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  • Archive for the ‘Dicas e Curiosidades’ category

    jardim no muro
    - Disfarce o mau aspecto de um muro cobrindo-o com trepadeiras e árvores frutíferas. Mas existem outros truques para fazer modificações radicais: tinta colorida, espelho e treliças decorativos poderão trazer mudanças ao jardim, reais ou imaginárias.

    - Floreira só são realmente bonitas quando estão carregadas de flores. Portanto, se for combinar mais de uma espécie, preocupe-se em selecionar plantas que floreçam mais ou menos na mesma época do ano.

    - Na hora de montar o seu vaso mix, lembre-se de que as espécies a serem escolhidas devem ter as mesmas exigências quanto ao tipo d solo, a frequência das regras e as condições de luminosidade.

    - Sempre que possível, faça um teste antes de plantar. Reúna as espécies escolhidas e observe a impressão causada pelo conjunto. Faça vários arranjos diferentes, experimentando as diversas combinações possíveis até realmente condições de escolher aquilo que lhe parece satisfatório.

    - O condicionador de solo é um composto que altera as condições físicas do substrato, ajudando na retenção de água, nutrientes e na aeração do solo. A dose a ser utilizada será a mesma do adubo orgânico. Esses produtos são produzidos a partir de turfa, resinas ou vermiculita.

    - Há quem acredita que basta secar o esterco para fazer o adubo. Isso é errado. Para que as bactérias transformem o material orgânico do esterco nos sais minerais do adubo, é preciso haver fermentação. E isso só ocorre numa mistura úmida.

    - Vasos porosos, sobretudo como os efeitos de cerâmica ou de terracota, podem ressecar com bastante rapidez. Se um descuido desses acontecer com você, retire a jardineira do lugar e mergulhe-a parcialmente em água por meia hora.

    - A melhor garantia contra as pragas e doenças são os cuidados com luminosidade, regras e adubações. Uma planta mantida adequadamente, estará sempre em condições privilegiadas para enfrentar qualquer eventualidade.

    - Quem são os principais vilões do jardim?
    Ácaros, brocas, cochonilhas, gafanhotos, lagartas, moscas brancas, pulgões entre outros.

    - Umedeça a terra da muda e vire o saquinho de cabeça para baixo, segurando a base da muda. O torrão inteiro se destacará facilmente.

    sininho3

    bambu-da-sorte
    Para que você possa escolher e cuidar das plantas dentro de casa, abaixo estão listadas dez espécies que se adaptam com facilidade a condições restritas de iluminação e ventilação. De acordo com o espaço disponível em casa, você pode escolher a melhor opção.

    1. Palmeira ráphis (Rhapis excelsa)
    Uma unanimidade entre os paisagistas quando o assunto é área interna. Tem grande porte e é ideal para o hall ou sala de estar ampla. Além de exigir poucas regas, ela não precisa de sol diretamente.

    2. Bromélia (Gusmania scherzeriana)
    É uma opção para quem não abre mão de cores nas plantas. Se bem cuidada, com regas de uma a duas vezes por semana e adubação mensal, ela dura até quatro anos.

    3. Bambu da sorte (Dracaena sanderiana)
    Pode ficar em vaso com terra ou água e resiste à falta de luminosidade, podendo ser acomodada em banheiro ou sob escadas. Há opções para pequenos vasos de vidro, que podem ser enfeitados com pedras.

    4. Planta abacaxi (Ananás ananasoides)
    É uma planta perene, que atinge até 60 centímetros de altura e que pode ser cultivada em vasos pendurados em treliças. Precisa de algumas horas de sol por dia.

    5. Dracena (Dracaena marginata)
    Outra espécie constante nos cachepots de salas e áreas comerciais. Algumas qualidades têm mais de um tom na folha, o que chama atenção de quem procura decorar com plantas.

    6. Lírio-da-paz (Spathiphyllum cannifolium)
    Muito versátil para interiores, há versões pequenas, médias e gigantes. A delicadeza da planta é o que mais chama atenção. Mas a falta de rega correta pode deixar as folhas amareladas.

    7. Orquídea phalaenopisis (Phalaenopsis hybridos)
    Uma das poucas espécies de flores que melhor se adaptam em interiores. A vantagem da falenópsis em relação às demais orquídeas é que as flores duram até três meses e a floração acontece duas vezes ao ano.

    8. Brilhante (Zamioculcas zamiifolia)
    De folhas rígidas, espessas e coloração verde intensa, a planta pode ficar em vasos ou pequenos canteiros internos.

    9. Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia amoena)
    Atinge, no máximo, 50 centímetros de altura. Durante o inverno, quem as cultiva na varanda ou sacada deve recolher o vaso, pois ela não resiste ao frio. Deve ser evitada em casas com animais ou crianças, pois as folhas são venenosas.

    10. Pata de Elefante (Beaucarnea recurvata)
    É uma planta de grande porte, que atinge até 5 metros se plantada na terra. Mas, quando cultivada em vaso, se adapta à restrição de espaço. Sobrevive tanto em pleno sol, quanto a meia-sombra.

    por do sol

    Árvore da China ( Koereulteria bipinatta )
    Abertura de covas para o plantio de Árvores e Palmeiras
    As covas deverão ter dimensões de 80 x 80 cm, com 80 cm de profundidade. O solo existente deverá ser retirado e substituído por terra de boa qualidade, própria para plantio e isenta de praga e ervas daninhas. Além disso, a essa terra deverá ser adicionado adubo orgânico nas seguintes proporções por m3 de terra:
    - 20 humus de minhoca
    - 01 vermiculita

    Observação: Após o plantio, árvores e palmeiras deverão ser tutoradas até que se estabilizem. O tutor pode ser feito com ripas de aproximadamente 2,5 x 5 cm.

    Abertura de covas para plantio de Arbustos altos
    As covas deverão ter as dimensões de 40 x 40 centímetros, e 40 centímetros de profundidade. O solo existente deverá ser retirado e substituído por terra de superfície isenta de praga e ervas daninhas. Além disso, a essa terra deverá ser adicionado adubo orgânico nas seguintes proporções por cova:
    - 05 litros de húmus.

    Aberturas de covas para maciços de Herbáceas (arbustos baixos)
    Nas áreas onde serão plantados os maciços de herbáceas, o solo existente deverá ser removido, numa profundidade de 15 cm, e substituído por terra de superfície isenta de pragas e ervas daninhas, usando as mesmas proporções de adubo orgânico por m, indicadas no item anterior.

    Sistema de Plantio
    Os trabalhos de plantio devem ocorrer na seguinte seqüência:
    1. Preparar o solo com no mínimo 20 dias de antecedência;
    2. Abrir covas para árvores e palmeiras;
    3. Testar a drenagem natural, preenchendo as covas com água;
    4. Plantar as árvores e palmeiras;
    5. Tutoras árvores e palmeiras;
    6. Plantar os arbustos;
    7. Plantar gramados e forrações;
    8.Regar abundantemente.

    As mudas deverão ser colocadas nas covas na posição vertical (raízes para baixo e copa/folhagem para cima) de tal modo que as raízes fiquem livres e que a base da muda fique no nível desejado.
    A terra vegetal deve ser cuidadosamente espalhada em torno das raízes para que o ar permaneça disseminado no solo após o preenchimento da cova.

    Plantio de Gramados e Forrações
    - O solo local deverá ser previamente escarificado (manual ou mecanicamente) numa camada de 15 centímetros de profundidade. Este solo deverá ser recoberto por uma camada de no mínimo 5 centímetros de terra fértil. O terreno deverá ser regularizado e nivelado antes da colocação das placas de grama.
    - As placas de grama devem ser perfeitamente justapostas, socadas e recobertas com terra de boa qualidade para um perfeito nivelamento, usando-se no mínimo 0,90 m de grama por mde solo.
    - O terreno ou floreira deverá ser abundantemente irrigado após o plantio.

    Plantio sobre Lajes
    No caso de jardim sobre laje os seguintes cuidados deverão ser tomados:
    Precedente à execução do plantio é a consulta aos projetos de hidráulica e elétrica de modo a evitar toda e qualquer interferência. A área destinada ao plantio deverá estar limpa e totalmente desobstruída de entulhos, o que deverá ser feito pela empresa e/ou construtora responsável pelas obras civis no local.
    - Observar a existência de camada de drenagem especificada em projeto (manta de geotêxtil – bidim – sobre cinasita em toda a área a receber terra). Caso essa camada não exista, providenciar com engenheiro responsável pela obra antes da colocação da terra;
    - A terra colocada deverá ser escura e de boa qualidade, misturada com 20 litros de esterco de curral curtido e 20 litros de vermiculita para cada m3 de terra;
    - A terra adicionada deverá ser regularizada e nivelada antes do plantio observando a presença de taludes, morrotes, dunas ou outras variações descritas em projeto.

    Plantio de vasos
    O fundo de cada vaso deverá ser coberto por uma camada de aproximadamente 5 cm de drenagem (brita, argila expandida ou cascalho). Uma camada de terra boa, própria para plantio, deve ser aplicada sobre a drenagem. O torrão deve vir logo acima da primeira camada de terra, e as laterais do torrão devem ser preenchidas com terra até completar todo o vaso. O topo do torrão deve ficar cerca de 2 centímetros mais baixo que a borda do vaso.
    Depois de plantada a espécie vegetal principal, mudas de forração podem ser plantadas ao redor. Caso contrário, poderão ser usados como forração: pedrisco, seixo, casca de árvore, entre outros. Após o plantio, todo vaso deve ser regado abundantemente.

    Fornecimento de mudas
    A empresa contratada para executar os serviços de implantação dos jardins deverá seguir as tabelas de quantidades constantes do projeto, respeitando o porte e o distanciamento de plantio nela sugeridos.
    Além de fornecer mudas em perfeitas condições fitossanitárias, essa empresa deverá adotar cuidados especiais ao executar as obras, de modo a garantir não só a integridade do projeto quanto o bom desenvolvimento de todas as espécies vegetais. Esses cuidados se referem ao preparo do solo, a qualidade do solo a ser introduzido, qualidades das mudas e manuseio das mesmas.

    As mudas deverão ser selecionadas de acordo com os seguintes critérios:
    - Árvores – com porte e copa simétrica e uniforme. As espécies nativas deverão ser de procedência de viveiros;
    - Palmeiras – espécies com folhagem simétrica e altura dentro dos parâmetros especificados. As alturas especificadas na tabela de quantificação são de tronco, não incluindo folhagem e palmito.
    - Arbustos: Deverão apresentar uniformidade e boa qualidade fitossanitária, devendo ser isentas de enfermidades causadas por pragas e doenças, assim como estarem em bom estado nutricional. Também é recomendado que possuam torrão proporcional ao seu porte e estejam bem enraizadas.
    - Forrações: Devem ser uniformes, em bom estado nutricional e ótima qualidade fitossanitária, além de estarem bem enraizadas.

    Pós plantio
    Após o plantio, todo o jardim deve ser abundantemente regado. A rega, apesar de imediata, não deve ser feita nas horas de maior insolação e sim nas primeiras horas da manhã e ao cair da tarde.
    Vasos também devem ser regados logo após o plantio e caso esses sejam locados no interior do prédio poderão ser regados em qualquer horário.
    Durante os primeiros 60 dias após o final do plantio deve ser fazer:
    - Limpeza de pragas e substituição das espécies mortas e doentes;
    - Desinfecção fitossanitária;
    - Adubação de cobertura com adubo químico (50gr/m2 de NPK 10-10-10) e orgânico (50gr/m2 de torta de mamona).

    Manutenção e Adubação
    Para que o projeto de paisagismo possa atingir sua forma plena, sem riscos de descaracterização, é preciso acompanhar cada etapa de seu desenvolvimento, suprindo as plantas em todas as suas necessidades básicas.

    A manutenção de um jardim consiste nas seguintes operações:
    - Irrigações iniciais diárias e abundantes (durante o primeiro mês), sempre nos períodos do dia de menor insolação (horários mais frescos do dia).
    - Irrigar até atingir uma profundidade de 20 cm, molhando inclusive as folhas. Não usar jato forte de água diretamente nas plantas, utilizar bico de aspersor.
    - O solo deverá manter-se úmido durante todo o dia, evitando-se que haja acúmulo de água, o que pode ser extremamente prejudicial pra as plantas, causando maior incidência de doenças. Coordenar os turnos de rega junto à empresa responsável pela irrigação.
    - Realizar o manejo e o controle de plantas invasoras, pragas e doenças de acordo com a necessidade. Essas práticas apresentam demandas diferenciadas ao longo do ano de acordo com cada espécie. Por isso, a visita de equipe de jardineiros é recomendada quinzenalmente.
    - Realizar podas, retirada de galhos secos e mortos que possam comprometer o desenvolvimento e a estética das plantas.
    - Corte de grama: deve ser repetido aproximadamente 8 vezes ao ano, ou sempre que o gramado atingir altura de 5cm.
    - Árvores: não pintar o caule com cal e não podar (exceto podas de limpeza ou formação).
    - Afofamento da terra (escarificação): iniciar 2 meses após o termino do plantio, uma vez ao mês.
    - Realizar adubações periódicas específicas para cada tipo de vegetação, garantindo assim o ótimo estado nutricional das plantas.
    - Deve ser feita no inicio do verão (época de maior crescimento vegetativo) e inicio da Primavera e quando achar necessário.
    - É recomendado apenas adubação com húmus de minhoca ou esterco curtido, não usar adubos químicos para árvores e arbustos adubar na projeção da copa conforme esquema abaixo.

    Irrigação
    A irrigação será feita manualmente através de pontos de torneiras locados no projeto de paisagismo.

    É indicado também o uso de sistema semi-automatizado por aspersão de forma a proporcionar o uso do recurso “água” de maneira eficiente e econômica.

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    vasos-br

    Você quer transplantas seus vasos para jardins? É muito simples, basta seguir estas dicas bem simples na hora de passar as plantas que você comprar ou tem em vasos para o solo do jardim.

    1 – Revolva a terra do lugar onde a planta será colocada, para aerar o solo. Assim, a água não produzirá charcos e as raízes se alimentarão melhor;

    2 – Na hora de comprar plantas, escolha espécies vigorosas, que não apresentem sinais de doença e cujas raízes não sobressaiam do vaso;

    3 – Use um substrato de qualidade. Pergunte na loja que terra específica é adequada para o grupo de plantas que você escolher;

    4 – Faça um buraco com o dobro do tamanho do volume de terra grudada às raízes;

    5 – Firme a planta no buraco e complete com a terra comprada;

    6 – Pressione um pouco com as mãos a terra colocada na base da planta e, em seguida, regue:

    7 – Faça uma ligeira poda para eliminar pontas danificadas ou que estiverem crescendo de forma desigual;

    8 – Espere as raízes começarem a se expandir antes de empregar fertilizantes, e use sempre fertilizantes naturais;

    9 – Procure manter o solo úmido nos primeiros dias em que a planta estiver no jardim.

    Se você quer plantar com estaca, introduza a parte cortada em hormônios de enraizamento. Isso fortalecerá o desenvolvimento das novas raízes.

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    gerberas
    Azaléa: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Begônia: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se melhor a ambientes internos;

    Bromélia Fasciata: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Chrisanthemum: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Gérbera: Gosta de muita luz e pode ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Girassol: Gosta de muita luz e pode ficar diretamente exposto ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Hortênsia: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida úmida, sem secar e nem encharcar; a flor deve ser pulverizada com água; adapta-se a ambientes internos e externos;

    Lírio da Paz: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; as folhas devem ser pulverizadas regularmente; adapta-se a ambientes internos e externos ;

    Orquídeas (catyléa, dendobrium, cymbidium, oncyndium e phaleanopis): Gostam de muita luz, mas não devem ficar diretamente expostas ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que sequem um pouco a cada rega; adaptam-se a ambientes internos e externos;

    Tulipa: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos;

    Violeta: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos.

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    Veja as dicas simples para ter roseiras na varanda ou no terraço.

    1 – Escolha vasos de terracota, nunca de plástico, porque os primeiros permitem regular melhor a umidade do substrato, evitam que as raízes fiquem encharcadas e que esquentem demais no verão;

    2 – Plante vários tipos de roseiras, como miniaturas, arbustivas e híbridas-de-chá;

    3 – Compre a muda em um vaso e não com a “raiz nua”, porque assim você terá certeza de que a planta está habituada a viver em um recipiente;

    4 – Transplante a roseira para o vaso que você escolheu;

    5 – Acrescente a quantidade de terra ou substrato universal que for necessária;

    6 – Aperte a terra com as mãos e regue;

    7 – Não coloque adubo imediatamente;

    8 – Regue antes que a terra fique seca

    9 – Coloque adubo a cada 15 dias quando a roseira estiver em plena floração, e a cada dois meses no restante do ano;

    10 – Controle o crescimento das plantas com grandes podas regulares;

    11 – Elimine as flores secas para a roseira continuar produzindo flores novas;

    12 – Retire os cinórrodos (frutos), porque eles consomem muita energia da planta.

    Não coloque a roseira dentro de casa no inverno. Quando a temperatura estiver muito baixa, embrulhe o vaso em plástico-bolha para evitar que as raízes sofram com o frio.

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    O principal objetivo de um jardim, é ser um local de contemplação. Uma das suas grandes vantagens é que não precisa de muito espaço para criar um – pode ser no exterior da sua casa ou até no interior – o mais importante não é o seu tamanho, mas sim os elementos que o compõem.
    Mas para ter um jardim perfeito, algumas coisas não se devem fazer, como:

    - Não se deve adubar o jardim no final do verão, principalmente se você mora em regiões frias, sujeitas à geadas. A razão é simples: quando se fertiliza uma planta, envia-se uma informação para que ela cresça e se desenvolva. Esse broto ficará sujeito a temperaturas baixas e ventos frios, correndo o risco de se danificar. Além disso, é o período que a planta está se preparando para descansar, depois de vários meses se desenvolvendo.

    - A grama, sim, deve ser adubada. Especialmente para as que se desenvolvem em climas quentes, deve-se evitar a adição excessiva de nitrogênio. Para aquelas em climas frios, é possível proteger o gramado, fazendo uma cobertura com solo. E um detalhe: não se deve podar o gramado muito baixo. Além de prejudicar o crescimento da grama, ainda proporciona o crescimento de ervas daninhas.

    - Outra coisa: evite estaquear as mudas de árvores pensando em orientá-las a crescer retas, verticais. Os tutores servem mais para sinalizar e protegê-las de danos e quebras. As árvores seguirão sempre em busca do sol e da luminosidade, com ou sem estacas.

    - Também não ande sobre os canteiros, ou pelo menos pise somente o necessário. Defina bem os caminhos, pois, ao pisar o solo, ele fica compactado e prejudica o crescimento das plantas.

    - Outra sugestão importante: não trabalhe muito o solo. Algumas pessoas acreditam – erroneamente –, que um bom solo é aquele bem fininho, homogêneo. Na verdade, quanto mais diversificada a matéria do solo, melhor. Um solo muito homogêneo se compacta muito fácil. O ideal é que ele tenha bastante matéria orgânica, para que possa ter uma boa drenagem e se manter úmido por mais tempo, além de fornecer mais nutrientes às plantas.

    - E por último, nunca se esqueça: não use agrotóxicos. Antes de chegar a este extremo, existe uma infinidade de opções para se combater pragas e ervas daninhas. Para cada tipo de ataque, tem-se um contra-ataque que não terá efeitos colaterais, não contaminará o solo e não prejudicará o meio ambiente nem sua família.

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    1 - Qualquer recipiente pode ser usado como sementeira, desde que tenha pelo menos 15 cm de altura. No caso de caixas de madeira, preencha as frestas com pedriscos. Isso impede que o substrato escape e facilita a drenagem.

    2 - O substrato ideal para a semeadura deve conter partes iguais de terra comum de jardim, composto orgânico e areia de construção. Peneire muito bem todas as partes utilizadas.

    3 - Em seguida, mexa tudo, com as mãos ou com uma pazinha, até conseguir uma mistura homogênea. Preencha então a sementeira com o substrato formado com a mistura.

    4 - Para que a terra preparada fique bem distribuída, passe uma régua nas laterais da sementeira.

    5 - Em seguida, amasse a terra com uma tábua ou algo semelhante.

    6 - Se as sementes forem pequenas, espalhe-as com a mão, na superfície do substrato.

    7 - Já a sementes que se parecem com um pó fino devem ser colocadas em um papel, para depois deixar que caiam distribuídas nas linhas previamente sulcadas.

    8 - Se elas forem um pouco maiores, semelhantes a grãos, proceda assim: com um lápis, faça furinhos distanciados cerca de 4 ou 5 cm entre si, em linha reta, com a ajuda de uma régua. Os furos devem ter uma profundidade de 3 vezes o diâmetro da semente. Depois é só colocar uma semente em cada um dos furos.

    9 - Após a semeadura, distribua uma fina camada do mesmo composto sobre as sementes e, em seguida, molhe o solo, usando um borrifador de água.

    10 - Quem não tem estufa pode improvisar uma. Para isso, disponha 2 pedaços de madeira – um de cada lado da caixa. Eles vão servir de suporte para o vidro, que deve ser colocado em cima das ripas, em seguida.

    11 - Só então, cubra com uma folha de jornal, papel kraft ou algo do gênero. É que embora necessitem de calor, as sementes não podem ficar expostas ao excesso de luz.

    12 - Uma outra forma de conseguir o efeito de uma estufa é prender dois pedaços de arame na própria terra, cruzando-os de um lado para o outro.

    13 - Cubra a armação com um plástico e coloque-a em local protegido e com baixa incidência de luz. Feito isso, molhe a sementeira com borrifadas pela manhã e à tarde.

    14 - Para ser transplantada, a muda deve estar com 5 ou 6 folhinhas, o que ocorre em cerca de 30 dias. As plantinhas mais frágeis ou danificadas não devem ser aproveitadas.

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    Quando ocorrer isto com sua planta, esteja ela dentro ou fora de casa, é sinal que algo não vai bem. Primeiro certifique-se que ela esteja sendo regada periodicamente. Geralmente adotamos o seguinte padrão para as regas. Na primavera/verão, as regas podem ser efetuadas no mínimo 03 vezes por semana (segunda/quarta/sexta-feira) .

    Já no outono/inverno, as atividades metabólicas das plantas se concentram na raiz, portanto, necessitam menos água, podendo ser efetuada de uma a duas vezes por semana. Quaisquer outros sintomas , procurar um especialista (engenheiro agrônomo) em casas do ramo.

    Para identificar se há falta de rega em uma determinada planta podem ser observadas algumas características como:
    - as flores ficam bonitas por pouco tempo;
    - as flores murcham e secam rapidamente;
    - as folhas crescem pouco;
    - as bordas das folhas crescem pouco, ficam marrom e secam.

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    Escolha da muda
    Informe-se bem antes da aquisição. Tenha certeza de que da planta escolhida é adequada ao local onde vai ser utilizada. Plantas de sombra ficam feias em locais ensolarados.

    Os cuidados necessários para uma boa manutenção da muda a ser adquirida, são de fato compatíveis com os recursos disponíveis? Espécies que exigem regas constantes só devem ser utilizadas em locais que dispõem de boas condições de irrigação.

    Modo de plantar
    Sempre nivelar a superfície do torrão à superfície do canteiro, evitando o que se chama de “afogamento de colo”. Embora um nivelamento mais alto (colocando-se terra acima da superfície do torrão) possa a princípio transmitir a idéia de dar mais estabilidade a muda, sem dúvida apenas contribuirá para a asfixia de suas raízes. Para algumas plantas pode representar anos de atraso em seu desenvolvimento, para outras a morte.

    Adubação
    Dê preferência às adubações leves, utilizando adubos orgânicos, os quais oferecem menos risco de intoxicação por terem liberação lenta.

    Irrigação
    De maneira geral só se rega a muda após o plantio ter sido concluído. A utilização da água durante o processo prejudica a compactação adequada do solo. Em locais onde o solo está muito seco, recomenda-se, abrir a cova e então enchê-la de água. Esperar que toda a água tenha sido absorvida e só então colocar a muda.

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