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Posts para categoria ‘Interior e Paisagismo’

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Para se ter plantas bonitas dentro e fora de casa são necessários cuidados básicos e específicos de cada uma delas. Vários fatores influenciam na florescência de uma planta, os principais deles são: sol e água.

Aliás, é muito comum encontrar jardineiros que têm os seus segredos para manter as plantas mais bonitas e acima de tudo, que elas tenham um período de flores perfeito, quanto mais, melhor.

Vamos relevar alguns desses segredinhos para você também ter as suas plantas de interior com mais flores. Anotem.
1- Em primeiro lugar é saber bem que tipo de terra está usando.
Não dá para cultivar as plantas em qualquer terra, é necessário conhecer bem o tipo de mistura que foi usado, melhor que isso, usar a mistura adequada para aquela determinada planta.

É muito importante saber exatamente o nível de pH da terra que será colocada no vaso e isso pode ser feito através de um teste simples. Só assim você terá certeza de que aquela mistura é a correta para a sua espécie de planta ou será necessário fazer ajustes.

2 – Pense na qualidade em primeiro lugar e não na quantidade.
É muito comum que as pessoas cultivem plantas, dentro ou fora de casa, e queira ver muitas flores surgindo na época da florescência.

Mas, a primeira coisa que deve ser pensada é na qualidade dessas flores, vistosas, perfumadas, fortes e não na quantidade. Não adianta a planta está cheia de flores ,mas fracas, sem perfume, com textura comprometida.

Um dos motivos que leva as plantas cultivadas em vasos terem as flores feias é o fato de o tamanho do recipiente não ser adequado. Elas precisam de espaço, cada uma faz um tipo de exigência.

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3 – Saber escolher é fundamental.
Se você pega uma planta que é adequada para parte externa, para o jardim e a planta em um vaso, não dá para esperar que ela dê tantas e lindas flores. Obviamente, não estando em um lugar adequado, isso será um problema. Por isso, escolha espécies que se adaptam muito bem a parte interna da casa.

4- Fique de olho nos custos para manter as plantas bonitas e com flores maravilhosas.
Algumas plantas exigem muito mais do que as outras, o que implica em um gasto muito maior. Você deve contar com a compra das sementes, mas as despesas vão continuar, com fertilizantes, pesticidas, utensílios e herbicidas, como mínimo.

A escolha da planta deve ser feita de acordo com o orçamento que pretende dedicar a ela. Não adianta comprar uma planta que dá um grande trabalho, exige muito, e depois querer lindas flores, sem passar pelas etapas e cuidados necessários.

Se a ideia é gastar menos e ter flores lindas, busque as espécies que exigem menos cuidados e gastos e aposte nelas para enfeitar os vasos da sua casa.

5 – A iluminação é extremamente importante.
Por menos luz que uma planta precise, ela não sobrevive sem ela. Por isso, na hora de escolher uma planta, lembre-se quanto de luz a sua casa poderá oferecer a ela.

Sem sol suficiente você jamais terá lindas flores. Escolha um lugar que ela receba a luz do sol, não tenha muito vento e ar fresco.

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6 – A água é indispensável, às vezes mais ou menos.
Sem água a planta não vai crescer e muito menos dar lindas flores, mas com água em excesso ela poderá deixar a raiz encharcada.

Tenha cuidado ao misturar no mesmo vaso plantas com exigências diferentes, aquela que precisa de muita água e a outra que nem tanto. O ideal é agrupá-las de acordo com as suas necessidades.

Aposte naquelas combinações que dão certo, se você quer mesmo fazer grupos mistos. Neste caso, é melhor pedir conselho ao vendedor e explicar qual é o projeto.

7 – Para combater os fungos use também alternativas naturais.
As alternativas naturais ajudam a deixar as flores mais bonitas, a planta como um todo. Quanto menos produto químico, melhor para sua planta.

Experimente trocar a água por leite, que é considerado um excelente fungicida natural, use um spray para aplicá-lo tanto nas flores quanto nas folhas. Ele poderá ser usado puro ou diluído na água.

É uma opção muito melhor do que usar produtos químicos. Experimente e você vai ver como ficarão mais bonitas as suas plantas.

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8 – O poderoso mulching, uma técnica muito usada na jardinagem e considerada ótima.
Quanto melhor a planta for tratada, melhor será a retribuição dela, bonita e com lindas flores.

O mulching é uma técnica muito usada, que significa, colocar material orgânico em cima do solo, sendo um modo de conservar a umidade da terra, necessária para as plantas.

Além disso, isso ajuda a manter bem longe as ervas daninhas e garante mais nutrientes para o solo, que por consequência, alimenta as plantas. As raspas de madeira, a grama cortada, as folhas, a palha e até o jornal triturado são os compostos orgânicos mais utilizados.

9 – Mantenha as suas ferramentas de jardinagem limpas e em bom estado.
Pode parecer que não, mas as ferramentas em péssimas condições ou sujas podem acabar comprometendo a saúde da sua planta e em consequência alterando o sucesso da época das flores.

As ferramentas não devem ser guardadas sujas só porque são usadas na terra, pois isso pode acabar facilitando a chegada de doenças, insetos e pestes. Basta um balde com água e sabão para deixar as ferramentas limpas e depois, deixá-las secar bem antes de guardá-las.

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10 – O que não se fazer quando se cultiva em vasos.
A primeira coisa importante que deverá saber é que não se usa terra de jardim para encher o vaso. Esse tipo de terra fica compacta e dura e não é adequada para o cultivo em recipientes e basta isso, para que as plantas, ao invés de crescerem bonitas, terminem mortas. E flores, nem pensar, nem feia e nem bonita.

Além disso, o solo deve ter drenagem e é necessário uma excelente circulação de ar.

11 – Para garantir as flores, lindas, abertas e coloridas, nunca deixe que as folhas secas se acumulem. Esse é um grande erro, que acaba evitando que elas floresçam ou que voltem a florescer.

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Veja algumas plantas que podem servir para decoração da parte interna da sua casa.
Pau d'água - Dracaena fragrans

Pau d’água
Se trata de um arbusto com lindas folhas que tem como principal característica uma linha amarela no meio delas. É perfeito para decoração dentro de vasos e combina não só com a casa, mas também com a decoração do escritório. É uma planta que suporta bem ambientes fechados com ar condicionado e também não precisa ser exposta a luz do sol. Sobre a rega, deve acontecer toda vez que a terra de cima estiver seca.

zamioculca

Zamioculca
Se trata de uma planta perfeita para ambientes internos, não é a toa que é uma das mais usadas neste tipo de decoração. É tão forte e simples de ser cuidada, que mesmo não recebendo a atenção adequada, ela fica bonita. Deve ser molhada uma única vez por semana e suporta tanto ambientes com muita luz quanto ambientes sem luz, porém, não pode ficar diretamente no sol para evitar que as folhas se queimem.

rosa-de-pedra

Rosa-de-pedra
É considerada uma planta suculenta porque faz armazenagem de água tanto no caule quanto nas folhas. O nome se dá porque a planta tem um formato semelhante ao daquele de uma rosa. Normalmente, é usada em arranjos de vasos, com plantas do mesmo tipo e em alguns casos, com cactos. O excesso de água pode fazer com que a sua raiz apodreça, por isso, só pode ser regada uma única vez por semana. E também não suporta sol em excesso.

minicactos

Mini-cactos
São perfeitos para composição de arranjos e podem ser encontrados até mesmo em grandes supermercados. Eles rejeitam a luz direta do sol, porém, no ambiente interno, preferem lugares bem iluminados. Só deve ser molhado quando a terra de cima estiver seca. Em geral, a rega acontece uma vez por semana.

Palmeira Chamaedórea

Palmeira Chamaedórea
Linda para decoração interna porque é imponente, mas não chega num tamanho exagerado, não supera 2 m de altura. Ela prefere ficar longe da luz direta do sol e prefere ambientes úmidos. A terra dessa planta deve ficar sempre úmida.

palmeira ráfia

Palmeira Ráfis
Ela é muito parecida com um bambu porque possui muitos caules, as folhas ficam bem próximas do mesmo. É uma das plantas preferidas para decorar vasos de escritórios, mas também é usada nos jardins com estilo oriental. Não tem problema com a iluminação, serve qualquer uma e para que ela cresça forte e bonita, deve ser regada com frequência para deixar o substrato encharcado.

licuala

Licuala
É uma palmeira perfeita para decoração, pode ser usada para fazer jardins internos, fica bem sozinha ou com outras plantas, como as bromélias e as orquídeas. Ela não gosta da luz do sol direta, porém, deve ficar em ambientes com boa iluminação. A rega deve ser com borrifador nas folhas.

pleomele

Pleomele
É uma planta que se adapta muito bem a ambientes internos. As folhas dela são um charme a mais, que possuem as bordas nas cores verde-limão ou branca. Pode ficar em lugares sem iluminação.

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Lança de São Jorge
É uma planta que deve ser regada somente a cada 15 dias, mas as folhas não devem ser molhadas jamais. Ela gosta de meia sombra e é perfeita para compor a decoração de jardins de pedras.

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Lírios da Paz
Pode se dizer que entre as espécies de plantas, é uma das poucas, que dá flores mesmo crescendo na sombra. Ela precisa de lugar iluminado, mas não pode ter sol direto sobre ela, que acaba queimando as folhas.

violetas

Violeta
Linda para criar composições em pequenos vasos, graças a sua grande variedade de cores. Pode ser colocada sobre parapeitos de janelas ou sobre as mesas. Não deve ficar exposta a luz direta de jeito nenhum, somente a indireta. Durante a rega, as flores e as folhas não podem ser molhadas.

areca

Palmeira Areca
É muito usada para fazer cercas vivas e vaso em ambiente internos. Ela suporta a falta de luz, mas também suporta o sol direto, porém, ficam mais bonitas no primeiro caso, crescendo na sombra. Não suporta ambientes com ar condicionado.

antúrio

Antúrio
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é uma planta considerada um clássico na decoração, além de ser usada em vasos também é usada em jardins, neste caso, deve ficar na sombra das outras plantas. Não gosta de ambientes escuros e nem de ficar diretamente exposta ao sol.

begonia

Begônia
Elas são lindas e charmosas, formam verdadeiros buquês de flores. As folhas são outra atração a parte, coloridas e com as mais variadas formas. Para que ela cresça bonita e dê belas flores precisa ser cultivada em terra muito fértil e ser mantida longe da luz direta do sol. Também não suporta o vento e o frio e na hora de regá-la as folhas não podem ser molhadas.

jibóia

Jibóia
É uma planta classificada como trepadeira porque cresce apoiada a substratos, que podem ser outras plantas ou xaxins, por exemplo. As suas folhas são coloridas e gosta de sombra, nem pense em colocá-la sob a luz direta do sol. As folhas são pequenas na cor verde e algumas têm tonalidades amareladas. O substrato dessa planta deve ficar sempre úmido e por isso, a rega deve ser feita com frequência.

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Singônio
O formato diferente dessa planta faz que ela seja usada com frequência para decorar vasos e também em arranjos e forragem de jardins. A sua terra deve estar sempre úmida, por isso, a rega deve ser frequente e a planta deve ficar na sombra e nunca pode ser exposta diretamente ao sol.

Babosa-de-pau

Babosa-de-pau
É uma das plantas mais usada para composição de jardins na parte interna. As suas folhas garantem uma grande beleza graças a textura, muito parecida com a do couro e a tonalidade brilhante. Ela também não suporta a luz direta do sol e por outro lado, não suporta o frio. É uma planta tropical e deve ser cuidada na meia sombra.

A melhor maneira de saber se é hora de regar a babosa de pau é tocando a terra. Se estiver secando, é hora de molhar, pois ela deve ficar sempre úmida.

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Samambaias, avencas, xaxins e cavalinhas são alguns dos exemplos mais conhecidos de plantas do grupo das pteridófitas. A palavra pteridófita vem do grego pteridon, que significa ‘feto’; mais phyton, ‘planta’. As brotações destas plantas se assemelham a posição de um feto humano no útero materno.

As samambaias possuem alto valor como plantas ornamentais e, algumas plantas, podem crescer até 15 metros de altura. São plantas comercializadas em substratos.

Os substratos são produtos utilizados para substituir a terra, são leves, e sem capacidade de retenção de umidade e nutrientes, dessa forma, as plantas não conseguem sobreviver por um período superior a 30 dias. É importante que, assim que adquirir o vaso, seja feito o replantio para garantir o crescimento saudável da samambaia.

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1º Passo: Escolha do vaso
As samambaias podem ser plantadas em qualquer vaso desde que o mesmo não retire a umidade ideal para as raízes. No caso de vasos de cerâmica é importante utilizar um impermeabilizante interno para impedir que a própria cerâmica absorva a umidade da terra, desidratando as raízes das plantas.

Um vaso muito utilizado era o de xaxim, porém com a proibição devido ao risco de extinção desta planta, que também é uma samambaia, substituiu-se o mesmo pelo coxim (vasos de fibra de coco). Porém o coxim acumula água em excesso atraindo lesmas e caramujos para as plantas.

2º Passo: Terra ideal
As samambaias são plantas altamente exigentes em umidade no solo. Dessa forma, o ideal é utilizar no plantio um condicionador de solo, pois além de ser orgânico, esse produto possui alta capacidade de retenção de água.

Além disso, os condicionadores de solo possuem nutrientes e matéria orgânica em sua composição que garantem às plantas mais saúde e crescimento radicular e foliar por um maior período de tempo.

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3º Passo: Plantio
Para se fazer o plantio da Samambaia, é importante antes, fazer uma drenagem do vaso. Essa drenagem pode ser feita colocando-se uma camada de 5 cm de brita, seixos, argila expandida, isopor, etc., ou um pedaço de manta Bidim ou sombrite no fundo do vaso.

Posteriormente, completa-se todo o vaso, até a borda, com condicionador de Solo, faz-se um buraco referente ao torrão que contém as raízes da samambaia, planta a muda e aperta em volta para que ela fique bem firme. Depois do plantio, deve-se molhar o vaso e completar com Condicionador de Solo, se houver necessidade.

4º Passo: Condições ideais de crescimento
Samambaias são plantas que crescem na sombra e em locais de alta umidade. Porém não gostam de locais onde há ventos constantes. O vento desidrata a planta mais rápido que o sol, pois retira das folhas a micro camada de umidade formada para manter as mesmas hidratadas.

É importante manter o vaso da samambaia sempre úmido. Plantas com pouca rega ficam amareladas e suas folhas secam rapidamente.

5º Passo: Adubação de crescimento
Assim como todas as plantas, as samambaias apresentam excelentes resultados quando recebem nutrientes. É através dos nutrientes que as plantas realizam o seu crescimento radicular e foliar, coloração esverdeada das suas folhas e aumento das brotações.

Essa adubação deve ser feita utilizando-se Fertilizantes foliares diluídos em água e aplicados nas folhas, uma vez a cada 7 ou 15 dias, com o uso de um pulverizador. É importante seguir as recomendações do fabricante do produto.

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6º Passo: Cortes de mudas
Como as samambaias são plantas que apresentam muitas folhas, seu crescimento é acelerado após a adubação. É importante que após o enchimento do vaso, seja feito o corte ou separação das mudas, para que esse crescimento nao sufoque as novas brotações.

Esse corte deve ser feito diretamente no rizoma (sistema radicular das samambaias), devendo-se deixar 2 a 3 brotos em cada um ou separando-se todo o sistema radicular, em 2 ou 4 partes. O plantio dessas mudas deve ser feito da mesma forma que o plantio inicial.

7º Passo: Controle de pragas
As samambaias são plantas que apresentam alta concentração de folhas e dessa forma atrai pragas muito agressivas na alimentação foliar. Para o controle das lagartas, pode ser feito uma catação manual das mesmas.

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O controle de lesmas e caracóis deve ser feito com o uso de lesmicida orgânico. Para outras pragas, deve-se deixar dependurado ou colocado nos vasos armadilhas de placas amarelas que são atrativos naturais para os insetos voadores, que ficam grudados no momento do pouso.

Já para as cochonilhas, pulgão e trips, pode ser utilizado um inseticida orgânico de grande espectro para o controle (vide produtos no site). Dessa forma, as pragas são controladas de forma orgânica, não havendo o risco de se prejudicar pássaros, animais domésticos e a saúde do aplicador.

Assim como avencas e rendas-portuguesas, samambaias gostam de solo úmido e sol fraco. Quando regá-las, escorra a água que ficar no prato. Elas são como nenês com fralda: se passarem muitas horas molhadas, reclamam. Conheça os segredinhos para ter suas “dinossaurinhas” verdinhas, cheias de brotos e felizes.

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O jeito certo de cuidar
Encontre um bom cantinho
Procure um lugar de meia sombra, onde não bata o sol forte do meio-dia. Se você mora em casa e tem um puxadinho ou uma garagem fresca e clara, pode apostar que ela vai curtir. Tome cuidado para escolher um canto longe de correntes de vento, que desidratam a planta e fazem as folhas caírem.

Regue regularmente
Mantenha o vaso úmido. Para não ter erro, coloque o dedo na terra: se ele sair sujo, não precisa molhar. Evite regar a folhagem – muitas espécies abortam folhas encharcadas.

Faça uma mistura correta de adubos
Para suas plantas ficarem tão lindas quanto na floricultura, misture 2 col. (sopa) de torta de mamona e 1 col. (sopa) de farinha de osso e espalhe na terra, a cada 40 dias.

Você também pode borrifar as folhas num mês com NPK 20-20-20 e, no outro, com NPK 15-05-30, seguindo as orientações de diluição da embalagem.

Para manter estas plantas sempre fortes e bonitas o ideal é manter o vaso em local iluminado que pegue sol no período da manhã. Essas plantas são muito sensíveis ao vento, particularmente a samambaia-de-metro.

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Aprenda como cuidar delas
Rega
Regar de duas a três vezes por semana, no verão, as samambaias precisam mais água do que no inverno. Molhe o vaso por igual, tomando cuidado para não encharcar, o que poderia causar apodrecimento da raiz. O segredo é nunca deixar o vaso totalmente seco. As samambaias gostam de receber um chuvisco sobre as folhas.

Poda
Quando aparecerem folhas amarelas, faça uma poda, abrindo espaço para as brotações.

As mudas que surgirem da extensão do rizoma (caule subterrâneo) devem ser retiradas, evitando que a planta cresça demais e tenha que ser transplantada para um vaso maior.

A renda-portuguesa e a samambaia-de-metro queimam com o frio, portanto recomenda-se podá-las inteiramente antes do inverno chegar ou deixá-las em local mais quente durante a estação fria. Depois, elas brotam vigorosas.

Adubação
Como qualquer ser vivo elas necessitam de nutrientes para que possam crescer melhor. Um adubo completo para muitos tipos de plantas é o Biofert Jardim, e as samambaias adoram este adubo, pois tem micros e macrosnutrientes em quantidade suficiente para suprir todas as necessidades de sua samambaia.

Pode ser também utilizados adubos ricos em nitrogênio uma vez que ele só produz folha e não produz flores principalmente para Avenca.

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Pragas e doenças
Uma das principais pragas da samambaia é o pulgão que é facilmente eliminado com inseticidas naturais como o Combat, deve ser aplicado uma vez por semana durante o período de um mês para que esta praga seja totalmente eliminada.

Já uma das principais doenças que prejudicam a samambaia é um fungo chamado Cercospora, popularmente conhecido como ferrugem, este é controlado com o uso de produtos a base de sulfato de cobre. Pode-se ainda utilizar carvão em pó no local afetado, pois é um ótimo fungicida natural.

Ela também sofre muito com o ataque de lagartas e deve ser controlado retirando-as manualmente ou utilizando um produto chamado Dimipel que faz um controle biológico destas lagartas.

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Ao escolher uma planta para determinado ambiente é necessário levar em conta vários fatores, como clima, terreno, entre outros. No caso de plantas para jardins à beira-mar um dos pontos de maior relevância é em relação ao vento que sopra com regularidade e pode acabar acarretando estragos.

Outro problema que enfrentam as plantas que ficam à beira mar é em relação a maresia, o sal do mar queima as folhas, mesmo aqueles que ficam em uma distância de 2 km também são afetadas. E para completar, o solo arenoso é um outro problema para determinadas plantas porque influi diretamente na nutrição das mesmas. Sem falar que durante o verão esse solo fica ainda mais seco na sua profundidade.

Podemos somar ainda aos problemas já citados o fato de que no inverno o solo à beira mar é ainda mais úmido e é por isso, que somente plantas que se adaptam a esses tipos de problema podem ser cultivadas à beira mar.

Como escolher as plantas para jardins à beira-mar
Podemos começar destacando os arbustos, que entre as plantas que suportar ficar à beira mar, eles são os mais adequados, principalmente aqueles com as folhas coriáceas, como por exemplo, as griselínias.

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Os arbustos não apresentarão o menor problema em crescer à beira-mar. O ideal é que eles sejam plantados com boa exposição para o sol. Algumas espécies, como a camélia de outono, que já é um pouco mais sensível, é melhor que seja plantada dentro do interior das terras. Outros exemplos de plantas: lilás-da-califórnia, hortênsias, camélia da primavera, etc.

Dicas para jardins à beira-mar
Quando um jardim à beira-mar fica muito exposto é melhor começar a montá-lo em etapas, a primeira delas seria plantando sebes e esperando que elas cresçam.

O ideal de tempo desse crescimento é de 3 anos. É uma planta que vai servir para proteger as demais do vento e da maresia, dois fatores que podem danificar as demais espécies, mesmo aquelas que suportam estar à beira mar.

Outro fator importante na hora de criar o seu jardim à beira mar é o de não plantar vegetais que possam vir a semear nas dunas, já que se trata de uma parte frágil.

Dois exemplos de plantas que NÃO devem ser usadas: roseira rugosa e chorão-das-praias

Algumas espécies de plantas que podem ser utilizadas em jardins à beira-mar

Ipomoea_cairica

Ipomeia
O seu nome científico é ipomoea cairica e faz parte da família Convolvulaceae. Trata-se de uma planta com características de trepadeira e o seu diferencial é ter um estilo rústico. Ela possui flores que nascem rosa com o centro roxo e falando em desenvolvimento, é uma espécie que cresce rápido. Pode ser usada no jardim à beira-mar para fazer: cerca, muro, pérgola ou cobertura de uma treliça.

Como cultivar: além do solo arenoso, ela deve ser plantada em sol pleno.

A boa notícia é que a ipomeia é muito resistente ao vento, a maresia e suporta muito bem o calor.

Beldroega

Beldroega
Não se trata exatamente de o nome de uma única planta, é uma nomenclatura usada para determinar várias espécies, todas que pertencem a três famílias diferentes, são elas: urticaceae, portulacaceae, aizoaceae.

Características da beldroega: é classificada como uma planta perene e consegue crescer facilmente nas partes costeiras. A sua altura pode ficar entre 7,5 a 20 m. É ótima para projetos à beira mar porque tem folhas lanceoladas verdes bem brilhantes, já as flores, que aparecem o ano todo, variam entre as cores roxas ou rosas.

Como cultivar: no solo argiloso, com arenito e com calcário, porém, precisa ficar em um lugar úmido e quente ao mesmo tempo.

Coccoloba uvifera

Uva-do-mar (Coccoloba uvifera)
Planta da família Polugonaceae e é ótima para um projeto à beira-mar porque cresce facilmente em terrenos arenosos, exige pouca irrigação, além de gostar de altas temperaturas e suportar bem o vento forte.

Características: a uva do mar, que é um arbusto, pode chegar a medir 9 m de altura, as suas folhas além de redondas são verdes com uma nervura em destaque na cor vermelha. Ela também dá frutos que são comestíveis. Normalmente, são usados para fazer doces, vinhos e até geleias.

Arbustos de alto porte
Eles servem principalmente para criar uma “barreira” contra o vento evitando que esse atinja as demais plantas. Sem falar que com os arbustos dá para criar uma área principal do seu jardim à beira mar.

Você pode usar o pitosporo, que chega a atingir a altura máxima de 3 m. Normalmente, os paisagistas o usam para criar as cercas vivas, um modo de dar mais privacidade para parte interna do seu jardim. Ele é muito ramificado e as suas folhas são ovais, mas ao mesmo tempo com ponta arredondada, além de possuir belas flores brancas.

Plumbago auriculata ou Bela-emília

Arbustos de baixo porte
Você pode misturar no seu projeto de jardim à beira mar, arbustos de alto com os de baixo porte. Esse segundo pode ser uma excelente opção para trabalhar na decoração do jardim, enquanto aquele alto porte, serve acima de tudo para proteção e privacidade do espaço.

Com os arbustos de baixo porte você une o útil ao agradável aos olhos, porque são árvores bonitas que ficam bem quando dividem o mesmo espaço. Entre os arbustos de baixo porte, podemos destacar: bela-emília.

Bela-emília ou jasmim azul faz parte da família Plumbaginaceae e é classificada como um arbusto semi lenhoso, que é ramificado e se apresenta com formas muito irregulares. Além disso, ela possui pequenas flores tubulares com as pétalas em forma arredondada, que podem ser encontradas nas seguintes cores: azul escuro, azul claro e branca.

A bela-emília é considerada um arbusto de baixo porte importantíssimo para compor um jardim à beira mar. Normalmente, ela é usada para criar paredes, muro ou cerca viva.

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