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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Browallia americana

Espécie vegetal que se destaca pela beleza de suas flores que podem ser cultivadas com o objetivo de serem usadas no paisagismo e com efeitos decorativos.

A Brovália é uma espécie nativa das Américas (América do Sul, América Central e América do Norte), sendo oriunda do México, e pertence à família Solanaceae.

A família Solanaceae está dividida em 10 gêneros e aproximadamente 3.000 espécies. É uma família de espécies vegetais amplamente encontrada na América do Sul, pois encontram nessa região as condições climáticas ideais de cultivo.

As espécies que compõem a família das Solanaceae podem ser encontradas sob a forma de ervas, árvores e algumas espécies podem ser trepadeiras. As plantas dessa espécie se caracterizam por ser rústicas, isto quer dizer que elas se adaptam facilmente ao local de cultivo e se desenvolvem sem a necessidade de serem tomados grandes cuidados da parte de quem cultiva essas plantas.

A Brovália é uma espécie vegetal arbustiva, isto é, tipo de planta que se ramifica muito próximo ao solo, apresentando um porte pequeno quando comparada às árvores.

É uma planta bastante florífera, rústica e chama a atenção das pessoas por ser muito bonita. Essa espécie vegetal  é perene, ou seja,  possui ciclo de vida longo, período maior que dois anos.

Browallia americana1

Espécie vegetal que se destaca pela beleza de suas flores que podem ser cultivadas com o objetivo de serem usadas no paisagismo e com efeitos decorativos.

A Brovália é uma espécie nativa das Américas (América do Sul, América Central e América do Norte), sendo oriunda do México, e pertence á família Solanaceae.

A família Solanaceae esta dividida em 10 gêneros e aproximadamente 3.000 espécies. É uma família de espécies vegetais amplamente encontrada na América do Sul, pois encontram nessa região as condições climáticas ideais de cultivo.

As espécies que compõem a família das Solanaceae podem ser encontradas sob a forma de ervas, árvores e algumas espécies podem ser trepadeiras. As plantas dessa espécie se caracterizam por ser rústicas, isto quer dizer que elas se adaptam facilmente ao local de cultivo e se desenvolvem sem a necessidade de serem tomados grandes cuidados da parte de quem cultiva essas plantas.

A Brovália é uma espécie vegetal arbustiva, isto é, tipo de planta que se ramifica muito próximo ao solo, apresentando um porte pequeno quando comparada às àrvores.

É uma planta bastante florífera, rústica e chama a atenção das pessoas por ser muito bonita. Essa espécie vegetal  é perene, ou seja,  possui ciclo de vida longo, período maior que dois anos.

O caule da Brovália é muito ramificado e possui uma textura herbácea, isto é, o caule não apresenta estrutura lenhosa. Seu porte é pequeno, pois através do caule ramificado a planta forma estrutura de pequenas moitas, que atingem uma altura media de 60 cm e uma largura de 50 cm.

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As folhas da Brovália são de coloração verde, pequenas e formato oval. As flores apresentam a forma de uma estrela e normalmente possuem a coloração azul, com o centro de cor branca e são pilosas. Existe a ocorrência de flores nas cores violeta e branca. A floração da Brovália se inicia na primavera e se estende até o verão.

Cultivo
A Brovália é uma espécie vegetal que gosta de um clima ameno e agradável, e por isso mesmo não gosta de climas extremamente quentes e não suporta os climas muito frios. A planta não suporta geadas.

Deve ser cultivada sob luz difusa ou sob meia sombra. O solo ideal para o cultivo da Brovália deve ser fértil e possuir uma boa condição e capacidade de drenagem.

A espécie vegetal aprecia o solo úmido, contudo isso não quer dizer que o solo possa ficar encharcado. Essa condição pode gerar o sufocamento das raízes, o que pode levar a planta à morte. Para o solo se manter sempre apto e em condição de cultivo, pode ser feito o uso de material orgânico, que reponha os nutrientes necessários para que a planta consiga se desenvolver de forma plena.

As regas devem ser feitas de forma regular. E a planta, apesar de ser perene, ela deve ser cultivada como uma planta que tem ciclo de vida anual, pois com o passar do tempo, a Brovália perde o vigor e a sua beleza.

Apesar de ser uma espécie vegetal anual, a Brovália apresenta um crescimento e florescimento bastante duradouro e se espalha com abundancia com bastante facilidade. Devido as flores apresentarem um tom azulado, ela é complementar ao amarelo, o que torna essa espécie vegetal um grande companheira para os tagetes (planta nativa do México, que se caracterizam por serem plantas herbáceas que possuem flor alaranjadas, amareladas e avermelhadas que exalam um odor muito intenso).

A Brovália pode ser cultivada em combinação com flores de outras cores, como por exemplo: lavanda, róseas e violáceas.

No paisagismo, pode ser cultivada em forma de maciços ou em forma de bordaduras Também pode ser cultivada em vasos, jardineiras e cestas suspensas. Nessas situações a planta seria cultivada de maneira pendente.

Multiplicação
A espécie vegetal pode se multiplicar de duas formas: por dispersão das sementes e por estaquia. A multiplicação por dispersão de sementes consiste em pegar as sementes geradas pelas flores da planta e espalhá-las para que possam gerar novas espécies da planta. As sementes são colocadas para germinar ao ar livre no período da primavera.

A Brovália é uma espécie vegetal que possui como característica de se auto semear, isto é, as flores geram as sementes e essas caem no solo e conseguem as condições de cultivo de forma natural, conseguindo semear e formar uma nova planta. Devido a esta característica, a planta pode se tornar uma planta invasiva.

A Multiplicação por estaquia consiste na formação de estacas nas pontas dos ramos da planta, que com a presença de flores, ramos e raízes possam ter condições de gerar uma nova planta quando as estacas (mudas) forem conduzidas para outro local. O pinçamento ou beliscamento ajuda no processo de multiplicação por estaquia e encoraja a planta a crescer.

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A bela-emília faz parte da família das Plumbaginaceae e quando o assunto é categoria, ela está presente em três delas, que são: cercas vivas, arbustos tropicais e arbustos. É originária da África do Sul e da África e por isso, a sua preferência pelos climas tropical, oceânico e subtropical.

É uma planta que gosta de sol pleno ou no máximo, de meia sombra. Apesar de ser uma planta rústica, a bela-emília é também muito versátil e por isso é muito usada por paisagistas em projetos de jardins e outros.

Uma das características marcantes da planta é o fato de ela ser muito ramificada, por isso, é uma das espécies escolhidas quando é necessário criar uma cerca viva em um projeto. É muito comum que a planta seja tratada como uma trepadeira, mesmo não sendo uma característica original dela.

Se as folhas concedem uma beleza única para a bela-emília o mesmo podemos dizer das flores. São tão lindas quanto a folhagem. Com total delicadeza, as flores formam buquês de pequena dimensão. E entre as espécies, encontramos algumas com flores em tonalidade azul. Porém, a maioria das plantas que encontramos é de flores brancas e delicadas.

A bela-emília adora sol e isso deve ser levado em consideração também na hora do cultivo. A sol pleno ou a meia sombra é que ela deve ser cultivada. Não importa se sozinha ou para formar cerca viva.

Não é uma planta exigente. A poda com regularidade pode ser o suficiente para que as flores apareçam sempre, assim como as folhas se renovem, exigindo pouco em relação a fertilidade.

E já que estamos falando de cultivo, vale ressaltar que na hora de multiplica-la podem ser usados os seguintes métodos: sementes, estacas ou mergulhia. E um detalhe importante, a planta não tolera frio.

Foi dito que podemos encontrar a bela-emília em relação a altura, porém, vale ressaltar que é mais comum encontrá-las com a medida entre 1,8 a 3 m de altura. Ressaltando que são muito ramificadas porque é uma planta categorizada como arbusto e isso faz parte das suas características.

Brancas ou azuis as flores cobrem esse arbusto praticamente o ano inteiro, claro, que estamos falando de quando elas são cultivadas em regiões mais quentes, que conhecem pouco o frio.

O frio suportável para a bela-emília não pode ser inferior a 10ºC. Porém, pode ter certeza de que a planta é uma espécie bem fácil de cultivar e também de cuidar. O essencial é que ela esteja em um ambiente propício em relação ao clima e as flores e as folhas estão garantidas praticamente o ano todo.

Bela Emília alba

Aprenda o passo a passo como cultivar a planta Bela-emília e veja como é fácil tê-la florida e com folhagem verdinha.
1- Como qualquer planta é necessário escolher uma terra fértil para o cultivo, além disso, preocupe-se com a drenagem da água. São fatores que fazem toda a diferença de um cultivo bem sucedido de um mal sucedido.

O cultivo deverá ser feito durante o sol pleno ou a meia sombra. Você perceberá que quando ela está sob o sol as flores aparecem. Porém, a meia sombra o efeito também é conseguido.

A terra se for levemente ácida, a plumbago agradece, e caso as folhas começarem a amarelar quando crescerem é por que o pH está alto demais. E mais um detalhe, quando for plantar mais de uma muda da bela-emília é necessário ter um espaço de no mínimo 90 cm entre cada uma delas. Se puder chegar a 1,5 m de distância, melhor ainda. Lembre-se que esses espaços é que garantem que a planta cresça forte, sem que uma prejudique a outra.

2- Depois de plantar é hora de regar o arbusto. A espécie deve ser regada  frequência. É muito importante que a terra esteja sempre úmida até que a raiz ganhe força e daí por diante ela conseguirá seguir o crescimento necessário.

A bela-emília é daquelas plantas que suporta ficar com a terra seca, obviamente não é para esquecer de colocar água sempre. Mas, se isso acontecer ela é capaz de sobreviver, mas cuidado para não colocar água demais.

3- Outro ponto importante para dar uma força para planta é a fertilização. É aconselhável fazê-la duas vezes por ano, uma na primavera e a outra durante o verão. É um modo de fazer com que as flores cresçam cada dia mais fortes e bonitas.

Fique atento a cor das folhas que podem ser sempre um sinal de que alguma coisa não está indo bem. Caso elas comecem a ficar amareladas, “cure” a sua planta aplicando sulfato de manganês nela. Faça isso seguindo as instruções da embalagem.

4- E para completar, para garantir a beleza da planta é necessário que as podas sejam realizadas. O momento certo de fazê-las é quando você percebe que os galhos cresceram demais. O tamanho também pode ser definido de acordo com a sua vontade, de como prefere. Não tem um tamanho correto que seja necessário seguir.

É muito comum que você plante a bela-emília e perceba que ela está ultrapassando os “limites” de onde foi cultivada. Se ela estiver sendo cuidada como se deve será vigorosa e passará o espaço em que foi plantada. Então, nada de pânico, use a tesoura de poda para apará-la. E sempre retire os galhos que morreram, quebrados e também aqueles que você percebe que estão enfraquecidos.

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Euphorbia leucocephala

Trata-se de uma belíssima planta que se cobre de flores apresentando um maravilhoso espetáculo para quem a vê.

Também conhecida popularmente como Cabeleira-de-velho, a planta à família Euphorbiaceae e originária da América Central (da Costa Rica até o Sul do México). Talvez seja por isso que a sua adaptação é melhor em climas: tropical, subtropical e equatorial.

Ela não é uma árvore de grande porte e sim um arbusto de caule com muitos ramos, semi-lenhoso. Quando ela cresce naturalmente, sem estar podada, apresenta uma forma arredondada. A casca de seu caule tem uma cor que vai de acinzentada a marrom claro e sua altura pode variar entre 2 a 3 m. Porém, com podas organizadas seu tamanho pode ser diminuído. Deixando sua copa e sua altura bem menores, adequando-a ao tamanho necessário ao seu jardim.

A planta possui características bem diferentes de outras plantas mais comuns. Sua folhagem é verde e suas flores são brancas em forma de estrelas. Durante os meses de outono e inverno ela perde suas folhas, fica completamente branca com uma florada abundante.

Por ser uma planta perene (planta de longa duração) seu cultivo é fácil. Veja o que você precisa saber para ter uma planta Neve-da-montanha enfeitando o seu jardim:

- O solo precisa ser sempre do tipo areno-argiloso, com excelente drenagem e enriquecido com bastante matéria orgânica.  Não tenha medo de abusar no adubo orgânico. Quanto mais usar esse tipo de adubo mais ela lhe retribuirá com flores. Quando ela está bem cuidada, apresenta floradas de causar fascinação. Porém, no caso de você não ter um solo desse tipo, você pode fazer essa composição em seu jardim  usando bastante areia e argila no local escolhido para fazer o seu plantio. Ela não se adapta em solos comuns.

- Você pode também acrescentar um adubo com elevada concentração de fósforo que é o NPK e fazer um reforço do adubo orgânico aumentando a dosagem no final do verão. É muito importante que você nunca deixe que lhe falte nutriente. A planta é forte e de longa duração, porém se o solo onde ela estiver plantada ficar empobrecido, ou seja com carência de nutriente, ela é afetada em seu crescimento e em sua floração. Porque ela depende basicamente que o solo esteja nutrido para que ela se desenvolva bem mostrando todo o seu esplendor.

- Sua multiplicação e feita através de mudas ou sementes.

- Melhor época para se fazer a adubação dessa planta é na primavera e no verão.

- Regue-a duas vezes por semana, porém, se perceber que o solo está seco, faça mais regas. O solo não pode ficar encharcado, mas deve estar sempre ligeiramente úmido.

- Lógico que você vai querer que a sua planta fique cheia de flores, então plante-a em local onde ela receba bastante luminosidade. A Neve da Montanha gosta de sol pleno. Ela floresce menos, caso receba pouca luz. Porém, existe uma curiosidade em relação à luminosidade e a planta Neve da Montanha: Durante a noite se ela ficar exposta a iluminação artificial seu florescimento pode ser inibido ou ficar atrasado.

- Embora prefira bastante luminosidade, essa planta adapta-se melhor em lugares de clima ameno. E, em regiões com maior altitude ela floresce mais, e detalhe importante: Não suporta geadas.

- Na hora de fazer a poda, você pode deixá-la com formato redondo, assim ela fica mais compacta. Pode também fazer com que ela fique como uma arvoreta. Contudo não se esqueça que a poda nunca deve passar de 1/3 da planta e só deve ser feita após a sua florada. É fundamental que se utilize luvas sempre que estiver fazendo a poda porque a sua seiva que é tóxica, pode causar irritação na pele. É bom observar também, que por ser tóxica é melhor que ela não esteja em lugar onde circulem crianças e animais. O perigo com relação à sua toxidade está em ingerir a sua folha e não em tocá-la propriamente, porque a toxidade da planta Neve da Montanha se encontra em sua seiva.

- A planta Neve da Montanha tem sido muito usada em paisagismo onde ela é muito valorizada. Pode ser vista em grandes jardins, jardins de pequeno porte, em praças,  em plantio isolado ou plantada em grupos de três a quatro árvores ou até como cerca viva.

- Apesar de ela precisar estar em solo meio úmido, a planta tolera períodos de estiagem, porém floresce menos. Na verdade, ela sempre floresce menos em qualquer situação que seja diferente daquela que é adequada a ela. Deve ser por isso, que no clima frio subtropical ela apresenta uma floração bastante intensa.

- Durante os meses em que faz mais calor, o ideal é que as adubações sejam bimestrais.

Essa planta fantástica tem suas folhas decíduas e elípticas. Suas belas flores brancas têm ao redor vistosas brácteas que possuem cor branco-creme.

Quando se faz podas bem conduzidas (sempre com muito cuidado e moderação), mexendo no formato de sua copa, você pode  conseguir belíssimos efeitos visuais.

É no inverno que a planta fica mais bonita. Carregadinha com as suas maravilhosas flores brancas e exalando um delicioso perfume.

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Salix discolor

Espécie de arbusto ou arvoreta nativo das florestas úmidas da América do Norte –  Estados Unidos, da mesma família dos salgueiros. É também conhecido popularmente de Vime-unha-de-gato, por causa de suas flores felpudas que surgem nos ramos.

Sua ramagem é ramificada, ereta e lenhosa., geralmente com a casca lisa, e pode ter diferentes tonalidades de castanho, do mais claro, passando pelo marrom, até o vermelho.

As folhas são alternas e com nervuras claras e bem marcadas. As inflorescências são como pequenos pompons (as masculinas), macias, brilhantes e sedosas, devido ao longos e numerosos estames. As femininas não têm o mesmo efeito ornamental, sendo mais longas e não felpudas.

As flores surgem na primavera, antes mesmo do surgimento das folhas. Elas são muito atrativas para abelhas e borboletas. Há muitas variedades deste salgueiro, que variam principalmente no porte, cor dos ramos, assim como no tamanho, forma e cor das flores.

No Brasil, este salgueiro é muito usado como uma planta de corte, seus ramos, com as flores prateadas e globosas são utilizados em arranjos florais, oferecendo um efeito bonito.

É uma árvore é geralmente cultivada em regiões com frio invernal, em fazendas que visam a produção dos ramos para corte. No entanto, ela também pode oferecer suas qualidade ornamentais no paisagismo, podendo ser conduzidas como árvore ou arbusto. No outono e inverno, suas folhas adquirem belos tons de amarelo, antes de cair. O fato de ser uma árvore caduca, a torna interessante em locais em que se deseja sombra no verão e luz no inverno.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente nos primeiros anos após a implantação e sempre que ocorrer estiagem.

É uma planta muito exigente em termos de água, preferindo locais úmidos e pantanosos, como à beira de cursos d’água.

Pode crescer livremente, sem podas, mas podemos estimular uma forma mais compacta e o porte arbustivo ao efetuar podas após a floração. Podas drásticas a cada três anos, irão resultar em ramos mais longos e flores maiores.

Sua multiplicação é bem fácil, podendo ser por sementes e estacas, que podem ser colocadas a enraizar em substrato mantido úmido ou mesmo em vasos com água trocada regularmente.

Na reprodução por estacas, deve-se escolher os ramos novos, semi-lenhosos e com ao menos duas gemas. A inconveniência da propagação por sementes é conseguir indivíduos fêmeas, que não são muito ornamentais.

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As florestas do México são o lar de muitas jóias raras, como a espetacular flor Névoa Azul, também conhecida como roxo-real, formalmente classificada no gênero Eupatorium.

É um arbusto ereto com folhas atraentes, grandes, levemente ásperas, verde-escuras e com veios proeminentes. Produz flores azul-lilás aglomeradas como grandes pompons. É uma planta rara só encontrada em jardins botânicos. Cresce em temperaturas moderadas e não em climas quentes.

Ela cresce até 15 m de altura, embora possa ser podada em qualquer altura que seja conveniente.

Suas folhas grandes, aveludadas dão à planta um olhar tropical. Na Primavera, as hastes florais sobem acima de folhagem.

As flores têm um perfume agradável, cheirando um pouco como lilases. Esta planta se tornou invasiva em partes da Austrália e Nova Zelândia.

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Abelia x grandiflora

Arbusto nativo do leste da Ásia, (Japão), Himalaia, sul dos Estados Unidos e México. É um gênero botânico pertencente a família das Linnaeaceae que crescem de 1 a 6 m de altura. As flores aparecem nas extremidades das hastes superiores formando um cimo com 1 a 8 flores. São pendentes, brancas a cor-de-rosa, forma de sino , com corola de cinco lóbulos, 1 a 5 cm de comprimento, e geralmente perfumados.

As Abelias são populares como arbustos ornamentais em jardins. Este híbrido é muito ramificado, com ramos arqueados formando uma copa arredondada, que cresce de 1 a 1,8 m de altura. As folhas são ovadas, brilhantes, verdes-escuras, perenes, com 2 a 6 cm de comprimento. As flores apresentam a forma de sinos, brancas a rosadas com 2 cm de comprimento.

Arbusto fácil de ser cultivado em solo bem drenado em pleno sol ou sombra parcial. Prefere solos úmidos, ricos em matéria orgânica e bem drenados.

É tolerante ao calor e ao frio, o que nos dá a possibilidade de cultivo no Brasil todo independendo da região.

Para propagação podem ser usados ramos novos, sem flores.

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Planta coelhinho (Ruttya fruticosa)

Trata-se de um arbusto de 2 a 3 m de altura, com flores meio bizarras mas, ao mesmo tempo extremamente curiosas e encantadoras, pois as suas flores pequenas possuem duas pétalas que lembram um coelho.

A Ruttya fruticosa permite podas e reage bem a elas. Isso permite dizer, que ela serve também para formar cercas vivas ou maciços (canteiros) grandes fechados. Mas, para não perder o show, é claro que a poda deverá ser feita depois da florada ou seja: no outono, onde sua produção diminui.
Suas flores produzem um vasto alimento e são da cor que colibris e beija-flores adoram.

Para quem não gostou das flores deste arbusto, tem uma chance muito grande de se presentear com outro espetáculo: a visita dos colibris e beija-flores.

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Arbustos

Azaléia (rododendro)

ARBUSTOS
São plantas de caule lenhoso, com ramificações desde a base do caule ou próximos à mesma, com porte de até 6 m de altura.
Ex.: Azaléia e Hibisco.

SUB-ARBUSTO
Possui lenho só na base, a maior da ramagem é herbácea.
Ex.: Hortência

ARVORETA
É uma pequena árvore, em geral não ultrapassa 3 m de altura.
Ex.: Flamboyant-anão, Ipê-anão.
Logo, a arvoreta não alcança o desenvolvimento de uma árvore. O plantio desses vegetais é adequado para calçadas estreitas, pois, eles realçam ambientes, embelezam praças e também são utilizados em cerca viva.
É importante levar em conta alguns critérios para a escolha das espécies, como o clima (frio/quente) e o local disponível para o plantio, com isso evitam-se podas. Uma boa dica é observar os arbustos da região.

Obs.: Ás vezes, podemos transformar um arbusto em árvore. Para isto, retira-se os ramos laterais e se conduz apenas o principal, transformando-o em um arbusto arbóreo. Um exemplo é Hibisco comumente encontrado em jardins ou calçadas.

PARTES ORNAMENTAIS
As plantas exercem diferentes funções e devem ser escolhidas de acordo com o espaço disponível. Há, por exemplo, as plantas de folhas coloridas, as que florescem e as que dão frutos.

A aquisição dessas plantas deve ser feita em viveiros idôneos. O ideal é comprar a muda com a metade da altura ou diâmetro que a planta teria quando adulta.
As mudas podem ser compradas com torrão ou sem torrão.

Mudas adquiridas com  torrão geralmente estão com suas raízes enoveladas, o que é um bom sinal. Ao plantá-las, é necessário desenrolar as raízes para que haja o plantio correto.

Mudas que não possuem torrão facilitam o transporte e a visualização das raízes, mas é necessário fazer uma beberagem, isto é, colocar nelas uma mistura de barro e água, para protegê-las. É importante observar se os arbustos estão densos, bem formados, com folhas sadias, vários caules no nível do solo, sem pragas ou doenças.

Plantio
O ideal é abrir uma cova de 1m, depois fechá-la, deixando uma cova com o diâmetro do recipiente (saquinho) que deve ser retirado no plantio, esse procedimento deixa o solo mais solto e facilita o desenvolvimento da raiz, evitando que se enovele, em seguida, faz-se a calagem (uma etapa do preparo do solo para cultivo agrícola na qual se aplica calcário com o objetivo de elevar os teores de cálcio e magnésio e equilibrar o pH do solo) e adubação.
As Hortênsias, em solos alcalinos, ficam com as flores rosa e lilases e em solos mais ácidos, da cor azul.

CERCA VIVA OU SEBE
Tratam-se de maciços da espécie arbustiva ou arbórea.
Plantam-se em fileiras, não junto ao muro, dividindo o ambiente ou proporcionando intimidade ao local; tem a função de dimuir os ruídos, reduzir a poeira, servir como quebra-vento, esconder locais com vistas não agradáveis, impedir a passagem de pessoas a locais restritos.

Entre uma planta e outra o ideal é manter mais ou menos 25 cm de distância uma da outra.

Categorias quanto ao porte
* Porte pequeno ou porte baixo de até 1,5 cm. Exemplo: Coroa-de-cristo
Usa-se em locais à beira do caminho, margens de canteiros.;

* Porte médio de 1,5 cm até 3 m. Exemplo: Camarão, Bela-Emília.
Faz-se a cerca viva em maciços destinados as linhas retas e monótonas dos alicarces de construção ou, também, para interromper fileiras de janelas, etc.

* Porte grande de 3 m até 6 m. Exemplo: Hibisco, Azaléia, Caliandra.
Usa-se em canto de muro, retaguarda de canteiro, para formar fundos.

Obs.: É aconselhável colocar poucas espécies.

Preparo do solo
A maioria dos arbustos prefere solo levemente ácido. Abaixa o pH: 50g de enxofre / m ou 150 g de sulfato de ferro / m.

Adubação
Na primavera NPK 6-12-6; e no fim do outono, farinha de osso.
Obs.: O sulfato de amônia é ótimo para Azaléia.
A superalimentação é prejudicial ao arbusto, queima as raízes.

Poda
As plantas em geral podem ser podadas e muitas, não necessariamente.
Na poda é necessário fazer a desinfecção dos instrumentos com água clorada ou sanitária, ou até mesmo mediante flambagem, para evitar a contaminação.

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Caliandras

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As Caliandras pertencem à família Leguminosae  e o gênero Calliandra compreende mais de 150 espécies de arbustos ou arvoretas, originárias de zonas tropicais e subtropicais das Américas. No Brasil podem ser encontradas em seu habitat natural, na região de Cerrado, chegando até as áreas de Caatinga no Nordeste, mas também em outras regiões com climas mais amenos.

Por ser uma leguminosa que apresenta folhas em folíolos (bipinadas) estes por sua vez divididos em outras folinhas ainda menores. O Nome do gênero também e decorrente da numerosa presença de estames, tem sua origem etimológica no grego e significa estames bonitos.

As caliandras despertam bastante interesse não somente pelo seu potencial paisagístico, proporcionado pelo aspecto exótico das suas inflorescências, mas também pela sua elevada rusticidade, adaptando-se as mais diferentes paisagens.

Além do valor ornamental, a madeira em algumas espécies e extremante dura, sendo utilizada para a fabricação de bengalas e cabos de ferramentas.

As caliandras gostam de muita luminosidade, preferem sol pleno, ou pelo menos 5 a 6 horas diárias, quanto ao solo é pouquíssima exigente, mas apresenta melhores resultados em solos ricos em matéria orgânica e bem drenados, deve se tomar o cuidado de não encharcar demais o solo.

A propagação pode ser feita colhendo-se as sementes diretamente nos frutos, quando estes se abrem espontaneamente, ou então por estaquia; As estacas devem ter cerca de 20 cm de comprimento, retiradas de ramos mais lenhosos, sendo conveniente para se aumentar a taxa de ¨pegamento¨ a utilização de hormônios de enraizamento. As sementes devem passar por um processo de quebra de dormência, pois estas apresentam um tegumento bastante rígido.

Tendo-se as mudas deve-se abrir covas de 40 cmaproximadamente e adicionar partes iguais de areia, argila e material orgânico curtido.

Na época da floração, seu jardim irá ganhar um colorido vistoso e será muito visitado por beija-flores, que parecem ter uma predileção por essas plantas.

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Jasmim-da-noite (Cestrum nocturnum)

Espécie vegetal que faz parte da família de plantas chamada de Solanaceae que é composta por 10 gêneros e 3.000 espécies distintas. Essas plantas são encontradas com facilidade na América do Sul. As espécies desta família são encontradas como árvores, ervas e trepadeiras. As espécies que compõem a família das Solanaceae possuem como característica a facilidade de se adaptarem aos diferentes climas, devido a sua rusticidade.

É uma planta nativa do continente Americano (América do Sul, América do Norte e América Central), sendo oriunda do México e das Antilhas. Existem algumas espécies que são oriundas da Índia.

Planta conhecida por exalar um perfume peculiar no período noturno. O perfume desta espécie vegetal está entre os mais fortes exalados por plantas. É  também conhecida como: Flor-da-Noite,  Rainha-da-Noite.

Características da planta
A Dama da Noite é uma planta arbustiva (são aquelas espécies que apresentam um porte pequeno quando comparadas as arvores e se caracterizam por ramificarem muito próximo ao solo)

O habitat da natural da planta hábitat naturais, são as regiões que possuem o clima tropical. No entanto, essa espécie vegetal se adapta a ser cultivada em locais que apresentam clima equatorial e subtropical. É uma espécie vegetal rústica, que exige poucos cuidados para cultivo, necessitando apenas que o local de cultivo seja quente e úmido.

Deve ser cultivada sob pleno sol ou no máximo a meia sombra quando cultivadas em locais extremamente quentes. Seu cultivo em locais a meia sombra tende a diminuir o forte perfume da planta, pois desta forma a floração será menor, o que acabará resultando em menor perfume exalado. O solo ideal para o cultivo é o do tipo arenoso e o solo deve ser fértil e que apresente uma boa capacidade de drenagem. Para manter a fertilidade do solo, é interessante que seja feito o uso de material orgânico para enriquecimento do solo.

As irrigações devem ser feitas de forma regular, para que o solo mantenha condições adequadas de cultivo para a espécie. O ideal é que se irrigue apenas quando o solo estiver seco.

A poda deve ser realizada após a floração principal, não suporta temperaturas frias (frio intenso e geadas fortes) e a salinidade (não deve ser cultivada em locais próximo a praia). A Dama da Noite é uma planta de muito vigor e que cresce de forma rápida. Ela pode ser cultivada de forma isolada, contudo ela fica muito bem em um jardim quando cultivada em pequenos grupos.

Pode ser cultivada em vasos, contudo precisará de bastante atenção com as adubações e as regas, pois elas precisarão ser mais frequentes que o normal. Também pode ser conduzida tipo uma arvoreta e trepadeira, isso acontece através da realização das podas e do tutoramento da espécie vegetal. Fazendo isso, a planta irá perfumar pátios, calcadas e servindo como uma cobertura natural de arcos, treliças, caramanchões e outros tipos de suportes.

É interessante que não se cultive próxima a janelas de quartos, principalmente de crianças e pessoas sensíveis, pois a forte fragrância chega a ser enjoativa para algumas pessoas e até mesmo causar relações alérgicas.

Sua multiplicação pode ser através de sementes e por estaquia. Normalmente se multiplica na época da primavera e do verão. A multiplicação por sementes consiste em dispersar as sementes que são geradas pelas flores em locais apropriados para o cultivo, para que desta forma as sementes consigam enraizar, se desenvolver e gerar novas plantas.

A multiplicação por estaquia consiste na separação de estacas com as pontas do ramo, essas estacas precisam ter ramos, folhas e raízes para que quando colocadas em local de cultivo e tenham condições de gerar uma nova espécie.

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