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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Elaeagnus pungens

O oleagno é uma espécie vegetal que pertence à família Elaeagnaceae, que se caracteriza por ser uma planta angiospérmica, aquela planta que possui flores em sua composição. Trata-se de uma árvore de pequeno porte ou arbusto nativo das regiões que apresentam clima temperado.

Entre os outros nomes populares pelos quais a espécie é conhecida estão as seguintes denominações: Eleagno, Oleastro e Oliveira-ornamental.

A família Elaeagnaceae agrupa em torno de 50 espécies diferentes de plantas, que de uma forma geral, são espinhosas e possuem folhas simples e cobertas por pequenas escamas ou pelos.

A maioria das plantas que pertencem a esta família são xerófitas, isto é, plantas que não precisam de muita água para sobreviver, no entanto existem algumas espécies que são halófitas, que são plantas terrestres, que estão aptas a viverem no mar ou próximo deste e são tolerantes a salinidade.

O oleagno é uma planta nativa do continente Asiático, mais precisamente da China e do Japão que foram os primeiros lugares onde foram identificadas a sua presença.

Devido a sua grande beleza esta planta é bastante utilizada com fins ornamentais.

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Características do oleagno
O oleagno se caracteriza por ser um arbusto lenhoso, ereto, perenifólio (as folhas velhas não caem antes das folhas novas se desenvolverem, isto é, a planta sempre se conserva com folhas) e com muitos ramos. Além disso, o pequeno arbusto é uma planta que possui ciclo de vida perene, isto é, possui um ciclo de vida longo, superior a dois anos.

Uma planta do tipo arbusto é uma planta que se ramifica junto ao solo e possuem um porte pequeno quando comparado às árvores, os arbustos precisam de um espaço grande para se desenvolver bem.

O oleagno atinge uma altura média de 1,20 m a 2,40 m, porém já foram encontradas plantas com até 4,0 m de altura.

Os ramos do vegetal são muito lenhosos, mas quando jovens possuem grande flexibilidade, o que facilita a condução dos ramos e a utilização do oleagno como cerca viva.

As folhas do vegetal são de formato ovalado e são cerosas, possuem uma coloração verde oliva em sua parte superior e na parte inferior elas apresentam uma coloração prateada. As margens da folha são irregulares e suas escamas são amarronzadas.

O oleagno normalmente floresce no verão, e as flores desta planta possuem o formato de um sino pequeno. Elas possuem uma cor rosada tendendo a branco-creme. As flores são axilares (se formam nas axilas das folhas), são bastante perfumadas e muito discretas, pois elas ficam escondidas e camufladas em meio a ramagem.

Esta é uma planta que de uma maneira geral tem o seu florescimento no outono. Ela produz frutos, de tamanho pequeno, e que possuem uma coloração marrom-avermelhada, e possuem uma superfície prateada.

Os frutos do arbusto são comestíveis, no entanto o seu sabor não é dos mais apreciados, por não ser muito saboroso. No entanto, os frutos do oleagno, são atrativos para os pássaros e aves, servindo como alimento para estes. Outra característica do vegetal é que ela possui espinhos esparsos.

Existem várias espécies de oleagno, no entanto as que são mais conhecidas e cultivadas são as variedades que possuem as folhas com as margens ou o centro de coloração amarelada ou creme.

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Cultivo do oleagno
Esta é uma espécie de planta que gosta e aprecia o clima ameno, sendo uma planta tipicamente apropriada para o cultivo em regiões de clima temperado, mas se adapta facilmente aos climas: continental, oceânico, tropical, mediterrâneo e subtropical.

Seu cultivo deve ser sob pleno sol ou a meia sombra. É um das poucas plantas arbustivas que pode ser cultivada dessa maneira sem maiores preocupações e cuidados, pois ela tolera plenamente essa condição de cultivo.

O solo apropriado para o cultivo da oleagno deve ser fértil e enriquecido com a utilização de material orgânico, no entanto, não tolera ser cultivada em solos alcalinos e é importante que o solo apresente uma boa permeabilidade e seja profundo.

Além disso, devem ser realizadas regas periódicas para que o solo fique apropriado para o cultivo. O oleagno é uma planta que apresenta certo grau de resistência, inclusive ela suporta curtos períodos de estiagem.

Pode ser cultivado de forma isolada ou em grupos de plantas. Essa espécie pode ser cultivada em sua forma natural, ou podem ser realizados trabalhos, como exemplo a topiaria (arte de podar plantas em formas ornamentais).

O Oleagno é uma planta arbustiva utilizada para a formação de cercas vivas com bastante resistência, rusticidade e acima de tudo com grande beleza. Contudo, o Oleagno é uma planta que possui um crescimento considerado de moderado a lento.

Pode ser cultivado em vasos e jardineiras e também pode ser cultivado em regiões litorâneas, sendo colocadas em sacadas, varandas e coberturas, pois a planta tem a capacidade de suportar ventos mais fortes.

Dependendo da forma de cultivo, esta planta pode sofrer podas de formação. Esse tipo de poda é importante para a confecção das cercas vivas, e também para controlar o crescimento invasivo da planta.

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Multiplicação do oleagno
O oleagno pode se propagar de duas maneiras: através da dispersão de suas sementes e por estaquia. Por sementes a propagação se dispersa com extrema facilidade, por isso em algumas localidades ela é considerada como uma planta invasiva (plantas que proliferam com facilidade e acabam invadindo áreas indesejadas).

Na multiplicação por estaquia, são formadas estacas com os ramos do oleagno, e esses ramos necessitam ter a presença de folhas e raízes para que quando as estacas forem transportadas e colocadas em outros locais, elas tenham condições e capacidade de criar uma nova planta.

Os ramos que serão utilizados para reprodução da planta por estaquia podem ser feitos através do aproveitamento dos cortes feitos na poda de formação.

Na propagação do oleagno por estaquia, muitas vezes são usados enraizadores para acelerar o processo de estaquia.

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A telópea está entre as espécies da família das Proteaceae. Classificada como arbustos tropicais e flores perenes, essa planta tem origem na Oceania com maior incidência na Austrália. A planta também é conhecida como Waratah. Mesmo sendo originária dessas localidades citadas, a telópea pode ser cultivada em qualquer outra região desde que apresente as condições ideais de solo, fertilização, iluminação e umidade.

Sendo bem cultivada, a telópea pode chegar até 3 metros de altura e possui ciclo de vida perene, o que significa que quando bem plantada, ela vai gerar frutos e flores por todo o ano sem que você corra o risco de ter uma planta “parada” em seu jardim.

Esta é uma planta bem arbustiva e lenhosa, portanto pode ser bem decorativa, caso essa seja a sua finalidade ao cultivá-la. Essa planta possui uma característica diferenciada de muitas plantas. Ela tem em sua estrutura o que chamamos de Lignotúber, que é uma estrutura diferenciada que serve de reserva e também para brotação. Essa estrutura fica localizada no colo da planta, na parte subterrânea e permite com que a plante brote novamente caso haja um incêndio florestal, o que é bem comum em florestas densas naturais da telópea.

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É uma planta de folhas elípticas, com espátulas sempre verde escura, com as margens denteadas e de estrutura bem rígida. As flores da telópea são na verdade inflorescências que acontecem durante o ano, surgindo com mais frequência na primavera.

Elas são grandes e apresentam-se na forma global onde sua circunferência  pode chegar até 15 cm de largura. As flores são muitas e sempre na cor vermelha, apesar de já existirem algumas telópeas com flores amarelas, champagne, rosas e brancas. Essa alternativa dá-se ao cultivo diferenciado e que são mais adaptadas a regiões onde o clima é frio e o florescimento também acontece mais precocemente.

A telópea não é uma planta típica de jardim, mas pode ser cultivada caso já tenha uma certa experiência com jardinagem. Elas podem ser cultivadas de forma isolada ou em pequenos grupos em locais abertos ou em locais onde copas ralas de árvores sirvam como um bloqueio dos raios de sol.

Vamos entender melhor como deve ser o cultivo da telópea planta.
Quem gosta de plantas sabe muito bem que as funcionalidades de cada árvore, cada flor assim como cada pedacinho de uma planta, pode ser extremamente explorado e torna-se útil para inúmeras ações. Quando falamos de flores, imediatamente assemelhamos a lindos buquês e arranjos, porém nem todas são próprias para isso, pois a sua resistência fora da terra não é tanta.

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Mas esse não é o caso da telópea, ela tem uma linda inflorescência, rica em flores de um vermelho conquistador e que ganha a atenção de qualquer pessoa que passa por elas. Hoje a telópea é a planta que simboliza as florestas da cidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. Ela não somente é a planta de maior incidência nessa região, como também é o símbolo oficial da flora dessa localidade.

Principais características e cultivo da telópea
O cultivo da telópea deve ser feito sob o sol pleno ou então sob uma sombra mediana. O solo preferencialmente deve ser bem arenoso, rico com matéria orgânica, as irrigações devem ser regulares e deve ser bem profundo devido o tamanho da raiz da planta.

Quando começar o cultivo, deve-se ter uma atenção toda especial com a telópea, pois essa planta é sempre muito suscetível a pragas e doenças, principalmente nas suas folhas e flores. Para controlar mais esse problema, podas constantes devem ser mantidas ou então grandes podas em espaços de tempo maiores.

Levando em consideração o local de origem dessa planta, ela se desenvolve mais facilmente em regiões onde o clima é subtropical, portanto evite planta a telópea em locais onde a temperatura seja muito baixa ou tenha ventos muito fortes porque a planta não irá se desenvolver. A fertilização deve ser feita com produtos de liberação lenta apenas.

A multiplicação da telópea é feita por sementes ou por estaquias. Essa última forma de cultivo faz com que a nova planta mantenha as características da planta mãe.

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Pertencente à família Oleaceae, o jasmim-amarelo, é uma das flores de origem do Velho Mundo. Sendo categorizado como arbustos, cercas vivas e flores trepadeiras, o jasmim-amarelo também recebe outros nomes populares que vão variar de acordo com o local onde é cultivado, como por exemplo, o jasmim-primulino.

Dependendo das condições de cultivo, essa planta pode chegar até 3 m de altura. As flores do jasmim-amarelo são bem tubulares com pétalas bem características da espécie e sempre exalando um aroma muito agradável. Apesar de receber o nome de jasmim-amarelo, a maioria das flores dessa espécie é branca, mas existem algumas variações brancas e rosas.

Seu ciclo de vida é perene, isso significa que o ciclo de brotação da planta é mais longo e podem chegar até 2 anos, então tendo um canteiro dessa flor no jardim, significa que durante todo o ano novas flores e folhas nascendo durante todo ano.

O aroma do jasmim-amarelo ganha um destaque muito grande em qualquer plantação. Os ramos da planta são bem ramificados e pendentes, apresentando-se sempre na cor verde e em formato quadrangular. As folhas sempre crescem em forma variegadas com três folíolos de estrutura bem macia e sempre na cor verde escuro e com um brilho bem destacado.

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Cultivo
A forma de como será o cultivo do jasmim-amarelo influencia diretamente no aroma e na beleza da flor, então é muito importante que sempre seja oferecido boa terra, regas de acordo com a necessidade da planta e claro, uma fertilização suficiente para que ela cresça bem e saudável.

O clima preferencial para cultivar o jasmim-amarelo é aquele típico da sua região de origem, podendo ser continental, oceânico, mediterrâneo, subtropical e tropical. Caso não more em uma região onde esses climas não são predominantes, não implica que não possa ter seu canteiro de jasmim-amarelo, mas que terá que tomar alguns cuidados para que ele não morra.

A planta deve ser mantida sempre à meia sombra ou ao sol pleno para que tenha um bom desenvolvimento. Essa flor cresce muito rápido e é também muito versátil, por esse motivo que tantas pessoas a utilizam como cerca viva.

O jasmim-amarelo quando conduzido pode se tornar uma linda trepadeira e fica maravilhoso para ornamentar pilares e muros. O solo ideal para manter a planta deve ser fértil, bem drenável o que significa que ele deve absorver bem a água das regas porque o jasmim-amarelo não suporta solos muito encharcados.

Esse solo deve ser enriquecido com matéria orgânica e manter as regas em períodos regulares. Com esses poucos cuidados no canteiro já irá se desenvolver muito bem. Evite cultivar a flor em locais onde existe grande incidência de geadas fortes porque a planta pode morrer, caso ocorra que ela murche ou morra, mantenha os cuidados e espere até a próxima primavera que ela provavelmente florescerá novamente.

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Quando for plantar o jasmim-amarelo, atente-se para deixar o solo com um teor de argila para fixar bem o torrão e também é mais indicado que seja aberto um buraco maior do que a muda que será plantada.

Uma boa dica é misturar em um balde ou em uma lona, um pouco de adubo animal de curral do tipo bem curtido. Se dor colocado uma quantidade entre 200 e 300 gramas, consegue plantar bem.

O adubo animal pode também ser substituído por cama de galinheiro, mas nesse caso coloque apenas metade da quantidade indicada mais acima. Misture tudo com o composto orgânico e aplique na sua terra.

Ao colocar o torrão do jasmim-amarelo no buraco que foi cavado, basta preencher toda a lateral com a mistura que foi indicada mais acima e dar leves batidinhas na terra para que o canteiro fique com a terra bem compactada e regue bem para ajudar a muda florescer.

Sempre no inverno ou em estações onde as chuvas são mais intensas e constantes, é indicado que seja suspensa as regas e coloque adubo animal misturado com composto orgânico ao redor da sua muda para que o jasmim-amarelo consiga florescer bem, caso contrário, as florações serão bem reduzidas.

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A Escalônia é uma espécie vegetal pertencente à família Escalloniaceae e originária da América do Sul – Argentina e Chile.

Trata-se de um pequeno arbusto perene de folhagem persistente, brilhante e aromática. Na maior parte dos casos de folha perene, encontrada com frequência em jardins municipais e é normalmente utilizado em sebes ou como pequena árvore.

Na utilização comum é muitas vezes designada por buxo, embora erradamente. De cada tronco principal desenvolvem-se ramos menos lenhosos, com pequenas folhas de um verde escuro brilhante, miúdas, dispostas ao longo dos caules, que se desenvolvem para todos os lados da planta com grande entusiasmo e por vezes numa aparente desordem. Quando deixada crescer sem controle, forma grandes maciços que se cobrem de pequenas flores quase todo o ano.

Quando aparada com frequência e sujeita a um modelo em forma de árvore, pode atingir 6 m de altura. Habitualmente faz-se uma poda sistemática logo após a época da floração.

Escallonia illinita
É muito fácil de manter e aconselhável para quem pretenda constituir rapidamente (2 anos) uma sebe densa, de cor permanentemente verde-escura e salpicada de pequenas flores vermelhas ou brancas na estação própria, em geral o Verão e o Outono. As folhas de algumas espécies quando esmagadas, libertam um ligeiro aroma próprio.

Cultivo
Fácil de cultivar e de reproduzir, a Escalônia requer solo pouco rico mas bem drenado, suportando temperaturas extremas sem dificuldade. Não sofre praticamente ataque de nenhuma praga ou inseto, tornando-se ideal para sebes e contornos de altura média.

Deve ser podada quando destinada a sebe logo após a floração, ou nos locais mais frios, no início da Primavera.

Gosta de sol pleno e pouca sombra, mas é bastante resistente em quase todos os locais onde a temperatura é temperada.

Não deve ser cultivada em terrenos úmidos, o aconselhável é que seja usado uma mistura de terra com areia para ajudar a drenar o solo onde for plantada. Não requer rega sistemática, mas aprecia um pouco de água no tempo mais quente, junto ao tronco principal.

É uma planta forte e resistente à geada e ao sol, é um excelente arbusto para qualquer jardim.

Escallonia  exoniensis

Sua propagação se faz por corte de caules tenros e novos, na Primavera, ou de ramos mais maduros retirados no Outono.

Mergulhe a ponta cortada em hormônio fertilizante, plante em recipiente pequeno com mistura de terra e areia e coloque-o em local protegido até nascerem as primeiras folhas. Pode cortar com as unhas o topo da muda para forçar um desenvolvimento mais vigoroso de brotos laterais em vez do crescimento vertical.

Deve ser transplantada depois para o local definitivo, de preferência na estação menos fria e com ventos, deixando um espaço de cerca de 60 cm entre cada muda.

Corte frequentemente os lados e os ramos que cresçam mais em altura, alinhando e corrigindo, para incentivar a formação de um arbusto encorpado e harmonioso. Atendendo ao seu rápido desenvolvimento, a arquitetura da sebe beneficiará destas podas frequentes.

É uma planta ótima em sebes, pequenas árvores floridas no meio de um jardim gramado ou ainda num canteiro. Suas flores são anuais, coloridas, oblongas ou em forma de disco, em tons de branco, rosa ou vermelho dependendo da sua variedade.

Existem variedades da planta, tais como E. rubra ‘macrantha’ E. illinita, E. montevidensis, E. exoniensis, E. microphylla, E. punctata e E. virgata.

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A Moreia é o nome popular de uma espécie vegetal também chamada popularmente de Moreia-branca. É uma espécie vegetal nativa do continente Africano, sendo uma planta endêmica da África do Sul e pertence à família Iridaceae.

É uma planta rústica e ornamental, que está ficando cada vez mais popular o seu cultivo devido à baixa manutenção que ela necessita, e apresentar uma grande beleza para decorar o seu jardim.

A família botânica Iridaceae
É uma família de plantas angiospérmicas e monocotiledôneas, que incluem 80 gêneros e 1800 espécies diferentes. A família Iridaceae recebe esse nome como forma de homenagear a deusa grega Iris, que levava as mensagens do Olimpo para terra pisando sob um arco Iris.

As flores das espécies dessa família apresentam as cores constantes no arco Iris. As plantas Iridaceaes passam as 04 estações mantendo as suas folhas com a cor verde. Elas podem se apresentar como arbustos ou ervas.

São facilmente encontradas nas regiões áridas e montanhosas, principalmente na África, na América do Sul e América Central.

As espécies Iridaceaes possuem grande importância econômica sendo usada no paisagismo (devido ao seu grande potencial ornamental), na horticultura e são aproveitadas pelas suas características aromáticas e terapêuticas. Entre as espécies desta família encontramos: o açafrão, a flor leopardo, a Iris, entre outras espécies.

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Características da Moreia
A Moreia é uma espécie vegetal herbácea, rizomatosa e entouceirada. É uma planta muito similar a Íris, no entanto é muito mais rústica que a Íris.

A Moreia se caracteriza por ser uma espécie vegetal que apresenta ciclo de vida perene. É uma planta de pequeno porte que atinge uma altura média de 60 cm de altura e 45 cm de diâmetro.

Sua folhagem atinge uma altura de 40 cm, e as suas folhas se apresentam dispostas em forma de leque, são coriáceas, possuem formato linear, lanceoladas  e possuem a coloração verde escura.

As folhas da Moreia se caracterizam por possuírem natureza permanente e serem longas. As inflorescências são eretas e ramificadas, possuem flores dispostas numa quantidade que varia de 01 a 03, possuindo a coloração branca, com uma mancha amarela que fica localizada próxima a base existente nas sépalas.

A floração acontece normalmente na primavera e no verão, chegando a perdurar até parte do outono. Essa é uma planta que exige baixa manutenção, devido a sua rusticidade.

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O Cultivo da Moreia
A Moreia é uma espécie vegetal que se desenvolve melhor e floresce com maior beleza quando é cultivada em locais que possuem clima ameno e frio, que é a situação climática apreciada pela planta. No entanto, essa espécie vegetal, consegue se adaptar a diferentes condições climáticas, como: clima tropical, subtropical e temperado.

Devido ao fato da Moreia apreciar climas amenos e mais frios (clima temperado principalmente), ela deve ser cultivada exposta ao sol, para que assim tenha boas condições de luminosidade.

O solo ideal para seu cultivo é a mistura terra de jardim com terra vegetal, podendo ser feitas aplicações de material orgânico, para que a espécie vegetal consiga se desenvolver com plenitude e rico em material orgânico.

A irrigação deve ser feita de maneira regular, contudo sem a necessidade de deixar o solo encharcado, pois essa situação pode levar a planta à morte, pois suas raízes podem ser sufocadas. As regas podem ser feitas em uma média de 02 a 03 vezes por semana, irrigando uma vez a cada 02 dias.

O controle da irrigação pode ser feito de acordo com a condição do solo, quando esse estiver seco, pode ser feita a irrigação. Para manter a Moreia bonita, basta retirar as flores e folhas secas. Pelo fato de exigir baixa manutenção para as pessoas que a cultivam, a Moreia é uma espécie que pode ser cultivada em vários tipos de jardins.

Pode ser cultivada de maneira isolada ou em grupos, que irão causar um belíssimo efeito em seu jardim. Quando cultivadas em grupo, podem ser plantadas visando a formação de um maciço de plantas (varias Moreias sendo cultivadas no mesmo jardim) ou em forma de bordadura (a Moreia sendo cultivada de forma que delimite os canteiros do jardim).

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Propagação
A Moreia é uma planta que pode se multiplicar ou propagar em qualquer época do ano, isto é, o inicio de sua reprodução pode ser realizada em qualquer estação do ano: primavera, verão, outono e inverno.

É uma espécie vegetal que se propaga de 02 formas: pela dispersão de suas sementes e pela divisão de suas touceiras.

A multiplicação por dispersão das sementes é o processo reprodutivo de plantas mais conhecido que existe, pois consiste em pegar as sementes que foram geradas pela planta e espalhá-las em locais apropriados para cultivo para que as sementes germinem e gerem uma nova planta.

A multiplicação por divisão da touceira consiste em realizar cortes nos rizomas da Moreia para criar mudas que irão gerar novas plantas. Na realização dos cortes nos rizomas da planta há a necessidade de ser feita com cuidados, pois é necessário manter partes do rizoma, das raízes e das folhas para que as mudas tenham condições de germinarem e se desenvolverem uma nova planta.

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Existem algumas espécies diferentes de gengibre e o Gengibre-de-kahili é um desses tipos. O seu sabor intenso divide muitas opiniões e enquanto algumas pessoas detestam essa planta que é muito consumida na culinária, outras pessoas adoram usá-la para dar um toque todo especial aos seus pratos.

Para quem gosta de jardinagem, mas ainda não tem um canteiro de gengibre-de-kahili em seu jardim, vale muito a pena começar a cultivar essa planta.

O gengibre-de-kahili é uma das plantas que fazem parte da família da Zingiberácea. A planta tem origem no continente asiático e com tanta popularidade na Europa, o que faz com que muitos estudiosos de plantas atestem que essa espécie de gengibre venha mesmo desse último continente.

Apesar de ter um local de origem, o gengibre-de-kahili ganhou popularidade no mundo inteiro e com isso, ganhou também diversas outras nomenclaturas populares como por exemplo o Conteira, Gengibre-amarelo, Lírio-do-brejo-amarelo, entre outros.

Categorizado como arbusto e planta palustre, o gengibre-de-kahili pode chegar até 2,5 m de altura quando são bem cultivados.

As folhas do gengibre-de-kahili apresentam-se sempre na cor verde mais escura, o caule é mais duro, grosso e sempre subterrâneo. As flores são em formato tubulares, na cor amarela sendo mais clara e em espigas que apresentam-se mais eretas.

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Aqui no Brasil, ele chegou logo após o descobrimento não chegando nem ao primeiro século. Ele foi descoberto aqui através de naturalistas que visitaram as nossas terras, que ainda era colônia dos países europeus na época e encontraram o gengibre-de-kahili sendo cultivado pelos índios e chamados de mangaratiá ou magarataia.

Atualmente o gengibre é amplamente cultivado na parte litorânea de Santa Catarina, do Paraná e também da parte sul de São Paulo. É exatamente nessa região que o solo apresenta as melhores condições de cultivo para essa planta.

Como cultivar o gengibre-de-kahili
Por ser uma plantas comestível, o gengibre-de-kahili deve ser muito bem cultivado para que tenha uma boa qualidade e poder ser consumido. O cultivo deve ser feito em solo argiloso e/ou arenoso, fértil e com uma boa drenagem. Esse último fator é muito importante para controlar a quantidade de umidade ideal que o solo vai exigir da plantação.

Alguns especialistas classificam o gengibre-de-kahili como uma planta aquática, mas na verdade ele é apenas uma planta que exige uma quantidade de água bem grande para se desenvolver bem.

É importante lembrar que o solo pode ser até um pouco mais úmido, mas jamais encharcado, pois corre o risco da sua planta apodrecer e morrer. O plantio do gengibre-de-kahili deve ser feito preferencialmente na época do ano que as chuvas são mais intensas, isso foi atestado oficialmente por técnicos do Instituto Agronômico do Paraná.

O solo preferido para o cultivo do gengibre-de-kahili é de pH com taxa entre 5,5 e 6,0 e a correção que é feita no calcário do solo deve ter um espaçamento de no máximo três meses antes do plantio. As covas para o plantio devem ter no máximo 15 cm de profundidade e a distância entre elas entre 5 a 8 cm. Quando for plantado, deve-se cobrir o canteiro com uma camada de terra com 10 cm de espessura.

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O gengibre-vermelho ou jasmim-vermelho, como também é conhecido, faz parte da família Zingiberaceae e está incluído em diferentes categorias de plantas, que são elas: plantas aquáticas, plantas palustres e arbustos, e tem as suas origens na Ásia – Índia e Himalaia.

Sua altura fica entre 1,2 e 1,8 m e que o seu ciclo de vida é classificado como perene. Outro detalhe importante para quem está querendo cultivar o gengibre-vermelho é que se trata de uma planta aprecia de sol pleno.

Um dos pontos fortes do gengibre-vermelho são as suas flores vermelhas. As suas inflorescências são lindas e por isso faz da planta uma excelente opção para compor jardins tropicais. Porém, existe um pequeno problema, a sua origem, de lugares frios, faz com que ele se adapte melhor a regiões que a temperatura não seja muito elevada.

Nem muito calor e nem muito frio é preciso ter um lugar que o “meio termo” quando o assunto é temperatura seja a característica, dessa forma, não só as flores do gengibre-vermelho, mas também as folhas, darão um show a parte.

Quando chega o inverno, o gengibre-vermelho perde toda a sua parte “aérea” e depois rebrota linda como antes durante a primavera. Ele pode ser plantado isoladamente das demais plantas, mas também pode ser usado na ornamentação de um jardim, sendo cultivado em grupos.

Sendo sempre um tipo de gengibre, assim como os demais, precisa de um solo rico principalmente em matéria orgânica, para crescer forte e bonito. Além disso, a irrigação deve ser feita diariamente.

Para plantar um gengibre-vermelho deve esperar o sol pleno, essa é a hora adequada e depois sobre a multiplicação, ela poderá á ser feita usando a divisão das touceiras, mas muito atenção, que boa parte de rizoma deverá ficar na muda, assim como algumas folhas.

O gengibre-vermelho apresenta um crescimento lento, normalmente para que tenha a primeira floração é necessário passar até 3 anos. As flores aparecem no fim de cada caule e vão acrescentando uma sobra às outras, fazendo espigas coloridas com destaque da cor vermelha intensa. A variedade na coloração vai depender do modo em que a planta foi cultivada.

As flores podem ser enormes e dentro delas vão crescendo outras flores. Aquelas mais velhas morrem e vão caindo para chegada das novas. É importante retirar as flores mortas do chão.

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Como cultivar
O cultivo do gengibre-vermelho pode ser feito uma vez por ano durante o verão através da divisão de rizomas.

Para fazer o cultivo use uma recipiente bem grande que tenha espaço para a planta crescer, lembre-se do tamanho que ela pode atingir antes de escolher onde plantá-la.

Se a ideia é cultivar dentro de casa, será necessário acrescentar cascalho na base que for usada para fazer a drenagem do vaso. É um modo de aumentar a umidade necessária para o desenvolvimento do gengibre-vermelho. O cascalho fará com que a água fique por mais tempo embaixo da planta, mas sem que aconteça um excesso.

Além disso, uma vez por semana use um fertilizante solúvel na água de regar o gengibre-vermelho ou uma segunda opção, é colocar adubo de liberação lenta em grãos, pelo menos 1 vez por ano quando iniciar a primavera.

Não esqueça que acima de tudo o gengibre-vermelho precisa de temperaturas altas e deve ficar exposto ao sol sempre que possível.

Então, coloque-o bem perto de uma janela que recebe os raios solares plenamente durante o dia ou crie o hábito de colocar a planta fora durante todo o dia de sol.

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A áster-arbustiva também é conhecida popularmente como Monte-cassino e tem a sua origem na América do Norte. Ela está na categoria de flores perenes ou de arbustos e faz parte da família Asteraceae.

É uma planta que gosta dos climas: tropical, temperado, mediterrâneo e subtropical, e com isso, dá para imaginar que ela adora sol pleno e tem o ciclo de vida perene, atingindo a altura entre 0.9 e 1.2 m.

A áster-arbustiva é dona de um aspecto muito delicado. Dentre as principais características, é possível citar que se trata de uma planta muito florífera e que esta apresenta uma ramagem que pode ser considerada como bastante ramificada e repleta de folhas filiformes e de tamanho pequeno.

Já com relação a sua coloração, esta é dada como verde escura, exceto quando não tem os nutrientes necessários, que poderá acabar assim como outras plantas obter um aspecto mais amarelado, e também alaranjado.

De acordo com o que é dito, com o passar do tempo, os ramos acabam por lignificar com o tempo e então se tornam em uma coloração marrom.

Já estas flores acabam por reunir alguns capítulos pequenos, sendo que terão com pétalas brancas, e também no centro amarelo e também saliente, sendo que esta pode ser considerada como muito parecida com as flores margaridas que muito podemos ver em diversos locais.

A planta pode ser utilizada como flor de corte, sendo ela assemelhada ao Mosquitinho (Gypsophila paniculata) enquanto realiza a sua função, e claro que ainda pode ser utilizada no paisagismo, sendo que esta acaba por ser adequada a bordaduras, também sendo maciços e de composições, e claro, isoladas ou também realizadas em grupos, fazendo com que até mesmo os vasos e as suas jardineiras.

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Cuidados
Assim como muitas outras plantas, esta também necessita de cuidados especiais, sendo esta caracterizada como uma flor que desabrocha apenas no verão, e desta forma deve ser sempre cultivada no sol em um solo que seja fértil,  com bastante matéria orgânica e ser regada de forma bastante regular.

Apesar de se tratar de uma planta que é considerada como tolerante ao frio, é interessante que sempre fique em um local mais aquecido, visto que muito tempo exposta a temperaturas frias,  isto poderá fazer com que a sua coloração possa até mudar.

Se por algum motivo a sua áster-arbustiva não crescer, é interessante que se comece a observar as condições do solo onde está localizada, principalmente se foi replantada, sendo que é bastante possível verificar jardins, e até mesmo outros ambientes onde a terra pode ser adequada para se ter grama, ou até mesmo mato, porém, não possui as vitaminas necessárias para que uma nova planta comece a crescer de forma adequada, sendo assim, o mais indicado é que seja verificado algumas opções de vitaminas, e até mesmo de “adubos” naturais que possam ser adicionados, para que desta forma a sua planta possa crescer de forma espaçosa, e claro, muito bonita também.

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Como plantar
Inicialmente deve-se observar que a muda vem em um plástico, onde em volta da raiz há uma quantidade moderada de terra que provavelmente tem o formato de um pequenino vaso, sendo assim, deve-se retirar o plástico, e fazer uma escavação maior do que a que se tem nas mãos, ou seja, o buraco no solo, ou até mesmo no próximo vaso deverá ser bastante fundo e também largo, mas não ao ponto de cobrir as pequenas folhagens.

Geralmente existe a indicação de uma espécie de vitamina que deve ser adicionada a terra de forma geral, sendo assim, você deverá realizar a mistura, e então colocar a muda no centro do buraco que foi escavado, agora bastará que você de forma bastante cuidadosa comece a cobrir a sua muda, mas lembrando-se sempre de apertar bastante a terra, para que assim a sua muda não fique isolada do restante de terra, e para que ela possa se sentir a vontade, ou seja, criar suas raízes, para assim poder começar a se desenvolver.

Como estamos falando de uma planta que geralmente é cultivada em solo aberto, ou seja, que fica em um ambiente aberto como quintal, jardim, entre outros, ela não necessita de muitos cuidados detalhados.

Sendo assim, é possível que você dê apenas água diariamente, porém, em quantidade moderada, afinal, estamos falando de uma planta tipicamente de verão, ou seja, ela esta bastante acostumada com o verão, com o sol forte, assim como também com grandes pancadas de chuva.

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Sendo assim, procure deixá-la, no caso de colocá-la em um vaso, em um ambiente externo, ou o mais próximo disto, para que assim a planta não sinta tanta diferença de ambiente, lembrando sempre quando se fala em ambiente aberto, isto nem sempre quer dizer na garagem, por exemplo, mas sim em um local que bata bastante sol, e isto poderá ser por exemplo próximo a janela apenas, se neste local bater bastante sol.

As regas devem ser feitas de forma bastante cuidadosa, porém, como é feito de forma diária, não se pode colocar grande quantidade de água, e deve atentar ao fazer isto apenas no período da manhã, por exemplo, onde bata sol e tenha tempo para a terra secar de forma adequada. Caso contrário, poderá fazer com que a água deste vaso acabe por apodrecer, e com isto, é claro, a sua planta não irá se desenvolver da forma com a qual você deseja.

E ainda falando na forma de regar, é importante que se faça isto em pequena quantidade, ou seja, no máximo 250 ml de água, para que assim a terra tenha tempo o suficiente para absorver toda a água que foi depositada no vaso, e nos dias frios, espaçar de forma longa este processo.

A ramagem é bem ramificada e as folhas se apresentam na forma filiformes e são bem pequenas. Bem vistosas, elas são na cor verde escuro.

O melhor momento para ver a áster-arbustiva cheia de flores é durante o verão, momento da sua floração.

Se podemos dizer que tem um ponto negativo é que mesmo sendo perene, com o passar do tempo, ela vai perdendo a beleza, o viço.

E mais uma coisa importante sobre o cultivo, anualmente é necessário refazer os canteiros para que a planta não morra.

Sua multiplicação é feita por estaquia ou com sementes.

Agora que você conhecem a áster-arbustiva já dá até para pensar em cultivá-la. Só não se esqueça de esperar um dia bem ensolarado para o seu plantio dar certo e no calor você poder admirar a floração da sua planta. E se você não tem muito espaço, um quintal, um jardim, não desanime.

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Planta da família Araliaceae com origem na Ásia – China, Japão e Ilha Formosa.

Esse gênero de planta é composto por apenas uma única espécie, tem formato de arbusto e é ramificada com folhagem decorativa. Destaca se muito por ser uma das raras espécies arbustivas que crescem com facilidade em áreas semi-sombreados. Tem caule ereto e de textura semi-lenhosa, com ramos espaçados que crescem rápido.

As folhas, de cor verde-escuro, são persistentes e grandes, profundamente lobadas, com margens denteadas, palmadas e muito brilhantes e encaixam-se na haste da planta de maneira alternada por meio de uma haste longa.

Produz inflorescências bem ramificadas, sendo que cada ramo uma semi esfera, do tipo umbrela, terminais, de flores na cor branco levemente amareladas sem importância ornamental. As inflorescências costumam surgir no outono e no inverno.

Os frutos da Arália-japonesa são pequenos, negros e globosos. Quando cultivada ao ar livre é capaz de atingir até quatro metros de altura e de largura. Porém se for plantada em vasos, geralmente não passa de um metro de largura e de altura.

Essa planta possui uma folhagem vistosa e aparência tropical. Combina facilmente, pelo contraste, com outras plantas de texturas e cores variadas, criando efeitos interessantes em locais semi-sombreados das áreas com planejamento de paisagismo. Somado a isso, é ainda uma ótima folhagem para ambientes internos bem iluminados, se for plantada em vasos grandes.

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A Arália-japonesa deve ser cultivada sob meia sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, drenável e irrigado com regularidade frequente.

Mesmo com um visual delicado, é uma planta muito rústica. Essa espécie prefere o clima subtropical e é, também, à salinidade de regiões litorâneas, tolerante ao frio e às geadas leves.

Cuidado com o sol pleno, pois essa planta não resiste ao sol forte do meio-dia, que causa queimaduras nas folhas. Para protegê-las durante os dias de inverno rigoroso, deve se cobrir a planta com lonas ou levá-las para estufas.

A Arália-japonesa exige pouca manutenção. Deve ser fertilizada durante o crescimento e podas regulares para o controle e a renovação da folhagem bastam para um desenvolvimento vistoso. Multiplica-se por sementes, por estaquia dos ramos e pela técnica de alporquia.

Cuidados especiais com a Arália-japonesa
Cuidado com a temperatura:
Essa é uma espécie bem resistente, que sobrevive a uma temperatura mínima que varia de 4 a 2ºC. Pode ser mantida ao ar livre, pois como já descrito a planta resiste a geadas de inverno ameno, esporádicos e de curta duração.

Sensibilidade a luminosidade: É de boa resistência à luz, porém deve ser protegido dos raios diretos do sol, principalmente durante as horas o sol a pino. Desse modo, protege se a folhagem da planta.

Irrigação frequente: A rega frequente e a umidade natural do ambiente devem ser mantidas ao longo do verão e nas baixas temperaturas do inverno também. Mesmo que a planta não exija uma grande quantidade de umidade no ambiente, as folhas da Arália-japonesa devem ser lavadas.

Substrato: Para um bom desenvolvimento dessa planta, deve se fazer uma mistura de solo do local com areia e terra adubada por folhas.

Cuidados especiais e adubação: Ao longo do verão recomenda se fertilizar a Arália-japonesa com fertilizante líquido num intervalo de tempo de quinze a vinte dias. Essa planta adapta se muito  bem à vida em apartamento, porém deve se dar atenção especial no inverno evitando colocá-la em uma sala sem aquecimento.

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Multiplicação
A multiplicação dessa planta pode feita por sementes. Sendo que as sementes devem ser postas para germinar em terrinas, a uma temperatura de 10 a 15 ºC no máximo. As novas mudas terão que ser replantadas do mesmo modo e, após o período do inverno na caixa fria, devem ser finalmente transplantadas no outono do ano seguinte.

A poda da Arália-japonesa pode ser feita quando é ter uma planta de formato mais compacto. Para isso deve se cortar os ramos delgados ou mais antigos, cuidando para regar enxofre nas áreas cortadas a fim de promover a cicatrização de feridas.

Doenças e pragas – Como tratar do problema
* Se as folhas aparentarem cores desbotadas deve se fertilizar a planta;

* Se as hastes estiverem longas e com as folhas escassas, é sinal de que a planta é está colocada em ambiente muito quente e seco. Indica se mudar a planta de lugar e regá-la com maior frequência;

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* Se aparecer pulgões nas folhas e nas inflorescências da Arália-japonesa, indica se, para eliminar a praga, lavar a planta e tratar com inseticidas específicos. Pois os pulgões sugam a seiva da planta.

Saiba Mais
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A praga conhecida por cochonilhas podem atacar a Arália japonesa, principalmente, se o clima do ambiente estiver muito quente e seco. Deve se removê-los para tratar a planta com produtos específicos e, também, deve se aumentar a umidade do ambiente através da lavagem das folhas e irrigação do ambiente.
Se não tiver acesso imediato a produtos específicos para o tratamento da planta, pode se esfregar as áreas prejudicadas com algodão embebido numa mistura de água e álcool;

* Se surgir a praga conhecida como spider-vermelho, um ácaro que se desenvolve com facilidade em ambientes quentes e secos, indica se pulverizar a folhagem e mantê-la em alta umidade ambiental. Uma sugestão é, por exemplo, colocar a planta em uma bacia com pedrinhas úmidas, cuidando para que a água nunca alcance o fundo do vaso para não sufocar a planta.

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Schizanthus_pinnatus

A borboletinha é uma planta da família das Solanaceae e categorizada como uma flor anual. Ela é originária de vales de montanhas costeiras no Chile, onde cresce sob baixas e médias altitudes (de 0 a 2000 metros), em condições de pouca umidade e clima agradável, mas tanto em altas como em baixas altitudes essa planta se desenvolve bem.

Apesar de ter esses lugares como origem, a planta é encontrada em diversas partes do mundo, desde que ofereça as condições de cultivo ideais para ela.

Devido essa variedade, outros nomes populares também existirão como orquídea-de-pobre.  Ela não é uma planta grande, medindo no máximo 1 m de altura, mas em comparação à outras da mesma espécie, ela se desenvolve muito mais.

A borboletinha possui um ciclo de vida anual, o que significa que a planta terá uma flores que brotam apenas de ano em ano. Essa espécie é uma planta herbácea florífera e recebe grande destaque pelas suas flores que são muito exóticas e se assemelham muito à uma borboleta, por esse motivo o nome.

Elas também são muito parecidas com as orquídeas e em algumas regiões são classificadas dessa forma mesmo não fazendo parte da mesma família.

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Características da Borboletinha
As folhas da borboletinha são sempre na coloração verde clara, possuem formato que lembram muito as samambaias, sendo recortadas e hirsutas. Ser uma planta de folha hirsuta, (folhas cobertas por longos pelos e com textura bem áspera e flexível).

O florescimento da borboletinha acontece sempre durante a primavera. As suas flores são bem pequenas, com as pétalas recortadas e com marcas que parecem pintinhas. Essas pintinhas são sempre em cores distintas, principalmente nas três pétalas que se localizam na parte superior da planta.

Dependendo do cultivo, a cor por ser mais sólida ou apresentar degradês mesclando o rosa, o branco, o vermelho, o salmão e o lilás. Já as marcações variam sempre entre o amarelo claro e o laranja. Existem aquelas que as pintas serão também na cor vermelho vinho ou até mesmo pretas.

Existem algumas espécies de borboletinha que são anãs e nesse tipo as flores encobrem totalmente a planta e você tem um resultado visualmente muito lindo. Estas espécies anãs são as mais procuradas para jardins e para serem cultivadas em vasos. Já as espécies mais altas, possuem também caules mais fortes e são mais indicadas para flores de corte. Essa espécie de planta não apresenta frutos em sua formação.

Schizanthus pinnatus
Cultivo
A planta deve ser cultivada em canteiros que precisam ser bem preparados, na forma de bordaduras, maciços ou então juntamente com outras flores anuais. Apesar de não ser tão comum, pode ser cultivada também em jardineiras e vasos.

Esse último caso é mais usado quando a borboletinha é tida como uma flor para adornar ambientes internos devido a sua durabilidade que é grande. Nesse tipo de uso, deve-se atentar para que o ambiente seja muito bem iluminado. O cultivo em jardins deve ser feito sempre sob o sol pleno ou então à meia sombra.

O solo tem que ser bem humoso, com boa capacidade de drenagem, pois a planta não se adapta bem em solos encharcados, ele também deve ser enriquecido com matéria orgânica e a irrigação tem que ser feita com certa regularidade.

Como já foi citado logo acima, a planta não gosta de solos encharcados, então quando for escolher o local para cultivar a sua borboletinha, dê preferência aos lugares mais secos do seu jardim ou então coloque a planta em canteiros elevados.

A realização do processo de pinçamento ou beliscamento das folhas nas plantas ainda jovens faz com que o seu crescimento seja estimulado e que ela cresça também de uma forma mais compactada.

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A multiplicação da borboletinha é feita por sementes que devem ser colocadas à terra para germinação sempre durante o outono ou o inverno. Se for usada mudas transplantadas, é ideal que tenha sempre um espaçamento mínimo de 25 cm entre uma planta e outra.

Praga e doenças
Nenhuma planta está livre de pragas e doenças e no caso da borboletinha não seria diferente. Essa espécie é muito suscetível à pulgões e míldio então você deve se atentar um pouco mais para evitar esses dois problemas.

Os pulgões ficam alojados nas folhas, nos caules e nos brotos de sua borboletinha sugando toda a seiva da planta até que elas morram. Com esse tipo de problema, as folhas ficam sempre amareladas e enrugadas. Eles só atacam plantas com deficiência na terra, luz e com excesso de água. Procure sempre observe esses três pontos para evitar tal problema na planta.

Já o míldio é uma camada de pó branco em determinadas partes da planta. Esse problema favorece e muito o aparecimento de fungos então deve ser evitado a todo custo. Eles aparecem sempre que uma planta recebe umidade além do que ela de fato precisa, então procure sempre melhorar as condições da  planta para que ela não adoeça.

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