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  • Archive for the ‘Interior e Paisagismo’ category

    Caramanchões

    caramanchão

    Os caramanchões são estruturas rústicas feitos em madeira maciça, metal ou concreto. São feitos para durar, por isso suas colunas devem ser chumbadas ao terreno com concreto, protegendo-o assim sua estrutura dos tombamentos e da umidade. Tem a finalidade de dá suporte as plantas trepadeira, também tem várias outras funções como oferecer sombra mais rápido já que uma árvore demora de 2 a 4 anos para se ter uma sombra considerável, marcar entradas, servi de extensão às varandas, além de embelezar com sua cobertura leve e colorida pelas flores q as trepadeiras darão ao longo de sua existência.

    As trepadeiras q mais recomendado são as frutíferas: como maracujá e parreira, as com flores perfumadas: como os jasmins, de flores com cores fortes: as buganviles e alamandas, as de flores delicadas: lágrima de Cristo (Clerodendron thomsonae)….

    Os caramanchões podem ser feitos com madeira de demolição, ficam lindos, sem precisar q essas estejam desempenadas, os cipós e ripas podem ser usados para se fazer a cobertura.

    A altura dos caramanchões deve ser de no mínimo 2,5 metros, para que as pessoas mais altas possam usufruir do espaço com conforto. Por serem estruturas mais altas, próprias para serem admiradas de baixo também, os caramanchões podem ser revestidos com trepadeiras de flores pendentes, como a sapatinho-de-judia e a trepadeira-jade, por exemplo. As frutíferas também são excelentes para este tipo de estrutura, como a videira, o kiwizeiro e o maracujazeiro.

    Caramanchões utilizados como garagem exigem trepadeiras que não larguem flores ou frutos capazes de manchar os automóveis. Então vamos enfeitem seus jardins com caramanchões, de qualquer tamanho, mais não esqueçam de. Se forem usar madeira, usem madeira certificada ou de demolição, a natureza lhe agradecerá.

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    pergolado
    São suportes mais leves que caramanchões e podem ocupar espaços menores. As pérgolas são formadas por uma ou duas séries de colunas paralelas. Elas podem ser de madeira, metal, concreto ou bambu e servem para proteger e criar espaços de lazer e interação com a natureza. Podem ser colocadas em varandas, garagens, jardins internos, sobre bancos ou simplesmente para proteger outras plantas, como um pequeno orquidário, por exemplo.

    A própria estrutura da pérgola é capaz de sombrear parcialmente os ambientes, mas é com as trepadeiras que elas ficam completas. Dependendo da sua necessidade e desejo, pode-se escolher trepadeiras vigorosas que sombreiem bem a área, como a tumbérgia-azul, ou mesmo trepadeiras leves e anuais, que acrescentam graça ao local sem pesar no visual, como a clemátis e a amarelinha.

    Neste tipo de estrutura qualquer trepadeira vai bem, basta respeitar as particularidades de cada espécie e adequá-la ao material utilizado no pergolado. Trepadeiras lenhosas e pesadas exigem uma estrutura mais reforçada, enquanto que as herbáceas e mais delicadas vão bem em qualquer tipo de material.

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    jacaranda-mimoso

    Sem dúvida, o que representa a maior parte da estrutura do jardim são as plantas. Estas definem o espaço, criam o cenário adequado para a distribuição e detalhamento dos vegetais, que nos proporcionarão sombra, proteção e intimidade. Associados os elementos, eles darão forma às principais massas, tanto horizontais como verticais, bem como, complementarão o restante das formas edificadas e da configuração do terreno. O principal elemento com esta finalidade é a árvore, que dá um sentido de dimensão vertical.

    Na confecção do projeto de paisagismo urbano ou de menor porte, deve-se imaginar o resultado final em três dimensões, assim como o seu equilíbrio e contraste com os elementos arquitetônicos, que devem ser considerados desde o começo do processo de criação. Por isso devemos nos preocupar com os vegetais maiores, e compreender que os de menor tamanho, possuem, na grande maioria dos casos, uma importância secundária. Se for deficiente a escolha das árvores e dos arbustos, dificilmente chegaremos a um bom resultado, mesmo agregando bonitos vegetais menores.

    Uma das funções mais usuais das árvores, em muitos jardins, é de ocultar os elementos antiestéticos que interferem negativamente no conjunto, por estar fora do jardim e pertencer ao domínio alheio. Depende de cada caso, se especificarmos um maciço de árvores ou apenas duas ou três estrategicamente dispostas, elas suavizarão a dureza do que se pretende camuflar.

    A proteção contra o vento, que constitui um problema de vital importância em muitos jardins, consegue também resolver com a ajuda das árvores. Naturalmente, quando tratarmos da proteção visual, de influência externa, também árvores e arbustos nos auxiliam a formar o ambiente com mais intimidade.

    Devemos ter cuidado na seleção e especificação das espécies. As árvores de folhas caducas (caducifólios), por algumas semanas no outono, ocupam o seu espaço para mostrar toda exuberância e beleza da sua folhagem, para depois hibernar. Mas quando este fenômeno sazonal acontece, teremos que ter simultaneamente árvores com folhas perenes (perenifólios), que ocuparão este espaço deixado pelo vegetal anteriormente referido, é a alternância na valoração dos mesmos na paisagem.

    Temos à nossa disposição os mais variados vegetais: os que produzem flores, frutos e sementes, atraindo pássaros e abelhas, os que são aromáticos, e outros que na floração revestem os panos de fundo, com manchas coloridas, e que a cada estação se transforma. Não podemos nos esquecer de referenciar os troncos destas árvores, alguns de rara beleza plástica, tanto na forma como na cor.

    Devemos levar em conta a importância das estações na transformação do jardim e por extensão, da paisagem como um todo.

    Outro aspecto, independente da floração e frutificação, é a forma do vegetal, o seu porte e o raio de abrangência da sua projeção vertical, e o crescimento, que é o tempo que leva a planta para alcançar a idade adulta. Em geral as pessoas compram mudas e não se preocupam em colher informações do floricultor, sôbre suas características, e o resultado é negativo e a mutilação da planta tem seu destino marcado. Cada árvore tem uma forma definida de crescimento, e destaco algumas: fusiforme (sem forma definida, variada), pendular, globular, piramidal, horizontal, ovoidal e colunar, entre outras. Estas formas associadas, mais as suas características individuais, são subsídios importantes e necessários para nos permitir, definir e criar o seu espaço dentro do projeto de paisagismo.

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    TELHADO-VERDE

    Além do bem-estar particular dos proprietários de uma casa com um telhado verde, essa nova solução arquitetônica ajuda no armazenamento da água de chuva, prevenindo enchentes, purifica o ar e faz crescer o número de aves e insetos polinizadores. Segundo estudos de ecologistas, se uma cidade grande aderisse aos telhados verdes, a temperatura na cidade cairia cerca de 5 por cento, além da diminuição das taxas de carbono e aumento da umidade relativa do ar. Uma climatização em larga escala.

    É possível fazer um telhado verde em uma construção já edificada, bastando que todo o ambiente seja pensado com o mínimo cuidado. A capacidade de carga, a impermeabilização e os cuidados tem que ser levados em consideração.

    Um telhado verde não demora muito para ser feito. Bastam planejamento e um bom profissional  envolvidos. Em primeiro lugar certifique-se com um engenheiro se a edificação pode suportar a carga a mais que os substratos e as plantas vão exigir, cerca de 50 kg por metro quadrado. No mais a ordem para implantação do telhado verde é sempre esta:
    - Laje
    - Impermeabilização – Recomenda-se manta asfáltica.
    - Manta vinílica, para reforçar a impermeabilização.
    - Elemento drenante – Já existe no mercado um produto à base de EVA que pode ser agregado ao cimento e permite a drenagem e retenção do substrato.
    - Substrato – Não se deve usar terra, graças ao seu peso e poder de compactação. Prefira os compostos mais leves, como argila expandida ou vermiculita enriquecidos com adubo.
    - Plantas – Espécies rasteiras são a primeira escolha, como amendoim-rasteiro (Arachis repens) ou rabo-de-gato (Acalypha reptans). São plantas que resistem melhor às condições climáticas adversas. Se preferir espécies mais vigorosas, consulte um engenheiro.

    É possível fazer um telhado verde em uma construção já edificada, bastando que todo o ambiente seja pensado com o mínimo cuidado. A capacidade de carga, a impermeabilização e os cuidados tem que ser levados em consideração.

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    antúrios

    Mesmo em espaços reduzidos é possível ter um cantinho ‘verde’, basta escolher a planta que se adapte às condições de cada ambiente

    Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.

    Dentro de casa elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que receberiam no ambiente natural, contarão com menos umidade e terão espaço reduzido para suas raízes (já que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).
    É possível fazer uma classificação simplificada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado como ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).

    A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes. para evitar que isso aconteça, é importante tomar muito cuidado com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.

    Plantas de pleno sol - Necessitam de quatro hora diárias de sol direto.
    Ixora (Ixora ssp); Buxinho (Buxus sempervirens); Azaléia (Rhododrendon spp); Onze-Horas (Portulaca ssp); Gerânio (Perlagonium ssp), entre inúmeras outras.

    Plantas de meia-sombra - Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos quatro horas diárias de luz indireta.
    Violeta-Africana (Saint-paulia ionantha); Antúrio (Anthurium andreanum); Peixinho (Nemanthus spp); Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisi); Cheflera (Schefflera arborícola); Begônia (Begônia ssp), entre outras.

    Plantas de sombra - Recebem apenas luz difusa, entre quatro e seis horas por dia, sem sol ou claridade direta.
    Jibóia (Epipremnum pinnatum); Palmeira-Ráfis (Rhapis excelsa); Singônio (Singonium angustatum); Café-de-Salão (Aglaonema ssp).

    Temperatura
    Quase todas as plantas se desenvolverão bem numa sala a uma temperatura de 20º C. Os cômodos com janelas envidraçadas são um pouco mais frescos, e muitas plantas se beneficiam com isso.

    As plantas grandes em geral preferem condições mais frias e crescem melhor num hall, num corredor, num quarto pouco aquecido ou em algum lugar semelhante.
    No inverno muitas plantas passam por um período de repouso no qual os requisitos de temperatura e luz – e consequentemente umidade – são menores. Quando uma planta precisa de um período de repouso, é aconselhável a temperatura mínima de inverno.

    Água
    O teor de umidade da terra do vaso é talvez mais importante que qualquer outra coisa, mesmo a temperatura adequada. As plantas colocadas em vasos pequenos, especialmente, podem ficar muito secas ou muito úmidas, e nos dias de sol talvez seja necessário aguar três ou quatro vezes ao dia, principalmente se os vasos forem de cerâmica. Vasos de plástico não permitem a evaporação, conservando assim, de certo modo, o nível de umidade do solo.

    Se uma planta mantém-se mais seca do que o necessário, as folhas se enrolam e eventualmente caem, ao passo que, se a terra está demasiadamente encharcada, o crescimento é prejudicado, as folhas permanecem pequenas e o solo se cobre por um fino musgo verde.

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    maciço

    Os maciços herbáceos são um dos elementos preferidos pelos paisagistas. O jardim se renova permanentemente nas estações anuais, transformando o visual, obtendo melhores resultados principalmente quando ele é formado na maior parte por espécies perenes.

    Os maciços de flores são populares em muitos países há muitos séculos. Os antigos persas cercavam seus passeios de matas de flores, arbustos e espécies bulbosas de temporada.

    As espécies perenes herbáceas são plantas que duram um número indefinido de anos, sempre em geral mais de dois. Várias são as espécies que anualmente perdem suas partes elevadas, para se renovar com brotação e floração novas. Algumas permanecem durante muitos anos no mesmo leito, sem que precise ser podada ou substituída. Outras precisam ser replantadas e algumas vivem menos e devem ser mudadas ou renovadas. Mas de qualquer forma os maciços herbáceos são de um efeito plástico contagiante.

    Convém serem plantadas juntas, as espécies que tenham necessidades agrícolas similares, e estes maciços não precisam ser muito amplos. Deverão ser de um tamanho adequado ao jardim, e estar agrupados de modo audacioso, respeitando seu porte e efeito desejado; os vegetais interagindo entre si nas transformações sazonais, e por extensão, na paisagem do jardim.

    Há alguns anos atrás, estes maciços eram plantados para dividir os hortos da monotonia das fileiras de hortaliças e frutos, e também como fonte de flores para uso doméstico (típico jardim e pomar da vovó). O maciço herbáceo bem planejado adquire na primavera e no verão, e no outono e no inverno com menor intensidade, um aspecto esplêndido, com massas de cores vivas que formam contrastes de variações de altura, forma e textura, que contribuem muito para o impacto desejado.

    O tempo de floração é um dado importante no momento de fazer planos. Algumas pessoas optam pelos períodos do apogeu, tais como o princípio e o fim do verão, e desprezam os intermediários. Entretanto a maioria das pessoas exige mais dos maciços e, para ampliar sua temporada, plantam espécies de floração precoce e outras tardias, para que floresçam durante o final da primavera e verão.

    Cabe uma seleção cuidadosa das espécies herbáceas para que tenhamos prolongado o colorido por mais tempo dentro das 4 estações anuais. Para que isto aconteça, devemos contar além do maciço herbáceo puro, com os mistos que contenham arbustos de flor e outras plantas.

    luar cheia

    renque de árvores

    Na fria definição do dicionário, renque é uma série de objetos postados em uma fileira. Mais fria ainda é a utilização em um processo documental hierárquico, onde renque é uma série horizontal de conceitos coordenados. Ainda bem que falamos sobre paisagismo e jardinagem, não?

    Qualquer projeto paisagístico pensa em renques que possam compor o ambiente e nas plantas e elementos que possam ser usados de maneira harmônica. Se o renque tiver pretensões de delimitar uma estrada ou trilho principais, opta-se por palmáceas ou coníferas frondosas, como as palmeiras-imperiais (Roystonea oleracea) do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

    Já projetos paisagísticos em jardins requerem renques mais modestos, mas não menos belos. As tradicionais cercas-vivas com arbustivos como o buxinho (Buxus sempervirens), as touceiras aparentemente irregulares feitas por beijos-de-frade (Impatiens balsamina) ou trilhas feitas com samambaias e emolduradas com pedriscos, pisos chamados ecologicamente corretos, feitos de cimento poroso ou com madeira de de que dão ares de passeio sensorial a qualquer jardim.

    Mesmo quando o jardim limita-se a um pequeno quadrilátero no fundo de um quintal, há que se ter uma pequem fileira de flores, plantadas diretamente no solo ou acondicionadas em vasos, simetricamente colocadas uma ao lado da outra. Regá-las, podá-las ou apenas admirá-las neste pequeno e aconchegante renque dá alento aos dias em alta velocidade de hoje.

    Sejam quais forem os caminhos a serem delimitados, os renques e suas plantas adequadas dão cor e vida aos espaços em que o verde impera. Se não puder contar com o auxílio de um profissional paisagístico, confie em sua intuição.

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    flores secas 1
    Os arranjos feitos com plantas secas duram por longo tempo, e requerem pouco cuidado, além de fornecerem uma decoração interior distinta. As flores e folhas secas expandem as atividades de jardim, sem equipamento elaborado ou experiência anterior.

    Colecionando flores para secar
    As flores e outros materiais florais que sejam para secar devem ser escolhidos no seu melhor estado. As flores que irão ser secas ao ar continuam, muitas vezes, a desabrochar; logo tais flores não devem estar inteiramente abertas na colheita.

    As flores ou folhas para secagem devem ser colecionadas durante a estação de crescimento, desde os inícios da Primavera ao fim do Outono. Apanhe sempre mais do que o necessário, pois algumas se estragam. Use somente as formas mais perfeitas. As formas deficientes secam como formas deficientes. Use somente plantas livre de danos de doenças e de insetos. Os danos tornam-se mais óbvios somente após secar. Escolha flores quando estão livres de orvalho ou de chuva. Coloque caules num recipiente da água para impedir que enruguem.

    Além das flores, caules e folhas que podem ser secos, há muitos outros materiais que podem ser colecionadas e usados quase diretamente nos arranjos. Estes incluem sementes, cones, grão, gramas, bagas, etc.

    Métodos para secar flores
    Secagem ao ar.
    Há um número grande de flores de jardim, assim como plantas selvagens, que podem ser secas simplesmente pendurando-as de cabeça para baixo num lugar escuro, morno e seco por diversas semanas. Existem flores que secam melhor com este método do que outras. (o ideal será experimentar). Habitualmente, ramos de flores com corolas pequenas (tipo rosas) servem; as com corolas maiores necessitam de um arame para as segurar e não enrugar.

    Etapas na secagem ao ar
    *
    Cortar flores de qualidade, em circunstâncias boas ou ligeiramente imaturas;
    * Remover folhas dos caules. Se os caules forem fracos ou se tornarem frágeis após secar, remova-as e utilize arame nas flores – existe arame encapado a verde à venda;
    * Agrupar os caules em grupos pequenos e amarrá-los com um elástico ou um cordel. O elástico apertará o ramo, à medida de que os caules encolhem ao secar;
    * Pendurar de cabeça para baixo numa lugar morno, seco e escuro, tal como um sótão, um armário fechado, ou um quarto pouco usado. Evitar quartos úmidos ou sol direto nas flores. É importante uma boa circulação de ar;
    *Esperar até que fiquem completamente secas – duração de duas a três semanas.

    Os caules naturais secos por este processo ficarão, em geral, razoavelmente retos. Mas podem ser dobrados, submergindo os caules em água morna até que amaciem. Então, dobrá-los na posição desejada e segurá-los nessa posição até que sequem. Alguns podem ser colocados em cartão curvado para se conformarem à curvatura enquanto secam.
    As flores com corolas maiores deverão ser penduradas individualmente, para não se amassarem entre elas.

    Prensar. As flores prensadas são especialmente apropriadas para retratos de flores, assim como para decoração de papel de carta, cartões e muitos outros artigos.

    Coleção de flores para prensar
    As flores para prensar devem estar em condições boas. O uso de flores em estágios diferentes de desenvolvimento até à maturidade aumenta a variedade num projeto. Evitar plantas com caules e folhas carnudas, assim como flores com as pétalas muito finas. Não pressionar materiais enrugados. As flores lisas são as que se prensam melhor.

    Métodos para prensagem
    Quanto mais rápido as flores secarem, melhor retêm a cor. Por outro lado, as flores não podem ser expostas a temperaturas excessivamente altas. Embora possam secar rapidamente, ficarão castanhas. Prensar requer pôr as flores e folhas entre camadas de um material absorvente. Este deve estar limpo, prender as flores firmemente e mantê-las planas durante o processo de secagem.

    Os materiais porosos que permitem algum movimento de ar são também benéficos. As flores são colocadas geralmente dentro de um tipo de papel não lustroso. Jornais, listas velhas de telefone ou catálogos são apropriados. Convém, porém, que as flores não estejam em contacto direto com a tinta do papel, utilizando folhas de rascunho com o lado não usado virado para as flores. Ao fim de uma semana, substituir o papel úmido por outro seco.

    Após as flores terem sido colocados nos jornais dobrados ou livros, empilhá-los em diversas camadas. Colocar placas de cartão por cima e por baixo do monte. Pôr o conjunto num lugar morno, seco, com um peso em cima – um livro pesado, por exemplo.
    Se um grande número de flores for prensada, convém anotar as datas para se manter a par do tempo de secagem. As prensas especiais podem ser compradas ou construídas para a secagem de grandes quantidades de materiais.
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    Palmeira de Petrópolis ( Wedeliana )

    As plantas com certeza são fundamentais em ambientes internos e para que não se tornem um problema à especificação da vegetação ideal precisa ser coerente às reais condições de luminosidade e umidade do ambiente  e ainda ao perfil do usuário do espaço que terá que se dispor a cuidar deste ser vivo que coabitará o espaço em questão.

    Por isso aí vão algumas dicas para auxiliar na escolha da vegetação.
    As dúvidas mais freqüentes sempre giram em torno da especificação da espécie, do plantio (montagem dos vasos) e dos cuidados com sua manutenção.

    Para facilitar a seleção das plantas ornamentais selecionei três grupos de plantas que podem ser usadas em interiores:
    A) Plantas que tem necessidade de algum sol direto: (devem ser colocadas junto à janela)
    Anturium – se você quer vê-lo florido precisa de algum sol;
    Ficus – suportam bem ficar com pouco sol, mas serão mais felizes se tiverem um pouco, o mesmo acontece com os Rhipsalis sp.
    Kalanchoe blossfeldiana
    Nephrolepis cordifolia(samambaia de metro)
    Aspargus
    Alocacia cucullata
    Schlumbergera truncata (Flor de maio)
    Areca bambu
    Pleomelle reflexa (variegata)

    B) Plantas que precisam de bastante luminosidade, mas não de sol: (até 4 m de distância de uma janela que recebe luz solar direta)
    Vários tipos de cactus e suculentas
    Philodendron martianum
    Philodendron cascata
    Platycerium bifurcatum – Chifre-de-veado
    Spathiphyllum wallisi
    Dizygotheca elegantissima – Arália
    Algumas begonias como: Begonia x ricinifolia e Begonia venosa
    Rhapis excelsa
    Pleomelle reflexa (verde)

    C) Plantas que toleram índices menores de luminosidade:
    Spathiphyllum ortgiesii
    Bromélias dos gêneros: Gusmania sp. e Vriesea sp.
    Cyclanthus bipartitus
    Zamia

    Palmeiras como:
    Chamaedorea elegans
    Chamaedorea metallica
    Licuala grandis
    Cocco wedellianum

    É importante ressaltar que as plantas classificadas no grupo C se enquadrariam até melhor no grupo B, pois todas elas gostam de luminosidade direta (não de sol).

    No plantio devem ser observados os seguintes itens:
    1. Se o tamanho do vaso é proporcional ao tamanho da planta. Isso significa que o vaso deve ter espaço suficiente para que o vegetal se desenvolva e deve ter uma forma adequada à geometria da planta, evitando instabilidade e possíveis acidentes.

    2. Se o substrato satisfaz as necessidades do vegetal. Para isso é preciso verificar as necessidades da planta escolhida.

    3. Se a montagem está correta. Os vasos devem ter um dreno de pedras, ou argila expandida no fundo, para evitar seu entupimento e acúmulo indesejado de água.

    4. É importante usar uma cobertura morta, pois esta protege a terra e mantêm  a umidade por mais tempo.  Além disso, proporciona um efeito estético interessante.

    Para ter sucesso com a planta escolhida também é muito importante que alguns cuidados com sua manutenção sejam observados.

    As plantas em interiores, principalmente em vasos vão precisar de mais cuidados pois estão em um recipiente limitado e sem nenhuma forma de troca com o ambiente natural.

    As regas  devem ser observadas com atenção. Com certeza no calor e sob incidência de sol direto as plantas precisam de mais água, num ambiente com condições de iluminação e temperatura controlada a necessidade de água pode reduzir, para ter certeza á preciso conhecer a planta e observá-la. Folhas murchas ou amareladas ou ainda apodrecimento do caule podem ser sinais de que as regas não estão adequadas. O excesso de água faz tanto mal quanto a falta.  Não podemos nos esquecer que cada indivíduo terá um comportamento diferente pois são seres vivos com distinta capacidade de adaptação à determinadas condições.

    Uma dica para saber se uma planta está sendo regada em excesso ou pouco coloque a mão na terra e sinta se ela está solta e fresca. Se estiver empedrada e seca é sinal de que as regas precisam ser aumentadas. Se estiver molhada, como lama e grudando nas mãos é sinal se que as regas têm que diminuir.

    A adubação também é um cuidado importante. A cada  3 meses a terra deve ser enriquecida com adubos, pois os nutrientes se esgotam e a planta não tem mais de onde tirar.

    Outro cuidado muito importante e que as pessoas sempre se esquecem é que não podemos deixar acumular poeira nas folhas, temos que limpá-las sempre pois as plantas respiram pelas folhas.

    Os fatores determinantes para obter sucesso com plantas ornamentais em interiores  são as condições de luminosidade e o grau de atenção que será despendido a ela . Na verdade não é só o ambiente e a escolha correta que importa, mas também a dedicação das pessoas.  As plantas não podem ser tratadas como móveis  ou objetos de decoração (ou até pior, pois estes são regularmente limpos). É preciso ter sensibilidade para ver o que elas precisam.

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    yuca

    Na natureza, não é preciso muito para que as espécies vegetais se desenvolvam bem. Na maior parte das vezes, basta um solo fértil, luz e água na medida certa. Mas a situação é bem diferente quando o objetivo é cultivar plantas ornamentais em ambientes fechados. Nesses locais, onde há maior restrição de luminosidade e de espaço, garantir a vitalidade desses elementos decorativos vivos é um desafio que, para ser superado, requer respeito às particularidades de cada planta.

    Garantir perenidade e beleza passa, em primeiro lugar, pela compatibilização entre o ambiente e a espécie que se tenciona plantar. Plantas que se caracterizam por crescer desordenadamente e por raízes agressivas devem ser evitadas, assim como as espécies venenosas, se o local for utilizado por crianças e animais domésticos.

    Via de regra, palmáceas, arbustos, folhagens e algumas samambaias e floríferas têm grande capacidade de adaptação. Mas isso não significa que elas possam se comportar bem em qualquer situação. Não adianta, por exemplo, esperar que o lírio da paz (Spathihyllum wallisi) dê flores se está plantada em um local escuro. “Também não dá para colocar bambu-mossô em lavabos ou em halls de elevadores sem janelas, pois estamos falando de uma espécie que precisa de sol pleno”, exemplifica o paisagista Maier Gilbert.

    Um dos aspectos mais críticos do cultivo em interiores é justamente a luminosidade. Por isso mesmo, o ideal é que os vasos fiquem sempre próximos às janelas. Também por causa da luz, as espécies que mais tendem a ter sucesso em salas, varandas e cozinhas são as que se desenvolvem à meia sombra ou à sombra. Esse é o caso das palmeiras ráfis (Rhapis excelsa) e leque (Licuala grandis), além das Dracaenas, das Chamaedoreas e das Pleomeles. Além de serem mais tolerantes às restrições do cultivo, algumas dessas espécies trazem ainda outra virtude: colaboram para a melhoria da qualidade do ar interno pela metabolização de compostos químicos, como benzenos, informa o paisagista Jordi Castan Baneras. Se a intenção é cultivar espécies resistentes, que demandem pouca manutenção, a Jibóia (Epipremnum pinnatum) e o Filodendro (Philodendron) também são opções interessantes.

    Reposição nutricional
    A escolha da espécie a ser cultivada dentro de casa deve se pautar também por aspectos arquitetônicos. É fundamental que a alocação de vasos e jardineiras não atrapalhe a circulação dos usuários e que também não entre em conflito com os demais elementos da decoração.

    Outros cuidados necessários para o cultivo bem sucedido em ambientes internos se referem à qualidade do substrato, que precisa contar com boa drenagem. Isso pode ser resolvido com a colocação, sob a terra, de manta sintética (bidim) e argila expandida ou brita. O equilíbrio das regas, sempre de acordo com a necessidade da planta e a evaporação do ambiente, é também um ponto essencial.

    A terra, por sua vez, precisa ser bastante fértil, rica em matéria orgânica.“Em ambientes internos a planta não tem a possibilidade de repor seus nutrientes com se estivesse exposta na natureza. Daí a importância do plantio ocorrer em solo fértil, bem como a reposição de adubo e da água periodicamente”, comenta Gilbert.

    A dica é adicionar húmus de minhoca ao solo pelo menos a cada seis meses, assim como adubo químico com nitrogênio, fósforo e potássio, que são os macronutrientes das plantas. O nitrogênio (N) favorece a brotação e faz com que a planta fique repleta de folhas brilhantes. O fósforo (P), por sua vez, é necessário para a floração e frutificação. Já o Potássio (K), está relacionado com as funções fisiológicas da planta, favorecendo principalmente raízes, caules e ramos.

    Para evitar pragas, recomenda-se, ainda, realizar pulverizações mensais de óleo de nim (planta indiana), eficaz na prevenção contra insetos, assim como a aplicação de fungicidas, como a calda de bordalesa.

    Confira outras dicas de cultivo
    • Dentro de casa, o local mais indicado para alocar as plantas é próximo à fonte de luz natural, preferencialmente a uma distância menor que 2 m;
    • Salas de estar e de jantar, cozinhas e varandas estão entre os locais mais apropriados para o cultivo. Em contrapartida, locais como banheiros, onde há muita umidade e pouca ventilação e insolação, geralmente não oferecem condições para o cultivo de plantas;
    • Antes de plantar uma muda, certifique-se de que tamanho ela poderá ficar quando adulta. Também verifique se a planta já está enraizada e se não tem pragas;
    • Jamais plante espécies de características diferentes lado a lado. Caso contrário será muito difícil conseguir cuidar de cada uma delas individualmente;
    • Para que as plantas durem bastante é recomendável a pulverização periódica de adubo foliar, assim como a adição de adubo orgânico no solo;
    • O excesso de água é tão prejudicial à planta quanto a falta de hidratação. Para evitar problemas, uma dica é colocar o dedo na terra para sentir sua umidade. Se ela estiver seca é sinal de que precisa regar;
    • Mantenha as plantas venenosas (buxinho, comigo-ninguém-pode e dedaleira, por exemplo) fora do alcance das crianças e dos animais domésticos;
    • As plantas não devem ficar muito próximas a saídas de ar condicionado. Isso porque o vento pode ressecar e até queimar as folhas;
    • Em hipótese alguma devem ser utilizados agrotóxicos dentro de casa.

    Espécies mais recomendadas para uso interno
    • Palmeira chamaedorea
    • Licuala
    • Pleomele verde
    • Ráfis
    • Palmeira fênix
    • Filodendros
    • Sagifragas (Lança de Santa Rita)
    • Yucca
    • Renda portuguesa
    • Nolina ou pata de elefante
    • Pacová
    • Dracena arbórea
    • Árvore da felicidade

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