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A filodendro-cascata gosta dos climas Tropical, Subtropical e Equatorial pertence a família Araceae. É conhecido também como Filodendro-brasil

A planta tem o ciclo de vida perene e gosta muito da meia sombra e da luz difusa, dispensando os raios de sol direto. É uma planta classificada como trepadeiras, folhagens e forrações à meia sombra, chegando as alturas médias que ficam entre 1,2 a a 2,4 m. Ela tem as suas origens na América do Norte, Central e do Sul e mais precisamente, no Brasil, Bolívia, Antilhas, Peru e México.

Características da Filodendro-cascata
Considerada uma herbácea e sendo tropical as suas folhas são de cores vivas e fazem um contraste interessante entre elas, o que dá um efeito incrível para a planta como um todo. O nome popular Filodendro-brasil é justamente pelo jogo de cores das suas folhas, que chegam a ficar com um tom de verde amarelado, lembrando as cores da bandeira brasileira.

O formato das folhas do filodendro é cordiforme e ovadas, além disso, são acuminadas, coriáceas e normalmente, a folha é na sua totalidade verde escura, mas também a parte do centro voltada para o verde limão.

E assim, como acontece com várias outras plantas, apresentam maturação da planta quando ocorre uma reversão da tonalidade e também variegação. Porém, para que a planta entre na maturação, que é lenta, ela deve estar exposta a um clima tropical úmido. Já as flores são classificadas como espádice, axilares e solitárias.

A planta pode ser cultivada em cestas pendentes ou vasos e são muito usadas para decoração de interiores, desde que o lugar seja bem iluminado. Porém, para quem quer plantá-la fora de casa, ela pode ser cultivada em canteiros, sem nenhum problema, desde que fique a meia sombra.

Philodendrom hederaceum

Alguns paisagistas usam a planta em jardins como “adorno” de árvores frondosas. Elas tendem a ter os seus ramos fixos no tronco e vão subindo até chegar ao alto, em seguida, começam a “cair” e fazem novas raízes. Por essa característica é possível usá-la como trepadeira, porém, não tem como utilizar a filodendro cascata para cobrir caramanchões ou pérgolas, pois crescem de forma esparsa.

Quando você cultiva um filodendro-cascata não pense que não dê certo porque ela está crescendo devagar. No início é assim mesmo, ela vai crescendo lentamente, porém, cada verão que chegar ela dará uma “esticada” daí em diante, o processo será mais rápido.

As pessoas que não têm muito tempo para dedicar-se aos cuidados com as plantas, o filodendro -cascata pode ser uma ótima solução, uma vez que exige baixa manutenção. Basicamente é necessário fazer a fertilização a cada semestre, conduzir os primeiros ramos e usar um bom adubo, que seja orgânico.

A cada 15 dias é aconselhável usar fertilizantes foliares, que são próprios para esse tipo de planta e que garantem que as folhas fiquem bonitas, além de estimular o crescimento.

Cultivo da Filodendro Cascata
*
O filodendro-cascata deve ser cultivada em duas situações no que se refere a claridade: luz difusa ou solo fértil.
* O solo onde ela se-cascata seja cultivado como trepadeira escolha para ele um suporte que além de fixo seja poroso. É uma forma de garantir que ele irá não só subir, mas que conseguirá ficar bem fixo.
* O ideal é usar troncos naturais, não importa se são mortos ou vivos, assim como paredes que não possuam acabamento, outras superfícies como rochas porosas são bons lugares para usá-la como trepadeira.
* A planta gosta da umidade tropical e de calor e não suporta geadas e nem ventos fortes.

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Como prender o filodendro-cascata como trepadeira
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Coloque um tutor dentro do vaso com a terra logo assim que perceber que a planta começou a se desenvolver.
* Utilize um fio de ráfia ou de nylon para auxiliar que a planta cresça emitindo raízes aéreas.
* Enrole o tutor com uma camada de musgo que tenha de espessura pelo menos 5.
* Todos os dias, uma única vez, coloque água com um pulverizador no musgo.

Propagação da planta
* Para fazer a propagação do filodendro-cascata espere chegar o início da Primavera e corte estacas do caule.
* Cada uma delas tem que ter a medida entre 7,5 a 10 cm e o corte deve ser feito abaixo de um nó.
* As folhas que ficarem sob o corte devem ser retiradas e cada uma das estacas deve ser colocada no vaso.
* Encha com um substrato que tenha uma parte de turfa umedecida com uma de perlite, a opção para ela é a areia grossa.
* Pegue um saco de plástico limpo e coloque em cima do vaso, mas não sobre a planta, use uns paus para afastá-lo.
* Se foi feito tudo como se deve, em 3 ou 4 semanas as raízes começam a se formar. É hora então de retirá-las.
* Retire o saco plástico e faça rega, com pouca água e a cada mês use adubo líquido até completar 3 meses de cultivo.
* Passado esse tempo é possível tirar da estaca e plantar no vaso definitivo.

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Da estaca para o vaso: Como fazer
* A planta deve ser transferida para um vaso no qual as raízes tenham espaço.
* No vaso também deverá ser usado a mistura de terriço ou turfa grossa com terra.
* Basta plantá-la normalmente.
* Observe que a rega deve ser para deixar a terra umedecida. Quando a água sai pelos buracos do vaso é hora de parar. Só regue de novo caso observe que a terra secou.
* O repouso do filodendro-cascata é durante o Inverno.
* Coloque a planta sob o sol direto, mas controle para não ficar muito tempo.
* O filodendro-cascata é um tipo de planta que não vive por muito tempo sob uma temperatura de 13ºC.

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Dracaena_fragrans

A espécie é originária da África e faz parte da família Angiospermae. Também é conhecida como Planta Pau d’água.

O coqueiro-de-vênus é classificado como uma espécie arbustiva, se apresenta com pouca ramificação, que tem a altura entre 3 a 6 m, com a folhagem perene.

As características principais das folhas da planta são: tem textura lisa, elas são bem longas, largas e recurvas e ainda possuem consistência coriácea. Falando um pouco das cores, possuem em duas variedades, completamente verdes ou com a faixa no meio num tom de verde mais claro.

Suas flores são consideradas sem nenhum valor para ornamentação. São perfumadas, pequenas e brancas e se apresentam juntas a tipologia racemo durante a época, que costuma ser nos meses mais quentes do ano.

No Brasil, o coqueiro-de-vênus pode ser cultivado em qualquer região, porém, nas mais quentes é recomendado fazer a plantação à sombra.

Plantio
O coqueiro-de-vênus  não é só flexível em relação ao clima do lugar que será plantada, mas também aceita bem tanto ser cultivada no solo como no vaso.

No caso do solo é importante que ele tenha um alto teor de matéria orgânica e outra preocupação deve ser com a drenagem do solo.

Normalmente, as mudas da planta são vendidas em vasos ou em baldes de plástico e em ambos os casos, podem ser transferidas para o solo, abrindo um buraco que seja maior do que o torrão.

Caso o solo em que você pretende plantá-lo seja argiloso é necessário soltar tanto o fundo da cova quanto as paredes. Com isso, você garante que as raízes conseguirão se desenvolver sem problemas.

Outra dica é colocar no fundo da cova um pouco de areia que servirá para melhorar a drenagem da água, que vimos lá no início é um dos pontos principais para que a sua planta cresça com saúde.

Flores da Dracaena fragans

Prepare o solo com:
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1 balde de composto orgânico – 300 gramas de adubo animal (de curral e deve estar muito curtido).
* 150 gramas bem decomposto de adubo de aves.
* Um pouco de areia para ajudar na drenagem.

Essa mistura deverá ser colocada no fundo do buraco em que será plantada a pau d’água e depois de colocar a muda, colocar mais um pouco para encher a cova e fixar a planta. Para finalizar, basta regar.

Adubação
O adubo é necessário para dar mais nutrientes para as plantas, no caso da pau d’água é recomendado o uso de NPK 10-10-10 com composto orgânico, a medida da mistura é de mais ou menos 100 gramas para cada uma das plantas.

O adubo no caso deve ser feito depois que o cultivo tiver completado 1 ano e de preferência na estação das chuvas, durante o inverno.

Dracaena fragans2

Cultivo do coqueiro-de-vênus
A dica para cultivo do coqueiro-de-vênus é plantá-lo à sombra nas regiões mais quentes, a espécie suporta tanto o sol direto quanto o indireto. Porém, o sol forte demais do verão pode acabar queimando as folhas e essa queimadura tem como consequência manchas marrons e secas na planta. Quanto ao frio, a planta suporta bem, porém, também em temperaturas muito baixas pode ser queimada pelo frio.

Como foi dito anteriormente a planta pode ser plantada tanto no solo como em vasos, e pode ser conservada tanto na área externa quanto na interna da casa.

O primeiro passo para que o cultivo no vaso dê certo é a escolha certa do objeto, que deve ser entre médio e grande em relação ao tamanho, de preferência escolha de um material mais pesado, como o cimento ou de material sintético.

Escolhido o vaso, caso não seja muito pesado é melhor garantir o equilíbrio colocando brita no fundo. No caso dos modelos feitos em cimento, para proteção é melhor colocar material asfáltico nas laterais da parte interna, isso serve para impermeabilizar o concreto. Quando for usada essa solução, espere que o produto esteja completamente seco para garantir que o solvente evaporou.

Outro detalhe importante é colocar dentro do vaso para proteção do furo para drenagem uma manta geotêxtil e logo por cima, um pouco de areia úmida.

Seguido todos esses passos é hora de colocar o substrato que pode ser exatamente o mesmo usado no solo com uma única “correção”. Caso seja para colocar o vaso dentro de casa, retire o adubo animal e de aves, para evitar um cheiro ruim. Eles poderão ser substituídos por 100 gramas para cada muda do adubo: NPK 10-10-10. Coloque esse adubo junto com composto orgânico.

Depois do plantio faça a rega normalmente e lembre-se que ela deverá acontecer com frequência. Se as folhas ficarem secas, murcharem e ou começarem a cair é porque a planta está precisando de água.

No caso dos vasos o adubo de ser feito com líquido usando NPK 10 10 10 na seguinte dosagem: 1 litro de água mais 1 colher de sopa do produto. Depois basta dissolver e aplicar no substrato.

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Uso Decorativo
Depois de passar por um período de esquecimento, o coqueiro-de-vênus voltou com força total para os projetos de paisagismo. Sendo muito usado, principalmente, em projetos de áreas comuns de condomínios ou em vasos, na entrada de prédios e ambientes que recebam muita luz.

A planta, porém, quando usada para decoração em vasos precisa de espaço, pois as folhas são longas e ocupam uma boa área do que está ao seu redor. Por isso, quando é recomendado escolher um lugar que ela não sofra com o contato das pessoas de passagem.

No jardim, pode ser usado em projetos paisagísticos sozinha ou com outras plantas e ainda somente ele, porém, em grandes grupos.

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perlita

Perlita
É uma rocha, mais especificamente um mineral do grupo da sílica. Para se chegar à aparência de pequenas esferas de isopor, a perlita sofre um processo térmico e o que era inicialmente um material de elevada dureza torna-se uma espécie de bola de cortiça, mas na verdade trata-se de um composto mineral e não orgânico.

Inicialmente seu uso destinava-se à construção civil, para a composição de argamassas leves, mas logo foi descoberta pela jardinagem, especialmente por sua versatilidade, sendo um material totalmente inerte, portanto livre de qualquer contaminante, fungos, insetos ou outras sementes que poderiam prejudicar os cultivos. A perlita é inerte, leve, não absorve água em demasia e se mantém inalterada ao longo do tempo.

A perlita provém de minerais vulcânicos aquecidos a temperaturas em torno de 800 a 900 C°. Altas temperaturas fazem com que as partículas se expandam em até 13 vezes seu tamanho original, resultando em um material extremamente leve com a aparência de pipoca estourada ou isopor.

O produto final desse processo pesa apenas de 6 a 10 kg por metro cúbico. A perlita super-aquecida é composta de minúsculos compartimentos de ar, sendo possível observar sua alta porosidade em aumento no microscópio, com sua aparência de aglomerado de células. Esses poros são responsáveis pela ótima aeração do solo que a perlita confere, facilitando o crescimento das raízes.

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Vermiculita
É o nome geológico dado a um grupo de minerais laminares hidratados que são silicatos de alumínio-ferro-magnésio, assemelhando-se à mica em aparência. A rocha e outras impurezas são removidos do minério bruto que é então esmagados e classificados em tamanho.

A vermiculita é um material inerte seguro e é leve na cor. Quando aquecido expande (esfolia) até 30 vezes o seu volume original. O processo de esfoliação converte os flocos densos de minério em grânulos porosos leves, contendo inúmeras camadas de ar minutas. A vermiculita (expandida) esfoliada é leve e limpa de manipular, tem um elevado valor de isolamento, propriedades de isolamento acústico e irá absorver e reter uma vasta gama de líquidos.

Estes grânulos são incombustíveis e são insolúveis em água e todos solventes orgânicos. A vermiculita expandida é facilmente derramada, é leve, limpa, altamente absorvente e fornece defletor contra os choques de impacto quando usada para embalagem.

Muito utilizadas na composição de substratos especiais para cultivo de plantas, a perlita e a vermiculita são dois componentes importantes no cultivo indoor, cada uma exercendo sua função no substrato.

A perlita com sua aparência de isopor, é um mineral apresentado comercialmente como minúsculas e arredondadas esferas brancas. Assim como a vermiculita, é um aditivo não-orgânico usado para arejar e auxiliar na manutenção da umidade do substrato/solo, tanto em cultivo indoor como  também em canteiros e vasos de exterior.

Muitos confundem-nas, embora a vermiculita tenha maior poder de retenção de água mas em compensação tem menor poder de aeração, portanto esses dois componentes nem sempre são intercambiáveis​​.

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Função e benefícios da perlita na jardinagem
As raízes precisam respirar e isso é impossível em uma terra compactada, de modo que a mistura de perlita fornece aeração necessária devido a alta porosidade desse material. Enquanto a vermiculita possui uma alta capacidade de retenção de água e vai liberando esta umidade à medida que o substrato estiver seco, a perlita apenas retém água em sua superfície e não prejudica a manutenção da umidade, contribuindo ainda mais para que as raízes tenham aporte necessário de água e oxigênio.

Além dos benefícios já citados, a perlita contribui ainda melhorando a irradiação da luz para as plantas. Devido à sua intensa cor branca, ela tem a capacidade de refletir a luz, sendo um componente extra de irradiação principalmente para as folhas mais próximas do solo, onde a iluminação geralmente fica prejudicada. Durante períodos de calor intenso, uma camada de perlita na superfície do substrato também evita o superaquecimento deste, auxiliando no controle da evaporação da água. Além disso, o efeito de reflexão da luz também repele certos insetos e ácaros, contribuindo para a defesa da planta. A camada superficial de perlita no solo também pode impedir o crescimento de ervas daninhas.

Formas de Uso
Embora ambos perlita e vermiculita ajudem na retenção de água, a perlita é mais porosa e tende a permitir que a água escorra muito mais facilmente em comparação com o uso de vermiculita.  Sendo assim, a perlita é um meio mais adequado para solos utilizados com plantas que não necessitam de umidade, como cactos, ou para plantas exigentes de solos bem drenados.

A perlita é usada em misturas de solo/substrato para melhorar a aeração, evitar a compactação e modificar a estrutura do solo, mantendo-o solto e bem drenado. Uma mistura padrão utilizando de 25 a 30% de perlita, associado uma parte de terra e outra de parte de turfa é ideal para a maioria dos cultivos de plantas em geral, promovendo uma ótima oxigenação das zona de raízes.

Alguns cultivadores utilizam meios de perlita pura, sendo estes os chamados substratos totalmente inertes. Nesse caso, a regulação do pH e da condutividade elétrica deve ser aferida com extrema precisão, sendo que esta técnica deve ser utilizada somente por jardineiros experientes, uma vez que todos os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento da planta precisarão ser adicionados ao meio.

A perlita também é um ótimo meio para o enraizamento de estacas e para a produção de clones, pois promove e facilita a formação de raízes de forma muito mais eficaz em comparação com outros substratos contendo solo ou terra.

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Perlita e Meio Ambiente
A perlita expandida é um mineral natural, sem tratamento químico ou aditivo. Durante a sua transformação não gera resíduos e não há a incorporação de elementos indesejáveis.

Uma vez utilizada, a perlita é totalmente reciclável, o que é uma grande vantagem comparativa em relação a outros materiais de uso agrícola.

Sua alta durabilidade e consistência ajudam a minimizar qualquer produção de resíduos.

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Árvore decídua, de pequeno a médio porte, originária do cerrado brasileiro e do Paraguai, sendo encontrada espontaneamente nos estados da Bahia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rondônia, Mato Grosso e Distrito Federal – Brasil.

O seu tronco alcança de 30 a 60 cm de diâmetro, é ramificado e possui casca acinzentada. A sua madeira é de excelente qualidade, muito durável, comumente utilizada na fabricação de cabos para ferramentas, moirões e na construção civil.

As folhas são simples, com nervuras bem definidas e podem ser sésseis ou pecioladas. As inflorescências, em rácemos terminais, surgem da primavera e verão, despontando flores vistosas, grandes, com pétalas brancas e franjadas, longos estames e cálice verde, com margens pregueadas.

Os frutos são cápsulas lenhosas, bronzeadas, e seu formato lembra um dedal. As sementes são membranáceas e numerosas.

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Por seu porte pequeno, raízes não agressivas e florescimento ornamental, o Dedaleiro é bastante utilizado na arborização urbana.

A sua plantação também é recomendada na recuperação de áreas degradadas e na recomposição de matas. Por não ser uma espécie pioneira, é interessante efetuar plantações mistas ou em anos subsequentes no início do reflorestamento.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente nos primeiros anos após a implantação.

Após bem estabelecido, o Dedaleiro é capaz de resistir a períodos de estiagem, assim como a inundações.

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Multiplica-se por sementes postas a germinar logo após a colheita, em saquinhos com areia, mantida úmida. Se não plantas, as sementes perdem rapidamente o poder germinativo.

A germinação ocorre em 10 a 15 dias. Plante as mudas formadas em covas bem preparadas, com 40 x 40 cm, fertilizadas com esterco curtido.

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