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margarida

As margarida são flores muito populares, além de serem muito bonitas são sempre bem vindas em qualquer arranjo ou jardim.

Elas recebem vários outros nomes, e por isso podem ser conhecidas também como crisântemo, bem-me-quer quer, mal-me-quer e outros nomes. Esta flor é uma planta bucólica, simples e de cultivo simples, assim se afirma porque com ela não se precisa de atenção especial para seu desenvolvimento.

Elas podem ser cultivadas em vários tipos de solos, menos nos solos muito úmidos, pois são difíceis das sementes germinarem.

As flores se desenvolvem duas vezes no ano (no verão e no outono), eles podem atingir de 60 cm a 1 m de altura. São flores da linhagem das Asteraceaes, é uma planta perene, herbácea. Elas têm caules dividido (ramificado), longos de cor verde que pode variar do verde médio ao  glabro.

Curiosidades
No mundo inteiro existem mais de 20 mil variedades de margaridas, como as Margaridas-céu-estrelado, a Olga, Margarida-de-paris, elas podem diferenciar no tamanho e na cor. As margaridas de pétalas brancas e com miolo amarelo são as mais comuns.

As margaridas são pequenas plantas onde as folhas são da cor verde médio ao acinzentado e às vezes levemente prateado, suas folhas são alternadas, dentadas, semi-caducas, sésseis, suas flores são bissexuais e seus frutos são um aquênio. São delicadas propensas a serem contaminadas por várias pragas ou por doenças  como : as aranhiços, a ferrugem, nematódeos, mosca branca, tripés, os afídeos e outras.

Podemos semear a margarida entre abril e junho de preferência no local definitivo (jardins, vasos), quando plantada em estufa podemos semear de março a maio e podemos transplantá-las entre maio e junho, elas crescem muito rápido, assim teremos as primeiras (flores) margaridas entre junho e setembro.

margarida em vaso948x632

Cultivo
Com cores vivas, essas flores são muito resistentes, contrariando a aparência frágil. As margaridas apresentam mais de 20 mil espécies que variam amplamente de tamanho e tons, sendo a mais conhecida a de cor branca com o miolo amarelo.

Por florescer o ano todo, se bem cultivada, as margaridas são muito utilizadas em buquês de flores e vasos, pois conseguem se manter bonitas por muito mais tempo. No entanto, mesmo sendo uma planta conhecida pelo fácil cultivo, dispensando cuidados especiais para o crescimento, algumas importantes medidas são necessárias para garantir melhores resultados no plantio.

Sempre que uma flor começar a murchar, ela deve ser imediatamente arrancada do vaso, já que só assim poderá dar lugar para uma nova flor nascer. A poda também é fundamental para manter o crescimento e o florescimento da planta.

As margaridas gostam muito de sol, portanto devem ficar posicionadas em local com iluminação o dia todo, ou pelo menos uma parte do dia. Por serem plantas de calor, não é necessário colocar muita água na hora de regar, bastando apenas deixar a terra úmida. Em caso de grandes plantações, é aconselhável separá-las quando aglomerações forem perceptíveis, para evitar a competição por nutrientes.

Outro cuidado importante para garantir flores mais belas e radiantes está no adubo. Para evitar gastos maiores, um composto de restos de alimentos orgânicos complementado com algum fortificante com fósforo já é o suficiente para deixar a planta saudável, condição que é refletida em talos e folhas verdes e firmes.

Alguns sinais de que há algo errado com a planta são folhas amarelas, que podem indicar falta de vitamina ou alguma praga, e também flores mortas antes mesmo de abrir, sinal de falta de água, sol ou adubo.

branquinhas

Mammillaria

Os cactos são plantas espinhentas, pertencentes à família das Cactáceas (Cataceae). Conseguem sobreviver em ambientes extremamente quentes ou áridos, pelo fato de terem a capacidade de acumular água em seus tecidos.

São tipos de plantas rústicas que pouco vemos em ambientes. O certo “preconceito” para/com essa planta se dá principalmente devido seus espinhos e o risco de acidentes. Acontece que apesar dessa beleza estranha, o cacto tem uma significância bem especial para a natureza e está presente em algumas crenças.

Eles se caracterizam por serem cilíndricos, globosos, angulosos ou achatados, e possuem variados tamanhos.

Na natureza são encontradas uma variedade muito grande de cactos e todas estas plantas fazem parte da família das cactáceas. Existem alguns cactos que ainda dão flores e estas possuem uma beleza sem igual.

A grande característica dos cactos é a ausência de folhas na maioria das variedades desta planta. Os espinhos são substituições a estas e não é à toa que eles existem. Os espinhos ajudam a planta a não perder água na transpiração, já que são plantas que encontramos em regiões áridas e isoladas, geralmente com pouca incidência de regas ou chuvas.

A resistência dessa planta ao calor é impressionante, não sendo por acaso que se destacam nas regiões mais secas do mundo. Isso se dá porque o cacto possui uma espécie de “pele” que é bem espessa e revestida por uma cera. Esse revestimento faz com que a planta perca pouca água e consiga manter-se hidratada por mais tempo do que outras plantas na natureza.

coroa-de-frade - Melocactus ZehntneriCoroa-de-frade (Melocactus Zehntneri)

Cadeira-de-sogra - Echinocactus grusoniiCadeira-de-sogra (Echinocactus grusonii)

figueira-da-índia (Opuntia-ficus-indica)Figueira-da-índia (Opuntia-ficus-indica)

São encontrados tamanhos diversos de cactos no meio ambiente, sendo dos menores como é o caso da Coroa-de-frade e da Cadeira-de-sogra, até os maiores como a Figueira-da-índia que pode crescer até 6 m de altura. Existe de fato uma diversidade muito grande na natureza e você pode escolher a mais adequada para você e seu ambiente. Podendo ter a planta tanto dentro como fora de casa.

O habitat dos cactos
É encontrado naturalmente, uma variedade de cactos em lugares bem áridos, porém essas plantas podem ser cultivadas em diversos ambientes. Como vamos encontrar mais de 2 mil espécies diferentes de cactos catalogadas, a diversidade de habitat é praticamente incontável.

A região de maior incidência de cactos no mundo é no Brasil, com mais de 300 variedades nativas de nossas terras, também aparecendo facilmente em todo o continente americano, fato que levou os cactos a serem chamados de plantas do “Novo Mundo”. Ainda são encontradas algumas espécies do Canadá à Patagônia.

Apesar de serem plantas de locais bem secos, podemos encontrar algumas variedades de cactos em florestas abertas ou fechadas o que comprova a diversidade de cultivo para esta planta.

Mammillaria-florida

O cultivo dos cactos
O cultivo dessa planta é bem simples porque os cactos são espécies rústicas e por esse motivo não “cobram” muitos cuidados de seus donos. Existem apenas algumas poucas regrinhas básicas para o seu cultivo de forma que a planta se desenvolva muito bem em qualquer ambiente.  O cacto pode ser cultivado diretamente no solo ou em vasos, dependendo do tamanho da sua planta claro. Pode também tê-los em ambientes abertos como jardins ou em locais internos como salas e outros cômodos de casa..

Apesar de ser de cultivo simples, é importante que você siga algumas regrinhas bem básicas e atribuídas a todos os cactos, independente de sua variedade. As plantas precisam de acesso ao sol direto. Se for cultivar um cacto em ambientes internos, certifique-se de que ele estará localizado em um local com a luz do sol aparente. Não se preocupe com o sol direto  e em excesso porque isso não vai danificar a planta.

A terra deve ser parcialmente drenada e não ter umidade alguma. Claro que o cacto vai precisar de água para sobreviver, mas evite deixar a areia umedecida para não matar a planta. A quantidade de regas vai depender diretamente do local onde a planta for cultivada.

Se a planta estiver em um local com muito acesso ao sol, o ideal é que as regas sejam feitas uma vez por semana. Já aquelas que estão em ambiente fechados ou sob a sombra, uma vez a cada duas semanas é o suficiente para manter a planta bem hidratada. Se nesse intervalo de tempo chover, suspenda as regas se perceber que a areia do seu cacto está umedecida.

Astrophytum ornatum

Forma de cultivo
Os cactos podem ser mantidos em vasos ou diretamente ao solo. Se a primeira opção for mais viável para quem for cultivar e também para a planta, já que o tamanho dela influencia diretamente nessa escolha, alguns cuidados devem ser tomados sobre a areia de cultivo. A medida correta para cada vaso é de três partes de areia para uma de terra. Deve-se ainda acrescentar argila para que a drenagem seja melhor.

Adicione também um pouco de areia grossa lavada, uma parte de terra e outra com húmus ou fibra-de-coco. A quantidade ideal para cada um desses componentes vai variar de acordo com a temperatura da região e também com a quantidade de sol que o seu cacto recebe por dia. Quanto mais hidratação a planta precisar, mais partes desses itens deve ser acrescido no vaso.

Já para àqueles que vão cultivar o cacto diretamente no solo, o melhor ambiente para se fazer isso é em locais secos. Procure a parte do seu jardim onde o acesso ao sol é maior, o solo deve ser formado por cascalho e areia, pois esses itens ajudarão no escoamento da água das regas, evitando que a terra fique umedecida e prejudique o crescimento do seu cacto.

Evite locais que sejam muito baixos e/ou que estejam em desnível, esse tipo de terreno faz com que a água da chuva se acumule e forme poças acumulando dessa forma umidade desnecessária para a sua planta. Caso o seu terreno possua essas características naturalmente, você pode improvisar um morrinho e manter seu cacto sempre elevado.

Luz e adubação
Estes são também dois itens fundamentais para a planta. A quantidade de luz ideal para um cacto vai depender muito do habitat natural dele. Espécies de desertos, por exemplo, precisarão de mais luz para sobreviver.

Já a adubação deve ser sempre combinada com as regas. É necessário aplicar um pouco de fertilizante diluído a cada três ou cinco semanas, durante a fase de crescimento do cacto.

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Camélia
A Camélia é de origem asiática, principalmente das regiões do Japão e Coréia. Pertence à família Theaceae,

Trata-se de um arbusto que conserva a sua folhagem sempre verde durante o ano. Produz flores belas, delicadas e isoladas, encontrada nas cores branca, rosa e vermelha. Elas encantam com suas inúmeras pétalas que se entrelaçam tornando cada espécie única em forma e beleza.

Mas, quem tem camélias no jardim sabe o quanto é difícil manter essa planta sempre florida, afinal, é muito comum os botões caírem antes das flores desabrocharem.

Uma das razões para essa pausa das flores tem a ver com a deficiência nutricional da planta, portanto, oferecer nutrientes adequados é fundamental para que ela se desenvolva de forma saudável, gerando flores.

Então, anualmente aplique no solo o calcário dolomítico. Primeiro você calcula a área do solo equivalente a projeção da copa e use 200 gr por metro quadrado.
A mistura de torta de mamona e farinha de osso – 50 gr de cada – deve ser aplicada de acordo com o nível de deficiência da planta, mas o mais indicado é que seja de duas a quatro vezes ao ano.

No verão, aplique um fertilizante do tipo NPK 4-14-18, como essa fórmula é rica em fósforo ajudará a prevenir a queda dos botões.

camelia-bicolor
Como você pode perceber, o tratamento das camélias é feito de forma progressiva durante todo o ano, não exigindo cuidados excessivos diários.

Siga essas dicas e deixe suas camélias floridas e lindas por todo o ano.

Pragas e doenças
As camélias em geral são rústicas e resistentes, mas em condições adversas podem ser atacadas pelo pulgão e, no caso de excesso de água, podem surgir doenças causadas por fungos, que aparecem em forma de manchas acastanhadas. No primeiro caso, com uma simples aplicação do inseticidas o piolho será debelado, enquanto no segundo com aplicação de um fungicida, ficará o

Quando aparecer manchas nas folhas
Aplicar fertilizantes nas plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém, o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes pode resultar em folhas manchadas e deformadas.
O aparecimento de uma crosta branca à superfície da terra ou até nos vasos, são sinais de excesso de fertilizante.

O excesso de água, também pode ocasionar manchas e podridão na superfície das folhas e botões, neste caso deverão diminuir as regas.

camélia japonica
Queda de flores, botões e folhas
A luz é um fator decisivo para o bom desenvolvimento, em geral, das plantas floríferas necessitam de mais luminosidade em relação às de folha caduca. Certas espécies, não produzem floração, quando colocadas em local, com baixa incidência de luz.

Condições de temperatura
O calor excessivo pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda prematura de botões e flores.

Regas
Deverão ser moderadas, em excesso poderão provocar o apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de umidade, reduz a hidratação da planta, resultando numa queda prematura de botões e flores.

Reprodução
A camélia reproduz-se por sementeira, estacas retiradas das pontas dos ramos de plantas adultas e sadias e, também, por alporque (este método é o mais complicado e exige muito conhecimento). Em viveiros, é possível adquirir mudas de camélias já crescidas, o que facilita bastante o cultivo.

Cultivo
O clima ideal para o cultivo é o ameno, no entanto, resiste bem ao frio, inclusive às geadas. Pode ser cultivada à meia sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. As regas devem ser frequentes nos primeiros meses após o plantio da muda e, depois, podem ser espaçadas, evitando o encharcamento do solo.

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A rosinha de sol é uma planta herbácea, rasteira e possui características bem peculiares e que pode ser uma boa opção para cultivo, já que é de baixa manutenção.

Para plantar a famosa Rosinha-de-sol, com certeza é preciso seguir algumas regras básicas.

Ela faz parte da família Aizoaceae e está inserida na categoria de Plantas suculentas.

A espécie é típica de países africanos e pode alcançar diversos tamanhos, dependendo da sua variante e das formas diversas de cultivo, bem como clima para plantio.

A rosinha-de-sol é uma espécie muito vistosa, com florescimento que chama bastante a atenção para uma prática ornamental. É uma suculenta bastante especial de hábito rasteiro e que pode crescer até os seus 15 cm de altura.

É uma espécie muito ramificada e que pode atingir outras alturas dependendo de toda essa ramagem própria da planta. Em uma forma de plantio mesclada, ela acaba se misturando umas com as outras.

Para que cresça o máximo possível, o seu ciclo de vida perene deve ser respeitado, bem como a luminosidade em sol pleno.

Suas folhas também podem ser bem aproveitadas para ornamentação, já que possui design único, com uma cor viva em verde escuro.

As folhas são ovais podem se apresentar em tons de verde musgo ou verde-claro variegadas com uma coloração de branco, com funções muito paisagísticas. Os ramos volumosos e numerosos apresentam a mesma cor das folhas, sendo bastante brilhantes para ornamentação.

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A Rosinha-de-sol possui belas flores, muito coloridas e especialmente feitas para enfeite, já que possuem um design bastante interessante. Elas são pequenas e possuem muitas pétalas, finas, mas com tons bastante diversificados e que cercam do vermelho ao rosa vivo.

Nascem nas pontas dos ramos e vão se tornando mais longas conforme a espécie e a variante. A floração se assemelha a margaridas que podem até ser brancas de acordo com a sua variedade.

A floração pode ser muito maior em algumas épocas, especialmente na primavera. Elas ficam volumosas até o verão e podem durar até mesmo no inverno, por causa da sua floração casual.

Por isso, ela é dita uma espécie bastante tolerante ao frio, além de ser uma excelente opção para cultivo em todo o país.

A espécie pode ser usada na forma de forração, em canteiros, maciços, bordaduras e em vasos, sendo eles grande sou pequenos, inclusive naqueles suspensos, em que a planta pode ficar pendente, enfeitando bem o jardim.

É uma espécie muito recomendada para os chamados jardins de pedras. Elas possuem a ótima capacidade de fechar bem o solo em que é plantada, impedindo o crescimento de ervas daninhas, que danificam muitas plantações.

roseta

Podem também formar grandes berços em vastos gramados, já que sua propagação acontece em uma velocidade alta, espalhando a ramagem por todo o espaço. Procure plantar a rosinha-de-sol em volta de espécies como palmeiras e cicadáceas.

A floração se estende durante o ano todo, por causa do seu ciclo de vida perene. As flores são muito atrativas para insetos como abelhas e borboletas, ajudando a enfeitar os jardins externos. É também uma planta que pode ser ingerida, se aproximando do espinafre em termos de sabor.

Como cultivar a Rosinha-de-sol
Para plantar a rosinha-de-sol é preciso seguir algumas regras e saber qual a melhor forma de plantio. Em locais ensolarados e com solo em boas condições, a planta pode se desenvolver da melhor maneira possível.

No solo, é preciso colocar muita matéria orgânica, sendo os mesmos bastante arenosos. Já em solos mais compostos por argilas. Em solos argilosos para garantir seu cultivo eficiente, é preciso adicionar um composto orgânico composto por bastante areia e elementos mais secos, incluindo cascas semi-decompostas para finalizar a preparação para cultivo.

Preste atenção aos solos úmidos demais e altamente encharcados. Eles não servem para estas plantas.

O canteiro para o plantio deverá ser bem preparado: Use o revolvimento de terra com pelo menos 15 cm de profundidade em uma cova bastante rica em matéria orgânica.  Adicione composto, a areia e as cascas secas se forem muito necessário.

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Outras características que não devem ser colocada para trás é que o espaçamento entre as covas ou as mudas deverá ser de mais ou menos 20 cm e no mínimo 15 cm. Isso deverá ser feito por a planta se propaga de forma muito rápida, se espalhando velozmente.

As regas deverão ser altamente reguladas e bastante equilibradas para evitar que o solo fique muito úmido. Depois, é preciso minimizar as mesmas, apenas para garantir o enraizamento inicial da espécie. É importante notar que a rosinha-de-sol se desenvolve melhor em solos secos.

Propagação
A propagação das mudas também é uma etapa importante do seu cultivo. Para começar, é preciso utilizar a estaquia de ramos com pelo menos 3 ou 4 gemas de folhas e ramagem. Elas podem ser colocadas em um recipiente com areia de construção não muito úmida.

Esta umidade leve é necessária para que a emissão de raízes evite a perda da umidade da estaca.

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