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Posts para categoria ‘Jardins e Manutenção’

jardim

O inverno é uma ótima época para preparar seu jardim, para que na primavera ele esteja esplendoroso!!!!

Em primeiro lugar vamos fazer uma faxina… Retire todas as folhas secas e aquelas que estiverem feias, parecendo doentes. Observe as árvores e os arbustos e veja os galhos que tiram a sintonia do conjunto. É época de podá-los. Corte-os bem rente ao caule e não deixe tocos. Para os galhos mais grossos usamos um serrotinho e para os finos podamos com a tesoura de poda. Após o corte, é indicado passar um produto como calda bordalesa (ou similar) encontrado nas lojas especializadas. Ele é um cicatrizante para que não haja perda de seiva. As azaléias que estão terminando a floração também devem ser podadas nas pontas. Após as podas dos galhos secos e de formação, vamos cuidar do restante.

A terra também deve ser preparada para a explosão de vida da primavera! Vamos afofar a terra para deixá-la bem airada e adubá-la com nutrientes que permitirão flores e frutos na primavera:

1- Colocação de calcário para corrigir a acidez da terra.
2- Leve mistura de areia para corrigir a compactação.
3- Colocação de composto orgânico para enriquecê-la.
4- Adubação orgânica complementar com esterco animal curtido.
5- Adubação química com npk 10-10-10.

Após este trabalho irrigar abundantemente para obter melhor absorção dos elementos químicos.

Quanto as árvores frutíferas que frutificam de outubro a março (como jabuticaba, pitanga, acerola e uvaia), é conveniente adubá-las com 50grs de adubo químico 4-14-8 diluídas em 1 balde de água que será lentamente despejado a uma distância de 50 cm ao redor do caule. Fazer isso a cada 20 dias, especialmente se quiser comer muitas frutinhas.

Se o seu caso não forem frutas, mas flores… O procedimento é outro…

É muito fácil preparar a terra para canteiros florais, se não tiver espaço, vasos ou jardineiras. Para cada metro quadrado (ou seja, cada espaço de 1,00×1,00 metro) de área de canteiro, você vai precisar de: 20 litros (ou uma lata) de composto orgânico ou húmus curtido, 200 gramas de calcário e 50 gramas de adubo químico npk 10-10-10.

Escolha a forração floral que mais lhe agradar, pode ser: Rabo-de gato, evolvulus, torrenia, Maria-sem-vergonha, onze horas, begônias, dentre tantas disponíveis nas lojas de jardinagem. Prepare o local arrancando com uma enxada quaisquer ervas daninhas existentes, tenha o cuidado de arrancar com a raiz para que elas não voltem a brotar. Afofe bem a terra, e espalhe o calcário para equilibrar o pH do solo. Coloque o composto orgânico e por cima dele o adubo químico, podendo acrescentar esterco curtido só recomendo muito cuidado com esterco de galinha, que é muito forte e pode queimar as plantas. Com a ajuda da enxada revolva, misture tudo com a camada de terra abaixo (cerca de 15 cm). Plante as mudinhas com cuidado, mas firmando bem ao solo, regue em abundância no primeiro dia para ajudar as plantas a enraizar, depois regar três vezes por semana e é só esperar a primavera chegar trazendo-lhe muitas flores!

chuvas

Para compor um jardim vertical, pode-se optar por vasos ou placas. A escolha dependerá das espécies. No caso de vasos, o procedimento de plantio em peça comuns, o procedimento de plantio em peças comuns e  naquelas adequadas para parede é o mesmo.

Basicamente, basta definir o substrato ideal.

No entanto,, a fixação de plantas em placas é um pouco diferenciada, apesar de simples.
Abaixo passo a passo de, como fazê-la usando uma muda de chifre-de-ceado, espécie adequada para ambientes internos.

Com uma faca ou canivete, corte a muda amadurecida (1), puxando delicadamente (2).

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E, então, retirando parte de substrato onde suas raízes cresceram (3). Importante lembrar que todas as ferramentas utilizadas devem ser esterilizadas.
No caso de chifre-de-veado, é possível identificar o amadurecimento observando uma quantidade mínima de quatro folhas, sendo que algumas apresentam esporos (pontos alaranjados) nas extremidades (4), garantindo a reprodução do novo exemplar.

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Em seguida, coloque a muda sobre uma placa um pouco maior do que ela (5).
Foi escolhida uma de fibra de coco, evitando o uso de xaxim, produto cuja comercialização é proibida . Prossiga amarrando-a na placa, utilizando um pedaço de fitilho (6) ou um outro material resistente.

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Ele deve passar em dois trechos da planta para fixá-la bem (7). Cuidado para não colocar o fitilho sobre as folhas novas.
Com o procedimento finalizado (8), o exemplar deve ser colocado em um local sombreado e adubado com produto foliar. Dessa forma enraizará em cerca de 45 dias, quando o fitilho poderá ser retirado, já que a planta estará fixada na placa por suas próprias raízes. No entanto, mesmo antes do enraizamento, ela já pode compor um jardim vertical, sozinha ou com outros exemplares.

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meninha azul

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Os melhores amigos de qualquer jardineiro são, sem dúvida, os seus utensílios. Para plantar, cuidar, regar e apanhar, estes são os top 16 utensílios de jardinagem. Tem tudo o que precisa para tratar do seu jardim?

Pá para transplantar: estreita ou larga, esta pá é essencial para semear e transplantar de tudo um pouco. As mais resistentes são confeccionadas em aço e as mais leves em alumínio, enquanto os cabos são esculpidos em madeira ou plástico fácil de manusear. As mais sólidas são aquelas cuja pá e pega compõem uma única peça. A pá mais estreita é a ideal para as zonas mais apertadas do jardim, reduzindo, em simultâneo, o risco de danificar as plantas que se encontram nas proximidades. Em adição, é mais adequado para fazer furos profundos, de forma a acondicionar melhor todas as raízes, do que a pá para transplantar tradicional.

Plantador cônico de bolbos: esta é uma excelente ferramenta de jardinagem uma vez que permite a formação de buracos perfeitos para plantar.

Enxertador: comprido e estreito, este utensílio tem no nome a sua função, sendo utilizado para enxertar ou retirar parte da haste de uma planta com o intuito de replantá-la em outro local.

Forquilha: este utensílio de jardinagem é essencial para retirar raízes, dividir plantas que cresceram excessivamente ou para colher vegetais que tenham raízes. As forquilhas em aço inoxidável são as mais resistentes.

Sacho: prático para desterrar o solo e afastar ervas daninhas, folhas e outras folhagens, ajuda na limpeza em torno de plantas e flores.

Escarificador: este utensílio de mão é utilizado para criar bordas simples e limpas entre floreiras e relva, perfeito para dar aqueles últimos retoques no solo.

Tesouras de podar: para flores e para árvores, necessita de pelo menos uma de cada para remover folhas e flores secas, para aparar arbustos e árvores e, claro, para apanhar flores e exibir num bonito vaso dentro de casa.

Tesouras corta-relva: estas tesouras revelam-se extremamente práticas para aparar a relva em zonas aonde a máquina de cortar não chega.

Arame plastificado: um aliado eficaz para prender folhas, hastes e galhos que parecem não querer manter-se erguidos, ajudando ainda a orientar a direção de plantas e arbustos.

Regador: seja em plástico, latão ou cobre, um regador é essencial para regar plantas de forma individual ou para a aplicação de fertilizantes. Os mais equilibrados são aqueles que apresentam um bico mais comprido.

Pulverizador: de menor dimensão mas igualmente essencial, um pulverizador é perfeito para borrifar folhas de plantas ou zonas específicas da mesma (no caso da aplicação de algum produto), sendo a sua ação spray completamente direcionável uma importante mais-valia.

Mangueira: para um jardim muito extenso, uma mangueira é fundamental para facilitar uma rega equilibrada. Adicionalmente, pode optar por mangueiras perfuradas que, colocadas diretamente no chão, permitem que a água entre diretamente para a terra, hidratando de forma suave e contínua as raízes das plantas, ou seja, a zona que mais H2O necessita. Existem ainda muitos jardineiros que optam pela rega por aspersão, existindo vários modelos e sistemas disponíveis.

Saco de jardim: para facilitar a limpeza do jardim, nomeadamente a recolha de ervas daninhas, folhas secas ou até mesmo lixo, nada como um saco de jardim em material ultraleve que é muito fácil de arrastar à medida que dá a volta ao terreno. Atualmente, existem muitos modelos desdobráveis que praticamente desaparecem na hora de guardá-los.

Luvas: um jardineiro precisa das suas mãos, daí a importância das luvas que são uma proteção contra uma série de fatores. Há quem goste de trabalhar com luvas e há quem não consiga – experimente as duas formas.

Joelheiras: esta invenção veio apoiar os joelhos de jardineiros em todo o mundo, dando-lhes algum conforto quando passam horas ajoelhados a tratar do jardim.

Carrinho de mão: para transportar todos os utensílios de jardinagem nada como um prático carrinho de mão, principalmente quando tiver de carregar sacos de terra ou no final de uma sessão de limpeza do jardim.

Jardineiro

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Um jardim exuberante depende, em grande parte, da experiência e dedicação do seu jardineiro que, por sua vez, depende nos seus utensílios para tornar o trabalho mais fácil e agradável. Para garantir a longevidade e performance dos utensílios de jardinagem é crucial mantê-los limpos, não só durante os meses de mais uso, mas também antes de serem guardados para o Inverno.

Utensílios cortantes: as tesouras de todos os tamanhos e feitios vão acumular resíduos entre as suas lâminas depois de semanas de trabalho no jardim, por isso, quando verificar que está na hora de uma limpeza, embebede um pano num pouco de diluente para tinta e limpe bem as tesouras. No final, aproveite para afiar as lâminas com uma pedra ou lima apropriada e aplique um pouco de spray WD-40 para proteger as tesouras da ferrugem.

Utensílios de mão: as pás para transplantar, forquilhas e sachos têm muito uso e, por isso mesmo, têm de ser protegidos. A sua limpeza é muito simples: basta colocar estes utensílios num balde com água e sabão, deixando-os de molho durante algum tempo antes de utilizar uma escova ou esfregão de arame para retirar terra acumulada. Deixe secar ao ar livre. Depois, aproveite para inspecionar os cabos, para verificar se nenhuma das suas partes esteja partida ou desparafusada. Recomenda-se a aplicação de um pouco de óleo de linhaça nos cabos de madeira, uma vez que este os protege bastante bem. Os utensílios com cabos pintados podem receber uma nova demão de tinta com a opção de uma cor viva que permita a sua visualização perfeita no meio do jardim.

Utensílios de grande porte: tal como os utensílios de mão, também os de grande porte (pás, ancinhos, sachos…) requerem uma limpeza com água e sabão, auxiliada por uma escova ou esfregão de arame para retirar lixo acumulado. Todos os utensílios funcionam melhor se estiverem limados e a aplicação de um pouco de spray WD-40 em todos os elementos metais é recomendado para evitar que enferrujem. Termine com a aplicação de um pouco de óleo de linhaça nos cabos de madeira, que os protege contra o uso.

Mangueiras e regadores por aspersão: para evitar que as mangueiras rachem, evite pendurá-las sobre pregos ou outros cabides que possam facilmente perfurá-las, optando antes por um enrolador próprio de mangueiras – caso contrário guarde-as enroladas, mas pousadas no chão. Antes de armazenar mangueiras e regadores drene toda a água que possa está acumulada dentro dos mesmos, fazendo o mesmo com as torneiras exteriores. Desligue-as para evitar o congelamento ou o arrebentamento dos canos de água, provocado por meses de frio.

Armazenamento invernal: antes de guardar os utensílios de jardinagem para o Inverno, a sua limpeza e manutenção a fundo é extremamente importante. Em termos de armazenamento, guarde-os num local seco, de preferência pendurados numa parede ou então agrupados numa caixa ou cesto para o efeito. Outro truque que os jardineiros utilizam é o seguinte: encha um vaso ou balde com areia seca e junte o lubrificante WD-40 ou então óleo vegetal até obter uma mistura úmida; remova excessos de terra ou lixo dos utensílios de mão e espete-os na areia. Aproveite para passar óleo de linhaça em todos os cabos de madeira, para prevenir que sequem e/ou comecem a lascar. Coloque o balde num local seco e fresco durante os meses mais frios. Quando chegar a Primavera, retire os utensílios da areia e limpe-os cuidadosamente antes de lançar mãos à terra! Pode guardar a areia e reutilizá-la mesmo ao longo dos meses mais quentes para uma limpeza profunda mais periódica.

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A saúde e vivacidade de um jardim e as suas flores e plantas podem depender de vários factores, para além das quantidades exatas de água e sol. Todos os jardineiros têm os seus truques e nós reunimos alguns dos melhores para ajudá-lo a manter o seu jardim impecável… e a inveja de todos os vizinhos.

Conheça cada centímetro de terra- Um bom jardineiro tem de saber o potencial do seu jardim, ou seja, tem de conhecer muito bem cada centímetro de solo e gramado, quais as áreas com mais incidência de sol, assim como aquelas que recebem mais sombra e vento. Em adição, deve testar a terra para determinar os seus níveis de pH. Só assim é que pode escolher as melhores espécies para o seu jardim em particular e plantá-las nos locais apropriados.

Qualidade em vez de quantidade - A beleza das plantas e flores pode levar-nos a comprar mais do que necessitamos em termos de plantação. É importante saber quanto espaço tem disponível para poder comprar de acordo com esses metros quadrados e não correr o risco de comprar em excesso e depois, pior, plantar em excesso. Muitas plantas juntas não são sinônimo de um jardim saudável.

A melhor escolha - Quanto à aquisição de plantas e flores para o seu jardim, saiba que as espécies baixas e largas são mais estáveis e resistentes do que as suas congêneres mais altas e esguias. Se comprar plantas em vasos ou outros recipientes, observe sempre o fundo para certificar que as raízes não estejam muito torcidas e/ou compactas, que não contenham insetos ou qualquer doença. Em adição, deve resistir à compra de flores que já floresceram, porque estas têm uma menor resistência à plantação do que aquelas que ainda não floresceram.

Orçamentos grandes e pequenos - Para além de todo o trabalho que um jardim implica, também não é propriamente barato de se manter. Entre a compra de sementes, flores, plantas, fertilizantes, pesticidas, herbicidas, utensílios e a água necessária à rega, os custos acumulam-se. Mesmo que tenha um orçamento limitado, existem várias formas de poupar, sem prejudicar a beleza do seu jardim: compre fora de época e on-line (onde para além de encontrar espécies de todo o mundo, beneficia de bons descontos, próprios de quem compra online), esteja atento aos saldos nos viveiros ou lojas especializadas, troque enxertos/estacas com vizinhos e amigos, aprenda a poupar água para a rega, como colocar baldes para apanhar a chuva, por exemplo.

Faça-se luz - Nem todos temos a sorte de ter um jardim completamente voltado para sul e com uma exposição solar otimizada, no entanto, pode potenciar a luz direta com este simples truque: veja que plantas ou ramos de árvore podem aparar de forma a deixar passar mais raios de sol nas áreas em que mais precisa deles.

Água preciosa - A água é um bem essencial que deve ser preservado e utilizado inteligentemente também no jardim. Na hora de semear, agrupe aquelas plantas que necessitam de mais água, colocando-as o mais próximo possível. Evite regar o jardim a meio do dia, especialmente quando as temperaturas estão mais elevadas, porque as plantas absorvem mais e melhor quando forem regadas de manhã cedo ou à noite.

Uma equipa vencedora - Existem dezenas de combinações entre plantas e flores que resultam num jardim mais desenvolvido, saudável e bonito. Por exemplo, os malmequeres são ótimos para proteger os tomates de pragas e a hortelã-pimenta defende o repolho das traças. Outros “casais de jardim” são ótimos para confundir e repelir insetos, melhorar a qualidade do solo, resguardar as plantas do vento, potenciar os sabores da fruta e vegetais. Descubra a equipa vencedora para o seu jardim.

De água para leite – Sabia que o leite pode ser um potente fungicida quando aplicado, em forma de spray, nas folhas de plantas e flores? Pode aplicar o leite puro ou então diluí-lo com água, conforme preferir – saiba que funciona e que é muito mais amigo do ambiente do que qualquer produto do gênero adquirido em lojas e recheado de químicos que, embora sejam bons para uma coisa, acabam sempre por prejudicar outras.

O poder do mulching - O mulching é uma das técnicas de jardinagem mais populares e que implica a aplicação de uma camada protetora de material orgânico sobre o solo com o intuito de preservar a umidade da terra, prevenir o crescimento de ervas daninhas e assegurar a vitalidade dos nutrientes do solo. Os compostos orgânicos mais utilizados incluem raspas de madeira, folhas, relva cortada, palha e até papel de jornal triturado.

Utensílios de jardim impecáveis - Só porque o material de jardinagem que utiliza está exclusivamente reservado ao contacto contínuo com a terra, não significa que estes não devem ser lavados. Antes pelo contrário! A não lavagem dos utensílios de jardim pode facilitar a transmissão de doenças, pestes ou insetos entre plantas. Necessita apenas de lavá-los num balde com água e um pouco de sabão para evitar estas situações, bem como para assegurar a sua resistência e evitar a formação de ferrugem.

Jardinagem em vasos – Por falta de espaço ou porque simplesmente aprecia a sua praticabilidade, a jardinagem em vasos é uma grande tendência. No entanto, não deve utilizar a terra do seu jardim para encher esses mesmos vasos porque essa irá tornar-se demasiada compacta e dura para os vasos, o que pode resultar na morte das plantas. Existe terra específica para vasos que, curiosamente, não contém muita terra, mas sim misturas de perlite ou vermiculite que, embora necessitem de água em abundância, asseguram uma boa circulação de ar e drenagem do solo.

Em flor – Num jardim queremos ter flores, mas para garantir botões sempre abertos e um cenário colorido, é necessário remover todas as flores secas de uma planta para que esta possa voltar a florescer. Caso contrário, esta irá concentrar-se em produzir mais sementes e não voltará a abrir tão depressa.

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Se abraçou recentemente um projeto de jardinagem, provavelmente já estudou a localização, assim como a quantidade de luz solar e de sombra que o seu futuro jardim vai receber. Em função de tudo isso, já escolheu as flores, plantas ou legumes que quer ver florescer o mais depressa possível… agora só resta plantar, por isso, arregace as mangas e mãos à terra!

Preparar o solo
Se ainda não preparou o solo para receber as suas plantas, há que o fazer agora! Mande analisar a sua terra ou faça você mesmo com um dos muitos kits que existem para o efeito. Um solo pode ser ácido, alcalino ou neutro e, uma vez descoberto isso, é necessário adquirir um adubo que se adeque a esse tipo de terra.

O solo ideal deve ter uma boa camada de matéria orgânica, ou seja, dever ser rico em húmus (uma substância escura composta por folhas secas, plantas e animais mortos), seguido de terra solta e argilosa, que permite uma boa drenagem e oxigenação.

Se o seu solo for arenoso, terá dificuldade em absorver a água e outras substâncias nutritivas, o que implica que terá de ser enriquecido com húmus ou argila. Se for o seu caso, utilize uma mistura equilibrada de terra preta e adubada com 50% de terra argilosa ou de barro. Se, por outro lado, a sua terra for argilosa, vai ter de lhe acrescentar areia do rio, nunca areia de praia.

De pá na mão
Com recurso a uma pá (grande ou pequena, dependendo do espaço que vai jardinar) ou até com as mãos, comece por revirar o solo (cerca de 20 a 30 cm de profundidade), partindo os bocados de terra existentes e retirando raízes, ramos, folhas ou outros objectos enterrados que não pertencem ao seu novo jardim!

Se vai incluir um composto ou fertilizante, adicione-o ao topo do solo, criando uma camada de 10 a 12 cm que vai espalhar por toda a área a jardinar com a ajuda de um ancinho. Deixe o solo arejar e habituar-se à sua nova mistura antes de plantar.

Plantar, plantar e plantar
Se vai plantar sementes, é importante cavar pequenas fileiras paralelas umas às outras, mas com um espaço mínimo de 90 cm entre cada fileira. Criar o espaço ideal para um crescimento livre e pouco apertado das suas flores é algo que tem de considerar nesta fase.

Quando em dúvida, dê mais espaço, para que uma vez floridas, não vai ter as plantas e flores todas umas em cima das outras.

A vantagem de plantar sementes é que, por norma, as embalagens trazem todas as instruções necessárias: a melhor altura para semear, a que profundidade e com que espaçamento. A maioria exige uma profundidade de cerca de 4 cm.

Colocadas as sementes, há que cobri-las, mas não acame, nem de mais, nem de menos, a terra à sua volta. Certifique-se apenas que esteja firme e não muito apertada. Para assegurar que a semente “pegue”, ou seja, que crie raízes e rebentos, há que manter o solo úmido.

Se optar por plantar estacas, remova o recipiente ou embalagem em que se encontra e plante-as em pequenas covas escavadas na terra. Certifique-se que o pé esteja ao nível ou ligeiramente abaixo do solo que o rodeia e apoie a planta com terra suficiente para que ela se mantenha firmemente de pé. Haverá casos em que terá de remover folhas ou ramos em excesso, não tenha pena de o fazer porque, desse modo, as raízes terão de suportar menos peso e vão “pegar” mais fácil e mais rapidamente.

Cuidados diários
Com as suas sementes e flores confortavelmente plantadas no novo jardim, regue-as ligeiramente e com frequência ao longo das semanas seguintes, uma fase que requer que o solo esteja sempre úmido. Quando as plantas mostrarem sinais de força e as sementes já deram sinais de vida, reduza a frequência da rega, em detrimento da água com profundidade. A próxima preocupação é assegurar que a água, em quantidade, chegue às raízes. As raízes têm de continuar a desenvolverem-se em profundidade, para suportarem a planta que, a partir de agora (e se tudo correr bem!) não vai parar de crescer, o que implica que vai precisar de todo o apoio possível na sua base.

Nos primeiros tempos de vida, vigie a saúde das suas novas plantas e se verificar manchas amarelas nas folhas, pode ter de adicionar um pouco mais de fertilizante ao solo.

Dentro do possível, mantenha a terra do seu jardim limpa e livre de ervas daninhas. Esteja sempre atento aos predadores – desde insetos, lagartas e roedores – que podem prejudicar o seu espaço verde num abrir e fechar de olhos. Se tiver de recorrer a um pesticida, opte sempre pelas soluções menos tóxicas e siga as suas instruções à risca.

Por fim, não se esqueça de desfrutar do jardim que criou e que está ajudando crescer… não o veja como uma tarefa tediosa, mas antes um hobby divertido e relaxante. Entregue-se ao prazer da jardinagem!

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Azaleas

A beleza de sua casa passa necessariamente por ter um belo jardim, o que requer cuidados especiais no inverno. Assim como muitas pessoas ficam com a pele ressecada durante o clima frio, as plantas também sofrem com a baixa umidade e o ar seco, característicos do período. Para preservar a vegetação e a beleza do jardim durante os próximos meses é preciso estar atento e bem informado sobre o controle da irrigação das folhas e da terra.
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Embora o inverno no Brasil não seja tão rigoroso como em outros países, o cuidado com as plantas não pode ser desprezado.

A dica é borrifar as folhas com água com maior freqüência para hidratá-las, evitando que elas sequem mais rápido. No inverno tem mais poluição porque chove menos. Quando você borrifa, além de limpar, você permite que a planta respire melhor.

Porém, não se deve confundir a rega das folhas com a irrigação da terra. Ao mesmo tempo que tem de borrifar mais no inverno porque o clima é mais seco, também deve-se diminuir a quantidade de água na irrigação, porque a evaporação é menor nessa estação. O excesso de água pode causar proliferação de fungos nas folhas e o apodrecimento das raízes.

Transplante e poda – O clima frio é a época ideal para podar algumas plantas como preparativo para a primavera. Junho, julho e agosto são os melhores meses para podar roseiras para darem mais flor na primavera. O período de baixa temperatura também é indicado para fazer transplante de plantas como trepadeiras, já que elas entram em dormência (param de se desenvolver).

Quanto às adubações, são recomendadas apenas para as plantas que se desenvolvem e florescem no inverno. Árvores, arbustos e cercas-vivas podem ser podados nesta época, desde que não estejam florindo.

Roseiras – Em julho e agosto, as roseiras devem ser podadas e adubadas com adubo orgânico. É a chamada poda anual das roseiras. A sabedoria popular afirma que o período mais propício para a poda é a lua minguante, quando o fluxo de energia da planta se volta para as raízes (na dúvida, não custa tentar…). Em regiões mais frias, é recomendável aguardar a passagem das geadas sendo, portanto, o final do inverno o período mais indicado. Já nas regiões mais quentes, onde as geadas são quase raras, a poda pode ser feita no mês de julho. De qualquer forma, é importante saber que as podas são muito importantes para as roseiras, para incentivar o surgimento de novos brotos e aumentar a floração. E atenção: o corte deve ser feito em diagonal, sempre 1 cm acima da gema mais próxima.

E ainda falando sobre as roseiras, por ocasião da poda recomenda-se uma adubação, aplicando a seguinte mistura:
20 litros de esterco curtido ou composto orgânico
200g de farinha de osso
100g de torta de mamona
Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

Gramados – Muita gente fica preocupada com o gramado durante o inverno e, às vezes, exagera nos cuidados. Nos meses frios, a grama merece realmente alguns cuidados: limpeza, aeração e cobertura, mas sem dramas!

Limpeza - Deve começar com a retirada das ervas daninhas, de preferência manualmente para que sejam extirpadas as raízes. Depois disso, a grama pode ser aparada.

Aeração - Após o corte, é recomendável recolher o excesso de aparas, pois durante o inverno é preciso garantir a aeração do gramado. Retire os restos do corte com um ancinho ou uma vassoura de arame – a tarefa vai melhorar a aeração e a luminosidade e, ainda, diminuir a temperatura e umidade junto à grama, fatores que facilitam o surgimento de doenças. Outra medida que contribui para aumentar a circulação de ar entre as raízes da grama é fazer perfurações finas e profundas no solo, manualmente, usando uma ferramenta apropriada. É preciso, entretanto, tomar cuidado para não perfurar e danificar demais as folhas.

Cobertura – Em algumas regiões onde o inverno não é muito rigoroso, costuma-se dispensar a cobertura do gramado. Entretanto a prática não é indicada apenas como proteção contra o frio e geadas. A cobertura com terra vegetal incorpora ao solo alguns nutrientes e também ajuda a nivelar o gramado, cobrindo eventuais buracos. Não é preciso adicionar adubo a terra – nesta época a grama está em estado de repouso e a adubação não será bem aproveitada. Também não é preciso “soterrar” a grama: uma camada de no máximo 3 cm de altura é suficiente para cumprir a função. Também hoje já existem substratos apropriados para fazer a cobertura.

Caso o gramado apresente falhas, aproveite para corrigi-las antes da cobertura, completando as áreas com pedaços de placas de grama da mesma espécie. Após a cobertura, regue o gramado para ajudar a incorporar a terra.

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Jardinagem

regador

Ter um jardim com plantas, arbustos e árvores tropicais e exóticas está completamente out. O que está in é apostar numa jardinagem com espécies locais, apropriadas ao solo e ao clima onde serão plantados.

A duas cores – Em relação às flores, este ano o destaque vai para floreiras com espécies de duas cores, nomeadamente o branco em conjunto com outro tom como o amarelo, o azul ou o vermelho.

Em vaso –
Cultivar flores, plantas, fruta e legumes em vasos e/ou floreiras continua a ser uma forte tendência, incentivando mesmo quem vive em espaços pequenos ou apartamentos que ter um jardim bem sucedido é possível.

Água em moderação – Poupar água é já uma preocupação ambiental à escala global e nos nossos jardins não deve ser diferente. Regar de manhã ou à noite para o solo reter mais água e aproveitar a água da chuva são apenas duas maneiras de poupar água na jardinagem.

Pedras perdidas. As pedras e rochas – principalmente as de grandes dimensões – utilizadas para decorar os jardins deixam de ser moda e são substituídas por flora viva, em particular arbustos e árvores.

Orgânico sempre. Cultivar flores comestíveis, ervas aromáticas, fruta e legumes para consumo próprio são algo que qualquer jardineiro anseia e a verdade é que, mesmo com o cultivo em vasos, é possível ter produtos orgânicos frescos à porta de casa, nem que seja num apartamento.

Apostar na qualidade. Apostar na qualidade nomeadamente em termos da aquisição de ferramentas e equipamentos de jardinagem diversos. Deixar de comprar muito e de fraca qualidade – para durar apenas uma estação – é agora substituído pela mentalidade de investimento a longo prazo, ou seja, comprar utensílios melhores – mesmo que sejam mais caros – mas com a garantia de que vão durar muitos e longos anos.

Jardim personalizado. Todos sabem que um belo jardim, seja ele qual for, dá trabalho… mas também tem de dar prazer. Para além de encher o jardim de flores e fragrâncias que realmente aprecia, a tendência é para a criação de um espaço zen, um verdadeiro refúgio que pode ser desfrutado em pleno – adicione algumas cadeiras, poufs, chaise longues, uma mesa de apoio e iluminação adequada para que não falte nada no seu jardim privado.

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Vocês sabem que o uso dos xaxins foi proibido já tem algum tempo. Em função disso desenvolveu-se um sistema em que a fibra do coco misturada à seiva da seringueira, forma um material que se converte em vasos, placas, mantas, painéis, e muita coisa mais. Com esse material é possível construir um jardim vertical a baixo custo, que atua como uma proteína, facilitando o crescimento e enraizamento das plantas. É durável, permeável, um fungicida natural e que vai manter suas plantas saudáveis.

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Observem nas fotos como os painéis com vasos foram montados uns sobre os outros.

Como fazer?
1 – Impermeabilize muito bem a parede que irá revestir. Existem produtos apropriados para isso;
2 – Escolha, o tamanho de sua parede, a forma de aplicação, se painéis ou placas com vaso;
3 – Fixe as placas na parede usando parafusos;
4 – Se desejar, instale mangueiras de irrigação. Se a parede for alta, isso facilitará a sua vida. Nesse caso consulte um especialista;
5 -  Coloque terra, adubo e plante suas plantas preferidas da forma tradicinal.

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O bom é que a água que escoa desde lá de cima, cairá sobre o vaso embaixo e assim até o chão. Se a sua parede é externa não há nenhum problema. Se for numa varanda, acople canaletas reservatórias na base da sua parede para controlar o excesso de água das regas.

As plantas mais indicadas para criar volume e dar vista a um jardim vertical, são os aspargos e as ripsalis, que quase nem precisam de terra. Tem também as samabaias.

Na medida que crescem, dão vista e fecham os espaços entre os vasos. Mas você pode colocar as flores que desejar, como orquídeas, por exemplo, intercalando com os aspargos. Consulte sempre seu jardineiro sobre a melhor forma de adubar as suas plantas e preste atenção na quantidade de luz que sua parede recebe. Isso é muito importante.

Tenha em sua mente que as plantas e flores levarão algum tempo para chegarem ao resultado pretendido, mas o esforço e a paciência valerão à pena.

Gente, agora é com vocês. Se alguém aí já fez um jardim vertical com outra solução, escreva contando, porque a Silvia gostaria de conhecer outras opções. E eu também.

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Em épocas de crise é imperativo adotar uma série de soluções que permitam manter o jardim impecável a troco de poucos gastos.
O jardim pode consumir bastante água se não for bem planeado.
Existem, no entanto, muitas soluções que evitam gastos desnecessários. E não estamos a falar de retirar o relvado…

1. Opte por espécies rústicas
Madressilva, urze ou adelfa são apenas três espécies de plantas que têm em comum apenas necessitarem de pouca água. Não se trata de plantar apenas autóctones mas também pensar em espécies resistentes, que se enquadrem na paisagem circundante.

2. Use água apenas nas plantas
Quando se trata de regar maciços, sebes ou jardineiras, a solução mais aconselhável são os tubos gota à gota. No entanto, este sistema obriga a regar também o terreno que não se encontra plantado porque os furos podem estar situados a 30-40 cm. Para poupar, retire os tubos que não se encontram perto das plantas.

3. Reduza o número de vasos
Para controlar melhor o gasto de água no jardim, uma boa solução é não utilizar demasiados vasos de terracota. A água é absorvida pelas paredes, o que exige mais regas que em algumas ocasiões terão de ser diárias. Sempre que possível, plante no terreno.

4. Não use mangueiras muito compridas
As paredes das mangueiras contam com uma propriedade chamada aderência, que obstrui a passagem da água. Quanto maior o percurso da água na mangueira menor o caudal. Utilize mangueiras curtas, mais fáceis de controlar.

5. Plante espécies de sombra
Um dos segredos para poupar água no jardim é manter com boa sombra que se consegue plantando árvores de sombra e deixá-las crescer em altura. A seus pés, reina a frescura e a água é menos necessária. Do mesmo modo, as plantações de flores e de arbustos devem ser bastante densas, sombreando o solo e conferindo umidade relativa do ar.

6. Regue durante a noite
Se pretende regar o relvado, deve colocar em marcha os aspersores 30 minutos durante o dia ou 15 à noite. O consumo de água das plantas mede-se por evaporação e transpiração e este parâmetro dispara com o calor do dia, que é quando a água evapora. De qualquer modo, inclusive nesta época do ano, é preferível regar à noite.

7. Opte por trabalhar à mão
Sempre que for possível, faça todos os trabalhos de criatividade ou de manutenção do jardim à mão. Desta forma, não desperdiça recursos naturais preciosos e a sua saúde também agradece.

8. Recorra a lâmpadas de baixo consumo
Não há desculpas para não instalar lâmpadas de baixo consumo e escassa temperatura no jardim. No mercado, pode encontrar focos de luz branca com estas características e recentemente surgiu a técnica de led, que consome menos. E a fatura da eletricidade agradece.

9. Use baterias que carregam ao sol
No mercado existem kits de carga de baterias por meio de energia solar. O investimento é mínimo se comparado com a enorme poupança em energia elétrica. Se por acaso todas as suas máquinas são elétricas e a bateria, consegue assim uma espetacular auto suficiência energética.

10. Prefira cabos compridos e grossos
Os cabos elétricos compridos e grossos gastam menos e não se registram percas. Quando planear o jardim, opte por tensão baixa, no máximo 24 volts. Ao transportar a eletricidade por grandes distâncias, com baixa tensão, a queda de voltagem poderia ser enorme e não permitir o funcionamento dos aparelhos. Para minimizar este problema, utilize cabos grossos e monofásicos, bem isolados.

11. Instale sistemas de iluminação de presença fotossensível
Utilize um sistema de iluminação de presença fotossensível para que as lâmpadas deixem de funcionar sempre que o dia nasce. Qualquer jardim deve contar com iluminação de segurança que permaneça ligada toda a noite para poderem detectar a presença de estranhos em caso de necessidade.

12. Prefira sensores detectores de movimento
Por que iluminar todo o jardim de uma vez se apenas vai estar em determinada zona? Com um sensor de movimento consegue poupar bastante eletricidade porque a luz apenas se acende à medida que vaio passando nas diferentes zonas do jardim.

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