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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

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Todos aqueles que querem começar um jardim, deveriam conhecer a teoria da jardinagem para que a sua plantação seja feita da forma mais certa.

Além de conhecer jardinagem, você precisa ainda conhecer mais cada planta que você vai cultivar, já que cada uma dessas pede uma quantidade de sol ideal, uma quantidade de água ideal, uma quantidade de adubo ideal, entre outras necessidades.

As plantas vivem como nós humanos, alguns precisam de mais ou menos vitaminas e nutrientes, outros consomem mais água, alguns não podem passar muito tempo ao sol, etc.

A Veigela é um ótimo exemplo de planta que se você não atentar bem sobre o cultivo, poderá ter problemas na plantação. Essa planta é um arbusto, sendo considerado rústico, mas com algumas necessidades que devem ser observadas principalmente no primeiro ano da sua planta.

De todos os cuidados essenciais para essa planta, você vai perceber que algumas são mais delicadas e “cobrarão” um pouco mais da sua atenção, como acontece com a temperatura ideal para planta.

Abaixo será encontrada as principais características sobre o cultivo da Veigela, assim como as principais características dessa planta que pode ser cultivada facilmente em seu jardim.

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A Veigela está entre as espécies de plantas da família das Caprifoliaceae. É de origem do continente asiático com muita incidência na China, na Coréia do Norte e na Coréia do Sul e, portanto, algumas características desses lugares implicam e muito no desenvolvimento da planta. Uma dessas características é o melhor clima para cultivar a planta sendo o subtropical, o temperado e o tropical os mais indicados nesse caso.

Essa planta categorizada como arbustos e cercas vivas, apesar de ser originária dos lugares acima citados, pode ser facilmente cultivada em qualquer parte do mundo desde que este ofereça as condições ideais de clima, umidade e iluminação.

Sendo cultivada de acordo com as condições citadas mais abaixo, a Veigela pode crescer entre 90 cm e 3 m de altura, chegando a esse máximo já na fase adulta de sua vida. A planta apresenta um ciclo de vida perene o que significa que você terá esse tipo de plantação brotando durante o ano inteiro em seu jardim.

Fisicamente, essa é uma planta muito ramificada e estas ramagens se apresentam sempre bem ereta e arqueada, o que faz com que o seu florescimento crie um aspecto decorativo, por isso a planta ser tão utilizada como cerca viva.

As suas folhas são ovaladas e postas de forma oposta em cada ramo com alguns poucos pecíolos e margem serrilhadas, todas sempre alternando entre a tonalidade verde e avermelhada.

As flores apresentam-se sempre solitárias ou em alguns poucos cachos, sempre na extremidade de cada ramo. Elas são pequenas e as cores variam podendo ser rosa, amarela, branca ou vermelha. Os frutos, em forma de cápsula, são secos, mas contém muitas sementes.

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Cultivo da Veigela
Por ser uma planta rústica, não há muita preocupação com os cuidados, pois a Veigela não vai cobrar tanto isso de você. A manutenção da planta fica restrita a praticamente as adubações anuais assim como as podas que também devem ser feitas com esse intervalo de tempo.

O cultivo regular deve ser feito sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, drenado, rico em matéria orgânica e irrigado com regularidade certa. Apesar de para o cultivo certo ser indicado o sol pleno, a planta vai preferir ser cultivada em clima frio e com um pouco de umidade. Essa planta também não vai tolerar climas muito quentes, principalmente o calor tropical e não responde muito bem aos períodos de estiagem. Se você for cultivar a Veigela em locais onde o clima predominante é o subtropical, você deve deixar sempre a sua planta à meia sombra para ela crescer bem.

A fertilização, independente de clima, deve ser rica em fósforo no início e no final da primavera, pois isso vai estimular a floração da planta. Quanto terminar a floração da Veigela, você deve podar no máximo um terço dos ramos mais velhos para dar espaço aos novos que crescerão na próxima floração. Sua reprodução é feita por estaquias feita a partir dos ramos lenhosos e por sementes.

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Doenças da Planta
Toda planta está sujeita a adquirir algumas doenças e não seria diferente com a veigela. Ela apresenta as doenças comuns tanto em cercas vivas quanto em arbustos e você precisa atentar-se muito para que sua planta não seja contaminada. Sendo uma planta rústica, como vocês puderam já notar nas afirmações mais acima citadas, pode ocorrer o aparecimento de algumas doenças e fungos, e dificilmente você perceberá.

O problema mais comum é a podridão da raiz que pode acontecer com a sua planta. Isso acontece porque a Veigela vai exigir um solo bem úmido e o clima ideal não é o com temperaturas mais altas, vai acontecer de períodos onde você vai irrigar sua planta e o solo permanecerá ainda úmido por um tempo além do ideal. Isso vai gerar um crescimento de madeira apodrecida além de folhas murchas.

O Oídio é outro problema comum na veigela. Esse fungo passa a agir na planta através da absorção de seus nutrientes o que deixa uma nódoa esbranquiçada nas folhas.

Para tratar de qualquer um desses problemas, o ideal é você procurar produtos fungicidas que são facilmente encontrados em lojas que vendem produtos para plantas. A aplicação vai variar de acordo com cada fungicida e alguns ainda serão necessários a sua mistura com água devido a concentração em alto volume.

Opte sempre pelos mais naturais para evitar que agridam tanto a sua planta e só suspensa a aplicação quando perceber que o a doença sumiu por completo.

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Viburnum tinus

Existem três diferentes sub-espécies desta planta, que é originária da região do Mar Mediterrâneo e da Macaronésia, estando também presente nas Ilhas Canárias. Esta planta pertence à família da família Adoxaceae e é frequentemente usada como ornamentação na América do Norte e na Europa Ocidental, pois é sempre verde e floresce mesmo no inverno.

Pode aparecer, ainda que raramente, como uma pequena árvore, mas a maior frequência é de arbustos. Seu tamanho pode chegar até 7 m de altura, embora seja mais comum que tenha apenas pouco mais do que 2 m.

Suas folhas são perenes e podem durar entre dois e três anos. São distribuídas em pares opostos, variando de tamanho, entre 4 e 10 cm de largura por 2 a 4 cm de comprimento.

Produz, sobretudo, flores brancas e em grande densidade, que aparecem durante o inverno. O fruto tem coloração entre o azul escuro e o preto, com cerca de 7 mm de comprimento

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Esses frutos não podem ser consumidos, isso em virtude de serem venenosos, o que faz com que a planta não seja recomendada para quem tem animais domésticos com tendência a mexer em tudo, por conta do risco de intoxicação.

Seu crescimento natural é mais comum em florestas de carvalhos. Tem preferência por lugares úmidos e com bastante sombra, em altitudes de até 800 m. O cultivo da planta criou variações, sobretudo na coloração das flores e frutos, ainda que mantendo as características originais.

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Há cultivares apropriadas para cada função no jardim, algumas com folhagens mais densas, outras mais floríferas, etc, de acordo com a necessidade.

Seu cultivo deve ser a sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares, principalmente no primeiro ano após o plantio.

Se for queimado por geadas, ele rebrotará na primavera.  É frequentemente a fonte de alimentação de besouros comedores de folhas, que podem acabar por matar a planta. Apesar de preferir climas medianos, pode aguentar o frio de até -10ºC.

Sua floração dura entre os meses de janeiro e abril em sua região natal, enquanto os frutos aparecem durante o verão.

A propagação pode ser feita tanto através de sementes quanto por meio de estacas. Ao propagar as sementes, a planta deve ser colocada na terra quando madura, aguardando uma germinação lenta e que pode durar até 18 meses.

As sementes verdes que são semeadas rapidamente por vezes germinam durante a primavera. As armazenadas precisam de 2 meses de estratificação amena e 3 meses de frio. Quando a planta atingir o tamanho suficiente, pode ser transplantado para seu vaso individual e plantado no local onde ficará de forma definitiva, o que deve ser feito durante a primavera.

Na propagação por estaca, podem ser usados ramos verdes, maduros ou semi maduros, dependendo da época do ano em que será feita. Assim que os ramos começarem a ganhar raízes, podem ser transportados para seu local definitivo.

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Leptospermum scoparium1

Planta nativa da Nova Zelândia e na Austrália. A flor cujo nome popular é tão complicado quanto o científico, o que raramente acontece, é classificada como uma pequena árvore ou um arbusto.

A leptospermum pode chegar em uma altura considerável, variando entre 1,5 e 2,0 m porém, se trata de um crescimento compacto, isto é, concentrado para cima e não tanto para as laterais.

As folhas da leptospermum são pequenas, mas muito perfumadas, além de serem donas de um verde exuberante entre algumas na cor púrpura. A folha é perene e se completa com lindas flores, que podem ser vistas em três cores: branca, cor de rosa ou vermelha. Além disso, elas têm uma característica particular, são flores dobradas e muito singelas.

Existem, pelo menos, 85 tipos da leptospermum, cada uma com uma particularidade, que vale a pena ser vista pelos apaixonados por plantas.

A planta deve ser colocada em um local que receba a luz do sol, mas se isso não for possível, fique tranquilo, ela cresce e se desenvolve bem sob a meia sombra. Mas, a luz é fundamental e na sombra total, ela não terá forças para se desenvolver.

Para quem não tem um lindo jardim em casa ou um quintal para criar um canteiro, a boa notícia é que a leptospermum pode ser cultivada em vaso.

Falando em cultivo, a ramificação dessa tipo de planta é em boa quantidade e ela suporta bem a poda. Voltando a reforçar que se trata de um arbusto com porte compacto.

A poda deve vir logo depois da floração e isso fará com que o arbusto cresça da forma compacta, como deve ser e frondoso.

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O leptospermum é um arbusto que suporta tão bem o inverno quando o verão, suporta bem os dias muito frios e os de muito calor. Além de sobreviver a curtos períodos de geada.

Porém, se ela suporta tanto em relação ao clima, sobre o solo, não é a mesma coisa. Essa planta não gosta de calcário no solo e não se desenvolve bem nesta situação. Na verdade, nem chega a começar a crescer.

Para que ela cresça e se desenvolva bem precisa estar em um solo bem drenado e ligeiramente ácido. Além disso, é muito importante que o adubo seja feito durante o período da floração. O arbusto, nesta época, deverá receber adubo a cada 15 dias.

O arbusto também suporta a seca e até mesmo um terreno que não tenha uma boa drenagem. Mas, se encharcar as raízes, o resultado é um apodrecimento das mesmas muito rapidamente.

O ideal é cultivar esse arbusto em zonas costeiras, uma boa dica, pois nesta área, é necessário ter espécies que suportem os ambientes salinos e os ventos fortes. A flor leptospermum é uma delas.

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Passo-a-passo para o cultivo
1 – A leptospermum precisa ter solo com um pouco de acidez, a primeira coisa que deve ser pensada antes do cultivo. Além disso, água e luz solar, que serve meia sombra para o crescimento, mas para o cultivo, o sol é necessário.

2 – As pragas adoram atacar essa espécie, principalmente, pelo perfume que podemos sentir das suas folhas. Pense longo como será para se prevenir do problema e para manter as pragas afastadas.

3 – Faça a escolha de onde será plantado o seu arbusto. Pense até em uma solução que possa ser aproveitar o perfume das folhas depois, escolhendo, na área externa, um lugar próximo a janela. Mas, não deixe de conferir qual o pH do solo, se for alto demais, não é bom para o cultivo desse tipo de arbusto. O valor deve ficar entre 5 e 6. Uma dica para é usar enxofre para detectar o pH real e não errar ao corrigi-lo.

4 – Escolha entre as estações da primavera ou outono para cultivar a sua flor leptospermum. Não esqueça que ao plantar mais de uma, a distância entre elas deve ser obrigatoriamente de 90 cm e no máximo, 1.8m.

5 – Os buracos para fazer esse cultivo não precisam ser fundos demais, use o torrão da raiz como referência e na largura, duas vezes mais largo. Somente em caso que solo está deficitário é que é necessário corrigi-lo.

6 – Use folhagem para cobrir o solo e garantir que ele fique úmido e seco. Por semana, o ideal é que arbusto receba pelo menos 2,5 cm de água.

7 – A frequência com que você faz o adubo também é importante e vale ressaltar que é necessário usar fertilizante acidificante. Porém, atenção para manter o pH sempre corretamente.

8 – Para moldá-los espere a primavera chegar e faça isso, mas não deixe que as flores comecem a surgir.

9 – Fique de olho para acabar e evitar as moscas brancas, pulgas e ácaros, uma boa solução é usar sabão inseticida ou óleo horticultura.

Leptospermum scoparium

10 – Apesar de bem resistentes, procure protegê-los das geadas, dos ventos severos e secos.

11 – Durante o inverno, a luz da lâmpada é boa para dar a planta o que ela precisa.

12 – As temperaturas podem variar que a flor leptospermum vai crescer bem, mas o ideal mesmo é que ela fique entre 18ºC e não menos de 13ºC.

13 – Esse arbusto pode estar próximo de outras plantas sem prejuízo para ele ou para elas. Basta escolher as que possuem características semelhantes no tratamento e evitar que ele faça sombra sobre plantas que precisam de muito sol.

14 – É necessário adubar com certa frequência, mas tenha sempre muito cuidado. Nunca deve-se esquecer que o pH ideal deve ficar entre 5 e 6. O ideal é usar o adubo produzido para plantas que gostam de solo ácido e que florescem.

15 – A poda não deve ser esquecida para dar a forma e o tamanho que desejar. Lembre-se que se trata de um arbusto compacto e não adianta buscar “ampliar” os lados da planta.

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Elaeagnus Pungens

Espécie também conhecida pelos nomes populares, de: Eleagno, Oleastro e Oleagno.

A Oliveira-ornamental é uma planta pertencente á família Elaeagnaceae, que se caracterizam por serem plantas angiospérmicas, aquelas plantas que possuem flores em sua composição e pertence à ordem de plantas Rosales.

As plantas pertencentes à família das Elaeagnaceae são árvores de pequeno porte ou arbustos nativos das regiões que apresentam clima temperado.

Essa família agrupa em torno de 50 espécies diferentes de plantas, que de uma forma geral, são espinhosas e possuem folhas simples e cobertas por pequenas escamas ou pelos. A maioria das plantas que pertencem a esta família são xerófitas, isto é, plantas que não precisam de muita água para sobreviver, no entanto existem algumas espécies que são halófitas, que são plantas terrestres, que estão aptas a viverem no mar ou próximo deste e são tolerantes a salinidade.

A planta é nativa do continente Asiático, mais precisamente da China e do Japão que foram os primeiros lugares onde foram identificadas a sua presença. Devido a sua grande beleza esta planta é bastante utilizada com fins ornamentais.

A Oliveira-ornamental, se caracteriza por ser um arbusto lenhoso, ereto e com muitos ramos. Além disso, o pequeno arbusto é uma planta que possui ciclo de vida perene, isto é, possui um ciclo de vida longo – superior a dois anos.

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Uma planta do tipo arbusto é uma planta que se ramifica junto ao solo e possuem um porte pequeno quando comparado às árvores, os arbustos precisam de um espaço grande para se desenvolver bem.

A Oliveira-ornamental atinge uma altura média de 1,20 m a 2,40 m, porém já foram encontradas plantas com até 4,0 m de altura. Seus ramos são muito lenhosos, mas quando jovens possuem grande flexibilidade, o que facilita a condução dos ramos e sua utilização como cerca-viva.

Suas folhas são de formato ovalado e são cerosas. As folhas possuem uma coloração verde-oliva em sua parte superior e na parte inferior elas apresentam uma coloração prateada. As margens da folha do são irregulares e suas escamas são amarronzadas.

Normalmente a Oliveira-ornamental floresce no verão, e as flores desta planta possuem o formato de um sino pequeno. Elas possuem uma cor rosada tendendo a branco creme. As flores são axilares (se formam nas axilas das folhas), bastante perfumadas e muito discretas, pois elas ficam escondidas e camufladas em meio à ramagem.

Ela produz frutos, de tamanho pequeno, e que possuem uma coloração marrom-avermelhada, e possuem uma superfície prateada.

Os frutos do arbusto são comestíveis, no entanto o seu sabor não é dos mais apreciados, por não ser muito saboroso. No entanto, os frutos são atrativos para os pássaros e aves, servindo como alimento para estes.

Outra característica do vegetal é que ela possui espinhos esparsos.

Existem várias espécies de Oliveira-ornamentais, no entanto as que são mais conhecidas e cultivadas são as variedades que possuem as folhas com as margens ou o centro de coloração amarelada ou creme.

Cultivo
A Oliveira-ornamental é uma espécie de planta que gosta e aprecia o clima ameno, sendo uma planta tipicamente apropriada para o cultivo em regiões de clima temperado, contudo, ela é uma planta que se adapta facilmente aos climas: continental, oceânico, tropical, mediterrâneo e subtropical.

É uma planta que deve ser cultivada sob pleno sol ou a meia sombra. É um das poucas plantas arbustivas que pode ser cultivada sob meia sombra sem maiores preocupações e cuidados, pois ela tolera plenamente essa condição de cultivo.

O solo apropriado deve ser fértil e enriquecido com a utilização de material orgânico, no entanto, não tolera ser cultivada em solos alcalinos. É importante que o solo apresente uma boa permeabilidade e seja profundo.

Além disso, devem ser realizadas regas periódicas para que o solo fique apropriado para o cultivo. É uma planta que apresenta certo grau de resistência, inclusive ela suporta curtos períodos de estiagem.

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Pode ser cultivada de forma isolada ou em grupos de plantas, em jarros e jardineiras e também pode ser cultivado em regiões litorâneas, sendo colocadas em sacadas, varandas e coberturas, pois tem a capacidade de suportar ventos mais fortes. A planta também pode ser cultivada em sua forma natural, ou podem ser realizados trabalhos, como exemplo a topiaria, assim (arte de podar plantas em formas ornamentais).

Por ser uma planta arbustiva pode ser utilizada para a formação de cercas-vivas com bastante resistência, rusticidade e acima de tudo com grande beleza. Contudo, é uma planta que possui um crescimento considerado de moderado a lento.

Dependendo da forma de cultivo, esta planta pode sofrer podas de formação. Esse tipo de poda é importante para a confecção das cercas vivas, e também para controlar o crescimento invasivo da planta.

Multiplicação
A planta se propaga e dispersa com extrema facilidade, por isso em algumas localidades ela é considerada como uma planta invasiva (plantas que proliferam com facilidade e acabam invadindo áreas indesejadas).

Pode se propagar de duas maneiras: através da dispersão de suas sementes e por estaquia.

A propagação por dispersão das sementes acontece através da ação humana e de forma espontânea, onde os pássaros se alimentam dos frutos e espalham as sementes. As sementes são colocadas em outros locais para que germinem e assim gerem uma nova planta.

Na multiplicação por estaquia, são formadas estacas com os ramos da Oliveira-ornamental, e esses ramos necessitam ter a presença de folhas e raízes para que quando as estacas forem transportadas e colocadas em outros locais, elas tenham condições e capacidade de criar uma nova planta.

Os ramos que serão utilizados para reprodução da planta por estaquia podem ser feitos através do aproveitamento dos cortes feitos na poda de formação.

Na propagação da Oliveira-ornamental por estaquia, muitas vezes são usados enraizadores para acelerar o processo de estaquia.

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Guettarda uruguensis

Planta da família Rubiaceae, originária da América do sul – Uruguai. É também conhecida como Veludinha.

Trata-se de um arbusto lenhoso decídua entre 3 e 5 m de ramos altos. Próprias para serem plantadas em áreas de córregos de água doce, lagoas, riachos, etc.

Suas folhas são simples, ovais, opostas e pouco pubescentes, chegam a 3 a 6 cm de comprimento, de cor verde escuro na parte de superior e verde claro na parte inferior.
Inflorescência de muitas flores com hastes longas, corola branca e perfumada, com 1,5 cm de comprimento.

Em jardinagem é muito ornamental e é útil para coberturas ou para crescer encostado a paredes e muros, ficam lindas também quando plantadas em grupos por várias espécies. Pode ser cultivadas em vasos de e não toleram regiões com inverno muito prolongado e de frio intenso.

Ela floresce na primavera e no verão. Aprecia a meia-sombra, mas suporta um local ensolarado em regiões temperadas.

O solo deve ser ligeiramente ácido com boa porcentagem de matéria orgânica, e boa drenagem.
Mistura para o solo: 1 parte de terra de jardim, 1 parte de adubo (húmus) e 1 parte de areia.

Muita irrigação na fase de crescimento, dependendo do grau de umidade. No período de dormência somente a água das chuvas será suficientes.

Quanto à poda, cada jardineiro deverá decidir, vai depender do tamanho que você desejar que ele fique.

Não é necessária a poda de limpeza atinge na idade adulta, mas nos período de crescimento pode ser pinçada rebentos para obter maior exuberância.

Propagação por sementes no fim do Inverno, abrigada, bem colocado no substrato móvel composta de: 2 partes de terra preta, 1 parte de areia grossa e 1 parte de composto ou estrume. Semeando a uma profundidade de duas vezes a largura e seu lugar na sombra parcial, regar o suficiente para que o substrato permaneça úmido.

Também pode ser multiplicada por semi-estacas de madeira dura, tiradas no fim do Inverno ou início da primavera.

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Leptospermum Scoparium
A Myrtha é uma espécie classificada como árvore de pequeno porte ou arbusto. Apesar de encontrarmos a Myrtha no Brasil, a sua origem é da a Nova Zelândia e também da Austrália e pertence à família Myrtaceae e também conhecida popularmente como Érica-japonesa.

Sua altura fica entre 2 a 5 m. Normalmente, os exemplares são vistos entre essa média de tamanho de menor e maior, porém em raras exceções, a Myrtha pode alcançar o tamanho de uma árvore considerada moderada, chegando a ter 15 m de altura.

Essa espécie, ainda falando da sua classificação, é considerada perene, isto é, durante toda a sua vida ela passa várias vezes pelo ciclo completo e não morre.

As folhas da Myrtha são pequenas, mas a sua ramificação é muito densa, falando em medidas, as folhas medem entre 7-20 mm no que diz respeito ao comprimento, no que diz respeito a largura, essa medida é de 2-6 mm.

Suas flores podem ser rosa, vermelhas e brancas, e se apresentam com somente cinco pétalas. As rosas são as mais raras.

As flores tem uma particularidade muito interessante, elas podem ser simples ou desabrocharem de uma forma como se tivessem dobradas.

É uma planta que gosta do frio, aliás, quanto mais ameno o clima, mais bonita ela vai crescendo e suas flores vão aparecendo em grande quantidade. No calor forte, as flores aparecem, mas, bem poucas e a árvore não têm a mesma beleza.

Podemos dizer que a Myrtha tem um aspecto “aberto”, isto é, ela se “espalha”, porém, caso a vontade seja de ter uma árvore mais compacta, o efeito pode ser conseguido com as podas, que devem ser leves e periódicas.

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No paisagismo a Mirtha tanto é utilizada como planta isolada, como bordaduras e até mesmo, em maciços. Também é muito usada na arte do bonsai, e a explicação para o seu uso com essa técnica é pelo fato de ela ter flores e folhas pequenas.

Apesar de gostar do clima ameno quando ao cultivo dessa espécie, vale ressaltar que o ideal é plantá-la em solo fértil e sob sol pleno. Outro detalhe importante é o cuidado com a drenagem dessa terra. Além isso, considere que é necessário enriquecer o solo com matéria orgânica.

A irrigação da Myrtha é feita com frequência, mas é necessário observar para não colocar água em excesso sobre a planta.

Deve ser adubada periodicamente e vale lembrar que a planta não suporta o calor em excesso. No caso da multiplicação, a melhor maneira de fazer é através do método de estaquia, mas também pode ser através de sementes.

Como fazer a multiplicação por estacas
O primeiro passo é a escolha do recipiente onde deverá ser feita a multiplicação por estacas da Myrtha, o lugar ideal tem que ter profundidade entre 10 e 15 cm. Vale ressaltar que o vaso deve ser usado para uma única espécie de planta, jamais elas devem ser misturadas.

O segundo passo, também de extrema importância, é quanto a escolha da terra. Use um primeiro substrato leve, que tenha areia e húmus, ligeiramente aperte-o e depois sim, as estacas podem ser colocadas.

A profundidade aqui deverá ser de pelo menos 5 cm, para que seja possível o enraizamento. Somado tudo isso, considere que para fazer a multiplicação por estacas, essa vasilha com terra deverá ter pelo menos 7,5 cm.

Obviamente, para fazer a multiplicação da planta usada deverá ser saudável e importante que seja adulta. Caso dê para ver no caule, os nós, corte ao menos 4 deles. Caso contrário, as estacas deverão ser cortadas observando 15 cm. Outra opção é o corte dos ramos novos, aproveitando as laterais.
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Preparando a estaca para o enraizamento
O primeiro passo para que seja possível fazer a estaca usando o método do enraizamento é retirando as folhas que ficam em volta do caule, deixe somente permanecer a parte de baixo. No caso da presença de nós, a distância do último não pode ser maior do que 5mm. Outro detalhe importante é que ser feito um corte limpo, não pode ficar rasgos.

A estaca precisa de energia para o enraizamento, por isso, é necessário retirar as pontas das folhas maiores, botões e flores também devem ser retirados.

Depois desse processo, as mudas deverão ser acomodadas nas vasilhas que deverão crescer. A terra em volta deve ser levemente apertada. Depois de todas cultivadas, a terra deverá ser umedecida e também a estaca, aconselha-se a usar pulverizador para molhar.

Elas devem permanecer em um lugar longe do sol direto, mas que recebam a sua luz indiretamente. Também pode ser usado um saco plástico para cobrí-las, formando uma mini estufa, quando necessário atingir determinada temperatura, caso que não é o da Myrtha. Porém, neste caso, observe que precisa ter uma saída para circulação de ar.

O tempo de enraizamento varia de acordo com cada planta e a espécie que pertence, porém, em regra geral, não surgirão raízes com menos de 10 dias.

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Durante esse período, esperando que as raízes surjam, poderá ser conferido para ver como as estacas estão. Faça isso levantando a terra com muito cuidado e use um garfo para fazer. Mas, lembre-se, todo cuidado é pouco. Se você acha que não consegue mexer sem causar danos, é melhor ter paciência e esperar. Procure saber com um profissional quanto tempo demora, para que aquela planta crie raízes.

Deixe suas estacas no vaso somente até que a quantidade de terra seja suficiente, as raízes não podem ultrapassar 1 cm. Quando atinge esse tamanho é hora de mudá-las de vaso.

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Este arbusto perene cresce no sul dos Estados Unidose pertence à família Bignoniaceae. Recebe vários nomes devido a suas flores amarelo vibrante em forma de trombeta que florescem na primavera, verão e outono. São eles: Amarelinho, Guarã-guarã, Ipê-amarelo-de-jardim, Ipê-mirim, Ipezinho-de-jardim ou Sinos-amarelos.

Em áreas com geada forte, geralmente crescem como um arbusto, mas em climas amenos pode crescer como uma árvore que chega a alcançar até 25 me de altura. Você pode cultivar ipê de jardim através de sementes ou mudas.

Como cultivar o Ipê-de-jardim
* Primeiramente encontre um local ensolarado e bem drenado para plantar o ipê-de-jardim, pois a planta gosta de sol e pouca água. Um contêiner serve e ele poderá ser protegido, se necessário.

* Dê bastante espaço a planta. É um arbusto perene, o qual cresce até 2 m de altura e 2 m de largura, o que faz com que ele não seja o arbusto ideal para ser plantado frente do canteiro de flores. Coloque-o mais no fundo.

* Molhe e fertilize o ipê-de-jardim quando plantado e no começo da estação. Selecione um fertilizante balanceado e siga as instruções na embalagem. Uma vez estabelecido, o ipê pode aguentar longos períodos de seca.

* Fique atento às flores amarelas em formato de trompete. O ipê tem grandes flores e produz várias delas, quando estiver estabelecido. Cuidando apropriadamente, elas nascem de maio a outubro.

* Procure por sementes, as quais são longos grãos. Remover os grãos cedo irá resultar em mais flores. Esperar que eles amadureçam, porém, fará com que tornem-se adequados para novas plantações. Guarde alguns para plantar depois.

* Corte a planta em janeiro, de modo que será mais cheia e bonita no próximo ano. Em áreas mais frias, mova o contêiner para um lugar menos frio ou cubra-o em noites geladas.

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Semeando o Ipê-de-jardim
* Se as sementes estiverem verdes, primeiramente é preciso colocar para secar. A Tecoma stans é uma produtora abundante de sementes. As sementes da planta não necessitam de cuidados especiais e podem ser armazenadas durante vários meses antes do plantio.

* Coloque as sementes em um pote ou bandeja cheio de musgo. Cubra parcialmente com um plástico.

* Mantenha-a úmido até que os brotos se desenvolvam.

* Coloque o pote ou bandeja em um local onde receba luz indireta. As sementes germinam entre 14 a 2 dias se for mantida em um local com um temperatura de 20º C.

Plantio de mudas
* Durante os meses da primavera ou verão, retire estacas de cerca de 4 a 8centímetros de comprimento das pontas dos galhos semi- lenhosos com uma faca afiada.

* Coloque as estacas em uma mistura de musgo de turfa úmida e em um vaso pequeno.

* Cubra o vaso com um saco plástico. Você pode fixá-lo com uma borracha.

* Coloque o corte vaso com luz solar indireta. O corte pode também ser colocada sob uma luz fluorescente.

* Molhe somente o necessário, mantenha úmido mas não encharcado.

* Replante em um vaso maior com substrato normal depois que a planta crescer alguns centímetros.

* Transplante as mudas para um local ao ar livre após a planta atingir 31 centímetros de comprimento.

Sementes de Ipê de jardim germinam facilmente em solos arenosos. Você pode plantar as sementes diretamente no solo, não é necessário excesso de umidade  para a germinação. Fertilização geralmente não é necessária para plantas nativas , como ipês de jardim.

Evite molhar em excesso as mudas, porque pode causar apodrecimento da raiz e crescimento de fungos.

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Loropetalum Chinense

A Amamélis é um arbusto que teve origem no Japão, China e Himalaia, são utilizados como planta decorativa em jardins e canteiros e pode chegar a até 4 metros de altura. A planta possui caule ramificado e ereto, com ramagem bem aberta.

Suas folhas são alternadas, ovaladas, com nervuras bem marcadas, sendo verdes ou amarronzadas.

As primeiras flores desse arbusto de médio porte surgem na primavera e possuem como características pétalas estreitas, como fitas, que são um pouco recurvadas. Os pequenos conjuntos dessas flores são similares a uma aranha. É possível encontrá-las nas cores rosa, branca ou vermelha. Se forem bem cuidadas, podem florescer várias vezes ao longo do ano.

Essa planta não exige muitos cuidados e podem ser cultivados solitários ou em conjunto.

Apesar de não precisarem de podas, a prática pode ser feita para dar um formato mais compacto à planta. Elas possuem um aspecto gracioso, que combina com os jardins serranos, e pode ser mantida isolada ou em conjunto com outras flores. Também pode ser cultivada como um bonsai para enfeitar a casa ou o escritório.

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Seu ciclo de vida é perene e seu cultivo deve ser realizado em locais com meia-sombra ou com incidência solar constante, em solo fértil, com um pouco de acidez, irrigado periodicamente e enriquecido com matéria orgânica. A planta gosta de clima ameno e suporta o frio moderado. Quando está bem estabelecida, ela tolera o calor e a estiagem por um curto período de tempo. Sua multiplicação é feita por meio de sementes e alporquia.

A amamélis é também conhecida como flor-chinesa-de-franjas. Existem duas formas conhecidas desta flor em existência na atualidade, sendo que uma é a de cor amarelo pálido ou branco, que tem as folhas de um verde viçoso.

A outra variedade é de um tom mais róseo, com pétalas de um rosa intenso ou mais claro, com folhas que variam de um tom de vermelho bronze até verde oliva ou vinho quando a planta está madura o suficiente. Claro que isso depende da seleção das plantas e das condições de atmosfera, temperatura e tipo de solo enquanto ela estava crescendo.

A amamélis é uma planta que tem folhas durante todas as estações do ano, dando a impressão de estar sempre verde, as quais formam camadas horizontais. As folhas são arranjadas de maneira alternada, chegando a atingir 5 cm de comprimento e 3,5 cm de largura, causando uma sensação abrasiva ao toque.

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Senna Didymobotrya

Diferente de suas irmãs, que são arbóreas, a Senna didymobotrya é uma planta que cresce na forma de um arbusto denso, de mais ou menos 3 m, bastante resistente a vários tipos de pragas.

Nativa da África, foi introduzida a várias partes do mundo por ser uma planta de uso ornamental um tanto incomum: as flores que nascem são amarelas e pretas nas pontas, tendo o cheiro incomum de pipoca, por isso é chamada de árvore-da-pipoca.

A planta está sempre verde, com grandes folhas pinadas, tomentosas, e cachos eretos, na base com flores amarelas-douradas, brilhantes, e, no ápice, botões florais cobertos por brácteas castanhas-escuras.

Toda a planta exala um cheiro característico, a pipocas, mais acentuado nos botões florais.
Alguns povos do Quénia usam as sementes para preparar um tipo de leite azedo, consumido só durante certas festividades.

Além de ornamental, a planta também possui outros usos na África: pode ser utilizada como purgante e como um remédio no combate da malária; de suas folhas é feito um chá que é usado para dores generalizadas de estômago; na pesca é usada como uma espécie de entorpecente para os peixes; no Sri Lanka e na Índia tem como função ser adubo orgânico para diversos tipos de plantio.

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Ccorymbosum
Das espécies mais utilizadas para a ornamentação de praças pelo país inteiro, a coerena-amarela é a mais vista.. É também bastante útil para imprimir beleza a jardins recém formulados.

Trata-se de um arbusto considerado lenhoso, muito ereto, perene e bastante ramificado. Vale frisar que esse arbusto pode atingir o equivalente a 2,5 m de altura. Na verdade, para um arbusto, esse tamanho não é significativo e por isso são considerados e inseridos em grupos de pequenos portes.

Suas flores amarelas chamam a atenção e combinam muito com o verde de certas plantas, inclusive de suas folhas tão pequenas. A planta pertence à família das Solanaceae

Suas folhas são bem pequenas e muito simples, sendo consideradas alternas e coriácias, brilhantes e muita das vezes com formato ovalado pelos especialistas.

Além de suas folhas serem marcantes para a espécie, ainda existem as belas flores amarelas da coreana e os deliciosos frutos. As inflorescências da coreana são numerosas e a cada época do ano, nascem diversas flores bem amarelas e chamativas que também atraem pássaros assim como os frutos. Os animais polinizadores, tendo como principal espécie as abelhas, são atraídos pelas pétalas amareladas a fim de fazerem a propagação da espécie.

Nem sempre as flores da planta são amarelas de tom vivo. Mesmo sendo minoria, muitas plantas podem florescer com pétalas com cor um pouco alaranjadas que não deixam de atrair animais polinizadores.

As flores geralmente estão agrupadas em ramos laterais bem curtos, ficando espalhadas por todo o arbusto. Elas são adensadas e compridas, com pétalas estreitas, porém compridas. A corola das mesmas é considerada tubulosa, até mesmo por ser bem estreita e esticada, parecendo um tubo mesmo.

Já os frutos são extremamente globulosos. A sua coloração roxo escura faz lembrar até a jabuticaba docinha. Tais frutinhos podem tingir a mão de roxo quando esmagados. Eles  começam a amadurecer no verão e as flores somente nascem e crescem bem na primavera.

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O uso na ornamentação
Se buscam por plantas ornamentais que são usadas no Brasil e em alguma partes do mundo para decoração de jardins e praças, a coreana será a principal descoberta. O fato de seus frutos serem consumidos por belas espécies de pássaros contribui e muito para ela ser enquadrada no grupo das espécies ornamentais.

Suas flores possuem um aspecto exótico, assim como as suas folhas e por isso, ela pode ser uma boa opção de decoração.

Cultivo
O cultivo da coreana é basicamente simples, já que ela não é uma espécie exigente. Para ser cultivada, a coreana-amarela precisa ser colocada em um solo fértil. Com relação a essas características, a espécie é considerada heliófila e indiferente, ou seja, apesar de necessitar de uma terra bem nutrida para crescer, a planta não possui grandes exigências.

Com relação aos locais em que as coreanas-amarelas se desenvolvem, pode-se citar as clareiras, as bordas de grandes ou pequenas florestas e capoeirinhas. Em áreas mais úmidas, elas crescem perfeitamente, assim como as bordas de várzeas ou espécies de regiões ribeirinhas.

No Brasil a coreana-amarela se distribui de Minas Gerais até o estado do Rio de Janeiro, englobando o Rio Grande do Sul.  Pesquisadores afirma que a espécie cresce, em sua maioria em florestas ombrófila mistas e nas estacionais semideciduais.

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Multiplicação
Sua multiplicação não é apenas por agentes polinizadores como pássaros, borboletas e outros insetos. Essa propagação pode ser feita de forma eficiente através das famosas estacas: uma técnica que envolve as raízes da planta. As estacas começam a enraízam de 30 a 60 dias, o que em comparação com a propagação por agentes polinizadores, pode ser uma grande vantagem.

Para que o desenvolvimento da coreana seja 100% eficaz, é preciso plantar as mudas 4 meses depois dos primeiros processos de cultivo. Como já era de se esperar, especialistas garantem que seu crescimento é acelerado. Quando ela já estiver bem grande e ramificada, a planta aceita podas que vão ajudar no florescimento, no crescimento de novas folhas e frutos.

Quanto à multiplicação através das sementes, o único problema para o cultivo da planta pode ser o trato com as elas que não toleram certos tipos de armazenamento. Assim que coletadas ou compradas nas lojinhas de jardinagem, as sementes da coreana-amarela devem ser semeadas imediatamente.

A partir desse processo de semeio, a coreana começa a se desenvolver em um período rápido de tempo que dura apenas de 5 a 10 dias. Isso mostra que o potencial germinativo da espécie é bastante elevado, até mesmo em comparação a outras plantas usadas para ornamentação de exteriores ou em locais específicos de grandes cidades. Espera-se que a germinação da espécie seja de mais ou menos 85% , o que é um valor bem alto. Por este motivo, a coreana é plantada em praças públicas ou parques.

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