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As pessoas que tem o habito de cultivar plantas tem que prestar atenção em um pequeno problema que normalmente surge nos jardins, hortas e canteiros: as ervas daninhas.

Realizar o controle dessas espécies vegetais pode acabar se tornando uma atividade bastante trabalhosa, por isso é importante conhecermos bem as plantas que cultivamos para que possamos trabalhar na eliminação dessas outras espécies vegetais que possam vir a surgir.

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O que são ervas daninhas?
São as plantas que aparecem nos jardins, canteiros, hortas, plantações e etc., que não foram plantadas e cultivadas pelas pessoas responsáveis pelo local de cultivo das plantas.

De uma maneira simples, o conceito de erva daninha pode ser resumido como as espécies vegetais indesejáveis que cresceram no local destinado para o cultivo de outras espécies vegetais. Essas espécies vegetais daninhas não nos interessam e nascem de maneira espontânea.

Quando o local de cultivo apresenta ervas daninhas, é porque essas plantas que nasceram indevidamente, cresceram e se reproduziram fazendo uso dos nutrientes, da água, da iluminação e etc., que estava destinado as plantas realmente cultivadas pelo interessado no cultivo das espécies vegetais.

O conceito que é dado para as ervas daninhas pode causar certa confusão na cabeça das pessoas, pois no caso de termos uma plantação de cana de açúcar e surgir um pé de milho, este pode ser considerado como uma erva daninha para aquela referida plantação.

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Por que as ervas daninhas são espécies de vegetais indesejadas?
As ervas daninhas são espécies vegetais indesejadas pelas pessoas que cultivam plantas por vários motivos, como por exemplo:
* A presença das ervas daninhas no local de cultivo de suas espécies vegetais faz com que aconteça uma competição entre as plantas (plantas desejadas e ervas daninhas) por luz, água, nutrientes e etc. Essa condição reduz a força, o vigor, a qualidade e até mesmo a safra das espécies vegetais desejadas;

* As ervas daninhas podem funcionar como habitat de doenças e pragas que podem vir a atacar as espécies vegetais cultivadas;

* A presença de espécies vegetais daninhas de grande porte (plantas espinhosas e trepadeiras) dificulta o controle de doenças, o controle de pragas, a aplicação do adubo, a aplicação dos fertilizantes e etc.

Apesar das ervas daninhas apresentarem muitas desvantagens a um jardim, horta, canteiro ou plantação, elas podem exercer funções positivas, como por exemplo: diminuir a erosão do solo, abrigar insetos que são uteis a vida silvestre e ao local, se tornando útil a biodiversidade do ambiente.

De uma maneira geral, as ervas daninhas se tornarão um problema quando o numero de espécies vegetais sai do controle da pessoa que está cultivando as demais espécies vegetais e se a sua presença for agressiva a alguma espécie cultivada.

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Como surgem as ervas daninhas?
As ervas daninhas podem surgir de varias maneiras em nossos jardins, hortas, plantações e etc.. No entanto, na maioria das vezes, as ervas daninhas são originadas por parte de sementes das espécies vegetais, partes do caule, partes da folha e até mesmo por transferência (replantio) de espécies vegetais.

Muitas vezes essas espécies vegetais são nativas daquele lugar onde você instalou o seu jardim, canteiro, horta ou plantação, isto é, aquelas plantas sempre estavam naquele local, e no momento da limpeza do terreno não tiveram as suas raízes devidamente retiradas.

Outra explicação para o surgimento das ervas daninhas é que as sementes das espécies vegetais nem sempre conseguem germinar todas na mesma época e muitas vezes a pessoa faz o plantio e acontece de sementes ficarem enterradas sem conseguirem germinar, esperando que aconteçam as condições ideais para a germinação.

Desta maneira, elas ficam no solo e se não tiver sido realizada uma boa limpeza antes do novo plantio, acabam surgindo espécies vegetais inesperadas.

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O controle das ervas daninhas
Essa é uma questão bastante complicada para as pessoas que cultivam espécies vegetais, pois não é indicado pelos especialistas o uso de herbicidas ou de qualquer outro tipo de produto químico para eliminar as ervas daninhas, pois esses produtos podem atingir as espécies vegetais cultivadas e leva-las a morte também.

Outro problema no uso de herbicidas e outros produtos químicos, é que eles podem causar problemas de saúde tanto para as pessoas como para os animais.

Por isso, os especialistas recomendam que seja realizado o controle biológico das ervas daninhas, sem o uso de produtos de origem química. Apesar de muitas pessoas acharem difícil, é possível o trabalho biológico e natural, fazendo com que as ervas daninhas sejam controladas e eliminadas de forma manual (arrancadas) para evitar que a aplicação de produtos que eliminem as ervas daninhas causem qualquer outro tipo de problema sejam para outras plantas e para as próprias pessoas.

Por isso, é de grande importância procurar evitar o surgimento ou no máximo manter as ervas daninha sobre controle para que essas espécies vegetais indesejadas não causem problemas.

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Seguem algumas dicas para manter as ervas daninha sobre controle:
1 –
Procure arrancar as ervas daninha do local de cultivo das plantas:
Procure observar constantemente o seu jardim, canteiro, horta ou plantação e faça a retirada de forma manual das ervas daninhas que por ventura venham a surgir.

Tenha cuidado para arrancar o máximo de raiz ou rizoma para evitar que uma nova espécie vegetal surja novamente. Nos casos das espécies vegetais que apresentam rizomas, evite o uso de ferramentas como, por exemplo, a enxada.

Não permita que as ervas daninhas consigam florescer, pois a medida que isso acontece, as flores irão conseguir formar sementes que terão grande possibilidade de infestar o seu jardim com o surgimento de outras plantas indesejadas através da propagação natural dessas sementes;

2 - Faça sob a terra uma cobertura de folhas secas ou palhas (cobertura vegetal):
Esse tipo de cobertura é uma ótima medida para evitar que as ervas daninhas consigam se desenvolver e emergir.

Além disso, a cobertura possui a capacidade de manter a umidade ideal para o cultivo das demais espécies vegetais e ainda tem função ornamental, pois acaba dando um visual diferenciado para o jardim, canteiro, horta, plantação e etc.;

3 - Evite realizar a transferência de terra de um local para outro
Evite pegar a terra de outro lugar para colocar no solo onde serão cultivadas as espécies vegetais. Caso isso seja extremamente necessário, não faça uso da terra localizada na superfície do solo, pois é nessa área que fica localizada as sementes e as partes das espécies vegetais que possuem capacidade de se reproduzir.

Portanto, é indicado que em caso de transferir terra de uma área para outra para que seja realizado o plantio, seja feito com terra das partes mais profundas do solo;

4 - Evite utilizar esterco ou húmus desconhecidos:
O esterco ou húmus é um produto que apresenta uma grande quantidade de sementes em sua composição, e aplicação de um material de procedência desconhecida ou duvidosa pode gerar uma grande quantidade de espécies vegetais daninhas ao seu jardim, horta, canteiro ou plantação.

O ideal é fazer a aplicação do húmus na parte de baixo da superfície do solo, no local onde se localiza as raízes das plantas, desta maneira você evita que as ervas daninhas germinem e infestem o seu local de cultivo.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Infelizmente, as belas orquídeas são tão frágeis que diversas doenças podem atacá-las. Abaixo, uma lista das mais graves:

mancha aquosa

1. Mancha aquosa com mancha marrom
Principais Características: Essa doença é causada por uma bactéria difícil de ser tratada. Ela é encontra, na maioria das vezes, em apenas duas espécies de orquídeas, as falaenópsis e catléias. Na primeira espécie, a bactéria se prolifera muito rápido e ataca toda a planta. Já na segunda, atinge apenas as folhas velhas. Para que a bactéria se dissemine tão rapidamente, conta com a ajuda de insetos, chuvas ou até mesmo através da água de irrigação.

Sintomas: Formam-se pequenas lesões de cor branca, que ficam úmidas e depois tornam-se escurecidas.

Prevenção: Procure um bactericida em lojas de jardinagem. Remova as partes atingidas pela bactéria, isolando a planta e reduzindo a quantidade de água de irrigação.

podridão mole

2. Podridão mole
Principais características: Ocorre em orquídeas que possuem folhas não eretas. As espécies atingidas podem ser as  vandas, falaenópsis, vanilas, arachinis, paphopediluns, phalus e dendróbios. Essas espécies proporcionam o acúmulo excessivo de água. Insetos, irrigação de água e chuva podem disseminar a doença.

Sintomas: Lesões nas folhas que fazem lembrar uma banana madura e mau cheiro.

Prevenção: Isole a planta e reduza a quantidade de água de irrigação. Use um bactericida apropriado.

podridão negra

3. Podridão negra
Principais Características: É causada por um fungo branco muito agressivo  que penetra pela raiz ou colo da planta. Ele pode surgir em épocas muito úmidas do ano. Ela pode ser disseminada por água da chuva ou água de irrigação, vasos e substratos contaminados onde se coloca a planta.

Sintomas: A planta tomba e fica com manchas negras que se proliferam das raízes até o restante das plantas. Os órgãos atingidos ficam podres. Essa doença também pode levar a morte da planta.

Prevenção: Use fungicidas apropriados para a doença.

antracnose

4. Antracnose
Principais características:
É um fungo que se prolifera em áreas com clima tropical e subtropical. Ela se espalha em climas úmidos e com temperaturas entre 10ºC e 20ºC.

Sintomas: As folhas começam a descolorir e ficam com os seus centros amarronzados.

Prevenção: Borrifar algum fungicida à base de sulfato de cobre em todas as partes em que a planta foi afetada. Em orquidários profissionais e lojas de produtos para jardinagem especializados vendem a maioria dos produtos para combater os fungos.

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5. Ferrugem
Principais Características: Temperaturas amenas e muita umidade fazem com que este fungo apareça. O vento e pequenos respingos de água fazem o fungo se proliferarem de forma rápida.

Sintomas: Surgem pequenas lesões amarelo-alaranjadas na parte inferior das folhas ou podem ser marrom-avermelhadas. Lembrando que tais manchas pode se tornar escuras se não tratadas.

Prevenção: Use fungicida a base de sulfato de cobre nas partes afetadas da planta.

mancha foliar

6. Manchas foliares
Principais características: Diminui o desenvolvimento da planta e deixam ela feia. Por isso, elas são pouco comercializadas quando estão com esta doença.

Sintomas: Aparecem manchas escuras com tons castanhos e circulares ou ovaladas. Os centros das flores ficam com uma cor pardo-claro.

Prevenção: Remova as partes atingidas, isole a planta e reduza a quantidade de água para a irrigação. Use fungicida específicos.

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7. Mofo cinzento
Principais características:
É uma doença favorecida por grande quantidade de umidade, baixa ventilação e temperaturas amenas entre 16ºC e 18ºC. Ataca as pétalas, as sépalas e o labelo das flores das orquídeas, principalmente mais as mais velhas. A doença é disseminada pelo vento.

Sintomas: Manchas circulares aparecessem nas plantas. Com o passar do tempo e o não tratamento da doença podem gerar manchas acinzentadas parecidas com pó. As folhas que estão muito contaminadas, apodrecem e caem.

Prevenção: Use fungicidas específicos, isola a planta, remova as partes atingidas e diminua a quantidade de água de irrigação.

Murcha ou podridão de raiz e pseudobulbo

8. Murcha ou podridão de raiz e pseudobulbo
Principais características:
É uma doença conhecida por moléstia vascular que atinge as plantas pelas raízes ou pelos ferimentos nos rizomas, produzidos durante o processo de propagação da doença.

Sintomas: Coloração escurecida nos rizomas e círculos roxo-escuros no seu interior. A orquídea pode sofrer redução no seu desenvolvimento normal ou até morrer em apenas 30 dias.  Por isso, esta doença é uma das mais graves que se tem.

Prevenção: Assim como qualquer doença já mostrada, use fungicidas específicos para o combate a doença. Isola a planta e remova as partes atingidas pelos fungos.

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9. Percevejo das orquídeas
Principais características: Os percevejos são insetos bem indesejáveis e quando eles atingem as orquídeas, podem se tornar um verdadeiro vilão, estragando a sua bela plantinha. Eles são tão pequenos que medem apenas 5 mm de comprimento, dificultando a sua visualização entre a planta. Ele possui cor alaranjada e asas azuis-escuras, com bordas externas também de cor laranja. Eles costumam atacar catléias, laélias e encíclias.

Sintomas: O percevejo faz furos que podem matar as folhas das orquídeas e deixa-las com manchas esbranquiçadas.

Prevenção: Pulverize toda a planta com inseticidas que tenham como principio ativo os fosforados e clorofosforados, principalmente nas partes mais atingidas. Use aqueles sprays conhecidos por SBP que são usados para matar insetos até mesmo dentro de casa. Nos supermercados e lojas de jardinagem, você encontra todos estes produtos.

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Manchas pardas em plantas são uma das doenças mais destrutivas que podem ocorrer com as plantas.

Elas são um dos problemas que mais atrapalham o desenvolvimento das plantas . Esse é um problema que pode se desenvolver em uma planta em qualquer uma das etapas do seu crescimento, por isso muitas pessoas buscam maneiras para descobrir como evitar mancha parda nas plantas.

Abaixo algumas informações sobre o que é a mancha-parda e dicas que podem ser úteis para te ajudar no combate do desenvolvimento da mancha parda.

As manchas-pardas se desenvolvem em toda a estação de crescimento, e porque o tecido de envelhecimento é mais suscetível à mancha parda os fungos das plantas permanecem mais tempo no campo prejudicando as folhas por essa doença.

Outras condições importantes que levam à mancha parda são a cultura contínua do tabaco, as chuvas frequentes, e variedades de plantas muito sensíveis.

Os sintomas das manchas-pardas nas plantas
As manchas-pardas nas plantas são causadas por um fungo e aparecem como manchas circulares, e são encontrados principalmente nas folhas inferiores da planta.

O fungo faz com que o tecido da folha na área do local envelheça prematuramente, o que resulta em um halo amarelo em torno da lesão.

Cada um dos anéis escuros é feito de milhares de minúsculos esporos (estruturas iguais a sementes) que podem ser borrifadas ou explodirem nas folhas superiores, ocasionando outros pontos adicionais da doença.

Como os pontos se ampliam e aglutinam o tecido morto, muitas vezes rasga e caiem da folha tornando toda ela com formato irregular e sem valor.

No final da temporada, em variedades muito sensíveis, as manchas podem ocorrer em pecíolos e até mesmo no talo.

Quando os talos estão infectados, a planta pode morrer.  O fungo também pode atuar sistemicamente e afetar todo o metabolismo da planta, resultando em sua morte prematura.

A mancha-parda pode continuar a desenvolver-se também em baixas temperaturas.

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Causa do microrganismo nas plantas
Mancha-parda é causada por um fungo transportada pelo ar.  Este fungo sobrevive principalmente nas plantações de tabaco.

Quando chega a primavera com um clima mais quente, a produção de esporos começa nas hastes velhas que ainda estão expostas em cima do solo.

Esses esporos são então queimados e espirram para cima das folhas inferiores das plantas novas, onde germinam e penetram diretamente nelas.

Os pequenos pontos produzidos nas folhas inferiores formam novas gerações de esporos que são salpicados e soprados para outras folhas.

Cada um dos esporos requer umidade para germinar em uma folha de tabaco.  Portanto, as folhas devem estar molhadas.

Se existir condições secas, os esporos não podem germinar e novos pontos não podem desenvolver-se.  Segundo especialistas “Alternaria alternata é um fungo comum associado com pelo menos 56 espécies diferentes de plantas”.

No entanto, sob condições naturais raramente, causam a doença em outras plantas do que o tabaco.

Os cientistas verificaram ser um agente patogênico relacionado estreitamente com plantas com feridas, como por exemplo, como os pimentões e tomates.

Em outras palavras, ele só pode atacar as plantas depois que elas forem feridas e um dos esporos do fungo entrar na ferida.

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O que pode causar as manchas-pardas
Segundo especialistas, a destruição da raiz ajuda a prevenir a infecção precoce, reduzindo a disponibilidade de inoculação do microrganismo.  Altos níveis de nematóides (vermes) também levam ao aumento da mancha-parda, portanto, eles devem ser controlados.

Os níveis adequados de potássio também devem estar adequados para que a planta possa crescimento vigorosamente.

As folhas infectadas devem ser separadas o mais rapidamente possível para reduzir o número de propagação dos esporos.

O espaçamento adequado da planta diminuirá umidade ao redor dela, reduzindo assim a incidência do problema.  O controle eficiente também ajuda na redução de perdas.

Como tratar manchas-parda nas plantas
As plantas que colocamos para ornamentar nossa casa geralmente cria uma atmosfera boa e convidativa que realça qualquer decoração e também pode oferecer benefícios para a saúde dos seres humanos, pois as plantas removem o dióxido de carbono e poluentes do ar, enquanto adiciona oxigênio e aumentando o nível de umidade no ambiente.

Por isso, estudiosos são unânimes em afirmar que manter a saúde no lar ou em qualquer outro local de suas plantas é vital para que as pessoas usufruam desse benefício.

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Dicas de como eliminar as manchas-pardas
Em primeiro lugar a pessoa deve avaliar a extensão do problema em suas plantas.  Na sequencia deve anotar o tamanho, a forma e a localização das manchas.

Existem muitas razões para o escurecimento das folhas, e uma avaliação exata é extrema importância para o indivíduo determinar a origem do problema.

Em segundo lugar, a pessoa deve avaliar as necessidades de regar sua planta em particular de acordo com suas necessidades.

A ausência de água pode fazer com que muitas vezes com que apareçam as manchas-parda nas folhas.  Normalmente, essas manchas começam nas pontas e bordas das folhas.

A pessoa deve retirar todas as folhas que estejam danificadas e colocá-las na água de maneira adequada.

O indivíduo deve fazer uma monitoração de perto da planta, e fazer uma programação regular para regá-la todas as vezes que precisar.

Verifique o solo, pois, algumas plantas desenvolvem manchas-parda, devido ao excesso de água dos solos encharcados.
* As pessoas devem procurar sintomas de infestação por animais, em especial os insetos. Devem examinar cuidadosamente as folhas e os caules para ver se existem “pequenas teias que indicam ácaros ou escamas insetos que se agarram ao caule da planta”.

Estas teias podem ser esbranquiçadas e podem passar despercebidas em alguns casos. Por isso a aplicação da inseticida feito especialmente para as plantas são de grande importância ou então, o indivíduo deve lavar as folhas das plantas em uma bacia com água morna e sabão, pois isso ajuda a matar as pragas dos insetos.

* A pessoa deve sempre examinar o solo, na parte superior. Se o solo estiver duro ou mofado pode indicar a presença de bactérias ou fungos que causam manchas-parda nas folhas.

1. Retire as folhas afetadas com uma tesoura, que deve ser desinfestada em seguida;

2. Pulverize 3 vezes, uma por semana, com sulfato de cobre;

3. Aplique no solo do vaso 100 g de calcário dolomítico e revolva superficialmente;

4. Não molhe as folhas com água.

Deve-se remover a camada superior do solo ou então plantá-la novamente em um solo fresco e apropriado.  Deve-se também remoer qualquer vegetal que esteja afetado e regar as plantas todos os dias, mas deve-se evitar o solo encharcado.

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Considerações finais
As plantas dão um ar alegria e de beleza a qualquer ambiente. Por isso, as pessoas que gostam de ornamentar seus lares com plantas devem tomar todos os cuidados possíveis para que elas não sejam afetadas por pragas ou fungos.

Para isso basta regá-las todos os dias, ter cuidado com solos encharcados e sempre verificar se há algumas manchas em suas folhas. Desse modo você terá sempre plantas saudáveis e um ambiente agradável.

raio de sol

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Orquídea-Cimbídio-Pendente-1

A Orquídea Cimbídio Pendente é uma espécie vegetal cientificamente chamada de Cymbidium spp. Esta planta é popularmente chamada de Orquídea Cimbídio e de Cimbídio.

A Orquídea Cimbídio é nativa do continente asiático, da região onde se localiza o Himalaia (Nepal), sendo encontrada na China, no Japão, na Austrália e na Indonésia. Esse tipo de orquídea se caracteriza por apreciar viver em locais com altitude e clima frio.

Esta espécie vegetal pertence a família botânica Orchidaceae, famosa por abrigar um dos mais belos grupos de flores existentes que são as orquídeas.

A orquídea cimbídio é uma flor muito bonita, e costumeiramente é dada de presente, principalmente na época do dias das mães, pois essa flor perene se destaca por sua beleza e por ser possível o seu cultivo em ambientes interiores.

Cymbidíum Pendente Branco

A família botânica Orchidaceae
A família botânica orchidaceae é considerada uma das maiores existentes no reino vegetal, pois existem mais de 25.000 diferentes espécies de orquídeas em todo o planeta.

Encontramos orquídeas sendo cultivadas nos mais diversos tipos de clima, desde o tropical (onde existem uma boa parte das espécies e os principais países produtores) ao clima temperado.

As orquídeas são plantas que cultivam a muitas pessoas, pois são flores de grande beleza e colorido, que acabam se destacando e chamando a atenção de todos. Essas belíssimas flores podem ser cultivadas em vasos, na ornamentação de ambientes internos e como flores de corte.

As características da Orquídea Cimbídio
Esta belíssima flor, que é a Orquídea Cimbídio é típica de locais que possuem clima temperado, se adaptando melhor aos locais que apresentam clima ameno, tanto que o seu florescimento acontece de melhor forma em locais que possuem climas ligeiramente frios.

A Orquídea Cimbídio são flores de ciclo de vida perene, isto é, são plantas que possuem tempo de vida maior que 2 anos. Essa espécie vegetal é de pequeno porte, e atinge uma altura média de 90 cm.

A Orquídea Cimbídio é uma das poucas espécies de orquídea que se caracterizam por serem terrestres. Essa planta possui crescimento de forma simpodial, pois a Orquídea Cimbídio forma rizomas e falsos bulbos de forma horizontal.

Cimbídio pendente

Essa espécie de orquídea é bastante conhecida no Brasil, e caiu no gosto popular devido a sua grande beleza e por ser uma planta rústica, isto é, não necessita de maiores cuidados da parte de quem a cultiva para se desenvolver. As folhas da orquídea cimbídio possui aspecto coriáceo, possui textura similar ao couro.

As folhas são longas e os falsos bulbos possuem forma ovoide. As raízes da orquídea cimbídio são grossas, no entanto possuem aspecto delicado que são facilmente quebradas se forem manuseadas sem maiores cuidados.

A orquídea cimbídio possui diversas espécies híbridas, que possuem aspecto comercial. Essas espécies vegetais possuem diversas cores, entre as quais: amarela, rosa, vinho, branco e outras cores e combinações. Uma das diferenças é que esta orquídea tem o labelo com cores vibrantes e diferenciadas.

A inflorescência da orquídea cimbídio normalmente se forma na época da primavera, de tamanho grande e tem muitas flores em sua composição. A floração se caracteriza por ser duradoura, ocorrendo apenas uma vez por ano, mas chegando a durar cerca de 75  dias.

O cultivo da Orquídea Cimbídio
A Orquídea Cimbídio é uma espécie vegetal típica de clima temperado, no entanto ela é encontrada sendo cultivada em locais que apresentam climas: tropical, subtropical e mediterrâneo.

Por ser uma espécie vegetal que aprecia o clima frio e ameno, e é cultivada em locais que possuem climas mais quentes, ela se torna uma planta apropriada para o cultivo sob meia sombra. No entanto, é necessário cuidado com a questão da luminosidade, pois quando essas plantas são cultivadas em locais que apresentam baixas condições de luminosidade, conseguem apresentar folhagem bonita e exuberante, contudo elas não florescem.

Uma dica dos especialistas para que o florescimento seja incentivado, é fazer com que a orquídea cimbídio receba a luminosidade solar no período da manhã, contudo não deixe a orquídea cimbido exposta diretamente ao sol.

Essas plantas podem ser cultivadas em vaso, inclusive, normalmente a orquídea cimbídio é comercializada neste tipo de recipiente. Os vasos precisam ser preparado com a aplicação de substrato, composto por areia e terra vegetal, com boa capacidade de drenagem, para absorver bem a água aplicada na rega.

O substrato pode ser adubado, contudo deve ser evitado o uso excessivo de adubo, pois essa situação pode ocasionar a morte de sua orquídea cimbídio. O substrato indicado para o cultivo da orquídea cimbídio são os fabricados com a fibra do xaxim e a fibra de coco.

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A orquídea cimbídio é uma planta que aprecia uma ligeira umidade, por isso ela deve ser regada com regularidade. Contudo, é importante frisar que a planta não aprecia a água em excesso, preferindo o solo seco ao extremamente úmido.

Para gerar o ambiente úmido ideal para o cultivo da orquídea cimbídio, você pode realizar a pulverização de água sobre as folhas desta planta. Para avaliar se a planta está precisando ser regada, é indicado que seja colocado o dedo no substrato e verifique o estado em que este se encontra.

Estando seco, pode regar novamente sem nenhum problema para as raízes da planta. A irrigação com água bastante gelada quando se inicia a primavera ajuda a orquídea cimbídio a florescer.

É importante que os vasos para o cultivo da orquídea cimbídio sejam colocados em locais com boa condição de proteção, como por exemplo, as estufas e os orquidários.

É indicado que seja evitado o cultivo da orquídea cimbídio em locais que apresentem ventos muito fortes. A orquídea cimbídio se caracteriza por apresentar grande beleza o que a torna muito vistosa.

Esta planta se caracteriza por ser bastante resistente e conseguir sobreviver e florescer mesmo que a planta não seja bem cuidada, isto é, o cultivo seja negligenciado por parte da pessoa que aprecia essas belas flores.

No entanto, quando a orquídea cimbídio é cultivada de forma correta e adequada, ela consegue gerar belíssimos cachos florais que chamam bastante atenção das pessoas.

Graças a sua grande resistência, essa planta consegue resistir a ocorrência de pragas. Uma das que atacam a orquídea cimbídio é o ácaro vermelho, que acontece se o ambiente se encontrar seco ou no caso da orquídea não ser regada por muito tempo.

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A multiplicação da Orquídea Cimbídio
A orquídea cimbídio é uma espécie vegetal que se propaga por meio da divisão da planta após a ocorrência da floração.

A formação de mudas de orquídea cimbídio se dá com a divisão dos falsos bulbos, com pelo menos dois em cada muda.

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