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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

flores tres maria
Quando chega a estação mais bonita do ano (pelo menos para mim), a Primavera, tudo  fica mais bonito e colorido, todos resolvem querer fotografar as flores, já que elas estão em toda a parte.
E são tão atrevidas que até mesmo florescem nos cantinhos mais inóspitos, entre as rachaduras de uma parede ou de um chão.

Acontece que na primavera a festa é delas mesmo e nós, como simples admiradores queremos é ficar horas e horas olhando o espetáculo que elas nos proporcionam e até fotografando essas lindas flores.

Axontece que nem todos tem o olho clínico para a fotografia e muitas das flores acabam ficando com cores apagadas, disformes e especialmente desfocadas. As flores são escolhidas pelos fotógrafos amadores e profissionais por serem perfeitas, mas fotografá-las bem não deixa de ser um grande alguns desafios. Manter o foco, a coloração, conseguir fazer as fotos sem tremer mesmo em condições difíceis, como no vento, por exemplo, são umas das dificuldades.

Por isso, nesse post há algumas ficas especiais e bem simples para que qualquer um, ainda que tenha pouca experiência, possa fotografar lindas flores e fazer com que as mesmas saiam bem na foto, literalmente.

dia de chuva
Dicas
O melhor horário para fotografas as flores deverá ser nas primeiras horas da manha,  especialmente em razão da luz natural, já que a mesma está sempre mais branda, deixando as fotografias mais suaves e menos sombreadas. Além disso, de manhã o orvalho ainda está presente nas pétalas das flores, deixando as fotos com um efeito bem legal, diferente do que aconteceria se já fosse mais tarde.

Evite o horário entre às 12 hs e 16 hs da tarde, esse é o horário central do dia e é o pior momento para se fotografar. A luz intensa causa duras sombras e este contraste exagerado entre sombra e luz, acaba desfavorecendo o cenário fotográfico para as flores. Há ainda o fator de que em razão do intenso calor, é comum que se encontre alguns tipos de flores, que usam as pétalas como proteção, fechadas durante esse período. Sem mencionar que outras já estarão murchas.

Use o ISO o mais baixo possível (em fotografia, o ISO é uma medida que serve para definir o índice de sensibilidade ou exposição à luz.) menor do que aquele permitido deixa as fotos menores, pois a quantidade de ruído provocada pelos sensores digitais aumenta todas as vezes que se coloca um ISO muito alto. Procure expor a foto conforme o tempo e abertura de exposição.

Procure fotografar com uma lente objetiva Macro, o uso dessa lente é sempre aconselhável para se fazer a fotografia de flores. Caso não possua condições para adquirir uma dessas, as lentes “close-up lens”, conhecidas como lentes para aproximação, que são como se fossem filtros  que, quando dispostos na frente da câmera, ampliam o objeto que deverá ser capturado conseguindo quase o mesmo efeito de uma macro.

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Fazer uso de um tripé  é o ideal, pois a sua utilização ajuda bastante a vida do fotógrafo quando usa o ISO baixo para aquelas maiores exposições, evitando as imagens tremidas, desde que as condições do clima também favoreçam. Existem tripés próprios para as fotografias macros, nos quais é possível retirar a barra do centro, facilitando bastante uma fotografia melhor.

Não é preciso que as fotografias todas de flores tenham uma perfeita nitidez. Caso esteja usando a macro, basta somente que uma parte da flor saia perfeita, podendo ser um estigma, uma pétala, as antenas, dentre outras, para isso a profundidade deverá ser ajustada.

Usando o fundo corretamente, buscando o melhor para cada uma das ocasiões, proporciona fotografias mais bonitas e diferentes. Isso pode ser conseguido através da distância que se toma dos objetos, da profundidade dos mesmos. Fotografe sempre deixando o fundo desfocado: .

Caso esteja fotografando as flores no ambiente externo, e o tempo está nublado, prefira fazer as fotografias logo pela manhã. A falta de luz auxilia numa maior nitidez dos detalhes, tornando o clique muito mais limpo e especial.

Procure evitar a fotografia quando o vento estiver forte demais, pois ele irá trazer um influência negativa para suas fotos, deixando-as tremidas e sem foco. Porém, se você não quiser uma foto muito normal, o vento pode ajudar, caso contrário, será desastre total.

Se o vento estiver demais e você quiser mesmo tirar fotos, busque por um local mais protegido, como um canteiro, desde que tenha proteção adequada contra o vento.

Margaridas
Quando sair para fotografar as flores, carregue com você um refletor branco para conseguir fotografias com uma qualidade melhor. Num dia nublado existe uma chance de se obter uma luz interessante, porém, um refletor permitirá um controle maior da luz, podendo assim clarear as sombras.

É importante que se busque por ângulos diferenciados, se puder faça uso de uma lente teleobjetiva, e não uma macro. Procure fotografar usando um único foco de luz, especialmente à noite. Vá testando seu potencial com coisas simples e depois chegue até as flores.

Tenha coragem, procure a ousadia que mora dentro de você. Procure desafios fotográficos, não se limite a fotografar aquela florzinha que está ali ao seu alcance, encontre uma que seja inusitada, que esteja longe, por isso será somente sua, use o flash se precisar.

A fotografia de flores nada mais é que uma mistura maravilhosa e estranha da arte e da ciência. A ciência é repetível e observável, e entender esses elementos é o que irá trazer para você um senso fotográfico perfeito. Você jamais será um fotógrafo bom ou encontrar aquilo que mais ama na fotografia sem que haja dedicação, capacidade mental e amor a ela. Por isso, carregue sua câmera por onde for, e dedique períodos longos procurando aprender a ver as flores e fotografa-las.

Além disso, tenha paciência consigo mesmo e com a natureza. Vá fazer passeios em jardins e campos floridos, jardins botânicos, e, se for viajar, pare durante o caminho para observar e fotografar as flores silvestres que encontrar por ali. Procure, durante esse período, fazer fotografias bonitas, pensando no que as demais pessoas verão nela, o que chamará mais a atenção.

Não tenha medo de dedicar-se às flores, pouco a pouco gostará inclusive de cultivá-las, não se contentará apenas em ter por perto as fotografias delas.

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Planta da família das Asteraceae. Também conhecida como Abrótano-fêmea, Camomila de mahón, Rosmaninho. É uma planta arbustiva que pode atingir uma altura de 40 a 90 cm, fortemente aromática de folhagem cinza, finamente recortada e pontiaguda.

Quando podada todos os anos cresce toma uma forma arredondada, se deixar de podar por mais de um ano tende a espalhar-se, e após alguns anos tende a se abrir. As flores, são delicadas e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarela, perfumadas e florescem no Verão.

A Santolina origina-se da Europa e apresenta um porte baixo,  ramificada, formando moitas densas.

É uma planta usada em jardinagem por excelência. Criando-se jardins com grandes tonalidades cinzas, com botões amarelos.

A Santolina, no paisagismo, presta-se para a formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. Sua rusticidade e tolerância à estiagem a tornam uma planta ideal para jardins rupestres, de estilo mediterrâneo, campestre ou contemporâneo.

Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais. Pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Seu cultivo deve ser feito a pleno sol, em solos perfeitamente drenáveis, preferencialmente arenosos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados a intervalos espaçados.

É tolerante a curtos períodos de estiagem, e não tolera encharcamentos. Podem ser podadas regularmente para estimular o adensamento e o formato arredondado do arbusto.

Após alguns anos, a planta perde a beleza e deve ser replantada. Aprecia o clima ameno de regiões subtropicais ou tropicais de altitude. Sua multiplicação [e feita por divisão da ramagem enraizada, estacas ou sementes. É recomendado um espaçamento de 40 cm entre plantas.

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As estações do ano costumam ser bem marcantes e cada uma possui a sua característica. Elas podem ser muito importantes para ditar cada espécie a ser cultivada em seu jardim e qual delas vai ser melhor de cuidar a cada época do ano. Por isso, é muito importante descobrir mais sobre estas espécies e como elas se comportam da Primavera até o Inverno.

Com isso, se pode contribuir também para as espécies polinizadoras e, dessa forma, enfeitar ainda mais o seu quintal! Que tal conhecer cada flor específica para cada estação do ano?

Flores da Estação
Em primeiro lugar é necessário analisar bem as suas mudas e ver qual delas se adapta a temperaturas mais altas, sendo cultivadas no verão, ou então aquelas que ficam muito mais bonitas no outono, com todas as folhas caídas em volta. E que tal aquela que fica linda somente no inverno? Quem sabe você não arruma uma espécie que floresce de forma saudável mais na primavera? Existem milhões de flores que podem ser estudadas e ainda descobertas, sabendo qual é a melhor para ser cultivada a cada estação específica.

Para saber quais flores se adaptam melhor a uma dada estação do ano, confira abaixo o calendário das flores. Você vai ver que existem milhões de opções para escolher, mas nunca é demais sempre seguir os critérios de plantio de cada espécie. Neste caso, por mais que as estações favoreçam o crescimento de algumas flores em específico, não esqueça das etapas básicas de cultivo.

Calendário das Flores
Inverno
As plantas que costumam se adaptar ao inverno possuem grande resistência à baixas temperaturas, além de se desenvolverem melhor longe dos raios solares. Muitas flores podem ser resistentes a este ponto, suportando até mesmo as famosas geadas em algumas partes do país. Neste caso, elas também podem atrair seres polinizadores comuns nesta mesma estação do ano.

Confira as opções que você pode ter:
- Azaléias: Podem crescer em arbustos com cores totalmente variadas
- Camélias: Podem ser mudas para arbustos ou somente a flor em si, com colorações variadas
- Marmelinho-de-jardim: Arbustos e mudas comuns
- Citros em geral que podem não dar flores, mas são ótimos para o inverno
- Cerejeira-do-japão: Uma bela espécie que floresce muito durante o inverno, sendo um arbusto muito bonito
- Laurotino: Um arbusto bastante famoso que dá lindas flores brancas em baixas temperaturas
- Viburno: Um arbusto bem conhecido com flores bastante esbranquiças e abundantes para o inverno

Primavera
É nesta época do ano que a maioria das plantas costuma florescer. Sendo assim, a quantidade de opções cresce e os seres polinizadores começam a infestar os jardins com determinadas espécies específicas.

São elas:
- Buxo: Possui flores brancas e pode ser usado como cerca viva. É muito ornamental
- Citros em geral: Podem ser usados amplamente no inverno também
- Holly: Um arbusto com flores brancas e que crescem em grande quantidade. Podem ser usadas para ornamentar grandes jardins
- Marronia: Arbusto com flores amarelas para ornamentar jardins
- Pessegueiro: Possui suas frutas, mas o que mais chama a atenção são as suas flores em rosa brilhante
- Pereira: Uma árvore que dá frutos e lindas flores brancas na primavera
- Lâmia: Uma herbácea rasteira que costuma desenvolver belas flores somente na primavera
- Dente-de-leão: Uma herbácea muito utilizada na medicina natural. Possui belas flores ao longo de toda a primavera
- Plantas da horta: Podem ser boas para complementar
- Plantas aromáticas: Algumas dão flores e outras não, mas são ótimas espécies para serem cultivadas nesta época do ano, além de conviverem bem com outras espécies
- Gramíneas: Não florescem mais servem de ótimo complemento
- Mirtilo: É um arbusto com uma larga produção de flores e frutos na primavera.

Verão
O verão é uma época muito quente em que o sol é bastante incidência na maior parte do tempo. Aqui, as flores mais comuns gostam dos raios solares quase em todo o seu período de cultivo, para que as mesmas possam se desenvolver melhor.

Neste período, as flores costumam ser mais resistentes e passam a durar mais por causa da atividade fotossintética, além da larga presença de polinizadores como as borboletas.

São elas:
- Limpa- Garrafas: É um belo arbusto de médio porte que desenvolve lindas flores vermelhas
- Budleja: Flores nascem nas cores em branco e violeta, sendo muito ornamental para grandes jardins
- Lúcas: Um arbusto de flores brancas que crescem abundantemente no verão
- Citros: Os citros aqui também podem ser cultivados sem maiores problemas
- Amor-agarradinho: É um arbusto de porte médio e que tem formato de cipó. Pode dar flores brancas, mas na maioria das vezes são rosas
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- Margaridinhas: São pequenas mas bastante coloridas. Podem variar na tonalidade de espécie para espécie
- Artemísia: Flores brancas que preenchem um belo arbusto de pequeno porte.

Outono
Quase nenhuma espécie consegue florescer nesta época do ano e é por isso que  são apresentadas  poucas espécies. O Outono costuma ser uma época muito equilibrada e por isso não exige muitas flores.
O que mais importa nele são as folhas que acabam por enfeitar o jardim e combinar com algumas espécies florais.

São elas:
- Campânulas: Flores que possuem formato exótico, em formato de campainhas.
- Capuchinhas: Flores amarelas que possuem algumas tonalidades em vermelho. Costumam combinar muito com o outono
- Girassol: Costuma ser muito usada nesta época, já que combina bastante com o clima de outono, florescendo bastante quando bem cultivada
- Dálias: Produzi lindas e numerosas flores
- Eleagno: Possui lindas flores brancas que crescem na extensão de um lindo arbusto de médio porte.

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Arbusto florífero, nativo da costa oeste da Austrália. Apresenta ramagem esparsa e ramificada e pode alcançar 4 m de altura, dependendo do cultivar.. A espécie foi encontrada pela primeira vez por biólogos na região do Mediterrâneo.

A espécie se desenvolve melhor nos locais que possuem constante luz solar. É uma  planta com características duradoura, ou seja, não é qualquer vento ou ataque de fungos e bactérias que vai causar a morte, mas sim conjuntos de fatores determinantes que consegue afetar o ciclo perene. Interessante notar que grande parte dos arbustos eretos  outra família florais não tem a mesma capacidade de resistência.

O poder aromático da espécie ganha destaque nos jardins do mundo todo. Isso acontece por causa do organismo capaz de fabricar substância oleosa que aumenta o perfume do ambiente.

A floração inicia no final do inverno, com pequenas flores auxiliam nas tonalidades que podem variar entre rosada e branca.

É necessário fazer uma poda de forma qualificada, completa e não apenas nas beiradas. Quanto melhor ficar o corte mais chances existem de acontecer apoio à evolução em termos de tamanho. Quando podar não se esqueça de que apenas os ramos tenros podem ser cortados, ou seja, procure não podar as partes lenhosas da planta.

Por causa das dificuldades no plantio existem poucos jardineiros que investem no cultivo para vender de forma massificada. Nesse sentido existe tendência dos preços serem maiores às unidades que se estabelecem em estufas e seguem às floriculturas da cidade.

No paisagismo geralmente é utilizada na composição com outras plantas de clima seco, como em jardins rochosos ou de inspiração desértica ou mediterrânea. No jardim ela pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques; mas também adapta-se ao cultivo em vasos e jardineiras. Na Austrália, é uma das flores-de-corte mais populares, com uma durabilidade excepcional após o corte.

Cultivo
Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo bem drenável, preferencialmente arenoso ou pedregoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos espaçados.

Prefere os climas secos, não tolerando solos encharcados ou elevada umidade ambiental.

É uma planta ideal para áreas litorâneas, com clima subtropical seco ou semi-árido. Com o crescimento tendem a tombar, portanto é interessante tutorá-la ou oferecer suporte caso esteja indo rápido demais.

É muito rústica e tolera bem geadas. Após queimadas ou roçadas é capaz de rebrotar. Sua multiplicação é feita através de suas sementes, mas é mais usada a estaquia dos ramos lenhosos.

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Viola Odorata

A Viola odorata é originária da Europa, mas se estende praticamente por todo o mundo. Seu habitat natural são os bosques e as zonas sombreadas e úmidas. Trata-se de uma planta muito fácil de ser cultivada, podendo crescer bela e saudável até mesmo dentro de casa.

É uma planta da família das Violáceas, não tão conhecida no Brasil como a Violeta africana.

Elas realmente se parecem muito, mas as diferenças são fundamentais: as flores da Viola odorata são perfumadas e de cor roxo intenso, as folhas são ovais, lisas e apresentam uma haste longa; enquanto que a violeta africana não exala perfume, possui folhas aveludadas, com formato redondo e as flores são de cores variadas, além de não apresentarem nenhum valor medicinal, apenas decorativo.

O plantio por meio de sementes deve ser feito em vasos pequenos, numa mistura de 2 partes de composto orgânico, 1 de terra e 1 de areia grossa.

As sementinhas devem ser plantadas numa profundidade de 1 cm. O vaso precisa ser mantido à sombra e a terra regada todos os dias, sem encharcar. Por ser uma planta perene, se bem cuidada, irá florescer por muitos anos e garantir flores com um delicioso perfume.

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Frésias
Provavelmente, a frésia é uma das flores com a maior variedade em termos de cores no mundo todo. Todas as suas 16 espécies nativas conhecidas são originárias do continente africano. São pelo menos doze espécies diferentes somente na África do Sul. Elas pertencem à família das Iridáceas e crescem numa planta herbácea, com folhas planas e de uma tonalidade verde escura, que podem chegar aos 15 cm de comprimento. Por sua vez, a própria planta não é muito maior do que isso, ela pode atingir cerca de 30 cm de altura.

Entre as suas características destacam-se o perfume agradável e sua estética delicada e frágil, com flores que aparecem na primavera e no inverno. Este tipo de planta é ideal para corte, apreciadoras do frio e com propagação por meio de bulbos.

As flores são bastante resistentes, têm cores muito fortes, vivas e diversificadas e inflorescências recurvadas apenas de um lado. Suas folhas são lineares e longas, secando sempre depois do florescimento.

Para cultivá-las, o ideal é iniciar o plantio dos bulbos durante o outono em canteiros bem ensolarados, porém com um clima ameno, pois a planta precisa de temperatura um pouco fria para que o processo de germinação ocorra. A partir disso o bulbo principal vai gerar novos bulbos laterais que se separam da planta matriz e se transformam em novos bulbos principais.

Uma vez plantada, aconselha-se uma distância mínima de 5 a 10 cm entre cada muda para evitar que uma planta sufoque a outra e dispute nutrientes.

Com relação ao tipo de solo, elas se desenvolvem melhor em terra bem solta e sem muita incidência de água. Regar uma vez por semana de forma bem moderada durante o primeiro mês de cultivo já é o suficiente. Uma boa adubação orgânica, com esterco bovino, por exemplo, também auxilia no desenvolvimento da planta. A proporção recomendada é de 2,5 kg de fertilizante para cada 30 m² de terra.

Desde que as condições de luz e solo sejam seguidas, elas começam a soltar folhas e pendões florais no final do inverno, independente de quando a muda foi plantada. O florescimento ocorre horizontalmente, alcançando todo o pendão floral.

É possível também armazenar a planta em forma de cormos, que nada mais são do que bulbos um pouco menores com uma gema no topo, de onde saem raízes e brotos. Os cormos devem ser guardados em local fresco e ventilado, para que sejam plantados no período de março a maio. Para plantio que já estão no solo há mais de um ano, não é necessário retirar os cormos do solo, já que o ciclo de dormência é interrompido automaticamente e o floreio é garantido para a mesma época de sempre: no final do inverno.

No Brasil, elas também são conhecidas como junquilho, em algumas regiões. As frésias  podem ser encontradas em praticamente todos os lugares no país e na região tropical do planeta, porque são bastante adaptáveis e resistentes, e se adaptam bem ao clima tropical brasileiro, pois gostam de receber luz solar direta ou ficar, pelo menos, à meia-sombra.

São consideradas uma das melhores plantas para uso como flores de corte. Das suas flores perfumadas e coloridas, é extraído um óleo usado na fabricação de produtos cosméticos, como perfumes ou óleo de banho, ou ainda para aromatizar sabonetes, loções para o rosto e para o corpo, xampus e condicionadores.

As delicadas flores das frésias têm forma campanulada, são perfumadas e podem ser das mais diversas cores e combinações em degradeé, com diversas tonalidades, que vão desde o branco, o amarelo e o laranja, passando pelo rosa, vermelho, lilás, azul e verde. Ainda podem vir com diversas tonalidades dessas cores ou trazer uma combinação de duas cores diferentes na mesma flor.

Vasinho de Flores

Coléus

Coléus (Coleus blumei)

O Coléus é uma planta herbácea bastante apreciada por suas folhas coloridas com efeito degrade, sendo muito populares em canteiros e bordaduras, apesar de ir muito bem em vasos também.

Originário de regiões tropicais da África e da Ásia, o gênero compreende espécies e híbridos, cuja folhagem diferencia-se por pequenas mudanças no formato das folhas e pela grande variedade de coloridos combinados, que podem ser verde-claro, bronze, púrpura, vermelho-arroxeado, carmesim, verde-escuro e diversas tonalidades de amarelo e laranja.

O formato das folhas sempre lembra um coração; são mais ou menos largas conforme as espécies, mas nunca deixando de apresentar os bordos recortados, às vezes ondulados.
Algumas dessas espécies são utilizadas em aplicações medicinais e em farmácias tradicionais de alguns países.

É uma planta de rápido crescimento e relativamente rústica e de baixa manutenção, pois não exige podas. Entretanto, não tolera geadas ou temperaturas muito baixas.

A planta se desenvolve melhor quando cultivada sob à meia-sombra ou pleno sol. Entretanto, suas folhas podem não ficar bonitas quando deixadas sob sol pleno, e perder sua coloração quando em ambientes escuros demais. Uma umidade do ar em torno dos 60% é ideal para a planta. Em locais muito secos, regas mais freqüentes podem ser necessárias.

Se cultivada no jardim, você não encontrará dificuldade para conseguir os padrões variegados dos coléus, mas dentro de casa, porém, será preciso um local bem claro.

Se cultivado em vasos, você pode manter a planta compacta simplesmente arrancando as pontas dos galhos maiores, o que estimula o crescimento de pequenas ramificações. Apesar de perenes, nos jardins são tratados como plantas bienais por se tornarem espigadas e de mau aspecto com a idade. Quando a planta não estiver mais bonita, replante-a através de mudas feitas por estacas dos ponteiros.

Procure manter o solo sempre úmido, regando novamente sempre que o solo estiver levemente seco, pois as folhas podem cair se o solo ficar seco demais.

É fácil multiplicá-los por meio de sementes ou estacas retiradas dos ponteiros. Basta cortar a ponta de alguns ramos e enterrar a base em um vaso.

Durante todo o verão a planta necessita de muito adubo e regas regulares, a intervalos curtos; adubação quinzenal com fertilizante liquido, assim que a planta se adaptar bem ao vaso.

Mantenha a planta em atmosfera úmida e arejada. Pulverize água em volta do coléus para criar uma umidade extra, todos os dias. Essa pulverização deve ser feita muito cedo para que as gotículas de água em cima das folhas não funcionem como uma lente, queimando a superfície, se o sol estiver muito forte. As pequenas marcas de queimadura comprometerão o aspecto da planta. Se isso acontecer, não aproveite os ramos danificados para mudas, porque é possível que originem novas plantas mais fracas.

Na compra de um  coléus, selecione uma planta pequena, de bom formato, que apresente um colorido bem vivo e desenhos marcantes. Evite os exemplares estiolados.

Problemas e soluções

* Folhas murchas, amareladas ou queda da folhagem indicam falta de umidade no ar, de regas ou ambas. Molhe o coléus e pulverize água a seu redor, com bastante regularidade no tempo mais quente. No outono e no inverno, deixe o solo úmido.
* O excesso de água pode causar a podridão de um caule, o que fica evidenciado por um anel escuro e enrugado logo acima do solo. Deixe o composto secar por alguns dias, voltando a regar bem menos do que antes.
* Folhagem pequena e crescimento vagaroso significam falta de nutrientes ou de luz. Adube a planta a cada quinze dias e coloque o vaso em local mais ensolarado.
A falta de luminosidade também pode causar a perda dos padrões coloridos na folhagem. Em lugar mais claro, a planta readquirirá toda a sua exuberância de cores.
* Geadas ou temperaturas muito baixas transformam o coléus em um amontoado irreconhecível. Apare os ramos afetados e desloque o vaso para um ambiente com, no mínimo, 13°C de temperatura.
* Pulgões e cochonilhas devem ser combativos com mistura de água e álcool. A planta também pode ser afetada por mosca branca e caracóis.

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Filodendros

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Plantas de folhagem decorativa, que exigem poucos cuidados e são excelentes plantas de interior.

Suas folhas diferem consideravelmente no tamanho e na forma em função das espécies. Podem ser codiformes, lanceoladas ou palmi-nérveas. Algumas têm a margem lisa; outras são muito recortadas. As folhas de algumas espécies atingem os 60 cm de comprimento. Na maioria, os filodendros são plantas trepadeiras.

Como tutorar a planta
Prenda as espécies trepadeiras de filodendro a um tutor inserido na terra do vaso quando a planta se começa a desenvolver. Use um fio de nylon ou de ráfia.
Para estimular a planta a emitir raízes aéreas para o tutor, envolva-o com uma camada de musgo de 5 em de espessura. Pulverize o musgo com água uma vez ao dia.

Propagação

Para propagar a planta, basta cortar estacas de caule no início da Primavera. As estacas devem ter um comprimento de 7,5 a 10 cm e ser cortadas abaixo de um nó. Retire as folhas de baixo e coloque várias estacas num vaso que encheu com uma mistura de 1 parte de turfa umedecida e 1 parte de perlite ou areia grossa.
Ponha um saco de plástico por cima do vaso, mantendo-o afastado da planta com uns pauzinhos, coloque dentro de casa e exponha-o a sol direto velado. Ao fim de três ou quatro semanas, as estacas devem ter enraizado. Retire o saco de plástico e regue pouco. Aplique mensalmente adubo líquido ao fim de cerca de três meses, mude cada estaca para um vaso separado e trate como plantas adultas.

Como mudar de vaso

Se as raízes tiverem enchido completamente o vaso, mude a planta para outro vaso. Encha-o com uma mistura de terra e terriço ou turfa grossa. Não faça esta operação durante o período de estado vegetativo de repouso.

Como regar e adubar
Regue de modo a umedecer toda a terra do vaso. Pare quando começar a sair água pelo orifício de drenagem do vaso. Deixe secar a camada superficial da terra do vaso antes de regar novamente. No Inverno, os filodendros atravessam um período curto de repouso vegetativo. Durante esse período regue a planta o suficiente para evitar que a terra do vaso seque completamente. No período de crescimento, adube com um adubo líquido próprio para plantas de duas em duas semanas.

Onde cultivá-los

Exponha os filodendros a sol direto, mas sempre de modo vigiado. Os filodendros não suportam durante muito tempo temperaturas inferiores a 13°C, mas dão-se bem à temperatura ambiente normal do interior da casa.

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Popularmente conhecida como Vassoura-espanhola ou Retama, a Giesta é originária das Ilhas Canárias e Mediterrâneo, possui crescimento ereto e pode variar de 1,5 m até 3 m de altura, e apesar de bela e muito ornamental esta em desuso no Brasil.

Este arbusto tem uma ramagem muito fina e delicada folhagem, porém, apesar de linda e exuberante é preciso cautela em seu cultivo, pois, a planta é tóxica e possui poderosos alcalóides (esparteína e citisina) e deve ser mantida longe de animais de estimação e crianças.

Por conta disto foi caindo no esquecimento e deixando de ser aplicada nos projetos paisagísticos.

Suas grandes inflorescência surgem nas pontas dos ramos, do final do Inverno até o Verão. A planta fica repleta de flores amarelas muito perfumadas.

Para garantir uma floração eficiente é recomendado uma adubação (NPK 04-14-08) na primavera, e para estimular novos brotos, podas de formação devem ser feitas a cada 2 anos.

É excelente para compor maciços e renques, mas até como planta isolada seu charme chama a atenção, sua propagação é através de suas sementes que surgem de pequenas vagens finas e achatadas (escuras quando maduras), que caídas ao chão germinam facilmente.

A Giesta é rústica e necessita apenas de sol pleno, solo rico em matéria orgânica e bem drenado, nestas condições se desenvolvem rapidamente sendo considerada até como planta invasora, ainda, tolera solos fracos e salinos e até períodos curtos de seca.

Esta bela espécie aprecia principalmente o clima da região sul do Brasil e das regiões serranas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Se não fosse sua toxidade esta espécie seria muito procurada para compor jardins campestres, mediterrâneos ou contemporâneos.

É uma planta xerófita onde até seus ramos apresentam função fotossintética, devido ao tamanho reduzido das flores, adaptadas para diminuir a perda de água por transpiração.

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Se você quer garantir o aspecto bonito e saudável das folhagens que estão no seu jardim, na casa de campo e em diversos outros lugares é preciso cuidar delas. A paisagem muda totalmente quando elas estão presentes, o ambiente fica mais harmonioso e aconchegante.

Os cuidados com esse tipo de planta são diferentes dos cuidados com o outro grupo. Resistente, essas folhagens se desenvolvem muito bem tanto na área interna quanto na área externa das casas, pois não são afetadas pela ação do vento, mas precisam receber a quantidade de luz solar mínima para se desenvolver.

É muito comum que as pessoas pequem pelo excesso e sempre que vão regar as folhagens exagerem na dose, de acordo com declarações de paisagistas o ideal é sentir a raiz da planta apenas úmida e nunca deixá-la seca, pois elas são como os humanos precisam de água peara sobreviver.

As folhagens demonstram que estão cheias d’água quando:
-
Folhas podres ou manchas de podridão;
- Desenvolvimento das folhagens com deficiência;
- Folhagem amarelada;
- As folhas caem mesmo quando são novas;
- Raízes apodrecidas.

O melhor horário para irrigação é pela manhã. Deve-se evitar regar a noite porque no caso de haver água em excesso ela não será evaporada e poderá causar danos como o apodrecimento das raízes da planta.

Poda
O ideal não é podar toda a folhagem, recomenda-se que somente as folhas secas e amareladas sejam retiradas do meio das outras. Não há uma frequência exata para isso acontecer, você deve ficar atento ao seu jardim e cuidar para que seja mantida a beleza das folhas.

Verifique se as folhagens não estão doentes
Bactérias, fungos, vírus, poluente, excesso de luz, produtos químicos, entre outros agentes causadores de doenças das plantas podem comprometer o bom desenvolvimento da sua folhagem, por isso, é importante ficar atento às mudanças morfológicas e fisiológicas.

Caso sua planta seja infectada de alguma forma é bom usar ficar atento para não perdê-las de vez, quanto mais você observar o desenvolvimento delas mais familiarizado ficará e prontamente notará algo que esteja fora do lugar.

Cuide bem das folhagens do seu jardim, mantenha o visual bonito e trate de prestar atenção no desenvolvimento das plantas.

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