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  • Archive for the ‘Causas e Soluções’ category

    camelia
    * Pontas das folhas marrons
    - Umidade atmosférica muito baixa
    -  Excesso de fertilizante
    - O substrato não está retendo água suficiente
    - Excesso de flúor ou cloro na água da rega

    * Folhas amareladas
    - Falta de fertilizante
    - Excesso de regas
    - Correntes de ar quente
    - Correntes de ar frio
    - Folhas velhas

    * Folhas caindo
    - Unidade atmosférica muito baixa
    - Excesso de água
    - Falta de água
    - A planta está se adaptando ao novo ambiente

    * Folhas nascem pequenas
    - Baixa luminosidade
    - Alta luminosidade
    - Falta de fertilizante

    * Folhas com áreas mortas
    - Provocadas por pingos de água fria
    - Provocadas por queimaduras do sol

    * Folhas com hastes longas
    - Baixa luminosidade
    - Excesso de nitrogênio fertilizante

    * A planta não cresce
    - Local muito frio
    - Baixa luminosidade

    * Os botões caem- Correntes de ar quente
    - Correntes de ar frio
    - Umidade atmosférica insuficiente
    - Ambiente muito aquecido
    - Substrato ruim, não está retendo fertilizante nem água.
    - Planta constantemente mudada de local

    * Não produz flores
    - Baixa luminosidade
    - Podas erradas

    * Murcha freqüentemente
    - O vaso está pequeno
    - Ambiente muito quente
    - Umidade atmosférica insuficiente

    22

    Toda planta irá sinalizar que algo está errado, podendo ser a necessidade de nutrientes, o ataque de pragas e/ou doenças ou a ambientação inadequada.

    Dicas dos principais e mais comuns indícios da falta de Macro e Micro nurientes
    . Falta de nitrogênio (N): As folhas novas não se desenvolvem bem; as mais velhas ficam amareladas; folhas esbranquiçadas e sem um crescimento saudável.
    . Falta de fósforo(P): O crescimento é bastante lento, a floração é insignificante.
    . Falta de potássio(K): As bordas das folhas adultas ficam queimadas; florescimento escasso e fraco, baixa produção de frutos
    . Falta de enxofre (S): As folhas mais novas ficam amareladas.
    . Falta de ferro e manganês( Fe Mn): As bordas das folhas mais velhas ficam amareladas; amarelamento das nervuras das folhas (Fe).
    . Falta de zinco (Zn): Os entrenós do caule ficam mais curtos que o normal.

    Esses sintomas devem ser considerados quando as demais necessidades básicas já foram atendidas.

    Os principais sintomas de inadequação ao ambiente e aos tratos
    . Sintomas – Os caules crescem de uma forma exagerada, as folhas mais velhas ficam longas e desbotadas enquanto as novas não se desenvolvem.
    . Causa: Pouca luz. Excesso de Nitrogênio..
    . O que fazer: Coloque a planta num local mais iluminado. Reduza o teor dos adubos ou diminua a freqüência das aplicações

    . Sintomas – As folhas antigas enrolam-se; as novas não se desenvolvem.
    . Causa: Excesso de luz
    . O que fazer: Coloque a planta num local mais sombreado ou pare de usar adubos para incentivar o crescimento.

    . Sintomas – Os caules ficam polpudos, escuros e apodrecem; as folhas inferiores dobram-se e murcham; a terra, na superfície, fica constantemente molhada.
    . Causa: Excesso de água.
    . O que fazer: Não regue em quantidade ou com muita freqüência. Molhe apenas quando a terra do vaso estiver seca. Assegure – se de que o buraco de drenagem do vaso não está entupido. Não deixe a água drenada ficar embaixo do vaso mais de 30 minutos. Diminua as regas, ainda mais, no período de dormência das plantas.

    . Sintomas – As pontas das folhas escurecem e elas acabam murchando. As folhas inferiores ficam amarelas e caem.
    . Causa: Pouca água.
    . O que fazer: Regue até que a água escorra pelo buraco de drenagem do vaso. Não molhe outra vez antes da terra secar.

    . Sintomas – As bordas das folhas enrolam-se e ficam amarronzadas.
    . Causa: Falta de umidade.
    . O que fazer: Aumente a umidade, colocando os vasos sobre uma bandeja com pedrinhas e água ou então no interior de um recipiente cheio de esfagno úmido. Borrife as folhas.

    . Sintomas – A planta não dá flores, ou produz apenas algumas, e forma um cúmulo de folhas. Na superfície do vaso, às vezes aparece um lado esverdeado.
    . Causa: Excesso de adubo, principalmente nitrogênio.
    . O que fazer: Adube com menos freqüência, usando a metade da quantidade indicada na embalagem, principalmente no inverno, quando a planta recebe menos luz. Não use adubo rico em nitrogênio durante o período de crescimento. Não adube na época de dormência da planta.

    . Sintomas – As folhas inferiores tornam-se amarelas e caem; as novas não se desenvolvem e os caules param de crescer.
    . Causa: Falta de adubos.
    . O que fazer: Adube freqüentemente no período de crescimento da planta.

    . Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram – se e murcham.
    . Causa: Excesso de calor.
    .  O que fazer: Mude a planta para um lugar mais fresco.

    . Sintomas – Surgem manchas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
    . Causa: Água fria nas folhas.
    . O que fazer: Ao regar as plantas, use água à temperatura ambiente ou um pouco mais alta.

    . Sintomas – Manchas brancas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
    . Causa: Queimadura do sol.
    . O que fazer: Propicie mais a sombra à planta, filtrando a luz do sol com cortinas, ou mude – a para perto de uma janela que não receba luz solar direta nas horas mais quentes do dia.

    . Sintoma – Uma cobertura branca aparece na superfície da terra ou nas margens e lados do vaso de barro. As folhas que tocam na borda do vaso murcham, apodrecem e caem.
    . Causa: Acúmulo de sais provenientes dos adubos.
    . O que fazer: Regue a planta inteiramente, para dissolver os sais. Depois de meia hora, molhe – a novamente para que os sais sejam expelidos pelo buraco de drenagem. Lave bem os lados e margens do vaso e revista essas partes com cera derretida.

    . Sintoma – As raízes ocupam todo o espaço do vaso e passam pelo buraco de drenagem. A planta murcha ou produz apenas pequenas folhas.
    . Causa: Vaso pequeno.
    . O que fazer: Replante num vaso maior.

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    bulbos em vasos
    Sintomas –
    Os caules crescem de uma forma exagerada, as folhas mais velhas ficam longas e desbotadas enquanto as novas não se desenvolvem.
    - Causa: Pouca luz. Excesso de Nitrogênio.
    - O que fazer: Coloque a planta num local mais iluminado. Reduza o teor dos adubos ou diminua a freqüência das aplicações

    Sintomas – As folhas antigas enrolam-se; as novas não se  desenvolvem.
    - Causa:
    Excesso de luz
    - O que fazer: Coloque a planta num local mais sombreado ou pare de usar adubos para incentivar o crescimento.

    Sintomas – Os caules ficam polpudos, escuros e apodrecem; as folhas inferiores dobram-se e murcham; a terra, na superfície, fica constantemente molhada.
    - Causa: Excesso de água.
    - O que fazer: Não regue em quantidade ou com muita freqüência. Molhe apenas quando a terra do vaso estiver seca. Assegure-se de que o buraco de drenagem do vaso não está entupido. Não deixe a água drenada ficar embaixo do vaso mais de 30 minutos. Diminua as regas, ainda mais, no período de dormência das plantas.

    Sintomas – As pontas das folhas escurecem e elas acabam murchando. As folhas inferiores ficam amarelas e caem.
    - Causa: Pouca água.
    - O que fazer: Regue até que a água escorra pelo buraco de drenagem do vaso. Não molhe outra vez antes da terra secar.

    Sintomas – As bordas das folhas enrolam-se e ficam amarronzadas.
    - Causa: Falta de umidade.
    - O que fazer: Aumente a umidade, colocando os vasos sobre uma bandeja com pedrinhas e água ou então no interior de um recipiente cheio de esfagno úmido. Borrife as folhas.

    Sintomas – A planta não dá flores, ou produz apenas algumas, e forma um cúmulo de folhas. Na superfície do vaso, às vezes aparece um lado esverdeado.
    - Causa: Excesso de adubo, principalmente nitrogênio.
    - O que fazer: Adube com menos freqüência, usando a metade da quantidade indicada na embalagem, principalmente no inverno, quando a planta recebe menos luz. Não use adubo rico em nitrogênio durante o período de crescimento. Não adube na época de dormência da planta

    Sintoma – As folhas inferiores tornam-se amarelas e caem; as novas não se desenvolvem e os caules param de crescer.
    - Causa: Falta de adubos.
    - O que fazer:
    Adube freqüentemente no período de crescimento da planta.

    Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram – se e murcham.
    - Causa:
    Excesso de calor.
    - O que fazer: Mude a planta para um lugar mais fresco.

    Sintomas – Surgem manchas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
    - Causa: Água fria nas folhas.
    - O que fazer: Ao regar as plantas, use água à temperatura ambiente ou um pouco mais alta.

    Sintomas – Manchas brancas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
    - Causa: Queimadura do sol.
    - O que fazer: Propicie mais a sombra à planta, filtrando a luz do sol com cortinas, ou mude – a para perto de uma janela que não receba luz solar direta nas horas mais quentes do dia.

    Sintomas – Uma cobertura branca aparece na superfície da terra ou nas margens e lados do vaso de barro. As folhas que tocam na borda do vaso murcham, apodrecem e caem.
    - Causa: Acúmulo de sais provenientes dos adubos.
    - O que fazer: Regue a planta inteiramente, para dissolver os sais. Depois de meia hora, molhe – a novamente para que os sais sejam expelidos pelo buraco de drenagem.
    Lave bem os lados e margens do vaso e revista essas partes com cera derretida.

    Sintomas – As raízes ocupam todo o espaço do vaso e passam pelo buraco de drenagem. A planta murcha ou produz apenas pequenas folhas.
    - Causa: Vaso pequeno.
    - O que fazer: Replante num vaso maior.

    Flores e Plantas

    cycas_revoluta

    É bastante freqüente o número de leitores que enviam dúvidas a respeito de Cicas (Cycas revoluta). Os problemas são diversos, muitas vezes envolvem pragas, doenças, carências ou excessos de adubos e irrigação. Estas injúrias geralmente acarretam em sintomas foliares, e o diagnóstico correto pode ajudar a corrigir o problema e salvar sua Cica.

    Abaixo um breve resumo dos problemas mais freqüentes das Cicas e suas causas:
    - Pontos brancos ou amarelos nas folhas, escamas cerosas ou algodonosas, teias finas.
    Causa: Cochonillhas, aranha-vermelha ou fungos (Alternaria ou Cercospora). É um dos problemas mais freqüentes em Cicas, geralmente é causada por excesso de regas, combinada com falta de luminosidade e drenagem deficiente.
    - Folhas com extremidades amarronzadas ou queimadas.
    Causa: Ventilação insuficiente. Mude a planta para um local mais ventilado.
    - As folhas perdem a cor e secam.
    Causa: Falta de luminosidade, frio ou excesso de umidade.
    - Folhas com extensas manchas descoloridas.
    Causa: Congelamento por geadas, neve ou frio intenso. Neste caso é melhor prevenir, protegendo a planta com mantas ou plásticos. A planta emitirá novas folhas saudáveis na primavera e verão.
    - Folhas jovens e brotações novas amarelando.
    Causa: Adubação em excesso ou substrato muito pobre em nutrientes.Folhas adultas, inferiores, amarelando. Causa: Adubação ou irrigação demasiada.
    - Queimaduras nas folhas.
    Causa: Mudança muito brusca de luminosidade e umidade. Geralmente quando a planta sai de um viveiro sombreado ou de ambientes internos e a colocamos sob sol pleno. Agroquímicos aplicados sob sol quente também podem provocar queimaduras nas folhas.
    - Pequenas manchas amarelas e extremidades das folhas secas.
    Causa: Carência de potássio (K). Neste caso convém aplicar uma suplementação com cinzas (sem sal) ou adubos químicos ricos neste elemento.
    - Folhas jovens retorcidas.
    Causa: Falta de luminosidade.
    - Folhas jovens retorcidas e folhas velhas com pontos brancos e pretos.
    Causa: Doença viral – nepovírus (mosaico). Não há cura.
    - Escamas do tronco caindo, bolinhas cor-de-café pulvurulentas no tronco.
    Causa: Ataque de cupins. A aplicação de inseticidas específicos nos túneis, seguido de ensacamento da planta (impede que os cupins fujam e auxilia na ação do produto).

    As Cicas também não apreciam regas por aspersão nas folhas. O ideal é que se regue apenas a terra no entorno da planta e sempre se espere secar bem entre as regas, pois é uma planta de clima seco e muito sensível ao excesso de umidade.

    Um diagnóstico preciso somente poderá ser realizado por um engenheiro agrônomo, assim como a melhor recomendação para solucionar o problema.

    9360

    fig10

    Este é um guia para ajudar a identificar a causa de problemas com as plantas e tentar resolvê-los para que restabelecer a saúde e beleza.

    Pontas das folhas marrons:
    - umidade atmosférica muito baixa
    - excesso de fertilizante
    - substrato não está retendo água suficiente
    - excesso de flúor ou cloro na água da rega

    Folhas amareladas:
    - falta de fertilizante
    - excesso de regas
    - correntes de ar quente
    - correntes de ar frio
    - folhas velhas

    Folhas caindo:
    - umidade atmosférica muito baixa
    - excesso de água
    - falta de água
    - planta está se adaptando ao novo ambiente

    Folhas nascem pequenas:
    - baixa luminosidade
    - alta luminosidade
    - falta de fertilizante

    Folhas com áreas mortas:
    - provocadas por pingos de água fria
    - provocadas por queimaduras do sol

    Folhas com hastes longas:
    - baixa luminosidade
    - excesso de nitrogênio fertilizante

    A planta não cresce:
    - local muito frio
    - baixa luminosidade
    - vaso pequeno
    - podas erradas
    - falta de fertilizante

    Os botões caem:
    - correntes de ar quente
    - correntes de ar frio
    - umidade atmosférica insuficiente
    - ambiente muito aquecido
    - substrato ruim, não está retendo fertilizante nem água
    - planta constantemente mudada de local

    Não produz flores:
    - baixa luminosidade
    - podas erradas
    - regas em excesso
    - falta de fertilizante

    Murcha freqüentemente:
    - vaso pequeno
    - ambiente muito quente
    - umidade atmosférica insuficiente.

    boneqinha 1

    mancha foliar

    Nome da doença
    Manchas-foliares

    Agente causador
    Phoma sp. Phyllosticta sp.

    Sintomas
    Espécies desses fungos tem sido agentes causais freqüentes de manchas de coloração parda a negra em folhas de orquídeas, podendo ser circulares ou ovaladas. Por vezes, estão também associados a sintomas de secamento apical ou das margens foliares, confundindo-se com àqueles provocados pela antracnose. Dessa maneira, o diagnóstico do fungo presente só pode ser feito em condições de laboratório.

    Práticas de manejo
    Em geral, deficiências nutricionais e acúmulos de umidade predispõem ao ataque desses fungos. Como medidas de profilaxia recomendam-se: eliminação de partes afetadas. evitar respingos na área foliar. Desinfecção de ferramentas e pulverização preventiva à base de cobre.

    violetas2

    murcha de esclerocio

    Nome da doença
    Murcha-de-esclerócios

    Agente causador
    Sclerotium rolfsii

    Biologia do agente causador
    Os esclerócios são formados a partir do enovelamento de hifas junto ao colo da planta, de coloração castanha ou marrom, lembrando pequenas sementes de 2,0 mm.

    A doença
    Doença mais frequente em espécies de Cattleya, Laelia e Cymbidium. O fungo patogênico é habitante natural do solo, que produz micélio estéril, mas capaz de produzir estruturas de resistência denominadas de esclerócios, os quais permitem sua sobrevivência em condições desfavoráveis

    Sintomas
    A colonização pelo fungo provoca apodrecimento dos tecidos vegetais da base da planta, acarretando obstrução do fluxo de seiva e consequentemente amarelecimento e queda de folhas.

    Práticas de manejo
    Emprego de substratos sadios. evitar excesso de matéria orgânica e destruição de plantas infectadas.

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    Nome da doença
    Podridão-mole

    Agente causador
    Pectobacterium carotovora

    A doença
    É a principal doença bacteriana das orquídeas. Essa bactéria produz enzimas pectinolíticas, que degradam pectatos* de cálcio da lamela média junto à parede celular, sob umidade elevada, sendo frequentes em Phalaenopsis, Cattleya e Laelia

    Sintomas
    As lesões ocorrem inicialmente nas folhas, sob a forma de anasarca (encharcamento dos tecidos), e ao atingirem o pseudocaule causam a morte da planta.

    Práticas de manejo
    Emprego de irrigação que evite acúmulo de água, especialmente em Phalaenopsis, cujas folhas formam ângulo de inserção com o caule próximo a 900. Evitar ferimentos durante tratos culturais. Maior espaçamento possível entre planta. Efetuar adubação equilibrada e rica em cálcio. Remoção e queima de folhas infectadas. Isolamento e terapia de plantas doentes com pulverizações à base de cobre.

    *(Designação genérica dos sais que resultam da ação do ácido péctico sobre as bases…)

    margaridinha-rosa

    Vírus-da-mancha-da-orquídea Vírus-da-mancha-da-orquídea01

    Nomes da doença
    Vírus-da-mancha-da-orquídea

    Agente causador
    Orchid fleck virus (OFV)

    Sintomas
    Esse vírus provoca manchas necróticas em folhas de espécies de Cattleya e Laelia, e áreas cloróticas com anéis necrosados bem desenvolvidos em Oncidium flexuosum.

    O que fazer?
    O mais importante é quanto a aquisição das mudas das plantas, elas tem que ter uma sanidade garantida. Quanto à doença a única solução é a  erradicação total das plantas sintomáticas ou infectadas. Faça a desinfecção das ferramentas de corte  que foram usadas nesta planta doente e, sempre manter espaçamento entre vasos de plantas.

    abelinha

    solo

    P: Por que fazer a análise de fertilidade do solo?
    * R: As plantas, em geral, obtêm os nutrientes de que precisam do solo. A avaliação da disponibilidade de nutrientes em solos é feita, em geral, com base na análise de fertilidade

    P: Por que a maioria dos solos, no Brasil, são ácidos?
    * R: A acidificação dos solos é um processo químico que ocorre naturalmente na biosfera. Todos os solos “envelhecem”, ou sofrem intemperismo, e a acidificação é parte deste envelhecimento natural. O Brasil, por estar sob clima tropical, em que a ação de chuvas e altas temperaturas é intensa o ano inteiro, possui solos mais velhos e, por isso, mais ácidos.

    P: O que devo fazer para melhorar a fertilidade, ou seja, a acidez e a quantidade de nutrientes, do meu solo?
    * R: Normalmente se utilizam dois tipos de produtos: o calcário para corrigir a acidez do solo e os fertilizantes, ou adubos, para corrigir a falta de nutrientes. A decisão do quê, quando e quanto aplicar de calcário e fertilizante SOMENTE DEVE SER FEITA COM BASE NA ANÁLISE DE FERTILIDADE DO SOLO E COM O AUXÍLIO DE UM AGRÔNOMO.

    P: O que é calagem? Para que serve?
    * R: Calagem é a prática de incorporar calcário ao solo. Calcário é o nome que normalmente se dá para o carbonato de cálcio e/ou magnésio. A calagem proporciona vários benefícios: corrige a acidez do solo; fornece cálcio e magnésio, dois nutrientes muito importantes para as plantas; e neutraliza o efeito fitotóxico do alumínio e do manganês.

    P: Quais são os nutrientes das plantas?
    * R: Pelo ponto de vista de essencialidade e de quantidade exigida pela maioria das plantas, tem-se o seguinte: macronutrientes (entre parênteses o símbolo químico): nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S); e micronutrientes (entre parênteses o símbolo químico): zinco (Zn), boro (B), manganês (Mn), cobre (Cu), ferro (Fe), molibdênio (Mo) e cloro (Cl).

    P: Por que utilizar o solo para produzir alimentos e fibras, uma vez que já existe a hidroponia (cultivo de plantas em água com nutrientes) e a aeroponia (cultivo de plantas com pulverização de nutrientes nas raízes)?
    * R: Toda nova tecnologia de cultivo de plantas é bem-vinda. Entretanto, é preciso saber utilizá-la e verificar se há viabilidade econômica na sua adoção. Hidroponia e aeroponia são tecnologias bastante exigentes e o solo constitui-se, ainda, no substrato de cultivo mais rentável e versátil.