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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

Portulaca_grandiflora_flower

Planta da família Portulacaceae, nativa da América do Sul, ocorrendo desde o sudeste brasileiro até o Uruguai e Argentina.

É também conhecida como Beldroega (designação antiga, que engloba outras espécies de diferentes gêneros).

No Brasil ela recebe o nome de onze-horas, porque começa a abrir suas flores próximo às 11 horas.

É uma planta anual, muito pequena e de crescimento rápido, atingindo 30 cm de altura. As folhas são espessas e carnudas, com 2 cm de comprimento e dispostas alternadamente em pequenos grupos.

As flores possuem diâmetro entre 2 e 3 cm com 5 pétalas, que podem ser vermelhas, laranjas, rosas, brancas e amarelas.

Suas folhas são carnudas e destacam-se principalmente por suas flores, que nascem durante todo o ano e em grande quantidade, além de apresentarem uma enorme variação de cores, o que faz da onze-horas uma ótima planta para colorir o chão de seu jardim.

Vários cultivares tem sido selecionados para duas flores com pétalas adicionais e de acordo com a variação de suas cores

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Como cuidar
Esta planta cresce largamente em climas temperados, necessitando de muita luz solar e um solo bem drenado. Tem boa aplicação ornamental de solos planos devido à baixa estatura, número de flores e cor das flores.

Plantas suculentas como as onze horas têm a enorme vantagem de serem adaptadas a climas extremos, podendo sobreviver muito tempo sem rega ou nutrientes, caso necessário, apenas com o que está armazenado em seu interior.

No entanto a ideia de criar um jardim é ter plantas mais belas possível, logo aconselha-se tomar alguns cuidados para otimizar o crescimento desta planta:
* Antes do plantio misture ao solo um pouco de adubo orgânico, a partir do momento em que a planta chegar a uma fase do seu desenvolvimento em que ela começa a produzir flores, passe a adicionar de tempos em tempos adubo NPK rico em fósforo, para estimular um maior florescimento, além de reforçar a dose de fertilizante orgânico.

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* Irrigue de forma a nunca deixar o solo completamente seco, não é porque a planta é capaz de sobreviver a períodos de estiagem que você deve fazer com que ela passe por eles. Lembre-se apenas de nunca encharcar a terra nem os botões das flores, o que favorece a proliferação de doenças.

* Cultive-a em lugar bem ensolarado, essa planta não sofre nenhum problema com o excesso de sol, muito pelo contrário, o sol a estimula a abrir suas flores.

Essa não é uma planta de difícil trato, seguindo as dicas acima provavelmente você obterá ótimos resultados. Não se assuste com as flores fechando durante a noite, elas voltam a abrir quando há luz.

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Heliconia Rostrata5

Várias das plantas que cultivamos em nossa casa para fins ornamentais tem sua beleza originária de suas flores, que geralmente apresentam cores diversas, aroma agradável e ainda às vezes atraem beija-flores.

As flores são os órgãos reprodutivos das plantas angiospermas e têm a função de enviar através do ar ou de insetos o pólen de uma planta até a outra, para que ocorra a fecundação e o nascimento de um fruto portador de sementes, que gerarão a uma nova planta.

Devido à necessidade de várias plantas de atrair insetos como a abelha para que façam o papel de transportar o pólen, as plantas desenvolveram flores com cores e cheiros bem chamativos e graças a isso se tornaram tão importantes como ornamentos.

Nessa categoria você encontrará as plantas mais comumente cultivadas graças as suas flores, para que você possa se informar melhor sobre a aparência e forma de cultivo delas e assim decidir qual delas é a escolha ideal para cultivar em sua casa, seja em jardins ou vasos.

Uma dessas plantas é a Heliconia rostrata, também conhecida como bananeira-do-brejo e papagaio. Trata-se de uma planta tropical, da família botânica Heliconiaceae.

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Assim como a maioria das helicônias, esta variedade é de origem neotropical, nativa da região noroeste da América do Sul.

O tipo de inflorescência desta planta, incomum relativamente às outras helicôneas, proporciona um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. São inflorescências pendentes, e o comprimento varia com o número de flores.

As brácteas de cores vermelho, verde e amarelo, envolvem e protegem as flores, muito vistosas, de intenso e exuberante colorido e, na maioria das vezes, com tonalidades contrastantes.

Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.

As flores surgem do interior das brácteas, e produzem um néctar que serve de alimento para muitos pássaros, especialmente beija-flores.

A Heliconia rostrata atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.

Essa planta não se reproduz apenas através do plantio de sementes, mas também utilizando seus órgãos subterrâneos, que servem também como fonte de reserva de água e nutrientes para esta planta, para ser utilizado pela planta em caso de desenvolvimento sazonal ou escassez de recursos.

Heliconia

São consideradas geófitas, ou seja, se reproduzem não somente pelas suas sementes, mas também por seus órgãos subterrâneos especializados, cuja principal função é servir como fonte de reservas, nutrientes e água para o desenvolvimento sazonal.

Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.

Cultivo
Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.

Se o solo for rico em matéria orgânica e fértil a Heliconia Rostrata não precisa de adubação constante. Caso contrário, o solo deve ser adubado com certa frequência para manter no solo os nutrientes necessários para a planta. O adubo pode ser feito com material orgânico como cascas de frutas ou esterco, ou comprado em lojas especializadas em jardinagem.

Se bem adubada e irrigada, esta helicônia produz flores durante o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes. Presta-se para formação de renques junto a muros, maciços ou como planta isolada.

Também é muito utilizada como flor-de-corte. São excelentes para jardins decorativos externos, pois formam touceiras de bela aparência com folhas grandes e verdes lembrando pequenas bananeiras. Não necessita replantio.

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A Heliconia rostrata não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.

A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.

É uma planta que não cresce muito, chegando no máximo a 3 metros de altura. No caso de ser plantada rente a muros para decoração, deve ser seguido um espaçamento de 3 a 3,6 metros entre cada planta.

Como em seu habitat, deve ser cultivada a pleno sol ou à meia-sombra, em solo fértil e rico em matéria orgânica, irrigado com frequência. Não é tolerante ao frio. Plantam-se os rizomas entre 5 a 10 cm de profundidade, com espaçamento de 80 cm ou mais, em solo de boa qualidade. Não são exigentes em adubação. Aceitam umidade, porém não em excesso.

Seguindo essas dicas de plantio e cultivo a Helicônia rostrata crescerá bonita e saudável, podendo ser usada para fins ornamentais.

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A Anêmona se caracteriza por apresentar um visual muito belo, gracioso e sofisticado ou até mesmo chique. Essa espécie vegetal é originária das montanhas do continente asiático, sendo nativa de países como China e Japão, devido a isso, se tem a origem do seu nome popular. A Anêmona-do-Japão é uma espécie vegetal que pertence à família botânica Ranunculaceae.

A família das Ranunculaceae
A família botânica das Ranuculaceae se caracteriza por ser composta de plantas angiospérmicas (que contém flores em sua composição). Essa família é composta por 50 gêneros, distribuídos em cerca de 2.000 espécies.

No entanto, no Brasil essa família possui pouca representação, existindo apenas 04 gêneros e 15 espécies, se concentrando o seu cultivo nas regiões sul e sudeste do país.

As plantas que compõem a família Raunuculaceae geralmente são cultivadas em regiões que possuem clima mais frio. Entre as espécies desta família que se destacam estão: a Anêmona-do-Japão, A Columbina, A Esporinha e a Celidônia.

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As Anêmonas
O nome Anêmona é oriundo da palavra grega “anemos”, que significa vento, o que demonstra o caráter efêmero e temporário deste grupo de flores.

Além disso, esse tipo de flor é bastante sensível ao vento, pois a Anêmonas ficam abertas quando o vento atinge as suas pétalas.

A espécie se caracteriza por apresentar espécies vegetais herbáceas, que são originarias da zona mediterrânea da Europa, da Ásia e de regiões montanhosas da África Oriental.

Existe cerca de 60 espécies deste gênero espalhadas pelo mundo, sendo encontradas nas regiões de clima temperado, que possuem a condição climática a qual mais se adaptou essas flores.

As Anêmonas se caracterizam por serem flores que ficam erguidas em pedúnculos que possuem altura variável de 10 a 30 cm, podendo ter até 08 cm de diâmetro. Essas flores apresentam de 05 a 08 pétalas, bastante colorida e com formato ovalar (oval).

As Anêmonas são flores de tamanho pequeno e apresentam um aspecto triste (estão relacionadas a abandono e tristeza – historia do grego Adonis).

Elas representam características como a fragilidade e perseverança. Muitas pessoas presenteiam os enfermos e as pessoas debilitadas com anêmonas, pois essas flores representam a perseverança, que as pessoas necessitam para combater e vencer a doença.

As Anêmonas se caracterizam por não se adaptarem ao calor excessivo, por isso não se recomenda o seu plantio em regiões que apresentam o clima tropical ou subtropical.

Essas espécies vegetais são cultivadas como plantas ornamentais (são boas opções para a formação de arranjos e de enfeites para vasos) e para aproveitar as propriedades medicinais.

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Suas flores possuem pétalas finas e delicadas, que são bastante similares às pétalas fabricadas com papel. No entanto, apesar das pétalas das Anêmonas serem delicadas, elas se caracterizem por serem resistentes.

Essas flores são muito conhecidas pela sua grande beleza e por conseguirem trazer um ar diferenciado nos locais onde são cultivadas. Elas são populares e muito agradáveis por trazerem um visual colorido, indicando que está chegando a primavera.

Entre as variadas cores das Anêmonas podemos encontrar os tons roxo, lilás, vermelho, púrpura, azul e branco. É necessário que as pessoas que cultivam Anêmonas tomem uma série de cuidados, pois elas possuem substancias tóxicas.

Essas espécies vegetais devem ficar afastadas e longe de cães e crianças para que sejam evitados problemas de intoxicação.

As características da Anêmona-do-Japão
A Anêmona-do-Japão é uma espécie vegetal herbácea e rizomatosa, que pode ser cultivada pelas pessoas que desejam dar vida e cor ao seu jardim. Ela é uma flor que apresenta ciclo de vida perene, isto é, elas são espécies vegetais que possuem um longo tempo de vida, que no reino vegetal significa que é maior que dois anos.

É considerada uma planta de grande porte, podendo apresentar uma altura de 1,20 m. Suas folhas de tamanho grande, apresentam as bordas serrilhadas e são ásperas. As flores apresentam sustentação em pedúnculos florais, de tamanho grande e podem ser simples, dobradas e semi dobradas.

A floração geralmente acontece no verão, e podemos encontras essas belíssimas flores nas cores: branca, carmin e rosa.

Essa espécie vegetal é típica de regiões que apresentam o clima tropical, no entanto a Anêmona consegue se adaptar com facilidade e conseguimos encontrar espécies sendo cultivadas em locais que apresentam clima: continental, subtropical, mediterrâneo, tropical de altitude (montanhas) e oceânico.

Igualmente as outras espécies do mesmo gênero (demais Anêmonas), as Anêmonas-do-Japão devem ser cultivadas sob sol pleno, principalmente quando cultivadas sob as temperaturas mais amenas e frias, e a meia sombra, quando a espécie vegetal for cultivada em regiões que apresentam climas mais quentes (clima subtropical).

Ressaltando que a espécie não tolera ser cultivada em regiões que apresentam temperaturas mais elevadas. O solo ideal para o cultivo da Anêmona-do-Japão é leve, fértil e que para manter as boas condições de fertilidade, pode passar por processo de aplicação de material orgânico.

As irrigações devem ser realizadas de forma regular, com o intuito de manter o solo úmido e fresco. É preciso ter o cuidado para não encharcar o solo, pois pode ocasionar o sufocamento das raízes, o que pode levar a planta à morte.

As Anêmonas-do-Japão são flores bastante utilizadas por paisagistas, pois além de exalarem grande beleza, elas conseguem se adaptar e adequar ao cultivo em vários tipos e estilos de jardins.

Essa espécie vegetal pode ser cultivada de forma isolada ou em grupos, podendo formar e forrar canteiros, bordas, muros e formar maciços de plantas, o que causa um belo efeito. No Brasil, encontramos a Anêmona do Japão nas regiões sul e sudeste, principalmente nas regiões serranas (Blumenau, Gramado, etc.) e em estados como São Paulo, Rio de Janeiro (Petrópolis) e Minas Gerais (Monte Verde).

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Multiplicação
A Anêmona-do-Japão é uma espécie vegetal que se propaga através da divisão de sua touceira. O processo de reprodução através da divisão das touceiras consiste em fazer cortes nos rizomas (espécie de caule subterrâneo) da planta, para que sejam formadas mudas, para serem plantadas e cultivadas em outros locais, para promover o surgimento de novas espécies vegetais da Anêmona-do-Japão.

É necessário cuidado no momento de realizar os cortes nos rizomas, pois é necessário que esses tenham raízes, ramos e folhas para que as mudas formadas consigam germinar e se desenvolver uma planta nova.

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O gênero Gérbera pertence à família das compostas, que possui várias espécies de plantas floríferas caracterizadas por possuírem flores de miolo redondo rodeado por pétalas, tais como o girassol e a margarida. Neste gênero também se destacam a Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifólia, plantas similares conhecidas popularmente apenas como gérbera.

A gérbera é uma planta herbácea, nativa da África do Sul que dificilmente supera meio metro de estatura, graças a sua resistência ao sol e suas lindas flores que florescem durante todo o ano, ela é muito usada na decoração de jardineiras externas e jardins.

Devido a apresentar abundantemente flores de várias cores, como vermelho, laranja, branco e amarelo, é muito comum que as gérberas sejam criadas no intuito de se cortar suas flores para a formação de arranjos e buquês.

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Cultivo
Onde e Como Plantar
Devemos cultivá-la a pleno sol, a abundância de luz ajudará a planta a florir melhor e suas flores são de grande resistência e não se queimarão. Outra vantagem da grande resistência da gérbera é o fato dela sobreviver bem aos invernos, o que facilita ainda mais a escolha do local para plantá-la para quem vive em locais de clima subtropical.

Tipo de solo
A prioridade no preparo do solo para essa planta é prover uma boa nutrição para manter a floração perene, para isto utilize adubo orgânico misturado à terra e reforce com um pouco de NPK rico em fósforo, que ajuda a produção de flores.

Uma característica secundária, porém importante em lugares de muita chuva, é a drenagem do solo, para que não se acumule muita água e isso não venha a favorecer a aparição de fungos, para aumentar a drenagem misture areia grossa à terra antes do plantio.

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Como cuidar
Regue de forma a umedecer o solo regularmente, principalmente durante o início da vida da planta e em épocas mais secas do ano, sempre sem exageros.

Quando houver ramos, folhas ou flores mortas sobre a planta, realize uma poda de limpeza para mantê-la livre destes inconvenientes.

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Planta originária da África, África do Sul, muito ornamental , de pequeno porte e de ciclo de vida perene.

Embora seja uma planta perene deverá ser replantada sempre que der sinal de envelhecimento, geralmente, a cada período de 2 anos.

As flores surgem no início da primavera-verão, tipo inflorescência, de cores variadas.

Propagação
A planta propaga-se por estaquia de ramos: (ponteiros dos galhos da planta).

Cortar estacas com aproximadamente 15 cm, removendo as folhas da parte basal e enterrar no solo, aproximadamente 1/3 da estaca.

É uma planta adaptada para clima Tropical e Subtropical. Deverá ser plantada a sol pleno, pois requer alta de luminosidade. A planta é tolerante ao frio.

o Solo deverá ser fértil, enriquecido com material orgânico, textura leve e totalmente drenável.

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As regas deverão acontecer a fim de manter o substrato sempre umedecido, sem provocar encharcamento.

Utilização
Planta de uso decorativo, podendo ser plantada em vaso, floreira, bordadura de jardins, etc.

Como cuidar de gerânio
Manter a planta sempre no mesmo lugar. Nada de ficar transportando o vaso com a planta, ora para dentro de casa, ora expondo-a ao sol. A planta é aclimatada ao sol, pois precisa de muita luminosidade.

Fertilização
A cada 6 meses, fertilizar  a planta. Se for utilizar adubo químico, deverá ser de uso específico para gerânio e, as dosagens, descrita no rótulo, pelo fabricante, deverão ser rigorosamente obedecidas. Se for utilizar adubação orgânica, poderá ser colocada junto à planta, uma porção satisfatória do composto.

As plantas adubadas com fertilizantes químicos dão respostas rápidas. Adubo orgânico demora mais tempo para ser absorvido, porém, o período de absorção e aproveitamento será mais longo.

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Regas
Manter o substrato do vaso, ou o solo do jardim sempre com umidade constante, sem provocar encharcamento. (isso vale para a grande maioria das plantas).

Tratos culturais
Remover as partes secas da planta. Livrar a planta de ervas daninha, concorrentes com os nutrientes do solo.

Soluções de problemas
Os gerânios são sensíveis e podem sofrer ataques de pragas e doenças. O que fazer:

Se seu gerânio tiver folhagem abundante, mas poucas flores?
Pode ser que você esteja adubando demais. Suspenda a adubação por um tempo e depois volte a adubar com adubo menos rico em nitrogênio.

Se a folhagem estiver retorcida e os brotos aparecerem ao nível do solo?
Provavelmente é algum doença provocada por bactérias. Infelizmente não tem cura. Destrua-a e não a utilize para tirar novas mudas.

Se os ramos forem muito longos e houver muita distância entre as folhas?
A luminosidade não está sendo suficiente. Mude a sua planta para um local mais iluminado, de preferência do lado de fora da casa onde ela poderá receber sol direto.

Se a base do caule estiver escura, apodrecida?
Provavelmente é alguma doença provocada por fungos, que está associada ao excesso de água e às temperaturas baixas. Infelizmente não tem cura. Destrua-a e não a utilize para tirar novas mudas.

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Se insetinhos brancos voarem da planta quando ela é tocada?
Esses insetinhos são moscas brancas que podem comprometer a saúde da sua planta. Use óleo de neem ou algum outro inseticida. Atenção: aplique o óleo de neem ou inseticida sempre no final do dia.

Se as folhas mais baixas ficarem amareladas, com manchas marrons?
A planta está indicando que precisa de mais água. O solo deve estar excessivamente seco. Regue com mais regularidade e mantenha boas condições de ventilação.

Se aparecerem manchas arredondadas de cor amarelo-pálidas?
E depois de manchadas as folhas começarem a ficar retorcidas é sinal de que sua planta foi atacada por vírus. Infelizmente também não há cura para ela. Destrua-a.

Se a folhagem e os caules ficarem avermelhados?
Provavelmente é consequência de quedas acentuadas de temperatura durante a noite. O ideal é mudar o vaso para um local mais protegido e quente.

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A Sempre-viva é uma planta originária da Austrália. Trata-se de uma planta decorativa, de ciclo de vida anual, que poderá atingir até um metro de altura.

Apresenta flor em forma de capítulo, nas cores: rosa, branco, amarelo, laranja, violeta e vermelho, protegido por inúmeras brácteas secas.

Propagação
A multiplicação da planta é feita através de sementes. As sementes deverão ser plantadas em forma de sementeiras, para posterior repicagem.

A época ideal para fazer a semeadura na região Sul, vai de agosto a outubro, e para a região Sudeste é setembro.

As sementes deverão ser semeadas a uma profundidade de 0,5 cm.

Manter o solo das sementeiras com umidade relativa, sem provocar encharcamento. A germinação ocorrerá em duas semanas.

O transplante para os locais definitivos, poderá ser feito quando a muda atingir, em média, 10 cm de altura. O espaçamento recomendado das mudas transplantadas nos canteiros é de 30 cm entre plantas x 30 cm entre linhas.

A sempre-viva é uma planta adaptada ao clima subtropical, mas, poderá ser cultivada em todo o País, nas estações de clima mais ameno.

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Luminosidade
Embora seja uma planta adaptada a clima ameno, requer alta luminosidade e deverá ser plantada em locais ensolarados.

O solo dos canteiros deverá ser fértil, rico em material orgânico, permeável.

Preparação dos canteiros
Para facilidade de manuseio e tratos culturais, os canteiros deverão ter uma largura média de 1 m.

Afofar o solo dos canteiros a uma profundidade média de 25 cm adicionando ao solo do canteiro, cerca de 500 g/m2, de esterco animal bem curtido e, cerca de 30 g/m2, de adubo químico granulado, NPK 4-14-8, incorporando ao solo, de forma homogênea, os materiais adicionados.

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Nivele a superfície do canteiro. Esse procedimento deverá ser feito, em média, 30 dias, antes do recebimento das mudas.

Molhar os canteiros todos os dias que antecederem o recebimento das mudas, para que os materiais adicionados se incorporem totalmente ao solo.

Florescimento
A floração irá depender das condições climáticas de cada região, mas, geralmente,  ocorrerá em 150 dias após a germinação.

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A Begônia é uma folhagem muito ornamental, originária da Ásia Ocidental. É uma planta herbácea, rizomatosa, de pequeno porte, de ciclo de vida perene e, que floresce na primavera.

Suas folhas, de coloração verde-intenso, possuem textura enrugada, cujas nervuras, na cor vinho-amarronzado, partem direto do pecíolo, desenhando uma espécie de cruz, que lembra a cruz-de-malta. A qual originou o nome da planta.

As flores brancas ou rosadas, aparecem na primavera, aglomeradas em pequenos cachos.

Propagação
A multiplicação da planta faz-se geralmente por divisão de rizomas, Mas também poderá ser feita por sementes e estaquia de folhas.

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Solo
O substrato dos vasos deverá ser rico em matéria orgânica, como uma mistura totalmente homogeneizada de terra comum de boa qualidade, terra vegetal e composto orgânico bem curtido, na proporção de 1:1:2.

O composto deverá apresentar uma textura leve e drenável.

Luminosidade
Planta para ser cultivada a meia sombra, Requer alta claridade, mas, não tolera a exposição direta aos raios solares. O local ideal para cultivo deve ser nas proximidades de uma janela ensolarada.

Clima
A planta se adapta muito bem à climas quente úmido e temperado. A temperatura ideal para o seu cultivo deverá oscilar entre 15 a 27ºC.

A planta não tolera clima frio, abaixo dos 10º C.

Regas
As regas deverão ser feitas, preferencialmente nas primeiras horas do dia, mantendo apenas o substrato do vaso, ligeiramente úmido sem provocar encharcamento.

É aconselhável esperar a superfície do substrato do vaso secar, antes da próxima rega.

No ato das regas, nunca molhar as folhas da planta, isso poderá acarretar contaminação por fungos e bactérias.

A planta vegeta melhor em ambientes com a umidade relativa do ar, satisfatória.

Quando a umidade relativa do ar estiver baixa, (época das grandes estiagens anual), utilizar umidificador de ambiente.

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Fertilização
A fertilização deverá ser feita, em média, a cada 2 meses aplicando adubo específico para a planta em questão, geralmente encontrado em floriculturas, obedecendo rigorosamente à dosagem recomendada pelo fabricante, descrita no rótulo da embalagem.

Ou se preferir poderá ser utilizado adubo químico fórmula NPK 04-14-08. Aplicando uma colher de sopa, (rasa), sempre ao redor do tronco da planta.

Tratos culturais
Livrar a planta das partes mortas e secas. Ao perceber as pontas e bordas das folhas tornando-se marrons, deverá aumentar a umidade do substrato.

Se houver pouca ou nenhuma flor, mude o vaso com a planta, para um local mais iluminado.

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A crista-de-galo é uma planta herbácea de origem asiática e pertence à família Amaranthaceae. É uma planta de uso decorativo, de ciclo anual, cuja altura pode ultrapassar 1 m.

A floração mais intensa geralmente ocorre no verão e, as inflorescências muito macias, dobradas e brilhantes, com a textura aveludada. Se apresentam nas cores: vermelha, rosa, amarela, creme, roxa e branca.

A planta é adaptada a climas, equatorial, tropical, temperado e mediterrâneo.  Entretanto, é tolerante ao frio ameno do clima subtropical.

É uma planta que necessita de alta luminosidade e deve ser cultivada sob o sol pleno, mas, é tolerante à meia-sombra.

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O solo ideal para cultivo deve ser fértil, enriquecido com matéria orgânica, textura leve e totalmente drenável.

As regas deverão ser efetuadas para manter o solo ligeiramente umedecido, sem provocar encharcamento.

Existem variedades anãs adequadas à composição de bordaduras de jardins.

Manutenção do cultivo
As regas deverão ser efetuadas de forma periódica, apenas para manter o solo umedecido.

A adubação deverá ocorrer sempre antes da primavera. Deve-se realizar a limpeza da planta sempre que esta apresentar flores ou ramos mortos.

Propagação
A planta multiplica-se por sementes. Estas poderão ser plantadas diretamente no solo do jardim, ou em copinhos descartáveis com furos para drenagem de água.

O solo do jardim, antes de receber as sementes, deverá ser revolvido e adicionado uma boa quantidade de esterco animal bem curtido.

O substrato do copinho descartável, deverá ser uma mistura totalmente homogeneizada de terra de boa qualidade com esterco animal bem curtido, na proporção de 2:1.

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As sementes deverão ser levemente enterradas no solo e as regas deverão ser apenas para manter o solo umedecido.

As mudas no copinho descartável ao atingir, em média, dez centímetros de altura, já poderão ser transplantadas em seus locais definitivos.

As sementes deverão ser plantadas no início do período chuvoso da primavera, pois o ápice do seu crescimento acontecerá nos meses quentes de verão, para que a planta floresça adequadamente.

Se, os primeiros meses do seu desenvolvimento ocorrer durante a estação fria do inverno, a planta terá floração prematura, diminuindo o seu desempenho.

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As anêmonas são plantas herbáceas perenes oriundas da zona mediterrânea que fica na região sul da Europa. Elas também podem ser encontradas nas florestas europeias onde crescem de forma espontânea e selvagem.

As anêmonas pertencem a família das Ranunculáceas, e apresentam pétalas bem finas e delicadas, que são assemelhadas as pétalas de papel. Mas apesar de serem delicadas, as anêmonas são muito resistentes.

Atualmente as anêmonas podem ser consideradas como plantas universais, pois são cultivadas com facilidade em vários lugares do planeta.

As anêmonas detestam o excesso de calor, por isso é afirmado que as anêmonas adoram o frio, por causa disso o seu cultivo não é recomendado para regiões tropicais e subtropicais.

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As anêmonas são conhecidas por serem flores belíssimas, que trazem um ar diferente para os locais onde são cultivadas. As anêmonas são flores populares pelo grande colorido que elas trazem nos primeiros indícios da chegada da primavera.

Os especialistas em cultivo de plantas e flores, dizem que a presença delas em um jardim é uma presença marcante e especial, sendo capazes de chamar muita atenção no jardim. Elas são plantas de características ornamentais, ideais para serem feitos arranjos de flores e para enfeitar um vaso.

As anêmonas são consideradas flores difíceis de serem encontradas no Brasil, principalmente nos jardins. Elas podem ser encontradas apenas nas regiões sul e sudeste.

As anêmonas são flores pequenas que possuem um aspecto triste e representam para fragilidade e perseverança e estão relacionadas à tristeza, e ao abandono, devido a historia do grego Adonis. As pessoas indicam dar de presente anêmonas para pessoas que se encontram enfermas ou debilitadas, devido a simbologia da perseverança.

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Características da Anêmona
O nome da Anêmona é originado do grego, onde a palavra “anemos” tem o significado de vento.

Atualmente existem mais de 60 espécies de anêmonas em todo o planeta, especialmente nas zonas temperadas onde essas flores melhor se adaptam.

Dentre as várias espécies existentes, se destacam 03 grandes grupos de Anêmonas:
1 – As flores de primavera, que são simples de se lidar, que suportam os períodos frios e necessitam de pouca atenção da parte de quem as cultiva;

2 – As flores de outono, que são flores comuns de serem encontradas nas montanhas da China e do Japão. Elas possuem um sistema de raízes e uma de suas características marcantes, são as belas flores de cores com tons pálidos. Elas são resistentes ao inverno, mas recomenda-se evitar que fiquem expostas a fortes neves;

3 – As Espécies mediterrâneas, que florescem normalmente durante o inverno quando são cultivadas como plantas ornamentais para interiores de ambientes e durante o verão quando cultivadas ao ar livre;

As anêmonas são flores que conseguem se erguer em pedúnculos de 10 a 30 cm de altura, e chegam a possuir 08 cm de diâmetro. Elas possuem em média de 05 a 08 pétalas, em formato oval.

As anêmonas são flores muito sensíveis ao vento, e elas se abrem quando sentem o sopro do vento soprar ou bater em suas pétalas.

As anêmonas possuem as mais variadas tonalidades de cores: roxa, lilás, púrpura, vermelha, branco, azul, etc.

É necessário tomar alguns cuidados no cultivo das anêmonas, pois elas são flores tóxicas, portanto deve se deixar essas plantas isoladas de cães e crianças, que gostam de mexer em tudo que veem pela frente.

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Cuidados a serem tomados com as Anêmonas
Devido a existência de muitas espécies de anêmonas que podem ser encontradas, existem flores das mais diversas formas, cores, tamanhos, etc. No entanto, existem uma série de cuidados comuns que podem ser tomados, para garantir que a sua anêmona terá uma vida longa.

Relação desses cuidados a serem seguidos:
* Os bulbos das anêmonas devem ser plantados por volta do mês de setembro, e não pode ter mais que 05 cm de profundidade. As anêmonas podem ser plantadas em vasos e no próprio solo, estes precisam estar em locais que tenham condição de iluminação adequada;

* Verifique se as condições de temperatura do local onde você vive está de acordo com a espécie de anêmona que você pretende cultivar. Na época do verão, acima da folhagem da anêmona surgem longos pedúnculo que ficam cheios de flores, nas mais variadas colorações;

* Verifique as condições de iluminação, as anêmonas podem crescer corretamente em locais com sombra parcial e até mesmo com ausência de luz solar direta, porém elas precisam receber diariamente um pouco de luz solar, e preferencialmente pela manhã. Porém, quando não são cultivadas a sol pleno, as anêmonas tem sua floração prejudicada;

* A anêmona se adapta melhor aos locais com níveis médios e altos de umidade, por isso que elas se adaptam tão bem as florestas e montanhas;

* A rega deve ser realizada de forma constante, o ideal é que seja feita diariamente, mas não de forma excessiva. O solo deve estar sempre úmido e fresco, mas isso não significa que o solo fique encharcado de água, porém não deve ficar muito seco. Caso o solo fique encharcado corre o risco dos rizomas apodrecerem.

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Em todo o mundo existem mais de 250 espécies diferentes do gênero Pelargonium a que vulgarmente chamamos Gerânios ou então Pelargonium. A maior parte destas espécies é originária do continente africano.

Os quatro tipos mais comuns e que encontramos no mercado à venda são:

Pelargonium x hortorum

Pelargonium x hortorum
É o gerânio mais comum e mais conhecido. Resulta do cruzamento entre o Pelargonium zonale e o Pelargonium inquinans e é portanto um híbrido.

Pode apresentar flores simples ou dobradas e existem variedades de flor branca, rosa, salmão, laranja, vermelho (diversos tons) magenta, lavanda e bicolores.

Pelargonium peltatum

Pelargonium peltatum
Espécie muito conhecida. Pelargonium pendente. Esta espécie apresenta um porte rasteiro e é normalmente utilizada em cascata nas varandas.

Pelargonium grandiflorum

Pelargonium grandiflorum
Esta espécie é menos comum que as anteriores. A sua característica principal é o tamanho das suas flores como o próprio nome latino da espécie o demonstra.

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Pelargonium_capitatum

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Pelargonium graveolens, Pelargonium capitatum e Pelargonium crispum
Apesar de serem diferentes espécies apresentam, no entanto, uma característica comum – possuem folhas aromáticas.

Como cultivar
Estas espécies precisam de muita luz e devem ser colocadas em locais onde apanhem bastante sol. No entanto, em climas muito quentes e durante o Verão, alguma sombra durante as horas de sol mais intenso pode ser vantajosa.

A espécie Pelargonium grandiflorum é a mais adequada para cultivar em interior numa janela virada a sul.

Quando as plantas são colocadas em locais sombrios ficam estioladas, ou seja, apresentam um crescimento débil, hastes finas e delgadas e pouca (ou nenhuma) floração.

Temperatura
Os gerânios não gostam de frio e não resistem a temperaturas abaixo de 0ºC. Nos climas onde ocorram geadas é conveniente protegê-los no Inverno.

Se estiverem em vaso convém trazê-los para dentro de casa durante o período invernal. Caso estejam no jardim podemos aproveitar para lhe dar uma poda forte e podemos cobri-los com um plástico perfurado para permitir a saída da humidade em excesso.

Rega
Deve-se ter cuidado com o excesso de rega pois é uma planta que, com facilidade, sofre de podridão do caule e das raízes.

Não aguenta o solo encharcado. É necessária uma boa drenagem da terra ou do substrato no caso de estarem em vaso.

Evitar o mais possível molhar as folhas e as flores. Evitar regar pulverizando as folhas.

No Outono e no Inverno diminuir bastante as regas. 1 vez por semana ou menos é suficiente.

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Adubo
Fornecer de 15 em 15 dias e no período de floração activa um pouco de adubo líquido para plantas de flor.

A carência de nutrientes provoca um crescimento lento, o amarelecimento das folhas e a diminuição da floração.

Poda dos Gerânios
No final do Inverno ou no início da Primavera deve-se podar as plantas para estimular a emissão de novos rebentos.

Durante a fase de crescimento deveremos ir despontando os ramos para obrigar a planta a emitir hastes laterais – não esquecer que nestas espécies, quanto mais hastes mais flores.

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