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Archive for the ‘Flores e Folhagens’ category

Lantana

Gênero com cerca de 530 espécies de plantas perenes, incluindo plantas herbáceas e arbustos, que chegam a atingir 2 m de altura.

As flores da lantana podem ser encontradas em praticamente todo o mundo, em grande diversidade de cores. Porém, são originárias da África e América do Sul e Central.

Utilizadas como plantas ornamentais, podem ser usadas como cercas vivas, contorno de grandes espaços ou, até mesmo, em vasos, desde que estes tenham uma boa quantidade de terra enriquecida com composto orgânico. Outra boa opção de uso é na formação de maciços e bordaduras.

Estas plantas perenes tem folhas muito pilosas e seus ramos flexíveis podem ser eretos ou semi-pendentes. As inflorescências são compostas por numerosas flores, formando minibuquês das mais variadas cores, como: laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco. É comum observar, na mesma inflorescência, flores com colorações diferentes, pois existem algumas variedades em que elas mudam de coloração conforme a idade.

Florescem quase o ano inteiro e suas flores são muito ricas em néctar. São polinizadas por beija-flores, borboletas, abelhas e coleópteros. São elas que atraem a maior variedade de espécies de borboletas, porém os beija-flores costumam espantá-las. Esses pássaros evitam fazer visitas para as lantanas, se no jardim existirem outras flores que possam produzir néctar de melhor qualidade ou em volume mais apropriado para suprir suas necessidades.

Outros pássaros se alimentam de seus frutos e, assim, ajudam na disseminação das sementes.

Para cultivar esta planta precisamos de solos com bastante água, porém não encharcados. É também necessário pleno sol, solo fértil enriquecido com composto orgânico e regas periódicas.

Tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Também é considerada planta tóxica e sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico. Tolerante ao frio e a podas, multiplica-se por estacas e sementes.

Pela rusticidade e delicadeza do conjunto, dizem que esta planta representa perseverança e harmonia.

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Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul – é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

O lírio-do-amazonas é uma planta com boas dimensões. Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até 6 cm de diâmetro. As folhas são grandes (podem chegar a 40 cm de comprimento) e as flores – brancas e perfumadas – surgem em racemos de 3 a 6 unidades. Cada flor mede em torno de 10 cm de diâmetro com as 6 pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

A planta vai bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão.

Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.

No plantio, coloque os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, pressione o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem. Se o plantio for feito em vasos (com pelo menos 20 cm de diâmetro), dá para plantar de 3 a 4 bulbos.

Evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

peixes

1 bambu mosso

O Bambu-mossô é um bambu que não cresce em grandes grupos, ao contrário da maioria das espécies de bambu. Se plantado no solo, ele pode gerar outras plantas ao seu redor, mas distantes da planta-mãe. Ele pode crescer de 8 a 14 m de altura. Não floresce em nossas condições climáticas

O uso desse bambu tem se ampliado muito no Brasil, tanto em ambientes externos quanto em ambientes internos, sendo utilizados principalmente em escritórios e residências.

O tronco do bambu-mossô é o seu grande atrativo, pois ele é geralmente modelado e entortado, para que fique com um aspecto mais interessante.

O Bambu-mossô cresce nos mais diversos climas, e tolera muito bem geadas. É uma planta que precisa de muita luz, devendo preferencialmente ser plantadas sob sol pleno. Porém, ele tolera alguns ambientes internos, devendo ele ser muito bem iluminado.

Sendo uma planta de arquitetura interessante, é cultivado geralmente em grupos, formando conjuntos ou renques ao longo de paredes, muros e cercas, em terreno fértil, e bem drenado.

Não são necessárias regas muito freqüentes, podendo elas serem semanais. No caso do plantio em vasos, as regas podem precisar ser mais freqüentes.

É cultivado também para a obtenção de broto-de-bambú, que é utilizado como alimento ne China e Japão.

Pode ser multiplicada pela divisão dos rizomas, quando há a formação de novos brotos. Mas devemos nos lembrar que isso somente ocorre quando são plantados no solo. A reprodução por sementes é rara, pois o florescimento é raro e só ocorre em locais específicos.

janela e castelo

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Família: Solanaceae

A borboletinha é uma planta herbácea florífera e anual, que se destaca por suas graciosas e exóticas flores que lembram borboletas ou orquídeas.

Ela é originária de vales de montanhas costeiras no Chile, onde cresce sob baixas e médias altitudes (de 0 a 2000 m), em condições de pouca umidade e clima agradável.

As folhas são de cor verde clara, recortadas, hirsutas e lembram folhas de samambaias. O florescimento ocorre na Pimavera. As flores são pequenas, com pétalas recortadas e com marcas e pintas de cores distintas principalmente nas três pétalas superiores.

De acordo com a cultivar podem ser de cor sólida ou em degradées de branco, rosa, vermelho, salmão, lilás e com marcações que variam do amarelo claro ao laranja com pintas de cor vinho e até mesmo negras.

Há variedades anãs, bastante compactas, que se cobrem totalmente de flores, ideais para uso no jardim ou em vasos, e variedades mais altas, com caules mais fortes, mais adequadas para a produção de flores de corte.

O ideal é cultivá-la em canteiros preparados, na forma de bordaduras, maciços ou em conjunto com outras flores anuais como lobélias, amores-perfeitos ou petúnias.

Também é interessante seu uso em jardineiras e vasos, onde se adapta perfeitamente. Desta forma, presta-se também para adornar temporariamente interiores bem iluminados. Suas flores cortadas são muito duráveis, assim pode-se confeccionar belos arranjos florais e buquês com esta estonteante flor.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo humoso, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera encharcamento por tempo prolongado, desta forma, plante nas partes mais secas do jardim ou em canteiros elevados. Aprecia o clima ameno. Suscetível à pulgões e míldio.

O pinçamento ou beliscamento das plantas jovens estimula o crescimento mais compacto da espécie. Multiplica-se facilmente por sementes postas a germinar no outono ou inverno. Ao transplantar as mudas respeitar espaçamento de 25 cm entre plantas.

cachoei

Ajuga

A ajuga é uma planta perene da família Lamiacea, a mesma de muitas ervas culinárias como alecrim, menta e o orégano. É bastante utilizada como erva medicinal e é conhecida sua capacidade de ajudar a estancar sangramentos.

Em nosso país é utilizada como planta ornamental pela beleza de sua folhagem bem escura que se alastra bastante horizontalmente formando um carpete. Cresce em quase todo tipo de solo, mas prefere locais úmidos com boa drenagem e na meia sombra ou sombra total.

Apesar das flores roxas da Ajuga serem de pouca importância ornamental, pode ser muito decorativas na Primavera, porém para a floração ser plena é preciso um período de vernalização (pelo menos 5 semanas de temperaturas baixas, em torno de 5°C). Como no Brasil são pouquíssimos lugares capazes de fornecer essas condições, por aqui as flores aparecem esparsas e sem causar grande efeito. Ocorrem ainda variedades com flores róseas, avermelhadas e brancas.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sob sol pleno, fica com as folhas pequenas e muitas vezes queimadas, mas floresce com mais abundância. Pode se tornar invasiva em algumas situações. O ideal é que seja plantada em canteiros com delimitadores subterrâneos.

Sua multiplicação pode ser feita por  sementes, estacas e mais facilmente por divisão das mudinhas que se formam entorno da planta mãe.

Dia-de-Chuva

sinos-irlandeses

Os sinos-irlandeses são plantas que apesar do nome são originárias da Ásia (mais especificamente da Síria, Cáucaso e Turquia), e não da Irlanda. Também são chamados de molucela, morucela e sino-da-irlanda e seu nome científico é Molucella laevis. Ele parece um cruzamento de duas plantas bem conhecidas: da hortelã com a lavanda, e isso é verdade.

Suas folhas são simples, arredondadas, com longos pecíolos, margens serrilhadas e nervuras salientes. As suas flores brancas são discretas e perfumadas e são protegidas pelos cálices em formato de sino, de cor verde esmeralda. O sino-irlandês é muito utilizado para a formação de maciços e bordaduras, pois ele dá um belo efeito verde monocromático. Muitas vezes a sua pequena flor pode se confundir com a cor verde do arranjo, e como a flor se encontra dentro dos seus cálices em formato de sino, podem passar despercebidas.

Eles são plantas que florescem apenas uma vez ao ano e suas flores possuem o formato de um sino. Os sinos-irlandeses brotam com facilidade e demoram de 10 a 30 dias para germinar. É importante cobrir as sementes de água por algumas horas antes de plantá-las. Semeie no final do inverno e cubra as sementes com uma fina camada de terra, pois elas necessitam de luz para germinar. As suas sementes pretas e triangulares.

São plantas que gostam de temperaturas amenas e clima tropical e subtropical e dificilmente são encontradas ou até conseguem sobreviver quando plantadas em climas diferentes dos citados anteriormente. Gosta de luminosidade e bastante luz, mas não tolera calor excessivo e por isso a região Nordeste do Brasil é um local em que você não vai ver esta planta, a menos que seja em ambientes refrigerados artificialmente. Para que fique sempre saudável e bonito, plante o sino-irlandês em um solo que tenha boa drenagem e seja fértil. Adubações periódicas ajudam no processo de floração.

Como Cuidar
Procure regar sempre o seu sino-irlandês, mas não faça isso demais, pois ele não gosta de muita umidade. Pode ser plantada em vasos de interiores e de exteriores, mas é bom lembrar que esses vasos devem ter furinhos para que a água em excesso possa escorrer. É uma planta que aprecia a boa ventilação do local para se manter bem.

Essa planta possui um ciclo de vida anual e pode alcançar 30 centímetros as suas inflorescências. O sino-irlandês tem a fama de trazer boa sorte, e seus ramos floridos geralmente são utilizados para fazer arranjos florais frescos ou secos. Ele é ótimo para combinar com flores de outras cores, em especial as roxas, combinando bastante. Ao final do ciclo, ele vai adquirindo uma tonalidade branca, até ficar completamente seco.

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Trata-se de uma planta cujas flores parecem douradas, e isso as fazem muito atrativas. Estas flores começam a aparecer na Primavera, e a cor, tal como o nome indica, é amarelo ou dourado. Seja qual for a espécie, a cor dourada é predominante.

Pela sua cor, esta planta é muito apreciada por quem tem um jardim (e não só). O seu tamanho não ultrapassa os 30 centímetros e também pode ser posta em potes e vasos para se ter dentro de casa. Esta planta pela sua cor traz muita alegria.

Apesar de tudo, a cor não atrai só as pessoas como também abelhas, pelo que se tiver estas flores dentro de casa tenha cuidado para elas não entrarem. É preciso ter algum cuidado com o calor intenso ou mesmo a chuva em abundância.

Aqui ficam algumas fotos de cestos-de-ouro para que possas apreciar a beleza e o encanto da cor e das flores em si. Apostamos que assim que vires estas fotos, vais também querer pelo menos um vazo com estas flores magníficas.

O cesto-de-ouro é uma planta bem conhecida como por colchão-dourado, tufo-dourado e álisso-amarelo. É originária da Europa e da Ásia.

É uma florífera de ciclo de vida perene, que produz abundantes e delicadas flores douradas. Suas folhas são verde acinzentadas e dispostas em roseta. As suas flores surgem na Primavera, são retas, ramificadas e formadas por numerosas flores amarelo-douradas na espécie mais típica. Podemos encontrar variações com as flores amarelo-limão (“citrina”), flores sobradas (“flore-pleno”) e flores abricó (“sunnyborder abricot”).

Essa é uma planta de cor vibrante que consegue alegrar qualquer ambiente que esteja meio “apagado”. Seu porte é rasteiro e pode alcançar de 15 a 30 cm de altura e é  bastante indicada para a composição de maciços e bordaduras, mas também fica muito bonita quando plantada em vasos, pois o seu estilo pendente fica em evidência e desta forma esta planta é bem usada na decoração de ambientes empresariais, como hall de fábricas e empresas.

É ótima para ser usada em jardins rochosos, plantada nos vãos de escadas e em muretas baixas. As flores atraem abelhas e borboletas, tanto pelo seu perfume quanto pela sua cor.

Deve ser cultivada em sol pleno, pois gosta de extrema luminosidade. O solo deve ser arenoso, fértil, bem drenável, adubado com matéria orgânica e regado periodicamente. Gosta muito do frio e aprecia climas subtropicais e mediterrâneos. Tolera bem período de estiagem, se não forem muito longos. O cesto-de-ouro é uma planta que não suporta o calor excessivo e muita umidade, por isso cuidado para não encharcar a terra quando for regá-la. Após a época da floração, deve-se fazer uma poda para que ela floresça novamente. Pode ser multiplicada através de sementes ou por divisão da ramagem enraizada.

Muitas vezes ao redor de uma planta surgem novas mudas, semeadas naturalmente. É uma planta que fica bem em vasos dentro de casa, só tome cuidado para que não entrem insetos atraídos por ela. Ela precisa ser poupada do calor intenso e da chuva em excesso.

O cesto-de-ouro é ornamental e muito usado em projetos de paisagismo. Ela é uma das espécies mais práticas, pois como não é muito grande e nem se expande muito, pode ser aproveitada de várias formas e em diversos lugares.

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Espaço restrito, muito vento, pouco sol… sim, quem mora em apartamentos sabe o quanto difícil manter plantas bonitas e floridas na varanda. Mas nem tudo está perdido! Sabendo cultivar as espécies adequadas, dá para levar a primavera para o apartamento e aproveitar a mais bela estação do ano!

As flores são capazes de enfeitar os ambientes residenciais, deixando-os mais alegres e frescos. A varanda se destaca como um dos espaços mais beneficiados com o cultivo, afinal, ela se torna mais acolhedora e leva para dentro da casa um pouco do encanto da natureza.

Apesar de todas as vantagens de decorar com flores, acaba sendo complicado definir quais as espécies mais indicadas, sobretudo para a varanda de um apartamento. O espaço é limitado, as condições de sobrevivência nem sempre favoráveis e as necessidades de cada planta cultivada precisam ser respeitadas para que elas possam florir.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelos moradores está em lidar com a manutenção. Algumas espécies são mais sensíveis do que outras e, em consequência, exigem mais cuidados com relação a regas, adubo e iluminação. Como a varanda nem sempre consegue simular o habitat natural de cada planta, é recomendado optar por espécies mais resistentes.

Como escolher flores para a varanda?
Em primeiro lugar, determine quais as espécies de flores que vão se adaptar ao lugar com mais facilidade. Para obter esta informação, procure levar em conta as características da varanda, ou seja, sua exposição a fatores climáticos como sol, vento e chuva.

Um aspecto que influência na escolha das melhores espécies para a varanda é a estação, afinal, algumas plantas não ficam floridas durante o ano todo. Cada período do ano, sendo ele Verão, Primavera, Outono ou Inverno, tem as suas flores sazonais.

Aqui vão algumas dicas que vão “mudar a cara” da varanda do apartamento, levando toda a alegria e energia das flores

Numa varanda que recebe sol à tarde e muito vento:
Amor-agarradinho (Antigonon leptopus)- plante numa jardineira encostada na parede e instale uma treliça para servir de suporte, pois a planta é uma trepadeira
Ipoméia rubra (Ipomoea) – instale uma treliça para apoio, pois tembém é uma trepadeira
Ixora (Ixora coccinea) – além de muito ornamental, esta espécie atrai pássaros
Fórmio (Phormium tenax) – plante numa jardineira horizontal e coloque junto à grade da varanda. Ela suporta bem ao vento.
Bromélias variadas – são bem resistentes, mas vão precisar receber o sol da tarde, por isso estude bem o local

Varanda onde há janelas e recebe o sol da tarde:
Mini-ixora (Ixora chinensis ‘Nana’) – plante em vasos e instale onde receba o sol da tarde
Ripsális (Rhipsalis cassutha) – plante em vasos suspensos
Columéia (Columnea gloriosa) – plante em vasos suspensos
Flor-de-maio (Schumbergera truncata) – plante em vasos suspensos
Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) foto ao lado – plante em vasos
Orquídeas – em vasos, podem ficar no chão
Amarílis (Hippeastrum hybridum) – em vasos, podem ficar no chão
Dica: use vasos ou placas de fibra de coco para as plantas pendentes. O efeito é bem natural e fica muito charmoso

Varanda que recebe sol só pela manhã:
Nandina (Nandina domestica) – plante em jardineira e instale junto à parede
Petúnia (Petunia sp) – plante em vasos suspensos e coloque onde não receba vento
Gerânio pendente (Pelargoniumpeltatum) foto ao lado – plante em vasos suspensos

Varanda com muito vento:
Ligustro (Ligustrum sinense) – vai bem até à meia-sombra e recebe bem as podas de formação
Eugênia (Eugenia myriophylla) - a folhagem é mais vistosa que as flores e recebe bem podas de formação

Varanda que não recebe sol, mas com boa luminosidade:
Flor-de-maio (Schumbergera truncata) – plante em vasos suspensos
Peperômia (Peperomia obtusifolia) – plante em vasos suspensos
Asplênio (Asplenium) – plante em vasos

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Planta muito apreciada devido à sua folhagem ornamental. Ela apresenta folhas grandes, rajadas ou pintas, com duas ou mais cores e tonalidades de branco, verde, rosa ou vermelho. As inflorescências têm importância ornamental secundária e são muito parecidas com as do lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisi), sendo brancas ou esverdeadas e podem ser pintadas como as folhas. A floração ocorre no Verão. Também é conhecida pelos nomes de caládio, tajá, taiá e coração-de-jesus.

Há mais de 1000 variedades de tinhorão atualmente, algumas são mais indicadas para o jardim e outras devem ser cultivadas em ambientes internos. Prestam-se para a formação de maciços e bordaduras, além de vasos e jardineiras. Durante o Inverno o tinhorão entra em repouso e aparenta estar morto, mas emite novas brotações na Primavera. Neste período as adubações devem ser suspensas e podemos remover os bulbos e guardá-los em local seco, sombreado e fresco.

O tinhorão também é considerado uma planta muito tóxica, devido a presença de cristais de oxalato de cálcio e saponinas em suas folhas. O contato com destas substâncias com os olhos, mucosas e pele pode provocar intensa ardência, inflamação e vermelhidão. A ingestão pode provocar edema de glote e consequente asfixia e morte. Deve estar longe do alcance de crianças e animais domésticos.

Devem ser cultivados sob luminosidade difusa, pleno sol ou meia-sombra, de acordo com a variedade. Em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. O tinhorão aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento.

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Planta bulbosa de flores brancas e perfumadas. Suas folhas são longas, estreitas e de cor verde, formando moitas semelhantes a capim. O florescimento ocorre no final do Verão e Outono, com numerosas flores que são cerosas, pequenas, de cor branca ou levemente rosada e liberam um delicioso e intenso perfume à noite.

Elas se abrem gradativamente da base da inflorescência ao topo. Também podem ser simples ou dobradas, de acordo com a variedade.

A angélica é um mimo no jardim. Ela é apropriada para compor pequenos maciços, bordaduras e plantios intercalados com outras plantas, além de fornecer uma ótima opção de flor-de-corte.

Com seu perfume envolvente e beleza, é indicada para adornar caminhos e áreas de convivência, como varandas, pátios ou simplesmente próximo a portas e janelas. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Convém arrancar os bulbos após a folhagem secar, para que repousem durante o Inverno em ambiente fresco e seco.

Os bulbos devem ser plantados no local definitivo, no início da primavera, em canteiros ou vasos bem preparados e fertilizados. Multiplica-se por separação dos bulbos.

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