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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Filodendros

Philodendron-xanadu

Plantas de folhagem decorativa, que exigem poucos cuidados e são excelentes plantas de interior.

Suas folhas diferem consideravelmente no tamanho e na forma em função das espécies. Podem ser codiformes, lanceoladas ou palmi-nérveas. Algumas têm a margem lisa; outras são muito recortadas. As folhas de algumas espécies atingem os 60 cm de comprimento. Na maioria, os filodendros são plantas trepadeiras.

Como tutorar a planta
Prenda as espécies trepadeiras de filodendro a um tutor inserido na terra do vaso quando a planta se começa a desenvolver. Use um fio de nylon ou de ráfia.
Para estimular a planta a emitir raízes aéreas para o tutor, envolva-o com uma camada de musgo de 5 em de espessura. Pulverize o musgo com água uma vez ao dia.

Propagação

Para propagar a planta, basta cortar estacas de caule no início da Primavera. As estacas devem ter um comprimento de 7,5 a 10 cm e ser cortadas abaixo de um nó. Retire as folhas de baixo e coloque várias estacas num vaso que encheu com uma mistura de 1 parte de turfa umedecida e 1 parte de perlite ou areia grossa.
Ponha um saco de plástico por cima do vaso, mantendo-o afastado da planta com uns pauzinhos, coloque dentro de casa e exponha-o a sol direto velado. Ao fim de três ou quatro semanas, as estacas devem ter enraizado. Retire o saco de plástico e regue pouco. Aplique mensalmente adubo líquido ao fim de cerca de três meses, mude cada estaca para um vaso separado e trate como plantas adultas.

Como mudar de vaso

Se as raízes tiverem enchido completamente o vaso, mude a planta para outro vaso. Encha-o com uma mistura de terra e terriço ou turfa grossa. Não faça esta operação durante o período de estado vegetativo de repouso.

Como regar e adubar
Regue de modo a umedecer toda a terra do vaso. Pare quando começar a sair água pelo orifício de drenagem do vaso. Deixe secar a camada superficial da terra do vaso antes de regar novamente. No Inverno, os filodendros atravessam um período curto de repouso vegetativo. Durante esse período regue a planta o suficiente para evitar que a terra do vaso seque completamente. No período de crescimento, adube com um adubo líquido próprio para plantas de duas em duas semanas.

Onde cultivá-los

Exponha os filodendros a sol direto, mas sempre de modo vigiado. Os filodendros não suportam durante muito tempo temperaturas inferiores a 13°C, mas dão-se bem à temperatura ambiente normal do interior da casa.

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Popularmente conhecida como Vassoura-espanhola ou Retama, a Giesta é originária das Ilhas Canárias e Mediterrâneo, possui crescimento ereto e pode variar de 1,5 m até 3 m de altura, e apesar de bela e muito ornamental esta em desuso no Brasil.

Este arbusto tem uma ramagem muito fina e delicada folhagem, porém, apesar de linda e exuberante é preciso cautela em seu cultivo, pois, a planta é tóxica e possui poderosos alcalóides (esparteína e citisina) e deve ser mantida longe de animais de estimação e crianças.

Por conta disto foi caindo no esquecimento e deixando de ser aplicada nos projetos paisagísticos.

Suas grandes inflorescência surgem nas pontas dos ramos, do final do Inverno até o Verão. A planta fica repleta de flores amarelas muito perfumadas.

Para garantir uma floração eficiente é recomendado uma adubação (NPK 04-14-08) na primavera, e para estimular novos brotos, podas de formação devem ser feitas a cada 2 anos.

É excelente para compor maciços e renques, mas até como planta isolada seu charme chama a atenção, sua propagação é através de suas sementes que surgem de pequenas vagens finas e achatadas (escuras quando maduras), que caídas ao chão germinam facilmente.

A Giesta é rústica e necessita apenas de sol pleno, solo rico em matéria orgânica e bem drenado, nestas condições se desenvolvem rapidamente sendo considerada até como planta invasora, ainda, tolera solos fracos e salinos e até períodos curtos de seca.

Esta bela espécie aprecia principalmente o clima da região sul do Brasil e das regiões serranas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Se não fosse sua toxidade esta espécie seria muito procurada para compor jardins campestres, mediterrâneos ou contemporâneos.

É uma planta xerófita onde até seus ramos apresentam função fotossintética, devido ao tamanho reduzido das flores, adaptadas para diminuir a perda de água por transpiração.

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Se você quer garantir o aspecto bonito e saudável das folhagens que estão no seu jardim, na casa de campo e em diversos outros lugares é preciso cuidar delas. A paisagem muda totalmente quando elas estão presentes, o ambiente fica mais harmonioso e aconchegante.

Os cuidados com esse tipo de planta são diferentes dos cuidados com o outro grupo. Resistente, essas folhagens se desenvolvem muito bem tanto na área interna quanto na área externa das casas, pois não são afetadas pela ação do vento, mas precisam receber a quantidade de luz solar mínima para se desenvolver.

É muito comum que as pessoas pequem pelo excesso e sempre que vão regar as folhagens exagerem na dose, de acordo com declarações de paisagistas o ideal é sentir a raiz da planta apenas úmida e nunca deixá-la seca, pois elas são como os humanos precisam de água peara sobreviver.

As folhagens demonstram que estão cheias d’água quando:
-
Folhas podres ou manchas de podridão;
- Desenvolvimento das folhagens com deficiência;
- Folhagem amarelada;
- As folhas caem mesmo quando são novas;
- Raízes apodrecidas.

O melhor horário para irrigação é pela manhã. Deve-se evitar regar a noite porque no caso de haver água em excesso ela não será evaporada e poderá causar danos como o apodrecimento das raízes da planta.

Poda
O ideal não é podar toda a folhagem, recomenda-se que somente as folhas secas e amareladas sejam retiradas do meio das outras. Não há uma frequência exata para isso acontecer, você deve ficar atento ao seu jardim e cuidar para que seja mantida a beleza das folhas.

Verifique se as folhagens não estão doentes
Bactérias, fungos, vírus, poluente, excesso de luz, produtos químicos, entre outros agentes causadores de doenças das plantas podem comprometer o bom desenvolvimento da sua folhagem, por isso, é importante ficar atento às mudanças morfológicas e fisiológicas.

Caso sua planta seja infectada de alguma forma é bom usar ficar atento para não perdê-las de vez, quanto mais você observar o desenvolvimento delas mais familiarizado ficará e prontamente notará algo que esteja fora do lugar.

Cuide bem das folhagens do seu jardim, mantenha o visual bonito e trate de prestar atenção no desenvolvimento das plantas.

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girassol

Embora seja muito comum no Brasil, o girassol não é nativo do país, tendo origem na América do Norte e Central.

Os cuidados no seu cultivo começam com um solo bem drenado e com boa estrutura. Para isso, recomendo o uso de duas partes de substrato de jardim junto com uma parte de húmus de minhoca. Também é preciso que a planta esteja em um ambiente ensolarado, devendo receber pelo menos de três 3 a quatro horas de sol por dia, já que a flor não resiste a ambientes sombreados.

A flor não exige cuidados especiais. Somente os cuidados normais com as plantas, que são regar, adubar e cuidar com amor e carinho, diz ela. No entanto, vale lembrar que, como o próprio nome da flor diz, ela não consegue sobreviver em outros tipos de luminosidade. Tanto seu nome popular, girassol, como seu nome científico, Helianthus, que significa flor do sol, indicam que é uma planta de pleno sol. A flor gira sempre buscando o sol.

As regas dependem do clima, mas o solo deve ser rico em matéria orgânica e ser mantido úmido. Se estiver fazendo um calorão, é necessário regar bastante, até duas vezes ao dia. Importante é regar bem cedo ou no final do dia, quando o sol está se pondo. Nunca regar nas horas mais quentes do dia.

A adubação pode ser feita com N-P-K 4-14-8 a cada 30 dias durante todo o ciclo da planta até a floração. Como se trata de uma planta de ciclo anual, após a floração, ela seca. Por isso, que o replantio deve ser feito anualmente. Como o girassol não pode ser podado, uma dica, se você não quer uma planta tão alta, plante os mini-girassóis.

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(Worsleya rayneri)1

Embora não seja uma orquídea, é sem dúvida uma bela e rara espécie. Apesar de ser ainda muito desconhecida, vale saber da sua existência. Se não preservamos as poucas que sobraram na natureza, em questão de tempo, só serão vistas em cultivo. E mesmo em cultivo são raras, mantê-las em coleção costuma fracassar com o apodrecimento dos bulbos ou com a desidratação devido a calor.

Durante muito tempo foi comentada como uma raridade e de lendária beleza, depois recebeu a status de espécie à beira da extinção. Atualmente tornou-se mais conhecida e documentada visualmente, principalmente pela ação da internet e dos grupos sociais visando a sua preservação, utilizam a notória beleza da espécie para sensibilizar e captar simpatias.

Essa famosa e desejada espécie de Amaryllidaceae fluminense sempre foi rara, nunca houve fartura de fornecimento, ainda hoje há grande demanda por exemplares entre os colecionadores de plantas bulbosas. Crescia originalmente nos campos rupestres e encostas rochosas nas altitude de apenas 12 montanhas graníticas da Região de Araras , próxima a Petrópolis-RJ, nos dias de hoje é abundante em apenas uma. Em porte, é a maior espécie dessa família, uma das mais belas e com uma vegetação de características altamente singulares.

Encontra-se fortemente ameaçada de extinção, seja pela intensiva coleta predatória, como também pelos sucessivos incêndios provocados pela mão do homem, estes arrasam com a vegetação nativa das altitudes dessa região. Está conservada em algumas poucas áreas de preservação, já a décadas encontra-se na lista oficial de plantas brasileiras ameaçadas de extinção.

É tradicionalmente designada de Flor-da-Imperatriz, também é chamada de Íris ou Amarílis-Azul ou ainda de Rabo-de-Galo, este é o nome mais usado ultimamente e deriva do peculiar formato das folhas. Essa é a única espécie desse gênero.

No seu habitat natural, apresenta populações mais significativas a partir dos 1.000 m de altitude, divide espaço com uma flora também endêmica, interessante e variada.

É também especialmente encontrada, próxima à quedas d’água, onde repete-se o quadro de muita umidade e movimento de ar. O clima é o típico dessas altitudes nas gigantescas pedras graníticas do RJ , há muita insolação, movimentação constante de ar e neblina noturna diária intermitente, e constante durante o passar dos dias chuvosos ou nublados. Podendo sofrer repentinas quedas de temperatura e até mesmo secas ocasionais, mas o calor nessas altitudes é inexistente.

O solo onde se desenvolve, é composto por uma mistura dos minerais resultantes do intemperismo da rocha matriz e acúmulo de material orgânico do próprio local.

A Worsleya só sobrevive em brita com uma concentração mínima de matéria orgânica, ela detesta ter raízes abafadas, precisa de intenso atiramento. Deduz-se que a obtenção de nutrientes é através da água que escorre, carreando material orgânico decomposto e sais minerais das rochas graníticas. Portanto uma adubação química, semelhante a classicamente fornecida às orquídeas, seria bastante recomendada.

Como o habitat está sujeito às fortes alternâncias metereológicas, onde extremos de variáveis ambientais ocorrem sem raridade, o ciclo de vida e morte dessa flora saxícola é acelerado, e acumula-se então alguma matéria vegetal em decomposição no ambiente.

Resumindo o quadro ambiental: vive na turfa rasa misturada a detritos variados, em cima de rocha granítica, sujeita a todas as intempéries, menos a altas temperaturas (sendo já crítico o patamar de 28°C no verão ), o frio congelante prolongado também a danifica.

A planta é bulbosa, acumula nutrientes, energia e água; como tal, é de fácil transferência por propagação vegetativa, mas apenas em locais de clima compatível. Não há muito mistério para a sua propagação, esta pode ser por dividida por touceiras, estacas (mudas) de bulbos ou por sementeira. Floresce no verão. Sua altura varia de 70 cm a 1,5 m de altura.

É muito apreciada em países, ou locais, de clima temperado, tal qual as orquídeas do gênero Sophronitis. Isso se deve ao fato do verão por lá ser ameno, o inverno rigoroso é amenizado pela calefação das estufas ou do interior das casas. O calor excessivo ou a insolação sem circulação forte de ar úmido e fresco, desidrata-as em pouco tempo.

Eithea blumenavia
No Estado do Paraná temos, em ambientação similar nas alturas da Serra do Mar, uma parente próxima da Flor da Imperatiz, é a Eithea blumenavia (foto acima), uma espécie igualmente pouco comum, porém bem menor em porte e menos vistosa. O gênero é também mono-específico e a espécie é ainda mais desconhecida que a anteriormente aqui comentada.

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Psychotria Elata

A natureza surpreende-nos mais uma vez . Da família das Rubiaceae, a Psychotria Elata é comumente conhecida como a flor do beijo, devido ao seu curioso aspecto que apresentam as brácteas quando estão em desenvolvimento e que, mais tarde, formarão uma coroa para proteger as suas flores: parecem um par de lábios pintados com cores muito atraentes e vistosas imediatamente antes de darem um beijo.

É uma planta que surge em estado selvagem, nas áreas de selva da Colômbia, Equador, Costa Rica e Panamá de bastante pluviosidade, desde o nível do mar até quase 2.000 m de altitude.

Só é encontrada ao pé de árvores das florestas tropicais e nas margens de riachos e pequenos sulcos de água. No entanto, na Colômbia, de onde é originária, está ameaçada pelo desmatamento do seu habitat.

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Planta bianual e de folha larga e longa, trata-se de um arbusto ou árvore de pequeno porte que pode medir até 8 m. A forma atraente dos lábios, que muitos pensam ser a flor, são, na realidade, o seu par de brácteas grandes de um vermelho intenso que protegerão as suas pequenas flores brancas.

A Psychotria Elata raramente é comercializada, já que se trata de uma planta nativa da Colômbia e, como mencionado acima, está atualmente ameaçada pelo desmatamento do seu habitat natural. Ainda assim, é muito curioso que a natureza nos delicie com estas incríveis formas e nos permita, ainda que à distância, desfrutarmos a sua peculiar beleza.

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Lantana

Gênero com cerca de 530 espécies de plantas perenes, incluindo plantas herbáceas e arbustos, que chegam a atingir 2 m de altura.

As flores da lantana podem ser encontradas em praticamente todo o mundo, em grande diversidade de cores. Porém, são originárias da África e América do Sul e Central.

Utilizadas como plantas ornamentais, podem ser usadas como cercas vivas, contorno de grandes espaços ou, até mesmo, em vasos, desde que estes tenham uma boa quantidade de terra enriquecida com composto orgânico. Outra boa opção de uso é na formação de maciços e bordaduras.

Estas plantas perenes tem folhas muito pilosas e seus ramos flexíveis podem ser eretos ou semi-pendentes. As inflorescências são compostas por numerosas flores, formando minibuquês das mais variadas cores, como: laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco. É comum observar, na mesma inflorescência, flores com colorações diferentes, pois existem algumas variedades em que elas mudam de coloração conforme a idade.

Florescem quase o ano inteiro e suas flores são muito ricas em néctar. São polinizadas por beija-flores, borboletas, abelhas e coleópteros. São elas que atraem a maior variedade de espécies de borboletas, porém os beija-flores costumam espantá-las. Esses pássaros evitam fazer visitas para as lantanas, se no jardim existirem outras flores que possam produzir néctar de melhor qualidade ou em volume mais apropriado para suprir suas necessidades.

Outros pássaros se alimentam de seus frutos e, assim, ajudam na disseminação das sementes.

Para cultivar esta planta precisamos de solos com bastante água, porém não encharcados. É também necessário pleno sol, solo fértil enriquecido com composto orgânico e regas periódicas.

Tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Também é considerada planta tóxica e sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico. Tolerante ao frio e a podas, multiplica-se por estacas e sementes.

Pela rusticidade e delicadeza do conjunto, dizem que esta planta representa perseverança e harmonia.

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Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul – é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

O lírio-do-amazonas é uma planta com boas dimensões. Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até 6 cm de diâmetro. As folhas são grandes (podem chegar a 40 cm de comprimento) e as flores – brancas e perfumadas – surgem em racemos de 3 a 6 unidades. Cada flor mede em torno de 10 cm de diâmetro com as 6 pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

A planta vai bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão.

Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.

No plantio, coloque os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, pressione o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem. Se o plantio for feito em vasos (com pelo menos 20 cm de diâmetro), dá para plantar de 3 a 4 bulbos.

Evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

peixes

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O Bambu-mossô é um bambu que não cresce em grandes grupos, ao contrário da maioria das espécies de bambu. Se plantado no solo, ele pode gerar outras plantas ao seu redor, mas distantes da planta-mãe. Ele pode crescer de 8 a 14 m de altura. Não floresce em nossas condições climáticas

O uso desse bambu tem se ampliado muito no Brasil, tanto em ambientes externos quanto em ambientes internos, sendo utilizados principalmente em escritórios e residências.

O tronco do bambu-mossô é o seu grande atrativo, pois ele é geralmente modelado e entortado, para que fique com um aspecto mais interessante.

O Bambu-mossô cresce nos mais diversos climas, e tolera muito bem geadas. É uma planta que precisa de muita luz, devendo preferencialmente ser plantadas sob sol pleno. Porém, ele tolera alguns ambientes internos, devendo ele ser muito bem iluminado.

Sendo uma planta de arquitetura interessante, é cultivado geralmente em grupos, formando conjuntos ou renques ao longo de paredes, muros e cercas, em terreno fértil, e bem drenado.

Não são necessárias regas muito freqüentes, podendo elas serem semanais. No caso do plantio em vasos, as regas podem precisar ser mais freqüentes.

É cultivado também para a obtenção de broto-de-bambú, que é utilizado como alimento ne China e Japão.

Pode ser multiplicada pela divisão dos rizomas, quando há a formação de novos brotos. Mas devemos nos lembrar que isso somente ocorre quando são plantados no solo. A reprodução por sementes é rara, pois o florescimento é raro e só ocorre em locais específicos.

janela e castelo

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Família: Solanaceae

A borboletinha é uma planta herbácea florífera e anual, que se destaca por suas graciosas e exóticas flores que lembram borboletas ou orquídeas.

Ela é originária de vales de montanhas costeiras no Chile, onde cresce sob baixas e médias altitudes (de 0 a 2000 m), em condições de pouca umidade e clima agradável.

As folhas são de cor verde clara, recortadas, hirsutas e lembram folhas de samambaias. O florescimento ocorre na Pimavera. As flores são pequenas, com pétalas recortadas e com marcas e pintas de cores distintas principalmente nas três pétalas superiores.

De acordo com a cultivar podem ser de cor sólida ou em degradées de branco, rosa, vermelho, salmão, lilás e com marcações que variam do amarelo claro ao laranja com pintas de cor vinho e até mesmo negras.

Há variedades anãs, bastante compactas, que se cobrem totalmente de flores, ideais para uso no jardim ou em vasos, e variedades mais altas, com caules mais fortes, mais adequadas para a produção de flores de corte.

O ideal é cultivá-la em canteiros preparados, na forma de bordaduras, maciços ou em conjunto com outras flores anuais como lobélias, amores-perfeitos ou petúnias.

Também é interessante seu uso em jardineiras e vasos, onde se adapta perfeitamente. Desta forma, presta-se também para adornar temporariamente interiores bem iluminados. Suas flores cortadas são muito duráveis, assim pode-se confeccionar belos arranjos florais e buquês com esta estonteante flor.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo humoso, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera encharcamento por tempo prolongado, desta forma, plante nas partes mais secas do jardim ou em canteiros elevados. Aprecia o clima ameno. Suscetível à pulgões e míldio.

O pinçamento ou beliscamento das plantas jovens estimula o crescimento mais compacto da espécie. Multiplica-se facilmente por sementes postas a germinar no outono ou inverno. Ao transplantar as mudas respeitar espaçamento de 25 cm entre plantas.

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