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Da família Brassicaceae o goivo é uma planta semi-herbácea, florífera, nativa da região mediterrânea. Relatos indicam que seu cultivo em escala comercial no mundo iniciou-se nos anos 1920. Por aqui, a maior parte dos exemplares encontrados é oriunda do Japão, onde produtores locais têm grande dedicação ao plantio da espécie.

Seu porte é pequeno, atingindo cerca de 45 cm de altura em média. Seu caule é ereto a levemente tortuoso e lenhoso na base. As folhas são lineares, de margens inteiras e pubescentes, o que dá a folhagem uma coloração verde acinzentada.

As flores surgem na primavera, em inflorescências eretas e terminais. Elas podem ser simples ou dobradas e de diversas cores, desde o branco, rosa, vermelho até o violeta, com diversas tonalidades intermediárias.

Seu fruto é do tipo síliqua e apenas os espécimes de flores simples os produzem, mas das sementes se originam plantas de flores simples e dobradas (As plantas de flores dobradas são estéreis).

Próprio para bordaduras e maciços, o goivo é uma planta graciosa e rústica, com folhagem e floração decorativas.

Além disso, suas flores são muito perfumadas e algumas variedades liberam seu aroma de maneira mais intensa à noite. As longas inflorescências também podem ser colhidas para utilização em buquês e arranjos florais, como flor-de-corte. Ainda podem ser plantadas em vasos e jardineiras, desde que bem drenáveis.

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O florescimento do goivo se dá naturalmente na primavera, mas em condições de cultivo protegido pode ocorrer mais de uma vez por ano. Após o florescimento, quando se procede à poda e à retirada da haste floral, em alguns casos pode-se conduzir a planta buscando a rebrota de mais hastes, que darão uma nova colheita.

O goivo deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

A  adubação da espécie deve ser realizada mensalmente após o transplante. Atente-se para o uso de adubos corretos para as respectivas fases de crescimento e florescimento da planta.

O plantio do goivo é feito com sementes, e não exige muitos cuidados graças à rusticidade da espécie, mas se adapta melhor a climas amenos.

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A germinação inicia-se de sete a 14 dias depois da semeadura. Apesar de não tolerar o excesso de água, não resiste à falta de irrigação, que deve ser realizada diariamente, porém, com baixo volume de água.

As sementes de goivo costumam ser encontradas em supermercados, lojas agropecuárias e casas de jardinagem. Recomenda-se fazer a semeadura no fim do verão ou no início do outono.

Na hora do plantio, a dica é colocar de duas a três sementes em cada célula da bandeja
a uma profundidade de 0,5 cm. A irrigação deve ser feita diariamente.

Embora tenha a possibilidade de ser vendida também como flor de corte para decoração, formação de buquês e composição de arranjos florais, o goivo é uma dessas plantas que, por aqui, são exploradas somente para utilização em projetos paisagísticos e de jardinagem em casas e estabelecimentos comerciais.

Suas flores são bastante perfumadas, com uma palheta de cores que passa pelo branco, rosa, vermelho e violeta.

A planta é capaz de tolerar curtos períodos de estiagem, mas não resiste a encharcamento. Apesar de bienal, deve ser tratado como anual, pois perde a beleza com o tempo.

A remoção das inflorescências velhas estimulam um novo florescimento. Aprecia o clima ameno, mas pode ser conduzido em estufas em regiões de clima temperado.

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A Peônia é uma planta herbácea, perene, pertencente à família Paeoniaceae, com altura aproximada de 60 a 75 cm.

São plantas com grandes e belíssimas flores perfumadas que encantam um jardim e sua origem é da Ásia, Sul da Europa e Oeste da América do Norte, sendo hoje cultivadas em todo o mundo.

O gênero Peônia compreende dezenas de espécies, de plantas herbáceas e arbustos.
Existem também diversas variedades resultantes de hibridizações e seleções de peônias, principalmente na China, onde ela é uma importante planta ornamental, sendo considerada, inclusive, como símbolo nacional.

As espécies que se encontram nos viveiros não são espécies botânicas, mas os híbridos e cultivares, obtidos a partir da intersecção de determinadas espécies de floração de peônias, são geralmente divididos em dois grupos principais: as peônias árvore e peônias herbáceas.

São plantas que possuem uma folhagem verde escura recortada, bonita e abundante. Possuem ramos semi-lenhosos que por vezes se desenvolvem a partir de rebentos que crescem na base da planta.

Os ramos laterais desenvolvem-se proporcionando uma largura que chega aos 20 a 30 cm. As raízes são grossas e tuberosas. As folhas são recortadas, de cor verde escura por cima e acinzentada por baixo, ovaladas e em número de nove em cada seção, cada uma com, pontas profundamente serrilhadas e pontiagudas.

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As suas flores são exuberantes e de cores e formas variadas. Surgem em cada ramo na primavera, em número variado e têm o feitio de uma taça com 8 a 12 cm de largura e 8 a 10 pétalas, podendo ter cor branca, rosa, vermelho ou salmão, com estames amarelos. Podem ser perfumadas ou não e quando atingem a maturidade, possuem uma cápsula na base que constitui o fruto onde as sementes se abrigam. Algumas flores têm pétalas dobradas.

Muitas variedades possuem uma mancha roxa na base de cada uma das pétalas, proporcionando um efeito deslumbrante. Existem imensos cultivares disponíveis no mercado, embora esta planta não seja muito fácil de encontrar nos viveiros mais conhecidos.

Quando as flores são muito grandes o caule pode ter tendência para dobrar, para ajudar a planta e proteger as flores, pode colocar-se um tutor no centro do aglomerado de folhas onde se encontram as flores maiores e mais pesadas.

Periodicamente deve-se retirar as flores desbotadas e murchas. A peônia é uma flor que pode ser cultivada quer em vasos quer em jardins.

Pode ser plantada individualmente ou formando conjuntos de várias cores, dando assim cor, graça e alegria ao local onde se encontram.
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Quando adquiridas com raiz as plantas devem ser plantadas com a cicatriz do enxerto abaixo da superfície uns 12 a 15 cm, para que as novas raízes possam se desenvolver com abundância. À medida que as flores murcham, deixe secar o cálice que contém as sementes, mas corte as folhas secas para que não atraiam fungos.

Estas plantas necessitam de sol direto ou quando muito, sombra parcial. Nos climas muito quentes, prefere alguma sombra nas horas de maior calor.

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As peônias gostam de solo fértil, úmido, mas bem drenado. Exigem água em abundância no período inicial de crescimento e devem ser fertilizadas no início da primavera, para que as flores possam ser grandes e em abundância. Toleram solos mais calcários.

Dão-se bem em zonas de clima continental moderado. Esta herbácea perene desaparece completamente no inverno e regressa de novo no início da primavera, necessitando de um período frio para voltar a emergir e florir de novo.

Durante o período de frio dão-se bem com temperaturas abaixo dos 4,4º C por cerca de até dois meses.

Enquanto estão dormentes gostam mais do tempo frio do que quente, razão pela qual elas nem sempre dão flor e podem ser atacadas por fungos, justamente por causa do calor e da umidade. Por outro lado, nas regiões muito frias, deve cobrir-se o solo com folhas ou aparas de pinheiro junto ao caule, para proporcionar proteção às raízes.

A reprodução faz-se por semente, mas este processo leva 2 ou 3 anos a dar resultados que nem sempre correspondem à planta de onde as sementes provieram, por se tratar de cultivares.

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A melhor maneira de propagar peônias é dividindo as raízes tuberosas e replantar as divisões durante o tempo frio, nunca antes de o inverno começar. Os chamados “olhos” devem ser plantados a uma profundidade de 5 cm, para que a planta não deixe de dar flor.

Na primavera, as estacas retiradas dos caules mais tenros e que se encontram em crescimento, fertilizadas com um pó próprio para esse fim, depois plantadas em solo meio úmido, desenvolvem-se bem, se não no primeiro ano, logo no segundo ano.

As peônias são plantas de manutenção fácil, vivem anos seguidos (podem ir até aos 50) e são ideais para crescer misturadas em sebes, junto a arbustos ou em canteiros com plantas perenes variadas.

Nas flores para colocar em jarra, deve escolher-se um botão quando este começar a abrir e mantê-lo em local seco e fresco durante as primeiras 24 horas, sem água; depois, corta-se 1 cm da base no pé, antes de colocar a flor em água. Há mais de 2.000 anos várias partes desta planta eram utilizadas para fins medicinais tanto na Ásia como na Europa, existindo hoje em dia pesquisas variadas a partir dos extratos retirados desta planta para utilização em medicina.

Alerta: Aparentemente todas as partes desta planta são ligeiramente tóxicas e não devem ser ingeridas sob nenhuma forma.

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Todos aqueles que querem começar um jardim, deveriam conhecer a teoria da jardinagem para que a sua plantação seja feita da forma mais certa.

Além de conhecer jardinagem, você precisa ainda conhecer mais cada planta que você vai cultivar, já que cada uma dessas pede uma quantidade de sol ideal, uma quantidade de água ideal, uma quantidade de adubo ideal, entre outras necessidades.

As plantas vivem como nós humanos, alguns precisam de mais ou menos vitaminas e nutrientes, outros consomem mais água, alguns não podem passar muito tempo ao sol, etc.

A Veigela é um ótimo exemplo de planta que se você não atentar bem sobre o cultivo, poderá ter problemas na plantação. Essa planta é um arbusto, sendo considerado rústico, mas com algumas necessidades que devem ser observadas principalmente no primeiro ano da sua planta.

De todos os cuidados essenciais para essa planta, você vai perceber que algumas são mais delicadas e “cobrarão” um pouco mais da sua atenção, como acontece com a temperatura ideal para planta.

Abaixo será encontrada as principais características sobre o cultivo da Veigela, assim como as principais características dessa planta que pode ser cultivada facilmente em seu jardim.

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A Veigela está entre as espécies de plantas da família das Caprifoliaceae. É de origem do continente asiático com muita incidência na China, na Coréia do Norte e na Coréia do Sul e, portanto, algumas características desses lugares implicam e muito no desenvolvimento da planta. Uma dessas características é o melhor clima para cultivar a planta sendo o subtropical, o temperado e o tropical os mais indicados nesse caso.

Essa planta categorizada como arbustos e cercas vivas, apesar de ser originária dos lugares acima citados, pode ser facilmente cultivada em qualquer parte do mundo desde que este ofereça as condições ideais de clima, umidade e iluminação.

Sendo cultivada de acordo com as condições citadas mais abaixo, a Veigela pode crescer entre 90 cm e 3 m de altura, chegando a esse máximo já na fase adulta de sua vida. A planta apresenta um ciclo de vida perene o que significa que você terá esse tipo de plantação brotando durante o ano inteiro em seu jardim.

Fisicamente, essa é uma planta muito ramificada e estas ramagens se apresentam sempre bem ereta e arqueada, o que faz com que o seu florescimento crie um aspecto decorativo, por isso a planta ser tão utilizada como cerca viva.

As suas folhas são ovaladas e postas de forma oposta em cada ramo com alguns poucos pecíolos e margem serrilhadas, todas sempre alternando entre a tonalidade verde e avermelhada.

As flores apresentam-se sempre solitárias ou em alguns poucos cachos, sempre na extremidade de cada ramo. Elas são pequenas e as cores variam podendo ser rosa, amarela, branca ou vermelha. Os frutos, em forma de cápsula, são secos, mas contém muitas sementes.

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Cultivo da Veigela
Por ser uma planta rústica, não há muita preocupação com os cuidados, pois a Veigela não vai cobrar tanto isso de você. A manutenção da planta fica restrita a praticamente as adubações anuais assim como as podas que também devem ser feitas com esse intervalo de tempo.

O cultivo regular deve ser feito sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, drenado, rico em matéria orgânica e irrigado com regularidade certa. Apesar de para o cultivo certo ser indicado o sol pleno, a planta vai preferir ser cultivada em clima frio e com um pouco de umidade. Essa planta também não vai tolerar climas muito quentes, principalmente o calor tropical e não responde muito bem aos períodos de estiagem. Se você for cultivar a Veigela em locais onde o clima predominante é o subtropical, você deve deixar sempre a sua planta à meia sombra para ela crescer bem.

A fertilização, independente de clima, deve ser rica em fósforo no início e no final da primavera, pois isso vai estimular a floração da planta. Quanto terminar a floração da Veigela, você deve podar no máximo um terço dos ramos mais velhos para dar espaço aos novos que crescerão na próxima floração. Sua reprodução é feita por estaquias feita a partir dos ramos lenhosos e por sementes.

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Doenças da Planta
Toda planta está sujeita a adquirir algumas doenças e não seria diferente com a veigela. Ela apresenta as doenças comuns tanto em cercas vivas quanto em arbustos e você precisa atentar-se muito para que sua planta não seja contaminada. Sendo uma planta rústica, como vocês puderam já notar nas afirmações mais acima citadas, pode ocorrer o aparecimento de algumas doenças e fungos, e dificilmente você perceberá.

O problema mais comum é a podridão da raiz que pode acontecer com a sua planta. Isso acontece porque a Veigela vai exigir um solo bem úmido e o clima ideal não é o com temperaturas mais altas, vai acontecer de períodos onde você vai irrigar sua planta e o solo permanecerá ainda úmido por um tempo além do ideal. Isso vai gerar um crescimento de madeira apodrecida além de folhas murchas.

O Oídio é outro problema comum na veigela. Esse fungo passa a agir na planta através da absorção de seus nutrientes o que deixa uma nódoa esbranquiçada nas folhas.

Para tratar de qualquer um desses problemas, o ideal é você procurar produtos fungicidas que são facilmente encontrados em lojas que vendem produtos para plantas. A aplicação vai variar de acordo com cada fungicida e alguns ainda serão necessários a sua mistura com água devido a concentração em alto volume.

Opte sempre pelos mais naturais para evitar que agridam tanto a sua planta e só suspensa a aplicação quando perceber que o a doença sumiu por completo.

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Planta da família Fagaceae e originária da Europa. Trata-se de uma árvore de porte grande, cerca de, 20 a 30 m de altura e de grande valor ornamental.

Sua copa é arredondada e o tronco liso quando a planta é jovem, à medida que vai envelhecendo torna-se fendido na superfície. As folhas são lanceoladas, com bordos denteados e veias salientes.

As flores diferem-se em masculinas e femininas. As masculinas são amareladas ou brancas e assemelham-se a pequenos rabos de gato. As femininas são menos numerosas e protegidas por espinhos.

Os frutos são na verdade as castanhas e se apresentam em número de um a três, guardadas por um invólucro espinhoso, conhecido por ouriço. São muito saborosos e apreciados em diversos pratos, cozidos, assados ou crus. A floração e a frutificação ocorrem no outono.

Devido ao grande porte, a castanha-portuguesa presta-se para áreas também grandes, como parques e jardins extensos. Para a produção de castanhas, é necessário o plantio de mais de uma árvore, pois não realiza a autopolinização.

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Sua madeira é muito resistente e rica em tanino, e é utilizada na indústria de móveis, couros, tonéis e na construção civil. O florescimento exuberante da castanheira atrai abelhas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solos arenosos e profundos. É tolerante a solos ácidos e a seca, quando bem estabelecida.

Sendo uma árvore de clima mediterrâneo, adapta-se a uma ampla faixa climática, de temperados a tropicais. Sua multiplicação é feita por sementes plantadas logo após a colheita.

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