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  • Archive for the ‘Interior e Paisagismo’ category

    vaso

    É possível ter um vaso com uma jabuticabeira e moranguinhos  pendentes como forração – e sem nenhum passe de mágica.

    Embora não garanta floração e frutas o ano todo, os morangos esbanjam um charme meigo, e cultivá-los não é tão difícil assim. O ideal é que o vaso esteja em algum lugar que receba o sol da manhã ou mais à tarde.

    A própria jabuticabeira garante certa sombra e sua rega diária já se encarrega de nutrir, também, a forração.

    Sugere-se um replantio anual e adubações alternadas a cada dois meses, mesclando química (NPK 4-14-8) e orgânica (farinha de osso com torta de mamona ou húmus de minhoca), embora sejam desnecessárias nos meses mais frios.

    Por fim o ideal é que o vaso seja bojudo (ao menos 30 cm de diâmetro para além da planta-mor) e alto, de maneira que os morangos fiquem pendentes – isso garante que eles sejam colhidos, por exemplo, por uma criança.

    img078

    Philodendron_scandens

    As plantas mais adequadas para ambientes internos são as que não necessitam de muita luminosidade. As mais indicadas são: chamaedora, philodendron, lírio da paz, bromélias, cactus, árvore da felicidade, pacová, palmeiras, palmeiras ráfis, sansiveria, ficus, spatiphilum e pinanga.

    As plantas devem ser regadas pelo menos duas vezes por semana, dependendo do vaso escolhido. Se o vaso for pequeno, vai exigir rega mais freqüente. Se é feito em cerâmica vitrificada ou esmaltada, em plástico ou em outro material impermeável, vai pedir menos rega do que se é de barro cozido ou xaxim, já que estes facilitam a evaporação da água.

    Existem duas formas de regar um vaso: por cima, derramando água na superfície do solo; ou por baixo, mergulhando o vaso num recipiente com água. Quando optar pelo rega por cima só pare quando a água começar a escorrer pelo furo de drenagem. As violetas, por exemplo, devem ser regadas poucas vezes e a água deve ser colocada no pratinho, o qual o vaso fica sobreposto.

    Eliminar as folhas secas, adubar a terra todo mês e aplicar produtos para eliminar doenças e pragas sempre que necessário. Para garantir folhas vistosas em algumas plantas deve se borrifar água, pelo menos, uma vez por semana.

    flower-trio

    planta de interior

    Quem não gosta de ter por perto uma bela planta? Até mesmo dentro de casa é possível cultivar algumas espécies, no entanto é importante tomar alguns cuidados na escolha do local: observe se a área escolhida fica próxima às janelas e cuide para que as cortinas e vidros fiquem um pouco abertos parte do dia garantindo assim iluminação e circulação de ar.

    Algumas espécies são mais adequadas para ambientes internos como Raphys, Pleomele, Phoenix, Philodendros, Sagifragas (espada-de-São-Jorge e Lança de Santa Rita), Yucca, Chamaedoria e Dracena. Ao adquirir a planta observe se o vaso é de um tamanho adequado, pois nenhuma planta será “feliz” em um vasinho apertado. Os vasos devem ter a partir de 50 cm de diâmetro para acomodar as espécies recomendadas.

    Antes de plantar, fazer a drenagem com manta sintética (bidim) e argila expandida ou brita. O vaso de primeira linha sempre tem um acabamento para esconder a terra, podem ser pedriscos, cascas de árvore, herinha anã ou dinheiro em penca.

    Phoenix e gerânios servem para o Brasil todo, a Phoenix não precisa de sol direto pode ser colocada em uma varanda com face sul desde que tenha bastante luz, os gerânios já gostam de bastante sol e não suportam muita umidade nem excesso de calor.

    Se o seu terraço dá para o por do sol e não toma muita chuva vale a pena tentar os gerânios… Estarão sempre floridos, tem um leve perfume e o chá das suas folhas é excelente para os sintomas da menopausa!

    Os cuidados de tratamento são simples: no plantio colocar calcário na terra, a cada seis meses é recomendável colocar esterco ou adubo químico seguindo a receita do fabricante.

    Regar de acordo com a temperatura ambiente e umidade do ar, em locais frios molhar duas vezes por semana, nos mais quentes três vezes, sem encharcar o solo, lembre-se que é mais fácil matar uma planta por excesso do que por falta d`água.

    Quando for viajar monte um irrigador “automático” caseiro com garrafa pet: faça um furo na tampa para permitir o gotejamento, faça um furo no fundo para a entrada de ar, encha a garrafa, coloque a tampa e enterre a parte da tampa na lateral do vaso, dessa forma o vaso ficará úmido durante sua viagem.

    formigas

    Para a execução de um projeto paisagístico, é fundamental que se tenha conhecimento das plantas. É importante saber tipo, porte, folhagem, época de floração, local de melhor adaptação, entre outras características.

    As plantas ornamentais podem ser divididas em grupos conforme seu aspecto morfológico, hábito de crescimento ou mesmo usos mais freqüentes.
    Essa classificação é bastante variável, mas basicamente podem ser divididas em forrações, arbustos, árvores, palmeiras, trepadeiras e plantas entoucerantes.
    As informações abaixo correspondem a observações do  comportamento das espécies, podendo variar em função das diferentes regiões onde estiverem sendo cultivadas.

    Grupo de Plantas – Do ponto de vista paisagístico/ornamental, as plantas, podem ser divididas em forrações, arbustos, árvores, palmeiras, trepadeiras, plantas entoucerantes, plantas aquáticas, gramas, bromélias e suculentas.

    Forrações – Forrações constituem um grupo de plantas herbáceas de pequeno porte e que são utilizadas em paisagismo com as seguintes finalidades:
    - Fazer o acabamento nos jardins, em composição com espécies de porte maior;
    - Revestir o solo, evitando a ocorrência de áreas nuas, as quais podem sofrer com erosão ou ainda serem motivo de poeira ou lama;
    -Quebrar a monotonia dos gramados quando são utilizadas intercaladas a esses;
    - Recobrir o solo, em locais onde há a impossibilidade de uso de gramas;
    - Manter a umidade do solo;
    - Evitar a incidência de plantas invasoras (plantas daninhas).

    O hábito de crescimento pode ser horizontal ou vertical, dependendo da espécie. As forrações não suportam o pisoteio como os gramados. Nesse grupo, incluem-se as floríferas e aquelas que ornamentam pelas suas folhagens. As forrações podem ser adaptadas a locais com incidência de sol pleno, meia sombra, sombra e até obscuridade.

    Árvores – Constitui toda espécie vegetal lenhosa, geralmente sem bifurcações na base do caule, com portes variados e diferentes formas de copas. Quanto ao porte, este pode ser dividido em pequeno (até 5,0 m), médio (5,0 a 8,0 m) e grande (acima de 8,0 m). Quanto à forma da copa, as árvores podem ser colunar, cônica, globosa, pendente, umbeliforme.

    Principais funções:
    · Proteger contra ventos fortes;
    · Proteger contra ruídos;
    · Dar privacidade a determinado local;
    · Fornecer sombra;
    · Contribuir para aspectos estéticos da paisagem

    Arbustos – Arbustos são espécies vegetais lenhosas, com ramificação desde a base, e altura média de até 4 m de altura. Quanto à luminosidade, existem arbustos de pleno sol, meia-sombra e sombra.
    De modo geral, são plantas que aceitam poda, o que harmoniza a sua condução, permitindo obter um formato ajustado ao jardim onde estão inseridos ou ainda a formação de figuras, denominadas topiarias.

    Os arbustos, em função do porte, podem ser utilizados em diversas áreas e com diferentes finalidades no jardim. Podem ser utilizados como elemento dominante em determinada área, na formação de cercas vivas, com a finalidade de delimitar uma linha de vista, orientar a circulação, podendo ainda ser utilizados isolados, em pequenos grupos, ou associados a forrações ou outros tipos de vegetação.

    Gramas – Os gramados representam quase sempre de 60 a 80% da área ajardinada. Em geral, as espécies de grama necessitam de sol pleno ou meialuz para se desenvolverem bem. Existem algumas espécies de grama disponíveis para formação de gramado e a escolha deve ser em função do clima da região, da finalidade de uso, da luminosidade da área, da manutenção que será destinada à área, do sistema de irrigação disponível, do tipo de vegetação que circunda o gramado (existem espécies mais nobres e outras menos).

    Palmeiras – As palmeiras pertencem à família Arecaceae (Palmae) e são espécies de grande uso nos jardins. Apresentam a desvantagem de crescimento lento, além da ocorrência de desprendimento das folhas quando envelhecem.

    Existem quatro exemplos de modelos de arquitetura de palmeiras:
    - Palmeiras monocárpicas não ramificadas;
    - Palmeiras policárpicas não ramificadas;
    - Palmeiras ramificadas;
    - Palmeiras de caules solitários com ramificação dicotômica.

    As palmeiras têm grande importância em projetos paisagísticos, principalmente em função de sua forma e rusticidade. Podem ser cultivadas isoladamente ou em grupos, sempre em posições dominantes no jardim. Existe um grande número de palmeiras nativas e diversas outras exóticas, mas bastante adaptadas ao nosso ambiente. A escolha deve depender das características do projeto em harmonia com as características de cada espécie.

    Trepadeiras – Corresponde a toda espécie vegetal de caule semilenhoso ou mesmo herbáceo, que necessita de um suporte para se desenvolver. Como seu crescimento pode ser  conduzido, as trepadeiras geralmente são utilizadas na formação de cercas-vivas, separação de ambientes, revestimento de muros ou paredes, formação de pérgolas, arcos e treliças.

    Elas podem ser:
    - Volúveis: quando se enrolam em aspiral no suporte, não possuem outro tipo de fixação, portanto, não conseguem subir em paredes ou muros por si só, necessitando de suportes adequados;
    - Sarmentosas: Quando possuem estruturas de fixação como gavinhas, espinhos curvos, raízes adventícias, etc. Conseguem subir em quase todo tipo de suporte;
    - Cipós: Não possuem qualquer tipo de órgão de fixação e nem são volúveis. Possuem caules rígidos, que conseguem subir vários metros sem apoio, até que se vergam pelo próprio peso sobre algum suporte;
    - Escandentes: São plantas mais arbustivas, que em locais abertos formam arbustos, quando plantadas junto a um suporte, seus ramos se apoiam neste e atingem vários metros de altura.

    Plantas entoucerantes – Plantas entoucerantes são aquelas que se desenvolvem formando diversos caules, com crescimento indefinido, em forma de touceira. A propagação é geralmente feita através de divisão de mudas que são emitidas na base da touceira. Existem diversos exemplos de plantas pertencentes a este grupo, com grande importância nos projetos de paisagismo.

    Plantas Aquáticas – As plantas aquáticas, em função da posição em que se desenvolvem na água, podem ser classificadas em flutuantes, emergentes e submersas.

    a) Flutuantes – Não necessitam de nenhuma fixação em solo. Desenvolvem-se na superfície da água, da qual extraem todos os nutrientes que necessitam. Os melhores locais são os de águas calmas como lagoas, tanques, represas.

    b) Emergentes – Estas plantas fixam suas raízes no solo e as folhas e caules iniciam o desenvolvimento submersos, mas emergem para superfície, onde também ocorre a floração.

    c) Submersas – Desenvolvem-se fixas no solo, sem emergirem à superfície da água. Na água realizam fotossíntese liberando oxigênio para os peixes.

    d) Palustres – São plantas recomendadas para cultivo em solos encharcados

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    arbustos

    Palmae - Plantas semelhantes a árvores ou a arbustos com um caule único ou formando maciços. Folhas em geral compostas. Caryota, Chamaedorea, Chamaerops, Chysalidocarpus, Howea, Livistona, Microcoelum, Phoenix, Rhapis, Trachycarpus, Washingtonia.

    Pandanaceae - Árvores e arbustos semelhantes a palmeiras com folhas estreitas dispostas em espeiral. Flores insignificantes. Pandanus.

    Passifloraceae – Trepadeiras lenhosas ou não lenhosas com folhas simples. Flores frequentemente de cores vivas, com coroa central de filamentos radiantes. Passiflora.

    Piperaceae – Plantas não lenhosas ou trepadeiras arbustivas com folhas simples. Flores minúsculas. Peperomia, Piper.

    Pittosporaceae – Árvores, arbustos ou trepadeiras lenhosas com folhas simples e pequenas, frequentemente com flores aromáticas. Pittosporum.

    Plumbaginaceae – Arbustos ou plantas não lenhosas com folhas simples, frequentemente em rosetas. Flores reunidas em inflorescências. Plumbago.

    Podocarpaceae – Coníferas com folhas estreitas. Podocarpus.

    Plypodiaceae – A principal família dos fetos. Plantas não lenhosas e sem flores, com esporos reprodutores na página inferior das frondes (folhas). Muitas são epífitas com rizomas rastejantes. Folhas geralmente compostas. Adiantum, Asplenium, Blechnum, Cyrtomium, Davallia, Nephrolepis, Pellaea, Phyllitis, Pllatycerium, Polypodium, Polystichum, Pteris.

    Primulaceae – Plantas não lenhosas, em geral com folhas simples. Flores sempre com cinco segmentos. Cyclamen, Primula.

    Proteaceae – Árvores e arbustos, geralmente com folhas coriáceas. Flores espectaculares que normalmente não surgem em interior. Grevillea, Stenocarpus.

    Punicaceae - Arbustos ou pequenas árvores com folhas simples. As flores têm cálices persistentes que rodeiam frutos carnudos. Punica.

    Rosaceae – Arbustos, árvores e plantas não lenhosas. Flores frequentemente vistosas. Eriobotrya, Rosa.

    Ribiaceae – Plantas não lenhosas, arbustos e trepadeiras com folhas simples. Flores geralmente em inflorescências arredondadas. Coffea, Gardenia, Ixora, Manettia, Nertera, Pentas.

    Rutaceae – Arbustos e árvores. As folhas podem ser simples ou compostas, frequentemente com seiva aromática. Flores geralmente seguidas de frutos carnudos. Citrus, Fortunella.

    Saxifragaceae – Plantas não lenhosas ou arbustos. Folhas e flores variáveis. Hydrangea, Saxifraga, Tolmiea.

    Scrophulariaceae - Arbustos ou plantas não lenhosas. Flores e folhas variáveis. Calceolaria.

    Selaginellaceae - Plantas baixas, sem flores, próximas dos fetos. Selaginella.

    Solanaceae – Arbustos, árvores trepadeiras e plantas não lenhosas, flores afuniladas, seguidas frequentemente por bagas vistosas. Browalia, Brunfelsia, Capsicum, Solanum.

    Strelitziaceae – Plantas não lenhosas na sua maioria, mas por vezes semelhantes a árvores. Folhas em pecíolos longos. Flores vistosas de aspecto invulgar. Strelitzia.

    Theaceae - Arbustos ou árvores com folhas simples, geralmente coriáceas, e por vezes flores vistosas. Camelia, Cleyera.

    Tiliaceae – Arbustos ou árvores com folhas simples e flores reunidas em inflorescências. Sparmannia.

    Urticaceae - Arbustos, árvores ou plantas não lenhosas. Folhas por vezes com pêlos urticantes. Flores insignificantes. Pellionia, Pilea.

    Verbenaceae – Arbustos, árvores ou plantas não lenhosas com caules frequentemente de secção quadrada. Folhas simples. Flores geralmente reunidas em inflorescências. Clerodendrum, Lantana.

    Vitaceae - Trepadeiras lenhosas sobretudo. Folhas geralmente divididas em vários lobos. Flores insignificantes. Cissus, Rhoicissus, Tetrastigma.

    Zingiberaceae – Plantas não lenhosas, rizomatosas, formando geralmente maciços com folhas longas e simples. Elleataria.

    árvores

    Palmeira Areca

    Plantas por perto, expostas em vasos charmosos e em locais estratégicos! Aprenda quais são as ideais para ambientes internos como residências e escritórios.
    Você tenta ter plantas no escritório, mas elas sempre morrem? Se a resposta é sim, a MbFlores traz algumas dicas sobre plantas que suportam locais com pouca luz solar e que toleram o ar-condicionado intenso dos escritórios, porém é preciso lembrar que mesmo sendo muito resistentes e duradoras também são seres vivos e necessitam de cuidados básicos, como água, adubo, limpeza, entre outros. Conheça algumas espécies:

    . Arália – É uma planta que pouca gente conhece, porém é extremamente bela gosta de água e de preferência deve ficar próxima a janela. A adubação deve ser feita vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega.

    . Comigo Ninguém Pode – Resistente, não gosta de muita água e não depende de uma adubação rigorosa (pode ser realizada a cada três meses). O adubo deve ser diluído na água da rega ou pode ser utilizado um adubo orgânico.

    . Deacena - Popularmente conhecida como pau d’água sobrevive até em vasos cheios de água. Sua adubação deve ser mais intensa (a cada 15 dias). O adubo deve ser diluído na água da rega.

    . Fícus – Pode ser encontrada em várias formas no mercado, uma das mais bonitas é o Ficus torcido. Não gosta de muita água e sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega. Uma boa dica para manter esta planta sempre bonita e saudável é  limpar suas folhas pelo menos uma vez por mês, pois o acúmulo de poeira nas folhas pode prejudicá-la.

    . Filodendros e Jibóia – São trepadeiras que têm um crescimento muito rápido e gostam de água. O ideal é borrifá-las todos os dias (folhas e raízes), já que suas raízes são aéreas. A adubação deve ser feita por pulverização mensal, o adubo deve ser diluído na água e pulverizado na planta. Direcione o seu crescimento impedindo que a planta saia do vaso.

    . Palmeira Ráfia – Esta planta é muito resistente e não gosta de muita água. Sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega. Com o passar do tempo é necessário podar as folhas mais velhas, pois ficam amarelas. Pode ocorrer também um amarelamento nas pontas das folhas novas devido à falta de adubo, estas pontas podem ser cortadas.

    . Palmeira Areca - É uma planta muito comum, os cuidados são semelhantes ao da Ráfia. Um detalhe importante é a rega, ela necessita de mais água e luz que a Ráfia, por isso deve ser colocada sempre próxima a uma janela para evitar que morra.

    . Lança-de-São-Jorge - Extremamente resistente, porém com crescimento lento. Vai super bem em qualquer lugar, gosta de água, mas o vaso deve ter uma ótima drenagem, pois se a água ficar acumulada pode apodrecer. Sua adubação deve ser feita com maior intensidade a cada 15 dias, pois seu crescimento é muito lento.

    . Yuca - Esta planta gosta de muita água.  Vai bem em diversos ambientes, desde pleno sol até locais fechados como escritórios. Não necessita de muito adubo, sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluído em água. Esta espécie costuma juntar uma grande quantidade de pó em suas folhas, por isso deve ser limpa constantemente.

    . Zamioculca – Esta planta é extremamente bela, porém não é tão resistente como as plantas citadas anteriormente. Apesar de gostar de água ela é extremamente sensível ao acúmulo de água em seu vaso, por isso  deve ter uma drenagem ótima. Sua adubação deve ser feita mensalmente. A Zamioculca costuma juntar grande quantidade de pó em suas folhas devendo ser limpa com freqüência, pois o pó prejudica muito o seu desenvolvimento e pode levá-la a morte.

    Dicas Finais – Lembre-se que estas plantas por estarem em um local com pouca ventilação e fechado estão sujeitas a sofrer ataques de pragas como Pulgão, por isso observe. Opte por inseticidas naturais como, por exemplo, o combate da Biofert, este inseticida natural é ótimo para resolver o problema e não prejudica as pessoas que estão no ambiente.

    folhinhas

    Quem não sonha em ter uma bela varanda com flores e plantas, mesmo morando em apartamento? Pois saiba que não é impossível.
    Como deixar a sua varanda mais bonita e ainda, como fazer isso sem gastar muito?
    O primeiro passo é escolher as flores que mais vão se adaptar ao local.
    Em uma varanda onde venta muito, o ideal são plantas resistentes, como a Ixora, que não tem perfume, mas é muito bonita e se adapta bem tanto em locais com sol quanto com sombra. Ela dá flores o ano todo, principalmente na primavera e no verão. Outras opções são: a petúnia, planta que gosta de sol e costuma ser pendurada nas varandas, e a gardênia.

    Dicas:
    - Compre plantas saudáveis, floridas, sem bichinhos, com muitos botões.
    - Em seguida, preocupe-se com os vasos (de diversos tamanhos) e a terra.
    O maior segredo de plantas saudáveis é uma terra bem fértil, adubada, pedrinhas para fazer a irrigação dos vasos e pedriscos para enfeitar.
    - É importante passar uma tinta impermeabilizante na parte de dentro dos vasos, independente do material que eles são feitos. Isso impede que a umidade passe para o lado externo do vaso.
    - Coloque a terra, mas não até a borda (deixe uma margem de dois centímetros).
    Pinte dois centímetros da parte superior do vaso com tinta látex fosca da cor que desejar. O paisagista sugere cores claras.
    - Depois do vaso pronto, para drenar a água, é importante colocar algum tipo de pedra (César utilizou argila expandida) para facilitar a saída de água do vaso.
    Se a água não sai do vaso, a raiz apodrece.
    - Para dar um toque especial, ponha pedriscos brancos sobre a terra.

    Dicas: Se houver espaço, coloque um banquinho, uma namoradeira ou uma mesinha de apoio.
    E não esqueça: as plantas devem ser regadas a cada dois dias, mas use pouca água. Em cada vaso grande, coloque apenas dois copos de água. Já nos menores, um copinho é suficiente.
    Em varandas onde bate muito sol, são mais indicadas as flores: Ixora; Buxinho; – Azálea; Onze horas; Gerânio
    Já para varandas sem muito sol, se desenvolvem melhor as plantas de meia sombra, como: Violeta africana; Antúrio; Peixinho; Lírio da paz; Scheflera; Begônia

    chuvas

    paisagismo rural (Small)
    As funções do paisagismo rural não estão limitadas ao embelezamento estético da paisagem, mas também às praticas preservacionistas, indispensáveis à manutenção dos elos essenciais ao equilíbrio do ecossistema nas áreas de sua implantação. É exercido de forma plena, integrando-se perfeitamente à natureza.

    Para atingir bons resultados existem fatores que devem ser conhecidos:

    1. Clima – determina as possíveis espécies a serem introduzidas na área.

    2. Relevo – norteará o traçado geral do projeto em consonância homogênea com a paisagem natural.

    3. Vegetação nativa – funciona como orientação na seleção de espécies e servirá de base para a continuação das mesmas características das espécies vegetais ou ponto de referência a uma mudança de características a fim de proporcionar contrastes ou motivos de atração.

    4. Solos – verificada a constituição física do solo, pode-se prever quais espécies se adaptarão, quais as dimensões das covas para plantio e a adubação requerida para um bom desenvolvimento.

    5. Ventos – o conhecimento das rotas dos ventos predominantes na área do projeto possibilita designar os locais mais favoráveis para o plantio de determinadas espécies.

    6. Monumentos naturais – qualquer produção da natureza que por suas qualidades constituam motivos de excepcional interesse, como elementos paleontológicos (fósseis), elementos geomorfológicos (grutas, sumidouros, jazidas minerais), elementos topográficos (quedas d’água, paisagens), elementos florísticos ou botânicos (florestas, plantas raras), elementos zoológicos (fauna), elementos etnográficos (indígenas, inscrições rupestres, ruínas).

    7. Água – fator de importância funcional e estética. Funcional porque a sobrevivência e o sucesso da composição dependerá da água, e estética porque a água é um elemento decorativo e atrativo.

    8. Atividade principal da propriedade – determinará as características do projeto, como:

    . Arborização de estradas vicinais.
    . Reflorestamentos heterogêneos ecológicos.
    . Implantação de vegetação protetora de nascentes, mananciais e cursos d’água.
    . Criação de áreas verdes em clubes de campo, condomínios de chácaras, casas de campo, pousadas, estações termais, sítios.
    . Revestimento vegetal protetor e/ou reconstituinte de solos instáveis (taludes, voçorocas). Uma das mais desastrosas conseqüências do rompimento dos elos naturais reflete-se no solo, causando seu enfraquecimento biológico e, posteriormente, a desagregação física, levando à erosão de suas camadas, das superficiais até as profundas. Com o emprego de espécies vegetais adequadas, há uma diminuição destes danos.
    . Causa maiores problemas em estufas do que em casas e no exterior.

    Componentes auxiliares no paisagismo rural

    1. Gramados - além do embelezamento da paisagem, os gramados têm a importante função de proteger o solo da ação direta dos raios solares, evitando sua esterilização superficial. Outra função extremamente importante é a proteção contra a erosão. O revestimento vegetal sobre o solo evita que as enxurradas de água e a ação dos ventos retirem parcelas da superfície.

    2. Lagos - sua presença propicia uma variação visual intensa e atrativa na paisagem; além de decorativo, o lago influencia marcantemente o ecossistema, quer pela sua capacidade em manter o equilíbrio da umidade atmosférica quer por favorecer a manutenção do sistema hídrico.

    3. Renques corta vento – destacam-se a ação dos ventos livres, quase constantes em determinadas épocas do ano, em algumas regiões. As plantas submetidas à sua ação intermitente sofrem graves perdas de líquido, apresentando queimaduras em suas folhas, outras ficam tortuosas e envergadas pelas correntes. As espécies indicadas devem se integrar à paisagem tanto visualmente quanto funcionalmente, para não prejudicar a paisagem.

    4. Maciços Florais - são indicados no projeto paisagístico, sempre em locais por onde passam as pessoas ou ao alcance da vista. Para este fim, são indicadas espécies de plantas que produzam floradas fartas e vistosas, podendo-se alterná-las de acordo com a estação, o que torna o visual dinâmico interado com as mudanças naturais. Quanto ao formato dos canteiros, a preferência é por formas sinuosas ou amebianas, pela leveza.

    5. Bosques - devem sempre existir, pois os benefícios são extremamente significativos ao ambiente. Bosques heterogêneos propiciam uma integração com a fauna e a flora local. Podem conter, por exemplo, essências florestais, essências ornamentais, árvores frutíferas. Devem proporcionar uma sensação de “leveza”, além de, em alguns casos, servirem como local para educação ambiental. Neste caso é comum colocar placas pequenas nas árvores com o nome científico, o vulgar e algumas características importantes.

    corujinhas

    plantas-casa

    De maneira geral, podemos destacar três fatores básicos, que não devem ser negligenciados quando cultivamos plantas dentro de casa:

    Luz solar: Se as plantas são adequadas para interior não precisam apanhar sol.

    Regas corretas: No verão, o ideal é regar as plantas a cada dois dias. No inverno, uma média de duas vezes por semana.

    Fertilização: Por estarem submetidas às condições adversas, as plantas em ambientes internos ainda precisam receber nutrientes adequados. Recomenda-se a aplicação de um fertilizante líquido foliar, que pode ser pulverizado diretamente sobre as folhas, mensalmente, e a adubação trimestral com adubo líquido, na terra.

    A escolha de plantas resistentes, é uma ótima opção porque não têm grandes problemas de adaptação. Entre elas, as prímulas, os antúrios, as begônias, as violetas e os filodendros. Em geral, são espécies que não exigem exposição direta ao sol. Já a calêndula, os gerânios e as azaléias estão entre aquelas que devem ser colocadas em algum lugar onde há iluminação natural.

    Antes de tudo, é preciso preparar os vasos para plantio. No fundo deles, coloque uma camada de argila expandida de brita ou cacos de cerâmica para facilitar a drenagem. Depois, acrescente uma camada de substrato (terra preta) e a seguir a planta, cuidando para que as raízes não sejam danificadas. Complete o preenchimento com terra, assentando-a suavemente com a palma da mão.

    Quanto à rega, é aconselhável molhar as plantas jovens todos os dias durante o verão, bem cedo ou no fim da tarde.

    As árvores e os arbustos podem ser molhados em dias alternados, no verão, e duas vezes por semana no inverno. Já as plantas com flores, recomenda-se regá-las todos os dias de manhã cedo, e, no inverno, quando a terra estiver seca. Cuidado para não molhar as flores e folhas, principalmente se estiverem expostas ao vento. Nunca use regador ou mangueira sob o sol forte.

    Qual o tipo de árvore frutífera dá para plantar num pequeno espaço?
    As árvores frutíferas anãs, pois permanecem pequenas o suficiente para você colher a fruta próxima ao solo. Outra vantagem das árvores frutíferas anãs é que elas começam a dar frutos muito mais cedo que as árvores de tamanho normal. Experimente jabuticaba, romã, goiaba, acerola, laranja, limão, banana, caju, mamão, graviola, coqueiro, pitanga, seriguela, laranjeira, fruta de conde, caqui, lichia e amora. É possível, cultivá-las até mesmo em vasos grandes.

    Que tipo de planta deve ser cultivava numa área com a incidência do sol da tarde?
    Cactos, suculentas e frutíferas, Todas ficam bem. Nas suculentas a rega é semanal e muito pouquinho.

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    paisagismo
    O paisagismo, antes de ser uma arte, é uma técnica.

    Técnica por que necessita conhecimentos de botânica, estudos do solo, topografia, disponibilidade hídrica, exposição ao sol/sombra, e combate de pragas.

    Assim, cada paisagismo destina-se a um determinado local, levando-se em consideração o estilo arquitetônico do ambiente, gostos e preferências do cliente, sua disponibilidade em cuidados, a presença de animais e crianças, luminosidade, características do solo, dentre outros fatores que dão caráter especialíssimo a cada projeto.

    Por isso, um projeto é semelhante a um projeto arquitetônico. Cada detalhe é estudado, as plantas refletem o gosto da pessoa que lá irá viver e tem uma simbologia.

    É importante acrescentar que o paisagismo não é restrito a grandes áreas como chácaras, nem mesmo a residências. Todo e qualquer local pode acolher plantas.

    E é justamente em espaços mais limitados que os projetos ganham sua importância. O paisagismo pode ser feito em vasos, com árvores frutíferas, exóticas, incluir fontes…

    Empresas, escritórios e consultórios também merecem e comportam o paisagismo, transparecendo primeiramente a beleza do ambiente para todos os que ali freqüentam e também a imagem da empresa.

    Ou seja, tudo depende de um detalhado estudo do local e do gosto do cliente. Tenha a certeza: o resultado é gratificante.

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