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A Mata Atlântica representa conjunto de biomas que formam ecossistemas tropicais importantes para a natureza nacional e de outras espécies que chegam do território nacional durante épocas variadas do ano. O que sobrou na Mata ultrapassa a casa dos cem mil quilômetros quadrados, valor inferior a 8% do que existia no local antes das expansões marítimas lusitanas.

Existem diversos programas que trabalham no sentido de salvar as flores que se encontram em processo de extinção na Mata Atlântica. Porém, outras famílias se desenvolvem de forma simples, sem a necessidade de assistência especial, em principal porque conseguem se adaptar de forma adequada ao ecossistema.

O tipo de clima e a geografia são determinantes para formar cores nas pétalas que se estabelecem com brilho especial e natural, ao contrário do que acontece quando se investe na compra das espécies nas floriculturas tradicionais ou no mundo online: Conheça espécies de flores da Mata Atlântica: Bromélias, begônias, orquídeas e briófitas.

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Bromélias: Espécies de Flores na Mata Atlântica
Em termos práticos representa destaque na Mata Atlântica que oferece múltiplas cores e estilos de famílias diferentes. Existem unidades que se encontram em processo de extinção, o que faz aumentar o número de programas que servem para preservar a espécie antes de sumir do globo terrestre. Vale ressaltar que a espécies tem presença natural em locais tropicais. A estrutura está composta com estrutura composta por cálice longo, fato que traz o chame singular da espécie floral.

Especialistas fazem baterias de pesquisas na Mata Atlântica e entram em convergência ao afirmar que a espécie faz trabalho de manter a biodiversidade ao levar em conta que a estrutura de força que existem nas folhas e serve para juntar excesso de H20 que com os efeitos naturais fazem aumentar o nível da matéria orgânica, ponto que serve para evitar no sentido de acontecer desertificação no solo. Cientistas analisaram com microscópios especiais e compreenderam que o sistema fornece pequenos habitats para milhares de organismos distintos.

Também existem evidências de que a presença das bromélias na Mata Atlântica ajuda para manter o equilíbrio de invertebrados em termos de terra ou água. De acordo com cientistas internacionais existem organismos que possuem registro apenas nas espécies do gênero, fato que justifica a importância da flor para o ecossistema atlântico. Insetos que se acostumaram a estacionar para trabalhar nas superfícies.

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Begônias: Espécies de Flores na Mata Atlântica
No Brasil as espécies do gênero são conhecidas como ornamentais. As begônias da Mata Atlântica estão presentes em ampla diversidade. Na floresta por causa do constante raio de sol as cores das pétalas de flores. Das mil espécies que existem no mundo, pelo menos trezentas estão presentes no território atlântico.

Especialistas apontam que a grande parte de Begônias no mundo está presente nas florestas tropicais da América do Norte e do Sul. Naturais em maior diversidade nas partes em que o solo e clima da Mata Atlântica trazem climas úmidos. Grande parte das famílias se desenvolve com melhor qualidade nos campos terrestres do que no alto ou junto com outras espécies florais.

Embora exista a demanda por tendência úmida no clima pra se desenvolver, as espécies são conhecidas por conseguirem se desenvolver com resistência contra adversidades no clima ou ataques de insetos. Não se pode ignorar o fato de que as espécies da Mata Atlântica são conhecidas por causa da variedade singular nas cores de begônias, o que atrais especialistas em estudos da área de botânica ou fotógrafos com especialidade em fotografias do meio ambiente. No paisagismo se pode dizer que estão presente de forma principal em jardins repletos de sombras, como a frente de edifícios que cobrem a luz solar na grande parte do dia.

Existem famílias que trazem folhas com a presença grande e resistente contra os ventos fortes que por vezes acontecem nos biomas da Mata Atlântica. Existem famílias com tonalidades de bronze que pode chegar ao dourado na mesma espécie, com adicional de tonalidades avermelhadas. A begônia-preta também representa destaque ao comprar com as outras unidades que existe em florestas tropicais.

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Orquídeas: Espécies de Flores da Mata Atlântica
Mata Atlântica está repleta de orquídeas de diferentes tamanhos, cores e famílias. Estão estabelecidas em locais que possuem menos insetos, visto que os mesmos são conhecidos por serem principais predadores. Entre os destaques vale ressaltar a “chuva-de-ouro”, a principal espécie da flor no território atlântico nacional. A estrutura da floração e cores vivas nas estruturas chama a atenção inclusive dos olhos que estão acostumados a conviver com espécies florais do gênero.

Quem deseja conhecer a espécie de perto pode procurar locais atlânticos que possuem a presença do Rio Pinheiros. A melhor época para a visualização está no começo do verão. Por vezes, no início de outono, podem existir espécies que se desenvolvem melhor de acordo com os costumes e necessidade. A floração na Mata Atlântica demora cerca de duas semanas a um mês para acontecer no ciclo completo.

Também existem especialistas que encantados ao observar o comportamento da espécie têm a mania de intitular a espécie como a rainha do território atlântico. Não se pode ignorar o fato de que o destaque fica por conta da ordem de flores que se agrupam com tonalidade amarelada e em formatos de cachos. Existem planos que servem para aumentar a variedade do gênero em termos de quantidade e qualidade. Exemplo interessante está no Projeto Pomar que objetivou plantar cerca de quatrocentas mil unidades de novas unidades entre duzentos tipos de famílias distintas.

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Briófitas: Espécies de Flores da Mata Atlântica
Também presentes em grande variedade de número e qualidade de cores, das texturas, tamanhos e cultura de desenvolvimento. Possuem papel fundamental no ecossistema da Mata Atlântica ao levar em conta que pode nascer nos pequenos locais em que nenhuma espécie consegue se desenvolver, como por exemplo, em tijolos, pedras e concreto.

A facilidade acontece de forma prática em virtude do pequeno tamanho. Com a presença ajuda deforma direta para que outros tipos de plantas se desenvolvam e comecem o ciclo que visa forma vegetação ao ponto de se formar floresta.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A gloxínia é uma planta exótica, pertencente à família das Gesneriáceas, que exibe em suas cores e formas toda a beleza e exuberância das matas tropicais. Intensamente colorida em tons avermelhados, rosados, alaranjados e arroxeados, a gloxínia ainda pode ser encontrada em variações que alternam a cor vinho ou púrpura, por exemplo, com as bordas das pétalas esbranquiçadas.

Originária das matas tropicais do Brasil, esta herbácea tuberosa foi cultivada primeiramente na Europa, onde recebeu o nome de Sinningia em homenagem a W. Sinning, horticultor alemão e passou por diversos cruzamentos.

Sua origem tropical pode ser notada no tamanho e características de flores e folhas: as flores, aveludadas e graúdas, podem atingir até 10 cm de diâmetro e a folhagem, igualmente de tamanho considerável, apresenta folhas ovaladas e também aveludadas.

É uma planta tuberosa, de fácil cultivo, que floresce praticamente o ano inteiro. Apesar disso, ela passa por um período de dormência, todos os anos, quando parece ficar seca, sem produzir folhas ou flores. Durante esse período de descanso, recomenda-se diminuir as regas gradualmente, até que a planta seque por completo.

Os tubérculos permanecerão em dormência pelo período de um a três meses, sendo que a terra deve ficar apenas levemente umedecida. Após esse tempo, pequenos brotos começam a surgir, dando sinais de que o descanso acabou e a planta está pronta para retomar o seu crescimento.

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Multiplicação e propagação
O processo de multiplicação das gloxínas é muito fácil: por sementes ou por meio da divisão de tubérculos ou estaquia das folhas é possível obter novos e saudáveis exemplares.

Substrato para cultivo
Para o cultivo bem-sucedido das gloxínias, recomenda-se solo poroso, podendo-se usar como base a seguinte mistura: 1 parte de terra, 2 partes de composto orgânico, 1 parte de areia grossa e 1 parte de farinha de ossos.

Luminosidade
A gloxínia necessita de muita luminosidade para se desenvolver bem, mas não tolera a exposição direta aos fortes raios de sol. Locais próximos a janelas, onde possa receber luz e calor pela manhã e à tarde, são ideais para esta planta.

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Regas
Durante as regas, recomenda-se não molhar as pétalas, que mancham facilmente, ficando sujeitas ao ataque de doenças.
É preciso cuidado com o excesso de água: muita umidade contribui para a proliferação de fungos e insetos, que costumam alojar-se nos brotos novos e na parte de baixo das folhas.

No caso de ataques, recomenda-se lavar a parte afetada com água morna e sabão neutro e, depois, enxaguar. Folhas e pétalas murchas ou muito atacadas devem ser removidas.

Temperatura e umidade
Como uma planta tropical, a gloxínia prefere temperaturas entre 22 a 24ºC e nível médio de umidade. Para não errar, pode-se usar um método simples para irrigação: encha o fundo de um recipiente grande e largo com cascalhos e coloque os vasos com as gloxínias sobre esta camada; em seguida ponha água no recipiente e deixe que a terra absorva a umidade necessária.

Floração
Floresce praticamente o ano todo, alternando períodos de dormência.

Dicas
• Não molhe as folhas e hastes para evitar o apodrecimento.
• Remova folhas e flores mortas.
• Adube mensalmente durante o período de crescimento.
• Logo após a floração, deixe a planta em repouso por 2, 3 ou 4 meses.
• Diminua as regras de adubação. Após esse período, replante novamente a muda.

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A helicônia rostrata, conhecida também como papagaio ou bananeira-do-mato é nativa da região noroeste da América do Sul, apresentando belo formato que apresenta grande interesse ornamental e é fácil de cultivar.

As flores são protegidas por inflorescências de tons fortes como o vermelho, amarelo e verde (cores que lhe dão o nome de planta-papagaio em algumas regiões) e protegem flores muito bonitas e exuberantemente coloridas.

Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.

O néctar dessas flores é usado como alimento por diversos animais, em especial beija-flores. A helicônia atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.

Essa planta não se reproduz apenas através do plantio de sementes, mas também utilizando seus órgãos subterrâneos, que servem também como fonte de reserva de água e nutrientes para esta planta, para ser utilizado pela planta em caso de desenvolvimento sazonal ou escassez de recursos.

Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.

Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.

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Cultivo
A helicônia rostrata deve ser cultivada exposta a sol intenso ou no máximo a meia-sombra, pois não tolera o frio intenso, geadas ou ventos muito fortes.

O solo deve ser rico em matéria orgânica e fértil, e a planta também precisa de irrigação frequente. A plantação é feita a espaçamentos de no mínimo 80 cm, sendo que os rizomas são depositados a 10 cm de profundidade.

Se o solo for rico em matéria orgânica e fértil a planta não precisa de adubação constante. Caso contrário, o solo deve ser adubado com certa frequência para manter no solo os nutrientes necessários para a planta. O adubo pode ser feito com material orgânico como cascas de frutas ou esterco, ou comprado em lojas especializadas em jardinagem.

A helicônia rostrata não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.

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A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.

É uma planta que não cresce muito, chegando ao máximo a 3 m de altura. No caso de ser plantada rente a muros para decoração, deve ser seguido um espaçamento de 3 a 3,6 m entre cada planta.

Seguindo essas dicas de plantio e cultivo a helicônia rostrata crescerá bonita e saudável, podendo ser usada para fins ornamentais.

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A orquídea selvagem é uma espécie que se destaca entre outras, por conta da beleza inigualável das suas flores, faz sucesso em cada canto do mundo, pois estão espalhadas.

São tantas as variadas de orquídeas, entre aproximadamente 30 mil, que variam de cor, tamanho. Algumas orquídeas podem ter a o tamanho da cabeça de um alfinete e imagina que contraste com aquelas que chegam a medir de altura 3 m! Isso mesmo, essa ampla variedade faz parte do mundo das orquídeas.

Graças à tamanha variedade, as orquídeas se adaptam aos mais variados climas, do frio intenso ao grande calor, no úmido, no seco, em altitudes altas ou baixas.

Todas as orquídeas são consideradas selvagens, mas elas foram divididas em 5 grupos diferentes, que são os seguintes:
1 – As orquídeas terrestres que são aquelas que nascem do solo diretamente.

Papilionacea heroica.
2 – As orquídeas rupícolas que nascem em cima de rochas, de pedras, não importa se o lugar receba a luz do sol ou fique na sombra.

laelia rupícola

3 – As orquídeas epífitas são aquelas que são como “parasitas”, pois vivem em cima de arbustos e de árvores.

Chloraea alpina

4 – As orquídeas saprófitas ou humícolas precisam de material orgânico que esteja em decomposição para crescerem. São comuns no meio das matas.

Rhizanthella slateri

5 – As orquídeas subterrâneas que são as mais difíceis de serem encontradas. Elas crescem no subsolo. São comuns na Austrália.

O que muita gente se pergunta é o motivo pelo qual é tão difícil cultivar as orquídeas em casa, se elas se acostumam com qualquer tipo de ambiente. É verdade, o título orquídea selvagem revela o quanto elas são fáceis de serem cuidadas. Porém, como qualquer espécie, alguns cuidados específicos devem ser observados.

Pra início de conversa é importante saber que é uma missão impossível tentar cultivar uma orquídea com a semente. O processo para transformá-la em muda exige especialização e um nível alto de tecnologia, que uma pessoa certamente não terá em casa como fazer.

O ideal é usar a divisão de plantas adultas, esse é o melhor modo para cultivar qualquer espécie de orquídea selvagem.

O que é necessário para se cultivar uma orquídea
Serão necessários:
*
Um vaso que seja adequado para o tipo de orquídea que você escolheu.
* A muda da orquídea para o plantio.
* Um material para drenagem que pode ser: brita, isopor ou argila.
* Substrato ou Adubo;
* Pode ser que você precise de uma tesoura limpa, desinfectada para dividir a planta.

Como plantar
1 – O ideal é que você prefira um vaso em barro e que ele tenha também furos nas laterais garantindo uma boa drenagem e também para que o ar circule.

2 – A orquídea deverá ser retirada do vaso original e neste momento é que você vai decidir se dividir ou não a planta. Para tal, ela precisa apresentar como mínimo, 6 caules. Cada nova muda deve ficar com 3 caules.

3 – O ideal é que se faça isso quando novos brotos estiverem surgindo, mas é uma opção a divisão.

4 – Antes de plantá-la lave em água corrente limpando com os dedos, as raízes. É importante retirar o substrato que ela tinha. Tenha atenção ao fazer esse processo para não danificar as raízes.

5 – Prepare o vaso colocando o material de drenagem no fundo do vaso que será cultiva a sua orquídea selvagem. Esse substrato deve ocupar até a metade do vaso.

6 – Escolha um dos cantos do vaso e acomode a orquídea de modo que os brotos estejam voltados para o centro do vaso. É a maneira de garantir que elas terão espaço para crescer.

7 – Coloque mais substrato para completar o vaso.

8 – Por fim, use adubo orgânico, colocando nas laterais do vaso.

Orquídea-grapete – Spathoglottis unguiculata

Substratos mais recomendados para orquídeas
No cultivo das orquídeas, independentemente de qual espécie, é importante ficar atento a escolha dos substratos.

Cada tipo oferece algo diferente do outro. Confira a seguir, um pouco mais sobre substratos.
1- Fibra de coco: é um dos substratos mais baratos e é uma ótima fonte de nutrientes para as orquídeas, além de ajudar na hora de fixá-las no vaso. Porém, atenção, exige que as regas sejam frequentes, pois segura pouca umidade.

2 – Casca de pinus: tem ótimo preço e também é bom para fixar a planta no vaso. As regas com este tipo de substrato também deve ser constante.

3 – Esfagno: entre os substratos é um dos mais caros, porém, oferece bem mais nutrientes que os outros. É conseguido com musgos importados e segura a umidade, dessa forma, o intervalo entre as regas deve ser maior.

4 – Carvão: é bom para segurar a umidade e sim, é o mesmo usado para fazer churrasco. Outra vantagem é que ajuda a fazer o ar circular, tem bom preço, porém, a quantidade de nutrientes que oferece é bem pequena.

5 – Xaxim é considerado o melhor substrato de todos para a orquídea selvagem, porém, a sua venda no Brasil está proibida. A única maneira de tê-lo é tirando de uma samambaia nativa.

Você também pode fazer uma mistura de substratos, como por exemplo, casca de pinus com fibra de coco. Lembre-se que as funções do substrato são de extrema importância para o bom desenvolvimento da planta: dão nutrientes, umidade, sustentação e aeração.

Os melhores substratos são os orgânicos, pois eles possuem os nutrientes que as plantas precisam. A duração deles vai além daquela oferecida pelos adubos minerais. Aqueles que são mais utilizados são: bokashi, que é uma mistura; farinha de osso e torta de mamona.

Importante também observar com que frequência se deve adubar. É importante seguir as instruções da embalagem do produto adquirido.

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Dicas para se ter uma orquídea selvagem em casa com saúde
1 – Os vasos devem ficar em lugares que tenha sol de manhã.

2 – A planta precisa de mais água quando o substrato ficar seco, faça isso de manhã cedo ou no fim de tarde.

3 – Se as raízes ocuparem o vaso toda faça a divisão da planta.

4 – A luz é importante para que a orquídea se desenvolva bem. As folhas escuras aparecem se elas não estão recebendo luz suficiente. Se tiverem amareladas, é luz demais. A cor das folhas deve ser verde alface.

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