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  • Archive for the ‘Adubos e Substratos’ category

    Adubar

    Plantas ornamentais arbóreas e arbustivas
    1) Covas nas dimensões de 60×60x60 cm:

    - Calcário: de acordo com a análise do solo.- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 20 litros/cova; esterco de galinha: 5 litros/cova
    - Adubação fosfatada: 1500 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
    - Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 200 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).

    2) Covas nas dimensões de 40×40x40 cm:
    - Calcário: de acordo com a análise do solo.
    - Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 12 litros/cova; esterco de galinha: 3 litros/cova
    - Adubação fosfatada: 900 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
    - Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 120 g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).

    Canteiros ornamentais
    - Calcário: de acordo com a análise do solo.
    - Matéria orgânica: composto ou esterco de curral 200 g/m2, esterco de galinha 60 g/m2 .
    - Adubação fosfatada: superfosfato simples: 50 g/m2
    - Adubação mineral: mistura NPK (4-14-8+Zn): 50 g/m2

    Durante o período chuvoso, aplicar 10 g de uréia dissolvidas em 20 litros de água, por m2 de canteiro.

    Adubação de reposição (manutenção)
    Recomendações:
    Árvores e arbustos bem desenvolvidos:
    300 g/planta de uma mistura NPK (10:10:10, 4;14:8, etc.) na época das chuvas. Aplicar o adubo em toda a área de projeção da copa, se possível, incorporado e irrigando.

    Gramados: 50 g/m2 da mesma mistura anterior (NPK), por duas vezes, durante a primavera/verão.

    Canteiro de flores:
    50 g/m2 de uma das formulações, por duas vezes, durante a primavera/verão. Aplicar a lanço, incorporar e irrigar.

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    fertilizantes

    Fertilizantes ou adubos são compostos químicos ou orgânicos que visam suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência dos vegetais, são aplicados na agricultura com o intuito de aumentar a produção. Podem ser aplicados através das folhas (pulverização manual ou mecanizada ou ainda via irrigação) ou através do solo.

    Normalmente, as plantas são capazes de produzir seu próprio alimento, retirando do solo, da água e das condições de luminosidade, tudo o que precisam para crescerem fortes e sadias.
    Mas nem sempre as condições são ideais para que elas possam realizar essa tarefa satisfatoriamente: é aí que entra em cena a fertilização, garantindo os nutrientes necessários para um crescimento saudável.

    É bom lembrar que antes de se aplicar qualquer tipo de fertilizante ou corretivo de solo, deve-se antes fazer uma análise química do solo e em seguida encaminhá-la a um engenheiro agrônomo ou técnico agrícola, para que, dessa forma, não haja desperdícios e compras desnecessárias, ou ainda uso incorreto dos fertilizantes podendo acarretar perdas na produtividade com o uso desbalanceado dos nutrientes ( o excesso de um nutriente e a falta de outro pode deixar a planta muito sucetivel a doenças).

    Ter plantas bonitas até mesmo dentro de casa é o sonho de muitas pessoas. Acontece que com o passar do tempo, a terra dos vasos, jardineiras ou mesmo do jardim começa a ficar esgotada, além de nem sempre conter boas doses de nutrientes. Nessa hora, temos de dar uma mãozinha para a natureza e reforçar a nutrição das plantas. Não é difícil perceber quando as plantas estão apresentando sinais de nutrição deficiente.

    Estes são os mais comuns:
    * O crescimento se torna lento;
    * Espécies floríferas apresentam floração pobre ou ausente, com colorido apagado e sem vida;
    * A planta fica com os caules e as hastes fracas e debilitadas;
    * A folhagem apresenta-se pequena, com folhas miúdas, sem brilho ou amareladas.
    * As folhas inferiores caem com facilidade e a planta fica menos resistente ao ataque de pragas ou doenças.

    Como aplicar um fertilizante?
    Antes de tudo, é preciso lembrar que existem vários tipos de fertilizantes disponíveis no mercado: em pó, líquido, na forma de cristais solúveis, em bastões ou em pastilhas. Os fertilizantes em pó, cristais solúveis e líquidos são bem práticos – é só diluir em água. Já os fertilizantes em forma de bastões ou pastilhas são colocados diretamente na terra e têm a vantagem de apresentar uma ação lenta e gradativa, pois vão liberando os nutrientes aos poucos. Por outro lado, eles tendem a concentrar os sais minerais na área de terra em que foram fixados, podendo queimar as raízes mais próximas.
    Existem, também, os chamados adubos foliares que, diluídos em água, são aplicados em aspersão sobre as plantas. É o tipo de fertilizante mais recomendado quando se deseja um efeito imediato, em plantas muito subnutridas.

    O que os fertilizantes eles têm?
    Normalmente, as plantas necessitam de três elementos essenciais para o seu bom desenvolvimento: Nitrogênio, Fósforo e Potássio: a famosa “trinca” NPK.
    Veja porque eles são tão importantes:
    (N) Nitrogênio: Fabrica a clorofila e estimula o crescimento de folhas e brotos. Uso: Em todos os tipos de folhagens de interior.
    (P) Fósforo: Ajuda a produzir raízes saudáveis e estimula o surgimento dos botões de flores. Uso: Em todos os tipos de plantas de interior, principalmente floríferas.
    (K) Potássio: Produz folhas saudáveis e estimula a produção de flores e frutos. Uso:Todas as plantas floríferas, com bulbos e plantas com frutos.

    Além destes elementos, micro elementos como o ferro, zinco, cobre, manganês e magnésio também fazem parte da maioria das fórmulas. Eles participam de processos essenciais como a fotossíntese e a respiração. Os elementos mais importantes geralmente vêm descritos com seus símbolos e as respectivas porcentagens. Por exemplo: NPK 10-20-10.

    O que acontece quando se fertiliza demais?
    Fertilizar uma planta em excesso pode ser tão prejudicial quanto deixar de fazê-lo. É preciso não confundir fertilizante com remédio, por isso, antes de mais nada, procure determinar as causas de uma planta fraca e pouco saudável. Às vezes, o problema pode ser causado por um ataque de pragas e doenças.
    Nesse caso, é preciso tratar a planta para acabar com o mal.
    Outro cuidado: use sempre as doses indicadas na embalagem dos produtos. No caso de dúvida, aplique sempre uma dose menor.

    Adubação em excesso só traz problemas, veja o que pode ocorrer, quando a fertilização é demais:
    * Surgimento de manchas amarronzadas nas folhas, parecendo queima;
    * Folhas com as bordas murchas ou enroladas;
    * Má formação das folhas;
    * Distúrbios no desenvolvimento: a planta pode ficar mais ativa no inverno e crescer menos na primavera e verão, por exemplo;
    * Surgem massas ou crostas brancas na superfície da terra ou dos vasos, principalmente nos de barro ou cerâmica;
    * Em casos mais graves, a planta pode secar temporariamente e até morrer.
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    Nas grandes cidades, a única alternativa para quem aprecia cantos verdes é a utilização de vasos. O primeiro impulso de quem vai cultivar plantas em vasos é preenchê-lo com terra, mas hoje em dia há diversas opções de substratos.

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    Turfa
    Chama-se substrato o local onde a planta se fixa e obtém os nutrientes. Embora a terra seja um substrato em sua essência, há outras alternativas mais condizentes para o plantio em vasos.

    casca-pinus

    Casca de pinus
    É possível comprar substratos já preparados, mas atenção à procedência. As boas casas de jardinagem vendem substratos preparados sem insetos indesejáveis e pragas, pH adequado, nutrientes na medida correta e esterilizados.
    Cada planta, flor ou arbusto tem necessidades nutricionais e de qualidade de solo específicos, por isso adquira substratos próprios para o que você queira cultivar.

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    Fibra de coco
    Analise a permeabilidade do substrato e sua porosidade. A necessidade de água e o crescimento radicular (das raízes) dependem da escolha correta, por isso peça sempre orientação especializada.
    Os substratos mais utilizados em vasos domésticos são: carvão vegetal, casca de arroz carbonizada, casca e cone de pinus, sabugo de milho, bagaço de cana, casca de café, turfa, fibra e casca de coco, entre outros.

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    Um questionamento frequente feito é qual é a diferença entre terra vegetal e substrato.

    Pois bem, o substrato, ou composto orgânico, é, grosso modo, a mistura de matéria orgânica e terra com o intuito de nutrir o solo onde será depositada a planta. Um bom substrato precisa ser rico em macronutrientes essenciais: nitrogênio, fósforo e potássio. Os elementos mais comuns na composição de substratos são o húmus de minhoca e a farinha de osso. Cada substrato tem uma finalidade específica (para plantio de flores, árvores, hortaliças, etc),  por isso consulte um especialista ou leia os rótulos das embalagens.

    Já a terra vegetal é a mistura de terra com alto teor de matéria orgânica, como as turfas (solos escuros ricos em matéria orgânica), restos de plantas decompostos, como folhas, caules e cascas. Embora contenha naturalmente alguns nutrientes, a terra vegetal serve basicamente como a “cama” das raízes; para que a planta desenvolva-se em sua plenitude, é essencial que se misture (obedecendo aos traços próprios de cada espécie de planta) um bom substrato.

    A terra vegetal é encontrada à venda em pacotes. Atenção: ela deve estar isenta de resíduos, como pedras e papéis

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    Cambará
    Tipos de adubos
    Os adubos químicos compostos fornecem todos os nutrientes básicos em várias proporções; os adubos simples contêm apenas um ou dois. Existem ainda adubos orgânicos, como a farinha de ossos, que atuam mais lentamente que os químicos. Por este motivo, deverão ser aplicados mais cedo do que estes.
    No rótulo de qualquer embalagem de adubo pode ver-se o símbolo NPK, que indica os nutrientes existentes no adubo e as respectivas proporções. Por exemplo, 10:6:4 significa que o conteúdo tem 10% de azoto (N), 6% de fósforo (P) e 4% de potássio (K), sendo o restante composto por substâncias inertes. As percentagens são sempre indicadas pela mesma ordem.
    Os adubos são apresentados sob forma granulada ou líquida (neste caso, são absorvidos mais rapidamente). Há também adubos foliares — líquidos especiais que são pulverizados sobre as folhas para uma rápida absorção quando se pretende um efeito tónico imediato.

    Alimentem as plantas de interior apenas durante o período de crescimento, e nunca quando as raízes estão muito secas. Na sua maioria, as plantas dão-se bem com um adubo equilibrado, mas as plantas de flor beneficiam também com um pouco de adubo rico em potássio. Para manter a folhagem viçosa, pode utilizar ocasionalmente, e sob forma líquida, um adubo de azoto como o nitrato de amônio. Para fornecer um tônico rápido a uma planta débil, pulverize as folhas com um adubo foliar diluído, de forma a ter apenas um quarto da concentração habitual. Nunca aplique uma grande quantidade de adubo de cada vez, pois as raízes poderão ser danificadas. Em geral, é mais seguro diluir o adubo e deixá-lo apenas com metade da concentração recomendada e aplicá-lo com mais frequência.

    Adubos para bulbos, trepadeiras e árvores
    Os adubos para tomate, que têm elevado teor de potássio, podem ser aplicados durante o período do crescimento para induzirem a floração e frutificação de qualquer planta.
    Quando utilizar adubos, siga rigorosamente as instruções quanto às doses recomendadas. Se tiver dúvidas, lembre-se de que é preferível aplicar de menos do que de mais.
    Se usar sobretudo adubos químicos, deve alimentar também o solo com matéria orgânica para formar húmus (o húmus é a substância gomosa que agrupa as partículas do solo, permitindo a circulação do ar e da água). Poderá fazê-lo deitando estrume ou composto de jardim na terra, cavando bem com uma enxada.

    Adubos para plantas de jardim
    O melhor adubo para jardim é um composto equilibrado com 7% de cada um dos três nutrientes principais; no caso de preferir adubos orgânicos, os mais indicados são as farinhas de peixe e de ossos. Aplique-os, seguindo as indicações do fabricante, para preparar a terra para a plantação ou sementeira da Primavera. Volte a aplicar no intervalo entre a sementeira e a colheita. Os adubos simples de azoto, como, por exemplo, o nitrato de amônio, devem também ser utilizados na Primavera. Aplique-os na terra, em torno das plantas, para estimular o crescimento. Misture os adubos de fósforo na camada superior do solo antes de plantar herbáceas perenes, arbustos, rosas, etc.

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    Adubar

    Adubar uma planta significa dar a ela todos os elementos indispensáveis para um crescimento saudável. Se a quantidade desses elementos for insuficiente ou exagerada, as plantas vão se ressentir e poderão até morrer. Então, o primeiro passo é você conhecer as necessidades gerais dos vegetais e as específicas de cada espécie que você cultiva.

    Para uma planta crescer viçosa, precisa de 16 elementos. Destes, o carbono, o oxigênio e o hidrogênio são retirados do ar, e o restante do solo. Por isso, os adubos devem conter 13 elementos, que são divididos em dois grupos:

    O primeiro reúne os macronutrientes, que devem ser dados às plantas com certa frequência. São eles; nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), enxofre (S) e magnésio (Mg).

    No segundo grupo, aparecem os micronutrientes, que não exigem aplicações constantes, mas desempenham um papel muito importante no crescimento dos vegetais. Todos esses elementos são encontrados nos adubos orgânicos, nos minerais e nos químicos.

    Os adubos orgânicos
    São os estercos animais, farinha de ossos, bem como elementos vegetais em decomposição, e se caracterizam por liberar gradualmente os elementos. São de ação mais lenta mas não oferecem nenhum perigo às plantas, pelo contrário, tomam a estrutura do solo mais porosa, beneficiando a oxigenação das raízes.

    Os adubos minerais são encontrados em formas mais simples (salitre do Chile, sulfato de amônia, superfosfato, etc.) ou então em misturas químicas já prontas, em pó, líquido, pastilhas ou granulados.

    Os adubos químicos também são encontrados em pó, cristais, líquidos ou pastilhas, e reúnem algumas vantagens, pois agem imediatamente, recuperando plantas fracas com facilidade.

    Podem ter todos os elementos bem balanceados, inclusive com fórmulas especiais para cada tipo de planta. O único problema é que devem ser aplicados rigorosamente de acordo com as instruções dos fabricantes, porque qualquer excesso pode até matar as plantas.

    Mas o segredo mesmo da adubação está na aplicação. Cada planta tem um ritmo de crescimento próprio e precisa ser adubada com determinada frequência. Por exemplo; algumas plantas de rápido crescimento, como os gerânios, podem ser adubadas até uma vez por semana no período de crescimento. Já outras, como os cactos e as suculentas, não precisam mais de uma ou duas aplicações por ano.

    O ideal é saber a dosagem e a frequência que cada espécie precisa, e prestar atenção aos sinais de adubação excessiva: crescimento exagerado das hastes, limo esverdeado na superfície do vaso, folhas com pontas amarronzadas.

    Se você notar esses sintomas, suspenda a adubação
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    O Substrato é basicamente, o meio no qual se desenvolvem as raízes das plantas cultivadas em recipientes fora do solo, ou seja, é a “terra” colocada nos vasos e jardineiras, e tem a função de dar suporte às plantas, regular a disponibilidade de nutrientes, água e oxigênio para as raízes. Pode ser formado de fontes minerais e ou orgânicas, de uma ou de vários tipos de materiais diferentes.

    O substrato necessariamente deve ser melhor que o solo em todas as características, pois deve proporcionar à planta:
    - melhor e maior aproveitamento da água aplicada,
    - fornece o ar necessário às trocas de gases e respiração das raízes,
    - dá permeabilidade, proporcionando condições às raízes de desenvolvimento,
    - dá firmeza, propiciando suporte e ancoragem à planta,
    - conserva densidade e volume constante, seco ou molhado,
    - não permite mudanças bruscas de pH (acidez),
    - retém os nutrientes necessários ao desenvolvimento da planta,
    - dá alta estabilidade, evitando compactação,
    - maior resistência á decomposição e apodrecimento,
    - a inexistência de agentes causadores de doenças e pragas,
    - a inexistência de sementes de quaisquer tipos de plantas.

    Podem ser utilizados vários tipos de materiais para compor o substrato, trazendo as características necessárias:
    Areia - Elemento mineral inerte, utilizado para aumentar a porosidade e drenagem do substrato.

    Vermiculita - Minério capaz de expandir até 20 vezes quando aquecido, o produto dessa expansão é inodoro, não irrita a pele ou pulmão, não decompõe, nem atrai insetos, traz leveza e baixa densidade ao substrato.

    Casca de pinus – Produz elementos fitotóxicos que impedem a germinação de sementes, por isso não deve ser utilizado sem a retirada desses elementos, que podem ser eliminados pela compostagem, é muito utilizado em orquídeas e também na jardinagem, em decoração de lugares onde não se queira que haja germinação de plantas daninhas.

    Casca de arroz carbonizada - Resíduo do processamento do arroz, é totalmente isento de doenças e pragas, por causa da carbonização, possui silício, mineral que confere á planta resistência aos ataques fúngicos.

    Turfa - É um material de origem vegetal, parcialmente decomposto que provém de regiões pantanosas, consegue reter com eficácia os nutrientes e disponibilizá-los à planta, geralmente estão presentes em substratos comerciais.

    Humus - Matéria orgânica estável resultante da compostagem ou da vermicompostagem, que é o uso de minhocas na produção de húmus, decompondo o lixo orgânico em poucos dias (30 a 35 dias).

    Fibra de coco - Produto ecológico, pois se trata de um reaproveitamento de materiais que seriam descartados, inerte, não possui nutrientes, não retém água e possui decomposição lenta, depois de triturado pode ser incorporado a outros materiais, aumentando a drenagem do substrato.

    Sphagnum e Hypnum – São musgos que depois de desidratados, possuem a capacidade de manter a umidade e de manter uma decomposição lenta, muito utilizados para o cultivo de orquídeas e plantas carnívoras, utilizando misturas de musgos e areia.

    Perlita – Mineral de rocha formada por silicatos, muito utilizada no cultivo de suculentas, aumenta a capacidade de drenagem e uma maior aeração das raízes das plantas.
    Mesmo com estas informações, fica a dúvida de qual substrato utilizar.

    Não existe uma receita de bolo para se preparar um substrato ótimo que supra as necessidades de todos os tipos de plantas que você queira cultivar, por isso são necessários testes com o material que se tenha em mãos para a produção de um substrato que atenda suas necessidades. Lembramos que estes materiais por si só não disponibilizam os nutrientes necessários ao desenvolvimento satisfatório da planta, por isso independente do uso desses materiais, ainda assim é necessária a adição de adubos químicos ou minerais, que fornecerão os nutrientes e regularão o pH.
    Para regular pH, fornecer cálcio e magnésio pode ser utilizado o calcário;
    Para correção da deficiência de fósforo do substrato, pode ser utilizado Termofosfato ou super fosfato simples;
    Pode também ser acrescentado K e N para as primeiras semanas da planta ao substrato.

    Lembramos que diferentes materiais e nutrientes acrescentados ao substrato, darão diferentes condições de crescimento à planta, e até proporcionando formas diferentes de crescimento, dependendo de disponibilidade ou deficiências de nutrientes.

    Abaixo estão listadas algumas fórmulas que podem ser usadas para a produção de um bom substrato, mas que talvez não atenda à planta que você queira cultivar:
    1 – Para Lisianthus, pode ser utilizada a mistura de Vermiculita + Humus + Perlita, na proporção de 2: 1 : 1/5, ou para cada 10 litros de substratos, misturar:
    6,25 litros de Vermiculita
    3,12 litros de Humus
    0,62 litros de Perlita

    2 – Para o cultivo de Gloxínia, bons resultados são obtidos com a mistura de ½: 1 : ½ , ou para cada 10 litros de mistura, colocar:
    2,5 litros de Vermiculita
    5 litros de Humus
    2,5 litros de Perlita

    Caso se queira aumentar ou diminuir a drenagem, é só modificar a quantidade da Perlita, para aumentar a densidade e o peso, pode-se adicionar solo argiloso à mistura.

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    adubo orgânico
    O uso de fertilizantes orgânicos ajuda a construir um solo mais fértil e rico em nutrientes. Saiba como usar o fertilizante orgânico e faça com que as plantas do seu jardim fiquem mais saudáveis do que nunca.

    O que é o fertilizante orgânico
    O fertilizante orgânico é um composto que visa suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência das plantas de frutos, vegetais ou de flores de jardim. É usado na agricultura para ajudar a tornar as terras mais férteis em nutrientes e tem a missão de melhorar a produção de uma plantação de forma natural e sem o recurso ao uso de adubos químicos. A aplicação de um fertilizante orgânico na terra promove o desenvolvimento da flora microbiana que, consequentemente, irá melhorar as condições físicas de um solo.

    A importância do fertilizante orgânico
    O fertilizante orgânico tem uma enorme importância na terra, uma vez que protege e enriquece as plantações, fazendo com que estas sejam mais rentáveis a curto prazo e isso garante os melhores resultados para um solo. Atualmente, é possível reduzir e reutilizar e isso acontece graças aos fertilizantes que são utilizados na jardinagem orgânica. A utilização de fertilizantes orgânicos permite a obtenção de um solo ideal, isto é, rico em húmus, com terra solta e argilosa, o que permite uma boa drenagem e oxigenação. Dessa forma, a utilização de um bom fertilizante orgânico permite que um solo tenha todos os nutrientes desejados e isso faz com que as frutas, flores e os produtos hortícolas plantados sejam ainda mais saudáveis. Existem vários fertilizantes orgânicos, mas um dos que é mais amigo do ambiente é o que reutiliza grãs de café, que, por sua vez, alimenta e embeleza a composição de um jardim.

    Quando utilizar um fertilizante orgânico
    A maioria das terras contém os ingredientes essenciais para que as plantas, frutos ou alimentos se desenvolvam. No entanto, isso poderá não ser suficiente e em alguns casos é necessário utilizar um bom fertilizante orgânico para adubar e enriquecer melhor o solo. Como nos exemplos seguintes:

    Quando a semente cresce em contentores
    É possível preparar uma boa terra para qualquer tipo de contentor a partir da compostagem de um jardim, barro e moldes de folhas em conjunto com misturas especializadas de adubo orgânico.

    Quando os nutrientes de colheitas exigentes estão em desenvolvimento
    Quando os nutrientes de uma determinada colheita estão em crescimento, é necessário utilizar algum tipo de fertilizante orgânico para que os alimentos ou vegetais tenham todos os nutrientes necessários para uma boa alimentação. A plantação de batatas é um bom exemplo disso.

    Quando as sementes crescem em terrenos com tendências a serem  inférteis
    A utilização de adubo orgânico permite melhorar a qualidade de um composto e com isso aumenta-se a probabilidade de ter uma terra de cultivo produtiva quando o solo tem tendência a ficar seco e infértil.

    Para a rotação de culturas
    Os fertilizantes orgânicos são muito úteis como suplementos para aqueles que optam por realizar a rotação de culturas nas suas terras. Este tipo de técnica garante uma utilização intensiva do seu solo e com isso retira o máximo rendimento de uma plantação.

    Para as plantas que crescem no mesmo local por longos períodos
    É o tipo de planta que necessita regularmente de fertilizantes orgânicos, caso contrário os solos ficam secos e inférteis. É o caso dos arbustos, da erva, das sebes ou das árvores de frutos.

    Procure sempre adicionar fertilizantes orgânicos para as culturas mais importantes e para os jardins de flores. Deve reciclar todos os resíduos verdes através da compostagem e reter a máxima umidade para que um solo fique o mais fértil possível. Essa é a melhor maneira de cuidar de um solo, de obter alimentos e plantas mais saudáveis e de ser mais amigo do ambiente.

    Chuva

    bokashi

    A aplicação do adubo Bokashi requer o conhecimento de alguns requisitos importantes para a sua eficácia, conforme adiante procuraremos demonstrar.

    Em primeiro lugar devemos ficar atentos à data de sua validade, já que, por ser um adubo vivo, acaba perdendo a eficácia após determinado período. Todavia, se acondicionado em recipiente adequado, bem fechado, poderá ter uma durabilidade de três a seis meses, tempo este que decorre das condições de manipulação.

    Podemos dizer por outras palavras que, depois de algum tempo os organismos vivos do produto perecem e com eles também a sua eficácia, tanto é assim que quando utilizado, não devemos aplicar concomitantemente adubos químicos nem fungicidas e defensivos de qualquer natureza, em especial os de nitrato, pois estes eliminam a função salutar desse biofertilizante.

    O Bokashi é produzido a partir da combinação de materiais de origem vegetal e animal, que conforme a mistura, oferece dosagem de nutrientes que contribuem em todas as fases do desenvolvimento das orquídeas. Seu diferencial é a inoculação de micro-organismos (fungos e bactérias) benéficos que auxiliam na nutrição gradual e equilibrada, sendo assim, pode-se dizer que é um biofertilizante.

    Como aplicar o biofertilizante e sua periodicidade.
    Este tipo de adubo deve ser aplicado em porção equivalente a uma colher de chá no conto do vaso, longe das raízes da planta. Em localidades de clima quente deve-se aplicá-lo a cada dois meses mais ou menos e em locais de clima mais ameno de quatro em quatro meses. A cada aplicação do biofertilizante procure fazê-lo de modo a alternar os lados do vaso que o recebe, isto é, aplique-o em cada uma das vezes observando o lado oposto do vaso, em forma de cruz.

    Para saber se o biofertilizante está atuando conforme se espera, observe se após alguns dias da aplicação ocorreu a sua fermentação, que é caracterizado pela formação de fungos, um tipo de bolor sobre o montículo aplicado ao vaso. Se isto ocorreu, tem-se então a certeza de que está funcionando perfeitamente.

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    O Bokashi

    bokashi

    O termo Bokashi exprime a idéia de algo composto de vários ingredientes e fermentado.

    O Bokashi é um adubo milenar e sua utilização tem resistido com o passar do tempo, apesar dos avanços tecnológicos no tocante aos mais variados tipos de adubos surgidos depois de muitas pesquisas de laboratório.

    Existem muitas variações do Bokashi, uma para cada tipo de cultura, inclusive para aplicação na agricultura de grande escala e suas variações incluem o granulado e o líquido.

    Para nós, que estamos tratando de adubação para orquídeas, vamos ficar somente no tipo a elas destinado: o granulado.

    O tipo de adubo de que estamos tratando pode ser encontrado no mercado, em especial nas casas especializadas. No entanto, nós mesmos podemos fazê-lo em casa sem nenhuma dificuldade, bastando para tanto reunirmos os materiais e ingredientes necessários.

    Vamos precisar dos seguintes materiais:
    * uma vasilha grande, de preferência redonda e um pouco funda. Pode ser uma bacia de plástico;
    * uma colherinha de café para servir de medida;
    * um pote grande e com tampa para armazenar o Bokashi;
    *um saco plástico transparente, grande e limpo, também para armazenar o produto.

    Vamos precisar dos seguintes ingredientes:
    * 2,5 litros de farelo de soja.
    * 0,5 litro de farelo de arroz.
    * 0,5 litro de casca de arroz carbonizada.
    * 50 g de fosfato simples.
    * 5 g de açúcar mascavo.
    * 0,5 frasco de leite fermentado com lactobacilos.
    * 1 colher de café de Bokashi tradicional.
    * Água limpa e isenta de tratamento químico (água da chuva ou mineral).

    Modo do preparo
    Na vasilha plástica misture o farelo de soja, o farelo de arroz e a Casca de arroz carbonizada. A seguir incorpore o fosfato simples e o acúcar mascavo. Esta é a mistura seca.

    Em uma pequena vasilha à parte, misture o Bokashi tradicional e o leite fermentado com um pouco de água. Depois incorpore esta mistura à mistura seca feita anteriormente e mexa bem. Aconselho mexer com as próprias mãos, como se estivesse misturando uma massa de pão. Vá acrescentando água até obter uma mistura consistente e homogênia.

    Após, coloque o composto no saco plástico e feche-o bem, cuidando para que o ar seja expulso do seu interior. Coloque no pote grande e feche-o, cuidando para que o ar circule de vez em quando no seu interior.

    Deixe fermentar por 25 a 30 dias. Após esse período faça um teste colocando uma pequena porção (uma colherinha de café) em uma folha de antúrio. Se não queimar a folha, significa que o adubo está feito e pronto para ser utilizado.

    Observo que após o período de fermentação você sentirá um cheiro característico de iogurte e álcool.

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