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Lírio-tocha (Kniphofia Uvária)

O lírio tocha faz parte da família das Asphodelaceae e como categoria é classificada em duas: como flores perenes e como bulbosas.

Como toda espécie de planta, ela também tem o seu clima preferido. No caso do lírio-tocha ela pode se adaptar bem a 5 climas, que são eles: oceânico, mediterrâneo, tropical, temperado e subtropical. Sendo assim, dá para saber que é uma planta que pode ser perfeitamente cultivada em solo brasileiro com grandes chances de sucesso, graças ao clima.

Essas plantas saíram da África e da África do Sul. E deve ser por esse motivo, levando-se em consideração o clima desses lugares é que o lírio tocha ama o sol pleno, mas também fica bem quando tem meia sombra.

Sobre a medida da sua altura fica entre 0.6 e 0.9 m e possui um ciclo de vida classificado como perene.

Ser uma planta perene significa que a espécie tem uma ciclo de vida que supera os dois anos, considerado longo.

É uma planta de aspecto exótico, pois essa herbácea é entouceirada e dá a ela esse tipo de aspecto.

Suas folhas são bem verdes e possui um “acabamento” que merece destaque. As margens delas são longas, serrilhadas e mais afiladas e glabras.

Apesar da particularidade da forma exótica do lírio-tocha e de suas folhas serem particularmente belas, o que realmente atrai a atenção para esse tipo de planta é a sua  inflorescência.

É um verdadeiro espetáculo o período de inflorescência, onde as flores tubulares crescem dando um aspecto perfeito, graças a sua densidade e o quanto são altas. Sem falar que são muitas flores, que aparecem “presas” a hastes fortes e também compridas.

Outra parte bela da inflorescência da lírio-tocha é o colorido das flores, que se apresentam em um degradê perfeito. E se não bastassem tanta beleza, dá para observar que as flores crescem de baixo para cima e com isso vai se criando um efeito de cores particularmente belo. As flores que são mais coloridos, que tem a cor mais forte ficam na parte de cima e as demais vão clareando de acordo com a proximidade da base. Até chegar embaixo bem clarinha.

Líriotocha

As variedades de Lírio-tocha
Outra grande surpresa que as plantas lírio-tocha nos oferecem é o fato de contar com uma grande variedade. A diferença entre uma e outra está no colorido das flores. Em geral, todas elas são de cores quentes como vermelho, laranja, amarelo ou creme. O porte dessas flores e a variedade no colorido se dá de acordo coma época da florescência.

O período de florescência de qualquer uma das variedades do lírio-tocha é entre a primavera e o verão.

Elas atraem os beija-flores e normalmente, no paisagismo são usadas tanto em plantações em grupos ou também no plantio isolado. Com elas são formados maciços ou bordaduras, por exemplo.

Cultivo do lírio-tocha
As características ideias para se fazer o cultivo de qualquer uma das variedades do lírio-tocha são:
* O cultivo da planta deve ser feito durante o sol pleno ou também pode ser cultivada a meia sombra;
* O solo para receber o lírio-tocha deve ser leve e muito fértil, mas primeiramente ele deverá ser enriquecido com matéria orgânica;
* As regas devem ser feitas todos os dias de manhã cedo ou no fim da tarde durante o verão;
* Vale lembrar que as regas deverão ser feitas com menos frequência durante o frio e que o lírio-tocha suporta tanto geadas quanto o frio;
* E o principal, para multiplicá-lo poderá ser usado dois métodos: as sementes ou também através da divisão a touceira.
* O lírio tocha não suporta solos arenosos e com pouco nutrientes, além daqueles encharcados.

Preparação do canteiro para cultivar o lírio tocha
a – A terra deverá ser revolvida várias vezes para que isso permita a entrada de ar e depois dessa etapa é necessário enriquecê-la com adubos orgânicos, de preferência animal e também um pouco de areia no fundo para ajudar no escoamento da água.

b – É aconselhável colocar composto orgânico bem particulado.

c – Considere a seguinte quantidade para cada metro quadrado de adubo: deve ser bem curtido de gado, 1 quilo. A mesma quantidade também pode ser substituída por aquele de aves. Depois misture bem com a terra e nivele.

d – Se você comprou uma muda, provavelmente ela estará dentro de um saco plástico ou dentro de um balde, e em ambos os casos, com os rizomas. Neste caso, considere 8 centímetros como a profundidade necessária para plantá-la.

e – As mudas deverão ser retiradas do lugar em que foram compradas fazendo um corte com o podão. É muito importante que os rizomas saiam perfeitos para o cultivo. Depois é só abrir a cova e usando as mãos colocá-la e ir arrumando a terra. Aperte ao redor, mas não com muita força.

f – A rega depois do cultivo deve ser feita todos os dias até completar 10. Passado esse período deverão acontecer com intervalo de 2 a 3 dias. Observe se a terra está precisando de água.

g – Fique atento ao espaço necessário entre as  mudas que deve ser de pelo menos 0,70 até 1,20. As fileiras devem ser feitas de forma desencontrada.

Reprodução ou propagação do lírio-tocha
* A técnica usada para propagar o lírio-tocha é das touceiras e deve ser feito depois que passar o período de florescência.
* Abra em torno da muda para ficar aparente os rizomas.
* A faca que será usada para fazer a limpeza deve ser afiada e esterilizada para não ferir o caule e não deixar a planta doente.
* A vantagem é que a planta não apresenta problemas com doenças tão cedo. Passam anos e ele está sempre saudável.
* Na primavera é necessário adubar e o ideal é que seja feita uma mistura de adubo animal com orgânico. Proporção: 4 por 1. Coloque em volta da planta e depois regue.

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plumbagoauriculata

A bela-emília faz parte da família das Plumbaginaceae e quando o assunto é categoria, ela está presente em três delas, que são: cercas vivas, arbustos tropicais e arbustos. É originária da África do Sul e da África e por isso, a sua preferência pelos climas tropical, oceânico e subtropical.

É uma planta que gosta de sol pleno ou no máximo, de meia sombra. Apesar de ser uma planta rústica, a bela-emília é também muito versátil e por isso é muito usada por paisagistas em projetos de jardins e outros.

Uma das características marcantes da planta é o fato de ela ser muito ramificada, por isso, é uma das espécies escolhidas quando é necessário criar uma cerca viva em um projeto. É muito comum que a planta seja tratada como uma trepadeira, mesmo não sendo uma característica original dela.

Se as folhas concedem uma beleza única para a bela-emília o mesmo podemos dizer das flores. São tão lindas quanto a folhagem. Com total delicadeza, as flores formam buquês de pequena dimensão. E entre as espécies, encontramos algumas com flores em tonalidade azul. Porém, a maioria das plantas que encontramos é de flores brancas e delicadas.

A bela-emília adora sol e isso deve ser levado em consideração também na hora do cultivo. A sol pleno ou a meia sombra é que ela deve ser cultivada. Não importa se sozinha ou para formar cerca viva.

Não é uma planta exigente. A poda com regularidade pode ser o suficiente para que as flores apareçam sempre, assim como as folhas se renovem, exigindo pouco em relação a fertilidade.

E já que estamos falando de cultivo, vale ressaltar que na hora de multiplica-la podem ser usados os seguintes métodos: sementes, estacas ou mergulhia. E um detalhe importante, a planta não tolera frio.

Foi dito que podemos encontrar a bela-emília em relação a altura, porém, vale ressaltar que é mais comum encontrá-las com a medida entre 1,8 a 3 m de altura. Ressaltando que são muito ramificadas porque é uma planta categorizada como arbusto e isso faz parte das suas características.

Brancas ou azuis as flores cobrem esse arbusto praticamente o ano inteiro, claro, que estamos falando de quando elas são cultivadas em regiões mais quentes, que conhecem pouco o frio.

O frio suportável para a bela-emília não pode ser inferior a 10ºC. Porém, pode ter certeza de que a planta é uma espécie bem fácil de cultivar e também de cuidar. O essencial é que ela esteja em um ambiente propício em relação ao clima e as flores e as folhas estão garantidas praticamente o ano todo.

Bela Emília alba

Aprenda o passo a passo como cultivar a planta Bela-emília e veja como é fácil tê-la florida e com folhagem verdinha.
1- Como qualquer planta é necessário escolher uma terra fértil para o cultivo, além disso, preocupe-se com a drenagem da água. São fatores que fazem toda a diferença de um cultivo bem sucedido de um mal sucedido.

O cultivo deverá ser feito durante o sol pleno ou a meia sombra. Você perceberá que quando ela está sob o sol as flores aparecem. Porém, a meia sombra o efeito também é conseguido.

A terra se for levemente ácida, a plumbago agradece, e caso as folhas começarem a amarelar quando crescerem é por que o pH está alto demais. E mais um detalhe, quando for plantar mais de uma muda da bela-emília é necessário ter um espaço de no mínimo 90 cm entre cada uma delas. Se puder chegar a 1,5 m de distância, melhor ainda. Lembre-se que esses espaços é que garantem que a planta cresça forte, sem que uma prejudique a outra.

2- Depois de plantar é hora de regar o arbusto. A espécie deve ser regada  frequência. É muito importante que a terra esteja sempre úmida até que a raiz ganhe força e daí por diante ela conseguirá seguir o crescimento necessário.

A bela-emília é daquelas plantas que suporta ficar com a terra seca, obviamente não é para esquecer de colocar água sempre. Mas, se isso acontecer ela é capaz de sobreviver, mas cuidado para não colocar água demais.

3- Outro ponto importante para dar uma força para planta é a fertilização. É aconselhável fazê-la duas vezes por ano, uma na primavera e a outra durante o verão. É um modo de fazer com que as flores cresçam cada dia mais fortes e bonitas.

Fique atento a cor das folhas que podem ser sempre um sinal de que alguma coisa não está indo bem. Caso elas comecem a ficar amareladas, “cure” a sua planta aplicando sulfato de manganês nela. Faça isso seguindo as instruções da embalagem.

4- E para completar, para garantir a beleza da planta é necessário que as podas sejam realizadas. O momento certo de fazê-las é quando você percebe que os galhos cresceram demais. O tamanho também pode ser definido de acordo com a sua vontade, de como prefere. Não tem um tamanho correto que seja necessário seguir.

É muito comum que você plante a bela-emília e perceba que ela está ultrapassando os “limites” de onde foi cultivada. Se ela estiver sendo cuidada como se deve será vigorosa e passará o espaço em que foi plantada. Então, nada de pânico, use a tesoura de poda para apará-la. E sempre retire os galhos que morreram, quebrados e também aqueles que você percebe que estão enfraquecidos.

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Yucca elephantipes

A Yuca-elefante também pode ser chamada de yuca-pé-de-elefante ou yuca-gigante. Essa planta é originária de muitos países vizinhos do Brasil, aqueles da América Central, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Honduras e México. A planta faz parte de um grupo cujo nome do gênero é o mesmo do seu primeiro nome Yucca, com a diferença da repetição de uma das consoantes na hora de escrever.

Trata-se de uma espécie de planta que pode atingir uma boa altura, ela pode chegar a media 8 m, porém, somente quando plantada ao ar livre e diretamente no solo. As outras plantas do mesmo gênero não conseguem atingir a mesma altura, a média é bem menor do que os 8 m que podem ser alcançados pela yuca-elefante.

Apesar dessa altura toda, a planta, pode ser cultivada dentro de um vaso e usada como planta ornamental de decoração de interiores.

Características da Yuca-elefante
Os troncos da yuca-elefante são pouco ramificados e são eretos. Suas folhas aparecem em grande quantidade, são pontiagudas e apresentam forma de espada. São folhas perenes e não apresentam espinhos na ponta. Para completar, se observa nas laterais da planta serrilhas, porém, vale ressaltar, que existe uma diversidade de folhas. Algumas delas são matizadas e a planta, neste caso, é chamada de yucca elephantipes variegata.

As flores da Yuca Elefante aparecem somente durante o verão e as suas principais características são: são sempre na cor branca, possuem forma de campânula e são cerosas. A curiosidade é que as flores dessa espécie são consideradas as flores nacionais de El Salvador.

Não é a toa que as flores da yuca-elefante aparecem no verão, na verdade, elas gostam mesmo é de sol pleno e no máximo, de meia sombra, elas precisam sempre se encontrar sob sol pleno.

O solo perfeito para o cultivo da yuca-elefante é aquele que possui um substrato com uma excelente drenagem. Quando a drenagem não é de boa qualidade, as raízes acabam apodrecendo e a planta morre.

Outra observação importante é em relação a rega, que não pode ser em excesso de jeito nenhum. A planta só pode ser molhada novamente depois que o substrato estiver seco. O que faz com que a yuca-elefante seja uma planta que tolera muito bem a falta de água.

Detalhes sobre a planta
O nome da yuca-elefante, mas precisamente, o nome yuca-pata-de-elefante, tem a ver com uma das suas principais características, é ter o tronco mais largo que a base o que faz parecer muito com a pata de um elefante.

Por ter uma presença marcante, a yuca passou a ser muito usada para ornamentação da parte interior da casa, mas atenção as medidas. Para se ter a espécie enfeitando a sala é necessário ter espaço. As folhas da yuca-elefante, por exemplo, podem chegar a ter 75 centímetros de comprimento, sem falar que as suas extremidades são pontiagudas, fazendo parecer ainda mais longa. Além disso, elas se apresentam com um tufo na parte superior porque são agrupadas. Também ficam em grupos nos troncos.

Além da beleza, uma outra vantagem da yuca-elefante é que ela é ótima para combater a poluição, porque é eficaz contra o benzeno, o amoníaco e o monóxido de carbono.

Se as características dessa planta animaram você a ter uma na sua casa, veja a seguir os cuidados necessários.

Os cuidados com a Yuca-elefante em casa
As plantas precisam de cuidados especiais, cada uma seguindo as suas próprias características e não seria diferente com a yuca-elefante. A seguir dicas para mantê-la bonita no interior.
* Para começar, quando tiver uma planta dessa dentro de casa, certifique-se de que o ficus dela esteja em um lugar com ótima luminosidade.
* A planta precisa de luminosidade, mas não deve ser colocada atrás de um vidro que esteja exposto ao sol. Os raios que passam entre ele e chegam até a planta podem acabar queimando as folhas.
* Quando tiver uma temperatura moderada fora de casa, coloque o vaso com a planta na varanda ou no terraço.
* A yuca elefante deve ser regada com moderação, nem muita água e nem esquecer de molhar. A atenção deve ser redobrada no inverno, para não exagerar. Normalmente, é necessário esperar que a terra da parte de cima esteja seca para regar novamente.
* Em dias de muito calor é aconselhável a nebulizar as folhas da yuca-elefante.

Os possíveis problemas com as folhas da Yuca-elefante e o motivo
Se de um dia para o outro as folhas da sua planta ficarem na cor branca. Fique atento! Esse é um sinal de que a rega está sendo feita em excesso. Quando isso acontece as raízes são sufocadas e por isso, a cor branca nas folhas. Tem como reverter, diminuindo a quantidade de água e o intervalo entre uma rega e outra.

As folhas da yuca-elefante também podem aparecer na cor amarela e também tem um motivo. Quando as folhas da sua planta apresentam essa coloração é porque ela está fazendo a renovação da folhagem. O que significa que está passando por um processo natural. A única coisa que deve ser feita, neste caso, é esperar que as folhas que ficaram amarelas sequem, arrancar e pronto.

Não é simples de cultivar a planta yuca-elefante. Se você pretende ter uma em casa é melhor comprá-la já em um determinado tamanho. Essa espécie é facilmente encontrada em lojas especializadas em venda de plantas e material de jardinagem. Antes de adquirir uma, tire as medidas do espaço que você tem em casa para colocá-la e considere as folhas longas, não coloque a sua planta em lugar de circulação para evitar que ela sofra danos.

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Gaura Lindheimeri

Há inúmeras plantas que podem ser cultivadas em nossos jardins, desde as menores até as maiores que ocupam quase todo o espaço disponível. Dentre as menores, bonitas e elegantes está a Gaura-rosa, que ainda pode ser chamada de Vela-esplendor e Vela-da-pradaria.

A Gaura-rosa é uma espécie originária do sul do Texas e da Louisiana, ambos pertencentes aos Estados Unidos.

É uma planta que apresenta grande durabilidade e que pode crescer até atingir uma altura aproximada que varia entre 50 e 1,50 cm, possuindo um caule grandemente ramificado e que faz seu desenvolvimento a partir de um rizoma subterrâneo. As folhas apresentam áreas lanceoladas e pilosas, e seu tamanho pode variar entre 01 e 09 cm de comprimento e mais ou menos até 13 mm de largura, ainda contando com uma lateral dentada grosseira.

Suas primeiras flores costumam aparecer entre as estações da Primavera até a o Outono, gerando flores cuja coloração é um misto bastante harmonioso de branco e cor-de-rosa, com medida variando entre 02 e 03 cm de diâmetro, e cada um apresenta apenas quatro pétalas.

Cultivo e uso da Gaura-rosa
Esta espécie de planta é bastante cultivada como planta para enfeitar, ou seja, ornamental. Com o passar do tempo passaram a ser selecionadas e cultivadas as mais variadas cores, que vão desde o branco mais puro, até o rosa bem escuro. Em determinadas plantas, as pétalas apresentam um efeito bastante inusitado, logo de manhãzinha, de madrugada, elas apresentam a cor brancas e com o entardecer do dia a cor começa a mudar e se torna cor-de-rosa.

Essas plantas são bastante utilizadas nos canteiros das áreas verdes ou são cultivadas em vasos para melhorar a textura e cor delicada. Ela se desenvolve mais e melhor quando está no sol pleno e pode viver por inúmeros períodos sem que haja uma rega regular.

A Gaura-rosa é também chamada por Moita-borboleta, uma comparação à forma de suas lindas flores, que fazem lembrança a antenas e asas do inseto. Ela se transforma em pequenas touceiras e pode ser cultivada em floreiras, vasos ou ainda formando bordaduras e maciços no jardim, em um local com bastante sol.

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Sempre ao final do verão, as flores começam a perder suas lindas cores. Ela é bonita, fresca, e torna o ambiente mais alegre e arejado, e passou a assumir o papel de outras plantas, a medida que é cultivada para trazer um toque de leveza para as laterais de um canteiro.

A hora de plantar essa planta é próximo ao mês de julho, especialmente num vaso não muito fundo e largo para que possa crescer de maneira bonita e saudável. Além disso, ela é uma planta perfeita para ser usada nas fronteiras dos canteiros, nos lugares mais ensolarados e quentes, pois ali que mais se desenvolve.

As flores da Gaura-rosa podem atrair muitos insetos, entre eles as borboletas que ajudarão a enfeitar mais e mais um jardim. A planta pode ser usada para formar cercas vivas, ou cercas de arbusto baixo, para deixar tudo mais bonito e ao mesmo tempo proteger o lugar. Para o jardim aproveite da coloração para fazer a mistura de flores entre a Gaura e outras que sejam também, floridas e coloridas.

É possível preencher os vãos de jardins usando a Gaura, mas é importante lembrar que a mesma necessita de espaço. A mistura da cor rosa e branco fica perfeita em muitos lugares, basta que faça uma poda adequada. As flores vão crescer durante vários meses e sua durabilidade é grandiosa, não necessitando de muitos cuidados e nem de regas diárias, sobrevivendo por longo tempo na seca.

Cultivo: ela pode ser cultivada sob o sol ou sob um pouco a sombra. Ela pode se desenvolver no interior dos imóveis, desde que o local tenha uma iluminação adequada e uma ventilação boa também.

Temperatura Ideal: Ela consegue resistir bem desde que seja sob temperaturas moderadas. Se desenvolve muito bem em climas secos.

Adubação: Seu solo deve ser rico em matéria orgânica para que haja um crescimento adequado, bem como com uma drenagem certa.

Regas: não há a necessidade de se regar continuamente ou diariamente essa planta, basta uma vez por semana. É preciso que durante o período de crescimento seja regada a cada 20 dias.

Podas: Com a chegada do verão e a diminuição das flores, é o período ideal para se fazer  a poda, sendo que a mesma não pode ser muito rente, sob pena de acabar matando os galhos e, consequentemente, os futuros brotos.

A primavera é a melhor época para se fazer a multiplicação das mudas, o tempo está quente e um tanto seco, perfeito para as Gaura-rosa. Sendo que as flores aparecem com maior abundância desde o final da primavera até o começo do outono.

As doenças e pragas aparecem com maior facilidade quando a terra dos vasos ou canteiros permanece úmida por muito tempo, por isso, é importante que a rega não seja feita com muita frequência, senão o solo encharca propiciando o surgimento de invasores indesejáveis.

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