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Posts para categoria ‘Coníferas’

Chamaecyparis-Pisifera-Filifera-Aurea

A tuia-macarrão é uma planta de origem do continente asiático, onde sua maior incidência está no Japão. Dependendo do local onde ela pode ser cultivada, ainda vai receber outros nomes populares como, por exemplo, o Cipreste-de-sawara, Cipreste-macarrão, além de outros.

Esta planta está entre as espécies da família das Cupressaceae e foi categorizada como uma árvore ornamental, árvore bonsai e cercas vivas devido as suas características físicas.

Apesar de ser uma planta tipicamente oriental, você conseguirá cultivar a tuia-macarrão em diversos outros locais ao redor do mundo, mas ela se desenvolverá de forma melhor, em regiões de clima Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado e Tropical, climas típicos da região de origem dessa planta.

Quando são bem cultivadas podem chegar até 3 m de altura, claro em seu tamanho original, já que a planta bonsai recebe um tratamento diferenciado para não crescer a tal ponto.

Com um ciclo de vida perene, a tuia-macarrão deixará o ambiente muito mais bonito com flores e folhas brotando durante o ano inteiro, já que o ciclo total de brotação pode durar até 2 anos para ser concluído.

Chamaecyparis_pisifera_FILIFERA_AUREA_

Considerada uma planta conífera, que como o nome já indica, é uma planta com um formato de cone, ela tem um porte de um arbusto e também pode ser tratada como tal. Os ramos são bem ramificados e bem longos, com cobertura nas extremidades feita somente de folhas.

Estas são bem escamosas e apresentam-se em uma cor dourada quando estão mais novas e verdes já na fase adulta. Essa mesclagem vai dar um toque todo especial no paisagismo.

É exatamente a característica acima que torna a tuia-macarrão tão popular no paisagismo. Ela pode ser mantida em vasos, em grupos plantados em jardins abertos e também podem ser utilizadas como cerca viva. Essa espécie é muito utilizada como árvore de natal no oriente, principalmente quando são cultivadas em vasos.

Dicas de cultivo
O cultivo dessa planta é bem simples, precisando apenas que a planta seja deixada sob o sol pleno, em um solo bem fertilizado e enriquecido com matéria orgânica.

Quanto à drenagem do local, a terra deve possuir uma boa capacidade de absorção de água porque a tuia macarrão não suporta ambientes muito encharcados, além disso, facilitar o aparecimento de fungos e doenças típicas de planta.

As podas da tuia-macarrão podem e devem ser feitas sempre que for necessário e a planta vai responder bem a esse processo. Inclusive as podas ajudarão e estimularão o crescimento mais compacto da espécie, então se o desejo for cultivar a tuia-macarrão em ambientes menores ou internos, essa é uma ótima saída.

Por ser um pinheiro a planta vai preferir regiões onde a temperatura é mais amena, mesmo tendo uma boa variação de climas típicos da espécie, como vimos mais acima.

tuia-macarrão

Multiplicação
A multiplicação da tuia-macarrão é feita por estaquia de ponteiros. Aqui no Brasil não existe condições climáticas que favoreçam o florescimento dessa planta, principalmente em regiões diferentes do Sudeste e do Sul, onde ela é mais popularmente cultivada.

Deve atentar-se muito para a área onde vai cultivar a tuia-macarrão. Isso porque todas as coníferas possuem uma raiz mais profunda e então vai exigir mais espaço na terra. Quando for colocar a muda, é muito importante também que seja feito uma cova bem profunda, sendo o tamanho ideal, o dobro do torrão que você vai plantar.

A preparação da terra deve ser feita com adubo de animal do tipo bem curtido, acrescentando certa de 1 quilo de esterco de gado ou então, 500 gramas de cama de galinheiro. Evite deixar a terra das laterais da planta mais compactadas e nesse caso, é importante que as solte bem antes de fixar a muda. Faça o mesmo com a terra do fundo.

Ainda deve ser colocado composto orgânico ou então turfa na terra e misturar bem e só então colocar o seu torrão. Complete com uma mistura feita com adubo de animal e composto orgânico e preencha as laterais da planta, sempre apertando um pouco para que a terra fixe-se bem.

Chamaecyparis-pisifera-Filifera-Aurea_

Se o local onde você vai cultivar a planta sofrer com ventos muito fortes, um tutor deve ser usado temporariamente para não danificar o crescimento da planta, dessa forma será evitado que ela cresça deformada.

Sempre, a cada 3 anos após o plantio da tuia-macarrão, você deve realizar um processo de reposição de adubo. Isso vai fazer com que a planta mantenha-se sempre saudável e livre de problemas como fungos e doenças de plantas.

O ideal nesse caso é que seja utilizado adubo granulado do tipo NPK e com formulação de 10-10-10, aproximadamente 200 gramas é o ideal para uma árvore.

Misture também composto orgânico e coloque em um sulco feito ao redor da planta, nunca diretamente no caule. Não se esqueça de regar após essa reposição.

O uso no paisagismo
A tuia-macarrão é muito utilizada no paisagismo, tanto a sua versão tradicional como a versão em bonsai. Se o jardim for de inverno principalmente, já que foi citado mais acima, a planta é bem típica de regiões mais frias.

O ideal é que essa árvore seja cultivada em um local onde tenha um espaço maior para que você desenvolva a copa e a deixe ainda mais bonita.

chuva

pinheirobravo

O Pinheiro Bravo é uma planta da família das Podocarpaceae que pode chegar até 14 m de altura, com no mínimo 8 m para aqueles pouco desenvolvidos, sendo dessa forma considerada uma árvore de porte médio.

Tem um rápido crescimento e pode viver até aos 300 anos. Prefere solos soltos e arenosos e é bastante resistente à seca e geada. Ocorre desde o nível do mar até 1000 m de altitude.

A madeira do pinheiro-bravo é geralmente utilizada para mobiliário. A sua resina que é extraída enquanto a árvore é viva, tem muita utilidade na produção de água-rás e perfumes. Na medicina natural a infusão dos rebentos é usada para combater o catarro e bronquites, sendo um bom anti-séptico e balsâmico.

Dependendo da região onde ela se encontra, podemos ter referencias dessa mesma árvore com outros nomes como pinheirinho, pinheirinho-bravo e atambuaçu.

É uma planta nativa do Brasil, encontra-se também, uma pequena incidência desse tipo de pinheiro na província de Misiones, na Argentina. É típico de regiões onde existem muitas áreas de altitude, o que faz com que este seja bastante encontrado junto com o pinheiro do Paraná, devido as características muito semelhantes

O Pinheiro-bravo desenvolve-se mais em áreas de formações secundária, o que faz com que matas mais fechada, bem comum na nossa vegetação, seja escassa desse tipo de pinheiro.

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Cultivo
Essa não é o tipo de planta que você conseguirá no quintal de sua casa, a não ser que você possua um terreno muito extenso, como uma fazenda ou um sítio, pois o Pinheiro-bravo é uma planta florestal, então tanto o seu tamanho como o tamanho da sua raiz, exigem terrenos apropriados para o seu cultivo.

Quanto ao solo, ele prefere os solos com boa fertilidade, mas também consegue se desenvolver naturalmente em solo pobre, contanto que haja algum tipo de fertilidade química bem intensa e de boa variedade de compostos e que sejam bem drenados.

Solos argilosos também são bem propícios para o crescimento do Pinheiro-bravo. Caso não haja fertilidade química suficiente, somente a drenagem, a planta também conseguirá se desenvolver, porém em um processo de crescimento muito lento.

É uma planta que tem incidência maior em áreas de climas arejados e mais frios. Isso é fato que ela prefere esse tipo de clima e desenvolve-se muito melhor. Apesar de ser uma planta rústica, ela prefere e desenvolve-se melhor nesse tipo de clima, devido a facilidade de crescimento de suas folhas.

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Madeira e pragas
Esses são dois assuntos que podem ser discutidos em conjunto porque existe uma incidência muito grande de uma praga e de um fungo que ataca a madeira dessa árvore.

Sobre a madeira, ela é muito usada na fabricação de brinquedos, compensados, móveis rústicos, forros e palitos de fósforo. Usando esse último como comparativo, a madeira do Pinheiro-bravo tem exatamente a mesma cor apresentada por esses palitos, um marrom leve e claro.

Já sobre as pragas que atingem essa planta, é muito comum que seja encontrada no Pinheiro-bravo uma praga denominada de Eupithecia, a qual raramente é encontrada em outro tipo de planta. Além da Eupithecia, o fungo Corynelia brasiliensis também ataca muito a planta, porém nesse caso, danifica apenas as folhas e os frutos. Para extinção desse fungo é necessário a aplicação de uma calda chamada bordalesa pelo menos 3 ou 4 vezes até que ele se exclua totalmente.

Como plantar
Quem deseja você iniciar o cultivo do Pinheiro-bravo, pode fazê-lo através de sementes ou mudas. Tanto para um como para outro, é necessário uma profundidade de pelo menos 20 cem no solo para a inserção da planta. Ela leva de 1 a 6 semanas para germinar.

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kaizuka
A kaizuka é uma espécie vegetal arbustiva que pertence a família das Cupressaceae.  Essa família botânica é composta de 30 gêneros e 142 espécies, onde estão inseridos os cedros, ciprestes e árvores similares.

As plantas que compõem essa família se caracterizam por serem monoicas e lenhosas que possuem porte arbóreo ou de forma mais rara possuem porte arbustivo. As folhas normalmente são pequenas, apresentam disposição oposta revestindo os ramos novos e são escamiformes.

A kaizuka é uma planta nativa do continente Asiático, sendo originada de países como China e Japão (origem sino japonesa). Está aqui a origem de seu nome. Devido a sua grande beleza, a kaizuka é uma planta muito utilizada em projetos de ornamentação de jardins, inclusive sendo muito requisitada pelas pessoas que trabalham com bonsai. O uso dessa planta pode ser um símbolo ou aparentar certo grau de refinamento e status para as pessoas que fazem uso dessa bela espécie.

Suas formas esculturais são muito valorizadas quando plantado isolado e livre de podas, chega a alcançar 7 m de altura. Além disso, cumprem bem o papel de isolar o jardim do pó e do ruído das ruas.

Cultivo
A kaizuka é uma planta típica para cultivo em regiões que possuem clima temperado. No entanto, elas se adaptam com extrema facilidade para ser cultivada em regiões que apresentem climas: oceânico, mediterrâneo e subtropical.

Escolha lugares frescos que possibilitem que o Juníperus tome sol diretamente em suas agulhas. Poupe-o do sol forte do verão, nesta época devemos coloca-lo em local onde o mesmo possa receber raios solares diretamente em suas folhas em períodos onde o sol não esteja muito forte (antes das 10:00 hs e depois das 16:00 hs).
Isso pode ser conseguido colocando-a em uma sacada com cobertura, sob outras árvores ou mesmo dentro de casa próxima a uma janela em local arejado. Suas agulhas mais internas tem a tendência a se queimarem no inverno, retire-as pois estas atrapalham a ventilação e a insolação das agulhas saudáveis.

A irrigação deve ser feita de forma regular para que a planta se desenvolva de forma correta e adequada, contudo ela pode ficar por algum período sem receber irrigação, pois ela é uma planta que tem exigência moderada de água para sua sobrevivência.

Juniperus chinensis torulosa
A planta possui certo grau de resistência, além de tolerar um certo grau de salinidade, a kaizuca se torna uma planta que chega a tolerar a seca, após se tornar e estabelecer como uma planta completamente desenvolvida e adulta. Consegue até mesmo ser resistente ao clima tropical e ser cultivado nessa região, sendo necessário apenas que fique longe de locais que fiquem com o solo úmido, sendo essa a única intolerância da planta.

A kaizuca é uma planta que exige um nível de manutenção médio e apresenta um certo grau de rusticidade. Comprovando o fato de sua manutenção não ser tão grande, é que pode se permitir que a planta cresça sem a realização de podas.

Esta conífera é largamente utilizada para bonsai devido a suas folhas pequenas e a coloração avermelhada de seu tronco. Suas folhas podem variar seu formato de acordo com a idade, para arvores mais jovens suas folhas são geralmente mais claras e largas e quando mais adultas as folhas já possuem um formato mais compacto e escamoso que podem ser podadas facilmente com as pontas dos dedos. Em seu país de origem ela pode alcançar 25 m de altura.

A espécie vegetal se reproduz através da multiplicação por estacas que são criadas das pontas dos ramos da planta. O processo de multiplicação das plantas por estaquia consiste em separar partes dos ramos da kaizuka, com a presença de folhas, como ema espécie de estaca.

Essas estacas que são geradas, irão ser conduzidas para outros locais para serem plantadas. É interessante que esse local de plantio apresente as condições necessárias e adequadas para o desenvolvimento pleno da nova kaizuka que irá desabrochar e surgir.

Juniperus chinensis torulosa1
Adubação
Os adubos mais indicados para a kaikuza é o orgânico de decomposição lenta. Este deverá ser aplicado desde a primavera até o outono. Os adubos mais indicados são os ricos em Nitrogênio. Uma sugestão pode ser usado o NPK (Nitrogênio – Fósforo -  Potássio) na ordem de 10-10-10 ou 10-05-10.

ONDA

podocarpus macrophyllus (Small)

Nome Científico: Podocarpus macrophyllus
Nome Popular: Pinheiro-de-buda, Pinheiro-budista, Podocarpo, Podocarpus
Família: Podocarpaceae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene

O pinheiro-de-buda é uma conífera colunar, ereta, que pode alcançar porte arbustivo a arbóreo, com até de 20 metros de altura, dependendo da variedade. Sua folhagem é perene, compacta, de coloração verde-escura e brilhante, composta por folhas lineares. Por se tratar de uma planta dióica, apresenta plantas separadas para o sexo feminino e masculino. As flores são amarelas, discretas, surgem na primavera e não apresentam importância ornamental. Os pequenos frutos de cor vermelha a arroxeada, formados apenas nas plantas fêmeas, são comestíveis e atraem os passarinhos.

O pinheiro-de-buda é um arbusto versátil, que se encaixa perfeitamente em jardins de estilo oriental, clássico, mediterrâneo ou contemporâneo. Sua forma é bonita, não obstante, pode ser topiado para adquirir o formato desejado. No jardim se presta para o plantio isolado ou em renques: junto a muros e formando cercas-vivas. Por não ter raízes agressivas e espinhos, é uma ótima opção para calçadas. Desenvolve-se muito bem quando envasado, e assim é apropriado para adornar pátios, sacadas e varandas também. O pinheiro-de-buda é uma espécie bastante visada para a formação de Bonsai e para jardins planejados de acordo com os preceitos do Feng Shui.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, arenoso, levemente ácido, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. É capaz de tolerar curtos períodos de estiagem, mas não resiste à encharcamentos. Aprecia o clima subtropical e é tolerante à geadas leves. Planta indicada para o paisagismo na praia, por ser resistir à salinidade e maresia. Multiplica-se por estaquia dos ramos e por sementes (germinação em cerca de 2 anos após o plantio).

borboleta-flor