Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Jardins e Manutenção’

jardim-2

Para dar um toque de verde mesmo em ambientes pequenos, nada melhor do que usar um jardim vertical.

É uma ótima opção para pessoas que moram em centros urbanos, com pequena área verde ou em apartamentos, que dispõem de pouco espaço para o cultivo de plantas. Essa solução também se aplica a casas que têm uma parede inutilizada, transformando-a em um local bonito e florido. Os jardins verticais são paredes totalmente cobertas com uma ou mais espécies de vegetação. Eles podem ser instalados dentro de casa, em varandas ou muros de quintal. Há diversos tipos. Muitos, inclusive, não saem caro para o bolso. Podem ser feitos até com suportes criativos com pequenos vasos.

Com um pouco de criatividade, é possível transformar a aparência do ambiente, deixando-o mais convidativo. É legal misturar diversas espécies que tenham volume, como chifre-de-veado e renda portuguesa.

Existem muitas maneiras de fazer um jardim vertical com produtos prontos ou reciclados. O primeiro passo é fixar uma estrutura resistente e segura na parede. Antes de preparar a terra e plantar as flores, é preciso preparar toda a estrutura para a irrigação, impermeabilizar os nichos e definir onde a água será escoada.

Com todos esses detalhes prontos, é hora de escolher os materiais e usar a criatividade para harmonizar o jardim vertical com a decoração do ambiente. Podem ser feitas placas de madeira, bambu ou fibra de coco na parede com vários vasinhos fixados. Outra solução é utilizar treliças de metal ou bambu, que podem receber os vasos diretamente ou serem forrados com fibra. Para fixar os vasos, vale usar arames bem espessos ou lacres de náilon.

Se a opção for utilizar materiais recicláveis, as possibilidades para criar um jardim diferente são inúmeras. As garrafas pet, por exemplo, transformam-se em vasos de uma forma rápida e fácil. Faça uma abertura retangular no centro da garrafa e um furo de cada lado dessa abertura, nas partes superior e inferior, para passar a corda que irá sustentar o vaso, e finalize com uma pintura ou enfeites de sua preferência. Latas, caixinhas de leite e tubos de PVC também ficam charmosos com uma decoração colorida e personalizada. O reaproveitamento de materiais vale ainda para a estrutura, que pode ser montada com blocos de concreto, caixotes de madeira e sapateiras.

jardim-vertical garrafa pet

Jardim vertical com garrafas Pet:
É possível fazer diversos jardins verticais com as garrafas PET. Nesse caso, a parte utilizada será a do gargalo. A garrafa deve ser cortada em um tamanho bom para plantar a muda. A tampa deve ficar fechada, apenas com um pequeno furo para o escoamento da água.

No fundo próximo a tampa da garrafa, coloque uma camada de manta bidim, que funcionará como uma espécie de feltro para a passagem da água. Depois, disponha o torrão (parte com terra e raízes da planta), ajustando-o ao espaço da PET.

As garrafas podem ser dispostas por meio de arames ou suportes para vasos, em painéis de metal, madeira ou em um varal fixado na parede. Se for preciso, é só fazer orifícios no corpo da garrafa, de acordo com o suporte que será utilizado,

Depois de montado, é importante sempre regar e podar as plantas. Elas não podem sofrer, ficar amarelas ou pouco volumosas, senão perde-se a beleza do jardim vertical.

jardim-vertical-concreto
Jardim vertical com blocos de cerâmica
Se o jardim vertical for instalado em um local definitivo, é indicado fazer um painel de blocos de cerâmica fixado diretamente na parede com concreto. Basta unir os blocos do tamanho que desejar para criar um belo canteiro suspenso. Outra forma de preencher as paredes com o verde e o colorido das flores é criar um belo quadro vivo. A estrutura é semelhante à de um quadro normal, com fundo e moldura, mas com terra colocada dentro, coberta com uma tela. Para finalizar, é só plantar as mudas e pendurar na parede. Todas as opções de jardim vertical podem ser instaladas na parte interna da casa, em sacadas e no quintal. Escolha as flores que mais gostar e cacpriche na decoração!

rosas

PERGULA-2

Quanto maior for a quantidade de substrato que a planta tiver à disposição, maior será seu desenvolvimento

Quando se cultiva uma planta em casa ou no apartamento, o desejo é o mesmo: que ela se desenvolva sempre saudável e bonita. Mas às vezes, o que se presencia são sinais de que a espécie não está nada bem.

Água demais, sol de menos são alguns erros comuns – e facilmente solucionáveis – em jardinagem.

Veja os 11 equívocos corriqueiros para que você cuide ainda melhor da saúde do seu jardim ou de seus vasos.

1. Vaso menor, planta acanhada
Toda espécie precisa de espaço para crescer e se desenvolver. Se a planta está em um vaso pequeno é provável que suas raízes fiquem atrofiadas e, consequentemente, o vegetal perderá suporte, estabilidade e beleza. Assim, você pode até cultivá-la em um recipiente
menor, mas assim que a plantinha brotar e crescer, transplante-a para um vaso mais amplo.

Como  transplantar uma planta para vaso menor
A planta cresceu e o vaso está pequeno. Transplantá-la para um vaso maior é uma operação simples que garante a melhor absorção dos nutrientes ajudando a sua planta a crescer com mais saúde

Como exemplo, uma planta que possa chegar a 80 cm de altura, precisa – no mínimo – de um vaso com 30 cm de profundidade por 20 cm de diâmetro. Por isso, antes do cultivo, busque informações sobre o porte da espécie.

Para os arbustos de modo geral, plantados em torrões, deixe um distanciamento mínimo de 10 cm entre o torrão e a borda do vaso.

Entretanto, entenda: quanto maiores forem a quantidade e a qualidade de substrato que a planta tiver à disposição, maior será seu desenvolvimento. “Se a intenção é que a planta cresça bastante, quanto maior o vaso, melhor”, aconselha a paisagista Erly Hooper. Uma exceção é o bonsai, que é mantido em um recipiente pequeno e tem suas raízes podadas segundo técnica específica para que não cresçam.

Planta encharcada ou seca?
Normalmente é assim: ou o erro vem pelo excesso ou pela falta de regas às plantas. A quantidade de água adequada para qualquer espécie depende de suas próprias características vegetais e da qualidade do solo. As denominadas suculentas como a dedinho-de-moça (Sedum morganianum), o carpete-dourado (Sedum acre) e a flor-de-maio (Schlumbergera truncata) precisam, por exemplo, de regas espaçadas, pois armazenam bastante água.

Uma maneira prática para certificar se o solo precisa ser regado é colocar a mão na terra e sentir a umidade. O professor do curso de jardinagem do Senac de São Paulo, Anselmo Augusto de Castro, ressalta: se aparentemente a superfície está seca, mas há umidade logo abaixo, não molhe. Outra dica é usar um regador tipo “chuveirinho” que distribui aos poucos e melhor a água sobre as plantas e o substrato.

Não se esqueça, também, que todo vaso carece de uma boa drenagem para que, ao ser aguado, não “afogue” o vegetal. Para o sistema de dreno, as pedras de argila expandida e os furos no fundo do recipiente são boas opções.

Planta de sombra ou de sol?
A própria planta pode dar sinais se está exposta demais ao sol ou se não tem luminosidade suficiente para seu crescimento. As espécies de sombra, quando colocadas sob o sol, podem apresentar folhas amareladas ou queimadas, que secam até morrer. As de sol, quando ficam sem luz, têm folhas atrofiadas.

Por isso, ao comprar sementes ou mudas, lembre-se de perguntar as particularidades e origens da planta ao fornecedor ou ao profissional de uma loja especializada.

Pintar ou não pintar o tronco com cal?
Muitos dizem que é bom pintar os troncos das árvores com cal é bom para evitar proliferação de doenças, é mito ou verdade? Mito, aplicar cal no tronco da árvore não evita a proliferação de doenças, como popularmente se apregoa. Por ser uma substância química, a cal, além de não proteger a planta, pode atrapalhar seu desenvolvimento. Com a cal, você impede a respiração e transpiração da planta, fechando os poros e a sufocando-a.

Grama acinzentada
Uma poda inadequada e a ausência de regas e adubação podem deixar a grama acinzentada e com falhas. Recomenda-se que, entre a Primavera e o Verão, uma adubação nitrogenada à base de uréia, ótima para o crescimento das folhas, além de realizar coberturas de areia como forma de proteção às baixas temperaturas durante o inverno.

Como evitar rachaduras em vasos de cerâmica
Para evitar rachaduras, impermeabilize o interior do vaso de cerâmica

Por ser poroso, há a possibilidade do vaso de cerâmica rachar com a variação de temperatura do ambiente. Em dias muito quentes, por exemplo, pode ocorrer um choque térmico entre a alta temperatura do vaso e a água fria da rega, ocasionando pequenas fissuras.

Por isso, indica-se uma impermeabilização do recipiente. Você pode usar tintas ou revestimentos impermeabilizantes – aqueles usados em caixas d’água e reservatórios: basta aplicar uma camada no interior do vaso ou da floreira.

Outra saída é queimar a peça a uma elevada temperatura – em fornos especializados – a fim de aumentar a resistência do material.

Poda drásticas
Arbustos e árvores de pequeno porte, em especial, ficam tão bonitas quando recebem podas. Mas como saber qual o limite para não matar a planta?

Primeiramente, há diferentes motivos para sua realização: o controle do tamanho ou da forma, o direcionamento do crescimento e as limpezas do tronco. As podas são aconselhadas entre o final do inverno e início da primavera. Por sua vez, cortes drásticos e transplantes não são recomendados em épocas mais frias, quando geralmente incide a dormência da planta e sua inatividade.

Antes de fazer os primeiros cortes, certifique-se que a planta esteja bem estabilizada e fixa no solo – para algumas espécies, o adequado é aguardar a primeira floração – e sempre escolha uma boa ferramenta, bem afiada, para não machucar a planta.

Para a limpeza do tronco, elimine os chamados “galhos ladrões”, os brotos que nascem no caule da árvore e “roubam” sua força, direcionando seu crescimento para os lados. Outro tipo de poda é a limpeza fito-sanitária, que constitui na retirada dos galhos fracos, velhos, mal formados ou doentes.

Regras gerais: para um crescimento vertical, retire os ramos laterais e secundários, mais baixos. Se quiser que a planta cresça lateralmente, a poda deve estar concentrada na gema apical (parte superior) dos ramos centrais.

Antes de usar o inseticida químico
Ao se constatar alguma praga ou doença na planta é comum recorrer imediatamente aos inseticidas químicos. Porém, são menores as chances de uma espécie ficar doente em um ambiente estável, com água e nutrientes suficientes. Desta forma, um modo de combate é verificar, examinar e corrigir estes fatores.

Como alternativa natural, pode-se usar calda de fumo para pequenas infestações como as de pulgões. Já para o combate à cochonilha recomenda-se a busca por orientação especializada, que determina o inseticida e a forma de aplicação adequados.

Se usar químicos, tenha cuidado com manuseio: use luvas e máscara e não trave contato direto com a planta após a aplicação, limitando também a aproximação de animais domésticos e crianças.

Devo arrancar a trepadeira que perdeu as folhas?
Algumas espécies de trepadeiras como a hera japonesa (Parthenocissus tricuspidata), usadas na cobertura de muros residenciais, perdem completamente suas folhas durante o inverno. Não se preocupe: a perda total da folhagem é uma característica das espécies “caducas”, ou seja, que apresentam queda total de suas folhas para renová-las depois. Não arranque a trepadeira neste período.

Raízes x calçadas
Plantadas em pequenos canteiros na calçada, algumas árvores podem crescer a tal ponto que suas raízes estouram e invadem o caminho pavimentado. O engano está na escolha da espécie. Por não serem árvores tão altas, a pata-de-vaca (Bauhinia forficata), o manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) e o resedá (Lagerstroemia indica), por exemplo, não causam este tipo de problema.

Ao plantar qualquer espécie no passeio verifique com a secretaria do meio ambiente da sua cidade quais são as determinações – como a necessidade da colocação de guia e gradil de proteção – para o cultivo. Além disso, consulte quais as dimensões corretas do canteiro para que a planta cresça com saúde e, em hipótese alguma, pavimente o chão junto ao caule.

A horta de temperos desandou
Mesmo com os cuidados de rega e adubação, às vezes, a horta caseira de temperos em pequenos canteiros e jardineiras, após alguns meses, apresenta queda de folhas e pára de se desenvolver.

Como fazer uma horta orgânica em vaso
Não é preciso um grande quintal para começar uma horta orgânica em casa. Um pequeno vaso já é o suficiente para dar início ao processo.
Veja a seguir no passo a passo como criar a sua horta em vasos

O primeiro passo é verificar se as ervas recebem a quantidade certa de luz do sol, porque precisam de uma boa luminosidade direta e diária. Depois observe se há muitas espécies de temperos em uma única jardineira, elas podem estar “brigando” pelos nutrientes do solo. Por isso, plante, no máximo, três tipos de ervas em um mesmo espaço.

Algumas delas como o alecrim e a hortelã precisam de solo mais arenoso para se desenvolverem. Nestes casos, o ideal é misturar uma parte de areia para cada duas de terra adubada. Aliás, é recomendável que o cultivo da hortelã seja feito em um vaso à parte. Dominante, a espécie se espalha facilmente.

Para o plantio de hortaliças, entenda que estas plantas têm um ciclo completo de crescimento, com começo, meio e fim. Assim, após seu término, o replantio é indispensável.

janel40

jardim-florido

A saúde e vivacidade de um jardim e as suas flores e plantas podem depender de vários fatores, para além das quantidades exatas de água e sol. Todos os jardineiros têm os seus truques e nós reunimos alguns dos melhores para ajudá-lo a manter o seu jardim impecável.

- Um bom jardineiro tem de saber o potencial do seu jardim, ou seja, tem de conhecer muito bem cada centímetro de solo e gramado, quais as áreas de mais sol, assim como aquelas que recebem mais sombra e vento. Em adição, deve testar a terra para determinar os seus níveis de pH. Só assim é que pode escolher as melhores espécies para o seu jardim em particular e plantá-las nos locais apropriados.

- A beleza das plantas e flores pode levar-nos a comprar mais do que necessitamos em termos de plantação. É importante saber quanto espaço tem disponível para poder comprar de acordo com esses metros quadrados e não correr o risco de comprar em excesso e depois, pior, plantar em excesso. Muitas plantas juntas não são sinônimo de um jardim saudável.

- Quanto da aquisição de plantas e flores para o seu jardim, saiba que as espécies baixas e largas são mais estáveis e resistentes do que as suas congêneres mais altas e esguias. Se comprar plantas em vasos ou outros recipientes, observe sempre o fundo para certificar que as raízes não estejam muito torcidas e/ou compactas, que não contenham insetos ou qualquer doença. Em adição, deve resistir à compra de flores que já floresceram, porque estas têm uma menor resistência à plantação do que aquelas que ainda não floresceram.

- Além de todo o trabalho que um jardim implica, também não é propriamente barato de se manter. Entre a compra de sementes, flores, plantas, fertilizantes, pesticidas, herbicidas, utensílios e a água necessária à rega, os custos acumulam-se. Mesmo que tenha um orçamento limitado, existem várias formas de poupar, sem prejudicar a beleza do seu jardim: esteja atento aos saldos nos viveiros ou lojas especializadas, troque enxertos/estacas com vizinhos e amigos, aprenda a poupar água para a rega, como colocar baldes para apanhar a chuva, por exemplo.

- Nem todos tem a sorte de ter um jardim completamente voltado para sul e com uma exposição solar otimizada, no entanto, pode potenciar a luz direta com este simples truque: veja que plantas ou ramos de árvore pode aparar de forma a deixar passar mais raios de sol nas áreas em que mais precisa deles.

- A água é um bem essencial que deve ser preservado e utilizado inteligentemente também no jardim. Na hora de semear, agrupe aquelas plantas que necessitam de mais água, colocando-as o mais próximo possível. Evite regar o jardim a meio do dia, especialmente quando as temperaturas estão mais elevadas, porque as plantas absorvem mais e melhor quando forem regadas de manhã cedo ou à noite.

- Sabia que o leite pode ser um potente fungicida quando aplicado, em forma de spray, nas folhas de plantas e flores? Pode aplicar o leite puro ou então diluí-lo com água, conforme preferir – saiba que funciona e que é muito mais amigo do ambiente do que qualquer produto do gênero adquirido em lojas e recheado de químicos que, embora sejam bons para uma coisa, acabam sempre por prejudicar outras.

- O mulching é uma das técnicas de jardinagem mais populares e que implica a aplicação de uma camada protetora de material orgânico sobre o solo com o intuito de preservar a humidade da terra, prevenir o crescimento de ervas daninhas e assegurar a vitalidade dos nutrientes do solo. Os compostos orgânicos mais utilizados incluem raspas de madeira, folhas, relva cortada, palha e até papel de jornal triturado.

-  Só porque o material de jardinagem que utiliza está exclusivamente reservado ao contacto contínuo com a terra, não significa que estes não devem ser lavados. Pelo contrário, a não lavagem dos utensílios de jardim pode facilitar a transmissão de doenças, pestes ou insetos entre plantas. Necessita apenas de lavá-los com água e um pouco de sabão para evitar estas situações, bem como para assegurar a sua resistência e evitar a formação de ferrugem.

- Por falta de espaço ou porque simplesmente aprecia a sua prática, a jardinagem em vasos é uma grande tendência. No entanto, não deve utilizar a terra do seu jardim para encher esses mesmos vasos porque essa irá tornar-se demasiada compacta e dura para os vasos, o que pode resultar na morte das plantas. Existe terra específica para vasos que, curiosamente, não contém muita terra, mas sim misturas de perlite ou vermiculite que, embora necessitem de água em abundância, asseguram uma boa circulação de ar e drenagem do solo.

- Para garantir botões sempre abertos e um cenário colorido, é necessário remover todas as flores secas de uma planta para que esta possa voltar a florescer. Caso contrário, esta irá concentrar-se em produzir mais sementes e não voltará a abrir tão depressa.

janel9

Varanda-Jardim
Quando começar a planejar transformar a sua varanda num jardim suspenso, tome em consideração os seguintes aspectos:
1 - O aspecto Estético
A varanda deve ser um espaço que complemente a decoração interior, por isso tente prever o que será visível a partir do interior e disponha os elementos da melhor maneira. Mas não é só do interior que a sua varanda é visível. Ela também é visível do exterior, por isso leve também isso em consideração para que possa apontar a sua casa a partir da rua, com muito orgulho.

2 - O aspecto Funcional
Se o espaço o permitir, considere a hipótese de instalar mobiliário para que possa desfrutai do seu espaço exterior e não apenas cuidar dele. Pense num banco de jardim com umas almofadas confortáveis, uma mesinha com uma ou duas cadeiras para tomar um suco e conversar, ou então, se a sua varanda for grande, porque não uma mesa e cadeiras para refeições ao ar livre? Só não esqueça que tem que ser mobiliário específico para exteriores.

3 - As condições climatéricas
São um aspecto fundamental, não só condicionam a escolha das plantas, que devem ser adaptadas à quantidade de sol e vento, como também condicionam a utilização do espaço. Mas existem sempre maneiras de contornar a situação, por exemplo, uma varanda com muito sol e calor pode ter esse aspecto atenuado com a instalação de toldos ou chapéus de sol, ou ainda, pode-se utilizar as próprias plantas para criar sombra (plantas altas, plantas suspensas ou instalando treliças para trepadeiras, etc.). Soluções idênticas podem ser adaptadas para atenuar o vento.

4 - Privacidade e sossego
É sem dúvida bastante difícil relaxar numa varanda com os vizinhos a meter conversa pela janela ou a estender roupa na varanda ao lado, ou ainda com o barulho dos carros na rua. Mas também aqui, as plantas podem contribuir para combater essas dificuldades. Da mesma forma como se sugeriu utilizar plantas para criar sombras no ponto anterior, estas podem ser utilizadas para criar privacidade. Calcule o ângulo de visão que necessita cobrir e coloque as suas plantas estrategicamente. Por outro lado, o restolhar da folhagem, provocado pela brisa cria um som relaxante que abafa de certa forma os ruídos da rua e se ainda precisar de mais, considere a hipótese de instalar uma pequena fonte – o ruído da água corrente é um relaxante garantido e abafa muito eficazmente outros ruídos menos agradáveis.

Onde plantar?
Se vamos ter plantas, naturalmente temos que as plantar em algum lugar. Para uma varanda o mais lógico, prático e econômico será naturalmente optar por vasos. Chegada esta conclusão, podemos passar à pergunta seguinte: que vasos? Existe no mercado uma vasta gama de vasos e floreiras que não facilita a escolha. No entanto podemos começar por levar em consideração os seguintes aspectos:

1.  Peso
O peso é um fator importante a ter em consideração. Seria ótimo saber exatamente qual o nível de peso que a nossa varanda está projetada para suportar. Ao avaliar o peso de um vaso, devemos considerar:
a)  o tipo de material de que é feito (peso quando vazio)

b)  o peso quando cheio de terra e plantas

c)  o peso quando cheio e molhado

Se duvidarmos da capacidade de suporte da varanda ou soubermos que de fato não está projetada para suportar grandes pesos, temos as seguintes hipóteses:
- Colocamos apenas 1 ou dois vasos grades com um cuidado arranjo de plantas;
- Colocamos uma quantidade maior de vasos, mas de pequenas dimensões ;
- Escolhemos vasos de materiais leves (p. ex. plástico) .

2.  Tamanho
Depois de avaliada a questão do peso, o tamanho de um vaso deve corresponder ao porte das plantas que lá vão ser colocadas. Naturalmente, um arbusto grande ou uma pequena árvore necessita de um vaso consideravelmente maior do que um gerânio.

Um vaso de grandes dimensões tem ainda uma vantagem ao nível da irrigação, pois devido à maior quantidade de terra que armazena esta tem menor tendência para secar rapidamente, o que é uma característica dos vasos pequenos.

3.  Material
Podemos encontrar à venda diversos tipos de vasos em materiais tão diferentes como:
- Pedra
São lindos, geralmente conferem aspecto clássico. e imponente. Têm a desvantagem de serem muito pesados e geralmente bastante caros, além de não ser fácil encontrar uma grande variedade.

- Cimento areado
Geralmente são atraentes, fáceis de encontrar em diversos estilos e bastante econômicos. São muito resistentes, mas pesados.

- Sintéticos (plástico, resina, fibra de vidro)
Podem ser mais ou menos bonitos, a variedade é grande. Alguns imitam na perfeição o barro, outros apresentam um design moderno e arrojado. O plástico é a opção mais econômica e também a mais fácil de encontrar. São leves e resistentes.

- Barro e cerâmica
São normalmente muito atraentes, mas têm a desvantagem de serem pesados e de se poderem quebrar. O barro, quando não vidrado, tem ainda a desvantagem de permitir a evaporação da água através da sua superfície.

- Madeira
São muito decorativos e dão um aspecto acolhedor a qualquer espaço. O seu maior problema é a resistência às intempéries que depende muito da qualidade da madeira e/ou do tratamento a que foi submetida. Os exemplares mais resistentes são também normalmente os mais caros.

- Zinco e Aço inoxidável
São uma excelente escolha para quem pretende um ar moderno e despretensioso, mas com requinte. Podem ser bastante dispendiosos e se não tiverem um tratamento impermeabilizante podem enferrujar ou manchar com facilidade.

Para finalizar mais uns quantos conselhos avulso:
- A variedade de materiais em que se apresenta um vaso, tem a ver também com o fato de que qualquer recipiente pode ser convertido num vaso, desde latas de tinta ou de conservas, a velhos alguidares de plástico. Com um pouco de criatividade e alguma tinta podem bem ser transformados em originais vasos.
- Todo e qualquer vaso deve ter um ou vários buracos no fundo para escoamento de água (nada mata uma planta mais depressa que o excesso de água).
- Dependendo do local escolhido para colocar o vaso, pode ser necessário complementá-lo com o respectivo pratinho para acolher a água excedente.
- Vasos que possuam um fundo para armazenamento de água podem revelar-se muito úteis para quem tem pouco tempo ou pouca paciência para andar sempre a regar plantas.

cach16

jardim-com-flores
Fique alerta e saiba como driblar situações que podem causar transtornos na sua área verde.

Trepadeiras
O simples hábito de revestir um muro e paredes, pode se tornar em pesadelo É preciso analisar o comportamento da espécie escolhida, verificando volume, características das raízes, tolerância ao clima do local e manutenção.

A unha-de-gato (Ficus pumila), por exemplo, deve ser empregada com cautela, pois suas folhas e raízes têm crescimento acelerado, além de ser pesada quando adulta, sobretudo, se for mal podada, gerando carga excessiva sobre o muro ou a parede, que poderão sofrer fissuras e até desabar.

A primavera (Bougainvillea glabra) deve ser evitada em jardineiras de edifícios, devido à habilidade de penetrar nas redes de drenagem e nos canos.

Alem, de avaliar a solidez da estrutura, também é essencial verificar a altura, já que a planta necessita ser podada constantemente. Algumas são utilizadas para revestir alambrados, mas o material precisa ser resistente para não envergar com o vento.
Outro problema comum é o surgimento de bichos, como baratas, que usam o volume de suas folhas como esconderijo. Sendo assim, é prudente fazer a manutenção com dedetização.

Ervas Daninhas
A lista de plantas popularmente conhecidas como mato é extensa: tiririca (Cyperus rotundus), caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus), picão (Bidens piloso), falsa-serralha (Emília sonchifolia), dente-de-leão (Taraxacum fficinale, quebra-pedra (Phyllanthus tenellus), etc. Em comum, todas são rústicas, agressivas e competem com as ornamentais por água,, nutrientes e luminosidade, prejudicando seu desenvolvimento.

Existem diferentes maneiras de aparecerem. Suas sementes podem permanecer viáveis no solo por longos períodos e até anos. Também existe a contribuição de animais, sobretudo pássaros, e do homem ao introduzi-las por meio de mudas e propágulos (sementes, estolões, tubérculos, etc.). Outra forma é através de sementes levadas por vento, chuva ou ferramenta agrícola.

Embora seja difícil impedir seu aparecimento, há maneiras de evitá-lo, como realizar a limpeza do local, retirando as invasoras antes do plantio definitivo das ornamentais; adquirir substratos e mudas em empresas certificadas e com controle de ervas-daninhas; e manter as ferramentas sempre limpas.

No entanto, se já for detectada sua presença, a contenção pode ser feita com herbicidas, desde que tenha orientação de um especialista e tomando  cuidado para não matar as outras plantas.

26

Verbena azul
Plantar as espécies certas para o tipo de área que você tem, é fundamental para ter um belo jardim. Zínias, cravos e margaridas são ótimas opções de flores anuais para áreas de pleno sol. Entretanto, elas não são resistentes à seca, assim você ainda precisará gastar muito tempo com o regador. Se você está procurando algo que necessite de pouca manutenção, considere plantas como musgo, sálvia e verbena, que são consideradas flores resistentes à seca.

Plantas Resistentes ao Sol
Se você ainda está preocupado com a quantidade de calor do seu jardim em pleno sol, deve começar a considerar plantar algumas árvores para fazer sombra. Arbustos e árvores de variedades anãs podem ajudar muito a regular a temperatura em torno delas.

Tente plantar citros, figo, magnólia, cereja ou pêra e árvores ornamentais, que resistem bem calor, mas ainda precisam de água. Acácia, eucalipto, figo e nogueiras são grandes, boas áreas quentes e também são resistentes à seca.

18

afelandra (zebrasta lepotica)
Um jardim de sombra, jardim sem sol, também chamados de jardim de inverno, merecem muita atenção ao ser montados, pois muitas das plantas preferem o sol, mesmo que seja por uma pequena parte do dia.Então vale lembrar que plantas de sombra devem ser plantadas em local de sombra, e plantas de sol em local de sol.

Não é por ser um jardim sem sol, que o jardim de sombra deixa de ser bonito. Ele também tem suas apreciações, além de poder ser criativo e bem bonito.

Primeiramente escolha a cor das paredes, muros e de preferência para cores bem claras, para que o jardim não fique muito mais escuro, já que não vai receber a luz do sol.

Depois parta para as plantas, as quais na maioria das vezes são verdes, por serem de jardim de sombra. Porém são inúmeras as plantas para este tipo de jardim como:

Calatéia-zebra – pode ser plantada em vasos, canteiros, em maciços. A Calathea zebrina é uma planta de flores roxas, folhas listradas, grandes, largas, e de um tom de verde bem escuro.

Maranta-tigrina – pode ser plantada em maciços nas paredes claras. Suas folhas são verdes escuras e possuem um desenho no tom de verde mais claro, e são finas.

Plantas
Afelandra – dá ao jardim um grande efeito ornamental.  Possui as folhas verdes escuro e as linhas são prateadas, tem também uma inflorescência amarela.

As plantas para canteiro de jardim de sombras
Cordilines e a Deremensis – são plantas que podem atingir uma altura boa e deixar os muros e as paredes ornamentadas ao espaço.Uma boa planta para completar os canteiros destas é a Flor-canhota.

Flor-canhota – é uma planta rasteira. Possui flores com formato de leque, nas cores rosa , branca e lavanda e suas folhas são claras.

Maranta rasteira – uma planta de flores brancas pequenas. Ótima para lugar onde as folhas necessitam apenas do verde.

A planta que pode ser plantada em jardineiras ou em vasos é a Aspidistra, ela possui as folhas brilhantes e largas.

ilha333

phalaenopsis 108
Os frutos, explicam-se pela sua utilidade alimentícia. As folhas, por suas utilidades biológicas e eco-ambientais. O mundo não sobreviveria sem folhas e frutos. Mas passaria bem sem flores. A maioria delas não se pode comer, não se pode transformar, não se pode fazer nada além de olhar e admirar. São bilhões de espécies de flores, das maiores às menores, das mais cheirosas às mais inodoras, das mais belas às mais estranhas, das mais corriqueiras às mais raras. Tantas, de tantos tipos, arranjos e cores. Salvo para abelhas e beija-flores, todas sem utilidade prática. Assim como os sentimentos e outras futilidades, flores são tão dispensáveis quanto inevitáveis. Difícil não querer uma flor por perto de vez em quando, nem que seja pra ficar rodando o caule dela entre os dedos, sentindo as pétalas balançarem. Mas não são todos que querem flores sempre, por todos os lugares. Porque, tal como crianças, animais domésticos e sonhos, flores precisam de cuidado. intenso.

No entanto, há quem dedique sua vida a cuidar das flores, corajosas e empreendedoras pessoas. Cultivá-las, pesquisá-las, catalogá-las, entendê-las, admirá-las, e ofertá-las. Há quem plante jardins modestos, em espaços arrumados dentro de um quintal de concreto. Há quem faça canteiros cheios de pequenos vasos, espremidos. E há quem pode e decide plantar jardins imensos, cheios de flores. E quem é ou um dia arriscou-se a ser jardineiro, sabe que cuidar de uma flor não é tarefa fácil.

Flores são seres temperamentais, em sua maioria. Mesmo as pequenas e simples exigem esforço, e mais esforço, e esforço de novo. Esforço periódico. Até as flores selvagens costumam estar protegidas pela natureza ao redor, ocultas em troncos de árvores, debaixo de folhas, cercadas por grama e folhagens. Flores raras costumam ficar em lugares quase inacessíveis, e não se deixam domesticar facilmente. Alguns biólogos passam a vida em laboratórios tentando transformar a cor, o tamanho, a simplicidade sofisticada de alguns tipos de flores – às vezes têm sucesso, às vezes não. Os biólogos modificam, mas o jardineiro é quem cuida. E cuidar de uma flor, além de técnica e esforço, exige uma decisão, um entrosamento.

Cada flor tem uma condição climática, um tipo de solo, um cuidado especial para poder sobreviver. Embora sejam frágeis, depois de arraigadas, são difíceis de extinguir. Flores precisam de poda, de adubo, de remédio, de conhecimento específico. Não podem conviver todas juntas, todo o tempo, conforme os tipos. Luz especial, nem muito, nem pouco vento, o lugar ideal, a hora certa de regar. Cuidar de flores, seja por método ou intuição, pode ser esgotante, decepcionante. Principalmente porque, de tantas sementes e mudas plantadas, nem todas vingam, e há muitos investimentos perdidos.

Jardineiros, normalmente, são pessoas simples e de grande sensibilidade natural. Colocam a mão na terra, sentem o cheiro dela, observam em detalhes as plantas que cultivam. Ao contrário dos agricultores, o interesse de um jardineiro não é a produção, não é olhar um campo cheio a perder de vista; mas sim o crescimento de poucos e conhecidos pés. O jardineiro conhece sua flor, sabe a origem dela, a dificuldade, a necessidade, o tempo. E sabe que tudo isso é cuidado.
O cuidado delicado é um reflexo da delicadeza que ele almeja ver em suas plantas, e, como bom jardineiro, ele sabe que um descuido, um relaxo, um lapso pode ferir uma planta tão profundamente que ela nunca mais volte a florescer, ou no mínimo demore anos pra isso.

O cuidado é um esforço, o esforço de ver o que ainda não existe, de enxergar a flor no botão, de enxergar o novo botão na flor que morreu. O cuidado é um ato de amor altruísta, um investimento; portanto, não pode ser facilmente aprendido, é quase uma vocação.

Existem plantas que demoram anos e anos para florescer, e florescem apenas uma vez para ficar mais anos e anos em silêncio. E ainda assim, o jardineiro as vê, cuida delas com paciência e constância. Outras plantas são de beleza inigualável, mas cheias de espinhos e fiapos. Algumas são atrativos para fungos e insetos parasitas. E em tudo isso o jardineiro cuida.

Ao cuidar e proteger sua flor, o jardineiro cuida e protege a si mesmo, pois sabe que precisa da beleza e do perfume do seu jardim para viver. E aí, a flor não é mais um ser inútil, e sim substancial. Uma vez que ele se afeiçoa e se acostuma à beleza do jardim, nunca mais viverá feliz sem ele, ao menos não se em sua alma estiver a paixão de quem experimenta a jardinagem.

Um mundo sem flores poderia ser útil, mas insuportavelmente feio e triste.
A verdade é que, no fundo, todo mundo sonha ter um jardim. Mas muitos não sabem como, não sabem por onde começar, nem como continuar. Alguns até arriscam-se a plantar algumas flores, mas poucos conseguem chegar a colocar em sua alma o caldo do jardineiro.

07

Selaginella kraussiana
Selaginella kraussiana

Os jardins de musgos ficaram muito populares no Japão antes de vir para o ocidente, para a nossa consciência cultural. os Japoneses os vêm plantando por séculos; de uma perspectiva religiosa, acha-se que os jardins de musgo trazem um estado mental calmo e contemplativo. Há muitos musgos diferentes para se escolher quando for plantar o seu jardim – variedades amarelas, verdes, marrons e mesmo brancas. Alguns, como o musgo macio, são exatamente como o nome diz, enquanto musgos que crescem em pedras oferecem uma cobertura vibrante em quaisquer pedras grandes que você puser em seu jardim. Algumas plantas que nós consideramos musgo não são tecnicamente musgos, mas são classificados como hepáticas ou antóceros. Essas plantas têm aparência e comportamento similar aos musgos. Como eles são plantas não vasculares, eles não têm raízes, folhas e talos.

Por que você iria querer começar um jardim de musgos (ou simplesmente deixar os seus musgos atuais crescerem e prosperarem, se for o caso)? Eis algumas boas razões.
- Em muitos casos, eles são mais calorosos do que as nossas flores e plantas ornamentais. Musgos crescem com água e pouca luz solar – boas notícias para os vários amantes de musgo que vivem em áreas temperadas com muitas chuvas por ano. A maioria das pessoas planta grama todo ano onde ela não vai crescer devido à baixa quantidade de sol; musgo cresceria facilmente ali. Se você vive em climas áridos e secos, um jardim de musgo não é a idéia mais prática de paisagismo.

- Eles não contribuem para a sua alergia a pólen. Grama e outras alergias a pólen são algumas das causas mais comuns de secreção nasal, garganta arranhada e espirros que muitas pessoas têm em meses de verão. Por que alimentar a sua alergia com o que você planta em seu quintal? Faça do seu quintal um santuário, nutrindo os musgos ao invés de matá-los em detrimento do seu gramado.

- Produtos químicos e fertilizantes que matam musgos. No país inteiro, peixes estão morrendo e as nossas águas frescas sendo cada vez mais contaminadas pelos produtos químicos que nós usamos para nutrir os nossos jardins e gramados artificiais. Químicas usadas para erradicar os musgos, assim como fertilizantes químicos usados para promover o crescimento de flores em jardins convencionais entram na água drenada da chuva e eventualmente nos rios. Ao acolher os musgos e apreciá-los por sua beleza natural, nós também podemos reduzir a poluição e manter a água e os peixes vivos e saudáveis.

-
Você já passeou por uma floresta depois de uma chuva e admirou as camadas brilhantes de musgos pegando um pouco de sol embaixo de uma grande árvore? Grama nunca poderia ser tão brilhante. Você pode ter o mesmo brilho no seu quintal plantando um jardim de musgos!

Selaginella martensiiSelaginella martensii

Algumas regras para plantar o seu jardim de musgo.
- Água. Alguns musgos podem sobreviver longos períodos secos, se recuperando rapidamente quando forem umedecidos de novo. Porém, a maioria dos musgos exige umidade e pouco sol para prosperarem. Se o local do seu jardim de musgos já tem musgos nascendo, isso geralmente é um excelente indício que o local é hospitaleiro a musgos. Uma vez que o seu jardim de musgos está prosperando, o único cuidado que ele geralmente exige é um pouco de água durante qualquer período seco.

- Sombra. Ao contrário de plantas que precisam de muito sol, musgos preferem crescer com pouco sol. Na verdade, o musgo é uma ótima adição a qualquer jardim na sombra. A maioria dos musgos se sente melhor em condições de sombra, ou pelo menos em lugares onde eles não ficam expostos constantemente ao sol. Uma quantidade moderada de sol é aceitável. Em áreas ensolaradas, você pode planejar o local do seu jardim de musgos na sombra de uma árvore grande. No hemisfério norte, é melhor plantar no lado nordeste da árvore, e o contrário é válido para o hemisfério sul. Mais uma vez, se você escolher um lugar onde já tem musgos, você terá sucesso com o seu jardim de musgos. Se parte do seu local desejado para o jardim tem muita exposição ao sol, tente plantar nesses locais musgos que não são tão dependentes de sombra. Musgos Byrum, encontrados comumente em paredes ou frestas na calçada se adequam melhor do que a maioria dos musgos à exposição do sol. Musgo Grimmia é outra variedade a se considerar para trechos com maior exposição ao sol.

- Preparando o solo. Capine a superfície do solo e remova qualquer gramado. O musgo provavelmente matar a grama de qualquer jeito, mas remover qualquer grama presente com antecedência pode assegurar que o seu jardim de musgo cresça sem nenhuma competição.

- Transplantando o musgo. Se algum de vocês já têm musgos crescendo no seu quintal, sorte a sua, você pode simplesmente cortar um pedaço de emaranhado de musgo e movê-lo para o local desejado do seu jardim. Quando você transplanta um emaranhado de musgo, molhe o solo e o musgo antes de plantá-lo. Certifique-se que ele fique no mesmo nível do resto do solo em volta. Mais importante, coloque a terra bem apertada em volta e abaixo dele.

38171

jardim

Adotar práticas preventivas é a melhor maneira de ter um jardim saudável. Veja um roteiro para evitar os problemas mais comuns nos jardins: bactérias, vírus e fungos.

Passos
-
Aplique sistematicamente fungicidas contra as doenças mais comuns do outono, como oídio, míldio e botrytis.

- Reduza a quantidade de rega durante o inverno para evitar a proliferação de fungos e mofos.

- Cubra as plantas com lonas nas noites de inverno para protegê-las das geadas

- Aplique acaricida nas cascas das árvores para combater o ataque dos insetos que perfuram a madeira. Eles se propagam principalmente durante a primavera e o verão.

- Para manter a grama saudável, regue constantemente e adube regularmente o terreno. Também é importante garantir uma dose equilibrada de luz.

- Uma vez por mês, revolva a terra em volta dos caules principais das plantas para favorecer a oxigenação do substrato.

- Arranque as ervas daninhas regularmente, a fim de evitar sua proliferação, que pode afetar a saúde das plantas.

Se aparecerem sintomas de doenças desconhecidas, chame imediatamente um especialista para controlar o foco e evitar que o problema se espalhe pelo jardim.

camin