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Posts para categoria ‘Fungos’

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Muitas espécies de plantas são atacadas pela doença mais conhecida como ferrugem, mas embora o nome seja o mesmo, muitas vezes o agente causador da ferrugem não é o mesmo.

As partes afetadas são as folhas, os caules, flores e colmos. Os sintomas são as lesões de coloração amarela a vermelha e em alguns casos branca, de formato arredondado a oblongo. Presença de esporos pulverulentos semelhantes à ferrugem. A parte inferior da folha pode conter caroços nas mesmas zonas onde surgem as manchas no topo. É nesses caroços que se encontram os esporos do fungo.

Os esporos estão sobre as plantas aos milhares, mas basta que um deles consiga germinar para generalizar uma infecção. São facilmente disseminados pelo vento até muitos quilômetros de distância.

As ferrugens gostam de climas amenos, com temperaturas moderadas e muita umidade. Daí que apareça mais em anos muito chuvosos porque, para que o esporo germine, é necessário que a planta esteja molhada. Uma das grandes causadoras do desenvolvimento da ferrugem é a rega.

Se já teve a visita de ferrugem no seu jardim, regue sempre o pé ou o sol, evitando a todo o custo molhar as folhas das plantas.

Saiba como evitar a ferrugem nas plantas e aprenda como manter um jardim saudável e bonito.
Não existe tratamento curativo para esta doença, apenas preventivos, sendo o mais eficaz de todos a calda bordalesa.

Para combater o fungo da ferrugem, procure produtos derivados do enxofre. Extrato de cavalinha ou uma solução de alho podem ser pulverizados na planta para sensibilizar o fungo no começo da manhã. Para fazer o remédio de alho, bata duas ou três cabeças com um litro de água no liquidificador e coe a mistura.

Mas o mais eficaz é a calda bordalesa. As aplicações devem ser feitas preventivamente. Devem ser regulares e, após uma grande chuvada, por exemplo, deve voltar a aplicar-se. Esta calda age por contato, se reparar em algum tipo de efeito tóxico nas folhas das plantas, pode diluir a calda, mas, não deixe de a aplicar.

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Nota: Numa fase inicial da doença, pode apenas remover as partes afetadas para evitar a distribuição. Remova as folhas infectadas e desinfete as tesouras que usar neste processo.

A higienização do jardim é importante para prevenir a ferrugem na planta ou árvore. Se estão aparecendo doenças no seu jardim, procure fazer uma limpeza na vegetação esgotada. O fim da estação é propício ao aparecimento de fungos nas folhas, que são dos órgãos mais sensíveis da planta.

Nota: Nunca coloque folhas infectadas em composto ou pode contaminar as demais plantas.

Quando o fungo da ferrugem ataca uma planta, ele pode até não contaminar outra planta próxima. Não use produtos fungicidas indiscriminadamente ou pode criar resistência ao fungo.

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O verão é conhecido como época do ano na qual as plantas podem se desenvolver com qualidade. No entanto as altas temperaturas adicionadas com a umidade elevada da estação podem ser ambientes propícios à evolução de fungos, que podem colocar a plantação em risco.

Especialistas apontam que esses organismos consistem na principal causa de doenças existentes nas espécies vegetativas, provoca lesões e manchas nas folhas. Raízes podem sofrer com podridão nas raízes e hastes.

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As causas
Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungos – organismos minúsculos (apenas visíveis debaixo de um microscópio!) que produzem enormes quantidades de esporos (células que se separam e se dividem, sem fecundação, para formarem novas células), que são rapidamente propagados graças ao vento, à água, aos insetos ou aos animais.

Existem mais de 10 mil tipos de fungos que, se não conseguem penetrar a cutícula e a epiderme (as barreiras mais fortes de uma planta), atacam as zonas mais sensíveis – os rebentos ou as áreas já danificadas por insetos.

Uma planta infectada pode libertar até 100 milhões de esporos, uma quantidade difícil de combater, na medida em que rapidamente degrade as células das plantas, produzindo, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo.

Os fungos são ainda difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável, à espera das condições climatéricas perfeitas para voltarem a contaminar.

O reconhecimento dos fungos
Talvez o principal conhecimento para a proteção das plantas esteja em saber como funciona a vida dos principais fungos atacantes da vegetação nacional.  Ataques do fungo denominado “Alternaria” pode provocar manchas em espécies como a Maria-sem-vergonha.

Este tipo de parasita prefere fazer o ataque nas folhas capaz de disturbar alérgicos em humanos, de maneira especial na pele. Institutos biológicos apontam existirem níveis diferentes com relação à ação de fungos e espécies – algumas possuem proteção avantajada desenvolvida após longos anos de adaptação no clímax terrestres.

O reino Fungi ataca inclusive vegetais Antúrios, que mesmo com aparência de resistente é sensível a dois fungos aquáticos: Pythium Splendens e Phytophthora. Ambos podem provocar o apodrecimento, visto que as fontes de contágios podem ser águas contaminadas ou simples vasos.

Interessante notar que eles se tornam mais agressivos quando existe umidade elevada e altas temperaturas. Podem existir lesões escuras nas raízes em consequência dos ataques de parasitas aquáticos que evoluem até a haste floral, conforme afirma o Instituto Biológico de São Paulo.

A presença de fungos no ambiental não é saudável em nenhuma hipótese, ainda que grande parte das doenças não seja transmissível aos animais e seres humanos. Existem espécies vegetativas com a capacidade de liberar alta quantidade de esporos capazes de gerar reações alérgicas nas pessoas.

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Espécies e clima
Não se pode ignorar o fato de que as plantas nativas possuem menor vulnerabilidade por estarem adaptadas ao clima. Quando atacadas apresentam maior resistência contra as doenças capazes de destruir as raízes. Por outro lado, espécies exóticas, tais como gerânios, azaleias e roseira, estão consideradas suscetíveis às infestações, demandando maior nível de cuidado no cultivo.

Como evitar ataques de fungos em plantas
O Instituto Biológico de São Paulo afirma que existem cerca de quatro mil espécies de fungos atacantes de plantas ornamentais. No sentido de evitar o risco à saúde do jardim os especialistas indicam utilizar apenas sementes que estejam tratadas e limpas com qualidade antes de mergulhadas dentro de soluções compostas por solução de hipoclorito de sódio por um minuto.

Como evitar ataques de fungos em plantas
Sementes apodrecidas ou manchadas necessitam de descarte, visto que podem propagar os fungos em níveis quantitativos.  A plantação deve evoluir em solo preparado e livre de efeitos patógenos. Opte por espécies conhecidas por presença de raízes longas e corpos resistentes.

Plantas enfraquecidas possuem maior vulnerabilidade às doenças geradas por fungos. Neste sentido existe a explicação para que o adubo seja aplicado de maneira correta, com a quantidade certa para cada espécie, assim como água e luz. Presença de roedores, insetos, lesmas e caracóis precisam de controle rigoroso. Este pequenos exércitos podem realizar o transporte dos esporos de fungos fito patogênicos.

Umidade e luz
Controle da umidade e luz são as principais recomendações para evitar com que os fungos prosperem no jardim. Em termos gerais a reprodução dos microrganismos fica favorecida com a presença de água, seja por orvalho, irrigação, chuva ou ambientes escuros. Especialistas indicam não exagerar na rega no sentido de conquistar qualidade de drenagem do solo. Elementos de madeira que ficam expostos no jardim precisam de proteção conta água para evitar o estado de apodrecimento.

Cuidados com Agapantos
Agapanto consiste em espécie de floração intensa repleta de azuis, lilases e flores brancas, conforme a variedade. Não requer esforço em excesso para se tornar bonito. Necessários cuidados básicos como solo fértil e sol pleno com regas regulares.

Como proteger as plantas dos fungos
Depois de detectada presença de fungos no jardim se faz necessário começar o processo de tratamento. A primeira ação deve visar à retirada da parte que está balada com sintomas de infestação. Este passo representa elemento essencial de luta contra a propagação da patologia.

Na sequência o ponto ideal está em solicitar os serviços de técnicos especializados que podem obter diagnósticos exatos da problemática, em especial quando o uso de fungicidas precisa ser administrado com critério e rigor. Tenha em mente de que todos os pequenos detalhes são importantes para evitar a evolução de fungos.

Para realizar o controle os mercados trazem conhecimentos e alternativas menos agressivas e que visam maior ecologia. O fosfato de potássio e extrato pirolenhoso são dois exemplos.

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Pinta preta: Doença fúngicas
A pinta preta é uma doença fúngica que aparece durante os meses quentes de verão. Tomate pode trazer a primeira indicação da doença, quando as folhas carregam manchas que começam pequenas, marrom escuro e preto.

Áreas amareladas no lado de baixo do legume pode sinalizar a ocorrência de ferrugem precoce. Manchas ocorrem nas folhas mais velhas que estão no meio da copa e são mais úmidas do que as outras áreas. Um padrão de anel concêntrico surge quando a pinta-preta faz progresso.

O sintoma mais comum de diagnóstico da pinta preta está na fonte da “mancha-alvo”, muitas vezes encontradas em livros de jardinagem. Com o progresso, folhas ficam amarelas antes de cair.

Em circunstâncias extremas todas as folhas tendem a serem marcadas, resultando em queda prematura. A fruta é exposta, porções do fruto são duras e não tem gosto, precisam ser removidas com faca antes do consumo.

Há muitas maneiras de cultivo de cultivo que ajuda na prevenção de pinta-preta de golpear a colheita de tomate.

Assim que perceber as coisas dando errado retire as folhas mortas e evite a disseminação da pinta preta. Não retire muitas folhas, ação que pode resultar em queimaduras pelo sol. Mantenha a planta fora da terra e uso de coberturas ou estacas.

Plantas permitem a circulação de ar e a velocidade de secagem das folhas. Você pode precisar fazer alguma poda. Não sobrecarregue da água, salpicos exagerados podem transferir a doença a partir da folha.

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O verão é uma época do ano em que as plantas se desenvolvem bem, mas as altas temperaturas e a umidade elevada típicas dessa estação propiciam o aparecimento de fungos. Esses organismos minúsculos são as principais causas de doenças que acometem as espécies vegetais e, normalmente, provocam lesões e manchas nas folhas e, em casos mais severos, a podridão de hastes e raízes.

Há espécies mais suscetíveis à ação dos fungos do que outras., em geral as plantas nativas, por estarem adaptadas ao nosso clima, possuem menor vulnerabilidade e, quando atacadas, resistem melhor às doenças causadas pela decomposição dos tecidos. Em compensação, plantas exóticas como roseiras, azaleias e gerânios são consideradas mais sujeitas a infestações, necessitando de maiores cuidados para o cultivo.

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Um exemplo de vegetal que sofre diante da presença e ação de exemplares do reino Fungi é o Antúrio (Anthurium andraeanum).
Embora pareça resistente, esse tipo de planta é bastante sensível a dois tipos de fungos aquáticos – Phytophthora e Pythium splendens – que provocam o apodrecimento. Nesses dois casos, as fontes de contágio podem ser simples vasos ou água contaminados.

Mais agressivos em períodos de umidade elevada e altas temperaturas, esses parasitas aquáticos provocam uma lesão escura nas raízes que progride até a haste floral.

Ainda que as doenças das plantas não sejam transmissíveis a humanos ou animais, a presença de fungos patogênicos em um ambiente nunca é saudável. Algumas espécies, inclusive, liberam grande quantidade de esporos que podem provocar reações alérgicas nas pessoas, sobretudo via sistema respiratório.

Como evitar
Há mais de quatro mil espécies de fungos associadas às plantas ornamentais. Para evitar que elas coloquem em risco a saúde de seu jardim, a primeira recomendação é só utilizar sementes tratadas previamente limpas, lavadas e mergulhadas em solução com hipoclorito de sódio pelo tempo de um minuto.

Sementes manchadas ou apodrecidas devem ser descartadas, já que elas podem ser propagadoras de fungos. O plantio deve ocorrer sempre em solos bem preparados e livres de patógenos. Outra dica é dar preferência a espécies e variedades de vegetais resistentes.

Plantas enfraquecidas são muito mais vulneráveis a doenças provocadas por fungos. Daí a importância de adubar na medida certa, bem como fornecer a cada espécie a quantidade exata de água e luz. A presença de caracóis, lesmas, insetos e roedores deve ser rigorosamente controlada, já que esses bichinhos também podem transportar esporos dos fungos fitopatogênicos.

Porém, entre todas as recomendações, nada é mais importante do que o controle de umidade e da iluminação. Afinal, a reprodução desses microrganismos costuma ser favorecida pela presença de água – seja da chuva, da irrigação, do orvalho ou mesmo da umidade do ar – e por ambientes escuros. Nesse sentido, a rega sem exagero e a boa drenagem do solo são fundamentais.

Além disso, os elementos de madeira expostos ao tempo, no jardim, devem ser protegidos da água para evitar que apodreçam. Basicamente, devem ser mantidos longe da chuva e irrigação ou ser pintados.

Como tratar
Uma vez detectada uma doença provocada por fungo, o tratamento pode começar. O primeiro passo é a remoção de partes e até de plantas inteiras com sintomas de infestação, evitando assim a propagação da patologia pelo jardim.

A partir daí, o ideal é recorrer a um técnico especializado para obter o diagnóstico correto do problema, especialmente se for necessário recorrer a fungicidas, que precisam ser utilizados com muito critério e rigor.

Para o controle da degradação dos vegetais, o mercado e o conhecimento popular dispõem de alternativas menos agressivas e mais ecológicas que os fungicidas sintéticos. Entre elas estão o fosfito de potássio, que age como antifúngico e indutor do sistema de defesa das plantas, e o extrato pirolenhoso, produto milenar na agricultura japonesa que induz o enraizamento e é repelente de fungos e de insetos.

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O principal  inimigo das Orquídeas são os fungos. Por este motivo são muitas as reclamações de pessoas que estão um tanto quando frustradas por ter comprado orquídeas e depois de certo tempo, começam a adoecer e acabam morrendo. Se você quer ter belas plantas e conservá-las bem saudáveis é precisa tirar um tempinho para aprender um pouco sobre isso, acredito que se você gosta de plantas e principalmente de orquídeas é melhor você investir um pouco em conhecimento antes de comprar mais orquídeas.
Para se ter orquídeas saudáveis é preciso aprender a combater os fungos, doenças causadas por fungos além de deixar as orquídeas com aspecto feio, pode levar a orquídea a morte em pouco tempo.

Combater essas pragas requer varias ações. Não se acaba com as doenças causadas por fungos de um dia para o outro, ou com uma ação isolada, porém, ou você acaba com eles ou eles acabam com suas orquídeas, essa é uma guerra que você precisa travar.

Controle a umidade
Umidade excessiva é a principal causa do aparecimento de fungos.
Se suas orquídeas recebem água da chuva use um substrato que seque mais rápido, uma boa dica é a mistura de casca de pinus, carvão e fibra de coco. Troque o substrato de sua orquídea a cada does anos, substrato velho facilita o ataque de fungos. Ventilação e arejamento, quanto mais abafado for o lugar onde suas plantas estão melhor será para os fungos, e pior para suas plantas.Se suas orquídeas ficam em lugares onde você tem o controle da rega é mais fácil de controlar a umidade, é simples, controle o impulso de molhar sua planta, só volte a regar sua orquídea quando ela estiver seca, molha espera secar molhe novamente.Use dreno em seus vasos, coloque pelo menos três dedos no fundo do vaso de brita ou pedrisco, serve também cacos de telha. De preferência a vasos que tenha furos na lateral, isso melhora a oxigenação das raízes das orquídeas, se o vaso for de plásticos e não tiver furos na lateral você mesmo pode fazer esses furos usando um ferro quente.

Ferramentas infectadas.
Se você usar uma ferramenta em uma orquídea infectada e depois usar a mesma em outra orquídea sem esterilizá-la essa orquídea também vai ficar doente. Cuidado principalmente com as ferramentas cortantes. Você pode esterilizá-las flambando-as na chama do fogão.
Mas se mesmo assim os fungos aparecerem ainda resta uma esperança, procure um agrônomo e converse com ele para ver qual o melhor fungicida para suas orquídeas.

Todas as lojas que vendem produtos para lavoura têm um agrônomo, tire fotos de suas orquídeas doentes e leve para que ele veja.
Os fungicidas podem ser sistêmicos ou de contato

Os fungicidas sistêmicos penetram na planta e mata os fungos, já os de contato como o próprio nome sugerem, é de contato, ou seja, não penetra na planta, fica na superfície do vegetal. Os fungicidas de contato são usados principalmente como preventivos, e os fungicidas sistêmicos são usados principalmente quando a planta já está sendo atacada pelos fungos, ou seja, são usados como curativos.

Os mais usados são:
Sistêmicos
Cercobim ou Derosoll 500, com aplicações a cada 3 meses.

De contato
Dithane, Captan ou manzate, com aplicações mensais.

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