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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Gypsophila
Na hora de montar o seu jardim ou mesmo para ter uma espécie de
planta isolada, mas muito bonita, atraente e delicada, a espécie une todas essas características e tem fácil cultivo e fácil manuseio e manutenção.

O véu-de-noiva é uma planta herbácea, pendente, prostrada e florífera de elevado valor ornamental, tanto pela textura e cor da folhagem, como pela floração abundante e permanente. Esta delicada flor‚ muito utilizada como complemento para arranjos ou buquês compostos por flores maiores e mais coloridas. É também conhecida como Mosquitinho, Branquinha e Cravo-de-amor.

O véu de noiva é uma planta muito ramificada, por isso mesmo é bom fincar atento, pois pode se tornar invasiva em determinadas situações. Mas no geral tem com ramos delicados, arroxeados e com nós articulados. A planta pendente com ramificações muito numerosas, longas e finas, formando cortina densa daí a razão do nome popular. De cada nó podem sair novas raízes que, se em contato com a terra, vai ramificar e se reproduzir.

As folhas são finas e pontiagudas, de coloração verde-acinzentada e superfícies pilosas ou ovais a lanceoladas, acuminadas, de cor verde-escura, com a página inferior arroxeada. As inflorescências, em panícula, sustentam um grande número de pequenas flores, solitárias, brancas, com três pétalas, axilares ou terminais, e se formam durante o ano todo. E por ter característica, é que é altamente cultivada para fins ornamentais e complemento de arranjos.

As variedades de coloração branca são as mais cultivadas no Brasil, principalmente porque são fáceis de serem tingidas em colorações diversas. A sua durabilidade pós-colheita varia entre 1 a 2 semanas. O fruto é do tipo cápsula, ovóide, com poucas e grandes sementes de cor castanha.

Gypsophila paniculata1
Utilização do Véu-de-noiva
O véu de noiva é uma planta excelente para vasos e cestas pendentes. Sua textura cheia e o pontilhado delicado das flores trazem um charme todo especial para varandas, pátios, salas de estar, entre outros ambientes internos ou externos. Sua manutenção é facílima, exigindo apenas leves podas para renovação da folhagem quando necessário, boa irrigação e fertilizações orgânicas semestrais. Estes pequenos cuidados são suficientes para manter a beleza desta rústica espécie. No jardim, além de compor magníficos jardins verticais, ela também se presta como forração, em canteiros semi-sombreados ou em bosques, mas teme o pisoteio, pois sua folhagem é muito frágil.

Forma de reprodução da Gypsophila
A planta reproduz-se por meio de sementes, sendo ideal semeá-la nos canteiros durante o outono, para crescerem naturalmente e produzirem flores mais cedo. O solo deve ser bem drenado e a luz solar é fundamental para o seu perfeito desenvolvimento e florescimento.

Por ser uma espécie muito delicada, recomenda-se utilizar varetas esgalhadas para apoiar as plantas expostas ao vento para dar sustentação e firmeza na planta. Ao plantar, distribua as espécies de modo correto. As plantas aglomeradas tendem a adquirir doenças. Nesse caso, os esporos de fungos e pragas podem se espalhar facilmente, infestando as espécies próximas.

Cultivo
Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa, em substrato fértil, com boa capacidade de retenção de água, porém drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado com frequência. Não tolera geada ou frio intenso. Reduzir as regas na estação fria, salvo quando o inverno é demasiado seco. Em países de clima temperado pode ser cultivada em estufas úmidas.

Sob condições de grande luminosidade, torna-se mais compacta na textura e, a cor arroxeada dos ramos e verso das folhas se acentua. Em condições de pouca luz, desenvolve-se mais esparsa e pode não desenvolver a cor arroxeada. Multiplica-se facilmente por estacas maduras produzidas pela ramagem, postos a enraizar em solo leve e mantido úmido. Também pode ser multiplicada por mergulhia.

Adubação e umidade
O substrato de cultivo deve ser rico em matéria orgânica. Utilizar húmus de minhoca misturado com composto orgânico em partes iguais. Acrescentar adubo granulado NPK formulação 10-10-10, cerca de uma colher de sopa por vaso. Plantar a muda, tomando cuidado para não quebrar os talos frágeis e regar a seguir.

A cada 4 meses, proceder à adubação de reposição de nutrientes. Dissolver uma colher de sopa da medida que acompanha a caixa de adubo em 2 litros de água em temperatura ambiente. Sacudir bem para dissolver o adubo na água. Usar 1 copo pequeno desta mistura por vaso.

As condições de umidade facilitam o aparecimento de doenças. Use sempre quantidades adequadas de água e nutrientes. Entre estes, o potássio reforça ligeiramente o crescimento da planta e aumenta a resistência aos organismos patogênicos.

Gypsophilapaniculata
Dicas e curiosidades
- A umidade deverá ser leve, mas regar frequente;

- Muito interessante para ambientes internos com boa iluminação, forma densa cortina pendente. Para canteiros em jardins sem sol, como forração também forma denso tapete.  Poderá consorciar com plantas do tipo helicônias ou lírio-da-paz;

- Muito utilizada como flor de corte, embelezando buquês de rosas e de flores do campo. No paisagismo, cria lindos efeitos quando misturado com outras plantas de flores pequenas, em maciços e bordaduras;

- Delicadas e numerosas flores brancas é a característica principal do mosquitinho. Da família dos cravos, esta planta é muito utilizada como flor de corte, embelezando buquês de rosas e de flores do campo, principalmente. No paisagismo, cria um excelente efeito misturado com outras plantas de flores pequenas, em maciços e bordaduras, criando um ótimo efeito campestre;

- Devem ser cultivado a pleno sol, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal, drenável. Exige ainda regas regulares e reforma anual dos canteiros. Aprecia o clima frio e floresce no final do inverno e na primavera. Multiplica-se por sementes;

- Corte as hastes das gypsophilas sobre uma tábua, retire o excesso de folhas e mergulhe as hastes em água morna antes de confeccionar o arranjo. Para conservá-las por mais tempo, troque a água regularmente, evitando o odor desagradável e o apodrecimento das hastes;

- Mantenha o jardim sempre limpo. Materiais deteriorados, folhas e plantas mortas podem causar infecções às espécies sadias. Um plantio cuidadoso garante a saúde do seu jardim.

rosa vermelha

Verbena 1
A verbena é uma planta da família Verbenaceae e por ser uma planta originária da América do Sul é bastante encontrada no Brasil. Ela possui flores coloridas e um porte que vai de pequeno a médio. É também conhecida popularmente por Camaradinha.

É uma planta herbácea, assim como muitas das espécies originárias da América do Sul. As flores são pequenas, tubulares reunidas em inflorescências na ponta dos ramos numerosos.

São encontradas nas dunas do litoral de algumas regiões do país as de flores lilases ou cor vermelho-escuras, mas as espécies híbridas são comercializadas nas cores branca, vermelha, roxa e rosa. Por tudo isso, a verbena é muito indicada para fins ornamentais e paisagísticos. As flores formam grandes topetes coloridos recheados de pétalas e aparecem quase em todas as épocas do ano.

No geral, a verbena é uma planta de fácil cultivo. Precisa de lugares bastante ensolarados para sobreviver ao longo de sua vida, podendo ser cultivada em boa parte do Brasil, por exemplo.

verb.
Um dos métodos de plantio mais defendidos pelos especialistas é o seguinte: Os canteiros para esta planta devem ser bem preparados, adubando com composto orgânico de folhas e esterco animal curtido, de aves ou gado, incorporando bem no solo de cultivo. Plantar com espaçamento de 10 a 20 cm e após o plantio de todo o canteiro deve-se regar bem.

Assim como diversas outras espécies, a verbena é de fácil propagação em canteiros e vasos, sendo em menos quantidade neste último. Esta técnica pode ser feita através das sementes e dos insetos polinizadores, sendo que a primeira técnica é a mais utilizada na propagação.

Os ramos de caule também podem ajudar na propagação da planta. Os entrenós das folhas enraízam-se facilmente e é uma das formas de propagar a planta, bastando enterrar um pedaço do ramo com 1 a 2 entrenós em areia ou casca de arroz carbonizada.

Este substrato deverá ser mantido úmido até notar o desenvolvimento de folhas, quando então deverá ser retirada a planta com cuidado e deverá ser plantada em vaso ou recipiente com substrato preparado com composto orgânico vegetal e animal até o início de sua floração, quando então podemos levar para o canteiro já preparado.

Lembrando que para o cultivo da verbena ser eficaz, é preciso uma boa drenagem com regas regulares. A planta não aprecia solos secos, então uma boa tarde de sombra pode ser ideal ao crescimento da verbena.

Informações importantes
A planta pode crescer e atingir uma altura máxima de 30 cm. Por isso, ela é uma planta considerada de pequeno porte. Suas folhas são pequenas e dentadas, sendo usadas para fins ornamentais de ambientes interiores. O perfume da verbena é agradável e por isso é ótimo para apartamentos pequenos e escritórios.

Nos dias mais quentes do verão, a planta deverá ser protegida, pois o sol em exagero pode prejudicar o seu crescimento.

Verbena
Para um melhor visual da verbena, as podas devem ser realizadas com frequência, retirando-se folhas secas e velhas. As flores secas deverão ser retiradas também para que ervas daninhas sejam evitadas.

Uma outra dica de cultivo é plantar num solo rico em matéria orgânica e que tenha boa drenagem. Uma sugestão de mistura para vasos é: 2 partes de composto orgânico, 1 parte de terra vegetal e 1 partes de terra comum de jardim. Para obter uma planta mais compacta fazer o “beliscamento”.

A forma de fertilização para cultivar a verbena sobre um substrato saudável é: Preparar o local onde ela irá ser semeada incorporando esterco de gado bem curtido ou NPK na formulação 04-14-08 sendo 5 colheres de sopa por  ou 1 colher de sopa para vasos pequenos.

Assim como em outras espécies herbáceas, as verbenas dão flores que formam pequenos buquês delicados e muito usados para enfeitar, até mesmo pela variação que a cor de suas pétalas sofre.

Podem ser plantadas em vasos, jardineiras, canteiros ou em maciços. Apesar de perene, devem ser tratadas como bienal, pois perdem o viço com o passar do tempo. Devem ser cultivadas a pleno sol, em substrato rico em matéria orgânica, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio.

lotus

liliflora
A magnólia é conhecida também de tulipa-de-árvore. A planta pertence à família Magnoliácea e é originária da China ou do Japão.

É uma arvoreta de efeito espetacular, é conhecida por emitir flores muito grandes, na maioria das vezes quando a planta já não apresenta mais folhas, em pleno inverno.

O contraste formado por suas belas flores e o caule cinzento é esplendoroso. No paisagismo é utilizada isolada ou em grupos, se integrando muito bem a jardins de estilo oriental ou europeu e é umas das plantas muito usada para decoração de jardins .

Apesar de não ter suas raízes no Brasil, pode ser perfeitamente cultivada no nosso país, sem perder as suas qualidades e a sua beleza. A magnólia não é considerada uma planta e sim uma arvoreta, como já foi dito, porque possui um caule lenhoso muito ramificado, iniciando bem próximo ao chão, podendo chegar de 3 a 4 m de altura, as folhas são decíduas, grandes, ovais com bordas onduladas.

A sua copa tem a forma arredondada e possui um crescimento muito lento. Suas flores são fechadas e possuem o formato de uma tulipa, fazendo um belo efeito ornamental, com pétalas densas nas cores rosa, violeta ou branca.

As flores da magnólia aparecem no final do inverno, porém, mesmo sem elas, a planta é linda e uma ótima opção para ornamentação de um jardim ou até mesmo para enfeitar a varanda de uma casa. As flores da magnólia também podem aparecer em outras ocasiões, e não só no inverno, em determinadas regiões, porém, elas surgem em menor quantidade e com a planta mais cheia de folhas.

Cultivo da Magnólia
A primeira coisa que é preciso saber quando for cultivar a magnólia é em quais regiões o seu desenvolvimento é melhor. Obviamente, assim como a maioria das plantas, a magnólia prefere determinado clima, encontrado em determinada região. Ela prefere, isto é, cresce melhor, em regiões onde o frio do inverno é mais ameno, isto é, no caso do Brasil, nas regiões Leste e Sudeste.

A magnólia deve ser cultivada sempre sob sol pleno e é necessário ter um solo fértil com composto orgânico e que seja bem drenado. Para fazer a propagação é necessário usar a estaquia de ramos e deve ser feita na primavera.

Caso queira, a planta poderá ser podada para dar a forma que quiser. A magnólia pode ser a “estrela” principal do seu jardim quando surgem as flores. Por isso, ela é muito usada para decoração e nos projetos. Porém, ela não recomendada para ser cultivada em gramados como uma planta isolada.

Não porque ela não possa ser plantada nesse contexto, mas que nesse caso ela perde um pouco da beleza das suas flores e folhas. Uma das melhores maneiras de usar a magnólia no jardim é colocá-la com um conjunto de folhagens verdes com folhas das mais diversas épocas. Dessa forma, você combina a cor das flores da magnólia com as cores de outras plantas, uma que sempre dá um efeito visual maravilhoso é quando é feito com as azaléas.

As magnólias podem ficar sem nenhuma folha no inverno, mas isso não quer dizer que elas estão mortas ou prestes a morrer, até porque, mesmo sem as folhas, você verá que a magnólia se mantém bonita e muito vistosa, porque o seu tronco é imponente. É de cor acinzentada e não reto, mas com curvas sinuosas, e as vezes as flores permanecem nele.

A magnólia, além de toda a sua beleza, exala um perfume ótimo, agradável, uma coisa a mais que a torna ainda mais especial do que outras plantas, que são somente belas.

Existe também um segundo tipo de magnólia, a magnólia glandiflora, que têm flores brancas e é cheia de folhas. As pétalas dessa tipologia de magnólia são bem abertas e a tonalidade delas fica entre a cor branca ou a cor creme, porém também podem ser encontradas nas tonalidades púrpuras.

magnólia glandifora
O que tem de comum entre a espécie de magnólia glandifora e liliflora são exatamente a época de floração, isto é, de quando aparecem as flores. Em ambos os casos, elas aparecem no inverno, quando o caule perde todas as folhas. É como se a folhagem desse lugar as flores.

Outros cuidados para o cultivo da Magnólia
Como foi dito anteriormente nas dicas para cultivar a magnólia no seu jardim, essa planta só cresce forte quando plantada em solo fértil. De preferência, ele deverá ser fortificado com matéria orgânica. Além disso, é necessário que esse solo seja permeável e tenha a tendência a ter alcalinidade.

O solo mais indicado, com essas características é o solo arenoargiloso. Por se tratar de um arbusto forte e vigoroso, a magnólia precisa de espaço uma da outra, para que o crescimento da copa e das raízes aconteça sem problemas.

Uma das indicações da jardinagem para o plantio da magnólia é que ele seja feito junto com outros arbustos não decíduos. O projeto paisagístico perfeito para esse tipo de planta é aquele onde há a predominância do verde. Isto porque no inverno os galhos da magnólia não vão dar o efeito visual deslumbrante que pode ser observado em outras épocas do ano.

Quando estiver para plantar uma magnólia não se esqueça de que ela adora sol, e que plantá-la na presença do astro rei é uma ótima alternativa para ter uma bela planta, linda e saudável. Falando em temperatura, ela consegue suportar o frio ameno do Sul e do Sudeste, o frio intenso não é para esse tipo de planta. Nessa época você vai ver como elas ficam floridas.

Não basta plantar magnólias e deixar para lá, é necessário fazer a limpeza das plantas quando elas são adultas, isto é, as podas com regularidade, que são: as podas de formação (retirada de galhos fracos) e as podas de contenção.

rosas balançando

Callistephus chinensis
A Natureza cria diversos tipos de espécies desde o tempo em que os dinossauros viviam em nosso planeta, então não devemos duvidar os poderes dela;

As plantas tiveram que arrumar um jeito de se adaptar às novas condições de ambiente, depois da extinção histórica dos animais gigantes que aqui viviam.

É por isso que as teorias do famoso Charles Darwin foram tão bem recebidas no meio animal, já que as mesmas coisas aconteciam com as plantas e suas espécies. A flor-pluma, por exemplo, ganhou este nome pelo seu aspecto plumoso e leve. Então falaremos dela no artigo abaixo.

Planta linda e colorida
É a única espécie do gênero botânico Callistephus. Seu nome popular é conhecido também como Áster-da-china e Rainha-margarida-da-pluma-de-avestruz. Este último nome é dado justamente porque ela realmente parece uma margarida de pétalas bem fininhas e numerosas. Ela pertence a família Asteraceae e é originária da China e o Japão.

Callistephus chinensis2
Seu caule é rijo, chegando a 50 cm de altura. Apresenta-se nas cores branca, azul, roxa, vermelha e violeta. Segundo os especialistas dessa espécie, nem todas as sementes florescem.

Na verdade, a pluma-de-avestruz é uma espécie silvestre de margarida, dai o seu nome, menos rústicas que as outras espécies da mesma família. As pétalas delicadas da flor nem sempre são boa coisa para os produtores, já que elas se desfazem muito facilmente, até mesmo com a presença de ventos moderados, por este motivo, é bem difícil de ser encontrada nas lojas especializadas.

Para ver uma espécie dessas de perto, é melhor procurar em jardins e quintais. Ela é mais utilizada em paisagismo do que em corte e venda em hastes e maços.

Deve ser cultivada à sol pleno, em solo fértil, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera encharcamentos. Em regiões quentes convém conduzí-las à meia-sombra, resguardando-as do sol forte do meio dia. Fertilização excessiva com adubos nitrogenados deixará a planta fraca e suscetível às pragas e doenças.

Callistephus chinensis8
Variedades de porte alto devem ser tutoradas para que não quebrem durante o crescimento e floração. Multiplica-se por sementes postas a germinar no final do verão e outono.

A flor-pluma é sensível ao transplante: plante no local definitivo ou em sementeira, mas neste último caso transplante com cuidado em dias nublados.

Semeadura: Para semear deve-se colocar de duas a três sementes em cada cavidade de uma caixa de ovos ou bandeja de isopor para semeadura (comprada em lojas de jardinagem). Cobrem-se com um substrato de terra e regam-se diariamente, mantendo-as sempre umedecidas. A bandeja deve ficar à meia-sombra até que a muda atinja 6 cm de altura, em cerca de três semanas.

Preparo da terra: Transpõe-se a muda para um vaso com uma parte de terra, uma parte de húmus e outra parte de areia ou vermiculita. Devem receber sol, ter de 10 a 15 cm de profundidade e ser preparados com húmus ou terra vegetal. Dispõem-se as mudas a cada 15 ou 20 cm.

Rega e luminosidade: Molhar diariamente ou sempre que a terra ressecar-se e manter em local que receba sol pleno.

Floração: Ela ocorre normalmente durante a primavera e o verão.

riachoflor

Flower_Garden_1
Quando passamos por um jardim florido, ficamos bastante admirados com a quantidade e qualidade das flores que encontramos, porém quando tentamos fazer o mesmo em nosso jardim acabamos não tendo esse êxito.

Isso é muito comum de acontecer, porém o principal responsável é a técnica utilizada para cuidar dessas flores, sendo que cada flor exige um conhecimento diferente. Além disso, ter conhecimento técnico sobre as flores é primordial para que seja mantida a qualidade em seu jardim, que as flores nasçam saudáveis e se mantenham livre de qualquer praga, principalmente durante a primavera.

A maioria das pessoas acredita que flores são somente uma planta que serve para decorar um determinado local de sua residência ou a própria natureza. Porém as flores têm responsabilidades muito maiores, sendo uma grande reprodutora que gera um grande numero de sementes e essas sementes são a próxima geração das flores que deverá acontecer em um futuro próximo.

Cada flor conta com sua característica natural, essas características envolvem os desenhos das flores e também o tamanho total no qual essa flor pode alcançar, tudo isso depende da qualidade e também do local em que essa flor é plantada.

As flores podem ser encontradas de várias formas, desenhos e cores, além disso, uma de suas principais características é o perfume, sendo que cada espécie conta com um odor diferente, lembrando que esse odor também se modificar durante as etapas do ano, pois depende da qualidade em que essa flor se encontra.

Além disso, cada espécie é natural de uma região e para que a mesma consiga se reproduzir em outra região, será necessário contar com um clima muito parecido ou simular o clima oferecido em sua região. Nesse caso sendo utilizando alguns equipamentos que oferecem um clima diferenciado.

Dicas para o cuidado das flores
Cada flor requer um tratamento e cuidado diferente, pois algumas gostam muito de água e luz, já outras não gostam tanto de água e não podem receber a luz do sol de forma direta, pois os raios são totalmente nocivos e podem fazer com que a flor perca sua beleza.

As dúvidas em relação a tratamento das flores são bastante comuns atualmente, mesmo porque as pessoas adquirem a flor, plantam a mesma e somente depois começam a se preocupar em como cuidar dessa espécie e manter a mesma viva.

Na maioria dos casos são utilizadas técnicas ou a mesma não é plantada diretamente no solo, facilitando os cuidados com essa flor, porém no caso de jardim é necessário plantar diretamente no solo e antes disso, é necessário saber os cuidados que devem se ter com essas flores.

Além disso, não são todas as flores que oferecem suporte para serem plantadas em jardim, por isso ao escolher uma flor tome bastante cuidado, pois em alguns casos é gasto dinheiro e tempo em uma plantação e a mesma acaba durando poucos dias.

Técnicas para cuidar de algumas flores
Será apresentado aqui dicas e técnicas para cuidar de algumas espécies de flores bastante procuradas entre os brasileiros.

Azaléias
A Azaléia é uma flor que pode ser ficar em ambientes internos e externos, gosta de muita luz. Porém, essa luz não pode ser aplicada diretamente. Também deve ser aplicada água mantendo a planta sempre úmida, porém de forma alguma pode encharcar.

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A Begônia é uma flor somente para ambientes internos. Gosta de luz, porém durante poucas horas do dia. Deve estar sempre úmida, porém de forma alguma pode ser encharcada.

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As Bromélias são flores que podem viver tanto em ambientes internos e externos. Gostam de luz, porém deve estar exposta em poucas horas do dia, lembrando que essa flor não pode ser umedecida durante todo o tempo.

Crisântemo
Os Crisântemos são flores que podem viver somente em ambiente internos. Gostam muito de luz e deve ser exposta durante todo o dia, porém a luz não pode ser aplicada de forma indireta. Essa flor também precisa estar sempre úmida, porém não pode ser encharcada.

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As Margaridas são flores que devem ser cultivadas em um local com boa incidência de sol, podendo ser até mesmo com sol pleno durante todo dia. Em lugares de clima subtropical, a planta costuma ficar dormente durante o inverno e pode ser gravemente prejudicada por geadas caso não for protegida, porém se bem cuidada sobrevive bem a esta fase e volta a florescer com abundância na primavera.

Hortência
A Hortênsia é uma flor que pode viver tanto em ambiente interno quanto externo, gosta de luz direta e em muita quantidade, somente dessa forma consegue atingir o auge de sua beleza. Também gosta bastante de água, porém não poderá se encharcar.

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A Kalanchoê é uma flor que pode viver tanto em ambiente interno quanto em ambiente externo. A luz deve ser aplicada direta e em grande quantidade, porém não gosta tanto de água, tendo que estar ligeiramente úmida.

Lírio
Os Lírios são flores que preferem vivem em ambientes internos. Gostam muito de luz, porém somente de forma indireta. Também gosta bastante de água, porém não pode ser encharcada.

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Muitos dizem que as margaridas são as flores mais simples do mundo, porém elas encantam como se fossem verdadeiramente elaboradas.
O que muitos não sabem é que existem diversas espécies de margaridas espalhadas pelo planeta e uma delas é a margarida-do-cabo, também chamada de margarida-africana.

Elas pertencem à família Asteraceae e se originam da África do Sul. É uma herbácea muito florífera e bela. É considerada rizomatosa e forma grande touceiras com tamanhos que podem chegar até 0,65 m.

As folhas são verde escuras, denteadas, um pouco suculentas e com a nervura central saliente. Seus ramos são longos e as pétalas são longas, ovais, sendo consideradas alternas.

Segundo pesquisadores, esta espécie de margarida tem época certa para se tornar ainda mais bonita e chamativa aos olhos de insetos polinizadores, a fim de fazerem a sua propagação.

As flores são inflorescências em capítulos podem possuir bordas em que exista uma pétala maior e mais laminada que poderá ser encontrada nas cores branca ou púrpura neste gênero de margarida. Isto ocorre em todos os gêneros e espécies de margaridas e é mais fácil observar nos capítulos maiores, como nos girassóis.

Plantio da Margarida-do-cabo
Para começar a plantar a margarida-do-cabo, é preciso ficar atento ao clima que essas belas flores suportam. Elas ficam bem em climas mais amenos, onde exista muito sol. Elas podem suportar dias de frio também.

Para preparar a sua área de plantio, basta seguir algumas dicas:
Preparar o canteiro ou mesmo o vaso com composto orgânico, areia e adubo de gado bem curtido, numa proporção de 5:1:1, misturando bem. Colocar na terra e incorporar a mistura, nivelando”.

Ela pode ser plantada em vasinhos, sendo colocada em jardins, quintais e até mesmo dentro de casa quando bem tratada e recebendo os devidos cuidados. Vale lembrar que apesar de se desenvolver sob luz solar plena e diária, a flor também tolera sombras durante algumas partes do dia.

Se a escolha for por plantar em pequenas mudas de margaridas, usar o espaçamento de 0,40 cm entre mudas, desencontrando as linhas. Abrir um buraco, colocar a muda que retirou do saco de cultivo, aconchegar a terra e apertar de leve. Após a conclusão do canteiro regar bem.
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A margarida do cabo se desenvolve em solos férteis e repletos de matéria orgânica para que ela possa crescer com belas flores e bem coloridas, nascendo até mesmo com uma espécie de “degradé” em suas pétalas que variam muito de tonalidade. O solo deve ser bastante fértil para uma floração abundante, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

É importante lembrar que as regas das margaridas-do-cabo devem ser constantes e diárias. Elas só não precisarão ser frequentes no caso de chuvas. São tolerantes às geadas e secas e suscetíveis ao encharcamento por longos períodos. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

O uso no paisagismo
Por causa de sua beleza, a margarida-do-cabo poder ser de grande utilidade decorativa. É excelente para projetos de jardins de baixa manutenção onde se deseja maciços verdes com muitas flores.

Elas podem ser colocadas em recipientes ou vasos de tamanho médio, onde seu cultivo poderá ser feito em varandas arejadas e terraços onde exista a incidência de sol em pelo menos algumas partes do dia, assim ela pode se tornar uma das melhores opções para o paisagismo.
Osteospermum ecklonis
Polinização e propagação
As margaridas do cabo tem um odor característica e suas cores fortes atraem animais polinizadores. As borboletas são os principais deles. Esta espécie também pode ser bastante atrativa para alguns pássaros e outros insetos como abelhas.

Sua propagação não se limita apenas à polinização e outros métodos bastante complexos podem ser usados, segundo explicam os profissionais da área.

As margaridas-do-cabo multiplicam-se por sementes que muitas vezes germinam espontaneamente próximo à planta mãe, assim como por divisão das touceiras.

Esta espécie pode ser cultivada no Brasil por causa dos solos e do clima propício que existe em terras nacionais. As margaridas-d-cabo são uma das melhores variedades para se cultivar já que ela é muito resistente para determinadas temperaturas.

A flor tende a suportar períodos de geadas e até de excessivo calor, desde que seja regada em larga escala nessas últimas condições. A espécie também sobrevive a graves secas e também à áreas amplamente alagadas por um longo tempo. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

No Outono e na Primavera são as melhores épocas do ano para o florescimento da margarida-do-cabo, seja em isolamento nos vasos ou em canteiros presentes no jardim.

Para começar o plantio, basta preparar o solo, umidificando-o e preenchendo o mesmo com matéria orgânica preparada pelas suas próprias mãos ou compradas em lojas de jardinagem.

Durante a época de floração, adube o solo a cada duas semanas para fortalecer a planta. À medida que as flores forem murchando, corte-as pela base” explicam os especialistas.

É importante ter em mente que as margaridas-do-cabo só irão começa a florescer quando elas já estiverem criando raízes. Aos poucos, vá regando e assim, quando elas começarem o desenvolvimento, aumente a quantidade de regas aos poucos. Ao terminar a floração, o arbusto pode ser divido em várias plantas para ampliar o colorido do jardim.

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margarida
Ao contrário daquilo que muitas pessoas pensam margarida não é o nome dado para uma única flor, muitas flores de aspectos semelhantes receberam popularmente o nome de margarida, as mais conhecidas são as margaridas brancas e as margaridas amarelas. As margaridas são flores originárias do Hemisfério Norte e apresentam registros existenciais de mais de mil anos.

São flores delicadas e devem ser manuseadas com as mãos leves.

A margarida, assim como o girassol e a gérbera, pertence à família das compostas, plantas estas que se caracterizam por possuir flores com um miolo redondo cercado por pétalas.

A planta é uma herbácea de pequeno porte que floresce durante todo o ano com flores de várias cores diferentes.  São comercializadas em arranjos e vasos, mas são flores  muito cultivadas tanto para adornar jardins, jardineiras e para a confecção de buquês. Os seus caules são compridos e delgados, alcançando em alguns casos 1 m de altura.

Onde e Como Plantar
As margaridas podem ser plantadas tanto a partir de sementes quanto por mudas compradas prontas para serem transplantadas para o solo. Quanto à localidade onde se deve plantá-las, devemos escolher um local com boa incidência de sol, podendo ser até mesmo com sol pleno durante todo dia.

Margarida-Branca_1

Em lugares de clima subtropical, a planta costuma ficar dormente durante o inverno e pode ser gravemente prejudicada por geadas caso não for protegida, porém se bem cuidada sobrevive bem a esta fase e volta a florescer com abundância na primavera.

Quanto ao solo, devemos utilizar um substrato drenável e enriquecê-lo com fertilizante sempre no final do inverno. Utilize adubo orgânico para prover os nutrientes essenciais e reforce com um pouco de NPK rico em fósforo, para estimular a floração.

Margarida amarela)(1)

Como Cuidar
Não são muito exigentes com relação ao solo para cultivo, devem ser regadas várias vezes em pequenas quantidades, de forma a sempre umedecer o solo sem encharcar. Assim sua planta terá um bom suprimento d’água e você não favorecerá a proliferação de fungos.

Anualmente é aconselhável replantar suas margaridas, para que assim elas mantenham uma melhor aparência, uma vez que esta planta começa a se tornar menos vistosa conforme envelhece.

Para favorecer o florescimento contínuo das margaridas, deves arrancar as flores secas de vez em quando. Quando os caules alcançarem uns 40 cm de altura, belisca a parte do meio para cima. Isso ajudará a flor a florescer melhor.

margarida

Aeschynanthus Pulcher
A espécie pertence a família Gesneriaceae e é nativa de Java, uma região de florestas tropicais.

É uma planta herbácea de folhagem perene e formato da folhagem, num todo, é pendente. Costuma ser cultivada em vasos ou jardineiras postas em locais altos. Os rizomas possuem boa capacidade de otimização das funcionalidades do substrato, desenvolvendo densos caules com muitas ramificações.

As folhas são de estética simples, dispostas em pares opostos nas hastes, são ovais, acuminadas e de textura serosa. As flores dessa espécie são vistosas, de coloração vermelha, com cálice tubular de cor variando de tom esverdeado ao avermelhado, com corola na cor vermelha de formato tubular, com as pétalas espaçadas e de pontas arredondadas. Formadas nas pontas das hastes, as flores da planta-batom florescem, normalmente, quando a primavera está para findar e, a floração perdura até o final do verão.

A planta-batom pode ser cultivada em todo o Brasil, porém nas regiões de invernos mais rigorosos, recomenda se que a espécie seja cultivada sob alguma proteção durante outono até a chegada da primavera. A espécie tem como uma das características mais evidentes a grande ramificação das hastes, as quais chegam a mais de 1 m de comprimento.

Por essa última razão, é comum e de boa aceitação da planta que ela seja cultivada em vasos suspensos, assim você permite que essas hastes cresçam livremente. Fato que destaca os muitos ramos pendentes e, também, facilita o acesso de beija-flores às flores da planta, pássaro conhecido pela preferência dessa espécie.

Propagação da planta-batom
As mudas dessa espécie podem ser feitas através do corte de touceiras ou, também, por estaquia de hastes. Após o período da floração ou já no início da primavera há a possibilidade de remoção de uma haste, atente para remover aquela que esteja menos à mostra, assim você não prejudica a estética da planta. Depois de escolhida a haste, remova as folhas da base e enterre a haste em um vaso com areia umedecida ou com perlita ou com uma mistura de casca de arroz carbonizada com composto orgânico.

Coloque o vaso com a haste recém removida em local protegido das variações do tempo e, cuidando sempre, para que a umidade do vaso seja mantida. Quando a haste começar a se desenvolver no vaso, significa que a haste enraizou, ou seja, você possui uma nova muda da espécie. Tendo se certificado do enraizamento da planta, transplante a com calma para um outro vaso com terra de boa qualidade. Lembre se de regar o vaso quando o ar estiver com pouca umidade.

A planta-batom desenvolve se bem sob meia-sombra, em local de solo com bom dreno e enriquecido com matéria orgânica. A rega da planta deve ser feita apenas quando a superfície do substrato estiver com baixa umidade ou, caso você more em uma região muito quente, ao menos a cada dois ou três dias, melhor dizendo, sempre que o ar ficar com pouca umidade, fique mais atento com a rega da planta.

Uma dica importante é notar se as folhas da planta-batom se desprendem com facilidade quando as tocamos, isso é um sinal de que o vaso está úmido em excesso. Outra característica notável dessa planta é que ela gosta de se manter em um local e lá ficar, em outras palavras, escolha um local e deixe a lá se desenvolvendo vistosamente.

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Adubação da planta-batom
Somente adube a planta-batom quando a muda que possui estiver bem desenvolvido e acostumado com o local em que estiver. Preferencialmente, faça a adubação da planta com adubo orgânico. Uma dica é utilizar adubo bovino, o qual é rico em fósforo e ajuda numa melhor e mais rápida floração. Porém, seja qual for o adubo escolhido, coloque pequenas quantidades na terra do vaso, conforme a quantidade e frequência indicadas na embalagem do produto.

Utilização da planta como elemento decorativo de espaços externos e internos:
Pela descrição da espécie logo se nota o potencial ornamental da planta. Mesmo quando não está no período de floração, essa espécie agrega beleza ao ambiente em que está pela grande ramificação das hastes que crescem a partir da touceira.

A planta-batom pode decorar ambientes internos, desde que esses possuam boa luminosidade indireta e natural. Para aqueles os quais gostam das flores vermelhas que marcam a espécie, porém não possuem um local interno ideal, a dica é cultivar a planta em um ambiente externo até o início de sua floração.

Contudo, vale lembrar que mudanças bruscas afetam o bom desenvolvimento da planta. Para que a espécie não sinta tanto a mudança de ambiente, traga-a para o ambiente interno, deixe-a por uma semana e leve-a novamente para o ambiente externo, a fim de recuperar a planta.

Ambientes com decoração rústica ou moderna combinam com a planta-batom. Obviamente os ambientes rústicos são mais fáceis de receberem plantas como elemento decorativo. Para garantir que os ambientes mais modernos combinem com uma planta, coloque-a em um vaso com estilo mais moderno, como cachepot metálico ou de vidro, por exemplo. Outra dica é combinar as cores. Se a decoração da sua casa for de cores claras ou neutras, as flores vermelhas da planta-batom serão um charme à parte.
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Luminosidade
Essa é uma planta a qual está costumada à luz forte, porém sempre indireta. O indicado é pendurar o vaso próximo à uma janela ou debaixo de uma lâmpada própria para estimular o crescimento de plantas, caso você a cultive em ambiente interno ou externo e pouco iluminado. Os extremos da luminosidade não agradam essa espécie. Ou seja, o excesso de sol ou a falta dele são duas condições as quais prejudicam a floração da espécie.

Dicas de solo ideal
A planta-batom prefere um solo leve e gaseificado, para os casos de cultivo em ambiente interno. Uma dica que agrada a planta é fazer uma mistura de um pouco de violeta africana com bastante perlita e acrescentar no solo. Lembrando se sempre de que o solo deve estar bem drenado.

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Dietes iridioides

A planta também é popularmente chamada de moréia-branca. É uma espécie vegetal pertencente à família botânica Iridaceae, nativa do continente africano, sendo uma planta endêmica da África do Sul. A moreia é uma planta rústica e ornamental (apresenta florescimento decorativo), que está ficando cada vez mais popular o seu cultivo devido a baixa manutenção que ela necessita, e apresentar uma grande beleza para decorar o jardim.

Características da Moréia
A planta é uma espécie vegetal herbácea e entouceirada, muito similar a Íris, pois apresenta flores com cores bem vivas, no entanto ela muito mais rústica que a Íris.

A Moreia se caracteriza por ser uma espécie vegetal que apresenta ciclo de vida perene, isto é, uma planta que apresenta ciclo de vida longo, maior que 2 anos. É ima planta de pequeno porte que atinge uma altura média de 60 cm e um diâmetro de 45 cm.

A folhagem da Moréia atinge uma altura de 40 cm, e as suas folhas se apresentam dispostas em forma de leque, são coriáceas, possuem formato linear, lanceoladas e possuem a coloração verde escura. Se caracterizam por possuírem natureza permanente e serem longas.

As inflorescências da Moreia são eretas e ramificadas, possuem flores dispostas numa quantidade que varia de 1 a 3, possuindo a coloração branca, com uma mancha amarela que fica localizada próxima a base existente nas sépalas. A floração acontece normalmente na primavera e no verão, chegando a perdurar até parte do outono. A Moreia é uma planta que exige baixa manutenção, devido a sua rusticidade.

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Cultivo
A Moreia é uma espécie vegetal que se desenvolve melhor e floresce com maior beleza quando é cultivada em locais que possuem clima ameno e frio, que é a situação climática apreciada pela planta. No entanto, essa espécie vegetal, consegue se adaptar a diferentes condições climáticas, como: clima tropical, subtropical e temperado. Devido ao fato da Moreia apreciar climas amenos e mais frios (clima temperado principalmente), ela deve ser cultivada exposta ao sol, para que assim tenha boas condições de luminosidade.

O solo ideal para cultivo é aquele substrato, que mistura terra de jardim com terra vegetal, podendo ser feitas aplicações de material orgânico, para que a espécie vegetal consiga se desenvolver com plenitude.

O solo para o bom cultivo deve ser rico em material orgânico. A irrigação deve ser feita de maneira regular, contudo sem a necessidade de deixar o solo encharcado, pois essa situação pode levar a planta à morte, pois suas raízes podem ser sufocadas.

As regas podem ser feitas em uma média de duas a três vezes por semana, irrigando uma vez a cada dois dias. O controle da irrigação pode ser feito de acordo com a condição do solo, quando esse estiver seco, pode ser feita a irrigação.

Para manter a Moreia bonita, basta retirar as flores e folhas secas. Pelo fato de exigir baixa manutenção para as pessoas que a cultivam, a Moreia é uma espécie que pode ser cultivada em vários tipos de jardins.

O cultivo pode ser de maneira isolada ou em grupos, que irão causar um belíssimo efeito em seu jardim. Quando cultivadas em grupo, a Moreia pode ser plantada visando a formação de um maciço de plantas (varias Moreias sendo cultivadas no mesmo jardim) ou em forma de bordadura.

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Multiplicação da Moreia
A multiplicação da Moreia pode ser feita em qualquer época do ano, isto é, o inicio de sua reprodução pode ser realizada em qualquer estação do ano: primavera, verão, outono e inverno.
Essa multiplicação pode ser de duas formas: pela dispersão de suas sementes e pela divisão de suas touceiras.

A multiplicação por dispersão das sementes é o processo reprodutivo de plantas mais conhecido que existe, pois consiste em pegar as sementes que foram geradas pela planta e espalhá-las em locais apropriados para cultivo (condições de solo, temperatura, irrigação e outras condições) para que as sementes germinem e gerem uma nova planta.

A multiplicação por divisão da touceira consiste em realizar cortes nos rizomas da planta para criar mudas que irão gerar novas plantas. Na realização dos cortes nos rizomas da Moreia há a necessidade de ser feita com cuidados, pois é necessário manter partes do rizoma, das raízes e das folhas para que as mudas tenham condições de germinarem e se desenvolverem uma nova planta.

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A Áster-da-china  é uma planta possuidora de uma floração ornamental e capacidade de gerar flores coloridas que impressionam mesmo às pessoas que estão acostumadas a tratar de espécies excêntricas. É também conhecida como Rainha-margarida, As primeiras espécies foram encontradas em territórios chineses e japoneses e são pertencentes à família Asteraceae.

As flores possuem cores múltiplas com tons amarelados que trazem singularidade às espécies. Folhas são alternadas, simples ou denteadas, com cores verdes exuberantes.

Possui inflorescências com disco central amarelo repleto de pétalas dispostas em fileiras com traços simples e variedades típicas. Na atualidade as maiores variedades são dobradas e possuem inflorescências. Os tons possuem traços delicados, entre os tons de: violeta, branco, vermelho, azul e rosa. Florescem melhor durante as épocas frias do ano.

É uma espécie ideal para formar bordaduras e maciços e podem ser plantadas tanto em jardineiras como nos vasos.

Precisam ser cultivadas em locais bem iluminados e à pleno sol e solo fértil, enriquecido e matéria orgânica. A terra precisa ser irrigada de modo regular e constante. No entanto não se esqueça de que não existe alto poder contra o excesso de água.

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Quando plantadas em regiões quentes podem ser cultivadas à meia-sombra, resguardando o sol forte que existe no meio dia. Fertilizar de modo excessivo com uso de adubos nitrogenados pode deixar a planta fraca e suscetível às variações de clima, ataques de pragas e doenças.

Variedades de alto porte podem ser tutoradas no sentido de não quebrar durante o crescimento da floração. Elas se multiplicam de maneira fácil quando sementes são colocadas para germinar ao final do outono e verão. O áster pode ser sensível quando acontecerem os transplantes. Procure plantar em locais definidos ou dentro de sementeira – modalidade que demanda dias nublados para transplantar.

É uma planta herbácea e sua altura fica entre 20 cm a 50 cm com uma base bem Suas folhas são de coloração verde escuras na parte superior e quase branca ao inferior, com bordas recortadas e leve pilosidade.

As flores são solitárias, simples ou dobradas, nas pontas flexíveis dos ramos. Violeta e rosa são as duas principais tonalidades florais.

Como plantar
Procure misturar 1 kg de adubo animal para cada  quadrado, curtido de formulações orgânicas e incorporando dentro do solo. Procure nivelar o canteiro.

Retire as mudas do saco de cultivo com cuidado antes de começar a plantar. Use 30 cm  no espaçamento entre as plantas estabelecidas em linhas que estão desencontradas.

Quem mora na região sul do Brasil deve fazer o plantio na metade da primavera. Do inverno à primavera deve ser propagado o início da semeação, normalmente colocadas em compostos orgânicos umedecidos ou recipientes capazes de fazer a semeadura.

Depois de nivelar o substrato e semear se faz necessário peneirar a terra e secar. Cubra com plástico até a parte da emergência que ocorrem em usual entre sete e quatorze dias em temperaturas entre 10 e 15ºC.

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Uso da espécie
A áster-da-china consiste em uma espécie cultivada no mundo antigo. Por causa da alta duração em vasos é usada de modo principal no território chinês, país de origem. Dentro do Brasil não tem o uso pelo mesmo fim, mas sim porque existem incontáveis pessoas apaixonadas por espécies distintas de margaridas.

Também são indicadas para conveniência familiar quando plantadas ao redor de piscinas e áreas de lazer, mesmo na parte litorânea, desde que seja abrigada por ventas que possam despetalar as flores.

Gênero Áster
O gênero conta com 600 espécies diferentes estabelecidas na Eurásia e América do Norte. Variedades de híbridos são populares como espécies de jardim por causa das flores atrativas e coloridas. Espécies são usadas como plantas de alimento por larvas, embora possam crescer em todas as zonas da resistência.

Na atualidade quase todas as lojas especializadas nas vendas de flores possuem amplas variedade de áster-da-china, sejam elas online ou no varejo tradicional. Embora a compra no mundo de internet possa ser mais barata, representa ponto contraindicado, visto que as pessoas não possuem a oportunidade de averiguar as verdadeiras condições de espécies.

Por este motivo apenas compre áster-da-china em lojas online nas quais existam altos níveis de confianças por causa de compras feitas antes por amigos ou colegas.

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