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ameixa-de-natal

A ameixa-de-natal é um arbusto lenhoso, pertence à família Apocynaceae e nativa da África do Sul. É uma planta perene, muito ramificado, com espinhos bifurcados ao longo dos ramos, de 2-3 m de altura.

Suas folhas são coriáceas, suculentas, verde-escuras e brilhantes, de 4-7 cm de comprimento, com pecíolo muito curto.

Os frutos são ovais ou oblongos, com 5-6 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, são verdes no início e carmim-escuro quando maduros. O fruto é macio, muito suculento, doce e comestível.

As flores são brancas, solitárias, em forma de estrela, com cinco pétalas, em ramos terminais. São muito perfumadas, a fragrância lembra a da flor de laranjeira e esse aroma é mais intenso durante a noite.

urgem quase o ano todo, com mais intensidade na primavera-verão. Atrai abelhas, borboletas.

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A ameixa-de-natal é ornamental o ano todo devido ao contraste colorido de suas folhas, flores e frutos e é usada como arbusto isolado, em grupos formando cercas vivas e em renques ao longo de paredes e muros. É adequada para jardins à beira-mar.

Se dá muito em no clima subtropical. É tolerante ao frio, a maresia, a seca e ao vento.

Deve ser cultivada a pleno sol ou meia sombra, e em vários tipos de solo, mas prefere solo fértil, rico em matéria orgânica, bem drenado e com regas moderadas. Sujeito a podridão da raiz no solo molhado.

O fruto e altamente nutritivo, sendo rico em vitamina C, magnésio e fósforo. Pode ser consumido fresco, ou em tortas, doces, geléias e molhos, sendo mais agradável quando cozido. O suco fresco têm uma aparência vermelho pálido e leitoso, mas quando cozido com açúcar, se torna vermelho brilhante.

A geléia tem um sabor, característico de cranberry. O látex branco do fruto, forma um anel de borracha pegajosa ao redor da panela. Para remover, esfregar com um pedaço de papel toalha embebido com óleo de cozinha.

Adubar na primavera com um fertilizante equilibrado como NPK 10-10-10 ou parecido e no inverno com adubo orgânico.

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Para formar uma cerca densa e impenetrável (devido a seus espinhos) é recomendado plantar, com um metro de distância entre plantas. Também pode ser conduzida como uma arvoreta. Manter longe de passagens e áreas infantis, devido aos espinhos.

Fazer podas de limpeza removendo galhos secos e doentes, ou para moldar a planta, que responde bem a podas. Quando cortada, escorre uma seiva leitosa de todas as partes da planta. Alguns cultivadores afirmam que a seiva é tóxica, outros afirmam que não é tóxica.

Multiplica-se por sementes e por estacas cortadas no final do inverno, tendo uma resposta melhor com hormônio enraízador.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Arbusto perene da família Asteraceae com 50 cm de altura, folhas ovaladas e flores semelhantes às do malmequer que chegam a atingir 7 cm de diâmetro, possuem um centro escuro com pétalas de cor amarelo claro que vão escurecendo até ficarem com uma coroa mais escura nos extremos.

São plantas nativas da África do Sul. Seu cultivo deve ser em solo moderadamente fértil e bem drenado. Fertilizar regularmente com NPK 10-10-10 ou adubo líquido, numa das regas semanais.

Aprecia a luz do sol e o calor e é muito resistente ao vento.

Embora suporte alguma falta de umidade reage muito bem a regas frequentes e de pouca intensidade. Floresce a partir da primavera até ao início do outono.

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Podem ser atacados por afídios e sofrer de ataques de míldio que se combatem com preparados à base de enxofre. Existem no mercado diversos produtos que atacam os afídios e o míldio quando em estado inicial e que são fáceis de aplicar. Não suporta a geada pelo que deve ser colocado em local interior nos invernos mais agrestes ou tapado com uma tela para evitar danos causados pelo frio intenso.

Propaga-se por estacas jovens no final da primavera ou por estacas mais maduras no fim do verão. Utilize um fertilizante próprio para enraizar e plante em solo adequado para plantas sensíveis, cobrindo o vaso com um plástico transparente. Coloque em local onde bata sol mas não demasiado quente nem com excesso de luz solar. Pode cortar a pontinha da estaca para incentivar o enraizamento e o nascimento de mais folhas.

Utiliza-se em bordaduras de canteiros, a demarcar zonas floridas com arbustos de média dimensão por detrás em contraste, em cestos pendurados ou em vasos junto a escadarias, floreiras de janelas e varandas. Este arbusto não necessita de ser podado, mantendo-se harmonioso ao longo do ano quando bem cuidado apenas beneficiando da retirada das flores à medida que vão secando, dando lugar a novas flores. Se se pretender dar um formato específico pode ser cortado o que dará origem a novo e robusto crescimento.

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É um arbusto pequeno mas muito alegre e fácil de cuidar. Chega a ter tantas flores que mal se vêem as pequenas folhas de cor verde escuro. Existem outras variedades de Osteospermum muito semelhantes no tipo de cultura, cujas cores vão do branco azulado ao roxo. Fica bonito em qualquer jardim quer seja de cidade ou no campo.

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planta Angiospermae

A biologia é a ciência que estuda todos os seres vivos, sejam eles animais ou vegetais. No caso das espécies vegetais o ramo da biologia responsável pelo seu estudo é a botânica.

A botânica estuda a vida, a morfologia, a fisiologia, a relação com os outros seres vivos, portanto tudo que se refere as plantas é estudado e classificado pelos estudiosos da área da botânica.

Em toda a história, as espécies vegetais já receberam diversos tipos de classificações e de divisões, pelo fato do reino vegetal ser muito extenso e a cada dia que passa, os estudiosos descobrem novas espécies vegetais e novas características.

Desde a antiguidade, as plantas vêm sendo classificadas – uma das primeiras foi feita pelo grego Aristóteles que classificou as espécies vegetais da seguinte maneira: árvores, arbustos, sub-arbustos e ervas.

Com o passar do tempo, e dos estudos e das descobertas, as classificações das espécies vegetais foram se aperfeiçoando e ficando cada vez mais detalhadas, e uma das divisões mais conhecidas das plantas é entre: plantas Angiospermas e Gimnospermas.

As plantas angiospermas são aquelas que possuem flores e frutos, enquanto as plantas Gimnospermas são aquelas que possuem raízes, folhas e caules.

As plantas Angiospermas
É o grupo de plantas de maior número que existe atualmente, tendo em torno de 350.000 diferentes espécies vegetais catalogadas.

As plantas angiospermas têm como maior característica a presença de flores e frutos. Normalmente as sementes dessas espécies vegetais se colocam dentro dos frutos das espécies vegetais.

As flores possuem um papel muito importante nas espécies vegetais, muito além do aspecto ornamental, pois elas possuem os óvulos e estruturas (pétalas bonitas e néctar) capazes de atrais os agentes polinizadores para agir na reprodução das flores.

O embrião das sementes das espécies vegetais angiospérmicas possui uma estrutura que recebe o nome de cotilédone que acabou caracterizando a divisão deste grupo de plantas.

As plantas angiospermas são divididas em 2 grupos ou classes: Monocotiledôneas e Dicotiledôneas.

Essa classificação foi uma forma de procurar simplificar a classificação das espécies vegetais, que ficaram extremamente complexas, pois existem características que podem destacar cada tipo de planta dentro desses dois grupos.

As plantas Monocotiledôneas se caracterizam por apresentarem um único cotilédone e estarem presentes em espécies vegetais como as gramíneas, as orquídeas e as palmeiras. Essas espécies vegetais se caracterizam por apresentarem um ciclo de vida pequeno ou curto.

As plantas Dicotiledôneas se caracterizam por apresentarem pelo menos dois cotilédones e apresentarem um ciclo de vida maior ou longo.

Conhecer esses tipos de espécies vegetais é importante, pois na hora do cultivo dependendo da espécie (monocotiledônea ou dicotiledônea) você irá saber se deve fazer uma cova mais profunda ou mais rasa, se pode usar determinado tipo de herbicida e outras situações de acordo com as características dos 2 grupos.

Apesar das plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas terem nomes esquisitos, elas são muito simples de serem diferenciadas. Abaixo daremos algumas características desses dois grupos de plantas angiospermas.

girassol - planta monocotiledônea

As espécies vegetais Monocotiledôneas
As plantas Monocotiledôneas tem como principal característica o fato de suas sementes apresentarem somente um cotilédone, que é uma reserva energética que é transferida para o embrião durante o processo de germinação.

As espécies vegetais monocotiledôneas pertencem a classe de plantas denominada Liliopsida.

São espécies de plantas monocotiledôneas: o alho, o bambu, a cana de açúcar, o arroz, as palmeiras, a grama, a cebola e outras espécies vegetais.

As principais características das plantas Monocotiledôneas são:
* As raízes das espécies vegetais monocotiledôneas possuem formato de feixe, sendo do tipo fasciculada. As raízes fasciculadas são chamadas também de raízes cabeleira devido ao seu formato, de raízes finas que se originam do mesmo local;

* O caule das espécies vegetais monocotiledôneas normalmente não cresce com relação a sua espessura, são herbáceos (sem a presença de lignina – substancia que concede ao caule estrutura lenhosa) e em formato de bulbos e rizomas (caules subterrâneos que acumulam nutrientes para o desenvolvimento das plantas).

Os feixes vasculares dos caules das plantas monocotiledôneas aparecem disposto de maneira irregular;

* As folhas das espécies vegetais monocotiledôneas apresentam nervuras paralelas e com a bainha desenvolvida;

* As flores das plantas monocotiledôneas são trimeras, isto é, com pétalas e sépalas organizadas em base de 3 (três), ou em números que sejam múltiplos de 3;

* As sementes as espécies monocotiledôneas não apresentam reserva e possuem somente um cotilédone, daí a denominação deste tipo de planta.

Magnolia_( dicotiledônea)

As espécies vegetais Dicotiledôneas
As plantas Dicotiledôneas são aquelas que possuem ao menos 2 cotilédones.

As espécies vegetais dicotiledôneas pertencem a classe de plantas denominada Magnoliopsida.

São espécies de plantas dicotiledôneas: o feijão, o amendoim, o girassol, o café, o mamão, a seringueira, o abacate e outras espécies vegetais.

As principais características das plantas Dicotiledôneas são:
* As raízes possuem formato pivotante ou axial. Esse tipo de raiz forma na planta uma raiz principal e que penetra de maneira vertical no solo, gerando raízes laterais;

* O caule das espécies vegetais dicotiledôneas possuem crescimento quanto a espessura e diversas plantas apresentam caule lenhoso (que contem lignina). Os feixes vasculares dos caules dessas espécies estão dispostos de forma circular;

* As folhas das espécies vegetais Dicotiledôneas possuem a bainha reduzida, com nervuras reticuladas ou ramificadas;

* As flores das espécies vegetais dicotiledôneas são pentâmeras, isto é, apresentam pétalas e sépalas organizadas em base de 5. De forma rara aparecem organizadas em base de 2 ou 4;

* As sementes das espécies vegetais Dicotiledôneas possuem pelo menos 2 Cotilédones – origem do nome do grupo de plantas, e esses podem apresentar reservas de nutrientes para as plantas.

A germinação das plantas Monocotiledôneas e Dicotiledôneas
As espécies vegetais monocotiledôneas quando germinam geram uma pequena folha na superfície do solo, enquanto que as espécies vegetais dicotiledôneas quando germinam os cotilédones por cima da superfície do solo.

Os cotilédones no momento da germinação tendem a se abrir com a aparência similar de uma folha e depois eles murcham a medida que a espécie vegetal começa a crescer.

O desenvolvimento das plantas Monocotiledôneas e Dicotiledôneas
As espécies vegetais Monocotiledôneas costumam desenvolver folhas de formato estreito e compridas, enquanto as espécies vegetais dicotiledôneas possuem folhas mais largas com formato tendendo para o redondo.

Nas espécies vegetais monocotiledôneas, as raízes são muito ramificadas e densas. Já no caso das espécies vegetais Dicotiledôneas, existe uma raiz principal, pouco ramificada.

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Scadoxus multiflorus

O cultivo de algumas plantas podem precisar um pouco de habilidade e muito conhecimento. São tantas espécies que muitos se esquecem que cada uma possui uma forma de cuidar diferente, muito específica e que, para isso, é preciso descobrir muito sobre aquilo que se quer plantar. É isso que acontece com as plantas conhecidas como bulbosas, que possuem uma forma única de cultivo!

O que são plantas bulbosas?
Como o nome já diz, as plantas bulbosas são conhecidas assim porque possuem bulbos, uma parte específica da estrutura destas espécies que costumam ficar e se desenvolverem por baixo da terra, se diferenciando de tantas outras plantas por ai.

Este bulbo também pode ser conhecido como caule subterrâneo, e é lá que estas espécies tão especiais armazenam os seus nutrientes, durante as regas, adubação e outros elementos do cultivo.

É muito importante lembrar que esta acumulação de nutrientes em um caule por debaixo da terra é o que garante o impulso inicial destas plantas para a primeira brotação e até mesmo para que elas possam se manter ao longo de todo o plantio!

As plantas que possuem seus bulbos podem se comportar de várias maneiras diferentes, sendo duas as mais importantes. Para começar, elas podem ser perenes, ou seja, duráveis.

Quando não se comportam de forma perene, costumam desaparecer com a sua parte externa, retornando com a mesma somente em determinadas épocas do ano.

Para quem escolhe plantar estas espécies, muitas das vezes elas podem ficar sem aparecer e o seu canteiro permanecerá vazio por um tempo, como se nada estivesse brotando ali. Porém, após uma nova brotação, as bulbosas reaparecem sempre belas, mostrando tudo o que tem de bom.

Antes mesmo do período de uma nova brotação iniciar, você pode deixar os bulbos em baixo da terra ou retira-los, guardando os mesmo em um local ventilado, úmido e bem protegido.

Quando chegar o tempo de rebrotação, você poderá replantar os bulbos destas plantas, que não terá mudado nada e elas continuarão se desenvolvendo. Geralmente, quando a bulbosa não brota é porque ela está entrando em seu período de hibernação.

Logo depois, a floração começa enchendo o jardim de alegria. Além deste grande milagre, as bulbosas costumam ser as plantas mais resistentes entre todas as outras que existem.

As plantas bulbosas são ótimas companheiras. No geral, elas necessitam de poucos cuidados e podem, quando menos se espera, brotar com lindas flores. Algumas espécies liberam um odor incrível, tendo gosto de tê-las no seu jardim. É por estes e tantos outros motivos que milhões de jardineiros escolhem as bulbosas para cultivo.

Existem variedades de bulbosas que florescem sempre muito rápido, brotando com velocidade e que se adaptam a climas diversos, se desenvolvendo nas áreas mais complicadas para plantio, tamanha é a sua força para brotar.

Muitas delas conseguem brotar em várias estações do ano, sem muitas exigências, o que torna estas espécies inseridas dentro do grupo de baixa manutenção para cultivo.

Uma outra coisa muito interessante sobre as bulbosas é que elas podem florescer mesmo se seus bulbos forem deixados em prateleiras.

Além disso, mesmo que seu ciclo de vida termine, as bulbosas costumam deixar seus filhotes de forma natural, com o intuito de propagar a espécie. Por causa disso, elas são consideradas muito resistentes, durante um longo tempo e sempre estando presente nos locais escolhidos para plantio.

Amarilis - Hippeastrum hybridum

Como cuidar e cultivar plantas bulbosas?
1. Escolhendo as Plantas
Por mais que as bulbosas sejam muito fortes a qualquer condição climática, é sempre bom escolher aquela espécie que mais se desenvolve no clima da sua região, já que o cultivo acaba se tornando muito mais fácil.

Pesquise bastante sobre a espécie que você vai escolher para plantar, de forma que a mesma se desenvolva de uma forma mais prática. Com isso, seu jardim ficará lindo e você não terá um trabalho imenso para poder conservá-las.

2. Armazenamento
Com o bulbo comprado, nem sempre conseguimos planta-lo de imediato. Para começar, você pode guardar o mesmo em um local seco, arejado e protegido, para que posteriormente ele possa ser cultivado da melhor maneira possível.

Uma opção muito boa e que aconselham todos os especialistas é colocar os bulbos recém-comprados em uma bandeja forrada e grande, com areia ou com papel limpo, estando o mesmo bem seco. Lembre-se de manter os bulbos separados uns dos outros.

Para não se perder e identificar cada um de seus bulbos armazenados, cole uma etiqueta em cada um indicando qual é a sua espécie e também qual a data em que ele foi adquirido. Esta etapa de identificação dos bulbos é muito importante e não pode ser esquecida. Para evitar o apodrecimento dos bulbos mantenha a área de armazenamento sempre muito bem ventilada.

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3. Inserindo os bulbos na terra
Antes de colocar os bulbos na terra, verifique sempre se a mesma não está muito encharcada e se o sistema de drenagem está bom. Esta etapas é muito importante, pois os bulbos não conseguem se desenvolver bem em solos muito úmidos.

Para iniciar o plantio, prefira um solo mais ou menos argiloso, onde não há a proliferação de fungos e faça uma cova bem profunda. Depois, basta inserir o bulbo e regar com apenas um pouco de água.

Esta parte é importante pois solos muitos secos acabam desfavorecendo a floração de algumas espécies de bulbosas. Neste caso, a inserção de matéria orgânica logo após o plantio é muito importante!

Para cobrir a cova, faça com matéria orgânica e com uma camada grossa de terra. Depois, é só deixar que as bulbosas se proliferem lindamente em seu jardim, regando as mesmas regularmente para que a armazenagem de nutrientes nos caules subterrâneos seja feita da melhor maneira possível.

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