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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

banana-de-macaco

Considerada uma bela planta, a banana-de-macaco, costela-de-adão ou deliciosa, nomes pelos quais é popularmente conhecida, já teve seu tempo de glória. Na Era Vitoriana foi um complemento indispensável no paisagismo de interiores.

Entretanto, quando foi coletada pela primeira vez, no México, em 1832, e enviada a Munique, não despertou grande interesse dos paisagistas. Só dez anos mais tarde outras mudas foram levadas novamente para a Europa e, dessa feita, começo-se a cultivar monsteras, que rapidamente se tornaram um dos maiores sucessos da horticultura. Não é para menos, até seu nome científico, Monstera deliciosa, demonstra a qualidade da planta.

Pertencente à família das aráceas, a banana-de-macaco é uma trepadeira de caules vigorosos, que alcança até 6 metros de comprimento. Apresenta longas raízes aéreas que, quando não encontram apoio apropriado para subir, tornam a planta rasteira.

As folhas, verde-escuras-brilhantes, chegam a quase um metro. São ovaladas ou em forma de coração, e tem textura de couro.

Uma característica do gênero é a diferença nítida entre as folhas jovens e adultas. Quando novas são inteiras, mas a medida que vão envelhecendo, começaram a desenvolver profundos orifícios e recortes nas bordas. Esse processo é conhecido pelo nome técnico de fenestração.

As flores, desprovidas de sépalas e de pétalas, são hermafroditas. Agrupam-se ao longo de uma espádice com cerca de 20 centímetros de comprimento, envolvida por uma espata grande, de cor branca, em forma de canoa, que se abre largamente após o florescimento e depois cai.

O fruto propriamente dito é um tipo de baga suculenta, de sabor semelhante a uma combinação de abacaxi com banana, bastante interessante. Costuma surgir após a polinização, quando o espádice se alarga, formando uma espiga carnosa com frutinhos que se aderem a ela.

Esta infrutescência (nome correto desses tipos de fruto e o do abacaxi) tem coloração que vai do verde ao creme quando completamente maduros. Aliás, este processo pode levar de 8 semanas até 15 meses para ocorrer.

Conhecidos como “piñanona” no México, podem ser consumidos ao natural, em saladas, ou sob forma de sorvetes e geléias.

Às vezes são empregados, com sucesso, na produção de sucos ou como complemento de bebidas alcoólicas, inclusive com registros de terem sido usadas até mesmo na aromatização do champagne, na Europa.

Mas muito cuidado, os frutos da monstera não devem ser consumidos antes de atingirem a completa maturação. Isso por que produzem um feixe de formações cristalinas de oxalato de cálcio, parecidas com agulhas muito finas, que podem perfurar a mucosa causando uma intensa sensação de ardor na boca. Esses cristais, presentes de um modo geral nas aráceas, são chamados de ráfides e formam uma espécie de barreira mecânica para proteger as sementes em desenvolvimento. Após o amadurecimento, no entanto, essa barreira deixa de existir e os frutos podem ser consumidos sem maiores cuidados.

A monstera é uma planta muito resistente e ornamental e essa rusticidade permite o cultivo em qualquer jardim. Mas se você gosta de experimentar sabores diferentes, aproveite, quando o fruto começa a escurecer e ase tornar mais flexível ao toque, retire-o da planta, corte-o ao meio e prove as sementinhas revestidas de couro, com certeza vai virar fã.

Se você quer cultivar, aí vai algumas dicas:
Luminosidade: desenvolve-se melhor com luz indireta forte e abundante, ou seja, meia-sombra>

Clima: para a produção de frutos, exige temperaturas amenas e lugares quentes e úmidos. Se plantadas em vasos, dentro de casa, dificilmente frutificarão.

Regas: devem ser diárias na Primavera e no Verão, e cerca de 2 ou 3 vezes por semana no Outono e no Inverno. Caso note que as pontas das folhas estão começando a amarelar, ajuste a frequencia das regas, pois poderá estar ocorrendo falta ou excesso de água.

Solo: um substrato ideal para o plantio da banana-de-macaco seria uma mistura de 3 partes de terra preta, duas partes de esterco de gado bem curtido e areia grossa suficiente para tornar a mistura bem soltinha e porosa.

Propagação: pode ser feita por meio de estacas do ramo principal, com aproximadamente 20 centímetros de comprimento, que contenham duas gemas e algumas raízes. Ou ainda por estacas de ponteiros com pelo menos 2 folhinhas.

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Pleomele

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O encanto e o colorido das flores é o que geralmente desvia a atenção para uma planta. Contudo, no caso da pleomele (Pleomele reflexa), é a exuberância e a vivacidade de suas folhas que exercem atração.
Tipicamente tropical, também é conhecida como dracena-malaia e pau-d’água. A folhagem bastante ornamental aparece na tonalidade verde e na versão variegada, cujas folhas apresentam duas faixas amareladas com centro verde.
Ela possui três colorações diferentes: Pode ser vista nas cores verde-escura; verde e amarela na forma variegada; e verde-escura e verde-clara na variedade áurea, também conhecida como pleomele-limão.
Pode-se afirmar ainda que as folhas dessa espécie – proveniente de Madagascar, Índia e Ilha Maurício e pertencente ao grupo de arbustos semilenhosos – são coriáceas, laminares e onduladas, formando uma roseta.

A pleomele apresenta inflorescências (conjunto de flores) brancas em forma de cachos, que se abrem de uma a duas vezes ao ano durante cerca de 40 dias. Por serem pequenas, elas têm importância secundária, sendo pouco ornamentais. Além disso, aparecem quando o exemplar está no estágio adulto.
Quanto a características de seu desenvolvimento, ambos profissionais atentam para a sensibilidade em relação ao frio, não suportando baixas temperaturas. Outra particularidade é o crescimento lento, o que não impede, no entanto, que atinja de 2 a 3 m de altura na fase adulta. “Quando bem cuidada, pode alcançar mais de 4 m.

Versátil, a pleomele pode ser cultivada em vasos ou em canteiros, compondo exuberantes maciços no jardim. É uma espécie com muitas utilidades dentro do paisagismo. Pode ser implantada próxima a muros; isoladamente, como destaque; ou até mesmo disposta em ambientes internos como escritórios, jardins de inverno, entre outros, desde que esses lugares sejam bem iluminados e arejados.

Condições ideais
Para obter as condições propícias para seu bom desenvolvimento, é preciso um solo fértil, de preferência areno-argiloso, e bem drenado, além de irrigações intervaladas. Não necessita de muitas regas, mas não tolera a falta. É preciso equilíbrio no fornecimento de água. A drenagem do terreno também é muito importante, pois em locais encharcados provavelmente os exemplares apodrecerão devido à falta de oxigênio nas raízes. Aconselha-se que a irrigação seja feita três vezes por semana.
Em relação à luminosidade, a pleomele deve ser mantida a pleno sol, mas é tolerante a ambientes com pouca incidência solar. Vale ressaltar que isso não significa um local sem luminosidade alguma. Para descobrir se está bem adaptada, basta observar suas folhas, pois, em geral, elas costumam se desprender do tronco quando há falta ou mesmo excesso de luz, água e adubo.
O produtor aconselha que podas constantes sejam feitas até a planta atingir a fase adulta. Já para prover os nutrientes necessários, o engenheiro agrônomo e paisagista aconselha o uso de NPK na proporção 4-14-8, matéria orgânica e calcário, sendo que as quantidades podem variar de acordo com o tamanho do exemplar. De forma geral, Diegues indica a aplicação de NPK 10-10-10 a cada seis meses.

Cuidados e vantagens
Descuidos com a manutenção podem causar sérios problemas, como a infestação por pragas e doenças, comprometendo a saúde da pleomele, que pode ficar com aspecto feio, consequentemente interferindo na beleza do jardim.
As pragas que comumente atacam-na são cochonilhas, pulgões e lagartas, além de fungos. Nesses casos, o tratamento é simples. Basta utilizar produtos específicos, aplicando-os em pulverizações preventivas ou combativas.
Ele ainda diz que, quando bem cuidada, isenta de pragas e doenças e nas condições favoráveis de desenvolvimento, multiplica-se facilmente por meio da estaquia, que pode ser realizada domesticamente.
Uma curiosidade da espécie é a grande flexibilidade de seus galhos, que são usados em arranjos florais, seja em vasos ou em buquês. Devido a isso, é possível criar diferentes formatos, compondo belos arranjos.

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Caliandra

Nome Científico: Calliandra selloi, Calliandra brevipes, etc (o segundo nome científico se refere a cor das flores ou de sua ausência))

Calliandra ou esponjinha é um arbusto de pequeno porte, muito ornamental que conqiusta crianças e adultos com sua floração em forma de um pom-pom.

É originária do Brasil, nativa do sudoeste do Brasil, Uruguai e norte da Argentina, conhecida popularmente pelos nomes de quebra-foice, esponjinha e em algumas regiões como peteca.

Esta planta possui mais de 120 espécies de cores variadas que vão do rosa ao vermelho, amarelo e até branca, possui folhas delicadas de tons verde claro brilhante, tronco cinza claro, que curiosamente com o passar do tempo se torna mais escuro, quase negro, o que lhe dá muito status para a prática do bonsai.

Suas flores são mais comuns nas cores rosa e vermelho, porém ao encontrada calliandras brancas e mais dificilmente na cor amarela, de susa flores surgem frutos característicos das leguminosas que se partem quando maduros e espalham suas sementes.

Fazendo sua multiplicação por estaquias, se consegue um efeito melhor para a prática do bonsai.

Quando são cultivadas em climas temperados é possível mantê-las dento de casa, o que propicia a técnica do bonsai, aliás, por sua bela ornamentação é muito procurada para esta finalidade.

Basta mantê-la em local bem ventilado e com boa luminosidade, mantendo o solo frequentemente úmido e colocá-la longe de fontes de calor, que terás uma bela ornamentação em sua casa.

Sua adubação é fácil, fertilizantes próprios para bonsai, de preferência líquido devem ser aplicados a cada duas semanas seguindo a recomendação do fabricante, principalmente do início da Primavera até o final do Outono, diminuindo a aplicação durante o Inverno, geralmente este tipo de fertilizante propicia uma ótima floração devido a quantidade de fósforo na sua formulação.

Se você notar que as folhas de sua esponjinha, estão se fechando durante o dia, pode ser indicação de falta de água, o normal é só se fecharem à noite.

Para quem tem a oportunidade de cultivar a esponjinha em jardins já notou o fato desta espécie atrair tantos polinizadores, como abelhas, borboletas e em especial beija-flor, realmente é maravilhoso ter esta harmonia em casa.

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catinga-de-mulata

As folhas desta espécie são finas, longas e ovais, originária dos Bálcãs, ela chama a atenção dos brasileiros pelo curioso nome popular de catinga-de-mulata.

Este pequeno arbusto também é conhecido popularmente como atanásia, erva-de-são-marcos, tanaceto, erva-lombrigueira, palma, tasneira, entre outras.

Seu caule reto pode chegar até 1m de altura, prefere climas temperados, é facilmente encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul, pertence a família das asteraceae, a mesma da camomila.

Sua floração acontece durante o Verão, com inúmeras flores pequenas de cor amarelo dourado, suas folhas são de tom verde bem escuros, apinhadas com inúmeros folíolos profundamente dentados e possui um odor forte, que vem a lembrar o limão misturado com a cânfora.

Normalmente é encontrada em terrenos baldios, na beira de estradas e mesmo se tratando de uma bela espécie, geralmente, só é utilizada no paisagismo no intuito de afugentar insetos voadores, devido seu forte odor ou em jardins de ervas aromáticas.

Por se tratar de planta com propriedades medicinais, o chá de suas flores e folhas é muito usado para combater principalmente vermes, também em problemas menstruais, no tratamento da gota, gases, problemas de rins, flatulência, é estimulante das víceras e, topicamente, tem sido utilizada contra escabiose.

Embora esta planta seja usada para fins medicinais é preciso muita atenção na sua manipulação, particularmente se tivesse que definí-la em duas palavras, seria: bela e perigosa.

Seus princípios ativos são o ácido tanásico e a tanacetona, que são tóxicos e o seu uso excessivo pode causar intoxicação, vômitos e convulsões, o excesso do seu consumo provoca congestão nos órgãos abdominais, com lesões renais e nervosas, inflamação dos órgãos sexuais e nutricionais, ainda provoca ação vasodilatadora em gestantes, portanto é abortiva.

Fazer o uso de forma indiscriminada desta espécie, confiando apenas em ditos populares e receitas caseiras, passadas de geração em geração sem qualquer tipo de controle, pode causar mais males à saúde do que benefícios, por isso é preciso muito cuidado e atenção ao ministrar suas doses, principalmente para crianças.

Família: Asteraceae
Clima:temperado. É sensível a seca
Solo: arenoso
Flores:
agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanadoFloração:no Verão
Porte:
de 60 à 90 cm
Dificuldade de Cultivo:
nenhuma

Curiosidades: possuí várias propriedades medicinais porém ficou muito conhecida por combater parasitas como os oxiuros, tênia e àscaris. Existem relatos que os antigos gregos e romanos a utilizavam em cerimônias fúnebres, como símbolo da imortalidade.

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Hemerocállis

Hemerocallis

O Hemerocalis é também conhecido como lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia e lírio-amarelo. O gênero hemerocallis pertence à família Hemerocallidaceae e é um dos mais importantes entre os gêneros de herbáceas perenes ornamentais, nativo da Ásia, Japão, Sibéria, China e Eurásia.
Seu nome origina-se do grego hemero=dia e kallos=beleza, referindo-se a uma de suas importantes características: cada flor dura apenas um dia. Esta característica traz a vantagem de evitar que a florada seja prejudicada por ventos ou tempestades, pois na manhã seguinte novos botões se abrem.

A espécie é fácil de cultivar, perene, e exige pouco cuidado. A adaptação é rápida a uma grande variedade de condições. A planta, muito apreciada em todo o Brasil é conhecido também por ser a flor predileta nos Estados Unidos, onde é bastante cultivada em jardins.

A espécie e rústica e se desenvolve praticamente sozinha no jardim
Dois motivos fazem do hemerocális (hemerocallis flava) uma das espécies preferidas para o paisagismo, principalmente o de grandes áreas. O primeiro é a beleza de suas flores, que brotam no alto de hastes firmes e longas e se destacam no jardim. O segundo é sua rusticidade.

Cultivado em clima tropical ou subtropical, o hemerocális enraíza rapidamente e, a partir daí, dispensa cuidados para se desenvolver plenamente. Além disso, um intenso trabalho de melhoramento genético realizado desde a década de 60 gerou híbridos com flores das mais variadas cores, formas e tamanhos.

A maior delas chega a ter 16,5 cm de diâmetro. Com isso, existem centenas de opções de hemerocális para o cultivo em vasos, canteiros, conjuntos isolados ou bordando caminhos no jardim. O hemerocális se multiplica facilmente através de touceiras e pode ser plantado o ano todo. Mas o ideal é começar cultivá-lo no início do Outono. Assim, já na Primavera ele começará a florir pela primeira vez.

Para cultivar a espécie, o solo deve ser preparado no mesmo dia do plantio com 100g de esterco bem curtido de galinha e 150 g de casca de arroz, por m. Se o terreno for argiloso, vale a pena acrescentar à mistura 250 g de areia de construção (duas partes de areia por cinco de terra). Para mudas de hemerocális pequenas (com porte de 20 cm de altura), faça covas de 10 a 15 cm de profundidade. Já para híbridos maiores, as covas devem ter cerca de 40 cm. Depois forre o solo com casca de pinus, palha ou serragem para manter o solo úmido e evitar o aparecimento de ervas daninhas.

Na primeira semana após o plantio, molhe as mudas diariamente para ajudá-las a se enraizar. Após esse período, as regas podem ser semanais até a chegada da primavera, quando as flores começam a brotar.

Daí, até o Verão aumente o regime de regas para, pelo menos, duas vezes por semana. Isso ajuda a prolongar a florada. No começo do Outono, quando as flores pararem de brotar, pode as folhas que estejam barrando a chegada da luz do sol à coroa da flor.

Aproveite e faça uma adubação com composto orgânico, humus e esterco bem curtido de gado. Com esses cuidados, a beleza do hemerocális será destaque durante anos no jardim.

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Streptocarus saxorum

O fato de florir praticamente o ano todo – com exceção do Inverno – já seria motivo suficiente para ter um vaso de falsa-violeta-africana decorando varandas e outros locais à meia sombra.

Mas a herbácea também é exótica. Suas folhas ovais e carnosas surgem aglomeradas em ramos de até 80 cm de comprimento. Já as inflorescências, são compostas por poucas flores roxas que parecem flutuar próximo à planta devido a seus pedúnculos finos e longos, com até 15 cm de comprimento.
Outra característica nobre é que a herbácea atrai beija-flores.

Perene e nativa da África, a falsa-violeta-africana é típica de clima subtropical, mas tolera regiões um pouco mais quentes, como as com clima tropical de altitude.

Nome científico: Streptocarus saxorum
Luz: maia sombra
Substrato: rico em matéria orgânica
Regas: duas a três vezes por semana
Reprodução: por estaquia
Dica: faça uma poda de renovação no Inverno.

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flor de palha

A Flor-de-palha (Xerochrysum bracteatum) é uma herbácea de origem australiana e já foi muito popular no Sul do Brasil por descendentes alemãs. Por causa disso, é também conhecida como  strohblume, termo alemão que significa “flor de palha”.

De crescimento rápido e fácil de cuidar, esta espécie conquistou muitos admiradores. Pode chegar a até 1,2 m de altura, sendo que já existem variedades anãs com, no máximo 30 cm de altura.

Durante a Primavera, suas flores surgem em grande quantidade. São envolvidas por brácteas que dão um interessante aspecto de flor seca. Diversas cores estão disponíveis no mercado: desde a tradicional amarela até rosas, vermelhas, laranjas, bicolores e até esbranquiçadas, todas muito duráveis e usadas como flor de corte e arranjos.

A flor-de-palha aprecia sol pleno, rico em matéria orgânica e bem drenado. É ideal para formar maciços em jardins. Já as variedades anãs podem ser cultivadas em vasos e floreiras. Ambas se adaptam bem em todo o Brasil.

Sua característica é o colorido e a rusticidade são as suas principais qualidades, devem ser plantadas em solo rico em matéria orgânica. É uma planta que se adapta bem a todos os climas, a sol pleno. A irrigação deve ser periódica e adubado mensalmente, de preferência com adubos orgânicos.

Sua propagação é feita por sementes.

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Azalea-rhododendron_yedoense

Entre as tantas espécies de azaléias, as originárias da Coréia (azaléia-coreana) se destacam pela floração intensa, que ocupa quase a totalidade do arbusto e deixa poucas folhas à mostra. Nas cores lilás-arroxeado e rosa, as flores aparecem no inverno e seguem até a primavera. Aceitam poda e preferem clima frio.

Solo: Por ser um arbusto rústico, a azaléia adapta-se bem a qualquer tipo de solo, porém, para produza uma florada exuberante, o ideal é cultivá-la usando a seguinte mistura de solo:
· 2 partes de terra comum de jardim
· 1 parte de areia
· 1 parte de composto orgânico

Luminosidade e regas: As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.

Adubação: Floradas pouco exuberantes ou brotos que não crescem é sinal que falta nutrientes para a azaléia. Adube uma vez por mês com a seguinte mistura:
· 1 parte de farinha de ossos
· 1 parte de torta de mamona
Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK). Ou seja, escolha um NPK onde o P seja maior que o N e o K. Ex: um NPK de fórmula 4-12-4.

Podas: Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Para aumentar a próxima floração, elimine as pontas de todos os galhos que floresceram este ano.

Controlando problemas
Galhas
– folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”. Controle: Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.

Oídio – A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente. Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros – Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta. Controle: Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose – Toda a folhagem pode tornar-se amarela. Controle: Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

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Calathea Crocata

Nome científico: Calathea crocata
Nome popular: Galatea
Família: Marantaceae (Marantaceae)
Origem: Brasil
Altura: 50-100 cm

A Galatea gosta de ambientes quentes e úmidos. Não tolera o frio ou ambientes secos, nem sol forte direto.

Rega
Manter a terra úmida mas não encharcada no Verão. Diminuir a rega no Inverno.

Outros cuidados
Três princípios definem o cultivo desta planta: calor, umidade e sombra.
Evitar mudanças de localização, correntes de ar e oscilações bruscas de temperatura.
Transplantar na Primavera de 3 em 3 anos e fertilizar durante o Verão com fertilizante suave.

Folhas superiores verde oblonga ou ovado-elíptica escuro, enquanto o fundo é vermelho Bordeaux.
É a única espécie do gênero que é cultivada por suas flores, folhas e outros são tão decorativos.

Suas flores têm a corola e brilhante brácteas laranja. A floração vai da Primavera ao Verão.

Aprecia temperaturas quentes, mas no Inverno suporta temperaturas de 15 a 18 º C.
Correntes de ar no Inverno pode matá-la, pois não suportam temperaturas abaixo dos 15ºC. Deve-se evitar mudanças bruscas de temperatura.

Vasos – Cresce melhor em vasos mais largos que longos.

Irrigação – O substrato sempre deve estar úmido mas não encharcado. Rega a cada 2 ou 3 dias no verão, a cada 5 dias no inverno.

Fertilize a cada duas semanas na Primavera e Verão em doses pequenas.

Pragas -
Ácaros (especialmente em ambientes secos) e cochonilha.

Problemas
Se as folhas ficarem secas, por talvez estarem expostas ao sol, levá-la para um local com sombra.
Se as bordas das folhas ficarem amareladas, a irrigação é insuficiente.

Transplante
Deve ser transplantada a cada ano, na Primavera, para um vaso maior apenas se as raízes encherem o pote inteiro.

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Calathea Orbifolia

Calathea é um gênero botânico pertencente à família Marantaceae.

Existem aproximadamente 25 espécies. Plantas herbáceas e vivazes, nativas da América tropical, muitas subespécies são populares como plantas ornamentais de interiores.

A Calathea é também chamada de planta de sombra, porque cresce na América do Sul nas florestas tropicais, com vegetação abundante.

Cuidados:
Ambientes internos e externos
Pouca luz, gosta de sombra.
Solo úmido (não devendo secar, nem encharcar).

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