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Asarum_maximum

O gengibre-cara-de-panda é uma planta herbácea, rizomatosa, florífera e rara. Pertence à família Aristolochiaceae e origina-se das florestas das províncias de Hubei e Sichuan, na China.

Suas folhas surgem diretamente do rizoma horizontal. São solitárias, brilhantes e sustentadas por um longo pecíolo. O conjunto da folhagem é denso e arredondado. As folhas tem formato de coração, verde escura nas margens, com uma mancha verde clara prateada no centro, muito decorativas.

Floresce na primavera, apresentando sob a folhagem diversas flores campanuladas, aveludadas, com o centro branco e as margens negras, que lembram o urso panda. As flores são hermafroditas e tem um perfume característico de cogumelos. A polinização é realizada por moscas.

caradepanda

Esta é uma planta excelente para pátios e varandas. Como a floração ocorre sob a folhagem, é indicado plantá-la em vasos e jardineiras que fiquem elevadas, preferencialmente na altura dos olhos. Ainda assim, sua folhagem por si só é muito ornamental, portanto também é interessante como forração para áreas sombreadas do jardim.

Seu cultivo deve ser à meia sombra ou luz difusa, em solo drenável, humoso e regado regularmente. Aprecia a umidade ambiental. Sensível ao ataque de lesmas e caramujos.

asarum

Sua multiplicação é feita por sementes postas a germinar no final do verão, que necessitam de quebra de dormência passando por um período frio, correspondente ao inverno, para germinarem na primavera.

A propagação também se dá por divisão da planta enraizada, preservando a estrutura completa em cada muda, com rizoma, raízes e folhas.

outono_!!

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Dahlia sherffii

A dália é um gênero botânico pertencente à família Asteraceae. Sua origem é mexicana. Trata-se de uma planta herbácea de porte médio, perene, com raízes tuberosas.

O tamanho da planta pode variar desde poucos cm (variedades anãs) até mais de 1,5 m de altura.

Este gênero apresenta folhas opostas e compostas. As flores podem ser singelas, dobradas ou semi-dobradas consoante a quantidade de pétalas. As pétalas apresentam diversas formas e cores esplêndidas.

Podem florescer desde a primavera até ao fim do outono sempre que não faça muito calor – caso contrário a planta deixa de produzir flores até que as temperaturas baixem.

As dálias são plantas de climas amenos e temperados. Em climas quentes a planta pode passar todo o Verão sem flores e voltá-las a produzir no Outono.

Os franceses e os holandeses dedicaram-se ao cultivo deste gênero e conseguiram obter muitos híbridos e milhares de variedades (os peritos falam em mais de 20.000) que se distinguem pela forma da flor, pela cor e pela forma das pétalas e também pelo porte da planta (variedades anãs ou gigantes).

As dálias necessitam de muita luz e devem ser cultivadas em pleno sol. As variedades de porte mais alto devem ser protegidas do vento.

Os tubérculos das dálias devem ser plantados final do inverno (princípios da primavera) a alguma profundidade. A 10 – 12 cm para as variedades mais altas e a 8 cm para as menores.

Se forem plantadas mais fundas acabam por dar pouca flor e se ficarem perto da superfície acabam por ter problemas de desidratação (falta de água).

Dália moonfire

A distância entre plantas vai depender do tamanho que a variedade atinge. Se utilizarmos variedades anãs a distância entre plantas deve ser de 20 cm e nas maiores devemos utilizar um compasso de, pelo menos, 1 m entre plantas.

As dálias devem ser cultivadas em terrenos com boa drenagem, pois o excesso de umidade provoca o apodrecimento das raízes. As variedades maiores agradecem a colocação de tutores que sustentem a planta conforme vai crescendo.

Após a plantação a rega deve ser moderada, evitando-se o encharcamento do terreno. Com o aumento da temperatura e o posterior desenvolvimento das plantas deve-se aumentar a quantidade de água fornecida.

Quando os tubérculos começarem a brotar podemos aproveitar os mais fortes e eliminar os rebentos mais fracos, conseguindo-se obter nos rebentos mais fortes flores maiores e de melhor qualidade.

Para aumentar o tamanho das flores podemos igualmente ir desbotoando as hastes florais, isto é eliminando as flores que apareçam por baixo da flor principal.

Dahlia imperialis

Para que as plantas produzam mais flores durante mais tempo convém ir eliminando as flores que vão secando.

Nos finais do outono quando as folhas e os caules secam deve-se cortar a parte aérea e desenterrar os tubérculos das dálias.

Após secarem e depois de serem limpos de restos de terra, devem ser guardados num local escuro, fresco e seco (podem-se proteger com palha) passando aí o Inverno.

Na primavera antes de plantar podemos dividir os tubérculos maiores, obtendo-se assim mais plantas.

Doenças e pragas das dálias
Existem diversos fungos na terra que podem atacar os tubérculos acabando estes por apodrecer morrendo as plantas. Por esse motivo não convém, como já foi dito, encharcar o terreno com água.

Se cultivarmos sempre as dálias no mesmo sítio podemos provocar o aparecimento destes fungos nesse local. Por esse motivo convém ir plantando as dálias em sítios diferentes ao longo dos anos.

dálias-laranja

Oídio e podridão-cinzenta – Estes dois fungos diferentes costumam atacar as dálias (folhas e flores) e como medida preventiva convém não as plantar muito densas uma vez que a falta de arejamento entre as folhas aumenta o risco destes fungos atacarem as nossas plantas.

Ao regar e como, medida igualmente preventiva, devemos evitar molhar as folhas e os botões florais das nossas dálias.

Em caso de ataque devemos cortar e eliminar as partes afetadas para que o ataque dos fungos não se espalhe. Podemos tentar combater estes fungos aplicando fungicidas.

Pulgões, aranhiço vermelho e trips – costumam atacar as dálias chupando a seiva das plantas. As folhas amarelecem e a planta fica debilitada.

Larva mineira – escavam galerias nas folhas das dálias.

Lagartas – comem as folhas e os rebentos.

Nemátodos do solo – atacam as raízes das dálias o que debilita a planta e impede o seu crescimento.

Caracóis e lesmas – se a primavera for úmida costumam atacar as dálias mal os rebentos surgem e podem tornar-se num problema bastante grave.

dalias (Medium)

Lembrando
*
Reprodução: por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas; sendo que esta última permite a propagação de um exemplar com características idênticas às da planta-mãe.

* Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia.

* Clima ideal: ameno.

* Luminosidade: em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra.

* Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar.

* Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores.

* Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada três meses.

janela azul

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Colocar as mãos na terra, plantar uma semente e vê-la germinar é uma sensação incrível, mas muitas vezes não conseguimos fazer com que as sementes germinem. Confira abaixo algumas das espécies mais famosas e suas respectivas formas de plantio.

Mammea americana L.

Abricó-de-praia (Mammea americana L.)
A Abricó-de-Praia tem um bom desenvolvimento em terrenos arenosos e salinos, próximos a praias.

Germina facilmente, porém, deve ser plantada a uma distância mínima de 5 m de outra muda ou muros para que cresça sem problemas.

Caesalpina leiostachya

Pau-ferro (Caesalpina leiostachya)
Para o plantio de Pau-ferro, primeiramente devemos quebrar a dormência da semente através da escarificação, processo em que são feitas ranhuras na casca da semente até que a mesma apareça.

O indicado é fazer o plantio em saco até que esteja suficientemente grande para ser plantada no local de destino, sem esquecer de regá-la diariamente sem exagerar na quantidade.

Jacaranda cuspidifolia

Jacarandá-de-minas (Jacaranda cuspidifolia)
O plantio das sementes deve ser feito em locais com meia sombra e a semente deve ser coberta levemente com a terra e irrigada duas vezes ao dia, sem encharque.

Luehea divaricata

Açoita-cavalo (Luehea divaricata)
Para a germinação da semente de açoita-cavalo acelerar, pode-se imergi-la em água fria por duas horas, então plantá-la em sementeiras.

A irrigação deve ser constante, porém não pode haver encharque.

cambai-amarelo

Cambaí-amarelo (Sesbania virgata)
O cambaí-amarelo é um arbusto de fácil plantio, ainda mais por ser uma espécie pioneira.

Para garantir a germinação, recomenda-se deixar o local de semeadura sempre úmido.

Annona squamosa

Pinha (Annona squamosa)
O ideal é que o plantio seja feito com três sementes em sementeiras ricas em material orgânico com boa aeração. O local deve ser sombreado, mas não escuro.

As sementes podem estar cerca de 1 cm abaixo da superfície. Não se esqueça de regá-la uma ou duas vezes por dia, sem encharcá-la.

Annona muricata

Graviola (Annona muricata)
Prepare o solo com três partes de terra fértil e um de esterco curtido em um saco, então insira as sementes em uma profundidade de 2 a 3 cm.

Devemos regá-la uma a duas vezes por dia, fazendo que o solo fique úmido, apenas.

Caesalpinia pluviosa

Falso-Pau-brasil (Caesalpinia pluviosa)
Para acelerar a germinação, deixar as sementes imersas em água fria por dois a quatro dias.

As sementes devem ser plantadas em canteiros semi sombreados, cobertas com fina camada de substrato e regando-a diariamente.

Handroanthus impetiginosus

Ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus)
Plantar as sementes a 3 cm de profundidade e cobri-las com terra. É necessário manter a terra úmida, mas não molhada demais.

O ideal é que o local receba sol diariamente, sem que esteja muito forte.

Bixa orellana

Urucum (Bixa orellana)
Para o plantio, deve-se cobri-las por uma camada de 0,5 cm de espessura, regá-las sempre, mantendo a terra sempre úmida, e cobrir com folhas ou palha, para protegê-las.

Essa proteção não será precisa a partir dos 10 m de altura.

Tabebuia chrysotricha

Ipê-amarelo-cascudo (Tabebuia chrysotricha)
Outro tipo de Ipê, o Ipê-amarelo-cascudo devem ser plantado em locais sombreados e regado regularmente, deixando-a sempre úmida.

Pterygota brasiliensis

Pau-rei (Pterygota brasiliensis)
As sementes podem ser plantadas em sacos, sendo irrigada diariamente, sem encharque. A quebra de dormência é feita deixando as sementes em água em temperatura ambiente por um dia.

Quando as mudas tiverem 10 a 15 cm, podem ser transplantadas para o local definitivo, que deverá ter um espaçamento mínimo de 3 m entre outras plantas.

Cordia superba

Babosa-branca (Cordia superba)
Plantar as sementes em canteiros semi sombreados, irrigando regularmente para mantê-las úmidas, sem encharque.

Caesalpinia pulcherrima

Flamboyant-mirim (Caesalpinia pulcherrima)
Para quebrar a dormência da semente do flamboyant-mirim deve-se imergi-la em água recém-fervida por 5 a 10 min.

Logo em seguida, podemos plantá-la em um saquinho, deixando a terra sempre úmida.

Tecoma stans

Ipê-de-jardim (Tecoma stans)
Plante as sementes em um local com luz indireta e mantenha a terra sempre úmida.

Sapindus Saponaria

Saboneteira (Sapindus saponaria)
As sementes devem ser plantadas em locais semi sombreados, cobertas por meio cm de substrato peneirado.

Mantenha a terra sempre úmida.

Guarea_guidonia

Carrapeta (Guarea guidonia)
O plantio deve ocorrer em terra úmida, mantendo-se sempre assim, além de receber sol.

Gossypium arboreum (Medium)
Algodoeiro (Gossypium arboreum)
As sementes de algodoeiro devem ser plantadas de 2 a 8 cm da superfície e jogue terra acima, sem compactá-la.

Devemos regá-la com grande frequência, mas sem encharcar as sementes.

Licuala grandis

Palmeira-leque (Licuala grandis)
As sementes devem ser plantadas em locais que recebem sol de forma amena, como o sol da manhã, além disso, não pode haver muito vento.

Manilkara zapota

Sapoti (Manilkara zapota)
A semente de sapoti também apresenta dormência. Para quebrar a dormência, deve-se por em água 12 a 24 horas. Para o plantio, deve-se colocar 3 ou 4 sementes em um saco na profundidade de 3 a 4 cm.

Quando as plantas atingirem 5 a 10 cm, retirar as plantas mais fracas, deixando apenas uma.

Centrolobium tomentosum

Araribá (Centrolobium tomentosum)
Para uma melhor germinação, o recomendado é deixar as sementes imersas em água por 1 ou 2 dias.

Em seguida, plantá-las em locais semi sombreados, cobrindo-as com 1 cm de substrato peneirado e deixar a terra sempre úmida.

lagoinha

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girassol

Está sempre em busca do sol. Tem um formato exótico e o seu tom amarelo intenso dá vida ao ambiente onde vive. Estamos falando do girassol. Esta planta tem um porte herbáceo e pode atingir até cerca de três metros de altura. Precisa de sol direto e tomando os cuidados mínimos é uma planta que não terá problemas em crescer rápido.

Pertencente à família das compostas, o girassol é uma flor que, para além de trazer vários benefícios para a saúde, pode ser cultivada em casa como decoração.

Pertencente à família das compostas, o girassol é uma flor que, para além de trazer vários benefícios para a saúde, pode ser cultivada em casa como decoração.

A maioria dos girassóis são altos, podendo alcançar 4 m em cultivo. As inflorescências são muito grandes podendo atingir 30 cm de diâmetro. Nelas se reúnem dois tipos de flores, as periféricas liguladas e as centrais, férteis e hermafroditas.

No entanto os girassóis apenas realizam a autofecundação raramente, exigindo a polinização manual ou por insetos, com pólen de outros indivíduos.

Donos de uma cor deslumbrante, os girassóis ficam bem em qualquer recanto da sua sala ou do seu jardim. Mas como cuidar de um girassol? Vamos a uma breve explicação.

Helianthus annuus vermelho

O girassol
O girassol, além da sua beleza, é uma planta muito útil, pois podemos aproveitar tudo nesta flor: as sementes, as flores e até mesmo os ramos. Apesar de ter uma curta duração, o girassol é uma planta que se renova se tiver os cuidados certos. Ter um girassol não tem truques confusos, nem técnicas difíceis. Você vai ver que eles são muito fáceis de cuidar.

A importância do sol
O sol é sem dúvida um importante fator na vida de um girassol. Esta planta vive em busca do sol, daí a razão do seu nome. Escolha um lugar de grande luminosidade, para um bom desenvolvimento o girassol precisa no mínimo de quatro horas de sol direto. Evite zonas escuras. O girassol irá inclinar-se em direção ao sol e pode quebrar.

Irrigação do girassol
Embora esta planta seja bastante resistente, ela não pode ser regada com muita intensidade. O excesso de água pode afrouxar o solo e a planta ficará sem apoio para se manter estável.

Confira o solo diariamente e irrigue-o de forma a que este se mantenha úmido. Deve regar no início do dia ou no final, nunca nas alturas mais quentes do dia. Se o solo estiver agradável para o crescimento desta planta, pode só ser preciso regar o girassol se não chover durante mais de uma semana.

Tenha especial atenção ao tempo. Se existir previsão de ventos fortes não regue nesse dia, isso deixará as flores mais frágeis e susceptíveis a arrancar.

Helianthus annuus

Cuidados a ter com o solo
É muito importante ter atenção ao tipo de solo. Se for um solo rico em matéria orgânica, como minhocas, então não será preciso a utilização de fertilizantes. No entanto, pode adicionar uma camada de mulch para ajudar na decomposição e melhorar o solo.

Em solos pouco nutritivos faça alguns buracos ao redor da planta e coloque o fertilizante neles. Evite colocar diretamente na raiz. Nestes casos adubações periódicas também poderão ajudar a manter a planta saudável e com uma floração abundante.

Para que o girassol se mantenha vistoso durante mais tempo, pode fazer anualmente o replantio da planta.

Helianthus annuus

Fuja das pragas
O girassol atrai muitos insetos e pragas que podem causar danos à planta. Nestes casos pode pulverizar com pesticida, tendo atenção para o fazer quando os insetos não estiverem por perto.

De qualquer das formas o girassol é uma planta bastante resistente a pragas e se tomar cuidado a planta conseguirá resistir.

As folhas do girassol atrapalham o crescimento de ervas daninhas e algumas outras pragas, por isso quando caírem não as remova do chão, podem ser uma ajuda.

florestachuvosa

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