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Mesmo quando o espaço não parece adequado, pode sim, ser possível usufruir dos benefícios de um belo jardim.
A criatividade e a adequação são as palavras mágicas nesse caso.

É possível usufruir dos benefícios de um jardim, mesmo quando o espaço é pequeno, em qualquer pequeno canto pode ser feito um pequeno e precioso jardim. Eles não só podem atenuar os efeitos visuais como também os climáticos

Os japoneses têm um grande amor por jardins e, mesmo com falta de espaço eles demonstram que não existem limites para a criatividade quando se tem vontade.

Os japoneses costumam cuidar de seus jardins em vasos pequenos e em ambientes bem estreitos, já que suas casas são bem pequenas e raramente existem espaços para grandes jardins.

Com poucas plantas, com formas volumétricas e alturas diferentes pode-se criar um jardim harmonioso.

As forrações podem ser de casca de pinus ou pedriscos. A quantidade de plantas em um jardim de pequenas dimensões deve ser reduzida, para que não haja a poluição visual, causada pelo excesso, onde várias espécies disputariam esse pequeno espaço e que com isso podem fazer com que o jardim pareça menor ainda.

Assim, fica mais fácil de limpar e de tratar direito das plantas além de ter resultados muito bom.

Jardim de pedrinhas

Dicas de como criar um cantinho charmoso e diferente no seu jardim.

1 – Utilize pedrinhas de rio (seixo) de diversos tamanhos para fazer um conjunto com plantas e vasos. Seu jardim vai ficar bem bonito!
Coloque algumas bromélias, elas podem ser fixadas diretamente nas pedras, mas se você preferir, pode colocar um pouco de terra vegetal com fibra de coco entre as pedras, antes de fixá-las. Faça um conjunto com várias bromélias de diversos tamanhos, para fazer um grupo bem harmônico.
Quando terminar o arranjo, você pode pulverizar adubo foliar nas bromélias e regá-las para que acumulem água em seu interior. Não se esqueça de colocar um pouco de água sanitária na água para evitar a procriação das larvas do mosquito da dengue. O adubo foliar deve ser aplicado semanalmente.
2 - Plante algumas flores para dar alegria ao conjunto. Faça um grupo de begônias de folhas roxas, mas saiba que essas plantas não podem ser fixadas diretamente nas pedras como as bromélias. Será preciso fazer um buraco entre as pedras e colocar terra tratada para jardim e adubada com NPK na proporção 4:14:8 e húmus de minhoca. Plante as begônias fazendo um grupo para ter um melhor resultado. Esconda a terra com as pedras.
3 – Apóie um vaso entre as pedras para que fique inclinado. Nas casas especializadas em vendas de plantas costumam ter esse modelo de vaso já apropriado para essa situação. Ele é meio achatado na sua base para ficar na posição inclinada. Procure usar um impermeabilizante na sua parte externa, antes de colocar a terra, para que não fique com manchas esverdeadas, de limo.
4 – Coloque um pouco de terra adubada dentro do vaso e preencha-o com plantas que você achar melhor, desde que não cresçam muito, procure plantas que têm folhas em cores diferentes e que dêem flores. O efeito final será bem bonito.
5 – Faça um outro conjunto de begônias de folhas verdes junto as pedras, do mesmo modo como foi feito com as begônias de folhas roxas. Esse efeito servirá para dar contraste e também equilíbrio à composição.

Uma erva daninha precisa ser arrancada; uma mudinha deve ser transplantada; um galho tem que ser podado. Essas e outras tarefas necessárias para manter as plantas sadias e viçosas fazem parte do dia a dia de quem lida com as plantas.

Mesmo que seu jardim seja alguns poucos vasos que você cultiva dentro de casa, o ideal e poder contar com o auxilio de instrumentos adequados.

Uma lista mínima desses apetrechos (usados principalmente em vasos, mas também úteis para o jardim) inclui um regador, um borrifador manual, um alicate de poda, um canivete, um escarificador e uma colher de jardineiro.

As ferramentas e seus usos – Um regador pequeno, de bico fino, é apropriado para regar o solo do vaso, por baixo da folhagem. Se você usar água de chuva a temperatura ambiente, tanto melhor. Para que isso seja possível, deixe sempre um regador cheio dentro de casa.

A irrigação das folhas pode ser feita com um pulverizador: seus leves jatos de água facilitam muito a limpeza da planta. Com esse instrumento, é possível a aplicação de inseticidas e adubos foliares. Mas não se esqueça de etiquetar os produtos a fim de evitar confusões, que poderiam ser prejudiciais, as plainas.

Para eliminar galhos excessivos e dar forma à planta ou para tornar mais abundante sua folhagem e floração é necessário proceder a podas regulares. O instrumento mais indicado para as plantas de interior é um alicate de poda, também chamado tesoura corneta. Com um canivete fica muito mais fácil preparar as plantas para enxertos. Você precisa de disposição e alguma paciência.

As mini-ferramentas – Bastantes práticas as mini-ferramentas são encontradas em estojos contendo três ou quatro peças – colher, escarificador, ancinho e garfo – conforme o modelo.

O ancinho serve para nivelar a terra e remover resíduos e torrões. O escarificador um ótimo instrumento para revolver a camada superior do solo – normalmente endurecida por causa das irrigações – e permitir que o ar chegue até as raízes. As colheres de jardineiro apresentam diversas utilidades: desde encher os vasos de terra, até fazer pequenas covas e transplantar mudinhas. O garfo serve especialmente para perfurar o solo, facilitando a semeadura.

No entanto, alguns dos instrumentos citados podem eventualmente ser substituídos por velhos utensílios de cozinha. Um garfo de dois dentes ou uma colher já muito usados, por exemplo, são tão úteis quanto seus correspondentes de jardinagem.

Muitos outros itens, menos essenciais, poderiam ser acrescentados ainda à sua relação de ferramentas para cultivo de plantas de interior: uma peneira comum, para peneirar a terra dos vasos, luvas protetoras e um pincel para a limpeza das folhas.

Todos esses equipamentos podem ser encontrados facilmente em casas especializadas em artigos de jardinagem, lojas de ferragens e até mesmo em supermercados.

ferramentas de jardim

jardim

Planejar bem o jardim quer dizer definir o que é esperado e como se pretende usá-lo. Deve-se levar em conta também o custo. Um bom projeto paisagístico do jardim deve levar em conta: a área e seu entorno, o tipo de solo, o clima da região, as espécies disponíveis e uma escolha criteriosa das espécies.

A LOCALIZAÇÃO – Nos jardins urbanos, o primeiro passo é examinar o tipo de interferência provocada pelas construções adjacentes ao futuro jardim. Seu tamanho está ligado de maneira indireta à localização do terreno que o comporta, seja no litoral, no campo ou na região urbana.

É importante conhecer o trajeto que a cada dia o sol percorre no céu no verão e nas demais estações, bem como, a falta de insolação ou superexposição.

As peculiaridades da insolação acarretam, em cada recanto do jardim, uma seleção dos espécimes que serão plantados, conforme sejam as suas características e necessidades. Veja mais »