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Posts para categoria ‘Hortas e Medicinais’

Rosmarinus officinalis

De origem mediterrânica, o alecrim é uma erva aromática muito apreciada tanto para temperar pratos quanto para aromatizar ambientes – mesmo sendo pequenas, suas folhas são muito poderosas.

Os antigos gregos acreditavam que o alecrim possuía propriedades mágicas e que estimulava a criatividade e a memória. Felizmente, o alecrim é de fácil cultivo e não precisa de muito espaço para crescer.

Confira como cuidar de alecrim em vaso e tenha todos os benefícios dessa planta sempre à mão em sua casa.

Para que serve o alecrim?
Quem nunca ficou resfriado e ouviu a recomendação “tome um chá de alecrim que você vai melhorar”? Essa crença popular tem razão, pois o alecrim possui diversas propriedades medicinais: seu chá é altamente expectorante, ou seja, ajuda a eliminar o catarro, além de combater a tosse e melhorar a circulação sanguínea, o que ajuda a curar resfriados.

O óleo essencial de alecrim é um excelente aromatizador de ambientes, trazendo em sua fragrância elegância e frescor. Coloque algumas gotas do óleo em um difusor de aromas elétrico e aproveite a experiência relaxante e prazerosa.

Já na culinária, o alecrim cai muito bem no preparo de peixes e carnes, como a de porco e a de cordeiro, conferindo-lhes um sabor distinto e requintado. Manteigas e azeites aromatizados com alecrim são muito apreciados na culinária provençal e são de fácil preparo: basta adicionar algumas folhas do tempero a um recipiente contendo manteiga ou azeite e misturar.

O alecrim dá um sabor especial à batatas, abóboras e outros legumes – leve-os ao forno com azeite, sal e um pouco desse rico tempero. No entanto, apesar de ser muito saboroso e benéfico para a saúde, o ideal é utilizar o alecrim moderadamente, isso porque seu sabor é muito intenso e pode se sobrepor aos demais ingredientes do prato.

alecrim em vaso

Como cuidar de alecrim em apartamento
Você pode cuidar de alecrim em apartamento – não é preciso ter uma casa com quintal para usufruir dos benefícios dessa planta. Em espaços pequenos, o ideal é o cultivo em vasos.

Mesmo aqueles que não têm um dedo verde conseguem cuidar de alecrim em vaso – essa erva aromática não exige muitos cuidados. Ele pode ser plantado a partir de sementes facilmente encontradas em lojas de produtos naturais.

No entanto, o mais comum é comprar o alecrim em mudas já envasadas, em geral disponíveis em feiras livres, supermercados e lojas de produtos para jardinagem.

Para cuidar de alecrim em vaso, é necessário garantir que suas raízes se desenvolvem adequadamente. É preciso preencher vasos de tamanho médio com solo arenoso e bem drenado. A planta não necessita de muita água: dê um longo intervalo entre uma rega e outra, pois o alecrim gosta de solos secos e irá morrer se for muito irrigado.

O alecrim não é uma planta de sombra e precisa de pelo menos cinco horas de iluminação solar direta por dia. Se seu apartamento não tiver uma varanda, coloque seu alecrim em vaso próximo a uma janela com ampla incidência de luz.

alecrim

Como plantar alecrim em garrafa pet
Plantar alecrim em garrafa pet é uma excelente opção para quem deseja melhorar a saúde e desenvolver uma consciência ecológica simultaneamente. Garrafas pet demoram milhares de anos para se decompor no meio ambiente e a reutilização é uma ótima ferramenta para diminuir a poluição no planeta.

Para fazer um vaso com garrafa pet, você irá precisar de: garrafa pet, tesoura, estilete, caneta hidrocor e isqueiro. Siga as instruções:
* Pegue uma garrafa pet, lave bem e deixe secar ao sol;

* Após a secagem, marque com uma caneta hidrocor uma altura de 7 a 10 centímetros a partir da base. Corte a garrafa horizontalmente com um estilete a partir do local marcado;

* Com o isqueiro, cuidadosamente queime as extremidades da garrafa e as rebarbas deixadas pelo corte – isso evitará ferimentos quando você for manipular o vaso;

* Vire a garrafa pet e, com o auxílio da tesoura, faça perfurações no fundo – você pode ampliar essas perfurações com o estilete posteriormente.

folhas no lago

Bardana

A bardana é uma planta herbácea, bastante popular no mundo todo por suas características nutricionais e fitoterápicas. É originária da Europa e pertence à família Asteraceae.

Também é conhecida como baldrana, bardana-maior, carrapicho-de-carneiro, carrapicho-grande, erva-dos-pega-massos, erva-dos-tinhosos, orelha-de-gigante, pega-nossa, e perga-masso

Sua utilização na alimentação e medicina remonta à Grécia Antiga. A bardana apresenta caule robusto, alto, capaz de alcançar 2 m de altura, podendo ser verde ou arroxeado de acordo com a variedade.

Suas folhas são alternas, grandes, cordiformes, com pecíolos longos e pubescentes na página inferior. As inflorescências são capítulos globulares que reúnem graciosas flores róseas a arroxeadas.

flores bardana

A inflorescência é protegida por um invólucro de brácteas que terminam em gancho, resultando em uma forma espinhuda capaz de se dispersar por longas distâncias, presas na pelagem dos animais.

Fibras semelhantes ao algodão se formam entorno dos “espinhos”. Os frutos são do tipo aquênio, com sementes castanhas, alongadas, lisas e pequenas, envoltas em pelos urticantes.

As raízes são carnosas, adocicadas e levemente amargas e atingem cerca de 50 cm de comprimento. Elas são geralmente de cor clara, mas oxidam rapidamente em contato com o ar.

A bardana é planta indispensável em qualquer horta, pois é atóxica, nutritiva e com muitos poderes medicinais. Diz-se até que é uma farmácia completa. Além disso é rústica e fácil de cultivar.

Arctium

Ela também pode ser aproveitada na culinária, principalmente na japonesa, que se especializou no preparo da planta. As raízes da bardana são ótimas para tempurás, sopas, refogadas em óleo de soja, com arroz, em refogados de carne e até mesmo fritas como chips.

As folhas podem ser utilizadas da mesma forma como a acelga, crua ou cozida. As flores também podem ser aproveitadas e têm sabor semelhante às alcachofras.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia sombra, num solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Adapta-se a uma ampla variedade climática, mas prefere o clima mais ameno.

Arctium

Para a obtenção de raízes longas e bonitas, sugere-se preparar os canteiros e camalhões da mesma forma que para cenouras, elevando-os em pelo menos 15 cm de altura.

Responde muito bem à adubação nitrogenada. Sua multiplicação é feita por sementes, postas a germinar no meio do verão.

A colheita de raízes se inicia cerca de 4 meses após o plantio. As folhas e raízes devem ser colhidas antes da floração, para que não percam suas propriedades ou fiquem fibrosas.

chuva no rio

alecrim

O alecrim é uma das plantas mais conhecidas do mundo devido a sua imensa funcionalidade. Ele pode ser usado em alimentos, como medicamento natural e ainda tem seus poderes esotéricos.

O alecrim é um das espécies de plantas que faz parte da família das Lamiaceae. De origem do continente europeu, o alecrim já é hoje cultivado em diversos países ao redor do mundo e com isso, outras denominações para essa planta foram aparecendo e você pode encontrar o alecrim com outros nomes dependendo da área de cultivo.

Algumas dessas denominações são: alecrim da horta, alecrim de jardim, alecrim rosmarino, alecrim de cheiro, alecrim rosmarinho, erva de graça, libanotis e rosmarino. Categorizado como um arbusto e erva condimental e/ou medicinal, o alecrim deve ser cultivado em sol pleno e de preferência em climas de características mediterrâneo, continental, oceânico, subtropical e tropical.

Sendo cultivado com as condições ideais de solo, umidade e iluminação, o alecrim pode crescer até 1,20 m de altura. Sendo assim, você terá uma planta que floresce durante todo o ano, por isso o alecrim é considerado uma planta perene. O alecrim apresenta-se com folhas filiformes, com tamanho pequeno e sem variação de cor, sendo sempre verdes na parte superior e um pouco branca na parte inferior.

Rosmarinus Officinalis

Apresenta alguns pelos bem finos e curtos, característicos da planta. As flores dessa planta variam entre as cores azuis, brancas, roxas e rosas, tendo seu florescimento durante o ano inteiro. Como é uma planta muito popular em jardins, é importante você conheça bem as condições de cultivo para ter sempre lindos ramos e alecrim florescendo.

Além de ter uma planta que vai te ajudar bastante na hora de temperar pratos na culinária, você deixará o seu ambiente com um aroma muito mais agradável.

Cultivo
O alecrim é uma planta que gosta de terra bem umedecida e rica em componentes orgânicos. Pode ser cultivada ao sol, mas a planta não gosta de ambientes muito quentes, podendo murchar em caso de ficar muito tempo exposta ao calor. Você pode cultivar o alecrim diretamente no solo ou em vasos que ele se desenvolve bem, como a reprodução é por estaquias, não existe problema em ter essa planta dentro de casa.

Uso culinário
O alecrim é muito usado na culinária como tempero. Ele possui um aroma muito agradável e dá um gosto todo especial aos seus pratos.

Alecrim_1

Uso medicinal
Com grandes propriedades medicinais, o alecrim possui diversos componentes que podem ser usados no tratamento de muitos problemas de saúde. Na sua composição, podemos encontrar alguns constituintes químicos como, por exemplo, o ácido ascórbico, ácido labiático, ácido rosmarínico, cânfora, elemol, mirceno, rosmanol, timol, tanino, entre outros.

Cada um desses componentes vai ser responsável no tratamento de diversos problemas de saúde como depressão, reumatismo, cicatrização de feridas, cansaço, debilidade cardíaca, gases intestinais, inapetência, asma, calvície, entre outros problemas de saúde.

Você pode usar o alecrim como infusão, pó das folhas, tintura, extrato fluido, decocção, vinho medicinal, banho, xampu, loções capilares e uso externo. Para saber exatamente como usar nesses casos, separamos as dosagens de acordo com a forma de uso.

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Confira
– Infusão:
Você vai fazer a infusão com 1 xícara de cafezinho com folhas secas ou frescas de alecrim para meio litro de água. Colocar no fogo e deixar ferver por 15 minutos. O ideal é tomar 1 xícara de chá com um intervalo mínimo de 6 horas entre elas.

– Pó: o pó é feito das folhas secas e deve ser jogado em ferimentos, ele age como um ótimo cicatrizante.

– Tintura: usar 50 gramas de folhas secas em 1 litro de álcool de cereais. Deixe de molho durante 5 dias, filtre o líquido e o conserve em um recipiente totalmente escuro. A dosagem correta é de 40 gotas diluídas em um copo de água por 10 ou 15 dias. O tratamento ideal para tintura de alecrim é de hemorroidas.

RosmarinusOfficinalis (Small)

– Extrato Fluido: tomar de 1 a 5 mg por dia.

– Decocção: usar de 50 a 200 ml por dia.

– Banho: você vai ferver 3 xícaras de chá cheias com folhas de alecrim para 1 litro de água. Deixe fervendo por 5 minutos. Coe para retirar as folhas e banhe-se com o “chá” resultante.

– Vinho Medicinal: usar 50 gramas de folhas de alecrim para 1 litro de vinho e deixar apurando durante 10 dias. Filtre o liquido e adoce com mel. Tome 1 cálice da bebida sempre antes das principais refeições.

Existem poucas contra indicações para o alecrim, sendo totalmente tóxico para gestantes, se tomadas em excesso podem causar irritações no intestino, aborto, infecção e irritação na pele.

Pessoas com problemas na próstata e com diarreia também não devem fazer uso de nenhum medicamento a base de alecrim.

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Ervas_medicinais

O Ministério da Saúde adverte que a automedicação pode prejudicar os sintomas da doença. No entanto, poucas pessoas escutam a voz da Lei, principalmente no Brasil, país considerado destaque na comercialização e uso das ervas medicinais para curar todos os tipos de doenças imagináveis.

No entanto se faz necessário tomar cuidado para não prejudicar quadro clínico. Não se esqueça de que a visita o médico especialista é sempre mais indicada. Conheça alguns cuidados necessários com o uso das ervas medicinais.

Intoxicação: Ervas medicinais
No âmbito popular as ervas medicinais são usadas com o pensamento de que “se não fizer bem, também não fará mal”. Afirmação errada, visto que todos os medicamentos, independente se feitos de origem animal ou vegetal, podem trazer efeitos nocivos ao organismo.

Especialistas indicam que existem diversas causas que podem desencadear em intoxicação gerada pela intoxicação:
01: Plantas com efeitos tóxicos de maneira imediata são contraindicadas

02: Plantas que possuem sentido tóxico retardado. Algumas espécies vegetativas provocam as intoxicações depois de ingeridas.

03: Vale ressaltar que mesmo após a suspensão do uso deste consumo a intoxicação pode permanecer por longo tempo dentro do organismo, fato que pode desencadear no desenvolvimento de canceres.

04: Espécies que estão mal conservadas ou mofadas. Não se pode ignorar o fato de que as sustâncias tóxicas podem ser geradas pelos fungos causadores inclusive de câncer hepático.

05: Plantas alergênicas. Isto é, podem acontecer irritações na pele por causa do contato com as espécies ou mesmo no pós-consumo. Consumidores do gênero podem gerar enxaqueca, urticária, rinite e perturbações digestivas.

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06: Algumas plantas utilizadas de forma errada. Neste sentido se faz necessário ficar com a atenção redobrada nas indicações.

07: Compre ervas medicinais apenas de vendedores confiáveis que possuem produtos com validade e informações verdadeiras sobre métodos de utilização e benefícios ao organismo.

08: Durante a preparação do remédio se faz necessário certificar todos os aspectos do vegetal, como raízes, caules, flores e folhas. Cada propriedade possui importância considerável.

09: Atenção! A diferença entre remédio e veneno está na dosagem.

10: Jamais utilize utensílios compostos por alumínio para preparar as ervas medicinais.

Cru ou seco
Existem muitas opiniões que se divergem quando ao uso das plantas secas ou verdes. Interessante notar que as espécies secas possuem princípios ativos que ficam concentrados com maior vitalidade. Neste sentido, a quantidade para as produções do gênero devem ter metade da recomendada às plantas que já estão secas.

Existem pessoas que apreciam a ideia de misturar os dois tipos! Consumidores que não possuem balança de precisão para equilibrar as dosagens podem utilizar colheres como fontes de medição.

ervasmedicinais

Segredos para preparar ervas medicinais
Especialistas dizem que as plantas usadas no cultivo para o uso medicinal precisa passar por processos de produções qualitativas. O armazenamento também se faz importante, visto que com o tempo as ervas perder as forças.

Grande parte dos produtos naturais precisa ser descartada no prazo de doze meses. Jamais utilize utensílios compostos por alumínio. Ou seja, se faz dispensável o uso de frigideiras ou panelas com a respectiva propriedade.

Tenha em mente que no momento em que a água e os alimentos entram em contato com a parte do alumínio podem acontecer mudanças químicas que absorvem no metal. Sendo que quando consumidores pelo organismo pode se acumular nos rins, baços e fígados. Evite preparar plantas e ervas medicinais por longo tempo.

Isso pode fazer com que as propriedades ativas percam o efeito, aumentando somente os efeitos colaterais. Quando for preparar o remédio é necessário utilizar a parte correta da planta. Cada propriedade da espécie vegetal possui efeitos diferentes ao organismo humano.

abetobranco

Abeto Branco: Normalmente não são indicadas doses excessivas, visto que podem acontecer perturbações nervosas, em grosso modo no público jovem que ainda está com o organismo em formação.

absinto

Absinto: Interessante notar que possui o mesmo objetivo da bebida alcoólica que leva o mesmo nome. Não se pode ignorar o fato de que doses excessivas poder gerar alucinações e vertigens. Mulheres grávidas são contraindicadas ao respectivo uso. Pessoas que sofrem com úlceras ou gastrites.

Abrunheiro bravo

Abrunheiro Bravo: Os caroços dos frutos não devem ser mastigados porque são tóxicos.

IMPORTANTE:
* Sempre informe seu médico quando estiver utilizando plantas medicinais ou medicamentos fitoterápicos, e comunique qualquer reação adversa.

* Verifique se o uso é apropriado para gestantes, lactantes, crianças e idosos.

* Adquira a planta medicinal em uma farmácia ou herbanário, embalada e beneficiada de forma adequada. As vendidas na rua ou expostas ao ar livre podem não conter o princípio ativo desejado ou fazer mal a saúde por estarem contaminadas com microorganismos ou fungos.

* Certifique-se de que a embalagem traz o nome científico da planta, essa é sua garantia de estar comprando a erva correta, já que a mesma espécie pode ser conhecida por mais de um nome popular.

* Siga a dosagem recomendada pelo médico ou especialista. A dosagem errada pode causar efeitos adversos ou não ser eficaz.

* Ao adquirir os fitoterápicos nas farmácias e drogarias autorizadas pela Vigilância Sanitária, siga as orientações da bula ou da embalagem do medicamento.

* Não use se o produto estiver vencido.

* Lembre que a interação com outros remédios pode torná-los menos eficazes ou provocar reações adversas.

* Se vai fazer uma cirurgia, comunique seu médico com antecedência. Alguns medicamentos fitoterápicos podem interferir com o anestésico ou causar hemorragia.

* Para verificar se o medicamento é registrado, confira na embalagem o número de inscrição no Ministério da Saúde: procure a sigla MS seguida de um número iniciado por “1″ e contendo de nove a 13 dígitos.

ponte chinesa