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  • Archive for the ‘Gramados e Forrações’ category

    Forrações

    forracoes

    As forrações são plantas que possuem seu crescimento horizontal maior que o vertical. Seguindo esta definição podemos considerar que os gramados são forrações, mas geralmente este termo é utilizado para descrever as plantas, que ao contrário dos gramados, não podem ser pisoteadas, e por isso são utilizadas em áreas onde não há circulação.

    Usadas para revestir o solo, são muito importantes no paisagismo, sendo úteis para proteger a terra evitando erosão por chuva e vento; e a perda excessiva de umidade por evaporação, tornando o paisagismo mais bem acabado.

    Trazendo texturas e cores para os jardins, as forrações possuem algumas vantagens em relação aos gramados: não necessitam de podas constantes e crescem onde não seria possível plantar grama, como terrenos rochosos, com sombra ou muito úmidos e em barrancos; aliás, algumas forrações, como o amendoim rasteiro (Arachis repens) são recomendadas para evitar deslizamentos de terra. O amendoim também é a forração mais recomendada para cobrir áreas muito extensas.

    No geral para plantar forrações é preciso ter um solo rico em matéria orgânica e fofo, e também cuidar para que não falte água. As forrações podem ser multiplicadas pela divisão de touceiras (na primavera pegue uma planta maior, retire o excesso de terra e a divida com cuidado para não machucar as raízes, obtendo assim outras mudas).

    Se você não tem um jardim onde plantar forrações, saiba que pode plantá-las para dar acabamento aos seus vasos de plantas, por exemplo, uma palmeira phoenix fica linda com evolvulus ou rabo de gato como moldura.

    Uma observação importante em tempo de conscientização ambiental: Considerando que as cidades precisam cada vez mais de áreas permeáveis para absorver e devolver aos lençóis freáticos a água das chuvas para evitar alagamentos; as forrações são uma ótima opção onde não se quer a manutenção constante exigida pelos gramados. Se você gosta do verde, faça sua parte para melhorar o planeta.

    margarida-vermelha

    Grama esmeralda amarelada
    As manchas amarelas no gramado podem ter várias causas, mas as principais são:
    -
    paquinhas,
    - coró-das-pastagens,
    - mosca-branca,
    - cochonilhas,
    - cigarrinhas,
    - cupins,
    - doenças fúngicas (Podridão de raízes, Mancha de curvularia, queima de helminthosporium),
    - urina de cães,
    - queimadura por geada,
    - queimadura por herbicidas,
    - queimadura por excesso de adubos nitrogenados (uréia, salitre, esterco) ou adubos não curtidos,
    - corte mal feito (podas muito espaçadas, com cortador mal afiado).

    O mais  importante é você descobrir a causa. Para diagnosticar e resolver estes problemas você deverá consultar um engenheiro agrônomo. No Brasil é proibida a venda de defensivos químicos sem receituário agronômico.

    Quanto ao corte da grama, você deverá respeitar a altura ideal para cada espécie. Não esqueça que gramados bem tratados: adubados, irrigados, calados, cortados na altura certa e em locais ensolarados são mais resistentes às pragas e doenças.

    Alguns sintomas, causas e controle

    Sintoma -O gramado fica marcado com manchas amarelas ou marrons no final da primavera ou verão. As manchas crescem se não forem tratadas.
    Causa – Insetos pretos, medindo 0,6 cm de comprimento
    Controle – Aplique inseticida na primavera e quando as larvas estiverem se alimentando dos talos. Regue o gramado para passar o inseticida no solo.

    Sintoma – Manchas amarelas redondas ou irregulares na grama durante o clima quente e seco do verão. Manchas mortas se tornam grandes rapidamente.
    Causa – Percevejos
    Controle – Aplique um inseticida classificado para percevejos assim que os sintomas aparecerem. Trate novamente o gramado em intervalos de três semanas até obter o controle.

    Sintoma - Moitas de grama amarela mirrada aparecem no gramado todo.
    Causa - Míldio
    Controle - Aplique o fungicida classificado para o míldio no início da primavera ou quando os sintomas aparecerem. Corte a grama quando estiver seca.

    Sintoma - Manchas de grama morta aparecem no início da primavera e novamente no fim do verão.
    Causa – Lagartas
    Controle - Aplique inseticida de solo classificado para lagartas na grama no início da primavera e fim do verão. Controle a população de besouros adultos nas árvores, arbustos e flores retirando com a mão ou com inseticidas recomendados quando eles aparecerem no fim da primavera e início do verão.

    Sintoma - Sulcos ocos, longos, fazendo trilhas no solo pelo gramado, seguidos de diminuição da grama. Buracos que levam a túneis submersos são visíveis.
    Causa - Ratos do mato
    Controle - Controle a população de insetos no solo para acabar com a fonte de alimentos dos ratos. Use armadilhas do tipo guilhotina quando as pragas estiverem ativas.

    Sintoma - Manchas grandes de grama Santo Agostinho diminuem e se tornam amareladas; folhas ficam mosqueadas de amarelo. A grama fica fina.
    Causa - Deficiência da grama Santo Agostinho
    Controle - Plante variedades de grama Santo Agostinho resistentes à deficiência. Controle os pulgões que transmitem o vírus. Mantenha a máquina de cortar grama limpa.

    Sintoma - Manchas de grama amarelada ou marrom aparecem quando a neve do inverno derrete. A grama deteriorada fica enroscada, tornando-se cor-de-rosa ou cinza, enquanto que se desenvolve uma grama branca cor de algodão.
    Causa - Mofo do trigo
    Controle - Aplique um fungicida no início da primavera para evitar que se espalhe. Reduza a água e o fertilizante no outono para evitar que retorne.

    Sintoma - Pequenas manchas de grama morta na primavera, que crescem durante o verão. As lâminas de grama parecem ter sido cortadas nas áreas afetadas. Pequenos buracos de túneis são visíveis nas áreas afetadas.
    Causa - Taturana
    Sintoma - Pulverize com inseticida à noite, quando as larvas saem do túnel para se alimentar. Repita as aplicações até que desapareçam as borboletas adultas, a larva e os sintomas.

    girassol_borboletas

    gramado
    No verão o gramado cresce a uma velocidade extraordinária e, para que se mantenha saudável e bonito alguns cuidados devem ser tomados.

    O primeiro passo é fazer um diagnóstico de como está o gramado. Verifique seu aspecto, homogeneidade e cor. Veja se há manchas amareladas, plantas daninhas, irregularidades e áreas com terra aparente.

    Aparadores:
    Aproveite para dar uma olhada no aparador e, se necessário, mande afiar as lâminas e lubrificar as engrenagens. Aparadores com as lâminas cegas mastigam as folhas da grama, enfraquecendo-a e deixando-a com mau aspecto.

    Nesta estação, mais do que nas outras, a frequência do corte é muito importante. Isso porque a grama cresce mais depressa, estimulada pelo calor, luz e umidade, e os efeitos da falta de corte tornam-se mais profundos e evidentes.

    Não existe um intervalo de tempo ideal entre os cortes. O melhor é cortar a grama sempre que ela ultrapassar a altura limite para a espécie. Veja na tabela 1 as alturas ideais para cada tipo. Não esqueça de remover as aparas e aproveite-as para fazer compostagem.

    Calcário:
    Se você implantou o gramado a pouco tempo e corrigiu o solo antes do plantio, pule esta parte. Mas, se faz mais de dois anos que o seu gramado não vê calcário, faça uma análise de solo completa e corrija o pH com calcário calcítico ou dolomítico. Com a análise de solo em mãos, aproveite para corrigir macro e micronutrientes.

    Ervas daninhas:
    As plantas daninhas acabam com a beleza uniforme de qualquer gramado. Para evitá-las a prevenção ainda é o melhor remédio. Manter o gramado saudável e na altura correta estimula seu adensamento, evitando assim a germinação das sementes de plantas daninhas que são dependentes da luz. Da mesma forma evita-se também que as ervas já enraizadas, produzam sementes e se multipliquem.

    Invasoras dicotiledôneas conhecidas como plantas de folha larga, podem ser combatidas com herbicidas seletivos, o mesmo não se aplica às espécies monocotiledôneas ou de folhas estreitas, já que as gramas pertencem a este grupo.

    Algumas espécies de gramas são mais tolerantes a certos produtos que outras. Em qualquer caso, se for utilizar herbicidas ou outros agrotóxicos é imprescindível que você consulte um engenheiro agrônomo (aproveite e fale com ele sobre a análise de solo, além de pragas e doenças que estejam afetando suas plantas)

    Adubação e reposição da matéria orgânica
    Evite sempre aplicar esterco de curral não curtido ou “terra preta” de origem desconhecida como cobertura. Estes materiais contêm milhares de sementes de plantas invasoras e vão contaminar rapidamente o seu gramado.

    Prefira estercos bem curtidos, húmus de minhoca, areia, terra vegetal, torta de mamona, farinha de ossos e outros adubos e substratos livres de sementes. Utilize também adubos químicos, principalmente os de liberação lenta e em fórmulas próprias para gramados, com nitrogênio, fósforo e potássio balanceado, como o fertilizante Nutrigramas, ou NPK 20-10-10.

    Irrigação:
    Não negligencie as regas no verão, mas também não exagere. Como regra geral, irrigue sempre antes que o solo fique completamente seco, sempre pela manhã ou pela tarde, evitando as horas mais quentes do dia. Se as folhas começarem a enrolar ou ficarem marcas amassadas das suas pegadas no gramado, é sinal de que o gramado está com sede e está na hora de uma rega de emergência.

    É melhor regar copiosamente em intervalos maiores, do que regar toda hora. Este manejo estimula o aprofundamento das raízes das gramíneas e as tornam mais resistentes a futuros períodos de estiagem. Há excelentes aspersores para gramados no mercado, com diversas funcionalidades e para todos os bolsos.

    Sombra:
    Para aquelas áreas em que você já tentou de tudo e a grama teimou em não vingar por causa do sombreamento provocado por árvores, arbustos, muros ou construções; desista logo e opte por plantar forrações de meia sombra e sombra nestes locais. Você vai se surpreender com a beleza e a textura diferente que elas oferecem.

    O verão é a época de intensificar os cuidados com o gramado, mas também é tempo de aproveitar a relva verdinha e macia para o lazer, descanso ou esporte. Cuide do seu gramado e desfrute intensamente.

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    Clorofito

    O Clorofito (Chlorophytum comosum) é uma das forrações mais populares em jardins brasileiros e uma das mais antigas em uso pelos paisagistas.

    Isso se deve ao seu grande valor decorativo e também pela versatilidade da planta que pode ser usada em vasos. Também conhecida por “Gravatinha”, o Clorofito é uma planta herbácea com porte variando entre 15 a 20 cm de altura com folhas achatadas e verdes na espécie mais comum.

    Apresenta estolhos que quando tocam o solo rapidamente desenvolvem raízes. A espécie Chlorophytum comosum variegatum tem folhas verde-claras com bordas brancas que a torna bem mais decorativa que a espécie típica.

    Pertence à família das liliáceas é nativa da África do Sul.Quando cultivada em vasos seu efeito ornamental é ressaltado pelos filhotes (estolhos) que brotam e ficam pendentes principalmente quando exposto em local alto. A multiplicação do Clorofito é feita a partir dos filhotes desenvolvidos nas extremidades dos caules ou pela divisão das raízes.

    Dicas de cultivo: Os clorofitos se desenvolvem melhor quando cultivados sob luz solar indireta, em locais mais ensolarados mantém um aspecto mais compacto e com folhagem mais colorida.

    A temperatura mais indicada fica entre 18 a 29 graus centígrados e quanto ao solo prefere os de maior umidade.

    Mudinhas recém plantadas só devem ser adubadas depois de seis meses.

    Posteriormente as adubações de manutenção podem ser feitas a cada três meses.

    borboleta vermelha

    lagrimas de bebe

    Nome Científico: Soleirolia Soleirolii
    Nome Popular: Lágrimas de Bebê,  Barba de Moisés
    Família: Urticaceae
    Origem: Mediterrâneo
    Ciclo de Vida: Perene

    Esta suculenta também tem sido chamada de Musgo da Irlanda, no entanto não é um musgo, nem deve ser confundida com a Sagina Subulata ou Chondrus Crispus, que também são conhecidos como musgo irlandês. Ela é uma delicada suculenta de forração com folhas verdes ou amarelas brilhantes com grande número de pequenas flores. Ela cresce rente ao chão em esteiras e é por vezes utilizada na ornamentação de jardins ao lado de samambaias.

    Esta espécie é nativa do norte da região mediterrânica, mais especificamente em torno da Itália e ilhas vizinhas, mas foi introduzida e cultivada em todo mundo como planta ornamental. Ela pode ser cultivada em ambientes fechados como uma planta de casa pode ser utilizada em habitats de  anfíbios. Quando cultivada em vasos suspensos  dá um grande efeito pendente.  Em regiões mais frias, ela entra em hibernação e ressurge vigorosa quando a temperatura aumenta.  O seu florescimento se dá no final do verão e no início da primavera. Suas flores são hermafroditas, minúsculas e de tonalidade branco rosadas.

    Suas folhas são o atrativo especial da planta, conferindo quando plantada ao chão um exuberante tapete verde de textura uniforme. Ela deve ser utilizada em forrações de canteiros,  jardineiras e naqueles lugares onde a grama normalmente não se desenvolve. Necessita de muita luminosidade em ambiente de meia sombra. O solo ou substrato onde será cultivada deverá ser rico em matéria orgânica, poroso e bem drenado. As regas devem ser feitas em dias alternados sem encharcar.

    Uma curiosidade à parte da Soleirolia, diz respeito às suas minúsculas flores: quando maduras e secas, no menor toque, elas explodem, soltando um pozinho branco como acontece com a Pilea Microphylla–“brilhantina”, da mesma família.

    Nas regas, percebe-se muito bem esse fenômeno. Na verdade são os grãos de pólen saindo do androceu, ou seja: do órgão sexual masculino. O Gineceu (a parte feminina) fica por localizada na parte mais baixa e rosada da flor.  Ela está sendo relançada como planta pendente em vaso.

    estações do ano

    Erva-de-gato - Nepeta sp
    Nome Científico: Nepeta sp
    Nome Popular:
    Erva-de-gato, Menta-de-gato, Hortelã-de-gato, Hera-persa, Gatária, Bombocado-de-gato
    Família: Lamiaceae
    Origem: Europa, Ásia e África
    Ciclo de Vida: Perene

    O gênero Nepeta apresenta cerca de 250 espécies. As plantas deste gênero são conhecidas como erva-de-gato, devido ao efeito que provocam nos felinos. Essas plantas possuem uma substância ativa chamada Neptalactone que age como um feromônio, atraindo, relaxando ou estimulando a maioria dos felinos. As espécies mais cultivadas de Nepeta são a N. cataria (erva-de-gato verdadeira), a N. grandiflora (erva-de-gato gigante) e a N. faassenii (erva-de-gato ornamental).

    As ervas-de-gato são plantas herbáceas, em sua maioria perenes, com hastes fortes, eretas, ramificadas que medem cerca de 50 a 100 centímetros de altura. Apresentam folhas opostas, rugosas, de cor verde-acinzentada e muito aromáticas. As inflorescências são terminais, em espiga, com numerosas flores bilabiadas, tubulares, azuis, brancas ou violáceas, que se formam na primavera e verão. A floração é bastante atrativa para as abelhas e borboletas.

    A erva-de-gato é apropriada para o plantio isolado ou em grupos, formando maciços densos e bordaduras, ao longo de caminhos ou demarcando áreas. Ela é muito democrática e vai bem em diversos estilos de jardim, sendo muito popular nos de estilo “country” (jardim campestre ou de casa de campo), mediterrâneos, sensoriais e rochosos. Serve ainda como forração, sendo apropriada para taludes. A erva-de-gato têm um aspecto arredondado natural e apresenta baixa manutenção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Depois de bem estabelecida é tolerante a curtos períodos de estiagem. Não tolera encharcamentos. Após a floração, deve-se podar abaixo das flores murchas, estimulando assim seu desenvolvimento. Apesar de perene, pode perder a beleza com o tempo, devendo ser replantada a cada 3 anos. Multiplica-se por sementes e por divisão da ramagem na primavera e verão.

    Medicinal
    Indicações: cólicas abdominais, bronquite crônica, catarro bronquial, inflamações, febre, hidropsias, insônia, resfriados, tosse, dismenorréia.
    Propriedades: Analgésica, anticatarral, antiespasmódica, calmante, carminativa, emenagoga, estomáquica, expectorante, antitérmica, sedativa.
    Partes usadas: Folhas, flores e ramos.

    botão de rosa vermelha

    Sphagneticola Trilobata
    Nome Científico:
    Sphagneticola Trilobata
    Nome Popular:
    Vedélia, picão-da-praia, mal-me-quer
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida:
    Perene

    A vedélia é uma margaridinha nativa do litoral brasileiro, muito vistosa e rústica. A ramagem rasteira e ramificada apresenta folhas trilobadas de coloração verde-escura, que acentuam o contraste com as pequenas inflorescências completamente amarelas.

    Como outras flores da família Asteraceae, as flores verdadeiras são muito numerosas e se aprensentam em capítulos solitários. A floração ocorre durante todo o ano. Devido ao seu comportamento estolonífero e rasteiro, é muito utilizada como forração, para proteger taludes e barrancos.

    Mas também pode embelezar canteiros e bordaduras, assim como vasos e jardineiras. Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, regada a intervalos regulares.

    Muito rústica, tolera umidade excessiva, alagamentos ou seca, sendo bastante apropriada para jardins praianos. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura das mudas.

    jardineroax2

    Miscanthus_sinensis_zebrinus

    Gramínea ornamental, vigoroso e, forma densos tufos de até 1.20 m de altura.

    Suas folhas recurvadas, verdes e com manchas amarelas horizontais são bem atrativas e originaram o nome popular capim-pisca-pisca.

    Durante o outono e o inverno despontam inflorescências plumosas e brnco-rosadas que blançam com o vento.

    Originária da China e do Japão, a herbácea gosta de frio.

    No Brasil se desenvolve em regiões de clima subtropical serrano.

    buquesinho

    platycodon grandiflorus

    Herbácea perene, prima das campânulas, essa forração é uma nocidade recém-chegada aos garden centers. A flor-balão origina-se do leste asiático e apresenta atrativas flores com botões fechados que lembram balões chineses. Vem daí seu nome popular.

    Após a abertura dos botões, surgem grandes flores em formato de estrelas nas cores azul rosa, branca ou com pintas e pétalas duplicadas.

    Na China, seu uso vai da ornamentação de jardins à preparação de receitas medicinais. Mesmo típica de regiões temperadas, a planta tolera clima subtropical   e é capaz de tolerar tempertursa abaixo de 0ºC.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.Apesar de perene, pode necessitar replantio anual devido à perda do vigor.

    Fertilizações leves semanais estimulam o crescimento e a floração. Após a primeira floração, deve-se cortar os ramos que já floriram, encorajando assim a planta a florescer novamente por duas ou três vezes.

    Multiplica-se por sementes postas a germinar após a última geada ou em ambientes protegidos. Pode ser propaganda por divisão da planta, tomando-se o cuidado de não ferir as raízes.

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    Plantas de forração ou folhagens são plantas com crescimento horizontal sensivelmente maior do que o vertical, que servem para cobrir a superfície do solo e que são distintamente diferenciadas dos gramados por serem geralmente intolerantes a insolação direta e ao pisoteio.

    Possuem a função de ornamentar, proteger o solo contra as erosões originadas do vento e das chuvas, serve para quebrar a monotonia de extensos gramados, forma desenhos ou emblemas e aumenta as opções de escolha e as possibilidades de soluções paisagísticas devido as diferentes texturas e cores das folhas.

    Exemplos:

    Maranta-pena-de-pavão ( Maranta leuconeura kerchoveana)

    maranta_pena-de-pavao

    lanta perene da família das Marantaceae , Angiospermae nativa da América Tropical. Folhagem excelente como forração em áreas semi-sombreadas. As folhas ornamentais são ovais com manchas escuras e com o verso branco. As flores são brancas e discretas e não tem importância ornamental. Muito utilizada para cobrir o solo sob copas de árvores. Pode ser cultivada em vasos também. Devem ser cultivadas sempre a meia-sombra, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica mantido úmido. Em geral é uma planta rústica mas é sensível à falta de água. Não é tolerante a geadas. Pode ser cultivada em todo o país. Multiplica-se por divisão da planta, desde que cada muda seja completa, isto é com folhas, rizoma e raízes.P

    Asplênio (Asplenium nidus)

    asplenio

    Planta perene da família das Aspleniaceae , Pteridophyta nativa da Ásia. Com folhas inteiras, que nascem enroladas e tornam-se grandes e de textura coriácea, o asplênio é uma planta epífita, isto é, desenvolve-se sobre outras plantas. No entanto, pode ser cultivada em vasos e canteiros, desde que em locais sombreados.Seu substrato deve reter umidade e ser rico em matéria orgânica. Apresenta crescimento lento, sendo que sua altura pode variar entre 20 e 50 cm. O asplênio não resiste ao frio e à insolação direta.Fica muito bem se utilizada em vasos para interiores. Pode-se fazer maciços ou composições com outras epífitas em jardins de inverno e exteriores.

    Jibóia (Scindapsus aureus)

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    Esta planta, bastante conhecida, cresce em abundância, às vezes invadindo caminhos e outras plantas, necessitando de controle do crescimento. Agarra-se em troncos de árvores e em muros. Suas folhas possuem listras de um amarelo-ouro que contrastam com fundo verde-vivo. A multiplicação é fácil, por galhos que enraizam até em água. O sol direto queima as folhas, sendo os locais sombreados mais indicados para seu cultivo.

    Aspargo-pluma (Asparagus densiflorus)

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    Também conhecida como aspargo-rabo-de-gato, esta planta perene pertence à família das Liliaceae, Angiospermae nativa da África do Sul. Com aspecto de pluma, este aspargo conquistou os jardins brasileiros. É uma bela folhagem, composta de vários ramos, com folhas em forma de espinhos e pseudofolhas em forma de agulha, que se distribuem de maneira uniforme por toda a extensão da “pluma”.De aspecto delicado, é uma planta relativamente rústica, que pode ser plantada em vasos e jardineiras, bem como adornando canteiros e conjuntos. As flores brancas e pequenas tem importância ornamental secundária. O aspargo-pluma deve ser cultivado à meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa da planta, isto é: folhas e raízes.

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