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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Paeonia_lactiflora

A Peônia é uma planta herbácea, perene, pertencente à família Paeoniaceae, com altura aproximada de 60 a 75 cm.

São plantas com grandes e belíssimas flores perfumadas que encantam um jardim e sua origem é da Ásia, Sul da Europa e Oeste da América do Norte, sendo hoje cultivadas em todo o mundo.

O gênero Peônia compreende dezenas de espécies, de plantas herbáceas e arbustos.
Existem também diversas variedades resultantes de hibridizações e seleções de peônias, principalmente na China, onde ela é uma importante planta ornamental, sendo considerada, inclusive, como símbolo nacional.

As espécies que se encontram nos viveiros não são espécies botânicas, mas os híbridos e cultivares, obtidos a partir da intersecção de determinadas espécies de floração de peônias, são geralmente divididos em dois grupos principais: as peônias árvore e peônias herbáceas.

São plantas que possuem uma folhagem verde escura recortada, bonita e abundante. Possuem ramos semi-lenhosos que por vezes se desenvolvem a partir de rebentos que crescem na base da planta.

Os ramos laterais desenvolvem-se proporcionando uma largura que chega aos 20 a 30 cm. As raízes são grossas e tuberosas. As folhas são recortadas, de cor verde escura por cima e acinzentada por baixo, ovaladas e em número de nove em cada seção, cada uma com, pontas profundamente serrilhadas e pontiagudas.

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As suas flores são exuberantes e de cores e formas variadas. Surgem em cada ramo na primavera, em número variado e têm o feitio de uma taça com 8 a 12 cm de largura e 8 a 10 pétalas, podendo ter cor branca, rosa, vermelho ou salmão, com estames amarelos. Podem ser perfumadas ou não e quando atingem a maturidade, possuem uma cápsula na base que constitui o fruto onde as sementes se abrigam. Algumas flores têm pétalas dobradas.

Muitas variedades possuem uma mancha roxa na base de cada uma das pétalas, proporcionando um efeito deslumbrante. Existem imensos cultivares disponíveis no mercado, embora esta planta não seja muito fácil de encontrar nos viveiros mais conhecidos.

Quando as flores são muito grandes o caule pode ter tendência para dobrar, para ajudar a planta e proteger as flores, pode colocar-se um tutor no centro do aglomerado de folhas onde se encontram as flores maiores e mais pesadas.

Periodicamente deve-se retirar as flores desbotadas e murchas. A peônia é uma flor que pode ser cultivada quer em vasos quer em jardins.

Pode ser plantada individualmente ou formando conjuntos de várias cores, dando assim cor, graça e alegria ao local onde se encontram.
Culivo

Quando adquiridas com raiz as plantas devem ser plantadas com a cicatriz do enxerto abaixo da superfície uns 12 a 15 cm, para que as novas raízes possam se desenvolver com abundância. À medida que as flores murcham, deixe secar o cálice que contém as sementes, mas corte as folhas secas para que não atraiam fungos.

Estas plantas necessitam de sol direto ou quando muito, sombra parcial. Nos climas muito quentes, prefere alguma sombra nas horas de maior calor.

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As peônias gostam de solo fértil, úmido, mas bem drenado. Exigem água em abundância no período inicial de crescimento e devem ser fertilizadas no início da primavera, para que as flores possam ser grandes e em abundância. Toleram solos mais calcários.

Dão-se bem em zonas de clima continental moderado. Esta herbácea perene desaparece completamente no inverno e regressa de novo no início da primavera, necessitando de um período frio para voltar a emergir e florir de novo.

Durante o período de frio dão-se bem com temperaturas abaixo dos 4,4º C por cerca de até dois meses.

Enquanto estão dormentes gostam mais do tempo frio do que quente, razão pela qual elas nem sempre dão flor e podem ser atacadas por fungos, justamente por causa do calor e da umidade. Por outro lado, nas regiões muito frias, deve cobrir-se o solo com folhas ou aparas de pinheiro junto ao caule, para proporcionar proteção às raízes.

A reprodução faz-se por semente, mas este processo leva 2 ou 3 anos a dar resultados que nem sempre correspondem à planta de onde as sementes provieram, por se tratar de cultivares.

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A melhor maneira de propagar peônias é dividindo as raízes tuberosas e replantar as divisões durante o tempo frio, nunca antes de o inverno começar. Os chamados “olhos” devem ser plantados a uma profundidade de 5 cm, para que a planta não deixe de dar flor.

Na primavera, as estacas retiradas dos caules mais tenros e que se encontram em crescimento, fertilizadas com um pó próprio para esse fim, depois plantadas em solo meio úmido, desenvolvem-se bem, se não no primeiro ano, logo no segundo ano.

As peônias são plantas de manutenção fácil, vivem anos seguidos (podem ir até aos 50) e são ideais para crescer misturadas em sebes, junto a arbustos ou em canteiros com plantas perenes variadas.

Nas flores para colocar em jarra, deve escolher-se um botão quando este começar a abrir e mantê-lo em local seco e fresco durante as primeiras 24 horas, sem água; depois, corta-se 1 cm da base no pé, antes de colocar a flor em água. Há mais de 2.000 anos várias partes desta planta eram utilizadas para fins medicinais tanto na Ásia como na Europa, existindo hoje em dia pesquisas variadas a partir dos extratos retirados desta planta para utilização em medicina.

Alerta: Aparentemente todas as partes desta planta são ligeiramente tóxicas e não devem ser ingeridas sob nenhuma forma.

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As Dálias são flores de aparência suave e elegante, sendo perfeitas para enfeitar o jardim ou decorações de ambientes. Pertencem à família das Asteraceaes, tendo características bulbosas, pétalas volumosas e de tamanho pequeno.

As Dálias são belas plantas perenes que são fáceis de cultivar. Existem 32 espécies diferentes, e elas têm uma ampla variedade de cores. A maioria das pessoas planta dálias a partir de tubérculos.

Essa linda flor foi encontrada pela primeira vez na América do Norte, mais especificamente no México, o que a faz se adaptar com maior facilidade em climas Tropical, Subtropical, Temperado e Equatorial, precisando de sol pleno para se desenvolver. A flor pode alcançar de 40 a 60 cm de altura, devendo ser plantada em um local espaçoso.

Você pode ver dálias nos jardins em torno das casas, parques, hospitais, bancos e outras empresas. Se você quiser se aventurar no paisagismo, considere cultivar dálias. Elas podem ser plantadas durante todo o ano, pois florescem em qualquer época. Porém, o que vai determinar a qualidade do caule e das pétalas que nascerão são os cuidados que a planta recebe.

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As Dálias não requerem cuidados especiais, uma vez que não fazem mal à saúde dos seres humanos e animais.

Como cultivá-las
*
Determine quais das variedades de dália você gostaria de cultivar. As plantas variam de 30,48 cm a 2,44 m de altura.

* Selecione um local para plantar as dálias.
Você pode adicionar as plantas a um jardim já existente ou criar um jardim de dálias.
Deve ser cultivada em um local em que o solo seja rico em nutriente, além disso, a incidência de sol deve ser constante, pois ela precisa de luminosidade para se desenvolver.

A Dália também pode ser plantada em vasos, mas eles devem ter mais de 15 cm de profundidade, permitindo que ela cresça sem impedimentos. É indicado adicionar compostos orgânicos na terra para renovar os nutrientes.
Em regiões onde o vento é forte é recomendado instalar pequenas proteções, pois a estrutura da planta é sensível.

* Prepare o seu solo para o cultivo de dálias.
Use uma pá para adicionar fertilizante de batata em seu jardim algumas semanas antes de plantar as dálias.
Adicione areia ao seu solo para melhorar a drenagem do seu jardim.
misture musgo ou composto em jardins de solo argiloso para descompactar o solo. Isso pode facilitar o plantio das dálias.

* Cave buracos para plantar as dálias.
Os furos devem ter de 10,16 a 15,25 cm de profundidade.
Deixe espaço suficiente entre as plantas para que as dálias não bloqueiem ou roubem os nutrientes umas das outras. Para dálias médias ou gigantes, deixe de 0,61 a 0,91 m de espaçamento entre os furos. Para as variedades menores, deixe 0,61 m de espaçamento entre os furos.

* Coloque composto, farinha de ossos e uma pequena quantidade de fertilizante em cada um dos buracos.

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* Plante as dálias nos buracos preparados. Certifique-se que o ponto de crescimento do tubérculo fique voltado para cima.

* Cubra cada tubérculo com terra e ague cada planta antes de ir para a próxima planta.

* Coloque estacas para as dálias se você estiver usando variedades mais altas. Você pode fazer isso enquanto planta ou adicionar estacas quando as plantas começarem a sair do solo.

* Regue as plantas com uma mistura de água e fertilizantes em pó. Fertilizantes podem ajudá-lo a cultivar dálias com uma aparência saudável.

* Incentive plantas fortes, apertando com os dedos a parte superior da dália, uma vez que ela tenha desenvolvido vários ramos de folhas espessas.

* Fertilize suas dálias semanalmente e regue-as com frequência para incentivar belas flores. Uma vez que as flores desabrochem, você pode molhar as dálias com menos frequência.

Dicas
- Se for o caso, espere para plantar dálias na época em que sua região estiver com baixa ameaça de geada.
- Você pode dividir tubérculos de dália na primavera ou no outono. Quando os “olhos” do tubérculo estiverem difíceis de ver, é melhor dividir as touceiras em metades ou quartos.
- Você pode armazenar tubérculos em uma caixa de papelão com uma tampa até a primavera. Colocando uma folha de jornal entre as camadas, armazene os tubérculos para o inverno em um lugar fresco e seco, como num porão.

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Planta herbácea pertencente à família Asteraceae e tem sua origem na Europa, mais precisamente na Zona do Mediterrâneo.

A Santolina é uma planta arbustiva, entouceirada e popularmente conhecida pelo seu aroma delicioso.

Apresenta porte baixo, alcançando de 30 a 90 cm de altura, com ramagem ramificada, formando moitas densas. As folhas são cinzentas, finamente divididas, aromáticas e pontiagudas, que lembram folhas de cipreste. As inflorescências são delicadas e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarelo brilhante, perfumados.

O florescimento desta planta normalmente acontece no verão, apesar disto a planta é mais cultivada pela sua beleza da cor de sua folhagem do que exclusivamente pelas cores.

Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais.

Santolina chamaecyparissus

Como cultivar
Esta é uma planta que precisa de muito sol para ser cultivada, podendo ser criadas em vários lugares como, por exemplo, os vasos, as jardineiras como pendentes, canteiros grandes ou unitários e até mesmo em alguns casos servindo para acompanhamento de árvores e também palmeiras.

No paisagismo, é possível encontrar esta planta como formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. É uma planta bastante tolerante a temperaturas mais frias, e por isso seu cultivo tende a ficar um pouco mais restrito a regiões de clima temperado ou altitude, aqui no Brasil o local perfeito para criação das plantas é o sul do Brasil e as regiões de serra.

Propagação da planta
A propagação da planta acontece de duas formas, como por sementes e também estaquia de galhos. A forma de propagação por sementes poderá ser feita a partir de uma retirada de partes maduras da planta, estas que deverão ser colocadas para secar em um jornal e também fora do sol.

Depois disto, em seguida é só se separar todas as sementes que na maioria das vezes podem parecer estar perfeitas e ainda colocar em sementeiras ou mesmo caixotes que tiverem substratos de casca de arroz e ainda uma mistura de solo mineral e também areia, estes que poderão ficar mantidos úmidos.

Depois de ocorrer a semeadura, é importante que se regue os substratos e eles deverão ser cobertos com sacos plásticos para que se ajude a manter a umidade na sua criação. Assim que elas tiverem emergido, procure retirar o plástico que estava envolvendo as plantas, apesar disto procure manter toda a umidade dos substratos até que as plantas possam se desenvolver.

Os transplantes desta planta deverão ser realizados quando ela estiver com um volume maior e mais de seis folhas que deverão ser manuseadas. É interessante que o cultivo tenha alguns substratos ricos em matérias orgânicas sendo assim é possível se misturar em partes iguais de areia, além de solo mineral e compostos orgânicos que deverão ficar bem misturados.

Santolina

Propagação por estaquia de galhos
Outra forma de realizar a propagação das plantas é retirando os ponteiros existentes de ramos mais jovens e procurar os colorar em um substrato de areia ou ainda casca de arroz que deverá ficar mantido até o seu enraizamento.

É importante ainda cobrir todo o substrato para se evitar a existência da perda de umidade. Depois que ocorrer o enraizamento, é importante se cobrir o substrato para que se evite a perda de sua umidade natural.

Depois do enraizamento é interessante se transplantar a planta para potes que tenham um mesmo preparado que for descrito acima. Em seguida para que você possa colocar em um canteiro ou mesmo em vasos definitivos, procure preparar o seu solo revolvendo em até 15 cm de profundidade, colocando assim um pouco de adubo animal de gado, e aves que deverá estar bem curtido, e ainda compostos orgânicos procurando misturar bem.

Se quiser poderá ainda colocar uma adição de adubo químico NPK formulação 10-10-10 esta que deve ser feita em um solo muito pobre, em uma quantidade relativa a 100 g/m² e que deverá ficar muito bem incorporada nas terras.

Procure em seguida fazer uma boa cavidade do tamanho do torrão que você for utilizar, acomode a sua muda e a deixe chegar a terra procurando apertar levemente para fixar o material. Depois da realização de todo o plantio procure regar com jatos que sejam leves e finos.

Criando um jardim utilizando Santolina
Antigamente nos jardins romanos existia uma influência grega bastante considerável além de persa da santolina. Os jardins eram criados para a recreação sendo sempre em locais fechados de observação externa. Este tipo de jardim se caracteriza principalmente por uma simetria, e também utilizando fontes bem como elementos artificiais como as mesas através de colunas e estátuas relativas de mármore.

É importante neste caso utilizar alguns números reduzidos de espécies consideradas vegetais como, por exemplo, o buxinho, a santolina, e a murta, o louro anão, ciprestes, entre outras plantas são espécies bastante interessantes que poderão permitir este tipo de criação, e utilizadas nos estilos de jardins. As heras, por exemplo, poderão ser utilizadas de forma bem vinda cobrindo todos os muros e também as suas paredes. É importante também utilizar alguns canteiros simétricos de ervas tanto aromáticas, medicinais e ainda poucas flores.

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Regas sempre na medida certa
Procure sempre se informar de todas as suas plantas sobre a quantidade de água que cada uma das espécies ficam ao longo do dia. Procure evitar regar as plantas á noite. Sem ter uma luz natural, a sua umidade é um pouco maior o que poderá ainda facilitar a proliferação dos fungos. É importante se pensar em toda a irrigação antes das espécies serem plantadas.

E desta forma não irá ser necessário se rasgar gramados para instalar tubos. Mas se for molhar as plantas com mangueiras comuns, procure fazer torneiras de 20 metros para facilitar a rega ao trabalho com as suas mangueiras menores. Entre as plantas medicinais é fundamental que se tenha melissa, que é excelente contra a gripe, o orégano é um ótimo expectorante, e por isso você deverá as ter no seu jardim porém não podem ficar em sol direto já que poderão ficar queimadas facilmente.

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A Ixia é originária da África do Sul e por isso, se adapta muito bem ao clima brasileiro. Como toda planta, a ixia pertence a uma família, a sua é a Iridaceae.

É uma planta que se propagada através dos próprios bulbos, porém, pode acontecer que na natureza, em consequência da polinização realizada pelas abelhas e também pelos besouros, ela se multiplique espontaneamente. Os pequenos animais fazem o “serviço” de espalhar a flor pela natureza e basta que seja uma terra boa e em pouco tempo, lá estão elas, crescendo.

A planta faz parte do grupo de plantas que exige mais atenção quando o assunto é irrigação. Ela aprecia muita rega e precisa do líquido para crescer saudável e se desenvolver. Por isso, a rega deve ser feita periodicamente.

Mas, não basta dar água suficiente para ter uma flor bonita, é necessário, também, que a preocupação comece no cultivo, que deverá ser feito em solo fértil.

As exigências da ixia não param por aqui, outro fator de extrema importância para que ela se desenvolva é ficar em um lugar que tenha sol pleno durante a parte da tarde.

Além de se preocupar com uma terra fértil, na hora do cultivo é muito importante dar uma atenção especial para o tamanho da cova onde ela será cultiva. Para plantar a flor ixia é necessário deixar uma distância de 7 cm entre os bulbos e a profundidade para colocá-los também deve ser de 7 cm.

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As Características da Ixia
As plantas variam muito quanto as suas características, elas podem crescer mais ou menos, ter mais flores ou menos, não tê-las, ter frutos de uma forma ou de outra, além das diferenças das folhas. No caso da ixia, a altura média que ela chega é 40 cm. Porém, algumas podem superar essa medida e chegar a medir 60 cm.

O porte da ixia é ereto e falando de folhas são particularmente delicadas. Falando de flores, podemos dizer que possuem inflorescências flexíveis. Outro detalhe que vale a pena destacar em relação às características da ixia é o fato de ela ter nervuras com a cor lilás e suas flores possuírem pétalas rosa ou branca.

A ixia se apresenta em uma grande variedade. Pode-se dizer que existe, pelo menos, cerca de 30 variedades. Podemos encontrá-la nas mais variadas como como: roxa e branca, rosa muito suave,  vermelhas e amarelas, fúcsia e branca com o centro mais escuro.

As flores da flor ixia surgem bem no início da primavera, às vezes, começam a dar sinal no fim do inverno. Esse é o único momento em que a planta tem a sua florescência. Depois que as flores se vão, só aguardando novamente o fim do inverno e o início da estação das flores.

A ixia se adapta bem a várias situações, falando do seu uso para decoração. Ela pode ser cultivada tanto dentro de vasos como pode servir para projetos paisagísticos de jardins, muito usada, neste caso, para fazer bordaduras. Já para quem tem quintal, a planta pode ser uma solução para fazer um lindíssimo canteiro.

Quando é plantada em uma região cujo o clima é mais frio, se adapta melhor, porém não quer dizer que ela não suporta o calor. No primeiro caso, quando as flores aparecem são mais bonitas, em maior quantidade e com a cor mais viva.

É uma planta muito procurada para projetos de paisagismo justamente pela variedade como se apresentam as pétalas das flores, são muitas tonalidades. Além disso, o fato de ser uma flor que não encontra problemas em dividir espaço com outras de espécies diferentes.

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Cultivo da ixia
1 – O primeiro passo é escolher a planta que mais gostar em relação a cor das flores. Consulte o vendedor da muda.

2 – Em seguida, deve ser escolhido o lugar em que ela deverá ser plantada, lembrando de respeitar os 7 cm que foram assinalados logo no início desse artigo. Caso tenha planejado plantá-la em um vaso, lembre-se de que precisa ter uma boa drenagem para evitar que água se acumule e mate a raiz.

3 – Tenha uma terra boa, fértil e enriquecida com material orgânico para dar bons nutrientes para a sua planta.

4 – Escolha uma época mais fria do ano na sua região para cultivar a flor ixia.

5- Coloque a muda no lugar escolhido e use a terra com as mãos para terminar de fechar a cova e “prender” a planta.

6 – Faça a primeira rega e espere que ela cresça um pouco, mas não deixe de colocá-la sob o sol da tarde, o horário que ela mais gosta de receber raios solares.

7 – Ela deverá estar sempre com a terra úmida, mas cuidado para não exagerar na quantidade de água. Esse é um problema para qualquer planta, goste ela de muita água ou não, jamais podemos encharcar as raízes, que acaba matando.

Agora é só escolher a sua flor ixia preferida, a mais colorida, e encontrar o lugar certo para plantá-la. Tenha paciência, pois valerá a pena, quando a cada fim de inverno e início de primavera, ela ficará linda e toda florida.

Lembre-se de pegar todas as informações necessárias na loja onde você adquirir a planta, inclusive de como fertilizar a ixia durante o período de pós-crescimento.

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Existem plantas que, por causa de sua cor, podem até ser confundidos com belas flores. Este é o caso da espécie Tampala. As folhas desta planta possuem cores de fogo e misturam tons quentes como vermelho e o amarelo. Uma ótima combinação para decoração e outros fins. Por isso que a espécie é muito utilizada em jardins e em quintais para alegrar ainda mais o ambiente. Ela também pode ser mesclada com outras plantas de cores mais neutras.

A Tampala pertence à família Amaranthaceae e originária da Ásia, como China, Japão e outros países do continente.

A Tampala é uma planta considerada herbácea e ainda muito cultivada em seu lugar de origem, a Ásia. Lá, ela é plantada como uma verdura, embora tenha várias características para ser uma planta decorativa. Mesmo sendo uma planta ornamental, ela possui folhas comestíveis e que enfeitam mesas por diversos locais do mundo.

O seu caule é bastante ramificado e e ereto, alcançando em média de 0,5 a 1,5 metros de altura. Sua folhagem é considerada lanceolada, mas também pode ser ovalada. Elas também podem ser pecioladas. Quando a espécie varia em seus diversos tipos, pode ter as folhas modificadas, onde elas se tornam mais eretas ou pendentes.

A coloração das suas folhas são muito marcantes. Em uma mescla de vermelho brilhante com um amarelo vivo, ela atrai diversos insetos que confundem a sua folhagem com belas pétalas de flores.

Essas cores podem combinar com outros tons como verde, o roxo, o rosa e as próprias cores da suas folhas. O marrom e qualquer combinação de degradeé podem também estar por perto da espécie em qualquer forma de cultivo.

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As flores são demasiado pequenas e reunidas em espigas bastante volumosas. Elas também são consideradas plumosas e crescem em número bastante grande. Na maioria de suas variantes, as flores não possuem grande postura escultural e muito menos importância ornamental.

A espécie, como foi dito anteriormente, possui folhas que podem ser facilmente ingeridas, com sabor bastante característico. Além disso, elas podem ser muito bem adotadas para fins decorativos.

As sementes dos frutos que surgem na planta são bastante numerosas e diminutas. Elas podem se formar pelo método conhecido como autopolinização ou a difícil técnica da polinização cruzada.

Por causa da rápida e eficaz multiplicação, propagação e dispersão, a planta poderá se tornar extremamente invasiva. Este é um alerta muito importante para os jardineiros que desejam cultivar a espécie. Vale lembrar que é apenas em determinadas situações que ela se torna uma invasora nata. As podas podem evitar bastante a sua rápida multiplicação.

Forma de cultivo
A planta pode ser uma ótima opção na hora de produzir maciços e boas bordaduras para jardins, quintais, pátios e varandas.

Desde que estejam  em pleno sol, estas armações podem contribuir diretamente para a beleza de locais mais amplos e também de lugares menores como vasos. Por causa da sua coloração especial, ela é ótima para enfeitar ambientes de cunho tropical.

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Na horta
Plantada dentro de uma horta, a espécie pode trazer folhas nutritivas e macias. Elas se tornam abundantes quando bem cultivadas e podem oferecer um sabor bastante agradável. Elas podem ser servidas cruas em saladas ou também podem estar cozinhas, assim como o espinafre. Suas folhas são ótimas para complementar alimentos como em sopas, caldos, bolinhos e recheios diversos.

Como Plantar?
A Tampala é uma planta que se dá muito bem com o sol e por isso, deve ser cultivada sob os seus raios mais fortes. Em solo fértil, bem drenado e completamente enriquecido com matéria orgânicas a espécie pode se desenvolver sem maiores problemas. Vale lembrar que a planta deve ser altamente irrigada frequentemente para que possa crescer e desenvolver as suas características mais marcantes. O adensamento da espécie é feito através do estímulo do beliscamento do ápice das mudas.

Já deu para perceber que a Tampala precisa de muita umidade e temperaturas altas para o seu desenvolvimento sadio. Por isso, ela é bastante adaptável aos climas tropical e subtropical, típicos da região da América do Sul. Elas podem ser facilmente plantadas em vasos dentro de casa quando não se tornam muito invasoras. Quando cultivadas em áreas de clima temperado, elas podem ser levadas para casas de vegetação.

É muito importante dar uma atenção especial para a Tampala em seus primeiros meses de cultivo. Elas precisarão de um tutoramento diário para evitar a sua quebra. Além disso, utilize-se sempre do método das podas para evitar que a planta se torne invasiva em canteiros, vasos e outros locais de plantação. Nas horas, as podas também podem ser feitas sem maiores problemas.

Multiplicação
A propagação da espécie pode ser feita de diversas maneiras: sementes e postas que começam a germinar na primavera. Elas tendem a se multiplicar de forma ágil e eficaz

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O Clorofito-lumina é uma espécie da família Agavaceae e tem sua origem na África. É uma planta herbácea que se destaca pelo colorido incomum da folhagem. Ela alcança cerca de 30 a 40 cm de altura, com largas folhas em roseta, que crescem de um rizoma carnoso.

As folhas são o principal atrativo desta planta. Elas são largas e longas, com o limbo verde escuro e fosco e uma longa e grossa nervura central, de brilho translúcido e cor creme-alaranjada. A sua inflorescência vem de importância ornamental em um segundo momento, além de apresentar hastes avermelhadas com pequenas flores brancas.

É uma planta tropical e atraente. Suas características que chamam muito á atenção é a sua exuberância que pode ser apreciada tanto em interiores que estiverem bem iluminados, perto de janelas, porém sem receber sol diretamente, o que normalmente queima as suas folhas.

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Além de vasos, a planta poderá ser cultivada em jardins totalmente isoladas, ou ainda em pequenos grupos, em locais que poderão contar com luz filtrada e ainda totalmente protegida pelas sombras de árvores. É importante salientar que o grande exotismo deste tipo de planta é totalmente valorizado nos jardins de coloração tropical e contemporâneos.

O cultivo da planta
O cultivo do Clorofito-lumina deverá acontecer em meia sombra contando com substratos drenáveis, que deverão ser enriquecidos com matéria orgânica e ainda mantidos úmidos. Pelo fato de ser uma planta rústica ela não precisa de cuidados especiais.

Este tipo de planta aprecia bastante o calor e também toda a umidade dos ambientes tropicais, devendo ser cultivadas nas estufas em países que tiver um clima temperado. Uma peculiaridade interessante é que não é necessário a realização de podas nesta planta, basta apenas se remover as folhas que estiverem mortas que estará pronto.

É interessante investir em adubações leves realizando um replantio desta inflorescência pelo menos duas vezes no ano, sempre na época da primavera, o que são suficientes para todo o desenvolvimento de folhagens que sejam vibrantes. Este tipo de planta costuma se multiplicar através de divisões de touceiras e ainda rizomas devido a ocasiões do seu replantio realizado.

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Algumas flores amargaram o ocaso nas décadas finais do século XX graças principalmente à banalização de seu plantio em todos os jardins. Esse fato, mais a oferta de espécies que conseguiram se popularizar por conta da globalização, estigmatizaram diversas flores que antes abrilhantaram jardins de boas vindas e vasos. Foi o que aconteceu com a dália (Dahlia).

Felizmente, a revitalização da jardinagem, que não se prende mais aos modismos, trouxe de volta as multicoloridas e formosas dálias ao panteão das escolhas ideais para ornamentação de jardins, praças, vasos e floreiras.

De origem mexicana, a dália tem como padrinhos cuidadosos os franceses e holandeses, que se esmeram em produzir híbridos cuja paleta de cores e formatos surpreende quem anteriormente considerava a dália “fora de moda”.

A dália pode atingir até 1, 50 m quando plantada diretamente no solo. Suas folhas elípticas adensam-se no caule longilíneo, como que emoldurando as flores.

Dependendo da espécie, o capítulo onde as pétalas desabrocham pode ser pequeno ou grande, e é basicamente o tamanho do capítulo que determina a forma da flor. As pétalas podem ser alongadas, enroladas ou redondas mas sempre aglomeram-se em um belo, colorido e compacto ramalhete individual.

Dalia pompom

Costuma-se dizer que a dália é a flor para quem não quer ter trabalho. Pouco exigente quanto a qualidade do solo, basta que o local onde a flor esteja a pleno sol, com solo solto, afofado e de fácil drenagem, com abundância de matéria orgânica natural, como o húmus formado pelas folhas secas.

Para que as flores sejam sempre vistosas, recomenda-se o plantio ou transplante no outono, e reforços na adubação com fertilizante NPK 10-10-10 ou mesmo esterco curtido e farinha de osso.

A dália deve ter uma atenção redobrada, quando plantada em vasos. A planta possui um desenvolvimento rizomatoso, por isso vasos pequenos que limitem o crescimento das raízes podem comprometer a integridade da planta. Para evitar a propagação de pragas, retire folhas e galhos secos sempre que aparecerem.

flores se abrindo

Vaso ciclame

Gênero botânico pertencente à família Myrsinaceae. O nome o nome popular no Brasil varia entre Ciclame, Ciclame-da-Pérsia, Ciclame-de-Alepo ou Ciclâmen.

Nativa da Europa e da Ásia, essa é uma planta florífera muito cultivada em vasos graças a seu pequeno porte, não ultrapassa 20 cm de estatura, folhas verde escuro e flores coloridas muito vistosas que contrastam com a cor de suas folhas causando um ótimo efeito no ambiente.

A planta é pequena, não ultrapassa 20 cm, e costuma ser cultivada em vasos de interiores. Costuma florescer mais no final do inverno e início da primavera, pode ficar florida o ano todo dependendo da forma de cultivo, porém tende a morrer se passar muito tempo florescendo graças ao enorme desgaste que isso causa a planta.

A planta é de clima ameno, de meia sombra, mas precisa de sol direto durante quatro horas por dia. Desse modo, o ideal é colocá-la próxima à janela, mas protegida do vento. Recomenda-se regar duas vezes por semana.

É uma planta perene, mas tem sido cultivada como anual. Assim, muitas pessoas, quando a vêem murchar, acreditam que ela está morta, mas seu bulbo irá florir dentro de um ano novamente, se hidratado como indicado.

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Como plantar
Geralmente é plantada em vaso, embora possa ser criada em área externa desde que devidamente protegida do sol a pino. Devemos sempre mantê-la em local que receba uma boa quantidade de iluminação indireta, ou então que receba luz direta de manhã ou a tarde. Utilize solo fértil, geralmente o que a planta vier plantada da floricultura já terá a composição ideal, porém se necessitar plantá-la em outro lugar, não esqueça de adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK rico em fósforo no começo da floração.

Como cuidar
O ideal é que a planta seja regada em dias alternados, não se deve deixar o solo secar, porém o excesso de água também pode matar essa planta, que alias é bem sensível a doenças. Graças a isso é bom sempre ficar atento em remover ramos mortos que podem ser um prato cheio para a proliferação de bactérias e fungos.

Após o termino da floração a água deve ser reduzida e não adicionar mais fósforo durante alguns meses para que a planta descanse por um tempo, você pode tentar manter a floração dessa planta por mais tempo que o natural através da rega e adubação, porém ela provavelmente morrerá em pouco tempo. Após o tempo de dormência, logo antes do inicio de uma nova época de frio, volte a adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK ao solo.

As cores mais comuns entre os ciclames são o branco, o vermelho, o lilás, o rosa e o salmão. Algumas espécies podem apresentar mais de uma cor de cada vez. A sua aparência incomum é um dos seus grandes atrativos. Os botões de ciclame assumem uma forma que se assemelha a um cisne, devido ao longo caule e o seu aspecto que lembra a cabeça pendente de uma ave, com o bico para baixo.

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Quando os botões se abrem, as pétalas mostram-se distribuídas nas pontas das hastes, lembrando uma borboleta com as suas asas fechadas.

A folhagem dessa planta é um espetáculo à parte. As folhas possuem o formato clássico de um coração e têm sido usadas como ornamentação mesmo quando não há flores. O seu tom de verde é bastante forte e apresenta pintas branquinhas que lembram o mármore.

Muitos jardineiros amadores desistem de cultivar essas flores por considerá-las muito complexas. Entretanto especialistas afirmam que o seu cultivo pode ser bastante simples, a partir do momento em que se compreende o seu processo de desenvolvimento.

Elas devem ser mantidas em ambientes ventilados, protegidas da umidade e do calor. A rega deve ser feita a cada três dias, quando a temperatura ambiente estiver mais fria ou mais seca.

Atualmente, os ciclames são algumas das flores mais vendidas do mercado. Elas são usadas para presentear nas mais variadas ocasiões, tanto em vasos quanto em buquês de flores.

As flores presenteadas em arranjos podem durar cerca de quinze dias, se foram colocadas num vaso com água. Já os ciclames que vierem em vasinhos com terra duram ainda mais: cerca de três a quatro semanas, mesmo sem cuidados especiais.

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Begonia-6

Sempre coloridas e vistosas, as begônias compõem uma família de 1500 espécies. É uma planta perene que pode compor lindos vasos, jardineiras. A novidade é que após vários cruzamentos e melhoramentos esta maravilhosa flor poderá também invadir os jardins.

Elas são plantas muito apreciadas pela grande maioria das pessoas graças às suas bonitas e coloridas flores e ao verde das suas folhas. Cultivar e propagar begônias não é uma tarefa difícil uma vez que não são necessários grandes cuidados.
As begônias pegam bem de estaca sendo por isso muito fácil de transplantar. Outra forma de propagá-las pode ser através da divisão dos seus rizomas ou ainda pelas sementes.
Alguns cuidados para cultivar as suas begônias podem aqui ser encontrados.

Begônias são um clássico favorito dos jardineiros, por sua facilidade de cultivo e bela coloração. Considere plantar begônias se deseja ter uma nova planta dentro de casa para adicionar à coleção, para colocar em vasos suspensos ou se quiser aumentar seu jardim externo. Embora sejam plantas anuais que exigem replantio uma vez por ano, elas valem o esforço.

As begônias são fáceis de manter, produzem grandes e bonitas flores, e vêm em diversas cores e variedades, que podem decorar jardins e espaços interiores, acrescentando um toque elegante e colorido à sua casa. As begônias podem ser cultivadas a partir de sementes ou compradas já plantadas. Independente da opção que escolher, você terá lindas begônias, que serão uma parte impressionante e vibrante de sua paisagem interior ou exterior.

Escolha a cor das flores de begônia que você preferir. Se você quer plantar sementes, tenha em mente que elas levam cerca de quatro meses para chegar ao estágio de florescimento. A begônia prefere luz filtrada e, portanto, você deve escolher um local em seu jardim que tenha sombra durante a parte mais quente do dia.

Begonia grandis ssp. evansiana

Estas plantas são nativas do Brasil e preferem tempos mais quentes. No entanto, elas crescem em quase todos os climas do ano. Durante os meses mais quentes do verão, podem permanecer dormentes, da mesma forma que durante os meses mais frios.

Selecione uma variedade de begônia para plantar
Existem dois tipos gerais de begônias: aqueles cultivadas a partir de sementes e aquelas cultivadas a partir de batatas/bulbos. Begônias cultivadas a partir de sementes tendem a ser um pouco menores e seu desenvolvimento é complicado, enquanto os bulbos dão origem a plantas mais resistentes e maiores.

Ambas as variedades vêm em muitas opções de cor, incluindo tons de rosa, branco, roxo, amarelo e vermelho. Begônias de sementes e bulbos são anuais, embora os bulbos possam ser salvos e replantados em anos seguintes. Se você não estiver a fim de aborrecimentos com bulbos e sementes, visite o viveiro local e escolha uma begônia pequena envasada para transplantar.

* Raramente, é possível encontrar um tipo de begônias perenes, mas essas não são comuns;

* Você também pode escolher começar a cultivar begônias a partir de podas.

Escolha um local
Begônias são uma das flores mais comuns que podem crescer com sucesso tanto dentro quanto fora de casa. Elas gostam de muita sombra, o que faz delas uma perfeita aquisição para um jardim interno. Se plantá-las em um vaso, escolha um local em sua casa onde haja uma janela voltada para o leste, oeste ou sul.

Você também pode colocá-las em uma varanda sombreada, que receba bastante luz do dia. Se for plantar begônias no jardim, coloque-as num ponto sombreado sob outras plantas maiores ou no lado norte de seu jardim.

* Begônias suportam luz solar parcial, mas evite deixá-las receber luz do sol diretamente;
* Se você não tiver nenhum espaço interno com janela para begônias de vaso, será necessário usar uma lâmpada a fim de proporcionar-lhes um pouco de luz.

Prepare a terra
Ou melhor, não prepare terra alguma, pois as begônias podem se desenvolver melhor em um jardim sem terra do que na típica ‘sujeira’. Prepare uma mistura de ⅔ turfa e ⅓ de mistura para vasos sem terra (disponíveis em lojas especializadas em jardinagem e também em viveiros).

Begônias gostam de ambientes ácidos e bem drenados, o que a mistura com turfa provê facilmente. Se você precisar usar terra do lado de fora, adicione uma grande quantidade de turfa e matéria orgânica à terra para fornecer o melhor ambiente para suas begônias.

*Se você utilizar mistura de turfa, encharque a turfa com água fervida e deixe esfriar antes de plantar as begônias;

* Você pode usar um fertilizante líquido NPK 20-20-20 na terra ou no substrato, provendo assim mais nutrientes às begônias.
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Saiba quando plantar
Begônias são plantas anuais, então elas não voltarão a crescer a cada ano. Portanto, a cada ano replante-as no meio da primavera. Begônias não suportam muito bem temperaturas baixas e geadas, por isso espere até uma semana, pelo menos, após a última geada do inverno para plantá-las. Seja como for, plante-as antes em um vaso dentro de casa e depois as transplante no jardim quando a temperatura subir.

Prepare seu jardim
Se você estiver plantando suas begônias ao ar livre, cave um buraco com poucos centímetros de profundidade para sementes e bulbos, ou grandes o bastante para cobrir a raiz de uma planta envasada. Begônias que serão plantadas em solo elevado ou vasos precisam de um espaço ligeiramente maior que sua raiz ou em meio a outras plantas num recipiente maior. Begônias não precisam de um espaço muito grande, na verdade, então sinta-se livre para plantá-las perto de outras plantas em seu jardim, ou perto da beirada do vaso.

Plante suas begônias
Remova bulbos e sementes ou transplante e coloque-as no buraco que você cavou. Cada begônia deve ser posta em seu próprio buraco, embora possam ser dispostas juntas. Cubra o topo da raiz, o bulbo ou sementes com um pouco de terra/substrato. Se for plantar uma begônia pequena, quebre um pouco a raiz antes de colocar a planta no buraco.

Regue a planta
A maioria das plantas precisa de água extra após ser plantada pela primeira vez, a fim de evitar o que é conhecido como ‘choque por transplante’. Regue bastante sua planta de modo que a terra fique úmida, mas não encharcada. As flores precisarão de rega a cada poucos dias desde o plantio, seja manualmente ou via um sistema de irrigação. Begônias não toleram regas intensas, então não se preocupe com manter o solo constantemente molhado. Na verdade, se chover intensamente na sua região, você pode ter que deslocar suas begônias para uma varanda ou dentro de casa, para evitar que a planta se afogue.

Conserve seu jardim
Se você plantou suas begônias em um vaso na varanda ou dentro de casa, não será preciso lidar muito com ervas daninhas. Contudo, se suas plantas estão ao ar livre, verifique se há ocorrência de ervas daninhas de vez em quando, e retire-as. Adicione fertilizante líquido NPK 20-20-20 cerca de uma vez por mês, ou misture um pouco de composto e turfa para mais nutrientes. Você pode cobrir o solo com folhas secas, se preferir, pois isso prende a umidade (o que significa regas menos frequentes) e impede que novas ervas daninhas brotem.
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Pode as begônias
Com o tempo, você perceberá que as flores das begônias começarão a apodrecer e morrer. Nesse ponto, você deve iniciar o processo de poda, o que envolve cortar e remover as flores mortas para promover o crescimento de novos botões e desviar os nutrientes para outras partes da planta.

Ao final da temporada de florescimento, remova todos os botões mortos e deixe a planta verde. Desse modo, os nutrientes que a planta obtém serão estocados no bulbo para a próxima temporada de crescimento, em vez de sustentar os botões que já estão mortos.

Proteja suas plantas contra pragas
Muito embora plantas de exterior estejam sempre correndo risco de abuso da natureza, plantas de interior também podem ser atacadas por pragas. Mantenha suas begônias a salvo de lesmas e caramujos moendo cascas de ovo e espalhando-as ao redor da base da planta.

Plantas de interior são frequentemente infestadas de cochonilhas, insetos que podem ser eliminados com spray de álcool isopropílico comum. É possível se livrar de outras pragas com inseticida leve usado para jardinagem. Converse com um funcionário do viveiro local para saber mais sobre o melhor método para proteger suas begônias.

Colha suas begônias
Elas não são tipicamente usadas em arranjos florais porque não têm hastes longas, mas você pode colhê-las paras usos decorativos como arranjos de flores prensadas. Arranque a flor de cima da folhagem, evitando tirar muitas folhas e caule. Você pode colher quantas flores quiser durante a temporada de crescimento, pois elas deverão crescer de volta após muitos dias.

Proteja as plantas do frio
Se suas plantas não estiverem mortas quando começar a esfriar, você pode salvá-las levando-as para dentro. Porém, isso só funciona mesmo com plantas externas envasadas. Coloque os vasos em uma janela que receba bastante sol. Nas primeiras duas semanas dentro de casa, as begônias deixarão cair muitas folhas, mas isso é normal devido ao transplante. Elas devem ficar bem como se fossem novas após se adaptarem ao novo ambiente.
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Salve os bulbos
Quando suas plantas estiverem todas preparadas para o inverno, você pode salvar os bulbos de suas begônias para replantar na primavera seguinte. Espere até que a planta esteja completamente seca, e então tire os caules/folhas maiores do bulbo. Coloque-os sobre uma grelha ou tela em uma área fresca e seca, para secar por 5-7 dias. Quando estiverem totalmente secos, eles podem ser armazenados.

Os bulbos devem então ser colocados em uma caixa de papelão cheia de turfa seca até estarem prontos para o replantio na primavera.
* Em primeiro lugar prepare o vaso onde vai plantar a begônia. A preparação do vaso de forma adequada vai ser decisiva no crescimento e na beleza da sua begônia.
Coloque no seu fundo a tela (esta vai permitir uma correta drenagem da água e não vai permitir que a terra assim como os nutrientes saiam do vaso juntamente com a água). Depois adicione uma camada de cascalho de mais ao menos 5 cm de altura. Em seguida coloque a terra até metade da altura do vaso;

* Agora, coloque a begônia escolhida dentro do vaso bem no seu centro.
Em seguida acrescente a terra (deixando cerca de 2 cm do vaso sem terra).
Com as mãos aperte e aconchegue a terra junto à planta, pressionando um pouco para que esta se mantenha direita durante o crescimento e as regas;

* Coloque um pouco de adubo orgânico na superfície da terra, mas distante da begônia e em seguida regue-a com um pouco de água (não exagere na quantidade de água).
Se necessário acrescente um pouco mais de terra. Coloque o vaso dentro do prato e coloque-o no local da casa escolhido para a sua planta.

Dicas
* As begônias adaptam-se muito bem a ambientes de interior não muito quente. Devem ser colocadas em espaços com bastante luz, mas não com luz direta;

* Tenha atenção à rega, esta vai depender do local onde a planta se encontra, da temperatura da casa e do material do vaso escolhido;

* No entanto regue-a com mais frequência enquanto se encontra na primeira semana após o transplante, ou seja na primeira fase de crescimento diminuindo a sua frequência à medida que o tempo passa. No inverno regue-a com menos frequência.

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Calathea tigrina

Planta da família Marantaceae, originária da América do Sul – Brasil. É também conhecida popularmente como Maranta- zebra e Planta-zebra.

Trata-se de uma planta herbácea que forma rizomas, folhas ovais, coriáceas, com parte inferior arroxeadas e parte superior verde claro com desenhos marrom-esverdeados, com porte de 0,80 a 1,20 m de altura. Flores pequenas, brancas, em forma de espiga, sem muito destaque. Floresce no verão. A espécie sensível a temperaturas baixas.

Em projetos de paisagismo a planta é excelente para áreas sombreadas, em:
* Bordas de edificações, na forma de bordadura;
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Sob arvores, na forma de forração;
*
Em gramados, também na forma de maciços.

A Maranta-tigrina é uma planta ideal para ser cultivada em jardins no estilo tropical e estilo contemporâneo, em jardins e praças urbanas por ser uma planta de fácil manutenção e crescimento moderado.

Por se tratar de planta muito ornamental que apresenta coloração exuberante e diferenciada, pode ser cultivada em interiores utilizando vasos e jardineiras de tamanhos médio á grande em local que receba boa quantidade de luz indireta, pois é uma espécie sensível à luz direta, geadas e à falta de umidade.

Dicas para o cultivo saudável da planta zebra:
* Regue a planta regularmente, não permitindo o encharcamento do solo;
* Cultive sob meia sombra ou sombra;
* Cultive-a em solo fértil, bem drenado e ricos em matéria orgânica;
* Realize mudas através da separação de brotos que nascem entorno da planta mãe;
* Realize limpeza da planta retirando folhas velhas no inicio do outono;
* Adube anualmente com adubos orgânicos (tipo húmus de minhoca, etc). Usando NPK, prefira o 10-10-10, a cada 3 meses;
* Dê espaçamento para o plantio de 30 cm entre as mudas;
* Utilize um substrato com bom teor de matéria orgânica;

A planta não apresenta grandes problemas. Evitar excesso de umidade no solo, pois fungos podem se instalar e gerar podridão.

Outras considerações:
- Tem natureza invasiva, grande vigor para se expandir.
- Por possuir esta característica de crescimento horizontal, ao ser usada em fontes, precisa receber podas ocasionais para que as folhas não encostem na água. Ou pode-se usar suportes para conduzi-la.

Seguindo estas dicas e cuidados a planta se manterá com boa aparência e livre de doenças e pragas, trazendo vida e colorido para o ambiente.

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