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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Streptocarpus

Streptocarpus

Família: Gesneriaceae

A Streptocarpus é uma parente da violeta oriunda do norte da África e Madagascar. É uma planta perene, de folhas com textura áspera, verde forte com 20 cm de comprimento, algumas mais estreitas com 3 cm de largura outras mais largas com até 5 cm de largura, formando roseta basal.

É uma planta de recente aparecimento e ainda não se tem um nome popular para ela. É uma planta elegante e fácil de cultivar, porém ainda difícil de se obter.

As flores são campanuladas de pétalas livres e há flores brancas, lilás, rosa e púrpura, sempre com linhas e manchas direcionadas para seu interior.
São reunidas em 4 a 5 formando racemos sobre longos pecíolos flexíveis, presos na axila das folhas. Algumas formam uma coroa de flores em outras são esparsos por entre as folhas.

É uma planta muito fácil de cuidar, Devem ser cultivadas a meia-sombra ou sol leve matutino, bastante umidade no ambiente e calor em ótimos 26°C . Crescem logo quando mantidos em boas condições. Se ressecados, as folhas murcham adquirindo um aspecto desabado, irrigados retornam logo a condição de boa turgidez anterior.
Pode ser cultivada dentro de casa, em ambiente iluminado, se possível com sol direto de manhã. O sol da tarde é muito forte e poderá queimar as flores e folhas.

Um balcão ou mesa junto a uma janela pode abrigar uma boa coleção destas plantas, ornamentando o ambiente com suas flores. Se houver bastante luz produzirá flores continuamente durante o ano todo.

Outra regra é adubar periodicamente e trocar o substrato pelo menos a cada 6 meses, procurando reproduzir aquele onde a planta estava quando adquirimos.

Se a exposição de suas janelas for para o oeste, deixe uma cortina leve meio transparente coar a luz do sol.

O substrato para o seu cultivo deve ser marcadamente poroso e bem drenado. O uso de areia, composto orgânico ou húmus de minhoca, acrescido de cascas de coco ou casca de pinus costuma funcionar muito bem. Também pode se usar aquela fórmula antiga de colocar pó de café usado e seco na mistura, aumentando a porosidade do substrato.
A casca de coco ou as cascas de pínus você deve deixar de molho em água, trocar todos os dias por pelo menos uma semana, isto diluirá os compostos fenólicos presentes na resina e nas fibras e que são tóxicos para as plantas. É praticamente o mesmo substrato que se usa para violetas.

As regas devem ser abundantes e espaçadas, isto é, regar e deixar secar entre as regas.
Mesmo que tenha esquecido e a planta estiver meio murcha, coloque água à temperatura ambiente que ela voltará. Mas se isto ocorrer com freqüência, esgotará a planta que acabará por fenecer.

Para fazer mudas e distribuir os vasos por todos os cantos da casa, ou mesmo iniciar uma produção para vender, a técnica é bem simples.

Você poderá recolher as sementes e colocar em palha de arroz carbonizada ou areia, deixando sempre levemente úmida. Quando as plantinhas aparecerem, deixe crescer para transplantar para vasos individuais.

Também a estaquia de folhas é outra técnica: pega-se uma folha e enterra-se no mesmo tipo de substrato e mantém-se a umidade. A folha enraíza, assim como acontece com a violeta africana. Depois é só plantar em vaso com o substrato descrito para cultivo.

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Avenca

Família: Pteridaceae
Origem: Estados Unidos, Brasil, México e Antilhas

As folhas da avenca são chamadas frondes e são grandes e subdivididas em muitos folíolos, de formatos interessantes como trapézio e cunha e com as margens recortadas, onduladas ou rendilhadas.
As avencas são cultivadas em vasos, normalmente decorando ambientes internos.
São delicadas e exigem umidade, meia sombra e boa drenagem, além disso, não toleram baixas temperaturas. No paisagismo, além de interiores podem ser utilizadas em canteiros e jardineiras, valorizando sua textura.

É uma planta herbácea que pode atingir 50 cm de altura, formando touceiras. Existem várias espécies de avencas, mas todas se caracterizam por uma folhagem delicada suportadas por finos caules duros que se ramificam, de cor marrom escuro. As folhas podem variar dependendo da espécie, mas sempre são muito finas. Na avenca mais popular (Adiantum capillusveneris) as folhas são distribuídas de forma a lembrar um triângulo.

Esta avenca em particular é originária da região mediterrânica. Suas raízes na verdade não são raízes, mas rizomas de tamanho reduzido e que formam um conglomerado. As novas folhas aparecem em qualquer época do ano, surgindo enroladas a partir da base, desenrolando-se conforme amadurecem, até que se abre totalmente um novo conjunto de folhas unidas sobre um mesmo caule.

Devido à textura de suas folhas assim como o formato das mesmas tem um belo efeito visual, sendo normalmente cultivada em vasos e, muitas vezes em ambientes internos. Em canteiros ou jardineiras onde não receba luz solar direta também dão um belo efeito.
Além de uma bela planta para enfeitar nossas casas há crenças sobre os poderes da avenca. Elas espantariam o mau-olhado, absorveriam energias negativas, etc.

Na medicina popular são utilizadas como calmante, contra a tosse ou para tratar o couro cabeludo. Havia uma crença corrente em outros tempos que toda planta que lembrasse uma parte do corpo (um órgão, um membro, etc.) seria boa para curar problemas na parte com a qual se parece. Por esta razão desde a Antiguidade é utilizada como tônico para o couro cabeludo, já que sua folhagem lembra o cabelo. Também teria propriedades diuréticas, sedativas e antiinflamatórias.

As avencas, como as samambaias, não têm flores, e portanto, não produzem sementes. O que elas produzem que fazem as vezes de sementes são esporos. Estes esporos são pontinhos marrons que ficam na parte inferior das folhas, e lembram um pó. Na natureza, estes esporos, assim que maduros, soltam-se da planta e são levados pelo vento, dando origem a novas plantas. No entanto, há a possibilidade de fazer a recolha destes esporos para reprodução, porém, não é algo muito fácil para amadores como quem escreve este post e como quem lê. Mas se quiser estragar algumas folhas de avenca para tentar esta possibilidade aí vai o passo-a-passo.

Para começar os esporos devem estar maduros, bem escuros. Se estão maduros saem facilmente com o auxílio de uma faca (não aperte, não destrua a folha delicada da avenca). Embaixo do local onde fizer a raspagem, coloque uma folha de papel branca para aparar os esporos que forem se soltando (folha branca para que você possa ver os esporos que conseguir soltar da planta). Em uma sementeira utilize composto orgânico bem úmido para receber os esporos.
Espalhe-os na superfície. Cubra a sementeira com um plástico ou tela bem fina e deixe em local sombreado. Depois de cerca de um mês, surge na sementeira uma espécie de musgo. São as novas plantinhas. Só transplante quando chegarem a uns 3 cm de altura. Para plantar deve-se preparar a terra misturando duas partes de terra comum, uma parte de calcário, uma de areia e outra de carvão vegetal, acrescentando um fertilizante preferencialmente orgânico.

O calcário é essencial, visto que na Natureza, costuma ser mais freqüente em terrenos onde há a sua presença.

Na reprodução da planta por divisão de touceiras é muito mais fácil conseguir novas plantas. A partir de uma com a touceira grande pode-se produzir muitas mudas. Deve-se retirá-la do vaso com extremo cuidado para não prejudicar as raízes. Não esqueça que as raízes não podem ficar sem a terra que as envolvem. Divida a touceira com as mãos, separando os rizomas. Assim tem-se um aglomerado de rizomas (menor do que o original) que deve ser plantado, utilizando uma mistura de terras como a descrita acima, não esquecendo de apertar a terra em volta da planta para firmá-la e regando abundantemente.
O vaso deve não apenas comportar a planta a ser transplantada mas deve comportar a touceira que irá formar-se nos próximos 3 anos, já que esta manobra só deve ser feita em um espaço de 3 em 3 anos. A melhor época para sua reprodução é a Primavera. A adubação é recomendada a cada 15 dias na Primavera e no Verão.

A avenca precisa de calor, muita umidade e proteção contra o vento. Mas a umidade que necessita não é apenas na terra. Ela precisa de umidade no ar que a cerca, ou seja, umidade atmosférica. Não deve ficar sob sol direto, isto é, o sol nunca deve atingi-la diretamente, mas alguma luminosidade o ambiente deve ter. Calor excessivo não faz bem às avencas. Em situações destas, aumente a umidade em volta da planta, colocando recipientes com água próximo a ela e borrifando o vaso com água. Deve ser regada constantemente para manter a terra bem úmida, mas sem encharcar.

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Filodendro

Os filodendros são plantas de folhagem decorativa, que exigem poucos cuidados. São também excelentes plantas de interior. As folhas desta planta diferem consideravelmente no tamanho e na forma em função das espécies. Podem ser cordiformes, lanceoladas ou palmi-nérveas. Algumas têm a margem lisa; outras são muito recortadas. As folhas de algumas espécies atingem os 60 cm de comprimento. Na maioria, os filodendros são plantas trepadeiras.

Como prender a planta para subir e árvores
Prenda as espécies trepadeiras de filodendro a um tutor inserido na terra do vaso quando a planta se começa a desenvolver. Use um fio de nylon ou de ráfia.
Para estimular a planta a emitir raízes aéreas para o tutor, envolva-o com uma camada de musgo de 5 em de espessura. Pulverize o musgo com água uma vez ao dia.

Propagação
Corte estacas de caule no início da Primavera. As estacas devem ter um comprimento de 7,5 a 10 cm e ser cortadas abaixo de um nó. Retire as folhas de baixo e coloque várias estacas num vaso que encheu com uma mistura de 1 parte de turfa umedecida e 1 parte de perlite ou areia grossa.
Ponha um saco de plástico por cima do vaso, mantendo-o afastado da planta com uns pauzinhos, coloque dentro de casa e exponha-o a sol direto velado. Ao fim de três ou quatro semanas, as estacas devem ter enraizado. Retire o saco de plástico e regue pouco. Aplique mensalmente adubo líquido ao fim de cerca de três meses, mude cada estaca para um vaso separado e trate como plantas adultas.

Como mudar de vaso
Se as raízes tiverem enchido completamente o vaso, mude a planta para outro vaso. Encha-o com uma mistura de terra e terriço ou turfa grossa. Não faça esta operação durante o período de estado vegetativo de repouso.

Como regar e adubar
Regue de modo a umedecer toda a terra do vaso. Pare quando começar a sair água pelo orifício de drenagem do vaso. Deixe secar a camada superficial da terra do vaso antes de regar novamente. No Inverno, os filodendros atravessam um período curto de repouso vegetativo. Durante esse período regue a planta o suficiente para evitar que a terra do vaso seque completamente. No período de crescimento, adube com um adubo líquido próprio para plantas de duas em duas semanas.

Onde cultivá-los
Exponha os filodendros a sol direto, mas sempre de modo vigiado. Os filodendros não suportam durante muito tempo temperaturas inferiores a 13°C, mas dão-se bem à temperatura ambiente normal do interior da casa.

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Nome científico: Phacelia tanacetifolia.
Família: Hydrophyllaceae.
Nome popular: Facélia, Facélia Azul
Clima: Subtropical, tropical
Altura da planta: 60 a 90 cm
Cor das flores: Azul
Cor da folhagem: Verde
Época de floração; Verão, Primavera

Planta herbácea anual, nativa da América do Norte. Apresenta porte baixo, com cerca de 50 a 70 cm de altura, com caule ereto, simples, desenvolve-se até altura de 30 a 70 cm. As folhas são alternadas e divididas em dois segmentos: lanceoladas, podendo ser dentadas ou lobadas e pouco pecioladas com a base alargada.

As inflorescências são enroladas, com numerosas flores azuis, com longos estames. As flores são hermafroditas, produzem muito néctar, que atrai polinizadores como borboletas e abelhas. O florescimento é abundante e por longo período. O fruto é uma cápsula elipsóide, deiscente em 2 válvulas, contendo 4 sementes fusiformes. O gênero inclui cerca de 200 espécies entre anuais, bienais ou arbustos.

Ela é uma excelente planta companheira pois também atrai insetos predadores de pulgões e cochonilhas.

É uma planta ornamental, ideal para maciços e bordaduras no jardim. Também pode ser cultivada em vasos e floreiras.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo arenoso e fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. É bastante adaptada a condições áridas.

Propagação: multiplica-se por sementes.

Pode ser utilizada em jardins, atraindo bastante abelhas ou também como flor de corte. Na Europa é também utilizada como cobertura e forragem.

O contato com algumas espécies de Phacelia pode causar erupções na pele das pessoas.

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O gerânio pode ser dividido em grupos, tais como: gerânio ereto ou gerânio duro; gerânio pendente; gerânio inglês ou malvão; gerânio cheiroso; gerânio herbáceo e gerânio suculento. Abaixo são relacionados os diferentes grupos e suas principais características.

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1. Pelargonium zonale (gerânio ereto): é a espécie mais freqüentemente encontrada, nos centros de jardinagem, usados em canteiros ou floreiras. Os Pelargonium zonale (Pelargonium x hortorum). geralmente requerem um local muito ensolarado, bem arejado e um substrato fértil e bem drenado. Regiões de clima frio ou temperado livre de geadas são ideais. A floração dura da primavera até o outono e em regiões com temperaturas amenas e lugares ao pleno sol também floresce durante outono e verão (com menos intensidade). Esta espécie possui variedades precoce, muito florífera e vegetação compacta, sendo freqüente encontrar-se folhas com zonas mais escuras, com três ou quatro cores, com marcas brancas, prateadas, amarelas, púrpura, rosa, laranja, vermelho e folhas amarelas. As flores podem ser singelas ou semidobradas e encontra-se em hastes eretas e fortes, podendo variar do vermelho, rosa, salmão, branco, púrpura, carmesim e escarlate, havendo até flores multicoloridas. Existem variedades chamadas de “Dwarf Geraniums” que são gerânios miniatura. Outras espécies possuem pétalas com pontos vermelhos ou cor-de-rosa chamadas de “Birds-egg Geraniums”. Existem ainda, dentro deste grupo, os “Rosebud Geraniums”.

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2. Pelargonium peltatum (gerânio pendente): Os gerânios com talos estreitos e folhas com forma idêntica às da hera denominam-se “Ivy-leaved Geraniums” ou “Pelargonium peltatum”. Comporta-se como uma trepadeira e as flores possuem pétalas mais estreitas e com menos cabeças florais. As flores podem ser singelas ou dobradas podendo encontrar-se de cor carmesim, escarlate, salmão, rosa e branco. As cores fortes e flores duplas são a preferência da maioria do público do sul do Brasil. Nesse grupo, encontram-se os gerânios da série “Pedras Preciosas” (‘Amelit’, ‘Dresdner Granatit’, ‘Dresdner Nealit’).

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3. Pelargonium x domesticum (gerânio inglês ou malvão): OsShowy Geraniums” são híbridos classificados como Pelargonium x domesticum, também denominados como “Martha Washington Geranium”. O gerânio inglês não tem tanto sucesso no Brasil pelo fato de precisar um período de frio para o desenvolvimento de uma boa floração. Este fato faz com que ele geralmente só floresça após o inverno, durante um período, e depois pára de florescer, até a próxima primavera, ou seja, esta variedade floresce da primavera até o outono. Ele não é tolerante ao calor e não se desenvolve tão bem no exterior como os outros gerânios. As folhas são denteadas nas bordas e enrugadas. Suas flores são miúdas, muito parecidas com pequenos olhos. e apresentam um hábito mais compacto e pendente. Precisa menos água do que os outros grupos de gerânios e deve ser cultivado em lugares de pleno sol dentro. Pode-se incluir dentro desse grupo o P. grandiflorum.

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4. Gerânio cheiroso: Classe dos Pelargonium de folha perfumada, com diferentes aromas, apresentando folhagem variada e bastante atrativa. Quando se partem as folhas, estas exalam perfume parecido com o odor a rosa, menta, limão, coco. Esta planta libera o seu perfume, em muitos casos repelentes contra mosquitos, simplesmente pela ação da chuva, do vento. Além da fragrância chamativa, tem folhas ornamentais e um hábito decorativo ou até flores miúdas muito atrativas para borboletas e abelhas. As variedades de porte maior podem ser usadas cortadas dentro de um buquê de flores e assim aromatizar o ambiente da casa. Muito utilizada também em forma seca dentro de saches. O gerânio cheiroso é um pequeno arbusto, sempre verde, perene. Comporta geralmente temperaturas ate -2°C e passa bem o inverno no sul do Brasil, se plantado perto de uma parede ou abaixo da aba da casa.

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5. Pelargonium endlicherianum (gerânio herbáceo):
O gerânio de tipo herbáceo, é o Pelargonium endlicherianum que é uma planta perene que possui folhas em forma de coração e, no verão, produz cachos de flores cor-de-rosa. Muito utilizado em decoração.

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6. Pelargonios Suculentos (gerânio suculento): São mais sensíveis ao frio e costumam perder suas folhas durante o inverno. Dentro desta tipologia podemos observar as seguintes espécies: Pelargonium echinatum; P. gibbosum; P. glaucifolium; P. tetragonu e P. dasycaule.

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Oenothera-speciosal

Nome científico: Oenothera speciosa.
Família: Onagraceae.
Nomes populares: gotas-brancas-de-sol, flor-do-dia, prímula-branca-da-tarde.
Origem: Estados Unidos.

Planta herbácea rizomatosa, perene, de porte ereto, atinge de 30 a 60 cm de altura. As folhas são alternas e as flores possuem cálice longo, são solitárias, formadas no verão e apresentam pétalas brancas, modificando para cor-de-rosa.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solos ricos em matéria orgânica, em regiões mais frias, sendo seu cultivo indicado apenas para a região Sul do país.

Propagação: divisão da planta e sementes.

Usos: apropriada para a formação de bordaduras e maciços.

Ela floresce de madrugada e suas flores só ficam abertas até que bata o sol quente. É, portanto, uma planta que amanhece florida.

Esta flor é atrativa de várias espécies de inseto, porém as mariposas são os mais comuns, devido ao fato das suas flores abrirem à noite.

Essa planta pode ser encontrada no Tatuapé Garden Center – SP – Mudas bem formadas de Prímula-branca custam em média R$ 10,00

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Nome científico: Anthurium cristallinum.
Família: Araceae.
Nome popular: antúrio-cristal.
O nome vem do grego anthos – flor e oura – rabo, devido à sua inflorescência ser semelhante a uma pequena cauda.

Originário da Colômbia e do Peru, o antúrio-cristal foi muito explorado pelos jardinistas brasileiros algumas décadas atrás, mas caiu em desuso.

Na Europa, ele é muito cobiçado por colecionadores de plantas ornamentais.
A espécie é uma herbácea ereta, perene, entouceirada que atinge de 0,50 a 1,20 m de altura e tem como principal atrativo a folhagem.
As folhas são verde-escuras, vistosas, rijas, aveludadas com nervuras brancas, que conferem um belo efeito.
A inflorescência, de até 25 cm de comprimento, são produzidas principalmente no Verão e não tem efeito ornamental. Apresentam espata e espádice cilíndricos, sendo a espata de coloração verde e o espádice róseo-avermelhado
O antúrio-cristal pode ser cultivado em vasos, em jardins internos e em maciços em áreas de meia-sombra e sombra.
Ele aprecia solos porosos, ricos em matéria orgânica e umidade do ar elevada. Entretanto, não é indicado para regiões sujeitas à geadas.
Multiplica-se por estacas do caule e sementes.

Deve ser cultivado a meia-sombra ou sombra, em solo fértil, com irrigação periódica e alta umidade. Não tolera baixas temperaturas e adapta-se melhor ao clima tropical.

Propagação: multiplica-se por estacas e sementes.

Usos: cultivada como grupo isolado ou em jardineiras.

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Nome científico: Bergenia crassifolia.
Família: Saxifragaceae.
Nomes populares: begônia-de-inverno, chá-siberiano, couve-de-Santa-Terezinha.

Origem: Ásia, Sibéria e Mongólia

Flores: Inverno e Primavera

Planta rizomatosa, herbácea, perene e porte de 20 a 30 cm de altura. As folhas são ovaladas, simples, carnosas, grandes, de coloração verde-brilhante. As inflorescências são eretas, ramificadas, com flores brancas, róseas ou arroxeadas.

Deve ser cultivada a pleno sol, em solo orgânico, permeável e com irrigação periódica. Não tolera climas muito quentes.

Propagação: Rizomas, divisão da planta ou touceira.

Usos: cultivada como flor de vaso ou em canteiros formando conjuntos e bordaduras.

Curiosidades: esta espécie também é conhecida como ‘Flor-de-São-José’ devido seu florescimento ocorrer próximo ao dia dedicado a esse santo, 19 de março.

As bergênias têm diversos usos, além do cultivo como ornamental. Pode-se fazer chá de suas folhas. Já as raízes, que apresentam alto teor de tanino, e o caule têm sido usados no curtimento de couro, como conservante para vinho, tônico ou adstringente. A medicina oriental indica o uso dessa planta para o tratamento de rins e cálculos biliares, infecções pulmonares, além de ser curativa para bolhas e hemorróidas. Os ingredientes ativos dos extratos incluem o ácido gálico-bergenina.

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Nome científico: Alocasia cuprea.
Família: Araceae.
Nomes populares: pulmão-de-aço, escorpião.
Origem: Borneo.

Características gerais: é uma planta herbácea perene, ereta, de caule rizomatoso e suculento, atingindo de 30 a 40 cm de altura. As folhas são grandes, com formato ovalado, constituídas de pecíolo longo e várias nervuras aprofundadas e recurvadas, de coloração verde-escura na face superior e arroxeada na face inferior. As inflorescências ocorrem ocasionalmente e não possuem valor ornamental.

Deve ser cultivada a meia-sombra, em terra rica em matéria orgânica e com boa porosidade. Não tolera baixas temperaturas.

Propagação: multiplica-se por separação das brotações.

Usos: indicada para uso em vasos, jardineiras ou canteiros.

Neste gênero existem aproximadamente 70 espécies, encontradas em regiões tropicais úmidas do Brasil e sudeste asiático.

As alocasias são plantas tóxicas, apresentando cristais de oxalato de cálcio.

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Nome científico: Catharanthus roseus
Altura: 15 a 20 cm
Largura: 80 a 100 cm

Plantas pendentes, perenes, e tolerantes ao calor e umidade. É a substituta perfeita para as petúnias pendentes para quem mora em lugares quentes demais, onde o cultivo da petúnia pode ser trabalhoso.

A vinca, também conhecida como boa-noite, é uma planta nativa de Madagascar que se adaptou extremamente bem ao Brasil pois é bem tolerante ao calor, seca, e alta umidade.

As vincas só eram vendidas na forma convencional, que cresce ereta e não se espalha muito, mas agora foram introduzidas as vincas pendentes da série Cora Cascade. São perfeitas para jardineiras e cestas pendentes. Elas não param de florir em nenhuma época do ano e tem flores com o dobro de tamanho das vincas convencionais.

As plantas atingem apenas 15 cm de altura, e depois começa a crescer galhos bem longos que podem chegar até 1 m de comprimento. Plantada no solo crescem como um tapete de flores, e plantadas em vasos irá dar o efeito pendente, caindo nas laterais
Elas precisam de pouca água e assim que criam raízes conseguem viver apenas com a água da chuva (se plantadas no solo). Em vasos a irrigação deve ser mais frequente, porém elas se recuperam muito rapidamente no caso de esquecerem de regar as plantas.

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A diferença dessa espécie para a Mediterranean é que essas plantas possuem resistência patenteada à Phytophthora, uma doença presente no solo em alguns locais e que tem como características matar as plantas muito rapidamente (amanhecem normais e estão mortas no fim da noite). Em lugares que sabidamente possuem essa doença no solo prefira a resistência da Cora Cascade, porém em vasos esse tipo de doença não se faz presente.

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