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orquídea drácula

Drácula é uma orquídea epífita muito incomum, popular entre os jardineiros por causa de sua beleza gótica ligeiramente estranha. É também chamada de orquídea-de-macaco por causa da forma da flor, que se assemelha à face do macaco. Esta espécie é isolada do gênero Masdeville, cujo cuidado é muito semelhante.

Drácula cresce principalmente nas florestas montanhosas do Equador e oeste da Colômbia, agarrando-se a árvores cobertas de musgo com raízes. Cresce a cerca de 1.800-2.200 m acima do nível do mar.

Agora esta espécie tem cerca de 135 variedades. Todas as espécies desta planta são relativamente baixas. A principal característica desta orquídea são as flores. Sépalas grandes, largas na base e nas extremidades parecem formar uma “cauda” fina.

Pétalas leves parecem insignificantes em comparação com sépalas. A folha inferior é aumentada e parece um lábio em forma de xícara. A coloração das pétalas varia muito, mas espécies com sépalas escuras são principalmente populares.

Durante a floração, uma orquídea traz em média 6 flores polinizadas por insetos, morcegos e até roedores.

Atualmente, muitas espécies de Drácula são muito raras, pois seu habitat é o Equador, um dos primeiros desmatamentos na América do Sul. O problema acabou sendo tão grande que, atualmente, existe uma reserva de orquídeas drácula projetadas para preservar as espécies dessa planta na natureza.

Infelizmente, uma das ameaças à orquídea é a sua popularidade, pois muitos amantes de orquídeas querem incluí-lo em sua coleção, retirando-o da natureza. Mas cuidar dessa planta em casa não é tão simples.

dracula-orchid

Drácula precisa fornecer uma luz brilhante, mas ao mesmo tempo difusa – como receberia em sua floresta tropical nativa.

Também é necessário garantir alta umidade, pois há nevoeiro e chuva nas montanhas. A planta não deve secar em princípio. O nível de umidade deve ser de pelo menos 75-80%.

Às vezes, as inflorescências “esperam” até que a umidade relativa atinja um certo nível para crescer ainda mais. Recomenda-se que 90% e mais, mas o risco de deterioração de novos brotos aumente.

Nesse caso, o ventilador ajudará, de modo que, em alta umidade, a flor não sofra parasitas, ou pelo menos garanta que a sala com a orquídea seja ventilada com bastante frequência.

Algumas espécies de drácula são sensíveis a sais dissolvidos – portanto, você também deve cuidar da água da mais alta qualidade. Se a planta no momento da rega com “espigões”, você deve garantir que não caia uma gota de água sobre eles, caso contrário, o “espigão” começará a apodrecer.

O solo também deve ser cuidado – a orquídea está contida em um substrato contendo musgo esfagno. Muitas espécies têm inflorescências suspensas, pelas quais devem ser mantidas ou imediatamente contêm a planta em uma cesta.

Naturalmente, também é necessária uma boa drenagem. A temperatura deve estar fria. A maioria das plantas germina em condições frias ou médias. Mas, ainda assim, vale a pena esclarecer as subespécies de Drácula para definir o regime correto de temperatura. Também é recomendado baixar a temperatura levemente à noite.

Drácula não precisa de poda e não gosta de transplantes. O transplante é recomendado apenas quando as raízes da planta crescem demais e vão além dos limites do recipiente que a contém.

Essa orquídea também pode ser chamada com segurança de conservadora – não tolera alterações em seu conteúdo. Não é recomendável nem virar o pote!

Fertilize a orquídea durante o período de crescimento, todas as semanas. O fertilizante é usado significativamente diluído (metade ou até quatro vezes menos do que em orquídeas comuns) e equilibrado; a planta deve ser lavada antes da nova rega para lavar os sais acumulados, cujo excesso essa orquídea não tolera.

A propagação de orquídeas é possível de várias maneiras, mas em casa apenas uma está disponível – vegetativa. A planta é dividida em várias partes, as fatias são secas com carvão.

orquídea drácula

Esta orquídea é afetada por um grande número de pragas e também é propensa a muitas doenças causadas por diferentes tipos de fungos e vírus.

Devido a todas essas dificuldades em criar um regime especial de temperatura, iluminação, ventilação e outras coisas, drácula é ainda mais atribuído às estufas do que às plantas domésticas. Mesmo os amantes mais experientes de orquídeas cometem erros no conteúdo de uma espécie em particular.

Mas esta planta agrada a floração em qualquer época do ano, você pode esquecer com segurança o período adormecido. Então, se você deseja admirar esta linda e incrível flor, terá que trabalhar duro.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


grama-amendoim

Nativa do Brasil, a grama-amendoim  é ótima para jardins e canteiros, porque suas folhas verde-escuras, de aproximadamente 20 cm, e suas flores amarelas criam uma linda forração. Sendo assim, ela é bastante vista em projetos de paisagismo

Mais do que enfeitar seu jardim com pequenas flores amarelas, a grama-amendoim é uma forragem muito procurada. Primeiro, porque economiza tempo, já que não necessita de podas periódicas como os outros tipos de grama. Segundo, porque é excelente para combater a erosão e “segurar” o solo, especialmente em terrenos com muitas ladeiras.

Não bastassem essas duas qualidades, essa espécie tem crescimento muito rápido: da semente à cobertura completa de um jardim pequeno, a grama-amendoim não precisa de mais do que três meses.

A importância da Grama-amendoim
Os benefícios dessa espécie vão muito além dos descritos até aqui. Essa é uma cultura importante para o agronegócio, excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres em nutrientes, já que suas raízes conseguem reter esse elemento químico por longos períodos.

Chamada adubação verde, a técnica de plantar espécies que armazenam nitrogênio no solo beneficia qualquer tipo de produção, seja de uma grande fazenda ou do nosso modesto quintal.

Também a pecuária aproveita os poderes da grama-amendoim, por ser uma forração de baixo custo rica em proteínas, uma fonte de alimentos segura para o gado, especialmente o rebanho criado em pastos com déficit de nutrientes. Só no Acre, há 115 mil hectares de pasto que usa a grama-amendoim em rodízio com outras forrações.

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Grama-amendoim gosta de muito sol e terra úmida
Como boa brasileira, essa planta aprecia sol e água, devendo ser regada a cada dois dias. O plantio deve ser feito preferencialmente entre setembro e janeiro, meses de maior incidência de chuvas, que ajudam as mudas a enraizar mais facilmente.

Use uma mistura de terra vegetal e composto orgânico em partes iguais — se preferir usar sementes, afofe bem o solo antes do plantio. Ela também pode ser propagada a partir de estolhos, uns “cabinhos” rasteiros que saem da planta-mãe e logo enraízam, gerando outra muda. Para separar mãe e filha, basta cortar o “cordão umbilical” que as une.

flores da gramaamendoim

A grama-amendoim tolera secas e encharcamentos, mas não resiste a geadas e pisões. Por isso, prefira usá-la como forração de vasos ou em áreas de pouca passagem. Se reforçar o cuidado adotando uma plaquinha de “não pise na grama”, as flores estarão sempre enfeitando seu gramado.

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columeia-peixinho-gde

É impressionante a semelhança das flores desta belíssima folhagem ornamental, popularmente conhecida como columéia peixinho, com o peixe platy (Xiphophorus maculatus), bastante difundido no aquarismo.

Ainda que estas graciosas flores não surjam, apenas o aspecto vegetativo do Nematanthus wettsteinii já é suficiente para abrilhantar qualquer ambiente. Trata-se de uma excelente escolha para quem procura opções de plantas para interiores.

A espécie Nematanthus wettsteinii é tipicamente brasileira, sendo encontrada naturalmente na nossa Mata Atlântica. Apesar disso, a columéia peixinho é bastante apreciada em vários países do hemisfério norte, onde é conhecida como goldfish plant ou planta-do-peixinho-dourado.

Com esta volta triunfal das plantas de casa na decoração de interiores, as columéias em geral vêm sendo bastante procuradas. Costumam serem menos exigentes no cultivo em relação às tradicionais samambaias, ainda que tenham um efeito ornamental equivalente.

Mesmo na ausência das flores em forma de peixinhos alaranjados, as folhas firmes e brilhantes, em um tom bem fechado de verde, são extremamente decorativas.

Outra planta bastante semelhante à columéia peixinho, em termos de folhagem, é a Aeschynanthus radicans. Ela também é chamada de columéia batom, por produzir uma flor bastante diferente e exótica.

Aeschynanthus radicans

Embora a columéia peixinho e a flor batom sejam popularmente chamadas de columéias, elas não pertencem formalmente ao gênero botânico Columnea. A primeira é do gênero Nematanthus e a outra é um Aeschynanthus.

A semelhança quanto ao aspecto vegetativo deve-se ao fato de que todas pertencem à mesma família, Gesneriaceae, a mesma da violeta africana. Em comum, estas columéias apresentam pequenas folhas ovais com uma textura suculenta, bastante brilhante.

Os caules surgem eretos e imponentes, até um momento em que começam a crescer sob a forma pendente. É neste estágio do desenvolvimento da touceira que sua beleza se destaca ao máximo.

À medida que crescem, os caules vão adquirindo um aspecto mais lignificado, principalmente na base da planta. Este detalhe é importante quando vamos fazer novas mudas da columéia peixinho.

Para que as estacas se desenvolvam e enraízem, é importante evitar utilizar estas estruturas mais lenhosas. Para um maior índice de sucesso, é aconselhável cortar apenas as pontas dos ramos, retirar alguns pares de folhas da parte de baixo e plantar as estacas.

Desta forma, elas se enraízam rapidamente, não é necessário fazer a propagação das estacas em água. Os caules cortados remanescentes rebrotam rapidamente, emitindo novas hastes laterais.

columéia-peixinho

O novo vaso com as mudas deve ser regado frequentemente, no início, até que novas raízes surjam. Cobrir o vaso com um plástico filme ajuda a acelerar o processo, além de criar um micro clima favorável ao desenvolvimento das novas mudas.

Outra forma bastante tranquila de multiplicação da columéia peixinho é através da divisão de touceiras. Em algum momento da vida desta planta, será realmente necessário fazer uma divisão, para que o vaso não fique muito lotado.

Esta é uma boa ocasião para fazer uma limpeza dos ramos secos, raízes mortas e renovar o substrato. Nos vasos novos, as raízes terão mais espaço e nutrientes para um bom desenvolvimento.

Em seu habitat de origem, a espécie a Nematanthus wettsteinii apresenta um hábito epífito, assim como as orquídeas e bromélias. Ou seja, estas plantas vivem sobre outras plantas, geralmente árvores.

No entanto, no cultivo doméstico, a columéia peixinho pode ser plantada em vasos com terra. O ideal é utilizar vasos de plástico, que pesam menos e podem ser pendurados. O substrato pode ser comprado pronto, já preparado para o plantio da maioria das plantas ornamentais que costumamos cultivar em casas e apartamentos.

Evite excesso de materiais orgânicos, que possam entrar em decomposição. Isto vale tanto para o substrato como em relação à adubação. Para quem cuida de plantas em interiores, estes compostos podem incomodar um pouco, devido aos odores desagradáveis que costumam exalar, além de atraírem insetos.

PlantaPeixinho

Quanto à adubação, uma boa fórmula do tipo NPK, com macro e micronutrientes, é mais do que suficiente. É interessante alternar um adubo de manutenção e outro de floração, para que a planta se desenvolva e floresça satisfatoriamente.

Não há uma época específica do ano para que os peixinhos surjam. No entanto, para que isso aconteça, a columéia precisa estar em um local bem iluminado, podendo inclusive receber algumas horas de sol direto, principalmente no início da manhã ou no final da tarde.

Aqui no apartamento, como a columéia peixinho é mantida dentro de casa, ela raramente floresce. No entanto, vemos alguns vasos afixados em postes, na rua em frente ao condomínio. Embora as plantas estejam um pouco sofridas, florescem sem parar, o ano todo. Estão sob sol pleno, por incrível que pareça.

Ainda que esta seja uma planta de facílimo cultivo, bastante resistente, existem alguns cuidados a serem tomados. Uma das coisas que podem prejudicar o desenvolvimento da columéia peixinho é o excesso de regas.

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As raízes, por serem epífitas, não suportam o excesso de umidade por um período prolongado. Para evitar este problema, é preciso que o substrato seja bem drenável e que o vaso tenha uma boa camada de drenagem no fundo, composta por pedrisco, brita ou argila expandida. Também é bom evitar a utilização do pratinho sob o vaso, que pode acumular água.

Não existe uma regra rígida quanto à frequência das regas. O importante é verificar o substrato com a ponta do dedo e somente regar quando o material estiver seco.

Outro modo de aferirmos a umidade do solo é avaliando o peso do vaso. Quanto mais leve estiver, mas seco estará o substrato.

Tomando estes pequenos cuidados, teremos a columéia peixinho saudável por anos a fio. Ainda que não floresça, a planta por si só já é bastante ornamental, iluminando ambientes internos com suas folhas lustrosas e trazendo um charme tropical para dentro de nossas casas e apartamentos.

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KALANCHOE_TOMENTOSA

Uma planta de pelúcia. É assim que defino a suculenta orelha de gato, cujo nome científico é Kalanchoe tomentosa. Como se já não bastasse o charme de ter as folhas gordinhas, como é típico para a maioria das plantas suculentas, esta preciosidade ainda é recoberta por pelos.

As folhas da suculenta orelha de gato possuem um aspecto aveludado, macio ao toque, graças a uma distribuição mais densa e uniforme dos pelos.

Estes pelos são brancos na maior parte da superfície das folhas, o que lhes confere um tom cinza prateado, bastante peculiar.

Nas bordas e extremidades, estas estruturas adquirem uma tonalidade marrom acobreada, que fica mais intensa quando a suculenta orelha de gato é cultivada em ambientes com bastante luminosidade.

A suculenta orelha de gato, Kalanchoe tomentosa, lembra um pouco uma outra espécie, a Kalanchoe millotii, igualmente peluda, de aspecto felpudo. No entanto, esta outra espécie não apresenta as características bordas pintada de marrom. Suas folhas são mais delgadas e delicadas.

O termo tomentosa, que confere o nome científico a esta espécie de Klanchoe, vem do latim tomentum, que significa lã, pelo. Várias espécies de plantas, suculentas ou não, adotam esta nomenclatura, para assinalarem o fato de serem recobertas por pelos. É o caso da suculenta patinha-de-urso (Cotyledon tomentosa), por exemplo.

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A suculenta orelha-de-gato é nativa do continente africano, sendo também encontrada na ilha de Madagascar, Apesar de apreciar climas quentes e secos, esta é uma suculenta que precisa ser protegida dos raios diretos do sol, principalmente durante o verão, nas horas mais quentes do dia,

Isso faz da orelha-de-gato ser uma planta suculenta ideal para ser cultivada dentro de casas e apartamentos. Tudo o que ela precisa é de um local com bastante luminosidade indireta, de preferência próxima a uma janela face norte.

As janelas voltadas a leste também são ideais, já que recebem o sol da manhã, mais ameno. No caso de aberturas face oeste, é importante que a luz da tarde seja filtrada por uma cortina fina ou tela de sombreamento.

Janelas face sul talvez não consigam proporcionar a luminosidade ideal para o cultivo da orelha de gato. Quando a incidência de luz é insuficiente, a planta tende a estiolar, ficando mais alta e pescoçuda.

Além do necessário cuidado com a rega do substrato, também é importante evitar molhar as folhas da suculenta orelha de gato. Estas estruturas tendem a acumular água nos interstícios da pelagem, de modo a propiciar a proliferação de fungos e bactérias, nocivos à planta.

O substrato para cultivo da suculenta orelha-de-gato deve ser aquele mais arenoso bem drenável. Existem misturas prontas para o cultivo de cactos e suculentas à venda no mercado. Para uma versão caseira, basta misturar terra vegetal e areia grosa, em partes iguais.

O fundo do vaso deve receber uma boa camada de drenagem, composta por pedriscos, brita ou argila expandida.

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O ponto crucial para um cultivo bem sucedido, tanto da orelha-de-gato como qualquer outra suculenta, é a rega moderada. O excesso de agia pode facilmente matar este tipo de planta.

A Kalanchoe tomentosa precisa de um grande intervalo de tempo, entre uma rega e outra. Para saber quando é hora de regar, basta verificar a umidade do substrato com a ponta do dedo. Aferir o peso do vaso também dá uma boa idéia do quanto o solo está seco. Quanto mais leve o vaso estiver, menos umidade haverá retida em seu interior.

A adubação não precisa ser intensa ou elaborada, já que a Kalanchoe tomentosa está habituada a solos pouco férteis, em seu habitat de origem. Além disso, é muito difícil que a suculenta orelha de gato floresça no cultivo doméstico, principalmente se for mantida em interiores.

Desta forma, uma adubação de manutenção, do tipo NPK, é mais que suficiente para o desenvolvimento desta planta.

A propagação da suculenta orelha de gato pode ser tentada através das folhas. Basta destacar uma folha madura e saudável, da parte mais basal da planta, e colocá-la em um berçário de suculentas.

kalanchoe tomentosa2

É um processo que nem sempre dá certo, é uma questão de tentativa e erro. Algumas suculentas, como a Graptopetalum paraguayense, multiplica-se com grande facilidade desta forma. Outras apresentam um desafio maior, mas sempre é possível e vale a pena tentar.

Afinal, o que não fazemos para termos mais destas fofuras suculentas, ainda mais quando possuem o aspecto de um bicho de pelúcia, como é o caso da suculenta orelha-de-gato.

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