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  • Archive for the ‘Gramados e Forrações’ category

    grama-amendoim
    A grama amendoim é também conhecida por amendoim-rasteiro, amendoinzinho e amendoim-forrageiro, é uma planta leguminosa pertencente à família Arachis e, embora se pareça muito com a Arachis Pintoi, se trata de uma espécie muito distinta. Conhecida por sua bela cobertura verde-escuro, de textura peculiar, e suas delicadas flores amarelas, a grama amendoim é comumente empregada no paisagismo, principalmente de jardins fazenda.

    Onde aplicar a grama Amendoim
    Sua principal aplicação é na pastagem para gado, pois possui alto valor nutritivo para os animais. Além disso, o desenvolvimento e rebrote rápidos da grama amendoim fazem dela uma excelente vegetação para se usar na proteção de taludes. Suas raízes profundas, que podem medir cerca de 30 cm de profundidade, garantem uma ótima resistência do terreno contra chuvas e deslizamentos.
    Em sua aplicação para jardins e hortas, a grama amendoim desempenha muito bem o papel de proteção contra ervas daninhas e, por isso, reduz também os gastos na manutenção do gramado. Sua densa folhagem garante que o solo receba bem pouca ou nenhuma luz solar e impede que ervas daninhas apareçam.

    Características
    Sua folhagem é constituída de pequenas folhas com pêlos sedosos nas margens e pequenas flores amarelas ao longo de todo gramado, e que florescem várias vezes ao ano, característica notável da grama amendoim e que são apresentadas em outras espécies da família Arachis.
    A grama amendoim, embora pareça rústica, não é dotada de boa resistência ao desgaste, geadas, e o pisoteio, porém, possui rápido rebrote e sua capacidade de regeneração é muito grande.

    Os cuidados com a grama Amendoim

    A grama amendoim não é muito tolerante a períodos de seca prolongados e necessita de irrigação periódica, contudo, demonstra maior resistência do que outros tipos de gramado, quando cultivados nas mesmas condições do cerrado. Com suas raízes compridas, que podem alcançar até 30 cm abaixo do solo, a grama amendoim pode buscar os nutrientes e água de que precisa bem fundo no solo, e por isso pode tolerar períodos consideravelmente extensos sem irrigação. Possui boa resistência a sombra e recomenda-se que seu cultivo seja feito a pleno sol ou meia sombra. Podendo ter de 20 cm a 40 cm de altura, dispensa as podas periódicas e possui tolerância média ao encharcamento do solo.

    Como cultivar a grama Amendoim
    A grama amendoim produz uma quantidade muito pequena de sementes, tão pequena que seria inviável a sua comercialização. O cultivo da grama amendoim é possível através de mudas e de estolões, que podem chegar até 1,5 cm de comprimento. Para garantir uma propagação efetiva do gramado, seu cultivo é feito através de mudas ou estolões ligeiramente desenvolvidos que são plantados com certa distancia uns dos outros. O sucesso do cultivo dessa forma se dá pelo fato de que a grama amendoim é muito agressiva em cobrir o solo e se desenvolve com muita rapidez. Apesar disso, a grama amendoim se dá muito bem com outras espécies de gramíneas igualmente agressivas como, por exemplo, as do gênero Brachiaria e podem ser cultivadas em conjunto.

    Os benefícios que a grama Amendoim oferece

    A grama amendoim se desenvolve muito bem mesmo em solos ácidos, com média ou pouca fertilidade, e pode ser utilizada para fazer a correção da acidez do solo e na recuperação de solos muito degradados ou pouco férteis.
    A grama amendoim é muito utilizada em plantações de hortaliças e pomares devido aos grandes benefícios que ela traz ao solo e as plantas próximas de onde é cultivada. Ela é geralmente implantada entre os meios dos cultivos onde ajuda, não só a combater as ervas daninhas, mas também a reter umidade e fixar o nitrogênio no solo, adubando o solo naturalmente, além de fazer a correção do pH da terra. Por tais motivos, a grama amendoim é considerada um adubo vivo ou “adubo verde“.
    Antes de iniciar o cultivo de qualquer espécie de grama, é necessário fazer uma análise, não só dos pontos positivos, mas, também dos aspectos negativos sobre determinado cultivar, em questão, da grama amendoim.

    Os aspectos negativos sobre a grama Amendoim
    Tais pontos negativos da grama amendoim são muito claros e não somam muitos em sua totalidade. O principal aspecto a se levar em consideração é que a grama amendoim é muito delicada e não suporta bem o desgaste de pisoteio e geadas. Outro fator que não foi comentado ao longo do artigo é que ela pode eventualmente atrair lebres, o que pode representar um problema para o seu cultivo em hortas. Mesmo sendo poucos, são fatores essenciais para se analisar antes de começar a cultivar a grama amendoim. Questões como, qual será o nível de uso do gramado ou se existem lebres próximo a sua localidade, são de extrema ajuda na hora de fazer tal escolha. Podemos dizer que, deixando de lado os pequenos inconvenientes da grama amendoim, ela é uma ótima opção para o cultivo de um gramado ou pastagem.

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    Ao projetarmos a formação de um gramado, além de todos os serviços básicos de preparo de solo, a escolha da espécie e variedade da grama é fundamental para o sucesso do projeto.

    A indicação da grama deve levar em consideração os seguintes pontos:
    1. Objetivo do gramado
    2. Condições climáticas
    3. Condições locais
    4. Capacidade de manutenção.

    1. Objetivo do gramado
    De uma maneira geral, podemos considerar que um gramado poderá ter como principal objetivo a função paisagística ou a função esportiva.

    grama esmeralda

    A Esmeralda apresenta como principais características as folhas de estreitas a médias, além de enraizamento abundante e verde intenso, formando um verdadeiro tapete de grama. É indicada para formação de gramados residenciais, áreas públicas e industriais, casas de campo e praia, playgrounds, campos de esportes e no controle à erosão.

    A função esportiva é desempenhada, principalmente, pelas seguintes gramas:
    - Bermudas (Cynodon dactylon)
    - Esmeralda (Zoysia japonica)

    Grama Bermudas

    As Bermudas são as mais indicadas para a formação de gramados esportivos. É caracterizada por folhas estreitas, crescimento rápido, cor verde viva e o mais curioso é que, apesar de ser muito macia, regenera-se rapidamente quando submetida a maus tratos. Hábito de crescimento rasteiro. Deve ser cortada sempre que sua altura for superior a 2 cm. Para se manter viçosa, necessita de suplementação anual. Deve ser cortada e adubada pelo menos 2 vezes por ano. Podemos considerar como suas principais vantagens a excelente resistência ao pisoteio e ótima capacidade de regeneração no caso de injúria, alem de ser muito resistente a seca.

    É importante chamarmos a atenção para o seguinte fato: a Esmeralda no período de outono/inverno, diminui sensivelmente seu ritmo de crescimento, decrescendo drasticamente sua capacidade de regeneração, o que para um campo de futebol em plena atividade, pode vir a comprometer a sua qualidade.

    grama babatais

    A grama batatais tem folhas longas, firmes e pouco pilosas, de coloração verde-clara. É rizomatosa, isto é, o caule fica abaixo do solo e emite as folhas para cima. É indicada para campos de futebol, jardins públicos e locais com tráfego, devido à sua resistência e rusticidades. Deve ser aparada sempre que alcançar 3 a 5 cm ou quando florescer. Pode ser cultivada em solos mais pobres, com adubações semestrais e regas regulares, embora tenha certa resistência à estiagem. Não é indicada para situações de sombra ou meia-sombra, devendo ficar a pleno sol.

    2. Condições climáticas
    As condições climáticas da região irão contribuir para a definição da espécie de grama a ser plantada.

    Demonstração da maior ou menor tolerância das espécies frente à temperatura e à seca.
    Tolerância à temperaturas altas:
    -
    Bermudas
    - Batatais
    - Esmeralda
    - Santo Agostinho
    - São Carlos

    Tolerância à temperaturas baixas:
    - São Carlos
    - Santo Agostinho
    - Bermudas
    - Esmeralda
    - Batatais

    Tolerância à seca:
    -
    Bermudas
    - Esmeralda
    - Batatais
    - Santo Agostinho
    - São Carlos

    3. Condições locais:
    Estas condições se referem a algumas particularidades do local, tais como:
    - Sombreamento
    - Água salinas para irrigação
    - Tipo de solo
    - Topografia

    Seguem abaixo dicas que podem contribuir na escolha da grama:
    Tolerância à sombra::
    - Santo Agostinho
    - São Carlos
    - Esmeralda
    - Batatais
    - Bermudas

    Tolerância à salinidade::
    - Santo Agostinho
    - Esmeralda
    - Bermudas
    - Batatais
    - São Carlos

    Com relação aos tipos de solo e alguns exemplos:
    - Solos arenosos
    - Solos argilosos
    - Solos orgânicos

    Esmeralda – Se adapta bem aos três tipos de solo.
    Batatais – Se adapta bem aos três tipos de solos.
    Bermudas – Prefere solos orgânicos ou arenosos.

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    Pennisetum

    pennisetum hameln

    Pennisetum é um gênero de gramíneas longas que possui dentre os seus exemplares algumas espécies como o Capim Rubro (Pennisetum setaceum ou Grama de Fonte) que são comumente utilizadas para a cobertura de grandes áreas ou em forma  de moitas, geralmente próximas a fontes ou piscinas.

    Essas plantas se caracterizam por apresentarem finos e compridos ramos (cerca de um metro) que em suas terminações possuem uma flor de aspecto espumoso e cor vermelha ou rosa, dando um aspecto curioso a plantações densas.

    O Pennisetum de tão resistente que é chega a ser considerado como praga em algumas culturas agrícolas por crescer sozinho em lugares onde não é desejado.

    Isso é uma ótima vantagem para quem deseja criá-lo em casa, não será nada difícil ter uma moita densa dessa espécie, basta ser minimamente cuidadoso ao plantá-la utilizando um solo fértil e irrigando regularmente.

    Embora seja uma planta que cresce bem com muita água, como a maioria das gramíneas, uma das únicas pragas que a destrói facilmente é uma espécie de fungo, logo se perceber que seu Capim Rubro está ficando com aparência de doente, tenha cuidados para não encharcar demasiadamente o solo nas regas para não auxiliar o crescimento de fungos.

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    grama bermudas - (Cynodum Dactylum)

    Na formação de um gramado, além de todos os serviços básicos de preparo de solo, a escolha da espécie e variedade da grama é fundamental para o sucesso de um projeto paisagístico.

    A indicação da grama deve levar em consideração os seguintes pontos:
    1. Objetivo do gramado
    2. Condições climáticas
    3. Condições locais
    4. Capacidade de manutenção.

    1. Objetivo do gramado
    De uma maneira geral, podemos considerar que um gramado poderá ter como principal objetivo a função paisagística ou a função esportiva.

    A Esmeralda apresenta como principais características as folhas de estreitas a médias, além de enraizamento abundante e verde intenso, formando um verdadeiro tapete de grama. É indicada para formação de gramados residenciais, áreas públicas e industriais, casas de campo e praia, playgrounds, campos de esportes e no controle à erosão.

    A função esportiva é desempenhada, principalmente, pelas seguintes gramas:
    - Bermudas (Cynodon dactylon)
    - Esmeralda (Zoysia japonica)

    As Bermudas são as mais indicadas para a formação de gramados esportivos. É caracterizada por folhas estreitas, crescimento rápido, cor verde viva e o mais curioso é que, apesar de ser muito macia, regenera-se rapidamente quando submetida a maus tratos. Hábito de crescimento rasteiro. Deve ser cortada sempre que sua altura for superior a 2 cm. Para se manter viçosa, necessita de suplementação anual. Deve ser cortada e adubada pelo menos 2 vezes por ano. Podemos considerar como suas principais vantagens a excelente resistência ao pisoteio e ótima capacidade de regeneração no caso de injúria, alem de ser muito resistente a seca.

    É importante chamarmos a atenção para o seguinte fato: a Esmeralda no período de outono/inverno, diminui sensivelmente seu ritmo de crescimento, decrescendo drasticamente sua capacidade de regeneração, o que para um campo de futebol em plena atividade, pode vir a comprometer a sua qualidade.

    A grama batatais tem folhas longas, firmes e pouco pilosas, de coloração verde-clara. É rizomatosa, isto é, o caule fica abaixo do solo e emite as folhas para cima. É indicada para campos de futebol, jardins públicos e locais com tráfego, devido à sua resistência e rusticidades. Deve ser aparada sempre que alcançar 3 a 5 cm ou quando florescer. Pode ser cultivada em solos mais pobres, com adubações semestrais e regas regulares, embora tenha certa resistência à estiagem. Não é indicada para situações de sombra ou meia-sombra, devendo ficar a pleno sol.

    2. Condições climáticas
    As condições climáticas da região irão contribuir para a definição da espécie de grama a ser plantada.

    Os quadros abaixo demonstram a maior ou menor tolerância das espécies frente à temperatura e à seca.
    Tolerância à temperaturas altas:
    -
    Bermudas
    - Batatais
    - Esmeralda
    - Santo Agostinho
    - São Carlos

    Tolerância à temperaturas baixas:
    - São Carlos
    - Santo Agostinho
    - Bermudas
    - Esmeralda
    - Batatais

    Tolerância à seca:
    -
    Bermudas
    - Esmeralda
    - Batatais
    - Santo Agostinho
    - São Carlos

    3. Condições locais:
    Estas condições se referem a algumas particularidades do local, tais como:
    - Sombreamento
    - Água salinas para irrigação
    - Tipo de solo
    - Topografia

    Seguem abaixo alguns quadros que podem contribuir na escolha da grama:
    Tolerância à sombra::
    - Santo Agostinho
    - São Carlos
    - Esmeralda
    - Batatais
    - Bermudas

    Tolerância à salinidade::
    - Santo Agostinho
    - Esmeralda
    - Bermudas
    - Batatais
    - São Carlos

    Com relação aos tipos de solo, para exemplificar, daremos a seguinte classificação:
    - Solos arenosos
    - Solos argilosos
    - Solos orgânicos

    Esmeralda – Se adapta bem aos três tipos de solo.
    Batatais – Se adapta bem aos três tipos de solos.
    Bermudas – Prefere solos orgânicos ou arenosos.

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    Hemigraphis alternata

    Nome Popular: Hera-roxa, Rubrastilis
    Família: Acanthaceae
    Divisão: Angiospermae

    A hera-roxa é uma herbácea proveniente da Ásia Tropical, de coloração atrativa e muito usada popularmente como planta de forração em jardins. De ramagem ramificada, densa, reptante, e não ultrapassa os 30 cm de altura. As folhas têm formatos ovais, com nervuras bem marcadas, e bordas serrilhadas. Na parte superior, elas apresentam um degradeé  de cor verde-acinzentada a roxo ou vermelho, com reflexos metálicos. Na parte inferior, as folhas são de cor vermelho vinho.
    Floresce na Primavera / Verão, despontando flores brancas e pequenas, em inflorescências do tipo espigas pouco significativas, ou seja, sem muita importância ornamental.

    Hemigraphis_alternata_ExoticaHemigraphis alternata Exotica

    Há ainda uma variedade de folhas enrugadas, com as margens enroladas, e tonalidade mais arroxeada, conhecida como “Exotica”.

    Em jardins, a hera-roxa destaca-se pelo colorido contrastante, volume e textura de suas folhas.
    É ideal como forração, bordadura e na formação de maciços. Também pode ser utilizada em vasos, jardineiras elevadas e vasos pendentes, onde o efeito cascata de sua folhagem é evidenciado.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta muito rústica e de baixa manutenção. Podas podem ser realizadas para renovação de sua folhagem.

    Não tolera pisoteio, sensível a baixas temperaturas, chegando a perder suas folhas em invernos rigorosos. Aprecia o clima tropical e subtropical.
    Sua multiplicação é feita por divisão da ramagem enraizada e por estaquia.

    É tida como uma das plantas mais eficientes em remover poluentes orgânicos de ambientes internos, como casas e escritórios.

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    gota-de-orvalho

    Família: Convolvulaceae
    Origem: Nativa do Brasil

    Herbácea rasteira, florífera, de ramagem fina e delicada, com folhas ovais, pequenas, distribuídas simetricamente, Suas flores são solitárias, brancas, pequenas e se abrem pela manhã, junto com a chegada do sol. Com 5 a 10 cm de altura, prefere clima tropical, com temperaturas entre 15 e 30ºC. A planta não é exigente com o solo a ser plantado, desenvolve-se bem até mesmo em solos secos.

    Seu cultivo é fácil, multiplica-se com facilidade por meio de mudas retiradas de campos onde já está plantada, mas pode propagar-se também por estacas, que enraízam em qualquer época do ano.

    Embora de aparência delicada, é uma planta rústica quando o assunto é sobrevivência, pois praticamente não apresenta problemas, mas por estar próxima ao solo, convém protegê-las de ácaros e pulgões. Caso apareçam, podem ser combatidos acaricidas para os primeiros ou inseticidas, que servem para os dois casos.

    Dicas: Pode ser usada como forração, substituindo até gramados e, também pendentes em um vaso.

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    barleria repens

    Descrição
    Espécie originária da África, herbácea, perene, ramificada, de comportamento prostrado, apresentando folhas pequenas, de aspecto decorativo, com textura coriácea e brilhante. Flores isoladas, esparsas, de formato afunilado, na cor vermelha. Propaga-se por estacas e por divisão dos ramos pré-enraizados.

    Uso paisagístico
    Planta utilizada como forração, cultivada a pleno sol e à meia-sombra, ou em vasos e jardineiras suspensas, comportando-se como espécie pendente.

    Da família Acanthaceae essa planta chega a 0,6 m de altura. Aprecia o clima tropical podendo ser plantada a pleno sol.
    Sua propagação é feita por estaquia ou divisão de touceiras. A planta floresce com mais intensidade na Primavera e Verão. A melhor época de fazer a propagação é no Inverno.

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    Planta de pequeno porte, muito ramificada, o Peristrofe proporciona um belo efeito ornamental, pois forma uma densa vegetação de cor verde claro no local onde for plantado.

    Também conhecido como pingo de ouro, o Peristrofe pode ser utilizado para formar maciços e bordaduras de canteiros, como também em jardineiras. Precisa, porém, estar em local de meia sombra porque não tolera o sol pleno.

    Não podemos confundi-lo com a Duranta repens, que também é conhecida popularmente como pingo de ouro. Inclusive, quando as plantas são pequenas, chegam a ser parecidas. Porém, esta última é um arbusto, que pode chegar até 2,5 metros de altura se não for podada.

    O peristrofe necessita de solo rico em matéria orgânica, mas deve-se ter o cuidado de não deixá-lo com excesso de água, pois poderá ocorrer o apodrecimento da planta.

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    quaresneira

    A forração florífera conhecida como Quaresmeira também é chama de Esquizocentros graças a seu nome cientifico “Schizocentron elegans”.

    Ela é uma forração herbácea perene, de origem mexicana caracterizada por uma cobertura densa de folhas e algumas flores rosas esparsas. Atinge até 30 cm de altura, formando uma densa vegetação no local no qual está plantada. Pode ser utilizada em locais de sol pleno durante meio período do dia.

    O local mais indicado é aquele de meia sombra, sendo muito utilizada em plantio embaixo de copas de árvores, para formar uma densa camada de vegetação florida.

    Como é uma planta normalmente criada em ambientes externos e não muito resistente ao frio, desaconselha-se criá-la em locais de clima temperado ou de altitude ou ela corre um sério risco de não sobreviver ao inverno.
    Apresenta-se florida o ano todo com a flor na cor rosa. Geralmente aumenta sua densidade no local em que está plantada pelo enraizamento espontâneo de seus ramos no solo.

    Necessita de irrigações diárias para florir, porém sem encharque para evitar doenças e  evitar que suas hastes apodreçam.

    Quanto ao solo necessário, é bom que ele tenha uma mistura de boa drenagem, com areia grossa misturada, também como forma de evitar que a planta fique encharcada. Também é aconselhável a aplicação esporádica de adubo orgânico para auxiliar o crescimento da planta e fertilizante NPK com bastante fósforo para estimular a floração.

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    Plantar forrações é um modo prático de usar todo o espaço do seu jardim. Use lonas próprias para jardim em vez de plástico para reduzir as ervas daninhas em grandes áreas de plantio. As lonas para jardim têm poros que permitem o movimento livre do ar e da água, o que é uma grande vantagem sobre o plástico impermeável.

    As plantas para forração devem ser homogêneas e densas. Algo que facilita é colocá-las inicialmente em um espaçamento regular. Comece preparando o solo como faria em qualquer canteiro de jardim. Use depois uma tela ou grade com aberturas regularmente espaçadas em intervalos de 10 cm (ou outro tamanho se for apropriado) para ajudar a distribuir as plantas.

    Dicas para facilitar e ter um plantio sem problemas
    - Coloque a lona antes de iniciar o plantio e, então, corte buracos no tecido. Plante a forração nos buracos. Depois de estarem cobertas com matéria vegetal em decomposição, as lonas de jardim impedem a luz de atingir o solo, o que interrompe a germinação da maioria das sementes de ervas daninhas.

    - Quando for plantar forrações sobre uma área inclinada, use sacos de juta para firmar a terra descoberta.

    - Isso evitará a erosão enquanto a cobertura de solo estiver se estabelecendo.

    - Você deve usar pinos para prender a juta firmemente no solo, de modo que ela não seja arrastada quando a chuva deixar o solo pesado e molhado.

    - Corte aberturas modestas na juta e plante uma forração em cada uma.

    - Assim que a forração criar raízes fortes e for capaz de impedir a erosão no solo ao redor, você poderá, gradualmente, alargar as aberturas e permitir que se espalhem, até preencher todo o barranco.

    - Coloque as mudas de forração no lugar usando uma tela estendida sobre o canteiro para ter um plantio mais fácil e rápido. As aberturas regularmente espaçadas ajudarão você a coordenar a distância sem precisar de uma fita métrica.

    - Ajude as forrações se espalharem mergulhando os ramos à medida em que crescem. Esse processo encoraja a formação de raízes nos ramos enquanto eles estão ainda ligados à planta-mãe.

    Forrações como as do gênero Pachysandra formam raízes facilmente, apenas cobrindo as porções nuas do caule com terra e mantendo-o úmido.

    Para as forrações mais difíceis de enraizar, como a fortuna, você pode remover um pequeno pedaço da casca do caule na base e tratar a abertura com hormônio para enraizamento antes de cobrir o caule com terra.

    Uma dádiva de forração
    As forrações se alastram rapidamente. Jardins já formados geralmente têm forração de sobra, pois essas precisam ser desbastadas ou podadas.
    Veja se um vizinho que tenha jardim ou um jardineiro do parque podem encher um saco de lixo grande com brotos de gengibre silvestre, epimedium ou pachysandra para você. Você economizará um bom dinheiro, se comparado à compra de mudas numa loja de jardinagem ou à contratação de um paisagista para fazer o trabalho.

    Espalhe redes ou lençóis velhos sobre as forrações no outono, quando começarem a cair as folhas das árvores. Pode ser difícil limpar folhas de forrações muito densas. Por outro lado, deixar que as folhas fiquem sobre as forrações e cubram o canteiro criará condições que não são saudáveis. Se você se planejar antes que as folhas caiam, poderá juntá-las todas de uma vez e manter as forrações limpas.

    Apare as forrações que foram queimadas pelo inverno para que se rejuvenesçam. Se um inverno rigoroso deixar as espécies sempre-verdes de folhas largas marrons e feias, não perca as esperanças. Há uma boa chance de as raízes ainda estarem vivas e rebrotarem verdinhas assim que vier a primavera. Ceifar as folhas velhas libera espaço para as folhas novas e mantém o canteiro bem arrumado.

    Do mesmo modo que as gramíneas para gramado, as ornamentais são classificadas como gramíneas para as estações frias e gramíneas para as estações quentes. Muitas das ornamentais são perenes, mas algumas são tão frágeis que são tratadas como anuais. As de tempo frio crescem ativamente durante os períodos frios do ano. Algumas, inclusive, permanecem verdes durante todo o inverno.

    Antes que as gramíneas de tempo quente comecem a dar sinais de vida após ficarem dormentes, as de tempo frio começam um crescimento rápido e viçoso. Elas brotam no início da estação. Quando a paisagem congela, a folhagem e as inflorescências ficam com um tom dourado e continuam a oferecer uma bela visão ao longo do inverno.

    As gramas de tempo quente permanecem dormentes durante todo o inverno. Quando o tempo e o solo se aquecem o suficiente, elas crescem rapidamente. Elas passam bem sem grandes cuidados, exceto por um corte anual no fim do inverno.

    Elas brotam em dias longos e quentes e, depois de formadas são tolerantes à estiagem. A maioria requer uma longa estação de crescimento para florescer no final do verão e durante o outono, quando muitas plantas perenes do jardim já deixaram de florescer.

    As gramíneas ornamentais são também agrupadas de acordo com a maneira como crescem. Algumas gramíneas formam moitas densas, enquanto outras se alastram através de estolhos ou rizomas. As moitas de gramíneas são mais fáceis de usar a menos que você disponha de um espaço ilimitado para elas.

    Essas moitas ficam no lugar onde são plantadas, mas é preciso dar a elas espaço amplo para crescerem. Determine as necessidades de espaço de cada variedade e espere que uma gramínea bem cuidada amadureça em três anos. As que se alastram invadem mais rapidamente o espaço de outras plantas vizinhas, a menos que sejam plantadas em uma área onde você possa conter seu crescimento.

    As gramíneas ornamentais requerem pouca manutenção. A maioria prefere um solo bem drenado e completamente ensolarado. Já algumas variedades toleram sombra parcial. A necessidade de fertilizantes é baixa, pois em excesso resulta em uma gramínea alta e viçosa que pode requerer estacas. Aprecie as gramíneas durante a estação de inverno, elas deixam o local mais atraente quando quase tudo o mais está dormente. No final do inverno, faça um corte baixo nelas para permitir um novo crescimento, mas tenha o cuidado de não cortar baixo demais, pois os brotos que estão crescendo podem ser danificados. De cinco a quinze centímetros, dependendo do tamanho da gramíneas, podem ser suficientes.

    Fazer um projeto com gramíneas é fácil. Use as baixas para fazer bordaduras porque elas são geralmente mais resistentes do que muitas plantas usadas comumente. Tente plantar uma margem com duas ou três variedades de gramínea.

    Use as mais altas atrás das mais curtas para criar uma sensação de profundidade. Gramíneas misturadas com plantas perenes mantêm as aparências durante períodos interinos, quando a floração de uma estação terminou e a da próxima estação ainda não começou.

    As gramíneas ornamentais são uma excelente escolha de forração original. Elas mantêm seu charme durante todo o ano e há muitas variedades para fazer a escolha.

    As gramíneas ornamentais também servem como proteção eficiente desde o início do verão e por todo o inverno. Escolha variedades que cresçam até pelo menos o nível dos olhos.

    Faça o espaçamento das plantas de modo que formem uma massa impenetrável quando estiverem na maturidade. Misture espécies de sempre-verdes para formar uma barreira profunda em todas as estações.

    Qualquer gramínea ornamental simples e grande pode ser usada como uma planta especial. Use as gramíneas como ponto focal em um jardim aberto ou use uma variedade gigante para dividir espaços amplos. Uma simples espécie reta, de textura fina, quebra a monotonia de uma plantação plana com textura áspera.

    As gramíneas são também adequadas para o crescimento dentro de recipientes, desde que recebam a umidade e os nutrientes necessários para o crescimento contínuo. Algumas gramíneas ornamentais são invasoras em algumas regiões. Verifique a lista de ervas daninhas da sua região antes de plantar.

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