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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Lophantera lactescens11
Também conhecida como lofantera a chuva-de-ouro é uma árvore considerada ornamental decídua, de uma bela floração, esta que é composta de belos cachos pendentes com uma floração dourada.

Possui um porte médio de crescimento, atingindo em torno de 5 a 10 m de altura. Possui um tronco bastante elegante, apesar de ser um pouco tortuoso, podendo ser de característica simples ou múltipla, conta com uma casca cinza esverdeada.

É importante salientar que a sua copa é arredondada, contando com um tamanho de mais ou menos 4 m de diâmetro. Normalmente a planta possui uma copa em formato cônico ou ainda piramidal. Seus ramos possuem uma coloração em tons azuis claros, estriados e pequenos calos avermelhados.

Características da chuva-de-ouro
A planta conta com uma série de cicatrizes foliares que são bastante aparentes, e as folhas deverão aparecer em coloração verde escura, glabras, simples e ainda com nervuras bem marcadas.

As suas flores são amarelas, e se reúnem em inflorescências pendulares. Seus frutos surgem como tipos de cápsulas e tem uma floração que acontece do mês de março a agosto.

Esta planta possui uma grande utilização paisagística, e conta sempre com uma aparência espetacular quando está florida. A planta ainda apresenta um crescimento bastante moderado sendo bastante adequada para a realização do plantio isolado ou também em grupos, procurando assim embelezar tanto parques como jardins, fazendo parte ainda de suas áreas degradadas, e ainda principalmente se estiverem próximas aos rios e também lagos.

A sua madeira possui uma coloração de mediana a escura, além de alaranjada e compacta, comumente utilizada para construção civil, além de marcenaria e ainda carpintaria.

Lophantera lactescens
Este tipo de planta deve ser cultivado em sol pleno, fértil, úmido além de enriquecido com matéria orgânica. É uma planta considerada tipicamente tropical e ainda não se desenvolve bem nos climas mais frios, se multiplica através de sementes.

A chuva-de-ouro sendo plantada de forma isolada ou também em pequenos grupos é um centro da atenção no seu jardim, durante toda a sua floração.

Além disto, no resto do ano a planta não fica para trás, já que oferece uma boa sombra fresca apesar de não ser muito densa. É uma planta que inclusive pode ser cultivada nas calçadas já que não tem raízes consideradas agressivas.

Como cultivar
Esta é uma planta que precisa ser cultivada através de sol pleno, além de solo fértil, que seja enriquecido de matéria orgânica e seja irrigado de forma regular.

A chuva de ouro também se adapta bastante em climas considerados subtropicais e tropicais de montanha. Assim que ela estiver com a sua plantação bem estabelecida este tipo de planta tem uma grande capacidade de tolerar grandes períodos de estiagem.

Este tipo de plantação se multiplica através das sementes, estas que precisam passar por um processo de quebra de dormência para que exista uma melhor germinação.

Este processo pode ser feito através de uma extração física das sementes ou ainda um processo de imersão em uma solução de ácido sulfúrico por no máximo 20 min.

Com este processo serão disponíveis sementes para plantar, e elas então deverão ser deixadas de molho na água por algumas horas ou de um dia para o outro antes de ser realizado este plantio.

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Decorando com a chuva-de-ouro
A chuva-de-ouro é uma planta bastante simples e também muito delicada. Suas pequenas flores de coloração amarela deverão servir principalmente de complemento para decorar buquês, utilizar em decorações, ou ainda ser utilizada em buquês de noiva. A sua beleza é bastante exposta.

Uma dica interessante é que esta planta se adequa muito melhor nos vasos que possuem uma boca estreita, devido aos formatos de seu caule. Precisa de umidade, por isso pode ficar em vasos de planta com terra para planagem e arranjos que durará por muito tempo.

Por ser uma planta que chama muito a atenção, até hoje ela possui destaque no mercado de floricultura e também de chás, a chuva-de-ouro – Lophantera lactescens -, pode ser encontrada já em floração, em brotos ou até mesmo em sementes para plantação, assim que cultivada ela irá germinar facilmente, pois se adapta ao terreno desde que não seja ácido, e com isto dentro de no máximo um ano aparecerão as bonitas flores coloridas no jardim.

Lago-com-chuva

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A tulipeira é uma árvore típica da África, pertencente à família das Bignoniaceae. Pode chegar até 24 m de altura se for cultivada de maneira correta, sendo que existem exemplares que chegarem até os 30 m.

Dependendo da região aonde ela vai ser cultivada, pode apresentar outros nomes populares como árvore-de-tulipas, espatódea, árvore-de-bisnagas, bisnagueira e tulipeira-africana.

É uma árvore ornamental, um ciclo de vida perene e lindas flores. Diferente da maioria das árvores grandes, essa crescerá muito rápido e por isso alcança a sua altura máxima tão rápido. O tronco é bem grosso, podendo ter até 50 cm de diâmetro, todo em uma madeira bem clara e mole. As folhas da tulipeira são grandes e com muitos folíolos.

As flores apresentam-se nas cores vermelho-alaranjado e amarelo e algumas ainda surgem inflorescências, mas depende muito da variedade da planta. A primeira floração da tulipeira vai demorar ainda 3 a 4 anos para acontecer, mas em compensação ela será bem numerosa o que garante que a duração seja maior também. Já os frutos são bem parecidos com vagens e possuem muitas sementes.

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É uma planta extremamente rústica e como ela cresce muito rápido, é indicado que seja cultivada apenas em locais mais aberto e com solo próprio para sustento de uma árvore de porte médio e que cresça rapidamente.

Podem ser cultivadas, jardins públicos, etc. Deve ser evitado o plantio em calçadas ou em terrenos superficiais, principalmente se tiver fiação ou encanamento por perto, pois as raízes dessa árvore com certeza vai destruir tudo.

Cultivo da Tulipeira
Cuidados devem ser tomados apenas com os locais abertos, pois essa planta atrai muita abelha e dependendo do ambiente onde ela é cultivada, pode gerar pequenos acidentes com esses insetos. Locais de muita transição de crianças e animais também deve ser evitado, porque ela possui alcaloides tóxicos.

A tulipeira deve ser cultivada em solo fértil, bem drenado e muito rico em matéria orgânica. A árvore pode ficar sob o sol pleno tranquilamente que ela se desenvolve bem. Como ela é uma árvore típica de clima tropical, ela não se dará bem se a região for muito fria. Os climas mais indicados para o cultivo da árvore são Equatoriais, Subtropicais e Tropicais.

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Multiplicação
Multiplica-se por sementes e estacas que germinam com facilidade. Usar terra comum de canteiro em caixotes ou direto em sacos de cultivo. Devido à sua grande capacidade reprodutiva, a tulipeira pode tornar-se invasiva em determinadas situações.

Materiais descartáveis, como caixas de leite longa vida também são excelentes para sementeiras de árvores, corte dois cantos no fundo da caixa para a saída das águas de regas

Para fazer mudas de espatódea pode ser usada a técnica de estacas de ramos, feita com enraizadores, após o inverno ou na estação das chuvas.

Retirar estacas de ponteiro, limpar as folhas de base e plantar em recipientes com substrato feito de casca de arroz carbonizada, areia ou vermiculita, mantendo a umidade e em cultivo protegido.

Após algum tempo notará que as gemas estão começando a se desenvolver, sinal que já houve a emissão de raízes.

Transplantar então para recipientes com substrato semelhante ao que recomendo para plantio, regando bem e mantendo ainda sob cultivo protegido.

Passo a passo bem rápido para possam fazer isso sem receio.
Passo 1: Cave um buraco na medida de uma mão fechada para colocar o seu torrão ou então as sementes.

Passo 2: Antes de recolocar a terra, faça uma mistura com adubo de animal de curral. 1 quilo desse adubo com composto orgânico é mais que necessário para planta uma árvore de tulipeira.

Passo 3: Ainda nessa mesma mistura, você deve acrescentar 200 gramas de adubo granulado do tipo NPK com a formulação de 10 para 10 para 10 e acrescentar ainda 100 gramas de farinhas de ossos.

Passo 4: Misture tudo muito bem e coloque parte no fundo da cova (antes de botar o torrão) e parte por cima do torrão, sempre fixando bem a terra para ela não ficar tão fofa e dificultar a germinação da sua árvore.

Passo 5: Regue bem.

Pronto, agora é só acompanhar o crescimento da sua tulipeira. Se você for plantar a sua árvore em uma época onde o clima está mais quente, antes de você colocar o torrão na cova, jogue um balde de água no fundo do buraco para que o substrato agregue bem ao torrão quando ele for colocado na terra. Caso não chova nos primeiros dias de plantação, regue a sua  muda de tulipeira.

Spathodea campanulata
Toxicologia
Como foi dito mais acima, a tulipeira apresenta alcaloides tóxicos, o que pode se tornar um grande problema para quem cultiva essa árvore. Por ser uma planta naturalmente bonita, ela vai chamar muito a atenção em qualquer lugar que possa ser cultivada e levando isso em consideração, a popularidade da planta acaba aumento.

Levar a tulipeira para ser cultivada em um ambiente aberto e com muita circulação de pessoas, pode ser arriscado acontecer pequenos acidentes de intoxicação feita através das folhas e flores da planta.

Caso qualquer parte da planta seja ingerida, havendo ou não sintomas de intoxicação, o mais indicado é que o doente seja levado imediatamente a um pronto socorro mais próximo para que seja feito o atendimento preventivo.

O ideal é que também seja levado uma amostra da planta ingerida para que os médicos possam analisar e saber qual medicação é a mais indicada para esse caso e também testar a quantidade da planta que foi ingerida.

Pragas
A umidade excessiva é um grande problema enfrentado pela tulipeira. Isso vai fazer com que apareça nas folhas e no caule, um fungo que deixará a planta com aparência de velha e murcha.

A identificação e bem simples, bastando observar a coloração da planta. Caso apareçam manchas na coloração amarronzada, as regas deverão ser suspensas, pois com certeza essa rega está sendo feita com uma frequência maior do que deveria.

O ideal é retirar as partes apodrecidas para não originar outros fungos no restante da planta sadia e sempre verificar se a adubação da tulipeira está devidamente em ordens.

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Todas as árvores que possuem importância estética são consideradas árvores ornamentais além de terem um valor funcional. Isso significa que com a presença delas um ambiente pode ficar mais bonito. Elas são usadas não só em jardins, mas principalmente, em áreas públicas, como parques, ruas, clubes, etc.

Existe mais de uma diferença entre uma árvore ornamental e as demais, são elas: o tamanho, o tipo de tronco, o formato das copas e a cor das folhas, entre outras características. Além disso, elas desempenham um papel de oferecer sombra nos lugares públicos ao mesmo tempo em que os decoram.

Uma árvore ornamental pode ser comprada já grande ou também pode ser cultivada a partir de uma semente, neste segundo caso, do cultivo até chegar a ficar grande será variável de acordo com a espécie.

Na hora de escolher uma árvore ornamental para o seu jardim dois fatores principais devem ser levados em consideração: o espaço que estará disponível para ela e o tipo de clima da região onde você mora.

Quando se compra uma árvore jovem ela poderá ser plantada com a “raiz nua” e isso poderá ser feito tanto em um vaso como com um torrão. As espécies consideradas jovens têm as medidas variando entre 8 a 10 cm ou entre 18 a 20 cm.

Ao adquirirem uma árvore ornamental jovem observem como está a estrutura da mesma, se tiver boa significa que ela crescerá sem problemas, ao contrário, é melhor não comprá-la. Porém, não é uma identificação fácil de ser feita por quem não entende de jardinagem.

Quando a árvore está “normal” o torrão tem que está bem guardado com uma rede. E na hora movê-la é necessário muito cuidado. Por isso, não é indicado comprar uma árvore já grande, é melhor tê-la jovem, que é mais fácil de manuseá-la do que arriscar de perder uma “madura” na hora de fazer o plantio.

Quando se adquire uma árvore ornamental jovem é de extrema importância consultar qual o tamanho que ela irá atingir para que seja reservado a mesma um espaço ideal. Outro fator que nos faz precisar dessa informação é que o tamanho indica a densidade de outras espécies que deverão ser plantadas próximas a ela.

Se você está querendo adquirir uma árvore pensando na sombra que ela fará depois de grande, saiba que as folhas são determinantes e podem ser perene ou caduca. Algumas delas poderão ter a vida mais longa que a nossa. Podemos citar dos exemplos mais comuns: os ciprestes e os pinheiros.

Principais características de algumas árvores ornamentais

Albizia_julibrissin
1- Albizia (Albizia julibrissin): é muito cheirosa e tem um cresce rápido. As suas flores são um show a parte, com textura macia e com pequenos pelos brancos e róseas fazendo a forma de um pompom. Pertence à família Fabaceae e ocorre na Ásia, África, América e Austrália.

Koelreuteria Paniculata
2- Coreutéria (Koelreuteria paniculata) : é uma árvore ornamental considera de pequeno podendo chegar a médio porte, uma vez que altura máxima pode ficar entre 6 a 17 m. Sua origem é do Japão, Coreia e China. Pertence à família Sapindaceae.

salix-babylonica
3- Salgueiro-chorão: na verdade esse tipo de árvore definido como ornamental é um resultado de hibridização do cultivo de Salix babylonica. É uma árvore nativa do norte da China, mas cultivado há milênios em vários locais da Ásia, tendo sido disperso pelo homem ao longo da rota da seda até à Babilônia, daí o seu nome científico.

Canafístula
4- Canafístula (Peltophorum dubium): as suas flores fazem bonito na decoração e na América do Sul é muito usada nas ruas e praças das cidades. Ela é de porte grande chegando a 40 m de altura como máximo e como mínimo 15 m. Pertence à família Fabaceae.

Mulungu-do-litoral
5- Mulungu-do-litoral (Erythrina speciosa): é uma árvore ornamental considera uma das mais bonitas, as suas flores parecem tomar forma de um candelabro e são nas cores vermelho-vivo. Pertence à família Fabaceae e originária da América do Sul – Brasil.

Mimosa flocculosa

6- Bracatinga-rósea (Mimosa flocculosa): arvoreta ramificada de folhas verde-prateadas, nativa do Brasil, fazem parte da família Fabaceae.

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7- Amendoeira-da-índia (Terminalia catappa): além de ser uma árvore ornamental tem poderes medicinais e também entra nos alimentares. Pertence à família Combretaceae e sua origem é asiática.

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8- Pitangueira (Eugenia uniflora): além de ser ornamental dá o fruto conhecido como pitanga, que são perfumados e doces. Pertence à família Myrtaceae e origem da América do Sul – Argentina, Brasil e Uruguai.

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9- Pinheiro-de-buda (Podocarpus macrophyllus): pode chegar até 20 m de altura, tem as folhas perene e é ereta, uma árvore muito apreciada por quem faz paisagismo. Pertence à família Podocarpaceae e originário da Ásia – China e Japão.

Cupressus lusitanica
10- Cedrinho (Cupressus lusitanica): é uma árvore ornamental que se apresenta na forma de copa piramidal e também é muito usada para enfeitar praças e ruas. Ela deve ser podada para ter ares de arbusto. Pertence à família Cupressaceae e originário da América Central, América do Norte e México.

Grevillea_lanigera
11- Grevílea (Grevillea banksii): diferente da grande maioria das árvores ornamentais essa é perfeita para pequenos jardins pelo porte, que fica entre 4 a 6 m de altura. As suas folhas são afiladas e como se fossem recortadas na cor verde acinzentado e com umas manchinhas brancas na parte de trás. Pertence à família Proteaceae e originária da Austrália.

Magnólia
12- Magnólia (Magnolia liliflora) : é uma árvore ornamental muito popular e que faz um efeito visual como poucas, graças as suas enormes flores, que resistem até mesmo o inverno, mesmo quando as folhas já caíram. Pertence à família Magnoliaceae, originária da Ásia – China e Japão.

Bem, já perceberam que pela imponência e utilidade, as árvores ornamentais são obrigatórias em qualquer paisagismo. Elas são um atestado de maturidade de um jardim e atuam como vegetação estrutural.

Mas lembrem-se, elas devem também ser escolhidas com muito cuidado, levando em conta a longa permanência no local e com paisagem em torno; o tamanho das suas copas, a caducidade de suas folhas, o tipo e desenvolvimento de suas raízes, a coloração das suas folhas e troncos e flores, as culturas e lembranças de épocas e locais, com uma história de vida ou com um compromisso com a natureza.

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Ficus lyrata

O Ficus é uma árvore tropical da família Moraceae e sua origem é do sudeste asiático e pode chegar a 12 m de altura. Existem centenas de variedades de Ficus. Algumas são mais apropriadas para a cultura do bonsai, como F. benjamina, F. retusa, F. microcarpa, F. nerifolia ou F. carica.

É uma árvore muito popular, utilizada principalmente na decoração de ambientes internos.

Adapta-se muito bem às condições climáticas, igualmente tropicais, do Brasil e aceita passar algum (pouco) tempo no interior (sempre perto de uma janela).

O Ficus aceita muitos erros dos principiantes, por ser uma árvore forte e com fácil brotação. Também se desenvolve bem rápido.

Plantada em vasos, também pode ser conduzida como arvoreta ou arbusto. Seu caule flexível permite que se realize trançamentos quando jovem, o que lhe dá um charme todo especial.

Além disso, é muito visada em trabalhos de topiaria, adquirindo belas formas arredondadas e compactas. Suas características a tornam bastante apropriada também para a arte do bonsai.

Ficus bonsai
A única dificuldade que apresenta, é quanto ao frio extremo, por isso, em invernos rigorosos (abaixo de 12º), pode-se recolhê-lo ao interior, mas procurar manter uma umidade elevada (borrifar) e boa luminosidade (próximo a uma janela).

Infelizmente, devido a sua popularidade, o ficus vem sendo implantado em locais impróprios, como em calçadas, ruas e próximo a muros e construções.

Com o desenvolvimento da árvore, as raízes agressivas acabam provocando grandes danos às estruturas e tubulações subterrâneas, de forma que já é proibido o seu plantio em diversas cidades. Todo cuidado é pouco ao podar o ficus, sua seiva leitosa é tóxica e pode provocar irritações e alergias na pele.

Seu cultivo deve ser a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É uma planta bastante rústica, mas quando plantado em vasos, em interiores (residências, escritórios), não aprecia mudanças de lugar, correntes de ar frio, encharcamentos e ar-condicionado.

Quando estressado por estes fatores é comum que suas folhas amarelem e caiam, mas pode rebrotar com vigor depois de resolvido o problema.

Quando envasado deve ser adubado mensalmente na primavera e verão (muito pouco ou nada no inverno), e transplantado para um vaso maior uma vez ao ano.

Sua multiplicação é feita por estacas lenhosas e sementes.

Rega
* Deixe secar a terra entre duas regas. O ficus suporta um solo um pouco seco, sobretudo no inverno (regiões frias). Mas não exagere. No verão, pode-se regar com mais frequência;

* O ficus exige uma grande umidade atmosférica. Se colocá-lo no interior da casa, procure manter uma higrometria elevada.

Poda
* A poda de manutenção pode ser feita durante todo o ano. Pode um galho após este emitir 7 a 8 folhas, deixando três;

* Faça a poda de estrutura (mais drástica) durante o período de menor crescimento (inverno);

* Pode-se podar as folhas de duas maneiras: Desfolha no início da primavera (outubro e novembro), exceto com o F. benjamina. No geral, é melhor podar apenas as folhas maiores, buscando uma melhor proporção foliar.

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Seiva do Ficus
Durante a poda, o Ficus libera o látex, uma seiva branca e pegajosa. O “sangramento” acaba após alguns instantes.

Aramação
Não existe um período obrigatório para a aramação. Retire o arame após 5 semanas, mas não deixe de verificar constantemente se não está se incrustando no tronco. O crescimento do Ficus é muito rápido. Cuidado.

Se o seu Ficus produz folhas muito grandes, é porque o adubo utilizado contém muito nitrogênio. Neste caso, deixe de adubar algum tempo e depois recomece com um adubo mais equilibrado. Recomenda-se adubar com NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio) na proporção 10-10-10. Não deixe de, uma vez ao ano, repor micronutrientes no solo.

Multiplicação
O Ficus é uma das plantas mais fáceis de multiplicar por estaquia. Basta cortar um ramo e plantar em substrato drenante com ou sem hormônios enraizantes.

Curiosidades
O Ficus tem como característica emitir raízes abundantes, inclusive aéreas. Use essa característica para cultivar bonsai em estilos interessantes, como raiz exposta e raiz sobre pedra.
Por causa do crescimento vigoroso das raízes, não é indicada para calçadas.

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Planta da família Fagaceae e originária da Europa. Trata-se de uma árvore de porte grande, cerca de, 20 a 30 m de altura e de grande valor ornamental.

Sua copa é arredondada e o tronco liso quando a planta é jovem, à medida que vai envelhecendo torna-se fendido na superfície. As folhas são lanceoladas, com bordos denteados e veias salientes.

As flores diferem-se em masculinas e femininas. As masculinas são amareladas ou brancas e assemelham-se a pequenos rabos de gato. As femininas são menos numerosas e protegidas por espinhos.

Os frutos são na verdade as castanhas e se apresentam em número de um a três, guardadas por um invólucro espinhoso, conhecido por ouriço. São muito saborosos e apreciados em diversos pratos, cozidos, assados ou crus. A floração e a frutificação ocorrem no outono.

Devido ao grande porte, a castanha-portuguesa presta-se para áreas também grandes, como parques e jardins extensos. Para a produção de castanhas, é necessário o plantio de mais de uma árvore, pois não realiza a autopolinização.

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Sua madeira é muito resistente e rica em tanino, e é utilizada na indústria de móveis, couros, tonéis e na construção civil. O florescimento exuberante da castanheira atrai abelhas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solos arenosos e profundos. É tolerante a solos ácidos e a seca, quando bem estabelecida.

Sendo uma árvore de clima mediterrâneo, adapta-se a uma ampla faixa climática, de temperados a tropicais. Sua multiplicação é feita por sementes plantadas logo após a colheita.

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O deladeiro é uma planta tipicamente brasileira, mas tem também sua origem em outros países da América do Sul e é muito encontrada no Paraguai.

A planta está classificada entre dois tipos de categoria, como das árvores ornamentais e simplesmente árvores. E como toda planta, tem o seu clima preferido, no seu caso, se adapta perfeitamente a 4 deles: temperado, tropical, mediterrâneo e subtropical.

Falando um pouco das suas características, a altura dessa árvore pode variar em três tamanhos: entre 4,7 m a 6,0 m; entre 6,0 m a 9,0 m ou entre 9,0 m a 12 m. É uma espécie que gosta e sol pleno e tem o ciclo de vida perene.

Normalmente, em solo brasileiro, ela atinge o seu porte médio. Um dos principais lugares que essa espécie é encontrada é no cerrado brasileiro. E também, espontaneamente, nos estados: Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Rondônia e Mato Grosso.

Trata-se de uma árvore decídua. Para quem não sabe, quando uma árvore é classificada como decídua significa que ela perde as folhas nas estações do outono e do inverno. Porém, nem por isso elas ficam com uma aparência feia, isso porque, os seus troncos são como verdadeiras esculturas dos plátanos ou ainda, graças as suas ramificações da trepadeira.

A vantagem é que quando perdem suas folhas, as árvores decíduas deixam os raios de sol passar em toda ela e outra vantagem é que elas são “autolimpantes”. Caem-se as folhas velhas e no lugar delas nascem brotos e folhas novas e fortes.

A madeira extraída dessa árvore é de ótima qualidade e que dura muito tempo, por isso, é muito utilizada na fabricação de cabos de ferramentas, na construção civil e para fazer moirões.

As folhas dessa espécie de árvore possui algumas características particulares como glabras, são simples, oblongas, coriáceas. Elas podem ser consideradas bem definidas, pecioladas e sésseis, são os tipos que podem ser.

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Durante a primavera e o verão é o período de inflorescências do deladeiro, isto é, quando surgem as flores. Essa árvore tem flores muito grandes, vistosas e que chamam muita atenção pela sua beleza.

As flores são grandes e possuem pétalas franjadas e brancas, cálice verde e com um longo estame, as margens são pregueadas. Já os frutos da árvore são  como cápsulas lenhosas com uma tonalidade bronzeada.

Na verdade, se observarmos bem o fruto do deladeiro notaremos uma leve semelhança com um dedal daqueles usados por costureiras. E é por esse motivo, que dedal é um dos seus nomes populares.

As raízes do deladeiro não precisam ser motivo de preocupação. Na verdade, sendo de pequeno porte, elas não são agressivas e por isso, servem para florescimento ornamental.

No Brasil, nas cidades do estado do Paraná, é muito comum encontrar árvores de deladeiro espalhadas, fazendo a arborização desses lugares.

Plantio do Deladeiro
Além de servir para enfeitar ruas e praças, o deladeiro também é usado para salvar zonas degradadas e para recompor mata ciliar. Porém, não se trata de uma espécie pioneira o que exige que ela seja plantada com outras espécies, seja feito o plantio misto. Isso também pode ser feito gradualmente quando se fala de reflorestamento.

Para fazer o plantio dessa árvore é necessário esperar um sol pleno. O solo que irá receber a espécie deve ser fértil e irrigado com regularidade nos primeiros anos logo depois do cultivo enriquecendo-o com matéria orgânica.

A multiplicação do deladeiro pode ser feita utilizando sementes, que devem ser colocadas logo depois de passar a colheita. Elas não devem ser jogadas na terra diretamente, e sim, colocadas em sacos cheios de areia e úmidos. Não se pode deixar passar muito tempo para plantá-las porque elas acabam perdendo o poder de germinação, que normalmente, acontece entre 10 a 15 dias.

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As covas para receber as sementes devem ser fertilizadas com esterco curtido e a distância de 40 x 40 deve ser respeitada.

Uso medicinal
Essa árvore tem poder medicinal e as partes dela utilizada para esse fim são as folhas e a casca. O chá da planta é recomendado para combater: dor, obesidade, úlcera, micose, prurido, infecções, ferimentos e febre.

As suas propriedades medicinais são as seguintes: anti-inflamatória, no combate a úlcera, antibactericida, antifúngica, poder cicatrizante, ajuda a emagrecer e diminui a febre.

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A Cerejeira-ornamental é classificada como uma árvore decídua de porte médio, cuja sua floração é muito usada para decoração. É uma das plantas preferidas dos paisagistas ao projetar um jardim residencial. Pertence à família Rosaceae e tem sua origem no Japão.

Seu tronco de forma cilíndrica é delgado, curto e muito simples. A casca do tronco da árvore se apresenta na cor marrom acinzentada e é rugosa, além de ter lenticelas horizontais proeminentes.

A altura das árvores cerejeiras fica entre 4 a 10 m e o seu crescimento é considerado muito lento. Normalmente, ela para de crescer com 6 m, essa seria a altura média desse tipo de árvore.

A sua copa é arredondada e as folhas se apresentam na forma oval com ápice agudo e com as nervuras bem marcadas, já as bordas são serrilhadas e possuem uma tonalidade “bronzeada”. São verdes e se transformam em amarelo ou vermelho antes de caírem, na época do outono.

As flores são de cinco pétalas brancas de sombra levemente rosada, de tamanho em torno de 3,5 cm de diâmetro, surgindo ao longo dos ramos em grupos de 3 a 5 com pecíolos longos e finos.

Diz-se que as árvores ficam “algum tempo em dormência” depois que as folhas começam a cair. Porque elas perdem as folhas no outono, mas começam a florir somente na metade do interno, quando estão completamente “peladas”. Nessa época, é possível admirar lindas flores brancas.

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As flores surgem em grupos, normalmente de duas a cinco em cada um deles, a forma delas as classifica como inflorescências do tipo racemo. Apesar de toda beleza e esplendor, elas não possuem perfume e se apresentam de forma simples ou dobradas. Normalmente, a cor predominante é branca, porém, também podem ser vistas em vários tons de rosa, isso dependerá do tipo de cultivo dispensado a ela.

Durante a época do verão surgem as cerejas, que atraem os passarinhos. Esses frutos são classificados como frutas do tipo drupa, possuem a forma globosa a ovoide, a casca muito brilhante de cor vermelha escura ou na cor preta. A polpa da cereja é carnosa e bem adocicada, e dentro está envolvida uma única sem sente. Porém, o cultivo para que sejam colhidas cerejas é mais difícil e raro de se concretizar.

A cerejeira pode ser uma árvore frutífera ou simplesmente ornamental, deve ser cultivada, em ambos os casos, nas regiões frias do país, como no sul e nas regiões com latitudes altas no sudeste do Brasil.

Muito usada na ornamentação de um jardim, possui uma beleza incomparável, que vai se modificando ao longo das quatro estações do ano. É o tipo de árvore que é mais valorizada quando está isolada das demais, porém, isso não impede de usá-la em renques ou ao longo de alamedas, assim como plantar várias formando grupos, que dá a sensação de um pequeno bosque.

É o tipo de árvore que quase não exige nenhum tipo de poda, é necessária somente a retirada dos ramos doentes, dos secos e daqueles que não foram formados da maneira correta.

Ela é considerada a árvores símbolo do Japão, é tão importante nesse país, que quando está florindo atrai milhares de pessoas nas praças para contemplá-las. Os frutos são uma delícia e na cultura japonesa as flores são muito usadas para fazer chá. A árvore ainda é usada pelos japoneses na formação de Bonsai.

As cerejeiras gostam das regiões frias, locais onde o frio é muito severo e as temperaturas são muito baixas durante o inverno. A parte de dormência delas acontece no outono, logo depois que as folhas caem. Porém, quando se pensa em cultivar a cerejeira é necessário fazê-lo sob o sol pleno ou no máximo, em meia sombra. O solo para cultivo deve ser fértil, neutro (areno argiloso) e com boa drenagem, além disso, é preciso enriquecê-lo com matéria orgânica e a irrigação deve ser constante.

A cerejeira apesar de gostar muito do frio é considerada uma planta de clima temperado, porque para que ela se desenvolva bonita e dê bons frutos, no caso daquela frutífera, ela necessita das estações do ano bem definidas. Isso é que garante também belas flores. Ela vai crescendo moderadamente e a sua floração é precoce.

Se tem uma coisa que a cerejeira não suporta e pode acabar morrendo por esse motivo, é o encharcamento e as podas drásticas. Ela supera muito bem o frio intenso e até mesmo os períodos curtos de estiagem e as geadas. A sua forma de multiplicar é através de estaquia, enxertia e muito facilmente com as sementes.

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Plantado Uma Cerejeira
Para plantar uma cerejeira é necessário abrir um buraco no solo com o dobro do torrão. Em seguida, com uma pazinha própria para jardim, soltar a terra que está nas laterais e no fundo, isso é feito para que as raízes tenham o espaço suficiente para crescerem. Depois é só cortar o vaso de cultivo com o podão de jardim, evitando danificar as raízes. Em seguida, usando um balde ou mesmo sobre uma lona no chão, você deverá mistura o composto orgânico, de preferência, adubo animal de curral bem curtido (cerca de 1 quilo para cada uma das mudas). Coloque também farinha de ossos ou fosfato natural de rocha nessa mistura, cerca de 100 gramas de um ou de outro. Depois é só regar bem!

Não se esqueça de que esse plantio deve ser feito no inverno, em um momento de sol e que a chuva ajudará nessa fase inicial. Caso fique muito tempo sem chover, regue todos os dias até completar 15 dias do plantio.

É melhor plantar as mudinhas que ainda não tenham flores. Você até pode optar por plantar uma árvore já florida, porém, nesse caso, o seu trabalho inicial deverá ser redobrado. Você terá mais trabalho para evitar quebrar ramos ou danificar a raiz na hora do plantio.

Como Adubar a Cerejeira
Reponha os nutrientes no final do outono, a mistura deverá ser aquela mesma que foi recomenda para o plantio inicial. Faça a reposição ao redor da copa da árvore, criando um sulco de 15 cm de profundidade. Depois de feita a fertilização, regue a planta.

Fique de olho para eliminar logo as cochonilhas que podem atacar a sua cerejeira, neste caso, deverão ser usados defensivos verdes para protegê-la. Com o fim da primavera, e a planta em fase crescimento, você já poderá podar os ramos para alinhar a copa. No inverno, porém, não o faça, pois isso poderia prejudicar o processo de floração.

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Praticamente o lema de todo amante da jardinagem é “cultivar uma planta é cultivar a vida”. As mais diversas espécies têm o seu encanto e o cheiro característicos e algumas são até especiais para nós.

Podem ser colocadas dentro ou fora de casa conforme as suas características mais marcantes e podem alegrar o ambiente apenas pela presença. Este é o caso de muitas plantas, assim como a espécie Astrapeia.

Ela pertence à família Malvaceae e sua origem provém do Mediterrâneo, Madagascar. Lá, ela é bastante encontrada.

Como toda planta existente no mundo, a astrapeia tem uma descrição única. Abaixo está listado todas as suas qualidades:
* É uma árvore de folhagem bastante perene e com um grande diâmetro. Pode atingir o que equivalente a 7,0 m de altura desenvolvendo uma maravilhosa copa densa em forma de domo, com formato bem arredondado;

* Suas folhas grandes possuem formato de coração. Possuem duas pontas e a central bastante aguda que dá um aspecto interessante;

* As flores desta árvore tem um perfume muito peculiar e formato de globo, por serem extremamente cheias de pétalas rosadas. As flores florescem da primavera até o verão;

* A árvore pode ser cultivada em qualquer lugar do mundo, inclusive em locais onde o frio impera bastante.

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Cultivo da Astrapeia
A árvore é vendida em pequenos sacos de cultivo. Para começar, é preciso que seja escolhido um local com bastante sol para iniciar o processo. Ela vai se desenvolver melhor com a luz do sol, já que vai realizar a fotossíntese de forma mais eficaz.

Dicas para começar o cultivo da astrapeia:
Deve-se abrir um buraco o dobro do torrão da muda. Com uma pazinha solte um pouco a terra do fundo e das laterais, pois a pá de corte tende a compactar e as raízes sofrerão para crescer. Colocar num recipiente cerca de 1 a 2 kg de adubo animal de curral bem curtido ou a metade desta quantidade se o adubo for de cama de galinheiro.

Acrescente composto orgânico o quanto for necessário e misture bem. Adicione ainda 100 gramas de farinha de ossos. Coloque parte da mistura no fundo do buraco e acomode a muda. Preencha as laterais com a mesma mistura, coloque também um tutor. Amarre o tronco da muda ao tutor com um cordão de juta ou algodão, dando a forma de um oito, para evitar que a casca seja estrangulada.

Para criar um ambiente bem tradicional para a árvore, é necessário regar todos os dias, inclusive no mesmo dia em que houve a iniciação do cultivo. Quando estiver chovendo, não é necessário realizar as regas. Se a região tem chuvas espaçadas, faça ao redor da muda uma bacia com terra para as regas. A melhor época de plantio é no inverno e início da primavera para os estados do Sul e na estação das chuvas para os demais estados.

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Dicas para os cuidados com a Astrapeia
Os tratos culturais são simples, como por exemplo, manter limpo de inços ao redor da muda enquanto for jovem, depois o sombreamento impedirá que eles se desenvolvam.
A tentativa de colocar gramado até junto ao tronco deste tipo de árvore resulta na maioria das vezes em insucesso, devido ao grande diâmetro de sua copa que faz bela sombra.

Aproveite este detalhe para fazer um lindo canteiro de espécies herbáceas de sombra, juntando beleza e harmonia ao jardim. Para quem desejar produzir a Astrapeia, sua propagação poderá ser feita por estacas ou alporques, feitos durante a estação de crescimento da muda na primavera.

A arvoreta tem raízes muito superficiais e não são indicadas para serem plantadas em calçadas no meio das ruas, apesar de ser uma árvore de pequeno porte. Ela possui uma copa muito larga e baixa, o que pode comprometer e muito a passagem dos pedestres e até mesmo a visualização dos carros que passam nas ruas.

A Astrapeia tem algumas outras características muito importantes e fazem com que ela seja reconhecida no mundo das plantas. Os profissionais da área podem citar as características para qualquer amador:

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Ela é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções. As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso, essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas.

Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada a sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapeia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros,

Deu para perceber que a astrapeia é uma árvore exuberante, porém excêntrica. É ideal para cultivo em jardins e parques.

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Lophantera Lactescens

A Lofantera é uma árvore considerada ornamental, de uma bela floração composta de belos cachos pendentes com uma floração dourada, por isso seu nome popular de Chuva-de-ouro.

Possui um porte médio de crescimento, atingindo em torno de 5 a 10 m de altura. A planta possui um tronco bastante elegante, apesar de ser um pouco tortuoso, podendo ser de característica simples ou múltipla, conta com uma casca cinza esverdeada. É importante salientar que a sua copa é arredondada, contando com um tamanho de mais ou menos 4 m de diâmetro. Normalmente a planta possui uma copa em formato cônico ou ainda piramidal. Seus ramos possuem uma coloração em tons azuis claros, estriados e pequenos calos avermelhados.

As folhas são de coloração verde escura, glabras, simples e ainda com nervuras bem marcadas. As suas flores são amarelas, e se reúnem em inflorescências pendulares. Seus frutos surgem como tipos de cápsulas e tem uma floração que acontece do mês de março a agosto.

Esta planta possui uma grande utilização paisagística, e conta sempre com uma aparência espetacular quando está florida. Apresenta um crescimento bastante moderado sendo bastante adequada para a realização do plantio isolado ou também em grupos, procurando assim embelezar tanto parques como jardins, fazendo parte ainda de suas áreas degradadas, e ainda principalmente se estiverem próximas aos rios e também lagos.

A sua madeira possui uma coloração de mediana a escura, além de alaranjada e compacta, comumente utilizada para construção civil, além de marcenaria e ainda carpintaria.

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A Lofantera quando plantada de forma isolada ou também em pequenos grupos, é um centro da atenção no jardim, durante toda a sua floração. Além disto, no resto do ano a planta não fica para trás, já que oferece uma boa sombra fresca apesar de não ser muito densa. É uma planta que inclusive pode ser cultivada nas calçadas já que não tem raízes consideradas agressivas.

Apesar de todas as suas qualidades ornamentais, uma observação muito importante e valiosa é que a chuva de ouro possui propriedades bastante tóxicas, por isso deve ser cultivada muito longe de crianças e animais domésticos, pois caso seja consumida deverá procurar um médico.

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Cultivo
A Lofantera deve ser cultivada à pleno sol, em solo fértil, úmido além de enriquecido com matéria orgânica.

A espécie também se adapta bastante em climas considerados subtropicais e tropicais de montanha. Assim que ela estiver com a sua plantação bem estabelecida este tipo de planta tem uma grande capacidade de tolerar grandes períodos de estiagem. Sua multiplicação é feita através das sementes, estas que precisam passar por um processo de quebra de dormência para que exista uma melhor germinação.

Este processo pode ser feito através de uma extração física das sementes ou ainda um processo de imersão em uma solução de ácido sulfúrico por no máximo 20 min. Com este processo você terá as sementes disponíveis para plantar, e elas então deverão ser deixadas de molho na água por algumas horas ou de um dia para o outro antes de ser realizado este plantio.

É uma planta bastante simples e também muito delicada. Suas pequenas flores de coloração amarela deverão servir principalmente de complemento para decorar buquês, utilizar em decorações, ou ainda ser utilizada em buquês de noiva.

Uma dica interessante é que esta planta se adequa muito melhor nos vasos que possuem uma boca estreita, devido ao formatos de seu caule. Precisa de umidade, por isso pode ficar em vasos de planta com terra para planagem.

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Caesalpinia echinata

O Pau-brasil é uma das espécies mais antigas que existem na nação brasileira, sendo o seu título extraído da mesma, de tão abundante que era a sua utilização quando as terras tupiniquins foram descobertas pelos portugueses.

Mesmo que muito raramente, ele ainda é encontrado na Mata Atlântica brasileira, sendo conhecida como um leguminosa nativa da região. O pau -brasil possui diversos nomes populares, todos eles incorporados ao tupi-guarani, língua típica dos indígenas que aqui habitavam em sua maioria quando os colonizadores colocaram os primeiros pés em nossas terras. São eles: arabutã, ibirapiranga, ibirapitanga,ibirapitá, pau-de-pernambuco, pau-de-tinta, pau-pernambuco e o famoso pau-rosado, por causa da sua coloração típica no tronco.

A tonalidade escura da sua madeira acabou gerando o seu nome: “Brasa”. Para outros, o significado vem da região da toscana, já que a madeira do pau-brasil era muito utilizada para tingir móveis venezianos. Todos os seus nomes em tupi, conhecidos popularmente em território brasileiro unicamente, podem estar relacionado ao tingimento do tronco da espécie: “vermelho”. Realmente, o Pau-Brasil tem muita história para contar.

A história do Pau-brasil
No que diz respeito ao comércio, o Pau-brasil era utilizado para o tingimento de tecido, conferindo uma qualidade superior aos mesmos, já que a planta trazia consigo uma cor vermelho mogno, muito usada também para a fabricação de móveis europeus, sendo muito utilizada na prática de marcenaria.

Com o tempo, o pau-brasil foi sendo extinto, tamanha era a sua exploração pelos litorais brasileiros e no seu habitat natural. Hoje em dia existem diversos projetos para a conservação desta espécie história, investindo até mesmo em seu replantio. Atividades como a exploração da cana-de-açúcar e do café também acabaram deixando o comércio do pau-brasil de lado, voltando interesses econômicos para os novos produtos recém descobertos.

Atualmente, a madeira do pau-brasil é considerada uma das mais luxuosas, já que não apodrece e mal é ataca por insetos. Tamanha é a sua importância e valor, hoje em dia a espécie só é utilizada para a fabricação de móveis finos, arcos para violinos, canetas e jóias valiosas.

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As flores do Pau-brasil
Mesmo que a utilização da espécie no comércio por causa da sua valiosa madeira tenha sido o que realmente movimentava as estruturas do Brasil, nada era mais belo do que ver as flores do pau-brasil crescerem em meio a Mata Atlântica.

A espécie floresce apenas uma vez por ano, o que torna a sua flor muito mais impecável, sendo rara e muito apreciada. A flor possui as suas quatro pétalas, grandes, chamativas e de coloração bem marcante, são de cor amarela, possui pétalas delicadas, na periferia do caule, e mais uma no centro, de coloração mais avermelhada. Esta combinação de cores quentes faz com que a flor desta planta história seja muito vistosa, além de possuir um odor bastante perfumado.

O odor é caracterizado por ser suave, assim como o Jasmim. Para quem não conhece esta beleza natural que o Brasil oferece, pode visualizar a flor no Jardim Botânico de São Paulo.

As flores do Pau-brasil são tão especiais que permanecem pouco tempo abertas. A sua beleza acaba se mostrando apenas por, no máximo, 15 dias, o que torna a espécie muito mais interessante. Às vezes, a abertura das pétalas pode durar por dez dias no mínimo, considerando o florescimento por apenas 24 horas. Seu aroma cítrico e adocicado acaba atraindo algumas espécies como abelhas e borboletas, que podem realizar a polinização.

A flor do Pau-Brasil, hoje em dia, pode ser considerada um dos presentes que a natureza deixou em seu legado histórico.

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Na utilização industrial
Por causa do seu aroma fino, suave e que se assemelha ao Jasmim, a flor do pau-brasil passou a ser utilizada para a produção de alguns produtos industrializados, como os famosos aromatizantes.

Estes produtos e sabões líquidos podem ser fabricados através do extrato das flores de Pau-brasil, embora a espécie esteja bastante extinta. Muitos fabricantes acabam plantando a espécie para que a flor seja colhida em uma época ideal e assim, inovando na produção destes aromatizantes e produtos para o corpo, com o odor especial da flor do Pau-brasil.

Vale lembrar que estes produtos são raramente encontrados no mercado e são mais voltados para pequenas produções incluindo as caseiras ou artesanais.

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