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Posts para categoria ‘Gramados e Forrações’

onze-horas-portulaca-grandiflora.

A Portulaca Grandiflora é uma pequena planta nativa da América do Sul, encontrada principalmente no Brasil, Uruguai e Argentina. O nome popular se deve à floração, que ocorre apenas quando o sol está muito quente, geralmente por volta das 11h.

Aprendendo como cultivar onze-horas
Quando se aprende como cultivar onze-horas, descobre-se que ela é uma flor de crescimento rápido com um ciclo de crescimento anual muito fácil de manter em vasos e jardineiras.

Pode ser utilizado em paisagismo de diversas formas: é adequado para jardins de pedras e apreciado para formar tapetes de flores em áreas ajardinadas.

O cultivo da flor onze horas pode acontecer através de sementes, que necessitam ficar na superfície do solo. Afinal, elas demandam luz para que a germinação ocorra de fato.

Recomenda-se colocar as sementes no máximo 0,5 cm sobre o substrato, espalhando uma fina camada de terra devidamente peneirada ou então um pouco de serragem por cima.

Além disso, vale dizer que as sementes dessa flor levam cerca de 2 semanas para poderem germinar. Uma alternativa é plantá-la por intermédio de estacas, utilizando pedaços de galhos da planta que estejam em boas condições, uma vez que que criam raízes quando alguém os planta em terra úmida.

Nesse contexto, o espaço que se recomenda entre as plantas para o plantio em solo é entre 10 a 40 cm.

Planta-Onze-Horas

Necessidade de água
A onze-horas, também chamada de portulaca, é sempre a favorita entre os amantes de jardinagem, paisagistas locais plantariam híbridos de portulaca em grutas feitas pelo homem.

Além disso, está presente em recipientes de cimento, potes de terracota, recipientes de plástico para refrigerantes e como potes pendurados. Nos Estados Unidos, Canadá e América Latina, as portulacas têm uso, então, como sebes e plantadas em massa.

Muita luz solar
As portulacas precisam de seis a dez horas de sol para atingir seu potencial de floração. Se você tentar cultivar portulaca em uma área sombreada, portanto, seu crescimento será limitado. Por isso, terá alguma dificuldade em produzir flores.

Pode-se, então, notar também que as flores são mínimas e fecham no início da tarde e em dias nublados.

Solo
Os preferidos são uma combinação de 30% de solo franco e o restante, portanto, inclui uma combinação de composto, areia, pedra-pomes, estrume de vaca envelhecido, casca de arroz envelhecida, pedaços de carvão vegetal e coco de coco.

Temperatura e umidade
Nativa do Brasil, Uruguai e Argentina, a portulaca gosta do calor e pode tolerar condições de seca. É comumente usado para plantas suspensas, sebes ou como ponto focal em jardins de bolso.

Nas Filipinas, isso é popular em muitas hortas comunitárias, escolas públicas, jardins de bolso, jardins verticais e plantas de sebe.

flor-chuva

episcia

Nativa de florestas tropicais da América do Sul, a planta tapete é conhecida pela beleza de suas folhas e abundância de floração.

A espécie pertence à mesma família da violeta-africana e possui flores avermelhadas, em forma de pequenas trombetas. Ela é uma ótima opção ornamental para casas e apartamentos, principalmente em ambientes com sombra.

O melhor solo para seu cultivo é a terra vegetal com boa drenável e matéria orgânica. Deve-se utilizar vasos que mantenham maior umidade.

A espécie é tipicamente tropical, portanto se desenvolve bem em clima quente e não suporta temperaturas muito baixas. A episcia é uma opção para compor jardins verticais, devido ao seu cultivo em vasos como planta pendente.

Podendo alcançar de 15 a 20 cm, a planta-tapete tem folhas verdes acinzentadas, com tons de verde escuro a claro, aveludadas, e flores vermelhas em formato de pequenas trombetas.

No paisagismo, a planta-tapete tem lugar como forração, principalmente em clima tropical e em local semi sombreado e protegido dos ventos. Apesar do hábito trepador, tende a ser conduzida mais como uma espécie rasteira ou pendente, pelo pequeno porte.

Ela cria um belo tapete de folhagem e textura atrativa, pontuado com suas flores vermelhas. No entanto é mais frequente seu cultivo como planta de interior, em belos vasos de cerâmica, adornando diferentes espaços, desde que seja em local bem iluminado, seja por luz natural ou lâmpadas artificiais.

É excelente também em jardineiras, terrários e cestas suspensas, assim como em jardins verticais semi-sombreados, em varandas, pátios, jardins de inverno e sacadas, protegidos dos ventos.

episcia-cupreata

Deve ser cultivada sob luz difusa ou meia sombra em substrato leve, drenável e com boa capacidade de retenção de umidade, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Pode-se utilizar misturas feitas com turfa, esfagno, casca de arroz carbonizada, perlita e terra vegetal, para que o substrato retenha a umidade sem encharcar. Os substratos prontos próprios para violetas-africanas são ótimos para a planta-tapete também, assim como os fertilizantes.

Jamais colocar sob sol direto nas horas mais quentes do dia, o que lhe provoca sérias queimaduras nas folhas. Não tolera o frio invernal, no entanto, por ser uma planta de ambientes internos, pode ser cultivada sem problema próximo a uma janela bem iluminada ou em estufas tanto em clima subtropical, como em temperado.

Aprecia o substrato úmido, deixando secar superficialmente entre as regas. Reduza as regas no inverno. Ao irrigar, deve-se evitar  molhar as folhas. Caso as folhas comecem a apresentar bordas secas e os botões caiam antes de abrir, aumente a umidade ambiental.

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Sua multiplicação é feita por separação dos estolões formados entorno da planta mãe, assim como por divisão das touceiras enraizadas. A mergulhia dos estolões facilita o pegamento das novas mudas.

A floração da episcia acontece durante o ano todo, sendo mais predominante no verão.. Por não ser uma flor tóxica, pode ser cultivada próximo a animais de estimação e crianças.

Fazer adubações semestrais com NPK 04.14.08 ou aproximado, seguindo a orientação do fabricante. Sempre regar primeiro antes de fertilizar para evitar a queima das raízes.

janela-brisa

grama-amendoim

Nativa do Brasil, a grama-amendoim  é ótima para jardins e canteiros, porque suas folhas verde-escuras, de aproximadamente 20 cm, e suas flores amarelas criam uma linda forração. Sendo assim, ela é bastante vista em projetos de paisagismo

Mais do que enfeitar seu jardim com pequenas flores amarelas, a grama-amendoim é uma forragem muito procurada. Primeiro, porque economiza tempo, já que não necessita de podas periódicas como os outros tipos de grama. Segundo, porque é excelente para combater a erosão e “segurar” o solo, especialmente em terrenos com muitas ladeiras.

Não bastassem essas duas qualidades, essa espécie tem crescimento muito rápido: da semente à cobertura completa de um jardim pequeno, a grama-amendoim não precisa de mais do que três meses.

A importância da Grama-amendoim
Os benefícios dessa espécie vão muito além dos descritos até aqui. Essa é uma cultura importante para o agronegócio, excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres em nutrientes, já que suas raízes conseguem reter esse elemento químico por longos períodos.

Chamada adubação verde, a técnica de plantar espécies que armazenam nitrogênio no solo beneficia qualquer tipo de produção, seja de uma grande fazenda ou do nosso modesto quintal.

Também a pecuária aproveita os poderes da grama-amendoim, por ser uma forração de baixo custo rica em proteínas, uma fonte de alimentos segura para o gado, especialmente o rebanho criado em pastos com déficit de nutrientes. Só no Acre, há 115 mil hectares de pasto que usa a grama-amendoim em rodízio com outras forrações.

Arachis repens

Grama-amendoim gosta de muito sol e terra úmida
Como boa brasileira, essa planta aprecia sol e água, devendo ser regada a cada dois dias. O plantio deve ser feito preferencialmente entre setembro e janeiro, meses de maior incidência de chuvas, que ajudam as mudas a enraizar mais facilmente.

Use uma mistura de terra vegetal e composto orgânico em partes iguais — se preferir usar sementes, afofe bem o solo antes do plantio. Ela também pode ser propagada a partir de estolhos, uns “cabinhos” rasteiros que saem da planta-mãe e logo enraízam, gerando outra muda. Para separar mãe e filha, basta cortar o “cordão umbilical” que as une.

flores da gramaamendoim

A grama-amendoim tolera secas e encharcamentos, mas não resiste a geadas e pisões. Por isso, prefira usá-la como forração de vasos ou em áreas de pouca passagem. Se reforçar o cuidado adotando uma plaquinha de “não pise na grama”, as flores estarão sempre enfeitando seu gramado.

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Azulzinha-Evolvulus-glomeratus

Que as plantas estão em alta, não é novidade. As propostas estilo urban jungle invadiram os projetos de arquitetura e design, ditando a tendência: melhor do que ter uma planta é ter várias.

Para criar o efeito de abundância, as plantas de forração se apresentam como a melhor opção. O termo denomina todas as plantas que podem cobrir superfícies, seja de forma horizontal, como a grama amendoim e a grama preta, seja na vertical, como as trepadeiras.

Sua principal característica é a capacidade de multiplicação. “São plantas mais herbáceas, mais espontâneas. Elas vão se propagando de forma vegetativa, ou seja, vão criando mudas, novas brotações.

As forrações não precisam estarem contato direto com o solo. Também são ótimas candidatas para vasos grandes ou pequenos, em ambientes internos ou externos. Elas só precisam se adaptar bem às condições do ambiente.

gota de orvalho

Fora de casa
No lado externo, elas são aliadas estratégicas para proteger o solo de erosões e manter a umidade. Mas, diferentemente das gramíneas, as forrações não são resistentes ao pisoteio e têm uma estatura baixa, geralmente de até 30 cm de altura. Dessa forma, são perfeitas para compor com pedras e madeiras na criação de caminhos no jardim.

O caminho evitará que elas sejam pisoteadas, enquanto elas vão garantir que você não precise fazer nada além de regá-las. No lado de fora, é interessante brincar com as alturas das diferentes forrações e criar desenhos, orientar as pessoas de acordo com o que você coloca no seu jardim. A diversidade de cores, texturas e espécies é prato cheio para a criatividade.

Já nas paredes, geralmente são usadas as trepadeiras, como hera e a unha-de-gato, que podem fechar muros inteiros. No verão e na primavera elas crescem muito rápido, então o problema é fazer a poda.

Outro destaque é a jiboia, que com seus longos caules pendentes pode compor jardins verticais junto a outras espécies, desde que se preste a devida atenção para que ela não domine todo o espaço.

epscia

Dentro de casa
A jiboia também pode ficar dentro de casa. A grande vantagem é que ela se adapta bem até ao ar-condicionado. Julia aponta que, quando o solo é rico em substratos, o crescimento é muito rápido e, em semanas, ela pode crescer e seguir o roteiro que você desejar.

Basta colocar uma estrutura na parede ou fincar pregos enrolados com fios de nylon, criando o caminho que a planta deverá fazer. Outra dica é usar a forração como elemento para integrar ambientes.

Em espaços pequenos, você consegue plantar na cozinha e dar um caminho para que ela chegue até a sala. Quem se preocupa com a sujeira e a manutenção das plantas internas, a profissional reforça: pode ficar tranquilo. A maioria das plantas são perenes e, se cair alguma folha, elas costumam ser grandes. Então você não vai ter problemas com sujeira e manutenção.

Em vasos, as forrações podem tanto acompanhar outras plantas quanto serem as protagonistas da decoração. Podem, ainda, ter suas mudas colocadas diretamente na água, o que vai comprometer a durabilidade devido à escassez de nutrientes.

Mas tudo é válido, basta estar atento às necessidades de cada espécie, como luminosidade e tempo de rega.

planta de forração

Cuidados
As plantas de forração costumam ser bem resistentes – uma característica que combina com a propagação rápida e espontânea. Por isso, são mais fáceis de lidar, demandando apenas alguns cuidados gerais.

Cada planta tem sua proposta de rega, mas no geral elas gostam de ter o solo um pouco úmido, nunca encharcado. É bom regar entre uma a duas vezes por semana. Quanto à adubação, é interessante fazê-la a cada dois meses.

Além disso, fique atento à resposta da planta ao ambiente – caso ela não esteja se desenvolvendo como o esperado, faça testes para ver sob qual tipo de luz ela se adequa melhor.

É importante priorizar as espécies nativas. Além de já estarem adaptadas ao clima da região, elas contribuem para manter a biodiversidade local. Temos muitas espécies com potencial ornamental que poderiam ser mais exploradas. Elas contribuem para a biodiversidade, atraem abelhas nativas e impedem a propagação de espécies exóticas.

Conheça as espécies:

Hedera canariensis


* Hedera canariensis
Espécie de hera nativa da costa atlântica. Cresce como uma trepadeira, prefere meia-sombra ou pleno sol. É bem tolerante ao frio, pode ser plantada de forma rasteira ou em paredes, pilares e outros.

Hemigraphis alternata

* Hemigraphis alternata:
Hera crespa horizontal. Pela coloração roxa, a dica é utilizá-la como detalhes em jardins, como acabamento para plantas mais altas ou arbustos de cor verde escuro. Deve ser plantada em sol pleno.

Syngonium angustatum

*  Syngonium angustatum:
Chamada de Segônia, tem folhas grandes que mesclam verde escuro e verde claro. Pode ser usada como forração horizontal, com boa aceitação soba copa das árvores, ou para compor paredes verdes, desde que comum a estrutura para que ela se agarre. Prefere luz difusa e solo úmido.

Fittonia albivenis

* Fittonia albivenis:
Típica do Brasil e de outras florestas tropicais, é uma herbácea notável por suas veias que podem ser brancas ou cor-de-rosa intenso. Gosta de umidade, calor e luz difusa.

Soleirolia soleirolii

* Soleirolia soleirolii:
Conhecida por lágrimas-de-bebê, a planta, delicada, pode ser plantada em vasos no chão ou pendentes, além de fazer acabamento em vasos com outras plantas. Precisa de luz difusa e regas regulares para manter a umidade do solo. No verão, demanda mais água.

peperomia-caperata-1

* Peperomia caperata:
É uma folhagem que, dependendo da espécie, pode ser verde com off-white, mais escura ou ainda roxa. Horizontal, é ideal para ser plantada sozinha em vasos ou compor paredes verticais. Deve receber luz difusa e ter o solo sempre úmido.

olhodeágua