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Diferente de muitas outras espécies que possuem nomes completamente diferentes um dos outros, a crossandra é sempre crossandra com dois diferentes “sobrenomes”, crossandra laranja ou crossandra salmão. Ela pertence à família Acanthaceae e nativa da Ásia. É incluída em três categorias, são elas: arbustos tropicais, flores perenes e arbustos.

A crossandra é basicamente uma planta gosta de climas mais quentes, por isso, se adapta somente nos climas: tropical, subtropical e também no equatorial.

Uma crossandra chega em média de altura entre 60 a 90 cm e depois de plantada ela deve ficar sempre a meia sombra, apesar de gostar de temperaturas médias mais para altos do que para baixas. Seu ciclo de vida é considerado perene.

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Características mais detalhadas da Crossandra
A crossandra, além das outras classificações que falamos anteriormente é uma planta florífera, isto é, fica cheia de flores em determinados períodos, mas sobre isso, veremos mais a frente.

Ela se apresenta na forma ereta, com um porte arbustivo, além disso, é perene e possui uma textura tipo herbácea.

As folhas são glabras, lanceoladas e opostas, se apresentando com as margens onduladas, mas nem sempre. A cor das folhas também é um grande atrativo dessa espécie porque é de um verde brilhante e intenso.

É durante o outono e o inverno que acontece a inflorescência da crossandra, que para alegria de quem a cultiva é longa.

As flores são eretas, em formato parecido com uma espiga e na cor verde, elas podem ser tanto terminais quanto axilares.

Quando o florescimento acontece nas épocas mais frias do ano, ele começa bem no ápice, as primeiras flores são poucas e raras, que vão desabrochando um pouco de cada vez. Mas, quando estão prontas são bem vistosas e se apresentam de maneira assimétricas, o que as tornam ainda mais interessante para os olhos.

As flores se apresentem em várias tonalidades diferentes fazendo da crossandra uma planta ainda mais interessante. Lembra-se do nome crossandra salmão ou crossandra laranja, não são por acaso, é porque muitas vezes as flores são nas cores salmão e laranja, e em outras, rosa, amarela e até mesmo um tom bem delicado de azul bem clarinho.

Essa diferença de cores das flores da crossandra é em consequência do tipo de cultivo que foi escolhido.

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O uso da planta no Paisagismo
A crossandra é muito usada no paisagismo, porém, não é só pela beleza da crossandra que ela é escolhida para ser usada no paisagismo, e sim porque sendo uma planta tropical e apresentando um tipo de crescimento particular (moderado) e ainda sendo perene, ela é uma boa opção.

A planta no paisagismo é usada para fazer cercas vivas, bordaduras e maciços, sendo usada em grupos ou simplesmente sendo cultivada em vasos ou jardineiras e incluída no projeto do jardim ou quintal da casa.

Cultivo da Crossandra
A crossandra gosta de temperaturas altas para que o seu cultivo seja bem sucedido, então, espere o sol pleno para plantá-la, no máximo, tente com meia sombra.

O que a crossandra não pode abrir mão é de um solo fértil para se desenvolver bem e de preferência que ele tenha sido enriquecido com matéria orgânica. Outro detalhe importante em relação ao solo é que ele deve ser permeável e a irrigação deve ser periódica.

Uma curiosidade sobre a crossandra em relação ao cultivo, é que você deve ficar atento, porque na hora de cultivá-la o sol pleno é o ideal, mas na verdade, se trata de uma planta que não tolera o sol, ela prefere ficar na meia sombra ou em um ambiente que os raios do sol sejam filtrados. Um lugar com uma tela, por exemplo.

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É muito comum que as pessoas se confundam sobre esse ponto, dada a particularidade e depois de cultivá-la em sol pleno, mantém a planta a maior parte do tempo recebendo raios solares diretamente.

Apesar de ser classificada como uma planta perene, podendo durar para sempre, ela não demonstra o mesmo vigor quando chega à determinada idade. As flores vão ficando com menos viço e a quantidade também é menor.

Por isso, para quem usou a planta no projeto de paisagismo é recomendado de tempos em tempos renovar os canteiros, colocando mudas jovens, o ideal seria que essa renovação acontece entre 3 a 4 anos.

A crossandra não gosta mesmo dos extremos, assim como ela não resiste ao sol pleno e precisa de meia sombra, também não suporta o frio e nem as geadas, em ambos os casos ela pode acabar morrendo, sem nenhuma chance de recuperá-la.

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Vale ressaltar que é bom fazer o beliscamento ou pinçamento das mudas com frequência porque isso ajudará o adensamento da planta enquanto ela estiver passando pela fase do crescimento.

Uma vez que eles estiverem grandes, crescidas, será necessário fazer as podas, de preferência depois do florescimento, isso ajudará fazer a melhor renovação das folhas e elas ficarão com o formato que você preferir.

Para multiplicação dessa espécie você pode usar dois tipos de técnicas, a mais comum, através de sementes ou também usando estaquia.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A sálvia-farinhenta é uma espécie da família Lamiaceae. A origem da planta é da América do Norte com maior incidência nos Estados Unidos, mas também é popular em diversas localidades ao redor do mundo inteiro.

Devido essa diversidade de lugares que pode ser cultivada, a sálvia-farinhenta pode receber outros nomes populares como  sálvia ou sálvia-azul.

Categorizada como flores perenes, a sálvia farinhenta pode chegar até 1,5 m de altura e se desenvolve melhor em regiões onde o clima típico é o equatorial, subtropical e tropical que são os climas típicos da região de origem.

O ciclo de vida da sálvia-farinhenta é perene, o que significa que o tempo que ela vai levar para completar um ciclo de florescimento é mais longo que a maioria das flores e pode levar até 2 anos. Isso significa também que flores brotarão durante o ano inteiro em seu jardim.

A textura da sálvia-farinhenta é bem herbácea e muito florífera. Com um canteiro dessa flor no jardim, com certeza o ambiente será muito mais florido.

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O caule é piloso e tem as folhas em formato oval, um pouco lanceoladas e com as bordas serrilhadas. A cor delas é sempre verde mais claro.

As inflorescências aparecem sempre na parte acima das folhas, são eretas e contêm muitas flores em forma de cálice e sempre na cor azul. Despontam acima da folhagem, são eretas e compostas de numerosas flores azuis, com cálice de superfície farinhenta.

A floração da sálvia-farinhenta acontece durante a primavera, o verão e o outono. Dependendo da forma e do local onde ela é cultivada, podem existir variações um pouco diferentes que podem ser maiores ou menores, mais ou menos compactas e até a tonalidade do azul pode variar entre mais escuro até tons próximos ao violeta.

Existe ainda a possibilidade de você encontrar uma variação da sálvia-farinhenta na cor branca. Essa espécie de planta é ideal para formar maciços expostos ao sol pleno e acaba dando uma aparência muito mais bonita para o ambiente. Principalmente a sálvia-ferinhenta de coloração azul.

Você pode também plantar a flor em canteiros e bordaduras, vasos ou jardineiras e usar para ornamentar ambientes internos. Uma ótima opção para ornamentar seu espaço com essa flor, é compor as diversas variações de cores em um único ambiente.

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Como Cultivar
O cultivo dessa planta não é tão difícil. Elas devem ser cultivadas de preferência sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, leve e rico em matéria orgânica.

As regas devem ser feitas regularmente e deve ser suspensa apenas em períodos com muita chuva. Mais acima foi citado que essa planta tem um ciclo de vida perene, mas ao cultivar, deve tratá-la como uma planta que possui ciclo de vida anual ou bienal.

Tempero
Por ser uma planta original da região do Mediterrâneo, a sálvia não é um tempero muito conhecido no mundo inteiro, mas é muito utilizado em algumas regiões onde foi originada.

O seu uso se dá devido o aroma e também do seu sabor que são bem únicos desse condimento.

Essa planta pode ser usada para temperar carnes, peixes e fazer deliciosos molhos. Além disso, a sálvia-farinhenta é muito utilizada apenas como aromatizante em pratos culinários e também na aromatização de algumas bebidas como os vinhos, vinagres e óleos.

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O gosto é bem típico da planta e tem um sabor um pouco azedo, por isso é bom dosar na hora de utilizar em alguns pratos, para que não acabe estragando a receita.

Uso terapêutico
O uso da sálvia vai além do tempero pois ele possui algumas propriedades terapêuticas e essas já são bem mais conhecidas ao redor do mundo.

Ultimamente, a planta é mais utilizada no combate à caspas. A descoberta das propriedades medicinais dessa planta foi feita pelos índios Mazatecas, que vivem no México. Eles utilizavam a sálvia em algumas cerimônias e também para curar diarreia, dor de cabeça, reumatismo e anemia. A partir de então, , mas vem sendo procurada devido a seus efeitos alucinógenos.

Dependendo do tipo de tratamento, ela pode ser usada por infusão ou mastigação. As folhas podem ser esfregadas e espremidas para que todo o sumo seja retirado. A partir dai pode beber, misturando sempre com a água.

Os índios mexicanos acreditavam que quando ingerimos a sálvia para o tratamento de alguma doença, ao chegar ao estômago a planta perdia a sua propriedade e por esse motivo eles apenas bochechavam o sumo.

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Farfugium japonicum gigantea Farfugium japonicum Giganteum

A pata-de-cavalo é uma planta herbácea, rizomatosa, de folhagem e florescimento ornamentais e pertence à mesma família das margaridas, a da Asteraceae.

Ela é natural de regiões costeiras e ao longo de rios no Japão. É encontrada nas encostas rochosas costeiras e ao longo das margens dos rios. E atinge uma altura de 30-45 cm e 60 cm de largura.

Forma moitas esparsas, espalhando-se através do rizoma superficial. Apresenta folhas grandes, inteiras ou lobadas, de margens lisas, crespas ou denteadas, com nervuras deprimidas e bem marcadas e bordos que podem ser planos ou curvados para baixo.

As folhas tem um formato que lembra um coração ou rim, e são invariavelmente lindas, coriáceas e muito brilhantes, sustentadas por hastes longas e fortes. Na espécie típica, apresenta cor verde-escura, no entanto há muitas variedades da planta, com folhas de tamanhos, formatos e padrões diferentes.

Entre essas podemos citar a ‘Giganteum’, com folhas gigantes, de bordos recurvados, a ‘Aureomaculata’, com folhas salpicadas de amarelo, a ‘Crispatum’, de folhas encrespadas e a ‘Argenteum’, manchada de branco como uma aquarela.

Farfugium_japonicum_Aureo-maculataFarfugium japonicum Aureo-maculata

Floresce no outono e no inverno, despontando surpreendentes hastes longas acima da folhagem com inflorescências compostas, com numerosos capítulos amarelos. Os frutos que se seguem são do tipo aquênio.

No jardim a pata-de-cavalo é uma planta única, com uma textura diferente e floração decorativa. Pode ser utilizada para acrescentar um efeito dramático em bordaduras, maciços ou canteiros, sob a sombra das árvores ou ao longo de muros.

Ela pode ser plantada em grupos, renques irregulares ou mesmo isolada, como destaque. As cultivares variegadas da planta são interessantes para adicionar luz e cor aos espaços escuros e sombreados do jardim. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando varandas, pátios e sacadas protegidas.

Farfugium japonicum CrispatumFargugium japonicum Crispatum

Deve ser cultivada sob luz difusa ou meia sombra, em solo drenável e muito rico em matéria orgânica, irrigado regularmente. Prefere temperaturas amenas, frescas, com boa umidade ambiental e pouca incidência de ventos. Em locais com verão quente, ou inverno com temperaturas abaixo de -6°C, é interessante levá-la para ambientes internos ou estufas.

Em regiões com ocorrência de frio intenso, sujeitas a geadas, a pata-de-cavalo perde suas folhas, mas rebrota com vigor na primavera. Neste caso, convém adicionar cobertura morta sobre os rizomas antes da primeira geada.

Farfugium japonicum ArgenteumFarfugium japonicum Argenteum

Não tolera encharcamento ou estiagem. A planta também não gosta de fertilizantes químicos, perdendo o vigor e a beleza. Fertilize com húmus, terra vegetal turfa ou outros adubos naturais.

Se necessário, renove a folhagem da planta através de podas anuais. Multiplica-se por sementes ou divisão da planta, preferencialmente na primavera.

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chifredeveado

Chamadas de chifre-de-veado ou de samambaias chifre-de-veado, a espécie é uma planta doméstica, que não são comuns, pelo contrário, são bem difíceis de encontrar. Faz parte da família Polypodiaceae e sua origem é da Nova Caledônia, Nova Guiné, Austrália e Ilha Sunda.

Dentro dos diversos hábitos de crescimento que a chifre-de-veado possui, destaque para o modo com frondes foliares e basais. O que quer dizer que são folhas que crescem e ficam bem grandes e divididas.

As frondes que são da base são redondas e grandes, são colocadas fixas sobre uma superfície e depois o crescimento é feito em camadas sobrepostas. Enquanto as frondes foliares se dividem e são eretas. As folhas apresentam as estruturas amarronzadas de esporos, deles podem crescer novas plantas da espécie.

Características do Chifre-de-veado
As florestas que recebem a planta chifre-de-veado são aquelas tropicais úmidas e também as subtropicais úmidas. Porém, apesar do clima particular que cresce esse tipo de planta, elas podem ser cultivadas em casa. Porém, para que isso seja possível é necessário compreender os fatos básicos sobre a composição da planta.

É uma planta que se classifica como epífitas, isto é, ela não capta nutriente do solo e nem a água. O significa que elas precisam do apoio das árvores. A fotossíntese para o crescimento é realizada pelas frondes verdes.

O papel das frondes de base do chifre-de-veado é de capturar os resíduos que caem e daí chega até a  planta os nutrientes. Ela possui raízes, porém, a única “obrigação” delas é de fixar as estruturas da planta.

É aconselhável que não sejam retiradas escamas acinzentadas. É comum que as pessoas que a cultivam façam essa retirada porque ela acaba dando uma aparência de poeira à planta. Porém, as escamas não estão na espécie por acaso e sim para interromper a evaporação.

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Durante todo o ano é necessário deixar sempre o apoio desta samambaia úmido. A rega deve ser em maior quantidade durante os meses do verão. Na estação da primavera é necessário, além de regar, cobrir com adubo fresco. É muito importante que o chifre-de-veado  receba nutrientes durante a primavera.

O lugar correto para cultivar a samambaia é sob a luz solar. Porém, nunca deixe a sua planta direto no sol. Para crescer bonita e forte a planta necessita receber a luz do sol, porém, de forma filtrada, como na floresta tropical.

E outro fator importante é deixar em um lugar com pouca umidade, caso o contrário você corre o risco de apodrecer a raiz. E ainda, num lugar com boa circulação do ar.

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Propagação do Chifre-de-veado
Para propagar esta planta é necessário retirar as mudas enraizadas, fazendo isso começando pela base. Depois elas deverão ser plantadas em um vaso com adubo. Em seguida, lembre-se que é importante manter as plantas posicionadas da maneira correta com estacas de madeira ou um arame dobrado.

O solo deve estar úmido até que elas estejam grandes o suficiente até que possam ser transplantadas. Outro detalhe é que é possível, durante o crescimento da chifre-de-veado, colher os esporos que ficarem maduros das frondes foliares. Lembrando que um esporo maduro precisa ser da cor marrom brilhante.

Outra dica é retirar uma parte de fronde onde tenha esporos maduros e em seguida, colocá-lo num saco (de papel) e observar, quando ele ficar disperso ou lanoso, seco e com a cor mais amarronzada poderá ser usado para a propagação.

Na hora de plantar é só colocar no fundo de um vaso pedaços de um vaso de barro, sobre ele coloque uma camada de esfagno ou turfa. Depois pegue aquele esporo que ficou no saco de papel e coloque bem no alto do substrato. O vaso deverá ser colocado sobre um pires com água. É uma forma de dar mais umidade para a planta.

Quando as plantas estiverem grandes que possam a ser manuseadas sem correr o risco de danificá-las, coloque em outros vasos observando um espaço de 5 cm entre cada uma delas.

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Sobre o cultivo, não esquecer
*
Usar substrato apropriado para plantas epífitas.
* Cultiva em lugar com muita umidade.
* Cultivo a meia sombra.
* Deve ser plantada na vertical de preferência.
* A multiplicação é feita através das mudas e elas nascem próximas da planta mãe.
* Devem ser fixadas em troncos de árvore e também em placas de fibra de coco, com pedaços de fibra de coco, ou um pedaço de arame galvanizado.

Os cuidados com a planta Chifre-de-veado
Em se tratando de água, o ideal é deixar placa ou vaso de fibra de coco, árvore ou terra onde o chifre-de-veado estiver plantado, um pouco úmido, mas nunca encharcado para não provocar o apodrecimento da raiz.

Algumas pessoas preferem esperar o substrato secar para assim regá-lo, mas como se trata de uma planta com muitas folhas, muitas vezes não é possível ver se a terra está seca ou não, uma boa saída é a rega por imersão, mergulhe a planta por 30 minutos na água, deixe escorrer o excesso e depois a pendure.

Com relação à temperatura, diz-se que o clima brasileiro é ideal para essa planta, porque ela sobrevive em temperaturas de 30 a 21º C, mas também aguenta as baixas temperaturas do inverno, até menos de 10º C.

Para escolher o local ideal da sua casa ou jardim para plantar o chifre-de-veado, procure um local iluminado, mas que não tenha sol direto, para não provocar a queimadura de suas folhas, uma brisa leve é bastante agradável para a planta.

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Adubo ideal para o Chifre-de-veado
Na hora de plantar, você pode optar por placas de fibra-de-coco, tábuas de madeira, onde o substrato usado pode ser o musgo sphagnum e também pode ser usado um tronco de árvore já seco, além de ser um bom lugar para o plantio ainda servirá como uma peça de ornamentação. E como qualquer outra planta, devem ser usados adubos para auxiliar seu crescimento e mantê-la sempre bonita e saudável.

Como se trata de uma planta epífita, o chifre-de-veado não retira do substrato onde está plantado, os nutrientes necessários para sua sobrevivência e por isso é necessário fazer uso de um adubo, os líquidos são os mais indicados. Basta misturar o adubo líquido a água em que for regar a planta, tomando sempre cuidado para não molhar as folhas com a mistura. As melhores épocas para a aplicação do adubo são a primavera e verão.

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