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Entre as principais orientações dos especialistas, estão a adubação, a rega, o cuidado com a iluminação e a proteção contra a geada.

Para proteger as plantas da geada, é importante cobri-las à noite ou regá-las antes do amanhecer.

O inverno nem chegou oficialmente, mas o frio já se instalou em várias regiões do país. E, com as baixas temperaturas, as plantas precisam de atenção especial, principalmente as de ambientes externos, que ficam mais expostas às mudanças climáticas.

É necessário saber quais são os tipos de plantas que temos no nosso jardim, varanda ou balcão, pois algumas espécies simplesmente não toleram o frio e ainda que as protejamos acabam morrendo. Se esse for o caso de algumas das suas plantas, a melhor alternativa é transferir para o interior onde seja possível mantê-las a uma temperatura mais adequada.

Para locais abertos, é importante selecionar as espécies mais resistentes a geadas, como a azaleia, o ipê amarelo, a camélia, a boca-de-leão e o amor perfeito.

Entre as preferidas para ambientes internos e que aguentam bem o inverno, estão a violeta, a tulipa, o narciso, a gérbera e também a azaleia. As suculentas, queridinhas do momento, são ainda mais descomplicadas: além de serem resistentes à falta de claridade, precisam de rega apenas uma vez por semana, explica ele.

Suculentas e cactos são uma boa opção para o frio, seja em ambientes internos ou externos.

Os dois pontos importantes nos ambientes internos são a ventilação e a iluminação para as plantas. É imprescindível mantê-las em lugar arejado e com luz do sol, mas longe dos vidros das janelas. Eles esquentam e podem cozinhar a planta. E isso em qualquer estação do ano.

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Veja as dicas sobre os principais cuidados
Adubação
A luz do sol é essencial para as plantas e, no inverno, a incidência é menor, o que pode prejudicar seu desenvolvimento. Por isso, a adubação é um dos itens mais importantes, tanto para as de áreas externas quanto internas.

O adubo vai suprir essa necessidade e ajudar a evitar o aparecimento de fungos. O ideal é adubar um ou dois meses antes de o inverno começar, para preparar a planta para a estação, além de repetir o processo a cada três meses.

Rega
Plantas de ambientes internos podem receber água a qualquer hora do dia, com atenção à quantidade necessária para cada espécie. Já as de ambientes externos requerem uma atenção especial, que é a importância de regá-las ao amanhecer ou ao anoitecer, porque são momentos em que não há muita luz solar, diminuindo o risco de as folhas queimarem.

É muito importante sentir a terra antes de regar: se estiver seca, é um indício da necessidade de água. Se estiver úmida, a rega pode ficar para depois.

tulipas

Geada
Para proteger as plantas de geada, é importante ficar de olho na previsão do tempo e se preparar antecipadamente, cobrindo-as com lona ou mantas especiais durante a noite. Mas não se esqueça de tirar a cobertura ao amanhecer, para não formar um forno que cozinhará as plantas pela manhã.

Se não deu tempo de cobrir as plantas à noite, regue-as antes do amanhecer, para tirar o sereno, assim evita que elas se queimem.

Para proteger as plantas da geada, é importante cobri-las à noite ou regá-las antes do amanhecer.

Cuidados com a grama
Não coloque terra preta em cima da grama. Esse material geralmente não vem esterilizado e contém sementes que vão germinar com a luz do sol, formando as chamadas ervas-daninhas, que são prejudiciais”.

Para recuperar uma grama que está compactada, o melhor jeito é fazer pequenos buracos no solo e preenchê-los com material orgânico, como turfa, humo de minhoca ou esterco de galinha.

Para manter a grama verdinha mesmo no inverno fuja da armadilha de colocar terra preta para protegê-la.

E, para manter sua grama tão verdinha quanto à do vizinho, mesmo no inverno, o segredo é, além da adubação – duas vezes por ano, no mínimo, antes do inverno e no início do verão -, é a rega na falta de chuva, cerca de três vezes por semana, dependendo da necessidade.

temperos

Cuidados com os temperinhos
Para quem cultiva temperos em casa, como salsinha, manjericão, alecrim, entre outros, os cuidados necessários durante o inverno são simples: seja em ambientes internos ou externos, eles precisam de muita claridade e água sempre que a terra estiver seca.

passarinhos

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A rosa do deserto tem esse nome por ser uma planta originária dos desertos africanos e árabes e chega a ser encontrada nesses lugares com até 4 m de altura. Passou a ser também uma planta doméstica em sua versão reduzida por sua aparência cativante de miniatura que se assemelha a um bonsai florido.

Assim como o bonsai, a rosa do deserto é uma planta cujo cultivo leva muito tempo, ainda que seja fácil de cuidar, por isso as plantas já adultas custam preços altíssimos e não são tão facilmente achadas. Nesse artigo você aprenderá como plantar rosa do deserto no chão de sua casa da melhor forma.

Onde plantar a rosa do deserto
Por ser uma planta de origem desértica, a rosa do deserto se adapta apenas a locais secos, quentes e ensolarados e necessita de ao menos 6 horas de sol por dia para crescer saudável e florescer.

Sendo assim, evite plantá-la sob a sombra de outras plantas ou perto de construções altas pois isso prejudicará seu desenvolvimento.

Caso você more em um lugar frio com pouca luz natural, é recomendado que plante sua rosa do deserto em uma estufa de forma artificial com controle de claridade e temperatura, que deve estar sempre acima de 10ºC.

Caso contrário ela ficará amarela, fraca e suas flores cairão. Se você mora em um lugar de temperatura amena e sua planta não estiver tão viva e bonita durante o inverno, não se preocupe pois ela é uma planta de verão, ou seja, só chegará no seu ápice de beleza em épocas de alta temperatura.

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Como plantar a rosa do deserto
Assim que for encontrado um ambiente perfeito para sua planta, devemos pensar no terreno. A rosa do deserto é uma planta de ambiente seco e não suporta grandes quantidades de água, então, tome cuidado pois o excesso de umidade é o fator que mais leva a erros no plantio dessa espécie causado pelo afogamento.

Para evitar que a planta receba mais água do que é necessário, faça o plantio em um terreno bastante arenoso, para isso é preciso uma mistura com 70% de areia e 30% de terra (medidas aproximadas), essas proporções de areia e terra também são válidas caso você queira plantar a rosa do deserto em um vaso, entretanto, para plantá-la no vaso é necessário que se coloque pedras em seu fundo e que se misture a porção de terra com húmus de minhoca.

Ainda que a rosa do deserto seja uma planta de ambiente seco, isso não significa que ela não precise de água. Para saber se planta está desidratada basta olhar seu caudex, se ele estiver seco e enrugado, significa que a planta precisa de água.

Se for plantar uma muda e não uma semente, certifique-se de que a raiz da planta esteja completamente coberta pela terra, o caudex da rosa do deserto deve permanecer abaixo da terra até a planta completar seu primeiro ano.

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Adubação
O adubo para a rosa do deserto florir deve ser orgânico, rico em cálcio, potássio e fósforo mas com quantidades limitadas de nitrogênio e o processo de adubação deve ser feito após regar, nunca com o terreno seco pois o contato direto com muito adubo pode sufocar a planta.

Como o terreno do plantio deve ser bastante arenoso para evitar retenção de água, os nutrientes dele também vão embora muito facilmente, sendo assim, é necessário que se faça a adubação com bastante frequência.

Como cuidar da  rosa do deserto
Para manter a planta bonita e saudável, além de irrigação e adubação é necessário que se faça a poda, aprender como podar a rosa do deserto é simples e além de moldar a planta também incentiva o crescimento de flores, entretanto, a poda deve ser feita apenas quando necessário, não abuse desse recurso, afinal, para que sua planta se mantenha saudável deve-se, acima de tudo, mantê-la nutrida.

Sendo assim, para fazer a poda basta retirar os galhos desalinhados, mas apenas eles, sem exageros e com cuidado por se tratar de uma planta pequena.

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Outro recurso muito desejado por quem planta rosas do deserto é o engrossamento do caudex, dando à planta uma aparência de “mini-árvore” assim como a de um bonsai. Mas como engrossar o caudex da rosa do deserto?

Esse processo é longo, mas bastante fácil, basta seguir os seguintes passos:
* Transplantar rosa do deserto a cada 6 meses em um vaso maior do que o anterior, não faça isso antes da planta atingir 1 ano e coloque um apoio duro abaixo da planta para evitar que ela desça.

* A cada mudança de vaso, deixe o caudex de sua planta cada vez mais visível com ajuda do apoio.

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roseira

A rosa é uma flor antiga que já existia desde os tempos do Império Romano e que continua sendo muito conhecida e relevante por sua beleza única e aroma inigualável.

Sendo símbolo do amor e da paixão, a rosa é uma ótima escolha na hora de presentear a pessoa amada, além disso, a roseira também é uma ótima escolha para decorar o jardim de casa, juntando a sofisticação da sua aparência com o frescor da natureza.

Apesar de ser ótima no jardim, a roseira por vezes não dá flores, ainda que a planta pareça bem e saudável, se sua roseira não floresce e você quer saber como resolver esse problema, esse artigo vai te ajudar a solucioná-lo e deixar seu jardim mais bonito do que nunca.

Minha roseira não dá flor
A roseira é muito fácil de ser plantada por ser pouco exigente, entretanto, devemos tomar o mínimo de cuidado para que ela receba nutrientes suficientes para florescer e crescer.

A primeira coisa em que se deve prestar atenção quando sua roseira não dá flor é o ambiente, o ideal para ter uma roseira florida e saudável é cuidar do ambiente onde ela será plantada antes mesmo do plantio, para isso, é necessário que o solo esteja com pH neutro (entre 6,5 e 7).

Além do pH neutro, é recomendável fazer uma mistura de esterco e farinha de ossos ao solo, ela não é necessária mas pode ter certeza de que ajudará.

Apesar de não ser essa uma planta exigente, a roseira precisa de bastante sol, o ideal é deixá-la em local onde receba ao menos 6 horas de sol por dia e onde chova pouco, afinal, a roseira é sensível ao ar úmido, que pode fazer com que cresçam fungos em suas folhas, enfraquecendo a planta. Caso você tenha passado por infestações,

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Adubo caseiro para roseiras
Após se certificar de que o ambiente onde sua roseira está é adequado para o crescimento da planta, é a hora de checar o solo. Mesmo após fazer a mistura inicial de esterco e farinha de ossos, a terra da roseira precisa ser adubada e o melhor adubo de todos é o caseiro, nem pense em comprar misturas prontas, elas podem sair mais caras e sempre serão menos eficazes do que as caseiras.

A adubação da terra da roseira deve ser feita 3 vezes ao ano. Para o adubo caseiro de roseira é preciso de:
* 200 g de farinha de ossos;
* 200 g de pó de café;
* 2 kg de composto orgânico.

Após preparar a mistura, basta colocá-la ao redor da planta, tome cuidado com as quantidades, pois muito adubo pode fazer mal para sua roseira, queimando as raízes.

Se você não plantou sua roseira no solo e quer saber como adubar roseira em vasos para ter rosas sempre lindas, saiba que o procedimento é o mesmo, basta colocar o adubo ao redor da planta, não misture muito com a terra pois isso pode prejudicar as raízes.

Outra dica muito importante em relação à terra: procure misturar uma terra argilosa com 1 terço de areia para permitir a passagem de ar e não sufocar sua planta.

O adubo caseiro para mini rosas é o mesmo, entretanto, deve-se diminuir a quantidade visto que uma planta menor não precisa de tantos nutrientes.

roseira arbustiva

Como podar roseiras
Para roseiras arbustivas a poda recomendada a pode recomendada deve seguir os seguintes passos:
* Faça uma limpeza inicial removendo os galhos, folhas e flores velhos ou com má formação.

* Tenha como base o ponto mais forte e central da roseira, meça a planta e na altura de aproximadamente 1 metro remova os galhos mais finos que ultrapassarem essa altura, não os remova completamente, apenas pode o suficiente para que a altura seja nivelada.

* Não pode ou remova os galhos mais grossos e fortes.

* Faça sempre cortes diagonais.

Para roseiras pequenas a poda deve ser um pouco mais agressiva para permitir que novos galhos e flores surjam, veja como podar roseiras pequenas:
* Faça uma limpeza inicial removendo os galhos, folhas e flores velhos ou com má formação.

* Corte todo os galhos deixando-os com no máximo 25 centímetros a partir da bifurcação no “tronco”.

* Faça sempre cortes diagonais.

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Quando podar a roseira
Não existe época precisa para podar sua roseira, as podas podem ser feitas a partir do primeiro ano de sua planta e deve acontecer sempre que houver muitos galhos e folhas fracas, mortas e velhas.

É recomendável que se faça uma poda mais severa durante o início do inverno para favorecer o florescimento de sua roseira na primavera.

cortina voando

Cyperus Papyrus Nanus_1

Essa espécie vegetal é considerada como uma planta anã, e é conhecida pelo fato de ser muito parecida com a Cyberus papirus.

Além de ser popularmente conhecida por Mini Papiro e Papiro Anão, essa espécie vegetal também é chamada de Papiro e Papiro do Egito. Esta espécie vegetal é nativa do continente africano, mais precisamente da África do Sul.

O Mini Papiro é uma espécie vegetal eu pertence a família botânica Cyperaceae.

Essa espécie vegetal é considerada como uma planta anã, e é conhecida pelo fato de ser muito parecida com a Cyberus Papirus.

Além de ser popularmente conhecida por Mini Papiro e Papiro Anão, essa espécie vegetal também é chamada de Papiro e Papiro do Egito. Esta espécie vegetal é nativa do continente africano, mais precisamente da África do Sul.

O Mini Papiro é uma espécie vegetal eu pertence a família botânica Cyperaceae.

Cyperus Papyrus Nanus_3

A família botânica Cyperaceae
Esta família botânica é composta por 98 (noventa e oito) gêneros e 4.350 (quatro mil trezentos e cinquenta) diferentes espécies. Essas plantas se caracterizam por serem espécies vegetais herbáceas e perenes, e são encontradas em diversas partes do mundo.

Essas plantas se adaptam com facilidade aos solos pobres em nutrientes e as regiões que apresentam climas frios e temperados.

Entre as espécies vegetais mais conhecidas desta família se encontram o capim cidreira, o papiro e o próprio mini papiro.

As características do mini-papiro
O mini-papiro é uma espécie vegetal similar ao papiro original, o Cyberus papirus, no entanto apresenta um tamanho reduzido, por isso é chamado de mini-papiro ou papiro-anão.

É uma espécie vegetal aquática que possui bastante valor ornamental, graças a sua belíssima folhagem, que apresenta um aspecto bastante bonito e delicado.

O mini-papiro é uma planta rizomatosa (possui caules subterrâneos que acumulam nutrientes chamados rizomas) e entouceirada.

É uma planta de pequeno porte e a sua altura média é de 60 cm e se caracteriza por compor touceiras densas.

O mini-papiro é uma espécie vegetal que possui ciclo de vida perene, isto é, consegue viver um período maior que 2 anos.

As hastes do mini-papiro são bastante firmes e na sua copa ou topo brotam folhas curtas e lineares, no formato de uma roseta. As hastes são longas e podem chegar a apresentar 60 cm de altura.

As folhas são curtas e lineares. Elas apresentam cor verde clara e quando nascem são bastante parecidas com um pompom que fica localizado em hastes. As folhas possuem persistência permanente, sendo bastante resistentes.

As suas flores não possuem importância ornamental, com a coloração marrom clara e ela fica localizada entre as folhas do mini-papiro. A floração desta espécie vegetal acontece normalmente na primavera.

Cyperus Papyrus Nanus

O cultivo do mini-papiro
Por ser uma planta aquática de clima tropical (quente e úmido), o mini papiro deve ser cultivado em lugares ensolarados, em terrenos úmidos, em terrenos pantanosos e na beira de lagos e rios.

Apesar de ser uma espécie vegetal típica de cultivo em pleno sol, o mini-papiro tolera ser cultivado em ambientes que contenham sombra. No entanto é interessante que a planta receba incidência direta de luz solar por alguns momentos do dia.

Apesar de ser uma planta aquática, caso a planta tenha condições de umidade bem mantidas ela pode ser cultivada fora ambientes aquáticos, pois consegue se adaptar bem. No entanto, é necessário muito cuidado com esse aspecto da água, pois caso a umidade não seja mantida a planta perde o seu aspecto ornamental.

A espécie vegetal pode ser cultivada em vasos, no entanto deve se tomar o cuidado de não cultiva-la junto a outras espécies vegetais que possuam uma necessidade ou apreciação diferente com relação a questão da umidade, pois a planta que precisa do ambiente úmido.

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O mini-papiro pode realizar a composição de jardins aquáticos
É importante que o solo ou o substrato usado nos vasos, se mantenha rico em material orgânico, de forma que a planta receba os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento e crescimento adequado, e a umidade do local seja mantida constante de forma que a planta encontra o habitat ideal para o seu cultivo.

Para adubar o solo e o substrato pode ser usado adubo animal (preferencialmente curral) curtido.

Deve ser tomado cuidado na hora de plantar o mini-papiro de forma que os rizomas não fiquem muito enterrados.

O mini-papiro quando encontram as condições ideais se multiplicam com muita facilidade e chega até mesmo ser considerada como uma planta daninha.

A utilização do mini-papiro
O mini-papiro se destaca para uso com fins ornamentais e paisagísticos, gerando um efeito muito bonito.

Essa planta é mais leve e apresenta dimensões menores que o Pairo original ou verdadeiro, o que permite a utilização em jardins de menor porte.

Além disso, é uma ótima opção para ser cultivada nas bordas de lagos e rios, no entanto não deve ficar mergulhado (nem por completo e nem parcialmente), o ideal é ser colocado em vasos com substrato úmido para compor o ambiente.

Uma ótima opção de ornamentação combinada com o mini-papiro é a adição de bromélias, junto ao lago. O efeito visual se torna extremamente bonito e agradável aos nossos olhos, formando um conjunto de grande beleza e harmonia.

O mini-papiro também está sendo utilizada para fabricar hastes para suprir o mercado de buquês e arranjos de flores.

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A propagação do mini-papiro
A espécie vegetal se propaga através da divisão de suas touceiras. O melhor momento para que a divisão das touceiras seja feita para multiplicarmos o mini-papiro é a primavera, no entanto a planta pode ser multiplicada em qualquer uma das estações (primavera, verão, outono e inverno).

A multiplicação por divisão de touceiras consiste em realizar cortes no rizoma (raiz subterrânea), gerando novas espécies vegetais do mini-papiro. No caso do mini-papiro deve ser retirada a muda do solo, fazer uma boa lavagem dos rizomas e dividir a touceira com uma faca afiada.

Depois é só plantar os rizomas no substrato adequado e procurar proteger o rizoma até o inicio do desenvolvimento do novo mini-papiro.

Outra forma de propagação do mini-papiro, é a estaquia dos talos, no entanto esse método não é muito utilizado.

Na estaquia dos talos, estes são cortados abaixo da roseta de folhas com aproximadamente 5 cm de talo, para que este seja enterrado no substrato nas condições ideais de umidade, com isso eles enraízam e são transportados para serem cultivados em um local protegido.

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