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Posts para categoria ‘Interior e Paisagismo’

As plantas são conhecidas por trazerem harmonia para onde quer que sejam colocadas. Mas é claro que há ambientes em que elas se portam melhor e ficam mais saudáveis. As samambaias, por exemplo, preferem ficar do alto, vendo tudo o que está acontecendo dentro de casa. Elas também são muito calorentas e precisam ficar em lugares bem fresquinhos para não morrerem.

Falamos das samambaias como se elas fossem gente não é? Mas é assim mesmo que devemos tratar nossas plantinhas. Elas exigem cuidados assim como nós, seres humanos, já que a gente também se sente mais a vontade quando estamos em determinados lugares.

Por isso, saiba qual a planta certa para cada ambiente, seja dentro de casa ou fora. Descubra também qual é a vontade da sua plantinha e em qual lugar ela vai se adaptar melhor.

licuala

1. Salas iluminadas
Se você mora em um lugar com uma janela bem grande e que o sol costuma entrar sempre pela amanha, parabéns! Algumas das mais belas plantas vão ficar lindas para recepcionar as visitas no sofá da sua sala. Com certeza, você vai apostar nas plantas que adoram uma luz.

Escolha aquelas que possuem folhas gordinhas, pois estas acumulam muita água e não costumam secar por causa do sol. São elas: costela-de-adão, dracena, antúrio, pau-d’água, bromélia e licuala. O é uma das plantas mais resistentes a luz. Como a sala é um lugar onde muitas pessoas circulam, aposte por colocar as suas plantinhas bem nos cantos do cômodo.

zamioculca

2. Espaços escuros
Os lugares da casa com pouca luz costumam ser mais úmidos. As plantas que não precisam de água todos os dias são perfeita para este lugares, sejam eles salas escritórios, quartos e até área de serviço Zamioculca e pleomele verde são ótimas opções.

A primeira é boa porque é ótima para interiores e se adapta bem a condições úmidas. Já a segunda é uma planta alta que vive bem sob pouca iluminação. Outras duas plantas muito indicadas para este tipo de ambiente são a ráfia e a nossa querida samambaia.

Uma dica importante da nossa arquiteta é deixar as plantas sempre em terra úmida. Para isso, coloca pedras ou cascas de árvore em seus vasinhos, na parte de cima. Assim, você também evita a temida dengue.

tomte cereja

3. Na cozinha
Quem não gosta de entrar na cozinha e sentir aquele cheirinho de tempero fresco? Todo mundo gosta não é. Ainda lembra aquilo que o ser humano mais gosta de fazer na vida: Comer.

E se alimentar em um ambiente cheiroso desse é só para quem pode. Ter um vasinho de plantas com ervas na cozinha é um delícia e a dica da nossa arquiteta é: capim-cidreira, manjericão, alecrim, boldo, hortelã e pimenta são os mais indicados.

Porém, essas ervinhas deliciosas e cheirosas precisam de sol pela manhã e um pouco de água todos os dias. Caso em sua cozinha haja um espacinho iluminado, aposte nas jabuticabeiras, pitangueiras ou em um pé de tomate-cereja.

O mais importante é que os vasos de todas essas plantinhas devem ter uma abertura normal entre 50 e 80 cm. Já que com 1 m, elas darão frutos. Na área de serviço que fica logo ao lado da cozinha, existe uma espécie ideal para ser colocada lá e que vai enfeitar bem esse lugarzinho quase que inóspito: é a violeta-africana.

Esse tipo de planta deve ficar e se adaptar bem em locais sem umidade alguma, mas que possua bastante claridade. Colocou a roupa para secar na janela? Deixe a violeta-africana por lá também. Ela vai adorar.

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4. No banheiro
Está certo que o banheiro é o local mais úmido da casa. É lá que você consegue relaxar tomando um bom banho quente e demorado. Portanto, escolha plantas resistentes ao vapor que sai do chuveiro e que amam umidade.

Entre elas, nós temos o bálsamo, lírio-da-paz e a linda violeta. Essas plantinhas adoram luz direta. Mas não se preocupe porque as lâmpadas do banheiro já servem para aquece-las. Regue a terrinha delas a cada três dias para que elas possam durar bastante e enfeitar o seu lindo banheiro.

Outra planta muito interessante e que é bastante indicada para este espaço é o chamado bambu da sorte. Ele é lindo, não gosta muito de luz e vive na água, além de trazer ótimas energias para o ambiente mais relaxante da sua casa.

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5. Quartos e escritórios
As orquídeas dão um ar refinado a qualquer espaço. Por isso, elas são muito indicadas para quartos e escritórios. Camélia, begônia ou jasmim também são uma grande aposta. O único problema é que elas são bem perfumadas.

Se você não curte muito cheiro nestes ambientes, aposte nas  jiboias, bonsais ou aspargos. Já que nestes lugares não bate muita luz, elas diminuem a sua capacidade de fazer fotossíntese, liberando gás carbônico.

Todo mundo sabe que o CO² faz muito mau a saúde. Portanto, não exagere e opte por ter só uma flor nestes lugares, retirando-a de noite na hora em que você for dormir.

6. Fora de casa
Algumas plantas são ideais para enfeitar a sua entrada, o seu quintal, sacada ou jardim. São elas:
* Gerânio pendente – É bom para aquelas varandas e sacadas bem pequenas. Mesmo assim, essa planta também se adapta a outros ambientes externos, pois ela adora muito o sol.

* Alamanda – Ela fica linda quando é colocada em locais com muito sol, até porque elas o adoram. O cuidado principal com esta planta e não deixáa-la na sombra pois os temidos pulgões com certeza irão atacá-la.

* Mini-ixora – É uma planta que de adapta fácil em regiões costeiras. Por isso, ela precisa de muitos ventos para se manter. Evite colocá-la em locais muito úmidos, ela não se dá nada bem com a umidade.

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espaços pequenos

São diversas as pessoas que possuem o habito de cultivar plantas. No entanto, esse costume foi se reduzindo nos dias atuais, principalmente nas grandes cidades, pois os espaços disponíveis nas residências são cada vez menores, afora quando as pessoas habitam os apartamentos, onde as condições para cultivo de plantas são menores ainda.

Com criatividade e inteligência, é possível criarmos plantas em espaços pequenos e reduzidos e até mesmo dentro de casa, basta apenas que respeitemos as características particulares das espécies vegetais cultivadas.

Abaixo dicas para ajudar as pessoas a superarem a falta de espaço para realizarem o cultivo das espécies vegetais. Portanto, nada de esquecer ou deixar de lado a montagem de um canto verde em sua casa, trazendo vida e cor ao local.

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O cultivo de plantas em casa
O cultivo de plantas é uma forma de trazer vida para dentro da sua casa. Com a utilização de espécies vegetais a pessoa cria um ambiente de paz e harmonia, além de melhorar o ar e a temperatura do local, pois as plantas ajudam neste processo.

Além disso, as plantas conseguem deixar o ambiente mais belo e agradável, existem inúmeras plantas que apresentam características ornamentais e que podem facilmente ser cultivadas em ambiente com pouco espaço disponível, como por exemplo: as orquídeas, as samambaias, a colmeia peixinho e outras espécies vegetais ornamentais.

Contudo, com o decorrer do tempo, as casas foram mudando as suas estruturas, antigamente tínhamos casas grandes e com vastos quintais, o que facilitava o plantio e o cultivo de plantas.

Hoje em dia, vivemos em um mundo bastante corrido, e as casas passaram a ter estruturas menores, que abrigam as novas composições familiares. Devido a isso, a tendência das construções são casas cada vez menores e a construção de residências verticais, para maior aproveitamento dos espaços.

Isso, acabou causando a diminuição dos espaços para cultivo das plantas, deixando as grandes cidades com uma presença cada vez menor do verde das plantas.

No entanto, a ausência de espaço não pode ser um motivo limitador para que a pessoa não tenha um jardim ou uma horta em casa, e assim cultivar espécies vegetais diversas em casa.

Diversos locais são aptos para o cultivo de plantas, como por exemplo: o quintal, a varanda e até mesmo espaços internos da residência, como por exemplo – a cozinha, onde você pode montar uma pequena horta para colher vegetais frescos para o consumo particular de quem os cultiva.

Para cultivo na própria cozinha, os especialistas em cultivo de plantas recomendam as seguintes espécies vegetais: manjericão, coentro, hortelã, alecrim, orégano, tomilho e outras.

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Para montagens dessas pequenas hortas para cultivo dentro de casa, os especialistas no cultivo de plantas recomendam usar e aproveitar as janelas, bancadas, aparadores, prateleiras e etc.

Outra opção para o cultivo de plantas em casas com pouco espaço disponível, pode se fazer painéis (até mesmo aproveitando paredes) de plantas. Esses painéis podem fazer uso de vasos suspensos, jardineiras e até mesmo de adaptações criativas e sustentáveis (como por exemplo: as garrafas pet cortadas).

A adoção de jardins verticais, as chamadas paredes vivas, está cada vez mais em prática e sendo adotada pelas pessoas, pois é uma ótima solução para a falta de espaço das construções modernas e além disso traz um colorido vivo e diferente pela presença das plantas em sua casa, pois as plantas valorizam o ambiente, concedem vida ao local e através da sua cor acabam dando nova característica ao local.

Os especialistas recomendam para quem pretende fazer um jardim vertical. Que a parede a ser utilizada precisa ser impermeabilizada para não sofrer danos e prejuízos em pouco tempo.

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Criatividade e versatilidade
Para cultivar plantas em casas que apresentem pouco espaço para esse fim, exige das pessoas, que elas sejam criativas e versáteis de forma que o aproveitamento dos espaços seja realizado de maneira positiva e inteligente, procurando também respeitar a natureza, tendo atitudes sustentáveis e deixando a imaginação aflorar de maneira que desenvolva jardins diferentes e únicos.

Além disso, a pessoa pode optar pela versatilidade na hora de compor os seus jardins e hortas, usando vasos ecológicos (fabricados com fibra de coco), pendurando vasos com cabos de metal, uso de materiais recicláveis (garrafas pet) e etc.

Entre as diversas ideias para cultivo de plantas em residências com espaços reduzidos, podemos citar as seguintes:
a) Fazer cobertura de muro e paredes com espécies vegetais trepadeiras;
b) Fazer painéis de plantas nas pareces, como por exemplo as bromélias ou as orquídeas;
c) Fazer pequenos canteiros, composto de espécies vegetais diferenciadas e que se adaptem bem ao espaço disponível;
d) Desenvolvimento de pequenas hortas;
e) Cultivo de espécies vegetais típicas de cultivo em ambientes interiores;
f) Outras possibilidades;

A pessoa que irá cultivar plantas em pequenos espaços precisa ter em mente que não adianta procurar cultivar plantas que crescem muito, pois o espaço não irá permitir, portanto, procure as espécies vegetais que se adequam a realidade do lugar, que irão se desenvolver de maneira adequada para o ambiente à medida que forem recebendo os cuidados necessários quanto à rega, adubação, iluminação e etc.

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A escolha das plantas a serem cultivadas
A hora de escolher as espécies vegetais a serem cultivadas é um passo fundamental para o sucesso e bom desenvolvimento das plantas a serem cultivadas em sua casa e nos pequenos espaços.

Não adianta cultivarmos espécies vegetais inadequadas com relação ao clima, a luminosidade e etc. Por exemplo, as espécies vegetais adequadas para ambiente interior tem uma capacidade maior de sobreviver sem receber tanta luminosidade quantas outras espécies vegetais.

Para espaços reduzidos, os especialistas recomendam o não cultivo de plantas como: arvores, arbustos e outras espécies de maior porte.

Portanto, nada de fazer opção por locais mal iluminados para cultivar plantas. Outra questão importante é o acesso ao local onde as plantas estão sendo cultivadas, pois devido o fato das plantas exigirem uma série de cuidados, muitas vezes diários, o acesso não pode ser difícil.

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Outro cuidado importante é com o tamanho que as plantas atingem e com a sua poda. Como o espaço é pequeno, as plantas não podem crescerem muito, por isso é importante que elas sejam observadas e controladas, e pelo menos a cada 02 (dois) a 03 (três) meses seja feita a poda de controle e formação das plantas cultivadas.

Outro cuidado a ser tomado é com a adubação, nesses casos de cultivo de plantas em espaços reduzidos, é indicada a aplicação de produtos líquidos. Além disso, cada planta precisa de cuidados diferenciados, conforme as suas características, por isso, antes de cultivar uma determinada planta, procure conhecer a mesma.

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Para começar a organizar a flora de um jardim, seja em casa ou em locais mais vastos como sítios e fazendas, basta ter os utensílios necessários para organizar um belo jardim. Muita calma e paciência também são ingredientes essenciais, pois sem eles você sem começa a dar o primeiro passo.

Para começar, veja os objetos básicos para uma boa jardinagem e saiba como organiza-los: mangueira; fertilizante; sementes; luvas de jardinagem.

Estes são os principais itens para um grande começo. Com o passar do tempo você vai precisar de outros mais elaborados. Tudo é uma questão de tempo.

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Organizando
Os utensílios podem ficar pendurados ou guardados em um armário interno ou externo ao jardim. Saiba que eles precisam ter limpeza frequente, principalmente as luvas e a mangueira. Os fertilizantes e as sementes devem ser guardados em locais apropriados, que não sejam muito secos.

Um armário de madeira seria essencial para este fim. Uma forma bacana de guardar as ferramentas de jardinagem é pendurá-las na parede. O espaço fica organizado e decorado. É possível amarrar os utensílios com fitas e depois colocá-los em uma armação de ferro.”

Coisas pequenas
Os jardineiros iniciantes devem começar os seus trabalhos utilizando coisas pequenas. Se você não tem muito tempo para se dedicar a jardinagem, comecem a plantar em vasinhos pequenos ou criando filas de flores no jardim, o que se torna bem prático.

Saiba que cada flor tem o seu desenvolvimento em um certo tipo de ambiente. No seu jardim, existem locais com mais ou menos sol. Procure organizar as suas flores usando este método.

Quem quiser começar a plantar em vasos, deve brincar com alturas diferentes, acho que dá um destaque legal. Às vezes a planta é linda, mas, ao ficar mais baixa do que as outras, ela acaba sumindo. Dá para distribuir os recipientes de várias maneiras criativas, destacando as plantas mais bonitas.

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Vaso--xicara.

Além dos vasos tradicionais, com um pouco de criatividade é possível incrementar tais recipientes. Objetos da cozinha, como bules e jarras, também podem ser usados como vasos. Aproveite velhas latas (de chá, azeite, entre outras) e galões como recipientes.

Fertilizando
Para começar a fertilizar o solo da maneira correta, procure saber o pH do mesmo. Para isso, basta ter um kit de medição do pH. É uma forma de organizar as plantas do seu jardim de forma correta e saudável. As plantas devem ser regadas e fertilizadas cotidianamente e por isso, organize um calendário próprio para isto, sabendo os dias de regas de cada planta e quais as épocas em que elas dão flores ou frutos, dependendo da espécie.

Organizar as regas e a fertilização por meio de um itinerário vai ajudar os novos jardineiros a não cometerem certos excessos como: rega em demasia, fertilização excessiva e cortes muito frequentes.

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As plantas
Para quem tem um espaço muito limitado no quintal para criar um lindo jardim, basta seguir algumas dicas dos profissionais da área: A dica é abrigar as plantas em prateleiras. Um pequeno móvel estreito pode ajudar a manter organizados os vasos de vários tamanhos e formatos variados. Além disso, não atrapalhará a circulação.

Decorando
As plantas são muito úteis na decoração de um jardim, para não dizer que são peças essenciais. Uma boa dica para tornar uma decoração mais organizada e bonita é agrupando os vasos por cores, misturando os tons para não ficar muito “certinho”.

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Utilize também pedrinhas decorativas, esculturas em metal. Aproveite as meias sem par e costure-as envolta de pequenos vasinhos. Use as paredes e muros para pendurar cestos e vasos de parede com plantas trepadeiras.

Épocas do ano
Saiba como organizar o seu jardim de acordo com os meses e épocas do ano:
1. Janeiro: Opte elas estacas de begônia-rex e violeta ou de galho de brinco-de-princesa, gerânio e roseira;

2. Fevereiro: Escolher mudas e galhos;

3. Março: Coloque enxertos em roseiras  se você as tiver.  Os bulbos das plantas que já secaram já poderão ser retirados também;

4. Abril: Bom para fazer mudas e galhos também;

5. Maio: Adubar vasos e canteiros;

6. Junho: Hora de diminuir as regas e proteger as plantas das geadas que estão por vir;

7. Julho: Tempo de proteger os caules com palha;

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8. Agosto: Mês de podar os gramados e recobri-los com uma camada de uma mistura bastante aconselhada pelos profissionais: “partes de terra vegetal preta, 3 de areia grossa e 3 de esterco de curral bem curtido. Comece a organizar o plantio para a primavera e planejar novas formas de cultivo;

9. Setembro:
Hora de adubar canteiros e transplantar vasos. Não esqueça que esta é a época de adubar os gramados também;

10. Outubro:
Hora de planejar quais serão as plantas que irão florescer no verão. Uma dica são as azaleias. Não esqueça de limpar os galhos secos neste mês;

11. Novembro: Vasos e canteiros terão que ser transplantados;

12: Dezembro: Adube os gramados, retire os galhos secos do jardim e utilize adubos químicos para tal finalidade. Certas espécies como  cravo, gladíolo, hortênsia, jasmim-manga, magnólia amarela, rosa, quaresmeira florescem neste mês.

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Quando ganhamos um vaso lindo, com uma planta florida, ou com uma folhagem vistosa, ficamos com vontade de plantar umas sementinhas no quintal, fazer uma jardineira florida na janela do quarto ou povoar a varanda de um monte de vasos pendurados. É tanta ideia bonita e dá vontade de ter todas em casa, mas nem sempre dá certo.

É frustrante e é verdade, nem sempre dá certo mesmo. Mesmo com toda a técnica, algumas vezes a planta morre, ou não se adapta e morre, ou adoece, sabe-se lá porque, e morre.

Esse pequeno manual de dicas básicas dará à você um ponto de apoio para suas experiências de cultivo de plantas, em casa.

Espaço
O primeiro passo é você conhecer o terreno que tem seja ele um quintal inteiro ou só uma varanda ou beira de janela. Precisa observar de que lado vem o sol da manhã, quantas horas de sol bate nesse seu terreno, se tem um lado em que o vento é mais forte, ou onde se acumula mais umidade, enfim, você entendeu. São esses fatores que irão determinar que tipo de plantas gostarão de morar nesse seu terreno.

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Tipo de planta
Cada planta tem suas preferências de luz, quantidade de água por dia, tipo de terra, mais vento ou menos ventania, umidade do ar que sufoca ou calorão que abrasa e até, você nem imagina, as plantas têm preferências quanto às outras plantas que estão ao seu lado no vaso, no canteiro ou na jardineira.

Depois que você conhecer bem seu terreno poderá escolher as plantas mais adequadas para os locais onde quer plantar.

Sinais de problemas
Aprenda a conhecer também quais os sinais que as plantas nos dão sobre como está a sua saúde ou se são supridas as suas necessidades básicas – a cor das folhas, as manchas que aparecem, aquele enrugamento que está tomando conta daquela planta ali pode ser vírus, folhas queimadas com certeza é falta de algum nutriente, a planta está toda murcha – cuidado, pode ser falta de água, mas também pode ser uma doença das raízes.

Terra
Aprenda a preparar e manter uma boa terra: toda boa terra tem uma porcentagem de matéria orgânica que é de onde vão sair os nutrientes para as plantas e uma parte de areia lavada para melhorar a estrutura e a respiração, mas você precisa saber que nem toda planta gosta do mesmo tipo de terra.

Tem planta que adora um areião, outras gostam mais de uma terra argilosa, mais pesada. Só planta de brejo é que gosta de encharcamento e, planta de praia precisa mesmo de um pouco de sal.

Aprenda a técnica de apertar na mão a terra – se fizer um bolo bonito, firme e de boa cor esta será uma terra com matéria orgânica suficiente e bem equilibrada quanto à sua estrutura interna, mas se o torrão não se mantém, se desfaz, então você pode ter certeza de que é uma terra fraca, mais areia que outra coisa. Mas os cactos e as suculentas gostam dessa terra arenosa.

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Mudas
Quando você compra uma muda, em geral ela vem em um torrão de terra de barranco (saibro), que é uma terra barata, de estrutura ruim e pobre. Então, esse saibro não vai servir para você manter sua planta muito bem – replante a muda em um vaso maior, com o dobro do tamanho, pelo menos e preencha o restante do espaço com uma terra de boa qualidade, bem adubada.

Até a muda se adaptar ao novo “estilo de vida” observe-a diariamente, teste a umidade da terra afundando o dedo nela (a terra boa deve ser possível de se afundar o dedo, sem grande esforço – senão, de certeza estará compactada, com pouca água, ou sem estrutura).

Vasos e canteiros
Todo vaso, jardineira ou canteiro têm de ter uma boa drenagem – como já disse acima, só planta de brejo é que gosta de ficar em encharcamento – e para isso você tem sempre que colocar no fundo dos vasos, das covas de plantio ou das jardineiras, uma quantidade de pedrisco e areia grossa. E claro, todo vaso tem que ter furo para saída do excedente da água de rega ou chuva.

Algumas plantas vão preferir vasos de barro, que respiram melhor e refrescam as raízes e outras vão preferir vasos de plástico que mantém a umidade mais concentrada e um calorzinho extra, mas toda planta sempre vai preferir vasos com um volume de terra que lhes permita ter os nutrientes suficientes à disposição.

Porém saiba que, o tamanho do vaso vai definir também o porte que a sua planta vai alcançar – mais espaço para as raízes também significam mais folhagens e mais flores.

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Nutrição
Plantas em vasos precisam de mais nutrientes do que as que estão no jardim e isso é porque as raízes das plantas de vasos não têm como buscar alimento mais longe do que o espaço confinado onde moram.

Mas, nem toda planta precisa dos mesmos nutrientes, nem toda planta gosta do mesmo tipo de acidez na terra (o pH), nem toda planta precisa de um excedente de calcário que alcalinize a terra dela, nem toda planta precisa de uma carga de nitrogênio, ou de fósforo, ou de potássio, o famoso N-P-K das formulações típicas dos fertilizantes que se encontram nas lojas (em grânulos, pó ou líquido), mas  toda planta vai gostar de ter a sua terra adubada com adubos orgânicos como esterco ou composto bem curtido, adubo líquido orgânico, pó de casca de ovo, torta de mamona, cinza de madeira, húmus de minhoca. Só que tem hora certa para jogar o adubo na terra.

O melhor é você preparar a terra de plantio com algum tempo – misturar os adubos orgânicos e deixar repousar (30 dias é o prazo bom de repouso).

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Regar
Não se deve regar na hora do sol a pino, pois quando a temperatura está muito alta as plantas fecham seus estômatos para reduzirem a evapotranspiração e a perda de umidade interna e assim resistirem melhor ao calor – elas se preparam bem então, não é essa a hora de jogar água.

Nesse horário, se as folhas ficarem molhadas, com gotinhas de água, o sol vai fazer queimaduras nas folhas, flores e frutos – as gotas de água funcionam como lente de aumento, você sabe. O melhor é você regar suas plantas, no tempo quente, logo cedinho de manhã ou ao final da tarde.

Mas lembre-se que tem planta que não suporta água nas folhas, que só quer água nas raízes, então a rega tem que ser diferenciada. E saiba que é o excesso de água e não sua falta a maior causa de morte das plantas de vaso – isso acontece por causa das raízes, enoveladas dentro do vaso, que ficam sufocadas de tanta água e a umidade a fazem apodrecerem.

Doenças
Planta fraca é mais suscetível à pegar doença de planta, as viroses, bacterioses e fungos. Claro que você pode tomar algumas medidas de controle biológico de pragas como seja, plantar plantas que tenham ação inseticida, fungicida ou repelente no mesmo canteiro, no vaso ao lado ou até, em consórcio, ou seja, juntas no mesmo vaso.

Cebolinha, arruda, crisântemo, alecrim, pimentas, hortelã, são plantas desse tipo, mas existem muitas mais. Porém, uma planta que está muito fraca, ou muito atacada por algum bichinho, vírus ou bactéria, terá de ser exterminada totalmente e sua terra também, para evitar que se torne um foco de contaminações para as outras plantas que você tenha em casa.

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Podas
São poucas as plantas que não requerem podas de limpeza (cortar folhas, galhos, flores e frutos que estejam secos ou doentes) o que deve ser feito ao final das estações ou mesmo, uma poda mais radical, para rejuvenescer os ramos, que é feita no tempo mais frio e na lua nova ou minguante (que é quando a seiva da planta está nas raízes).

Mas, se sua planta estiver doente, tenha ela o tamanho que tiver, corte sem dó as partes ruins e não deixe nenhum restinho delas por perto (o ideal é queimar as partes todas que estiverem contaminadas ou, jogar no lixo).

Sementeira
Se você gosta mesmo de plantar, tenha uma bandeja para sementeira (chama-se “bandeja de germinação”), ou uma coleção de copinhos de plástico descartável, ou um montão de rolos de papel higiênico vazios. Estes são os melhores recipientes para se semear, de forma controlada, as sementes que você quer ver germinar e formar mudas.

Na sementeira você deverá usar, sempre, uma terra leve, orgânica e misturada a 50% com húmus de minhoca – 10% de areia sempre é bom para manter a estrutura da terra bem areada. Durante a germinação de sementes é sempre aconselhável você tampar a bandeja, copinhos ou o que for, com uma tampa plástica, para evitar as perdas de água por evaporação direta.

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