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  • Archive for the ‘Bonsai e Samambaias’ category

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    Como e com que frequência regar um bonsai?
    Regar um bonsai é molhar toda a terra que esta dentro do vaso. Coloque água potável por cima da terra em toda a superfície até que esta comece a sair por baixo nos orifícios do vaso. No dias mais quentes pode-se molhar também a copa e galhos.

    Já a frequência das regas vai depender principalmente do tamanho do vaso e das condições climáticas como temperatura e umidade do ar. Normalmente vasos com até 30 cm de comprimento e/ou vasos muito rasos devem ser regados todos os dias quando a umidade do ar estiver baixa e a temperatura acima de 20oC.
    Muito cuidado com os extremos: Em dias de muito calor (acima de 30oC) regue duas vezes ao dia. Em dias de muito frio (abaixo de 15oC) regue a cada dois dias.

    Vasos maiores do que 30 cm, normalmente a frequência de rega é menor, mas tome muito cuidado, geralmente um bonsai não fica mais do que dois dias sem água.
    As árvores no geral não gostam de muita umidade na terra. Por isso geralmente devemos regar os bonsai somente quando a terra do vaso estiver quase seca.
    Vale muito a nossa observação constante, tanto do clima quanto da umidade da terra. A verificação da umidade da terra pode ser feita facilmente tocando-se a terra com os dedos.

    A Vaporização das folhas somente é necessária quando a umidade do ar estiver baixa. Nesta situação é conveniente que faça uma vaporização leve somente sobre as folhas preferivelmente a sombra com água potável, no mínimo, três vezes por dia. Outra função importante da vaporização é quando feita sobre as raízes finas expostas em alguns determinados estilos (Ex.:”raiz exposta”, “raiz sobre pedra” e outros). Também é importante no cultivo do musgo que, se for usado, não deve ocupar mais do que a metade da superfície da terra do bonsai, para que esta “respire”. O musgo deve ser borrifado levemente em torno de três vezes ao dia sem que a terra do bonsai se umedeça.

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    Um dos maiores prazeres daqueles amam a natureza é contemplá-la bela e saudável. Também é muito agradável quando adubamos uma árvore e ela responde ao tratamento que lhe dispensamos. A melhor maneira de nos comunicarmos com nossas plantas é conhecendo suas necessidades e sabendo como elas reagem aos tratamentos empregados. Aqui procuro descrever maneiras simples de como as plantas se comunicam conosco, através de sua aparência e reações, e o que podemos fazer para ajudá-las.

    Sintomas - Planta crescendo somente de um lado.
    Causas – Provavelmente o sol esta batendo somente de um lado do bonsai.
    Providencias – Virar o bonsai pelo menos uma vez por semana para que ele possa tomar sol em toda sua volta.

    Sintomas – Algumas folhas estão secas ou amareladas.
    Causas - Às vezes os vegetais trocam naturalmente suas folhas.
    Providências - Retirar as folhas velhas ou muito amarelas.

    Sintomas – Alguns dos galhos estão fracos comparados com outros.
    Causas - A árvore esta dando prioridade de crescimentos.
    Providências – Podar constantemente os galhos fracos para que ramifiquem e se avolumem.

    Sintomas – As folhas estão sujas
    Causas – A poeira e a poluição estão se depositando nas folhas
    Providências – Lave o bonsai com jato de água forte. Além de limpar você poderá até eliminar alguns insertos nocivos.

    Sintomas - As pontas das folhas escurecem e depois de um tempo caem
    Causas – Pouca água na rega.
    Providências – Melhore a qualidade da rega tomando cuidado para molhar toda a terra do vaso. Aumentar a freqüência das regas.

    Sintomas - Pouca produção de flores
    Causas – Excesso de Nitrogênio na adubação.
    Providências - Adube com menos freqüência. Quando o fizer, escolha adubos com pouca concentração de nitrogênio. Adubar menos durante o inverno.

    Sintomas – Alguns galhos estão crescendo de forma exagerada e as folhas ficam claras e grandes.
    Causas – Iluminação deficiente e excesso de nitrogênio,
    Providências – Colocar em local onde a incidência de luz solar se faça diretamente sobre as folhas por um período maior.

    Sintomas – As folhas ficam amareladas, dobram-se e murcham.
    Causas – Excesso de calor.
    Providências – Mude o local por um mais ventilado e fresco.

    Sintomas - Sobre as folhas existe um pó branco, parecido com sal.
    Causas – Acumulo de cálcio e sais, da água da rega, sobre as folhas.
    Providências - Limpar as folhas com pano ou algodão embebido em um pouco de óleo vegetal.

    Sintomas - As raízes estão saindo pelos buracos de drenagem.
    Causas - Vaso pequeno.
    Providências - Periodicamente é necessário trocar a terra dos bonsai e podar as raízes. Faça isto no período e na freqüência correta.

    Sintomas - Folhas furadas, raspadas e com rastros líquidos.
    Causas - Ataque de Lesmas.
    Providências – Retire e mate as lesmas durante a noite. Faça uma armadilha com um copo de cerveja perto do vaso. Elas irão beber e se afogar.

    Sintomas – Folhas com manchas coloridas pequenas. Elas murcham e morrem depois de um tempo.
    Causas – Ataque de Fungos.
    Providências – Destrua as folhas infectadas e não molhe as folhas nas regas. Diminua a freqüência das regas e coloque a planta em local bem arejado.

    Sintomas – Folhas dobrando e flores feias. A planta não cresce.
    Causas - Ataque de ácaros.
    Providências - Lavar a parte aérea do bonsai com água morna (Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

    Sintomas – Planta ficando feia, folhas apresentando manchas brancas que posteriormente ficam amarelas. Teias de aranha estão entre os galhos.
    Causas - Ataques de ácaros vermelhos ou verdes.
    Providências - Lavar a parte aérea do bonsai com água morna (Use chuveirinho do Banheiro). Aplicar inseticida adequado. Procure orientação.

    Sintomas – Folhas com um liquido pegajoso.
    Causas - Este liquido é excremento de insetos. Sinal de infestação.
    Providências - Lave a parte aérea do bonsai com água morna e detergente, enxágüe com água morna. Pulverizar com inseticida.

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    As pragas mais comuns:
    - Pulgões – chamados também de piolho de planta, são verde-claro, amarronzados e pretos. Podem ser retirados com cotonetes embebidos em água ou álcool, quando descoberto no começo. Os sintomas apresentados são atrofia dos brotos novos, folhas que amarelam e enrugam e, presença de formigas que apreciam a substância açucarada que os pulgões excretam. Grandes infestações devem ser combatidas com:
    . Calda de Fumo
    . Macerado de alho
    . Macerado de urtiga

    - Cochonilhas –
    Pequenos insetos de 2 a 5 mm de comprimento, de formato arredondado e cores variando do entre branco, marrom e esverdeado. Existem dois tipos: de carapaças ( escamas) e as farinhosas, que se apresentam revestidas por uma secreção serosa que lembra o algodão. Percebendo-se no início podemos combatê-la com cotonete embebido em álcool metílico. Os sintomas são folhas que nascem enroladas e com manchas amareladas, podendo apresentar-se meladas. Os botões florais caem antes de se abrirem e a planta mostra-se sem viço e com crescimento estacionado.
    Grandes infestações usar:
    . Calda de fumo com sabão
    . Óleo mineral
    . Malathion

    - Ácaros – Assemelha-se a um carrapato ligeiramente peludo com 8 patas. Podem atacar os tecidos internos das plantas, caules, folhas e até raízes. No início podemos eliminá-los pulverizando água morna nas folhas e retirando os ácaros com com esponja ou cotonete embebido em álcool. A pulverização com calda de fumo ajuda. Casos extremos usar acaricidas à base de Enxofre, aplicados com muito cuidado. Sintomas são as folhas apresentarem partes esbranquiçadas, às vezes com os bordos enrolados. Em alguns casos nota-se a presença de finíssimas teias brancas nas folhas ou outras com aparência de ferrugem. Mais tarde, caules e folhas escurecem e tornam-se crespos e, se a planta chega a florescer, as flores são menores e defeituosas. Existem umas aranhas vermelhas também chamadas de ácaros que podem ser combatidas com borrifação de água constante ou aplicação de enxofre.
    - Brocas – São insetos que perfuram troncos e hastes lenhosas para lá depositarem seus ovos. As larvas que nascem cavam galerias no interior do caule. Sintomas são reconhecidos por orifícios no tronco ou caule. Se a infestação estiver somente em um galho devemos arrancá-lo. Aplicar nos outros galhos uma pasta à base de Fosfato de Alumínio. Pode-se prevenir o ataque de brocas fazendo uma pasta de cinza de madeira misturada com água e com ela rebocar o tronco.

    - Lesmas e Caracóis – Como precisam manter-se hidratados passam os dias escondidos sob pedras ou madeiras ou outros locais úmidos. À noite fazem o estrago. Sal de cozinha tem a propriedade de derreter lesmas. Retire os caracóis com as mãos.

    - Formigas – Todos sabemos como controlá-las mas existem plantas que tem a propriedade de afastá-las como a hortelã. O gergelim não afasta mas quando as formigas levam o gergelim para dentro do formigueiro, as folhas em contato com a umidade do formigueiro liberam uma substância tóxica que envenena as formigas.

    - Lagartas – É necessária a nossa observação e localizar seus ninhos no verso das folhas ou em folhas enroladas. Para grandes infestações pulverizações com inseticidas biológicos como o Dipel ou Agropel, provocam uma doença bacteriana mortal na lagarta. Uma maneira de afugentá-las é evitar que as borboletas ou mariposas cheguem perto plantando a sálvia, alecrim, hortelã e alho porró. Estas plantas afugentam as borboletas.

    - Tatuzinhos e Trips – Para eliminá-los utiliza-se creolina aplicada em seus esconderijos: locais escuros e úmidos. Como a creolina leva apenas 5 minutos para matá-los, convém lavar o local um pouco depois pois o produto e prejudicial a micro fauna que mantém o solo saudável.

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    As Samambaia são plantas muito bonitas para tem em casa e ficam muito bem na decoração. Para ter uma planta bem verde é preciso tomar algumas providências. Samambaias sempre verdes e bonitas em vasos e como cuidar, como podar, como adubar e como molhar
    Para manter um vaso de samambaias sempre verde e cheio de folhas, é preciso alguns cuidados. Veja quais são:

    Local. Samambaias não gostam de sol forte. O ideal é manter o vaso em local iluminado que pegue um pouco de sol de manhã. Essas plantas também são muito sensíveis ao vento, particularmente a samambaia-de-metro.

    Regas. São feitas de duas a três vezes por semana (no verão, as samambaias precisam mais água do que no inverno). Molhe o xaxim por igual, tomando cuidado para não encharcar, o que poderia causar apodrecimento da raiz. O segredo é nunca deixar o xaxim totalmente seco. As samambaias gostam de receber um chuvisco sobre as folhas.

    Podas. Quando aparecem folhas amarelas, faça uma poda, abrindo espaço para as brotações. As mudas que surgirem da extensão do rizoma (caule subterrâneo) devem ser retiradas, evitando-se que a planta cresça demais e tenha que ser transplantada para um vaso maior. A renda-portuguesa e a samambaia-de-metro queimam com o frio; portanto, recomenda-se podá-las inteiramente antes de o inverno chegar ou deixá-las em local mais quente durante a estação fria. Depois, elas brotam vigorosas.

    Adubação. Não deve ser realizada na época do plantio pois pode causar deficiências nas raízes. Um mês após a muda passar para o vaso definitivo, faz-se adubação leve com 2 colheres (sopa) de torta de mamona e farinha de osso, repetindo a cada 40 dias. A adubação líquida é feita de 15 em 15 dias.

    Pragas. É comum aparecerem lagartas que comem as folhas. Faça uma catação manual. Contra pulgões e ácaros, pulverize com calda de fumo para afastá-los. Se eles aparecerem na planta, corte as folhas afetadas tentando evitar que a doença se alastre. Para eliminar, só pulverizando com inseticida.

    Mudas. A maneira mais fácil de fazer uma muda de samambaia é com parte do rizoma. Em algumas espécies, ele é um filamento, como ocorre nas samambaias-americana, de metro e rabo-de-peixe; em outras, parece o rabo de um bicho peludo. É o caso da mandaiana e das rendas portuguesa e francesa. No primeiro tipo, o rizoma lança novas mudas periodicamente (na rabo-de-peixe é mais raro). Quando isso acontece, retire a muda cuidadosamente, cortando as folhas grandes na metade e tomando cuidado para não danificar os brotos. A seguir, plante-a em outro vaso. Quando os rizomas são do segundo tipo, formam um emaranhado compacto. Para fazer a muda, corta-se um pedaço, de preferência que esteja com broto, espetando-o em um vaso com substrato.

    A melhor época para tirar mudas é no verão. Faça o plantio inicialmente em um vaso pequeno, pois se a planta for colocada logo em um vaso grande, as raízes vão se espalhar, soltando poucos brotos. Depois de dois meses, transfira para o vaso definitivo. O substrato mais usado é o pó de xaxim. Hoje em dia, passou a ser usual misturá-lo com fibra de coco, turfa e vermiculita.

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    O Asparagus setaceus (aspargo-samambaia), é uma planta de interior normalmente considerada como sendo um feto ou samambaia devido ao aspecto das suas “folhas”. Na realidade não tem folhas mas sim pequenos ramos de 0,5 cm, muito finos, que se designam por filocládios. São estes raminhos que assumem as funções fotossintéticas, proporcionando energia à planta.

    O Asparagus setaceus é uma planta originária da África do Sul, muito resistente, que cresce em terrenos muito difíceis e rochosos. Os seus caules principais têm espinhos afiados que servem para dissuadir os animais de se aproximarem. Ao fim de um certo tempo de crescimento, o Asparagus setaceus comporta-se como uma trepadeira. O aspargo-samambaia, em muitos locais do globo, é considerado uma espécie invasora, pois sufoca a vegetação nativa, eliminando-a, e impedindo a regeneração natural de outras espécies.

    Rega: Embora estas plantas de interior resistam muito bem a períodos de seca prolongada, convém que as mesmas sejam regadas com generosidade durante o seu período de crescimento (sem encharcar o solo), desde a Primavera até ao Outono. Quando o tempo está quente, normalmente nunca deixe o solo secar completamente entre regas o ideal é mantê-lo sempre um pouco úmido. No Inverno basta regar uma vez por semana.

    Luz: Tal como a grande maioria das plantas de interior, o Asparagus setaceus prefere luz forte, mas sem sol direto. Ideal que tenha a sua planta junto de uma janela que receba algumas horas de sol, mas filtrada através de uma cortina. Se o Asparagus setaceus receber demasiado sol, as “folhas” ficarão amarelas, o que também pode acontecer se for colocada num local demasiado escuro. Esta planta dá-se muito bem com luz artificial.

    Temperatura: É praticamente uma questão irrelevante quando a planta é cultivada em interior.

    Adubação: É difícil adubar demasiado esta planta, pois é uma “comilona” voraz. Eu costumo usar um pouco de adubo líquido, duas a três vezes por mês, durante o período de crescimento.

    Solo e reenvasamento: Qualquer solo comercial de boa qualidade será o suficiente para manter o Asparagus setaceus feliz. Mais uma vez não se esqueça de colocar uma boa quantidade de argila expandida ou cacos de barro no fundo do vaso. Mude a terra todas as primaveras e tente sempre manter o topo do solo um pouco abaixo do limite do vaso, pois as raízes desta planta têm tendência a empurrar o solo para cima.

    Propagação: A melhor forma de propagar o Asparagus setaceus), é por divisão de touceiras. Use uma faca afiada para dividir a planta e aproveite para podar um pouco as raízes. Coloque as “novas” plantas que obteve com a divisão em vasos menores e trate-as normalmente. Esta operação tem melhores resultados se for efetuada na Primavera.

    Poda: Corte as folhas mais velhas, ou que fiquem amarelas, sempre que necessário. Corte também rente ao solo, os caules mais antigos e com pior aspecto. A poda regular desta planta faz com que fique mais bonita e vigorosa.

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    Avenca (Adiantum)

    A Avenca de nome científico Adiantum é um gênero de aproximadamente 200 espécies de fetos da família Pteridaceae, embora alguns investigadores a coloquem no seu próprio grupo com o nome de Adiantaceae.
    O nome científico, Adiantum, deriva do grego ‘adiantos’ que significa ‘que não se molha’, pois as gotas de chuva deslizam sobre as folhas da avenca, sem molhá-las.

    As Avencas preferem geralmente locais ricos em humus, úmidos, e com escoamento de àgua, variando de terrenos planos a paredes de rocha. Muitas espécies são conhecidas por crescerem em falésias de rocha próximo de cascatas e zonas com escoamento de águas.
    A maior diversidade de espécies encontra-se nos Andes – América do Sul. Também existe muita diversidade na Asia com cerca de 40 espécies na China.

    De aparência frágil esta plantinha da família dos fetos é bem mais resistente que os seus congêneres.
    Sombra e muita umidade fazem dela o luxo que a fotografia mostra. Deve ser colocada num vaso que esteja em permanente contacto com água mas que nunca deve ser estagnada e apesar das suas folhas não agarrarem as gotas deve ser pulverizada com água á temperatura ambiente todos os dias dos dois lados das folhas. No inverno o prato ou taça onde se colocou a água deve ser retirado e a mesma deve somente ser regada dia sim dia não e é interessante nos certificar de que escorreu toda a água do vaso pelo orifício do mesmo.

    Colocada numa janela a norte ou a sul deve ter luz bastante, mas sempre sem apanhar sol direto o que lhe queimaria as folhas e nunca mais recuperaria.

    A terra deve ser leve mas dá-se em quase todas tirando as barrentas que são muito pesadas e compactas para as suas raízes.
    Transplanta-se sem grandes dificuldades nos meses de calor por divisão dos rizomas que devem ter á volta de 4 pés cada um.
    É uma planta que beneficia bastante de grupo ou seja, dá-se melhor se estiver com outras plantas ao lado do que completamente sozinha pois o fator umidade prevalece assim em melhores condições.
    vasos de barro são preferíveis aos de plástico que não premi tem as trocas de oxigênio ao nível das raízes, pois não podemos esquecer que esta planta é uma das que nasce bravia em volta de fontes e poços de água.

    Fetos
    O mesmo cuidado é válido para os fetos, pois são da mesma família e preferem as mesmas condições de tratamento, apesar de os fetos beneficiarem com alguma exposição solar mas somente da parte da manhã quando os raios de sol não são demasiado fortes.
    Existem muito mais espécies nos fetos do que nas avencas sendo que uns podem tombar graciosamente do vaso em maravilhosas grinaldas e por isso devem estar pendurados e outros são completamente eretos. Independentemente da sua forma todos eles gostam de água na terra e nas folhas, ter em conta que água com demasiado cloro faz as folhas ficarem com uma coloração amarelada e bastante feia.
    Todas as espécies são venenosas para os animais e em especial para os gatos que adoram mordiscar tudo ou quase tudo o que é verde. Algumas das espécies que são utilizadas em arranjos de flores:

    Fetos OrnamentaisRumohra adiantiformis2

    Feto Rumohra adiantiformis
    Os fetos ornamentais (Rumohra adiantiformis) atingem 30 a 60 cm de altura e 12 a 24 cm de largura. As frondes são brilhantes e de cor verde escura. Os caules são fortes e flexíveis. Os fetos ornamentais constituem uma base excelente para todo o tipo de arranjos florais. A longevidade na água pode atingir 14 dias.

    Asparagus macowanii

    Fetos Ming
    Os fetos Ming (Asparagus macowanii) são grandes ornamentais com ramagem lenhosa ligeiramente rígida coberta de pequenas folhas aciculares de cor verde. O caule é cinzento esbranquiçado. Os fetos Ming constituem uma excelente folhagem para os arranjos tropicais e são um complemento formidável para as orquídeas. A longevidade na água pode atingir de 7 a 10 dias.

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    Fetos Sprengeri

    Os fetos sprengeri (Asparagus densiflorus) apresentam caules fortes e compridos que suportam raminhos densos cobertos de agulhas verde claro. Um caule típico tem um comprimento de 30 a 60 cm. O sprengeri é perfeito para a confecção de grinaldas. Pode também ser usado em cascata na base de grandes arranjos. A longevidade na água pode atingir de 7 a 10 dias.

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    As Samambaias

    samambaia chorona
    O Reino Vegetal é esquematizado em divisões, classes, ordens, famílias, gêneros, espécies e variedades.
    As samambaias pertencem a uma das maiores classes vegetais que existem. A classe Pteridófitas, que compreende uma parte das plantas que não produzem flores ou sementes. Elas são milhões e milhões de anos mais antigas que qualquer ancestral do homem. Habitam o planeta Terra há uns 250 milhões de anos, enquanto o Homo erectus só surgiu aqui a 500 mil anos atrás. De tão antigas, muitas das famílias de samambaias já desapareceram. De tão antigas, muitas das famílias de samambaias já desapareceram, e das sobreviventes, apenas 9 são efetivamente de interesse, embora estas 9 famílias englobem milhares de gêneros e cerca de mais de 10.000 espécies.

    As samambaias, de maneira geral, têm algumas peculiaridades muito interessantes, sobretudo do pondo de vista dos mecanismos de reprodução.

    O ciclo vital das samambaias caracteriza o que é conhecido “alternância de gerações”, isso quer dizer que as samambaias que vemos por aí são organismos neutros, desprovidos de órgãos sexuais. Entretanto, formam pequenos corpos de reprodução, os esporos, que ao germinarem, não produzem diretamente uma nova samambaia. Ao invés disso, são origem a pequenas plantas independentes, conhecidas como protalos, que raramente medem mais de 2 cm. Na parte inferior destes protalos, entretanto, são formados microscópicos órgãos sexuais masculinos e femininos, e é a união das células deles que surgem efetivamente as novas samambaias. Algumas samambaias são capazes de se reproduzir por métodos vegetativos, mas a grande maioria depende da “alternância de gerações” para a propagação.

    Em função disso, a cada ano, uma única samambaia pode produzir vários milhões de esporos, que são distribuídos largamente e a grande distância pelo vento. Muitos desses esporos, naturalmente, caem em locais hostis, e mesmo os que vão parar em locais adequados, por serem muito vulneráveis nos primeiros estágios da germinação, podem sucumbir facilmente a uma estiagem, ataque de fungos ou outros fatores. Aliás, é bom que seja assim, do contrário, a Terra correria o risco de ser literalmente invadida pelas samambaias.

    Outra característica interessante é que, dependendo da espécie, as samambaias apresentam variações sem seus hábitos. As arbóreas, por exemplo, formam uma espécie de tronco, coberto por bases antigas das frondes (nome técnico que se dá às folhas das samambaias) que termina nas folhas do ano corrente, arranjadas de forma espiralada ao redor do ponto de crescimento. Ponto bastante protegido pelos brotos das novas folhas, que se expandirão no ano seguinte. Na samambaiaçu, pode-se observar isso facilmente.

    samambaiaçu
    A maneira pela qual as novas frondes se abrem na maioria das espécies é muito característica das samambaias. Em todo o caso, de acordo com a conformação final, as frondes podem ser:
    - de folhas inteiriças, como o asplênio (ninho-de-passarinho):
    - pinadas, quando ao longo da nervura central (chamada tecnicamente de raque) saem diversos folíolos, a intervalos regulares, mas apenas um em cada ponto – como na popular samambaia-de-metro;
    - bipinadas, quando de cada ponto da raque saem dois folíolos;
    - tripinadas, quando são três os folíolos que saem do mesmo ponto da nervura centrl;
    quadipinadas, quando saem quatro folíolos de cada ponto da raque.

    Mas existe ainda outra curiosidade. Diferentemente das folhas com sementes, as frondes também sustentam os esporos em suas faces inferiores, formados em pequenos receptáculos (chamados tecnicamente de esporângios), reunidos em grupos em grupos (denominados soros), que podem ser descobertos ou protegidos por uma membrana característica, o chamado indúsio. O formato destes soros, e a sua disposição ao longo das folhas, varia em diferentes espécies e é utilizado, inclusive, como um dos meios de identificação da planta.

    Outras samambaias, ao invés de possuírem um tronco definido, crescem por meio de rizomas, quase sempre bastante delgados, a partir dos quais as folhas ou frondes surgem intervalos relativamente curtos. Estes rizomas geralmente crescem abaixo do solo, mas as samambaias do gênero Davallia e no Polypodium aureum, por exemplo – as nossas conhecidas renda portuguesa e samambaia-do-amazonas – os rizomas desenvolvem-se na superfície.

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    Nephrolepis exaltata

    Nome científico: Nephrolepis exaltada
    Nomes populares: samambaia-amaericana, samambaia-de-Boston, samambaia-espada
    Origem: EUA
    Porte: médio, de 40 a 60 cm
    Flores: sem valor ornamental
    Cultivo: em vasos e jardineiras
    Solo: rico em húmus
    Clima: quente e úmido
    Luminosidade: meia-sombra
    Irrigação: frequente
    Dificuldade de cultivo: requer cuidados, pois tem a facilidade em pegar fungos
    Adubação: mensalmente com NPK rico em N

    Esta espécie é resultado de um trabalho genético de melhoramento realizado na cidade de Boston, nos Estados Unidos. Sua comercialização já é bsatante difundida e a multiplicação deve ser feita preferencialmente no final do Inverno, deixando o exemplar em ambiente úmido, sob proteção.

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    Piracanta

    A técnica do bonsai é muito antiga e foi desenvolvida na China, mas foi o Japão que a tornou mundialmente famosa, hoje é considerada uma terapia pelos adeptos desse hobby.
    Não existe uma altura padrão, para o bonsai, ele pode ter desde alguns poucos centímetros até mais de um metro, ele pode ter uma formação normal, ou pode ser contorcido, como árvores expostas a muito vento.

    O primeiro passo é a escolha da planta, o ideal são espécies que possuem pequenas folhas e pequenos galhos, como o Pinheiro-Japonês, Romãzeira, Bouganvíllea, Cerejeira e a Azaléia. Após a escolha da planta, você deve adquirir o vaso, ele deve ser raso e largo, pois ele é o responsável por limitar o crescimento da planta. Deve ter buracos para a drenagem.

    A muda a ser plantada deve ser pequena, no máximo com 15 cm. de altura, e deve estar enraizada, é necessário podar o excesso de raiz. O solo deve ter o seguinte substrato, uma parte de terra, uma de areia e uma de húmus de minhoca, misture bem e peneire. Não se esqueça de colocar pedrinhas no fundo do vaso para fazer a drenagem.

    Após plantar a mudinha a regue. As regas em geram nunca devem ser em excesso, o ideal é pouca quantidade uma vez ao dia, no verão se necessário duas vezes ao dia (nunca utilize prato embaixo do vaso). O vaso deve ser deixado ao ar livre com bastante incidência de sol. As podas simples podem ser feitas quando aparecer galhos indesejados, quando o tronco estiver mais espesso e muitas raízes, é hora de começar a trabalhar com o Bonsai.

    Primeiramente faça um novo substrato, e retire com cuidado a muda do vaso, e troque a terra, fazendo uma poda das raízes mais longas, procure dar uma forma arredondada ao torrão. A coloque novamente no vaso, se ela não ficar firme, passe um arame pelo buraco de drenagem do vaso e amarre a planta, isso vai fazer com que ela fixe melhor.
    Conforme a planta for crescendo o vaso deve ser trocado, mas lembre-se que o tamanho do vaso é que vai limitar o tamanho do Bonsai, quanto ao solo ele deve ficar no nível da borda do vaso. Esse procedimento deve ser feito sempre que notar que a raíz já está tomando conta de todo o vaso, de um modo geral, uma vez por ano, de preferência na Primavera.

    O próximo passo é a poda da planta, não existe uma regra para isso, mas devemos ter em mente o desejo final, que é a tornar uma miniatura de uma árvore, lembre-se que o excesso de galhos pode gerar ramos finos demais, então devemos manter somente os galhos estratégicos. Comece pelo galho central que deve ser cortado ao meio, os galhos laterais mais grossos devem ser podados mais drasticamente e os galhos finos mais delicadamente. Caso algum galho, esteja interferindo no formato desejado, faça a poda bem rente ao tronco principal.

    A formação dos galhos depende das amarrações, utilize somente arame de cobre ou alumínio encapado, para que as plantas não se machuquem, amarrações bruscas podem quebrar algum galho, dê a forma desejada respeitando as limitações da planta.

    Agora é só ir cuidando de seu Bonsai, limpando as folhas e galhos periodicamente, musgo e ervas pequenas devem ser deixadas no vaso, A adubação é um dos fatores mais importantes para uma boa floração e um bom desenvolvimento da planta.
    A adubação deve ser feita a cada quinze dias, desde o início da primavera até o final do verão, com adubo líquido ou orgânico á base de farinha de osso e torta de mamona. As adubações durante o inverno deve ser evitada.
    O segredo maior para se ter um bonsai é a paciência.

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    Falsa vinha

    Essa é uma tabela com algumas sugestões de combinações de solo para o plantio de bonsai.

    Você pode utilizar solos diferentes dos aqui listados e tentar descobrir melhores combinações se quiser, essa é apenas uma lista de referência com alguns solos de eficácia comprovada para auxiliar novos praticantes da arte do bonsai.
    - Azaléa, Hibisco, Scheflera, Sequóia
    1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
    1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
    2 partes de terra vegetal ou húmus de folhas

    - Caliandra, Acer, Ipê, Carmona, Bétula, Buxus, Olmo (Ulmus), Faia, Zelcova, Duranta, Ficus, Floríferas em geral, Ume, Primavera (Bougainville), Serissa, Tamarino, Magnólia.
    1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3 mm
    1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim
    1 parte de terra vegetal ou húmus de folhas

    - Piracanto, Figo, Pitanga, Wisteria, Pêssego, Azevinho, Jaboticaba, Cotoneaster, Maçã, Siriguela, Pêra, Taxus, Coníferas, Ameixa, Cereja, Tuias.
    2 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
    1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
    1 parte de terra vegetal ou húmus de folhas.
    Nota: Para Tuia Nanã trocar a terra preta por barro e não usar terra vegetal/humus

    - Ginkgo, Cipreste, Criptoméria, Cedro, Lariço, Acácia
    2 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
    ½  parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
    ½ parte de terra vegetal ou húmus de folhas.

    - Carvalho, Shimpaku, Pinheiros, Eucalípto, Junípero Rígida (Tuia Jacaré), Juníperos.
    3 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
    ½ parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
    ½ parte de terra vegetal ou húmus de folhas.

    - Azaléa – solo alternativo
    1 parte terra preta grossa ou terra de cupim;
    2 parte de terra vegetal ou húmus de folhas;
    1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3 mm;
    1 parte de barro grosso.

    jane1