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  • erva

    As ervas demandam menos cuidados, mas você deve transplantá-las e remover do jardim os espécimes doentes e as ervas daninhas. Num jardim pequeno, é possível controlar de maneira eficaz as ervas daninhas, revolvendo de vez em quando a terra em volta das plantas. Num jardim maior, a cobertura com palha é a opção mais prática.

    Ao redor de plantas que preferem solo rico, úmido (por exemplo, manjericão, aneto, cerefólio, cebolinho, hortelã e segurelha), use uma camada fina de cobertura orgânica leve, como folhas mortas, mofo de folha, aparas de madeira, lascas de casca de pinheiro ou adubo. Cascalho pequeno é melhor para as ervas que requerem um solo mais seco e menos rico (alfazema, alecrim e tomilho, por exemplo).

    A não ser que o clima seja muito seco, regue apenas as ervas que gostam de umidade, como o hortelã, o manjericão, o cebolinho e qualquer outra plantada em pequenos recipientes.Muitas ervas de uso culinário perdem o auge do sabor logo após a floração, e as anuais começam a fenecer nessa fase. Fique atento para colher botões em florescimento e hastes das ervas comestíveis antes de as sementes se desenvolverem.

    Embora a maioria das ervas seja razoavelmente resistente às pragas, algumas são sensíveis a fungos, ferrugem ou ácaros, e outras “adoradas” por lagartas. Você pode aproveitar as qualidades repelentes naturais de certas ervas para produzir seu próprio borrifador não-venenoso e usá-lo nas plantas contaminadas. Colha algumas folhas de ervas que parecem nunca ser atingidas por pragas – por exemplo hortelã-verde ou arruda. Depois, despeje água fervente sobre as folhas (três partes de água para uma de ervas) e deixe em infusão durante 15 minutos. Quando esfriar, coe a mistura em pano fino e pulverize as plantas contaminadas. Repita o processo uma vez por semana e depois da chuva, usando a cada vez uma nova fervura da mistura.

    Loureiro, alecrim e cidrão são ervas perenes mas que toleram apenas leves geadas. Se o inverno na sua região é muito frio, você terá de pôr as plantas em lugares cobertos durante esse período. Talvez seja melhor deixá-las no vaso, em vez de replantá-las a cada estação.
    Para preparar outras ervas perenes para um inverno mais frio, cubra-as bem com uma camada grossa de folhas, palha ou gravetos. Não remova a cobertura até passar tudo perigo de geada. Na primavera, dê uma olhada embaixo da cobertura. Se achar que as novas plantas estão ficando amareladas, descubra-as nos dias ensolarados e cubra-as nas noites mais frias. As ervas de folhas prateadas, em particular, tendem a apodrecer quando as condições atmosféricas desfavoráveis, combinadas com a cobertura, retêm excesso de umidade em volta delas. Isso pode ocorrer mesmo em regiões de inverno ameno, onde o orvalho forte da noite ou a chuva causam umidade freqüente.botão amarelo

    O interessante num jardim de ervas é cultivar diversas espécies, já que cada uma tem propriedades distintas, como combater doenças, aliviar dores ou até repelir insetos. Conheça algumas delas a seguir:

    ALECRIM RASTEIRO (Rosmarinus sp)
    Originária do Mediterrâneo, essa erva tem preferência por solos secos, mas pode ser plantada em qualquer tipo de terreno. Suas folhas e flores são usadas no preparo de chás e tintura para o combate ao reumatismo. Tem poder antiinflamatório.

    CAVALINHA (Equisetum arvensis)
    Erva européia que gosta de solos úmidos e argilosos. Seu chá é recomendado para mulheres acima dos 40 anos por ser eficaz na prevenção da osteoporose. É também um bom remédio para a dor de cabeça devido à presença de ácido acetilsalicílico.

    INCENSO/MIRRA (Commiphora myrrha)
    Essa erva precisa de um solo rico em matéria orgânica e bem drenado para o seu cultivo. Não pode ser ingerida, mas o óleo feito a partir de suas folhas e flores alivia dores musculares. Também é um eficiente repelente de insetos.

    MANJERICÃO-ROXO (Ocimum basilicum)
    De origem indiana, não suporta inverno rigoroso nem ventos fortes. Entre seus poderes medicinais, está o de regular o ciclo menstrual. Quando misturada à água do banho, combate o stress. Gosta de solos drenados, rico em matéria orgânica.

    MIL-EM-RAMA (Achillea millefolium)
    Também conhecida por “novalgina”, auxilia no combate à febre e dores de cabeça, além de agir como expectorante, antiinflamatório e anti-séptico. A infusão de suas folhas é usada no tratamento de hemorróidas, varizes e feridas abertas.

    CAPUCHINHA (Tropaeolum majus)
    Originária do Peru e do México, essa erva floresce permanentemente. Suas folhas e flores são comestíveis, podendo ser usadas em saladas. Rica em vitamina C, fortalece o corpo, aumentando a resistência. Também serve para o tratamento de sarna.

    tibouchina

    Planta arbustiva, nativa do Brasil, semi-lenhosa, ramificada, com até 3 m. de altura, apresentando caules quadrangulares, revestidos de folhas grandes, vistosas, cordiformes, na cor verde-forte, com superfície pubescente. Inflorescências terminais, compactas, formada de flores roxas, muito ornamentais. Propaga-se facilmente por estacas de caules, preferencialmente nas estações quentes.

    Neste arbusto, as folhas apresentam muitos pelos curtos, que conferem uma textura de veludo. As inflorescências, que se formam no verão, são compostas de numerosas flores roxas, com o centro rosado. Ocorrem ainda variedades mais ou menos compactas. No paisagismo, sua utilização é bastante difundida, podendo ser cultivada isolada ou em conjuntos, levando-se sempre em consideração o porte da planta, que pode alcançar 3 metros.

    A orelha-de-onça deve ser cultivada sempre a pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia a umidade. Multiplica-se por estacas após a floração.

    Uso paisagístico
    Espécie empregada na formação de maciços, renques ou plantio isolado, sempre nos locais ensolarados. Deve ser podada drasticamente, a cada ano, para melhorar a forma da planta.

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    aroeira

    Nome Técnico: Schinus molle L.
    Nomes Populares: Aroeira salsa, aroeira-mansa, aroeira folha-de-salsa, aroeira-periquita
    Família:
    Angiospermae – Família Anacardiaceae
    Origem:
    Nativa brasileira

    Árvore de folhas perenes, altura até 8 metros, com tronco de até 35 cm de diâmetro, folhas compostas, de folíolos bem finos.

    As flores são amareladas, bem pequenas, seguidas de frutinhos globosos, vermelhos.

    Cultivo:

    Aprecia sol, mas não haverá problema de desenvolvimento se for plantada em parque onde há sombra de outras árvores.

    O solo de cultivo não necessita de muita fertilidade, mas não poderá ser encharcado.

    Para plantar as mudas, abrir a cova o dobro do tamanho do torrão, acrescentar o adubo animal curtido misturado com o composto orgânico.
    Adicionar adubo granulado tipo NPK formulação 10-10-10, cerca de 200 gramas/cova, misturando, podendo adicionar um pouco de areia para garantir maior drenagem.
    Colocar tutor antes de colocar o torrão, amarrando a muda com cordão de algodão.

    Colocar o restante do composto e apertar a muda para fixar. Regar bem.
    Acrescentar nas laterais o restante da mistura. Regar novamente.
    Por mais de 10 dias regar a muda diariamente.

    Paisagismo:

    É uma árvore utilizada em paisagismo e na arborização de ruas. Cresce principalmente em terrenos secos e arenosos, adaptando-se a terrenos pouco férteis e pedregosos.

    É uma planta que ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, em campos de altitude.

    Pode ser plantada em regiões litorâneas onde fornece boa sombra.

    Como é de pequeno porte, é indicada para plantio em calçadas.

    Sua madeira é dura, utilizada para confecção de mourões, esteio e trabalhos de torno.

    Tolera a seca e resiste à geada, florescendo entre agosto e novembro.

    Suas mudas nascem rapidamente entre 30 a 40 dias, podendo ser transplantadas quando atingirem de 25 a 40 cm. Podem chegar a 3 m em dois anos.

    12minifloresmagia

    árvore
    Considerações e tipos de podas
    Nas áreas urbanas, a poda é uma prática permanente, que visa garantir um conjunto de árvores vitais, seguras e de aspecto visual agradável. Deve ser feita a partir de um levantamento das espécies predominantes na arborização da cidade. O calendário da atividade é montado de acordo com o local de ocorrência da espécie e sua melhor época de poda.

    Regras fundamentais para o executor da poda:

    · Arquitetura da copa das árvores

    · A fisiologia da compartimentalização

    · As técnicas da poda

    · As ferramentas e equipamentos mais apropriados para cada atividade

    Para a correta utilização da poda, é necessário reconhecer os três tipos básicos de poda em árvores urbanas e utilizar a que for mais recomendada para cada caso:

    Poda de educação (ou de formação)
    A poda dos galhos deve ser realizada o mais cedo possível, para evitar cicatrizes muito grandes, desnecessárias. A poda de formação na fase jovem sempre é uma mutilação, devendo ser executada com cuidado. Deve-se conhecer o modelo arquitetônico da espécie, considerando, portanto, o futuro desenvolvimento da copa no espaço em que a árvore está estabelecida. Galhos baixos que dificultarão a passagem de pedestres e de veículos deverão ser eliminados precocemente. Galhos que cruzarão a copa ou com inserção defeituosa deverão igualmente ser eliminados antes que os cortes se tornem muito difíceis.

    Poda de manutenção (ou limpeza)
    São eliminados basicamente galhos senis ou secos, que perderam sua função na copa da árvore. Estes galhos podem, em algumas circunstâncias, ter dimensões consideráveis, tornando o trabalho mais difícil do que na poda de formação. Deve ser dada especial atenção à morfologia da base do galho.

    Poda de segurança
    Tecnicamente é semelhante a poda de manutenção, com a diferença de ser praticada em galhos normalmente vitais ou não preparados, pela árvore, para o corte. A alternativa para esta eventualidade é o corte em etapas. Na primeira poda, o galho é cortado a uma distância de 50 a 100 cm do tronco. Após um ou mais períodos vegetativos, procede-se à segunda poda, agora junto ao tronco, concluindo a operação de remoção do galho.

    Corte de raízes
    A capacidade de regeneração das raízes é bem mais limitada que a regeneração da copa. Quanto maior a dimensão da raiz cortada, mais difícil e demorada sua regeneração, maiores também os riscos para a estabilidade da árvore. Deve-se evitar o corte de raízes grossas e fortes, principalmente próximo ao tronco (raízes basais).

    A maneira mais eficiente de evitar problemas com raízes é a criação de um espaço adequado para o desenvolvimento da árvore. Embora cada espécie tenha modelos de arquitetura radical próprios, o meio físico é o principal modelador das raízes.

    Orientações sobre poda

    · Observar condições biológicas da árvore, considerando se já há botões florais ou flores. Caso existam, deve-se evitar a poda.

    · Conferir condições físicas da árvore, observando o estado do tronco (oco, rachaduras, podridão), galhos secos ou mortos.

    · Analisar a fiação, caso esteja encostada nos galhos, desligar a rede, testá-la e aterrá-la e, após, proceder a poda com os cuidados necessários.

    · Executar a poda com segurança, começando a operação, sempre que possível, de fora para dentro da árvore, usando ferramentas adequadas.

    · Deve-se cortar galhos pesados em pedaços. Os mais leves descem inteiros. Usar sempre cordas para apoiá-los, antes de proceder o corte.

    · Escolher a melhor época de efetuar a poda, que é logo após a floração, mas as podas realizadas no final do inverno e início da primavera promovem a cicatrização dos ramos de forma mais efetiva.

    · Adequar uma árvore a um espaço menor do que seu desenvolvimento natural exige não é recomendável. Selecionar outra espécie que se desenvolva com menos espaço.

    · Não reduzir a copa demasiadamente. Se uma poda severa for necessária, processá-la em etapas, com maior freqüência.

    árvores urbana

    As espécies utilizadas na arborização de ruas devem ser muito bem selecionadas, devido às condições adversas a que são submetidas. Em condições de mata natural, fatores como porte, tipo e diâmetro de copa, hábito de crescimento das raízes e altura da primeira bifurcação se comportam diferentemente em comparação ao meio urbano. Na seleção de espécies, deve-se considerar também fatores como adaptabilidade, sobrevivência e desenvolvimento no local de plantio.

    · É importante a escolha de uma só espécie para cada rua, ou para cada lado da rua ou para um certo número de quarteirões. Isso facilita o acompanhamento de seu desenvolvimento e as podas de formação e contenção, quando necessárias.

    · Deve-se evitar as espécies cujos troncos tenham espinhos.

    · Dependendo do local a ser arborizado (cidades de clima frio), a escolha de espécies caducifólias (perdem as folhas em certo período do ano) é extremamente importante para o aproveitamento do calor solar nos dias frios; já em outras cidades, as espécies de folhagem perene são mais adequadas.

    · A copa deve ter formato, dimensão e engalhamento adequado. A dimensão deve ser compatível com o espaço físico, permitindo o livre trânsito de veículos e pedestres, evitando danos às fachadas e conflito com a sinalização, iluminação e placas indicativas.

    · Nos passeios, deve-se plantar apenas espécies com sistema radicular pivotante – as raízes devem possuir um sistema de enraizamento profundo para evitar o levantamento e a destruição de calçadas, asfaltos, muros de alicerces profundos.

    · Dar preferência a espécies que não dêem flores ou frutos muito grandes.

    · Selecionar espécies rústicas e resistentes à pragas e doenças, pois não é aconselhável o uso de fungicidas e inseticidas no meio urbano.

    · Escolher espécies de árvores de crescimento rápido, pois em ruas, avenidas ou nas praças estão muito sujeitas à predação, sobretudo quando ainda pequenas.

    · Deve-se selecionar espécies de galhadas resistentes para evitar galhos que se quebrem com facilidade. Em áreas residenciais, considerar a posição do sol e a queda das folhas com as mudanças das estações, de maneira a permitir sombra no verão e aquecimento no inverno. As árvores devem permitir a incidência do sol, necessário nos jardins residenciais. Deve-se, ainda, evitar espécies geradoras de sombreamento excessivo e plantios muito próximos às casas.

    Pode-se utilizar espécies nativas ou espécies exóticas, observados os critérios citados e as características das espécies. Algumas espécies apresentam limitações para arborização urbana, por isso não são recomendadas.

    -Dryopteris_filix-

    Dryopteris é uma das espécies mais comum das matas naturais do complexo da Mata Atlântica.

    É um gênero cosmopolita de samambaias decíduas rizomosas que contêm cerca de 150 espécies. Muitas espécies são cultivadas como ornamentais pela sua bela folhagem em formato de vaso.

    Algumas espécies exigem condições especiais, mas várias outras, inclusive Dryopteris filix-mas, são facilmente cultivadas como plantas ornamentais, sendo robustas e muito resistentes à seca. Várias espécies contêm derivados de floroglucinol (”filicina”), que paralisam parasitas intestinais. Além de Dryopteris filix-mas, Dryopteris cristata, Dryopteris oreades e Dryopteris crassirhizoma são usados medicinalmente. Drogas derivadas destas samambaias são usadas em conjunto com um purgativo efetivo. Dryopteris crassirhizoma foi registrada na medicina chinesa desde pelo menos a última dinastia de Han (25-220 DC). Conhecida como guan zhong, também reduz inflamação, controla sangramentos e abaixa a febre.

    Dryopteris filix-mas é uma planta perene com rizoma subterrâneo e escamoso, dando origem a frondes pecioladas e duas vezes penatissectas, de até 90 cm de tamanho, inicialmente enroladas em croça e cobertas de escamas castanhas. No final do Verão, formam-se, na face inferior das frondes, duas filas de esporângios cobertos de indúsios. No verão estes esporângios libertam esporos castanhos que asseguram a reprodução da planta. Todas as partes são tóxicas. O feto-macho abunda nas florestas sombrias, sobre os rochedos, perto dos ribeiros, e suas virtudes são conhecidas desde a Antiguidade.

    flower

    Flora é o conjunto de espécies vegetais (plantas, árvores, etc) de uma determinada região ou ecossistema específico.

    É um termo muito utilizado em botânica. A flora numa determinada região pode ser muito rica, ou seja, com muita variedade de espécies. É o que acontece com a flora brasileira, pois em nosso país existem diversos ecossistemas como, por exemplo, Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, entre outros. Cada ecossistema possuí flora específica, adaptada às condições ambientais da região.

    Algumas espécies da flora brasileira:

    Flora da Mata Atlântica: pau-brasil, bromélias, palmito-juçara, quaresmeira, begônias, citronela, salvia, acácia, passiflora.

    Flora da Amazônia: seringueira, annona, attalea, fabaceae.

    Flora do Cerrado: jacarandá, terminalia, connarus, andirá, salácia, Antonia, miconia, rustia formosa.

    Flora da Caatinga: cecropia, cleome, combretum, sicana, cucumis, dioclea, abrus, acácia.

    1a_scraps delicados

    guapuruvú

    Nome científico: Schizolobium parahyba
    Nomes populares: Guapuruvu, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, ficheira, pataqueira
    Origem: Brasil
    Família: Leguminosas
    Luminosidade: sol pleno
    Porte: Pode chegar a 30 metros de altura
    Clima: quente e úmido
    Copa: rala, produz sombra leve
    Propagação: Sementes
    Solo: fértil
    Podas: não são necessárias

    Esta linda espécie brasileira pertence à Família das Leguminosas e pode atingir até 30 metros de altura. O guapuruvu perde totalmente suas folhas no inverno e cobre-se de flores amarelas na primavera. Só após a florada é que inicia a brotação de novas folhas. A copa produz uma sombra muito leve, o que permite o plantio da espécie em gramados ou próxima a canteiros sem prejudicar a insolação sobre as outras plantas. É uma espécie pioneira, indicada para plantios em áreas degradadas em razão do seu rápido crescimento.

    12minifloresmagia

    Eugenia  macrosperma (árvore)

    Linda árvore de 3 m de altura, com folhas de formato oblongo-lanceolado, de coloração verde-escura na face superior, enquanto que acobreadas e aveludadas na inferior. Fruto arredondado ou ovalado, vermelho-escuro quase negro, de polpa avermelhada. Sabor levemente acidulado e agradável.

    Usos: A planta tem ótimo efeito ornamental, por sua delicadeza de formas e principalmente pelas folhas cujo verso é dourado (ou acobreado). Os frutos produzem um suco vermelho-rubi de coloração surpreendente. Excelente também a geléia, que adquire esta tonalidade. Não deve faltar em reflorestamentos de Mata Atlântica, por se tratar de planta ameaçada.

    Cultivo: Solos bem drenados, em climas tropicais ou subtropicais, à meia-sombra ou pleno sol. Beneficia-se de uma adubação bem balanceada.

    Origem: Restinga arbórea do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

    Família: Myrtaceae.

    Observações: Espécie rara, foi citada pela primeira vez como frutífera no monumental “Dicionário das plantas úteis do Brasil”, de M. Pio Corrêa.

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