Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Archive for the ‘Flores e Folhagens’ category

    chamaecostus_cuspidatus

    Nome Científico: Chamaecostus Cuspidatus
    Nome Popular: Cóstus de Fogo
    Ordem: Zingiberaceae
    Família: Costaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    O Cuspidatus Chamaecostus, popularmente conhecido como Cóstus de Fogo, é uma planta herbácea pertencente à família Costaceae e nativa do Brasil.
    Apresenta folhas elíptico ovaladas, alongadas, verde brilhantes e pontiagudas. As folhas carnudas desta planta tem um futuro brilhante como planta medicinal. A planta cresce muito rapidamente e é propagada por estacas.

    A parte inferior de suas folhas são verde e roxas. As folhas são dispostas em espiral em torno das hastes. A altura máxima da planta é de cerca de setenta centímetros de altura. As flores são de cor laranja e são lindíssimas.

    Durante o ano todo, nas pontas de seus ramos surgem flores amarelo alaranjadas que atraem beija-flores. Ela necessita de sol pleno, mas também cresce em áreas de meia-sombra.

    Dizem que ela pode ajudar a produzir insulina no corpo humano e é conhecida como insulina vegetal. Esta planta nativa da Mata Atlântica (Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia), está se tornando popular na Índia por causa de suas substâncias químicas medicinais.

    Está é mais uma das espécies nativas brasileiras que são muito procuradas no exterior e que deveriam ser mais valorizadas e exploradas pelos paisagistas, que lamentavelmente deixam passar batido as nossas belezas naturais.

    imagem-neve05

    cesto-de-ouro

    Nome Científico: Aurinia Saxatilis
    Nome Popular: Cesto-de-ouro, Colchão-dourado, Tufo-dourado, Álisso-amarelo
    Origem: Europa e Ásia
    Ciclo de Vida: Perene

    O cesto-de-ouro é uma planta herbácea perene da família das Brassicásseas (ou crucíferas). Apreciada pelas suas flores, agrupadas na extremidade dos caules e de um amarelo vivo e brilhante, os seus nomes populares (cesto-de-ouro) refletem esta associação ao ouro que já está presente no nome científico do gênero botânico.

    Possui delicadas e abundantes flores douradas que são atrativas para abelhas e borboletas.. As folhas são verde-acinzentadas, dispostas em roseta, sendo que as basais são espatuladas e as das hastes são pequenas e mais afiladas.

    As inflorescências surgem na Primavera. Elas são eretas e ramificadas e compostas por numerosas flores amarelo-douradas na espécie típica.

    O cesto-de-ouro é uma planta de cor vibrante, capaz de alegrar qualquer jardim que esteja meio apagado. Seu porte é rasteiro, atingindo de 15 a 30 cm de altura. Ela é especialmente indicada para a formação de maciços e bordaduras, mas também pode ser plantada em vasos, evidenciando seu aspecto um tanto pendente. Fica perfeita em jardins rochosos, plantada nos vãos de uma escada ou coroando muretas baixas de contenção.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo bem drenado, arenoso, fértil, enriquecido com matéria orgânica. Resistem muito bem em locais com pouca umidade. É capaz de agüentar períodos de estiagem não muito prolongados.

    Não tolera o calor excessivo ou encharcamentos. Após a floração, a planta pode ser podada para que floresça novamente. Multiplica-se por sementes ou por divisão da ramagem enraizada. Não é raro o surgimento de mudas pequenas em torno da planta mãe, semeadas naturalmente.

    bird8

    img289

    Pertencente a uma família composta de mais de mil espécies diferentes, a begônia-cruz-de-ferro, nativa da China, cresce até 30 cm. Suas folhas têm no centro um desenho marrom que lembra a cruz-de-malta. Se você cultivá-la em vasos, na primavera vai ter sua begônia cheia de flores cor-de-rosa e brancas.
    É uma planta herbácea rizomatosa e sem caule. O porte máximo é de 30 cm de altura. Suas folhas  são reniformes e enrugadas, em cores que vão do verde-claro ao verde-acinzentado.

    Seguindo as principais nervuras, adquire um tom marrom-avermelhado que, dependendo da variedade, pode ser bem grosso. Seu pecíolo é coberto de pelinhos brancos. É bastante sensível, não devendo tomar sol direto, ser exposta ao frio e nem ter suas folhas molhadas durante as regas.

    Deve ser cultivada em regiões cujas temperaturas variam de 15 a 27ºC, tolerando até 10ºC. Ideais para serem cultivadas em vasos, com solo permeável. Apreciam solo úmido, sem encharques.

    Água: Espere a superfície do solo do vaso secar antes de regar novamente.
    Adubação: A cada 2 meses.
    Propagação: Sementes, rizomas ou estacas de folhas.
    Problemas comuns: Se as pontas e bordas das folhas tornarem-se marrons, aumente a umidade. Se houver pouca ou nenhuma flor, mude para local mais iluminado.

    Chuva-no-jardim_1516

    Monstera

    Considerada uma bela planta, a banana-de-macaco, deliciosa ou costela-de-adão, nomes pelos quais é conhecida popularmente, já teve seu tempo de glória.
    Pertencente à família das aráceas, a banana-de-macaco é uma trepadeira de caules vigorosos, que alcança até 6 m de comprimento. Apresenta longas raízes aéreas que, quando não encontram apoio apropriado para subir, tornam a planta rasteira.

    As folhas, verde-escuras-brilhantes, chegam a quase 1 m, são ovaladas ou em forma de coração, com textura de couro. Uma característica do gênero é a diferença nítida entre as folhas jovens e adultas. Quando novas são inteiras, mas a medida que vão envelhecendo, começam a desenvolver profundos orifícios e recortes nas bordas. Esse processo é conhecido pelo nome técnico de fenestração.

    As flores, desprovidas de sépalas e de pétalas, são hermafroditas. Agrupam-se ao longo de uma espádice com cerca de 20 cm de comprimento, envolvida por uma espata grande, de cor branca, em forma de canoa, que se abre largamente após o florescimento e depois cai.

    O fruto propriamente dito é um tipo de baga suculenta, de sabor semelhante a uma combinação de abacaxi com banana, bastante interessante. Costuma surgir após a polinização, quando o espádice se alarga, formando uma espiga carnosa com frutinhos que se aderem a ela.
    Esta infrutescência (nome correto deses tipos de fruto e o do abacaxi) tem coloração que vai do verde ao creme quando completamente maduros. Aliás, este processo pode levar de 8 semanas até 15 meses para ocorrer.

    No México eles são conhecidos como “piñanona” e podem ser consumidos ao natural, em saladas, ou sob forma de sorvetes e geléias. As vezes são empregados,com sucesso, na produção de sucos ou como complemento de bebidas alcoólicas, inclusive com registros de terem sidos usadas até mesmo na aromatização do champagne, na Europa.

    Mas muito cuidado, os frutos da Monstera não devem ser consumidos antes de atingirem a completa maturação. Isso porque produzem um feixe de formações cristalinas de oxalato de cálcio, parecidas com agulhas muito finas, que podem perfurar a mucosa causando uma intensa sensação de ardor na boca. Esses cristais, presentes de um modo nas aráceas, são chamados de ráfides e formam uma espécie de barreira mecânica para proteger as sementes em desenvolvimento. Após o amadurecimento, no entanto, essa barreira deixa de existir e os frutos podem ser consumidos sem maiores cuidados.

    A Monstera é uma planta muito resistente e ornamental e essa rusticidade permite o cultivo em qualquer jardim. Mas se você gosta de experimentar sabores diferentes, aproveite, quando o fruto começa a escurecer e a se tornar mais flexível ao toque, retire-o da planta, corte-o ao meio e prove as sementinhas revestidas de couro, com certeza vai virar fã.

    Se você quiser cultivá-la, aí vão algumas dicas:
    Luminosidade: Desenvolve-se melhor com luz indireta forte e abundante, ou seja, meia-sombra.
    Clima: Para a produção de frutos, exige temperaturas amenas e lugares quentes e úmidos. Se plantadas em vasos, dentro de casa, dificilmente frutificarão.
    Regas: Devem ser diárias na Primavera e no Verão, e cerca de 2 ou 3 vezes por semana no Outono e no Inverno. Caso note que as pontas das folhas estão começando a amarelar, ajuste a frequência das regas, pois poderá estar ocorrendo falta ou excesso de água.
    Solo: Um substrato ideal para o plantio da banana-de-macaco seria uma mistura de 3 partes de terá preta, duas partes de esterco de gado bem curtido e areia grossa suficiente para tornar a mistura bem soltinha e porosa.
    Propagação: Pode ser feita por meio de estacas do ramo principal, com aproximadamente 20 cm de comprimento, que contenham dus gemas e algumas raízes. Ou ainda por estacas de ponteiros com pele menos 2 folhinhas.

    37588

    pleomele-reflexa

    Divisão: Angiospermae
    Origem: Madagascar e Ilhas Maurício
    Ciclo de Vida: Perene

    A pleomele é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e amplamente utilizada no paisagismo e na decoração de interiores. Seu caule é ereto, ramificado e atinge uma altura média de 2 a 3 metros, embora possa atingir 6 metros no seu habitat de origem.

    As folhas são simples, coriáceas, ligeiramente onduladas, de cor verde-oliva escuro, dispostas em espiral ao longo do ramos. Ocorrem ainda outras variedades, com destaque para duas cultivares variegadas: a “Song of India”, com folhas de margens cor verde-limão, e a “Song of Jamaica”, de margens cor branco-creme.

    As flores pequenas e brancas surgem no final do inverno reunidas em inflorescências terminais e, assim como os frutos, não têm importância ornamental.
    A pleomele é uma planta tropical muito vistosa e de crescimento moderado. No jardim ela pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques. Elas são rústicas e quando podadas corretamente podem formar ótimas cercas vivas. Envasadas, elas podem ser utilizadas em ambientes internos, onde são muito apreciadas na decoração por sua beleza e tolerância às condições de baixa luminosidade. No entanto, esta tolerância deve ser sempre testada e é sabido que as pleomeles não variegadas são um pouco mais resistentes que as formas variegadas. Na dúvida o crescimento da planta deve ser monitorado, pois caso ela comece a perder as folhas e estiolar (crescer muito rápido em altura) é sinal de que está faltando luz.

    A pleomele é uma das plantas recomendadas para purificação do ar em interiores, de acordo com a Plants for Clean Air Council (PCAC), organização que resultou de um projeto de pesquisa originalmente conduzido pela NASA em conjunto com a Associação de Empreiteiros de Paisagismos dos Estados Unidos. A pleomele é considerada eficiente na remoção de compostos tóxicos do ar como formaldeído, benzeno, tolueno, xileno e tricloroetileno.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pleomele é tipicamente tropical, apreciando o calor e a umidade. Apesar de crescerem sob sol pleno em regiões subtropicais, elas preferem condições de luz filtrada ou meia-sombra, principalmente quando cultivadas em regiões mais quentes e ensolaradas. Ela deve ser fertilizada quinzenalmente durante a primavera e verão. É sensível ao frio intenso, a geadas e a salinidade de regiões litorâneas; e tolerante a curtos períodos de estiagem. Quando mudada bruscamente de ambiente, ela pode se ressentir, perdendo parte das folhas. Multiplica-se facilmente por estaquia de ramos lenhosos, semi-lenhosos e ponteiros.

    imagem-neve01

    celosia2

    Nome científico: Celosia cristata
    Nome comum: Celosia
    Nomes populares: Crista-de-Galo, Amaranto, Celósia, Suspiro.
    Família: Amaranthaceae
    Origem: Asia tropical e África equatorial.

    Planta herbácea, anual, com variedades anãs e outras que podem atingir alturas de 60-70 cm. Possui caules longos, cilíndricos e de cor verde, muito ramificados. As Celosias apresentam uma folhagem densa, sendo as suas folhas de cor verde médio, largas, alternadas, lanceoladas e com nervura bem marcada. As suas inflorescências são muito características, dobradas, em forma de crista, com uma textura suave e com várias cores desde o amarelo, rosa, laranja, até ao vermelho escuro. As suas flores depois de colhidas mantêm a sua cor por um longo período.

    Como semear: Em local protegido na Primavera ou em estufa no final do Inverno ou início da Primavera.

    Transplantação: Quando oportuno e antes do início da floração.

    Luz: Exposição ao sol durante meio dia ou mais.

    Solos: As Celosias preferem solos ricos em húmus, bem drenados, frescos, neutros. Quando os terrenos não têm uma boa drenagem, os caules e as raízes, apodrecem facilmente.

    Temperatura: Não tolera temperaturas baixas. Prefere climas temperados a temperado-quente.

    Rega: Abundante a cada 2-3 dias ou quando o terreno estiver seco. O ideal é manter o solo e o ambiente um pouco úmidos.

    Adubação: Regular no período de floração com adubo indicado para plantas de flor.

    Floração: Fim de Primavera / Verão até início do Outono. A floração inicia-se 10 o 12 semanas depois da sementeira.

    Crescimento: Rápido

    Pragas e doenças: Ácaros, oídeo, podridão radicular..

    Multiplicação: Por semente.

    Utilização: Canteiros, bordaduras e maciços ou em composição com outras flores, vasos, para corte e para ramos secos.

    Dicas: Colher as flores secas para prolongar a floração. Despontar as plantas jovens para promover os rebentos laterais, logo, um maior número de flores.

    A Crista-de-Galo é uma planta herbácea anual, que atinge de 30–80 cm de altura, com caule ereto, suculento e não ramificado. Suas folhas são verdes ou vermelho-bronzeadas com inflorescências terminais, espessas e achatadas, aveludadas, em forma de crista de galo, nas cores vermelha, esbranquiçada, rósea ou creme amarelada. Cultivada em conjuntos e renques em beira de muros e paredes, a pleno sol, em canteiros ricos em composto orgânico, de boa drenagem e irrigados a intervalos. Desenvolve-se a pleno sol e prefere o calor ao frio intenso.

    fogo

    Armeria maritima

    Nome comum: Armeria, Cravo-do-mar
    Origem: Europa
    Porte: Pode atingir cerca de 15 a 25 cm de altura e 30cm de diâmetro.

    A Armeria é uma planta perene, muito parecidas com um pequeno tufo de relva, forma maciços de folhas lineares simples, verde escuro com cerca de 10 cm de comprimento, onde emergem caules com 30 cm de altura, com flores nas cores rosa ou brancas, arredondadas – em forma de pom-pom, com 25 cm de diâmetro.

    A floração ocorre desde o fim do Inverno até ao fim do Verão.

    Este gênero pertence à família Plumbaginaceae, com cerca de 80 espécies. É também conhecida por cravo de Paris, cravo romano ou cravo do mar, e é símbolo de prosperidade.

    O seu cultivo é muito fácil, pois a Armeria adapta-se facilmente a diferentes condições climáticas: gosta de sol como meia-sombra, locais rochosos ou solos úmidos e é muito resistente ao frio.

    Propaga-se por estacas, com cerca de 7-8 cm, cuja base seja constituída por uma porção de madeira velha. De propagação fácil na Primavera ou no Outono, o que, no entanto pode originar plantas com conformação irregular.

    barco

    Língua-de-sogra - (Sansevieria)

    As Sansevierias (vulgarmente conhecidas como “línguas-de-sogra formam um gênero de cerca de 70 espécies, originárias de regiões tropicais e subtropicais do Velho Mundo. Integram, consoante os autores, as famílias Ruscaceae, Agavaceae ou Dracaenaceae.

    São plantas xerófitas, herbáceas ou arbustivas, suculentas, perenes, com folhas afiladas, que crescem, conforme as espécies, de 20 cm até 3 m de altura. Formam frequentemente aglomerados densos. A flores têm um tom branco esverdeado e ocorrem num racemo com 40 a 90 cm de comprimento. O fruto é uma baga vermelha ou cor-de-laranja.

    Cuidados - Requerem um substrato bem drenado e regas moderadas. Nos meses de Verão, apreciam regas frequentes, desde que o solo não fique encharcado, mas nos meses mais frios é melhor deixá-las secas. A temperatura média mínima recomendada é 10°, mas toleram breves períodos de temperaturas mais baixas, desde que permaneçam secas. As Sansevierias são difíceis de manter num espaço limitado, já que tentam sempre expandir-se, lançando rizomas subterrâneos muito fortes, que podem quebrar o plástico ou o barro dos vasos.

    Propagação. A propagação faz-se geralmente por separação dos rebentos que a planta com frequência lança. Muitas espécies também podem ser propagadas através de folhas (mas não as formas variegadas). A propagação a partir de sementes é um processo lento.

    e4d337ec

    cyclantus

    Nome Popular: Mapuá, Ciclanto
    Nome Científico: Cyclanthus bipartitus
    Divisão: Angiospemae
    Ciclo de vida: Perene
    Família: Cyclanthaceae
    Origem: Floresta Amazônica

    Arbusto entouceirado, ereto, robusto, pode ser cultivado em vasos grandes ou diretamente no chão onde formam grandes maciços muito ornamentais
    Suas folhas são grandes, largas e com pecíolo longo, bipartidas, dando a impressão de serem duas folhas. Pode chegar até a 1,80 m de altura. O destaque desta planta são as suas folhagens, há florescimentos, mas sem importância ornamental.

    Na floresta o solo é úmido e o sol é filtrado pelas árvores, então cultivo deve ser feito à meia sombra (não suporta luz direta das 10 às 17 hs), em substratos ricos em matéria orgânica, permeável e mantida umedecida. Não tolera geadas.

    Como plantá-la em jardins:
    Prepare a terra do canteiro retirando plantas mortas e qualquer outro tipo de raízes, acrescente adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 kg/m2 de solo, misturando com composto orgânico ou turfa modificada o quanto necessite. Incorpore a mistura no canteiro.

    Retire a muda do saco de cultivo, abra um buraco do tamanho do torrão e acomode a planta, cuidando para que as raízes não fiquem dobradas. Colocque terra ao redor da muda e aperte de leve para fixar melhor. Regue bem.

    A umidade é essencial para este tipo de planta, então regas frequentes ou irrigação por mangueiras são necessárias para seu bom desenvolvimento.

    Como plantá-la em vasos
    Escolha um recipiente de boca larga, não precisa se muito fundo, cerca de 50 cm está adequado.
    Proteja o fundo e as paredes do vaso com tinta impermeabilizante e deixar secar bem alguns dias.
    Coloque no fundo do vaso brita e areia úmida. Pode substitui por um pedaço de geomanta.
    Coloque mistura de composto orgânico e adubo animal numa proporção de 6:1 respectivamente e plante a muda.

    Se o vaso se destinar para cultivo em interiores, substitua o adubo animal por granulado NPK, na  formulação 10-10-10 cerca de 100 gr por vaso de tamanho grande. Plante a muda e regue bem.

    O solo do vaso pode ser protegido com casca de pínus lavada, isto diminuirá a evaporação da água de regas.

    O ciclanto pode ser propagado por separação de touceiras. Se estiver em canteiro, abra o maciço e com uma pá reta corte uma porção da planta, sempre levando folhas junto.

    Plante do mesmo modo indicado para plantio em vasos e deixar em cultivo protegido longe do sol.
    Para esta tarefa não há épocadeterminada.

    O ciclanto ainda é pouco usado em paisagismo. Não necessita de manutenção, a não ser a retirada de folhas fenecidas.
    A planta pode ser usada em recantos de muros e junto a escadas mais protegidas e sem sol, onde nem todas as plantas ficam bem.

    janel2

    Lírio

    Lírio amarelo (Hemerocallis)

    O lírio é originário da Europa, Ásia e América do Norte. Algumas espécies são nativas dos trópicos, de regiões com altitude elevada. Porém, todas as espécies existentes hoje são originárias de vários cruzamentos entre si, dando origem a inúmeras variedades e cores: são os chamados lírios hibridos. Os lírios pertencem à família das Liliáceas e os principais grupos são:

    lirio_oriental  (Lilium speciosum)
    Lírios Orientais – caracterizados pelos que apresentam mais perfume e flores grandes;

    lírio oriental

    Lírios Asiáticos – com flores menores, quase sem perfume, mas com cores fortes e bem variadas;

    Lírio longuiflorum

    Lírio longuiflorum – de flor grande, na cor branca e creme.
    Com exceção do Lírio longuiflorum, os outros dois grupos apresentam tanto variedades para vaso como para corte, usadas na confecção de arranjos. No grupo dos Asiáticos encontramos o Orange Pixie e no grupo dos Orientais, estão o Muscadet e Mona Liza. Os lírios são plantas de bulbo, assim como a tulipa, o amaryllis e até mesmo a nossa conhecida cebola. Eles emitem um único broto por bulbo, de onde saem as folhas e as flores.

    lírio-do-amazonas
    Lírio-do-amazonas
    - Eucharis x grandiflora, Eucharis amazonica. Também conhecido como Estrela Dalva, Estrela de Belém ou Estrela da Anunciação – espécie largamente cultivada no mundo inteiro;

    lírio-da-chuva
    Lírio-da-chuva
    – Zephyranthes rosea, Zephyranthes candida, Zephyranthes grandiflora… – todas largamente cultivadas no mundo inteiro;

    lírio-tigrado
    Lírio-tigrado
    e várias outras espécies de lírios.

    Como cuidar do seu vaso de lírio

    O lírio em vaso requer um local com boa iluminação, evitando o sol nas horas mais quentes do dia. Não deixe o substrato (a terra do vaso) secar completamente, molhando sempre que necessário, até que água saia pelos furos de drenagem do vaso; mas evite que a água se acumule no pratinho. Para fazer com que o lírio em vaso floresça novamente, o procedimento é complicado e não é garantido o sucesso. Quem desejar tentar, deve seguir uma série de passos:
    1. Após a morte das flores, continue regando o lírio por mais 3 meses, depois pare de colocar água e espere que as hastes sequem completamente;

    2. Uma vez que as hastes estejam secas, retire os bulbos do vaso, coloque-os em um saco plástico perfurado, preenchido com material inerte (perlita, por exemplo) úmido. Coloque este saco plástico com os bulbos na parte menos fria da sua geladeira (onde são colocadas as verduras) e deixe lá por cerca de 4 meses. Cuide para manter os bulbos úmidos. Evite choque entre os bulbos e também o choque dos bulbos com outros objetos, pois há perigo de machucar os bulbos e os ferimentos são portas para a entrada de doenças.

    3. Passados os 4 meses, retire os bulbos da geladeira de plante-os. Deixe nos primeiros 10 dias em local bem fresco e arejado. Quando os brotos estiverem surgindo, leve o vaso para um local bem iluminado. Regue sempre que a terra estiver seca.

    4. Se tudo der certo, entre 2 e 3 meses os bulbos florescerão.

    O lírio no mercado de flores
    Algumas características do mercado de flores favorecem o comércio de lírios em vaso no Brasil: a maior demanda por flores de vaso em geral (e conseqüente queda da procura por flores de corte) por causa da dengue; a existência de novas espécies próprias para vasos (com tamanho menor) e, finalmente, o preço mais acessível do produto, resultado do grande volume de produção. A empresa é responsável pela produção e venda das duas espécies mais procuradas de lírios: a Orange Pixie (alaranjada) e a Muscadet (branca). Cada vaso possui três bulbos que produzem de 5 a 15 flores, em potes de 15 cm de diâmetro.A variedade Orange Pixie é mais abundante. As plantas de vaso atingem cerca de 30 a 40 cm de altura.

    Apesar do preço mais acessível, o lírio ainda é considerado um produto nobre e elitizado, que exige cuidados especiais de produção. A Terra Viva produz lírios em uma unidade da empresa instalada em Tapira, região de Araxá, sudoeste de Minas Gerais, com excelente qualidade, por aproveitar o clima e topografia favoráveis do local. Na região, tanto o inverno como o verão são mais amenos que no interior paulista, favorecendo uma produção contínua e melhorada. Cerca de 70% dos bulbos são importados da Holanda e 30% são produzidos em Araxá. Para bulbos de vaso a importação corresponde a 90% do total produzido pela empresa. “São plantas especiais, de clima frio, que necessitam um período de dormência. As variedades de vaso são geneticamente mais curtas, enquanto as de corte possuem maior diversidade e hastes mais longas, de até um metro de altura”, calculando que o mercado brasileiro atualmente consome quatro milhões de bulbos por ano.

    fonte