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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

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A mil-cores é uma espécie de planta da família das Phyllanthaceae que tem sua origem nas Ilhas do Pacíficico e na Polinésia. Seu ciclo de vida é perene, ou seja, durante todo o ano consegue-se ver planta florescendo e bastante viva, podendo chegar até 1,20 m de altura, tamanho tradicional dessa planta.

A mil-cores também recebe os nome de arbusto-da-neve e folha-de-seda. A planta recebeu esse nome devido à coloração de suas folhas que são bem diversificadas. Podem ser encontradas nas cores verde, branco, creme, rosa e vermelho, sendo todas misturadas e uma destas predominando, mas sem regra.

Diferente das folhas, as flores da mil-cores são um pouco insignificantes e raramente existe florescência. Elas não são usadas para ornamentos ou arranjos como frequentemente são feitos com as outras flores e ficam com uma espécie de segundo plano na planta. De fato essa é uma planta onde as folhas ganham o destaque maior.

Cultivo da mil-cores
Como toda planta, a mil-cores precisa de alguns cuidados especiais quanto ao seu cultivo. O ideal é que seja plantada sob a meia sombra, pois a planta não gosta muito de receber a luz direta do sol, principalmente nas horas mais quentes do dia.

Se for cultivada em vasos, deixe a planta cerca de 3 ou 4 horas exposta ao sol, que é o ideal para que a planta cresça bem. Só atente-se nessa exposição porque ela deve ser deixada sob a luz do sol somente nas últimas horas do dia. Procure manter a planta sempre em locais com o clima quente úmido e evite expô-la ao frio. Então ambientes internos aclimatados com ar, estão fora de cogitação.

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Regas
As regas devem ser frequentes, pois essa planta já gosta de solos mais úmidos, porém evite deixar o solo encharcado, pois pode matar a planta ou então ajudar na proliferação de fungos e doenças.  O ideal é que seja realizada 2 vezes por semana apenas. O solo deve ser arenoso e bastante rico em material orgânico.

Abubação
O melhor para adubar a mil-cores é fazer uma mistura de uma parte de areia grossa de construção, para uma parte de terra comum de jardim, para uma parte de terra vegetal e para uma parte de composto orgânico. Isso fará com que a planta tenha crescimento moderado.

O fertilizante ideal é o do tipo NPK na formulação 10-10-10 que deve ser aplicado de 3 a 4 vezes por ano. O correto é aplicar 3 colheres de sopa sempre ao redor da planta e nunca junto ao caule para não prejudicar o crescimento.

Se a planta for cultivada em vasos, o indicado é que essa quantidade seja diminuída essa quantidade para também retardar o crescimento da planta. As podas devem ser feitas todos os anos, uma vez apenas e sempre na primavera, pois é quando a mil cores está em fase mais propícia a crescimento.

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A planta conhecida popularmente como Maria-sem-vergonha ou Beijinho, Beijo-turco e Beijo pertence à família Balsaminaceae. É um espécime bastante gracioso de planta que além de muito vigor se caracteriza por conseguir crescer em qualquer lugar.

Aliás, um dos principais problemas desta planta está exatamente no fato de ela se propaga muito facilmente e pode se tornar uma praga. Quem descuida com essa planta acaba com uma verdadeira invasora no seu jardim. Para evitar problemas com essa espécie de planta é importante tomar alguns cuidados.

Pelo fato de ser de cultivo fácil a Maria-sem-vergonha foi se desvalorizando com o passar do tempo. O nome depreciativo da espécie é apenas um exemplo de como ela é desvalorizada. Porém, mesmo que seja uma planta a qual não se atribua muito valor existem algumas variedades muito bonitas.

Uma planta que floresce quase o ano todo e está sempre sendo usada como forração do jardim ou mesmo em vasos para o interior dos ambientes.

Características
É uma espécie nativa do leste da África, na região do Quênia e de Moçambique. É uma planta herbácea, perene, que cresce de 15 a 60 cm de altura, com grandes folhas lanceoladas de 3 a 12 cm de comprimento e 2 a 5 cm de largura. As folhas são alternadas na maior parte, embora possam ser opostas, perto do topo da planta. As flores possuem cinco pétalas e podem ser das mais diversas cores.

São grandes e escarlates e as folhas são verdes com bordas brancas. Há também as híbridas que nos fornecem uma grande variedade de flores e folhagem, as flores podem variar desde o branco até as diferentes tonalidades de rosa e alaranjado, passando ainda por tons escarlate e púrpuro-escuro. Algumas plantas possuem desenhos listrados, basta conferir de perto.

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As flores da Maria-sem-vergonha vão desde os exemplares mais simples com pétalas bem singelas até aquelas que são dobradas em várias camadas. A folhagem dessa planta assume diversas formas e cores com desenhos que podem ser ovalados ou codiformes.

Os cuidados com a Maria-sem-vergonha
Primavera / Verão
Uma dica importante em relação à Maria-sem-vergonha é que a sua floração acontece de forma melhor quando as suas raízes ficam amontoadas. Sendo assim a planta somente deve ser reenvasada quando esta preencher o recipiente.

O melhor período do ano para fazer a troca de vaso é durante a primavera, a planta deve ser retirada do vaso antigo e com um bom composto de terra mude-o de lugar.

A temperatura ideal para a Maria-sem-vergonha nas estações da primavera e verão oscilam em torno de 18°C. Vale destacar que apesar de 18°C ser a temperatura ideal essa planta resiste ao calor intenso.

Nessas estações a rega deve ser feita com frequência para manter o composto úmido. Porém, tenha o cuidado de não encharcar a planta, pois você pode acabar “afogando” as raízes da planta. Durante o verão a planta deve ser pulverizada com água,  mas evite que as folhas fiquem molhadas por muito tempo. A água acumulada nas folhas facilita o ataque dos fungos.

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Quando a Maria-sem-vergonha estiver plantada em um vaso, é importante apoiar o recipiente num prato que contenha seixos molhados. A adubação deve ser feita com fertilizante líquido semanalmente durante o período de novembro a março. A planta deve ser colocada em local arejado e iluminado, mas não embaixo do sol direto, especialmente no período do meio-dia. Faça uma boa poda na planta durante o verão para que a planta fique mais compacta.

Outono / Inverno
Durante as estações mais frias do ano, outono e inverno, a temperatura deve ser mantida em torno de 18°C. Isso ajuda a fazer com que a planta fique sempre viçosa e florindo. Nessas estações mais frias e amenas as regas podem ser diminuídas e também a adubação.

Nos casos em que o frio é intenso é importante deixar que o composto fique quase seco entre uma rega e outra. Deixe sem adubar durante um tempo e assim ter um exemplar de Maria-sem-vergonha mais bonito e cheio de vida. É importante cuidar para que a temperatura não fique abaixo de 13°C, pois esse gênero de planta não suporta invernos muito rigorosos.

Propagação
A propagação dessa planta deve ser feita através de estacas, durante o período que vai de outubro a abril é o momento certo do ano para fazer esse tipo de procedimento. Comece retirando 10 cm de ramos laterais da planta, remova então as folhas inferiores e mergulhe as estacas num copo d’água. Observe que em poucos dias as raízes começam a surgir.

Depois de as raízes começaram a surgir as mudas deverão ser colocadas num local fresco e com sombra durante um período de duas semanas para que as raízes possam se estabelecer. Quando começarem a aparecer as novas brotações trate-as como se fossem plantas adultas.

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Conforme a planta vai crescendo o método do “beliscamento” (cortar com a ponta dos dedos) das pontas da mesma as tornam mais densas e vigorosas. Quem deseja obter várias mudas deve fazer uma sementeira numa caixa com mistura de partes iguais de turfa e areia.

No começo da primavera é necessário colocar as sementes e cobri-las com o composto peneirado. Depois o solo deve ser umedecido e deve-se deixar esse conjunto num ambiente que seja quente e escuro. No começo da germinação é necessário aumentar a luminosidade, mas não deixe a incidência direta do sol. A partir do momento que as plantas puderem passar a ser manuseadas, poderão ser plantadas em vasos.

Outros cuidados muito importantes
A Maria-sem-vergonha é uma planta que tem fácil cultivo podendo ser cultivada com restrições de sol. Porém, o solo é de grande importância, o solo deve ter bastante matéria orgânica, pois isso facilita o crescimento e a adubação com fósforo (esse tipo de adubação facilita a floração). Aliás, vale destacar que a adubação com fósforo é bastante interessante principalmente para plantas que tem muitas flores nascendo juntas.

Depois de alguns anos a Maria-Sem-Vergonha passa a ter uma aparência de “velha” com folhas feias e mortas. Nesses casos é importante remover as mudas e replantá-las ou simplesmente adquirir plantas novas. Pode ficar tranquilo que essa espécie de planta é bem fácil de ser encontrada.

A planta forma frutinhos verdes e suculentos, ocos, com muitas sementes, que quando maduros estouram ao mais leve toque. É uma planta excelente para cultivar com as crianças.

Uma planta de cultivo simples que pode deixar o seu jardim muito mais alegre e cheio de vida, mas não esqueça de ficar de olho na sua propagação para que não se torne uma praga.

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A lantana é um gênero com cerca de 530 espécies de plantas perenes, originária da Índia e nativo das regiões tropicais da África e das Américas, com ocorrência das Antilhas até o Brasil e pertencem à família Verbenaceae. A planta é considerada uma espécie nativa, sendo facilmente encontrados nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, além dos estados do Amazonas e Mato Grosso. Sua presença também é marcante na Ásia Tropical e Austrália.  Inclui plantas herbáceas e arbustos, atingindo até 2 m de altura.

Caracteriza-se por ser um arbusto perene, ramificado, lenhoso, florífero e com pelos curtos, cuja altura varia de 0,5 a 2 m. Possui ramos eretos ou reclinados, formando muitos galhos entrelaçados, às vezes com espinhos.

Seu sistema radicular é forte e suas folhas são ovaladas, crenado-serradas, ásperas e de cheiro semelhante ao da erva-cidreira. É uma planta, com um efeito ornamental espetacular.

As inflorescências são compostas por numerosas flores, formando buquês de cores variadas. É no Verão e no Outono, que nos presenteia com as suas belas flores.  As folhas são muito pilosas. A planta é agradavelmente perfumada.

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Algumas espécies são invasivas e são consideradas daninhas em determinadas áreas da Ásia meridional, África meridional e Austrália. Um atrativo dessa planta são as flores pequenas e de diversas cores, por exemplo, amarela, branca, alaranjada, rósea e vermelha, que constituem mini-buquês extremamente ornamentais.

Por serem ricas em néctar e surgirem no decorrer do ano todo, são bastante visitadas por abelhas, borboletas e beija-flores. Como estratégia, mantém as flores velhas na parte superior dilatada do “cabo” da flor, o que faz com que as inflorescências apresentem maior durabilidade. Outra particularidade é a mudança de tonalidade da flor após o desabrochar.

Atraem agentes polinizadores como borboletas, insetos e pássaros. As bagas da lantana são tóxicas para o homem. Suas flores deixam de ser frequentadas por beija-flores quando outras plantas, como helicônias e estrelítzias, estão próximas, pois oferecem néctar melhor e em maior quantidade, o que é mais recompensador a esses pássaros.

Em razão da beleza e da graciosidade de sua estrutura floral, a lantana é facilmente vista nos jardins, principalmente, compondo conjuntos e acompanhando elementos arquitetônicos, por exemplo, paredes, muros e grades.

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Cultivo e uso
A lantana é muito cultivada para bordaduras e maciços em climas tropicais e subtropicais, devido às cores das suas flores.

Em climas temperados cultiva-se como planta anual. Exige poucos cuidados por ser uma planta rústica. Gosta de clima quente e úmido e solo arenoso e rico em matéria orgânica.

Para o seu cultivo o solo deve ser fértil. As regas devem ser regulares. Adora ser cultivado em lugar ensolarado e abrigado. É bom podar apenas os ramos secos, doentes ou mal formados.

Sua multiplicação é feita no verão, através da estaquia da ponta dos ramos e também por sementes.

Por florescer praticamente o ano inteiro, alguns floricultores a consideraram ornamental e, consequentemente, começaram a disseminá-la. No entanto, devido ao alto poder de germinação de suas sementes, é vista como planta invasora em determinadas regiões.

Ela se espalhou rapidamente em países tropicais, adaptando-se como invasora em estado selvagem, tornando grandes áreas não-utilizáveis. No Brasil, apesar de ser encontrada em quase todo o país, não domina a vegetação. A aranhinha-vermelha é uma praga comum.

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Fertilização
A fertilização da lantana deve ser feita uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão. Usar fosforita superfosfato e termofosfato ou NPK rico em fósforo.

As Miniaturas
Além da Lantana cambará, existem também uma variedade popularmente chamada de mini-lantana (Lantana spp). Ambas possuem características semelhantes, diferenciando-se sobretudo em relação ao porte.

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As mini-lantanas atingem, no máximo, 1 m de altura e apresentam ramos finos, sendo muito utilizadas no paisagismo. Suas flores aparecem nas cores amarela branca e roxa e são levemente pendentes.

Uma planta assim como qualquer outra requer cuidados para poder trazer maio beleza tanto para o seu jardim, quanto para a decoração. Em vasos decorativos como arranjos ficam muito bonitas as flores além de dar todo um charme ao ambiente.

Uma polêmica que envolve a lantana-cambará diz respeito a sua toxidade. Suas folhas e seus frutos contêm lantadeno A e lantadeno B como princípios tóxicos e, quando essas partes são ingeridas, em algumas horas, aparecem sintomas como falta de apetite, fraqueza, náusea, letargia, vômito, diarréia, efeitos hepatotóxicos (danos no fígado), pupilas dilatadas, fotofobia, cianose (coloração azul-arroxeada na pele e nas mucosas), fotossensibilização e, em algumas situações (no caso de ingestão excessiva), pode acarretar coma e até mesmo a morte. Além disso, quando tocada, é provável que cause dermatite por contato.

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Rosaoriental

Espécie de planta arbustiva, nativa do leste da Ásia – China, Japão, Coréia Sibéria, onde cresce na costa, muitas vezes em areia de dunas.

Possui flores perenes e é bastante utilizada como cerca viva. A sua família é a Rosaceae e o clima preferido dessa planta é o continental, oceânico, mediterrâneo, temperado ou subtropical.

A rosa-oriental é uma roseira que pode chegar a medir de 1.2 m a 2,4 m de altura. Quem opta por ter essa roseira rugosa em casa precisa contar com espaços com luminosidade de sol pleno. O seu ciclo de vida é perene e tem a sua beleza como uma das principais características.

A planta tem um visual rústico que encanta pela simplicidade de sua beleza. Trata-se de uma planta arbustiva e bastante florífera. Nessa roseira podemos observar caules múltiplos que vão brotando a partir das suas raízes. A sua ramagem é muito densa, espinhenta e tomentosa.

A extensão dos ramos é recortada pelos acúleos, os ramos são retos, curtos e pontiagudos. As folhas dessa roseira contam com 5 a 9 folíolos ovalados e com textura rugosa, o que deu origem ao nome da planta. Essas folhas são verde escuras, mas um pouco antes de caírem elas se tornam amarelas.

As flores aparecem durante o verão e o outono, podem ser simples ou dobradas. Lindas flores perfumadas e que podem ser vistas em várias cores como lilás, rosa ou mais raramente brancas. Os frutos dessa roseira tem a aparência de pequenos tomates, são vermelhos e também bastante decorativos.

Essa roseira é bastante utilizada para a produção de híbridos que resistem a doenças que são comuns as roseiras. Pelo fato de resistirem bem a doenças como ferrugem ou mancha-negra a rosa-oriental é considerada ideal para fabricar híbridos.

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Porém, mesmo essa planta tendo diversas qualidades ela ainda é pouco aproveitada no paisagismo. Essa roseira pode ser plantada isolada ou mesmo em renques formando verdadeiras cercas vivas floridas e defensivas.

Uma planta que aguenta bem podas de limpeza e até mesmo deformações leves. O melhor momento para a poda dessa roseira é a primavera.

Cultivo da Rosa-oriental
O cultivo dessa planta deve ser feito em solo fértil, bem drenado, leve e enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser periódica. Pelo fato de essa planta ter a sua origem de regiões costeiras se adapta muito bem ao litoral.

Uma roseira que suporta bem a maresia, ventos, solo salino e arenoso, bem como outras intempéries próprias desse tipo de região. As temperaturas amenas são as mais apreciadas por essas roseiras e por isso mesmo a indicação é que ela seja cultivada em regiões de clima subtropical. A multiplicação dessa planta é feita por estaquia e também por divisão de touceiras.

Como já foi destacado, a origem da Rosa-oriental é asiática, uma curiosidade é que essa rosa japonesa cresce na areia em meio as dunas. Mas, não se deve confundi-la com a Rosa-multiflora que também é conhecida por ser uma rosa japonesa.

A rosa-oriental foi naturalizada em várias partes da Europa, mas é considerada uma espécie invasora em algumas regiões do velho mundo. Em geral os habitats em que essa planta é tida como uma intrusa ficam no norte da Europa. Essa planta pode fazer uma competição com a flora nativa e assim ameaçar a diversidade biológica. Nos Estados Unidos essa roseira é considerada como uma erva daninha.

Um dos melhores locais para fazer o cultivo da rosa-oriental é a praia, o clima litorâneo é perfeito para essas plantas que tem a sua origem em regiões costeiras. Sendo assim se moras na praia ou mesmo tem uma casa de veraneio pode apostar nessa espécie para enfeitar o seu lar.

No caso da casa de praia não for visitada frequentemente, é interessante contar com a ajuda de alguém que possa regar a sua roseira, pois a irrigação deve ser frequente.

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Regas
A planta precisa de uma irrigação frequente, mas algumas pessoas exageram na dose e acabam afogando as suas plantas. A dica para acertar na rega é observar o substrato da planta. Quando o substrato está seco quer dizer que a planta precisa de água, já quando ele ainda está úmido você pode esperar um pouco mais antes de regar novamente.

Fertilização
Outro componente importante para os cuidados com as plantas é o adubo, cada fase da planta precisa de um tipo de adubo. Vamos explicar para como essas fases funcionam e assim garantir que a rosa-oriental cresça forte e bem. Em geral o adubo que é vendido em supermercados ou lojas de jardinagem é feito com um composto NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio).

Observe que os diferentes pacotes de adubos têm concentrações diferentes de cada um dos elementos. Isso acontece por que cada fase da sua planta precisa de mais de um componente do que de outro. Sendo assim é importante saber quando escolher um e outro.

Quando ter mais Nitrogênio
O Nitrogênio é muito importante para a fase em que a planta está se fixando e criando raízes. Quando acabar de plantar a roseira é necessário caprichar na adubação de Nitrogênio. Prefira os adubos que tem a concentração desse elemento maior nessa fase.

Quando ter mais Fósforo
Na fase de floração da roseira é importante contar com um adubo que tenha mais Fósforo em sua fórmula. Por isso deve ser procurado pelos adubos que ofereçam uma maior concentração desse elemento.

Quando ter mais Potássio
A função do Potássio é fazer o equilíbrio entre a concentração de Nitrogênio e Fósforo na planta sendo assim dê preferência a ele quando já tiver passado a fase de fixação de raízes e também de floração.

Quando as plantas são cuidadas de forma correta elas crescem muito mais bonitas e cheias de vida.

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A espécie também possui outro nome bastante popular, é a Vara-dourada, por causa das florzinhas amarelas que surgem quando a espécie já não está em seu estágio mais jovem.

Pertence à família Asteraceae, onde muitas flores e plantas decorativas estão incluídas. O tango está catalogado na categoria das plantas de ciclo perene. Ela pode se desenvolver em diversos climas, como por exemplo, o continental, mediterrâneo, subtropical, tropical e temperado.

O tango é uma planta que possui um crescimento bastante ligeiro, mas é considerada uma espécie de pequeno porte. Dependendo da sua variedade de 0,80 a 1,20 m de altura. Embora sua utilização seja predominantemente como flor de corte, pode ser cultivada em canteiros, bordaduras e composições, acrescentado um estilo campestre à paisagem.

Os primeiros vestígios de tango encontrados no mundo foram registrados na América do Norte, onde uma combinação de climas ótimos para o seu desenvolvimento existem em diversos países do continente. Por isso, ela ainda é uma planta bastante cultivada por lá.

É uma espécie considerada rizomatosa e é dita como uma bela herbácea. é pouco ramificada e por isso, possui pequeno porte, atingindo em torno de um metro de altura no máximo.

A planta é muito cultivada aqui no Brasil por se adaptar bem ao clima tropical de diversas regiões do país. É usada para compor diversos buquês e arranjos florais de diversos tipos e tamanhos, isso porque é muito usada como flor-de-corte.

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O tango possui números e pequeninas flores amarelas que vão se espalhando por toda a sua estrutura delicada assim que as mudas começam a crescer. Por causa de suas inflorescências volumosas e que aparecem em grande número, os galhos começam a ter um aspecto dourado, reluzente e brilhante e é dai que surge a sua principal função decorativa.

Conforme a planta vai crescendo, as flores se agrupam em diversos capítulos, se tornando bastante ramificadas ao longo de cada galho da planta.

As folhas da espécie também são bem pequenas, cobertas com um verde claro bastante brilhante e chamativo. Quando o sol bate em suas folhas, elas reluzem como ouro e dai o seu nome popular de vara-dourada.

A folhagem é do tipo afiada e longa, com um aspecto considerado bastante rústico. Elas possuem formato de lança. A espécie é dita como ereta e por isso é muito usado como uma planta de corte. Mesmo assim  seu estilo campestre pode servir para a formação de belas bordaduras combinadas com outras espécie, além de poder ser cultivada em vasos, maciços e canteiros diversos, combinadas também com plantas de outras famílias e categorias.

Várias composições ornamentais podem ser feitas com o tango, desde que flores coloridas e outras plantas de tons fortes sejam mescladas junto à ela em algum canteiro ou vaso de planta. Vale lembrar que ela fica muito bem com outras plantas de pequeno porte a sua volta. Evite cobri-la com espécie de grande porte para que o seu cultivo seja eficaz.

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Cultivo
Primeiramente, para cultivar o tango da melhor maneira possível, faça um teste plantando algumas mudas em vasos pequenos. Ela não é uma espécie complexa de se cultivar, mas requer alguns cuidados muito especiais e que requerem um monitoramento bastante empenhado por parte do jardineiro.

Esta planta adora o sol pleno batendo sob as suas folhinhas tão pequenas. Ela pode ser plantada em jardins bem amplos ou espaços protegidos  para que possa servir como uma planta ou flor de corte.

Ela precisa ser cultivada em solos muito úmidos  férteis e com muita matéria orgânica incluída em suas pequenas raízes. As terras devem ser completamente permeáveis para que o adubo possa tocar o seu caule especialmente a raiz.

Dessa forma, a planta irá crescer de forma eficaz e rápida, podendo desenvolver as suas flores douradas na época certa e sem maiores problemas. Por isso, as regas devem ser diárias e regulares, tomando bastante cuidado para não encharcar o solo onde a muda está plantada.

O tango não tolera geadas, calor intenso ou qualquer tipo de situação extrema. Com isso, no período em que as chuvas estiverem mais forte, diminua a quantidade de irrigação e as regas.

Propagação
A propagação do tango é bastante eficaz e muita das vezes é feita para preservar toda a estrutura da planta. Desse modo, a propagação pode ser feita através de sementes a famosa ou divisão das touceiras.

Assim, a muda se torna bem mais resistente e têm todo o seu caule bem preservado. A polinização das flores aqui não é um meio eficiente de propagação da espécie, até porque as flores amarelas do tango não atraem os insetos e muito menos agentes polinizadores como borboletas e abelhas.

Mesmo assim, ela é uma planta bastante bonita e que enfeita jardins e quintais desde sempre. Sua propagação se dá em diversas épocas do ano, incluindo primavera, outono, verão e até mesmo o inverno, mesmo em que pouca quantidade.

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A planta conhecida popularmente como Bailarina pertence a família Zinziberaceae. E sua origem é a Tailândia. É também conhecida como Globa-roxa

A Bailarina é uma planta herbácea que possui folhagem decorativa e que pode chegar a atingir até 1,20 m de altura. Os rizomas dessa planta tem folhas verdes com um longo pecíolo e que alternam na haste.

As flores são bem pequenas e amarelas, protegidas por brácteas coloridas (rosa ou púrpura) estão sempre reunidas numa inflorescência grande e pêndula. O efeito decorativo dessa planta é o um dos pontos que mais atraem os cultivadores. O florescimento da planta acontece no meio do verão e pode ser cultivada com sucesso em regiões que tenham um clima ameno ou quente.

Como Cultivar a Bailarina
Para que a planta cresça saudável é importante ser cultivada num local protegido do sol durante o período da tarde. Pode ser cultivada em vasos ou canteiros com sucesso. O substrato deve ser rico em nutrientes, humoso e solto. As mudas da Bailarina costuma ser vendidas em vasos de cultivo.

O clima que prefere é o tropical, subtropical, equatorial ou oceânico. A luminosidade que prefere é a de luz difusa ou então a meia sombra, o seu ciclo de vida é perene.

Como plantar a bailarina em canteiros
Se for cultivar a Bailarina em canteiros deve atentar para fazer uma cova que seja maior do que o torrão da muda. Num balde faça a mistura do húmus de minhoca e do composto orgânico em partes iguais.

Depois disso adicione a farinha de ossos (mais ou menos 100 gramas) para cada muda. Misture tudo bem e coloque na parte mais funda do buraco, lembre-se de passar também nas laterais.

O passo seguinte é fazer a acomodação da muda na cova, preencher com o que sobrou da mistura. Regue bem para garantir que a Bailarina cresça saudável. Uma dica é não enterrar muito o rizoma, pois ele tem um desenvolvimento melhor numa profundidade menor.

Essa planta gosta de um solo umedecido então durante os períodos de verão e de seca é importante regar com mais frequência. Quem mora em regiões mais frias como o Sul e o Sudeste do Brasil deve cultivar a Bailarina em vasos para que possa proteger a planta durante o inverno.

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A adubação deve ser feita com uma mistura de composto orgânico com adubo granulado NPK na formulação 10-10-10. A quantidade ideal é cerca de 100 gramas para cada muda ou então 300 g/m2 incorporando ao substrato usado para o cultivo.

A dica para os vasos é usar uma colher de sopa que já vem junto com o adubo. Coloque uma medida dessa colher e misture ao substrato do vaso. Se a touceira que formada não permitir o manuseio do substrato a dica é dissolver a medida num litro de água. Aplique em torno da muda com cuidado para que não umedeça os talos e nem as folhas.

O mais indicado é que a adubação seja feita 2 vezes ao ano, as melhores épocas são depois da floração no outono ou então antes dela, a primavera é o momento ideal. É necessário que os nutrientes sejam colocados no solo umedecido. Regue bem depois disso para que os nutrientes penetrem no solo usado para o cultivo.

Propagação
Para não prejudicar a planta a dica é aguardar que a touceira esteja cheia. Retire então as mudas, sempre cuidando para não prejudicar o visual da planta. Junto com as folhas um pedaço do rizoma deverá ser levado também.

A propagação através de mudas pode ser feita no período logo após o inverno, pois a planta já terá começado o seu crescimento, porém, ainda não terá florido. Plante as mudas em recipientes ou então em canteiros usando um substrato semelhante a aquele indicado para o cultivo.

O uso no paisagismo
Em geral a Bailarina não é uma planta muito comum de ser vista nos jardins, mas que pode ser muito bem aproveitada em projetos de paisagismo. Com ela é possível formar lindas touceiras além de poder ser cultivada em canteiros extensos ou mesmo em vasos para decoração.

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Normalmente, a natureza é algo que não é comumente encontrado nas grandes cidades. Muitas vezes as pessoas que moram em apartamentos ou em casas que possuem grandes varandas, tem o desejo de cultivar plantas em ambientes interiores, de trazer a natureza para perto de sua família e dar um novo aspecto a sua habitação.

Contudo, essas pessoas não precisam se desesperar, pois há a possibilidade do cultivo de plantas em ambientes interiores ou mesmo em uma varanda, este ambiente acaba sendo uma possibilidade viável para as pessoas que desejam ter contato direto com a natureza em sua própria casa.

No entanto, a escolha dessas espécies vegetais passa pela verificação de algumas características a serem seguidas, pois não é qualquer tipo de planta que a pessoa pode cultivar na varanda e nas condições que esse ambiente tem.

Para escolher as plantas ideias para o cultivo nessas condições, as pessoas precisam ver espécies vegetais que se adaptam as condições de iluminação, ventilação e cultivo, para que a planta consiga se desenvolver de forma plena.

Iluminação e ventilação
Essas duas questões são fundamentais para o cultivo correto de espécies vegetais em ambientes fechados ou em varandas. A iluminação é de grande importância para as espécies vegetais, pois ela é uma das fontes de energia para as plantas conseguirem se desenvolver, crescer, florescer e frutificar.

Contudo, existem varias espécies vegetais que possuem uma necessidade menor de luz solar e mesmo assim conseguem se desenvolver de forma plena. Com relação a ventilação, é necessário conhecer a força do vento do local que você mora, pois cultivar plantas em vasos ou jardineiras em locais que possuam ventos muito fortes, estes podem ser virados e as plantas acabarem sofrendo algum tipo de dano.

Apesar das dificuldades naturais para cultivar plantas na varanda (incidência do sol e ventos), o local pode receber plantas para serem cultivadas em vasos, jarros, jardineiras e floreiras. O ideal é que sejam escolhidas espécies vegetais que apresentem resistência a exposição ao sol e aos ventos.

O aproveitamento do espaço é fundamental, e muitas vezes (principalmente nos apartamentos) as varandas são pequenas, então você necessita usar da criatividade para explorar bem o espaço e inserir as plantas que deseja cultivar.

Entre as soluções encontradas por paisagistas e decoradores estao: o uso de painéis verdes, vasos suspensos e jardineiras.

Abaixo algumas espécies vegetais que podem ser cultivadas na varanda:

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a) Primavera (Bougainvillea glabra)
A Primavera é uma planta do tipo trepadeira que se caracteriza por ser bonita e de grande resistência. De acordo com os especialistas, ela é uma espécie vegetal que consegue se adaptar até mesmo a varandas que sejam todas de vidro (geram o efeito de uma estufa).

Espécie vegetal que se desenvolve de maneira rápida, e com apenas 10 meses a planta apresenta flores e folhas bonitas e vistosas. O ideal é que essa planta seja cultivada em vasos de uma altura aproximada de 70 (setenta) centímetros e que possuam a boca grande, pois esse tipo de vaso ajuda a planta a conseguir ter um bom desenvolvimento tanto das raízes, como de sua folhagem.

A primavera é uma planta que precisa de manutenção todos os dias, isto é, ela necessita ser irrigada diariamente para manter-se forte, vigorosa e bonita. Essa espécie vegetal necessita de água para crescer e se desenvolver de forma plena, por isso em caso de passar alguns dias longe de casa, coloque uma pessoa responsável para regar a planta.

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b) Jabuticaba (Myrciaria cauliflora)
É indicado pelos paisagistas o cultivo de árvores frutíferas na varanda, e entre essas espécies encontra-se a jabuticabeira, que é uma planta muito resistente e consegue ser cultivada em vasos, e dar frutos. Essa espécie consegue atingir um bom volume, dando beleza ao jardim. O cultivo dessa plantas além de fazer com que tenhamos um pomar bonito, cheio de vida, é resistente e frutífera.

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c) Camélias (Camellia japonica)
As camélias são espécies vegetais de porte médio e que possuem resistência ao sol e  se destacam por suas flores apresentarem características ornamentais. As flores são grandes e muito vistosas e a grande maioria das espécies de camélias são cultivadas na China, Japão e Coréia.

Sansevieira cylindrica
d) Lança-de-são-jprge (Sansevieira cylindrica)
Planta de médio porte que apresenta certo grau de resistência. Essa espécie vegetal é conhecida pelo fato de ser usada para fazer com que o lugar seja sempre seguro e livre de qualquer mal.

Pode ser cultivada a sol pleno (ideal para varandas), pode ser cultivada em vasos e precisa ser irrigada com frequência. É uma planta que apresenta certo grau de rusticidade (plantas que conseguem se desenvolver sem maiores cuidados por parte de quem cultiva).

Gardenia jasminoides
e) Gardênias (Gardenia jasminoides)
Planta que se destaca por suas belíssimas flores de cor branca e perfumadas. A rica fragrância dessas flores é aproveitada das mais diversas maneiras, e essa espécie vegetal além de embelezar o ambiente, tornam o ar mais agradável. A gardênia pode ser cultivada em vasos e é uma espécie vegetal muito usada para a confecção de bonsais.

Dietes iridioides
f) Moréia (Dietes iridioides)
Planta rústica de características ornamentais. A moréia é uma espécie  vegetal de fácil cultivo e que exige manutenção baixa da parte de quem cultiva. É uma espécie vegetal muito bonita e que apresenta folhas bastante resistentes (capazes de resistir ao sol). É uma planta muito usada em projetos paisagísticos.

Cycas revoluta
g) Cica (Cycas revoluta)
A Cica é uma espécie vegetal que pode ser cultivada em varandas que possuam um maior espaço, ela é parecida com uma palmeira de porte pequeno. Planta que se desenvolve de maneira lenta e está sendo muito valorizada por profissionais do paisagismo por esse fato.

Existe uma grande variedade de plantas que podem ser usadas para compor jardins em varandas. No entanto, na composição de seu jardim que irá ficar localizado em sua varanda, procure misturar as espécies para que seja criado um ambiente harmonioso e equilibrado, que transmita vida e beleza.

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violeta-africana (Saintpaulia ionantha ) )
Originária da Tanzânia, as Violetas são plantas fáceis de cuidar. Enfeitam colorindo, graças as cercas de seis mil espécies já catalogadas. Cuidar de violetas é atividade comum e gratificante.

Cultivo

Embora os vasinhos de plásticos sejam mais charmosos e há quem tenha sucesso até com o cultivo em fibra-de-coco, as violetas vão bem mesmo é em vasos de barro.

Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta. Deve ter um furo na base, para a drenagem da água das regas. Antes de receber a muda, é conveniente mergulhar o vaso em algumas horas para com as paredes úmidas, assim o material não roubará a umidade do solo.

Faça uma camada de drenagem no fundo do vaso, colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício e encha o vaso com a terra. Pode ser usada uma mistura com duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma vermiculita. Plante a muda, centralizando a raiz e molhe até a água escorrer para o prato. Jogue o liquido fora e regue novamente.

A terra em que estiver plantada não deve ser encharcada, pois o excesso de água provoca o apodrecimento das raízes. As raízes das violetas são muito sensíveis, sendo importante que a terra usada no plantio seja uma mistura de boa qualidade, com boa aeração. Recomenda-se um pH em torno de 5,5 até 6,5.
O plantio das mudas não deve ser muito profundo, pois isso provoca o apodrecimento da planta.

O melhor é fazer uma pequena cavidade com o dedo e introduzir uma folha sadia, sem enterrar. Essa folha será a matriz que irá originar as mudas. Quando isso começar a acontecer, torna-se necessário retirar a folha matriz para forçar o crescimento independente.

violeta-africana
As flores de violetas necessitam de vários elementos químicos. A parte básica da adubação são os macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
As aplicações de adubos são necessárias, durante todo o ciclo (ex. nitrato de cálcio, uréia e nitrato de potássio).

O melhor local é aquele com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. A temperatura ideal para as violetas varia de 22ºC a 24ºC – o mínimo é 15ºC e o máximo 30ºC.

Com pouca luz elas não florescem; com muita são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 25ºC formam o ambiente ideal para a planta. Se for colocar o vaso no parapeito da janela, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.

Cuidados
A violeta também é susceptível a algumas pragas (tripes, ácaros, etc.)
Se sua violeta apresenta alguns sintomas, a resposta pode ser a seguinte:
Manchas queimadas: intoxicação por produtos químicos.
Amarelecimento das folhas: índices de luz, baixo nível dos principais macronutrientes.
Folhas com manchas brancas/amarelas: água com temperatura inferior a 21ºC, principalmente no frio.

Manter o vaso no prato, em lugar fresco, com luz indireta. O maior pecado é molhar a copa e as folhas da violeta. Para que não apodreçam, o melhor é colocar água no pratinho. Cuidado, no entanto, para não afogá-las, já que respiram pelas raízes. No verão, molhe duas vezes por semana e no inverno, uma vez só. A cada mês, faça uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o. Importante: ferva a água ou deixe descansando um dia para que o cloro, tão odiado pelas violetas, evapore.

Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (origem animal ou vegetal, como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais). O NPK (nitrogênio + fósforo + potássio) é um fertilizante inorgânico apreciado por essas plantas. Vem no teor desejado e você pode optar pela composição 10-10-5.
A temperatura ambiente é aceitável até um mínimo de 18ºC.

Cultivada desde em vasos de plástico até xaxins, as violetas também apresentam boa aceitação a vasos de barro, pois este tipo de vaso, acaba por absorver o excesso de umidade que pode levar a planta a ter problemas como o apodrecimento de suas raízes. Suas raízes são bastante sensíveis, requerendo um substrato de boa qualidade e aeração, evitando também o acúmulo de água.

Mudas
Para fazer a muda de uma violeta você precisa apenas retirar uma das folhas sadias, introduzi-la, sem enterrar em um novo vaso com terra de boa qualidade e regar. Essa folha será a matriz que dará origem à nova planta.

Caso você pretenda mudar sua violeta para vasos de barro, deixo mergulhado por algumas horas em um recipiente com água para evitar que o vaso acabe por absorver a umidade da terra logo após a muda. Ao fazer a muda, tenha um certo cudado para não plantá-la muito funda, pois caso isso aconteça você poderá perdê-la.

Não se esqueça de regularmente fazer a nutrição de sua planta.
Mas fiquem atentas: Evite molhar as folhas, quando for colocar água, coloque diretamente no vaso.

No verão, regue-a duas vezes por semana, no inverno apenas uma.

As violetas não gostam muito de cloro, for isso ferva a água ou deixe-a descansando um dia antes para que o cloro, tão odiado pelas violetas e vapor.

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A prímula faz parte da família Primulaceae e tem sua origem na Ásia, especialmente na China. Mas, se falarmos do cultivo em relação a temperatura, a prímula se adapta bem ao nosso, ela gosta  de regiões onde predomina o clima tropical, temperado e subtropical.

É uma planta de ciclo de vida perene e deve ficar sob meia sombra ou luz difusa. Entre as suas principais características é uma espécie que mede entre 0.1 a 0.3 cm, não supera nunca os 15 cm de comprimento.

O uso na decoração e paisagismo
A beleza da prímula seria razão mais do que suficiente para explicar o seu uso na decoração de interiores, porém, dois motivos a fazem ainda mais interessante para os paisagismo: o fato dela ser florífera e herbácea.

A prímula possui folhas bem simples com as margens denteadas, arredondadas e cordiformes. Na verdade, as folhas se distribuem criando o formato de uma roseta, graças aos longos pecíolos e mais a parte superior com tricomas urticantes.

As inflorescências e as flores aparecem no final do inverno. Elas surgem apoiadas em uma longa haste que fica bem acima das folhas, formando um perfeito buquê.

As flores da prímula são um espetáculo à parte, entre simples ou dobradas, elas florescem em grande quantidade e ainda nos presenteiam com um delicioso perfume delicado. Elas podem ser: salmão, brancas, vermelhas, rosas ou roxas. Todas em tons mais suaves.

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As flores da prímula são grandes e acabam sendo “emolduradas” pelas folhas, que são bem verdinhas e com textura aveludada. Por isso, formam verdadeiros buquês feitos de uma única flor e perfeitos para qualquer tipo de decoração, até mesmo dentro de casa, já que não gosta de sol diretamente sobre ela.

Normalmente, pelas suas características e qualidades, os paisagistas usam a prímula em jardineiras e vasos. Elas podem dar o toque clássico que exige uma decoração elegante, por exemplo.

Falando um pouco mais das características da prímula, que tem a ver com o cultivo, elas são perenes, porém, devem ser consideradas anuais, quanto ao tratamento. Explicando melhor, depois do primeiro período de floração, elas não ficam bonitas como eram e mais ainda, a segunda e as demais florações já não são tão perfeitas como a primeira. Neste caso, é preciso cuidar com mais atenção para manter a beleza nas demais vezes que as flores aparecerem e também para não ficar “sem graça” enquanto elas não chegam.

Flores de prímula

Na hora de cuidar da prímula, quem o faz deve ter atenção, porque se trata de uma espécie considerada tóxica. São comuns os casos de mucosas e irritação na pele ao manipulá-las, especialmente em pessoas mais sensíveis. Além de ser recomendado cultivar ou cuidar da prímula sempre com luvas, como forma de prevenção, a planta deve estar fora do alcance de animais domésticos e de crianças, como medida de precaução.

Dicas de como cultivar a Prímula
Sendo uma flor que se dá bem dentro de casa, vale a pena cultivá-la para dar mais vida e cor aos ambientes, e podemos fazer o cultivo sem nenhum problema.

Ela deve ser cultivada sob meia sombra, e o mais importante são os cuidados ao preparar a terra para plantá-la, que deve ser fértil, enriquecida com matéria orgânica, tenha boa drenagem (faça pequenos furos como um ralo no fundo do vaso) e depois é necessário manter essa terra sempre úmida.

Sendo uma espécie que gosta de climas subtropical e temperado, mas que também se adapta ao clima tropical, a temperatura não será nenhum problema. Mas, atenção, deixe-a sempre num lugar fresco e que ela fique bem protegida do sol forte.

Para que a sua prímula cresça forte e bonita e não decepcione na hora do aparecimento das flores, saiba que existem algumas coisas que ela não gosta, mais que isso, não suporta e pode até morrer. Então evite o encharcamento, ar-condicionado, geadas e estiagem.

Uma boa dica de jardinagem para quem gostaria de manter por mais tempo o florescimento da prímula é bem simples, quando cultivá-la em casa. Cada vez que uma das flores murchar retire-a imediatamente. E mais, durante o florescimento faça a fertilização regularmente.

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Torênia (Torenia Fournieri)22

A torênia é uma flor muito conhecida devido a sua beleza e o seu formato diferenciado. Ela está entre as espécies de plantas que fazem parte da família das Ncrophulariaceae. Com sua origem no continente asiático, a planta ainda pode ser encontrada em diversos outros lugares do mundo e por esse motivo, recebem algumas outras nomenclaturas populares como amor-perfeito-de-verão e muitos outros.

Categorizada como uma flor anual, a torênia pode chegar até 0,50 cm de altura quando bem cultivada, principalmente quanto ao clima ideal que são os mais típicos de sua região de origem como o continental, equatorial, mediterrâneo, oceânico, subtropical, temperado e tropical. O ciclo de vida da torênia é anual, o que significa que ela leva um ano inteiro para gerar flores, folhas e frutos.

As torênias são plantas bem floríferas e herbáceas, com sua floração feita anualmente, como citamos mais acima, e durante o verão. A ramagem  dessa planta é bem compacta com bastantes ramos o que faz com que a torênia tenha um aspecto bem simétrico e arredondado. As folhas são sempre na cor verde e apresentam-se opostas e com as suas margens serrilhadas. As flores, maior atrativo da planta, são bem abundantes, axilares e terminais.

As flores da torênia são muito diferentes e muito bonitas também. O seu aspecto aveludado dá um toque mais que especial na planta. A forma é semelhante a de um trompete e as cores são geralmente azul na corola e um branco amarelado na “garganta”. Apesar das cores naturalmente serem essas, já existe atualmente uma diversidade maior de torênias em outras cores como o rosa, o amarelo, o roxo, o violeta e o vermelho.

Torênia (

Esta é uma planta muito utilizada no paisagismo, principalmente quando é preciso fazer a substituição do Amor Perfeito durante o verão, que é a melhor estação para a torênia. Essa espécie pode ser cultivada em vasos, jardineiras ou diretamente ao solo, mas nada se compara quando são cultivadas em cestas suspensas.

Como cultivar
O cultivo deve ser feito preferencialmente sob o sol pleno no sob a meia sombra para que a sua planta se desenvolva bem.  O solo deve estar enriquecido com húmus, ter uma capacidade de drenagem bem considerável já que a torênia não tolera solos completamente encharcados e a irrigação deve ser feita com uma regularidade aparente.

Você pode ainda usar a técnica do beliscamento (o beliscamento ou pinçamento é um  processo muito comum na jardinagem onde você retira as “pontinhas” das folhas da sua planta para facilitar a formação da mesma), para que as pontas dos ramos da sua planta ajudem no processo de adensamento dessa planta.

O cultivo da torênia não é difícil e é necessário atentar apenas para alguns detalhes para que a muda cresça bem. O local onde vai ser plantado a torênia deve ter abertura direta para o sol porque ele vai precisar receber muito sol para que a planta tenha uma floração bem longa e abundante.

Plantio em jardins
O jardim deve ser cuidadosamente preparado, retirando todos os inços e todas as planas mortas ou estragadas. Ainda deve ser adicionado adubo animal de curral do tipo bem curtido, incorporar esse material à terra do jardim, adicionar também uma parte de composto orgânico de folhas ou então adubo organo-mineral que é um tipo de adubo completo e ideal para qualquer planta.

Fazer o nivelamento do terreno para plantar as mudas é um processo muito importante na hora de cultivar a torênia. O buraco para ser colocado o torrão da planta deve ser exatamente do tamanho que ele fique acomodado. Caso seja necessário, coloque um pouco de areia ao redor e apertando de leve.

O espaçamento ideal para plantar a torênia é de 20 a 30 cm entre uma muda e outra para que a planta tenha espaço suficiente para crescer. Esse espaçamento deve ser dado em caso de cultivo em canteiros feitos diretamente ao solo. O canteiro também deve ser mantido muito bem regado para que a planta cresça bem.

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Cultivo em vasos
Se o cultivo for feito em vasos ou jardineiras, o ideal é manter a distância de 15 cm por ser eficiente para o cultivo e gerar mais flores. A torênia possui um ciclo de brotação que leva até 70 dias para acontecer por esse motivo, é bom sempre ter novas mudas sendo recolocadas para que logo após esse ciclo, já tenha uma nova brotação em andamento.

A propagação da torênia é feita através de sementes onde é necessário apenas preparar o local com terra de cultivo ou então com composto orgânico e misturar com areia para deixar o substrato bem úmido. Antes de plantar a torênia, pode-se deixar por 1 semana as sementes da planta em uma geladeira. Dessa forma a germinação vai ser melhorada e a torênia vai ser bem mais saudável.

Quando as sementes forem semeadas, é necess´´ario regá-las e cobrir com plástico até a próxima rega. Quando a planta tiver 6 folhinhas nascidas, deve ser transplantar para pequenos sacos, assim terá uma muda saudável.

As flores da torênias mantêm-se resistentes ao sol e também às chuvas de verão.

Esta não é uma planta que exige muitos cuidados quanto ao seu cultivo, mas ela vai exigir uma boa fertilização para que cresça bem. A reposição dos fertilizantes deve ser feita a cada três meses para que a planta termine seu ciclo bem formada. Para isso pode misturar adubo orgânico, com esterco curtido, adicionando um pouco de fertilizante químico do tipo NPK e com formulação a 4-14-8 de preferência. O pH do substrato onde será cultivada a torênia deve ter uma acidez leve e não ultrapassar a marca de 6.

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