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  • Tulipas

    Tulipas

    Com cerca de cem espécies, as tulipas têm folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.
    O bulbo contém alcalóides termoestáveis e cristais de oxalado de cálcio. A ingestão é geralmente acidental. Manipulados liberam um pó que pode provar conjuntivites, rinites e até crises de asma.

    A Tulipa
    Planta da família das Liliáceas, a tulipa produz folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com uma flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.

    Como comprar tulipa
    Na hora de adquirir um vaso de tulipas, prefira aquele com as flores ainda em botão. Dessa forma, você terá as belas tulipas por mais tempo. Mantenha o vaso em local fresco, com boa luminosidade, mas longe de ventos e do sol forte. Outra dica interessante é colocar 1 ou 2 pedras de gelo, pela manhã e à tarde, sobre o substrato (mistura de terra) do vaso, todos os dias. Assim podemos diminuir o excesso de calor.

    O cultivo de tulipas é tarefa delicada e trabalhosa.
    Embora as tulipas não se adaptem bem ao clima brasileiro, é possível induzir a planta a dar, pelo menos, mais uma floração, simulando as condições climáticas do seu habitat natural para estimular os bulbos a rebrotarem.
    Para isso, ao adquirir um vaso de tulipas dê preferência aos que ainda estejam com as flores em botão, permitindo-lhe usufruir da beleza da flor por mais tempo. O vaso deverá ser conservado em um local fresco e com luminosidade, evitando-se os ventos e o sol forte. Alguns colocam algumas pedras de gelo sobre o substrato (mistura de terra) no vaso, pela manhã e ao entardecer, a fim de diminuir o excesso de calor.
    Tão logo as flores da planta murchem, corte-as, inclusive as folhas. Retire então os bulbos do substrato, limpe-os cuidadosamente com o auxílio de uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
    Após esse período, plante os bulbos em um novo vaso, com terra vegetal umedecida, sem que esteja encharcada. Embrulhe o vaso assim preparado em um plástico e guarde-o no congelador da geladeira durante cerca de 6 meses, a uma temperatura ideal entre 2 e 5 graus C. Passado esse tempo, retire o vaso da geladeira e coloque-o em um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, mantendo a terra sempre úmida. Após esse procedimento, o vaso novamente embrulhado em plástico deve retornar ao congelador, onde deve permanecer por mais 6 meses. Concluída esta etapa, o vaso deverá ser colocado em um local iluminado: a tulipa deverá florescer num período entre trinta a cinqüenta dias.

    tulipa vermelha

    tigrado

    Em interiores poucas plantas floríferas ficam tão vistosas como o lírio-tigrado, que produz uma quantidade de flores comparável à das espécies de jardim.

    São flores muito originais, nas cores branco, laranja e amarelo sempre com pintinhas pretas. Para que este lírio fique ainda mais viçoso, leve o vaso para o jardim logo após a floração e enterre-o no chão.

    Quando recomeçar a florir, retire o vaso, coloque-o num cachepot e torne a levá-lo para dentro de casa.

    Luz
    : Alta intensidade luminosa, perto de uma janela de face norte ou leste.
    Temperatura: 15 a 29o.C, tolerando até 2o.C.
    Água: Espere o solo do vaso secar antes de regar novamente.
    Adubação: A cada mês.
    Propagação: Bulbos.
    Cuidados especiais: Replante anualmente, numa mistura contendo 30% de matéria orgânica.
    Problemas Comuns: Se os botões ou as flores começarem a cair, aumente a umidade. Cuidado com os pulgões nos brotos.

    lirios4

    trepadeira
    * Se a sacada tem um parapeito, você pode optar por plantas trepadeiras, que fecham os espaços com a folhagem. Para gerar uma parede alta e densa, cultive o jasmim-estrela (Trachelospermum jasminoides). Este arbusto atinge mais de 2 metros de altura, é perene e dá flores brancas muito perfumadas.

    * Se você prefere uma parede fina do tipo cortina, escolha espécies espigadas. Uma opção floral e que você pode cultivar em jardineiras é o cizirão (Lathyrus latifolius). Suas flores são cheirosas e variam nas tonalidades do vermelho ao lilás. Esta espécie não é perene.

    * Se você quer criar uma barreira densa, coloque vasos com bambu (Bambusa arundinacea). Esta gramínea é de crescimento rápido e fica amarelada nos meses de inverno.

    * Para combinar uma parede densa e verde o ano todo, coloque jardineiras profundas com cipreste lambertiana (Cupressus lambertiana). Este pinheiro tem folhas brilhantes e um aroma similar ao do limão. Para conduzir o crescimento desta planta e obter uma forma mais ou menos uniforme, é preciso podá-la regularmente.

    * Se preferir uma cerca vistosa e que funcione como proteção, cultive o Pilriteiro (Crataegus monogyna), uma planta densa que floresce na primavera e dá vários cachos de frutos de um vermelho intenso. Por seus espinhos, esta opção não é recomendável para lugares onde circulam crianças.

    * Se o clima é muito frio, escolha espécies de alta resistência como laurotino (Viburnum tinus). Com esta planta você obterá uma cerca alta e de densidade média. Na primavera, ela dá pequenas flores brancas.

    Para qualquer uma das opções é recomendável instalar plantas já desenvolvidas, para obter o resultado desejado rapidamente.

    painel florzinhas

    palmeira_bismarckia

    Nome popular: palmeira-de-bismarck, palmeira-azul

    Palmeira solitária que pode chegar a 30 metros de altura.

    Essa espécie é tropical, tolerante ao pleno sol e a solos pobres, apresentando crescimento moderado.

    Possui grande efeito ornamental por causa de seu porte e colorido.

    Recomendada para parques e jardins espaçosos, sua beleza é mais exuberante quando ainda não adulta.

    borboleta
    Algumas plantas com flores precisam da colaboração de agentes externos que as polinizem. Estes agentes ou vetores que realizam o transporte do pólen podem ser o vento, a água ou seres vivos como pássaros, morcegos e insetos. As borboletas são as que trazem mais vantagens porque, além de ajudar na reprodução das plantas, enfeitam com seu colorido. Aprenda como atraí-las para dar mais harmonia ao ecossistema do seu jardim.

    Ao fazer a distribuição das plantas, escolha partes onde bate sol. Estas áreas devem ter pelo menos seis horas de luz direta diariamente.
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    Proteja do vento algumas áreas do jardim. Você pode criar uma proteção natural contra as rajadas de vento plantando arbustos ou outras plantas altas. Outra opção é fazer cercas ou aproveitar as paredes já existentes.
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    Diversifique as espécies do seu jardim. Plante muitas flores onde as borboletas possam se alimentar e colocar seus ovos. Saiba que cada espécie de borboleta se alimenta do néctar de um tipo de flor.
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    Inclua plantas que florescem em épocas diferentes do ano para evitar que as borboletas tenham de migrar para obter alimento.
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    Cultive plantas com flores vermelhas, laranjas, amarelas e lilás, porque essas são as cores que mais atraem as borboletas.
    - Entre as espécies de plantas recomendadas com flores vermelhas e rosadas estão o gerânio (Pelargonium sp) e os cravos de poeta ou cravinas (Dianthus barbatus).
    - Entre as flores de cor laranja você pode plantar calêndula (Calendula officinalis) e camará (Lantana camara).
    - As flores branco-amareladas são as preferidas pelas borboletas noturnas. Em geral estas flores têm aromas intensos. Você pode optar por araticum ou fruta-do-conde (Annona sp), abacateiro (Persea gratissima), arruda (Ruta sp), tomilho (Thymus mastichina), jasmim (Jasminum officinale) e madressilva (Lonicera caprifolium).
    - Entre as de tonalidade lilás você pode cultivar trevos (Trifolium spp), maracujá (Passiflora sp), viperina (Echium vulgare), sálvia (Salvia officinalis), lavanda (Lavandula vera) e verbena (Verbena repens).

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    Nas épocas em que o jardim estiver com poucas flores, prepare o seguinte alimento: misture em uma xícara com água duas colheres (sopa) de açúcar e 20 gotas de tempero para carne (confirme antes se possui enzimas proteolíticas). Coloque a mistura em pratinhos, camuflando-os entre as plantas.
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    Mantenha o jardim com boa umidade. Coloque vasilhas de terra úmida e adicione um pouco de sal. As borboletas chuparão estas superfícies para satisfazer sua necessidade de umidade e minerais.
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    Coloque um banco confortável no seu jardim e contemple esse espaço e as borboletas.
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    Importante:
    Não utilize inseticidas. Lembre que as borboletas são insetos e também serão afetadas.

    borboletinhas azuis

    palmeira_syagrus

    Nome popular: pati, patioba

    Essa espécie solitária de palmeira possui caule ereto e colunar, liso, que pode alcançar 18 metros de altura e lindas folhas pintadas.

    Seu tronco é utilizado localmente para construções rurais e seus frutos são ricos em óleo comestível.

    Palmeira extremamente ornamental, é muito utilizada para cultivo paisagístico.

    Palmeira de rápido crescimento e certa tolerância a geadas fracas.

    São plantas que crescem predominantemente na horizontal (se alastram) e normalmente não ultrapassam a altura de 30 centímetros. Existem vários tipos de forrações, as floríferas trazem contrastes e alegria ao jardim; as folhagens podem jogar com as texturas e quebrar a monotonia de um gramado. As forrações cobrem o solo e mantém sua umidade, só não podem ser pisoteadas como a grama.

    Alguns exemplos de plantas de forração:

    Nome científico: Viola tricolor.
    Nome popular: Amor-perfeito.

    Nome científico: Tagetes patula.
    Nome popular:
    Cravo francês, Cravo anão.

    Nome científico: Antirrhinum majus.
    Nome popular:
    Boca-de-leão

    Nome científico: Primula x polyantha.
    Nome popular: Prímula.

    Nome científico: Verbena hybrida.
    Nome popular:
    Camaradinha

    Nome científico: Fitonia verschaffeltii.
    Nome popular:
    Planta-mosaico.

    Nome científico: Cuphea gracilis.
    Nome popular:
    Érica, Falsa Érica.

    Nome científico: Acalypha reptans.
    Nome popular:
    Rabo de gato.

    Nome científico:Alternanthera ficoidea.
    Nome popular:
    Periquito

    Nome científico: Dianthus chinensis.
    Nome popular:
    Cravina.

    Nome científico: Gazania rigens.
    Nome popular:
    Gazânia

    Nome científico: Petunia integrifólia.
    Nome popular: Petúnia-perene.

    Nome científico: Petunia x hybrida.
    Nome popular:
    Petúnia.

    Nome científico: Celosia argêntea.
    Nome popular:
    Crista de galo plumosa.

    Nome científico: Impatiens hawkeri.
    Nome popular:
    Beijo pintado

    Nome científico: Chlorophytum comosum hybrido.
    Nome popular:
    clorofito, gravatinha.

    Nome científico: Dianthus chinensis.
    Nome popular:
    Cravina dos poetas.

    Nome científico: Impatiens walleriana.
    Nome popular:
    Beijo, Maria sem-vergonha.

    Nome científico: Begonia semperflorens.
    Nome popular:
    Begônia-sempre-florida, begônia, azedinha.

    Nome científico: Salvia splendens.
    Nome popular:
    Sálvia, Sangue de Adão.

    Nome científico: Festuca glauca.
    Nome popular:
    grama azul.

    Nome científico: Asparagus densiflorus.
    Nome popular:
    Aspargo pendente.

    Nome científico: Portulaca grandiflora.
    Nome popular:
    Onze horas.

    Nome científico: Kalanchoë blossfeldiana.
    Nome popular:
    Calancoê, calanchoe, flor-da-fortuna.

    Nome científico: Osteospermum Ecklonis.
    Nome popular:
    Margarida-do-cabo

    Nome científico: Brachycome Multifida .
    Nome popular:
    Margarida-das-pedras

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    Muda Salvia
    As vezes parece impossivel enraizar aquele corte de uma plantinha. Escolhendo o local correto para se fazer o corte, normalmente de ramos secundários que dêem formação a novos ramos, e tratando corretamente qualquer planta se dá bem. Dando nutrientes certos em pequenas quantidades, deixando o talo ao mesmo tempo umido e arejado e estimulando o processo é difícil ter perdas.

    Você vai precisar de:

    - Algum fertilizante para flores, com mais Fósforo e Potássio do que Nitrogênio, de preferência liquido. Biofert e Peters são boas pedidas;
    - Vermiculita. É um substrato também usado como isolante térmico. Tem a característica de reter umidade;
    -  Perlita. São pedras porosas, difíceis de serem encontradas na rua, somente pela Internet. Na falta usar argila expandida, quanto menor melhor;
    - Hormônio Enraizador. Esse também é difícil de encontrar na rua, mas pela Internet tem com o nome de AIB, Pó Enraizador, Clone Gel e Sela Gel;
    - Gilete;
    - Copos descartáveis.

    Passos:
    1) Prepare 1 litro do fertilizante nas concentrações indicadas pelo fabricante
    2) Regue sua planta com essa solução 1 h antes de fazer o corte. Não precisa regar 1 l todo, regue apenas o suficiente.
    3) Com 100 ml da solução do fertilizante, adicione 1 litro de água filtrada. Encha um copo com essa solução diluída. Se quiser, pode adicionar também o hormônio nesta solução.
    4) Com uma gilete faça o corte, de preferência com um ângulo de 45°. Assim que cortar, ponha-o no copo com a solução. Repita o processo até tirar todas as mudas que desejar.
    5) Misture a Perlita e Vermiculita em copos descartáveis de 200 ml em proporção 50 – 50% ou 30 – 70% e regue com água filtrada.
    6) Com um garfo quente faça furos no copo.
    7) Tire os cortes do copo com a solução diluída e aplique o produto enraizador.
    8) Faça um pequeno buraco com um palito de fósforo no substrato e introduza o corte.
    9) Espere umas 2 semanas, regando sempre que perceber que o substrato esta perdendo umidade. De preferência regue com o que restou da solução diluída.
    10) Desinforme o copo com a muda. Como o substrato é para ficar soltinho, ele não desinforma muito bem, mas é bom que dá para ver como ficaram as raízes.
    11) Faça o transplante para um vaso com terra vegetal, tomando cuidado com as raízes.

    Importante:
    O AIB pode ser encontrado nas folhas de tiririca. Bata algumas folhas no liquidificador e use no lugar da água filtrada.

    Usar muito hormônio pode retardar o desenvolvimento das raízes. Use sempre os produtos como indicado pelo fabricante.

    O processo de clonagem é parecido para muitas plantas, variando pouco. O que se deve saber previamente é o local correto a ser cortado na sua planta.

    Algumas plantas podem demorar até 1 mês para enraizarem.

    germinação

    Não é muito complicado ter um roseiral no seu jardim, basta estar atento a alguns mínimos cuidados. Você pode optar entre diversos tipos de roseiras: trepadeiras, silvestres, híbridas-de-chá, arbustivas, miniaturas, rasteiras, entre outras.

    roseira

    - Escolha as espécies de que você mais gosta, levando em conta a área disponível, o clima e o solo. Peça conselhos em um bom viveiro.

    - As roseiras se desenvolvem melhor em um solo bem drenado, solto e fresco, em lugares com sol ou sombra moderada. Não as misture com outras plantas (no máximo, com alguma de floração anual)

    - Não as coloque grudadas à parede, exceto se forem trepadeiras. Nesse caso, dê 30 cm de distância do muro ou parede.

    - Em geral, as roseiras suportam bem a escassez de água, mas quando estão florescendo precisam de umidade para produzir flores saudáveis e perfumadas. Suspenda a irrigação durante o inverno e retome quando começarem a brotar as folhas, na primavera. A irrigação por gotejamento é ideal para as roseiras, porque este tipo de planta sofre se as folhas forem molhadas em excesso.

    - Durante a época de desenvolvimento da planta, coloque adubo orgânico, como esterco ou húmus. Quando estiverem florescendo, complemente com um adubo mineral, de preferência de liberação lenta.

    - Como norma para todas as espécies, depois de uma geada o melhor é podar a planta. Deixe três caules principais, cortando acima do terceiro botão de rosa. Corte na diagonal, inclinado para o interior da planta, acima do terceiro botão.

    - Corte também as flores quando elas murcharem. Muitas espécies darão uma nova floração.

    - O grande inimigo das roseiras são os pulgões, que se instalam no extremo das hastes mais novas e nos botões das rosas. E atrás dos pulgões aparecem as formigas, que se alimentam da excreção doce produzida por esses insetos. Para evitar as formigas, portanto, primeiro elimine os pulgões. Isso pode ser feito manualmente, com um jato de água ou borrifando água com sabão.

    - Empregue produtos fitossanitários para combater problemas como o oídio, que aparece devido ao excesso de umidade.

    - Se você quiser que as suas rosas tenham um perfume mais intenso, enterre na base das roseiras cascas de banana trituradas.

    Como transplantar roseiras

    O transplante deve ser feito de abril até o início de agosto podendo ser até mais tarde, conforme a região, desde que possam receber regas abundantes e regulares. O procedimento para o transplante é o seguinte:

    - arrancar as plantas, com cuidado para não cortar as raízes;

    - retirar a terra que fica presa às raízes e enrolá-las em um pano bem úmido, para
    evitar que fiquem ressecadas ou, então, deitá-las, inclinadas, em valetas de 40 a 50cm de profundidade, para que se conservem melhor, até serem plantadas;

    -  na hora do plantio devemos, com um canivete bem afiado, fazer uma “limpeza” nas raízes, cortando todas as compridas demais, as quebradas e as podres, sempre lembrando que quanto mais raízes ficarem, melhor;

    - plantar as roseiras na cova, mas com as raízes o mais possível na sua posição normal anterior, evitando que fiquem enroladas ou viradas para cima e só a enterramos até a altura do colo;

    - Tão logo elas fiquem na posição certa, já dentro da cova, devem ser cobertas com terra e depois apertamos um pouco para firmar a roseira e para que as raízes fiquem bem em contato com a terra. Devemos regá-la bastante até a terra ficar bem molhada. Podemos, depois, cobrir as covas somente ou todo o terreno, com uma cobertura morta de palha, capim seco, cavacos de madeira ou palha de arroz.

    buque de rosas

    O sistema de reprodução das samambaias é muito peculiar e diferente da maioria das plantas, já que elas se multiplicam por esporos.
    Mas existe uma técnica alternativa e bem simples para reproduzir essa espécie: o processo vegetativo. Veja como, seguindo estes passos.

    samambaias1

    Você vai precisar de:

    1 planta mãe
    1 faca
    1 vaso
    quantidade necessária de terra preta
    quantidade necessária de casca de pinheiro

    - Retire cuidadosamente a planta mãe do vaso, tomando cuidando para não quebrar o torrão. O inverno é a época mais indicada para aplicar esta técnica.

    - Coloque a samambaia sobre uma superfície plana. Corte com uma faca bem afiada uma porção da planta incluindo folhas, caules e raízes, como se fosse um pedaço de bolo.

    - Coloque a planta mãe de volta no vaso e complete com terra preta o espaço antes ocupado pela parte retirada.

    - Coloque a parte extraída em um novo vaso e complete com uma mistura de terra preta e casca de pinheiro.

    - Regue diariamente para manter a umidade do substrato. Com a chegada da primavera a nova planta entrará na etapa de crescimento e se desenvolverá como uma planta nova.

    Observação:
    Esta técnica pode ser aplicada para a maioria dos tipos de samambaia, mas não funciona para o caso do asplênio ou ninho-de-passarinho (Asplenium nidus).

    buque