipos de Jasmim grama esmeralda ou batatais (gramão), Bromélia, Pândano (que dá um bom efeito visual).

Plantas e locais pequenos
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Em locais pequenos o ideal é ter poucas plantas mas de valor expressivo, que tenham importância para o espaço.
* Deve-se evitar plantas estilo “touceira” ou misturar vários tipos de folhagem.
* Quando a área é pequena, se houverem muitas plantas, é provável que elas acabem competindo entre si. Nesse caso uma delas pode tornar-se predominante ou ainda pode ser que todas acabem morrendo, pois todas terão que dividir os nutrientes entre si.
* Em um jardim pequeno, o ideal é que pelo menos uma das plantas se destaque das outras, respeitando o dimensionamento da própria natureza. Para isso deve-se colocar também plantas de tamanho médio e pequeno.
Espécie recomendada: Palmeira Fênix, como planta de destaque.

Para locais pequenos sem sol: Lírio da Paz e Ráfis
Para locais pequenos com sol: Lírio Amarelo, Moréia e Pseudo Íris

Plantas e erros
* Um dos principais erros que as pessoas cometem em relação às plantas, é achar que todas as espécies podem se desenvolver em suas casas. Você deve se informar sobre as características da planta, qual o clima, espaço e cuidados adequados para ela.
* Ao plantar uma muda em casa, informe-se sobre o tamanho que ela poderá ficar. Ao contrário, você poderá ter muros quebrados e calçadas arrancadas.
* Cuidado com as plantas que você ganha de presente. Elas podem acabar “entulhando” o seu jardim e descaracterizando o espaço.
* Nunca plante espécies de características diferentes lado a lado. Um cactus, por exemplo, necessita de rega a cada 30 dias e não pode ser plantado ao lado de uma bananeira que precisa de água todos os dias.

Plantas fashion
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Assim como na moda, as plantas também têm espécies que estão em alta e até mesmo aquelas que foram moda voltaram a ser usadas depois de muito tempo.
* Estão em alta o Pândano, a Cica Revoluta, a Orquídea bambu e até mesmo a Espada de São Jorge, comum nos quintais das casas de nossas avós, e que hoje é “febre” em São Paulo

Plantas alto padrão
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Entre as espécies existem também aquelas que são as de “alto padrão” que além de muito bonitas, são extremamente caras. São elas: Dracena arbórea, Pleomele, que é volumosa e tem muita presença e a sensível Palmeira Camedora, que não suporta o sol.

Plantas e a terra
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A primeira coisa a se observar ao levar uma planta para casa, é a qualidade da terra. Ela deve ser de boa qualidade ou então adubada com esterco ou fertilizante.
•*Existe ainda a terra preparada (substrato) que já vem com todos os nutrientes que a planta necessita.
Muita atenção com a terra, de nada adianta comprar uma bela planta se não proporcionarmos condições para o seu desenvolvimento. E grande parte do sucesso deste desenvolvimento está relacionada com a terra.

Instruções para plantio
As instruções a seguir referem-se ao plantio diretamente no solo. Para vasos ou jardineiras, proceda de forma semelhante.
* Selecione um local de acordo com as exigências da planta escolhida (luminosidade, drenagem, etc.).
* Abra uma cova com as dimensões 60 cm x 60 cm x 60 cm, separando a porção de solo superior, que é mais fértil que a do fundo.

Adicione a esta parte os seguintes adubos:
- 100 gr de NPK 10-10-10
- 100 a 150 gr de superfostato simples, ou 400 gr de farinha de osso
- 100 a 150 gr de calcáreo dolomítico
- 5 a 10 litros de esterco ou composto orgânico
Misture bem, e leve ao fundo da cova. Coloque a muda, sem enterrar o “colo”. Complete com a terra que estava no fundo.
Escolha dias chuvosos ou nublados para o plantio.
Algumas espécies de plantas são sensíveis à radiação solar excessiva, e precisam de sombra em sua fase juvenil. Se for o caso, plante-as à meia-sombra ou utilize coberturas de tela sombreadora.

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Como estamos com um inverno atípico, com temperaturas elevadas, devemos adiantar os cuidados das plantas para a Primavera, a estação das flores.
As plantas saem do estado de dormência que se encontram no inverno, e desabrocham em toda a sua beleza. Para evitar problemas neste processo fora de estação devemos acelerar os cuidados em um mês.

Algumas dicas
- Elimine as eventuais flores murchas, folhas e galhos secos. Isto dará mais força e beleza às flores que virão.
- Estação ideal para a semeadura de plantas anuais, como a margarida, onze-horas, crisântemo, papoula, calêndula, girassol. As anuais são as flores com visual mais intenso, porém, como o próprio nome diz, seu ciclo é anual. Precisam ser semeadas anualmente.
- Refaça seus vasos: Retire as plantas com o torrão e reserve. Pode as raízes em excesso (como quem apara as pontas dos cabelos), e refaça o substrato com uma mistura em três partes iguais de areia, terra e composto orgânico (pode ser húmus de minhoca, esterco de boi, galinha, cavalo ou coelho bem curtido). Recoloque a planta no vaso (se ela tiver crescido muito, troque por um vaso maior) na nova mistura de terra e molhe bem.
- Semeie ou plante algumas palmeiras, como a Areca, Palmeira-bambu e a Chamaedora (palmeira-leque).
-Esta é a estação ideal para o plantio de árvores ornamentais:
Faça uma cova de 60X60X60 de profundidade e adicione 30 litros de esterco curtido e 1 kg de farinha de osso misturado à terra. Regue em abundância depois do plantio.

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No Brasil, quando falamos em inverno a imagem que criamos é muito mais agradável do que uma paisagem coberta de neve, árvores com galhos secos e desfolhados e claro, ausência completa de flores. Tomando os devidos cuidados, as plantas dos jardins e dos vasos podem resistir bem aos efeitos do frio, chegando bonitas e sadias na primavera. Além disso, muitas espécies enfeitam e colorem nosso inverno, pois florescem nesta época.

As plantas de interior devem ter suas regas reduzidas. Nesta época do ano, com a redução do calor, diminui também a necessidade de água nas plantas. Todo o excesso de umidade acaba sendo convertido em problemas: apodrecimento das raízes, proliferação de fungos e insetos sugadores, etc.

Quanto às adubações, são recomendadas apenas para as plantas que se desenvolvem e florescem no inverno. Árvores, arbustos e cercas-vivas podem ser podados nesta época, desde que não estejam florindo. O período também é bom para fazer o transplante de trepadeiras, arbustos e árvores que estiverem em seu período de dormência.

Em julho e agosto, as roseiras devem ser podadas e adubadas com adubo orgânico. É a chamada poda anual das roseiras. A sabedoria popular afirma que o período mais propício para a poda é a Lua Minguante, quando o fluxo de energia da planta se volta para as raízes (na dúvida, não custa tentar). Em regiões mais frias, é recomendável aguardar a passagem das geadas sendo, portanto, o final do inverno o período mais indicado. Já nas regiões mais quentes, onde as geadas são quase raras, a poda pode ser feita no mês de julho.

Gramados
Muita gente fica preocupada com o gramado durante o inverno e, às vezes, exagera nos cuidados. Nos meses frios, a grama merece realmente alguns cuidados: limpeza, aeração e cobertura, mas sem dramas!
1 – Limpeza: Deve começar com a retirada das ervas daninhas, de preferência manualmente para que sejam extirpadas as raízes. Depois disso, a grama pode ser aparada.

2 – Aeração: Após o corte, é recomendável recolher o excesso de aparas, pois durante o inverno é preciso garantir a aeração do gramado. Retire os restos do corte com um ancinho ou uma vassoura de arame – a tarefa vai melhorar a aeração e a luminosidade e, ainda, diminuir a temperatura e umidade junto à grama, fatores que facilitam o surgimento de doenças. Outra medida que contribui para aumentar a circulação de ar entre as raízes da grama é fazer perfurações finas e profundas no solo, manualmente, usando uma ferramenta apropriada. É preciso, entretanto, tomar cuidado para não perfurar e danificar demais as folhas.

3 – Cobertura: Em algumas regiões onde o inverno não é muito rigoroso, costuma-se dispensar a cobertura do gramado. Entretanto a prática não é indicada apenas como proteção contra o frio e geadas. A cobertura com terra vegetal incorpora ao solo alguns nutrientes e também ajuda a nivelar o gramado, cobrindo eventuais buracos. Não é preciso adicionar adubo à terra – nesta época a grama está em estado de repouso e a adubação não será bem aproveitada. Também não é preciso “soterrar” a grama: uma camada de no máximo 3 cm de altura é suficiente para cumprir a função. Caso o gramado apresente falhas, aproveite para corrigi-las antes da cobertura, completando as áreas com pedaços de placas de grama da mesma espécie. Após a cobertura, regue o gramado para ajudar a incorporar a terra.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é difícil obter um efeito florido no jardim, mesmo nos meses de inverno. O cultivo de floríferas garante o colorido e a vida nos jardins e canteiros, alegrando os dias frios. Os jardins localizados principalmente nas regiões mais ao sul do Brasil, onde o clima é mais ameno, podem ser enriquecidos com a introdução de plantas herbáceas floríferas de ciclos curtos ou anuais, especialmente no inverno.

Para que isso ocorra com êxito, precisamos nos preparar desde os meses de abril e maio, pois, entre a sementeira e o início da floração é necessário um mínimo de 60 dias. É bem possível ter uma exuberante floração em pleno inverno, mesmo em locais muito frios e sujeitos a geadas.

A floração de várias espécies ocorre sem interrupção durante meses, já outras são consideradas perenes como as iresines, a onze-horas e o gerânio, que podem durar até dez anos num jardim. O cultivo das anuais pode parecer primeiramente complicado, mas qualquer um que aprecie a jardinagem pode fazê-lo sempre tomando os cuidados básicos da semeadura que pode ser feita num canteiro, caixote ou estufim, abrigados com mistura de terra vegetal de boa drenagem e rega cuidadosa.

Não é aconselhável colocar muito adubo químico nas sementeiras. Após a germinação e enraizamento, as pequenas mudinhas devem ser repicadas, ou seja, separadas e plantadas em local definitivo.

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Mais difícil que conseguir um belo jardim, é mantê-lo. Por esse motivo, devemos planejar bem qual é o nível de manutenção que desejamos para o nosso jardim.

São vários os cuidados de manutenção, dos quais os dois principais são as regas e podas, já que são os cuidados mais freqüentes.

Aqui seguem os principais cuidados que você deve ter com o seu jardim:

Regas
as regas devem ser freqüentes em seu jardim, devendo-se respeitar a quantidade de água necessária para cada planta. Para que você não tenha que ficar regando de planta a planta, recomendamos que escolha plantas com necessidades de água semelhantes, podendo-se regar sempre todas ao mesmo tempo, o que facilita muito o processo. Por exemplo, seria uma mistura muito ruim um cacto com um bambu, um deles tende a sofrer com excesso ou falta de água.

Podas
as podas variam de acordo com a planta. Se você não tiver alguém que esteja podando constantemente, como ocorre na maioria dos casos, evite o plantio de plantas de crescimento muito rápido, exigindo muita manutenção com podas. Por exemplo, caso não queira ter muito trabalho para manter o jardim, evite o plantio de pingo d’ouros.”.

Controle de ervas daninhas
Queira ou não, plantas indesejáveis crescerão espontaneamente no seu jardim, roubando os nutrientes e tampando a luz solar das suas plantas, além de tornar o seu jardim um verdadeiro matagal quando não controladas.
Não há meio melhor de matarmos as plantas daninhas, arrancar manualmente ainda é a melhor opção para jardins. Nem pense em jogar herbicidas, ou outros produtos, já que não devem ser aplicados próximos a residências.
Um cuidado que devemos tomar é evitar ao máximo que as plantas produzam sementes, arranque ou corte as mesmas antes que isso ocorra. Muitas plantas daninhas se reproduzem se forem picadas e deixadas no solo, seque bem as plantas antes de devolve-las na terra. Procure arrancar as plantas, e não corta-las com um enxadão.
Procure regar o jardim logo após arrancar as plantas daninhas.

Insetos e pragas
Calma, se você observar bem o seu jardim, é comum existirem muitos insetos nele. Mas a presença de insetos não significa que eles devam ser mortos, a maioria deles são até mesmo benéficos às plantas.

A presença de grande variedade de espécies de insetos é indício de que seu jardim está muito bem equilibrado. A infestação de poucas espécies de insetos pode significar um desequilíbrio do ambiente. A ocorrência de insetos que estão prejudicando suas plantas (pragas), indica um desequilíbrio do jardim.
Os insetos devem ser controlados apenas quando estão prejudicando a planta, ou quando representam risco às pessoas ou animais (como aranhas e escorpiões).
Quanto mais fortes e saudáveis estão as plantas, menos suscetíveis a pragas e doenças elas estão. Sendo assim, adube corretamente, regue corretamente, e mantenha a planta no local mais adequado.

Cada espécie é mais suscetível a ataques de insetos que outras.
Caso a planta continue sendo atacada mesmo com os melhores cuidados, comece a pensar em substituí-la por outra espécie. Caso queira mesmo assim manter aquela planta, deixe um pouco de fumo de molho em água por algumas horas, coe a solução e aplique sobre as plantas infestadas com um borrifador ou pulverizador, isso costuma ser eficiente nos casos de pulgões.
Descarte a hipótese do uso de inseticidas, pois seu uso próximo a residências é altamente desaconselhável, podendo causar sérios danos ao seu jardim, à sua família e aos seus animais.

Doenças
Caso ocorram doenças nas suas plantas, verifique se a planta está sendo cuidada da melhor forma para seu bom desenvolvimento. A maioria das doenças de plantas é causada por fungos, que são favorecidos por altas umidades e calor. Por esse motivo, evite regas excessivas ou falta de sol nesses casos.
Descarte a hipótese do uso de fungicidas, ou qualquer outra arma química, já que não são recomendáveis para uso próximo a residências.
Caso as doenças persistam, há fortes indícios de que a planta não é capaz de se adaptar ao seu jardim, isso pode ocorrer por diversos motivos. Por isso, pense seriamente em substituir a espécie por alguma outra que se adapte melhor ao local.

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1- Pesquize quais são as espécies nativas de sua região e dê prioridade para cultivá-las no lugar de espécies exóticas.

2 – Desenhe a planta de seu jardim em escala e divida a área com base nos microclimas presentes – sombrementos, locais com mais sol e mais luz, etc.

3 – De acordo com essa divisão estabeleça diferentes hidrozonas : áreas dentro do projeto que agrupam várias espécies com necessidades de água parecidas. Quando agrupadas, essas plantas não desperdiçam no volume usado.

4 – Disponha as plantas dentro dessas hidrozonas de acordo com o microclima mais adequado. Por exemplo: nas áreas sombreadas e/ou mais altas, disponha as espécies que requerem menos água, respeitando, obviamente, as necessidades de iluminação básicas.

5 – A densidade de plantio influi diretamente na quantidade, mas ela só é eficiente se você agrupar apenas espécies com necessidades hídricas parecidas, fazendo uma irrigação isolada e específica naquele nicho. Do contrário, o adensamento não será econômico.

6 – Selecione emissores de irrigação, adequados para cada hidrozona.

7 – Nos locais de passagem, churrasqueiras, bancos, quiosques, caminhos e bordaduras, substitua o gramado por pedras, argila expandida e outras forrações, como cascas de árvores. Nas áreas mais próximas aos nichos de plantas, prefira as cascas de árvores e a cobertura natural de folhas secas (mulch) à grama. E nas áreas onde utilizar a grama, comprometa-se a mantê-la impecavelmente aparada e bem cuidada, para evitar a evaporação excessiva.

8 – Irrigue as plantas obedecendo às suas necessidades segundo as estações.

9 – Prefira aguá-las as primeiras horas da manhã. Nesse período, o solo ainda não está quente e os ventos são mais fracos, o que diminui a evaporção.

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A beleza de um jardim florido o ano todo. Embora as temperaturas durante o inverno brasileiro não sejam tão amenas, podas, regas e controle de pragas no período do frio são determinantes para a saúde e o vigor da planta nas estações seguintes

Nas estações que antecedem o inverno, o metabolismo das plantas é mais acelerado, sendo a época fria um período para as plantas “recobrarem as forças” para depois brotarem, florescerem e frutificarem. No frio, no entanto, apesar do repouso vegetativo, a perda de seiva é intensa, o que exige cuidados para que a planta resista a pragas, doenças em geral e a maior umidade de algumas regiões, em virtude das chuvas.

A estação é ideal para podas que permitam maior aeração e entrada de luz entre os galhos das árvores e roseirais. Galhos secos ou mal formados também podem ser retirados na limpeza, sem prejuízo à espécie. Para a execução do trabalho, uma tesoura apropriada de poda, bem afiada para não mascar os galhos e prejudicar a planta, é indispensável. Segundo o gerente de marketing da Bellota, Giulliano Chinchio, a empresa conta com mais de 20 modelos diferentes de tesouras para poda e colheita, refiáveis, com dispositivo de segurança para o corte preciso, que evita o cansaço dos punhos e algumas com proteção anti-ferrugem e antimicrobiana, para evitar a contaminação cruzada, no caso de existência de pragas nas plantas”.

Outro cuidado, se refere à parte que fica exposta após a poda. Os cortes dos galhos devem ser feitos na diagonal para evitar a umidade em excesso. As plantas ficam mais susceptíveis ao contato com bactérias e fungos nesse período, principalmente se a umidade do ar for alta. Por isso, recomenda-se que os galhos sejam protegidos por algum tipo de selante, comercializado em lojas especializadas.

Quanto às regas o melhor é fazê-las na parte da manhã, até às 11h. Isso porque a rega, se feita à tarde, pode fazer com que a planta retenha muita água, favorecendo o apodrecimento das raízes ou, dependendo do frio, de seu congelamento. O sol alto, contrariamente, poderá queimar folhas e flores, o que irá requerer nova poda de limpeza. Segundo o especialista, invernos úmidos propiciam o aparecimento de fungos, bactérias e ácaros, o que pode ser combatido com inseticidas orgânicos. Por outro lado, para manter a umidade no caso de invernos secos, pode-se forrar a base da planta com cascas de árvore. A melhor maneira de medir a umidade do solo é sujar as mãos. Coloque os dedos na terra e sinta se o solo está úmido. Com a diminuição do tempo de sol diariamente, a necessidade de água nas regas diminui.

Dentre as espécies mais adaptáveis ao inverno, que renderão flores ainda no clima frio estão o Amor-perfeito, a Amarílis, a Begônia, a Orquídea, a Azaléia, a Petúnia e a Caliandra. Nesses casos, como a planta está em atividade, a poda não é recomendada. Bulbos, se plantados no inverno, florescerão na primavera, com vitalidade. Caso a intenção seja a de recolher as sementes das flores já florescidas, espere as flores murcharem para obtê-las.

O uso de fertilizantes orgânicos após a poda pode e deve ser continuado. E no caso de haver um aumento de caracóis e lesmas andando pelo jardim, uma dica é embeber pedaços de panos com cerveja e espalhá-los pelo jardim, para, o outro dia, descartá-los juntamente com os moluscos que se prenderam a eles.

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O inverno é uma ótima época para preparar seu jardim, para que na primavera ele esteja esplendoroso!!!!

Em primeiro lugar vamos fazer uma faxina… Retire todas as folhas secas e aquelas que estiverem feias, parecendo doentes. Observe as árvores e os arbustos e veja os galhos que tiram a sintonia do conjunto. É época de podá-los. Corte-os bem rente ao caule e não deixe tocos. Para os galhos mais grossos usamos um serrotinho e para os finos podamos com a tesoura de poda. Após o corte, é indicado passar um produto como calda bordalesa (ou similar) encontrado nas lojas especializadas. Ele é um cicatrizante para que não haja perda de seiva. As azaléias que estão terminando a floração também devem ser podadas nas pontas. Após as podas dos galhos secos e de formação, vamos cuidar do restante.

A terra também deve ser preparada para a explosão de vida da primavera! Vamos afofar a terra para deixá-la bem airada e adubá-la com nutrientes que permitirão flores e frutos na primavera:

1- Colocação de calcário para corrigir a acidez da terra.
2- Leve mistura de areia para corrigir a compactação.
3- Colocação de composto orgânico para enriquecê-la.
4- Adubação orgânica complementar com esterco animal curtido.
5- Adubação química com npk 10-10-10.

Após este trabalho irrigar abundantemente para obter melhor absorção dos elementos químicos.

Quanto as árvores frutíferas que frutificam de outubro a março (como jabuticaba, pitanga, acerola e uvaia), é conveniente adubá-las com 50grs de adubo químico 4-14-8 diluídas em 1 balde de água que será lentamente despejado a uma distância de 50 cm ao redor do caule. Fazer isso a cada 20 dias, especialmente se quiser comer muitas frutinhas.

Se o seu caso não forem frutas, mas flores… O procedimento é outro…

É muito fácil preparar a terra para canteiros florais, se não tiver espaço, vasos ou jardineiras. Para cada metro quadrado (ou seja, cada espaço de 1,00×1,00 metro) de área de canteiro, você vai precisar de: 20 litros (ou uma lata) de composto orgânico ou húmus curtido, 200 gramas de calcário e 50 gramas de adubo químico npk 10-10-10.

Escolha a forração floral que mais lhe agradar, pode ser: Rabo-de gato, evolvulus, torrenia, Maria-sem-vergonha, onze horas, begônias, dentre tantas disponíveis nas lojas de jardinagem. Prepare o local arrancando com uma enxada quaisquer ervas daninhas existentes, tenha o cuidado de arrancar com a raiz para que elas não voltem a brotar. Afofe bem a terra, e espalhe o calcário para equilibrar o pH do solo. Coloque o composto orgânico e por cima dele o adubo químico, podendo acrescentar esterco curtido só recomendo muito cuidado com esterco de galinha, que é muito forte e pode queimar as plantas. Com a ajuda da enxada revolva, misture tudo com a camada de terra abaixo (cerca de 15 cm). Plante as mudinhas com cuidado, mas firmando bem ao solo, regue em abundância no primeiro dia para ajudar as plantas a enraizar, depois regar três vezes por semana e é só esperar a primavera chegar trazendo-lhe muitas flores!

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Para compor um jardim vertical, pode-se optar por vasos ou placas. A escolha dependerá das espécies. No caso de vasos, o procedimento de plantio em peça comuns, o procedimento de plantio em peças comuns e  naquelas adequadas para parede é o mesmo.

Basicamente, basta definir o substrato ideal.

No entanto,, a fixação de plantas em placas é um pouco diferenciada, apesar de simples.
Abaixo passo a passo de, como fazê-la usando uma muda de chifre-de-ceado, espécie adequada para ambientes internos.

Com uma faca ou canivete, corte a muda amadurecida (1), puxando delicadamente (2).

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E, então, retirando parte de substrato onde suas raízes cresceram (3). Importante lembrar que todas as ferramentas utilizadas devem ser esterilizadas.
No caso de chifre-de-veado, é possível identificar o amadurecimento observando uma quantidade mínima de quatro folhas, sendo que algumas apresentam esporos (pontos alaranjados) nas extremidades (4), garantindo a reprodução do novo exemplar.

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Em seguida, coloque a muda sobre uma placa um pouco maior do que ela (5).
Foi escolhida uma de fibra de coco, evitando o uso de xaxim, produto cuja comercialização é proibida . Prossiga amarrando-a na placa, utilizando um pedaço de fitilho (6) ou um outro material resistente.

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Ele deve passar em dois trechos da planta para fixá-la bem (7). Cuidado para não colocar o fitilho sobre as folhas novas.
Com o procedimento finalizado (8), o exemplar deve ser colocado em um local sombreado e adubado com produto foliar. Dessa forma enraizará em cerca de 45 dias, quando o fitilho poderá ser retirado, já que a planta estará fixada na placa por suas próprias raízes. No entanto, mesmo antes do enraizamento, ela já pode compor um jardim vertical, sozinha ou com outros exemplares.

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Os melhores amigos de qualquer jardineiro são, sem dúvida, os seus utensílios. Para plantar, cuidar, regar e apanhar, estes são os top 16 utensílios de jardinagem. Tem tudo o que precisa para tratar do seu jardim?

Pá para transplantar: estreita ou larga, esta pá é essencial para semear e transplantar de tudo um pouco. As mais resistentes são confeccionadas em aço e as mais leves em alumínio, enquanto os cabos são esculpidos em madeira ou plástico fácil de manusear. As mais sólidas são aquelas cuja pá e pega compõem uma única peça. A pá mais estreita é a ideal para as zonas mais apertadas do jardim, reduzindo, em simultâneo, o risco de danificar as plantas que se encontram nas proximidades. Em adição, é mais adequado para fazer furos profundos, de forma a acondicionar melhor todas as raízes, do que a pá para transplantar tradicional.

Plantador cônico de bolbos: esta é uma excelente ferramenta de jardinagem uma vez que permite a formação de buracos perfeitos para plantar.

Enxertador: comprido e estreito, este utensílio tem no nome a sua função, sendo utilizado para enxertar ou retirar parte da haste de uma planta com o intuito de replantá-la em outro local.

Forquilha: este utensílio de jardinagem é essencial para retirar raízes, dividir plantas que cresceram excessivamente ou para colher vegetais que tenham raízes. As forquilhas em aço inoxidável são as mais resistentes.

Sacho: prático para desterrar o solo e afastar ervas daninhas, folhas e outras folhagens, ajuda na limpeza em torno de plantas e flores.

Escarificador: este utensílio de mão é utilizado para criar bordas simples e limpas entre floreiras e relva, perfeito para dar aqueles últimos retoques no solo.

Tesouras de podar: para flores e para árvores, necessita de pelo menos uma de cada para remover folhas e flores secas, para aparar arbustos e árvores e, claro, para apanhar flores e exibir num bonito vaso dentro de casa.

Tesouras corta-relva: estas tesouras revelam-se extremamente práticas para aparar a relva em zonas aonde a máquina de cortar não chega.

Arame plastificado: um aliado eficaz para prender folhas, hastes e galhos que parecem não querer manter-se erguidos, ajudando ainda a orientar a direção de plantas e arbustos.

Regador: seja em plástico, latão ou cobre, um regador é essencial para regar plantas de forma individual ou para a aplicação de fertilizantes. Os mais equilibrados são aqueles que apresentam um bico mais comprido.

Pulverizador: de menor dimensão mas igualmente essencial, um pulverizador é perfeito para borrifar folhas de plantas ou zonas específicas da mesma (no caso da aplicação de algum produto), sendo a sua ação spray completamente direcionável uma importante mais-valia.

Mangueira: para um jardim muito extenso, uma mangueira é fundamental para facilitar uma rega equilibrada. Adicionalmente, pode optar por mangueiras perfuradas que, colocadas diretamente no chão, permitem que a água entre diretamente para a terra, hidratando de forma suave e contínua as raízes das plantas, ou seja, a zona que mais H2O necessita. Existem ainda muitos jardineiros que optam pela rega por aspersão, existindo vários modelos e sistemas disponíveis.

Saco de jardim: para facilitar a limpeza do jardim, nomeadamente a recolha de ervas daninhas, folhas secas ou até mesmo lixo, nada como um saco de jardim em material ultraleve que é muito fácil de arrastar à medida que dá a volta ao terreno. Atualmente, existem muitos modelos desdobráveis que praticamente desaparecem na hora de guardá-los.

Luvas: um jardineiro precisa das suas mãos, daí a importância das luvas que são uma proteção contra uma série de fatores. Há quem goste de trabalhar com luvas e há quem não consiga – experimente as duas formas.

Joelheiras: esta invenção veio apoiar os joelhos de jardineiros em todo o mundo, dando-lhes algum conforto quando passam horas ajoelhados a tratar do jardim.

Carrinho de mão: para transportar todos os utensílios de jardinagem nada como um prático carrinho de mão, principalmente quando tiver de carregar sacos de terra ou no final de uma sessão de limpeza do jardim.

Jardineiro

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Um jardim exuberante depende, em grande parte, da experiência e dedicação do seu jardineiro que, por sua vez, depende nos seus utensílios para tornar o trabalho mais fácil e agradável. Para garantir a longevidade e performance dos utensílios de jardinagem é crucial mantê-los limpos, não só durante os meses de mais uso, mas também antes de serem guardados para o Inverno.

Utensílios cortantes: as tesouras de todos os tamanhos e feitios vão acumular resíduos entre as suas lâminas depois de semanas de trabalho no jardim, por isso, quando verificar que está na hora de uma limpeza, embebede um pano num pouco de diluente para tinta e limpe bem as tesouras. No final, aproveite para afiar as lâminas com uma pedra ou lima apropriada e aplique um pouco de spray WD-40 para proteger as tesouras da ferrugem.

Utensílios de mão: as pás para transplantar, forquilhas e sachos têm muito uso e, por isso mesmo, têm de ser protegidos. A sua limpeza é muito simples: basta colocar estes utensílios num balde com água e sabão, deixando-os de molho durante algum tempo antes de utilizar uma escova ou esfregão de arame para retirar terra acumulada. Deixe secar ao ar livre. Depois, aproveite para inspecionar os cabos, para verificar se nenhuma das suas partes esteja partida ou desparafusada. Recomenda-se a aplicação de um pouco de óleo de linhaça nos cabos de madeira, uma vez que este os protege bastante bem. Os utensílios com cabos pintados podem receber uma nova demão de tinta com a opção de uma cor viva que permita a sua visualização perfeita no meio do jardim.

Utensílios de grande porte: tal como os utensílios de mão, também os de grande porte (pás, ancinhos, sachos…) requerem uma limpeza com água e sabão, auxiliada por uma escova ou esfregão de arame para retirar lixo acumulado. Todos os utensílios funcionam melhor se estiverem limados e a aplicação de um pouco de spray WD-40 em todos os elementos metais é recomendado para evitar que enferrujem. Termine com a aplicação de um pouco de óleo de linhaça nos cabos de madeira, que os protege contra o uso.

Mangueiras e regadores por aspersão: para evitar que as mangueiras rachem, evite pendurá-las sobre pregos ou outros cabides que possam facilmente perfurá-las, optando antes por um enrolador próprio de mangueiras – caso contrário guarde-as enroladas, mas pousadas no chão. Antes de armazenar mangueiras e regadores drene toda a água que possa está acumulada dentro dos mesmos, fazendo o mesmo com as torneiras exteriores. Desligue-as para evitar o congelamento ou o arrebentamento dos canos de água, provocado por meses de frio.

Armazenamento invernal: antes de guardar os utensílios de jardinagem para o Inverno, a sua limpeza e manutenção a fundo é extremamente importante. Em termos de armazenamento, guarde-os num local seco, de preferência pendurados numa parede ou então agrupados numa caixa ou cesto para o efeito. Outro truque que os jardineiros utilizam é o seguinte: encha um vaso ou balde com areia seca e junte o lubrificante WD-40 ou então óleo vegetal até obter uma mistura úmida; remova excessos de terra ou lixo dos utensílios de mão e espete-os na areia. Aproveite para passar óleo de linhaça em todos os cabos de madeira, para prevenir que sequem e/ou comecem a lascar. Coloque o balde num local seco e fresco durante os meses mais frios. Quando chegar a Primavera, retire os utensílios da areia e limpe-os cuidadosamente antes de lançar mãos à terra! Pode guardar a areia e reutilizá-la mesmo ao longo dos meses mais quentes para uma limpeza profunda mais periódica.

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