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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Raphis excelsa

A palmeira ráfia pertence à família das Palmáceas e é originária da China. É muito indicada para o cultivo em ambientes internos, onde pode alcançar até 3 m de altura. Apresenta caules paralelos e recobertos de fibras. Suas folhas são palmadas, de coloração verde-escura.

Seu crescimento é lento e pede regas bem espaçadas, suportando solo mais seco. O clima indicado é o ameno, tendendo mais para o frio. Cultive-a em solo areno-argiloso, usando a seguinte mistura: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de fibra de coco (pode ser substituído por composto orgânico) e 1 parte de areia.

É suficiente adubar uma vez por ano, de preferência na primavera, usando uma formulação NPK (10-10-10) e um pouco de húmus de minhoca.

A ráfia é uma das plantas que melhor se adapta em ambientes com pouca luminosidade. Você tem que verificar se o vaso comporta o tamanho da planta para que haja terra suficiente para planta se desenvolver.

A terra tem que ser de boa procedência, não importa se a terra é muito argilosa ou arenosa, desde que seja de procedência confiável. O vaso deve ser bem montado, com uma camada de drenagem e depois a terra.

Pode colocar pedriscos, seixos, ou casca de árvore como forração. O mais importante é a agua. Se a planta ficar dentro de casa onde não bata sol direto, 1 rega por semana é suficiente. E quando a planta “secar” observe bem essa secagem da folha:
* Se a folha ficar seca, quebradiça, é por falta de água.
* Se a folha ficar marrom-avermelhada, é excesso de água.

Raphis-excelsa
É adequada para cultivo em vasos destinados a ambientes internos iluminados ou meia sombra – evite o sol pleno porque queima suas folhas.

A terra deve ser fertilizada e sempre úmida. A poda das folhas deve ser feita nas pontas. Basta cortar em forma de lança – fazer um “V” na extremidade, retirando as “pontas duplas” de cada folha. Pode-se também cortar o ramo seco no início do seu caule.

Lembre-se de jamais colocá-la exposta ao sol direto, principalmente no horário de maior incidência solar. Mantenha sua ráfia em ambientes internos, mas que tenha luz. O ambiente deve ser iluminado, com sol indireto. Assim você manterá sua palmeira sempre verdinha e linda.

A palmeira ráfia gosta da terra úmida mas não encharcada. Vale passar um paninho úmido em cada folha para retirar a poeira e deixá-la brilhando.

Quando é preciso trocar de vaso
Existem inúmeras diferenças entre o cultivo de plantas num jardim e o cultivo de plantas em vasos, mas a principal delas é a necessidade do transplante no cultivo em vasos.

Raphis excelsa-1

Veja quando e como realizar esta tarefa.
O cultivo de plantas em vasos nos permite ter dentro de casa as mais variadas espécies. É claro que para mantermos as plantas bonitas e saudáveis é preciso alguns cuidados especiais, principalmente com relação à luminosidade, temperatura, adubação e regas. Mas, existe também um outro fator fundamental, que muitas vezes é esquecido: o transplante.

No jardim, as raízes das plantas têm espaço e liberdade para crescer e podem buscar na terra toda a água e nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Mas nos vasos essa liberdade fica limitada.

Com o tempo, mesmo com adubações regulares, a qualidade do solo fica prejudicada e o espaço para a expansão das raízes torna-se pequeno. Daí a necessidade do transplante.

Mas, como saber quando transplantar nossa plantinha? Alguns sinais podem indicar o momento certo. Eis alguns:
* raízes saindo pelos furos de drenagem;
* partes das raízes aparecendo na superfície da terra;
* o vaso começa a ficar pequeno em relação ao tamanho da planta;
* florescimento escasso ou inexistente;
* aparecimento de folhas muito pequenas ou defeituosas;
* raízes formando um bloco compacto e emaranhado.

Passo-a-passo
Para facilitar o trabalho com o transplante de plantas, faça tudo planejado, em etapas:
1- No dia anterior ao transplante, de preferência à noite, comece os preparativos: regue todas a plantas que serão transplantadas, para facilitar a retirada do vaso. Limpe bem os vasos que serão utilizados.

Se for utilizar vasos novos de cerâmica ou barro, mergulhe-os num tanque cheio de água até que parem de soltar bolhas. Isso ajuda a limpá-los bem e impedem que absorvam a umidade da mistura de terra que será colocada.

2 – Antes de iniciar o trabalho, escolha um local sombreado. Separe todas as plantas que necessitam de transplante e deixe todo o material necessário à mão (vasos, ferramentas, mistura de solo, cascalho para ajudar a drenagem, etc).

3 – Prepare a mistura de terra ideal para o replantio e reserve. Coloque cascalhos para drenagem no fundo do vaso, de forma que não obstruam totalmente o furo, prejudicando o escoamento do excesso de água.

4 – Coloque uma parte da mistura de solo no fundo do vaso e reserve.

rhapis-excelsa (Medium)

5 – Agora é a hora de retirar a planta do vaso. A terra um pouco umedecida facilita o trabalho. No caso de haver muita compactação, afofe a terra superficialmente e passe uma faca de lâmina comprida entre o vaso e o torrão.

6 – Se a planta estiver num vaso pequeno, coloque a mão espalmada por baixo das folhas, cobrindo a superfície da terra e firmando as hastes entre os dedos. Vire o vaso para baixo e, para facilitar, bata-o levemente na beirada de uma mesa ou balcão.

Normalmente, a planta sairá com facilidade, mas se isso não acontecer, evite puxá-la com força. Volte o vaso na posição inicial e tente soltar o torrão passando a faca novamente. Se houver nova resistência, quebre o vaso.

7 – Para retirar uma planta de um vaso grande, passe a lâmina de uma faca longa entre o torrão e o vaso. Deite o vaso na mesa e bata levemente com um pedaço de madeira nas laterais para soltar o torrão.

Segure a planta com uma das mãos e vá virando o vaso lentamente, batendo devagar em toda a superfície. Quando perceber que o torrão está solto, puxe a planta delicadamente com o vaso ainda deitado.

8 – Com a mistura de solo já firmada no fundo do novo vaso, posicione o torrão da planta bem no centro. Na maioria dos casos, o topo do torrão deve ficar entre 2 e 5 cm abaixo da borda.

9 – Continue a colocar a mistura de solo, pressionando-a nas laterais para firmar bem a planta. Espalhe mais um pouco da mistura por cima e observe que a terra deve cobrir as raízes, sem encostar nas folhas inferiores.

Para eliminar as bolhas de ar e acomodar a terra, bata o vaso levemente sobre a mesa e depois pressione a superfície com os dedos.

lago

Polyscias-fruticosa.

O aumento do cultivo da árvore-da-felicidade acontece não apenas por causa da beleza ornamental como também em consequência das histórias folclóricas que cercam a espécie. Existem pessoas que dizem não trazer sorte o ato de comprar a muda, essa tem que ser um presente para que os bons fluídos fiquem presentes dentro ou fora de casa.

Quando espécies de fêmeas e machos se encontram no mesmo vaso é sinal de sorte. De qualquer maneira vale ressaltar que quem deseja ter esse tipo de espécie dentro de casa precisa ter espaço de cinco metros, seja dentro ou fora de casa.

Árvore-da-felicidade: Problema do caule
Não se pode ignora o fato de que machos e fêmeas são semelhantes, mas possuem distinção em nível a se considerar. De forma práticas as espécies de machos têm caules com maior força e consistência, ou seja, demanda de menores cuidados por parte de cultivadores no sentido de manter de pé.

Aos desativados vale destacar o fato de que existe tendência de o caule cair se não existir nenhum tipo de apoio, o que representa a maior parte de reclamação entre pessoas que plantaram a muda e se surpreenderam com a onipresença da árvore.

Independente se macho ou fêmea, quem cultiva além de reserva o espaço também precisa amarrar o caule em estrutura como um pedaço de bambu, por exemplo, conforme indica grande parte dos especialistas em tratar do tipo de árvore.

Polyscias_fruticosa

Melhor local para plantar a Árvore-da-felicidade
Independente se macho ou fêmea a primeira providência que deve ser levado em conta se encontra em local que tenha espaço. Outro ponto que não pode ser deixado de lado consiste em implantar o arbusto em local no qual aconteça a meia-sombra.

Melhor mesmo é deixar dentro de casa, perto da janela, mas quando não existe a possibilidade por causa do tamanho procure zonas externas que não possuem luzes solares constantes.

Existe o cuidado no sentido de evitar com que o sol não fique atingindo de forma direta o conjunto de folhagem que pode ficar queimada de forma negativa e prejudicar o desenvolvimento da árvore da felicidade.

Especialistas também indicam dentro de casa ao levar em conta que por causa da problemática que se relaciona com o caule o conjunto não consegue suportar ventos fortes. De qualquer maneira, inclusive dentro de casa existe a necessidade de existir iluminação a meia-sombra.

Melhor vaso para plantar Árvore-da-Felicidade
Nos dias de hoje o mercado oferece diversos tipos de estruturas para usar nesse tipo de árvores. Barro ou plásticos são escolhas interessantes. A cerâmica pode ajudar no sentido de melhorar a combinação da decoração, seja dentro ou fora de casa.

De toda forma o vaso precisa ter no mínimo quarenta centímetros, visto que conforme acontece o crescimento há necessidade de fazer o transplante.

Esse tipo de medida consegue segurar macho e fêmeas. Importante frisar que não existe a necessidade de cultivar os dois gêneros no mesmo componente. Tenha em mente de que não existe dependência de ambas as partes para crescer.

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Dicas para cuidar da Árvore-da-felicidade
Existem diversos tipos de técnicas e processos que devem ser implantados para criar a árvore da felicidade, como no caso de implantar bambu no sentido de segurar o caule e evitar com que aconteçam quedas.

Outro tipo de cuidado que deve ser levado em conta no cultivo está em plantar em terra que tenha riqueza no que tange à matéria orgânica. Grande parte dos especialistas indica que o ato de adubar deve acontecer anualmente, de preferência após às épocas frias do ano.

Para a árvore felicidade conseguir se desenvolver com qualidade existe a necessidade de ter umidade na terra. Nesse sentido existe a necessidade de usar um palito de sorvete para saber melhor como se encontram as condições do solo nesse sentido.

Ao retirar o pau e o mesmo estiver seco, então é sinal de que falta umidade. Quem não tem o palito pode usar o dedo. Embora não possa estar seco, também é contraindicado o excesso do nível úmido, conforme indica grande parte dos especialistas.

árvore-da-felicidade

Quando podar a Árvore-da-felicidade?
Não se pode ignorar o fato de que árvore da felicidade não consiste em espécie que cresce de forma linear. Nesse sentido existe possibilidade de um lado estar com maior número de folhas e galhos do que o outro.

Também existe a possibilidade de um flanco estar mais seco do que a outra parte. Em cada sessenta dias toda a parte que se encontra seca precisa ser retirada.

Ao encerrar as épocas frias do ano existe a necessidade de fazer aquele tipo de poda de forma completa não apenas para ajudar na qualidade e retenção arbusto como também em ajudar no desenvolvimento da espécie ao levar em conta que se trata em estação na qual a árvore da felicidade sai do estado da dormência.

Outra dica que pode ajudar de formas direta na evolução se recomenda usar óleo NEEN de forma mensal, o que ajuda a evitar o nível de ruga das folhas.

Características históricas da Árvore-da-felicidade
De acordo com especialistas a árvore da felicidade consiste em espécie que surgiu na Polinésia e ficou famosa no mundo inteiro não apenas por conta da beleza exótica que encanta os olhares de quem entra na casa como também em consequência das lendas e folclores que envolvem o seu histórico.

Nos dias de hoje representa espécie que entrou no conjunto de globalização e pode ser vista em jardins e residências em diferentes locais do globo terrestre.

Dicas finais para cuidar
Uma dica que deve ficar em mente de quem deseja ter esse tipo de espécie dentro ou fora de casa está no fato de amarrar o arbusto junto com bambu para que a árvore não caia.

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Outro ponto a se considerar se encontra em implantar a árvore em zonas que possuem meia luz solar, visto que o excesso de sol pode prejudicar de forma direta a estrutura ao queimar as folhas.

Phoenix-reclinata

A Phoenix reclinata é uma palmeira elegante e originária da África, onde é protegida na região Sul, com sua característica delgada, inclinando suas hastes é uma característica de matas ciliares e da floresta na parte leste do país. É quase sempre associada à água, quer em rios ou em pântanos.

É uma palmeira que pode atingir até 12 m, mas é mais freqüentemente entre 3 e 6 m. Pode ser simples ou multi-haste, às vezes formando uma touceira densa, arbustiva. As folhas são arqueadas, folhas verdes e brilhantes formando coroas.

As frondes velhas permanecem na árvore e se tornam saias, ficando em linha reta abaixo da coroa. As flores aparecem durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro. Plantas masculinas e femininas são separadas. As inflorescências formam atraentes cachos amarelos. Flores masculinas produzem massas de pólen que são liberadas nas nuvens.

Os frutos de cor laranja-marrom aparecem em fevereiro, março e abril. Eles são de forma oval. É uma árvore protegida no sul da África.

Essa palmeira pode ser usada como uma árvore de espécime em um amplo jardim com gramados extensos. É muito usada também em projetos de paisagismo. Também pode fazer parte de uma plantação que atraia a fauna para o jardim quando frutificarem.

Em pequenos jardins é preciso garantir que a planta tenha espaço suficiente para se espalhar. Quando jovem poderia ser usada como uma planta de vaso. Em áreas mais frias, as plantas jovens precisam de proteção de geada para as primeiras temporadas.

Para a propagação por sementes, frutos maduros devem ser selecionados e toda a pasta removida. Semeando em uma mistura de areia de rio e de compostagem. As sementes podem ser pressionadas suavemente para ficarem média ou levemente cobertas. Não permita que o solo fique seco.

A germinação deve começar depois de cerca de um mês. O transplante pode ser realizado quando a primeira folha é de 50 mm de comprimento. As plantas crescem muito lentamente e vão precisar de fertilizante de liberação lenta durante o crescimento.

De propagação vegetativa, os brotos de uma planta adulta também podem ser removidos e plantados.

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A palmeira-rabo-de-raposa é uma bela espécie australiana, de origem restrita à pedregosa faixa de Melville, na região nordeste de Queensland e se destaca por sua grande imponência e beleza, sendo bastante usada com fins ornamentais e paisagísticos.

O nome científico dado a este tipo de palmeira é uma homenagem a um aborígene chamado Wodyeti, que era uma grande conhecedor da fauna e da flora existente na região de Queensland (Austrália).

A palmeira rabo-de-raposa é uma espécie vegetal que pertence a família botânica Arecaceae. Esta palmeira foi descoberta há pouco tempo, por volta da década de 80 (no ano de 1983), o que acaba passando um ar de novidade na decoração dos jardins e ambientes, pois a mesma só entrou no mercado para ser utilizada por paisagistas e ornamentadores no ano de 1995.

Uma curiosidade ocorrida com a Palmeira Rabo de Raposa é que apesar de ser conhecida pelos especialista a pouco tempo e de estar espalhada por todo o mundo, sendo cultivada em diversas partes, o governo da cidade de Queensland mantém a espécie em uma lista de plantas ameaçada de se extinguir, pois existe uma imensa procura pelas sementes dessa palmeira.

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Características da palmeira rabo-de-raposa
Esta palmeira está em grande evidência por ser uma planta extremamente ornamental e poder ser cultivada a pleno sol. É uma palmeira muito bonita e passa um ar de nobreza e requinte aos locais onde a mesma é cultivada.

É uma espécie vegetal de grande porte, apresentando uma altura média de 8 m, no entanto já foram encontradas palmeiras rabo-de-raposa com altura em torno de 20 m de altura.

O caule da palmeira rabo-de-raposa se caracteriza pela grande elegância, possuindo cor tendendo para o cinza e com dilatação próximo as pontas, com um aspecto que lembra uma garrafa.

As folhas desta planta são pinadas e possuem um aspecto plumoso (plumas) que recordam o rabo de uma raposa. Com esse aspecto excêntrico, a folhagem se destaca por sua beleza e característica ornamental, além de ser uma das palmeiras que possuem a folhagem mais plumosa que existe.

As folhas desta espécie vegetal são de tamanho muito grande, chegando a ter um tamanho de 3 m de comprimento.

As flores da palmeira rabo-de-raposa apresenta flores de cor branca e uma palmeira consegue gerar sementes com boa condição de fertilidade.

Os frutos possuem formato oval e são de cor vermelho, possuindo somente uma semente que pode ser usada para a propagação desta bela planta.

palmeira-rabo-de-raposa-2

Cultivo
A palmeira rabo-de-raposa é uma planta típica de clima tropical, mas se adapta com facilidade aos locais que possuem clima subtropical.

Se caracteriza por ser uma espécie vegetal resistente, pois não apresenta problemas com condições climáticas, tolerando o frio, geadas de leve intensidade e até mesmo a maresia das regiões litorâneas, sendo facilmente cultivada por todas as regiões do Brasil. Devido a sua origem, esta palmeira chega a resistir períodos de seca.

A palmeira rabo-de-raposa apresenta um crescimento muito intenso e rápido quando cultivada nas condições ideais: clima quente, sob o sol pleno e com uma boa quantidade de água disponível.

Por isso, a planta precisa ser regada constantemente, com o solo ficando ligeiramente úmido para o bom desenvolvimento desta palmeira. Além disso, é bom que o solo apresente uma boa condição de drenagem para realizar a boa absorção da água, de forma que não fique encharcado quando ocorre a rega, para minimizar a possibilidade de acontecerem a incidência de fungos.

O solo precisa ser rico em nutrientes, e para manter essa condição deve ser aplicada   uma boa quantidade de adubo orgânico, para que a Palmeira Rabo de Raposa não sofra com a falta de nutrientes, mantenha o crescimento adequado e a palmeira seja uma planta saudável.

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O uso da palmeira rabo-de-raposa
De uma maneira geral essa espécie vegetal, graças ao seu porte, é utilizada para o cultivo em ambientes externos e abertos com muito sol disponível para que a planta possa crescer bem e saudável, no entanto pode ser cultivada em ambientes interiores, de forma que tenha uma tamanho reduzido, no entanto o local precisa ser bem iluminado para que a planta se mantenha viva e bonita.

Para que isso ocorra, seria cultivada em vasos, que acaba limitando o crescimento da planta, permitindo que ela fique sendo cultivada em varandas e terraços, dando vida e beleza ao local.

Devido ao seu grande porte, a palmeira rabo-de-raposa não é indicada para o plantio domestico, a não ser que seja em vasos.

Esse tipo de palmeira está se tornando popular pelo seu uso ornamental e paisagístico, e por sua grande facilidade a se adaptar a diferentes climas e condições de solo e conseguir se desenvolver de forma plena e adequada.

Para efeitos ornamentais e paisagísticos pode ser cultivada de forma isolada, em grupos e em fileiras.

A palmeira rabo-de-raposa quando cultivada em grupos de plantas, consegue desenvolver um efeito visual muito bom ao ambiente, sendo considerado por muitas pessoas como deslumbrante, devido a grande beleza da folhagem desta espécie vegetal.

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Propagação da palmeira rabo-de-raposa
Sua multiplicação é através da dispersão das sementes geradas pelas flores das plantas em locais aptos para o cultivo..

As suas sementes se caracterizam por apresentarem grande qualidade e um alto poder germinativo. Além disso, a planta possui um alto grau de adaptação a condições de clima e de solo, o que permite que a semente germine com grande facilidade, fazendo com que o processo germinativo leve êxito.

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