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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

A Avenca é uma planta ornamental, que faz parte do grupo das pteridófitas, herbáceas perenes como as samambaias e as selaginelas, com rizomas e folhagem delicada, de 30 a 40 cm de altura. Elas são muito utilizadas na decoração de ambientes internos ou em jardineiras, suavizando os ambientes onde são colocadas, devido à folhagem com formatos e disposição bastante interessante. Algumas variedades são variegadas (manchadas).
Estes tipos de plantas não produzem flores, sementes, nem frutos.

Exigem cuidados constantes, pois, muito suscetível, sente-se agredida pela mais leve mudança no ambiente. Todas as espécies possuem folhagem delicada, com muitos folíolos que pendem de caules finos, eretos, rijos e de cor marrom-escuro.

Desenvolvem-se em regiões terrestres e locais úmidos, algumas espécies habitam em água doce, mas não há nenhuma espécie marinha.

Em geral, crescem melhor em ambientes com temperaturas médias a altas, e precisam de alta umidade relativa do ar. Geralmente são cultivadas em vasos, e se adaptam melhor a ambientes de média a alta luminosidade, de preferência com luz indireta (sem sol direto). As avencas toleram baixas luminosidades. A planta não tolera bem baixas temperaturas. Podemos aumentar a umidade do ar colocando um prato com cascalho úmido sob a planta.

Mantenha a terra úmida, mas não encharcada. Nos meses mais frios, deixe o solo secar levemente antes de regar novamente. É importante que o substrato (terra) possua uma boa drenagem.

Recebendo tratamento adequado, ele estará em constante brotação, lançando novas folhagens que nascem enroladas como pequeninas bolas verdes e vão se soltando à medida que o caule se desenvolve.
O segredo para o cultivo da avenca reside em fornecer-lhe calor, muita umidade atmosférica e fora do vento direto, caso contrário a planta fenecerá.

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Dentre as mais interessantes variedade encontramos a Scutum roseum, que apresenta brotos avermelhados que se tornam verde-escuros.

Adiantum Wrightii

A Wrightii, menor, é rosada ao nascer e se torna verde quando adulta.

Conheça agora, alguns de seus segredos.
Algumas variedades são usadas até na medicina popular como calmante para a tosse ou problemas no couro cabeludo. Mas é principalmente como planta ornamental que as avencas são admiradas.

O nome científico, Adiantum, deriva do grego ‘adiantos’ que significa ‘que não se molha’, pois as gotas de chuva deslizam sobre as folhas da avenca, sem molhá-las. O gênero Adiantum reúne muitas espécies e variedades. Dentre as avencas mais conhecidas e cultivadas, destacamos:

Adiantum capillus veneris2
· Cabelo-de-vênus (Adiantum capillusveneris)

Adiantum microphyllum
· Cabelo-de-anjo (Adiantum microphyla)

Adiantum macrophyllum
· Avencão (Adiantum macrophylla)

Adiantum radianum
· Avenca suíça (Adiantum radianum)

Cuidados na Compra
-
Escolha exemplares que estejam plantados em compostos bem úmidos e rejeite os que possuírem algum ramo ressecado.
- Evite plantas expostas ao ar livre.

Plantando Avenca na Primavera e verão
Plante ou replante a avenca nos meses de primavera, num bom composto orgânico formado por duas partes de terra, uma parte de calcário, uma de areia, outra de carvão vegetal granulado e um pouco de fertilizante de boa qualidade.
Coloque a planta em local semi-sombreado para que os raios solares não a atinjam diretamente. Verifique se a temperatura não está muito alta, pois as avencas detestam o calor excessivo. Quando isso acontecer, proteja o vaso, borrifando bastante água a seu redor para aumentar a umidade atmosférica no ambiente. Além disso, coloque o vaso sobre um prato contendo seixos molhados.
Regue com regularidade, nos meses de calor, apenas para manter o composto bem úmido, tendo o cuidado de não encharcá-lo. Em pleno verão, molhe duas vezes por semana.
Adube a cada quinze dias, com fertilizante líquido (você pode misturá-lo à água das regas), durante toda a primavera e o verão.

Plantando Avenca no Outono e inverno
Não exponha suas avencas a temperaturas inferiores a 13°C, senão sua folhagem desaparecerá e ela poderá morrer. O mesmo acontece quando a planta recebe correntes de ar frio.
Se os ramos escurecerem e começarem a murchar depois do inverno, corte-os com uma tesoura pontuda e afiada, bem rente à terra.
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As primeiras flores surgiram a milhões de anos, naquele período insetos primitivos como o besouro, por exemplo, comiam e danificavam os óvulos, gerando sucessivas pressões seletivas sobre as flores levando ao desenvolvimento do ovário da planta, que ao mesmo tempo protege os gametas e não impede que ocorra a fertilização.

Há muitos tipos de flores algumas se reproduzem de mudas e outras através de sementes. Algumas flores são perenes o que significa que não devem ser replantadas a cada ano e as demais tem que ser replantadas a cada ano.

A melhor maneira de um iniciante cultivar flores é através de sementes. Prepara-se o solo, planta-se as sementes, rega-se de acordo com as especificações de cada flor e é só aguardar a florada! Flores que se reproduzem de sementes são: amor-perfeito, dahlia, petunia e sempre viva dentre tantas outras.

As rosas são talvez as flores mais comuns que crescem de mudas. Apenas corte uma muda de uma roseira, replante e em alguns meses ela terá crescido. As rosas tem uma beleza impar e como todos sabemos estão presentes em todas as ocasiões importantes. Um vaso de rosas torna qualquer ambiente elegante e iluminado. Para aqueles que não tem muito espaço um vasinho de violeta africana dá o toque de beleza e leveza sem ocupar muito espaço.

Não podemos esquecer ao presentear alguém com flores de que estas podem causar alergias. É sempre bom confirmar antes se o recipiente não é alérgico.

Flores do campo ou as tradicionais rosas, cravos e margaridas são sempre um símbolo de afeto, amizade e um presente delicado que será sempre lembrado.

Os vários tipos de margarida
O termo margarida na verdade é usado para uma grande variedade de plantas, há mais de 20.000 espécies de margaridas, que também podem ser chamadas de bem-me-quer, malmequer, bonina, etc. São flores em formato de estrela, muitos tipos de alfaces e os girassóis não são considerados margaridas, mas compartilham muitas características em comum.

Quando a maioria das pessoas pensa em margaridas, imediatamente pensam em uma única flor, mas na verdade as margaridas além de serem muito antigas, remontando a mais de 50 milhões de anos e constituem mais de 10% das flores do mundo. Até mesmo a equinácea e a arnica e muitas plantas comestíveis com as alcachofras e as endivas são da família das margaridas.

Os crisântemos são também confundidos com as margaridas. E muitos crisântemos são muito semelhantes às margaridas, com seu centro amarelo e as pétalas brancas. Outros tipos, no entanto tem cores decorativas, do rosa ao roxo ou vermelho. Na Ásia o Chrysanthemum coronarium, é um grão com flores muito parecidas à margarida, mas as suas pétalas e centro são amarelos.

A margarida Africana tem pétalas púrpura brilhantes que se enrolam nas extremidades, e uma coleção de azuis, com pontos amarelos no centro.

As margaridas se apresentam em muitas cores e tamanhos, do marrom ao branco e podem ser encontradas em todos os climas do planeta. São fáceis de cultivar e se espalham muito facilmente, mesmo nos solos mais secos.

Os vários tipos de vasos
Vasos que decoram varandas e sacadas das janelas têm muitas funções e variedades. Vasos não somente acomodam as plantas, mas também conferem estilo, elegância, beleza.

A sua função é permitir que tenhamos flores e plantas em locais onde não há terra e até um certo ponto permitem a mobilidade da planta. Aquela planta que fica num canto pouco iluminado da casa pode ser levada ao sol por algumas horas, ou pode ser regada pela chuva. Até mesmo pequenas árvores podem ser colocadas em vasos.

Vasos de flores, não são usados simplesmente para a mobilidade da planta, eles propiciam o uso, em apartamentos e coberturas, de uma variedade quase infinita de flores e plantas, tornando os ambientes mais iluminados, conferindo estilo e elegância.

Os vasos de barro são sem dúvida os mais tradicionais. Eles podem ser encontrados em vários tamanhos e formatos e são acompanhados de uma base para proteger evitar derramamento de água. Podemos também usar uma variedade quase infinita de potes, vasos, do xaxim ao vidro, tudo vale para obter o resultado desejado.

Use vasos para os canteiros das janelas e varandas, plante a sua flor favorita, um canteiro de temperos, tomates, uvas, o que a sua imaginação decidir.

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heliconias

As helicônias, dependendo da espécie, podem ser cultivadas desde a pleno sol até em locais sombreados. Deve-se das preferência por espécies de cultivo a pleno sol, por exigirem um menor investimento. Todas as espécies citadas acima como as mais procuradas como flores de corte são indicadas para o cultivo a pleno sol.

Em condições de campo, em cultivos muito adensados, pode ocorrer o estiolamento das plantas, pois há dificuldade de penetração da luz no centro dos canteiros.

A faixa de temperatura ideal para a produção de helicônias situa-se entre 21 e 35 graus C, sendo que quanto mais alta a temperatura, maior é a produção e mais rápido é o desenvolvimento.

Temperaturas inferiores a 15oC são prejudiciais ao desenvolvimento normal das plantas. Abaixo de 10 graus C, o crescimento cessa. Recomenda-se evitar locais onde existam variações superiores a 10 graus C entre as temperaturas diurnas e noturnas. Além disso, as helicônias exigem alta umidade relativa.

Adubação e irrigação
A adubação influencia bastante o crescimento e a produção de flores, principalmente sob alta luminosidade. Além disso, as helicônias são plantas que preferem solo levemente ácido. Se for necessário corrigir o solo para obter o grau de acidez adequado ao cultivo (pH entre 4,5 e 6,5), recomenda-se a adição de calcário dolomítico em adição aos macro e micronutrientes, cerca de 30 dias antes do plantio.

Já por ocasião do plantio, o ideal é fazer uma adubação orgânica, incorporando-se ao solo folhas decompostas e esterco de curral curtido (40 l/metro de canteiro). Adubações parceladas em duas a três vezes ao ano com 3 kg/m2 da fórmula NPK 18-6-12 resultam num rápido desenvolvimento e florescimento.

A irrigação deve ser abundante, principalmente após a emissão das folhas, mantendo a umidade do solo. Em locais secos, é recomendável realizar irrigações duas a três vezes por semana, evitando-se encharcar o solo. Os métodos mais indicados são o gotejamento e a aspersão baixa. Por outro lado, a aspersão alta não deve ser empregada, pois as gotas de água podem atingir as inflorescências ou mesmo se depositar no interior da brácteas das inflorescências eretas, causando o apodrecimento das flores e favorecendo a proliferação de insetos.

Tratos culturais, pragas e doenças
As touceiras devem ser divididas e replantadas após dois anos de cultivo. Para evitar o adensamento das touceiras, o ideal é cortar ao nível do solo as hastes que já tenham florescido. Algumas vezes é necessário o tutoramento das plantas, usando-se suportes de fio de arame esticados ao longo dos canteiros, para evitar o tombamento pela ação do vento ou do próprio peso.

Anualmente, deve-se fazer a cobertura dos canteiros com matéria orgânica, usando-se restos de folhas, bagaço ou outros compostos disponíveis.

Quanto às pragas e doenças, o principal problema da cultura é a ocorrência de nematóides, que exigem para seu controle o tratamento do solo antes do plantio. É rara a ocorrência de ácaros, cochonilhas e pulgões. Entre as doenças, destacam-se as fúngicas, causadas principalmente por Phytophtora e Pythium.

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rizomas heliconia

As Helicônias são ervas formadas por uma parte subterrânea e outra aérea.
A primeira compreende o talo subterrâneo, chamado de rizoma ou bulbo com o sistema radicular e o segundo é o pseudotalo, as folhas e as inflorescências.

Rizoma
É a parte subterrânea onde se encontram os grupos de células em constante crescimento, de onde saem ramificações, que são as raízes com suas gemas que se estendem no solo. As gemas perpendiculares que saem do rizoma, dão origem aos novos vasos e talos florais. Toda a energia da planta se concentra nos rizomas.

A durabilidade dos Rizomas
Se forem d
evidamente embalados podem durar até 3 semanas ou mais. Evidentemente quanto mais cedo forem plantados melhor. Não aguentem temperaturas muito frias ou excesso de umidade por maiores períodos, o que faz com que apodreçam.

Rizomas e Bulbos
Seu tamanho e peso varia muito dependendo das espécies e variedades.
Os grandes podem pesar até 400g e os pequenos 60 g.
Geralmente na seleção são deixadas pequenas raízes, que vão melhorar seu crescimento no plantio.

Após o recebimento, plante-as o mais breve possível em terreno rico em matéria orgânica e bem drenado.O PH deve ser levemente ácido, em torno de 5,5.

Deixe brotarem bem antes de adubar pela primeira vez, pois raízes muito novas, podem queimar com adubo. Ou aplique adubo de absorção lenta, em pouca quantidade.

Para facilidade de transporte e envio, selecionamos os rizomas para que tenham menor peso e maior qualidade. Não plante muito fundo nem mantenha molhado constantemente, principalmente antes dos primeiros brotos.

Lembrem-se, as Helicônias são plantas tropicais. Quanto mais sol, mais água e vice versa.

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crisântemo

Pertencentes da família Compositae, o gênero possui mais de 100 espécies e mais de 800 variedades comercializadas mundialmente.

Originário da Ásia, foi adotado como símbolo nacional pelo Japão. Chegou na Europa por volta de 1700 onde foi melhorado geneticamente, para chegar às variedade atuais. Hoje em dia destacam-se o tipo “margarida”, bastante comum no Brasil e na Europa; o “spider” com pétalas tipo alfinete e o “pom pom” crespo e arredondado. Quanto ao tamanho, dividem-se entre crisântemos, largos, médios e minis, dependendo da finalidade (corte ou vaso). As cores podem ser as mais diversas possíveis, destacando-se: o branco, amarelo, vermelho, lilás, roxo, salmão e a mistura dessas cores em tais variegados.

O crisântemo é uma planta de dia curto, florescendo naturalmente no inverno. Para obter uma produção durante o ano todo é necessário fazer o plantio em estufas durante o verão, onde técnicas de escurecimento permitem a obtenção artificial de plantas floridas. Dependendo da época do ano e da variedade, o ciclo pode ser de 12 a 14 semanas. O primeiro passo é a obtenção de mudas; pequenas estacas de 5 cm que são retiradas das ponteiras das plantas matrizes. Estas mudas são tratadas com reguladores de crescimento, sendo posteriormente plantadas em substrato adequado, como palha de arroz carbonizada. Após 2 semanas, as mudas enraizadas vão para o local definitivo (terra de canteiros ou de vasos), que já devem estar devidamente preparados com esterco, pó-de-xaxim, areia, etc.

Dependendo da variedade e da época de plantio, as plantas devem receber iluminação noturna por 2 a 4 semanas para estimular o crescimento vegetativo. Nesta também deve ser realizado o “pinch”, que significa a eliminação do broto central para favorecer o surgimento das brotações laterais. Quando as plantas atingem cerca de 40 cm (vaso) ou 80 cm (corte), inicia-se (o verão) a indução ao florescimento através do fechamento da estufa com plástico preto durante algumas horas do dia, pois nesta fase as plantas necessitam de aproximadamente 14 horas de escuridão/dia. Esta fase dura de 3 a 4 semanas, retirando-se o plástico preto quando os botões florais começarem a mostrar cor. Depois são mais 2 semanas para as flores abrirem completamente.

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banana-de-macaco

Considerada uma bela planta, a banana-de-macaco, costela-de-adão ou deliciosa, nomes pelos quais é popularmente conhecida, já teve seu tempo de glória. Na Era Vitoriana foi um complemento indispensável no paisagismo de interiores.

Entretanto, quando foi coletada pela primeira vez, no México, em 1832, e enviada a Munique, não despertou grande interesse dos paisagistas. Só dez anos mais tarde outras mudas foram levadas novamente para a Europa e, dessa feita, começo-se a cultivar monsteras, que rapidamente se tornaram um dos maiores sucessos da horticultura. Não é para menos, até seu nome científico, Monstera deliciosa, demonstra a qualidade da planta.

Pertencente à família das aráceas, a banana-de-macaco é uma trepadeira de caules vigorosos, que alcança até 6 metros de comprimento. Apresenta longas raízes aéreas que, quando não encontram apoio apropriado para subir, tornam a planta rasteira.

As folhas, verde-escuras-brilhantes, chegam a quase um metro. São ovaladas ou em forma de coração, e tem textura de couro.

Uma característica do gênero é a diferença nítida entre as folhas jovens e adultas. Quando novas são inteiras, mas a medida que vão envelhecendo, começaram a desenvolver profundos orifícios e recortes nas bordas. Esse processo é conhecido pelo nome técnico de fenestração.

As flores, desprovidas de sépalas e de pétalas, são hermafroditas. Agrupam-se ao longo de uma espádice com cerca de 20 centímetros de comprimento, envolvida por uma espata grande, de cor branca, em forma de canoa, que se abre largamente após o florescimento e depois cai.

O fruto propriamente dito é um tipo de baga suculenta, de sabor semelhante a uma combinação de abacaxi com banana, bastante interessante. Costuma surgir após a polinização, quando o espádice se alarga, formando uma espiga carnosa com frutinhos que se aderem a ela.

Esta infrutescência (nome correto desses tipos de fruto e o do abacaxi) tem coloração que vai do verde ao creme quando completamente maduros. Aliás, este processo pode levar de 8 semanas até 15 meses para ocorrer.

Conhecidos como “piñanona” no México, podem ser consumidos ao natural, em saladas, ou sob forma de sorvetes e geléias.

Às vezes são empregados, com sucesso, na produção de sucos ou como complemento de bebidas alcoólicas, inclusive com registros de terem sido usadas até mesmo na aromatização do champagne, na Europa.

Mas muito cuidado, os frutos da monstera não devem ser consumidos antes de atingirem a completa maturação. Isso por que produzem um feixe de formações cristalinas de oxalato de cálcio, parecidas com agulhas muito finas, que podem perfurar a mucosa causando uma intensa sensação de ardor na boca. Esses cristais, presentes de um modo geral nas aráceas, são chamados de ráfides e formam uma espécie de barreira mecânica para proteger as sementes em desenvolvimento. Após o amadurecimento, no entanto, essa barreira deixa de existir e os frutos podem ser consumidos sem maiores cuidados.

A monstera é uma planta muito resistente e ornamental e essa rusticidade permite o cultivo em qualquer jardim. Mas se você gosta de experimentar sabores diferentes, aproveite, quando o fruto começa a escurecer e ase tornar mais flexível ao toque, retire-o da planta, corte-o ao meio e prove as sementinhas revestidas de couro, com certeza vai virar fã.

Se você quer cultivar, aí vai algumas dicas:
Luminosidade: desenvolve-se melhor com luz indireta forte e abundante, ou seja, meia-sombra>

Clima: para a produção de frutos, exige temperaturas amenas e lugares quentes e úmidos. Se plantadas em vasos, dentro de casa, dificilmente frutificarão.

Regas: devem ser diárias na Primavera e no Verão, e cerca de 2 ou 3 vezes por semana no Outono e no Inverno. Caso note que as pontas das folhas estão começando a amarelar, ajuste a frequencia das regas, pois poderá estar ocorrendo falta ou excesso de água.

Solo: um substrato ideal para o plantio da banana-de-macaco seria uma mistura de 3 partes de terra preta, duas partes de esterco de gado bem curtido e areia grossa suficiente para tornar a mistura bem soltinha e porosa.

Propagação: pode ser feita por meio de estacas do ramo principal, com aproximadamente 20 centímetros de comprimento, que contenham duas gemas e algumas raízes. Ou ainda por estacas de ponteiros com pelo menos 2 folhinhas.

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Pleomele

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O encanto e o colorido das flores é o que geralmente desvia a atenção para uma planta. Contudo, no caso da pleomele (Pleomele reflexa), é a exuberância e a vivacidade de suas folhas que exercem atração.
Tipicamente tropical, também é conhecida como dracena-malaia e pau-d’água. A folhagem bastante ornamental aparece na tonalidade verde e na versão variegada, cujas folhas apresentam duas faixas amareladas com centro verde.
Ela possui três colorações diferentes: Pode ser vista nas cores verde-escura; verde e amarela na forma variegada; e verde-escura e verde-clara na variedade áurea, também conhecida como pleomele-limão.
Pode-se afirmar ainda que as folhas dessa espécie – proveniente de Madagascar, Índia e Ilha Maurício e pertencente ao grupo de arbustos semilenhosos – são coriáceas, laminares e onduladas, formando uma roseta.

A pleomele apresenta inflorescências (conjunto de flores) brancas em forma de cachos, que se abrem de uma a duas vezes ao ano durante cerca de 40 dias. Por serem pequenas, elas têm importância secundária, sendo pouco ornamentais. Além disso, aparecem quando o exemplar está no estágio adulto.
Quanto a características de seu desenvolvimento, ambos profissionais atentam para a sensibilidade em relação ao frio, não suportando baixas temperaturas. Outra particularidade é o crescimento lento, o que não impede, no entanto, que atinja de 2 a 3 m de altura na fase adulta. “Quando bem cuidada, pode alcançar mais de 4 m.

Versátil, a pleomele pode ser cultivada em vasos ou em canteiros, compondo exuberantes maciços no jardim. É uma espécie com muitas utilidades dentro do paisagismo. Pode ser implantada próxima a muros; isoladamente, como destaque; ou até mesmo disposta em ambientes internos como escritórios, jardins de inverno, entre outros, desde que esses lugares sejam bem iluminados e arejados.

Condições ideais
Para obter as condições propícias para seu bom desenvolvimento, é preciso um solo fértil, de preferência areno-argiloso, e bem drenado, além de irrigações intervaladas. Não necessita de muitas regas, mas não tolera a falta. É preciso equilíbrio no fornecimento de água. A drenagem do terreno também é muito importante, pois em locais encharcados provavelmente os exemplares apodrecerão devido à falta de oxigênio nas raízes. Aconselha-se que a irrigação seja feita três vezes por semana.
Em relação à luminosidade, a pleomele deve ser mantida a pleno sol, mas é tolerante a ambientes com pouca incidência solar. Vale ressaltar que isso não significa um local sem luminosidade alguma. Para descobrir se está bem adaptada, basta observar suas folhas, pois, em geral, elas costumam se desprender do tronco quando há falta ou mesmo excesso de luz, água e adubo.
O produtor aconselha que podas constantes sejam feitas até a planta atingir a fase adulta. Já para prover os nutrientes necessários, o engenheiro agrônomo e paisagista aconselha o uso de NPK na proporção 4-14-8, matéria orgânica e calcário, sendo que as quantidades podem variar de acordo com o tamanho do exemplar. De forma geral, Diegues indica a aplicação de NPK 10-10-10 a cada seis meses.

Cuidados e vantagens
Descuidos com a manutenção podem causar sérios problemas, como a infestação por pragas e doenças, comprometendo a saúde da pleomele, que pode ficar com aspecto feio, consequentemente interferindo na beleza do jardim.
As pragas que comumente atacam-na são cochonilhas, pulgões e lagartas, além de fungos. Nesses casos, o tratamento é simples. Basta utilizar produtos específicos, aplicando-os em pulverizações preventivas ou combativas.
Ele ainda diz que, quando bem cuidada, isenta de pragas e doenças e nas condições favoráveis de desenvolvimento, multiplica-se facilmente por meio da estaquia, que pode ser realizada domesticamente.
Uma curiosidade da espécie é a grande flexibilidade de seus galhos, que são usados em arranjos florais, seja em vasos ou em buquês. Devido a isso, é possível criar diferentes formatos, compondo belos arranjos.

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Caliandra

Nome Científico: Calliandra selloi, Calliandra brevipes, etc (o segundo nome científico se refere a cor das flores ou de sua ausência))

Calliandra ou esponjinha é um arbusto de pequeno porte, muito ornamental que conqiusta crianças e adultos com sua floração em forma de um pom-pom.

É originária do Brasil, nativa do sudoeste do Brasil, Uruguai e norte da Argentina, conhecida popularmente pelos nomes de quebra-foice, esponjinha e em algumas regiões como peteca.

Esta planta possui mais de 120 espécies de cores variadas que vão do rosa ao vermelho, amarelo e até branca, possui folhas delicadas de tons verde claro brilhante, tronco cinza claro, que curiosamente com o passar do tempo se torna mais escuro, quase negro, o que lhe dá muito status para a prática do bonsai.

Suas flores são mais comuns nas cores rosa e vermelho, porém ao encontrada calliandras brancas e mais dificilmente na cor amarela, de susa flores surgem frutos característicos das leguminosas que se partem quando maduros e espalham suas sementes.

Fazendo sua multiplicação por estaquias, se consegue um efeito melhor para a prática do bonsai.

Quando são cultivadas em climas temperados é possível mantê-las dento de casa, o que propicia a técnica do bonsai, aliás, por sua bela ornamentação é muito procurada para esta finalidade.

Basta mantê-la em local bem ventilado e com boa luminosidade, mantendo o solo frequentemente úmido e colocá-la longe de fontes de calor, que terás uma bela ornamentação em sua casa.

Sua adubação é fácil, fertilizantes próprios para bonsai, de preferência líquido devem ser aplicados a cada duas semanas seguindo a recomendação do fabricante, principalmente do início da Primavera até o final do Outono, diminuindo a aplicação durante o Inverno, geralmente este tipo de fertilizante propicia uma ótima floração devido a quantidade de fósforo na sua formulação.

Se você notar que as folhas de sua esponjinha, estão se fechando durante o dia, pode ser indicação de falta de água, o normal é só se fecharem à noite.

Para quem tem a oportunidade de cultivar a esponjinha em jardins já notou o fato desta espécie atrair tantos polinizadores, como abelhas, borboletas e em especial beija-flor, realmente é maravilhoso ter esta harmonia em casa.

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catinga-de-mulata

As folhas desta espécie são finas, longas e ovais, originária dos Bálcãs, ela chama a atenção dos brasileiros pelo curioso nome popular de catinga-de-mulata.

Este pequeno arbusto também é conhecido popularmente como atanásia, erva-de-são-marcos, tanaceto, erva-lombrigueira, palma, tasneira, entre outras.

Seu caule reto pode chegar até 1m de altura, prefere climas temperados, é facilmente encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul, pertence a família das asteraceae, a mesma da camomila.

Sua floração acontece durante o Verão, com inúmeras flores pequenas de cor amarelo dourado, suas folhas são de tom verde bem escuros, apinhadas com inúmeros folíolos profundamente dentados e possui um odor forte, que vem a lembrar o limão misturado com a cânfora.

Normalmente é encontrada em terrenos baldios, na beira de estradas e mesmo se tratando de uma bela espécie, geralmente, só é utilizada no paisagismo no intuito de afugentar insetos voadores, devido seu forte odor ou em jardins de ervas aromáticas.

Por se tratar de planta com propriedades medicinais, o chá de suas flores e folhas é muito usado para combater principalmente vermes, também em problemas menstruais, no tratamento da gota, gases, problemas de rins, flatulência, é estimulante das víceras e, topicamente, tem sido utilizada contra escabiose.

Embora esta planta seja usada para fins medicinais é preciso muita atenção na sua manipulação, particularmente se tivesse que definí-la em duas palavras, seria: bela e perigosa.

Seus princípios ativos são o ácido tanásico e a tanacetona, que são tóxicos e o seu uso excessivo pode causar intoxicação, vômitos e convulsões, o excesso do seu consumo provoca congestão nos órgãos abdominais, com lesões renais e nervosas, inflamação dos órgãos sexuais e nutricionais, ainda provoca ação vasodilatadora em gestantes, portanto é abortiva.

Fazer o uso de forma indiscriminada desta espécie, confiando apenas em ditos populares e receitas caseiras, passadas de geração em geração sem qualquer tipo de controle, pode causar mais males à saúde do que benefícios, por isso é preciso muito cuidado e atenção ao ministrar suas doses, principalmente para crianças.

Família: Asteraceae
Clima:temperado. É sensível a seca
Solo: arenoso
Flores:
agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanadoFloração:no Verão
Porte:
de 60 à 90 cm
Dificuldade de Cultivo:
nenhuma

Curiosidades: possuí várias propriedades medicinais porém ficou muito conhecida por combater parasitas como os oxiuros, tênia e àscaris. Existem relatos que os antigos gregos e romanos a utilizavam em cerimônias fúnebres, como símbolo da imortalidade.

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Hemerocállis

Hemerocallis

O Hemerocalis é também conhecido como lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia e lírio-amarelo. O gênero hemerocallis pertence à família Hemerocallidaceae e é um dos mais importantes entre os gêneros de herbáceas perenes ornamentais, nativo da Ásia, Japão, Sibéria, China e Eurásia.
Seu nome origina-se do grego hemero=dia e kallos=beleza, referindo-se a uma de suas importantes características: cada flor dura apenas um dia. Esta característica traz a vantagem de evitar que a florada seja prejudicada por ventos ou tempestades, pois na manhã seguinte novos botões se abrem.

A espécie é fácil de cultivar, perene, e exige pouco cuidado. A adaptação é rápida a uma grande variedade de condições. A planta, muito apreciada em todo o Brasil é conhecido também por ser a flor predileta nos Estados Unidos, onde é bastante cultivada em jardins.

A espécie e rústica e se desenvolve praticamente sozinha no jardim
Dois motivos fazem do hemerocális (hemerocallis flava) uma das espécies preferidas para o paisagismo, principalmente o de grandes áreas. O primeiro é a beleza de suas flores, que brotam no alto de hastes firmes e longas e se destacam no jardim. O segundo é sua rusticidade.

Cultivado em clima tropical ou subtropical, o hemerocális enraíza rapidamente e, a partir daí, dispensa cuidados para se desenvolver plenamente. Além disso, um intenso trabalho de melhoramento genético realizado desde a década de 60 gerou híbridos com flores das mais variadas cores, formas e tamanhos.

A maior delas chega a ter 16,5 cm de diâmetro. Com isso, existem centenas de opções de hemerocális para o cultivo em vasos, canteiros, conjuntos isolados ou bordando caminhos no jardim. O hemerocális se multiplica facilmente através de touceiras e pode ser plantado o ano todo. Mas o ideal é começar cultivá-lo no início do Outono. Assim, já na Primavera ele começará a florir pela primeira vez.

Para cultivar a espécie, o solo deve ser preparado no mesmo dia do plantio com 100g de esterco bem curtido de galinha e 150 g de casca de arroz, por m. Se o terreno for argiloso, vale a pena acrescentar à mistura 250 g de areia de construção (duas partes de areia por cinco de terra). Para mudas de hemerocális pequenas (com porte de 20 cm de altura), faça covas de 10 a 15 cm de profundidade. Já para híbridos maiores, as covas devem ter cerca de 40 cm. Depois forre o solo com casca de pinus, palha ou serragem para manter o solo úmido e evitar o aparecimento de ervas daninhas.

Na primeira semana após o plantio, molhe as mudas diariamente para ajudá-las a se enraizar. Após esse período, as regas podem ser semanais até a chegada da primavera, quando as flores começam a brotar.

Daí, até o Verão aumente o regime de regas para, pelo menos, duas vezes por semana. Isso ajuda a prolongar a florada. No começo do Outono, quando as flores pararem de brotar, pode as folhas que estejam barrando a chegada da luz do sol à coroa da flor.

Aproveite e faça uma adubação com composto orgânico, humus e esterco bem curtido de gado. Com esses cuidados, a beleza do hemerocális será destaque durante anos no jardim.

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