LOURO – Torna-se uma árvore de grande porte se plantando diretamente no solo. Os supersticiosos dizem que suas folhas trazem sorte. Geralmente ficam muito bem em molhos de peixes e carnes. Para não amargar a comida, elas devem ser retiradas antes de servir.
PIMENTA – Famosas pelo seu colorido, são as grandes vedetes dos jardins de ervas. São encontradas facilmente em diferentes tamanhos e cores: amarelas, roxas, vermelhas, verdes… São muito utilizadas na culinária.
MANJERICÃO – Existem inúmeras variedades de manjericão. É uma erva que floresce facilmente; decora e perfuma o jardim de ervas. Na culinária, as folhas são utilizadas em molhos, tradicionalmente nos de pizza e massas.
ORÉGANO – Cultivadas em vasos, suas folhas frescas possuem um perfume mais agradável e mais suave que quando secas. É uma erva fácil de desidratar. Colha alguns galhos e envolva-os em papel pardo (como esses em que são colocados os pães na padaria), coloque-os para secar em local fresco, seco e arejado.
HORTELÃ – É a mais conhecida das ervas. Quando crescem, os ramos da menta (como também é conhecida) se estendem pela terra. Suas folhas, muito perfumadas, são popularmente conhecidas por suas propriedades digestivas. A hortelã é muito utilizada em chás, quibes, carnes e saladas.
SÁLVIA – Desenvolve-se muito bem em vasos. Muito utilizada no tempero de aves e carnes gordurosas. Suas folhas possuem propriedades digestivas. É uma erva utilizada também no preparo de manteigas, pães e vinagres aromatizados.
ALECRIM – As mudas do alecrim plantadas em vasos transformam-se em lindos arbustos. Suas folhas têm propriedades estimulantes e são utilizadas no preparo de chás e no tempero de aves, carnes e peixes.
CEBOLINHA – Impossível não encontrar um canteirinho de cebolinha numa horta. Por ser uma erva muito delicada é muito comum encontrar folhas murchas ou amareladas no seu maço. Prefira as verdinhas e túrgidas para o preparo de omeletes, saladas, patês, sopas, etc.
SALSINHA – Junto com a cebolinha dão sempre um toque especial na culinária. Se cultivadas em vasos grandes, a salsinha pode chegar até a um metro de altura. É uma erva de aroma suave e agradável e muito utilizada em diversos pratos como: saladas, sopas, molhos e temperos em geral.
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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.
Como obter uma grama bonita – Para obter uma grama bonita, deve-se escolher o tipo apropriado de grama para o local em que se quer plantá-la. Há dois fatores principais envolvidos nessa decisão:
- o clima local (nível pluviométrico médio, calor, etc)
- a quantidade de luz do sol que a grama recebe
A maioria das espécies de grama precisa de luz direta do sol várias horas por dia para florescer, mas pode-se cultivar uma grama mais resistente que se sai bem à sombra.
Se a grama for completamente coberta por sombra, deve-se pensar em outro tipo de revestimento para o solo.
É melhor cortar a grama, com freqüência, durante a estação de crescimento. A dica é nunca cortar mais de um terço da grama de uma vez. É ruim para a planta perder muita capacidade de fotossintetização de repente.
Um erro comum é cortar a grama muito curto. É melhor manter as gramas para estações frias com cerca de 7,5 cm de altura ou mais e a maioria das gramas para estações quentes com cerca de 5 a 6,5 cm de altura. No outono, no inverno e na primavera, você pode cortar mais curto porque as temperaturas são frias e a água é mais abundante. No verão, deixe a grama mais comprida. A sombra irá ajudar a resfriar o solo.
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As begônias são plantas do gênero Begonia, família Begoniaceae, existindo apenas uma outra espécie de origem havaiana, única representante do gênero Hillebrandia, que não pertence a este gênero.
Geralmente são plantas ornamentais de folhagem característica e ocasionalmente flores atraentes.
Estimativas apontam para cerca de 1000 a 1400 espécies de begônias.
As begônias provêm principalmente da América tropical e de florestas úmidas, com muitas espécies epífitas (aéreas) ou ripícolas (rochosas), embora a maioria seja terrestre.
Algumas espécies apresentam tubérculos subterrâneos que as mantêm vivas por muitos anos, embora a parte aérea normalmente morra no fim de cada ciclo anual.
Estas, chamadas “begônias tuberosas”, são apreciadas por serem plantas duradouras, que podem ser armazenadas em forma de tubérculos fora da terra durante algum tempo para serem replantadas na época apropriada. Outras begônias, mesmo sem tubérculos, podem tornar-se espécies de grande longevidade, sobrevivendo viçosas por décadas.
A maioria das begônias possuem caules curtos. Porém, outras espécies, como a “Begônia Asa de Anjo” (Begonia coccinea) e a “Begônia Metálica” (Begonia aconitifolia), desenvolvem caules que alcançam até 1,5 m de altura.
As folhas das begônias são um dos seus maiores atrativos. De formas incomuns e muitas vezes extremamente coloridas, são muito usadas em canteiros. De todas as espécies, a que mais se destaca neste aspecto é a Begonia rex, com folhas enormes, com cores que variam do bronze ao rosado, ou vermelho, algumas prateadas ou brancas, com pintas, estrias e manchas de cores alternadas.
Outras espécies, como a “Begônia Cruz de Ferro” (Begonia massoniana) e a “Begônia Preta” (Begonia boverii) também se destacam por sua folhagem ornamental.
As flores das begônias são diminutas e ornamentadas por brácteas (folhas modificadas) brancas ou coloridas. A maioria das espécies possuem brácteas pequenas, ou de colorido pálido.
No entanto, certas espécies, como a Begonia elatior, a Begonia cucullata e a Begonia tuberosa são muito procuradas por suas flores coloridas, que variam do branco ao vermelho.
Na Begonia elatior e na Begonia tuberosa as flores são especialmente grandes e, em resultado de repetidos cruzamentos, quase parecem rosas. As espécies que são cultivadas por causa das suas flores geralmente apreciam a luz do sol.

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Se a planta estiver sendo atacadas de cochonilhas, é preciso agir rapidamente. Esses insetos são visíveis a olho nu e podem ou não possuir carapaças em sua estrutura física. Cada tipo deve ser tratado de uma maneira, as sem carapaça se identificam pelo aspecto de pó branco. Não é possível saber exatamente o que leva à infestações, mas fatores como excesso de rega e falta de adubação podem contribuir, além disso, seu surgimento é muito comum no Verão e Primavera, devido ao calor e umidade, que favorecem a sua proliferação.
O fato é que as cochonilhas sugam enquanto parecem ficar imóveis nos caules e folhes das plantas sugam sua seiva e até matá-la. São uma praga terrível para qualquer jardim ou mesmo horta.
Existem várias receitas caseiras para aniquilá-las, todas exigem perseverança.
A seguir algumas:
FUMALCOBÃO – Serve para: Pragas em geral.
Dissolva o sabão em 1 litro de água e junte à mistura já curtida de fumo e álcool.
Regar as plantas com pulverizador ou regador.
Material necessário:
20 g de fumo em corda
50 ml de álcool
50 ml de água
10 g de sabão em pedra
1 recipiente com tampa
Picar o fumo em pedacinhos e juntá-lo com a água e o álcool no recipiente. Fechar bem o recipiente e deixar curtir por aproximadamente 15 dias.
O sabão é misturado na hora do uso.
Na hora de usar o fumo faça-o rapidamente, e de preferência sem ficar aspirando muito o cheiro do tabaco, caso contrário poderá ficar nauseada (o).
MISTURA COM ÓLEO EMULSIONÁVEL – Para Cochonilha (Piolho branco ou farinha) e Cochonilha de escama: Borrifar as plantas com o pulverizador.
Material necessário:
20 ml de óleo emulsionável (Estravon)
1 litro de água
40 ml de água de fumo
1 recipiente
Misturar o óleo emulsionável em recipiente com água e água de fumo.
QUERABÃO – Somente para cochonilha
Material necessário:
50 ml de água
50 ml de querosene
20 g de sabãode coco em pedra
1 recipiente de 1 litro
Cortar o sabão em fatias bem finas e colocar para ferver junto com a água mexendo sempre até total dissolução.
Retirar do fogo e acrescentar lentamente, sempre mexendo o querosene até virar uma pasta.
Dissolver a pasta em 1 litro de água e colocar no pulverizador.
Esta pasta pode ser usada até três dias após a sua fabricação, pois ela começa a degradar-se (querosene separa da água).
ÁGUA DE SABÃO – Serve para Cochonilha e para Pulgões.
Material necessário:
1 sabão em pedra
1 litro de água
Raspar o sabão até obter 1 colher de chá que será colocada em 1 litro de água até total dissolução.
Colocar a solução no regador e aplicar.
O sabão pode também ser fervido para dissolver e aplicado quando frio.

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