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  • Archive for the ‘Interior e Paisagismo’ category

    antúrios

    Mesmo em espaços reduzidos é possível ter um cantinho ‘verde’, basta escolher a planta que se adapte às condições de cada ambiente

    Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.

    Dentro de casa elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que receberiam no ambiente natural, contarão com menos umidade e terão espaço reduzido para suas raízes (já que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).
    É possível fazer uma classificação simplificada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado como ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).

    A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes. para evitar que isso aconteça, é importante tomar muito cuidado com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.

    Plantas de pleno sol - Necessitam de quatro hora diárias de sol direto.
    Ixora (Ixora ssp); Buxinho (Buxus sempervirens); Azaléia (Rhododrendon spp); Onze-Horas (Portulaca ssp); Gerânio (Perlagonium ssp), entre inúmeras outras.

    Plantas de meia-sombra - Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos quatro horas diárias de luz indireta.
    Violeta-Africana (Saint-paulia ionantha); Antúrio (Anthurium andreanum); Peixinho (Nemanthus spp); Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisi); Cheflera (Schefflera arborícola); Begônia (Begônia ssp), entre outras.

    Plantas de sombra - Recebem apenas luz difusa, entre quatro e seis horas por dia, sem sol ou claridade direta.
    Jibóia (Epipremnum pinnatum); Palmeira-Ráfis (Rhapis excelsa); Singônio (Singonium angustatum); Café-de-Salão (Aglaonema ssp).

    Temperatura
    Quase todas as plantas se desenvolverão bem numa sala a uma temperatura de 20º C. Os cômodos com janelas envidraçadas são um pouco mais frescos, e muitas plantas se beneficiam com isso.

    As plantas grandes em geral preferem condições mais frias e crescem melhor num hall, num corredor, num quarto pouco aquecido ou em algum lugar semelhante.
    No inverno muitas plantas passam por um período de repouso no qual os requisitos de temperatura e luz – e consequentemente umidade – são menores. Quando uma planta precisa de um período de repouso, é aconselhável a temperatura mínima de inverno.

    Água
    O teor de umidade da terra do vaso é talvez mais importante que qualquer outra coisa, mesmo a temperatura adequada. As plantas colocadas em vasos pequenos, especialmente, podem ficar muito secas ou muito úmidas, e nos dias de sol talvez seja necessário aguar três ou quatro vezes ao dia, principalmente se os vasos forem de cerâmica. Vasos de plástico não permitem a evaporação, conservando assim, de certo modo, o nível de umidade do solo.

    Se uma planta mantém-se mais seca do que o necessário, as folhas se enrolam e eventualmente caem, ao passo que, se a terra está demasiadamente encharcada, o crescimento é prejudicado, as folhas permanecem pequenas e o solo se cobre por um fino musgo verde.

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    maciço

    Os maciços herbáceos são um dos elementos preferidos pelos paisagistas. O jardim se renova permanentemente nas estações anuais, transformando o visual, obtendo melhores resultados principalmente quando ele é formado na maior parte por espécies perenes.

    Os maciços de flores são populares em muitos países há muitos séculos. Os antigos persas cercavam seus passeios de matas de flores, arbustos e espécies bulbosas de temporada.

    As espécies perenes herbáceas são plantas que duram um número indefinido de anos, sempre em geral mais de dois. Várias são as espécies que anualmente perdem suas partes elevadas, para se renovar com brotação e floração novas. Algumas permanecem durante muitos anos no mesmo leito, sem que precise ser podada ou substituída. Outras precisam ser replantadas e algumas vivem menos e devem ser mudadas ou renovadas. Mas de qualquer forma os maciços herbáceos são de um efeito plástico contagiante.

    Convém serem plantadas juntas, as espécies que tenham necessidades agrícolas similares, e estes maciços não precisam ser muito amplos. Deverão ser de um tamanho adequado ao jardim, e estar agrupados de modo audacioso, respeitando seu porte e efeito desejado; os vegetais interagindo entre si nas transformações sazonais, e por extensão, na paisagem do jardim.

    Há alguns anos atrás, estes maciços eram plantados para dividir os hortos da monotonia das fileiras de hortaliças e frutos, e também como fonte de flores para uso doméstico (típico jardim e pomar da vovó). O maciço herbáceo bem planejado adquire na primavera e no verão, e no outono e no inverno com menor intensidade, um aspecto esplêndido, com massas de cores vivas que formam contrastes de variações de altura, forma e textura, que contribuem muito para o impacto desejado.

    O tempo de floração é um dado importante no momento de fazer planos. Algumas pessoas optam pelos períodos do apogeu, tais como o princípio e o fim do verão, e desprezam os intermediários. Entretanto a maioria das pessoas exige mais dos maciços e, para ampliar sua temporada, plantam espécies de floração precoce e outras tardias, para que floresçam durante o final da primavera e verão.

    Cabe uma seleção cuidadosa das espécies herbáceas para que tenhamos prolongado o colorido por mais tempo dentro das 4 estações anuais. Para que isto aconteça, devemos contar além do maciço herbáceo puro, com os mistos que contenham arbustos de flor e outras plantas.

    luar cheia

    renque de árvores

    Na fria definição do dicionário, renque é uma série de objetos postados em uma fileira. Mais fria ainda é a utilização em um processo documental hierárquico, onde renque é uma série horizontal de conceitos coordenados. Ainda bem que falamos sobre paisagismo e jardinagem, não?

    Qualquer projeto paisagístico pensa em renques que possam compor o ambiente e nas plantas e elementos que possam ser usados de maneira harmônica. Se o renque tiver pretensões de delimitar uma estrada ou trilho principais, opta-se por palmáceas ou coníferas frondosas, como as palmeiras-imperiais (Roystonea oleracea) do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

    Já projetos paisagísticos em jardins requerem renques mais modestos, mas não menos belos. As tradicionais cercas-vivas com arbustivos como o buxinho (Buxus sempervirens), as touceiras aparentemente irregulares feitas por beijos-de-frade (Impatiens balsamina) ou trilhas feitas com samambaias e emolduradas com pedriscos, pisos chamados ecologicamente corretos, feitos de cimento poroso ou com madeira de de que dão ares de passeio sensorial a qualquer jardim.

    Mesmo quando o jardim limita-se a um pequeno quadrilátero no fundo de um quintal, há que se ter uma pequem fileira de flores, plantadas diretamente no solo ou acondicionadas em vasos, simetricamente colocadas uma ao lado da outra. Regá-las, podá-las ou apenas admirá-las neste pequeno e aconchegante renque dá alento aos dias em alta velocidade de hoje.

    Sejam quais forem os caminhos a serem delimitados, os renques e suas plantas adequadas dão cor e vida aos espaços em que o verde impera. Se não puder contar com o auxílio de um profissional paisagístico, confie em sua intuição.

    bird2

    flores secas 1
    Os arranjos feitos com plantas secas duram por longo tempo, e requerem pouco cuidado, além de fornecerem uma decoração interior distinta. As flores e folhas secas expandem as atividades de jardim, sem equipamento elaborado ou experiência anterior.

    Colecionando flores para secar
    As flores e outros materiais florais que sejam para secar devem ser escolhidos no seu melhor estado. As flores que irão ser secas ao ar continuam, muitas vezes, a desabrochar; logo tais flores não devem estar inteiramente abertas na colheita.

    As flores ou folhas para secagem devem ser colecionadas durante a estação de crescimento, desde os inícios da Primavera ao fim do Outono. Apanhe sempre mais do que o necessário, pois algumas se estragam. Use somente as formas mais perfeitas. As formas deficientes secam como formas deficientes. Use somente plantas livre de danos de doenças e de insetos. Os danos tornam-se mais óbvios somente após secar. Escolha flores quando estão livres de orvalho ou de chuva. Coloque caules num recipiente da água para impedir que enruguem.

    Além das flores, caules e folhas que podem ser secos, há muitos outros materiais que podem ser colecionadas e usados quase diretamente nos arranjos. Estes incluem sementes, cones, grão, gramas, bagas, etc.

    Métodos para secar flores
    Secagem ao ar.
    Há um número grande de flores de jardim, assim como plantas selvagens, que podem ser secas simplesmente pendurando-as de cabeça para baixo num lugar escuro, morno e seco por diversas semanas. Existem flores que secam melhor com este método do que outras. (o ideal será experimentar). Habitualmente, ramos de flores com corolas pequenas (tipo rosas) servem; as com corolas maiores necessitam de um arame para as segurar e não enrugar.

    Etapas na secagem ao ar
    *
    Cortar flores de qualidade, em circunstâncias boas ou ligeiramente imaturas;
    * Remover folhas dos caules. Se os caules forem fracos ou se tornarem frágeis após secar, remova-as e utilize arame nas flores – existe arame encapado a verde à venda;
    * Agrupar os caules em grupos pequenos e amarrá-los com um elástico ou um cordel. O elástico apertará o ramo, à medida de que os caules encolhem ao secar;
    * Pendurar de cabeça para baixo numa lugar morno, seco e escuro, tal como um sótão, um armário fechado, ou um quarto pouco usado. Evitar quartos úmidos ou sol direto nas flores. É importante uma boa circulação de ar;
    *Esperar até que fiquem completamente secas – duração de duas a três semanas.

    Os caules naturais secos por este processo ficarão, em geral, razoavelmente retos. Mas podem ser dobrados, submergindo os caules em água morna até que amaciem. Então, dobrá-los na posição desejada e segurá-los nessa posição até que sequem. Alguns podem ser colocados em cartão curvado para se conformarem à curvatura enquanto secam.
    As flores com corolas maiores deverão ser penduradas individualmente, para não se amassarem entre elas.

    Prensar. As flores prensadas são especialmente apropriadas para retratos de flores, assim como para decoração de papel de carta, cartões e muitos outros artigos.

    Coleção de flores para prensar
    As flores para prensar devem estar em condições boas. O uso de flores em estágios diferentes de desenvolvimento até à maturidade aumenta a variedade num projeto. Evitar plantas com caules e folhas carnudas, assim como flores com as pétalas muito finas. Não pressionar materiais enrugados. As flores lisas são as que se prensam melhor.

    Métodos para prensagem
    Quanto mais rápido as flores secarem, melhor retêm a cor. Por outro lado, as flores não podem ser expostas a temperaturas excessivamente altas. Embora possam secar rapidamente, ficarão castanhas. Prensar requer pôr as flores e folhas entre camadas de um material absorvente. Este deve estar limpo, prender as flores firmemente e mantê-las planas durante o processo de secagem.

    Os materiais porosos que permitem algum movimento de ar são também benéficos. As flores são colocadas geralmente dentro de um tipo de papel não lustroso. Jornais, listas velhas de telefone ou catálogos são apropriados. Convém, porém, que as flores não estejam em contacto direto com a tinta do papel, utilizando folhas de rascunho com o lado não usado virado para as flores. Ao fim de uma semana, substituir o papel úmido por outro seco.

    Após as flores terem sido colocados nos jornais dobrados ou livros, empilhá-los em diversas camadas. Colocar placas de cartão por cima e por baixo do monte. Pôr o conjunto num lugar morno, seco, com um peso em cima – um livro pesado, por exemplo.
    Se um grande número de flores for prensada, convém anotar as datas para se manter a par do tempo de secagem. As prensas especiais podem ser compradas ou construídas para a secagem de grandes quantidades de materiais.
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    Palmeira de Petrópolis ( Wedeliana )

    As plantas com certeza são fundamentais em ambientes internos e para que não se tornem um problema à especificação da vegetação ideal precisa ser coerente às reais condições de luminosidade e umidade do ambiente  e ainda ao perfil do usuário do espaço que terá que se dispor a cuidar deste ser vivo que coabitará o espaço em questão.

    Por isso aí vão algumas dicas para auxiliar na escolha da vegetação.
    As dúvidas mais freqüentes sempre giram em torno da especificação da espécie, do plantio (montagem dos vasos) e dos cuidados com sua manutenção.

    Para facilitar a seleção das plantas ornamentais selecionei três grupos de plantas que podem ser usadas em interiores:
    A) Plantas que tem necessidade de algum sol direto: (devem ser colocadas junto à janela)
    Anturium – se você quer vê-lo florido precisa de algum sol;
    Ficus – suportam bem ficar com pouco sol, mas serão mais felizes se tiverem um pouco, o mesmo acontece com os Rhipsalis sp.
    Kalanchoe blossfeldiana
    Nephrolepis cordifolia(samambaia de metro)
    Aspargus
    Alocacia cucullata
    Schlumbergera truncata (Flor de maio)
    Areca bambu
    Pleomelle reflexa (variegata)

    B) Plantas que precisam de bastante luminosidade, mas não de sol: (até 4 m de distância de uma janela que recebe luz solar direta)
    Vários tipos de cactus e suculentas
    Philodendron martianum
    Philodendron cascata
    Platycerium bifurcatum – Chifre-de-veado
    Spathiphyllum wallisi
    Dizygotheca elegantissima – Arália
    Algumas begonias como: Begonia x ricinifolia e Begonia venosa
    Rhapis excelsa
    Pleomelle reflexa (verde)

    C) Plantas que toleram índices menores de luminosidade:
    Spathiphyllum ortgiesii
    Bromélias dos gêneros: Gusmania sp. e Vriesea sp.
    Cyclanthus bipartitus
    Zamia

    Palmeiras como:
    Chamaedorea elegans
    Chamaedorea metallica
    Licuala grandis
    Cocco wedellianum

    É importante ressaltar que as plantas classificadas no grupo C se enquadrariam até melhor no grupo B, pois todas elas gostam de luminosidade direta (não de sol).

    No plantio devem ser observados os seguintes itens:
    1. Se o tamanho do vaso é proporcional ao tamanho da planta. Isso significa que o vaso deve ter espaço suficiente para que o vegetal se desenvolva e deve ter uma forma adequada à geometria da planta, evitando instabilidade e possíveis acidentes.

    2. Se o substrato satisfaz as necessidades do vegetal. Para isso é preciso verificar as necessidades da planta escolhida.

    3. Se a montagem está correta. Os vasos devem ter um dreno de pedras, ou argila expandida no fundo, para evitar seu entupimento e acúmulo indesejado de água.

    4. É importante usar uma cobertura morta, pois esta protege a terra e mantêm  a umidade por mais tempo.  Além disso, proporciona um efeito estético interessante.

    Para ter sucesso com a planta escolhida também é muito importante que alguns cuidados com sua manutenção sejam observados.

    As plantas em interiores, principalmente em vasos vão precisar de mais cuidados pois estão em um recipiente limitado e sem nenhuma forma de troca com o ambiente natural.

    As regas  devem ser observadas com atenção. Com certeza no calor e sob incidência de sol direto as plantas precisam de mais água, num ambiente com condições de iluminação e temperatura controlada a necessidade de água pode reduzir, para ter certeza á preciso conhecer a planta e observá-la. Folhas murchas ou amareladas ou ainda apodrecimento do caule podem ser sinais de que as regas não estão adequadas. O excesso de água faz tanto mal quanto a falta.  Não podemos nos esquecer que cada indivíduo terá um comportamento diferente pois são seres vivos com distinta capacidade de adaptação à determinadas condições.

    Uma dica para saber se uma planta está sendo regada em excesso ou pouco coloque a mão na terra e sinta se ela está solta e fresca. Se estiver empedrada e seca é sinal de que as regas precisam ser aumentadas. Se estiver molhada, como lama e grudando nas mãos é sinal se que as regas têm que diminuir.

    A adubação também é um cuidado importante. A cada  3 meses a terra deve ser enriquecida com adubos, pois os nutrientes se esgotam e a planta não tem mais de onde tirar.

    Outro cuidado muito importante e que as pessoas sempre se esquecem é que não podemos deixar acumular poeira nas folhas, temos que limpá-las sempre pois as plantas respiram pelas folhas.

    Os fatores determinantes para obter sucesso com plantas ornamentais em interiores  são as condições de luminosidade e o grau de atenção que será despendido a ela . Na verdade não é só o ambiente e a escolha correta que importa, mas também a dedicação das pessoas.  As plantas não podem ser tratadas como móveis  ou objetos de decoração (ou até pior, pois estes são regularmente limpos). É preciso ter sensibilidade para ver o que elas precisam.

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    yuca

    Na natureza, não é preciso muito para que as espécies vegetais se desenvolvam bem. Na maior parte das vezes, basta um solo fértil, luz e água na medida certa. Mas a situação é bem diferente quando o objetivo é cultivar plantas ornamentais em ambientes fechados. Nesses locais, onde há maior restrição de luminosidade e de espaço, garantir a vitalidade desses elementos decorativos vivos é um desafio que, para ser superado, requer respeito às particularidades de cada planta.

    Garantir perenidade e beleza passa, em primeiro lugar, pela compatibilização entre o ambiente e a espécie que se tenciona plantar. Plantas que se caracterizam por crescer desordenadamente e por raízes agressivas devem ser evitadas, assim como as espécies venenosas, se o local for utilizado por crianças e animais domésticos.

    Via de regra, palmáceas, arbustos, folhagens e algumas samambaias e floríferas têm grande capacidade de adaptação. Mas isso não significa que elas possam se comportar bem em qualquer situação. Não adianta, por exemplo, esperar que o lírio da paz (Spathihyllum wallisi) dê flores se está plantada em um local escuro. “Também não dá para colocar bambu-mossô em lavabos ou em halls de elevadores sem janelas, pois estamos falando de uma espécie que precisa de sol pleno”, exemplifica o paisagista Maier Gilbert.

    Um dos aspectos mais críticos do cultivo em interiores é justamente a luminosidade. Por isso mesmo, o ideal é que os vasos fiquem sempre próximos às janelas. Também por causa da luz, as espécies que mais tendem a ter sucesso em salas, varandas e cozinhas são as que se desenvolvem à meia sombra ou à sombra. Esse é o caso das palmeiras ráfis (Rhapis excelsa) e leque (Licuala grandis), além das Dracaenas, das Chamaedoreas e das Pleomeles. Além de serem mais tolerantes às restrições do cultivo, algumas dessas espécies trazem ainda outra virtude: colaboram para a melhoria da qualidade do ar interno pela metabolização de compostos químicos, como benzenos, informa o paisagista Jordi Castan Baneras. Se a intenção é cultivar espécies resistentes, que demandem pouca manutenção, a Jibóia (Epipremnum pinnatum) e o Filodendro (Philodendron) também são opções interessantes.

    Reposição nutricional
    A escolha da espécie a ser cultivada dentro de casa deve se pautar também por aspectos arquitetônicos. É fundamental que a alocação de vasos e jardineiras não atrapalhe a circulação dos usuários e que também não entre em conflito com os demais elementos da decoração.

    Outros cuidados necessários para o cultivo bem sucedido em ambientes internos se referem à qualidade do substrato, que precisa contar com boa drenagem. Isso pode ser resolvido com a colocação, sob a terra, de manta sintética (bidim) e argila expandida ou brita. O equilíbrio das regas, sempre de acordo com a necessidade da planta e a evaporação do ambiente, é também um ponto essencial.

    A terra, por sua vez, precisa ser bastante fértil, rica em matéria orgânica.“Em ambientes internos a planta não tem a possibilidade de repor seus nutrientes com se estivesse exposta na natureza. Daí a importância do plantio ocorrer em solo fértil, bem como a reposição de adubo e da água periodicamente”, comenta Gilbert.

    A dica é adicionar húmus de minhoca ao solo pelo menos a cada seis meses, assim como adubo químico com nitrogênio, fósforo e potássio, que são os macronutrientes das plantas. O nitrogênio (N) favorece a brotação e faz com que a planta fique repleta de folhas brilhantes. O fósforo (P), por sua vez, é necessário para a floração e frutificação. Já o Potássio (K), está relacionado com as funções fisiológicas da planta, favorecendo principalmente raízes, caules e ramos.

    Para evitar pragas, recomenda-se, ainda, realizar pulverizações mensais de óleo de nim (planta indiana), eficaz na prevenção contra insetos, assim como a aplicação de fungicidas, como a calda de bordalesa.

    Confira outras dicas de cultivo
    • Dentro de casa, o local mais indicado para alocar as plantas é próximo à fonte de luz natural, preferencialmente a uma distância menor que 2 m;
    • Salas de estar e de jantar, cozinhas e varandas estão entre os locais mais apropriados para o cultivo. Em contrapartida, locais como banheiros, onde há muita umidade e pouca ventilação e insolação, geralmente não oferecem condições para o cultivo de plantas;
    • Antes de plantar uma muda, certifique-se de que tamanho ela poderá ficar quando adulta. Também verifique se a planta já está enraizada e se não tem pragas;
    • Jamais plante espécies de características diferentes lado a lado. Caso contrário será muito difícil conseguir cuidar de cada uma delas individualmente;
    • Para que as plantas durem bastante é recomendável a pulverização periódica de adubo foliar, assim como a adição de adubo orgânico no solo;
    • O excesso de água é tão prejudicial à planta quanto a falta de hidratação. Para evitar problemas, uma dica é colocar o dedo na terra para sentir sua umidade. Se ela estiver seca é sinal de que precisa regar;
    • Mantenha as plantas venenosas (buxinho, comigo-ninguém-pode e dedaleira, por exemplo) fora do alcance das crianças e dos animais domésticos;
    • As plantas não devem ficar muito próximas a saídas de ar condicionado. Isso porque o vento pode ressecar e até queimar as folhas;
    • Em hipótese alguma devem ser utilizados agrotóxicos dentro de casa.

    Espécies mais recomendadas para uso interno
    • Palmeira chamaedorea
    • Licuala
    • Pleomele verde
    • Ráfis
    • Palmeira fênix
    • Filodendros
    • Sagifragas (Lança de Santa Rita)
    • Yucca
    • Renda portuguesa
    • Nolina ou pata de elefante
    • Pacová
    • Dracena arbórea
    • Árvore da felicidade

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    Dicas das 15 plantas que podem garantir algum verde na decoração sem dor de cabeça. Em comum a todas, é preciso apenas cuidar da fertilização e irrigação, o que é mais simples do que parece. Os adubos são encontrados em diferentes apresentações (líquido, pó e grânulos) e podem ser utilizados na planta em intervalos de 15 dias a um mês, dependendo do tipo.

    Também é importante prestar atenção na rega. Muitas plantas morrem por excesso, e não por falta de água, e cada uma precisa de uma irrigação específica. O local onde ela fica também faz diferença – exposição direta ao sol e ao vento aumenta a necessidade de água. O mais indicado é colocar a mão na terra para sentir a umidade antes de regar. Na maioria das vezes, o ideal é molhar somente a terra. Ao regar as folhas, é preciso tomar cuidado para que elas não fiquem molhadas durante muito tempo, o que pode aumentar a incidência de doenças.

    Folhas amareladas possuem diversas causas: excesso ou falta de água e/ou algum nutriente, ataques de doenças ou pragas, e mesmo o simples envelhecimento. É indicado cortar as folhas amarelas e verificar a sua causa para eventuais correções.

    Veja os detalhes de cada espécie e escolha a sua.
    Antúrio
    : Colorida e chamativa, a planta fica bem em áreas internas ou externas, desde que o local possua boa luminosidade, mas sem receber diretamente os raios solares. A terra deve ser mantida úmida e a planta precisa ficar longe de locais com baixa temperatura no inverno.

    Bromélia: Vistosa, em cores como verde, vermelho e rosa, deve ser mantida à meia-sombra, recebendo apenas iluminação indireta ou difusa com irrigações moderadas. Pode ficar em áreas internas ou externas, desde que a luminosidade seja respeitada. Adie a rega se a terra estiver úmida.

    Cica: Também conhecida como Sagu, tem crescimento lento e pode ficar a pleno sol ou à meia-sombra (com luminosidade, mas sem exposição direta aos raios solares). A Cica se adapta melhor em áreas externas, mas pode ficar em áreas internas respeitando a luminosidade. O ideal é regar apenas a terra no entorno da planta e só colocar água novamente quando a terra estiver seca, pois a espécie não tolera o excesso de umidade.

    Iuca elefante: Pode ser cultivada em vasos na fase jovem, chegando a atingir de 2 a 3 m de altura, dependendo do diâmetro do vaso. Indicada para áreas externas, resiste à exposição direta ao sol, porém é sensível a geadas. As regas devem ser espaçadas, deixando o solo seco na maior parte do tempo, podendo acontecer a cada 10 ou 15 dias.

    Jabuticabeira: A árvore, indicada para áreas externas, pode ser cultivada em vasos com exposição direta ao sol. Atinge em média 2 m de altura, dependendo do tamanho do vaso. Os frutos começam a amadurecer no final do inverno, prolongando-se até o verão. As regas devem ser diárias no verão, deixando a terra sempre úmida, mas podem diminuir de freqüência no inverno.

    Lança de São Jorge:
    Com folhas longas e pontiagudas, a planta pode ficar em áreas internas ou externas, recebendo sol diretamente ou com boa iluminação indireta. Atinge em média 1,50 m de altura em vasos. A rega pode ser feita cerca de uma vez por semana.

    Lírio da paz gigante:
    A espécie é ideal para ser cultivada principalmente em vasos grandes, em ambientes bem iluminados como terraços, ou plantadas isoladamente e em grupos, em locais com luminosidade, mas sem exposição direta aos raios solares ou excesso de vento. A rega deve ser constante, mantendo a terra sempre umedecida.

    Mandacaru: Ideal para áreas externas pode ser cultivado em vasos ou canteiros, a pleno sol. No vaso, atinge cerca de 2 m de altura. A planta resiste meses sem regas, mas o indicado é molhar a cada 10 ou 15 dias, somente a terra.

    Mini Ixora: Cultivada em vasos ou canteiros, necessita de bastante sol e regas constantes. Fica melhor em áreas externas e pode ter flores em vermelho, amarelo e rosa.

    Pacová:
    Também conhecida como babosa de pau é cultivada principalmente em vasos em locais protegidos, em jardineiras ou diretamente no chão formando conjuntos à meia-sombra. A terra deve ser mantida sempre úmida, com boa drenagem. Não tolera baixas temperaturas no inverno.

    Palmeira Fênix: Ideal para ambientes externos, ela gosta de sol pleno. No entanto, é possível cultivá-la temporariamente em ambientes internos, em vasos, desde que sejam bem iluminados, ou à meia-sombra, em locais abertos. No vaso, atinge de 2 a 3 m de altura. Resistente ao frio, a planta necessita de solo úmido, com regas constantes.

    Palmeira Ráfia: Também conhecida como Palmeira Ráfis, tem crescimento lento e é adequada para cultivo em vasos em ambientes internos bem iluminados. No vaso atinge cerca de 2 m de altura. A umidade do solo deve ser constante, porém, sem encharcamento.

    Pata de elefante: Utilizada para plantio em vaso a pleno sol, tolera bem o calor e o frio. Pode atingir até 2 m de altura, de acordo com o diâmetro do vaso. Pede regas bem espaçadas e precisa de solo drenável para não ter as raízes apodrecidas.

    Pitangueira: Pode ser cultivada em vaso e é ideal para locais de clima quente e úmido, preferencialmente em áreas externas. Sensível ao frio, não suporta geadas. Dependendo do diâmetro e altura do vaso, pode atingir 2 m de altura. Deve receber luz solar direta e necessita de rega constante. Floresce entre o final do inverno e início da primavera. Os frutos surgem quase simultaneamente à florada.

    Zaza: Também conhecida como Brilhante e Zamiocula, pode ser cultivada em ambientes internos ou externos, de preferência à meia-sombra em terra sempre umedecida, porém não encharcada. É indicada para regiões quentes, pois não tolera o frio. Atinge cerca de 1 m de altura no vaso.

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    Jardim de Inverno_1c

    Nós vivemos cercados de profissionais. Tem o médico que cuida de nossa saúde, o arquiteto e o engenheiro que constroem nossas casas e por aí vai. A tarefa de criar um jardim bonito, prático e funcional também deve ser entregue a um profissional: o PAISAGISTA

    1. Mais qualidade de vida
    Segundo a Organização das Nações Unidas, é preciso de pelo menos 16 m² de área verde por habitante para diminuir o estresse urbano e se ter qualidade de vida. 0 paisagista trará esse bem estar para sua casa ou empresa.

    2. Contribuir para o meio ambiente
    Apenas um exemplo: uma árvore de 15 ou 20 anos consegue absorver uma tonelada de CO². A função primordial do paisagismo é criar e valorizar áreas verdes.

    3. Economia
    Investir em um bom projeto de jardim pode representar no futuro menos dor de cabeça e gastos com desperdícios, manutenção, calçadas quebradas, infiltrações, em função de erros na especificação de plantas, preparo de solo, entre outros.

    4. Idéias criativas
    0 profissional pode não só atender aos seus pedidos (e dizer se são viáveis), mas também sugerir idéias novas, as quais você nem tinha imaginado.

    5. Excelente terapia
    O contato com a natureza e a prática de jardinagem são ótimos recursos para desacelerar, descansar a mente e só pensar em coisas boas.

    6. Melhor aproveitamento da área
    O que antes era um cantinho abandonado em uma casa pode se tornar um espaço a mais para desfrutar, basta criar um recanto gostoso que as pessoas terão mais vontade de ficar nele. Seja uma pequena varanda ou sacada, o quintal dos fundos da casa ou o jardim de uma chácara.

    7. Bonita por dentro e por fora
    A área externa é o cartão de visitas de sua casa. O que adianta investir para deixá-la bonita só por dentro?

    8. Menos estresse e mais tempo
    Por que se preocupar em escolher e comprar plantas, vasos ou pisos? O profissional sabe harmonizar todos esses elementos e conhece os melhores fornecedores da área, podendo ainda supervisioná-los.

    9. Impulsiona vendas
    Na hora da venda, uma boa impressão conta muito. Um imóvel com paisagismo bem-feito é mais valorizado e vende mais rápido.

    10. Auxílio na construção
    O paisagista pode participar desde a escolha do terreno e implantação da casa, analisando juntamente com o arquiteto a vegetação a ser preservada, a topografia do terreno e as modificações para a obra se encaixar no entorno.

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    Aprenda quais são as ideais para ambientes internos como residências e escritórios.

    Dicas sobre plantas que suportam locais com pouca luz solar e que toleram o ar-condicionado intenso dos escritórios, porém é preciso lembrar que mesmo sendo muito resistentes e douradoras também são seres vivos e necessitam de cuidados básicos, como água, adubo, limpeza, entre outros.

    Conheça algumas espécies:

    aralia
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    Aralia
    É uma planta que pouca gente conhece, porém é extremamente bela gosta de água e de preferência deve ficar próxima a janela. A adubação deve ser feita vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega.

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    * Comigo-ninguém-pode
    Resistente, não gosta de muita água e não depende de uma adubação rigorosa (pode ser realizada a cada três meses). O adubo deve ser diluído na água da rega ou pode ser utilizado um adubo orgânico.

    dracena
    * Dracena
    Popularmente conhecida como pau d’água sobrevive até em vasos cheios de água. Sua adubação deve ser mais intensa (a cada 15 dias). O adubo deve ser diluído na água da rega.

    Ficus

    * Fícus
    Pode ser encontrada em várias formas no mercado, uma das mais bonitas é o Ficus torcido. Não gosta de muita água e sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega. Uma boa dica para manter esta planta sempre bonita e saudável é limpar suas folhas pelo menos uma vez por mês, pois o acúmulo de poeira nas folhas pode prejudicá-la.

    philodendron

    * Filodendro e Jibóia
    São trepadeiras que têm um crescimento muito rápido e gostam de água. O ideal é borrifá-las todos os dias (folhas e raízes), já que suas raízes são aéreas. A adubação deve ser feita por pulverização mensal, o adubo deve ser diluído na água e pulverizado na planta. Direcione o seu crescimento impedindo que a planta saia do vaso.

    palmeira-raphis

    * Palmeira Ráfia
    Esta planta é muito resistente e não gosta de muita água. Sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluindo o adubo líquido na água da rega. Com o passar do tempo é necessário podar as folhas mais velhas, pois ficam amarelas. Pode ocorrer também um amarelamento nas pontas das folhas novas devido à falta de adubo, estas pontas podem ser cortadas.

    Palmeira_Areca

    * Palmeira Areca
    É uma planta muito comum, os cuidados são semelhantes ao da Ráfia. Um detalhe importante é a rega, ela necessita de mais água e luz que a Ráfia, por isso deve ser colocada sempre próxima a uma janela para evitar que morra.

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    * Lança de São Jorge
    Extremamente resistente, porém com crescimento lento. Vai super bem em qualquer lugar, gosta de água, mas o vaso deve ter uma ótima drenagem, pois se a água ficar acumulada pode apodrecer. Sua adubação deve ser feita com maior intensidade a cada 15 dias, pois seu crescimento é muito lento.

    yuca

    * Yuca ou Iúca
    Esta planta gosta de muita água. Vai bem em diversos ambientes, desde pleno sol até locais fechados como escritórios. Não necessita de muito adubo, sua adubação deve ser feita uma vez por mês diluído em água. Esta espécie costuma juntar uma grande quantidade de pó em suas folhas, por isso deve ser limpa constantemente.

    zamioculca

    * Zamioculca
    Esta planta é extremamente bela, porém não é tão resistente como as plantas citadas anteriormente. Apesar de gostar de água ela é extremamente sensível ao acúmulo de água em seu vaso, por isso deve ter uma drenagem ótima. Sua adubação deve ser feita mensalmente. A Zamioculca costuma juntar grande quantidade de pó em suas folhas devendo ser limpa com freqüência, pois o pó prejudica muito o seu desenvolvimento e pode levá-la a morte.

    Dicas finais
    Lembre-se que estas plantas por estarem em um local com pouca ventilação e fechado estão sujeitas a sofrer ataques de pragas como Pulgão, por isso observe. Opte por inseticidas naturais como, por exemplo, o combate da Biofert, este inseticida natural é ótimo para resolver o problema e não prejudica as pessoas que estão no ambiente.

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    árvore-da-felicidade
    - As plantas fazem uma ligação importante com a natureza no interior de espaços fechados e ajudam a preencher espaços de forma diversificada e alegre. São ainda um importante passatempo.

    - As plantas de interior são usadas como importantes elementos de decoração nos mais diversos locais, sejam casas particulares, escritórios, átrios de centros comerciais, pátios de escadas, restaurantes, etc.

    - As plantas fazem uma ligação importante com a natureza no interior de espaços fechados e ajudam a preencher espaços de forma diversificada e alegre.

    - São ainda um importante passatempo.

    - A diversidade destas plantas permite encontrar sempre uma que se adapte bem às diferentes condições de luz, temperatura e umidade que se encontram no interior de casas ou espaços comerciais.

    - Muitas delas têm ainda uma grande adaptabilidade individual, o que permite a manutenção do desenvolvimento e de um aspecto agradável em condições que poderiam parecer adversas mesmo que sem crescimentos assinaláveis ou sem nunca atingirem a produção de flores, frequente em condições de falta de luz e umidade.

    O conhecimento adequado das condições vegetativas ideais em termos das  necessidades de luz, temperatura, umidade, rega, fertilizantes, podas, propagação, envasamento e reenvasamento, doenças e pragas é importante para se terem plantas de interior com aspecto agradável e para que se cumpra o objetivo de contribuir para um bom desenvolvimento vegetativo de forma a que contribuam para uma melhoria do ambiente.

    - As plantas de interior são de muitos gêneros e espécies e cada uma apresenta necessidades de desenvolvimento próprias pelo que há necessidade de as identificar corretamente para poder cuidar delas corretamente ou, pelo contrário, a partir das condições ambientais do local para onde precisa de uma planta poder escolher a melhor.

    -As plantas podem ser identificadas pelo nome botânico composto por uma primeira palavra que é o género e por uma segunda palavra que identifica a espécie.

    - Por vezes é necessário identificar a planta de uma forma mais precisa e é  acrescentada uma terceira palavra que identifica a sub-espécie.

    - Este é o nome científico da planta, geralmente escrito em latim e, por isso, aparecerá em itálico. Um exemplo é o caso da Myrtus communis boetica, vulgarmente denominada por Murta, em que Myrtus é o gênero, communis é a espécie e boetica a sub-espécie.

    - Esta foi a forma de se identificarem as plantas de forma idêntica para todo o mundo em que os nomes vulgares são diferentes de país para país e mesmo no mesmo país.

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