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  • Archive for the ‘Flores e Folhagens’ category

    brinco-de-princesa

    Esse é o nome popular desta espécie, cujo nome científico é Fuchsia sp. Nativa da América Central e América do Sul, é adequada para o cultivo em jardim de inverno e em vasos dentro de casa. As flores são pendentes e em formato de sino duplo, possuem muitas pétalas, em geral de cores contrastantes, como roxo, vermelhos. Branco e rosa. São formadas durante a primavera e verão. O brinco de princesa precisa de quatro horas de luz solar direta por dia. Deve contudo, ser protegido do sol do meio-dia A temperatura ideal para essa planta, pode oscilar entre 10 e 22°C. O solo deve ser mantido sempre úmido, regando diariamente. Na época de florescimento, é preciso ser fertilizada a cada duas semanas. A multiplicação desta planta acontece por estacas de caule.

    Outros Nomes Populares
    Jasmim-amarelo, Jasmimprimulino, Jasmim-estrela, Jasmim-asa-de-anjo, Belaumícia, Plumbago, Jasmimazul, Gentilária, Lírio-do-brejo, Jasmim-boboleta, Jasmim-daíndia, Arbusto-milagroso, flama-da-noite, Flor-da-noite, Jasmim-da-noite, Rainha-danoite, Jasmim-de-Madagascar, Flor-da-noiva, Gardênia, Jasmim-do-cabo, Dama-do-dia, Jasmim-do-dia, Jasmim-do-arco, Jasmimmanga, Árvore-pagode, Jasmim-tabaco, Jasmim-dotabaco, Jasmim-dos-poetas.

    Nome Científico
    Jasminum

    Trata-se de um tipo de planta que apresenta uma enorme quantidade de variedades. Sendo assim, encontramos exemplares pouco rústicos e muito rústicos, que exigem poucos cuidados, e exemplares delicados, que precisam de maiores cuidados. Encontramos essas plantas em várias famílias como as Oleáceas, Zingiberáceas, Combretáceas, Solanáceas, Asclepiadáceas, etc. Elas podem se apresentar como árvores, arbustos escandentes, herbáceas de porte médias perenes ou trepadeiras. São cultivada para maciços, forração de cercas e grades, forração de treliças e pérgolas, além de também serem aproveitadas como exemplares isolados. Essa enorme variedade apresenta muitas regiões de origem espalhadas pelo mundo. São eles, a China e Índia, Pacífico, África do Sul, Madagascar, Ilhas Canárias e região do Nilo na África, América Central, México na América do Norte e Brasil, Uruguai e Paraguai na América do Sul. São várias as alturas que essas diferentes variedades podem atingir, tais como 1,5/ 2/ 2,5/ 3/ 4/ 5/ 6 e 8 metros. Os métodos para propagação mais utilizados são: a estaquia de galhos, estaquia da ponta de ramos e a divisão de rizomas. O período da propagação varia muito em função da enorme quantidade de variedades, como por exemplo, no verão, na primavera, no inverno e no outono, e também logo após o término da floração.

    Suas flores podem se apresentar agrupadas em hastes florais, agrupadas em cachos ou isoladas. Podem apresentar, em função da enorme variedade, muitas épocas de floração, como primavera e verão, inverno e primavera, verão e outono. Algumas variedades floresceram quase o ano inteiro. Essas flores apresentam várias cores, com destaque para as cores amarelas, brancas, azul, rosa, laranja e cor-de-creme. Algumas delas exalam perfumes agradáveis ora fortes, ora suaves, São flores que podem compor um lindo buquê-de-noiva.

    Tipo de Folha
    Lanceolada e oval.

    Ambiente e Cultivo
    São plantadas em jardins. Gostam do clima ameno ou quente e úmido, não tolerando geadas em ambos os casos. São pouco exigentes com o solo, com exceção de algumas variedades que preferem solo arenoso e rico em matéria orgânica. Precisam ser regada uma vez por semana na primavera e verão e duas ou três vezes por semana no inverno. Ou, dependendo da variedade, precisam ser regadas freqüentemente nos primeiros meses após o plantio e uma vez por quinzena quando não chover. Ou ainda, de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez no mês frios. A luminosidade necessária também vai mudar de acordo com a variedade. Essas plantas gostam de sol pleno em locais frios e meia sombra nos locais quentes, ou meia-sombra, mas precisando de muita luz no verão, apesar de não suportar sol direto entre 10 e 17 horas. Essas plantas precisam de podas anuais para renovação, assim como podas simples, tirando fora os ramos secos, doentes ou malformados.

    Adubação
    Adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão. Usar fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em P.

    Males
    A mosca branca, pulgão e a aranhinha vermelha são pragas comuns de algumas variedades. Essas plantas também estão sujeitas à doenças de origem fúngica.

    São plantas que podem ser cultivadas em grandes vasos para decorar áreas externas. Para que elas subam em estruturas, sendo cultivadas como trepadeiras, precisam ser devidamente acompanhadas e tutoradas. Elas podem crescer bem em ambiente com meia-sombra, inclusive dentro da casa. Na propagação, os rizomas não podem ser divididos quando estiverem na fase de dormência. Alguns tipos de Jasmim, como o Jasmim-da-noite, por possuírem um perfume muito forte podem causar algum tipo de alergia, sendo, portanto aconselhável deixar em locais apropriados e abertos. Já o Jasmim-do=dia exala perfume durante o dia. Com o Jasmim-dos-poetas se fazem óleos e perfumes. As flores do Jasmim tabaco, por possuírem elementos químicos empecias e específicos, tornam-se venenosas.

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    Cóleus (Solenostemon scutellarioides)

    Nome Científico: Solenostemon scutellarioides
    Nome Popular: Cóleus, Coração-magoado
    Família: Lamiaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Java e Malásia
    Ciclo de Vida: Perene

    O cóleus é uma planta herbácea muito apreciada pelo colorido de suas folhas. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem. Atinge cerca de 40 a 90 cm de altura, de acordo com a variedade.

    Ela originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares.

    Suas folhas são grandes e é interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente. Suas folhas possuem coloração variada, em tons de verde, vermelho, amarelo e roxo.
    Possui flores azuladas que surgem em espigas, acima da folhagem, surgem em qualquer época do ano e têm importância ornamental secundária.

    Você pode também remover as flores, o que estimula o crescimento mais viçoso das folhas.

    É uma planta de rápido crescimento e relativamente rústica e de baixa manutenção, pois não exige podas. Entretanto, não tolera geadas ou temperaturas muito baixas.

    A planta se desenvolve melhor quando cultivada sob à meia-sombra ou pleno sol. Entretanto, suas folhas podem não ficar bonitas quando deixadas sob sol pleno, e perder sua coloração quando em ambientes escuros demais. Uma umidade do ar em torno dos 60% é ideal para a planta. Em locais muito secos, regas mais freqüentes podem ser necessárias.

    Se cultivado em vasos, você pode manter a planta compacta simplesmente arrancando as pontas dos galhos maiores, o que estimula o crescimento de pequenas ramificações. Apesar de perenes, nos jardins são tratados como plantas bienais por se tornarem espigadas e de mau aspecto com a idade. Quando a planta não estiver mais bonita, replante-a através de mudas feitas por estacas dos ponteiros.

    Procure manter o solo sempre úmido, regando novamente sempre que o solo estiver levemente seco, pois as folhas podem cair se o solo ficar seco demais.

    Como reproduzir: É fácil multiplicá-los por meio de sementes ou estacas retiradas dos ponteiros. Basta cortar a ponta de alguns ramos e enterrar a base em um vaso.

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    asparagus-densiflorus

    Nome Científico: Asparagus densiflorus
    Nome Popular: Aspargo-pluma, aspargo-rabo-de-gato
    Família: Asparagaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Com aspecto de pluma, este aspargo conquistou os jardins brasileiros. É uma bela folhagem, composta de vários ramos, com folhas em forma de espinhos e pseudofolhas em forma de agulha, que se distribuem de maneira uniforme por toda a extensão da “pluma”. De aspecto delicado, é uma planta relativamente rústica, que pode ser plantada em vasos e jardineiras, bem como adornando canteiros e conjuntos. As flores brancas e pequenas tem importância ornamental secundária.

    O aspargo-pluma deve ser cultivado à meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa da planta, isto é: folhas e raízes.

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    spathiphyllum

    Com nome científico Spathiphyllum, esta planta pertence à família das Aráceas. É originário da América e existe em diversos tamanhos. Suas folhas em formato de coração possui cor verde escura contrastando com suas flores brancas que lembram velas de um barco.

    Duas das características principais desta planta de interior são as suas famosas folhas envidraçadas e a sua florescência branca (semelhante ao da Anthurium). É uma planta bastante estendida nas casas, mas normalmente os exemplares são híbridos. Outra característica da planta são os seus rizomas curtos e subterrâneos, onde brotam as folhas.

    Necessita que seja trocada de vaso pois cresce rapidamente. Essa troca é melhor bem vinda se feita durante a primavera, trocando também seu solo e o abastecendo com substrato para que ela cresça mais forte e bonita.

    No Inverno é conveniente reduzir as regas, já que a planta entrará num período de descanso onde não quase não requer água. Durante todo o ano deve-se evitar expor a planta à luz direta do sol, pois é uma planta delicada, e isto poderá danificar suas folhas. Muito cuidado, portanto, com a luz direta, principalmente nos meses mais quentes do ano. É uma planta que gosta da luz, mas filtrada. Na Primavera e no Outono podemos adubar com fertilizantes diluídos a cada duas semanas.

    É uma planta ótima para decorar casas por ser muito fácil de cuidar. Bem resistente, necessita de pouca luz para se manter bonita e saudável. Pode durar muitos anos, dando bonitas flores durante todo o ano.

    É uma planta que se adapta bem a baixa luminosidade mesmo preferindo muita luz em sua época de floração. Uma dica é mantê-la perto da janela na época das flores para que pegue apenas luz indireta pois a luz direta pode queimar suas folhas.

    Não necessita de muita água também, suportando ser regada apenas 3 vezes na semana em épocas quentes e 1 a 2 vezes em períodos frios.A pulverização de água em suas folhas é bem vinda para que se mantenha a umidade. Mas deve se ter cuidado para que não se molhe demais e assim apodreça a planta.

    Mesmo sendo uma planta que requer poucos cuidados, o Espatifilo pode não florescer se houver falta de nutrientes ou de luz. Para que isso não ocorra basta ter uma rega regular e fornecer luz indireta.

    Outro problema que pode acontecer é as suas folhas perderem o seu verde característico. Isso pode ser devido a luz em excesso que está queimando suas folhas ou falta de luz que está prejudicando sua fotossíntese.

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    Ornithogalum

    ornithogalum

    Família: Hyacynthaceae
    Origem: África do Sul

    Flor de beleza exótica, de cor branca e durável. Planta ornamental, ideal para ser cultivada em jardim.
    Cultivada em clima quente do Verão, a planta chega a atingir até 90 cm. Preferem solos ricos em matéria orgânica e muito bem drenados.

    Excelentes para canteiros, no caso de flores de corte e bulbos. Também podem ser cultivadas em vasos, com uso de reguladores de crescimento. São suscetíveis ao ataque de fungos e bactérias,

    Dica:
    No caso de flores de corte, troque a água do vaso pelo menos uma vez por semana e faça um corte transversal de, aproximadamente, 1 cm na base da haste floral.

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    Gerânios

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    Todas as classes de gerânios são plantas de proteção e se cultivam em jardim ou em floreiras. As flores são carregadas magicamente e movimentam-se quando um estranho se aproxima. Os jardins semeados de gerânios vermelhos oferecem proteção e saúde aos moradores da casa.

    O gerânio é uma planta, de vaso ou de jardim, que num clima ameno se prolonga pelo outono e pode dar florada até no inverno. De flores brancas, rosas, vermelhas e híbridas, os gerânios enfeitam jardins e valorizam janelas ensolaradas. Originários da África do Sul, os gerânios foram primeiro valorizados pelos holandeses da Cidade do Cabo. A flor chegou à Europa no início do século XVII, levada por marinheiros que começavam a travessia do Cabo da Boa Esperança. Somente no século XIX começaram a ser cultivados no sul da França e logo viraram moda. Nesta época surgiram mais de 250 variedades, fruto de hibridações. Da Europa os gerânios foram levados para a América, trazidos pelos primeiros colonizadores. No Brasil, foi grande a aceitação desta flor, também chamada catinga-de-mulata. Em pouco tempo ela enfeitava até as casas mais modestas, inclusive aquelas distantes dos centros urbanos.

    Cultivo
    O gerânio régio é uma planta de exterior, que aceita cultivo em vasos ou canteiros, com exceção de poucas variedades que podem ser cultivadas dentro de casa, contanto que fiquem longe de fontes de calor. Nas regiões mais quentes, as plantas podem passar o inverno no jardim, nas regiões frias, convém protegê-las tirando as plantas de onde estão e conservando-as, com a mesma terra que envolve as raízes, em recipientes de madeira, reclinadas e limpas de folhas secas, num ambiente fresco e seco. Nos meses de crescimento vegetativo, no início da primavera, deve-se podar os caules. Para as plantas de vaso, é aconselhável que todos os anos, antes do crescimento vegetativo, se renove também parte do substrato.

    Exposição
    Os gerânios necessitam de muita luz e suportam bem a exposição total ao sol nas regiões de clima seco e arejado.

    Temperatura
    Os gerânios são adaptados ao clima brasileiro, por isso, suportam as temperaturas baixas, se não forem inferiores a 0ºC. Na maior parte do país, tornou-se uma planta tão difundida que até parece nativa da região, produzindo belas flores.

    Rega
    A rega deve ser controlada de acordo com a estação do ano. Se as plantas apresentarem folhas amareladas ou queimadas devem ser regadas mais vezes. É aconselhável diminuir gradualmente, a rega, durante o inverno. Quanto à adubação, segue-se o seguinte critério: uma vez por semana adiciona-se 1 grama de fertilizante líquido a cada litro de água, na primavera e no verão, reduzindo-se gradualmente no outono e não se aduba no inverno.

    Transplante
    O transplante do gerânio deve ser realizado no final do inverno. O solo ideal para plantar e transplantar gerânios é um substrato composto de duas partes de terra para jardim e uma de turfa ou húmus de folhas, enriquecido com adubo dom fósforo, nitrogênio e potássio equilibrado, dose aconselhada: 3 gramas por cada 10 cm3 de solo. Tanto nos vasos como na terra, as plantas precisam de um solo bem drenado para evitar o excesso de água.

    Cuidados
    Para que o gerânio tenha uma floração abundante, é necessário eliminar as folhas secas e danificadas e, sobretudo, as flores murchas.

    Doenças e parasitas
    Se houver excesso de água ou um teor de umidade elevado demais, os fungos podem infestar os gerânios com facilidade, sobretudo na primavera, quando aparece o mofo cinzento ou a ferrugem que murcham as raízes. No caso de infestação por fungos, utilize fungicidas específicos. Entre os parasitas animais, que são os responsáveis pelo contágio de vírus de uma planta para outra, encontram-se os pulgões e os ácaros, que são combatidos com produtos específicos.

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    Streptocarpus

    Streptocarpus

    Família: Gesneriaceae

    A Streptocarpus é uma parente da violeta oriunda do norte da África e Madagascar.
    Planta herbácea perene de folhas com textura áspera, de cor verde forte com 20 cm de comprimento, algumas mais estreitas com 3 cm de largura outras mais largas com até 5 cm de largura, formando roseta basal.

    É uma planta de recente aparecimento e ainda não se tem um nome popular para ela. É uma planta elegante e fácil de cultivar, porém ainda difícil de se obter.

    As flores são campanuladas de pétalas livres e há flores brancas, lilás, rosa e púrpura., sempre com linhas e manchas direcionadas para seu interior.
    São reunidas em 4 a 5 formando racemos sobre longos pecíolos flexíveis, presos na axila das folhas. Algumas formam uma coroa de flores em outras são esparsos por entre as folhas.

    É uma planta muito fácil de cuidar.
    São plantas originalmente montanas, que medram como saxícolas em escarpas e lajes areníticas, gostando de estabelecer-se. Meia sombra ou sol leve matutino, bastante umidade no ambiente e calor em ótimos 26°C , completam as necessidades culturais – crescem logo quando mantidos em boas condições. Se ressecados as folhas murcham adquirindo um aspecto desabado, irrigados retornam logo a condição de boa turgidez anterior.
    Pode ser cultivada dentro de casa. Necessita de um ambiente iluminado, se possível com sol direto de manhã. O sol da tarde é muito forte e poderá queimar as flores e folhas.

    Um balcão ou mesa junto a uma janela pode abrigar uma boa coleção destas plantas, ornamentando o ambiente com suas flores. Se houver bastante luz produzirá flores continuamente durante o ano todo.

    Outra regra é adubar periodicamente e trocar o substrato pelo menos a cada 6 meses, procurando reproduzir aquele onde a planta estava quando adquirimos.

    Se a exposição de suas janelas for para o oeste, deixe uma cortina leve meio transparente coar a luz do sol.

    Substrato
    O substrato para o seu cultivo deve ser marcadamente poroso e bem drenado. O uso de areia, composto orgânico ou húmus de minhoca, acrescido de cascas de coco ou casca de pinus costuma funcionar muito bem. Também pode se usar aquela fórmula antiga de colocar pó de café usado e seco na mistura, aumentando a porosidade do substrato.
    A casca de coco ou as cascas de pínus você deve deixar de molho em água, trocar todos os dias por pelo menos uma semana, isto diluirá os compostos fenólicos presentes na resina e nas fibras e que são tóxicos para as plantas. É praticamente o mesmo substrato que se usa para violetas.

    Quando e como regar a Streptocarpus
    As regas devem ser abundantes e espaçadas, isto é, regar e deixar secar entre as regas.
    Mesmo que tenha esquecido e a planta estiver meio murcha, coloque água à temperatura ambiente que ela voltará. Mas se isto ocorrer com freqüência, esgotará a planta que acabará por fenecer.

    Como fazer mudas
    Para fazer mudas e distribuir os vasos por todos os cantos da casa, ou mesmo iniciar uma produção para vender, a técnica é bem simples.

    Você poderá recolher as sementes e colocar em palha de arroz carbonizada ou areia, deixando sempre levemente úmida. Quando as plantinhas aparecerem, deixe crescer para transplantar para vasos individuais.

    Também a estaquia de folhas é outra técnica: pega-se uma folha e enterra-se no mesmo tipo de substrato e mantém-se a umidade.
    A folha enraíza, assim como acontece com a violeta africana.

    Depois é só plantar em vaso com o substrato descrito para cultivo.

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    Avenca

    Nome Científico: Adiantum sp
    Nome Popular: Avenca
    Família: Pteridaceae
    Divisão: Pteridophyta
    Origem: Estados Unidos, Brasil, México e Antilhas
    Ciclo de Vida: Perene

    As folhas da avenca são chamadas frondes e são grandes e subdivididas em muitos folíolos, de formatos interessantes como trapézio e cunha e com as margens recortadas, onduladas ou rendilhadas.
    As avencas são cultivadas em vasos, normalmente decorando ambientes internos.
    São delicadas e exigem umidade, meia sombra e boa drenagem, além disso, não toleram baixas temperaturas. No paisagismo, além de interiores podem ser utilizadas em canteiros e jardineiras, valorizando sua textura.

    É uma planta herbácea que pode atingir 50 cm de altura, formando touceiras. Existem várias espécies de avencas, mas todas se caracterizam por uma folhagem delicada suportadas por finos caules duros que se ramificam, de cor marrom escuro. As folhas podem variar dependendo da espécie, mas sempre são muito finas. Na avenca mais popular (Adiantum capillusveneris) as folhas são distribuídas de forma a lembrar um triângulo.

    Esta avenca em particular é originária da região mediterrânica. Suas raízes na verdade não são raízes, mas rizomas de tamanho reduzido e que formam um conglomerado. As novas folhas aparecem em qualquer época do ano, surgindo enroladas a partir da base, desenrolando-se conforme amadurecem, até que se abre totalmente um novo conjunto de folhas unidas sobre um mesmo caule.

    Devido à textura de suas folhas assim como o formato das mesmas tem um belo efeito visual, sendo normalmente cultivada em vasos e, muitas vezes em ambientes internos. Em canteiros ou jardineiras onde não receba luz solar direta também dão um belo efeito.
    Além de uma bela planta para enfeitar nossas casas há crenças sobre os poderes da avenca. Elas espantariam o mau-olhado, absorveriam energias negativas, etc.

    Na medicina popular são utilizadas como calmante, contra a tosse ou para tratar o couro cabeludo. Havia uma crença corrente em outros tempos que toda planta que lembrasse uma parte do corpo (um órgão, um membro, etc.) seria boa para curar problemas na parte com a qual se parece. Por esta razão desde a Antiguidade é utilizada como tônico para o couro cabeludo, já que sua folhagem lembra o cabelo. Também teria propriedades diuréticas, sedativas e antiinflamatórias.

    As avencas, como as samambaias, não têm flores, e portanto, não produzem sementes. O que elas produzem que fazem as vezes de sementes são esporos. Estes esporos são pontinhos marrons que ficam na parte inferior das folhas, e lembram um pó. Na natureza, estes esporos, assim que maduros, soltam-se da planta e são levados pelo vento, dando origem a novas plantas. No entanto, há a possibilidade de fazer a recolha destes esporos para reprodução, porém, não é algo muito fácil para amadores como quem escreve este post e como quem lê. Mas se quiser estragar algumas folhas de avenca para tentar esta possibilidade aí vai o passo-a-passo.

    Para começar os esporos devem estar maduros, bem escuros. Se estão maduros saem facilmente com o auxílio de uma faca (não aperte, não destrua a folha delicada da avenca). Embaixo do local onde fizer a raspagem, coloque uma folha de papel branca para aparar os esporos que forem se soltando (folha branca para que você possa ver os esporos que conseguir soltar da planta). Em uma sementeira utilize composto orgânico bem úmido para receber os esporos.
    Espalhe-os na superfície. Cubra a sementeira com um plástico ou tela bem fina e deixe em local sombreado. Depois de cerca de um mês, surge na sementeira uma espécie de musgo. São as novas plantinhas. Só transplante quando chegarem a uns 3 cm de altura. Para plantar deve-se preparar a terra misturando duas partes de terra comum, uma parte de calcário, uma de areia e outra de carvão vegetal, acrescentando um fertilizante preferencialmente orgânico.

    O calcário é essencial, visto que na Natureza, costuma ser mais freqüente em terrenos onde há a sua presença.

    Na reprodução da planta por divisão de touceiras é muito mais fácil conseguir novas plantas. A partir de uma com a touceira grande pode-se produzir muitas mudas. Deve-se retirá-la do vaso com extremo cuidado para não prejudicar as raízes. Não esqueça que as raízes não podem ficar sem a terra que as envolvem. Divida a touceira com as mãos, separando os rizomas. Assim tem-se um aglomerado de rizomas (menor do que o original) que deve ser plantado, utilizando uma mistura de terras como a descrita acima, não esquecendo de apertar a terra em volta da planta para firmá-la e regando abundantemente.
    O vaso deve não apenas comportar a planta a ser transplantada mas deve comportar a touceira que irá formar-se nos próximos 3 anos, já que esta manobra só deve ser feita em um espaço de 3 em 3 anos. A melhor época para sua reprodução é a Primavera. A adubação é recomendada a cada 15 dias na Primavera e no Verão.

    A avenca precisa de calor, muita umidade e proteção contra o vento. Mas a umidade que necessita não é apenas na terra. Ela precisa de umidade no ar que a cerca, ou seja, umidade atmosférica. Não deve ficar sob sol direto, isto é, o sol nunca deve atingi-la diretamente, mas alguma luminosidade o ambiente deve ter. Calor excessivo não faz bem às avencas. Em situações destas, aumente a umidade em volta da planta, colocando recipientes com água próximo a ela e borrifando o vaso com água. Deve ser regada constantemente para manter a terra bem úmida, mas sem encharcar.

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    filodendro

    Características dos filodendros
    Os filodendros são plantas de folhagem decorativa, que exigem poucos cuidados. São também excelentes plantas de interior. As folhas desta planta diferem consideravelmente no tamanho e na forma em função das espécies. Podem ser cordiformes, lanceoladas ou palmi-nérveas. Algumas têm a margem lisa; outras são muito recortadas. As folhas de algumas espécies atingem os 60 cm de comprimento. Na maioria, os filodendros são plantas trepadeiras.

    Como prender a planta para trepar
    Prenda as espécies trepadeiras de filodendro a um tutor inserido na terra do vaso quando a planta se começa a desenvolver. Use um fio de nylon ou de ráfia.
    Para estimular a planta a emitir raízes aéreas para o tutor, envolva-o com uma camada de musgo de 5 em de espessura. Pulverize o musgo com água uma vez ao dia.

    Propagação
    Corte estacas de caule no início da Primavera. As estacas devem ter um comprimento de 7,5 a 10 cm e ser cortadas abaixo de um nó. Retire as folhas de baixo e coloque várias estacas num vaso que encheu com uma mistura de 1 parte de turfa umedecida e 1 parte de perlite ou areia grossa.
    Ponha um saco de plástico por cima do vaso, mantendo-o afastado da planta com uns pauzinhos, coloque dentro de casa e exponha-o a sol direto velado. Ao fim de três ou quatro semanas, as estacas devem ter enraizado. Retire o saco de plástico e regue pouco. Aplique mensalmente adubo líquido ao fim de cerca de três meses, mude cada estaca para um vaso separado e trate como plantas adultas.

    Como mudar de vaso
    Se as raízes tiverem enchido completamente o vaso, mude a planta para outro vaso. Encha-o com uma mistura de terra e terriço ou turfa grossa. Não faça esta operação durante o período de estado vegetativo de repouso.

    Como regar e adubar
    Regue de modo a umedecer toda a terra do vaso. Pare quando começar a sair água pelo orifício de drenagem do vaso. Deixe secar a camada superficial da terra do vaso antes de regar novamente. No Inverno, os filodendros atravessam um período curto de repouso vegetativo. Durante esse período regue a planta o suficiente para evitar que a terra do vaso seque completamente. No período de crescimento, adube com um adubo líquido próprio para plantas de duas em duas semanas.

    Onde cultivá-los
    Exponha os filodendros a sol direto, mas sempre de modo vigiado. Os filodendros não suportam durante muito tempo temperaturas inferiores a 13°C, mas dão-se bem à temperatura ambiente normal do interior da casa.

    moinho

    phacelia_tanacetifolia

    Nome científico: Phacelia tanacetifolia.
    Família: Hydrophyllaceae.
    Nome popular: Facélia, Facélia Azul
    Clima: Subtropical, tropical
    Altura da planta: 60 a 90 cm
    Cor das flores: Azul
    Cor da folhagem: Verde
    Época de floração; Verão, Primavera

    Planta herbácea anual, nativa da América do Norte. Apresenta porte baixo, com cerca de 50 a 70 cm de altura, com caule ereto, simples, desenvolve-se até altura de 30 a 70 cm. As folhas são alternadas e divididas em dois segmentos: lanceoladas, podendo ser dentadas ou lobadas e pouco pecioladas com a base alargada.

    As inflorescências são enroladas, com numerosas flores azuis, com longos estames. As flores são hermafroditas, produzem muito néctar, que atrai polinizadores como borboletas e abelhas. O florescimento é abundante e por longo período. O fruto é uma cápsula elipsóide, deiscente em 2 válvulas, contendo 4 sementes fusiformes. O gênero inclui cerca de 200 espécies entre anuais, bienais ou arbustos.

    Ela é uma excelente planta companheira pois também atrai insetos predadores de pulgões e cochonilhas.

    É uma planta ornamental, ideal para maciços e bordaduras no jardim. Também pode ser cultivada em vasos e floreiras.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo arenoso e fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. É bastante adaptada a condições áridas.

    Propagação: multiplica-se por sementes.

    Pode ser utilizada em jardins, atraindo bastante abelhas ou também como flor de corte. Na Europa é também utilizada como cobertura e forragem.

    O contato com algumas espécies de Phacelia pode causar erupções na pele das pessoas.

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