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  • Archive for the ‘Cercas Vivas e Arbustos’ category

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    A hortênsia é um arbusto de  porte  ereto, bastante ramificado e muito florífero produzindo grande quantidade de flores  estéreis  nas  colorações azuis, rosas e brancas. Esta planta pode crescer de 1,5  a  3 metros de  altura, é de porte ereto, bastante ramificado e adquire formato mais regular quando é podada periodicamente.  As regiões de origem desta espécie  são  a China e o Japão.

    Sempre que falamos em hortênsias lembramos-nos das  regiões  de  clima mais frio tipo região sul, Campos  do Jordão,  Monte Verde  entre  outras.

    Mas engana-se  quem acha que ela produz só nestes  locais, as hortênsias podem ser vistas floridas também  em  locais de  clima  subtropical  como, por exemplo, o interior do estado  de São Paulo.

    Outro fato interessante que ocorre com as hortênsias é que dependendo do pH do solo em que forem cultivadas a coloração  de suas  flores podem variar de intensidade ou até mesmo mudar.

    Dicas de cultivo: As hortênsias são muito fáceis  de  cultivar,  desenvolvem-se melhor sob luz indireta e a temperatura ideal fica entre 12 e 21 graus centígrados, o que não significa que não possa  ser cultivada em temperaturas mais altas.

    O solo deve ser  mantido  úmido, porém  sem encharcamentos e usando  pouco fertilizantes.  Quando cultivada em  vasos dentro de residências preferir os locais  mais claros  sem descuidar  da  irrigação e quando passar a florada pode ser plantada em jardins desde que passe por um período de aclimatação preferencialmente sob um sombrite 50%.

    Quando cultivadas em áreas externas  ela  deve ser  podada  anualmente para adquirir um formato mais compacto e produzir mais flores.

    pinheirinhos

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    Respeitando-se as limitações climáticas  a  grande maioria das plantas se desenvolve tão  bem  que  chegam  a  causar a impressão  de que são nativas de nossa flora.
    Um exemplo típico desse assunto é a Gardênia ou Jasmim do Cabo (Gardenia augusta ou G. jasminoides), este arbusto de  90 cm a 1,5 m de altura com folhas verde-escuras brilhantes é muito popular nos jardins brasileiros. Produz flores brancas e grandes muito perfumadas que medem de 7 a 12 cm de diâmetro e exalam um dos mais marcantes perfumes, lembrados até em músicas.  As gardênias podem ser cultivadas  tanto a  pleno  sol como em locais sombreados florescendo praticamente em todas  as regiões brasileiras, valendo lembrar que na região sul ela floresce ainda mais  intensamente pois ela prefere temperaturas noturnas inferiores  a 19 graus centígrados.

    O curioso sobre esta espécie é que presumia-se que  ela fosse nativa da África do Sul  daí o nome Jasmim do Cabo,  mas  na  verdade ela é originaria da China e é a mais conhecida espécie do gênero Gardenia.

    Dicas de cultivo dessa rubiácea  bastante popular no paisagismo brasileiro.

    Luz: Pleno sol e locais sombreados.

    Clima: Subtropical e temperado.

    Solos: Preferem solos úmidos e ácidos. Caso suas folhas apresentarem coloração bem amarelada com os veios  verde escuros são sinais de clorose férrica. Neste caso é necessário aplicar  ao solo quelato de ferro ou sulfato de ferro.   As gardênias têm raízes superficiais e para  não  prejudicá-las mantenha a umidade do solo,  mantendo  uma  cobertura  morta sobre a cova com serragem curtida, capim seco ou outras opções.

    Origem: China

    florzinha

    Dombeya Wallichii
    Nome Científico: Dombeya Wallichii
    Nome Popular: Astrapéia, Dombéia, Astrapéia-rosa, Flor-de-abelha
    Família: Malvaceae
    Origem: Madagascar
    Ciclo de Vida: Perene

    A astrapéia é uma arvoreta ou arbusto de ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade. Ela apresenta ramos pubescentes, e porte pequeno para um árvore, alcançando cerca de 2 a 5 metros de altura. As folhas são grandes, cordiformes, perenes, de cor verde brilhante e pubescentes na página inferior. As inflorescências surgem no outono e inverno, e são umbeliformes, sustentadas por longos pedúnculos, pendentes, globosas e com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas.

    Produz frutos do tipo cápsula, que se dividem em cinco partes. A astrapéia é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções.

    As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o côco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas.

    Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada sob  sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

    Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapéia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros.

    margaridinha-rosa

    brovália

    Nome Científico: Browallia americana
    Nome Popular: Brovália, Brovália Azul
    Família: Solanaceae
    Origem: América Latina
    Ciclo de Vida: Perene

    A brovália é um pequeno arbusto muito florífero que vem se popularizando devido à sua rusticidade e beleza. Seu caule é ramificado, de textura herbácea, formando pequenas moitas que alcançam de 40 a 60 cm de altura, por 50 cm de largura. As flores têm o formato de estrela e são geralmente azuis, com o centro branco e piloso. Ocorrem ainda variedades de flores violáceas e brancas. A floração se estende pela primavera e verão. Por sua semelhança com a planta “não-se-esqueças-de-mim” (Myosotis alpestris), a brovália recebeu o nome de “não-se-esqueças-de-mim-da-jamaica”.

    No paisagismo, a brovália pode ser utilizada em maciços e bordaduras. Sua beleza é modesta, informal e descontraída, e apesar de ser anual, seu florescimento é profuso e duradouro. O tom de azul de suas flores é complementar ao amarelo, tornando a brovália uma companheira ideal para tagetes desta cor. Combina-se ainda com flores de cor lavanda, róseas e violáceas, compondo um delicado degradeé de cores relaxantes. Ideal também para vasos, jardineiras e cestas suspensas. Por auto semear-se com facilidade, pode se tornar invasiva em algumas situações.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de perene, a brovália é cultivada como anual, pois perde o vigor e a beleza com o tempo. Não tolera geadas. Multiplica-se por sementes postas a germinar em estufas no outono e inverno, ou ao ar livre na primavera. As mudas devem ser plantadas no jardim após a última geada. O pinçamento/beliscamento das pontas dos ramos encoraja o adensamento da planta.

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    Berberis Koreana

    Nome Científico: Berberis coreana
    Nome Popular: Berbere Coreano
    Família: Berberidaceae
    Origem: Coréia
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto lenhoso, com ramos pendentes, acanalados, marrom amarelados ou vermelho escuros, dotados de espinhos curtos, simples ou com 3 a 7 divisões, de 1,20 a 1,80 cm de altura, originário da Coréia. Folhas afixadas nas axilas dos espinhos, aglomeradas, alternadas, as vezes manchadas ou com venação avermelhada.

    Inflorescência axilares, arqueadas, com flores amarelas, formando cachos curtos na primavera e ocasionalmente até parte do verão. Frutos decorativos, vermelhos, persistentes. Espécie muito decorativa também pelas folhas que adquirem cor vermelha no outono no sul do país.

    Cultivada como planta isolada ou em grupos para formação de maciços e renques, em canteiros, irrigados periodicamente. Aprecia o frio. Multiplica-se por sementes e por estacas mantidas sob proteção apropriada.

    linha de flores

    Santolina

    Nome Científico: Santolina Chamaecyparissus
    Nome Popular: Santolina, Abrótano-fêmea, Guarda-roupa, Pequeno-limoneteFamília: Asteraceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Mediterrâneo
    Ciclo de Vida: Perene

    A Santolina é uma planta arbustiva a subarbustiva, entouceirada e popularmente conhecida pelo seu aroma delicioso. Apresenta porte baixo, alcançando de 30 a 90 cm de altura, com ramagem ramificada, formando moitas densas. As folhas são cinzentas, finamente divididas, aromáticas e pontiagudas, que lembram folhas de cipreste.

    As inflorescências, do tipo capítulo, são delicados e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarelo brilhante, perfumados. Floresce no verão. No paisagismo, a Santolina presta-se para a formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. Sua rusticidade e tolerância à estiagem a tornam uma planta ideal para jardins rupestres, de estilo mediterrâneo, campestre ou contemporâneo.

    Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais e, depois de secas, são excelentes para pot-pourris de ervas aromáticas, utilizadas para espantar traças e perfumar armários, bibliotecas e guarda-roupas. Pode ser plantada em vasos e jardineiras.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos perfeitamente drenáveis, preferencialmente arenosos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados a intervalos espaçados. Tolera curtos períodos de estiagem, e não tolera encharcamentos.

    A poda regular estimula o adensamento e o formato arredondado do arbusto. Após alguns anos, a planta perde a beleza e deve ser replantada. Aprecia o clima ameno de regiões subtropicais ou tropicais de altitude.

    Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada, estacas ou sementes. Recomenda-se o espaçamento de 40 cm entre plantas.

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    Leptospermum Scoparium
    Nome Científico: Leptospermum Scoparium
    Nome Popular: Érica, falsa-érica
    Família: Myrtaceae
    Origem: Austrália e Nova Zelândia
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto lenhoso de pleno-sol que atinge até três metros e pode florescer em profusão durante vários e longos períodos do ano, principalmente na região sul do país.

    As flores são pequenas e muito duráveis. Existem variedades de flores pink, vermelhas e brancas.

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    Jasminum Nitidum

    Nome Científico: Jasminum nitidum
    Nome Popular: Jasmim-asa-de-anjo, Jasmim-estrela
    Família: Oleaceae
    Origem: Arquipélago Bismarck (Pacífico)
    Ciclo de Vida: Perene

    O jasmim-asa-de-anjo é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa, muito apreciada pelo doce perfume de suas flores. Seus ramos são longos, pendentes e ramificados e se tornam lenhosos com o tempo. As folhas são perenes, elípticas, opostas, de cor verde-escura, coriáceas e brilhantes.

    As inflorescências apresentam botões rosados que se abrem em flores estreladas, brancas e muito perfumadas. Este jasmim pode alcançar 6 metros de altura, mas geralmente não ultrapassa 1,5 metros, devido às podas. A floração ocorre na primavera e verão. O jasmim-asa-de-anjo é uma planta bastante rústica e versátil, podendo ser utilizada como cerca-viva, arbusto informal e até mesmo como trepadeira, recobrindo pórticos e cercas.

    Sua utilidade dependerá de como será conduzida, em relação ao tutoramento e podas. Para a obtenção de uma cerca viva, por exemplo, podas de formação devem ser realizadas para estimular seu adensamento, dando a planta uma textura mais compacta. Caso seja conduzida como trepadeira, necessitará de tutoramento e amarrios para que se fixe ao suporte. Este jasmim também pode ser plantado em vasos e jardineiras, que servirão para adornar a entrada de casas, varandas e sacadas, perfumando o ambiente com seu aroma doce e intenso.

    Pessoas mais sensíveis e alérgicas devem evitar o plantio do jasmim próximo às janelas dos quartos. O jasmim-asa-de-anjo deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. É capaz de tolerar a salinidade e se adapta a diferentes tipos de solos.

    Não tolera geadas ou frio intenso, mas pode ser mantido em estufas durante o inverno nas regiões de clima temperado ou frio. Rebrota bem após podas drásticas. Multiplica-se por estaquia dos ramos semi-lenhosos ou alporquia.

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    jacobínia

    Nome Científico: Justicia Carnea
    Nome Popular: Jacobínia, justícia, justícia-rosa
    Família: AcanthaceaeOrigem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    A Jacobínia é um grande arbusto de inflorescências muito vistosas, que pode alcançar cerca de 2 metros de altura. Ela apresenta caule ereto de textura herbácea, ramificado e folhas glabras ou pubescentes, com nervuras bem marcadas.

    As inflorescências são grandes, compostas por numerosas flores delicadas nas cores rósea, vermelha, laranja, amarela ou branca, de acordo com a variedade e são muito atrativas para os beija-flores. Diferentes variedades também apresentam portes e folhas diferentes. Sua utilização paisagística é ampla e bastante explorada, devido a um talento especial: as Jacobínias florescem em condições de semi-sombreamento, onde a maioria das plantas arbustivas podem não florescer. D

    evido a este fator, esta espécie também é bastante utilizada envasada, em varandas e interiores, sempre em ambientes bem iluminados. No jardim plante-a sob a copa das árvores ou protegida por construções, como planta isolada, em grupos ou renques junto a muros.

    Presta-se como flor de corte. Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo enriquecido com matéria orgânica, com irrigações regulares. Seu crescimento é rápido e vigoroso, e deve ser estimulado com cerca de três adubações anuais, de fórmula balanceada.

    A floração pode se estender durante o ano todo em climas quentes, mas concentra-se principalmente na primavera e verão.
    Após a floração as Jacobínias apreciam a poda dos ramos. Multiplicam-se por estaquia.

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    Justicia Floribunda

    Nome Científico: Justicia Floribunda
    Nome Popular: Farroupilha
    Família: Acamthaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto herbáceo, nativo do Brasil, de 0,5 a 1,20 cm de altura, com ramagens pubecentes, folhas elítico alongadas e pequenas, brilhantes e persistentes. Flores laterais em toda a ramagem, solitárias, aos pares ou em pequenos grupos, vermelhas com extremidade amarela.

    Formadas principalmente na primavera e muito visitadas por beija-flores. Cultivado, geralmente em vasos  ou em grupos, mantidos em locais protegidos com luz difusa ou meia sombra, em terra fértil e umidecida. Seu florescimento é mais abundante em regiões de clima ameno.

    Multiplica-se facilmente por estacas enraizadas em qualquer época do ano.

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