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  • Archive for the ‘Árvores e Palmeiras’ category

    Eucalipto Citriodora (Eucalyptus citriodora)

    O Eucalipto Citriodora (Eucalyptus citriodora) também é conhecido como Cheiroso por causa do perfume de citrus que exala das folhas.

    Ocorre no Brasil principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Paraíba.
    Ao redor do mundo podemos encontrar esse tipo de Eucalipto na Austrália, Portugal, África do Sul, Zimbábue, Ruanda, Tanzânia, Malawi, Quênia, Tailândia, Indonésia e China.

    Apresenta ótima durabilidade natural e tratabilidade química. Altamente resistente ao apodrecimento é excelente para serraria, no entanto, requer o uso de técnicas apropriadas de desdobro para minimizar os efeitos das tensões de crescimento.
    Apresenta boas características de aplainamento, lixamento, furação e acabamento o que o torna ideal para a confecção de móveis.

    Sua madeira é muito utilizada para: construções , estruturas , caixotaria , postes , dormentes , mourões , lenha e carvão.

    O Eucalipto citriodora é  a espécie mais utilizada na exploração comercial de folhas para a extração de óleo, que é muito cheiroso.  O que provoca esse cheiro é um composto químico chamado citronenal. O óleo das folhas é muito usado em saunas, como fixador de perfumes, na mistura com desinfetantes e como aromatizante de bebidas e balas com sabor de eucalipto.

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    Casuarina

    Casuarina equisetifolia é um membro da família Casuarinaceae, é uma árvore perene com aparência de pinheiro. A árvore pode atingir alturas de até 50 m, com um diâmetro de até 18 cm, no entanto, ela geralmente só atinge 15 a 25 m de altura.

    A Casuarina foi muito utilizada pelos aborígines australianos para a fabricação de bumerangues e os colonizadores  europeus utilizavam sua madeira para fazer assentos. Também é muito utilizada em construções rurais como cercas, mastros e remos, cangas, bengalas, para pernas de piano, telhas, compensados e esquadrias

    A casuarina foi extensivamente cultivadas para controle de erosão, combustível, e como quebra-vento. A casca, usada para curtimento de couro, torna-o flexível e macio. Além de sua capacidade de elevar o nível de nitrogênio no solo, quando cultivado em agricultura de rotação ou em aterros rodoviários de estabilização, mas também produz madeira de boa qualidade de alto valor energético.

    Na medicina popular a casuarina é muito utilizada como: diurético, adstringente,  laxante, tônica, excelente para amenizar  cólicas, tosse, diarréia, disenteria, dor de cabeça, nervos, espinhas, feridas, dor de estômago, inchaço e dor de dente.

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    Saraca indica

    SARACA INDICA

    Família: Fabaceae (subfamília Cesalpinioideae).
    Origem: Índia, Tailândia e Java.

    A Saraca indica é uma belíssima árvore florífera de 4 – 7 m de altura, ramificada desde a base e de copa arredondada. A folhagem jovem com os folíolos ainda imaturos apresenta-se tombada, de coloração róseo-avermelhada, muito ornamental (característica compartilhada com os gêneros Amherstia e Brownea).

    Tal fenômeno é popularmente chamado de “lenço-pendente”. Floração abundante, com as flores arranjadas em grandes buquês (panículas globosas), passando por fases de coloração amarela, depois alaranjada até finalmente vermelha.

    Devido a sua grande beleza, é recomendada para emprego em jardins, arborização urbana ou parques.

    Não pode faltar em nenhuma coleção de árvores floríferas.

    Deve ser cultivada em solos ricos, retentores de umidade, e à meia-sombra. Floresce melhor em climas tropicais, mas adapta-se bem a subtropicais brandos. Não deve ser plantada à beira-mar.

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    Tipuana-tipu

    Nome Científico: Tipuana tipu
    Nomes Populares: Amendoim-acácia
    Família: Fabaceae
    Origem: América do Sul

    A tipuana é uma árvore perene, florífera, de copa ampla e densa, que já foi largamente utilizada na arborização urbana tanto no Brasil como em outros países.
    Hoje em dia é possível e interessante seu plantio em amplos parques e praças, à uma distância segura de construções e pavimentações, pois seu porte é avantajado e suas raízes são muito agressivas, além da fragilidade de sua madeira, que é mais propícia a quebras e cupins, principalmente nos indivíduos mais velhos e sem manutenção adequada.

    Seu tronco apresenta casca cinzenta escura, de superfície rugosa e fissurada, que é excelente para a fixação de plantas epífitas como orquídeas, bromélias e samambaias. Suas folhas são grandes e verdes e compostas por numerosos folíolos oblongos e verdes. A floração ocorre no final do Inverno e na Primavera, com numerosas flores alaranjadas com uma pequena mancha marrom na base, lembrando as flores do pau-brasil. Os frutos são do tipo vagem.

    No paisagismo, a tipuana é ideal para cultivar em grandes espaços, por ser uma árvore bela e frondosa. Seu crescimento é considerado rápido e admite podas. É interessante deixar a primeira bifurcação da planta o mais alta possível, evitando assim que os ramos terminais, pendentes, toquem o chão, salvo quando essa característica for desejada.

    Seu cultivo deve ser feito sob sol pleno, preferencialmente em solo fértil, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Aprecia o calor e a umidade tropicais, mas é capaz de tolerar o frio.
    É facilmente multiplicada por sementes, que não necessitam tratamento especial para germinar.

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    Palmeira Carpentaria

    Esta palmeira é a única de seu gênero, nativa da zona tropical da Austrália, ela se caracteriza pela sua grande estatura, de aproximadamente vinte metros e folhas também bem grandes e elegantes.
    Costuma-se utilizar essa planta para ornamentar grandes espaços próximos a grandes construções, como em jardins externos de shopping centers.

    Como Cuidar
    Esta é uma planta de metabolismo muito rápido, crescendo vários metros ao ano no ápice do seu desenvolvimento, logo para se tirar todo o seu potencial é interessante não deixar faltar água ou nutrientes no solo, o que pode ser obtido através de adubação antes do plantio e posteriormente de ano em ano e regas diárias.

    Para evitar que o encharcamento cause a aparição de doenças, principalmente enquanto a planta ainda é jovem, aconselha-se a plantá-la em solo com um pouco de areia grossa misturada para facilitar a drenagem.

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    Quebra-vento
    Árvores e arbustos plantados de maneira correta bloqueiam ou filtram as correntes de ar, protegendo a casa, as plantações e os animais de ventos que às vezes sopram com forte intensidade como os vindos do sul ou noroeste. Para desviá-los, deve-se formar barreiras: primeiro uma fileira externa de vegetação mais baixa (arbustos ou árvores bem pequenas); depois uma fileira intermediária que atinja cerca de 2 m acima da primeira, com árvores de porte médio; e por fim uma fileira de grandes árvores, formando a parte mais alta do quebra-vento. O espaçamento entre as linhas vai de 3 a 4 m e o espaçamento entre as plantas é de 2 a 4 m para as árvores da primeira e segunda fila e de 3 a 8 m para as árvores mais altas. Alguns exemplos de árvores que se dão bem nessa função:

    Exóticas
    • Para a fileira externa: resedá (Lagerstroemia indica), grevílea–anã (Grevilea banksii);
    • Para a fileira do meio: casuarina (Casuarina stricta), cedrinho (Cedrus lusitania), grevílea- robusta (Grevilea robusta), amoreira (Morus nigra);
    • Para a fileira alta: eucaliptos em geral (Eucalyptus spp.), cinamomo (Melia azedarach), bambú (Bambusa vulgaris).

    Nativas
    • Para a fileira externa: maria-mole (Dendropanax cuneatum); capororoca-ferrugem (Rapanea ferruginea); suinã (Erytrina mulungu);
    Para a fileira do meio: peroba-poca (Aspidospermacylindrocarpon); primavera-arbórea (Bougainvillea glabra); quaresmeira (Tibouchina granulosa);
    • Para a fileira alta: monguba (Pachira aquatica); aldrago (Pterocarpus violaceus).

    Cercas-vivas
    Servem para manter a privacidade de alguns espaços e delimitar qualquer caminho. Substituem muros e, nas áreas de horta ou criação animal, substituem as cercas de arame. Para esse fim, o charme pode ficar a cargo de algumas espécies nativas que por seu porte pequeno ou médio, e sua bela floração, têm todas as condições de servirem como “cerca”. Além disso, os pássaros vão adorar seus frutos e as abelhas certamente terão uma boa fonte de néctar. Algumas sugestões: pitanga (Eugenia uniflora); araçá-roxo e araçá-amarelo (Psidium cattleianum e Psidium myrtoides); guaçatonga (Casearia sylvestris); manacá-de-minas (Tibouchina sellowiana); espinho-de-jerusalém ( Parkinsonia aculeata).
    Alamedas

    Na estrada de acesso à casa ou nas trilhas para passeios à pé, a sombra garantida por árvores plantadas dos dois lados proporciona beleza e bem-estar. No caso da entrada do sítio, o plantio de árvores nativas mostra a quem chega um pouco da fisionomia da região. As alamedas de araucárias no sul ou de coqueiros no cerrado são dois bons exemplos de utilização de vegetação local em alamedas.
    Se for optar por árvores exóticas, um caminho de eucaliptos plantados de maneira uniforme sempre tem um ótimo impacto visual. Em qualquer caso é sempre bom consultar um viveirista para saber o melhor espaçamento – muito distantes entre si as árvores não chegam a fechar o caminho; muito próximas, correm o risco de não desenvolverem favoravelmente.

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    Kentia – (Howea forsteriana)

    A Kentia é uma das plantas mais populares para decorar apartamentos. O seu crescimento lento e manutenção fácil, aliados à sua beleza e resistência, tornam-na numa das principais escolhas para principiantes. De adaptação fácil às condições de luz num apartamento, a Kentia  necessita, no entanto, de alguns cuidados específicos para manter toda a sua vivacidade e esplendor. Vamos mostrar-lhe todos os cuidados necessários.

    A Kentia pertence à família das palmeiras e é originária  da ilha de Lord Howe, ao largo da costa oriental de New South Wales, Austrália. É uma planta perene, composta por um tronco e vários ramos com uma forma que se assemelha a um leque. No seu habitat natural alguns exemplares podem atingir mais de dezoito metros, mas no interior de um apartamento alcançam  no máximo os três metros de altura.

    Por ser uma planta de crescimento lento em interiores e ser bastante resistente, não exige uma manutenção demasiado cuidada, acabando inclusive por sobreviver em condições menos favoráveis. Torna-se no entanto necessário proceder a uma rega adequada, como acontece com qualquer outra planta natural e evitar que esteja em contato com luz solar direta.

    Cuidados essenciais
    A Kentia é uma planta que resiste bem à falta de luz, embora pouca luz diminua o seu crescimento. Deve estar localizada na zona da casa mais iluminada, mas sem estar exposta á luz solar diretamente. Quando colocada no exterior tem preferência por locais com sombra ou meia-sombra, apenas tolerando a luz direta do sol quando atinge os 5 anos. As Kentias adultas necessitam de mais luz que as Kentias mais jovens.

    É um tipo de planta que se dá melhor em zonas com temperaturas entre os 14ºC e os 18ºC, devendo-se ter cuidado com fontes de calor e correntes de ar. Dá-se melhor numa divisão bem ventilada da casa.
    Quando localizada no interior não deve ser regada abundantemente. No verão a rega deve ocorrer apenas duas vezes por semana e no Inverno duas vezes por mês. Tenha cuidado para não deixar secar completamente o substrato entre as regas. A terra deverá conter sempre um pouco de umidade, mas não deve ficar encharcada, umas das principais causas de apodrecimento das raízes e consequente morte da planta. Para manter a sua beleza deverá ainda pulverizar a Kentia uma vez por semana no Inverno e duas no Verão.

    Sendo uma planta de  crescimento lento em ambientes interiores, a Kentia beneficia de uma fertilização adequada. Encontra no mercado fertilizantes específicos para serem usados em plantas da família das palmeiras, como é o caso da Kentia. O fertilizante líquido deverá ser misturado na água da rega no período entre a Primavera e o Verão, época em que regista maior crescimento. Fertilização nos meses mais frios deverá ser mais espaçada.

    Pragas e conselhos práticos

    Doenças em plantas interiores é um acontecimento raro, mas as pragas, infelizmente são um mal bastante comum. Alguns insetos de escala bem pequena atacam palmeiras, como pulgões e ácaros. O óleo de nim é uma poderosa arma para a prevenção de pragas que se alimentam da Kentia. Este óleo é obtido da prensagem das sementes de nim, uma árvore originária da Índia.

    Folhas com teias-de-aranha e manchas cinzentas são causa de ácaros vermelhos. Para eliminá-los basta utilizar um inseticida específico. Folhas amarelecidas podem ocorrer devido a uma má localização da planta, como um local pouco arejado e com demasiado calor. Para a sua recuperação coloque-a num lugar mais fresco e aumente a frequência das regas.

    Para eliminar pó da sua delicada folhagem pode utilizar um pano húmido para limpar as folhas e borrifar a Kentia frequentemente para que mantenha alguma humidade, evitando também que seja afetada por um ambiente mais seco.

    A Kentia é um elemento decorativo valioso e de extrema beleza para qualquer divisão da sua casa, ajudando a criar um ambiente mais alegre e harmonioso. A sua fácil manutenção torna a Kentia numa das plantas mais indicadas para a decoração de apartamentos e para quem tem menos conhecimentos e tempo para cuidar das suas plantas.

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    Família:
    Palmae (ou Arecaceae)
    Ambiente: Pleno sol, meia sombra
    Clima: Tropical, úmido
    Propagação: Por mudas, sementes, divisão da planta ou touceira
    Obs.: Seus frutos causam irritação na pele quando manuseados. Formam-se mudas espontaneamente ao redor da planta. Prefere meia-sombra

    O gênero Caryota é um dos poucos que apresenta folhas bipinadas. Esta espécie ocorre naturalmente na Índia e Malásia, possui estipe único, robusto, de 10 a 18 m de altura e 20 a 40 cm de diâmetro.Apresenta caules múltiplos formando touceira. Destaca-se por possuir folhas com as pontas recortadas em forma de rabo de peixe, que chagam a atingir até 5 m de comprimento, com folíolos em forma de cunha, serreados no ápice, semelhantes a um rabo de peixe, conferindo à espécie um efeito notável. A bainha é lisa e bem destacada.

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    É uma planta monóica, com inflorescências de 2 a 4 m de comprimento e numerosos ramos pendentes com cerca de 1 m de comprimento. Os frutos são avermelhados quando maduros, e recobertos por cristais de oxalato de cálcio, urticantes no manuseio. Floresce pela primeira vez, aproximadamente, aos 13 anos de idade e a partir daí, durante 5 a 7 anos, produz, anualmente, várias inflorescências. Quando os frutos amadurecem, na última frutificação, a palmeira morre, terminando o seu ciclo. É usada como planta ornamental. Suas folhas fornecem fibras para confecção de cordas, pincéis, cestos e outros artigos. Da sua seiva, obtida através do sangramento do estipe, produz-se um vinho muito típico na Índia.

    A palmeira Rabo de Peixe é talvez a mais cultivada do seu tipo e por uma boa razão. Esta planta desenvolve-se rápido, tornando-se uma palmeira atraente de porte médio, entouceirada, com folhas bipinadas verde escuro e folíolos em forma de escama de peixe, que são únicos nas Caryota. É uma palmeira fácil de cultivar. Destaca-se pelo efeito notável da folhagem, tanto isolado quanto em grupo.

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    Eucalyptus ptychocarpa

    Árvore de porte médio com altura de 8 a 10 m, de folhas grandes e crescimento vertical. Produz cachos de flores vermelhas nos ponteiros dos ramos em grande quantidade.  Dos eucaliptos ornamentais é o melhor para as condições climáticas do Brasil, é de crescimento rápido e floração precoce.

    Solo: Drenado e rico em matéria orgânica

    Clima: Sub-tropical e tropical

    Luz : Pleno sol

    Originária do norte e oeste australiano, é uma árvore pouco resistente ao frio. Possui floração abundante e de coloração vermelha.
    Esta espécie, não só se presta como ornamental em parques, ruas e avenidas, porém também poderá ser utilizada como espécie melífera, já que durante sua floração, as árvores são muito visitadas por uma grande quantidade de abelhas nativas.

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    P.lambertii
    Família:
    Podocarpaceae
    Nomes Populares: Pinheiro-bravo, pinheiro-do-mato, pinheirinho, pinho-bravo

    Árvore de 8 a 25 m de altura, com tronco geralmente tortuoso, inclinado e curto, com casca pardacenta, levemente fendilhada, descamando-se em lâminas finas, que ficam mais ou menos soltas na árvore, caindo aos poucos e com as pontas dobradas para cima. Suas folhas são simples, alternas, lineares, coriáceas, de 3-7cm de comprimento e 0,4 cm de largura.

    Trata-se de uma planta dióica. As estruturas femininas são solitárias, axilares, com pedúnculo delgado e carnoso de até 15 mm de comprimento. Os cones masculinos são umbeliformes, formados de até 6 amentilhos, com pedúnculo delgado de até 10 mm de comprimento. Por ser uma gimnosperma não apresenta frutos, mas seus pedúnculos carnosos e suculentos, de cor azulada ou roxo-escura são considerados pseudofrutos. Na extremidade destes ficam as sementes, uma por pedúnculo. A floração ocorre de setembro a dezembro e os pseudofrutos amadurecem de fevereiro a maio.

    Perenifólia, heliófila e bastante rústica, ocorrendo sobre solos de baixa fertilidade e bem drenados. Apresenta dispersão descontínua e irregular, ocorrendo em certos pontos em agrupamentos quase puros. É encontrada principalmente em associações secundárias, sendo menos freqüente no interior da floresta clímax. Suas sementes são disseminadas por pássaros.

    Ocorrência natural de Minas Gerais e Rio de janeiro até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre exclusivamente na Floresta Ombrófila Mista e em alguns casos inicia a sucessão florestal primária em campos naturais (Estepe Gramíneo-lenhosa).

    Árvore ornamental muito indicada para o paisagismo em geral. Seus pseudofrutos são comestíveis, servindo de alimento tanto para homens como animais silvestres, sobretudo pássaros. A madeira é apropriada para carpintaria comum, confecção de compensados, palitos de fósforo, brinquedos, lápis, forros e guarnições, sendo adequada também, para a produção de aglomerados, papel e celulose. O cozimento das folhas é usado no combate a anemias, doenças de glândulas e astenia. A resina é anti-catarral e usada também no tratamento de afecções da bexiga. É depurativo e estimula a sudorese. Os brotos das folhas dão um bom xarope, fortificante e estimulante.

    As sementes têm viabilidade de armazenamento em camara fria superior a 6 meses. A germinação inicia-se entre 20 a 80 dias após a semeadura, apresentando poder germinativo geralmente superior a 50%. As mudas podem ser plantadas no campo após cerca de 8 meses e seu desenvolvimento é moderado.

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