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  • Archive for the ‘Flores e Folhagens’ category

    feto-japones

    É uma espécie de samambaia do gênero Athyrium, nativo do leste da Ásia no Japão , norte da China, Coréia e Taiwan.

    Planta de beleza incomparável que caracteriza a serenidade sombria do jardim japonês. Daí o nome de feto pintado japonês.

    É cultivada como planta ornamental em jardins.

    Geralmente preferem locais úmidos e com escoamento de água, variando de terrenos planos a paredes de rocha. Muitas espécies são conhecidas por crescerem em falésias de rocha próximo de cascatas e zonas com escoamento de águas.
    A maior diversidade de espécies encontra-se nos Andes – América do Sul. Também existe muita diversidade na Ásia com cerca de 40 espécies na China.

    De aparência frágil esta plantinha da família dos fetos é bem mais resistente que os seus congêneres.
    Sombra e muita umidade fazem dela o luxo que a fotografia mostra. Deve ser colocada em vasos que estejam em permanente contacto com água, mas que nunca deve ser estagnada, e apesar das suas folhas não agarrarem as gotas devem ser pulverizadam com água à temperatura ambiente todos os dias dos dois lados das folhas.

    No inverno o recipiente onde se colocou a água deve ser retirado e a mesma deve somente ser regada dia sim, dia não e certificarmos-nos de que escorreu toda a água do vaso pelo orifício do mesmo.

    O seu tamanho varia de 12 a 20 polegadas de altura e 36 polegadas de largura. É uma planta de jardim de sombra, dá-se bem com outras plantas amantes da sombra, assim como a hosta, astilbe e campânula.

    Podem ser propagados por esporos ou divisão de touceiras.

    As plantas são divididas melhor no início da Primavera quando começam a surgir. Alguns produtores a dividem após a folhagem começar a secar, mas a quem prefira dividi-la na primavera para garantir o estabelecimento das plantas. Se necessário, as plantas podem ser divididas durante o período vegetativo.

    A Pictum não tem muitos problemas com doenças e insetos. Os pulgões podem ocasionalmente se alimentar deles, mas sua presença é extremamente rara. Lesmas e caracóis são os mais comuns de pragas em samambaias e pode ser facilmente controlado, utilizando iscas. Botrytis é o principal patógeno foliar e geralmente pode ser controlado através de um espaçamento adequado e circulação de ar. Doenças que afetam as raízes, tais como Pythium, normalmente podem ser evitadas através da gestão da umidade e níveis de fertilidade do substrato. Não deixem que os fetos se tornem excessivamente secos ou excessivamente molhados, pois provavelmente irá levar a lesão da raiz e, finalmente, podridão das mesmas.

    De fácil cultivo, aprecia climas amenos. No outono, as plantas entram em dormência e as folhas morrem completamente. É nessa hora que as folhas velhas devem ser removidas para reduzir a probabilidade de doenças, quando recomeçar o crescimento ativo.

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    Pennisetum

    Nome Científico: Pennisetum setaceum
    Nome Popular: Capim-do-texas, capim-chorão
    Família: Poaceae
    Origem: África e Ásia
    Ciclo de Vida: Perene

    Gramínea perene que forma tufos densos com abundantes espigas de uma atrativa cor rosa-arroxeada que com a brisa do vento se mexem dando um movimento nos motivos paisagísticos. Floresce durante o verão e outono. Apresenta uma atrativa folhagem formada por folhas lineares e planas de cor púrpura. Combina muito bem com outras gramíneas, flores da estação, coníferas e rosas. Resistente à geadas até -4ºC. Gostam de lugares a pleno sol ou a meia sombra e de substratos férteis com boa drenagem mas,  também adaptam-se bem em solos pobres, ácidos ou alcalinos, assim como secos ou úmidos. Rebrotam com vigor após podas drásticas, geadas fortes e até queimadas. Multiplicam-se por divisão da touceira e por sementes nas variedades férteis.

    Seu efeito paisagístico é muito especial, podendo ser cultivada em maciços, bordaduras ou em canteiros, assim como em vasos e jardineiras. É bastante indicada para jardins de pedras, e de baixa manutenção devido à sua rusticidade. Recomendado para o controle da erosão.

    É considerada uma planta de alto risco de invasão ambiental, tendo em seu histórico problemas ecológicos nos Estados Unidos, Havaí, Ilhas Fiji e Austrália, onde foi introduzida na maioria das vezes como planta ornamental. Atualmente há variedades estéreis em cultivo, com baixo poder invasivo, que só podem ser propagadas de forma vegetativa.

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    madressilva

    Nome Científico: Lonicera japonica
    Nome Popular: Madressilva
    Família: Caprifoliaceae
    Origem: China e Japão
    Ciclo de Vida: Perene

    De perfume inigualável, a madressilva é uma trepadeira de florezinhas delicadas de coloração branca e amarela. Sua folhagem é verde escura e bastante densa. No paisagismo é muito apreciada como planta ornamental, devido a suas bonitas e aromáticas flores. Cobre muito bem pérgolas, cercas, treliças, caramanchões e muros.

    Deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil com boa adubação orgânica e regada periodicamente, pois pode se desidratar com facilidade, principalmente quando plantada em vasos. Tolerante ao frio e de crescimento moderado. Multiplica-se por estacas.

    A Madressilva é uma planta de corte muito popular, tanto na Europa como nos Estados Unidos. Sua origem é japonesa, chinesa e coreana, suas flores melhor se adaptam aos climas amenos e frios. O aroma dessas flores, por vezes, é percebido muito ao longe, e atrai as borboletas noturnas que asseguram a polinização.

    As flores Madressilvas são normalmente encontradas às margens dos campos, e são dessas flores que florescem na primavera. Suas flores são muito delicadas com tonalidades que vão do branco-marfim ao avermelhado. Sua reprodução dá-se por estaquia de galho, devendo-se usar um espaçamento de 50 cm entre cada planta. Sua floração ocorre nos meses de abril a agosto.

    Técnica de Cultivo
    Locais com muito sol, não é exigente em fertilidade do solo. Nos jardins necessitam de suporte como muros, cercas e pérgulas.

    Na cova de plantio colocar adubo animal de curral bem curtido, cerca de 500 gramas ou de aves, usando então apenas a metade desta quantidade.
    Colocar terra vegetal e adicionar o tutor, mesmo que esteja junto a um muro, pois conduz-se o arbusto por ele para melhor controle do seu crescimento.

    Rega-se bem e todos os dias após por pelo menos uma semana, podendo ser espaçado depois para a rega normal do jardim

    Paisagismo e uso decorativo
    A madressilva combina com jasminzinhos e seu perfume encanta a todos. Não cultivar, no entanto, próximos a dormitórios, pois pessoas alérgicas a perfumes poderão apresentar reações.

    linha de florzinhas

    girassol

    Nome cientifico: Helianthus

    Os girassóis são plantas de jardim originárias da América do Norte e América Central cultivada pelos povos indígenas para alimentação, foram domesticadas por volta do ano 1000 a.C. O girassol é uma flor simbólica que significa fama, sucesso, sorte e felicidade.

    Dos seus frutos, popularmente chamados sementes, é extraído o óleo de girassol que é comestível. A produção mundial ultrapassa 20 milhões de toneladas anuais de grão.

    A semente também é usada na alimentação de pássaros em cativeiro além de ser uma das mais utilizadas na alimentação viva.

    A sua flor é comercializada como flor de corte. Existem dois grupos de variedades importantes: flor única com haste única e uma flor terminal; flores múltiplas com flores menores que com ramos desde a base que são mais utilizadas na confecção de bouquets.

    Floração: Do Verão até ao Inverno

    Tamanho: 2 a 15 polegadas de altura; 1 a 3 polegadas de largura.

    Cor da flor: Amarela, branca, vermelha, cor de ferrugem e dourada com o centro castanho.

    Cultivo
    - O local deve ser bem ensolarado com, no mínimo, 4 horas de sol direto, todos os dias;

    - O solo ideal para o plantio deve ser composto de: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia, tudo bem incorporado;

    - Recomenda-se regar sempre que o solo apresentar-se seco. Se a planta for cultivada em vaso, observar que a superfície do solo não deve apresentar-se totalmente seca;

    - Adubações periódicas garantem uma planta saudável e floração abundante.

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    Scaevola-aemula

    Origem: Nativa do Austrália .

    Planta herbácea semi-perene, rasteira de caule verde-arroxeado, flexível e prostrado.
    De altura até 0,40 m. folhas delicadas, serrilhadas na borda, de inserção alterna no caule.
    As flores são campanuladas de pétalas livres, parecendo meio leque, nas cores branca e azul.
    Floresce a partir da primavera até o final do outono.

    Modo de Cultivo
    Para cultivar esta planta necessitamos de muita luminosidade, com o sol direto ou à meia sombra.
    Esta planta tolera frio e é recomendada para regiões de clima ameno do sudeste e Sul.

    O solo de cultivo deve ser rico em matéria orgânica, a adição de compostos contendo adubo animal curtido propiciará boa floração.

    Plantio em canteiros
    Para canteiros preparar o solo com adubo animal curtido, de gado cerca de 3 kg/m2 e de aves a metade desta quantidade.
    Acrescentar composto orgânico de folhas. Misturar bem com a terra do canteiro e regar.

    A escaévola é comercializada em caixas de 15 unidades da planta.
    Plantar as mudas, fazendo um buraco do tamanho do torrão, acomodar a planta e preencher com mais composto.
    Usar o espaçamento de 20 cm entre plantas e linhas, pois tende a alastrar-se, formando denso tapete.

    Após o término do plantio, regar.
    Nos próximos dias regar todos os dias, depois espaçar as regas, mas sem deixar secar completamente a terra.

    Plantio em vasos ou jardineiras
    Para vasos ou jardineiras, preencher o fundo com brita ou geomanta, colocando areia úmida por cima para garantir a drenagem.
    Colocar a mistura de adubo animal curtido e composto, adicionando areia também, numa proporção de 1:3: 1, misturando bem antes dentro de um recipiente.
    Plantar a muda e regar, deixando o vaso alguns dias em local à sombra.

    Adubação
    Para renovação da planta, na primavera cortar os ramos secos e realizar a adubação com adubo do tipo NPK formulação 10-10-10, colocado a lanço, cerca de 100 gr /m2, regando bem a seguir.

    Para as jardineiras, utilizar 1 colher de sopa do mesmo adubo, dissolvendo em ½ litro de água, regando somente o substrato que deverá estar úmido.

    Paisagismo
    A scaevola é uma planta excelente para cobertura vegetal de áreas sem pisoteio, junto a árvores, bosques e em canteiros à meia sombra.

    Seu uso em jardineirasou vasos tem sido muito apreciado, podendo ser consorciada com flores brancas e azuis no mesmo vaso ou somente de uma cor.
    Em vasos como pendente, faz belo efeito em varandas e pérgulas ou áreas de convívio familiar.
    Também é interessante em vasos com pedestal para entradas de empresas e lojas.

    A consorciação com outras plantas não dá muito certo, tem característica de invasora e costuma sufocar as outras plantas.
    No entanto, para grandes vasos com palmeiras do tipo Phoenix-de-jardim (Phoenix roebelinii) ficará excelente.

    Toleram solos arenosos e salinidade, adaptando-se bem ao litoral. Resiste à curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por sementes e por estaquia.

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    azaleia

    Com a chegada da primavera e a proximidade do final de ano fazem os brasileiros dar mais importância para a ornamentação da casa, o que inclui a melhoria de jardins e o cultivo de plantas, sejam em vasos ou xaxins.

    Com variedades de preços e de espécies –que exigem diferentes cuidados– é importante ficar atento para as necessidades específicas de cada planta para que o jardim fique vistoso, colorido e a casa com apresentação mais agradável.

    O brasileiro, sempre que se aproxima a primavera e o final de ano, quer fazer uma reforma geral na casa para deixá-la mais bonita. Depois que passam esses períodos, a procura pelas plantas diminui e elas acabam esquecidas até a mesma época do próximo ano.

    Para manter a beleza durante todo o ano, aí vão as dicas:
    É importante ficar atento aos cuidados que cada planta exige, como a questão do calor, da luminosidade, da adubação e da quantidade de água”, alerta o engenheiro.

    Um dos aspectos principais para o desenvolvimento das plantas é a incidência de raios solares suportados. Umas são mais sensíveis e precisam ficar em ambientes mais reservados. Outras não se importam em receber diretamente esses mesmos raios e dispensam proteções.

    As espécies mais comuns, que podem ser plantadas em locais com grande incidência solar são as azaléias, cheflera, mussaenda, ixora, fênix e araca. Essas plantas podem custar entre R$ 3 e R$ 20, dependendo do estabelecimento e da região onde são comercializadas.

    São plantas rústicas que não precisam de cuidados muito específicos. Elas precisam de água pelo menos três vezes por semana. Devem ser protegidas daqueles matos que costumam cercar as plantas e nelas podem ser colocados estercos e adubos químico. Essas plantas são costumeiramente mais procuradas por causa da facilidade de cultivo, já que não são muito exigentes.

    Ao contrário das primeiras, outras plantas necessitam de maiores cuidados. Elas preferem ambientes mais escuros (o que não significa ausência total de luminosidade) e não precisam receber água constantemente (uma vez por semana, no máximo).

    Já que estão em um ambiente menos seco, três vezes por ano é aconselhável usar adubo químico.

    Jardim fica florido o ano todo
    Plantar diferentes espécies é fundamental para conseguir deixar o jardim florido durante o ano inteiro, diz especialista

    Ter um jardim florido durante todo o ano só é possível se forem plantadas espécies diferentes, que se adaptem às quatro estações do ano.

    Veja alguns exemplos de plantas e o quanto de sol cada uma se adapta melhor, segundo especialistas.

    Primavera
    Jasmim (sol pleno), alpínia (meia sombra), crino rosa (sol pleno), boca-de-leão (sol pleno) e hortênsia (sol pleno e meia sombra).

    Verão
    Lírio-do-brejo (sol pleno), girassol (sol pleno), ixora (sol pleno), pentas (sol pleno) e alpínia (sol pleno).

    Outono
    Tabaco ornamental (meia sombra), abélia (sol pleno), azaléia (sol pleno), camélia (sol pleno) e cosmos-amarelo (sol pleno).

    Inverno
    Clerodendro (sol pleno), viuvinha (sol pleno) e azulzinha (sol pleno).

    Compra exige alguns cuidados

    Ao comprar uma planta em vaso, certifique se a terra ou xaxim está devidamente molhada ou úmida. Faça essa checagem diariamente, regando a terra sempre que necessário e evitando molhar flores e folhas.

    Após regar a terra, deixe-a escorrer para eliminar o excesso de água, evitando que as raízes fiquem diretamente submersas e acabem por apodrecer.

    Nunca coloque a planta diretamente sob o sol durante grande período de tempo, na maioria das vezes as plantas necessitam de luz direta ou indireta, porém sempre por um curto espaço de tempo e de preferência no inicio da manhã ou pelo final da tarde quando os raios solares estão mais fracos.

    Não deixe a planta recebendo correntes de ar. A necessidade de um ambiente fresco não significa que a planta deva ficar de frente a ar condicionado ou ventiladores.

    Verifique com um jardineiro ou atendente de floricultura os cuidados específicos que cada espécie precisa em particular.

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    Acidanthera bicolor
    * Nome científico: gladiolus callianthus
    * Semear: Abril – Maio
    * Distancia: 12 cm
    * Profundidade: 10 cm
    * Floresce: Agosto a Outubro
    * Altura: 70 cm (max. 90 cm.)
    * Prefere: Meio sol ou sombra
    * Não tolera temperaturas abaixo dos -2 cº.
    * Origem: Madagáscar e Etiópia.

    Flores perfumadas, ideais para quem procura construir um jardim de cheiro. Abre uma flor de cada vez. É indicada: para bordaduras, floreiras e jardim e corte. Não gosta de ventos fortes. Tem um longo período de maturação, pelo que é de esperar que floresçam tardiamente no Verão.

    Para antecipar o florescimento, pode-se plantar os bolbos em vasos no interior durante o Inverno. Depois transfere-se os bolbos sem desagregar da terra dos vasos para o local definitivo.

    Multiplica-se por bolbos. Os pequenos bolbos também se guardam, mas necessitam de uns dois anos até florirem.

    Recolhe-se os bolbos no Outono, e armazenam-se secos, guardados a 13-10 Cº, numa área com ventilação. O seu nome gladiolus callianthus deriva do latim “gladius” que significa espada (a raiz da palavra é a mesma que deu origem à palavra gladiador) e callianthus do grego “kalos” que significa belo. Este nome refere-se à forma e aspecto da planta.

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    gengibre-magnífico
    Nome Científico:
    Zingiber spectabile
    Nome Popular: Gengibre-magnífico
    Origem: Malásia
    Ciclo de Vida: Perene

    O gengibre-magnífico é uma planta tropical que cresce nas florestas ao sul da Tailândia. Suas hastes podem alcançar de 1,5 a 2 metros de altura. Suas folhas são verdes, longas e aveludadas na página inferio. Suas flores surgem na base da planta, vindas diretamente do rizoma.

    Quando jovens, as cores das brácteas são de esverdeadas a amarelo-pálida e, com o passar do tempo vão tornando-se vermelhas. As inflorescências são muito duráveis e geralmente são utilizadas como flor-de-corte em arranjos tropicais.

    No paisagismo, é utilizado em renques próximos a muros ou em maciços embaixo de árvores. Sua folhagem é sensível a queimaduras, devendo-se evitar a luz do sol sobre suas folhas. Cresce rápido em condições ideais. Pode ser cultivada em vasos e jardineiras, dessa forma seu crescimento é controlado. Suas inflorescências brotam no verão, exalando o perfume típico de gengibre.

    É uma planta de meia-sombra, devendo ser plantada em solo fértil mantido úmido. Gosta de calor e umidade tropicais. Pode ser cultivada também em climas subtropicais, mediterrâneos ou temperados, mas sendo que nesses climas entra em dormência no inverno, devendo ser abrigada do frio rigoroso em estufas.

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    Beijo-de-frade

    A beijo-de-frade (Impatiens balsamina) é uma erva asiática da família das balsamináceas. A espécie possui folhas lanceoladas e serreadas, flores vermelhas, róseas, brancas ou variegadas, por vezes dobradas, e fruto capsular explosivo (elatério). É muito cultivada como ornamental, o suco do caule tem propriedades diuréticas e eméticas. Também é conhecida pelos nomes de balsamina, ciúmes, maria-sem-vergonha, não-me-toques, melindres, nóli-me-tângere e papagaios.

    O beijo-de-frade é uma boa escolha para a formação de canteiros, bordaduras e maciços anuais, principalmente quando se deseja flores abundantes. Também pode ser plantada em vasos, jardineiras e cestas suspensas. O beliscamento do ponteiro da planta, quebra a dominância apical e estimula a ramificação. Atrai abelhas e borboletas.

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    Pulicaria odora

    Habitat: Matos, matagais, terrenos cultivados e incultos;

    Característica: Antes de formar um caule ereto, desenvolve-se prostrada com as folhas sobre o solo;

    Folhas: As basais, relativamente grandes, formam uma roseta e têm a forma lanceolada, as caulinares formam uma pequena aurícula junto ao caule;

    Flores: São de cor amarela e formam uma inflorescência denominada capítulo. As flores na margem do capítulo possuem uma lígulas amarela, compridas e estreitas;

    Floração: Floresce no final da Primavera;Habitat: Matos, matagais, terrenos cultivados e incultos;

    Característica: Antes de formar um caule ereto, desenvolve-se prostrada com as folhas sobre o solo;

    Folhas: As basais, relativamente grandes, formam uma roseta e têm a forma lanceolada, as caulinares formam uma pequena aurícula junto ao caule;

    Flores: São de cor amarela e formam uma inflorescência denominada capítulo. As flores na margem do capítulo possuem uma lígulas amarela, compridas e estreitas;

    Floração: Floresce no final da Primavera.

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