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Assim como os seres humanos, as plantas são espécies que precisam sobreviver neste mundo, obedecendo a ordem natural das coisas. Até elas nascem, crescem, se desenvolvem, chegam a maturação e morrem no final da vida.

Para que elas possam chegar a fase de desenvolvimento, elas requerem e exigem todos os dias que os cuidados básicos sejam cumpridos, sanando assim toda suas necessidades de sobrevivência. Você por acaso sabe como cuidar de uma planta?

Como é ser uma planta?
Antes mesmo dos seres humanos habitarem a terra, já existiam milhões de espécies de plantas por aqui, sobrevivendo a seu próprio modo, recebendo tudo aquilo que necessitavam da natureza. Ser uma planta é como ser um homem, respeitando sempre o ciclo da vida: nascer, crescer e depois morrer.

Mesmo assim, talvez muitas espécie necessitem de cuidados e elementos básicos para que possam passar por todas essas fases da vida, até chegarem ao ponto em que morrem para dar lugar a outras novas espécies de plantas. Por isso, todas elas merecem um pouco de atenção, até mesmo por serem um dos seres mais antigos da terra e ajudarem os seres vivos a sobreviverem com algumas de suas funções.

Neste caso, para criar, cultivar e até mesmo respeitar as plantas, saiba quais são as necessidade especiais e básicas para que cada uma delas esteja sempre viva em seu substrato.

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Confira as necessidades básicas de uma planta
Mantendo as plantas  sempre em par com métodos de sobrevivência de base para que elas possam se sustentar pelo mundo.

1 – Água
Se para os seres humanos a água é necessária, imagina para as plantinhas que estão sempre executando tarefas como a fotossíntese, que usam muitos elementos que encontram na composição na água. Para colocar a quantidade certa de água nos eu vasinho de plantas, arbustos e outras espécies é preciso prestar atenção em algumas características como épocas do ano e especificidade de cada planta.

No verão, a temperatura sobe bastante e é quando a maioria das plantas necessita de água em abundancia. Nesta época, as regas das espécies devem estar bem reguladas e ajustadas, não faltando com a quantidade de certa de água de cada dia. Porém, é preciso prestar atenção ao exagero, a maioria das plantas não podem ter as suas raízes encharcadas, já que as mesmas apodrecem e acabam morrendo. Por outro lado, com a falta de água, as folhas das plantas podem ficar amolecidas e amareladas, o que indica a escassez deste elemento não necessário à vida na Terra.

Outro ponto a se considerar é que a água das regas só deve umedecer as raízes, sem carregar consigo os nutrientes que já estão sendo absorvidos pela espécie. Sem eles, as plantas não conseguem se desenvolver, ficam fracas e acabam morrendo antes do tempo estabelecido pela natureza.

Em épocas quente, as regas devem ser feitas na parte da manhã, bem cedo, ou no final da tarde. Sendo assim, plantas que ficam diretamente expostas ao sol devem ser regadas de forma que as folhas não sejam atingidas, evitando que elas fiquem salpicadas.

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2 – Luz
Já é do conhecimento de muitos que a luz é essencial para a sobrevivência das plantas e mais uma vez, no que diz respeito à captação de nutrientes e respiração das mesmas através da fotossíntese. A luz é um dos elementos principais para que as plantas possam crescer respeitando sempre o ciclo da vida, de forma saudável, se alimentando da forma que podem.

Mesmo assim, é preciso sempre estar analisando as características de cada planta, para saber qual a quantidade ideal de luz que cada uma delas pode receber. Se uma espécie em específico recebe mais luz do que realmente necessita pode acabar sendo prejudicada, a começar pelas suas frágeis folhas que podem se queimar com muita facilidade.

Neste caso, os períodos em que a planta fica exposta ao sol podem ser brevemente alternados com um pouco de sombra o que pode ser muito benéfico para muitas espécies de plantas que existem pelo mundo. Nem sempre o excesso de luz ajuda uma planta a se desenvolver de forma correta.

Na maioria das vezes, muitas delas têm o crescimento comprometido por causa da luz solar direta em suas folhas, por exemplo. Algumas espécies podem até ser impedida de produzir flores! Por isso, muito cuidado com o quesito iluminação.

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3 – Calor
Com relação ao calor que uma planta pode ou não receber, elas acabam sendo divididas em três pequenos grupos, conforme a sua resistência a altas temperaturas e de uma forma geral, ao calor. As resistentes, semi resistentes e sensíveis.

As que são consideradas resistentes acabam aturando temperaturas muito altas, calor bem alto e até mesmo geadas e temperaturas extremamente baixas. Já as que são conhecidas como semi resistentes costumam aguentar altas temperaturas mais com muita moderação, sempre alternando as mesmas entre temperaturas medianas, prestando bem atenção nessas faixas para a sua sobrevivência. Porém, as sensíveis são as que necessitam de mais atenção, especialmente aquelas menores.

Estas deverão ser cultivadas em ambientes interiores, onde a temperatura é amena e constantemente equilibrada para a sua sobrevivência. Algumas delas podem até passar o verão na rua, mais em locais selecionados e com cobertura para alternar sempre entre luz e sombra.

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4 – Cuidado, muito carinho e amor
Não é porque as plantas não possuem coração pulsante, como os seres humanos o têm, que elas não tem sentimentos. Por isso, as plantas podem precisar deste quarto elemento essencial a sua vida: um pouco de carinho e o máximo da sua atenção, além de todos os elementos básicos que fazem a mesma sobreviver.

Dessa forma, a sua planta crescerá sempre feliz e com as medidas certas de todos os elementos acima, contando ainda com muito amor e afeto. Assim, as plantas agradecem e possuem o gosto de viver neste planeta chamado Terra.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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terrestresPlanta terrestre

As plantas, assim como todos os outros seres, desenvolveram-se primeiramente na água, e só muito depois conquistaram a terra. Existem diversas diferenças entre as plantas aquáticas e as plantas terrestres, tanto em estrutura quanto em suas funcionalidades.

Veja aqui algumas das diferenças mais importantes entre esses dois tipos de planta.

Diferenças entre as plantas aquáticas e terrestres
* A presença de caule visível -
As plantas aquáticas não contêm caule tradicional, ainda que exista uma estrutura semelhante, chamados caulóides, caso sejam briófitas. Outras espécies dão preferência a tecidos esponjosos e um afinamento da epiderme.

* Exposição ao sol
– A maior parte das plantas aquáticas necessita de exposição direta e constante ao sol para se desenvolver. Diversas espécies de plantas terrestres desenvolvem-se melhor à sombra.

* Resistência - As plantas aquáticas são mais flexíveis, e podem resistir ao vento e ao movimento dos animais locais, porém, condições mais extremas como tempestades e a entrada de animais maiores dentro do meio aquático podem facilmente partir suas folhas e/ou raízes, matando a planta.

Curiosidades sobre as plantas aquáticas
* Também chamadas de macrófitas aquáticas (macro = grande, fita = planta).

* As plantas aquáticas são encontradas de brejos até mesmo debaixo d’água.

* A maioria das plantas aquáticas era terrestres, elas evoluíram e se adaptaram ao ambiente aquático. Por isso, têm características de plantas terrestres e a capacidade de se adaptar a vários tipos de ambientes.

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Importância das plantas aquáticas
As plantas aquáticas têm uma grande importância no meio ambiente.
* Formam a base da cadeia alimentar dos ambientes aquáticos. Servem como alimento para peixes e outros animais aquáticos.

* Servem de abrigo para animais pequenos que vivem na água.

* Fornecem sombra para animais e plantas que precisam de proteção contra o sol.

* São usadas para controlar a erosão de rios e lagos.

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Importância das plantas terrestres
As plantas terrestres não nos fornecem apenas oxigênio e são bonitas, elas são muito mais do que isso.

* As plantas permitem a existência de grande parte dos seres vivos, inclusive nós.

* Transformam o Dióxido de Carbono (CO2) em Oxigênio (O2).

* Servem de “filtros” de muitos poluentes.

* A cada ano, estima-se que 1,3 milhões de árvores removam mais de 2.500 toneladas de poluentes do ar.

* Reduzem as ondas de calor e fazem sombra (muito bom principalmente naqueles dias mais quentes).

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* Refrescam as áreas circundantes através de uma série de mecanismos. As folhas das árvores refletem a luz e o calor e proporcionam sombra, enquanto a sua transpiração liberta água para o ar que permite baixar a temperatura.

* São o habitat de grande parte dos seres vivos.

* São o alimento de muitos seres vivos que nos comemos.

*Absorvem grandes quantidades de água das chuvas impedindo o arraste de sais minerais e outras substâncias da terra que permitem o crescimento das plantas e impedindo que o local em si se torne num deserto.

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Veja aqui algumas dicas para controlar e eliminar as doenças que podem aparecer nas suas orquídeas. Tudo isto pode parecer muito, mas é melhor agir logo antes que seja tarde demais.

Suas preciosas orquídeas precisam de muita atenção antes do problema se tornar muito grande para controlar.
* Mantenha a área de cultivo livre de folhas mortas ou flores velhas.

* Remova e queime folhas e flores doentes.

* Utilize ferramentas de corte esterilizadas.

* Trate as superfícies que foram cortadas (pendões de flores ou folhas) com carvão em pó ou canela.

* Mantenha boa circulação de ar dentro da área de cultivo.

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* Forneça um regime de luz apropriado para o tipo de planta.

* Não lote o espaço com plantas.

* Sempre separar as plantas que estiverem infectadas.

* Se não existir nenhuma cura conhecida para uma determinada doença, destrua queimando todas as plantas infectadas.

* Isole as plantas que forem suspeitas.

* Fique atenta para a podridão das raízes durante a estação chuvosa. Retenha a água infectada coletada.

* Use canela para problemas menores, uma vez que também é conhecido por ser um antifúngico.

* Considere o fertilizante a ser utilizado: reduza o nitrogênio e aumente o componente de potássio. Você pode usar peróxido de hidrogênio, mas observe se ele é eficaz.

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* Lave bem as mãos depois de manipular as plantas.

* Deixe as plantas secarem entre as regas.

* Limpe todas as poças d’água e conserte vazamento, se tiver um orquidário.

* Para ácaros ou tripses, use óleo de horticultura.

* Para fungo, não molhe suas orquídeas em dias frios e nublados.

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* Inseticidas – Nunca pulverize com o mesmo inseticida duas vezes seguidas., alterne dois ou mais inseticidas para evitar o desenvolvimento de uma resistência.

* Ventiladores internos, em orquidário, devem ser usados para dispersar o produto químico e secar as folhas.

* Isole novas comprar por duas semanas antes de adicioná-las a uma coleção para evitar que insetos ou doenças infectem outras orquídeas.

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Cattleya Leopoldii (Tigrina) 2

A Cattleya Lopoldii, também conhecida como Cattleya Tigrina, recebeu esse nome em homenagem ao rei Leopoldo da Bélgica em 1854, o qual era um apaixonado admirador de orquídeas.

No Brasil a Cattleya Tigrina é encontrada no litoral, desde o Rio Grande do Sul (com maior concentração em Santa Catarina) até o sul da Bahia. Há quem afirme tê-las visto vegetando tanto em restingas quanto em árvores nas matas próximas do litoral.

A planta possui pseudobulbos de até 1 m de comprimento que produzem hastes portando de uma até 30 flores. São plantas bifoliadas, às vezes apresentam 3 folhas no mesmo broto, com 15 a 20 cm de comprimento e largas.

A Cattleya Tigrina costuma soltar o broto novo na primavera e logo no inicio do verão após o broto ter crescido, coincidindo geralmente com o Natal, principalmente no sul, vir a florir.

Sua haste floral apresenta uma penca de flores geralmente na cor marrom chocolate, e menos frequente nas cores caramelo, amarelo, cobre, verde, vinho e pintalgadas em marrom-terra podendo serem lisas, sem pintas. Em razão da época de sua floração, no final da primavera e inicio do verão, é chamada “Cattleya do Natal” e suas flores, cerosas e intensamente perfumadas, duram cerca de 10 dias e abrilhantam a festa de Natal.

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Seu habitat é constituído por estreita faixa de matas higrófilas, que serpenteiam por entre lagoas, banhados, dunas e pequenas elevações ao longo do litoral atlântico, desde São Lourenço do Sul, à beira da Lagoa dos Patos, no Rio grande do Sul, até o litoral sul do Rio de Janeiro. A maior densidade populacional ocorria desde as cercanias de Porto Alegre até o litoral sul de Santa Catarina, estando, nos dias atuais, quase extinta na natureza.

A ação predatória radical deve-se ao fato da sua floração ocorrer justamente no início das férias de verão, durante a frenética corrida dos turistas em busca do litoral, movimento que garante aos mateiros um bom lucro com a venda das plantas em flor e também a morte da maior parte destas, pelo fato dos compradores não terem sequer a menor idéia de como cultivá-las.

Características e habitat
Trata-se de uma planta vigorosa, com pseudobulbos roliços, canelados, de espessura mediana a grossa, altura padrão entre 30 e 50 centímetros e até mais, em exemplares adultos que vegetam em locais mais sombrios, encimados por duas ou três folhas oblongas, coriáceas e grossas.

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A inflorescência ostenta geralmente de seis a oito flores, número que pode elevar-se até 20, em casos excepcionais, como é o da Cattleya Tigrina albescens “Cetro de esmeraldas”. O colorido varia do verde-claro nos exemplares albinos ao marrom-avermelhado-escuro nas denominadas sanguíneas, passando pelo verde-garrafa, com ou sem pintas, nas pétalas e sépalas, com o tubo e o labelo desde o branco puro ao púrpura-imperial. Embora mais raras, existem cultivares albinas, cerúleas, suaves e trilabélias.

As flores, geralmente bem distribuídas no rácemo floral, medem de 8 a 10 cm de diâmetro, podendo, excepcionalmente, atingir até 12 cm , sendo esta uma das características que a distinguem da Cattleya guttata, cujas flores, quase sempre em maior número, são bem menores.

Cultivo
A espécie, como a maioria das epífitas, é xerófita, pois vive grande parte do tempo seca e está perfeitamente adaptada a essa situação, razão pela qual o seu cultivo deve ser conduzido de forma que as raízes não permaneçam encharcadas por muito tempo, o que explica sua preferência pelos “cachepots” de madeira, que satisfazem melhor suas necessidades de aeração, principalmente quando pendurados.

O substrato ideal, seja nas caixinhas ou em potes de cerâmica ou de plástico, sempre bem drenados, continua sendo a fibra de coco de boa qualidade, que pode ser substituída por pedaços de cascas como peroba ou cortiça, puras ou misturadas ao saibro granítico graúdo. Este, em avançado estado de decomposição.

Pode ser cultivada ainda com sucesso, em pedaços de madeira roliça de casca grossa e rugosa, resistente ao apodrecimento, dado seu lento desenvolvimento e a sua aversão aos cortes ou a mudas frequentes.

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Seu crescimento é lento devido ao prolongado repouso de pós-floração, que ocorre de fins de Dezembro a meados de Janeiro, tornando a brotar somente sete ou oito meses depois.

Aprecia, quando apta a florir ou no estado adulto, deve ser feita uma fertilização foliar com NPK mais micronutrientes na relação 1-3-2. Ou seja, formulação comercial o mais próxima possível de 3-9-6, 4-12-8, 10-30-20 etc, em aplicações semanais ou quinzenais, quando inicia brotação após o repouso.

A Cattleya Tigrina resiste bravamente aos gélidos meses do inverno intenso, período em que está em dormência. A planta necessita de muita luminosidade para florir, substrato bem drenado e boa adubação. É considerada de fácil cultivo.

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