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Posts para categoria ‘Adubos e Substratos’

fertilizante NPK

As plantas retiram do solo a maior parte de seus nutrientes. E ao longo de sua vida, cada uma delas necessitam de diferentes tipos de “alimento”, porém o NPK é um adubo mineral, sintetizado pela indústria.

E seu uso facilita a adubação, por conter os nutrientes que as plantas mais necessitam para um crescimentos saudável. Descubra o que é o NPK:
*
(N) Nitrogênio – é responsável pela formação e crescimento da parte verde das plantas (caule e folhas).

* (P) Fósforo – garante o surgimento de flores e frutos.

* (K) Potássio – responsável pela formação de raízes, fortifica a planta, para combater pragas e doenças, e resistir á variações de clima, até a seca.

Ao comprar adubos minerais, observe que eles trazem marcação da quantidade de cada elemento de NPK. Que se divide em três grupos mais usados.

NPK 04-14-08

NPK  04-14-08.

NPK 10-10-10

NPK 10-10-10.

NPK 25-25-25

NPK 25-25-25.

Para saber qual dos 3 tipos se encaixa nas necessidades de suas plantas, siga uma regra simples.
* Para as palmeiras,  pinheiros, folhagens, cactos, suculentas, gramas e todas as outras plantas que não tem flores ou frutos, deve ser utilizado o adubo NPK 10-10-10.

* Para as árvores frutíferas ou espécies que apresentam flores, o apropriado é o NPK 04-14-08.

* E finalmente o NPK 25-25-25 é recomendado para o uso em plantas cultivadas em hidroponia.

Com esta dica você verá que suas plantas iram responder melhor as adubações realizadas daqui por diante. E lembre-se que o correto é realizar a adubação a cada 3 meses no Outono/Inverno; E todo mês na Primavera/verão.

Na proporção de 2 colheres de sopa, para cada 10 kg de terra. Instale o adubo NPK afastado das raízes da planta, para que não as queime.

Para plantas cultivadas em vaso deposite o mais próximo do vaso que puder; E plantas cultivadas no solo, coloque o adubo a 20 cm de distância das raízes.

adubação

Formas de Adubação
* Adubação no solo
: Quando for plantar uma nova muda é aconselhável que você revolva bastante a terra em volta do lugar onde ela crescerá com o intuito de torná-la mais solta e facilitar o crescimento das raízes e absorção de nutrientes, depois disso deve-se remover parte da terra, misturá-la ao adubo e devolvê-la ao lugar.

Aconselha-se para a maioria das culturas cerca de 1/3 de adubo orgânico dissolvido na terra, além de mais um pouco de adubo químico para suprir alguma deficiência.

Se for realizar uma adubação superficial direta no solo depois do plantio, não coloque o adubo encostado ao caule, coloque ele a uma certa distância da planta de tal maneira que conforme ocorrer as regas ele seja levado lentamente para a raiz.

rega
* Adubação por rega
: Alguns adubos podem ser aplicados no solo através da sua dissolução na água utilizada durante a rega, praticamente basta dissolver a quantidade aconselhada pelo manual do produto e regar a terra com a solução.

Esse tipo de adubo é menos duradouro que o misturado ao solo, mas é bem útil para suprir alguma falta que ocorrer por algum motivo.

Adubo-foliar

* Adubação foliar: É a forma mais cara de adubação uma vez que ela tem ação muito rápida e nada duradoura, graças a isso é utilizada de forma auxiliar apenas em culturas onde o foco é produzir boas frutas ou flores vividas.

Sua absorção ocorre de forma quase imediata pelas folhas da planta, mas apenas caso a acidez da solução for correta para o tipo de planta, por isso deve-se utilizar o borrifamento de fertilizantes apenas com produtos apropriados à espécie que está sendo criada e na concentração adequada.

Lembrando-se que podemos combinar as diferentes formas de adubação citadas acima no intuito de obter melhores resultados para certas culturas.

Outono1

fertilizante líquido

Ter um solo fértil deveria ser a prioridade de qualquer um que deseja ter uma boa colheita. E, em se tratando de uma horta orgânica, nada melhor do que um composto orgânico caseiro.

Um bom composto contém uma variação ideal de nutrientes em que a planta vai utilizando a medida que vai se desenvolvendo. E, eventualmente, podemos dar uma mãozinha para a horta, com bons fertilizantes para plantas, que podem ser feitos em casa.

As plantas necessitam de três elementos básicos para um bom desenvolvimento:

Nitrogênio (o elemento ter o símbolo N, de Nitrogen), essencial para o crescimento de folhas verdes.

Fósforo (o elemento ter o símbolo P, de Phosphorus), essencial para o crescimento saudável das raízes da planta.

Potássio (o elemento ter o símbolo K, de Kalium, antigo nome em latim), essencial para floração, frutificação e robustez da planta em geral.

Essa combinação é o famoso adubo NPK que pode ser comprado já pronto, tanto da forma orgânica e não orgânica. Existem diversas proporções dos elementos, dependendo do motivo e do tipo de planta que você possui.

Há diversos tipos de fertilizantes para plantas que você pode fazer em casa para aumentar o nível de determinados elementos no seu solo.

Quem quer manter a hortinha e o jardim sempre fortes e saudáveis, não deve usar pesticidas nem fertilizantes químicos. O ideal é cuidar de tudo de forma ecológica e orgânica.

Nas lojas de jardinagem e floriculturas há excelentes produtos verdes, incluindo ótimos adubos, mas sempre existe a opção de fazer os seus próprios.

fertilizante-liquido

Veja aqui passo a passo como fazer fertilizante líquido orgânico:
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Não jogue fora as cascas dos legumes e frutas. Durante a semana junte as cascas dos legumes usados na sua alimentação como beterraba, batata, cenoura, abóbora, bem como das frutas (exceto as cítricas), etc.

* Passe as cascas por um processador, em seguida coloque num recipiente fundo com tampa.

* Acrescente folhas verdes de diferentes plantas e cubra com bastante água, mas atenção: deve ser uma água livre de cloro.

* Feche o recipiente e deixe esta mistura em repouso, em local coberto e ao abrigo do sol e da chuva, por 15 dias.

* Abra o recipiente, não se assuste: o cheiro é desagradável mesmo. Coe esta mistura e encha uma garrafa ou quantas garrafas render. O resíduo sólido poderá ser colocado na terra.

Este é um adubo líquido de manutenção e pode ajudar durante o período de crescimento das plantas, bem como auxiliar a sanar eventuais carências de nutrientes.

Além disso, tenha cuido porque o fertilizante líquido representa um alto risco de super dosagem, o que pode prejudicar as plantas, queimando as suas raízes. Então não use grandes quantidades de fertilizante líquido nem exagere na frequência.

passo

Outros exemplos eficientes de fertilizantes para plantas:
Urtiga
Chá de urtiga tem elevados índices de nitrogênio. Utilizando luvas (acredite, tocar sem luvas dói de verdade), macere algumas folhas e adicione água (se possível água da chuva).

Deixe em infusão por algumas horas e pode-se aplicar diretamente nas plantas. Ou, para aumentar a eficiência, deixe a mistura virar um chorume, ou seja, que as folhas apodreçam nessa mistura após alguns dias. Mas tenha em mente que dessa forma o aroma de urtiga apodrecendo é bastante desagradável.

Confrei
Solução líquida de confrei é um excelente fertilizante orgânico que contém elevados índices de todos os nutrientes necessários para o bom crescimento das plantas. Com luvas, esmague algumas folhas em um recipiente grande (use, por exemplo, um tijolo e esmague contra o fundo do recipiente.

Tente usar um recipiente com tampa (para não espalhar o odor forte) e deixe lá por algumas semanas. Entre 3 a 5 semanas já devem estar começando a liberar um líquido concentrado, resultado do apodrecimento das folhas.

Esse líquido pode ser diluído em água (15 de água para 1 de confrei) e aplicado na terra, evitando encostar nas folhas para não queimá-las.

Húmus
Fertilizantes para plantas, esse é o mais fácil de fazer. Além de ser misturado a terra, pode-se fazer uma solução líquida de húmus para irrigar as plantas. Basta misturar com água e deixar por 3 dias, para que os nutrientes do húmus passe para a água.

Nesse período de espera, agite a mistura uma vez ao dia e, após isso, basta coar a mistura para então irrigar suas plantas. E, se souber quais elementos necessita em maior quantidade, você mesmo pode incrementar o seu composto.

Seja misturando previamente aparas de grama para dar uma incrementada nos níveis de nitrogênio e potássio ou misturando cinzas de madeira aumentando os níveis de potássio.

fertilizante-líquido

Como usar
Use uma proporção de 1:10 (1 de solução e 10 de água) para regar a terra das plantas, evitando respingar sobre as folhas, no comecinho da manhã ou da noite.

A frequência pode ser de 1 a 2 vezes por mês para plantas de crescimento rápido e a cada 2 meses para as plantas de crescimento lento.

Após isto pode variar dependendo do cultivo. Não é recomendável colocar este adubo em plantas recém plantadas ou que foram transferidas de lugar e receberam terra fresca porque este solo já tem todos os nutrientes necessários.

flor-chuva

serrapilheira

Muitos que cultivam plantas já devem ter ouvido falar em serrapilheira, manta morta ou liteira, mas o que é serrapilheira?

Trata-se de uma camada formada pela deposição dos restos de plantas (folhas, ramos) e acúmulo de material orgânico vivo em diferentes estágios de decomposição que reveste superficialmente o solo ou o sedimento aquático. É a principal via de retorno de nutrientes ao solo ou sedimento.

Essa camada é observada em florestas e bosques e sua composição varia de acordo com o ecossistema onde ela se encontra e suas características. Por exemplo, florestas tropicais com grandes quantidades de árvores e animais somados ao alto índice pluviométrico e altas temperaturas produzem maior quantidade de serrapilheira.

Pode parecer que essa camada não tem muita importância, sendo apenas um “lixo” que as plantas e animais descartam no solo, porém quantidades significativas de nutrientes podem retornar ao solo através da decomposição desses componentes.

serapilheira

Além disso, ela torna o solo mais estável (diminuindo a erosão), funciona como isolante térmico e também retém água no solo.  Outra função importante é abrigar sementes e mudinhas que podem servir de banco de sementes garantindo a estabilidade do ecossistema.

A serrapilheira também tem sido utilizada nos processos de recuperação de áreas degradadas. Nesses casos a serrapilheira de uma área florestal é retirada e levada até a área degradada.

Dessa forma o solo exposto é coberto, minimizando os estragos causados pela chuva e pela erosão e o banco de sementes pode ajudar a recolonizar o local.

casa-lago

buxinho

Toda planta precisa de determinados cuidados para crescer bem e um deles é o adubo, como a maioria deve saber. Eles são responsáveis por dar à espécie cultivada, nutrientes suficientes para que elas possam concluir o processo de fotossíntese, que é importante para as plantas e também para nós, seres humanos. Então, se você tem plantinhas em casa, deve saber exatamente como e quando adubar cada uma delas.

Como cada tipo de cultivo e cada espécie vai exigir de você um tipo de adubação diferente, vamos aqui ensinar como adubar aquelas plantinhas que são cultivadas em vasos. O processo é bem simples e com um pouco de cuidado você ajuda as suas plantas estarem sempre bonitas e consequentemente, o seu jardim também.

Tipos de adubos
O processo de adubação é o mesmo para todas as plantas, o que muda é a quantidade de vezes que você aduba as espécies, como você vai fazer isso e principalmente, qual tipo de adubo você vai usar em cada uma delas.

Basicamente existem dois tipos de adubos diferentes e cada um destes vai levar um tipo de benefício diferente para seu cultivo. Vamos conhecer cada um deles separadamente.

adubo orgânico

Adubo orgânico
É o tipo de adubo adquirido a partir de matéria prima vegetal ou animal. Podemos dizer que é o adubo mais puro e natural porque ele não possui nenhum tipo de composto químico e por esse fato, ele não prejudica o solo e nem o meio ambiente de uma forma geral.

Mesmo sendo algo natural e sempre temos o que é natural como o mais “sadio”, o adubo orgânico também possui suas desvantagens.

O cheiro dele geralmente não é muito agradável, principalmente os que são obtidos a partir de fezes de animais. A absorção na terra também não é muito rápida. Você também terá que usar uma quantidade maior de adubo orgânico porque ele tem o teor nutricional menor do que os adubos químicos.

Esse tipo de adubo é obtido através de restos de alimentos, esterco, húmus de minhoca, farinha de ossos e muito mais.

No caso do cultivo de plantas em vasos, o adubo orgânico é mais indicado. Também torna-se importante o uso desse produto porque geralmente quem cultiva plantas em vaso, deixa-as em ambientes internos e como o adubo químico pode causar algum tipo de intoxicação, é preciso ter um pouco mais de atenção quanto ao seu uso.

adubo químico

Adubo inorgânico ou Adubo químico
Esse tipo de adubo já é totalmente inverso ao que citamos mais acima. Muitas pessoas não gostam de utilizar esse produto por ele conter química e com o tempo, danificar o solo que você cultiva, mas isso só acontecerá se você aplicar doses além do que é indicado pelo fabricante.

O adubo químico é muito mais efetivo por ser mais concentrado e produzido com todas as dosagens de macronutrientes que uma planta precisa. Esse também é o fator que faz com que você não use tanto em sua terra.

Esses adubos apresentam diferentes composições, então quando você for comprar no mercado, observe primeiro qual a maior necessidade da sua planta para não aplicar o que ela não precisa, enquanto aquele nutriente necessário vai ficando de lado.

É importante lembrar que por ser um produto químico, ele pode causar qualquer tipo de reação tóxica, principalmente em crianças e animais, portanto é indicado que ao aplicar o adubo químico em suas plantas, você deixe o ambiente reservado por pelo menos 24 horas para que o produto fixe-se totalmente à terra.

Antes de optar pelo adubo químico é importante se informar na hora da compra qual o produto ideal para as necessidades de suas plantas. O fabricante deve indicar a dosagem e forma de aplicação na embalagem.

Vale lembrar que por ser um produto químico o cuidado com o contato, principalmente de crianças e animais, é ainda maior.

plantas envasadas

Como colocar o adubo nos vasos
Agora que você já escolheu o tipo de adubo ideal para suas plantas, é necessário aplicar em todas cuidadosamente.  Se você vai adubar uma planta pela primeira vez, esse processo é bem simples. As plantinhas envasadas geralmente são vendidas em vasos de plástico e você pode aproveitar esse mesmo recipiente para cultivar a espécie ou colocar a planta em outro mais bonito ou de um material de sua preferência.

Se você escolher manter a sua planta no mesmo vaso em que comprou, o processo de aplicação de adubo vai ser feito com o produto diluído em um pouco de água.  Você vai dissolver o adubo da seguinte maneira:

Dicas
1 (uma) colher de chá do adubo diluída em 500 ml de água em temperatura ambiente. Quando você compra o adubo, ele sempre vem acompanhado de uma medida que equivale a duas colheres de sopa, então se for utilizar essa medica, observe a quantidade para não colocar além do necessário na sua planta.

Essa mistura vai ser acrescentada na sua rega portanto, antes de colocar o adubo, umedeça levemente o seu substrato para que ele absorva bem o produto que você vai colocar. Importante também que o adubo seja colocado apenas ao redor da planta. Jamais jogue sobre as folhas ou os talos.

plantas em vaso

Quantidade e frequência  de adubação
É claro que você não vai usar sempre a mesma quantidade de adubo porque pode acabar matando a sua planta ou fazendo com que ela cresça com algum tipo de desordem. Em vasos pequenos, você vai colocar um copo pequeno da mistura que ensinamos no tópico anterior.

Já para os vasos grandes, você pode colocar a medida que vem no adubo (equivalente a duas colheres de sopa) e diluir em 1 ou 2 litros de água, dependendo do tamanho da sua planta. Então após esse preparo você vai colocar de 2 a 4 copos pequenos no vaso.

Quando colocar o adubo vai depender do tipo de planta que você cultiva. Cada espécie possui uma necessidade, mas o intervalo de reposição é em média de 3 a 4 meses para espécies de folhagens e de 2 a 3 meses para espécies floríferas. Sempre aplicado antes e depois da camada de florescimento para que a planta cresça bem.

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