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jade-azul

A trepadeira jade-azul é uma trepadeira vigorosa, pertencente à família Fabaceae, originária das Filipinas – Ásia. Seus ramos são lenhosos, e pode alcançar até 12 m de altura, dependendo do suporte onde se encontra.

Suas folhas abundantes alongadas e verdes. Floresce na primavera e verão, com a formação de longas inflorescências axilares. As flores apresentam o formato de garras (unhas) invertidas, com um brilho perolado espetacular e uma coloração entre o verde e o azul, sendo comparada com as pedras preciosas jade, água-marinha e esmeralda.

É uma planta excelente para cobrir estruturas fortes como pérgolas e caramanchões, devido ao crescimento vigoroso e à natureza das inflorescências que se destacam pendentes. Em outros tipos de suportes, como cercas e treliças não é possível apreciar por debaixo da planta, os cachos de flores.

Fornece sombra agradável o ano todo e atrai beija-flores. As podas podem ser realizadas para contenção do crescimento e renovação da folhagem.

trepadeira-jade

É uma planta excelente para cobrir estruturas fortes como pérgolas e caramanchões, devido ao crescimento vigoroso e à natureza das inflorescências que se destacam pendentes. Em outros tipos de suportes, como cercas e treliças não é possível apreciar por debaixo da planta, os cachos de flores. Fornece sombra agradável o ano todo e atrai beija-flores. As podas podem ser realizadas para contenção do crescimento e renovação da folhagem.

Cultivo
Pode ser cultivada em quase todo o país onde não ocorram temperaturas abaixo de 18ºC. O local de cultivo pode ser ao sol, mas em lugares de verões quentes é recomendada sua localização na sombra durante a tarde. É necessário uma pérgola alta, onde suas flores pendentes formarão cascatas coloridas. Não é adequada a muros ou cercas, o visual ficaria prejudicado.

Para substrato de cultivo o recomendado é o húmus de minhoca, composto orgânico e areia em partes iguais. Misturar num balde, acrescentando 100 gramas de farinha de ossos. Abrir uma cova maior que o torrão, colocar parte da mistura no fundo, acomodar o torrão e preencher as laterais com o restante.

Strongylodon-Macrobotrys

Apertar o substrato e regar de forma abundante. Quando esta muda ainda está na fase inicial de crescimento é muito ávida por água, mas já adulta e bem aclimatada no espaço, as regas poderão ser mais espaçadas. As flores são polinizadas principalmente por morcegos e vespas atraídos pelo néctar.

Para manutenção realizar todos os anos no inverno a adubação da muda com o mesmo material usado para o plantio, sempre regando depois da adição. As podas não deverão ser frequentes, apenas para controle de seu tamanho quando invadir o espaço de outras plantas.

Paisagismo
Restrita a regiões de clima tropical e subtropical, é excelente para pergolados em áreas de convivência familiar. A cor de suas flores realmente chama a atenção obtendo um efeito paisagístico excelente para pátios com piscina.

jade azul

Multiplicação
A trepadeira-jade possui diversas formas de multiplicação  incluindo as mais comuns dentre a família da espécie. Ela pode se propagar tanto por estaquia, quanto por sementes, mas, ainda sim, pode se multiplicar de formas diversas: Seja por alporquia ou mergulhia.

Uma das curiosidade a cerca da espécie trepadeira-jade, além de possui características exóticas é que nas Filipinas, elas acabam deixando os beija-flores de lado quando o assunto é atrair agentes polinizadores. Neste caso, o principal polinizador da espécie em todo território filipino são os morcegos.

banconolago

Asplenium-nidus_YY

O asplênio, também conhecido popularmente como ninho-de-passarinho, pertence à família Aspleniaceae e é nativa da África tropical, da Ásia temperada e tropical e Australásia.

Trata-se de uma planta herbácea de folhas grandes, verde-claras, largas, coriáceas, brilhantes e com a nervura central escura. Estão inseridas em um pequeno caule curto. As folhas nascem enroladas a partir da roseta central. Possui crescimento lento.

É uma planta epífita que gosta de umidade e temperatura constantes, desenvolvendo-se também no solo das florestas.

Tipicamente cresce sobre a matéria orgânica, coletando água e húmus na sua parte central. Suas folhas podem atingir até 1 m, mas em media têm uns 45 cm de comprimento. Multiplicam-se naturalmente por esporos, localizados na parte inferior das folhas, na forma de linhas de coloração marrom.

Asplenio

Local de cultivo
Em árvores, diretamente no solo (nos locais mais sombreados do jardim) ou em vasos. É ideal para interiores. Sendo de regiões mais tropicais e de umidade elevada, esta planta não tolera bem temperaturas baixas. Em projetos de paisagismo, tanto interna como externamente, é cultivada criando composições com outras espécies.

Muito usada em jardins de inverno ou conjunto de vasos, em estilo tropical, onde o verde salienta-se com exuberância. Os asplênios ficam lindos em casas de vegetação, associados a orquídeas, bromélias e outras plantas de floresta. A chave para asplênios saudáveis é oferecer-lhes  a umidade e o calor que necessitam. A proximidade de uma janela é um bom local para crescerem saudáveis.

Substratos
Deve ser rico em matéria orgânica, com boa capacidade de retenção de água. Uma mistura de composto orgânico, turfa e areia é um ótimo meio. Pode-se também agregar fibras, cascas de pinus, esterco curtido ou húmus de minhoca. Para não haver umidade excessiva uma drenagem com colocação de pedrinhas ou brita no fundo do vaso é fundamental.

Asplenium nidus (2)

Regas
São plantas de floresta. No período de crescimento vegetativo mais intenso é preciso regar com frequência. O substrato precisa conservar-se úmido. Mas é importante irrigar apenas a terra.

O centro da roseta não deve ser molhado, pois facilmente apodrece. Nos períodos onde a planta está menos ativa pode-se molhar menos. Mas regra geral é bom deixar o substrato úmido.

Temperatura
Todas as espécies de asplenium crescem bem em temperaturas normais de interiores, preferindo um mínimo de 16°C e máximo de 24°C. As plantas começam a sofrer com períodos prolongados de temperaturas inferiores a 13ºC.

Adubação
Fertilizantes líquidos de NPK, suaves, específicos para samambaias, alternados com adubos orgânicos (como húmus de minhoca). Não utilize adubos na parte central da planta. Durante a fase de crescimento ativo pode-se aplicar uma vez por mês.

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Propagação
Não são fáceis de propagar e não podem ser divididas como a maioria das samambaias. A planta emite brotos na base que podem ser separados e transplantados para outro vaso. Também se multiplicam por esporos, mas já é mais demorado e trabalhoso para ser feito a nível doméstico.

Pragas, doenças e outros problemas
Não há problemas sérios neste sentido. Mas pode-se ter cuidado com os sintomas descritos a seguir.
* Folhas queimadasQuando a planta está em ambiente muito seco, muito frio, excesso de umidade ou insolação direta. No caso de ambiente seco, pode-se usar esfagno no substrato.

* Nematódio das folhas – Aparecem manchas marrons perto do centro da folha, na nervura principal, espalhando-se para as bordas. Deve-se remover as folhas infectadas ou tentar matar os nematódeos mergulhando a planta em água morna (não mais que 50º C) , permanecendo assim  por 10 minutos.. Lave a planta com sabão com delicadeza. Recoloque no vaso. Não irrigar por aspersão, pois a água é a forma de propagação para o nematódio penetrar nos estômatos.

* Mancha nas folhas – Manchas marrons ou pretas irregulares, recortadas ou circulares com bordas amareladas são causadas por fungos ou bactérias. A forma de propagação ocorre pelo uso de ferramentas sujas, pela água ou insetos. Remover as folhas atacadas, eliminando-as. A irrigação deve ser feita diretamente no solo. Pode-se usar defensivos específicos, de acordo com  as instruções.

* Podridão das raízes – Pequenas moscas aproximam-se da planta, brotos novos deixam de surgir, o solo não cheira bem e as folhas começam a ficar marrons. São típicos sintomas de excesso de umidade que ocasionam o apodrecimento das raízes. É necessário retirar a planta do vaso, cortar as raízes estragadas (bem como as folhas danificadas), lavá-las bem e colocar em novo vaso com terra nova. Cuidar para que haja boa drenagem.

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* Cochonilhas – São insetos que danificam uma grande quantidade de espécies de jardim, preferindo a parte inferior das folhas. Possuem uma carapaça marrom e uma vez estabelecidas, sugam a seiva enfraquecendo a planta. As folhas tendem a amarelar. Ainda secretam substâncias açucaradas que atraem formigas e criam ambiente adequado para o aparecimento de fungos causadores de manchas.

As cochonilhas são combatidas com aplicação de produtos à base de óleo mineral (óleo de neem é uma possibilidade) mas, em cultivos domésticos, podem ser controlados mecanicamente. Basta estar sempre atento, observando as plantas e ao percebermos a praga, eliminamos manualmente. Um cotonete pode ser usado para esmagá-las ou com uma escova de dente umedecida podemos retirá-las.

* Cochonilha farinhenta – É uma espécie de cochonilha, pequena, que produz uma cera branca para se proteger. Parecem pequenos flocos de algodão sobre as folhas, mas com um poder letal de sugá-las até que fiquem amareladas e caiam. Uma vez identificadas, deve-se isolar as plantas das demais, eliminando as partes afetadas. Ou, como na espécie anteriormente citada, eliminá-las mecanicamente.

O uso de inseticidas deve ser evitado sempre que possível,  pois de alguma forma pode trazer prejuízos, inclusive eliminando insetos que são inimigos naturais destas pragas como a joaninha.

Outras considerações
*
Samambaias não gostam de vento, gerando queima nas folhas.
* Folhas feias ou deformadas devem ser periodicamente removidas.
* Quando se percebe que a planta precisa de mais espaço, deve-se providenciar o transplante para um vaso com tamanho mais adequado.
* Os asplênios gostam de umidade mas evite pulverizar suas folhas pois não apreciam tê-las umedecidas. Suas folhas quando empoeiradas podem ser limpas delicadamente com um pano úmido exceto as novas que estão saindo do centro.
* Mudanças constantes de lugar acabam estressando a planta.
* Evite colocá-la em locais onde pessoas ou animais possam encostar e danificar suas folhas.
* Tendo estes cuidados, sempre manterá a sua elegante beleza e será uma das plantas mais fáceis de cultivar em casa.

em dois minutos

jade-vermelha

A Mucuna bennettii é uma espécie de trepadeira pertencente a família botânica Fabaceae que ficou popularmente conhecida como Jade-vermelha.  É também conhecida popularmente como trepadeira-jade-vermelha, trepadeira-filipina, mucuna, flama-da-floresta e trepadeira-da-nova-guiné. Sua origem é da ova Guiné, Oceania

Trata-se de uma trepadeira escandente, tropical, vigorosa e de florescimento muito ornamental, seu caule é volúvel, ramificado e inicialmente herbáceo, mas gradativamente lignifica, de acordo com a necessidade de suportar a planta.
As folhas são trifoliadas, alternas, com folíolos elípticos a ovalados, acuminados, coriáceos e de cor verde brilhante.

Suas flores são grandes e de coloração vermelho-escarlate e reunidas em enormes cachos pendentes de beleza sem igual. Seu efeito decorativo é realçado quando plantada em caramanchões de estrutura bem forte ou pérgolas que suportem o vigor da planta e para que as flores sejam ostentadas de forma pendente, que surgem sempre durante a Primavera. As belas flores da jade-vermelha são capazes de atrair muitas borboletas ao jardim.

mucuna
É uma espécie rústica, não precisa de tutoramento e exige pouca manutenção. A planta possui folhagem densa, vistosa e de crescimento rápido, sendo necessário podas para controlar o seu crescimento.

Aprecia ambientes de sol pleno ou meia sombra, solo fértil e rico em matéria orgânica, tolera alta umidade e calor tropical, não tolera o frio ou geadas.

Como necessita de muito espaço para se desenvolver, a Jade vermelha não é muito indicada para cultivo em vasos ou floreiras. Deve ser irrigada regularmente.

Com sua farta floração valoriza pérgolas, gazebos e caramanchões robustos e grandes, de preferência que possam ser apreciados de baixo.

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Sua multiplicação é feita por sementes, que devem ser escarificadas antes do plantio, e também por estaquia e alporquia dos ramos. A germinação ocorre em 30 a 60 dias após a semeadura.

Cultivo
Para cultivar esta planta, o primeiro passo é encontrar o lugar certo para ela. Ela é muito robusta e versátil; pode tolerar temperaturas baixas de até 5°C, mas desenvolvem-se melhor em temperaturas que vão de 15°C à noite e entre 23 e 26°C durante o dia.

Escolha um lugar que tenha o mais próximo possível dessas condições. A jade-vermelha também se desenvolve bem com luz solar direta. Ela pode ser plantada e cultivada com iluminação controlada, mas pode queimar se movida da luz indireta para a direta sem ajustar a mudança cuidadosamente e aos poucos.

O tipo de terra adequado é determinado por quando você for plantar sua planta. Primeiramente, ao plantá-la em seu jardim, use um solo comercial. Para fazer com que ela floresça, é necessário modificar o solo.

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Para cada xícara de terra usada, adicione ¼ de xícara de esfagno e ¾ de xícara de areia. Se estiver transplantando a jade-vermelha, o solo deve ser meio a meio comercial e misturado e ainda misture farinha de ossos.

Depois de ter a área certa escolhida e o solo propriamente misturado, aí então já pode plantar a jade-vermelha. Com uma espátula, cave um pequeno buraco de uns 10 ou 12 dedos de profundidade e largura. Coloque a planta dentro do buraco e cubra com a terra misturada. Dê leves batidinhas na terra para que ela se fixe bem em torno do caule da planta.

Após plantar, regue-a até que a raiz esteja saturada e a terra em torno da planta esteja úmida. Não molhe novamente até que a terra esteja completamente seca. Quando for molhar a planta novamente, use apenas o suficiente de água para umedecer a terra.

Use um fertilizante 5-10-5 solúvel uma vez a cada duas semanas. Não fertiliza a planta nos meses de verão. Lembre-se de molhar levemente as folhas com spray com água pura para remover partículas de poeira.

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