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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Camellia_japonica

A Camélia, também conhecida como Japoneira, consiste em um arbusto de grande porte nativo da Ásia que apresenta enormes flores multicoloridas que desabrocham durante as épocas mais frias do ano.

Infelizmente é uma planta frágil a climas quentes muito agressivas, o que torna seu cultivo difícil nas regiões mais quentes do país, porém no sul e sudeste é possível achar desta planta adornando a frente de casas.

Cultivo
Esta é uma planta bem resistente a locais de clima frio, na hora de escolher um local para plantá-la nossa maior preocupação é protegê-la do sol a pino durante seus primeiros meses, ou caso você more em locais muito quentes, deve cultivá-la apenas se tiver a sua disposição a sombra de um árvore de grande porte para proteger sua camélia mesmo quando ela já estiver grande.

Pode-se plantá-la também em vasos em mantê-la protegida do sol em lugares internos bem iluminados, mas lembre-se que mesmo sendo um arbusto, essa é uma planta de grande porte que pode chegar a uns cinco metros de altura, logo utilize um vaso bem grande e mantenha-o em um lugar com um pé direito respeitável.

No momento de plantá-la, cave e revolva bastante o terreno em volta de onde for depositar o torrão para que o solo fique fofo o suficiente para que as raízes da planta cresçam bem. Adicione na cova um solo devidamente preparado para garantir que não faltará a planta nutrientes. Após o plantio irrigue bem durante os meses seguintes, é aconselhável plantá-la antes do começo do verão para que a chuva auxilie esse trabalho.

camelia japonica

Tipo de solo
Devido a essa planta apreciar um solo ácido e denso em nutrientes devemos utilizar uma boa dose de adubo orgânico, porém evitando farinha de osso pois o cálcio deixa o solo menos ácido.

Misture a terra cerca de um terço de fertilizante orgânico, preferencialmente um que possua húmus de minhoca, isso garantirá nitrogênio suficiente para o crescimento da planta. A adição de um pouco de areia grossa pode ser útil também para melhorar a drenagem se o solo inicialmente tinha a característica de reter água demasiadamente.

Anualmente antes de iniciar a época de floração (logo, no final do verão), adicione ao solo também adubo NPK rico em fósforo para estimular uma maior densidade de flores. Com a planta já adulta podemos utilizar a farinha de osso que é rica em fósforo também, porém moderadamente para não tornar o solo muito alcalino.

Camellia_japonica_Pink

Como cuidar
Anualmente podemos fazer uma pode de formação, aconselha-se fazer após a época de floração e aproveitar para fazer a limpeza da planta que provavelmente estará coberta de flores mortas.

Regas deverão ser feitas de forma a não deixar que o solo resseque, regando-a em dias intercalados já será o suficiente se ela estiver em meia sombra ou nas épocas mais frias do ano, porém durante o calor ou enquanto a planta ainda está em fase de crescimento nos primeiros anos é interessante reforçar um pouco com os cuidados.

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ligustrinho

O Ligustrinho é uma espécie vegetal arbustiva bastante conhecida na arte da topiaria, que nada mais é do que a arte de podar plantas de maneira ornamental.

Essa espécie vegetal  pode ser encontrada tanto na forma de arbusto, como em forma de arvore

A planta é popularmente conhecida por Alfeneiro, Ligustro-arbustivo, Ligustrinho, Ligustro, Ligustro-chinês e Alfeneiro-da-china e, é oriunda do continente asiático, sendo nativa da China e bastante encontrada em países como a China, a Coréia do Norte e Coréia do Sul.

A espécie vegetal pertence a família botânica Oleaceae, que é bastante utilizada na composição de decoração de ambientes residenciais.

As espécies vegetais que compõem a família botânica Oleaceae, ou as plantas Oleáceas, estão divididas em 30 diferentes gêneros que abrigam aproximadamente 600 diferentes espécies. No Brasil são encontrados apenas 4 gêneros e cerca de 15 espécies.

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Uma das principais características das espécies vegetais Oleáceas é que as suas flores são actinomorfas, isto é, apresentam simetria de forma radial – se dividem de diversas formas e a divisão apresentará o mesmo resultado, partes iguais.

Essas espécies vegetais apresentam importância na área do paisagismo (as espécies que pertencem aos gêneros Ligustrum e Jasminum), assim como importância econômica, pois da espécie mais conhecida desta família, a Oliveira, é possível extrair óleos e azeite, e das outras espécies pode se extrair madeiras finas e outros tipos de suprimentos como as apreciadas azeitonas.

Das folhas das espécies vegetais Oleáceas podem ser extraídos chás de cunho medicinal.

As características da planta Ligustrinho
A Ligustrinho se caracteriza por ser um arbusto com muitas ramificações, sendo uma planta bastante compacta e que apresenta certo grau de rusticidade, isto é, a planta consegue se desenvolver sem a tomada de tantos cuidados da parte de quem a cultiva.

A espécie vegetal apresenta ciclo de vida perene, isto é, o seu tempo de vida tende a ser maior que 2 anos quando a planta é cultivada nas condições adequadas e corretas, inclusive devido a esse fato a Ligustrinho pode ser usada para compor as chamadas cercas vivas (cercas feitas de plantas), que quando realizadas através da arte da topiaria, causam um efeito ornamental muito bonito e que acaba chamando a atenção das pessoas devido a grande beleza que ficará no local que possui uma cerca viva repleta de Ligustrinhos.

A Ligustrinho é uma espécie vegetal de médio porte, que atinge uma altura média de 3 a 4 m.

ligustrinho

As folhas se caracterizam por apresentarem um tamanho pequeno. Outra característica desta espécie vegetal, é que ela acaba ocorrendo em muitas variedades (espécies variegadas) o que acaba gerando plantas com ramos relativamente eretos e com folhas com uma cor variada, tendendo para o azul (um verde azulado). Nos jardins é mais fácil encontrarmos as espécies variegadas da Ligustrinho.

As folhas da Ligustrinho é que concedem a característica ornamental dessa espécie vegetal.

As inflorescências da planta se caracterizam por serem curtas e geralmente se formarem na primavera. As flores são de cor branca e possuem pequena importância com relação a ornamentação e paisagismo. As formas variegadas se caracterizam por dificilmente conseguirem florescer.

Ela é utilizada de forma ampla na arte da topiaria e na composição de cercas vivas, além disso essa espécie vegetal gera um grande contraste quando cultivada junto de outras plantas de coloração verde.

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O Cultivo da Ligustrinho
Essa espécie vegetal pode ser encontrada em locais que apresentam climas: temperado, mediterrâneo, tropical, sub tropical e oceânico.

Deve ser cultivada sob o sol pleno, tanto de forma isolada como em grupos, ou combinadas com outras espécies vegetais. Como ela é uma planta típica de locais que apresentam clima mais ameno e frio, a Ligustrinho consegue tolerar o frio e até mesmo as geadas.

Se caracteriza por ser uma planta que possui um alto grau de resistência, tanto que mal apresenta problemas com relação a temperatura, tanto que as suas folhas possuem um certo grau de resistência de exposição ao sol e não sofrer queimaduras devido a esse fator.

Essa espécie necessita ser cultivada em local que apresenta solo fértil e com boa capacidade de drenagem.

O solo pode ser mantido fértil com a aplicação de adubo ou através de fertilizações realizadas de maneira periódica.

Com relação à drenagem, é importante que o solo apresente uma boa capacidade de absorção da água, principalmente a utilizada para irrigação, pois o solo não deve ficar encharcado, pois essa situação pode causar o apodrecimento das raízes da planta.

A rega deve ser feita sempre que o solo se encontrar seco, para que a planta aproveite e absorva a água de uma maneira melhor.

Para melhor aproveitamento das utilidades da Ligustrinho (tanto na arte da topiaria quanto na formação de cercas vivas), é importante que seja realizada a poda de forma periódica para que a planta se mantenha constantemente bonita e o crescimento da planta acabe sendo controlado da maneira que a pessoa deseja.

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Multiplicação
A é uma espécie vegetal que se multiplica de 2 maneiras: por dispersão de suas sementes e por estaquia.

A multiplicação por meio da dispersão das sementes consiste em colocar as sementes da planta em locais apropriados para o cultivo e gerar as condições necessárias (rega, adubação, iluminação e etc.) de forma que a semente consiga germinar e gerar uma nova planta.

A multiplicação por estaquia consiste em realizar a formação de estacas nas pontas dos ramos da planta. As estacas serão formadas e cortadas da planta para serem colocadas em local apropriado para cultivo, por isso essa estaca precisa possuir folhas, raízes e ramos, de forma que quando transportadas para um novo local, a planta tenha condições de conseguir se desenvolver e crescer.

O período ideal para a preparação das estacas é no inicio do inverno, e para que as estacas tenham melhor rendimento na propagação da Ligustrinho, elas podem ser enraizadas em estufas para ficarem melhor acomodadas.

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heliconia

Famosa entre os amantes de faunas diversificadas, ela é tão bela que tem fãs no mundo todo. O pássaro-de-fogo é considerado como uma planta tropical.

É uma planta originária da América do Sul, e seus nomes populares podem ser os seguintes: pacova-branca, tracoá, caetê-vermelho, helicônia e bananeira-silvestre. A espécie se destaca pelo forte colorido das inflorescências e pela folhagem abundante.

O seu caule é formado por rizomas e com longos pecíolos, que dão base para a sustentação de folhas grandes, verdes e com a enervação marcada. Seu ciclo de vida é perene, isto é, tem vida longa.

Apesar de ser uma herbácea, o seu porte é arbustivo, e ela chega a atingir de 1,5 a 4 m de altura. As suas inflorescências lembram espigas, são eretas e surgem nas estações quentes (primavera e verão).

Elas são formadas por grandes brácteas de um vibrante vermelho alaranjado, com uma margem verde superior.

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Suas flores são pequenas, tubulares e da cor branca. Como suas flores são nectaríferas, ou seja, possuem a capacidade de produzir néctar, os pássaros de fogo atraem animais, como morcegos e beija-flores, que acabam sendo seus principais polinizadores.

O seus frutos são drupas, que se tornam azuis quando amadurecem. As inflorescências dessa planta são excelentes para serem usadas como elementos decorativos, já que são muito duráveis e resistentes, além de belíssimas. A sua grande variedade de cores permite criar diversos tipos de arranjos florais.

Já no paisagismo, essa planta se sobressai pela exótica folhagem e flores de cores fortes. Ela é muito utilizada especialmente em jardins tropicais, em canteiros, em cercas, em muros e em maciços e bordaduras informais. O pássaro de fogo, à medida que vai se desenvolvendo, tende a cercar os caminhos, proporcionando sensação acolhedora e bonita. Além disso, as plantas são excelentes controladoras térmicas, deixando o lugar mais fresco.

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Como cultivar essa planta em seu jardim.
Ela é ideal para ser cultivada em vasos largos e estufas que possuam clima temperado. O pássaro precisa de sol ou meia-sombra para se desenvolver bem, além de estar em um solo fértil, drenável, adubado com matéria orgânica e regado sempre que possível.

As suas folhas são sensíveis ao frio extremo e geadas, mas caso a planta seja atingida, não se preocupe, pois ela brotará novamente na primavera seguinte.

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A rosa-do-japão pertence à família Rosaceae e também é conhecida como Roseira-do-japão, Kerria, Querria, Rosa-japonesa.

Quem vê a rosa-do-japão pela primeira vez se encanta pela vivacidade da planta. A bela Kerria japonica é um arbusto lenhoso, decíduo, de clima temperado e que se apresenta repleto de flores na maioria das vezes.

Sua ramagem arqueada, ramificada e abundante cria um denso arbusto, mais largo do que alto, com cerca de 2,5 m de largura por 1,2 m de altura.

Na maioria das vezes suas folhas são verdes, ovais, alternas, simples e com as margens serrilhadas, porém pode ser encontrada também com uma variedade de folhas variegadas.

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Suas flores são múltiplas e ocorrem durante a Primavera. São amarelas e podem ser tanto simples como dobradas, de acordo com a cultivar. Logo após esta floração se for feita uma poda, é possível obter uma segunda floração no Outono.

A Kerria apresenta crescimento rápido e floração precoce, seus ramos pendentes são ideais para áreas de aclive, pode ser cultivada  em gramados de forma isolada ou em renques junto a muros ou cercas.

Pode ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, sempre em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e com regas periódicas.

A vantagem de cultivá-la em áreas sombreadas é que suas flores duram mais tempo, porém se for cultivada em sol pleno a floração é mais abundante.

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A poda para estimular a floração da Kerria deve ser feita todo ano durante o Inverno. A bela espécie aprecia o clima subtropical e temperado, mas deve ser protegida de ventos fortes.

Multiplica-se facilmente por meio de estaquia, sendo possível também separar as brotações naturais que surgem entorno da planta mãe e fazer mergulhia e alporques.

Alerta:
A Kerria japonica possui espinhos. Use luvas ao manusear os ramos ou efetuar podas.

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As Azaléias devem ser podadas no início da primavera ou quando as flores já estiverem em plena floração.

Os arbustos devem ser podados periodicamente para que a planta tenha espaço para um novo crescimento, mas um corte inadequado pode fazê-la crescer descontroladamente ou danificá-la, evitando futuras florações. Saber o local certo de onde cortar é importante para manter a saúde da planta.

Galhos na sombra
A poda da azaléia começa com ramos sombreados que têm pouca esperança de ver a luz solar, pois são propensos a morrerem e se tornarem velhos. Por isso, é melhor removê-los primeiro.

Corte galhos sombreados na parte de trás do tronco principal, se possível. Se não for possível, basta remover a parte do ramo que está na sombra, ou o que puder ser alcançado com uma tesoura de poda.

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Galhos mortos
O crescimento desigual e galhos mortos devem ser removidos da planta. Os maiores podem crescer para fora do arbusto, tornando a planta irregular.

Corte galhos altos em um junção em que um outro ramo começou a crescer. Cerca de 2/3 devem ser cortados. Arranque gentilmente pedaços de galhos mortos com a unha até aparecer o verde da madeira, e corte-o neste ponto.

Manutenção do tamanho
As azaléias crescem vigorosamente e podem ameaçar invadir canteiros, decks e calçadas. A poda ajuda a manter uma forma e tamanho atraente. Identifique os pedaços que estão mostrando sinais de muito crescimento.

Corte as extremidades na junção que há outro ramo crescendo, chegando à parte interior do arbusto. Não tenha medo de cortar profundamente, a poda estimula o crescimento novo que cobrirá buracos.

Azaleia

Estacas e ponteiras
Pequenas estacas podem aparecer ao redor da base de azaléia, sendo susceptíveis a serem sombreadas pelo resto da planta. Por isso, pode-as conforme aparecem.

Com azaléias jovens, é melhor deixar pelo menos três para que novos ramos principais possam se formar. Se a planta estiver com uma aparência magra, retire os novos rebentos para incentivar um crescimento revigorado.

As estacas devem ser fáceis de quebrar, quando dobradas. Faça isso no auge do verão, nos meses de dezembro ou janeiro. Não pode no final da estação, já que nenhum novo crescimento será produzido.

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Dicas
* Caso você pode algum galho que pareça doente,  limpe a tesoura com água sanitária diluída antes de aparar o galho seguinte. Isto ajudará a prevenir a propagação da doença aos galhos saudáveis.

* Azaléias florescem apenas uma vez por ano, na primavera. A melhor época para podar é logo depois que as flores sumirem.

* Enquanto estiver aprendendo a podar, só use tesouras de poda. Podadeiras elétricas farão com que suas azaléias desenvolvam galhos pequenos e com vários ramos, que não são muito bonitos.

* Para ter azaléias mais bonitas e saudáveis, pode-as a cada 3 a 4 anos.

* Pode ser bom usar luvas de jardinagem enquanto poda as azaléias, para proteger as mãos de bolhas, cortes e arranhões.

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Importante saber
* Não pode as azaléias após meados de dezembro, ou ela pode não florescer na estação seguinte. Azaléias produzem novos botões nessa época do ano, e se você cortá-los, ela não irá reproduzir botões novos até o verão seguinte.

* Não pode arbustos de azaléia em formas quadradas. Devido à forma como os ramos vão continuar a crescer, eles não manterão as formas e vão acabar parecendo disformes.

* Fungo pode se desenvolver em galhos de azaléia no final do verão, resultando em folhas murchas e galhos mortos. Se você observar essas alterações em sua planta, pode-a até que você veja a parte branca da madeira para evitar que o fungo se espalhe.

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A chuva-de-prata é uma planta da família Scrophuslariaceae e é uma das plantas mais desejadas para se cultivar em vasos e jardins, geralmente por causa do seu porte e pelas suas flores rosas arroxeadas, que despertam logo a curiosidade por sua beleza.

Beleza é o que não falta a esta bela espécie arbustiva originária da América do Norte, mais precisamente do deserto de Chiuahua.

Não importa onde plantar ela vai roubar a atenção e dar sofisticação ao ambiente, vasos, jardineiras, floreiras ou jardins ficaram mais convidativos e agradáveis, seu aspecto é ideal para montar jardim rochoso por sua inspiração desértica, mas é evidente que ela vai ficar bem de qualquer forma e em qualquer estilo de jardim.

As folhas são o maior charme desta bela espécie, com pubescência prateada que deu origem ao nome popular, suas folhas tem um aspecto de feltro que a torna única e inconfundível.

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Versátil e de pouca manutenção, a chuva-de-prata vem conquistando cada dia mais espaço no mercado de plantas e flores em todo o Brasil, de crescimento bem lento, necessita de poucas podas, é ideal para ser plantado isolado, em renques ou em grupo, sua floração acontece geralmente após as chuvas de verão.

Completando a baixa manutenção esta bela espécie precisa de regas esparsa, pode ser cultivada em solo bem drenado onde sua folhagem ficará mais densa e mais rala em terrenos mais úmidos.

A chuva-de-prata é uma boa opção para quem mora à beira-mar, inclusive se desenvolve bem até em solos pobres, não necessitando assim de muita adubação, é bem resistente ao calor e ao sol pleno, tolera o frio e a estiagem, quando adulta necessita de pouca água, cuidado que deve ser observado para as plantas pequenas ainda em desenvolvimento.

A rega deve acontecer pelo menos 2 vezes por semana. A aplicação de calcário ajuda a fortalecer a planta e sua multiplicação acontece por estacas semi lenhosas geralmente com  melhor resultado no final do verão ou sementes em qualquer época do ano.

É uma planta que oferece muitas vantagens. Ainda pode ser encontrado com outras cores, dependendo da variedade, branca, rosa, roxa ou azul.

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Curiosidade:
Além de bela, é medicinal, suas folhas e flores secas se ingeridas na forma de chá causa efeito calmante e sedativa, diminuindo irritabilidade e a ansiedade.

Mas cuidado antes de ingerir qualquer chá ou infusão, procure orientação médica, não incentivamos o consumo e não nos responsabilizamos por estas informações medicinais que foram difundidas pelo dito popular ao longo dos tempos.

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A Santolina é um arbusto entouceirado, sendo muito mais reconhecido por seu delicioso aroma, que perfuma tudo ao seu redor. É uma planta da família Asteraceae originário do Mediterrâneo e Europa. Apresenta porte baixo, alcançando de 30 a 90 cm de altura, contando com uma ramagem bastante ramificada, que acabam por formar densas moitas.

Suas folhas costumam apresentar uma coloração acinzentada, divididas finamente, pontiagudas e aromáticas, lembrando as folhas ciprestes. As flores são bastante delicadas e lembram pompons pequenos com cores amarelo brilhantes, e bastante perfumadas. Costumam florescer mais durante o verão.

No paisagismo, a santolina pode ser usada para formar bordaduras e maciços, para demarcar caminhos e canteiros. Em razão de ser rústica e possuir maior tolerância à falta d’água, acaba sendo a planta ideal para ser cultivada em jardins rupestres, que cumprem o estilo mediterrâneo, contemporâneo ou campestre.

As cores cinza de sua folhagem compõem um interessante contraste com outras plantas que apresentam cores verdes. As flores dessa planta, assim que colhidas, podem fazer parte de um bonito arranjo floral e, quando secas, são ótimas para pout pourri de ervas aromáticas, usada para manter a saúde dos armários, deixando-os longe das traças e ainda para que os mesmos fiquem perfumados, guarda-roupas e bibliotecas. Pode ser plantada em jardineiras e vasos.

Santolina Chamaecyparissus

Pode ser cultivada preferencialmente em sol pleno, em terras com perfeita drenagem, de preferência em arenosos, ricos em matéria orgânica e com irrigação com intervalos espaçados. Tolera períodos curtos de estiagem, e não gosta de solo encharcado. A poda suficiente ajuda na estimulação, no adensamento e ainda no formato mais arredondado do arbusto.

Depois de alguns anos, a planta pode vir a perder a beleza e precisa passar pelo replantio. Prefere um clima mais ameno de regiões tropicais ou subtropicais de altitude. Pode ser multiplicada por divisão da ramagem já com raiz, sementes ou estacas. É recomendado o espaçamento de aproximadamente 40 cm entre uma planta e outra.

A planta recebe outros nomes, como Abrótano-fêmea, Guarda-roupa, Camomila-de-mahón e Rosmaninho.

É uma planta que após ter sido podada acaba adquirindo o formato arredondado, mas se não for podada todos os anos pode se espalhar pelo chão, em ramas, e depois pode chegar a se abrir.

As flores são bastante delicadas e, por isso, chamam bastante a atenção nos jardins. E são amplamente utilizadas.

Costuma-se formar os jardins a partir de tonalidades diferentes de cinzas, contrastando com o amarelo. Precisa de muita água, e sol para se desenvolver de forma adequada.

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Propagação
A forma de se propagar esta planta é feita de maneiras distintas, podendo ser por meio da remoção de estaquias de galhos e por sementes.

Plantio através de sementes
Depois de colhidas as sementes, devem ser deixadas para secar fora do sol sobre um jornal. Após isso basta fazer a separação das sementes que parecem perfeitas e deixar em sementeiras ou ainda em caixotes que tenham uma mistura de areia e solo mineral ou ainda substrato de casca de arroz, desde que mantidos úmidos.

Depois da fase de semeadura, é necessário regar o substrato e deixar sob um saco plástico para auxiliar na manutenção da umidade.

Assim que ocorrer a brota das plantas é preciso remover o plástico, e ainda manter úmido o substrato até que as plantas se desenvolvam completamente.

O transplante da planta para seu lugar definitivo deve ocorre somente quando apresentar um número maior que seis folhinhas e, assim podem passar pelo manuseio.

O saco ou o pote deverá possuir grande quantidade de substrato rico em matéria orgânica, e mistura com partes iguais com solo mineral e areia, além de composto orgânico.

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Plantio através de estaquias de galhos
Outra maneira de se cultivar essa planta é remover os ponteiros de jovens ramos e deixar repousar em substrato inerte de casca de arroz ou de areia mantido úmido até que atinja a fase de enraizamento.

É necessário cobrir o substrato para procurar evitar que a umidade se perca. Depois de ocorrer o enraizamento, deve-se fazer o transporte dos potes para o mesmo preparado usado acima.

Para deixar no vaso definitivo ou no canteiro, deve-se primeiramente fazer a preparação do solo, revolvendo com uma profundidade aproximada de 15 cm, juntar adubo animal de aves ou de gado, bem curtido e ainda mais composto orgânico, misturando ambos.

O agregamento de adubo químico NPK na formulação de 10-10-10  pode ser feito se a terra estiver pobre demais em nutrientes, sendo que uma quantia de apenas 100 g/m², bem misturada a terra.

Faça um buraco que tenha o tamanho do torrão, coloque a muda e ponha por cima a terra, dando suaves apertadinhas para que fixe bem.

Depois de concluir o plantio é necessário que se faça a rega por meio de jatos d’água finos e leves. Como mencionamos anteriormente, a santolina é uma planta que precisa de bastante sol.

Seu cultivo pode se dar em lugares variados, como em jardineiras, vasos, canteiros extensos unitários ou em conjunto com palmeiras e árvores. Ainda é utilizada como acabamento de caminhos e bordadura de maciços.

Ela tolera um pouco as geadas e o frio, entretanto seu cultivo fica mais centrado em áreas de clima temperado.

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As cercas vivas além de deixar os espaços externos mais bonitos podem ter a função de proteger delimitando as áreas. Elas podem servir para dificultar a visão para uma parte do jardim, para dividi-lo em duas partes e por isso, as plantas devem ser escolhidas com base no que servirá a cerca viva.

Para cultivar uma, podemos escolher entre arbustos de média ou pequena dimensão e até mesmo algumas ervas servem para fazer uma cerca viva.

Algumas pessoas também usam a cerca viva para ter privacidade em um pequeno espaço, neste caso, quanto mais altos forem os arbustos, melhor será o resultado. Elas podem ser usadas tanto em projetos residenciais, como em fazendas, praças públicas e fazendas.

Cercas-vivas para dar conforto e privacidade
Se a ideia é ter um ambiente com mais conforto e principalmente, ter privacidade, a cerca viva deverá ser compacta e bem alta. Esse tipo de cerca pode ser usado, por exemplo, em volta de uma piscina ou mesmo numa área para churrasco do quintal da sua casa. Já quando a ideia é proteger o espaço de ventos fortes, poeira e barulho, o melhor é usar arbustos espinhosos, que inibem a tentativa de aproximação de visitantes indesejados.

Além da função de garantir privacidade para os momentos do uso da parte externa da casa, a cerca viva também é muito usada para “esconder” lixeiras, muros, pequenos depósitos e casas de máquina. Por isso, para que você tenha a cerca viva adequada para o que realmente deseja, quando contratar um paisagista, se for o caso, ele deve saber exatamente qual a função da mesma.

Os profissionais de paisagismo usam as cercas vivas para: criar caminhos para os pedestres, para atrair as espécies de fauna silvestre, para dar movimento ao espaço, para destacar elementos ou área, para dar estilo, para criar contraste e criar volume.

Podendo ser a cerca viva plantada para vários objetivos diferentes, podemos afirmar que existem várias plantas e cada uma se adapta melhor a cada situação escolhida. Além disso, é necessário considerar na hora do cultivo, o solo e o clima que a propriedade onde será plantada possui.

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Preparo do terreno e plantação de uma cerca-viva
Saiba que uma sebe pode demorar de 3 a 5 anos para chegar a altura máxima, o formato, a largura e ter a densidade e a resistência para se tornar uma cerca viva. Outro fator de extrema importância é que cada planta chegue à sua forma perfeita, porque basta que uma delas tenha uma falha para que a cerca não fique bem feita. Por isso, é muito importante cuidar bem de cada uma das plantas escolhidas para fazer a cerca viva.

Considere também o espaçamento ideal entre cada uma das mudas que foram escolhidas, isso fará toda a diferença no resultado final da sua cerca viva. É muito comum que as pessoas errem na hora de colocá-las. Colocar uma muda colada na outra pode prejudicar o crescimento porque ramos e raízes acabarão se sobrepondo uns sobre os outros e elas entrarão em “disputa” para ter nutrientes, água e luz.

Plantio de cercas-vivas
O melhor momento para fazê-lo é durante a primavera e terá que ser escolhido entre dois sistemas: linha dupla ou linha simples. Quando a opção é linha dupla é melhor escolher plantas que levem menos tempo para crescer e fiquem mais largas. Quando as covas são intercaladas, saiba que o espaço do jardim deverá ser maior, enquanto fazendo um alinha simples, basta uma única valeta.

Na hora de plantar
* O solo deverá ser “corrigido” com pH;
* O material orgânico usado e os adubos são de extrema importância, por isso, devem ser na medida certa para não queimar as raízes. Obedeça as recomendações de cada uma das espécies que você escolheu;
* Os compostos devem ser misturados muito bem com a terra e antes de efetuar o plantio deixe descansar uns dias
* Após o plantio faça irrigação todos os dias.

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A poda de cerca-viva
* A cerca viva só terá um estilo depois que você decidir a forma que ela será cortada, o modo e com que frequência.

* Você pode escolher entre os seguintes estilos: formal – quando elas são geométricas e compactas ou informal – quando elas são menos densas e ganham uma forma livre.

* Considere que as podas formais são para jardins nos estilos italiano ou inglês e que necessitam de sol pleno e também uma dedicação com a manutenção. Elas são feitas com o arbusto de crescimento moderado, neste caso, as folhas são mais firmes, são pequenas e perenes.

* Considere que as podas informais são mais indicadas para jardins com estilo rochoso, tropical ou campestre. Normalmente, esse tipo de cera é rústica e exige menos manutenção. É melhor deixá-la crescer de forma natural e somente depois criar a forma na poda.

* Não importa o estilo que você escolheu, a plantação passará por dois momentos: formação e manutenção.

* Durante a formação: faça em modo que a planta fique mais densa.

* Durante a poda de manutenção: neste momento é preciso que a planta tenha luz natural para evitar a perda de folhas.

* As formas que costumam dar mais trabalho na hora da manutenção são aquelas de forma redonda formal e a de forma quadrada. E saiba que a parte superior sempre cresce mais do que a parte inferior. Isso porque a parte de cima recebe mais luz do que a de baixo.

* Tenha cuidado durante o cultivo para que não sejam formadas calosidades nos ramos quando forem feitas as podas. Quando acontece esse tipo de engrossamento fica difícil manter uma boa saúde da cerca viva.

* Quando você escolhe para o cultivo da sua cerca viva plantas floríferas elas devem ser resguardadas, isto é, a poda não deve acontecer antes da floração, para que elas possam dar flores sem comprometê-las.

* Respeite a poda de cada uma das espécies floríferas, assim como as outras plantas, aquelas que produzem frutos. Apesar de que não é uma boa ideia usar plantas frutíferas na cerca viva.

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A Syringa L., chamada vulgarmente lilás, é um gênero botânico da família Oleaceae. É cultivada pela fragrância de suas flores, cuja cor varia conforme as espécies e as variedades. É encontrado na Eurásia temperada.

A planta é de origem oriental, provavelmente da Pérsia e foi introduzida na Europa muito provavelmente em meados do século XVI.

A espécie mais frequente é a Syringa vulgaris, o lilás comum. As suas folhas são opostas, ocasionalmente em verticilos de três, decíduas, pedunculadas e cordatas. As inflorescências desenvolvem-se em grandes panículas e em várias espécies possuem uma fragrância intensa.

As flores apresentam quatro pétalas, a corola formando um longo tubo na base. A cor mais frequente é o lilás, mas existem espécies com flores de cor branca ou avermelhada.

Agora imagine sentir o profundo e misterioso aroma de lilases entrando através da sua janela em uma noite quente de verão. Lilases não são difíceis de cultivar se as der bastante água e as plantar em local ensolarado.

Há mais de 100 espécies de lilases, todas elas crescem como arbustos ou árvores e produzem flores perfumadas. Vamos então aprender como cultivar e cuidar de lilases?

Syringa reticulata

Plantando Lilases
Visite uma floricultura para escolher uma variedade de lilás para cultivar. Além da cor, preste atenção à altura total de crescimento da planta.

Algumas plantas, como as Lilases Palibiniana e Superba, desenvolvem arbustos de 1,5 a 1,8 m de altura. Outras, como a Syringa reticulata, tornam-se árvores de 6 a 9 m.
* Você pode comprar plantas com raiz pegada ou uma cultivada em vaso de uma floricultura local ou encomendar de uma companhia de artigos para plantas.

A floricultura ou loja de jardinagem local deve ser capaz de te recomendar variedades de lilases que se desenvolvem melhor na sua região.

* Você também pode transplantar mudas vindas de um arbusto de lilás de um amigo ou vizinho. Desenterre e transplante mudas do arbusto de lilás de um amigo ou vizinho na primavera, logo que os brotos de folhas começam a formar ou quando as folhas recém-abertas ainda são pequenas.

Escolha mudas que tenham pelo menos 30 cm de altura. Use uma pá para desenterrar as mudas do solo com o máximo de raízes possível. Corte as mudas com a lâmina da pá para separá-la da planta mãe.

syringa-reticulata

Os lilases precisam de sol direto, então encontre um local que receba pelo menos 6 horas de sol por dia e que tenha uma boa circulação de ar. Os lilases cultivados em ar úmido, estagnado ou sem luz do sol o suficiente estão mais propensas a doenças.

Os lilases também precisam de solo bem drenado. Se a drenagem for um problema, crie um montinho ou base elevada para eles antes de plantar.
* Evite plantar lilases perto demais de uma parede ou árvore. As raízes de lilases precisam de espaço para se espalhar.

Deixe os lilases prontos para plantar. Mergulhe as raízes em água morna por 10-15 min. Solte o torrão de raízes usando seus dedos para separar gentilmente as raízes.

Planeje para plantar o lilás na primavera ou outono. Cave um buraco no solo fundo o bastante para enterrar as raízes. A base da planta deve se assentar ao nível do solo. Depois de assentar o lilás no buraco, encha-o até a metade com solo, depois regue antes de encher o resto do buraco. Coloque o solo até a altura em que começam as raízes na base da muda. Cobrir a muda para além desse ponto pode sufocar as raízes e matar a planta.
* Se o solo onde você vive não é muito rico, acrescente um pouco de composto, farinha de osso ou fertilizante no buraco antes de plantar o lilás.
* Se você tem um solo ácido, jogue cal no solo sobre as raízes do lilás. Siga as instruções de aplicação do fabricante e reaplique a cada período de 3 a 5 anos. Os lilases preferem um pH de neutro a levemente ácido, de 5 a 7.
* Se você está plantando mais de um arbusto de lilás, cave os buracos a uma distancia de 1,5 a 4,5 metros uns dos outros, dependendo de qual variedade está plantando.

Syringa vulgaris
Cuidando dos Lilases
Mantenha seus lilases regados.
Regue várias vezes na semana por todo o verão, exceto quando sua região tiver chuvas intensas. Regue bastante na base das plantas e deixe o solo secar antes de regar de novo.

Fertilize os lilases na primavera. Use composto ou um fertilizante geral balanceado uma vez por ano na primavera. Dependendo das condições do solo, você pode precisar fertilizar de novo quando as primeiras flores começarem a abrir.

Pode os lilases regularmente para aumentar as floradas e a circulação de ar. Ao fim do inverno, corte alguns dos galhos maiores e mais velhos o mais perto do chão quanto possível. Retire galhos de partes diferentes, incluindo o centro, para abrir o arbusto onde for necessário. Nunca remova mais que 1/4 dos galhos de uma vez.
* Remova galhos doentes ou estragados e brotos nascendo da base tão logo os veja.
* Corte as flores mortas para evitar que a planta direcione nutrientes para formar as sementes.
* A poda do arbusto novamente no outono, depois da florescência, é feita para modelar ou remover galhos com baixa produção de flores.

Syringa_vulgaris

Dicas
Jogue cinzas da sua lareira ou fogueira no solo em volta e abaixo dos seus arbustos de lilás para aumentar o tamanho e o número de flores que eles produzem.

Embora as chances de sucesso sejam extremamente baixas, é possível propagar os lilases retirando uma estaquia de um arbusto já estabelecido. Para aumentar suas chances de sucesso, tente no começo da primavera e corte as pontas de um dos galhos depois que as folhas novas tenham formado, mas antes que as folhas tenham aberto. Coloque a ponta do galho em água para ver se as raízes se desenvolvem.

Importante saber
Míldio é uma doença fúngica que afeta os lilases próximo ao fim do verão. O fungo não danifica diretamente a planta, mas reduz a produção de energia e deixando-a feia.

Locais ensolarados com boa circulação de ar podem diminuir as chances de míldio.

As aplicações de fungicidas funcionam como uma medida preventiva, mas devem ser aplicada antes de o míldio ser visível na planta.

flores abrindo gig

Euphorbia_Milii

O colchão-de-noivas é um arbusto espinhoso originário de Madagascar e muito difundido no Brasil, onde é utilizado como planta ornamental e como proteção em cercas vivas.

Essa planta pertencente ao gênero Euphorbia consiste em um arbusto perene de até 2 m de altura, bastante ramificado, com longos ramos contorcidos, providos de numerosos espinhos afiados em forma de agulhas, medindo cerca de 3 cm de comprimento.

A planta é semi-herbácea, e apresenta espinhos rígidos e folhas concentradas principalmente na parte superior dos ramos. Possui pequenas inflorescências protegidas por brácteas de coloração vermelha, podendo apresentar variedades de coloração amarela que dependendo da intensidade de sol se tornam levemente róseas.

A planta é um arbusto perene que possui látex cáustico e irritante, que pode afetar as mucosas nasais, orais e oculares. Quando entra em contato com os olhos ocasiona conjuntivite podendo causar lesões mais graves levando a perfuração da córnea e cegueira.

O contato com a pele pode causar queimaduras, e a formação de vesículas e pústulas. O contato com a mucosa oral ou no caso de mastigação e ingestão pode provocar salivação, náuseas, vômitos e até diarreia.

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Apresentam grandes variações de tamanho, indo de cerca de 1,5 até 2,5 m de altura, muito ramificado, com ramos compridos e contorcidos, armados de numerosos espinhos com cerca de 2,5 cm de comprimento.

As flores são unissexuais, reunidas em inflorescências com pedúnculos longos e brácteas vermelhas ou amarelas. Possuem uma beleza e delicadeza ímpares, sendo perfeitas para decorar jardins externos.

A planta é também conhecida popularmente como Coroa-de-espinhos, Dois-irmãos, Martírios ou Coração-de-Cristo, e podem ser usadas como como cerca viva, além de apresentar flores arredondadas de cor rosa, amarelas ou branca.

Se adapta com maior facilidade às regiões com os climas Tropical, Subtropical e Equatorial, visto que ela necessita de temperaturas elevadas para se desenvolverem.

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Época de florescimento
O colchão-de-noiva é uma flor de ciclo de vida perene, logo possui a capacidade de florescer durante todo o ano. Porém, a sua floração é mais intensa durante as estações primavera e verão, pois a planta se desenvolver mais facilmente com temperaturas elevadas. Ao crescerem, as flores podem atingir o tamanho de 60 a 90 cm de altura.

Cultivo
Apesar da aparência delicada, as flores colchão-de-noiva são bastante resistentes, necessitando de poucos cuidados durante o seu cultivo. Como esta é uma planta de porte grande, o ideal é plantá-la diretamente no jardim, ancorando-a em cercas, muros ou treliças para que o seu crescimento seja conduzido em formato de trepadeira.

Antes de fixar a planta no solo é recomendado enriquecê-lo. Portanto, revire a terra e posteriormente acrescente matéria orgânica, deixando agir por, pelo menos, 3 dia, após este período pode-se fazer o plantio normalmente.

Com relação à irrigação, é indicado regar as flores semanalmente, aumentando para duas vezes por semana durante a primavera e verão, mas é necessário tomar cuidado para não encharcar o solo para não apodrecer a raiz.

luar cheia