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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

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A Jacobínia tem origem na América do Sul e está entre as espécies de planta na família das Acanthaceae.

Apesar de ser uma planta sul americana, a Jacobínia pode ser cultivada tranquilamente em diversas outras regiões, desde que apresentem as condições ideais para seu cultivo. Então com essa diversidade de locais onde a Jacobínia pode ser cultivada, consequentemente ela receberá outros nomes populares como Jacobina, Justícia-rosa, Justícia, entre outros.

Se for cultivada sob as condições ideais, a planta pode chegar até 2,5 m de altura. Tendo essa planta em seu jardim, você terá também um grande arbusto com inflorescências bastante vistosas.

O caule será sempre ereto e bem herbáceo, com diversas ramificações e folhas pubescentes e com uma nervura bem marcante, o que dá um visual bem especial à planta, mudando sempre de uma planta para a outra, o que é um atrativo muito grande.

As inflorescências da Jacobínia são bem grandes e você vai encontrar um número bem considerável de flores nestas. Elas se apresentam sempre nas cores vermelha, rosa, laranja, amarela ou branca.

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Por ser um arbusto, você vai ver com muita frequência a Jacobínia utilizada em paisagismo. Então, com essa possibilidade, você pode ousar bastante e deixar o seu espaço muito mais bonito.

Se decidir utilizá-la em jardins totalmente decorativos, atente-se para tutorar a sua planta para deixá-la ainda mais bonita.

Quando cultivar, perceba se o terreno existe um semi-bronzeamento porque nesses ambientes a planta não cresce bem e pode até não florescer.

A Jacobínia pode ser plantada tanto em vaso como diretamente à terra e sempre em locais bem iluminados e arejados. Uma boa dica é plantá-la sob a copa de árvores ou próxima à muros.

Se você observar um pouco as flores da Jacobínia perceberá que ela produz uma espécie de plumas que são bem marcantes dessa espécie e elas ficam muito parecidas com um Flamingo, tanto que você vai ouvir algumas pessoas se referindo à planta como “planta flamingo”, mesmo sendo menos popular. Vamos conhecer alguns detalhes sobre o cultivo desse arbusto.

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Como cultivar a Jacobínia
O melhor clima para cultivar essa planta é o equatorial, tropical e subtropical, por serem os climas típicos das regiões de origem da planta, mas isso não significa que ela se limite apenas à essas condições de clima.

Sendo cultivada à meia sombra em solo enriquecido com uma boa matéria orgânica vai deixar a sua planta muito bonita. As regas devem ser regulares, principalmente nas primeiras semanas de plantação. Isso faz com que a sua planta cresça muito mais saudável. Essas regas devem ser feitas pelo menos 1 vez por semana e caso a sua região tenha chuvas constantes, assim como no inverno, você pode suspender essas regas caso chova nesse intervalo.

Como é uma planta que possui o ciclo de vida perene, você vai ter flores aparecendo durante o ano inteiro, o que faz a planta ser ainda mais bonita. Se a planta estiver cultivada em locais onde o clima é mais quente, as flores nascem ainda mais em maior quantidade, mas a melhor época mesmo para aparecerem novas flores é durante a primavera e durante o verão.

Logo após a floração da Jacobínia, o mais indicado é que seja realizada uma poda dos ramos para que ela continue crescendo bem. A multiplicação da planta é feita por estaquias.

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Se quiser, pode estimular o crescimento mais rápido fazendo pelo menos três adubações por ano e com uma fórmula bem balanceada. Com esse aditivo, a sua Jacobínia irá gerar lindas inflorescências também.

Dê preferência por fertilizar a planta durante a primavera porque é justamente nessa época que a sua planta começa a crescer de fato, logo após a brotação. Repita esse processo de fertilização no verão e no inverno.

Se ainda não sabe como aplicar e quanto aplicar em sua terra, você pode seguir o seguinte parâmetro:
* Aplique 1 colher de sopa de adubo de liberação lembra com formulação de 10-10-10 sempre que for fazer uma nova fertilização;
* Quando for trabalhar a terra adubada, faça isso com até 10 centímetros do caule da planta para o adubo não entre em contato diretamente com a sua planta e evite que as folhas se queimem, tipo de problema que acontece quando esse cuidado não é tomado.

Dicas
* Evite deixar a Jacobínia exposta em regiões onde existe uma frequência grande de geadas, pois isso vai prejudicar o crescimento da sua planta. Elas até suportam uma geada, mas se não estiverem protegidas, perderão todas as folhas;
* Atente-se sobre o ataque de pragas como pulgões, lagartas, formigas, cochonilhas e outras comuns em arbustos.

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A Bela-emília pertence à família Plumbaginaceae e nativa da África do Sul. É também conhecida como Dentilária e Jasmim-azul.

Trata-se de uma planta arbustiva e ramificada que cresce de 1,8 m até 3 m de altura, podendo se espalhar de 2,4 m a 3 m em extensão.

Pequenas flores azuis cobrem a planta durante quase o ano inteiro nas regiões mais quentes. Esse gênero é muito resistente em regiões com temperaturas entre -6,7ºC e 10ºC.

Cuidar de uma Bela-emília não é difícil, desde que se saiba como criar o ambiente adequado para a planta. Conhecimentos de como cuidar do exemplar a manterão florida e saudável durante anos.

Apesar de ser uma planta rústica, a Bela-emília é também muito versátil e por isso é muito usada por paisagistas em projetos de jardins e outros.

Uma das características marcantes da planta, é o fato de ela ser muito ramificada, por isso, é uma das espécies escolhidas quando é necessário criar uma cerca viva em um projeto. É muito comum que a planta seja tratada como uma trepadeira, mesmo não sendo uma característica original dela.

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Se as folhas concedem uma beleza única para a Bela-emília o mesmo podemos dizer das flores. São tão lindas quanto a folhagem.

Com total delicadeza, as flores formam buquês de pequena dimensão. E entre as espécies, encontramos algumas com flores em tonalidade azul. Porém, a maioria das plantas que encontramos são de flores brancas e delicadas.

É uma planta que adora sol e isso deve ser levado em consideração também na hora do cultivo. Á sol pleno ou a meia sombra é que ela deve ser cultivada. Não importando se está sozinha ou para formando cerca viva.

Não é uma planta exigente. A poda com regularidade pode ser o suficiente para que as flores apareçam sempre, assim como as folhas se renovem, exigindo pouco em relação a fertilidade.

E já que estamos falando de cultivo, vale ressaltar que na hora de multiplicar a Bela-emília podem ser usados os seguintes métodos: sementes, estacas ou mergulhia. E um detalhe importante, a planta não tolera frio.

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Os materiais necessários são:
Água;
Fertilizante;
Sulfato de manganês (opcional);
Tesoura de poda.

Vamos ao passo a passo
* Plante a Bela-emília em terra fértil, (preocupe-se com a drenagem da água) e que receba sol parcial ou pleno. Os botões florescem abundantemente sob sol pleno, mas a iluminação parcial também produzirá uma planta saudável e bonita.
O arbusto prefere terra levemente ácida e suas folhas poderão amarelar quando o pH estiver alto. Caso for plantar muitos exemplares, deixe um espaço de 90 cm a 1,5 m entre cada um.Nunca esqueça de que uma terra fértil para o cultivo é um fator que faz toda a diferença

* Regue o arbusto, mantendo a terra úmida até as raízes se estabelecerem e a planta começar a crescer sozinha. A bela-emília possui uma tolerância moderada à seca e, uma vez estabelecida, é capaz de sobreviver com poucas regas.

* Outro ponto importante para dar uma força para sua plana é a fertilização. É aconselhável fazê-la duas vezes por ano, uma na primavera e a outra durante o verão, para estimular o desenvolvimento e a floração contínua. É um modo de fazer com que as flores cresçam cada dia mais fortes e bonitas.

* Fique atenta à cor das folhas que podem ser sempre um sinal de que alguma coisa não está indo bem. Caso elas comecem a ficar amareladas, “cure” a sua planta aplicando sulfato de manganês nela. Faça isso seguindo as instruções da embalagem.

* E para completar, para garantir a beleza da sua planta é necessário que podas sejam realizadas. O momento certo de fazê-las é quando você perceber que os galhos cresceram demais. O tamanho também pode ser definido de acordo com a sua vontade, de como prefere. Não tem um tamanho correto que seja necessário seguir, além disso, corte quaisquer galhos mortos, enfraquecidos ou quebrados.

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Rhododendron

Rododendro é a designação comum às plantas do gênero Rhododendron L., da família Ericaceae, que reúne mais de 1000 espécies, entre elas as Azaléas.

Existe também o rododendro em Bonsai. São plantas arbóreas ou arbustivas, com algumas epífitas, nativas das regiões de clima temperado do hemisfério norte.

O gênero Rhododendron está amplamente espalhado, ainda que a maior diversidade ocorre na parte sudeste da cordilheira do Himalaia, com outras zonas também de relevante diversidade nas montanhas da Indochina, Japão e Taiwan.

Também existem várias espécies na América do Norte e Europa. Todos os rododendros possuem uma toxina chamada “graianotoxina” no pólen e néctar e, portanto, o mel produzido a partir destas plantas é muito venenoso. O resto da planta é venenoso para animas como o cavalo, especialmente as folhas.

Crescem bem em solos ácidos, de zonas montanhosas e temperadas, produzindo grandes floradas em forma de trompa e folhas ovaladas e brilhantes e, em alguns casos, tomentosas (conjunto de pelos curtos e densos).

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As flores agrupam-se em feixes nos extremos dos ramos, rodeadas por um arranjo de folhas em leque; as cinco pétalas formam uma trombetinha onde sobressaem os estames.

A maioria dos rododendros floresce, anualmente, durante um curto período de tempo, durante o qual adquirem cores muito vivas, em várias tonalidades: branca, amarela, laranja, rosa, vermelha e violeta. São cultivados em vários locais e foram modificados para produzirem flores menores ou maiores e uma imensa variedade de cores.

Os arbustos de rododendro crescem bem em sombra parcial e temperaturas amenas. As plantas precisam de bastante água, embora elas também morram rapidamente se as raízes ficarem encharcadas. De forma geral, eles podem ser um pouco complicados, mas cultivar rododendro no seu jardim ou canteiro pode ser uma experiência enriquecedora.

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Como plantar Rododendros – 1º Passo
* Os rododendros devem ser plantados no fim da primavera ou começo do outono. Essas plantas podem ser um tanto exigentes e podem morrer se plantadas quando o clima for quente demais ou frio demais. Então, você deve planejar transplantar mudas bem estabelecidas de rododendros antes que a temperatura comece a mudar.
- Essas plantas também precisam ser esfriadas por algumas semanas para que possam dar flores fortes e saudáveis. Assim, plantar esses arbustos enquanto o clima está um pouco frio pode realmente melhorar a primeira florada da estação.

*A planta cresce em áreas a meia sombra, então você deve procurar por um local ensolarado que receba pelo menos algumas horas de sombra durante o dia. Não escolha um local que tenha sol pleno ou sombra total.
- Também tenha em mente os problemas com inclinação e vento. Um local que se incline para o norte ou leste funciona melhor, pois o arbusto pode ser protegido contra os ventos secos do sul e do oeste. Como regra geral, você deve procurar por uma área que proteja do vento. Escondê-las atrás de muros também pode ajudar a protegê-las.

* O solo deve ser corrigido antes de planta-los, pois o sistema de raízes de um rododendro se desenvolve muito mal em solos pesados e densos. Se o solo for pesado demais, você precisará corrigi-lo, misturando matéria orgânica leve que possa fazer a densidade total bem menos compacta.
- Corrija a qualidade do solo com matéria orgânica. Incorpore uma mistura contendo duas partes de cascas de pinus, uma parte de areia grossa e uma parte de solo vegetal se seu solo inicial for do tipo argiloso. Para solo arenoso, misture partes iguais de solo vegetal com matéria orgânica como composto;
- Evite usar turfa, pois ela pode segurar umidade demais;
- Rododendros precisam de solo ácido com um pH entre 5.0 e 5.5. Teste o solo usando um kit de teste de pH ou levando uma amostra a um centro agrícola para testar. Se o solo for alcalino demais, corrija-o misturando gesso, enxofre agrícola ou sulfato ferroso. No entanto, se o solo tem um pH abaixo de 4.5, você precisará aumentá-lo misturando calcário agrícola no solo.

* A drenagem deve ser testada, pois o local que escolheu precisa ter uma drenagem adequada já que o rododendro morre rapidamente se as raízes se mantiverem encharcadas. Se a drenagem for insuficiente, você precisará tomar medidas para melhorá-la antes de plantar.
- Teste a drenagem do local escolhido cavando um buraco de 15 cm de profundidade e enchendo com água. A água deve drenar dentro de quatro horas. Se não ocorrer, você deve considerar a instalação de um sistema de drenagem para carregar o excesso de água para longe das raízes;
- Como alternativa, se a drenagem do local não for adequada, você também poderia plantar os rododendros em vasos suspensos.

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* Quase sempre os rododendros são plantados através de transplante e não por semeio. Escolha plantas com folhas verdes escuras e saudáveis para seu jardim, ou seja, escolha sempre plantas saudáveis.
- As plantas devem ter um verde profundo com pouco ou nenhum amarelo. Evite plantas com folhas murchas;
- Confira o solo nos vasos. Ele deve estar um tanto úmido. Se o solo está completamente seco, a planta pode estar em mal estado, mesmo se as folhas ainda não tenham começado a amarelar.

* Em geral, rododendros preferem climas em zonas de rusticidade de 5 a 8 (Uma zona de rusticidade é uma área geográfica delimitada em que um grupo especifico de plantas é capaz de sobreviver e definida pelas condições climáticas do local, em particular a temperatura mínima da zona. O frio extremo no inverno é um fator limitante para a sobrevivência das plantas). . Se seu clima for mais frio ou mais quente, você precisa ter algumas coisas em mente antes de plantar esses arbustos no seu quintal, então planeje o plantio com antecedência com base no seu clima.
- Se você vive em Zonas de Rusticidade entre 7 a 11, certifique-se de que o local recebe sombra a tarde e opte por plantas maiores em vez das menores;
- Se você vive em Zonas frias de 3 a 6, considere plantar o arbusto em sol pleno. Eles precisarão de pelo menos 6 horas de sol diário para evitar problemas com míldio. Você deve estar, também, ainda mais preparado para os ventos;
- Perceba que se sua região tem geadas devastadoras durante o inverno, você também precisa proteger os arbustos dos ventos de inverno. Essas plantas sofrem em frio extremo, então se quiser que elas durem até a primavera, você precisará protegê-las passando um saco de juta em volta delas no fim do outono.

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Plantar – 2º Passo:
* Cave um canteiro, os Rododendros gostam de serem plantados em grupos. Cave um canteiro de aproximadamente 45 cm de profundidade por 76 cm de largura. Tenha em mente que cada planta no grupo deve ser espaçados a cerca de 91,5 a 122 cm uns dos outros e 46 cm entre os canteiros laterais.
- Plantar esses arbustos em grupos também facilita para preparar um punhado adequado de solo;
- Não posicione o canteiro perto demais de uma árvore com raízes rasas como bordo, freixo ou olmo. As raízes alimentadoras podem mover-se no solo e roubar água e nutrientes do rododendro.

* Cave buracos rasos para os rododendros. O buraco que cavar para cada rododendro dentro do canteiro deve ser ligeiramente maior que o torrão de raízes, mas não mais profundo. As raízes do alto devem estar no nível do solo.
- O torrão de raízes deve estar 5 cm mais alto que o solo em volta quando colocar a planta na cova;
- Como regra geral, é melhor plantar o rododendro em uma cova rasa demais que em uma funda demais;
- Molhe o solo completamente depois de plantar os rododendros. Aperte o solo úmido em volta do torrão de raízes para mantê-lo firme e seguro no lugar.

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O Malvavisco é uma espécie mais comum dentre todas as espécies de arbustos do mundo, ele está incluído na família Malvaceae. É também conhecido popularmente como: Malvavisco, Hibisco-colibri e Malva-de-colibri.

A origem do Malvavisco é do México e do norte da América do Sul. Pode atingir 4 m de altura, podendo ser usado como cerca-viva ou isolado, estando florido quase o ano todo. Ela é cultivada no Brasil desde a sua descoberta e é muito usada em locais públicos por pura ornamentação.

Os jardineiros amantes de arbustos de grande porte são os primeiros a indicar as mudas desta planta por diversos motivos.

É prática, muito bonita e possui características simples, além de ser pouco exigente com relação ao seu cultivo e cuidados.

Embora o Malvavisco seja largamente utilizado em jardins, é preciso tomar cuidado com a área de plantio que não deve ser muito pequena.

Quando bem cultivada, respeitando as suas regras de plantio, a espécie pode atingir mais de 2 m de altura, sendo seu tamanho mínimo aproximadamente 1,8 m. A medida máxima que o Malvavisco pode atingir é 2,4 m de altura. Por causa disso, a espécie é considerada uma planta ou arbusto de grande porte, sendo cultivado em locais mais amplos.

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É uma planta bastante tolerante e isso acabou sendo um dos motivos pelos quais os jardineiros adotaram uma preferência por elas. Dessa maneira, pode ser cultivada sob sol pleno, assim como diversas plantas da sua família. Mesmo assim, tolera meia sombra mesmo possuindo um ciclo de vida perene.

É um arbustos de grande porte, sendo bastante lenhoso e ramificado. Seus ramos costumam ser grandes, por onde a espécie vai delimitando o seu crescimento quando colocadas em algum suporte.

Se cultivada de forma correta, pode atingir além de seu tamanho máximo comum. Em determinadas ocasiões, pode chegar aos 4 m de altura, dependendo especialmente do seu local de cultivo.

As folhas da espécie contribuem para o seu efeito ornamental em quintais e jardins. São bastante esverdeadas e oval-lanceoladas, além de serem muito mucilaginosas apresentando bordos serrilhados. Todo esse design nas folhas do Malvavisco podem servir como um diferencial e também apresentam originalidade. Este é mais um quesito a ser levado em consideração quando os jardineiros de plantão resolvem escolher a espécie para enfeitar os seus respectivos jardins.

A espécie é considerada pela por causa das suas altas e volumosas florações. Suas flores chamam muita atenção pelo formato e pela coloração, bastante atraente para alguns isentos polinizadores como borboletas, abelhas e joaninhas.

Os tons das pétalas diferenciadas podem variar entre róseo e vermelho, sendo a variante mais comum em coloração avermelhada. A floração da espécie nasce de forma vistosa e fica de maneira sempre pendente, podendo também estar semi-fechada. É este comportamento que faz com que as flores se tornem altamente duráveis em relação a floração de hibisco (Hibiscus rosa-sinensis).

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É na primavera e no verão que a espécie está muito mais florida, ainda que as flores pendentes e quase fechadas rendam durante todo o ano.

A planta é considerada de baixa manutenção e suas mudas também possuem um baixo custo pode terem se tornado tão populares em alguns locais do mundo.

As espécies em questão podem acabar formando renques bem podados, não sendo recomendada a sua utilização como planta isolada em canteiros e muito menos nos jardins de forma geral. É uma planta bastante rústica e que serve para formar cercas vivas dentro de determinadas condições.

As podas são muito bem aceitas pelo arbusto que acabam ficando com uma floração mais abundante nessas condições.

É através das podas frequentes que a planta pode ser amplamente utilizada como cerca viva. Por causa dos cortes, os ramos ficam mais compactos deixando a espécie pronta para o paisagismo.

O crescimento da planta é muito rápido, mas dependendo da sua forma de cultivo, pode ter um desenvolvimento mais moderado, principalmente em comparação aos outros arbustos inseridos em suas categorias.

Por causa de seu formato rústico e suas flores atrativas, também pode atrair uma séries de espécies de beija-flores, contribuindo, dessa forma, para a ornamentação do jardim.

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Cultivo
Mesmo sendo uma planta de baixa manutenção, o Malvavisco deve ser plantado com muito cuidado, respeitando as suas principais características e formas de propagação.

Deve ser cultivada sob sol pleno, mais tolera as sombras, desde que sejam na metade do dia. É preferível que se deixe a espécie na sombra somente durante o dia, deixando o sol incidir durante toda a tarde.

O solo deverá ser bastante enriquecido, com matéria orgânica bem curtida e uma cova de plantio bem drenada, além de altamente fértil. Na hora das regas, deve-se evitar  encharcar o solo, já que as raízes do arbustos não aceitam o excesso de água.

A planta não tolera grandes variações de temperatura, muito menos geadas e locais mais frios. Sendo assim, por ser uma planta de clima tropical, não consegue se desenvolver no sul do Brasil, por exemplo.

A planta acaba por se propagar por estaquia, o método mais prático para a sua multiplicação sem que ela se torne altamente invasiva. Também pode crescer junto a planta mãe por meio dos agentes polinizadores.

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Espécie de planta pertencente à família Pittosporaceae, originária da Ásia – China e Japão.

Trata-se de um arbusto resistente, de aroma marcante, com folhas arredondadas de coloração verde ou verde-acinzentada com bordas claras na cultivar “variegata”.

Sua altura chega até 5 m e é frequentemente utilizado na realização de sebes livres ou quebra-vento. Ocorre uma variedade anã, mais apreciada para o cultivo em vasos, pois seu porte arredondado se destaca.

Sua folhagem verde escuro brilhante é frequentemente utilizada na confecção de ramos.

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Sua florescência branca aparece no final da primavera ou no início do verão. O cheiro emitido pelas flores dos mixósporos recorda agradavelmente o cheiro das flores de laranja.

Não é uma planta exigente em fertilidade, mas desenvolve-se melhor em solos drenados, fértil sempre a pleno sol.

Tolera frio e ventos fortes e pode ser cultivado no litoral. Tem a tendência a desenvolver ramos com folhas verdes que devem ser retiradas se não comprometer a forma da planta.

Sua multiplicação é feita por alporquia e estaquia.

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Pequeno arbusto da família Rubiaceae, originário da China, de folhas perenes e abundante floração.

É uma planta muito ramificada e de crescimento compacto, sendo ideal para a formação de bonsai. Suas folhas são bem pequenas, brilhantes e de cor verde na espécie típica. Ocorrem ainda formas “Variegatas”, com folhas de margens cor branco, creme e amarelas.

A floração da Serissa ocorre na primavera e verão, despontando numerosas flores miúdas, de cor branca a rosa, de acordo com a cultivar, com formato de estrela, o que lhe rendeu o nome popular de “Mil-estrelas”.

No jardim ela pode se conduzida como arbusto topiado, podendo ser utilizado isolado, em conjunto com outras plantas, ou em grupos, para delimitar caminhos em bordaduras ou na formação de sebes baixas. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

É uma planta muito rústica e sua manutenção é baixa, exigindo apenas pouca adubação e podas de formação após a floração.

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Algumas pessoas dizem que é uma planta complicada de se cuidar, pois quando em temperaturas baixas ou quando mudadas bruscamente elas perdem sua folhagem.

As serissas também podem ser cultivadas dentro de casa, pois elas dão um charme e um toque especial ao ambiente dando um ar de natureza, se for ficar dentro de ambientes fechados esta planta necessita de lugares bem iluminados.

Essas plantas também precisam ser regadas sempre, pois tem estarem sempre úmidas, para mantê-las sempre lindas pode optar se pelos adubos uma vez ao mês, tomando muito cuidado com o excesso do produto, pois a serissa como qualquer outro tipo de planta pode sofrer e ficarem danificadas com isso.

Para estimular uma nova floração é necessário a remoção  de folhas mortas após ficarem murchas e também as flores amareladas. Para a reprodução da planta deve  podar as raízes que ao serem cortadas exalam um cheiro extremamente desagradável.

Seu cultivo deve ser sob meia sombra ou luz difusa, em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos regulares.

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Para que a planta tenha uma intensa floração necessita de sol direto, mas precisa ser protegida nas horas mais quentes do dia, principalmente no verão. Tolerante ao frio subtropical e podas drásticas.

Não gosta de ser mudada de ambiente. Em situações de estresse, como mudanças e frio intenso, pode amarelar e perder as folhas, mas é capaz de rebrotar.

Sua multiplicação é muito fácil, bastando por estacas para enraizar na primavera. É possível enraizar estacas em copos com água.

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Planta da família Rubiaceae e originária da China, a Gardênia é uma planta arbustiva, semi-lenhosa, que poda chegar de 1,5 a 2 m de altura.

Além das suas folhas verdes brilhantes e bonitas, possui flores brancas e com perfume muito atraente, que florescem no verão, tornando a planta ainda mais bonita. É uma das plantas favoritas entre as plantas que são utilizadas em jardins floridos.

Com o tempo as suas flores brancas adquirem um tom creme, mas a floração se mantém por um longo período.

Elas são geralmente cultivadas em jardins, na terra, mas também podem ser plantadas em vasos em ambientes externos.

Vale explorar o seu principal atrativo, o seu aroma delicado e agradável. Sendo assim, procure deixá-la em locais onde há trânsito de pessoas.

Pode também ser cultivada em grupos, ou em cercas vivas, sendo que mesmo sem as flores, a sua folhagem se enquadra muito bem ao ambiente. Podem ser colocadas em floreiras abaixo de janelas, onde você pode apreciar o seu aroma.

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Existem variedades mais compactas, cujas flores possuem mais pétalas. Algumas plantas podem vir a produzir pequenos frutos amarelos, dos quais são extraídos corantes para a indústria e artesanatos.
Floresce mais intensamente em regiões de climas mais amenos, como no sul do Brasil.

A gardênia cresce bem em locais com bastante sol direto, com pouca sombra. Ela também prefere ambientes com alta umidade do ar. Proteja as gardênias de ventos fortes e frios.
Crescem melhor em solos ácidos, e com bastante matéria orgânica.

Regue regularmente mantendo o solo sempre úmido, mas não encharcado.

As podas são bem vindas para manter um bom formato das folhas. O período ideal para as podas é após a floração. Evite ficar machucando a planta com ferramentas, pois algumas doenças podem entrar por esses ferimentos.

Podemos multiplicá-las facilmente por meio de estacas feitas dos ramos, preparadas após o florescimento. Pode ser plantada por sementes, mas elas podem demorar de 2 a 3 anos para germinar.

Exige rega média, no entanto, mantenha o suprimento de água adequado em uma base regular. Mas, tome cuidado para não encharcar a planta. Em muitos casos, ela pode tolerar condições de seca moderada.

Certifique-se podar a planta após a floração, que é após o verão. Ao contrário, você colocara para fora os botões que iriam florir durante o período de floração.

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Planta da família Myrsinaceae com origem na Ásia – China e Japão.

Trata-se de uma planta que possui folhagem e frutos decorativos. A sua ramagem é ereta e ramificada, sua textura semi-herbácea. Folhas perenes, cerosas e de coloração verde-escura com margens finamente onduladas e serrilhadas.

Já as suas inflorescências são compostas por pequenas flores, estreladas, perfumadas, hermafroditas e de uma coloração branca ou rosada.

A Ardísia  tem pouco valor ornamental. No período do verão até o começo do inverno surgem nessa planta os cachos de numerosos frutinhos esféricos que são parecidos com pequenas cerejas.

A cor desses frutinhos é vermelho vibrante, muito duráveis podendo permanecer muitas vezes até a próxima floração. O crescimento dessa planta é moderado e se destaca quando isolada no jardim assim como dentre pequenos grupos ou em renques. Uma planta que atrai passarinhos, geralmente eles vêm apreciar os seus frutos.
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Uso na decoração
Um dos motivos que tornam a Ardísia bastante procurada envasada é o fato de poder ser utilizada para a decoração de interiores. Fica muito bem em ambientes bem iluminados, em sacadas ou mesmo em pátios.

É possível manter essa planta no litoral desde que ela esteja bem protegida dos ventos fortes, pois esses podem danificar a sua folhagem e ainda derrubar os seus lindos frutos. Também indicamos que a planta seja protegida do sol intenso nas horas mais quentes do dia.

Cultivo
A planta deve ser cultivada sob o sol pleno ou então a meia-sombra. O solo deve ser fértil, profundo e enriquecido com matéria orgânica. A irrigação deve ser regular e o clima que aprecia é o mais ameno. Apesar disso pode se desenvolver numa ampla faixa climática e tolera temperaturas de até -10°C, tornando-se caduca nessas condições.

A sua multiplicação deve ser feita por estaquia e por sementes. Pelo fato de ter uma propagação fácil pode se tornar uma planta invasora em algumas situações.

A Ardísia é uma boa opção, pois não exige manutenção e também não é exigente em relação a fertilidade. Pelo fato de ter pouca quantidade de raízes não muito profundas tem boa adaptação a cultiva em canteiros rasos, vasos e jardineiras.

A luminosidade ideal para uma Ardísia é a intensa, mas o sol direto pode queimar as suas folhas. Sendo assim o seu cultivo deve ser feito em áreas de meia sombra e que tenha sol apenas pela manhã ou então sob árvores.

Na cova do plantio é necessário acrescentar composto orgânico e húmus de minhoca. No caso de solos muito compactados é necessário acrescentar areia ou material vegetal decomposto com alguma textura, um exemplo é o composto de folhas. Essa mistura deve ter boa drenagem, pois a Ardísia não suporta solo encharcado.
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Adubação
A Ardísia necessitará de adubação de reposição, tanto plantada em canteiros ou vasos, de uma a duas vezes por ano. Para isso utilize uma colher de sopa de adubo granulado do tipo NPK na formulação de 10-10-10 numa garrafa PET de 2 litros. Coloque água e sacuda bem para que se dissolva.

Um dia antes da aplicação você deverá regar o substrato para que haja a formação de um bulbo úmido. No dia seguinte você deverá colocar 1 copo com a mistura de água e adubo na muda. É muito importante cuidar para que não toque na planta.

Os frutos da Ardísia tem boa capacidade de germinação e é facilmente propagada. Pode surgir junto ao tronco muitas novas mudinhas. As regas devem ser regulares junto com as outras plantas.

Uso no paisagismo
A Ardísia é uma planta que combina muito bem com canteiros de arbustos coloridos, folhagens variegadas ou mesmo que tenham flores brancas ou vermelhas. Porém, nem sempre é possível fazer esse tipo de combinação porque muitas plantas necessitam de sol então é necessário contar com plantas de meia sombra em canteiros ou vasos.

Uma dica é que o uso de várias mudas num mesmo vaso ganha um visual bem ornamental e com um efeito muito bonito.

Outros detalhes sobre a Ardísia
Tronco
O tronco dessa planta é um caule fino e ereto, os seus ramos se inclinam de forma natural com o peso dos seus frutos.

Água
A Ardísia aprecia um solo que esteja ligeiramente úmido e jamais encharcado. Bastante tolerante a estiagem, deve ser regada cerca de 2 vezes por semana. Durante o inverno você pode e deve diminuir a quantidade de água.

Clima Ideal
Tem preferência por um clima ameno, mas é tolerante a qualquer tipo de temperatura. Nos lugares de clima muito frio acaba perdendo as suas folhas que depois voltam a nascer quando a temperatura sobe.

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Necessidades para o cultivo
Essa planta prefere um solo que seja rico em matéria orgânica, profundo, mas também pode ser cultivada praticamente em qualquer lugar desde que haja uma boa drenagem. Uma planta rústica que não exige muitos cuidados, mas vale destacar que é importante que o substrato não fique encharcado.

Dicas de fertilização
Para que a planta fique bem vistosa é importante contar com um bom fertilizante NPK. A fórmula indicada é a 04-14-08, use de 1 a 3 colheres de sopa, isso depende do tamanho do vaso. No caso de Ardísia plantada no jardim deve-se usar de 3 a 8 colheres de sopa, claro que depende do tamanho da planta.

Para fazer a aplicação correta coloque o fertilizante ao redor do caule, porém, cuide para que não encoste na planta.

A propagação
A propagação dessas plantas deve ser feita por sementes e estaquia. Germina com bastante facilidade embaixo da planta. É comum encontrar mudinhas que brotam através de sementes que caem e exatamente por isso pode se tornar uma planta invasora.

Multiplica-se facilmente por estaquia e por sementes. Devido a facilidade de propagação, pode-se tornar invasora em algumas situações.

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Todos aqueles que querem começar um jardim, deveriam conhecer a teoria da jardinagem para que a sua plantação seja feita da forma mais certa.

Além de conhecer jardinagem, você precisa ainda conhecer mais cada planta que você vai cultivar, já que cada uma dessas pede uma quantidade de sol ideal, uma quantidade de água ideal, uma quantidade de adubo ideal, entre outras necessidades.

As plantas vivem como nós humanos, alguns precisam de mais ou menos vitaminas e nutrientes, outros consomem mais água, alguns não podem passar muito tempo ao sol, etc.

A Veigela é um ótimo exemplo de planta que se você não atentar bem sobre o cultivo, poderá ter problemas na plantação. Essa planta é um arbusto, sendo considerado rústico, mas com algumas necessidades que devem ser observadas principalmente no primeiro ano da sua planta.

De todos os cuidados essenciais para essa planta, você vai perceber que algumas são mais delicadas e “cobrarão” um pouco mais da sua atenção, como acontece com a temperatura ideal para planta.

Abaixo será encontrada as principais características sobre o cultivo da Veigela, assim como as principais características dessa planta que pode ser cultivada facilmente em seu jardim.

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A Veigela está entre as espécies de plantas da família das Caprifoliaceae. É de origem do continente asiático com muita incidência na China, na Coréia do Norte e na Coréia do Sul e, portanto, algumas características desses lugares implicam e muito no desenvolvimento da planta. Uma dessas características é o melhor clima para cultivar a planta sendo o subtropical, o temperado e o tropical os mais indicados nesse caso.

Essa planta categorizada como arbustos e cercas vivas, apesar de ser originária dos lugares acima citados, pode ser facilmente cultivada em qualquer parte do mundo desde que este ofereça as condições ideais de clima, umidade e iluminação.

Sendo cultivada de acordo com as condições citadas mais abaixo, a Veigela pode crescer entre 90 cm e 3 m de altura, chegando a esse máximo já na fase adulta de sua vida. A planta apresenta um ciclo de vida perene o que significa que você terá esse tipo de plantação brotando durante o ano inteiro em seu jardim.

Fisicamente, essa é uma planta muito ramificada e estas ramagens se apresentam sempre bem ereta e arqueada, o que faz com que o seu florescimento crie um aspecto decorativo, por isso a planta ser tão utilizada como cerca viva.

As suas folhas são ovaladas e postas de forma oposta em cada ramo com alguns poucos pecíolos e margem serrilhadas, todas sempre alternando entre a tonalidade verde e avermelhada.

As flores apresentam-se sempre solitárias ou em alguns poucos cachos, sempre na extremidade de cada ramo. Elas são pequenas e as cores variam podendo ser rosa, amarela, branca ou vermelha. Os frutos, em forma de cápsula, são secos, mas contém muitas sementes.

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Cultivo da Veigela
Por ser uma planta rústica, não há muita preocupação com os cuidados, pois a Veigela não vai cobrar tanto isso de você. A manutenção da planta fica restrita a praticamente as adubações anuais assim como as podas que também devem ser feitas com esse intervalo de tempo.

O cultivo regular deve ser feito sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, drenado, rico em matéria orgânica e irrigado com regularidade certa. Apesar de para o cultivo certo ser indicado o sol pleno, a planta vai preferir ser cultivada em clima frio e com um pouco de umidade. Essa planta também não vai tolerar climas muito quentes, principalmente o calor tropical e não responde muito bem aos períodos de estiagem. Se você for cultivar a Veigela em locais onde o clima predominante é o subtropical, você deve deixar sempre a sua planta à meia sombra para ela crescer bem.

A fertilização, independente de clima, deve ser rica em fósforo no início e no final da primavera, pois isso vai estimular a floração da planta. Quanto terminar a floração da Veigela, você deve podar no máximo um terço dos ramos mais velhos para dar espaço aos novos que crescerão na próxima floração. Sua reprodução é feita por estaquias feita a partir dos ramos lenhosos e por sementes.

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Doenças da Planta
Toda planta está sujeita a adquirir algumas doenças e não seria diferente com a veigela. Ela apresenta as doenças comuns tanto em cercas vivas quanto em arbustos e você precisa atentar-se muito para que sua planta não seja contaminada. Sendo uma planta rústica, como vocês puderam já notar nas afirmações mais acima citadas, pode ocorrer o aparecimento de algumas doenças e fungos, e dificilmente você perceberá.

O problema mais comum é a podridão da raiz que pode acontecer com a sua planta. Isso acontece porque a Veigela vai exigir um solo bem úmido e o clima ideal não é o com temperaturas mais altas, vai acontecer de períodos onde você vai irrigar sua planta e o solo permanecerá ainda úmido por um tempo além do ideal. Isso vai gerar um crescimento de madeira apodrecida além de folhas murchas.

O Oídio é outro problema comum na veigela. Esse fungo passa a agir na planta através da absorção de seus nutrientes o que deixa uma nódoa esbranquiçada nas folhas.

Para tratar de qualquer um desses problemas, o ideal é você procurar produtos fungicidas que são facilmente encontrados em lojas que vendem produtos para plantas. A aplicação vai variar de acordo com cada fungicida e alguns ainda serão necessários a sua mistura com água devido a concentração em alto volume.

Opte sempre pelos mais naturais para evitar que agridam tanto a sua planta e só suspensa a aplicação quando perceber que o a doença sumiu por completo.

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Viburnum tinus

Existem três diferentes sub-espécies desta planta, que é originária da região do Mar Mediterrâneo e da Macaronésia, estando também presente nas Ilhas Canárias. Esta planta pertence à família da família Adoxaceae e é frequentemente usada como ornamentação na América do Norte e na Europa Ocidental, pois é sempre verde e floresce mesmo no inverno.

Pode aparecer, ainda que raramente, como uma pequena árvore, mas a maior frequência é de arbustos. Seu tamanho pode chegar até 7 m de altura, embora seja mais comum que tenha apenas pouco mais do que 2 m.

Suas folhas são perenes e podem durar entre dois e três anos. São distribuídas em pares opostos, variando de tamanho, entre 4 e 10 cm de largura por 2 a 4 cm de comprimento.

Produz, sobretudo, flores brancas e em grande densidade, que aparecem durante o inverno. O fruto tem coloração entre o azul escuro e o preto, com cerca de 7 mm de comprimento

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Esses frutos não podem ser consumidos, isso em virtude de serem venenosos, o que faz com que a planta não seja recomendada para quem tem animais domésticos com tendência a mexer em tudo, por conta do risco de intoxicação.

Seu crescimento natural é mais comum em florestas de carvalhos. Tem preferência por lugares úmidos e com bastante sombra, em altitudes de até 800 m. O cultivo da planta criou variações, sobretudo na coloração das flores e frutos, ainda que mantendo as características originais.

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Há cultivares apropriadas para cada função no jardim, algumas com folhagens mais densas, outras mais floríferas, etc, de acordo com a necessidade.

Seu cultivo deve ser a sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares, principalmente no primeiro ano após o plantio.

Se for queimado por geadas, ele rebrotará na primavera.  É frequentemente a fonte de alimentação de besouros comedores de folhas, que podem acabar por matar a planta. Apesar de preferir climas medianos, pode aguentar o frio de até -10ºC.

Sua floração dura entre os meses de janeiro e abril em sua região natal, enquanto os frutos aparecem durante o verão.

A propagação pode ser feita tanto através de sementes quanto por meio de estacas. Ao propagar as sementes, a planta deve ser colocada na terra quando madura, aguardando uma germinação lenta e que pode durar até 18 meses.

As sementes verdes que são semeadas rapidamente por vezes germinam durante a primavera. As armazenadas precisam de 2 meses de estratificação amena e 3 meses de frio. Quando a planta atingir o tamanho suficiente, pode ser transplantado para seu vaso individual e plantado no local onde ficará de forma definitiva, o que deve ser feito durante a primavera.

Na propagação por estaca, podem ser usados ramos verdes, maduros ou semi maduros, dependendo da época do ano em que será feita. Assim que os ramos começarem a ganhar raízes, podem ser transportados para seu local definitivo.

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